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MATÉRIA-PRIMA 4

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Arantxa, Shélyda, Jullia e Jessica M nos contam a seguir, suas descobertas sobre o universo “manoelês”: Tento me lembrar no meu dia a dia de ser como Manoel de Barros, olhando sempre com olhos de observação e curiosidade. Manoel de Barros, um artista novo e muito interessante para mim, pois vi nele que podemos ter um novo olhar sobre tudo. Para mim, o desproposito foi assim um “boom’, pois desconfigurar, entender e explicar uma palavra que nunca tinha parado para ver o significado e tentar desvendá-la para ser apresentada para a turma foi muito interessante. Aprendi muito com ela. O documentário sobre o Manoel de Barros mudou minha maneira de encarar os problemas. Mostrou que as possibilidades são infinitas até para as coisas mais simples. O vídeo foi muito inspirador, renovador de energias e de pensamentos, um documentário muito sensível com o poeta que virou o meu preferido atualmente. Foi sem dúvida, o meu esticador de horizontes em todos os sentidos da vida. A cartografia produzida para o despropósito veio nesse fluxo de ideias e pensamentos e foi uma atividade gostosa de fazer: iniciei queimando o papel no fogão, fazendo os caminhos e inventado os nomes como: “Vale das ideias”, “pico dos despropósitos”, dentre outros.

Apaixonar-se pela poesia e trazê-la para a vida e a docência, seria como ‘milagrar flores’ na formação inicial docente.

Revista Matéria-Prima. ISSN 2182-9756, e-ISSN 2182-9829. Vol. 2 (4): 115-124.

Figura 5 ∙ Experimentar. Foto ensaio, 2014, composto por fotografias digitais realizadas durante a visita à exposição Soturno Caminhante, de Oswaldo Goeldi. Fonte: Própria.


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