Comissões de Proteção de Crianças e Jovens como modelo de Governação Integrada
“Tem tido essa capacidade de se adaptar, sim.” (ECPCJ2.12.a). “Eu julgo que sim que tem conseguido adaptar-se.” (ECPCJ10.12.a). Sendo que essa adaptação surge como inevitável, não sendo, porém, fácil: “Somos obrigados a adaptar-nos.” (ECPCJ17.12.a). “Nós estamos a adaptar-nos a cada dia, mas não é fácil.” (ECPCJ15.12.a). “Tem-se adaptado…tem sido um processo longo no tempo, porque envolve muitas instituições (...) tem havido um grande esforço, mas ainda há muito por fazer. Mas tem havido uma boa adaptação.” (ECPCJ11.12.a). “Ainda há muito trabalho a fazer mesmo assim aí.” (ECPCJ7.12.a). A adaptabilidade no contexto da CPCJ da Amadora beneficia da riqueza de recursos mobilizáveis no seu território: “É um concelho muito rico em termos de respostas e por ter essa diversidade de respostas nós vamos conseguindo (adaptarem-se).” (ECPCJ15.12.b). A necessidade de adaptação decorre, como já foi referido, também de novos desafios que a CPCJ foi enfrentando: “Estas novas temáticas que vêm do abandono escolar ou da violência doméstica… há sempre uma articulação com as outras entidades, para saber porque é que a comissão tem sinalizações com estas novas temáticas.” (ECPCJ8.12.a). “Acho que são ciclos e acho que a comissão consegue efetivamente perceber esses ciclos, o que é que vem aí (...). E tentar adaptarmo-nos, termos mais atenção a essas situações, falarmos mais com as escolas...” (ECPCJ6.12.a).
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