328 Martins, Vera Lúcia & Oliveira, Ronaldo Alexandre de (2013) “Memória, Objeto e Lugar: Descobrir-se e Desdobrar-se na Arte, na Educação e na Vida.”
Figura 3. Sequência de imagens fotográficas no laboratório de Gravura UEL — 2011. Bibelô de Louça. Desenho em grafite 21 × 29,7cm (2011). Xilogravura 18,5 × 22 cm (2011). Arquivo da autora.
não é possível aprender sem apreender e sem se desprender. Quanto mais me aproximei do objeto, mais me distanciei dele. Percebi que o não objeto falou muito mais, na verdade, foi o fio condutor para o entrelaçamento das relações familiares, para a amenização da dor das perdas e como indicador de caminhos e possibilidades de compreensão da arte. Desse modo, assim como pude vivenciar uma didática, um novo caminho metodológico para o ensino de artes, também possibilitei que meus alunos experienciassem um processo próprio, de acordo com a realidade do lugar. 3. Arte, preservação e cultura: um caminho possível!
Para que o projeto vivido por mim na graduação pudesse desdobrar na minha prática docente na escola básica tive que reorganizá-lo, para que o mesmo estabelecesse relação com o lugar/escola onde atuo e com a cultura dos estudantes. O foco do trabalho foi o Parque Estadual Mata São Francisco criado em 1994