Conclusão Será importante que essas notas finais possam gerar maior interesse pelo tema da educação inclusiva na área de artes, e apontar novos as caminhos para a formação docente. É pela investigação participativa que essa introdução ao estudo das deficiências e suas múltiplas expressões tem se efetivado sob minha praxis como formadora. Destaco as tres vertentes em que se desenvolvem: como mergulho em experiências de vida e em exercíco de aproximação com o outro, na renovação do pensamento educador sobre os direitos humanos, na reflexão crítica sobre a literatura científica e na observação participante de ações pedagógicas maturadas e seu ambiente institucional. Tenho em vista o desejado papel de constituir agenciamentos renovadores, ações vivas que habitam uma prática pedagógica ecosófica e criadora. Na ultrapassagem da mera adequação às exigencias legais, decidamente atuar na imprescindível abertura para a diferença, ordem primeira na constituição de uma sociedade inclusiva.
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prepara-se para a pesquisa, para a associação em redes de investigação, em atenção a instituições comprometidas com o atendimento dos deficientes e sua inclusão. Essas experiências historicamente legitimadas, em que sucessos e falhas aparecem, estão dispostas como questões de fundo nessa formação. Constituem ainda em engajamento: não se trata apenas de um saber técnico, mas também de um posicionar-se politicamente diante do mundo social, de fazer frente às resistências ao crescimento do sentido e valor do humano.