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Comissões de Proteção de Crianças e Jovens como modelo de Governação Integrada

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GovInt

“Qual é o papel aqui na alargada? E aí as pessoas não entendiam bem, e se num momento foi constrangedor em que as pessoas admitiam que não percebiam bem o que é que, mas acho que agora está diferente.” (ECPCJ2.11.a). Há uma similitude nas funções dos técnicos enquanto gestores de caso, o que implica uma estandardização dos processos e das metodologias, o que torna mais fácil o conhecimento das funções existentes: “Todos nós, excetuando a parte administrativa, temos exatamente as mesmas funções. Portanto, a ideia é que cada um desempenhe o mesmo papel. E todos aqui fazem exatamente o processo exatamente como a minha colega que é educadora ou professora, ou seja, o que for.” (ECPCJ13.11.a). “Efetivamente, a secretária sabe qual é o seu papel, e nós enquanto técnicas também. Todas nós temos noção que a xxxx é a presidente.” (ECPCJ12.11.a). A interação e discussão partilhada permite um conhecimento mais aprofundado da missão e funções no âmbito da CPCJ: “As pessoas sabem o que estão aqui a fazer. Esta prática de discussão em grupo, eu acho que acaba por consciencializar bastante. As pessoas não estão isoladas, não está cada um sozinho a trabalhar e isso acaba por consciencializar bastante.” (ECPCJ3.11.a). “Nós quando começámos o trabalho, em 2011, para dinamizar melhor esta CPCJ foi-nos lido quais eram as competências e foi-nos proposto uma introspeção do que é que era para nós ser representante na CPCJ.” (ECPCJ1.11.a).

Fator XII – Adaptabilidade Como já foi referido, a confusão nas respostas entre os fatores “flexibilidade” e “adaptação” foi evidente nas respostas dos entrevistados. A capacidade de adaptação é, genericamente, reconhecida pelos entrevistados: “Eu acho que a nossa capacidade de adaptação é formidável.” (ECPCJ15.12.b). 102


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