62 Assis, Ana Cláudia de (2011) “Fernando Lopes-Graça: Espelho de um Tempo”
também a interpretou criticamente, apresentando ao público de sua época uma nova sonoridade – agora ambígua, áspera e tensa – que viria contrapor ou transgredir a hegemonia dos sons nacionalistas. Sonoridade esta que reflecte uma historicidade própria (ou pessoal), fruto das imagens criadas pelo compositor no espelho do tempo. Referências
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Adorno, Theodor Ludwig (1974). Filosofia da Nova Música. Tradução de Magda França. São Paulo: Editora Perspectiva. ISBN: 978-852-730-297-5.
anaclaudia@ufmg.br
Carvalho, Mário Vieira de (2006). Pensar a música, mudar o mundo: Fernando Lopes-Graça. Lisboa: Campo das Letras. ISBN: 989-625-103-7. Lopes-Graça, Fernando (1947). “Apontamento sobre a canção popular da Beira-Baixa.” Seara Nova. 27 de setembro. Ano XXVI, pp. 51-54. Lopes-Graça, Fernando (1959). Cinco Nocturnos para piano. Partitura Musical, manuscrito. Museu da Música Portuguesa, Cascais. Lopes-Graça, Fernando (1967). Intróito aos “Pobres” de Raul Brandão. Partitura Musical, manuscrito. Museu da Música Portuguesa, Cascais. Lopes-Graça, Fernando (1945). “Necessidade e capricho na música portuguesa contemporânea.” Vértice Revista de Cultura e Arte. Coimbra: Fasciculo 2, n. 8 a 11, pp. 35-37. Lopes-Graça, Fernando (1978). Reflexões sobre a Música. Lisboa: Edições Cosmos. Reis, Margarida Gil (2003). O Espelho, Textos e Pretextos n.2. [Consult. 2011‑01‑27] Resenha. Disponível em http://www. comparatistas.edu.pt/publicacoes/ textos-e-pretextos/o-espelho.html Weffort, Alexandre Branco (2006). A Canção Popular Portuguesa em Fernando Lopes-Graça. Lisboa: Editorial Caminho. ISBN: 972-21-1812-9.