.3º ciclo
Ida à inauguração do monumento comemorativo do centenário do 5 de Outubro P
assado um ano sobre o centenário da República foi inaugurado no parque Eduardo VII, um monumento comemorativo daquele centenário, onde foram gravadas, para todo o sempre, as mãos das 100 crianças participantes no referido evento. Num dia com céu limpo, o imenso calor convidava-nos a procurar a sombra. Enquanto não chegava o Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, nós aguardávamos, conversando uns com os outros (pais, professor Francisco, que sempre dinamizou esta ação, e alunos do S. José), o momento da caída do pano o qual nos impedia de visualizar o trabalho arquitetónico onde as nossas mãos se encontravam gravadas. Tratou-se de uma comemoração simples, de curta duração, onde o discurso do Presidente da Câmara realçou o simbolismo do acontecimento, augurando um risonho futuro da República. Quando vimos as nossas mãos e o nosso nome, ali, naquele monumento, sentimos orgulho em ter participado naquele evento, ao mesmo tempo que nos sentíamos responsabilizados por vir a desenvolver, manter e respeitar os valores da República Portuguesa.
Após descobrirmos onde é que estavam as mãos de cada um, foi-nos oferecido o molde de barro onde havíamos posto as nossas mãos na cerimónia do centésimo aniversário da República, no ano passado. E para terminar a inauguração, juntaram-se todos os jovens cujas mãos foram gravadas, para tirar uma fotografia com o Presidente da Câmara Municipal. E foi assim , num tom jovial e sorridente, que, num grupo visivelmente bem disposto, ficámos registados em fotos como a que segue. Miguel São Pedro, 9ºB 10 V avozdocolégio 28
A época mais feliz do ano É a época mais feliz Enche de alegria as crianças Nesta altura criam-se laços Fora as desconfianças!
E o famoso trejeito Que enche de alento as crianças “Ho Ho Ho, Ho Ho Ho” É o grito das festanças!
Começa a nevar copiosamente Os pinheiros são montados Junto às alegres lareiras Os miúdos e graúdos aconchegados.
Gostaria que o Senhor No seu encanto profundo Providenciasse a todos A paz eterna no Mundo…
Em volta da quente lareira Ouve-se o vendaval Arrepios de alegria Anunciam o Natal!
Que nunca falte comida Nem ao mais necessitado Muito menos nesta noite De enorme bondade.
O tradicional bacalhau Salgado e cozido A batata e a couve portuguesa São o último grito!
Que na bondade de Deus Criador Na generosidade do Banco Alimentar Na graça dos vizinhos e amigos Nunca falte nada em nenhum lar…
As farófias e os borrachos As filhoses e os sonhos O Bolo-rei e o Bolo-rainha Complementados com medronhos.
É este o verdadeiro sentido Desta festa tão singular Que sempre se celebrará E que todos, para sempre, vão recordar.
E próximo da meia-noite Não se pensa em mais nada Só na alegria de estar Com a família na Consoada! Mas amigos, não se esqueçam Que o material não importa Apesar de saber bem Ouvir o bater na porta…
Nesta época de generosidade O mundo abre os braços Porque no meio de tanta miséria Há sempre espaço para abraços! Inês Pontes, 7º C