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Page 1

22 23 AGO Allegro

Vivace

FORTISSIMO Nยบ 15 / 2019


Ministério da Cidadania e Governo de Minas Gerais A P R E S E N TA M

Allegro

22/08

Vivace

23/08

HENRIK SCHAEFER, REGENTE CONVIDADO LUCAS THOMAZINHO, PIANO


PROGRAMA

BÉLA BARTÓK Concerto para piano nº 2

Allegro

Adagio – Presto – Adagio

Allegro molto

I N T E R VA L O

ANTON BRUCKNER Sinfonia nº 5 em Si bemol maior

Introdução: Adagio – Allegro

Adagio: Sehr langsam (Muito lento)

Scherzo: Molto vivace (Schnell) (Rápido)

Finale: Adagio – Allegro moderato


CAROS AMIGOS E AMIGAS, Um dos mais talentosos nomes da

Em total contraste com a primeira

nova geração de pianistas brasileiros e

parte do programa, o regente con-

vencedor de vários concursos interna-

vidado Henrik Schaefer volta a tra-

cionais, Lucas Thomazinho retorna a

balhar com nossa Orquestra, nos

Belo Horizonte para nos brindar com o

revelando a imponente e majestosa

virtuosístico e empolgante Concerto nº 2

Quinta Sinfonia do austríaco Anton

do húngaro Béla Bartók. A linguagem

Bruckner, que a Filarmônica inter-

pianística, que tanto se desenvolveu

preta pela primeira vez.

nas mãos de Chopin, Liszt, Brahms e Rachmaninov, encontrou em Bartók

Tenham todos um bom concerto,

o poder criador que expandiu ainda mais as possibilidades técnicas do instrumento. Essa riqueza tímbrica e rítmica é ativamente explorada no

FOTO: ALEXANDRE REZENDE

concerto que ouviremos nesta noite.

FA B I O M E C H E T T I


FABIO MECHETTI DIRETOR ARTÍSTICO E REGENTE TITULAR

Diretor Artístico e Regente Titular

sua estreia no Carnegie Hall de Nova

da Orquestra Filarmônica de Minas

York conduzindo a Sinfônica de Nova

Gerais desde sua criação, em 2008,

Jersey. Continua dirigindo inúmeras

Fabio Mechetti posicionou a orques-

orquestras norte-americanas e é

tra mineira no cenário mundial da

convidado frequente dos festivais

música erudita. Além dos prêmios

de verão norte-americanos, entre

conquistados, levou a Filarmônica

eles os de Grant Park em Chicago

a quinze capitais brasileiras, a uma

e Chautauqua em Nova York.

turnê pela Argentina e Uruguai e realizou a gravação de nove álbuns,

Igualmente aclamado como regente

sendo quatro para o selo interna-

de ópera, estreou nos Estados Unidos

cional Naxos. Natural de São Paulo,

dirigindo a Ópera de Washington. No

Mechetti serviu recentemente como

seu repertório destacam-se produções

Regente Principal da Filarmônica

de Tosca, Turandot, Carmem, Don

da Malásia, tornando-se o primeiro

Giovanni, Così fan tutte, La Bohème,

regente brasileiro a ser titular de

Madame Butterfly, O barbeiro de

uma orquestra asiática.

Sevilha, La Traviata e Otello.

Nos Estados Unidos, Mechetti esteve

Suas apresentações se estendem

quatorze anos à frente da Orquestra

ao Canadá, Costa Rica, Dinamarca,

Sinfônica de Jacksonville e, atual-

Escócia, Espanha, Finlândia, Itá-

mente, é seu Regente Titular Emérito.

lia, Japão, México, Nova Zelândia,

Foi também Regente Titular das

Suécia e Venezuela. No Brasil,

sinfônicas de Syracuse e de Spokane,

regeu todas as importantes orques-

da qual hoje é Regente Emérito.

tras brasileiras.

Regente Associado de Mstislav Rostropovich na Orquestra Sinfônica

Fabio Mechetti é Mestre em Regência

Nacional de Washington, com ela

e em Composição pela Juilliard

dirigiu concertos no Kennedy Center

School de Nova York e vencedor do

e no Capitólio. Da Sinfônica de San

Concurso Internacional de Regência

Diego, foi Regente Residente. Fez

Nicolai Malko, da Dinamarca.


HENRIK SCHAEFER

ganhou fama internacional por ter regido cinco ciclos integrais de O anel do Nibelungo. Seu repertório inclui A Flauta Mágica, Don Giovanni, As bodas de Fígaro,

Desde 2014 Henrik Schaefer é Dire-

Così fan tutte, Eugene Onegin, Fausto,

tor Musical da Ópera de Gotemburgo,

La Traviata, La Bohème, Falstaff, Diálogos

na Suécia, um dos principais teatros

das Carmelitas, João e Maria, Tristão e

no Norte da Europa, com uma forte

Isolda, O navio fantasma e Parsifal.

orquestra, um excelente elenco, um dos melhores coros da Suécia e um

Em concertos, Henrik Schaefer tem

balé de reconhecimento internacional.

dirigido com sucesso orquestras como as sinfônicas de Tokyo, Gävle, Helsing-

Aos 22 anos Henrik Schaefer ingressou

borg, Norrköping, Holland, Sapporo e

na Orquestra Filarmônica de Berlim

Japão Century; filarmônicas de Osaka,

como violista, sendo, na época, o mem-

Sendai, Stuttgart, New Japan, Hong

bro mais jovem da orquestra. Nesse

Kong e Nederlands; Brabants Orkest,

período, estudou regência orquestral

Tokyo Metropolitan e orquestras de rádio

na Musikhochschule de Leipzig. Em

Holandesa e da Suécia. Estreou com a

2000 foi escolhido por Claudio Abbado

Filarmônica de Minas Gerais em 2017.

como seu assistente e, assim, regeu por muitas vezes a Filarmônica de Berlim.

Schaefer possui gravações com a Gewandhaus de Leipzig, Orquestra

Sua carreira de regência começou com

da Rádio Holandesa e orquestras em

A Sagração da Primavera, de Stravinsky,

Gotemburgo e Karlstad.

com o Balé e a Gewandhausorchester Leipzig. Desde então, tornou-se um maestro requisitado, com um repertório que inclui, ainda, obras de Wagner, todas as grandes óperas de Mozart e óperas românticas italianas e francesas. Como maestro convidado, Henrik Schaefer tem regido nas óperas de Leipzig, Rouen, Chemnitz e Seul, além das óperas Hedeland, Norrlands e Hong Kong. Em foi escolhido maestro principal da Ópera de Värmland, na Suécia. Nesse período,

FOTO: MARCO BORGGREVE

2007, após uma produção de Parsifal,


LUCAS THOMAZINHO

Conservatório de Coimbra, Casa da Música, Sala São Paulo, Sala Cecília

Premiado com o Finalist Prize no XIX

Meireles, Museu Brasileiro de Escultura,

Santander International Piano Com-

MASP, Fundação Maria Luisa e Oscar

petition, Espanha, o pianista Lucas

Americano, Cidade das Artes, Centro

Thomazinho vem desenvolvendo uma

Cultural São Paulo, Conservatório de

trajetória de destaque. Nascido em

Tatuí e Teatro Castro Mendes.

São Paulo, em 1995, aos nove anos ganhou seu primeiro concurso. Desde

Bolsista na Fundação Magda Tagliaferro,

então, venceu mais de uma dezena

Lucas foi aluno de Zilda Candida dos

de competições nacionais e interna-

Santos, Armando Fava Filho e Flavio

cionais, dentre elas o 1º lugar no XVIII

Varani. Atualmente cursa bacharelado

Santa Cecilia International Competi-

na USP-Universidade de São Paulo,

tion, Portugal, 2º lugar e prêmio de

orientado por Eduardo Monteiro.

público no I Teresa Carreño International

Participou de masterclasses com Pierre

Piano Competition, Miami, V Concurso

Laurent Aimard, Alexander Toradze,

Internacional BNDES de Piano, Con-

Paul Lewis, Joaquím Soriano, Justas

curso Internacional de Interpretação

Dvarionas e Elisso Virsaladze.

Pianística da obra de Osvaldo Lacerda e PIANALE International Academy &

Em 2017 lançou seu primeiro CD pelo

Competition, Alemanha.

selo KNS Classical com patrocínio da Cultura Artística.

Lucas atuou como solista com as orquestras RTVE Symphony, Filarmônica de Minas Gerais, Sinfônica de Campinas e Filarmonia das Beiras, trabalhando com maestros como Miguel Ángel Gómez Martínez, Dean Whiteside, Marcos Arakaki e Victor Hugo Toro. Como recitalista, destacam-se suas apresentações no encerramento da 2ª edição do festival The Music World, em Ponta Delgada, no Festival Viva Villa e no 49º Festival de Inverno música de câmara, apresentou-se no

FOTO: HELOISA BORTZ

de Campos do Jordão. Em recitais e


Béla

BARTÓK

N A GY S Z E N T M I K L Ó S , H U N G R I A , AT U A L R O M Ê N I A , 1 8 8 1

E S TA D O S U N I D O S , 1 9 4 5

O êxito do Concerto para piano nº 2 em Frankfurt, no dia 23 de janeiro de 1933, marcou a última apresentação pública I N S T R U M E N TA Ç Ã O

Piccolo, 3 flautas, 2 oboés, 2 clarinetes, clarone, 3 fagotes, contrafagote, 4 trompas, 3 trompetes, 3 trombones, tuba, tímpanos, percussão, cordas.

de Béla Bartók na Alemanha, quando o compositor estava no auge de sua carreira pianística. Bartók fez seu primeiro recital aos dez anos, preparado pela mãe, competente professora de piano; depois, entre outros mestres, recebeu os ensinamentos de Istvan Thoman, aluno de Liszt. Aos dezoito anos, começou a pesquisar

EDITORA

Universal Edition PA R A O U V I R

CD Bartók – Piano Concertos 1-3 – Radio Symphonie-Orchester Berlin – Ferenc Fricsay, regente – Géza Anda, piano – Deutsche Grammophon – 1996 PA R A A S S I S T I R

Orchestra of the Academy of Santa Cecilia, Rome – Yuja Wang, piano – Antonio Pappano, regente Acesse: fil.mg/bpiano2 PA R A L E R

Pierre Citron – Bartók – Solfèges – Éditions du Seuil – 1963

metodicamente as manifestações musicais populares de seu país. Até o começo do século XX, a música húngara confundia-se com a música dos ciganos daquela região (como nos exemplos célebres das Rapsódias de Liszt e nas Danças Húngaras de Brahms). Bartók estendeu suas pesquisas por diversos países, chegando ao Norte da África e à Turquia. Recolheu, classificou e analisou milhares de canções, em busca de procedimentos musicais comuns a diferentes culturas camponesas. Assimilou sua surpreendente riqueza rítmica e o uso sistemático de modos seculares e, renunciando aos efeitos fáceis do exotismo superficial, contribuiu decisivamente para a renovação da linguagem musical contemporânea. Paralelamente às pesquisas de etnomusicologia, Bartók elaborou uma síntese original de certos aspectos do cânone musical ocidental. Reconhecia-se tributário do pianismo de Liszt e, sobretudo (como declarou, em entrevista ao maestro Serge Moreux), da influência de três grandes compositores: Debussy, Beethoven e Bach.

François-René Tranchefort – Guia da Música Sinfônica – Nova Fronteira – 1990


Última apresentação: 30 de abril / 2013 Fabio Mechetti, regente Ching-Yun Hu, piano

Concerto para piano nº 2 1930

28 MINUTOS

O rigor bachiano domina, por exemplo,

A escrita orquestral visa, sobretudo, a

o tratamento temático do primeiro

variedade das cores. O colorido dife-

movimento (Allegro) do Concerto para

renciado é nitidamente desenhado pela

piano nº 2. Os temas da exposição

alternância dos naipes — no primeiro

são de caráter principalmente rítmico,

movimento dominam os instrumentos

o primeiro deles abrindo a partitura

de sopro e a percussão, enquanto as

com a energia dos trompetes sobre o

cordas se calam. No segundo, os sopros

piano. Na recapitulação, todos esses

só aparecem na seção central. O terceiro

temas aparecem invertidos e, na coda,

movimento é o único em que toda a

o tema inicial será utilizado em movi-

orquestra é valorizada.

mento retrógrado. Obra da plena maturidade de Béla O segundo movimento é um dos mais

Bartók, o Concerto para piano nº 2

belos de toda a obra orquestral de

apresenta algumas das características

Bartók. A inclusão de um Presto

mais marcantes de sua linguagem: a

central articula esse “noturno” em

simetria formal matematicamente cal-

uma divisão ternária (Adagio-Presto-

culada, o contraste dinâmico dos ritmos

-Adagio). Na verdade, esse Presto

alternados e da irregularidade métrica,

serve de núcleo para todo o Con-

a indefinição tonal e o intenso lirismo.

certo, criando uma admirável simetria entre seus três movimentos (primeiro rápido — segundo lento/rápido/lento — terceiro rápido).

PA U L O S É R G I O MALHEIROS DOS SANTOS

Pianista, Doutor em Letras, professor na O terceiro movimento possui agres-

UEMG, autor dos livros Músico, doce

siva aceleração (do Allegro molto ao

músico e O grão perfumado – Mário

Presto), e o piano liberta-se de qual-

de Andrade e a arte do inacabado.

quer vestígio romântico, executando

Apresenta o programa semanal Recitais

traços de bravura e vigor inusitados.

Brasileiros, pela Rádio Inconfidência.


Anton

BRUCKNER A N S F E L D E N , Á U S T R I A , 1 8 24

V I E N A , ÁU S T R I A , 1 8 9 6

Aos treze anos, na condição de órfão pobre, Bruckner foi admitido como aluno do deslumbrante mosteiro barroco de São Floriano, em meio a uma paisagem bucólica, maravilhosas obras de arte e um órgão magnífico (sob o qual, hoje, o compositor está sepultado). Durante toda a vida, ele permaneceu devotado e submisso aos ensinamentos religiosos dos monges I N S T R U M E N TA Ç Ã O

que o educaram. Nunca deixou de visitar com frequência o

2 flautas, 2 oboés, 2 clarinetes, 2 fagotes, 4 trompas, 3 trompetes, 3 trombones, tuba, tímpanos, cordas.

mosteiro, onde buscava serenidade espiritual para compor. O principal impulso de sua música sempre foi a religiosidade: “um místico gótico extraviado no século XIX” (nas

EDITORA

palavras de Wilhelm Furtwängler). Bruckner criou, com

Kalmus

idêntico espírito sacro, Missas e Sinfonias. Sua maneira de compor inspira-se na escrita para o órgão, instrumento

PA R A O U V I R

religioso por excelência e que ele dominava com maestria.

CD Bruckner – The complete symphonies 1-9 – Staatskapelle Dresden – Eugen Jochum, regente – EMI Classics – 1995

Escreveu música para a glória de Deus – sob esse aspecto,

PA R A A S S I S T I R

Em contraste com sua prodigiosa inteligência musical, o

Münchner Philharmoniker – Sergiu Celibidache, regente Acesse: fil.mg/bsinf5

compositor aparentava inaptidão quase patológica para as

PA R A L E R

Lauro Machado Coelho – O Menestrel de Deus: Vida e obra de Anton Bruckner – Algol – 2009

a arte de Bruckner lembra a de Schütz, a de Bach, a de César Franck e antecede a de Messiaen.

coisas práticas da vida. Ingênuo camponês, deslocado na elegante e cosmopolita Viena, protagonizou episódios comicamente ridículos, anedotas que suscitaram preconceitos e sarcasmos ofensivos. Foi, porém, um notável professor de harmonia, contraponto e órgão. Quando conheceu a obra de Wagner, Bruckner, perto dos quarenta anos, iniciou com entusiasmo juvenil um

Otto Maria Carpeaux – Uma nova história da música – Ediouro – 1968


Primeira apresentação com a Filarmônica

Sinfonia nº 5 em Si bemol maior 1 8 7 5 / 1 8 76 , R E V I S Ã O 1 8 7 7/ 1 8 7 8

81 MINUTOS

novo período de experiências. Embora

edição de Robert Haas. Trata-se da

dificilmente se possa imaginar um dis-

mais monumental obra do compositor,

cípulo cuja personalidade fosse mais

gigantesca catedral sonora. E, também,

diametralmente oposta à do mundano

a mais austera: “o que já fiz melhor

mestre de Bayreuth, a admiração de

em termos de contraponto”, segundo

Bruckner por Wagner se transformou

o próprio Bruckner.

em veneração. Entretanto, por suas limitações literárias, ele se manteve

Um Adagio antecede o Allegro inicial.

completamente alheio às preocupações

Essa introdução lenta é formalmente

filosóficas da arte wagneriana, da qual

essencial, pois apresenta elementos

só assimilou a ousadia harmônica e a

temáticos que reaparecerão em cada

ciência da orquestração. Mesmo assim,

uma das grandes articulações da obra.

a crítica cruel dos antiwagnerianos

Com os principais temas concebidos

rendeu-lhe a alcunha de Sinfonista de

com finalidades primordialmente estru-

Bayreuth, e Bruckner nunca conseguiu

turais, a Sinfonia nº 5 desenvolve-se

a aprovação unânime de seus con-

como vasta combinação de Sonata,

temporâneos, apesar do empenho de

Fuga dupla e um Coral conclusivo.

regentes ilustres como Gustav Mahler, Arthur Nikisch e Hans Richter. Bruckner nunca ouviu sua colossal Sinfonia nº 5, elaborada entre 1875

PA U L O S É R G I O

e 1878. Em 1894, seu discípulo Franz

MALHEIROS DOS SANTOS

Schalk dirigiu uma versão terrivel-

Pianista, Doutor em Letras, professor na

mente abreviada da obra, quando o

UEMG, autor dos livros Músico, doce

compositor já estava muito doente

músico e O grão perfumado – Mário

para comparecer ao concerto. Só em

de Andrade e a arte do inacabado.

1939 o texto original de Bruckner foi

Apresenta o programa semanal Recitais

publicado, recuperado pela escrupulosa

Brasileiros, pela Rádio Inconfidência.


ORQUESTRA FILARMÔNICA DE MINAS GERAIS

Diretor Artístico e Regente Titular FABIO MECHETTI Regente Associado MARCOS ARAKAKI

PRIMEIROS VIOLINOS

VIOLONCELOS

FAGOTES

HARPA

Rommel Fernandes –

Philip Hansen *

Catherine Carignan *

Clémence Boinot *

Spalla associado

Robson Fonseca ***

Victor Morais ***

Ara Harutyunyan –

Camila Pacífico

Andrew Huntriss

TECLADOS

Spalla assistente

Camilla Ribeiro

Francisco Silva

Ayumi Shigeta *

Ana Paula Schmidt

Eduardo Swerts

Ana Zivkovic

Emília Neves

TROMPAS

Arthur Vieira Terto

Lina Radovanovic

Alma Maria Liebrecht *

Joanna Bello

Lucas Barros

Evgueni Gerassimov ***

GERENTE

Laura von Atzingen

William Neres

Gustavo Garcia Trindade

Jussan Fernandes

Luis Andrés Moncada

José Francisco dos Santos

Roberta Arruda

CONTRABAIXOS

Lucas Filho

INSPETORA

Rodrigo Bustamante

Nilson Bellotto *

Fabio Ogata

Karolina Lima

Rodrigo M. Braga

André Geiger ***

Rodrigo de Oliveira

Marcelo Cunha

TROMPETES

Wesley Prates

Marcos Lemes

Marlon Humphreys *

ASSISTENTE ADMINISTRATIVO Risbleiz Aguiar

Pablo Guiñez

Érico Fonseca **

SEGUNDOS VIOLINOS

Rossini Parucci

Daniel Leal ***

Frank Haemmer *

Walace Mariano

Tássio Furtado

Gideôni Loamir

FLAUTAS

TROMBONES

Jovana Trifunovic

Cássia Lima *

Mark John Mulley *

ASSISTENTES

Luka Milanovic

Renata Xavier ***

Diego Ribeiro **

Claudio Starlino

Martha de Moura

Alexandre Braga

Wagner Mayer ***

Jônatas Reis

Pacífico

Elena Suchkova

Renato Lisboa

Radmila Bocev

OBOÉS

TUBAS

SUPERVISOR DE MONTAGEM

Rodolfo Toffolo

Alexandre Barros *

Eleilton Cruz *

Rodrigo Castro

Tiago Ellwanger

Públio Silva ***

Rafael Mendes ****

Valentina Gostilovitch

Israel Muniz

Hyu-Kyung Jung ***

ARQUIVISTA Ana Lúcia Kobayashi

Matheus Braga

MONTADORES

Maria Fernanda Gonçalves

VIOLAS

TÍMPANOS

Hélio Sardinha

Patricio Hernández

Klênio Carvalho

João Carlos Ferreira *

CLARINETES

Roberto Papi ***

Marcus Julius Lander *

Flávia Motta

Jonatas Bueno ***

PERCUSSÃO

Gerry Varona

Ney Franco

Rafael Alberto *

Gilberto Paganini

Alexandre Silva

Daniel Lemos ***

Pradenas *

Katarzyna Druzd

Sérgio Aluotto

Luciano Gatelli

Werner Silveira

Marcelo Nébias Mikhail Bugaev Nathan Medina

* principal

** principal associado

*** principal assistente

**** musicista convidado


INSTITUTO CULTURAL FILARMÔNICA CONSELHO ADMINISTRATIVO

Oscip — Organização da Sociedade Civil de Interesse Público Lei 14.870 / Dez 2003

OS — Organização Social Lei 23.081 / Ago 2018

EQUIPE TÉCNICA

Presidente Emérito

Gerente de Comunicação

Jacques Schwartzman

Merrina Godinho Delgado

Roberto Mário

Conselheiros

Douglas Conrado

Jovem Aprendiz Sunamita Souza

SALA MINAS GERAIS

Gerente de Produção Musical

Gerente Contábil

Claudia da Silva

Graziela Coelho

Guimarães

Angela Gutierrez Arquimedes Brandão

Gerente Administrativofinanceira

Mensageiro

Ana Lúcia Carvalho

Presidente Gonçalves Soares Filho

EQUIPE ADMINISTRATIVA

Berenice Menegale

Assessora de Programação Musical

Bruno Volpini

Gabriela de Souza

Celina Szrvinsk

Gerente de Infraestrutura Renato Bretas

Gerente de Recursos Humanos

Gerente de Operações

Quézia Macedo Silva

Jorge Correia

Fernando de Almeida

Produtor

Analistas Administrativos

Técnicos de Áudio e de Iluminação

Ítalo Gaetani

Luis Otávio Rezende

João Paulo de Oliveira

Daniel Hazan

Letícia Cabral

Diano Carvalho

Octávio Elísio

Analistas de Comunicação

Secretária Executiva

Assistente Operacional

Sérgio Pena

Carolina Moraes Santana

Flaviana Mendes

Rodrigo Brandão

Marco Antônio Pepino Mauricio Freire

Fernando Dornas

DIRETORIA EXECUTIVA

Lívia Aguiar

Diretor Presidente

Renata Gibson

Assistente Administrativa

FORTISSIMO

Diomar Silveira

Renata Romeiro

Cristiane Reis

Agosto nº 15 / 2019

Diretor Administrativofinanceiro

Analistas de Marketing

Assistente de Recursos Humanos

Godinho Delgado

Eventos — Lívia Brito

Jessica Nascimento

Edição de texto

Joaquim Barreto

Projetos — Lilian Sette

ISSN 2357-7258

Editora Merrina

Berenice Menegale

Relacionamento —

Recepcionistas

Capa Órgão do mosteiro

Diretor de Comunicação

Itamara Kelly

Meire Gonçalves

de São Floriano –

Vivian Figueiredo

Detalhe de foto de

Agenor Carvalho

Assistente de Marketing e Relacionamento

Diretora de Marketing e Projetos

Pedagrafie

Auxiliar Contábil Pedro Almeida

Henrique Campos

Zilka Caribé

Diretor de Operações

Assistente de Produção

Ivar Siewers

Rildo Lopez

Auxiliar de Produção Jeferson Silva

Auxiliar Administrativa Geovana Benicio

Auxiliares de Serviços Gerais Ailda Conceição Rose Mary de Castro

O Fortissimo está indexado aos sistemas nacionais e internacionais de pesquisa. Você pode acessá-lo também em nosso site. Este programa foi impresso em papel doado pela Resma Papéis.


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Chef Silvana Watel BISTRÔ – BAR DE VINHOS

Rua Pium-í 229 – (31)3227-7764

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NO CONCERTO Cuide da Sala Minas Gerais.

Seja pontual.

Traga seu ingresso ou cartão de assinante.

Não coma ou beba.

Desligue o celular (som e luz).

Deixe para aplaudir ao fim de cada obra.

Se puder, devolva seu programa de concerto.

Não fotografe ou grave em áudio / vídeo. Faça silêncio e evite tossir.

Evite trazer crianças menores de 8 anos.

PRÓXIMOS CONCERTOS 29 e 30 ago, 20h30 8 set, 11h

PRESTO E VELOCE

C L Á S S I C O S N A P R A Ç A / S AVA S S I

10 set, 20h30 14 set, 18h

FILARMÔNICA EM CÂMARA F O R A D E S É R I E / M Ú S I C A , G U E R R A E PA Z

19 e 20 set, 20h30 29 set, 11h

A L L E G R O E V I VA C E

C O N C E R T O S PA R A A J U V E N T U D E

Restaurantes parceiros Nos dias de concerto, apresente seu ingresso, cartão de Amigo ou Assinante e obtenha descontos especiais. Saiba mais: fil.mg/restaurantes

Rua Curitiba, 2244

R. Rio de Janeiro, 2076

Rua Pium-í, 229

R. Rio Grande do Sul, 1236

Lourdes

Cruzeiro

Santo Agostinho

Lourdes

Tel: 3292-6221

Tel: 3227-7764

Tel: 2515-6092

Tel: 3291-1447


MANTENEDOR

DIVULGAÇÃO

REALIZAÇÃO

www.filarmonica.art.br / FILARMONICAMG

RUA T E N E N T E B R I TO M E LO , 1. 090 — BA R RO PR E TO C E P 3 0 .1 8 0 - 0 7 0

|

T E L : ( 3 1 ) 3 2 1 9. 9 0 0 0

BELO HORIZONTE – MG |

FA X : ( 3 1 ) 3 2 1 9. 9 0 3 0

COMU NI CA ÇÃO IC F / 20 19

Sala Minas Gerais

Profile for Orquestra Filarmônica de Minas Gerais

Agosto de 2019 | Allegro e Vivace 8  

Henrik Schaefer, regente convidado Lucas Thomazinho, piano BARTÓK | Concerto para piano no 2 BRUCKNER | Sinfonia no 5 em Si bemol maior

Agosto de 2019 | Allegro e Vivace 8  

Henrik Schaefer, regente convidado Lucas Thomazinho, piano BARTÓK | Concerto para piano no 2 BRUCKNER | Sinfonia no 5 em Si bemol maior

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