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Comissões de Proteção de Crianças e Jovens como modelo de Governação Integrada

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Comissões de Proteção de Crianças e Jovens como modelo de Governação Integrada

“Nós, entidades que estamos na modalidade alargada, não temos respostas que obrigatoriamente temos que dar, com prazos e com tempos.” (ECPC8.13.b). Finalmente, uma das consequências da intensidade do ritmo de trabalho, embora com lentidão na produção de resultados, é que falta tempo para a reflexão e para a procura de novas soluções de melhoria continua: “O tal tempo para pensar, para parar, para refletir sobre os caminhos, para onde estamos a ir, o que é que estamos a fazer, o que é que gostaríamos de fazer melhor. Esse tempo está a existir pouco, quanto a mim.” (ECPC15.13.b).

Fator XIV – Comunicação aberta e frequente Na análise das respostas dos entrevistados a esta questão, é visível a unanimidade na avaliação da comunicação no contexto CPCJ como sendo fácil, aberta e estruturante de uma relação de colaboração de qualidade, da qual depende o sucesso da CPCJ. Salienta-se ainda, a capacidade de resposta rápida e atenta, com pontos focais de referência, o que gera satisfação em que contacta a comissão: “Para conseguirmos fazer uma intervenção adequada, até mesmo para passar as mensagens para a minha própria instituição, acho que é fundamental o processo de comunicação... é um processo muito transparente e muito fácil.” (ECPCJ6.4.b). “Há uma excelente comunicação, eu acho que é por isso que isto funciona tão bem, nós falamos e ninguém fica com a informação só para si.” (ECPCJ12.14.a). “(A comunicação) É aberta e frequente, sim, dependendo da necessidade, mas é fácil…” (ECPCJ2.14.a). “Acho que a falta de comunicação estraga tudo. Criam-se preconceitos, criam-se ideias pré-concebidas, criam-se decisões unilaterais e não é isso que se pretende. Portanto, eu acho que a comunicação aqui funciona muito bem.” (ECPCJ12.14.b). 107


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