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ANUÁRIO

fotografas ' GUARULHOS


AGLAE D’ÁVILA

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ARIANE PIRES

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ARIEL MAGALHÃES

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CAMILA RHODES

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DAYANE MELLO

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GABRIELA BIGO

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JAYANE DE SOUZA

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JOANAH DARK

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JULIA FISHER

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KAREN EGER

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LAY VENANCIO

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LI MAZZIERI

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LUIZA FERNANDES

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MARINA PINTO

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MARISA QUINTAL

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THALITA PACELLI

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ROSI BERALDI

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Com a Palavra

A IDEALIZADORA

As redes sociais nos possibilitam conhecer inúmeras pessoas, grupos, pensamentos, idéias, necessidades e desejos. Ando por vários desses grupos, principalmente os de fotografia e os de mulheres. O que mais vejo, seja qual for à profissão, as mulheres estão sempre como coadjuvantes dos homens e a percepção a esse respeito é geral. Temos menos espaço e menos visibilidade em comparação a eles. Os exemplos são inúmeros por toda a história, e na fotografia não é diferente, podemos citar Tina Modotti, Margaret Bourke white, Dorothea Lange, Imogen Cunningham, Vivian Maier, e tantas outras, que não tiveram reconhecimento como Robert Capa, por exemplo. Um dos grupos que recentemente entrei é o Fotógrafas Brasileiras, e lá os relatos são os mesmo, mas existe uma postura frente a isso, que abre debates, conversas, encontros, e tudo mais que dê protagonismo e visibilidade às fotógrafas. Então, pensei, “Caramba, quantas mulheres trabalham ou tem a fotografia como passatempo ou expressão em Guarulhos?”. E foi daí que me veio a idéia de um anuário com fotógrafas Guarulhenses, e já no primeiro post no meu Facebook, em outubro de 2017, foram 83 indicações. Mulheres com idades, perfis e histórias diferentes, apenas com a técnica fotográfica em comum. Claro que se pensarmos que Guarulhos é um universo com mais de um milhão e meio de pessoas, não é exagero pensar que haja ainda mais fotógrafas, mas para começarmos acho que está bom. Por motivos diversos nem todas estão aqui com seu trabalho, mas o registro será feito conforme segue; Samara Peixoto, Camila Paula Macedo, Camila Bertoli2


no, mais uma Nycoli, Elisa Mazzuca, Marta Fonseca, Giselle Fioravanti, Daniela Sena, Camila Dias, Jennifer Gabrielle, Paula Gabriela, Jo Santos Bellissimo, Barbara Francisco, Luiza Fernandes, Olivia Villegas, Vera Lucia Jursys, Alanna Melo, Ritinha Freitas, Karen Eger, Ana Joana, Bruna Nascimento, Reiko Otake, Ane Ari, Erica Catarina Pontes, Bruna Lima Nagazato, Viviane Carvalho, Priscila Artigas Sanches, Paolla Bono, Marcia Oliveira, Bianca Mingorance Rebequi, Gabriela Silva, Patricia Rodrigues, Cassia Lima, Aline Lisboa, Giselle Amorim, Tatiane Souza, Ana Luiza de Ol. Messias, Rayane Mendes, Karla Saraiva, Dayane Mello, Marta Machado, Lila Rodrigues, Marcia Pinto, Marcela Jaques, Ariel Magalhães, Tamires Araujo, Lilian Santana, Yona Matias, Jayane Souza, Cristiane Matias, Camila Rhodes, Paula Gabriela, Aglae D’ Avila, Natasha Kalline de Moura, Sabrina Pereira, Fabiana Queiroz, Fernanda Dias, Juliane Verissimo, Caroline Oliveira, Natalia Lessa, Thalita Borges, Neli Demonico de Mello, Tatiane Sabino Napolitano, Camila Silveira, Thalita Monte Santo, Marcia Picoloto, Tamiris Lucio, Edna Vieira, Cleide Martins, Paulina Riquelme, Ju Mi, Luany Maria Vasconcelos, Cat I Vallim, Marisa Quintal, Camila Batelli, Renata Nascimento, Li Mazzieri, Nina Souza, Gabi Moura, Aline Fialho, Silvinha, Rosi Beraldi, Regina Viana e esta que vos fala. Esse primeiro número do Anuário já é um marco em nossa cidade, no que diz respeito em dar visibilidade a nós fotógrafas. Que esse projeto crie raízes profundas e que a cada ano tenhamos mais mulheres fazendo parte dele, mostrando seu trabalho, mostrando o que as atrai no processo fotográfico e quais fotografias as representa no que diz respeito ao que querem mostrar ao mundo com seus clicks.

Marina Pinto Fotógrafa, Cineasta e Artista Multimeios

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Aglae D'avila Aglae D’Avila, 29, trabalha com fotografia desde 2013, quando se deu conta de que não estava feliz e nem realizada estudando e trabalhando na área da segurança da informação. Foi aí que descobriu a fotografia, primeiramente como um hobbie. Foi se aprofundando em técnicas e estudos, mas ainda não sabia que era essa a profissão que lhe traria a sensação de preenchimento. Depois de muitas cobranças da família para que ela escolhesse uma profissão, Aglae deixou o coração falar mais alto e decidiu investir em uma câmera para trabalhar profissionalmente registrando imagens. Hoje, ela conta que a fotografia é praticamente sua vida, pois se entregou completamente à ela. Sem deixar de se esforçar para aprender coisas novas todos os dias, descobriu novas maneiras de ser que é através dessa arte. 5


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Ariane Pires Ariane Pires, tem 28 anos e mora no bairro dos Pimentas. Desde 2009 trabalha com registros da luz, descobrindo o mundo através de sua lente. Ela não sabe dizer muito bem como foi que a arte de fotografar surgiu em sua vida. A fotógrafa acredita que o ato de eternizar momentos simplesmente foi se tornando o que ela é, como algo natural. Ariane sempre foi apaixonada por registros fotográficos desde pequena. Curiosa, sempre buscou saber detalhes e técnicas. Para ela, a fotografia representa muitas coisas, dentre elas a arte e a tentativa de olhar o mundo com o pensamento. Essa é a primeira vez que a fotógrafa participa de um projeto que reúne outras profissionais da imagem para apresentar o seu trabalho.

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Ariel Magalhaes Ariel Magalhães, 22, é moradora do Bela Vista e trabalha com fotografia há 4 anos. Mas desde criança teve contato com a arte de registrar momentos, por conta de seus pais. Mas a vontade de aprender e entender sobre a técnica surgiu na minha adolescência. A fotógrafa gosta de capturar paisagens, pessoas e fazer autorretratos. Não trabalha com um segmento específico, pois fotografa o que lhe chama atenção de alguma forma, seja pela cor, característica ou até mesmo uma lembrança. Ela ada experimentando cianotipia e fotografia analógica. Com a sua fotografia, Ariel espera experimentar mais os processos alternativos.

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Camila Rhodes

Camila Rhodes, 28, nasceu e vive na cidade de Guarulho. Formada em Artes Visuais pela FIG-UNIMESP, com habilitação em fotografia e pós graduada em cinema, vídeo e fotografia pela Universidade Anhembi Morumbi, é professora de artes, atuante na prefeitura de Guarulhos. Em 2009 teve seus primeiros contatos com a fotografia, ainda na faculdade. Em 2016 assumiu com mais duas pessoas a direção da Casa Clam, espaço Cultural em Guarulhos, lançando também o Projeto Essência, com de fotografias documentais de artistas independentes da cena da cidade. A fotógrafa já participou de exposições, tanto com seus desenhos e pinturas quanto de suas fotografias e hoje possui o seu primeiro estúdio na cidade, onde o público tem acesso ao seu trabalho. Uma das coisas que Camila destaca é que, ao se tornar mãe, se abriu para um novo tipo de sensibilidade onde tenta captar e transmitir a essência de cada bebê e de cada família, pois agora sabe a importância do momento para os pais.

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Dayane Mello A fotógrafa Dayane Mello, 22, é moradora do bairro Jardim Moreira e há cinco anos trabalha com fotografia. Admiradora nata da arte de desenhar com luz, começou a estudar as técnicas na Universidade de Guarulhos (UNG), mas é na internet que ela pesquisa sobre trabalhos de outros profissionais e coisas relacionadas a fotografia para sempre ter uma boa base e referências. Desde que iniciou sua carreira, Dayane fotografa eventos e shows, e isso se tornou a sua especialidade. Por conta dessa experiência, é fotógrafa fixa de bandas como a Hateen e a banda I, The Creator. Porém, ela gosta de registrar um pouco de tudo, como prédios antigos, formas, árvores, ruas, escadas, e o que mais lhe brilhar diante dos olhos. Segundo Dayane, a fotografia é registrar um momento que se torna uma eterna lembrança e ela deseja sempre passar a mesma emoção que sente, ao fotografar, para quem vai ver depois. Entre as inspirações da fotógrafa estão Georgia Bravo e Mariane Moretti.

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Gabriela Bigo Gabriela Bigo, 26, nasceu em São Paulo, mas morou em Guarulhos por três anos. Gosta de registrar a cultura da rua, as pessoas e as histórias. A fotografia surgiu em sua vida como suporte para suas ilustrações e estudos. Foi a partir daí também que ela passou a se interessar pela poesia visual, retratos biográficos e documentação. Hoje é formada em Artes Visuais e atua também como grafiteira, arte educadora, além de desenvolver projetos de arte e ser co-fundadora da Ocupa Coletivo, e slammer no Slam Fluxo. Ela espera que seu trabalho seja reconhecido e que as pessoas possam se reconhecer e crescer através de suas fotos.

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Jayane de Souza A fotógrafa Jayane de Souza tem uma relação muito próxima com a fotografia, já que registrava momentos em família com uma câmera analógica quando era criança. O que era apenas uma brincadeira, que iluminava seus olhos de meninas, hoje se transformou em hobby e ocasionalmente em trabalho. Ela não possui uma especialidade dentro da fotografia, mas adora capturar a arquitetura urbana. Para Jayane, a fotografia significa uma forma de terapia, um tempo para registrar o que ela gosta e o que sente. Quando fotografa, ela deseja que a emoção que sente seja passada para quem aprecia a imagem, lembrando de um momento bom ou que traga alguma reflexão. Entre as suas inspirações estão Susi Godoy e Ellen Von Unwerth.

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Joanah Dark A Fotógrafa e performer Joanah Dark atua com a arte de registrar imagens e momentos, desde 2012. De lá pra cá, vem mostrando que o seu olhar está na realidade de ser mulher na sociedade patriarcal, quando registra atos e foto performances. Ela também tem o dom de criar universos paralelos, em realidades subvertidas, fora do espaço tempo usando o recurso de longa exposição em sua fotografia. Os resultados são surpreendentes e únicos. Nessa caminhada da fotografia guarulhense, já realizou a exposição Mono em 2012, no Coletivo 308, a exposição Mulher em 2013 na Casa Clam e em 2014 iniciou o projeto fotográfico Deus é uma mulher negra. Já em 2016 entrou para o Projeto Essência, uma iniciativa de fotografia documental e artística. Atualmente fotografa com a Camila Rhodes, no estúdio Maria Bonita Fotografia. 19


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Julia Fisher

Julia Fisher, 19, mora no bairro Jardim São Paulo, e geralmente assina seus trabalhos como “zurc” ou “fisher”. A fotografia surgiu de forma bem espontânea em sua vida. Ela tirava fotos para registrar momentos, mas sem nenhuma pretensão e, de repente, percebeu um leque enorme de possibilidades no ato de fotografar. A partir daí descobriu o prazer em registrar momentos. Há 2 anos a fotografia assumiu um lugar de destaque em sua vida. Acredita que não tenha um segmento específico, pois seus clicks acontecem de acordo com o que seus olhos veem. Gosta de macro, cotidiano, pessoas, olhos, coisas “aleatórias”, mas prefere não ter regras. Para o futuro pretende desenvolver cada vez mais o olhar, ter equipamentos melhores e nunca esquecer o porquê de gostar tanto desta arte.

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Karen Eger

Karen Eger, 38, nasceu em São Paulo, mas mora em Guarulhos desde os 2 anos de idade. Começou a fotografar em sua primeira faculdade, a de Bióloga. Lá, usava a fotografia (analógica ainda), como documento para pesquisas. Profissionalmente, a fotografia entrou em sua vida há cerca de 6 anos, quando resolveu trocar a mesa de escritório pelos cliques. Em 2016 se formou em fotografia. Hoje trabalha com eventos, estúdio e aulas de fotografia. Gosta de fotografar crianças e animais e tem um projeto para expandir seus conhecimentos, entrando na fotografia gastronômica.

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Lay Venancio

Lay Venancio, moradora do Jardim São João, começou a fotografar ainda bem jovem, na época em que a cena dos pequenos shows de rock independente eram bastante frequentes e acessíveis. Encontrou na fotografia uma maneira de “eternizar” esses momentos marcantes descobriu uma maneira diferente de enxergar as luzes com a sua câmera. Atualmente pensa na construção de luzes para produtos audiovisuais, o urbano também tem chamado sua atenção. Registrar o efêmero e o cotidiano como ele é em sua naturalidade a encanta. Corpos e suas formas despertam atenção desde sempre, assim como situações de palco e suas luzes. A fotógrafa vem desenvolvendo uma série de registros em Still voltados a Pixação na grande São Paulo e nos demais lugares em que visita, além de seguir com a fotografia de nu e atuar em equipes de fotografia no meio audiovisual. Ainda em fase de pesquisa, está encaminhando um projeto relacionado ao corpo feminino e suas formas reais.

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Li Mazzieri Li Mazzieri, 37, mora no Jardim Seródio, e trabalha como fotógrafa desde 2008. Mas a fotografia em si faz parte de sua vida desde que tinha 15 anos, quando foi contratada por uma loja de revelações, como balconista. Sua paixão são os eventos, principalmente o casamentos. Acredita que todo fotógrafo gosta de se aventurar na maioria dos segmentos, e ela não fica atrás. O principal sentimento que deseja passar com a sua fotografia é a alegria, mas não descarta a variação de sensações que uma imagem pode despertar. Gosta quando o cliente chora ao ver o álbum ou se enoja ao ver a imagem de uma criança com o dedo no nariz. Sua maior inspiração é Annie Leibovitz, pois ela acredita que as imagens da fotógrafa são surreais.

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Luiza Fernandes Luiza Fernandes de Oliveira, 18 anos, mora no bairro Jardim Santa Inês. Começou a se interessar pela fotografia em 2015, mesmo ano em que decidiu realizar um curso para aprimorar suas técnicas. Ela conta que sempre se encontrou na área da comunicação, em especial na fotografia por influência de sua mãe, que também era muito apaixonado pela área. Em seus trabalhos, a fotógrafa prefere segmento como a fotografia social e a documental. Normalmente realiza ensaios ao ar livre. Mas também busca registrar coisas culturais. Para ela, a fotografia guarda memórias! E isso faz com o desejo de contar histórias, passando para o próximo uma série de sentimentos, seja cada vez maior. Suas maiores influências e inspirações são sua mãe e Sebastião salgado.

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Marina Pinto

Marina Pinto é formada em artes visuais e trabalha com imagens há 30 anos. Sua relação com a fotografia é afetiva, pois seu pai costumava pegar o álbum de família e mostrar para as visitas, contando a história de cada foto e cada pessoa. Sua primeira câmera foi uma kodak love, mas a usava somente por diversão, registrando passeios e amigos. Na época, final da década de 80, início dos anos 90, posava para sua irmã mais velha, que é repórter fotográfica e estava iniciando. Se interessou pela fotografia como técnica quando já era adulta, aprendeu boa parte do que conhece hoje de forma autodidata, mas também trocou muitas informações com fotógrafos experientes. Faz poesia visual, foto montagem, colagem e arte digital. Nos últimos tempos vem se dedicando ao cinema, fotografia de making off, direção de arte, direção e direção de fotografia. Tem feito algumas coisas nessa área, mas ainda se sente estudante. Gosta de retratar as pessoas naturalmente, mas sua maior paixão está na fotografia artística e na fotografia de detalhes. O minimalismo lhe atrai. 31


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Marisa Quintal

Marisa Quintal é fotógrafa desde 1980 e moradora de Guarulhos há 53 anos. Tem suas imagens integrando os livros “Guarulhos, Detalhes Poéticos – um olhar atento ao nosso redor”, publicado em 2008 em parceria com o fotógrafo Edson Frank, e “Das Mãos, a Obra”, um livro de fotografias que reúne 48 artistas de Guarulhos, publicado em 2016. Já trabalhou com fotojornalismo e moda, mas produção fotográfica de eventos culturais é o que te atrai. Em especial, montagens teatrais, onde destaco sua trajetória com o grupo de teatro “Arlequins”, registrada no livro “Arlequins – um sopro de tempo – 40 anos fazendo teatro”, 2015 (Fomento – Guarulhos).

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Rosi Beraldi

Rosi Beraldi começou a se interessar pela fotografia desde muito nova e começou fotografando momentos descontraídos com colegas de escola. Ao se mudar para o Mato Grosso do Sul começou a registrar a natureza. Mas foi só em 1991 que decidiu cursar fotografia para aprimorar o olhar. Fotografa tudo que toca a sua sensibilidade humana, para a defesa e proteção do meio ambiente, por um olhar com sutileza das “naturezas urbanas”, com simplicidade sem ser simplista. Para ela, a fotografia lhe dá felicidade e prazer, que faz com que queira continuar a se aproximar de pessoas e comunicar o desejo de construir um mundo mais sensível em relação ao meio ambiente.

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Thalita Pacelli Thalita Pacelli, 27, é moradora do Jardim Tranquilidade e sempre teve a fotografia muito presente em sua vida. O pai fotografava sua irmã o tempo todo, e foram os retratos que ele fazia que lhe chamaram a atenção, pois eram, em sua maioria espontâneos. Quando fez 14 anos pegou pela primeira vez na máquina de seu pai e foi fotografar amigos em um curso de teatro. Foi aí que percebeu como é terapêutico o ato de fotografar. Aos 17 anos foi trabalhar com uma fotógrafa para poder aprender as técnicas. Aos 22 anos comprou a sua primeira máquina e passou a se dedicar aos ensaios femininos. Para o futuro, espera que sua fotografia case mais com a profissão que escolheu, Publicidade e Propaganda, pois quer se especializar em fotografias para o segmento. 37


Equipe MARINA PINTO

Idealizadora e Coordenadora

THALITA MONTE SANTO Redação e Revisão

CAMILA DIAS

Direção de Arte e Diagramação

@fotografasgru

/fotografasguarulhenses

Guarulhos - SP - Brazil 1º Anuário Fotógrafas Guarulhenses - 2018

1º Anuário de Fotógrafas de Guarulhos  
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