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Quimica1

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Atividades

Não escreva neste livro.

1. Cite algumas contribuições “de natureza química” de povos que viveram antes de Cristo. 2. No que consistia a teoria dos quatro elementos?

4. Qual é uma possível explicação para a ausência de base experimental nas concepções gregas sobre a constituição da matéria? 5. Os trabalhos anteriores ao século XVIII foram inúteis para a Química? Explique. 6. Quais foram as motivações iniciais dos alquimistas?

A trajetória de Lavoisier e o esclarecimento da teoria do flogístico

Retrato de Lavoisier e sua esposa, de Jacques-Louis David, 1788. Óleo sobre tela, 259,7 cm × 194,6 cm. Marie-Anne Pierrette Paulze (1758-1836), esposa de Lavoisier, foi também sua assistente. JACQUES-LOUIS DAVID/METROPOLITAN MUSEUM OF ART, NOVA YORK, ESTADOS UNIDOS

3. Cite uma importante contribuição dos filósofos gregos para o conhecimento da constituição da matéria.

DIVULGAÇÃO PNLD

Antoine-Laurent de Lavoisier nasceu em Paris em 1743. Depois de terminar o curso de Direito, provavelmente por influência de seu pai, que era procurador do Parlamento, passou a estudar ciências (Matemática, Astronomia, Química, Botânica, Geologia e Mineralogia). Acabou mesclando a vida política com a de cientista. Em 1768 ingressou na Académie Royale des Sciences (Academia Real de Ciências), fundada no século XVII por Luís XIV para promover a investigação científica na França − inicialmente como suplente, depois como presidente. Desenvolveu vários trabalhos de pesquisa na área da Química, como é o caso da produção de pólvora para o governo francês. Nesse tipo de atividade utilizava balanças de boa precisão para a época. Entre as muitas contribuições de Lavoisier para o desenvolvimento da Química, três foram especialmente importantes: a concepção da conservação da massa, a definição de elemento químico e a formulação de uma nomenclatura química.

A teoria do flogístico A teoria do flogístico ou flogisto – do grego phlogistós, “inflamável” −, publicada pelo estudioso alemão Georg Ernst Stahl (1660-1734), em 1697, apresentava uma explicação para o fenômeno da combustão baseada na ideia de que, quando há queima, algo é liberado. Essa ideia já era defendida por seu compatriota, Johann Joachim Becher (1635-1682), cerca de três décadas antes. Segundo ela, muitos materiais, ao queimar, têm sua massa reduzida porque uma parte do material (o flogisto) era perdida na queima. Quanto aos metais, que ganhavam massa ao serem queimados − caso do magnésio, do alumínio e do ferro, por exemplo −, a teoria admitia que o flogisto perdido por eles na queima tinha massa negativa. Dessa forma, a queima de uma folha de papel, que comentamos na abertura deste capítulo, serve para exemplificar o que Stahl interpretava como perda de flogisto. No caso da combustão da palha de aço, por raciocínio semelhante, Stahl diria que o flogisto do ferro seria negativo. Nessa época, o oxigênio, componente do ar, fundamental para o processo de combustão feito no ambiente, ainda não havia sido descoberto. Foi Carl Wilhelm Scheele (1742-1786) quem descobriu o oxigênio, em 1771. Com essa descoberta, a teoria do flogístico passou a ser cada vez menos aceita. 36

BRAGA, Marco et al. Lavoisier e a ciência do Iluminismo. 2. ed. São Paulo: Atual, 2005. (Coleção Ciência no Tempo). Este livro contextualiza os trabalhos de Lavoisier com o desenvolvimento de diversas áreas; enfatiza aspectos históricos, sociopolíticos e econômicos do período em que o cientista viveu.

Unidade 1 Introdução ao estudo da Química

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MATRIZ NOVA

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