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CENTRO DE REFERÊNCIA DO PROFESSOR ­ CRP CURSO : RECURSOS LÚDICOS EDUCACIONAIS DO TUX PAINT E KOLOUR PAINT PROF:LIDUÍNA VIDAL AULA 01: 01/02/2011 Visitar o blog http://aprendendocomotuxpaint.wordpress.com/   .   1º encontro no blog ver o video do you tube aquarela do Toquinho e desenhar no tux paint; Slide do blog em PDF  sobre a utilidade do tux paint;  Visitar   o   blog  http://atividadesnotuxpaint.wordpress.com/    atividades   realizadas   no   tux   paint   e  podem ser salvas para utilizar no LIE ; AULA 02:04/02/2011 2º encontro entrar no Blog http://aprendendocomotuxpaint.wordpress.com/             e procurar lista de links depois lincar com botão direito em cima do link  http://sleducacional.org/  e entrar no site citado e associar­se . Visita da Sinara e comentários acerca do SL site de software  livre na educação.   OBS EMAIL da Liduína  lidvidal@yahoo.com.br>  Para criar um link na área de trabalho do tux paint é só clicar no ícone com o botão direito e  adiciona a área de trabalho. ATIVIDADE DE HOJE : Elaborar   uma   atividade   AUTO   DITADO,   usando   as   ferramentas,  CARIMBOS,   TEXTO,   e  LINHAS.  Resolver a atividade elaborada, mas atenção você deve resolver a atividade de um outro participante. Tira dúvidas sobre como salvar ou sair da atividade resolvida.


Para usar a atividade que você criou salve­a antes . E depois é só abrir . Quando o aluno terminar a  atividade você poderá salvá­la ou não. AULA  03:08/02/20011 3º Encontro : entrar no SL não esqueça de atualizar com a tecla F5. Após a nossa memória, vamos  visitar o www.sleducacional.org e responder ao fórum. Caminho é entrar no site com login e senha  e depois fórum de discurssão e aprendendo com o tux paint. Em seguida escolha uma das atividades que estão no site e salve. Onde? Vamos conhecer a pasta  saved. Faremos o jogo dos 7 Erros, para isso use as ferramentas MÁGICAS, PINTAR e CARIMBO Atenção as dicas: Para fazer essa atividade você deve fazer uma “paisagem” e guardar. Em seguida modificar alguns  detalhes da mesma paisagem, e guarda novamente. O programa vai perguntar se você quer substituir  o desenho de antes ou se que salvar outro arquivo. Escolha a segunda opção. Assim você terá duas  gravuras diferentes. A terceira atividade será criar uma pasta para guardar as imagens que serão salvas da internet. Faz o desenho e salva vai para a pasta pessoal e procurar arquivos ocultos e procura a pasta tux  painte procura a pasta saved. Depois vai a té o google e procura desenhos com extensão .png e salva  no desktop e depois renomeia e poe na pasta saved do tux está em arquivos ocultos na pastta pessoal  no linux educacional a pasta pessoal está na pasta do usuário.   Desenhos para colorir : http://blogmaneiro.com/fotos/casas­para­colorir/  Para baixar o tux paint use o site http://www.tuxpaint.org/  AULA 04: 11/02/2011

4º Encontro Nesse nosso encontro veremos o gerenciamento de arquivos do software. Essas informações serão  importantes para nossa prática do dia a dia. Veremos o tuxpaint­config – a pasta saved – o diretório – usr/share/tuxpaint O Tuxpaint – config O Gerenciador de arquivos do TuxPaint A partir desse conhecimento é que   poderemos acrescentar carimbos, copiar as atividades para  outros computadores, ou ainda anexar as imagens  em outros trabalhos. Fique atento as explicações. No Linuxeducacional o caminho é esse: sistema – gerenciador de arquivos – abrir com root­ usr­share­tuxpaint­stamps


Para exercitar, escolha uma(s) figura(S) do Gcompris – observe o caminho Sistema – abrir com root – usr – share­ gcompris – … e acrescente aos carimbos no TuxPaint. Agora faça uma atividade ou mesmo um desenho utilizando o novo ou os novos carimbos que você  adicionou. Se apropriando desse conhecimento você também pode selecionar os carimbos que serão utilizados  numa atividade elaborada por você, guardando os demais para usar posteriormente. Para instalar o tux paint com mais carimbos entra no menu iniciar adicionar e remover programas e  entra com senha do root e entra no menu gerenciador adept e buscar e digita  tux paint e os arquivos  que não tiverem instalados solicita instalação. Então clica sobre o arquivo que deseja intalar e solicita instalação. E aplicar mudanças. Para os  programas config e stamps. Par utilzar o teclado no linux educacional alt+f1 Par   aumentar  a  tela  do tux paint:  entra no menu  iniciar /  programas  educaionais/portugues/tux  config ao abrir clique na aba video&sound e desmarcar a opção user  “all users' settings e na aba  window sise apõe 1024 por 720.


Par criar a pasta saved em outro ambiente como o desktop e só ir até a aba savid e save diretory e  clicar em use altenativ save diretory e desmarcar então é só escolher o caminho e tornar a pasta  oculta.


Para criar carimbos no tux paint: google imagens em extensão , procura a imagem ,selecionar e  salvar com extensão .png e copia a figura e cola na pasta stamps que está no gerenciador de arquivos  voce tem que entrar como root menu inciar /sistema/gerenciador de arquivos(super usuario0 e clica  na barra de endereços /usr/share/tuxpaint/stamps e cria uma pasta.

Neste blog tem o tutorial da edição de imagens. http://crpedicaoimagem6.blogspot.com/  AULA 05: 15/02/2011

5º Encontro15/02/2011 Logo   após   relembrarmos   os   principais   assuntos   do   encontro   anterior   trabalharemos   com   a  elaboração de imagens para o Impress. Ele é um excelente recurso para contarmos histórias para crianças, ou ainda abordarmos assuntos e  incentivar o debate. Concordam? O TuxPaint também nos auxilia nessa prática. A nossa tarefa de hoje será criarmos uma imagem no TuxPaint, relacionada a algum tema e que  deverá ser utilizada no Impress. Contamos com a participação da Profª Glenilce Forte para nos  orientar nessa atividade. ” A autêntica riqueza se encontra no uso mais que na propriedade”  Aristóteles  


prof. Glenilce fará telas no tux paint cria a tela com recursos do tux vai até as teclas alt +print  +screen e salva atela ou no menu iniciar / gráficos/captura de tela/ e salva atela e vai até o kolur  paint e vai na aba seleção antes seleciona a imagem escolhe a aba seleção e clica na aba  manter  taxa     de   proporção.   Depois   que   fez   tudo   no   kolour   e   salvou   você   vai   ao   site  http://www.retratosagua.com/  e procura o efeito água e o programa pede para procurar a imagem  depois que a imagem for gerada abra o impress e por os giffs

AULA 06: 18/02/2011

6º Encontro 18/02/2011 Observe os detalhes e faça um comentário. Acolhida – Leitura e debate sobre a Entrevista com Frederico Guimarães – O software Livre na Educação – publicada na Revista A Rede – agosto2011- nº61

Entrevista Grupo de professores constata que só o  software  livre pode contribuir para uma educação  inclusiva Patrícia Cornils  ARede nº61, agosto 2010 ­ Muitos professores acreditam que software livre é sinônimo de “produto  barato, de qualidade inferior, sem assistência técnica”. Essa crendice é reforçada pela propaganda  dos fabricantes de software educacional proprietário junto às escolas, mas há um antídoto: um dos  objetivos   do   grupo   Software   Livre   Educacional   (SLE),   criado   há   três   anos   por   um   grupo   de 


educadores interessados em tecnologia, é justamente mostrar que o software livre “é bom, bonito,  fácil de usar, funciona e tem tudo a ver com uma discussão mais ampla sobre educação”. A contra­definição é de Frederico Guimarães, um dos fundadores do SLE e seu atual coordenador.  “Somos educadores que trabalham com software livre”, diz ele, lembrando que, antes da criação do  grupo,   “as   discussões   eram   só   técnicas   ou   só   pedagógicas”.   Para   Guimarães,   o software livre é “mais um movimento do que uma questão técnica”, porque abre um debate sobre a  apropriação compartilhada do conhecimento. No ano passado, em entrevista ao Portal do Professor,  do Ministério da Educação (MEC), ele já explicara a relação direta entre a escolha das tecnologias  educacionais e uma determinada concepção de educação. O software proprietário, disse ele então, é  “absolutamente oposto” àquilo que o SLE acredita que deva ocorrer em um ambiente educacional,  que é o “local da educação, da experimentação, da descoberta, da manipulação, da discussão”. Nesta entrevista para A Rede, Guimarães vai além e explica também a diferença entre  software aberto e  software  livre, além de apontar todas as boas razões para defender a tecnologia livre na  educação   –   e   para   participar   dos   debates   e   ações   do   SLE.   Mais:   ele   elogia   o   uso   do   Linux  Educacional pelo MEC, mas lamenta a falta de transparência no desenvolvimento da distribuição e  seu   atrelamento a  implementações  que utilizam  software  proprietário.  “Por que ainda manter   a  lógica do ‘nós produzimos e vocês usam’? Isso acaba repetindo a lógica do software proprietário”,  adverte. O que é o SLE? Frederico Guimarães – É um grupo de pessoas, um projeto que começou no Fórum Internacional  sobre Software Livre (FISL) há mais ou menos três anos (ver reportagem sobre o 11º FISL na  página 34). Somos educadores que trabalham ou desejam trabalhar) com software livre. Não tinha  um lugar para discutir isso, porque as discussões eram só técnicas ou só pedagógicas. Então a gente  queria um grupo onde pudesse discutir tecnologias, em particular tecnologias livres, mas com um  viés educacional. Além disso, temos também como objetivo traduzir e documentar,  pedagogicamente, essas tecnologias. Qual é o perfil do grupo? Guimarães – A maioria das pessoas ativas são educadores. Temos professores desde o ensino  fundamental até o universitário, tanto da rede pública quanto da particular. Se considerarmos o  número de inscritos, é um grupo grande, mas os que participam efetivamente são 20, no máximo 30  pessoas. Discutimos basicamente a questão da tecnologia, da educação e de como juntar essas duas  coisas. Com o tempo, o tom das nossas discussões foi se afinando, foi ficando mais claro o que a  gente defende. O próprio nível de argumentação do grupo mudou. Algumas pessoas sabiam muito  pouco sobre tecnologia em geral e quase nada sobre software livre em particular e evoluíram  bastante, chegando ao ponto de compartilhar conhecimentos com os novatos no grupo (e mesmo  com os experientes). Estamos construindo um projeto comum e a argumentação do uso educacional  do software livre está hoje muito clara, muito madura para o grupo. Qual é a visão de vocês sobre software livre na educação? Guimarães — A gente acredita que a educação, em sua essência, só é possível com software livre,  por uma série de motivos. Em primeiro lugar, porque essa tecnologia permite um grau de  interatividade muito maior do que o software proprietário. Nós podemos, por exemplo, alterar o  funcionamento e traduzir os códigos. Além disso, está cada vez mais claro para nós que a discussão  sobre software livre vai além do software, além do código. É mais um movimento social do que  técnico, porque levanta questões sobre a liberdade e o desenvolvimento compartilhado do  conhecimento. Passa pela discussão de que o conhecimento não pode ficar centralizado, mas deve  ser dividido entre todos. É curioso que muitos professores defendam uma escola mais 


descentralizada, aberta ao diálogo, mas acabem usando software proprietário, sem perceber que esse  tipo de tecnologia tem uma lógica de consumo. Você só pode usá­lo (com limitações) e mais nada.  Já o software livre pode ser usado para qualquer fim, do jeito que você quiser, além de ser  compartilhável, distribuível, alterável… Nesse modelo, alunos e professores participam de um  processo de construção coletiva do conhecimento. Nós não acreditamos que seja possível estimular  o uso de conhecimentos proprietários em uma escola que se proponha a ser participativa, onde o  aluno seja sujeito no seu processo de aprendizagem. Mas isso está longe de ser um consenso entre os professores, não é?       Guimarães – Infelizmente, ainda existem muitos professores que preferem ter algo concreto,  pronto nas mãos. Algo do tipo “o que eu tenho que fazer? qual botão aperto?”. O famoso “passo­a­ passo”. Por isso, essa discussão do uso de software livre na educação deveria vir acompanhada pela  discussão de uma educação em outro sentido. Uma educação que considere todos os envolvidos  como participantes ativos e não simplesmente um professor que tem um conhecimento a ser passado  ao aluno, em uma via de mão única. Alguns professores têm resistência ao laboratório de  informática porque, em sua concepção, é inadmissível que os alunos saibam mais que eles.  Acreditam que para ter uma boa aula eles têm que ter o “controle” da turma. Nesses casos, o  software proprietário realmente faz mais sentido. Mesmo porque as empresas que vendem vários  desses aplicativos fazem campanhas agressivas, vão às escolas, distribuem licenças e apresentam  sites em que o conteúdo está pronto para ser trabalhado. É comum, em alguns casos, encontrar  planos de aula prontos para serem executados (obviamente utilizando software proprietário) em  sites ditos educacionais. As escolhas de tecnologia, então, refletem uma concepção de educação. Guimarães – Muitas vezes, sim. Por causa disso, professores que esperam tudo pronto podem se  identificar mais com o software proprietário. Nós não pensamos assim. Acreditamos que a educação  nunca está acabada, está sempre em construção, sendo modificada por seus atores. E essa  “mutabilidade” casa bem com a idéia do software livre. Além dessa concepção pessoal, é curioso  perceber também que, de forma geral, o software livre está muito mais disseminado em instituições  de ensino públicas do que nas particulares (especialmente se considerarmos o ensino fundamental).  Em várias dessas instituições privadas, fica clara a concepção de educação como comércio, como  algo que está sendo vendido, e não como processo. Mas acredito que isso pode ser revertido, quando  essas instituições perceberem todo o potencial do software livre. E como as soluções de software livre contribuem para esse processo? Guimarães – Em primeiro lugar, é importante ir além do software em si. Há muito o que se pensar,  por exemplo, quando as pessoas participam de redes sociais que exigem um cadastro para serem  acessadas, como o Orkut. O conhecimento produzido nessas redes não pode ser considerado livre,  porque, para visualizá­lo, devo me associar à rede. Eu não deveria ser forçado a fazer nada para  acessar o conhecimento. Isso se agrava quando lembramos que vários desses sites são proibidos  para menores de 13 ou 18 anos. Como se pode, então, usar uma dessas redes para fazer um projeto  pedagógico em uma escola de ensino fundamental? Percebe a insanidade de se construir um projeto  pedagógico cuja primeira atividade é mentir a própria idade? Mas para isso existe a alternativa livre.  É possível, por exemplo, montar em uma escola (e mesmo compartilhar com outras) redes sociais  utilizando software livre, que pode ser instalado localmente ou em hospedagens da internet (isso  pode ser feito, por exemplo, com o Noosfero, um software livre brasileiro). E esse é somente um  exemplo de um tipo de serviço. Existem substitutos livres para praticamente todos os serviços web  disponíveis hoje. Com isso, a discussão sobre software livre passa a ser uma discussão sobre o tipo de liberdade que  se tem também na internet e não apenas em sua máquina. Por exemplo, se você ler a cláusula 11 dos  Termos de Serviços do Google, verá que, ao usar qualquer serviço oferecido por essa empresa, você 


dá à empresa o direito de, literalmente, fazer o que quiser com qualquer conteúdo que você criar. O  problema é que, normalmente, ninguém lê esses acordos, assim como ninguém lê os contratos de  software. Dessa forma, as pessoas concordam com cláusulas absurdas na hora de criar um blog ou  uma conta de e­mail ou rede social, por pura ignorância do teor dos contratos de serviço. Há muitas alternativas de software educacional livre? Guimarães – Software livre não é somente Linux, há uma série de aplicações livres que funcionam  em sistemas proprietários, como o Windows ou o Mac OS. Assim, mesmo que a escola tenha algum  tipo de acordo para usar sistemas proprietários, é possível trabalhar com software livre. E existem  muitas opções de software livre educacional de qualidade. O mais legal deles, na minha opinião é o  GCompris, um software francês que contém mais de cem atividades voltadas, principalmente, para  crianças de 2 a 12 anos (mas que diverte muita gente grande também!). Ele é utilizado até para  trabalhar habilidades de uso da máquina (como teclado e mouse) nas mais diversas idades, em tele­ centros e escolas. Outro exemplo bem conhecido é o Tux Paint, um software de desenho voltado para crianças, cheio  de recursos bacanas, como sons, “carimbos” com figuras já prontas e filtros de efeitos para imagens.  A professora Liduina, de Fortaleza, no Ceará, subverteu o uso do Tux Paint e produziu uma série de  atividades que são resolvidas pelas crianças dentro do software. Por exemplo, carimbar o nome do  bicho do lado da sua figura, escrever letras que estão faltando ou contar objetos e escrever o seu  valor. Um uso inusitado, em um programa que deveria ser utilizado para se fazer desenhos, e um  excelente exemplo da flexibilidade do uso do software livre. A Liduina é um dos membros do SLE e  tudo o que ela produz está liberado sob uma licença livre. Existe também uma série de outros programas disponíveis, como tabelas periódicas, planetários  virtuais, geradores de modelos de Física e gráficos de Matemática, aprendizado de idiomas e muito  mais. Além disso, o GNU/Linux tem uma característica interessante. Ao instalar esse sistema  operacional, você define um idioma principal a ser utilizado, mas pode mudar o idioma do sistema  operacional a qualquer momento. Com isso, todas as aplicações também mudam. Assim, alunos de  espanhol podem mudar o seu sistema inteiro para esse idioma, alterando somente uma configuração  simples. Depois, voltam para o português. Esse recurso abre uma série de possibilidades  pedagógicas. Qual é a diferença entre recursos educacionais livres e recursos educacionais abertos? Guimarães – Existe uma diferença sutil (e muito debatida em vários grupos). Quando falamos em  recursos educacionais abertos, especialmente por causa da palavra “abertos”, não quer dizer que  sejam necessariamente livres. Por exemplo, uma apresentação que você produz pode ser um recurso  educacional e lhe oferecer vários graus de liberdade. Você pode abri­la e exibi­la, mas não alterá­la  e/ou compartilhá­la. Nesse caso, essa apresentação pode ser considerada aberta, mas não é livre.  Além disso, existem também outras discussões que estão longe de consenso. Como por exemplo a  questão da origem do recurso. Se um recurso foi produzido por um software proprietário, ele pode  ser considerado livre? Nós, do SLE, defendemos a criação de recursos educacionais livres. Assim, o que você produzir  deve ser divulgado e as outras pessoas devem poder usá­lo, alterá­lo e compartilhá­lo à vontade,  para que o conhecimento possa fluir e não ficar estagnado. Os programas oficiais de informatização da escola pública são abertos, livres ou ambos? Guimarães – Essa discussão, aqui no Brasil, é cheia de altos e baixos. No caso, por exemplo, do  MEC, que pelo seu papel governamental, deveria coordenar a discussão oficial sobre o assunto, a  questão ainda é um tanto confusa. Eles desenvolveram uma distribuição chamada Linux  Educacional. Esse é um bom exemplo de estímulo ao uso do GNU/Linux. Entretanto, o processo de  desenvolvimento é pouco transparente, cabendo especialmente à comunidade de participantes, em 


seu espaço no site do Software Público, a tarefa de resolver problemas (e mesmo isso é bem pouco  estimulado). Se é um software livre voltado para a educação, por que não organizar fóruns junto aos  professores e dirigentes de instituições de ensino para que eles decidam quais os melhores  aplicativos a incluir e os rumos que o projeto deve tomar? Por que ainda manter a lógica do “nós  produzimos e vocês usam”? Isso acaba repetindo a lógica do software proprietário. Em sua última versão, eles até trabalham com um conceito de multiterminal, onde um único  gabinete está conectado a dois (ou mais) monitores, teclados e mouses. Uma solução econômica e  interessante, que utiliza o recurso de multiusuário do GNU/Linux. Entretanto, eles fizeram essa  implementação utilizando um software proprietário, o que é um contrassenso. Especialmente se  considerarmos que existe uma solução livre e brasileira que executa a mesma função! O mais  curioso disso tudo é que o mesmo MEC mantém um espaço online fantástico, que é o Portal do  Professor, bem mais participativo. Por que então o Linux Educacional não tem uma seção própria  nesse portal, ao invés de ficar restrito ao Software Público? Dá a impressão de serem projetos  separados. Há demanda para software livre na educação? Guimarães – A demanda é limitada porque muita gente ainda não percebeu o potencial do software livre, especialmente na educação. E, pior, ainda existem muitas pessoas que acreditam que o que é  gratuito não presta ou que o governo adota software livre para economizar dinheiro, como se fosse  um demérito. Há um conceito de que quanto mais caro o produto, melhor é. Além disso, muita  gente tem visão equivocada do suporte oferecido pelas empresas de software proprietário,  imaginando que irá resolver qualquer problema que a pessoa tiver. Essas pessoas nunca leram as  licenças de usuário, que falam justamente o contrário, ou seja, que a empresa não tem nenhuma  responsabilidade sobre o uso do software e seus eventuais problemas. Por fim, muita gente ainda  pensa que o software livre é complicado e que, para usá­lo é necessário “digitar um monte de  comandos em uma tela de texto”. Por isso, um dos objetivos do nosso grupo é justamente mostrar  para as pessoas que o software livre é bom, bonito, fácil de usar, funciona e tem tudo a ver com uma  discussão mais ampla sobre educação. Esse processo, como um todo, também é intrinsecamente  educativo. Ou seja, a educação ocorre não só na utilização do software, mas também no seu  entendimento, no planejamento do seu uso. Qual vai ser o primeiro resultado desse trabalho? Guimarães – Já temos alguma coisa planejada. Em primeiro lugar, um material online de  orientações gerais para o uso do software livre, além de fundamentar esse uso baseado na filosofia  do movimento e não somente no caráter técnico. A idéia é criarmos algo online e bem dinâmico,  provavelmente na forma de um wiki. Com isso, pretendemos não só construir o material a várias  mãos, como possibilitar a rápida atualização (e correção) de suas informações. Uma espécie de  “cartilha viva”. Pretendemos também focar esforços no GCompris. Especialmente em reescrever seu  manual online, dando­lhe um caráter mais pedagógico. Além disso, pretendemos também trabalhar  no wiki do software, acrescentando mais documentação de uso. Como os professores podem participar? Guimarães – O grupo mantém hoje um site principal (http://sleducacional.org), listas de discussão  (http://listas.sleducacional.org) e alguns projetos derivados, como um site de favoritos públicos da  área de educação e software livre (http://bussola.sleducacional.org) e um wiki de trabalho (estamos  estudando também a possibilidade de criar um microblog voltado para educação). Recomendo  assinar inicialmente a lista Geral, que é onde fazemos todas as discussões do grupo. Aqueles que  quiserem colaborar produzindo material também podem se cadastrar e informar na lista sua  intenção, para que os direitos de publicação sejam liberados. A participação é aberta a qualquer  pessoa interessada.


Hoje nós conheceremos o KoulorPaint, ele é um software básico usado também na edição de  imagens. Esse software nos auxilia na construção de carimbos, e também na elaboração de atividades. Veja os vídeos: http://www.youtube.com/watch?v=S7ooLiLq4Vw&feature=player_embedded Nossa atividade hoje será fazer  palavras – carimbo, e acrescentar ao TuxPaint. Cria um enunciado  no tux paint e salva, cria um desenho e salva, depois faz alterações no 2º desenho ( 7 erros) e  salva.  Depois vai até a pasta usuário e mostrar arquivos ocultos  procura a pasta tux e saved e copia os  desenhos . E abre o enunciado  no  KOLOUR PAINT e depois menu editar/ colar do arquivo e abrir  o primeiro desenho kolour paint e abrir o 2º desenho. E salva o arquivo vai direto para saved.


AULA07: 21/02/2011

7º Encontro 22/02/1011 Olá, hoje após a memória do encontro anterior faremos atividades no TuxPaint. Elabore uma atividade onde as palavras carimbo serão utilizadas. Criando um texto lacunado: Usando a Ferramenta  TEXTO, vamos criar um texto lacunado. Escolha um texto para trabalhar,  pode ser uma poesia, ou uma advinha, ou o que você preferir. Escreva trechos do texto e deixe espaços para que seja completado pelo leitor. Lembra do Close? Troque de computador com um colega e resolva a atividade que ele elaborou. Usando   ferramentas   do   kolour   paint   podemos   utilizar   várias   ferramentas   .A   ferramenta  transparência para para deixar o desenho sem o fundo. Clica na ferramenta transparência próximo a  caixa de cores, depois que desenhar seu desenho será salvo com o fundo transparente.

Para fazer carimbos você digita o nome no kolour paint e salva (não esqueça de deixar a tela do  kolour do tamanho do carimbo fechando as extremidades.), depois põe na pasta stamps pela pasta  do sistema root. No caminho /usr/share/tuxpaint/stamps.

Carimbos no kolour paint


AULA08: 25/02/2011

8º Encontro 25/02/2011 Texto lacunado Para iniciar crie um enunciado no tux e salve. Depois você poderá ir a pasta saved e abrir seu  arquivo no kolour e fazer as alterações que quiser. Não esquecer de dixar as lacunas para as  palavras­chave do texto lacunado.   

Para criar os carimbos no kolour você clica na barra de ferramentas opaco e com o botão direito  sobre a caixa de cores e seleciona a cor do plano de fundo dos carimbos. E escreva os carimbos e  salve 1 a 1 no ambiente e localize a pasta stamps . AULA09: 01/03/2011

9º Encontro 01/03/2011

  

Produção de texto lacunado usando o Tux Paint . Fazer  o carimbo no kolour paint usamos a ferramenta texto e cortamos com a tesoura e  salvamos um novo documento cada vez que produzimos um carimbo temos que salvar um  novo documento use o ctrl n. A tesoura com o teclado é ctrl x.  Atividade com  mapas procura o mapa na internet e salva no desktop, depois abre no kolour  paint  ,fazer o cabeçalho no tux paint.


Criar atividade de palavras cruzadas utilizando o writer . Inserir tabela com 20 colunas e 10  linhas por exemplo. Atenção as configurações para sua tabela: negrito, letra maiúscula fonte  16 . Terminada a cruzada use a captura de tela. Fazer o enunciado no tux paint e guardar.  Depois abra na pasta saved no kolour paint e traga sua cruzadinha para o kolour paint salve  na saved e abra o tux.   

10º Encontro 04/03/2011 Chegamos ao final do nosso curso. Como acrescentamos mais duas aulas presenciais nós hoje elaboraremos uma atividade de  Português, onde os alunos devem interpretar  códigos e descobrir o que está escrito. Atividades com estas trabalham a percepção, a leitura e a escrita. Quer ver atividades assim?

Acesse: http://atividadesnotuxpaint.wordpress.com/page/2/


11º Encontro 11/03/2011 Nossos encontros presencias terminariam na sexta passada, porém a pedidos das participantes  termos mais duas sextas feiras. Nesses dois encontros extras, nós iremos elaborar atividades de  Matemática. Nesse encontro faremos atividades com gráficos e tabelas. Você pode visualizar algumas atividades no blog. www.atividadesnotuxpaint.wordpress.com

Os PCN da Matemática orientam quanto a busca e o tratamento da informação: TRATAMENTO DA INFORMAÇÃO A demanda social é que leva a destacar este tema como um bloco de conteúdo, embora pudesse ser  incorporado aos anteriores. A finalidade do destaque é evidenciar sua importância, em função de  seu uso atual na sociedade. Integrarão este bloco estudos relativos a noções de estatística, de probabilidade e de combinatória.  Evidentemente, o que se pretende não é o desenvolvimento de um trabalho baseado na definição de  termos ou de fórmulas envolvendo tais assuntos. Com relação à estatística, a finalidade é fazer com que o aluno venha a construir procedimentos para  coletar, organizar, comunicar e interpretar dados, utilizando tabelas, gráficos e representações que  aparecem freqüentemente em seu dia­a­dia. Relativamente à combinatória, o objetivo é levar o aluno a lidar com situações­problema que  envolvam combinações, arranjos, permutações e, especialmente, o princípio multiplicativo da  contagem.


Com relação à probabilidade, a principal finalidade é a de que o aluno compreenda que grande parte  dos acontecimentos do cotidiano são de natureza aleatória e é possível identificar prováveis  resultados desses acontecimentos. As noções de acaso e incerteza, que se manifestam  intuitivamente, podem ser exploradas na escola, em situações nas quais o aluno realiza  experimentos e observa eventos (em espaços equiprováveis). PCN da Matemática , pag 40, MEC

Linux Educacional  

Conhecendo o KDE

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