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MATÉRIA-PRIMA 4

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242 Moreira, Manuel Fernando de Sousa (2014) “A gravura no ensino das Artes Visuais: Manual pedagógico digital para professores.”

O ponto de partida para a criação deste manual foi a facilidade de acesso e a flexibilidade escolha de conteúdos, tornando-se adaptável às necessidades ou aos objetivos do momento. Agrega uma série de conteúdos específicos e recursos no próprio manual que funciona offline, dispensando a procura por outros meios de informação ou conteúdos que muitas das vezes não se adapta ao pretendido. A informação está ordenada de forma a possibilitar uma leitura multinível, apresentada no menu principal. Na sua estrutura (Figura 4), encontramos no menu principal cinco possibilidades de acesso: (a) os níveis de ensino, do 1º, 2º e 3º Ciclos e Secundário, (b) as técnicas de gravura, (c) tarefas e atividades, (d) conteúdos programáticos, de acordo com os vários níveis de ensino, (e) recursos, que incluem informação diversa desde esquemas de trabalho até aos vídeos exemplificativos. Ao nível do funcionamento, depois de uma escolha inicial no menu principal, somos direcionados para um segundo nível que fornece ao orientador as indicações sobre a planificação e as diferentes etapas a realizar. De acordo com a técnica, são descritos os materiais necessários para o desenvolvimento da tarefa, o plano de ordenação da sala de aula, e os tempos previstos para cada etapa do processo. Se a opção partir de uma unidade didática, a planificação é apresentada de acordo com os conteúdos abordados e adaptados ao nível de ensino. Neste campo é possível aceder a testes de diagnóstico ou a um “quiz test” para verificar se a assimilação dos conceitos dos conteúdos cumpriram os objetivos propostos, fornecendo ao professor elementos sobre a evolução das aprendizagens e ajuda a detetar outras dificuldades. Ao nível dos recursos, existem vídeos exemplificativos e de acordo com a faixa etária a que se destinam, com uma linguagem e informação adaptadas ao nível de aprendizagem. A inclusão de avatares que explicam a técnica ou procedimentos, foram produzidos para exemplificarem as tarefas de difícil visualização (Figura 5). Conclusão

As tecnologias digitais proporcionam novas possibilidades na produção de recursos educativos, que facilmente se adaptam ao perfil da turma e que promovem a criatividade a par de uma a exploração estética e plástica. No entanto, com uma evolução constante, a formação nestas áreas emergentes é uma condição imperativa para se poder acompanhar os novos desenvolvimentos e inovações. É necessário que o professor assuma um papel proactivo e de investigador na sala de aula que, através da partilha de conhecimentos e de experiências se traduza no verdadeiro sucesso dos alunos.


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