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3. Conclusão Não foi simples o processo, que teve de ser redefinido várias vezes em função da avaliação formativa que ia sendo realizada, porque os hábitos trazidos da cultura de referência dos alunos se sobrepunham muitas vezes à motivação baseada na autonomia e na criatividade necessárias às aulas. Também um certo “gosto” muito marcado, baseado na preferência por um desenho “bonitinho” em detrimento da experimentação estética mais inovadora, provocou inúmeros bloqueios. Resistências que foram ultrapassadas através da estratégias de sensibilização utilizadas (filme e análise de obras), as várias sessões fotográficas, os primeiros esboços feitos a partir das fotografias escolhidas e a experimentação de diferentes técnicas. Com a concretização dos primeiros trabalhos, instalou-se um certo prazer criativo e o trabalho artístico começou a ser muito produtivo.