A luta pelos direitos civis dos plebeus foi o grande motor das transformações históricas a partir da República, por dois séculos (V e IV a.C.). Parte da plebe urbana conseguiu acumular riquezas pelo artesanato e pelo comércio, sem que pudesse gozar de igualdade de direitos em relação aos patrícios. Os plebeus urbanos preocupavam-se, portanto, com os direitos políticos e sociais: queriam ocupar cargos, votar no Senado e até mesmo casar-se com patrícios, o que lhes era proibido. FUNARI, Pedro Paulo A. A cidadania entre os romanos. In: PINSKY, Jaime; PINSKY, Carla Bassanezi (Org.). História da cidadania. São Paulo: Contexto, 2005.
O texto destaca a importância, no contexto da Roma Antiga, do(a) (A) enriquecimento dos plebeus para a compra de votos no senado. (B) pressão política dos pebleus para a ampliação se sua cidadania. (C) benevolência dos patrícios em abrir mão de seus privilégios. (D) intervenção dos sacerdotes para a paz entre romanos.
Uma das reformas de maior impacto promovidas por Dario foi a padronização da moeda [...] A difusão das moedas persas testemunha o intenso crescimento do comércio [...] Regiões que nunca haviam mantido relações comerciais começaram a trocar mercadorias. Com uma moeda comum confiável, uma rede de estradas seguras e um sistema unificado de pesos e medidas, criou-se um enorme mercado comum. Da Índia saíam especiarias, ouro, pérolas e pedras preciosas. As minas da Anatólia produziam prata, cobre e ouro. Linho e papiro do Egito, tecidos de Cartago e de Corinto, corantes da Fenícia, tapetes [da Pérsia], escudos da Ática e espadas do mar Negro, madeira [...] das florestas da Trácia — todos esses artigos foram amplamente distribuídos. Henry Woodhead (Dir.). A elevação do espírito: 600-400 a.C. Trad. Cláudio Marcondes.
A padronização da moeda no Império Persa, descrita no texto, foi fundamental para o(a) (A) fim das relações comerciais baseadas nas trocas. (B) integração comercial entre as partes do império persa. (C) comunicação entre as regiões do império persa. (D) criação de um mercado globalizado no império.
Lembre-se, por favor, que o chamado “escravo” é um homem igual a você, vivendo sob o mesmo sol, respirando, movendo-se e sendo mortal igual a você! [...]. Quando pensar que pode fazer o que quiser com seus escravos, lembre-se que o mesmo pode ser feito por seu senhor. “Mas”, você me diz, “não tenho senhor”. Há, ainda, uma longa vida a seguir: pode ter um, quando menos esperar. FUNARI, Pedro Paulo A. Roma: vida pública e vida privada. São Paulo: Atual, 1993.
No texto o romano Sêneca defende um melhor tratamento dos escravos tendo em vista que os próprios senhores poderiam se tornar escravos devido a problemas relacionados a (A) jogos. (B) guerras. (C) festas. (D) ideias.