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Usando padrões abertos para liberar o poder da automação de processos Aneil Ali Diretor do Fórum Open Process Automation do The Open Group Os últimos anos mudaram o jogo, quando se trata de Transformação Digital. A Pandemia de Covid-19 forçou as empresas a acelerarem seu progresso digital, com estimativas prevendo que a digitalização, que levaria sete anos para ser feita, aconteceu em questão de meses. A adoção de novas formas digitais de trabalho exige novas funções e novas habilidades, ampliando uma lacuna de requalificação já crescente. Particularmente na indústria de manufatura, a era da Indústria 4.0, e seu foco na interconectividade, estão exacerbando essa lacuna de habilidades, destacando a necessidade contínua de tecnologia, que automatize os processos de negócios.
A automação de processos agiliza as operações, removendo inputs humanos, o que diminui erros, aumenta a velocidade de entrega, remove gargalos e minimiza custos, ao mesmo tempo que aumenta a transparência e a comunicação entre os departamentos. Quaisquer processos de alto volume, repetitivos, que envolvam conformidade e requeiram várias pessoas, são candidatos perfeitos para automação, liberando os funcionários para se concentrarem em trabalhos de maior valor. Ao usar esses fluxos de trabalho totalmente automatizados, as indústrias, desde a fabricação até o processamento de alimentos, estão aumentando a eficiência, com mais de um terço das empresas tendo agora cinco ou mais divisões automatizadas. Esse aumento na eficiência abre as portas para operações sempre ativas, o que significa mais receita, mais produção e melhores relacionamentos com os parceiros.
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