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:ESTÚDIO 3

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:Estúdio 3 — Editorial

A revista :Estúdio está a crescer. Já vai quase esquecido o modo como a revista se insinuou em plena preparação do I Congresso CSO’2010, quando se verificou que um conjunto qualificado de textos, integralmente formatados pelas normas de redação do meta-artigo, à espera de serem apresentados ao congresso, poderia ganhar outros caminhos de disseminação. A proposta de uma revista quase que se impôs como um resultado natural, e no espaço de poucas semanas organizou-se o seu primeiro número, reunindo os textos mais cotados pela comissão editorial, com o lançamento surpresa na própria sessão de encerramento do congresso CSO’2010. Foi uma corrida contra o tempo que, a esta distância, parece ter sido frutosa. Após este arranque interrogava-se a identidade e a continuidade: a :Estúdio deveria poder viver, não como apêndice a um congresso, mas como um título com identidade própria, capaz de ser publicado, independentemente de existir, ou não, outro Congresso CSO. Esta foi uma prova e um desafio que importava responder no imediato: um conselho editorial verdadeiramente internacional, e um segundo número, saído de novo, sem a sombra do Congresso, estabelecendo também a periodicidade bi-anual. O número 2 da :Estúdio, lançado em Dezembro de 2010, pôde congregar mais de vinte publicações que abordaram o tema que então se propôs: «o auto-retrato e a autorepresentação». Como no primeiro número, a grande maioria dos artigos é exógena, e a seleção exerceu-se com a mesma imparcialidade que só o método da arbitragem cega permite tornar realidade. Ficaram já estabelecidas, nestes primeiros três números, as dinâmicas consistentes da :Estúdio:

–A periodicidade semestral; –Os números ímpares integram uma selecção apertada dos textos mais apreciados pelo Congresso Internacional CSO de cada ano; –Os números pares são independentes do Congresso e compreendem as melhores respostas aos temas lançados a desafio anualmente; –Mais de 70% dos artigos publicados em todos os números é de origem exterior à Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa ou ao seu centro de investigação, o CIEBA, sendo originários de diversas instituições de grande reconhecimento internacional. –Também a maioria dos membros do Conselho Editorial / revisores científicos, são de origem exterior (69%). Do mesmo modo, 46% dos membros são de afiliação internacional. Comum a todos os números, a mesma delimitação: a palavra aos artistas, que abordam, sob perspetivas que lhes são únicas, as obras de outros artistas. O tempo corre rápido, e com ele esta revista que cresce. Ontem novidade, hoje é já conhecida em inúmeros lugares onde se faz, ensina, e estuda arte, e se fala a língua portuguesa ou castelhana. Assumindo a sua vertente rigorosa como veículo de validação e divulgação dos conhecimentos, a :Estúdio foi já indexada em diferentes bases científicas, como o CNEN/Centro de Informações Nucleares, Portal do Conhecimento Nuclear «LIVRE!,” o DOAJ / Directory of Open Access Journals, e o SHERPA/RoMEO, entre muitas outras bases mundiais de catalogação bibliográfica ligadas a bibliotecas, da Alemanha ao Japão, para mencionar apenas dois exemplos. Este número inclui ainda outra importante novidade qualitativa: a inauguração da nova página web, mais funcional, ágil, informativa, interativa, com uma comunicação muito mais apurada, que marcará também uma nova etapa na vida desta revista.

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:ESTÚDIO 3 by belas-artes ulisboa - Issuu