Referências Arido, S. (2002). “Linguagens, códigos e suas tecnologias.” Secretaria de Educação Médio e Tecnológica. PCN+ Ensino Médio: orientações educacionais complementares aos PCN. Brasília: MEC, SEMTEC, 139-179. Bauman, Z. (2001). Modernidade líquida. Jorge Zahar Editor Ltda. Bauman, Z. (2005). Amor líquido. Jorge Zahar Editor Ltda. Chilvers, I., Cipolla, M. B., & de Campos, J. L. (2007). Dicionário Oxford de arte. Martins Fontes.
Contactar os autores: crisherres@gmail.com / leandrograss@gmail.com
Médio, O. C. P. O. E. (2006). “Linguagens, códigos e suas tecnologias.”Secretaria de Educação Básica. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica. Mills, C. W. (2009). Sobre o artesanato intelectual e outros ensaios. Zahar. Parsons, M. (2006). “Curriculum, arte e cognição integrados.” arte/educação contemporânea–Consonâncias internacionais. São Paulo: Cortez, 295-317. Soares, M. (1998). Letramento: um tema em três gêneros. Autêntica.
Revista Matéria-Prima, Práticas Artísticas no Ensino Básico e Secundário. ISSN 2182-9756. Vol. 1 (1), pp. 123-131.
A associação do ensino da arte com outros saberes e campos do conhecimento representa uma possibilidade real, capaz de ampliar os horizontes do próprio cenário da aprendizagem. A poetização da Sociologia (Bauman, 2001) pode ser resultado desse processo. A compreensão dos elementos da vida social exige ao mesmo tempo um rigor metodológico capaz de traduzir objetivamente os fenômenos, bem como precisa indicar as nuances subjetivas das relações sociais. A arte, enquanto potencializadora das subjetividades pode então servir como recurso eficaz nesse processo. Integrar saberes representa uma emergência na Educação. Em uma sociedade de transformações correntes, as habilidades constituídas na escola precisam capacitar os individuos à compreensão dos processos sociais em que são atores, passivos ou ativos. O relato de uma experiência integradora, no caso entre a Arte e a Sociologia, tem por objetivo comprovar que teoria, técnica, metodologia e subjetividade podem ser desenvolvidas em processos únicos, capazes de promover competências potencializadoras de um sujeito mais crítico e reflexivo socialmente. A expansão de empreendimentos similares, bem como a abertura para análise/ discussão das experiências bem sucedidas, representa a expectativa desse trabalho, uma vez que os atores envolvidos nesta experiência indicaram a interdisciplinaridade como um aspecto demasiadamente positivo no processo de aprendizagem.
131
Conclusão