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Comissões de Proteção de Crianças e Jovens como modelo de Governação Integrada

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GovInt

pacidade de a mesma pessoa dar resposta a diferentes tarefas e papéis e que cria uma cultura de entreajuda e solidariedade: “Há uma grande polivalência de funções. Somos híper-flexíveis, fazemos tudo…” (ECPCJ13.10.c). “Não é uma estrutura rígida (...) nós somos muito polivalentes.” (ECPCJ12.10.a). “É flexível. Acho que sim. Facilmente, as pessoas, os vários membros podem ir representar a instituição em reuniões diferentes e, portanto, eu acho que há bastante flexibilidade, nesse aspeto.” (ECPCJ7.10.a). “Se eu pedir colaboração a uma colega ela faz, se ela puder, como é lógico. Se eu não puder..., vamos supor que eu marquei uma reunião no exterior e não posso ir: alguém vai.” (ECPCJ9.10.a). A flexibilidade pode ser colocada em risco pelas rotinas e não deve ser desenquadrada das necessidades específicas que vão mudando: “Sabe que trabalhar muitos anos nas mesmas funções, às vezes acabamos por ser mais mecânicos. Não temos, se calhar, aquele golpe de asa para sermos um bocadinho mais inovadores e diferentes.” (ECPCJ5.10.b). “Relativamente à flexibilidade, ela sempre existiu e é preciso ter cuidado também com ela porque é uma flexibilidade que deve ser acompanhada e que deve ser revista sempre que possível. Aquilo que eu preciso agora, não é aquilo que eu preciso daqui a uma semana provavelmente.” (ECPCJ15.10.a). Finalmente, esta cultura de flexibilidade, dentro de limites razoáveis, traduz-se em ganhos para a própria solidez e qualidade da equipa. “Aqui veste-se completamente a camisola e há aquele sentido de missão de que não é só fazer o seu trabalho, mas o seu papel para com a comunidade, com as pessoas.” (ECPCJ16.10.b).

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