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fora e dentro#3

um tiro no espaço por faculdade de belas artes da universidade do porto até 14 de jul · exposição SCALE TRAVELS

listen to me! por pedro rebelo

7 jul – 30 set · instalação JULHO É DE JAZZ

evan parker / slow is possible 7 jul · música

get the blessing / susana santos silva

guelra

por carlota lagido 17– 21 jul · residência artística 21 jul · performance

cinema no pátio novo cinema português 4 ago longe por josé oliveira penúmbria por eduardo brito balada de um batráquio por leonor teles cidade pequena por diogo costa amarante

10 ago eldorado xxi por salomé lamas 11 ago os humores artificiais the hunchback a history of mutual respect por gabriel abrantes

14 jul · música

18 ago montanha por joão salaviza

evan parker

24 ago ama-san por cláudia varejão

8 jul · workshop

gnration @ pecha kucha night noite branca 15 jul · talk 1 set · música

wofl001

por open field creative lab 15 jul – 15 out · instalação

orelha negra osso


2 set · música

factory floor evian christ niagara

forma

trabalho da casa: grandfather’s house

kumu-kumu

2 set · música

três tristes tigres revisitam guia espiritual e comum 22 set · música SERVIÇO EDUCATIVO

makers

como colocar uma tomada na nuvem? por makerstudio 1 jul · workshop

aprender e brincar com magikplay por makigbee 8 jul · workshop

curtinhas 16– 17 jul · cinema

por carlota lagido 22 jul · workshop / dança

experiência audiovisual para pais e bebés  16 set · espetáculo infantil

coderdojo

16 set · workshop gnration makers

pequenos makers

vamos ver hologramas? 23 set · workshop gnration makers

descobrir o circuit bending

por digitópia/casa da música 30 set · workshop gnration makers

gnration plus

gnration music market

especial braga music week 30 set · música


slow is possible

guelra

grandfather’s house

wolf001


susana santos silva

get the blessing

evan parker

trĂŞs tristes tigres

scale travels: listen to me


até 14 de jul

exposição gratuito

vários locais M/6

fora e dentro #3

um tiro no espaço por faculdade de belas artes da universidade do porto Coordenação Pedro Tudela Mestrado Práticas Artísticas Contemporâneas Participantes Brígida de Sousa Carolina Grilo Santos Daniel Mendes Diana Geiroto Gonçalves Duda Affonso Eduardo Duarte João Castro João Mateus Lorena Malagón Luís Pinto Mafalda Pilha Manuela Curtiss Margarida Fragueiro Marta Santone Óscar Malta Renato Breder Ricardo Maia Soraia Pinheiro Tatiana de Almeida Telma Salema Tiago Loureiro

A exposição que agora se mostra configura uma possibilidade em aberto logo no título: as obras encontram-se um pouco por todo o espaço do gnration, fora e dentro dos espaços expositivos. Afirma, também, uma continuidade de colaboração que é, para nós, da maior importância. O que quer dizer que a opção foi pela instalação e adaptabilidade das obras a especificidades várias dos espaços. Fora e dentro é também uma referência a um conjunto de obras que querem, por vontade própria, ter um posicionamento despreocupado relativamente ao seu posicionamento no território aberto das práticas artísticas: desenhos que dialogam com instalações; pinturas que “falam” com objetos sonoros; esculturas que se avizinham de fotografias, etc. Finalmente, fora e dentro, porque a exposição é constituída por obras e artistas que decidiram voltar à Faculdade e aí, sistematizar as suas questões e pensamentos em torno de uma prática expandida que, obviamente, só poderá ter resultados nesta lógica de

interior e exterior. As obras e os artistas presentes nesta exposição fazem parte de um conjunto mais alargado de artistas que voluntariamente formam o grupo de trabalho que dá forma ao Mestrado em Práticas Artísticas Contemporâneas da Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto. Este, dá-lhe corpo sabendo à partida que todos os artistas aqui envolvidos se mantêm numa relação de fora e dentro, quer dizer, de total independência artística, mas, também, de uma saudável discussão em torno dos seus pensamentos e obras que a formação contingente deste grupo potencia. São esses resultados que agora poderão ser aqui fruídos, sabendo que alguns ficarão mais fora que dentro e outros no seu inverso possível. Fora e Dentro is a collective exhibition by students of Porto’s Fine Arts Faculty. It seeks to explore the space as an artistic medium and as a matter of dialogue with artistic works.


7 jul 30 set

instalação gratuito

Galeria INL parceiro INL

SCALE TRAVELS é um programa colaborativo sobre arte e nanotecnologia

direção artística e produção gnration

supervisão científica Laboratório Ibérico Internacional de Nanotecnologia

scale travels: listen to me por pedro rebelo Esta residência foi uma oportunidade para descobrir o mundo da investigação em nanotecnologia, mais propriamente o acompanhamento do trabalho dos investigadores nos projetos desenvolvidos no INL na área da segurança alimentar. O meu interesse primordial no som levou-me a explorar sonoridades dos processos de investigação, nos laboratórios, no equipamento... o completo ambiente sónico em que os investigadores do INL operam. A riqueza deste ambiente é extraordinário na medida em que os investigadores gradualmente se ligam a sons específicos e padrões que incorporam o sentido de tempo e espaço. Dos sinais sonoros de uma certa peça de equipamento aos gigantes ventiladores de tratamento de ar, do sopro do vazamento do azoto líquido à nitidez perfurante de “banhos” ultrassom utilizado para a mistura específica de compostos, este é um mundo de sons recheado de sinais e repleto de pista auditivas que dizem “escutem-me!”. Esta instalação pretende lidar com o sentido de escala que é tão importante para a investigação nanotecnológica. Grande e pequenos sons, relevantes ou banais, pessoais ou anónimos criam este universo sonoro. Este trabalho é um convite para escutar a partir de uma diferente perspetiva, uma proposta de envolvimento com um mundo que é tão distante do quotidiano e ao mesmo tempo tão próximo.   Pedro Rebelo

This residency was an opportunity to discover the world of nanotechnology research, in particular through following researchers working on a project in the area of food safety at INL. My primary interest in sound led me to explore the sonorities of the research processes, the labs, the machinery… the entire sonic environment within which INL researchers operate. The richness of this environment is remarkable as researchers gradually ’tune in’ to specific sounds and patterns that ultimately embed their sense of time and space. From the blips of a certain piece of equipment to the huge air handling fans, the hiss of pouring liquid nitrogen, to the piercing sharpness of ultrasound ‘baths’ used to mix specific compounds, this sound world is full of signs, full of aural cues saying ‘listen to me!” This installation aims to play with a sense of scale that is so important for nano research. Big sounds and tiny sounds, significant ones and banal ones, personal and anonymous… make up this soundworld. The work is an invitation to listen from a different perspective, a proposal to engage in a world that is so far removed from the everyday and yet so close. Pedro Rebelo


7+14 jul 22:00 8 jul 10:00

música Passe concertos 9 euros Concerto individual 5 euros Workshop 10 euros (limitado apenas a 20 participantes)

parceiros Rádio Universitária do Minho e Jazz.pt

pátio exterior M/6

7 jul 22:00

evan parker Evan Parker nasceu em Bristol e começou a tocar saxofone aos 14 anos de idade. Tendo a improvisação livre como a sua área de maior atividade nas últimas três décadas, Parker encontrou ainda tempo para se dedicar a perseguir outros universos musicais. Noutros contextos, tocou com nomes como Annette Peacock, Scott Walker e a big band de Charlie Watts. Face à tamanha intensidade e qualidade do seu trabalho, a solo ou em colaborações, Parker levou a que uma vasta imprensa de referência o distinguissem com mérito. “Um dos melhores instrumentalistas vivos” refere o The Times, enquanto que o Chicago Reader o coloca como “um dos melhores improvisadores em emsemble”. Já a conceituada revista especializada em música The Wire atribuiu a Parker “a melhor e mais original voz representativa da música da era moderna”. Evan Parker was born in Bristol in 1944 and began to play the saxophone at the age of 14. Free improvisation has been Parker’s main area of activity over the last three decades. He is now widely acknowledged as “one of the music’s greatest living instrumentalists” (The Times), “one of the world’s finest ensemble improvisers” (Chicago Reader) and “one of the modern era’s most original voices” (The Wire). 

7 jul

slow is possible Slow Is Possible são seis jovens músicos portugueses que não nasceram no meio jazz: a sua formação é clássica. Talvez esta mesma formação dite a invulgar instrumentação que o sexteto apresenta. São dois os instrumentos melódicos, um saxofone alto e um violoncelo. A secção rítmica compreende dois instrumentos harmónicos, guitarra (também com funções de introdução de ruído elétrico) e piano, associados aos jazzisticamente convencionais contrabaixo e bateria. Slow is Possible é a música de câmara que toca quem ouviu Charles Mingus, John Coltrane, Mr. Bungle e Keiji Haino e resulta tão bem quanto o melhor que se poderia desejar. Six young portuguese jazz musicians with classical formation playing kind of cinematographic jazz influenced by Charles Mingus, John Coltrane, Mr. Bungle or Keiji Haino. André Pontífice violoncelo Bruno Figueira saxofone alto Duarte Fonseca bateria João Clemente guitarra Nuno Santos Dias piano Ricardo Sousa contrabaixo


8 jul 10:00-13:00 / 14:30-17:30

workshop com evan parker

Na passagem por Braga, Evan Parker, um dos maiores nomes na história do free jazz, apresentará um workshop de improvisação para apenas 20 participantes. While at Braga, Evan Parker will direct an improvisation workshop for only 20 people.

14 jul 22:00

14 jul

Oriundos de Bristol, Inglaterra, os Get The Blessing formaram-se em 2000 e desde então têm vindo a construir uma base de fãs irrepreensível que os seguem pelo seu carácter musical único. Apesar de várias pausas para dedicar tempo a outros projetos paralelos – a mais recente com o baterista Clive Deamer a embarcar em tour com Radiohead – o grupo manteve-se intacto ao longo de dezassete anos, apresentado ainda hoje a sua formação original. Clive Deamer, na bateria, e Jim Barr, no baixo, que integram também os Portishead como músicos de sessão, juntam-se a Jake McMurchie, no saxofone e eletrónica, e Pete Judge, no trompete e eletrónica, para produzir música inteligente e criativa, em balanço com talento e paixão, testemunhando o espírito livre que se encarregam de incorporar.

Susana Santos Silva é já um nome de referência do jazz contemporâneo e música improvisada dentro e fora de Portugal. Trompetista, improvisadora e compositora, Susana Santos Silva reúne em Impermanence, projeto que apresentará no gnration, João Pedro Brandão, Hugo Raro e Marcos Cavaleiro, músicos do Porto e seus colaboradores de longa data, todos parte da Associação Porta-Jazz, Torbjörn Zetterberg, contrabaixista sueco com quem tem trabalhado assiduamente nos últimos dois anos, particularmente no seu projeto em duo.

get the blessing

Formed in the year 2000, Bristol-based four-piece Get The Blessing boast a truly international fan base, having forged a unique signature sound that defies easy classification, yet never loses sight of thumping tunes, monstrously infectious beats, or joyous collective spontaneity. Jake McMurchie saxofone e eletrónica Pete Judge trompete e eletrónica Clive Deamer bateria Jim Barr baixo

susana santos silva

Susana Santos Silva is a trumpeter, improviser and composer from Porto, Portugal. In the last years she has been considered by the international press as one of the strongest emerging voices in contemporary jazz and improvised music. Susana Santos Silva trompete, flugel  João Pedro Brandão saxofone alto, flauta  Hugo Raro piano Demian Cabaud contrabaixo  Marcos Cavaleiro bateria


15 jul 22:00 sáb

talk gratuito

pátio exterior M/6

parceiro pecha kucha night

pechakucha night

O PechaKucha NightTM está de volta para a sua segunda edição na cidade de Braga. A partir de um formato desenvolvido originalmente em Tóquio, por Astrid Klein e Mark Dytham, durante 6 minutos e 40 segundos, distribuídos de forma equitativa pela projeção de 20 slides, vários oradores propõem-se a contar a sua história. Mantendo-se fiel ao seu propósito de se constituir como um espaço de partilha informal de ideias, projetos e opiniões, esta segunda edição do PKN traz a Braga vários projetos que de alguma forma sobressaem como referências no contexto criativo, numa abordagem transversal a diversas áreas. Se a primeira edição se dedicou à divulgação do “mercado interno” da cidade, a sua sucedânea pretende dar a conhecer às mentes bracarenses o que de melhor se faz à sua volta, entre dois dedos de conversa, um copo e boa música. sa por saber o que acontecerá a seguir.

PechaKucha Night, now in over 900 cities, was devised in Tokyo in February 2003 as an event for young designers to meet, network, and show their work in public. Braga receives second edition of PechaKucha Night that will present several creative projects.


15 jul – 15 outubro

instalação gratuito

galeria gnration M/6

wofl001

por open field creative lab

WOFL001 (Wall OF Light) é uma instalação de luz e som. Dois muros, equipados com uma série de focos, são programados com diferentes sequências que criam jogos de luz e sombra potenciando diferentes perceções luminosas. Em sincronia o desenho de som ajuda a envolver o público num espaço audiovisual desfragmentado. A colocação de dois muros na sala, pretende-se acentuar o contraste entre o espaço poluído pelos elementos técnicos como cabos e controladoras e a simplicidade e clareza da forma projetada. A instalação, ao permitir que se circule livremente por todo o espaço divide a experiência entre o objeto (muro) e a sua projeção. Aqui os meios utilizados ganham a mesma importância que o fim para o qual foram construídos.

WOFL001 (Wall OF Light) is light and sound installation by Open Field Creative Lab.


17 – 21 jul residência artística

21 jul 21:30 apresentação pública final

dança 3 euros

blackbox M/6

parceiro Arte Total

guelra

jungle red ou der elgnuj, um argumento ornitológico por carlota lagido direção artística do projeto Guelra Cristina Mendanha conceção do projeto Jungle Red Carlota Lagido produção projeto Guelra- Arte Total Este projeto é apoiado pela Secretaria de Estado da Cultura, através do programa de apoio quadrienal da DGArtes à estrutura Arte Total.

Guelra – Laboratório de Transcriação Coreográfica, é um laboratório transdisciplinar desenvolvido pela Arte Total desde 2012. Funciona como residência artística que culmina com uma apresentação pública final. Jungle Red é um paraíso distópico onde tudo se passa. Jungle Red é uma experiência prévia de um projeto futuro. Apoiando-se no universo literário de Jorge Luís Borges as temáticas desta peça abordam universos utópicos e distópicos. Jungle Red, é um pássaro mítico do paraíso, de aspeto meio humano meio animal, macho e fêmea, conhecido pelos seus poderes mágicos que originavam visões de mundos utópicos ou distópicos. Segundo consta, olhar para ele tanto podia correr bem como correr muito mal, dependia sempre do estado emocional de quem olhava e era usado como uma droga alucinogénia. O que se julga ser o último exemplar foi descoberto mumificado em excelente estado de conservação numa escavação arqueológica em 1999, pelo alemão Dr. Joahan Elgnuj (que deu nome à espécie) juntamente com um manuscrito onde se podia ler a história da sua existência até então desconhecida. “Argumentum Ornithologicum Fecho os olhos e vejo um bando de pássaros.

A visão dura um segundo, talvez menos; não sei quantos pássaros vi. Era definido ou indefinido seu número? O problema envolve o da existência de Deus. Se Deus existe, o número é definido, porque Deus sabe quantos pássaros vi. Se Deus não existe, o número é indefinido, porque ninguém conseguiu fazer a conta. Neste caso, vi menos de dez pássaros (digamos) e mais de um, mas não vi nove, oito, sete, seis, cinco, quatro, três ou dois pássaros. Vi um número entre dez e um, que não é nove, oito, sete, seis, cinco, etecetera. Esse número inteiro é inconcebível; ergo, Deus existe.” - Jorge Luís Borges, 1960. Carlota Lagido é bailarina, coreógrafa, figurinista e professora. O seu trabalho como coreógrafa tem características multidisciplinares. Aborda temáticas relativas a questões de identidade, o corpo que falha, e contextos autobiográficos. Destaca notforgetnotforgive e 50 toneladas como as suas criações de referência. Carlota Lagido is dancer, choreographer, costume designer. Her work as a performer and choreographer has multidisciplinary characteristics. Carlota develops, in multiple supports, research on issues related to identity issues and autobiographical contexts.


31 jul 22:00 seg

música 3 euros

pátio exterior M/6

hong kong new music ensemble x digitópia collective programa Angus Lee Sous Rature, Op.26 (2017) Charles Kwong Here the world expires (2012/2015) Isang Yun Together (1990) Karlheinz Stockhausen Excerpts from Aus den sieben Tagen (1968) músicos HKNME: Selena Choi violino William Lane viola Simon Hui contrabaixo Angus Lee flauta Digitópia Collective: José Alberto Gomes Óscar Rodrigues Tiago Ângelo e Pedro Augusto

O Hong Kong New Music Ensemble (HKNME) juntar-se-á ao Digitópia Collective para interpretar obras de Karlheinz Stockhausen e de três compositores asiáticos (Angus Lee, Charles Kwong e Isang Yun) no pátio exterior do gnration. Fundado em 2008, o HKNME foi considerado pela CNN um dos mais progressivos grupos musicais de Hong Kong e tem sido alvo de elogios frequentes pelos seus programas inovadores. A sua atividade alastra-se a colaborações interdisciplinares, bem como trabalho académico e pedagógico. Singular no panorama nacional, o Digitópia Collective é a equipa de artistas/developers associados à Digitópia Casa da Música. Enquanto ensemble, aplica processos e modelos tão diversos quanto o design de instrumentos digitais, a concepção de hardware próprio, o circuit-bending, a exploração das relações entre imagem e som, a digital media ou os sistemas digitais interactivos. Da confluência de linguagens, trazidas por cada elemento do grupo, surge um repertório de música electrónica e digital com um declarado carácter performativo.

Founded in 2008, the Hong Kong New Music Ensemble (HKNME) is hailed as “one of Hong Kong’s most progressive groups of musicians” (CNN). Widely praised for its innovative programming, the Ensemble’s productions include concerts, educational outreach events, and interdisciplinary collaborations and research projects with artists from different artistic fields. The HKNME currently consists of twelve core members and several ensemble associates who perform in versatile combinations in a variety of settings. Over the years, the HKNME has performed masterpieces of the contemporary repertoire as well as numerous premières by composers from Hong Kong and overseas, including many commissioned by the HKNME itself. Digitópia is a digital music platform based at Casa da Música in Oporto, which encourages the act of listening, performance and musical creation. Based on digital tools, although not exclusively, Digitopia emphasizes collaborative musical creation, software design, music education, social inclusion, aiming to emerge multicultural communities of performers, composers, curious and music lovers. Digitópia is based on free exchange of knowledge and open source philosophy.


4 + 10 + 11 + 18 + 24 ago 21:30

cinema gratuito

pátio exterior M/16

cinema no pátio novo cinema português 4 ago

Longe

à sombra e à nebulosidade quase permanentes. Até que um dia, os seus habitantes decidiram entregá-la ao tempo. Esta é a história de um lugar inabitável.

Balada de um batráquio

por José Oliveira Portugal, 2016, 37’, HD, Cor Ficção Um Homem vai-se aproximando de uma grande cidade pelos acessos mais secretos, áridos, selvagens. Chega e avista a cidade de Lisboa dos altos e por cima dos montes. Lá, de onde saiu há muitos anos, sente-se um estranho. Reconhece e não reconhece a paisagem e o ambiente. Que o atrai e o repele. Procura amigos, conhecidos, lugares, uma filha que lhe chegou por carta tanto tempo passado. Descobre e redescobre um último reduto onde se sente em casa. Mas parte, no fim, parte.

Penúmbria por Eduardo Brito Portugal, 2016, 9’, HD | Cor Curta-metragem Penúmbria foi fundada há duzentos anos num extremo de difícil acesso. De solos áridos, mares revoltados e clima violento, ficou a dever o seu nome

por Leonor Teles Portugal, 2016, 11’ | Super 8, Cor Curta-metragem, Documentário “Simultaneamente estranhos e familiares, distantes e próximos, inquietantes e sedutores, marginais e cosmopolitas, os ciganos apresentam-se envoltos numa aura de ambiguidade. Não se pode dizer que sejam invisíveis, pois dificilmente passam despercebidos.” (Daniel Seabra Lopes) Tal como os ciganos, os sapos de loiça não passam despercebidos a um olhar mais atento. Balada de um Batráquio surge assim num contexto ambíguo. Um filme que intervém no espaço real do quotidiano português como forma de fabular sobre um comportamento xenófobo.


Cidade Pequena

11 ago

Os Humores Artificiais por Gabriel Abrantes Portugal, 2017, 29’, Cor Curta-metragem, Ficção

por Diogo Costa Amarante Portugal, 2016, 19’, Cor, Documentário, Experimental, Ficção Um dia, Frederico aprende na escola que as pessoas têm cabeça, tronco e membros, e que se o coração pára as pessoas morrem. Nessa noite, ele não dormiu. Acordou a mãe várias vezes de madrugada e disse-lhe que lhe doía o peito.

10 ago

Eldorado xxi

por Salomé Lamas Portugal, França, Peru, 2016, 125’, Cor Documentário Eldorado é uma assombrosa e misteriosa parcela da realidade etnográfica. A comunidade instalada em maior altitude no mundo, La Rinconada y Cerro Lunar (5500m), nos Andes peruanos; uma ilusão leva os homens à autodestruição, movidos pelos mesmos interesses, usando as mesmas ferramentas e meios na contemporaneidade que nos tempos antigos.

Através do cruzamento entre a estética de Hollywood e as estratégias do documentário, o filme acompanha uma jovem indígena do Parque Natural do Xingu até São Paulo, onde se apaixona por um robot em vias de se tornar um comediante de stand-up. Esta é uma história singular que mistura a antropologia do humor, comunidades indígenas e inteligência artificial.

The Hunchback por Gabriel Abrantes e Ben Rivers Portugal, França, 2016, 30’, S16, Cor Curta-metragem, Ficção Científica Baseado num conto de As Mil e uma Noites, O Corcunda (The Hunchback) acompanha um programa de reintegração emocional simulando outras épocas e outros géneros cinematográficos. Uma delirante transfiguração do conto O Corcunda das Mil e Uma Noite, em versão Sci-Fi. O Rivers e o Abrantes submergem o espectador numa distopia futurista, aonde a Dalaya.com, uma empresa omnipotente, força os seus empregados a participar em programas de reintegração emocional simulando outras épocas. 

A History of Mutual Respect


por Gabriel Abrantes e Daniel Schmidt Portugal, 2010, 23’, 35mm, Cor Curta-metragem, Ficção Curta-metragem rodada no Brasil, Argentina e Portugal, produzida com um orçamento muito reduzido por uma equipa de três elementos: Gabriel Abrantes, Daniel Schmidt e Natxo Checa. O elenco de atores tem como principais intérpretes os dois realizadores e uma série de atores não profissionais provenientes dos locais de filmagem. O filme narra a história de dois jovens rapazes americanos confrontados com a desilusão da experiência na cidade utópica e modernista de Brasília. Partem então em busca do “amor puro”, que irão encontrar numa jovem indígena da floresta virgem.

24 ago

Ama-San

18 ago

Montanha por Cláudia Varejão Portugal, Japão, 2016, 103’, Cor Documentário

por João Salaviza Portugal, Alemanha, França, 2015, 90´| Cor Drama Um Verão quente em Lisboa. David, 14 anos, aguarda a morte iminente do avô, mas recusa-se a visitá-lo, temendo esta perda terrível. A mãe, Mónica, passa as noites no hospital. O vazio pela falta do avô obriga David a tornar-se o homem da casa. David não se sente pronto para assumir este novo papel, mas o fim da infância aproxima-se sem que ele se aperceba…

Um mergulho, a luz do sol do meio-dia atravessa a água a pique. O ar que está nos pulmões terá que chegar até que se consiga arrancar o haliote às rochas do fundo do Oceano Pacifico e finalmente subir para respirar outra vez. Sem o auxílio de botija de ar ou outra ferramenta que potencie a capacidade de permanecer debaixo de água, todo o corpo é convocado a atingir o seu limite. Estes mergulhos são dados no Japão há mais de 2000 anos pelas Ama-San, literalmente, mulheres do mar que na cultura japonesa ocupam um lugar especial, sendo reverenciadas e ao mesmo tempo, incompreendidas. As Ama-San conquistaram o estatuto de coletoras e cuidadoras, questionando não só o papel da mulher na sociedade oriental como a própria natureza feminina. Este filme acompanha o quotidiano de 3 mulheres de idades distintas que há 30 anos mergulham juntas numa pequena vila piscatória da Península de Shima. Rodado entre o silencioso mundo subaquático e a vida rural no exterior, este olhar resulta num retrato único de uma tradição que se antecipa em extinção. A média de idades das mulheres que hoje ainda mergulham situa-se entre os 50 e os 85 anos.


1+2 set sex e sáb horário a anunciar no programa da Noite Branca Braga 2017

música gratuito

avenida central

parceiro Noite Branca Braga 2017

gnration @ noite branca 2017 1 set

orelha negra +osso 2 set

factory floor +evian christ +niagara O gnration volta a apresentar um programa de música naquela que é já uma das noites emblemáticas de Braga. O palco gnration@ Noite Branca trará à cidade nomes de referência da música moderna nacional e internacional.

For the fourth year, gnration will present a stage at Noite Branca, a huge cultural event happening in the city centre of Braga. On the program can be found some of the most important national and international music artists.


orelha negra Após alguns anos de hiato, 2016 marcou o regresso dos Orelha Negra à estrada, passando pelas mais importantes salas e festivais do país. Neste retorno à atividade, para além dos medleys surpreendentes aos quais a banda já nos habituou e a dois excelentes álbuns, Cruzfader, Samuel Mira (Sam The Kid), Fred, Francisco Rebelo e João Gomes trouxeram também novos temas que integrarão um futuro disco. Orelha Negra is a well-known hip hop, funk and soul beat band from Portugal, featuring Sam The Kid on MPC, synths and voice samples, João Rebelo on bass, Fred on drums, João Gomes on keyboards and synths and DJ Cruzfader on the turntables.

factory floor Os Factory Floor regressaram em 2016 com 25 25, o segundo álbum pela DFA e o seguidor ao aclamado disco de estreia em 2013. A música dos Factory Floor despe-se agora numa fascinante dança de percussão, com voz fragmentada e melódica, que captura o próximo passo vital na evolução de um dos grupos mais inquietos e exploratórios do Reino-Unido. Factory Floor return in 2016 with 25 25, their second album for DFA and the follow up to their acclaimed 2013 self-titled debut. With their music stripped to a mesmerising dance of percussion, fragmented voice and melody, it captures the next vital stage in the evolution of one of the UK’s most restless and exploratory groups.

evian christ Waterfall é o novo trabalho do reputado produtor britânico de música eletrónica Evian Christ, conhecido também por ter colaborado com Kanye West em Yeezus. Com selo pela Tri Angle Records, casa para nomes The Haxan Cloak ou Forest Swords, Waterfall dá seguimento à mixtape Kings and Them, a aclamada estreia que o colocou nas bocas do mundo.

osso Osso é uma fusão de músicos de estilos e contextos diferentes, que, a partir de um convite do gnration, se uniram num projeto para atuar no palco gnration na Noite Branca, em Braga. O fascínio pela versatilidade do Hip-Hop em adaptar-se a qualquer cenário musical é o combustível deste grupo que se funde em batidas, rimas, scratches e samples. Deste lado, rasgam-se músicas até ao osso. From hip-hop to rock, local musicians get together to build a new music project that merges beats, rhymes, scratches and samples. Zero, Raporter, Dj Bandido Colectivo Partícula Ferna Bed Legs & Ângela Polícia Ponto Cruz Cave Real Leandro de Araújo Bed Legs & O Amante Negro Rui Rodrigues Dona Carioca, Big Fat Mamma & At Freddy’s House Tiago Tinoco Stolen Tunes

Waterfall is the latest work from buzzed electronic music producer Evian Christ, known for his collaboration on West’s 2013 album Yeezus. Throughout Tri Angle Records, label who has released critically acclaimed records by artists such as The Haxan Cloak or Forest Swords, Waterfall marks the first offering from Evian since his debut mixtape, Kings and Them.

niagara Depois de dois discos na Príncipe e um na Londrina From The Depths, ficou claro que visão personalizada do trio Niagara por uma música eletrónica biótica, sendo também evidente que as suas performances ao vivo possuem uma afinada máquina de ritmo, groove e melodia inequívocas. After two records on Príncipe and one on londoner From The Depths, it has become clear the personalized vision of the trio Niagara for a biotic electronic dance music of an emotional luminous fabric, also evident on their live performances where their qualities as a fine tuned machine of rhythm, groove and melody are unequivocal.


osso

niagara

factory floor

orelha negra

evian christ


2 set 17:00 sáb

música gratuito

blackbox M/6

parceiro Noite Branca Braga 2017

trabalho da casa:

grandfather’s house O ciclo Trabalho da Casa promove a criação e a apresentação de novos trabalhos por artistas locais. Trabalho da Casa is an artist-in-residence program for local artista which seeks to promote the development of new works.

Grandfather’s House surge em meados de 2012, em Braga, como “one-man band” pelas mãos do atual guitarrista Tiago Sampaio. Mais tarde, em 2013, a sua irmã, Rita Sampaio, junta-se à banda como vocalista e, em 2014 lançam o seu primeiro registo - o EP “Skeleton”. Após o lançamento, João Vítor Costeira adiciona bateria à banda finalizando a sua formação, com Rita Sampaio ainda nos sintetizadores. Na promoção deste percorrem Portugal, juntamente com uma tour na Galiza (Espanha), destacando-se presença em vários festivais: Festival Vodafone Paredes de Coura, Festival Avante, Noites Ritual e Indie Music Fest.  Em Março de 2016 é editado o primeiro longa-duração da banda “Slow Move” -, com uma sonoridade marcadamente mais “pop” e “synth-pop” - contrastante com o “blues” do primeiro EP - tendo sido aclamados pelo público

e pela crítica em Portugal e pela Europa. Com este atravessaram o país para mais de 100 concertos - incluindo o Festival Vodafone Paredes de Coura 2016 - e, internacionalmente atuando no Festival SZIGET em Budapeste e realizando uma tour europeia que contou com 13 concertos espalhados por 6 países (Espanha, França, Bélgica, Alemanha, Áustria e Portugal). Grandfather’s House began as a one-manband project from guitar player Tiago Sampaio. Later, his sister Rita Sampaio as joined the band as vocalist and João Vítor Costeira as a drummer. After their debut album in 2016, the three-piece rock to synth pop band will present a new work, commissioned by gnration under the Trabalho da Casa program.


22 set 22:30 sex

música 7 euros

blackbox M/6

Três Tristes Tigres

revisitam guia espiritual e comum Os Três Tristes Tigres nasceram nos idos de 1990, à volta de um gravador de cassetes rasca. Ana Deus e Regina Guimarães fabricavam informalmente colagens e canções. Antes da formação que dará origem ao primeiro CD, o jogo da escrita estendeu-se a Ricardo Serrano. Os primeiros concertos, no bar Aniki-Bobó (Ana Deus e Paula Sousa ao vivo, Regina Guimarães ao morto) assemelhavam-se a um cabaret pop, entre o poético e o corrosivo. “Partes Sensíveis”, de 1993, será o rasto da primeira configuração dos TTT. Depois da saída de Paula Sousa aprofunda-se a colaboração entre Ana Deus e Alexandre Soares que, entretanto, se juntara à banda como músico convidado. Dessa aventura artística nascerão dois CDs de originais – “Guia Espiritual” (1996) e “Comum” (1998) – e uma compilação, “Visita De Estudo” (2001), que como o seu nome indica, contém revisitações, algumas distanciadas, de composições anteriores. Em 2004, os Três Tristes Tigres fizeram, após ausência de quase três anos, uma meteórica aparição no Serralves em Festa. Só em 2017, graças ao convite para o Porto Best OF, se voltaram a juntar e atuaram com a cumplicidade habitual dos companheiros de estrada João Pedro Coimbra e Quico Serrano e a novidade da participação de Rui Pedro Martelo.

In 1996, the album “Guia Spiritual”, by Três Tristes Tigres, was considered the best record of the year by Blitz. Later, it also appeared in the list drawn up by the newspaper Público of the best records of the 1990s, alongside its predecessor “Partes Sensíveis”. 30 years later, Ana Deus, Alexandre Soares and two of the musicians who used to play live with them, João Pedro Coimbra and Quico Serrano, revisit the world of the Três Tristes Tigres, and songs, like Zap Canal, from the first record by the Ana Deus/ Alexandre Soares pairing and their partnership with the poetess Regina Guimarães.


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makers: como colocar uma tomada na nuvem?

1 jul sáb 15:00 workshop gnration makers 20 euros sala de formação M/12 (com conhecimentos básicos de programação) duração 4 horas limite 10 participantes Requisitos de participação Computador e cabo UBS – Micro USB

por makerstudio

O conceito de Making caracteriza-se pela promoção e partilha de uma cultura do-it-yourself em que todo o tipo de materiais e áreas do saber se intercomplementam para dar criação a todo o tipo de projetos desde os mais artísticos aos mais tecnológicos. Um makerspace é um espaço comum de desenvolvimento desses projectos e de partilha de conhecimentos e é o que o MakerStudio pretende ser. Em mais uma formação para Makers do MakerStudio, os participantes são desafiados

aprender e brincar com magikplay

o o vivvo o o v i t a

a construir uma tomada inteligente, com ligação à nuvem, para acesso e controlo remoto. Os participantes vão construir a sua própria tomada, aprendendo assim princípios básicos de eletrónica e programação em Arduíno e web. Vai ser oferecido a cada participante um kit com todo o material necessário para construção do projeto e serão disponibilizadas as ferramentas e software necessário.

8 jul sáb 11:00 – 18:00 workshop gratuito sala da entrada 3 aos 8 anos os ipads serão disponibilizados pela magikbee

por makigbee

Workshop com recurso ao MagikPlay, uma aplicação que transforma a aprendizagem em jogo e o jogo em aprendizagem. O Magik Play é um jogo para iPad que conjuga a dimensão virtual e a dimensão física, a interação é feita com blocos físicos de madeira com os quais a​s ​criança​ s​pode​m brincar ​ ​​​ e jogar. ​A ligação entre a interação física e a interação digital ​aumenta o envolvimento e interesse pela atividade, ao mesmo tempo que permite aprender de uma forma mais divertida. ​

O jogo consiste numa série de desafios ​que as crianças vão ultrapassando ao colocar as peças de madeira na superfície do iPad. Neste workshop para além do jogo, os participantes podem também criar os seus próprios desafios e personagens em papel. Paralelamente ao workshop, serão exibidos um conjunto de trabalhos feitos pelos alunos do 2º ano da Escola EB1 Gualtar, ​desenvolvidos no contexto da utilização do MagikPlay na sala de aula​.


curtinhas

coder dojo

circuit bending

aprender a brincar com magikplay


vamos ver hologramas?

como colocar uma tomada na nuvem

kumu-kumu

forma


17+18 jul seg e ter 11:00 – 18:00 cinema de animação 2 euros (criança + acompanhante) blackbox M/3 duração 60 minutos máx. parceiro Curtas Vila do Conde – Festival Internacional de Cinema sessões Sessão 1 10:00 Sessão 2 14:30

curtinhas O cinema e o audiovisual dominam o dia-a-dia das crianças. A educação para o cinema é, assim, fundamental para uma perceção correta do mundo e da manipulação das imagens. Para isso, surgiu o Curtinhas, a secção do Curtas Vila do Conde onde as crianças e os adolescentes são público mais exigente. O Curtinhas conta com uma competição de curtas-metragens dividida em três escalões etários: para maiores de 3, 6 e 9 anos. Estas sessões são uma oportunidade para pais e crianças se divertirem com pequenos filmes especialmente pensados para um público infantil, vindos de vários países. O júri da competição é também composto por crianças entre os 8 e 12 anos, que decidem, em conjunto, o melhor filme a concurso. Ao gnration, chegarão as curtas vencedoras.

22 jul sáb 10:00 workshop 5 euros blackbox duração 3 horas parceiro Arte Total Limite máximo de participantes: 15 Limite mínimo de participantes: 6

forma

por carlota lagido Forma é um espaço dedicado à formação de públicos que propõe uma reflexão sobre a produção artística abrindo, de uma forma clara, a perspetiva do discurso autoral aos participantes, sob vários formatos que se vão, rizomáticamente, articulando ao longo dos anos. O workshop orientado por Carlota Lagido, aberto a todos os interessados em conhecer e aprofundar o processo de criação da residência artística Guelra, será um espaço laboratorial dedicado às experiências associadas à Guelra-Jungle Red. O trabalho a desenvolver no workshop irá explorar a ideia de transmissão autoral, a sua apropriação e ressignificação, que integra a processo criativo. As temáticas abordarão utopias e distopias, apoiadas no universo literário de Jorge Luís Borges.


16 set sáb 10:00 e 11:15 espetáculo infantil 7 euros (bebé e 1 acompanhante) 10 euros (bebé e 2 acompanhantes) sessão 10:00 crianças dos 1 aos 3 anos sessão 11:00 crianças dos 3 aos 5 anos duração 40 minutos

kumu­ ‑kumu

experiência audiovisual para pais e bebés Kumu­‑Kumu é uma experiência audiovisual para pais e bebés, criada pelo músico José Alberto Gomes e pela artista visual Maria Mónica. Nestas sessões, crianças e pais serão estimulados sensorialmente, num ambiente confortável e imersivo, onde serão conduzidos por um universo mágico recheado de cores, movimento e sons.

16 set sáb10:00 workshop gnration makers gratuito duração 120 min limite 30 participantes inscrição info@gnration.pt parceiros CoderDojoMinho, Cesium, StartupBraga

coder dojo O gnration, em parceria com a Cesium, promove o workshop de programação, Coderdojo Minho. O CoderDojo é uma rede global de clubes de programação gratuitos e sem fins lucrativos com o objetivo de ensinar jovens dos 7 aos 17 a programar. Fundado em 2011 este movimento conta já com mais de 600 Dojos (clubes) dispersos por 60 países. Em Braga, desde 2013 que o CoderDojo Minho tem trabalhado de perto com vários jovens criando pequenas apps, websites, jogos, e outras plataformas. Os participantes, apelidados “ninjas”, aprendem assim com a ajuda de vários mentores que a programação é uma força capaz de mudar o mundo.


23 set sáb 15:00 workshop gnration makers 10 euros por criança + acompanhante 5 euros por criança extra duração 120 min destinatários (idade preferencial) 6-10 anos de idade, acompanhados por adulto

30 set sáb 10:30-13:00/ 14:30-18:30 workshop gnration makers 15 euros formador Pedro Augusto destinatários todas as idades parceiro Digitópia/Casa da Música Limite de 12 participantes

pequenos descobrir makers o circuit vamos ver hologramas? bending Pequenos Makers é um espaço onde os mais pequenos se reúnem para explorar de forma lúdica e criativa projetos que juntam uma componente tecnológica com o DIY (Do it Yourself ). As sessões têm cariz experimental, pretendendo despertar a curiosidade das crianças, fomentando uma aprendizagem participativa e colaborativa. Daqui partem para a criação de pequenos projetos, que conjugam os jogos e atividades lúdicas tradicionais com as novas soluções tecnológicas interativas. Esta abordagem permite aos mais pequenos utilizar as tecnologias mais complexas de modo simples e divertido. Nesta sessão, os Pequenos Makers vão construir um dispositivo muito simples que permite ver projeções de hologramas no telemóvel. Os participantes devem trazer uma tesoura para o workshop.

por digitópia/ casa da música

“O circuit-bending é um tipo de arte eletrónica que baseia os seus procedimentos no curto-circuito criativo de equipamento áudio. Esta forma de arte representa uma força catalisadora na exploração de material sonoro capaz de criar novas formas musicais a uma velocidade desconhecida. Todos o podem fazer, não exige pré-requisitos técnicos ou um conhecimento profundo da área da eletrónica. Esta técnica é, sem dúvida, a forma mais simples de desenhar equipamento áudio” - Reed Ghazala. O objetivo deste workshop é proceder a modificações a pequenos aparelhos eletrónicos (que funcionem a pilhas) e torná-los em instrumentos musicais. Paralelamente far-se-á uma introdução a noções de eletrónica e soldadura. É aconselhado que os formandos tragam o seu próprio ferro de soldar e um (ou mais) objeto modificável. Estes podem ser facilmente encontrados em lojas de segunda mão ou feiras de velharias (i. e.: pequenos, teclados, jogos, rádios a pilhas, etc).


gnration music market especial braga music week

A terceira edição do gnration music market integrará a edição de 2017 do Braga Music Week, evento que celebra a música na cidade de Braga de 29 de setembro a 7 de outubro. Aquele disco que procuras poderá estar aqui e aquele material de música que já não usas poderá encontrar um novo dono. O gnration promove um mercado de música para melómanos, aficionados de instrumentos, colecionadores ou simples curiosos. Um mercado aberto a todos os vendedores de produtos na área da música. Discos, instrumentos, pedais, aparelhagens, amplificadores e qualquer outro material relacionado com música poderá ser vendido e comprado nos pátios do gnration. 5ª edição Braga Music Week Mais do que uma mostra musical ou um festival urbano convencional, o Braga Music Week é um evento diferenciado e abrangente, capaz de mobilizar os vários agentes culturais da cidade e região, envolver a comunidade jovem, proporcionar momentos únicos e experiências inesquecíveis para artistas e público. Algumas das iniciativas incluem espetáculos exclusivos em espaços não convencionais, apresentação de novos talentos, colaborações artísticas, debates, mercado de música, desporto, cinema e muito mais. Pretende-se uma abordagem distinta da música ao vivo, uma aproximação de público, artistas e agentes, e uma exploração livre da cidade e do seu potencial artístico. Mão Morta – 25 anos Mutantes S.21 listening session / talk Integrado no gnration music market e no Braga Music Week, o gnration promove uma listening session e conversa em torno do disco Mutantes S.21, o quarto disco dos bracarenses Mão Morta e um dos mais importantes do rock em Portugal, que celebra este ano 25 anos.

info para vendedores gnration music market inscrições através do e-mail info@gnration.pt custo de admissão 5 euros data limite para inscrição 22 de setembro nº de vendedores limitado ao espaço existente

gnration plus

30 set sáb 11:00 às 19:00 música entrada livre pátio exterior e pátio interior


ficha técnica gnration conselho de administração Sameiro Araújo Maria Micaela Ramon Tiago Gomes Sequeira diretora executiva Raquel Nair diretor de programação Luís Fernandes comunicação Ilídio Marques produção Francisco Quintas Sara Borges Luís Passos departamento técnico João Coutada Hugo Carvalho técnica administrativa Maria João Silva programa da juventude Carlos Santos financeiro André Dantas design gráfico www.studiodobra.com créditos fotográficos WOFL001 DR GrandFather’s House Tiago da Cinha Guelra Play Bleu Slow Is Possible DR Scale Travels Pedro Rebelo Três Tristes Tigres Javier Diaz Evan Parker DR Susana Santos Silva DR Get The Blessing Tom Barnes Evian Christ DR Orelha Negra Pedro Cláudio Facotry Floor DR Niagara Marta Pina Osso DR Magikbee DR Circuit Bending DR Coderdojo Ilídio Marques / gnration Forma Play Bleu Kumu-Kumu Adriano Ferreira Borges / gnration Makers DR Pequenos Makers DR

media partner

apoio

parceiro

bilheteira os bilhetes para os espetáculos podem ser adquiridos no balcão do gnration ou na bilheteira on­‑line. bilheteira on­‑line a bilheteira on­‑line possibilita ao espetador a aquisição simples, rápida e cómoda de ingressos para quaisquer dos espetáculos em agenda. https://gnration.bol.pt reservas as reservas devem ser efetuadas através do contacto telefónico ou e­‑mail e serão válidas por um período de 48 horas após o seu pedido e até 24 horas antes do espetáculo. horário geral segunda­‑sexta 09:30­‑18:30 sábado 10:00 - 18:30 nota encerrado em agosto ao sábado, salvo atividades a decorrer horário em dias de espetáculo em dias de espetáculo, o gnration abre 60 minutos antes do início do espetáculo. newsletter se desejar receber a programação cultural e novidades do gnration por correio eletrónico envie­‑nos uma mensagem com nome e respetivo endereço para info@gnration.pt ou subscreva a nossa newsletter em www.gnration.pt.

em consideração não é permitido qualquer registo, vídeo ou áudio, sem autorização prévia. não é permitido o uso do telemóvel ou outros aparelhos sonoros durante o evento. o ingresso deve ser conservado até ao final do evento. não se efetuam trocas ou devoluções. confira o seu ingresso no ato de compra. não é permitido o acesso à sala após o início do evento, exceto se autorizado pelo responsável da frente de casa. alterações à programação a programação apresentada nesta agenda poderá estar sujeita a alterações. descontos Maiores de 65 anos Cartão Municipal de famílias numerosas Pessoas com deficiência e acompanhante Cartão Jovem e Estudantes Crianças até 12 anos Grupos com dez ou mais pessoas (com reserva e levantamento antecipado, 48h antes do espetáculo) condições de aplicação O desconto aplicado é de 20%. Os descontos serão efetuados no ato da venda dos bilhetes tornando­‑se obrigatória a apresentação de documentos de identidade aquando da admissão aos espetáculos. Os descontos apenas são aplicáveis a espetáculos promovidos pelo gnration e com preço superior a 5€ (por favor informe­‑se junto da bilheteira) info@gnration.pt press@gnration.pt www.facebook.com/gnration.pt www.gnration.pt gnration Praça Conde de Agrolongo, 123 4700­‑312 Braga, Portugal T 253 142 200

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Conheça o que lhe reserva o gnration para o terceiro trimestre de 2017.

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