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Técnico de Administração - Petrobrás

PETROBRÁS Técnico de Administração e Controle Júnior Língua Portuguesa Matemática Conhecimentos Específicos

Eventuais erratas e complementos referentes a esta apostila estarão disponíveis em nossas unidades e no site.

RIO DE JANEIRO ALCÂNTARA: Rua Manoel João Gonçalves , 414 / 2º andar * (21) 2603-8480 CINELÂNDIA: Praça Mahatma Gandhi, 2 / 2º andar * (21) 2279-8257 CENTRO: Rua da Alfândega, 80 / 2º andar * (21) 3970-1015 COPACABANA: Av. N. Sra. Copacabana, 807 / 2º andar * (21) 3816-1142 DUQUE DE CAXIAS: Av. Pres. Kennedy, 1203 / 3º andar * (21) 3659-1523 MADUREIRA: Shopping Tem-Tudo / Sobreloja 18 * (21) 3390-8887 MÉIER: Rua Manuela Barbosa , 23 / 2º andar * (21) 3296-8857 NITERÓI: Rua São Pedro, 151 / Sobreloja * (21) 3604-6234 TAQUARA: Av. Nelson Cardoso, 1141 / 3º andar * (21) 2435-2611 SÃO PAULO SÃO PAULO: Rua Barão de Itapetininga, 163 / 6º andar * (11) 3017-8800 SANTO ANDRÉ: Av. José Cabalero, 257 * (11) 4437-8800 SANTO AMARO: Av. Santo Amaro, 5860 * (11) 5189-8800 ALPHAVILLE: Calçada das Rosas, 74 * (11) 4197-5000 GUARULHOS: Av. Dr. Timóteo Penteado, 714 - Vila Progresso * (11) 2447-8800 OSASCO: Av. Deputado Emílio Carlos, 1132 * (11) 2284-8800 Degrau Cultural

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Técnico de Administração - Petrobrás

PETROBRÁS Técnico de Administração e Controle Júnior

EDITORA EXECUTIVA Andréa Martins GERENTE DE EDITORAÇÃO Rodrigo Nascimento SUPERVISÃO DIDÁTICA E PEDAGÓGICA Claudio Roberto Bastos Marceli Lopes Rosangela Cardoso DIAGRAMAÇÃO Mariana Gomes CAPA Marcelo Fraga Igor Marraschi E-MAIL apostilas@degraucultural.com.br

Proibida a reprodução no todo ou em partes, por qualquer meio ou processo, sem autorização expressa. A violação dos direitos autorais é punida como crime: Código Penal, Art nº 184 e seus parágrafos e Art nº 186 e seus incisos. (Ambos atualizados pela Lei nº 10.695/2003) e Lei nº 9.610/98 - Lei dos Direitos Autorais. 2

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Prezado(a) Candidato(a),

A equipe pedagógica da Degrau Cultural elaborou este material para auxiliar a todos aqueles que pretendem prestar o concurso da Petrobrás, para o cargo de Técnico de Administração e Controle Júnior. Este material possui noções de Língua Portuguesa, Matemática e Conhecimentos Específicos. Esperamos que nosso material possa ser útil na conquista de seus objetivos e, desde já, desejamos-lhe sucesso na sua empreitada. Aproveitamos o ensejo para solicitar-lhe a gentileza de, ao término de seus estudos, preencher a carta-resposta que se encontra ao final da apostila e entregar em qualquer agência dos Correios, pois sua opinião é fundamental para que possamos trabalhar de modo a atender, cada vez mais, às suas expectativas.

Atenciosamente,

Os Editores.

Sumário 05 Língua Portuguesa 79 Matemática 159 Conhecimentos Específicos

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Língua Portuguesa

Língua Portuguesa

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Compreensão e Interpretação de Textos

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Ortografia

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Morfossintaxe

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Concordância Nominal e Verbal

64

Regência Verbal e Nominal

71

Colocação Pronominal

72

Crase

75

Pontuação

77

Semântica

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Língua Portuguesa

INTERPRETAÇÃO DE TEXTOS I. Tipologia Textual Narração

Descrição

Obs.: Às vezes, um fragmento pode apresentar características que o assemelham a uma descrição e também a uma narração. Nesse caso, é interessante observar que em um fragmento narrativo a relação entre os fatos relacionados é de anterioridade e posterioridade, ou seja, existe o fato que ocorre antes e aquele que ocorre depois. Em uma narração ocorre a progressão temporal. Já na descrição a relação entre os fatos é de simultaneidade, ou seja, os fatos relacionados são concomitantes, não ocorrendo progressão temporal.

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Língua Portuguesa Dissertação

Classifique os trechos abaixo. Marque: (A) Narração (B) Descrição (C) Dissertação 1.

Ocorreu um pequeno incêndio na noite de ontem, em um apartamento de propriedade do Sr. Marcos da Fonseca. No local habitavam o proprietário, sua esposa e seus dois filhos. O fogo despontou em um dos quartos que, por sorte, ficava na frente do prédio.

2.

O mundo moderno caminha atualmente para sua própria destruição, pois tem havido inúmeros conflitos internacionais, o meio ambiente encontra-se ameaçado por sério desequilíbrio ecológico e, além do mais, permanece o perigo de uma catástrofe nuclear.

3.

Qualquer pessoa que o visse, quer pessoalmente ou através dos meios de comunicação, era logo levada a sentir que dele emanava uma serenidade e autoconfiança próprias daqueles que vivem com sabedoria e dignidade.

4.

De baixa estatura, magro, calvo, tinha a idade de um pai que cada pessoa gostaria de ter e de quem a nação tanto precisava naquele momento de desamparo.

5.

Em virtude dos fatos mencionados, somos levados a acreditar na possibilidade de estarmos a caminho do nosso próprio extermínio. É desejo de todos nós que algo possa ser feito no sentido de conter essas diversas forças destrutivas, para podermos sobreviver às adversidades e construir um mundo que, por ser pacífico, será mais facilmente habitado pelas gerações vindouras.

6.

O homem, dono da barraca de tomates, tentava, em vão, acalmar a nervosa senhora. Não sei por que brigavam, mas sei o que vi: a mulher imensamente gorda, mais do que gorda, monstruosa, erguia os enormes braços e, com os punhos cerrados, gritava contra o feirante. Comecei a me assustar, com medo de que ela destruísse a barraca — e talvez o próprio homem — devido à sua fúria incontrolável. Ela ia gritando e se empolgando com sua raiva crescente e ficando cada vez mais vermelha, assim como os tomates, ou até mais.

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Língua Portuguesa Texto para a questão 7 (...) em volta das bicas era um zunzum crescente; uma aglomeração tumultuosa de machos e fêmeas. Uns após outros, lavavam a cara, incomodamente, debaixo do fio de água que escorria da altura de uns cinco palmos. O chão inundava-se. As mulheres precisavam já prender as saias entre as coxas para não as molhar, via-se-lhes a tostada nudez dos braços e do pescoço que elas despiam suspendendo o cabelo todo para o alto do casco; os homens, esses não se preocupavam em não molhar o pêlo, ao contrário metiam a cabeça bem debaixo da água e esfregavam com força as ventas e as barbas, fossando e fungando contra as palmas das mãos. As portas das latrinas não descansavam, era um abrir e fechar de cada instante, um entrar e sair sem tréguas. Não se demoravam lá dentro e vinham ainda amarrando as calças ou saias; as crianças não se davam ao trabalho de lá ir, despachavamse ali mesmo, no capinzal dos fundos, por detrás da estalagem ou no recanto das hortas. (Aluísio Azevedo, O Cortiço)

7. a)

b) c)

d)

8.

O fragmento acima pode ser considerado: narrativo, pois ocorre entre seus enunciados uma progressão temporal de modo que um pode ser considerado anterior ao outro. um típico fragmento dissertativo em que se observam muitos argumentos. descritivo, pois não ocorre entre os enunciados uma progressão temporal: um enunciado não pode ser considerado anterior ao outro. descritivo, pois os argumentos apresentados são objetivos e subjetivos.

• fazer anotações à margem III.

Entendimento do Texto O que deve ser observado para chegar à melhor compreensão do texto? 1.

PALAVRAS-CHAVE Palavras mais importantes de cada parágrafo, em torno das quais outras se organizam, criando uma ligação para produzirem sentido. As palavras-chave aparecem, muitas vezes, ao longo do texto de diversas formas: repetidas, modificadas ou retomadas por sinônimos. As palavras-chave formam o alicerce do texto, são a base de sua sustentação, levam o leitor ao entendimento da totalidade do texto, dando condições para reconstruí-lo.

• •

atenção especial para verbos e substantivos; o título é uma boa dica de palavra-chave.

Observe o texto de Bertrand Russel, “Minha Vida”, a fim de compreender a forma como ele está construído: 1

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Filosofia dos Epitáfios

Saí, afastando-me dos grupos e fingindo ler os epitáfios. E, aliás, gosto dos epitáfios; eles são, entre a gente civilizada, uma expressão daquele pio e secreto egoísmo que induz o homem a arrancar à morte um farrapo ao menos da sombra que passou. Daí vem, talvez, a tristeza inconsolável dos que sabem os seus mortos na vala comum; parece-lhes que a podridão anônima os alcança a eles mesmos. (Machado de Assis, Memórias Póstumas de Brás Cubas)

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Do ponto de vista da composição, é correto afirmar que o capítulo “Filosofia dos Epitáfios” a)

b) c)

d)

é predominantemente dissertativo, servindo os dados do enredo do ambiente como fundo para a digressão. é predominantemente descritivo, com a suspensão do curso da história dando lugar à construção do cenário. equilibra em harmonia narração e descrição, à medida que faz avançar a história e cria o cenário de sua ambientação. é predominantemente narrativo, visto que o narrador evoca os acontecimentos que marcaram sua saída.

II. Roteiro para Leitura de Textos • ler atentamente o texto, tendo noção do conjunto • compreender as relações entre as partes do texto • sublinhar momentos mais significativos

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Três paixões, simples mas irresistivelmente fortes, governaram minha vida: o desejo imenso do amor, a procura do conhecimento e a insuportável compaixão pelo sofrimento da humanidade. Essas paixões, como os fortes ventos, levaram-me de um lado para outro, em caminhos caprichosos, para além de um profundo oceano de angústias, chegando à beira do verdadeiro desespero. Primeiro busquei o amor, que traz o êxtase – êxtase tão grande que sacrificaria o resto de minha vida por umas poucas horas dessa alegria. Procurei-o, também, porque abranda a solidão – aquela terrível solidão em que uma consciência horrorizada observa, da margem do mundo, o insondável e frio abismo sem vida. Procurei-o, finalmente, porque na união do amor vi, em mística miniatura, a visão prefigurada do paraíso que santos e poetas imaginaram. Isso foi o que procurei e, embora pudesse parecer bom demais para a vida humana, foi o que encontrei. Com igual paixão busquei o conhecimento. Desejei compreender os corações dos homens. Desejei saber por que as estrelas brilham. E tentei apreender a força pitagórica pela qual o número se mantém acima do fluxo. Um pouco disso, não muito, encontrei. Amor e conhecimento, até onde foram possíveis, conduziram-me aos caminhos do paraíso. Mas a compaixão sempre me trouxe de volta à Terra. Ecos de gritos de dor reverberam em meu coração. Crianças famintas, vítimas torturadas por opressores, velhos desprotegidos – odiosa carga para seus filhos – e o mundo inteiro de solidão, pobreza e dor transformaram em arremedo o que a vida humana poderia ser. Anseio ardentemente aliviar o mal, mas não posso, e também sofro. Isso foi a minha vida. Achei-a digna de ser vivida e vivêla-ia de novo com a maior alegria se a oportunidade me fosse oferecida. (RUSSEL, Bertrand, Revista Mensal de Cultura, Enciclopédia Bloch, n. 53, set.1971, p.83)

O texto é constituído de cinco parágrafos que se encadeiam de forma coerente, a partir das palavras-chave vida e paixões do primeiro parágrafo:

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Língua Portuguesa palavras-chave 1º parágrafo – vida / paixões 2º parágrafo - amor 3º parágrafo - conhecimento 4º parágrafo - compaixão 5º parágrafo – vida

• • • • •

As palavras-chave vida e paixões prolongam-se em: amor, conhecimento e compaixão. Cada parágrafo irá ater-se a cada uma dessas paixões. Leia o texto abaixo para responder às questões 9 e 10. 1 É universalmente aceito o fato de que sai mais cara a repa-

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ração das perdas por acidentes de trabalho que o investimento em sua prevenção. Mas, então, por que eles ocorrem com tanta frequência? Falta, evidentemente, fiscalização. Constatar tal fato exige apenas o trabalho de observar obras de engenharia civil, ao longo de qualquer trajeto por ônibus ou por carro na cidade. E quem poderia suprir as deficiências da fiscalização oficial – os sindicatos patronais ou de empregados – não o faz; se não for por um conformismo cruel, a tomar por fatalidade o que é perfeitamente possível de prevenir, terá sido por nosso baixo nível de organização e escasso interesse pela filiação a entidades de classe, ou por desvio dessas de seus interesses primordiais. Falta também a educação básica, prévia a qualquer treinamento: com a baixíssima escolaridade do trabalhador brasileiro, não há compreensão suficiente da necessidade e benefício dos equipamentos de segurança, assim como da mais simples mensagem ou de um manual de instruções. E há, enfim, o fenômeno recente da terceirização, que pode estar funcionando às avessas, ao propiciar o surgimento e a multiplicação de empresas fantasmas de serviços, que contratam a primeira mão de obra disponível, em vez de selecionar e de oferecer mão de obra especializada. (O Estado de S.Paulo – 22 de fevereiro de 1998 – adaptado)

9. a) b) c) d) e)

Assinale a opção que apresenta as palavras-chave do texto. aceitação universal – constatação – benefício – escolaridade. investimento em prevenção – deficiências – entidades – equipamentos. falta de fiscalização – organização – benefício – mão de obra. prevenção de acidentes – fiscalização – educação – terceirização. crescimento – conformismo – treinamento – empresas.

10. Assinale a opção incorreta em relação aos elementos do texto. a) O pronome “eles” (l.3) refere-se a “acidentes de trabalho” (l.2). b) A expressão “tal fato” (l.5) retoma a ideia antecedente de “falta de fiscalização” (l.5). c) Para compreender corretamente a expressão “não o faz” (l.10), é necessário retomar a ideia de “suprir as deficiências da fiscalização oficial” (l.8-9). d) A palavra “primordiais” (l.14) vincula-se à ideia de “básicos, principais”.

e)

“dessas” (l.14) refere-se a “deficiências da fiscalização oficial” (l.8-9).

2.

IDEIAS-CHAVE

Se houver dificuldade para chegar à síntese do texto só pelas palavras-chave, deve-se buscar a ideiachave, que deve refletir o assunto principal de cada parágrafo, de forma sintetizada. A partir da síntese de cada parágrafo, chega-se à ideia central do texto.

Observe o texto: Existem duas formas de operação marginal: a que toma a classificação genérica de economia informal, correspondente a mais de 50% do Produto Interno Bruto (PIB), e a representada pelos trabalhadores admitidos sem carteira assinada. Ambas são portadoras de efeitos econômicos e sociais catastróficos. A atividade econômica exercida ao largo dos registros oficiais frustra a arrecadação de receitas tributárias nunca inferiores a R$ 50 bilhões ao ano. A perda de receita fiscal de tal porte torna precários os programas governamentais para atendimento à demanda por saúde, educação, habitação, assistência previdenciária e segurança pública. Quanto aos trabalhadores sem anotação em carteira, formam um colossal conjunto de excluídos. Estão à margem dos benefícios sociais garantidos pelos direitos de cidadania, entre os quais vale citar o acesso à aposentadoria, ao seguro-desemprego e às indenizações reparadoras pela despedida sem justa causa. De outro lado, não recolhem a contribuição previdenciária, mas exercem fortes pressões sobre os serviços públicos de assistência médico-hospitalar. A reforma tributária poderá converter a expressões toleráveis a economia informal. A redução fiscal incidente sobre as micro e pequenas empresas provocará, com certeza, a regularização de grande parte das unidades produtivas em ação clandestina. E a adoção de uma política consistente para permitir o aumento do emprego e da renda trará de volta ao mercado formal os milhões de empregados sem carteira assinada. É preciso entender que o esforço em favor da inserção da economia no sistema mundial não pode pagar tributo ao desemprego e à marginalização social de milhões de pessoas. (Correio Braziliense – 13.7.97)

1º parágrafo: palavras-chave: economia informal e trabalhadores admitidos sem carteira assinada o último período do primeiro parágrafo apresenta uma informação que vai nortear todo o texto: “Ambas são portadoras de efeitos econômicos e sociais catastróficos.” Ideia-chave: Economia informal e trabalhadores admitidos sem carteira assinada trazem prejuízos econômicos e sociais. 2° parágrafo: palavra-chave: economia informal efeitos econômicos - perda de receitas tributárias efeitos sociais - precariedade dos programas sociais do governo Ideia-chave: A perda de receitas tributárias causada pela economia informal prejudica os programas sociais do governo.

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Língua Portuguesa 3° parágrafo: palavra-chave: trabalhadores admitidos sem carteira assinada efeitos econômicos - não recolhem contribuição previdenciária efeitos sociais – não têm garantia de direitos sociais Ideia-chave: Trabalhadores admitidos sem carteira assinada causam prejuízos econômicos por não recolherem contribuição previdenciária e sofrem os efeitos sociais, por não terem seus direitos assegurados. 4º parágrafo: há uma proposta de solução para cada um dos problemas apresentados no texto: para a economia informal: reforma tributária – redução fiscal para micro e pequenas empresas para os trabalhadores sem carteira assinada: política consistente para aumento do emprego e da renda Ideia-chave: A reforma tributária poderá minimizar os efeitos da economia informal e uma política consistente para aumento do emprego e da renda pode provocar a formalização de contratos legais para milhões de empregados. Ideia-central do texto: A economia informal tem efeitos econômicos e sociais prejudiciais ao indivíduo e ao sistema, mas ações políticas, como a reforma tributária, poderão estimular a regularização de empresas, beneficiado, também, os trabalhadores. 3. COERÊNCIA Coerência é perfeita relação de sentido entre as diversas palavras e/ou partes do texto. Haverá coerência se for mantido um elo conceitual entre os diversos segmentos do texto. 4. COESÃO Quando lemos com atenção um texto bem construído, percebemos que existe uma ligação entre os diversos segmentos que o constituem. Cada frase enunciada deve manter um vínculo com a anterior ou anteriores para não perder o fio do pensamento. Cada enunciado do texto deve estabelecer relações estreitas com os outros a fim de tornar sólida sua estrutura. A essa conexão interna entre os vários enunciados presentes no texto dá-se o nome de coesão. Diz-se, pois, que um texto tem coesão quando seus vários enunciados estão organicamente articulados entre si, quando há concatenação entre eles.

- Cidade-Luz (Paris) - Rainha da Borborema (Campina Grande) - Cidade Maravilhosa (Rio de Janeiro) Observação: existe também um tipo especial de perífrase que se refere somente a pessoas. Tal figura de estilo é chamada de antonomásia e baseia-se nas qualidades ou ações notórias do indivíduo ou da entidade a que a expressão se refere. Exemplos: - A rainha do mar (Iemanjá) - O poeta dos escravos (Castro Alves) - O criador do teatro português (Gil Vicente) 4.2 Coesão Referencial Os dois processos mais comuns desse tipo de coesão são: Anáfora: é o uso de um recurso gramatical ou semântico para referir-se a algum elemento já citado no contexto a fim de retomá-lo. Ex.: O carteiro trouxe a correspondência de hoje? Não, ainda não a trouxe. Catáfora: é o processo contrário ao da anáfora. Ex.: Só queremos isto: sua felicidade. 11. “Primeira noite ele conheceu que Santina não era moça.” Neste período, o pronome ele é usado antes do nome a que se refere, Bento. Denomina-se catáfora esse processo. Sublinhe os termos catafóricos das frases a seguir. 1.

Nós o chamamos rei das selvas e Tarzan merece bem o nome. ___________________________________________________________

2.

Maria compreendeu tudo: ela poderia sair quando quisesse. ___________________________________________________________ 3. Aproximei do meu, seu rosto coberto de luz. ___________________________________________________________ 4.

O senhor sabe muito bem disso: a verdade sempre aparece. ___________________________________________________________ 5. Convidei estas pessoas: Pedro, Maria e Cecília. __________________________________________________________

4.1. Perífrase Observe: O povo lusitano foi bastante satirizado por Gil Vicente. Utilizou-se a expressão “povo lusitano” para substituir “os portugueses”. Esse rodeio de palavras que substituiu um nome comum ou próprio chama-se perífrase. Perífrase é a substituição de um nome comum ou próprio por um expressão que a caracterize. Nada mais é do que um circunlóquio, isto é, um rodeio de palavras. Outros exemplos: - astro rei (Sol) - última flor do Lácio (língua portuguesa)

12. Numere o conjunto de sentenças de acordo com o primeiro, de modo que cada par forme uma sequência coesa e lógica. Identifique, em seguida, a letra da sequência numérica correta (Baseado em Délio Maranhão). (1) Cumpre, inicialmente, distinguir a higiene do trabalho da segurança do trabalho. (2) Na evolução por que passou a teoria do risco profissional, abandonou-se o trabalho profissional como ponto de referência para colocar-se, em seu lugar, a atividade empresarial.

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Língua Portuguesa (3) Há que se fazer a distinção entre acidentes do trabalho e doença do trabalho. (4) O Direito do Trabalho reconhece a importância da função da mulher no lar. (5) Motivos de ordem biológica, moral, social e econômica encontram-se na base da regulamentação legal do trabalho do menor. ( ) A culminação desse processo evolutivo encontra-se no conceito de risco social e na ideia correlata de responsabilidade social. ( ) Daí as restrições da jornada normal e ao trabalho noturno. ( ) A necessidade de trabalhar não deve prejudicar o normal desenvolvimento de seu organismo. ( ) Enquanto esta é inerente a determinados ramos de atividade, os primeiros são aqueles que ocorrem pelo exercício do trabalho, provocando lesão corporal. ( ) Constitui aquela o conjunto de princípios e regras destinados a preservar a saúde do trabalhador. A sequência numérica correta é: a) 1, 3, 4, 5, 2. b) 3, 2, 1, 5, 4. c) 2, 5, 3, 1, 4. d) 5, 1, 4, 3, 2. e) 2, 4, 5, 3, 1. 13. As propostas abaixo dão seguimento coerente e lógico ao trecho citado, exceto uma delas. Aponte-a: “Provavelmente devido à proximidade com os perigos e a morte, os marinheiros dos séculos XV e XVI eram muito religiosos. Praticavam um tipo de religião popular em que os conhecimentos teológicos eram mínimos e as superstições muitas.” (Janaína Amado, com cortes e adaptações)

a)

b)

c)

d)

e)

Entre essas, figuravam o medo de zarpar numa sexta-feira e o de olhar fixamente para o mar à meia-noite. Cristóvão Colombo, talvez o mais religioso entre todos os navegantes, costumava antepor a cada coisa que faria os dizeres: “Em nome da Santíssima Trindade farei isto”. Apesar disso, os instrumentos náuticos representaram progressos para a navegação oceânica, facilitando a tarefa de pilotos e aumentando a segurança e confiabilidade das rotas e viagens. Nos navios, que não raro transportavam padres, promoviam-se rezas coletivas várias vezes ao dia e, nos fins de semana, serviços religiosos especiais. Constituíam expressão de religiosidade dos marinheiros constantes promessas aos santos, individuais ou coletivas.

Leia o texto para solucionar as questões 14 e 15. 1

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Cientistas de diversos países decidiram abraçar, em 1990, um projeto ambicioso: identificar todo o código genético contido nas células humanas (cerca de três bilhões de caracteres). O objetivo principal de tal iniciativa é compreender melhor o funcionamento da vida, e, conseqüentemente, a forma mais eficaz de curar as doenças que nos ameaçam. Como é esse código que define como somos, desde a cor dos cabelos até o tamanho dos pés, o trabalho com amostras genéticas colhidas em várias partes do mundo está ajudando também a entender as diferenças entre as etnias humanas. Chamado de Projeto Genoma Humano, desde o seu início ele não parou de produzir novidades científicas. A mais importante delas é a confirmação de que o homem surgiu realmente na África e se espalhou pelo resto do planeta. A pesquisa contribuiu também para derrubar velhas teorias sobre a superioridade racial e está provando que o racismo não tem nenhuma base científica. É mais uma construção social e cultural. O que percebemos como diferenças raciais são apenas adaptações biológicas às condições geográficas. Originalmente o ser humano é um só. (ISTO É – 15.1.97)

14. Assinale o item em que não há correspondência entre os dois elementos. a) “tal iniciativa” (l.4) refere-se a “projeto ambicioso”. b) “ele” (l.12) refere-se a “Projeto Genoma Humano”. c) “delas” (l.13) refere-se a “novidades científicas”. d) “A pesquisa” (l.15) refere-se a “Projeto Genoma Humano”. e) “É mais” (l.17) refere-se a “Pesquisa”. 15. Marque o item que não está de acordo com as ideias do texto. a) O Projeto Genoma Humano tem como objetivo primordial reconhecer as diferenças entre as várias raças do mundo. b) O ser humano tem uma estrutura única independente de etnia e as diferenças raciais provêm da necessidade de adaptação às condições geográficas. c) O código genético determina as características de cada ser humano, e conhecer esse código levará os cientistas a controlarem doenças. d) As amostras para a pesquisa do Projeto Genoma Humano estão sendo colhidas em diversas partes do mundo. e) O racismo não tem fundamento científico; é um fenômeno que se forma apoiado em estruturas sociais e culturais. 16. Numere os períodos na ordem em que formem um texto coeso e coerente, e marque o item correspondente. ( ) Essa mudança é trazida pela nova Medida Provisória (MP) do Cadastro Informativo de Créditos não Quitados (Cadin)

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Língua Portuguesa ( ) Esse esforço se traduz na modificação de um dispositivo legal que torna mais atraente às empresas a desistência de algumas ações judiciais que são, na verdade, casos considerados perdidos. ( ) O que a Fazenda Nacional quer com essa nova redação é transformar em caixa os valores depositados em juízo pelas empresas nas batalhas judiciais que já tiveram decisão desfavorável ao contribuinte em julgamento no Supremo Tribunal Federal. ( ) De acordo com a nova redação do artigo 32 dessa Medida Provisória, a Fazenda Nacional abre mão de seus honorários (10% a 15% sobre os valores envolvidos nas ações perdidas) caso as empresas desistam de algumas brigas tributárias contra a União. ( ) A Fazenda Nacional está investindo em mais uma arma para reduzir o volume de ações tributárias na Justiça. (Gazeta Mercantil – 17.7.97. com adaptações) a) b) c) d) e)

5, 3, 1, 2, 4 2, 4, 3, 1, 5 5, 2, 3, 1, 4 3, 2, 5, 4, 1 4, 1, 5, 3, 2

17. Indique a ordem em que as questões devem se organizar no texto, de modo a preservar-lhe a coesão e coerência (Baseado no texto de José Onofre). 1. O País não é um velho senhor desencantado com a vida que trata de acomodar-se. 2. O Brasil tem memória curta. 3. É mais como um desses milhões de jovens mal nascidos cujo único dote é um ego dominante e predador, que o impele para a frente e para cima, impedindo que a miséria onde nasceu e cresceu lhe sirva de freio. 4. “Não lembro”, responde, “faz muito tempo”. 5. Lembra o personagem de Humphrey Bogart em Casablanca, quando lhe perguntaram o que fizera na noite anterior. 6. Mas esta memória curta, de que políticos e jornalistas reclamam tanto, não é, como no caso de Bogart, uma tentativa de esquecer os lances mais penosos de seu passado, um conjunto de desilusões e perdas que leva ao cinismo e à indiferença. a) c) e)

1, 2, 6, 5, 4, 3. 2, 6, 1, 3, 5, 4. 2, 5, 4, 1, 6, 3.

b) 2, 5, 4, 6, 3, 1. d) 1, 5, 4, 6, 3, 2.

4.2 Conexões Os conectivos também são elementos de coesão. Uma leitura eficiente do texto pressupõe, entre outros cuidados, o de depreender as conexões estabelecidas pelos conectivos. Principais Conectivos Conjunções Coordenativas

Conjunções Subordinativas Adverbiais (também locuções conjuntivas, preposições e locuções prepositivas)

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Língua Portuguesa Pronomes Relativos

18. A alternativa que substitui, correta e respectivamente, as conjunções ou locuções grifadas nos períodos abaixo é: I. Visto que pretende deixar-nos, preparamos uma festa de despedida. II. Terá sucesso, contanto que tenha amigos influentes. III. Casaram-se e viveram felizes, tudo como estava escrito nas estrelas. IV. Foi transferido, portanto não nos veremos com muita frequência. a) porque, mesmo que, segundo, ainda que. b) como, desde que, conforme, logo. c) quando, caso, segundo, tão logo. d) salvo se, a menos que, conforme, pois. e) pois, mesmo que, segundo, entretanto. 19. Assinale a alternativa em que o pronome relativo “onde” obedece aos princípios da língua culta escrita. a) Os fonemas de uma língua costumam ser representados por uma série de sinais gráficos denominados letras, onde o conjunto delas forma a palavra. b) Todos ficam aflitos no momento da apuração, onde será conhecida a escola campeã. c) Foi discutida a pequena carga horária de aulas de Cálculo e Física, onde todos concordaram e desejam mais aulas. d) Não se pode ferir um direito constitucional onde visa a garantir a educação pública e gratuita para todos. e) Não se descobriu o esconderijo onde os sequestradores o deixaram durante esses meses todos. 20. Nos períodos abaixo, as orações sublinhadas estabelecem relações sintáticas e de sentido com outras orações. I. Eles compunham uma grande coleção, que foi se dispersando à medida que seus filhos se casavam, levando cada qual um lote de herança. (PROPORCIONALIDADE) II. Mal se sentou na cadeira presidencial, Itamar Franco passou a ver conspirações. (MODO) III. Nunca foi professor da UnB, mas por ela se aposentou. (CONTRARIEDADE)

IV.

Mesmo que tenham sido só esses dois, (...) já não se configuraria a roubalheira (...)? (CONCESSÃO)

A classificação dessas relações está correta somente nos períodos a) I, II e III. d) II, III e IV. b) II e IV. e) I, III e IV. c) I e III. 21. Os princípios da coerência e da coesão não foram violados em: a) O Santos foi o time que fez a melhor campanha do campeonato. Teria, no entanto, que ser o campeão este ano. b) Apesar da Sabesp estar tratando a água da Represa de Guarapiranga, portanto o gosto da água nas regiões sul e oeste da cidade melhorou. c) Mesmo que os deputados que deponham na CPI e ajudem a elucidar os episódios obscuros do caso dos precatórios, a confiança na instituição não foi abalada. d) O ministro reafirmou que é preciso manter a todo custo o plano de estabilização econômica, sob pena de termos a volta da inflação. e) Antes de fazer ilações irresponsáveis acerca das medidas econômicas, deve-se procurar conhecer as razões que, por isso as motivaram. As questões 22 e 23 referem-se ao texto que segue. Imposto A insistência das secretarias estaduais de Fazenda em cobrar 25% de ICMS dos provedores de acesso à Internet deve acabar na Justiça. A paz atual entre os dois lados é apenas para celebrar o fim do ano. Os provedores argumentam que não têm de pagar o imposto porque não são, por lei, considerados empresas de telecomunicação, mas apenas prestadores de serviços. Com o caixa quebrado, os Estados permanecem irredutíveis. O Ministério da Ciência e Tecnologia alertou formalmente ao ministro da Fazenda, Pedro Malan, que a imposição da cobrança será repassada para o consumidor e pode prejudicar o avanço da Internet no Brasil. Hoje, pagamse em média 40 reais para se ligar à rede. (Veja – 8/1/97, p. 17)

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Língua Portuguesa 22. Infere-se do texto que a) as empresas caracterizadas como prestadoras de serviço estão isentas do ICMS. b) todas as pessoas que desejam ligar-se à Internet devem pagar 40 reais de ICMS. c) os provedores de acesso à Internet estão processando os consumidores que não pagam o ICMS. d) os Estados precisam cobrar mais impostos dos provedores para não serem punidos pelo Ministério da Ciência e Tecnologia. e) o desenvolvimento da Internet no Brasil está sendo prejudicado pela cobrança do ICMS. 23. a) b) c)

A conjunção mas no texto estabelece uma relação de tempo. d) causa. adição. e) oposição. consequência.

24. Assinale a única conjunção incorreta para completar a lacuna do texto. A partir do ofício enviado pelo fisco, começou-se a levantar informações sobre a sonegação de imposto de renda no mundo do esporte no Brasil. “O futebol já é o quarto maior mercado de capitais do mundo”, diz Ives Gandra Martins, advogado tributarista e conselheiro do São Paulo Futebol Clube, ______________ só agora a Receita começa a prestar atenção nos jogadores. Em outros países não é assim. Nos Estados Unidos, ano passado, a contribuição fiscal do astro do basquete Michael Jordan chegou a 20,8 milhões de dólares. (Exame – 27 de agosto de 1997)

a) b) c) d) e)

todavia. conquanto. entretanto. não obstante. no entanto.

IV. Semântica 1. SIGNIFICAÇÃO DAS PALAVRAS Sinônimos: São palavras que possuem significados iguais ou semelhantes. Exemplo: O faturista retificou o erro da nota fiscal. O faturista corrigiu o erro da nota fiscal. A criança ficou contente com o presente. Eles ficaram alegres com a notícia. Eufemismo: Alguns sinônimos são também utilizados para minimizar o impacto, normalmente negativo, de algumas palavras (figura de linguagem conhecida como eufemismo). Exemplos: gordo - obeso morrer - falecer Sinônimos Perfeitos e Imperfeitos: Os sinônimos podem ser perfeitos ou imperfeitos. Sinônimos Perfeitos - se o significado é idêntico. Exemplos: avaro – avarento; léxico – vocabulário; falecer – morrer; escarradeira – cuspideira; língua – idioma.

Sinônimos Imperfeitos - Se os significados são próximos, porém não idênticos. Exemplos: córrego – riacho belo – formoso Antônimos: São palavras que apresentam significados opostos, contrários. Exemplo: Precisamos colocar ordem nessa baderna, pois já está virando anarquia. Cinco jurados condenaram e apenas dois absolveram o réu. Homônimos: São palavras que apresentam a mesma pronúncia ou grafia, mas significados diferentes. Exemplo: Eles foram caçar, mas ainda não retornaram. (caçar – prender, matar) Vão cassar o mandato daquele deputado. (cassar – ato ou efeito de anular) Os homônimos podem ser: Homônimos homógrafos; Homônimos homófonos; Homônimos perfeitos. Homônimos homógrafos: São palavras iguais na grafia e diferentes na pronúncia. Exemplos: Almoço (ô) – substantivo Almoço (ó) – verbo Jogo (ô) – substantivo Jogo (ó) – verbo Para – preposição Pára – verbo Homônimos homófonos: São palavras que possuem o mesmo som e grafia diferente. Exemplos: Cela – quarto de prisão Sela – arreio Coser – costurar Cozer – cozinhar Concerto – espetáculo musical Conserto – ato ou efeito de consertar Homônimos perfeitos: São palavras que possuem a mesma pronúncia e mesma grafia. Exemplos: Cedo – verbo Cedo – advérbio de tempo Sela – verbo selar Sela – arreio Leve – verbo levar Leve – pouco peso Parônimos: São palavras que possuem significados diferentes e apresentam pronúncia e escrita parecidas. Exemplos: Emergir – vir à tona Imergir – afundar Infringir – desobedecer Infligir – aplicar Relação de alguns homônimos Acender – pôr fogo Ascender – subir

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Língua Portuguesa Acento – sinal gráfico Assento – tampo de cadeira, banco Aço – metal Asso – verbo (1ª pessoa do singular, presente do indicativo) Banco – assento com encosto Banco – estabelecimento que realiza transações financeiras. Cerrar – fechar Serrar – cortar Cessão – ato de ceder Sessão – reunião Secção/seção – divisão, repartição Cesto - cesta pequena Sexto – numeral ordinal Cheque – ordem de pagamento Xeque – lance no jogo de xadrez Xeque – entre os árabes, chefe de tribo ou soberano Concerto – sessão musical Conserto – reparo, ato ou efeito de consertar Coser – costurar Cozer – cozinhar Expiar – sofrer, padecer Espiar – espionar, observar Estático – imóvel Extático – posto em êxtase, enlevado Estrato – tipo de nuvem Extrato – trecho, fragmento, resumo Incerto – indeterminado, impreciso Inserto – introduzido, inserido Chácara – pequena propriedade campestre Xácara – narrativa popular Relação de parônimos Absolver – perdoar Absorver – sorver Acostumar – habituar-se Costumar – ter por costume Acurado – feito com cuidado Apurado – refinado Afear – tornar feio Afiar – amolar Amoral – indiferente à moral Imoral – contra a moral, devasso Cavaleiro – que anda a cavalo Cavalheiro – homem educado Comprimento – extensão Cumprimento – saudação Deferir – atender Diferir – adiar, retardar Delatar – denunciar Dilatar – estender, ampliar Eminente – alto, elevado, excelente Iminente – que ameaça acontecer Emergir – sair de onde estava mergulhado Imergir – mergulhar Emigrar – deixar um país Imigrar – entrar num país Estádio – praça de esporte Estágio – aprendizado Flagrante – evidente Fragrante – perfumado Fluir – proceder, escorrer

Fruir - aproveitar Incidente – circunstância acidental Acidente – desastre Inflação – aumento geral de preços, perda do poder aquisitivo Infração – violação Intercessão – intervenção Interseção ou Intersecção – corte, cruzamento Mal – opõe-se a bem. É também sinônimo de doença. Mau – opõe-se a bom. Nenhum – antônimo de algum. Nem um – nem um sequer, nem um único. Ótico – relativo ao ouvido Óptico – relativo à visão Peão – homem que anda a pé Pião – brinquedo Plaga – região, país Praga – maldição Precedente – anterior, antecedente Procedente – originárrio Preeminente – superior Proeminente – que sobra Prescrição – ordem, vencimento do prazo Proscrição - banimento Pleito – disputa eleitoral Preito – homenagem Ratificar – confirmar Retificar – corrigir Sanção – aprovação Sansão – herói bíblico Soar – fazer-se ouvir Suar – transpirar Sob – debaixo de Sobre – em cima de, a respeito de Trás – atrás Traz – flexão do verbo trazer Vultoso – volumoso Vultuoso – com a face congestionada SAIBA MAIS Existem também expressões que apresentam semelhanças entre si, e têm significação diferente. Tal semelhança pode levar os usuários da língua a usar uma expressão em vez de outra. Ao invés de: ao contrário de: O preço subiu, ao invés de cair. Em vez de: em lugar de. Se estiver em dúvida, prefira em vez de, que serve para os dois casos. Foi ao cinema em vez de ficar em casa. A par: ciente: Estou a par do assunto. Ao par: de acordo com a convenção legal, sem ágio, sem abatimentos (câmbio, ações, títulos, etc.): O real está ao par do dólar. À-toa (adjetivo): ordinário, imprestável. Vida à-toa. À toa (advérbio): sem rumo. Andar à toa. Onde: empregado em situações estáticas (com verbos que não dão ideia de movimento): Onde moras? Aonde: empregado em situações dinâmicas (com verbos de movimento). Equivale a “para onde”: Aonde vais?

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Língua Portuguesa Afim de: semelhante, da mesma natureza: O espanhol é afim do português. A fim de: para, finalidade: Estude a fim de ser aprovado. Polissemia: É o fato de uma palavra pode assumir mais de uma significação. Exemplo: Estou com uma dor terrível na minha cabeça. (parte do corpo) Ele é o cabeça do projeto. (chefe)

29. Preencha as lacunas com a forma adequada das palavras indicadas. 1. a) Era considerado____________ em selos brasileiros. b) Era_______________ o bastante para escapar. (experto – esperto) 2. a) b)

Graves razões fizeram-me contratar esse advogado. (importante) O piloto sofreu um grave acidente (trágico)

3. a) b)

Ele comprou uma nova linha telefônica. (contato ou conexão telefônica) Nós conseguimos traçar a linha corretamente. (traço contínuo duma só dimensão)

4. a) b)

EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO 25. Na frase “O carreto que contratei para transportar minhas coisas...” a palavra coisas pode ser substituída por que palavra mais específica? _______________ 26. “A mesa é velha, me acompanha desde menino: destas antigas, com uma gradinha de madeira em volta...” Qual a diferença de significado entre velha e antiga?

5. a) b) 6. a) b) 7. a) b)

_______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ 27. “...no cumprimento da humilde profissão. . .” A palavra destacada tem um parônimo, a palavra comprimento. Preencha as lacunas das frases a seguir com uma das palavras colocadas entre parênteses. a) Algumas lembranças do cronista ____________ de seu passado. (emergiram - imergiram) b) Algumas coisas passaram ______________ ao cronista. (despercebidas - desapercebidas) c) A mudança partiu ______________ chegar. (em vez de – ao invés de) 28. Algumas palavras podem ser escritas com s ou z, possuindo significados diferentes. Complete as lacunas com a forma adequada das palavras indicadas. 1. a) Maria pretendia _____________ todo o milho de uma vez. b) Deveria _______________ toda a roupa antes de viajar. (coser – cozer) 2. a) b)

O cão comeu o____________da porta. O carpinteiro pretendia ______________ a porta. (alisar – alizar)

8. a) b) 9. a) b)

Todos devemos _______________ nossas culpas. Não devemos ______________ pelas fechaduras. (espiar – expiar) O Brasil ainda depende de auxílio __________. A radiografia mostrava o _______________. (esterno – externo) O___________ foi servido às cinco. O ________ da Pérsia viveu em Paris. (chá – xá) O ___________ foi devolvido pelo banco. O ___________ árabe comprou o hotel. (cheque – xeque) O povo reclamava das altas _________ impostas. As ______________ perfuram o pneu do caminhão. (tacha – taxa) Convinha______________ as mercadorias de imediato, antes de abrirmos a loja. Devemos ______________ os produtos para que cheguem a tempo. (apreçar – apressar) Quem tem bom __________ não casa. O último __________ mostrou que somos cento e quarenta e cinco milhões. (censo – senso) Devemos ___________ o cereal antes das chuvas. Quis ____________ o animal durante a luta. (segar – cegar)

10. a) Puxou o fio de alta _________ sem sofrer danos. b) Tinha a ___________ de levá-Io à festa. (tensão – tenção) 11. a) O monge vivia em sua _______________ b) O cavalo sentia o espinho embaixo da __________. (sela – cela) 12. a) O___________ do carro demorou duas horas. b) O___________ da Orquestra Sinfônica não agradou ao público. (conserto – concerto) 13. a) Não havia __________ suficientes no teatro. b) Os __________ traziam-Ihes problemas na aula. (acento – assento)

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Língua Portuguesa 14. a) Em suas provas não havia muitos ____________. b) Não foram ouvidos seus__________ na tribuna. (assertos – acertos) 15. a) Foi necessário ________ os títulos dos camponeses. b) Os camponeses não podiam mais _________ os animais. (caçar – cassar). 30. “... ele conheceu que Santina não era moça.” Muitas vezes, para atenuar uma expressão, em lugar de dizê-la na forma afirmativa, negamos o seu contrário (não era moça = era mulher). Proceda da mesma forma nas frases a seguir, fazendo as adaptações necessárias. 1.

José era corrupto. ________________________________

2.

O político dizia mentiras. ________________________________

3.

O marido desprezava a mulher. ________________________________

4.

O operário descansou no domingo. ________________________________

5.

O acusado emudeceu diante do juiz. ________________________________

2.

ESTILÍSTICA

2.1 SIGNIFICAÇÃO LITERAL E CONTEXTUAL DOS VOCÁBULOS Como vimos, as palavras são polissêmicas e para que consigamos entender o significado assumido por elas nos textos, basta que atendemos ao contexto. Observe o exemplo: “Primeiro busquei o amor, que traz o êxtase - êxtase tão grande que sacrificaria o resto de minha vida por umas poucas horas dessa alegria.” Alegria e êxtase não são sinônimos, mas nesse contexto alegria é o êxtase trazido pelo amor, portanto são sinônimos contextuais. Além disso, as palavras podem ser usadas em sentido que não é próprio, como veremos a seguir. 2.2 A DENOTAÇÃO E A CONOTAÇÃO Os vocábulos podem ser empregados no sentido próprio (denotativo) ou no sentido figurado (conotativo). Observe os exemplos seguintes: A jovem, no leito, gemia de dor. (sentido próprio) O diretor gemeu um discurso. (sentido figurado) Denotação: É a palavra empregada em seu sentido real, próprio, dicionarizado. Conotação: Sentido subentendido, às vezes de teor subjetivo, que uma palavra ou expressão pode apresentar paralelamente ao sentido em que é empregada.

Observar, então, que algumas palavras têm cargas semânticas que sugerem muito mais do que a princípio apresentam. Metáfora: É uma comparação abreviada: Minha vida era um palco iluminado. Exercício 31: Coloque nos parênteses D ou C, indicando os sentidos Denotativo ou Conotativo: 01. 02. 03. 04. 05. 06. 07. 08. 09. 10. 11. 12. 13. 14. 15.

( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( (

) Ninguém suportava os gemidos do enfermo. ) O cachorro mordeu a menina. ) Assisti ao desfile das escolas de samba. ) Suas palavras soavam gemidas. ) Ele me mordeu em dez reais. ) As estrelas desfilavam no céu. ) Ele nadava em dinheiro. ) Seu coração parecia de pedra. ) Em 1888, libertaram-se os escravos. ) O atleta quebrou a perna. ) As águas dos rios estavam poluídas. ) O burro é um animal de grande utilidade no interior. ) O rapaz era chamado de burro pelos amigos. ) O jovem quebrou o silêncio. ) Os cometas são astros luminosos. CUIDADOS QUE DEVEM SER TOMADOS COM DETERMINADOS VOCÁBULOS E EXPRESSÕES

No que diz respeito ao aspecto semântico, algumas observações devem ser levadas em consideração. Substantivo: a) Nem sempre aumentativos e diminutivos nos dão ideia de tamanho. Podem exprimir carinho, ternura, afetividade, desprezo, depreciação, intensidade. Exemplos: narigão, livreco, filhinho, amarelão, supermercado, minicalculadora. b) Outras formas aumentativas e diminutivas, com o tempo, adquiriram significados especiais, dissociados das palavras de origem. Exemplos: cartão, portão, folhinha ( calendário ), lingueta. Artigos: a) O artigo definido pode ser usado com força distributiva. Exemplo: A carne já está custando dez reais o quilo. (= cada) b) O artigo definido, anteposto a nome de pessoas, apresenta um tom de afetividade ou de familiaridade. Exemplo: Compare: Antônio faltou à reunião. / O Antônio faltou à reunião. (no segundo exemplo, o sujeito goza de certa intimidade junto ao emissor) c) Há profunda modificação de sentido na frase quando a artigo definido antecede a palavra “todo”. Exemplo: Compare: Todo prédio deve ser vistoriado. (todos, em geral) Todo o prédio deve ser vistoriado. (um prédio específico) d) Há modificação significativa quando o artigo definido vem anteposto a um pronome substantivo possessivo. Exemplo: Compare: Este é meu livro. (ideia de posse)

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Língua Portuguesa Este é o meu livro. (ideia de distinção de outros de mesma espécie. Dentre outros, este é o meu.) e) Os artigos indefinidos “uns”, “umas” antepostos a numerais indicam aproximação numérica. Exemplo: Ela devia ter uns vinte anos. f) Os artigos indefinidos antes de nomes próprios indicam semelhança, elemento pertencente a determinada família; podem, ainda, designar obras de um artista. Exemplos: Provou ser um Judas. ( = traidor ) Ele era um verdadeiro Silva. Trata-se de um Picasso. Adjetivos: a) Algumas formas aumentativas e diminutivas equivalem a superlativos. Exemplos: Menina branquinha = muito branca. Doce gostosão = gostosíssimo. b) Outras formas de obtenção de superlativos de um modo não convencional: - O café é extrafino. (através da prefixação) - As pernas da menina eram brancas, brancas. (através da repetição do adjetivo) - Ele é forte como um touro. (através de uma comparação) - O dono da escola é podre de rico. (através de uma expressão idiomática) - Ele não é apenas uma cantora, é a cantora. (através da repetição do artigo e do substantivo, dandose ênfase ao artigo) Pronomes: Os pronomes possessivos podem indicar afetividade, carinho. Compare: Esta é a minha casa. (posse) Minha filha, disse o professor, você melhora a cada dia. (afetividade) Podem, ainda, indicar aproximação numérica. Exemplo: Ele deve ter seus dezoito anos. Numerais: Indicam também superlativação: Exemplo: Já assisti a este filme mais de mil vezes. Conjunções e Locuções Conjuntivas: Deve-se estudar a equivalência que há entre elas. Exemplos: Quebrei a cabeça, porque fui imprudente. Como fui imprudente, quebrei a cabeça. (Causa) Irei ao cinema se você pagar o ingresso. Irei ao cinema caso você pague o ingresso. (Condição) Fui à praia embora chovesse. Fui à praia apesar de chover. (Concessão) Preposições: Deve-se estudar o valor semântico que uma preposição apresenta. Exemplos: Ele foi a São Paulo. (destino, direção) Ele veio de São Paulo. (procedência) Ele saiu a seu pai. (semelhança)

Este é um anel de ouro. (matéria) Fui ao cinema com ela. (companhia) Fiz o trabalho a caneta. (instrumento) Voltaremos a qualquer momento. (tempo) Ele morria de fome. (causa) Compras só em dinheiro. (condição) Exercício 32: Estabeleça a diferença de sentido, existente entre os pares abaixo: 1. Todo morro merece atenção governamental. Todo o morro merece atenção governamental. 2. João é um bom rapaz. O João é um bom rapaz. 3. Esta é minha caneta. Esta é a minha caneta. 4. Estes livros são seus. Ele deve ter seus quinze anos. 5. Meu filho é estudioso. Meu filho, seus pais não aprovariam o que você fez. 6. Simples exemplo. exemplo simples. 7. Único trabalho. Trabalho único. 8. Pobre mulher. Mulher pobre. Exercício 33: O que indicam as frases seguintes? 01. Ele está superalimentado. 02. A pobre mulher era gorda, gorda. 03. Isto é claro como a água. 04. Ela é uma pianista de mão cheia. 05. Pelé não foi apenas um jogador de futebol, foi o jogador. V. Paráfrase O texto é reescrito de formas diversas, mantendo o sentido. 34. Assinale a opção que mantém o mesmo sentido do trecho sublinhado a seguir: Uma das grandes dificuldades operacionais encontradas em planos de estabilização é o conflito entre perdedores e ganhadores. Às vezes reais, outras fictícios, estes conflitos geram confrontos e polêmicas que, com freqüência, podem pressionar os formuladores da política de estabilização a tomar decisões erradas e, com isto, comprometer o sucesso das estratégias antiinflacionárias. (Folha de S.Paulo, 7/5/94)

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Língua Portuguesa a)

b)

c)

d)

e)

Estes conflitos, reais ou fictícios, geram confrontos e polêmicas que, frequentemente, podem pressionar os formuladores da política de estabilização a tomar decisões erradas, sem, com isso, comprometer o sucesso das estratégias antiinflacionárias. O sucesso das estratégias antiinflacionárias pode ficar comprometido se, pressionados por conflitos, reais ou fictícios, os formuladores da política de estabilização tomarem decisões erradas. Os conflitos, às vezes reais, outras fictícios, que podem pressionar os formuladores da política de estabilização a confrontos e polêmicas, comprometem o sucesso das antiinflacionárias. O sucesso das estratégias antiinflacionárias pode ficar comprometido se os formuladores da política de estabilização, pressionados por confrontos e polêmicas decorrentes de conflitos, tomarem decisões erradas. Os formuladores da política de estabilização podem tomar decisões erradas se os conflitos, gerados por confrontos e polêmicas os pressionarem; o sucesso das estratégias antiinflacionárias fica, com isto comprometido.

35. Marque a opção que não constitui paráfrase do segmento abaixo: “O abolicionismo, que logrou pôr fim à escravidão nas Antilhas Britânicas, teve peso ponderável na política antinegreira dos governos britânicos durante a primeira metade do século passado. Mas tiveram peso também os interesses capitalistas, comerciais e industriais, que desejavam expandir o mercado ultramarino, de produtos industriais e viam na inevitável miséria do trabalhador escravo um obstáculo para este desiderato.” (P. Singer, A formação da classe operária, São Paulo, Atual, 1988, p.44)

a)

b)

c)

d)

e)

Na primeira metade do século passado, a despeito da forte pressão do mercado ultramarino em criar consumidores potenciais para seus produtos industriais, foi o movimento abolicionista o motor que pôs cobro à miséria do trabalhador escravo. A política antinegreira da Grã-Bretanha na primeira metade do século passado foi fortemente influenciada não só pelo ideário abolicionista como também pela pressão das necessidades comerciais e industriais emergentes. Os interesses capitalistas que buscavam ampliar o mercado para seus produtos industriais tiveram peso considerável na formulação da política antinegreira inglesa, mas teve-o também a consciência liberal antiescravista. Teve peso considerável na política antinegreira britânica, o abolicionismo. Mas as forças de mercado tiveram também peso, pois precisavam dispor de consumidores para seus produtos. Ocorreu uma combinação de idealismo e interesses materiais, na primeira metade do século XIX, na formulação da política britânica de oposição à escravidão negreira.

36. A linguagem do texto é predominantemente denotativa, empregando-se as palavras em sentido próprio, na alternativa: a) Editores, escritores, professores e alunos têm opiniões divididas. A maioria, no entanto, concorda: o acordo é inoportuno e, não raro, contraditório. b) O brasileiro gosta muito de ignorar as próprias virtudes e exaltar as próprias deficiências, numa inversão do chamado ufanismo. Sim, amigos, somos uns Narcisos às avessas, que cospem na própria imagem. c) Poluído por denúncias de corrupção, (...) Luiz Antonio de Medeiros é considerado fósforo riscado. d) Incumbidos de animar a explosão hormonal da juventude uberabense, Zezé Di Camargo e Luciano levaram 30 mil reais por sua apresentação. e) Levou o nome de “fúria legiferante” o período entre 1964 e 1967, que cimentou com profusão de leis o edifício institucional da nova ordem econômica. Leia o texto para responder às questões 37 e 38. 1 Não faz muito tempo assim, um deputado-cartola disse para quem quisesse ouvir que quando vendeu um craque para o La Coruña, da Espanha, ele teve um trabalhão para depositar numa conta na Suíça parte do dinheiro devido ao jogador, 5 como havia sido combinado. Comunicou o fato a telespectadores de uma mesa-redonda com a mesma tranqüilidade com que sonegou a informação à Receita. Quem tem dinheiro, poder, notoriedade ou um bom advogado não costuma passar por grandes apertos. No retrato da nossa pátria-mãe tão 10 distraída, jogadores de futebol são os adventícios que chegam aos andares de cima da torre social, como recompensa por um talento excepcional, o que convenhamos, é mérito raro. Mas isso não lhes confere isenções fiscais. Se o Leão ficar arisco para repentinos sinais exteriores de 15 riqueza, vai empanturrar-se de banquetes fora dos gramados. (Flávio Pinheiro, VEJA, 27 de agosto de 1997, com adaptações)

37. a) b) c)

d) e)

Assinale o item incorreto em relação ao texto. O pronome “ele” (l.3) refere-se a “deputado-cartola” (l.1). O substantivo “jogador” (l.4) se refere a “um craque” (l.2). O agente dos verbos “Comunicou” (l.5) e “sonegou” (l.7) é o mesmo dos verbos “disse” (l.1), “vendeu” (l.2) e “teve” (l.3). As palavras “trabalhão” (l.3) e “apertos” (l.9) contribuem para conferir informalidade ao texto. A expressão “devido ao” (l.4) indica relação sintática de causa.

38. Assinale o item incorreto em relação ao texto. a) A expressão “andares de cima da torre social” (l.11) está sendo utilizada em sentido figurado ou metafórico. b) Uma paráfrase correta para o último período do texto seria: “Se a Receita Federal fiscalizar rigorosamente aqueles que mostram sinais de enriquecimento súbito, vai aumentar sua arrecadação em outras áreas que não apenas o futebol”.

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Língua Portuguesa c)

A palavra “adventícios” (l.10) significa, no texto, “perseverantes, obstinados, místicos.” O uso do “se” em “Se o Leão ficar arisco” (l.14) estabelece uma relação sintática de condição. O uso do “se” em “empanturrar-se” (l.15) tem função reflexiva.

d) e)

VI.

Erros Clássicos de Interpretação de Textos

1.

Extrapolação: Ir além dos limites do texto. Acrescentar elementos desnecessários à compreensão do texto. Redução: Ater-se apenas a uma parte do texto, quebrar o conjunto, isolar o texto do contexto. Contradição: Chegar a uma conclusão contrária à do texto, invertendo seu sentido.

2. 3.

39. Leia o poema: Já sobre a fronte vã se me acinzenta O cabelo do jovem que perdi. Meus olhos brilham menos. Já não tem jus a beijos minha boca. Se me ainda amas por amor, não ames: Trairias-me comigo. (Ricardo Reis/Fernando Pessoa)

A ideia principal que o texto nos mostra é: a) um amante que encontra uma antiga paixão, dos seus tempos de mocidade. b) um amante que fica lembrando as emoções no papel e confessa que nunca a esqueceu. c) um amante que já está com os cabelos grisalhos em sua fronte. d) um amante pedindo que o amor continue, como antes, senão ele vai ser traído. e) a autodescrição do amante, revelando o seu envelhecimento e sua perda de vitalidade. VII. Questões de Provas Anteriores Texto para responder às questões 40 a 49. Como a Internet está transformando (de verdade) a vida nas empresas Sim, caro leitor, vamos falar aqui sobre a Internet. Não a Internet dos modelos de negócios delirantes das ponto-com. Não da promessa de dinheiro fácil e rápido, vindo da especulação com ações de companhias sem vendas, sem lucro, sem clientes. Vamos falar da Internet que vem, de verdade, ajudando a revolucionar os negócios, a aumentar os lucros, baixar os custos, incrementar a produtividade, acelerar o desenvolvimento de novos produtos, encantar o cliente – inovar radicalmente. É verdade que, hoje, poucas pessoas se atrevem a acrescentar a letra “e” (de eletrônico) antes de qualquer novo negócio. É como se ela tivesse se transformado numa espécie de estigma, a negação de tudo, inclusive de todos os inegáveis benefícios que a era digital pode nos trazer. A história recente da Internet ficou marcada por uma certa ciclotimia. Primeiro, veio a euforia, alimentada pelo espetacular ganho de 86% nas ações cotadas na Nasdaq em 1999. Depois, a depressão. Em 2000, o índice registrou queda de 39%. Neste ano, já acumula menos 12%.

Mas cuidado. Essa fase de ressaca pode ser justamente a mais perigosa, porque, em meio a eufóricos e deprimidos, há um terceiro grupo. Seus integrantes não ignoram as mudanças que a tecnologia da informação pode ajudar a acelerar. Nem acreditaram nas promessas mirabolantes de dinheiro abundante, rápido e fácil. São essas empresas, espécies de camaleões corporativos, que estão se preparando para deixar a concorrência comendo poeira num futuro bem próximo. Uma das poucas certezas em torno da Grande Rede – talvez a única – é que ela veio para ficar, e um dos seus principais efeitos é a revolução que está promovendo nas empresas. Apesar do fim da especulação com ações de fumaça e dos jovens desiludidos com promessas frustradas, elas continuam a investir em processos como o comércio eletrônico, a gestão do conhecimento e o estreitamento das relações com seus fornecedores e clientes. Algumas delas – poucas, na verdade – já conseguiram usar a Internet como uma potente ferramenta de reconstrução de seus negócios. (InfoExame online, junho-2001)

40. A proposta do texto é discutir a Internet do ponto de vista a) dos grandes prejuízos que causou a todos os grandes investidores. b) do grande faturamento que têm todas as empresas que a utilizam. c) do desencanto de jovens desiludidos com promessas frustradas. d) das inovações que vêm revolucionando muitas empresas. e) Da sua influência na bolsa Nasdaq, com queda de 39%. 41. Assinale a alternativa em que a frase, no contexto, está associada à ideia contida no verbo transformando, que aparece no título. a) ... jovens desiludidos com promessas frustradas ... b) Essa fase de ressaca pode ser justamente a mais perigosa, ... c) ... ajudando a revolucionar os negócios, ... d) ... vamos falar aqui sobre a Internet. e) Depois, a depressão. 42. De acordo com o texto, é correto afirmar que a) muitas empresas consideram os prós e contras para poderem tirar maior proveito da Internet. b) todas as empresas se recusam a utilizar a Internet atualmente. c) os investidores eufóricos sempre têm prejuízos com a Internet. d) todos os investidores aceitam, sem nenhuma restrição, a Internet. e) as empresas não querem investir porque fracassam com promessas frustradas na Internet. 43. A ideia de que a Internet é capaz de proporcionar muitas vantagens ao homem moderno está contida no seguinte trecho de texto: a) Essa fase de ressaca pode ser justamente a mais perigosa.

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Língua Portuguesa b) c) d) e)

É como se ela tivesse se transformado numa espécie de estigma. ... vindo da especulação de companhias sem vendas, sem lucro, sem clientes. ... inclusive de todos os inegáveis benefícios que a era digital pode nos trazer. Uma das poucas certezas em torno da Grande Rede – talvez a única – é que ela veio para ficar.

44. As expressões de verdade e talvez a única, destacadas no texto, exprimem, respectivamente, ideias de a) exagero – condição. b) possibilidade – dúvida. c) exagero – afirmação. d) dúvida – certeza. e) afirmação – dúvida. 45. Os altos e baixos dos negócios na Internet influenciaram as empresas, fazendo com que, atualmente, elas a) optem por pequenos investimentos apenas. b) tenham cautela para investimentos na Internet. c) não desenvolvam atividades via Internet. d) façam, com euforia, apenas grandes investimentos. e) sintam-se mais atraídas pelos negócios via Rede. 46. No trecho – a negação de tudo, inclusive de todos os inegáveis benefícios que a era digital pode nos trazer –, a palavra destacada pode ser substituída por a) exceto. b) pelo menos. c) somente. d) até mesmo. e) menos. 47. Em – vindo da especulação com ações de companhias sem vendas, sem lucro, sem clientes –, a ideia expressa pelas preposições destacadas é de a) lugar. b) modo. c) ausência. d) tempo. e) causa. 48. No trecho – Essa fase pode ser justamente a mais perigosa, porque, em meio a eufóricos e deprimidos, há um terceiro grupo –, a conjunção destacada pode ser substituída por a) já que. b) porém. c) por isso. d) portanto. e) à medida que. 49. Assinale a alternativa em que a expressão em destaque está empregada em sentido conotativo. a) ... vamos falar aqui sobre a Internet. b) ... ajudando a revolucionar os negócios, ... c) Em 2000, o índice registrou queda de 39%. d) ... para deixar a concorrência comendo poeira ... e) Neste ano, já acumula menos 12%.

Leia o texto abaixo para responder às questões 50 a 59. A invasão dos bárbaros Nos países desenvolvidos, há uma neurose nova: a invasão dos bárbaros. Não é mais aquele temor que no passado acometia as cidades-Estado, a confrontação dos impérios com as hordas desconhecidas que avançam para o saque e a destruição. Não são os hunos, nem os turcos, nem os mongóis: são os emigrantes fugitivos da miséria, desejosos de melhor futuro, que se esgueiram pelos aeroportos, se escondem nas estradas, atravessam, sorrateiros, rios e cercas de arame farpado, enfrentam policiais, leis de restrição à imigração (...). A Europa está ferida por essa face das migrações humanas. Nos Estados Unidos, a sociedade fracionada, de tantos grupos e etnias, recusa-se a aceitá-los, repelindo suas culturas e suas crenças. Nessa paisagem humana, o exemplo da América Latina é diferente. Nossas raízes ibéricas trouxeram a capacidade de promover a miscigenação cultural (...). Quando ocorreu o encontro entre as civilizações pré-colombianas e pré-cabralinas, os colonizadores foram capazes de superar a tragédia do enfrentamento e de começar um processo de assimilação e mestiçagem que construiu a sociedade racial que temos, com valores próprios, expressão da nova identidade. Com eles resistimos à uniformização da globalização (...). A globalização econômica é incomparável com a globalização das raças. Aquela quer um mundo de ricos e faz com que os outros se afastem e fiquem presos à miséria, ao desemprego e à fome. O Brasil, particularmente, já venceu o gargalo da segregação racial. Temos uma sociedade democrática, fora das superioridades (?) étnicas. Nossas discriminações são outras: a maior de todas é a da concentração de renda, que gera problemas sociais. Esses, sim, nos separam, o que é uma coisa bárbara, mas sem a fobia de bárbaros. (Folha de S.Paulo, 15.06.01)

50. Segundo o texto, a) em muitos países desenvolvidos, há a propagação da doença nervosa, gerada pela globalização. b) os bárbaros voltaram a invadir os países desenvolvidos para defender os fugitivos da miséria. c) somente nos países desenvolvidos, as migrações humanas causaram a segregação racial. d) grupos marginalizados em seus países se estabelecem em outros para ter uma vida digna. e) a invasão dos bárbaros promoveu e continua a promover união entre espanhóis e portugueses. 51. De acordo com o texto, a globalização econômica a) congrega pessoas independentemente de origem e raça. b) neutraliza, de forma irreversível, as diferenças raciais. c) ressalta a fobia dos países ricos em relação aos países pobres. d) manipula dados em favor dos ricos. e) acentua a distância entre as classes sociais. 52. a) b) c)

Segundo o texto, as migrações promovem a miscigenação cultural entre os ricos. prejudicam a Europa porque causam o desemprego. representam a busca de um futuro promissor.

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Língua Portuguesa d) e)

apontam trajetórias marcadas por lutas vitoriosas. geram identificação estreita com a pátria escolhida.

53. É correto afirmar que, na América Latina, a) as raízes comuns dos povos levaram a uma fusão de culturas. b) a rejeição aos imigrantes tem sido uma constante ao longo de sua história. c) a população vivem em grupos fechados, sem comunicação entre eles. d) a convivência entre pessoas de origens diversas nunca foi tranquila. e) um nacionalismo arraigado impede a circulação dos bens culturais. 54. Os latino-americanos resistem à uniformidade da globalização por causa a) das características dos povos pré-colombianos. b) da capacidade de assimilação das diferenças raciais. c) da busca incessante de uma identidade cultural. d) do espírito de aventura dos colonizadores. e) das políticas nacionalistas dos governos. 55. Em relação às emigrações, o Brasil a) apresenta um comportamento hostil para os emigrantes. b) restringe o acesso às classes de baixa renda. c) abre-se, exclusivamente, às chamadas etnias superiores. d) submete-se a políticas ditadas pelos países desenvolvidos. e) supera, em função de um modelo democrático, os problemas raciais. 56. Com o adjetivo bárbara na frase – Esses, sim, nos separam, o que é uma coisa bárbara, mas sem a fobia de bárbaros. –, o autor a) reconhece que os emigrantes são perigosos. b) admite que há povos bárbaros em todas as épocas da História. c) considera uma indignação a injusta distribuição de renda. d) confessa o velado preconceito racial brasileiro. e) expressa admiração pela democracia brasileira. 57. Na frase – Quando ocorreu o encontro entre as civilizações pré-colombianas e pré-cabralinas, os colonizadores foram capazes de superar a tragédia do enfrentamento ... –, a conjunção grifada pode ser substituída, sem alteração do sentido, por a) assim que. b) contudo. c) sempre que. d) à medida que. e) antes que. 58. a) b) c) d) e)

O sinônimo de sorrateiros, em destaque no texto, é rápidos. medrosos. agitados. espertos. deprimidos.

59. Assinale a alternativa em que a expressão grifada está empregada em sentido conotativo. a) Nos Estados Unidos, a sociedade fracionada, de grupos e etnias, recusa-se a aceitar os emigrantes. b) O Brasil, particularmente, já venceu o gargalo da segregação racial. c) Nossas raízes ibéricas trouxeram a capacidade de promover a miscigenação cultural. d) Os espanhóis e os portugueses aprenderam a conviver com a divergência. e) Nos países desenvolvidos, há uma neuroses nova: a invasão dos bárbaros. Leia o texto abaixo para responder às questões 60 a 66. Os prejuízos do Aedes Aegypti no século 19 Velho Conhecido Que as autoridades andam um pouco perdidas com o mosquito transmissor de dengue, todo mundo já sabe. Que elas tenham sido pegas de surpresa, isso é que é surpreendente. O Aedes Aegypti é um velhíssimo conhecido no Brasil: em meados do século 19, o veterano inseto causou enormes problemas ao empresário Irineu Evangelista de Souza, o Barão de Mauá, quase inviabilizando a construção da primeira companhia de gás do Rio de Janeiro. O episódio está descrito no livro Mauá, Empresário do Império, de Jorge Caldeira: “Justamente quando as obras começavam, aportou no Rio de Janeiro um navio vindo de Havana com doentes a bordo. Enquanto durava a quarentena (...), uma nova doença se alastrou pelo país: a febre amarela. Só muitos anos mais tarde se saberia que a doença era transmitida por um mosquito, o Aedes Aegypti, que se cria em águas paradas – e para o qual o pântano da usina era o paraíso. Não demorou muito e os operários começaram a morrer. Em menos de dois meses, a equipe foi devastada. Havia 11 engenheiros e técnicos ingleses nos canteiros em funções essenciais. Na primeira onda da doença, dez morreram de febre. Sobrou apenas o chefe. William Gilbert Ginty. Ele só se convenceu a ficar porque o patrão aumentou o seu salário a níveis compatíveis com o risco, pagando-se mais do que ganhavam os ministros brasileiros, donos dos maiores salários do país. Ao mesmo tempo, em cartas desesperadas para a Inglaterra, Irineu pedia a seus sócios que encontrassem substitutos para os mortos. Como a notícia da febre já havia atravessado o oceano, também esses homens lhe custaram muito caro”. (Exame, 03.2002)

60. Segundo o texto, a) o Aedes Aegypti foi descoberto pelo Barão de Mauá, que realizava grandes empreendimentos no século 19. b) muitos operários da antiga companhia de gás do Rio de Janeiro permaneceram em quarentena num navio para Havana. c) depois de muito tempo, o Aedes Aegypti foi associado aos episódios descritos, ocorridos durante a construção da primeira companhia de gás. d) a periculosidade do mosquito Aedes Aegypti tinha sido constatada à época da construção da primeira companhia de gás. e) a febre amarela se alastrou de maneira surpreendente, aniquilando todos os operários estrangeiros que trabalhavam para o Barão de Mauá.

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Língua Portuguesa 61. De acordo com o texto, é certo dizer que o mosquito a) ainda não foi estudado devidamente pelos cientistas. b) foi transportado nos navios ingleses durante o século passado. c) inviabilizou a construção da companhia de gás. d) atravessou o oceano, causando mortes na Europa. e) foi um grande obstáculo à construção da companhia. 62. No trecho – ... e para o qual o pântano da usina era o paraíso. –, a palavra em destaque se refere a) ao local onde eram sepultados os operários ingleses. b) ao hábitat ideal para a reprodução do mosquito. c) às vantagens da construção em área com custo baixo. d) ao estágio mais avançado do empreendimento do Barão. e) ao período de acontecimentos sombrios durante a obra.

67. Leão – de 20-07 a 22-08 Aquele seu primo do Imposto de Renda anda de olho em você. Da próxima vez que trouxer muamba do Paraguai, cuidado para não acabar atrás das grades, no zoológico da 5a. D.P. Desista desta vida de sacoleiro e vê se arruma um emprego decente! Você pode começar como leão-de-chácara em alguma boate e depois, quem sabe, até virar garota propaganda de Chá Mate!!!

No trecho – ... até virar garota propaganda de Chá Mate!!! – o termo em destaque enfatiza a) desconfiança. b) impaciência. c) possibilidade. d) distanciamento. e) dificuldade.

63. De acordo com o texto, o problema causado pelo mosquito nos último tempos é a) temporário b) inédito. c) recorrente. d) insolúvel. e) regional. 64. No trecho – Ele só se convenceu a ficar porque o patrão aumentou seu salário a níveis compatíveis com o risco ... – o fator determinante no aumento salarial é a) a insalubridade b) a experiência. c) o tipo de empresa. d) o desempenho. e) o nível técnico. 65. No trecho – Que elas tenham sido pegas de surpresa, isso é que é surpreendente... – o termo em destaque expressa a) indecisão. b) incerteza. c) satisfação. d) indignação. e) apatia. 66. Assinale a alternativa em que o termo em destaque introduz uma ideia de oposição. a) Muito se investiu no combate à doença, incluindo um grande contingente de agentes comunitários. b) Como as bolsas no mundo inteiro despencaram, também a brasileira teve desempenho sofrível. c) O engenheiro concordou em ficar porque lhe foi oferecido um polpudo salário durante a construção. d) Os cientistas conseguiram identificar o agente transmissor, contudo estão distantes de um tratamento eficaz. e) Fechamos um grande contrato internacional, logo teremos fluxo de caixa para pagar os salários dos engenheiros.

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Língua Portuguesa Gabarito 1. A

2. C

3. B

4. B

5. C

6. A

7. C

8. A

9. D

10. E

11. 1. o; 2. tudo; 3. meu; 4. disso; 5. estas pessoas. 12. E

13. C

14. E

15. A

16. D

17. B

18. B

19. E

20. E

21. D

22. A

23. E

24. B25. Pertences.

26. Velha representa algo que tem muitos anos e antiga refere-se a algo que adquiriu certa qualidade estética. 27. a – emergiram; b – despercebidas; c – ao invés de. 28. 1. a – cozer / b – coser. 2. a – alizar / b – alisar. 29. 1. a – experto / b – esperto. 2. a – expiar / b – espiar. 3. a – externo / b – esterno. 4. a – chá / b - xá. 5. a – cheque / b – xeque. 6. a – taxas / b –tachas. 7. a - apreçar / b – apressar. 8. a – senso / b – censo. 9. a – segar / b – cegar. 10. a – tensão / b – tenção. 11. a – cela / b – sela. 12. a – conserto / b – concerto. 13. a – assentos / b – acentos. 14. a – acertos / b – assertos. 15. a – cassar / b – caçar. 30. 1. 2. 3. 4. 5.

06. Pouco importante. Acessório singelo, comum. 07. Um só trabalho. Trabalho exclusivo, excepcional. 08. Infeliz. Sem recursos. 33. 01. 02. 03. 04. 05.

Superlativação, através da prefixação. Superlativação, através da repetição de adjetivo. Superlativação, através de uma comparação. Superlativação, através de uma expressão idiomática. Superlativação, através da repetição do artigo e do substantivo. 34. D

35. A

36. A

37. E

38. C

39. E

40. D

41. C

42. A

43. D

44. E

45. B

46. D

47. C

48. A

49. D

50. D

51. E

52. C

53. A

54. B

55. E

56. C

57. A

58. D

59. B

60. C

61. E

62. B

63. C

64. A

65. D

66. D

67. C

José não era honesto. O político não dizia verdades. O marido não dava atenção à mulher. O operário não trabalhou no domingo. O acusado não falou nada diante do juiz.

31. D: 1, 2, 3, 9, 10, 11, 12, 15. C: 4, 5, 6, 7, 8, 13, 14. 32. 01. Qualquer morro. Um morro específico. 02. A segunda frase, diferentemente da primeira; indica grau de amizade, conhecimento. 03. Na primeira frase, o vocábulo indica posse. Na segunda, “dentre outras, esta é a minha.” 04. Na primeira frase, há a ideia de posse. Na segunda, o vocábulo indica “aproximadamente”. 05. Na primeira, posse; Na segunda, “aproximadamente”.

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Língua Portuguesa

ORTOGRAFIA 1. Conceito

Quanto ao uso do hífen:

A grafia de uma palavra pode ter caráter:

Quando o prefixo ou falso prefixo terminar em vogal e o segundo elemento começar com r/s suprime-se o hífen e dobra-se a consoante do segundo elemento (antissemita, minissaia, biorritmo...).

- fonético: que leva em conta a pronúncia. - etimológico: levando-se em conta a sua origem. 2. Novo Acordo Ortográfico Introdução Atualmente o nosso idioma é o quinto mais falado no mundo e abrange mais de 260 milhões de falantes, como língua nativa. O Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa abrange os países lusófonos (Portugal, Brasil, Angola, Moçambique, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste) e surgiu a partir da necessidade de fortalecer a unidade da língua portuguesa diante do cenário mundial. Foi assinado em Lisboa em 16 de dezembro de 1990 e, após inúmeros ajustes e alterações, teve decretado um período de transição entre 1º de janeiro de 2009 e 31 de dezembro de 2012, após o qual passa a vigorar oficialmente. Acompanhe as principais mudanças para o caso do Brasil e, como existe muitos casos que podem gerar dúvidas, procure sempre consultar um dicionário oficial como VOLP - Vocabulário Oficial da Língua Portuguesa da Academia Brasileira de Letras.

Quando o prefixo ou falso prefixo terminar em vogal e o segundo elemento começar com vogal diferente suprime-se o hífen formando um só elemento (autoescola, antiaéreo, aeroespacial...). Emprega-se o hífen nas formações em que o segundo elemento começa com a mesma vogal que termina o primeiro (micro-onda, contra-almirante...). 3. Dificuldades Ortográficas Uso do “S”: a) depois de ditongos: coisa, faisão, mausoléu, maisena, lousa b) em nomes próprios com som de /z/: Neusa, Brasil, Sousa, Teresa c) no sufixo –OSO (cheio de): cheiroso, manhoso, dengoso, gasoso d) nos derivados do verbo querer: quis, quisesse e) nos derivados do verbo pôr: pus, pusesse

Principais Alterações O alfabeto, que era formado por 23 letras, passa a ter 26, incluindo: k -w -y.

f) no sufixo –ENSE, formador de adjetivo: canadense, paranaense, palmeirense

Essas letras serão usadas para nomes estrangeiros de pessoas e lugares e seus derivados e também para símbolos, siglas e medidas internacionais.

g) no sufixo –ISA , indicando profissão ou ocupação feminina:

Os dígrafos no final dos nomes hebraicos mantêm-se, eliminam-se ou simplificam-se.

h) nos sufixos –ÊS/ESA, indicando origem, nacionalidade ou posição social:

Também mantêm-se ou eliminam-se as consoantes finais de origem bíblica ou espanhola.

japonês, marquês, camponês

Quanto à acentuação: Não se acentuam mais os ditongos abertos éi, ói, éu paroxítonos (ideia, jiboia...), mas continua-se acentuando os ditongos abertos finais (anéis, herói...). Não se acentuam mais os encontros oo - ( voo, perdoo..) Não se acentuam os verbos ver, ler, crer, dar e seus derivados na 3ª pessoa do plural. Não se acentuam o i/u tônico pós-ditongo nas paroxítonas (feiura, baiuca...), nos oxítonos tônicos continuam com acento (teiú...). Não se acentuam o a/e/o em paroxítonas homógrafas (acento diferencial: pelo, pera, polo...) Atenção: Mantem-se o acento obrigatório para pôr e pôde. Fica abolido o uso do trema, exceto para nomes próprios estrangeiros e seus derivados (mülleriano, de Müller...).

papisa, profetisa, poetisa

japonesa, marquesa, camponesa i) nas palavras derivadas de outras que possuam S no radical: casa = casinha, casebre, casarão, casario atrás = atrasado, atraso paralisia = paralisante, paralisar, paralisação análise = analisar, analisado j) nos derivados de verbos que tragam o encontro ND: suspender = suspensão expandir = expansão Uso do “Z” a) nas palavras derivadas de primitiva com Z: cruz = cruzamento deslize = deslizar b) no sufixo –EZ/EZA, formadores de substantivos abstratos, a partir de adjetivos:

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Língua Portuguesa altivo = altivez macio = maciez belo = beleza c) no sufixo –IZAR formador de verbos: hospital = hospitalizar social = socializar catequese = catequizar

Observação: Mecha e seus derivados são com CH. Uso do “CH” Não há regras para o emprego do dígrafo CH. Uso do “SS” Emprega-se nas seguintes relações: a) ced – cess

d) nos verbos terminados em –UZIR e seus derivados: conduzir, conduziu, conduzo deduzir, deduzo, deduzi

ceder – cessão conceder – concessão – concessionário b) gred – gress agredir – agressão

e) no sufixo –ZINHO, formador de diminutivo:

regredir – regressão

cãozinho, pezinho, paizinho, mãezinha, pobrezinha Observação: Se acrescentarmos apenas –INHO, aproveitamos a letra da palavra primitiva: casinha, vasinho, piresinho, lapisinho, juizinho

c) prim – press imprimir – impressão oprimir – opressão d) tir – ssão discutir – discussão

Uso do “H”

permitir – permissão

O emprego do H é regulado pela etimologia. a) o H inicial deve ser usado quando a etimologia o justifique: hábil, harpa, hiato, hóspede,

Uso do “Ç” a) nas palavras de origem árabe, tupi ou africana: açafrão, açúcar, muçulmano, araçá,

húmus, herbívoro, hélice

Paiçandu, miçanga, caçula

Observação: Escreve-se com H o topônimo Bahia, quando se aplica ao Estado.

b) após ditongo:

b) o H deve ser eliminado do interior das palavras, se elas formarem um composto ou derivado sem hífen:

c) na relação ter – tenção:

louça, feição, traição abster – abstenção

desabitado, desidratar, desonra,

reter – retenção

inábil, inumano, reaver Uso do “G” Observação: Nos compostos ou derivados com hífen, o H permanece: anti-higiênico, pré-histórico, super-humano c) no final de interjeições: ah!, oh!, ih!

a) nas palavras terminadas em –ágio, égio, ígio, ógio, úgio: pedágio, colégio, litígio, relógio, refúgio b) nas palavras femininas terminadas em –gem: garagem, viagem, escalagem, vagem

Uso do “X”

Observação: Pajem e lambujem são exceções à regra.

a) normalmente após ditongo:

Uso do “J”

caixa, peixe, faixa, trouxa Observação: Caucho e seus derivados (recauchutar, recauchutagem) são com CH.

a) na terminação –AJE: ultraje, traje, laje b) nas formas verbais terminadas em –JAR e seus derivados:

b) normalmente após a sílaba inicial EN: enxaqueca, enxada, enxoval, enxurrada Observação: Usaremos CH depois da sílaba inicial EN caso ela seja derivada de uma com CH: de cheio = encher, enchimento, enchente

arranjar, arranje, viajar, viajaremos, c) em palavras de origem tupi: pajé, jenipapo d) nas palavras derivadas de outras que se escrevem com J: ajeitar, laranjeira, canjica

de charco = encharcado, encharcamento de chumaço = enchumaçado c) depois da sílaba inicial ME: mexer, mexilhão, mexerica

Uso do “I” a) no prefixo ANTI, que indica oposição: antibiótico, antiaéreo

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Língua Portuguesa b) nos verbos terminados em –AIR, –OER, –UIR e seus derivados: sair – saio, sai, sais moer – mói, móis retribuir – retribui, retribuis

d) Palavras compostas que designem espécies zoológicas e botânicas: erva-doce, bem-te-vi e) Advérbio mal quando o segundo elemento comece por h ou vogal: mau-educado, mal-afortunado

Uso do “E” a) nas formas verbais terminadas em –OAR e –UAR e seus derivados: perdoar – perdoe, perdoes continuar – continue, continues b) no prefixo –ANTE, que expressa anterioridade: anteontem, antepasto, antevéspera

f) Advérbio bem dependendo da situação: bem-humorado, bem-estar Exceções: benfeitoria, benfeito, benfeitor, Benfica... g) Com os elementos além-, aquém-, recém-, sem-: além-mar, aquém-mar, recém-casado h) Quando o segundo elemento começa com h: pré-história, super-homem

Uso do “SC” Não há regras para o emprego do dígrafo SC.

i) Quando o segundo elemento começar com a mesma vogal que termina o primeiro: micro-onda, arqui-irmandade

Formas Variantes Algumas palavras admitem dupla grafia correta, sem alteração de significado. São as formas variantes.

Observação prefixo co-: coordenar, cooperação...

bêbado/bêbedo, bílis/bile, cãibra/câimbra,

j) Com circum- e pan-, quando o segundo elemento começar com m, n ou vogal:

carroceria/carroçaria, catorze/quatorze, laje/lajem,

circum-navegação, pan-africano

aluguel/aluguer, assobiar/assoviar,

cota/quota, cociente/quociente, flecha/frecha, cotidiano/quotidiano, infarto/enfarte, enfarto, chimpanzé/chipanzé, percentagem/porcentagem, espuma/escuma, crisântemo/crisantemo, toucinho/toicinho, taverna/taberna

Tome cuidado com a grafia de certas palavras. Algumas que no quotidiano apresentam problemas são: Aterrissar - Beneficência - Beneficente - Chuchu Cabeleireiro - De repente - Disenteria - Empecilho Exceção - Êxito - Hesitar - Jiló - Manteigueira Mendigo - Meritíssimo - Misto - Prazerosamente Por isso - Privilégio - Salsicha

l) Com os prefixos ex-, sota-, soto-, vice-, vizo-: m) Com os prefixos pós-, pré-, pró- tônicos: pós-operatório, pré-história, pró-ecologia. Observação: Os prefixos pos, pre, pro quando átonos, admitem duas situações: 1. Sem hífen, formando um único vocábulo. posposto, previsto, probiótico 2. Admitem duas grafias. preeleito, pré-eleito

4. Emprego do Hífen

n) Com os prefixos ab-, ad-, ob-, sob-, sub-:

Emprega-se o hífen: a) Palavras compostas por justaposição, cujos elementos mantenham unidade sintagmática e semântica, e conservando a acentuação própria. médico-cirúrgico, norte-americano Exceções: girassol, madressilva, paraquedas e todos aqueles em que se perdeu a noção de composição. b) Nos topônimos iniciados por: verbos

super-revista, hiper-requintado

ex-presidente, vice-reitor, soto-mestre

Merecem Atenção Especial:

grão-/grã-

k) Nos prefixos inter-, hiper- e super-, quando o segundo elemento começar com r:

Grã-Bretanha Passa-Quatro

c) Nos topônimos ligados por artigo: Baía de Todos-os-Santos Observação: Os demais casos sem hífen exceto GuinéBissau.

ad-rogar, sob-roda, sub-raça, ob-repção. Observação: O prefixo sub- também se separa por hífen antes de palavras iniciadas por B (sub-base...). o) Palavras que combinam formando encadeamento vocabular: Ponte Rio-Niterói, voo Rio-São Paulo p) Com sufixos tipi-guarani quando o primeiro elemento termine em vogal acentuada ou a pronúncia exija distinção: anajá-mirim, capim-açu q) Na ênclise e tmese: amá-lo, amá-lo-ei

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Língua Portuguesa Observação: Com o presente do indicativo do verbo haver nas formas monossilábicas ligadas a preposição, não se usa hífen ( hei de, hão de...).

Então: pomar, anzol, jornal, maciez saci, caqui, anu, urubu

r) Nas formas pronominais enclíticas ao advérbio eis: eis-me, ei-lo Não se emprega hífen: a) Quando o prefixo ou falso prefixo terminar em vogal e o segundo elemento começar com r/s suprime-se o hífen e dobra-se a consoante do segundo elemento. antissemita, minissaia, biorritmo b) Quando o prefixo ou falso prefixo terminar em vogal e o segundo elemento começar com vogal diferente suprime-se o hífen formando um só elemento. autoescola, antiaéreo, aeroespacial c) Nas seguintes locuções Substantivas: sala de aula, fim de semana... Adjetivas: cor de rosa, cor de vinho... Pronominais: ela mesma, nós mesmos... Adverbiais: à parte, à vontade... Prepositivas: abaixo de, acima de... Conjuncionais: ao passo que, visto que... d) Frases nominalizadas: Deus nos acuda... 5. Acentuação Gráfica Acentos Gráficos: Marcam a sílaba tônica: a) grave — para indicar crase. b) agudo — para som aberto: café, cipó. c) circunflexo — para som fechado: você, complô. Observação 1: o til (~) não é acento gráfico e sim sinal gráfico nasalizador de vogais. romã, maçã, ímã, órfão Observação 2: o til substitui o acento gráfico quando os dois recaem sobre a mesma sílaba. irmã, romãs Regras Gerais 1. Monossílabas Tônicas: terminadas em a(s), e(s), o(s): pá, já, má, lá, trás, más, chás pé, fé, Sé, mês, três, rés pó, só, dó, cós, sós, nós Então: mar, sol, paz, si, li, vi, nu, cru me, lhe, mas (conjunção), ti 2. Oxítonas: recebem acento as terminadas em a(s), e(s), o(s), em (ens): sofá, maracujá, Paraná, ananás, marajás, atrás Pelé, café, você, freguês, holandês, viés complô, cipó, trenó, retrós, compôs, avós amém, também, armazém parabéns, reféns, armazéns

3. Paroxítonas: as terminadas em l, i(s), n, u(s), r, x, ã(s), ão(s), um(uns), ps, ditongo: fácil, útil, júri, táxi, lápis, tênis, hífen, pólen, elétron, nêutron, meinácu, vírus, Vênus, revólver, mártir, ímã, ímãs, órfã, órfãs, sótão, órgão, órfãos, álbum, médium, fóruns, pódiuns, pônei, fórceps, bíceps, água, história, série, tênues Observações: a) palavras terminadas em N, no plural: ONS: com acento elétrons, nêutrons. ENS: sem acento hifens, polens. b) prefixos paroxítonos terminados em i ou r não são acentuados: anti, multi, super, hiper 4. Proparoxítonas: Todas são acentuadas: lânguido, física, trópico, álibi, déficit, lápide Regras Especiais 1. I e U tônicos: Recebem acento se cumprirem as seguintes determinações: a) devem ser precedidos de vogal. b) devem estar sozinhos na sílaba (ou com o s). c) não devem ser seguidos de nh. saída, juízes, saúde, viúva, caíste, saístes, balaústre Então: Raul, ruim, ainda, sair, juiz, rainha Observação: não se acentua a vogal do hiato quando precedida de outra idêntica: xiita, paracuuba 2. pôr (verbo) por (preposição) 3. porquê (substantivo) porque (conjunção) 4. quê (substantivo, interjeição ou pronome no fim da frase) que (conjunção, advérbio, pronome ou partícula expletiva) Formas variantes hábitat ou habitat acróbata ou acrobata amnésia ou amnesia homília ou homilia ortoepia ou ortoépia projetil ou projétil réptil ou reptil sóror ou soror xérox ou xerox

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Língua Portuguesa 6. Uso do PORQUÊ Por que preposição + pronome Em frases interrogativas (diretas ou indiretas): Por que não veio? Gostaria de saber por que lutamos. Ela não veio por quê? Obs.: a palavra que em final de frase, acompanhada de ponto (. ! ? ...) recebe acento circunflexo: Você precisa de quê? Por que preposição + pronome relativo Equivale a pelo qual (e suas variações). Ela é a mulher por que me apaixonei. Não conheço as pessoas por que espero. Porque conjunção Equivale a pois. Eu não fui à escola porque estava doente. Venha depressa, porque sua presença é indispensável. Porquê substantivo Vem sempre acompanhado de uma palavra que o caracteriza (artigo, pronome, adjetivo ou numeral). Deve haver um porquê para ele se atrasar tanto. Qual o porquê da sua revolta?

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Língua Portuguesa

ESTRUTURA E FORMAÇÃO DE PALAVRAS 1. Estrutura da Palavra

Tema

Morfologia é o estudo das palavras quanto a sua estrutura e classificação.

É o radical acrescido da vogal temática. beb

radical

A palavra não é a menor unidade portadora de significado dentro da língua. Ela própria é formada de vários elementos também dotados de valor significativo.

e

vogal temática

A essas formas portadoras de significado damos o nome de Morfemas ou Elementos Mórficos.

Assim, de acordo com a função na palavra, os fonemas são classificados em:

Afixos Elementos de significação secundária que aparecem agregados ao radical.Podem ser: a) Prefixos: morfemas que se antepõem ao radical. RE prefixo EX prefixo luz radical por radical b) Sufixos: morfemas que se pospõem ao radical. moral radical leal radical ISTA sufixo DADE sufixo

Radical ou Morfema Lexical

Vogal e Consoante de Ligação

Elemento que contém a significação básica do vocábulo.

São elementos que, desprovidos de significação, são usados entre um morfema e outro para facilitar a pronúncia. Exemplo:

Tomemos como exemplo a palavra Alunas. Ela é constituída de três morfemas. ALUN

Morfema que é base do significado.

A

Morfema que indica o gênero feminino.

S

Morfema que indica o número plural.

LIVR

o

LIVR

aria

LIVR

eiro

mos

TEMA

desinência número-pessoal

gás Ô

radical

vogal de ligação

metro

Desinência ou Morfema Flexional São elementos terminais do vocábulo. Servem para marcar:

cha L

consoante de ligação

eira

a) gênero e número nos nomes (desinências nominais) b) pessoa/número e tempo/modo nos verbos (desinências verbais) MENIN

radical

A

desinência nominal de gênero feminino

S

desinência nominal de número plural

Vogal Temática É o elemento que, nos verbos, serve para indicar a conjugação. São três: A – verbos de 1ª conjugação fal + A + r E – verbos de 2ª conjugação varr + E + r I – verbos de 3ª conjugação part + I + r Ob.: O verbo pôr e seus derivados (compor, repor, impor etc.) incluem-se na 2ª conjugação. A vogal temática também pode aparecer nos nomes. Nesse caso, sua função é preparar o radical para receber as desinências.

2. Formação de Palavras Para criar-se palavra nova em português existem, principalmente, cinco processos diferentes. Derivação Forma palavras pelo acréscimo de afixos. a) Prefixal ou Prefixação: pela colocação de prefixos. REler, INfeliz, INTERvir, ULTRAvioleta, SUPER-homem. b) Sufixal ou Sufixação: pela colocação de sufixos. boiADA, canalIZAR, felizMENTE, artISTA. c) Prefixal/Sufixal: pela colocação de prefixo e sufixos numa só palavra. DESlealDADE, INfelizMENTE d) Parassíntese ou Parassintética: pela colocação simultânea de prefixo e sufixo numa mesma palavra. ENtardECER, ENtristECER, e) Regressiva: pela redução de uma palavra primitiva. sarampão (sarampo) pescar (pesca) f) Imprópria: pela mudança da classe gramatical da palavra. os bons (subst.) bom (adj.)

cas

radical

A

vogal temática

o jantar (subst.)

jantar (verbo)

desinência de número

o belo (subst.)

belo (adj.)

s

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Língua Portuguesa Composição

Principais Radicais Gregos

Forma palavra pela ligação de dois ou mais radicais.

AEROS (ar): aeronáutica

a) Justaposição: quando os radicais se unem sem nenhuma alteração. passatempo, girassol

ACROS (alto): acrofobia AGOGOS (conduzir): demagogo ALGIA (dor): nevralgia

b) Aglutinação: quando na união dos radicais há alteração de pelo menos um deles.

ANTROPO (homem): antropologia

fidalgo

filho + de + algo

AUTO (si mesmo): autobiografia

embora

em + boa + hora

BIBLIO (livro): biblioteca

planalto

plano + alto

BIO (vida): biosfera

você

vossa + mercê

CACO (mau): cacofonia

vinagre

vinho + acre

CALI (belo): caligrafia

ARQUIA (governo): monarquia

CEFALO (cabeça): acéfalo

Hibridismo Forma palavra pela união de elementos de línguas diferentes. automóvel

auto – grego / móvel – latim

abreugrafia

Abreu – português / grafia – grego

monocultura

mono – grego / cultura – latim

burocracia

bureau – francês / cracia – grego

COSMO (mundo): cosmopolita CLOROS (verde): clorofila CRONOS (tempo): cronologia CROMOS (cor): cromoterapia DACTILOS (dedo):datilografia DEMOS (povo): democracia DERMA (pele): epiderme

Onomatopeia

DOXA (opinião); ortodoxo

Palavra que reproduz de sons ou ruídos e vozes de animais.

DROMOS (corrida): hipódromo

tic tac - relógio

EDRA (lado): poliedro

au au - latido

FAGO (comer): antropófago

zzz - zumbido

FILOS (amigo): filósofo FOBOS (medo): acrofobia

Abreviação Forma palavra pela redução de um vocábulo até o limite que não cause dano à sua compreensão.

FONOS (som, voz): telefone GAMIA (casamento): polígamo

moto

por

motocicleta

GEO (terra): geografia

pneu

por

pneumático

GLOTA (língua): poliglota

foto

por

fotografia

GRAFO (escrever, descrever): geografia

Itaquá por

Itaquaquecetuba

HELIOS (sol): heliocêntrico

quilo

quilograma

HIDRO (água): hidrografia

por

Obs.: Não confunda abreviação com abreviatura. 1. Abreviatura: é a redução na grafia de determinadas palavras, limitando-se à letra ou letras iniciais e/ou finais. p. ou pág. – página min. – minuto(s) Sr. – Senhor 2. Sigla: é a redução das locuções substantivas às letras ou sílabas iniciais. A sigla que se forma com a primeira letra de cada palavra deve ser escrita toda com letras maiúsculas: IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística VASP – Viação Aérea de São Paulo A sigla que se forma com mais de uma das primeiras letras de cada palavra deve ser escrita com apenas a primeira maiúscula. Banespa – Banco do Estado de São Paulo

HIPO (cavalo): hipopótamo ICONOS (imagem): iconoclasta LOGO (discurso): monólogo MEGALOS (grande): megalópole MICRO (pequeno): micróbio MIS (ódio): misantropo MORFE (forma): morfologia NEOS (novo): neologismo ODOS (caminho): método PIROS (fogo): pirosfera POLIS (cidade): metrópole PSEUDO (falso): pseudônimo PSIQUE (alma): psicologia POTAMO (rio): hipopótamo SACARO (açúcar): sacarose SOFOS (sábio): filósofo TELE (longe): televisão

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Língua Portuguesa TEOS (deus): teologia

Principais Prefixos Gregos

TOPOS (lugar): topônimo

A(AN) (negação): anônimo

XENO (estrangeiro): xenofobia

ANA (inversão): anagrama

ZOO (animal): zoologia

ANFI (duplo): anfíbio

Principais Radicais Latinos AGRI (campo): agrícola ARBORI (árvore): arborizar AVI (ave): avícola BIS (duas vezes): bisavô CAPITI (cabeça): decapitar CIDA (que mata): homicida COLA (que cultiva ou habita): vinícola CRUCI (cruz): crucificar CULTURA (cultivar): apicultura CURVI (curvo): curvilíneo EQUI (igual): equidade FERO (que contém ou produz): mamífero

ANTI (contrário): antiaéreo ARCE, ARQUI (posição superior): arquiduque, arcebispo DIS (dificuldade): disenteria DI (dois): dissílabo ENDO (para dentro): endoscopia EPI (em cima de): epicentro EU (bem, bom): eufonia HEMI (metade): hemisfério HIPER (excesso): hipertensão HIPO (inferior, deficiente): hipoderme META (para além): metamorfose PARA (proximidade): parágrafo PERI (em torno de, cerca de): período

FICO (que produz): benéfico

Principais Prefixos Latinos

FIDE (fé): fidelidade

ABS, AB (afastamento): abjurar

FRATER (irmão): fraternidade

AD, A (aproximação): adjunto

FUGO (que foge): centrífugo

AMBI (duplicidade): ambidestro

IGNI (fogo): ignívomo

ANTE (anterior): antedatar

LOCO (lugar): localizar

CIRCUN (movimento em torno): circunferência

LUDO (jogo): ludoterapia

EX (movimento para fora): exportar, ex-ministro

MATER (mãe): maternidade

I, IN, IM (negação): ilegal

MULTI (muito): multinacional

INTRA (movimento para dentro): intravenoso

ONI (todo): onisciente

INTER, ENTRE (entre, reciprocidade): intervir, entrelinhas

PARO (que produz): ovíparo

JUSTA (ao lado de): justaposição

PATER (pai): paternidade

PEN (quase): penúltimo

PEDE (pé): pedestre

PER (através de): percorrer

PISCI (peixe): piscicultura

POS (posterior): pospor

PLURI (vários): pluricelular

SOBRE, SUPRA (posição superior): supracitado, sobreloja

PLUVI (chuva): pluvial

TRANS (através, além): transatlântico

PUERI (criança): puericultura

VICE (no lugar de): vice-reitor

QUADRI (quatro): quadrilátero RÁDIO (raio): radiografia RETI (reto): retilíneo SAPO (sabão): saponáceo SEMI (metade): semicírculo SESQUI (um e meio): sesquicentenário SILVA (floresta): silvícola SONO (que soa): uníssono TRI (três): tricolor UMBRA (sombra): penumbra UNI (um): uníssono VERMI (verme): verminose VOMO (que expele): ignívomo VORO (que come): carnívoro

Principais Sufixos Nominais ADA: boiada ARIA: livraria IA: advocacia EZ (A): altivez, beleza URA: doçura ANTE, ENTE: estudante, combatente DOURO: bebedouro URA: formatura ACO: maníaco AR: escolar ÊS, ESA: camponês, camponesa OSO: cheiroso VEL: amável

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Língua Portuguesa IÇO: quebradiço

Eu quero jantar em sua casa hoje. (jantar – verbo)

ISMO: realismo AGEM: folhagem

O jantar que você fez estava delicioso. (jantar – subst.)

EIRO: barbeiro DADE: lealdade

Eu quero um vestido amarelo.

ICE, ÍCIE: meninice, calvície

(amarelo – adj.)

ANCIA, ANÇA: vingança, tolerância Eu gosto muito do amarelo.

DOR: jogador SÃO, ÇÃO: extensão, exportação TÓRIO: lavatório

(amarelo – subst.) 3.1. Substantivo

MENTO: ferimento ADO: barbado

É a palavra que dá nome aos seres em geral, às qualidades, às ações, aos estados e aos sentimentos.

ANO: corintiano

Pode ser classificado:

ESTRE: campestre INTE: constituinte

1. Quanto à Significação:

IVO: pensativo

a) Próprio: refere-se a um determinado ser da espécie: Europa

ÓRIO: preparatório

b) Comum: nomeia todos os seres ou todas as coisas de uma mesma espécie:

ISTA: realista Principais Sufixos Verbais EAR: folhear

menino c) Concreto: não depende de outro ser para ter existência:

ICAR: bebericar

escola

IZAR: utilizar

d) Abstrato: depende de outro ser para ter existência:

EJAR: gotejar

tristeza

ITAR: saltitar ECER, ESCER: amanhecer, florescer

2. Quanto à Formação: a) Simples: é formado por uma só palavra:

Principal Sufixo Adverbial MENTE: suavemente 3. Classes Gramaticais As palavras da língua portuguesa podem ser colocadas em dez classes diferentes, de acordo com sua classificação gramatical. A isso damos o nome de Classes Gramaticais. Primeiramente podemos separá-las em dois grandes grupos: Variáveis: são as classes de palavras que se flexionam: Substantivo

roupa b) Composto: é formado por duas ou mais palavras guarda-roupa c) Primitivo: não se origina de outra palavra: abacate d) Derivado: tem origem em outra palavra: abacateiro 3. Coletivo: dá ideia de conjunto, reunião, coleção:

Adjetivo

manada

Artigo

Flexão de Gênero

Pronome Numeral

Quanto ao gênero os substantivos podem ser classificados em:

Verbo

Biformes

Invariáveis: são as classes de palavras que não se flexionam:

Quando mudamos as desinências para formarmos o feminino. conde – condessa

Advérbio

moço – moça

Preposição

Obs.: Quando usamos as palavras com o radical totalmente diferente para formar o feminino, chamamo- las de heterônimos.

Conjunção Interjeição Obs.: A mesma palavra pode ser colocada em mais de uma classe, de acordo com o modo como é usada.

bode – cabra cavaleiro – amazona

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Língua Portuguesa Uniformes

a cabeça (parte do corpo)

Quando usamos uma mesma palavra para designar tanto o masculino quanto o feminino.

o capital (dinheiro)

Subdividem-se em:

a capital (cidade)

Epicenos: designam animais e alguns vegetais.

o moral (ânimo)

Exemplos:

a moral (ética, bons costumes)

o sabiá (macho e fêmea)

o grama (medida de peso)

a cobra (macho e fêmea)

a grama (vegetal)

o jacaré (macho e fêmea) o mamão (macho e fêmea) Comuns de dois gêneros: designam pessoas. Exemplos

c) Deve-se também observar que algumas palavras comumente são usadas no gênero errado. São masculinos: o ágape

o dentista – a dentista

o anátema

o viajante – a viajante

o aneurisma

o artista – a artista

o champanha

o jornalista – a jornalista

o dó

Sobrecomuns: designam pessoas.

o eclipse

Exemplos:

o gengibre

a criança

o guaraná

(do sexo masculino ou do sexo feminino) Formação do Feminino: 1. trocando-se o -o ou -e do masculino por -a: aluna, menina, giganta, hóspeda 2. acrescentando-se -a ao final dos masculinos terminados em -l, -r, -s ou -z: fiscala, oradora, deusa, juíza.

o plasma São femininos: a alface a apendicite a cataplasma a comichão a omoplata

3. com as terminações -esa, -essa, -isa, -eira e -triz:

a ordenança

consulesa, condessa, papisa, arrumadeira, embaixatriz

a rês

4. masculinos terminados em -ão fazem o feminino em ã, -oa e -ona:

a sentinela a usucapião

anã, patroa, foliona Flexão de Número

5. outras formas:

Quanto ao número os substantivos podem ser:

rapaz – rapariga

a) Singular: um ser ou um grupo de seres:

herói – heroína

ave, bando

grou – grua

b) Plural: mais de um ser ou grupo de seres:

avô – avó

aves, bandos

réu – ré Particularidades do Gênero Há várias particularidades, quanto ao gênero dos substantivos, que devem ser observadas. a) Veja, por exemplo, algumas palavras para as quais a gramática não fixa um gênero:

Para colocarmos os substantivos no plural devemos separá-los em simples (um único radical) e composto (dois ou mais radicais). Formação do Plural dos Substantivos Simples a) Terminados em -ão:

o diabete - a diabete

anciãos, mãos, órfãos, cidadãos

o personagem - a personagem

anões, espiões, botões, limões

o pijama - a pijama b) Outra dificuldade é a mudança de significação da palavra quando mudamos o gênero:

pães, capitães, alemães, cães Obs.: Alguns admitem duas ou três formas: corrimãos, corrimões

o cisma (a separação)

sacristãos, sacristães

a cisma (desconfiança)

anciãos, anciães, anciões

o cabeça (o líder)

vilãos, vilães, vilões

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Língua Portuguesa b) Terminados em -s:

abdomens

- monossílabos e oxítonos recebem -es:

germens

gás – gases

elétrons

mês – meses

prótons

freguês – fregueses Plural dos Diminutivos Terminados em -zinho ou -ZITO

país – países - outros ficam invariáveis:

Faz-se da seguinte forma:

o lápis – os lápis o ônibus – os ônibus

fogãozinho

fogõe(s) + zinho + s fogõezinhos

raizinha

raíze(s)+ zinha + s

mulheres

cãozito

cãe(s) + zito + s cãezitos

oradores

barrilzinho

barri(s) + zinho + s barrizinhos

c) Terminados em -r ou -z recebem -es:

trabalhadores

raizezinhas

Particularidades do Número

cruzes

a) determinados substantivos são usados apenas no plural:

juízes arrozes

anais

d) Terminados em -m trocam por -ns: garagens

alvíssaras arredores

armazéns

cãs

homens

condolências

álbuns e) Terminados em -al, -el, -ol, -ul trocam o -l por -is: jornais

férias núpcias b) alguns substantivos tomam significados diferentes quando no singular ou plural:

papéis faróis

bem (virtude)

pauis

bens (propriedades)

f) Terminados em -il:

costa (litoral)

- oxítonas trocam o -l por -s:

costas (dorso)

funis

liberdade (livre escolha)

barris

liberdades (regalias, intimidades)

- paroxítona trocam o -il por -eis: fósseis

vencimento (fim de prazo) vencimentos (salário)

répteis projéteis

Formação do Plural dos Substantivos Compostos

Cuidado: mal / males cônsul / cônsules mel / meles ou méis g) Terminados em -x ficam invariáveis: os tórax os sílex as fênix as xerox h) Terminados em -n: - acrescenta-se -es: hífenes abdômenes gérmenes líquenes

Composto sem hífen: Variam como os substantivos simples. aguardente – aguardentes girassol – girassóis vaivém – vaivéns Composto com hífen: Observa-se a classe gramatical de cada um dos termos formados do composto: se ela for variável, vai para o plural. Caso contrário, continuará da mesma forma. Vão para o plural: Substantivos Adjetivos Pronomes Numerais

- acrescenta-se -s:

Ficam invariáveis:

hifens 36

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Língua Portuguesa Verbos

b) como sufixos:

Advérbios

São variáveis.

Interjeições

altar-mor

altares-mores

Prefixos

capitão-mor

capitães-mores

Veja como flexioná-los: abelha-mestra

abelhas-mestras

= abelha (subst.) / mestra (subst.) amor-perfeito

amores-perfeitos

Casos Especiais os arco-íris os joões-ninguém os terra-novas

= amor (subst.) / perfeito (adj.) Flexão de Grau padre-nosso

padres-nossos

= padre (subst.) / nosso (pron.) quinta-feira

quintas-feiras

bocarra, velhota

= quinta (num.) / feira (subst.) guarda-roupa

O grau dos substantivos exprime uma “variação” no tamanho do ser, podendo também dar-lhe um sentido desprezível: ou afetivo:

guarda-roupas

gatão, velhinha

= guarda (verbo) / roupa (subst.)

Temos os graus:

sempre-viva

a) Normal:

sempre-vivas

boca, velha, gato, pedra, corpo

= sempre (adv.) / viva (adj.)

b) Aumentativo: ave-maria

ave-marias

boca grande / bocarra

= ave (interj.) / Maria (subst.)

gato enorme / gatão c) Diminutivo:

Observação: 1. Varia apenas o primeiro elemento quando: a) ligados por preposição: pé-de-moleque

pés-de-moleque

mula-sem-cabeça

mulas-sem-cabeça

b) compostos formados por substantivo + substantivo, em que o segundo determina o primeiro: navio-escola

navios-escola

manga-rosa

mangas-rosa

2. Varia apenas o segundo elemento quando: a) formado por palavras repetidas: quero-quero

quero-queros

corre-corre

corre-corres

tico-tico

tico-ticos

ruge-ruge

ruge-ruges

Mas se as palavras repetidas forem verbos, ambas podem variar: corre-corre

corres-corres

(corre = verbo correr) ruge-ruge

ruges-ruges

(ruge = verbo rugir) 3. Com adjetivos reduzidos: a) como prefixos: São invariáveis.

pedra minúscula / pedrinha Há dois processos para se obter os graus aumentativo e diminutivo: 1. analítico: juntando à forma normal um adjetivo que indique aumento ou diminuição: obra gigantesca, obra mínima menino grande, menino pequeno 2. sintético: anexando-se à forma normal sufixos denotadores de aumento ou redução: bocarra (aumentativo sintético) pedregulho (aumentativo sintético) estatueta (diminutivo sintético) pedrisco (diminutivo sintético) São muitos os sufixos indicadores de grau: Aumentativo: aça ão arra az ázio ona uça

barca – barcaça cachorro – cachorrão boca – bocarra prato – pratarraz copo – copázio mulher – mulherona dente – dentuça

Diminutivo:

bel-prazer bel-prazeres grão-duque

boca pequena / boquinha

grão-duques

acho

rio – riacho

ebre

casa – casebre

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Língua Portuguesa ejo

lugar – lugarejo

Flexão de Gênero

eta

sala – saleta

inho

livro – livrinho

a) adjetivo simples: sua flexão de gênero é igual à dos substantivos simples.

isco

chuva – chuvisco

ulo

globo – glóbulo

homem bom / mulher boa rapaz trabalhador / moça trabalhadeira b) adjetivo composto: varia apenas o último elemento.

3.2. Adjetivo

hospital médico-cirúrgico / clínica médico-cirúrgica

É toda palavra que caracteriza o substantivo, indicandolhe qualidade, estado, aspecto ou modo de ser. O adjetivo pode ser:

sapato amarelo-claro / blusa amarelo-clara homem luso-brasileiro / mulher luso-brasileira Exceção:

a) uniforme: possui uma única forma para os dois gêneros:

surdo-mudo / surda-muda

feliz, alegre b) biforme: possui uma forma para cada gênero:

Flexão de Número a) adjetivo simples: sua flexão de número é igual a dos substantivos simples:

bom / boa mau / má

homem bom / homens bons

bonito / bonita c) simples: constituído de apenas um radical: vermelho, social, claro, escuro, financeiro

rapaz trabalhador / rapazes trabalhadores Obs.: Qualquer substantivo usado como adjetivo fica invariável:

d) composto: constituído de dois ou mais radicais:

homem monstro / homens monstro

vermelho-claro

vestido laranja / vestidos laranja

sócio-financeiro

b) adjetivo composto: varia apenas o último elemento:

verde-escuro

hospital médico-cirúrgico / hospitais médico-cirúrgicos blusa amarelo-clara / blusas amarelo-claras

Adjetivo Pátrio É aquele que se refere a continentes, países, cidades, regiões.

posição sócio-político-econômica

Calábria – calabrês

posições sócio-político-econômicas Obs.: Se o último elemento do composto for um substantivo, fica invariável. blusa verde-garrafa / blusas verde-garrafa tecido amarelo-ouro / tecidos amarelo-ouro sapato marrom-café / sapatos marrom-café

Espírito Santo – espírito-santense ou capixaba

Exceções:

Exemplos: Brasil – brasileiro Brasília – brasiliense

Europa – europeu

surdos-mudos e surdas-mudas

Rio de Janeiro – (est.) – fluminense Rio de Janeiro (cid.) – carioca

São invariáveis: azul-marinho / azul-celeste / cor de ...

Rio Grande do Sul – sul-rio-grandense ou rio-grandensedo-sul ou gaúcho

Flexão de Grau

Rio Grande do Norte – potiguar ou rio-grandense-do-norte ou norte-rio-grandense

a) Comparativo: compara dois seres diferentes.

Salvador – soteropolitano

b) Superlativo: fala da qualidade de um único ser.

São dois os graus de adjetivo:

Sergipe – sergipano Grau Comparativo: Locução Adjetiva É a expressão formada de preposição mais substantivo (ou advérbio) com valor de adjetivo. Exemplos: dia de chuva

dia chuvoso

atitudes de anjo

atitudes angelicais

luz do sol

luz solar

estrela da tarde

estrela vespertina

menino do Brasil

menino brasileiro

ar do campo

ar campestre

1) de igualdade: a qualidade aparece na mesma intensidade para ambos os seres que se comparam: João é tão alto quanto José. 2) de superioridade: a qualidade aparece mais intensificada no primeiro elemento de comparação: João é mais alto que (ou do que) José. 3) de inferioridade: a qualidade aparece menos intensificada no primeiro elemento de comparação: João é menos alto que (ou do que) José. Obs.: Veja o Grau Comparativo de Superioridade com os adjetivos:

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Língua Portuguesa bom Alguns Superlativos Absolutos Eruditos

mau / ruim grande

amargo

pequeno

célebre

celebérrimo

cruel

crudelíssimo

doce

dulcíssimo

frio

frigidíssimo

Temos duas formas para usá-los: a) Analítica: mais bom, mais ruim, mais grande, mais pequeno b) Sintética: melhor, pior, maior, menor Comparativo de superioridade analítico: usado quando se comparam duas qualidades de um único ser:

amaríssimo

geral

generalíssimo

humilde

humílimo

incrível

incredibilíssimo

livre

libérrimo

Minha casa é mais grande que confortável.

magro

macérrimo

João é mais bom que ruim.

negro

nigérrimo

nobre

nobilíssimo

Comparativo de superioridade sintético: usado quando se compara uma qualidade entre dois seres diferentes:

pio

pientíssimo

Minha casa é maior que a sua.

preguiçoso

pigérrimo

João é melhor que José.

sábio

sapientíssimo

Grau Superlativo:

soberbo

superbíssimo

1) Relativo: qualidade de um ser em relação a um conjunto de seres.

tenro

teneríssimo

tétrico

tetérrimo

a) de superioridade:

velho

vetérrimo

veloz

velocíssimo

visível

visibilíssimo

voraz

voracíssimo

João é o mais alto da turma. b) de inferioridade: João é o menos alto da turma. 2) Absoluto: qualidade de um único ser absolutamente. a) analítico: quando a alteração do grau é feita através de alguma palavra que modifique o adjetivo: João é muito alto. Minha casa é bastante confortável. b) sintético: quando acrescentamos sufixos para marcar o grau: João é altíssimo. Minha casa é confortabilíssima. O Superlativo Absoluto Sintético é formado pelo acréscimo dos sufixos: -íssimo -imo -rimo Na língua coloquial usamos sempre -íssimo: belíssimo, amiguíssimo, agudíssimo Na língua culta devemos acrescentar o sufixo às formas eruditas dos adjetivos: amicus + íssimo = amicíssimo pauper + rimo = paupérrimo acutus + íssimo = acutíssimo

3.3. Artigo É a palavra variável em gênero e número que define o substantivo. a) Artigo Definido: O, A, OS, AS O jornal comentou a notícia. b) Artigo Indefinido: UM, UMA, UNS, UMAS Um jornal comentou uma notícia. Particularidades do Artigo 1) Substantivar qualquer palavra: O “não” é uma palavra que expressa negação (não subst.) Quem ama o feio, bonito lhe parece (feio - subst.) 2) Evidenciar o gênero e o número dos substantivos: O dó (masculino) A coleta (feminino) O lápis (singular) Os lápis (plural) 3) Revelar quantidade aproximada quando usado o indefinido diante de numerais: Uns dez quilos. Umas trezentas pessoas. 4) Combinar-se com preposições: No = em + o Das = de + as À=a+a Numa = em + uma

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Língua Portuguesa 3.4. Pronome Classe de palavras que normalmente precedem o substantivo ou nome e que dão indicações sobre aquilo que este expressa, limitando ou concretizando o seu significado. Concordam sempre em gênero com o substantivo. Pronome Possessivo Subclasse de palavras variáveis que exprimem a posse em relação às três pessoas gramaticais.

Pronomes Pessoais Subclasse de palavras que representam no discurso as três pessoas gramaticais, indicando, por isso, quem fala, com quem se fala e de quem se fala.

Pronomes de Tratamento São usados no trato formal, quando não deve haver intimidade. Os pronomes de tratamento apresentam certas peculiaridades quanto à concordância verbal, nominal e pronominal. Embora se refiram à segunda pessoa gramatical (à pessoa com quem se fala, ou a quem se dirige a comunicação), levam a concordância para a terceira pessoa. É que o verbo concorda com o substantivo que integra a locução como seu núcleo sintático: “Vossa Senhoria nomeará o substituto”; “Vossa Excelência conhece o assunto”. Da mesma forma, os pronomes possessivos referidos a pronomes de tratamento são sempre os da terceira pessoa: “Vossa Senhoria nomeará seu substituto” (e não “Vossa ... vosso...”). Quanto aos adjetivos referidos a esses pronomes, o gênero gramatical deve coincidir com o sexo da pessoa a que se refere, e não com o substantivo que compõe a locução. Assim, se nosso interlocutor for homem, o correto é “Vossa Excelência está atarefado”, “Vossa Senhoria deve estar satisfeito”; se for mulher, “Vossa Excelência está atarefada”, “Vossa Senhoria deve estar satisfeita”.

Emprego dos Pronomes de Tratamento 1. Vossa Excelência (V.Exª), para as seguintes autoridades: a) do Poder Executivo: Presidente da República; Vice-Presidente da República; Ministros de Estado; Governadores (e Vice) de Estado e do Distrito Federal; Oficiais-Generais das Forças Armadas; Embaixadores; Secretários-Executivos de Ministérios e demais ocupantes de cargos de natureza especial; Secretários de Estado dos Governos Estaduais; Prefeitos Municipais. b) do Poder Legislativo: Deputados Federais e Senadores; Ministro do Tribunal de Contas da União; Deputados Estaduais e Distritais; Conselheiros dos Tribunais de Contas Estaduais; Presidentes das Câmaras Legislativas Municipais. c) do Poder Judiciário: Ministros dos Tribunais Superiores; Membros de Tribunais; Juízes; Auditores da Justiça Militar. 2. Vossa Senhoria (V.Sª) é empregado para as demais autoridades e para particulares.

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Língua Portuguesa 3. Vossa Magnificência (V.Magª) é empregado por força da tradição, em comunicações dirigidas a reitores de universidade. 4. Vossa Santidade (V.S), em comunicações dirigidas ao Papa. 5. Vossa Eminência (V.Emª) ou Vossa Eminência Reverendíssima (V.EmªRevma), em comunicações aos Cardeais. 6. Vossa Excelência Reverendíssima (V.ExªRevma) é usado em comunicações dirigidas a Arcebispos e Bispos.

8. Vossa Reverência (V.Reva) é empregado para sacerdotes, clérigos e demais religiosos. 9. Vossa Alteza (V.A.) é empregado para arqueduques, duques e príncipes. 10. Vossa Majestade (V.M.) é empregado para reis e imperadores. Observação: As formas acima são usadas para falar diretamente com a pessoa. Quando queremos falar delas (e não com elas) trocamos VOSSA por SUA: Sua Excelência (S.Exª).

7. Vossa Reverendíssima (V.Revma) ou Vossa Senhoria Reverendíssima (V.SªRevma) para Monsenhores, Cônegos e superiores religiosos. Pronomes Demonstrativos Subclasse de palavras que, substituindo ou acompanhando os nomes, indicam a posição dos seres e das coisas no espaço e no tempo em relação às pessoas gramaticais.

Pronomes Relativos Subclasse de palavras que estabelecem uma relação entre uma palavra antecedente que representam e aquilo que a seu respeito se vai dizer na oração que introduzem, ou que estabelecem uma relação entre um nome que determinam e um antecedente.

1. Cujo – é utilizado como determinante relativo com sentido equivalente a do(a, os, as) qual, de quem, de que. Visto ser um determinante, concorda sempre em gênero e em número com o substantivo (nome) que o sucede: Esta senhora, cujo nome desconheço, tem uma reclamação a fazer. Este é o rio Douro cujas águas banham a cidade do Porto. Degrau Cultural

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Língua Portuguesa 2. Quanto – tem por antecedentes os pronomes indefinidos todo(a, os, as) e tanto(a, os, as) embora estes estejam omitidos (subentendidos): Emprestei-te quanto dinheiro tinha. (Antecedente subentendido tanto).

Flexão dos Numerais Alguns numerais são variáveis em gênero e número, outros apenas em gênero ou apenas em número. Gênero e Número primeiro, primeira

Pronomes Interrogativos

primeiros, primeiras

Subclasse de palavras que, substituindo ou acompanhando os nomes, são empregadas para formular uma pergunta direta ou indireta.

Gênero um / uma dois / duas trezentos / trezentas ambos / ambas Número um terço / dois terços um quinto / cinco quintos

1. Quanto – pode referir-se a pessoas ou a coisas. Enquanto determinante interrogativo, usa-se em concordância com o substantivo: Quantos irmãos tens? 2. Qual – pode referir-se a pessoas ou a coisas. Usa-se geralmente como determinante, embora nem sempre junto ao substantivo:

Emprego dos Numerais a) emprego do numeral cardinal e ordinal: na indicação de reis, príncipes, papas, anos, séculos, capítulos etc., usa-se ordinal até 10 e daí em diante emprega-se o cardinal: Henrique VIII (oitavo)

Qual foi o filme que viste ontem?

Luís XV (quinze)

3. Que – é determinante quando é equivalente a que espécie de, podendo referir-se a pessoas ou a coisas:

Paulo VI (sexto)

Que livro andas a ler?

Capítulo X (décimo)

Mas que mulher é essa?

João XXIII (vinte e três) Capítulo XI (onze)

Pronomes Indefinidos

Obs.: Se o numeral vier anteposto ao substantivo, usamos o ordinal:

Subclasse de palavras que designam ou determinam a 3ª pessoa gramatical (seres ou coisas) de modo vago e impreciso.

XX Salão do Automóvel = Vigésimo Salão do Automóvel Se o numeral vier posposto ao substantivo, usamos o cardinal: Casa 2 = casa dois página 23 = página vinte e três (subentende-se aqui a palavra número: casa (número) dois) b) primeiro dia do mês: Na indicação do primeiro dia do mês usamos o numeral ordinal: primeiro de abril primeiro de julho c) leitura do numeral cardinal: Coloca-se a conjunção e entre as centenas e dezenas e também entre a dezena e a unidade: 6.069.523 = seis milhões sessenta e nove mil quinhentos e vinte e três. d) leitura do numeral ordinal: inferior a 2.000º , lê-se normalmente como ordinal:

3.5. Numeral

1.856º = milésimo octingentésimo quinquagésimo sexto.

É a palavra que dá ideia de quantidade (um, dois, três etc.), sequência (primeiro, segundo, terceiro etc.), multiplicação (dobro, triplo etc.) e divisão (metade, um terço, três quartos etc.).

superior a 2000º, lê-se o primeiro como cardinal e os outros como ordinais: 2.056º = dois milésimo quinquagésimo sexto 5.232º = cinco milésimo ducentésimo trigésimo segundo

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Língua Portuguesa Mas se for número redondo:

Observação: Houve alteração nas desinências.

10.000º = décimo milésimo 2.000º = segundo milésimo 5.000º = quinto milésimo 3.6. Verbos Definição É a classe de palavra que designa um estado, uma ação ou um fenômeno natural. Ana é feliz. (estado) Ana comeu mamão. (ação) Neva todo inverno no país de Ana. (fenômeno natural) A conjugação verbal é feita através da desinência (veja Estrutura do Vocábulo).

A irregularidade pode também ocorrer no radical, como no caso do verbo ouvir na 1a pessoa do Presente do Indicativo – eu ouç – o:

Exemplo: VIÉSSEMOS S S E – desinência modo-temporal M O S – desinência número-pessoal Classificação dos Verbos a) Regulares: São os que seguem o modelo de sua conjugação. Exemplo:

c) Anômalos:

Estudar

São aqueles que sofrem profundas modificações:

Observação:

Exemplos:

Para saber se um verbo é regular, basta conjugá-lo no Presente do Indicativo e no Pretérito Perfeito do Indicativo. Se não houver mudanças no radical ou nas desinências nesses dois tempos, não haverá em nenhum outro.

ser: sou, fui, era... ir: vou, fui, irei... d) Defectivos: São aqueles que não se conjugam em todas as formas: Exemplo: abolir, reaver

b) Irregulares: São aqueles cujo radical e/ou terminações se alteram, não seguindo o modelo de sua conjugação. Exemplos: Dar e Ouvir

Observação: Há mais adiante uma lista de defectivos notáveis. e) Abundantes: São aqueles que apresentam mais de uma forma com o mesmo valor. Exemplos: haver: vós haveis ou heis construir: tu construis ou constróis A abundância acontece principalmente no particípio.

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Língua Portuguesa 2ª pessoa – quem ouve: Cantas, cantais. 3ª pessoa – de quem se fala: Canta, cantam II. Número Refere-se à flexão de singular e plural: Singular: refere-se a apenas uma pessoa. Canto, cantas, canta Plural: refere-se a duas ou mais pessoas. Cantamos, cantais, cantam.

f) Auxiliares: São aqueles que, desprovidos de sentido próprio (parcial ou totalmente), juntam-se a outros verbos, formando o que chamamos de Locução Verbal. Exemplo: A chuva está caindo.

III. Modo Refere-se à maneira como anunciamos um estado, uma ação ou um fenômeno natural. São três os modos verbais: a) Indicativo: expressa certeza. Eu canto. Nós cantaremos. Vós cantastes. b) Subjuntivo: expressa dúvida.

Nas Locuções Verbais, o verbo auxiliar está sempre conjugado e o verbo principal (o que dá sentido à locução) deve ficar no infinitivo (-r), gerúndio (-ndo) ou particípio (-do):

Que eu cante. Se nós cantássemos. Quando vós cantardes. c) Imperativo: expressa ordem, pedido ou súplica. Cante você. Cantemos nós. Não canteis vós.

-infinitivo: Eu vou falar. -gerúndio: Eu estou falando.

IV. Tempo

-particípio: Eu tenho falado.

Situa a ideia expressa pelo verbo dentro de determinado momento:

Observações 1) Nas Locuções Verbais formadas de particípio devemos optar pelo regular ou irregular, de acordo com a seguinte regra: a) Com auxiliares ter ou haver: particípio regular (-do):

Presente – enuncia um fato que ocorre no momento em que se fala. Pretérito – enuncia um fato anterior em relação ao momento em que se fala. Futuro – enuncia um fato posterior em relação ao momento em que se fala.

Eu tenho pagado minhas contas em dia. Ele havia acendido a vela.

Eu cantei

Eu canto

b) Com outros auxiliares:

Pretérito

Presente

particípio irregular:

Eu cantarei Futuro

V. Voz

A conta foi paga. A vela está acesa.

ndica se o sujeito está praticando ou sofrendo a ação expressa pelo verbo (ou se ambos ao mesmo tempo).

2) Quando o particípio possui uma única forma, não temos por que optar:

São três: a) Voz Ativa:

fazer – feito: Eu tenho feito o trabalho sozinho. O trabalho foi feito por mim.

Apresenta o sujeito praticando uma ação verbal. Ani comeu a deliciosa maçã. b) Voz Passiva:

vender – vendido Eu tenho vendido muitas roupas. Estas roupas já foram vendidas.

Apresenta o sujeito sofrendo uma ação verbal. A deliciosa maçã foi comida pela Ani. c) Voz Reflexiva: Apresenta o sujeito praticando e sofrendo, ao mesmo tempo, uma ação verbal.

Flexão dos Verbos I. Pessoa Refere-se à pessoa do discurso: 1ª pessoa – quem fala: Canto, cantamos.

Obs.: Voz Reflexiva Recíproca: Abraçamo-nos

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Língua Portuguesa Ani cortou-se com a faca.

Formação dos Tempos Verbais

Vejamos tudo mais detalhadamente.

Quanto à formação, classificamos os tempos como primitivos e derivados:

Voz Ativa: Quando o sujeito pratica a ação verbal é o agente, executa a ação expressa pelo verbo. Exemplos: Eles saíram. O macaco comeu a fruta. Maria colheu a rosa. Voz Passiva: Quando o sujeito sofre a ação verbal é o paciente, receptor da ação expressa pelo verbo. Há dois tipos de Voz Passiva:

Derivação

a) Analítica: constitui-se da locução verbal formada pelo verbo auxiliar + verbo principal no particípio.

Acompanhe a progressão da explicação em relação ao quadro acima:

A fruta foi comida pelo macaco.

Primitivo:

A rosa foi colhida por Maria.

1a Pessoa do Singular do Presente do Indicativo:

Observação:

1a conjugação (terminados em -AR) – eu cant o

Na Voz Passiva Analítica, aquele que pratica a ação é chamado Agente da Passiva (no caso dos exemplos acima temos, então, macaco e Maria como agentes de passiva).

2a conjugação (terminados em -ER) – eu vend o

b) Sintética: constitui-se do verbo principal na 3ª pessoa (singular ou plural concordando com o sujeito) + a partícula apassivadora se.

Presente do Subjuntivo

Comeu-se a banana. Comeram-se as bananas. Colheu-se a rosa.

3a conjugação (terminados em -IR) – eu part o Derivado: – 1a conjugação troca o -O por -E. – 2a e 3a conjugações trocam o -O por -A. Acrescentando as desinências número-pessoais.

Colheram-se as rosas. Observação: 1. Neste tipo de Voz Passiva não aparece o agente da passiva. 2. O se também pode ser chamado de pronome apassivador. Voz Reflexiva: Quando o sujeito, ao mesmo tempo, pratica e sofre a ação verbal, é agente e paciente, executa e recebe a ação expressa pelo verbo. Exemplos:

Observação: O verbo pôr pertence à 2ª conjugação, pois surgiu na Língua Portuguesa como POER.

O macaco feriu-se.

Derivado:

Maria cortou-se.

Imperativo Negativo

Eu, ontem, olhei-me no espelho.

– Idêntico ao Presente do Subjuntivo. Basta acrescentar a negação.

Nós nos abraçamos.

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Língua Portuguesa Derivado: Futuro do Subjuntivo - Tira-se a terminação -AM e acrescentam-se as desinências número-pessoais

Observação:

Imperativo Afirmativo

Nesse tempo, por uma questão de pronúncia, fizemos algumas adaptações às desinências número-pessoais para que elas se liguem perfeitamente aos verbos. Essas adaptações servirão para todos os verbos da Língua Portuguesa, nesse tempo.

– As segundas pessoas (tu e vós) obtêm-se das segundas pessoas do Presente do Indicativo sem a letra S.

Derivado:

Derivado:

– As demais pessoas são idênticas ao Presente do Subjuntivo.

Pretérito Imperfeito do Subjuntivo - Tira-se a terminação -RAM e acrescentam-se: desinência modo-temporal -SSE desinências número-pessoais

Observação: No Imperativo não existe a 1ª pessoa do singular (eu). Primitivo: 3ª Pessoa do Plural do Pretérito do Indicativo

Primitivo: Infinitivo Impessoal

CANTARAM VENDERAM PARTIRAM Derivado:

CANTAR

VENDER

Derivado:

Pretérito Mais-Que-Perfeito do Indicativo - Tira-se a terminação -M e acrescentam-se as desinências número-pessoais:

Observação: Nesse tempo, todos os verbos trocam -A por -E na 2ª pessoa do plural (vós) por apresentarem dificuldades com a pronúncia.

Futuro do Presente do Indicativo - Acrescentam-se as desinências número-pessoais: -ei, -ás, -á, -emos, -eis, -ão

Derivado: Futuro do Pretérito do Indicativo - Acrescentam-se as desinências número-pessoais:

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PARTIR

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Língua Portuguesa ia, ias, ia, íamos, íeis, iam

Tempos Compostos Os Tempos Compostos são formados pelos auxiliares TER ou HAVER mais o verbo principal no particípio. Formação dos Tempos Compostos: Presente (Indicativo / Subjuntivo) dá origem a: - Pretérito Perfeito do Indicativo Composto: tenho amado, tenho vendido, tenho partido.

Observação: Os verbos dizer, fazer e trazer fazem o futuro do presente e o futuro do pretérito da seguinte forma:

- Pretérito Perfeito do Subjuntivo Composto: tenha amado, tenha vendido, tenha partido.

dizer – direi – diria fazer – farei – faria trazer – trarei – traria

Pretérito Imperfeito (Indicativo / Subjuntivo) dá origem a: - Pretérito Mais-que-Perfeito do Indicativo Composto: tinha amado, tinha vendido, tinha partido.

Derivado:

- Pretérito Mais-que-Perfeito do Subjuntivo Composto:

Pretérito Imperfeito do Indicativo

tivesse amado, tivesse vendido, tivesse partido.

- Para verbos da 1a conjugação acrescenta-se ao tema a desinência modo-temporal -VA, mais as desinências número-pessoais.

Futuro do Presente do Indicativo dá origem a:

- Para os verbos da 2a e 3a conjugações acrescenta-se ao radical a desinência modo-temporal -IA, mais as desinências número-pessoais.

- Futuro do presente do Indicativo Composto: terei amado, terei vendido, terei partido. Futuro do Pretérito do Indicativo dá origem a: - Futuro do Pretérito do Indicativo Composto: teria amado, teria vendido, teria partido. Futuro do Subjuntivo dá origem a: - Futuro do Subjuntivo Composto: tiver amado, tiver vendido, tiver partido.

Observação:

Formas Nominais

1. Nesse tempo, todos o verbos trocam A por E na 2ª pessoa do plural (vós), por apresentarem problema com a pronúncia.

Recebem esse nome porque assumem valor de nomes da língua:

2. Tema (relembrando!) é o radical acrescido da vogal temática.

Amar é bom.

Infinitivo – valor de substantivo: Particípio – valor de adjetivo:

Derivado:

A ave era morta.

Infinitivo Pessoal

Gerúndio – valor de advérbio:

- Acrescentam-se, simplesmente, as desinências número-pessoais.

Amanhecendo, partiremos. As formas nominais são usadas, geralmente, em locuções verbais: Quero amar. Tenho amado. Estou amando. Emprego dos Tempos Verbais Presente do Indicativo a) exprime um fato que ocorre no momento em que se fala:

Observação: As adaptações são necessárias aqui, da mesma forma que utilizamos no futuro do subjuntivo.

Vejo a lua no céu. b) exprime um axioma, uma verdade científica:

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Língua Portuguesa A Terra é redonda.

É preciso viajar.

Por um ponto passam infinitas retas.

b) quando faz parte de uma locução verbal:

c) exprime uma ação habitual:

Nós podemos ir ao cinema hoje.

Não como nada aos domingos.

c) quando complemento de algum nome (virá sempre preposicionado):

d) para dar atualidade a fatos ocorridos no passado: Há 40 anos, a televisão chega ao Brasil.

Nós estamos aptos para trabalhar.

e) exprime um fato futuro muito próximo, quando se tem certeza de sua realização:

Alguns Verbos de 1ª Conjugação que Merecem Destaque

Amanhã faço a lição.

Presente do indicativo: águo, águas, água, aguamos, aguais, águam

Pretérito Perfeito do Indicativo

Presente do subjuntivo: águe, águes, águe, aguemos, agueis, águem

exprime um fato passado concluído, em relação ao momento em que se fala: Ontem eu fiz a lição. Pretérito Imperfeito do Indicativo exprime um fato passado não concluído, em relação ao momento em que se fala:

a) Aguar

Imperativo afirmativo: água (tu), águe (você), aguemos (nós), aguai (vós), águem (vocês) Imperativo negativo: não águes (tu), não águe (você), não aguemos (nós), não agueis (vós), não águem ( vocês) Observação:

Eu sempre cantava no chuveiro.

Nos demais tempos, segue o modelo dos verbos regulares da 1ª conjugação. Conjugam-se como aguar: enxaguar, desaguar e minguar.

Pretérito Mais-que-Perfeito do Indicativo

b) Apaziguar

exprime um fato passado concluído, em relação a outro fato passado:

Presente do indicativo: apaziguo, apaziguas, apazigua, apaziguamos, apaziguais, apaziguam

Quando Pedro chegou à casa, eu já chegara. Observação:

Presente do subjuntivo: apazigue, apazigues, apazigue, apaziguemos, apazigueis, apaziguem

Na linguagem contemporânea prefere-se usar o pretérito mais-que-perfeito composto.

Imperativo afirmativo: apazigua (tu), apazigue (você), apaziguemos (nós), apaziguai (vós), apaziguem (vocês)

Quando Pedro chegou à casa eu já tinha chegado.

Imperativo negativo: não apazigues (tu), não apazigue (você), não apaziguemos (nós), não apazigueis (vós), não apaziguem (vocês)

Futuro do Presente do Indicativo Exprime um fato posterior em relação ao momento em que se fala. Hoje estou aqui, amanhã estarei na Europa. Futuro do Pretérito do Indicativo a) exprime um fato posterior em relação a um fato passado: Ontem você garantiu que o dinheiro estaria aqui hoje. b) exprime uma incerteza:

Observação: Nos demais tempos, segue o modelo dos verbos regulares da 1ª conjugação. Conjuga-se como apaziguar: averiguar. c) Passear Indicativo Presente: passeio, passeias, passeia, passeamos, passeais, passeiam

Seriam dez ou doze horas quando ele chegou?

Pretérito imperfeito: passeava, passeavas, passeava, passeávamos, passeáveis, passeavam

c) usa-se no lugar do presente do indicativo ou do imperativo quando se faz um pedido:

Pretérito perfeito: passeei, passeaste, passeou, passeamos, passeastes, passearam

Você me faria um favor?

Pretérito mais-que-perfeito: passeara, passearas, passeara, passeáramos, passeáreis, passearam

Gostaria de falar com você. Infinitivo Pessoal quando tem sujeito próprio:

Futuro do presente: passearei, passearás, passeará, passearemos, passeareis, passearão Futuro do pretérito: passearia, passearias, passearia, passearíamos, passearíeis, passeariam

O remédio é ficarmos em casa. Subjuntivo Infinitivo Impessoal a) quando não estiver se referindo a nenhum sujeito.

Presente: passeie, passeies, passeie, passeemos, passeeis, passeiem

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Língua Portuguesa Pretérito imperfeito: passeasse, passeasses, passeasse, passeássemos, passeásseis, passeassem Futuro: passear, passeares, passear, passearmos, passeardes, passearem

Observação: Seguem esse modelo os verbos remediar e incendiar.

mediar, ansiar,

Os demais verbos terminados em –iar são regulares.

Imperativo Afirmativo: passeia (tu), passeie (você), passeemos (nós), passeai (vós), passeiem (vocês)

Alguns Verbos de 2ª Conjugação que Merecem Destaque a) Caber

Negativo: não passeies (tu), não passeie (você), não passeemos (nós), não passeeis (vós), não passeiem (vocês)

Indicativo

Formas Nominais Infinitivo impessoal: passear

Pretérito perfeito: coube, coubeste, coube, coube-mos, coubestes, couberam

Infinitivo pessoal: passear, passeares, passear, passearmos, passeardes, passearem

Pretérito mais-que-perfeito: coubera, couberas, coubera, coubéramos, coubéreis, couberam

Gerúndio: passeando

Futuro do presente: caberei, caberás, caberá, caberemos, cabereis, caberão

Particípio: passeado Observação: O verbo passear serve de modelo a todos os verbos terminados em –ear, tais como: balear, barbear, basear, bobear, branquear, bronzear, cear, chatear, delinear, encadear, folhear, frear, golpear, homenagear, manusear, massagear, nortear, recear etc. d) Odiar

Presente: caibo, cabes, cabe, cabemos, cabeis, cabem Pretérito imperfeito: cabia, cabias, cabia, cabíamos, cabíeis, cabiam

Futuro do pretérito: caberia, caberias, caberia, caberíamos, caberíeis, caberiam Subjuntivo Presente: caiba, caibas, caiba, caibamos, caibais, caibam Pretérito imperfeito: coubesse, coubesses, coubesse, coubéssemos, coubésseis, coubessem Futuro: couber, couberes, couber, coubermos, couberdes, couberem

Indicativo Presente: odeio, odeias, odeia, odiamos, odiais, odeiam Pretérito imperfeito: odiava, odiavas, odiava, odiávamos, odiáveis, odiavam Pretérito perfeito: odiei, odiaste, odiou, odiamos, odiastes, odiaram Pretérito mais-que-perfeito: odiara, odiaras, odiara, odiáramos, odiáreis, odiaram Futuro do presente: odiarei, odiarás, odiará, odiaremos, odiareis, odiarão

Imperativo Não é usado no imperativo. Formas Nominais Infinitivo impessoal: caber Infinitivo pessoal: caber, caberes, caber, cabermos, caberdes, caberem Gerúndio: cabendo

Futuro do pretérito: odiaria, odiarias, odiaria, odia-ríamos, odiaríeis, odiariam

Particípio: cabido

Subjuntivo

Indicativo

Presente: odeie, odeies, odeie, odiemos, odieis, odeiem

Presente: digo, dizes, diz, dizemos, dizeis, dizem

Pretérito imperfeito: odiasse, odiasses, odiasse, odiássemos, odiásseis, odiassem

Pretérito imperfeito: dizia, dizias, dizia, dizíamos, dizíeis, diziam

Futuro: odiar, odiares, odiar, odiarmos, odiardes, odiarem Imperativo

Pretérito perfeito: disse, disseste, disse, dissemos, dissestes, disseram

Afirmativo: odeia (tu), odeie (você), odiemos (nós), odiai (vós), odeiem (vocês)

Pretérito mais-que-perfeito: dissera, disseras, dissera, disséramos, disséreis, disseram

Negativo: não odeies (tu), não odeie (você), não odiemos (nós), não odieis (vós), não odeiem (vocês)

Futuro do presente: direi, dirás, dirá, diremos, direis, dirão

b) Dizer

Futuro do pretérito: diria, dirias, diria, diríamos, diríeis, diriam

Formas Nominais Infinitivo impessoal: odiar Infinitivo pessoal: odiar, odiares, odiar, odiarmos, odiardes, odiarem Gerúndio: odiando

Subjuntivo Presente: diga, digas, diga, digamos, digais, digam Pretérito imperfeito: dissesse, dissesses, dissesse, disséssemos, dissésseis, dissessem Futuro: disser, disseres, disser, dissermos, disserdes, disserem

Particípio: odiado Degrau Cultural

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Língua Portuguesa Imperativo Afirmativo: diz/dize (tu), diga (você), digamos (nós), dizei (vós), digam (vocês) Negativo: não digas (tu), não diga (você), não digamos (nós), não digais (vós), não digam (vocês) Formas Nominais Infinitivo impessoal: dizer Infinitivo pessoal: dizer, dizeres, dizer, dizermos, dizerdes, dizerem

Futuro do pretérito: poria, porias, poria, poríamos, poríeis, poriam Subjuntivo Presente: ponha, ponhas, ponha, ponhamos, ponhais, ponham Pretérito imperfeito: pusesse, pusesses, pusesse, puséssemos, pusésseis, pusessem Futuro: puser, puseres, puser, pusermos, puserdes, puserem Imperativo

Gerúndio: dizendo Particípio: dito

Afirmativo: põe (tu), ponha (você), ponhamos (nós), ponde (vós), ponham (vocês)

c) Fazer

Negativo: não ponhas (tu), não ponha (você), não ponhamos (nós), não ponhais (vós), não ponham (vocês)

Indicativo Presente: faço, fazes, faz, fazemos, fazeis, fazem

Formas Nominais

Pretérito imperfeito: fazia, fazias, fazia, fazíamos, fazíeis, faziam

Infinitivo impessoal: pôr

Pretérito perfeito: fiz, fizeste, fez, fizemos, fizestes, fizeram

Infinitivo pessoal: pôr, pores, pôr, pormos, pordes, porem Gerúndio: pondo

Pretérito mais-que-perfeito: fizera, fizeras, fizera, fizéramos, fizéreis, fizeram

Particípio: posto

Futuro do presente: farei, farás, fará, faremos, fareis, farão

e) Prover

Futuro do pretérito: faria, farias, faria, faríamos, faríeis, fariam

Presente do indicativo: provejo, provês, provê, provemos, provedes, proveem

Subjuntivo

Presente do subjuntivo: proveja, provejas, proveja, provejamos, provejais, provejam

Presente: faça, faças, faça, façamos, façais, façam Pretérito imperfeito: fizesse, fizesses, fizesse, fizéssemos, fizésseis, fizessem

Imperativo afirmativo: provê (tu), proveja (você), provejamos (nós), provede (vós), provejam (vocês)

Imperativo

Imperativo negativo: não provejas (tu), não proveja (você), não provejamos (nós), não provejais (vós), não provejam (vocês)

Afirmativo: faz/faze (tu), faça (você), façamos (nós), fazei (vós), façam (vocês),

Observação:

Negativo: não faças (tu), não faça (você), não façamos (nós), não façais (vós), não façam (vocês)

Nos demais tempos, segue o modelo dos verbos regulares da 2ª conjugação.

Formas Nominais

f) Querer

Infinitivo impessoal: fazer

Indicativo

Futuro: fizer, fizeres, fizer, fizermos, fizerdes, fizerem

Infinitivo pessoal: fazer, fazerdes, fazer, fazermos, fazerdes, fazerem Gerúndio: fazendo

Presente: quero, queres, quer, queremos, quereis, querem

Particípio: feito

Pretérito imperfeito: queria, querias, queria, quería-mos, queríeis, queriam

d) Pôr

Pretérito perfeito: quis, quiseste, quis, quisemos, quisestes, quiseram

O verbo pôr pertence à 2ª conjugação, pois sua antiga forma era poer. Indicativo

Pretérito mais-que-perfeito: quisera, quiseras, quisera, quiséramos, quiséreis, quiseram

Presente: ponho, pões, põe, pomos, pondes, põem

Futuro do presente: quererei, quererás, quererá, quereremos, querereis, quererão

Pretérito imperfeito: punha, punhas, punha, púnha-mos, púnheis, punham

Futuro do pretérito: quereria, quererias, quereria, quereríamos, quereríeis, quereriam

Pretérito perfeito: pus, puseste, pôs, pusemos, pusestes, puseram

Subjuntivo

Pretérito mais-que-perfeito: pusera, puseras, pusera, puséramos, puséreis, puseram

Presente: queira, queiras, queira, queiramos, queirais, queiram

Futuro do presente: porei, porás, porá, poremos, poreis, porão

Pretérito imperfeito: quisesse, quisesses, quisesse, quiséssemos, quisésseis, quisessem

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Língua Portuguesa Futuro: quiser, quiseres, quiser, quisermos, quiserdes, quiserem

Futuro: trouxer, trouxeres, trouxer, trouxermos, trouxerdes, trouxerem

Imperativo

Imperativo

Afirmativo: quere/quer (tu), queira (você), queiramos (nós), querei (vós), queiram (vocês)

Afirmativo: traz/traze (tu), traga (você), tragamos (nós), trazei (vós), tragam (vocês)

Negativo: não queiras (tu), não queira (você), não queiramos (nós), não queirais (vós), não queiram (vocês)

Negativo: não tragas (tu), não traga (você), não tragamos (nós), não tragais (vós), não tragam (vocês)

Formas Nominais

Formas Nominais

Infinitivo impessoal: querer

Infinitivo impessoal: trazer

Infinitivo pessoal: querer, quereres, querer, querermos, quererdes, quererem

Infinitivo pessoal: trazer, trazeres, trazer, trazermos, trazerdes, trazerem

Gerúndio: querendo

Gerúndio: trazendo

Particípio: querido

Particípio: trazido

g) Requerer

Alguns Verbos de 3ª Conjugação que Merecem Destaque

Presente do indicativo: requeiro, requeres, requer ou requere, requeremos, requereis, requerem

a) Possuir

Pretérito Perfeito: requeri, requereste, requereu, requeremos, requerestes, requereram.

Presente: possuo, possuis, possui, possuímos, possuís, possuem

Pretérito mais-que-perfeito: requerera, requereras, requerera, requerêramos, requerêreis, requereram.

Pretérito imperfeito: possuía, possuías, possuía, possuíamos, possuíeis, possuíam

Presente do subjuntivo: requeira, requeiras, requeira, requeiramos, requeirais, requeiram.

Pretérito perfeito: possuí, possuíste, possuiu, possuímos, possuístes, possuíram

Imperfeito do subjuntivo: requeresse, requeresses, requeresse, requerêssemos, requerêsseis, requeressem.

Pretérito mais-que-perfeito: possuíra, possuíras, possuíra, possuíramos, possuíreis, possuíram

Futuro do subjuntivo: requerer, requeres, requerer, requerermos, requererdes, requererem.

Futuro do presente: possuirei, possuirás, possuirá, possuiremos, possuireis, possuirão

Imperativo afirmativo: requer ou requere (tu), requeira (você), requeiramos (nos), requerei (vós), requeiram (vocês)

Futuro do pretérito: possuiria, possuirias, possuiria, possuiríamos, possuiríeis, possuiriam

Imperativo negativo: não requeiras (tu), não requeira (você), não requeiramos (nós), não requeirais (vós), não requeiram (vocês)

Subjuntivo

Observação: Nos demais tempos, segue o modelo dos verbos regulares da 2ª conjugação. h) Trazer

Indicativo

Presente: possua, possuas, possua, possuamos, possuais, possuam Pretérito imperfeito: possuísse, possuísses, possuísse, possuíssemos, possuísseis, possuíssem Futuro: possuir, possuíres, possuir, possuirmos, possuirdes, possuirem

Indicativo

Imperativo

Presente: trago, trazes, traz, trazemos, trazeis, trazem

Afirmativo: possui (tu), possua (você), possuamos (nós), possuí (vós), possuam (vocês)

Pretérito imperfeito: trazia, trazias, trazia, trazíamos, trazíeis, traziam Pretérito perfeito: trouxe, trouxeste, trouxe, trouxe-mos, trouxestes, trouxeram

Negativo: não possuas (tu), não possua (você), não possuamos (nós), não possuais (vós), não possuam (vocês)

Pretérito mais-que-perfeito: trouxera, trouxeras, trouxera, trouxéramos, trouxéreis, trouxeram

Formas Nominais

Futuro do presente: trarei, trarás, trará, traremos, trareis, trarão

Infinitivo pessoal: possuir, possuíres, possuir, possuirmos, possuirdes, possuírem

Futuro do pretérito: traria, trarias, traria, traríamos, traríeis, trariam

Gerúndio: possuindo

Subjuntivo

Observação:

Presente: traga, tragas, traga, tragamos, tragais, tragam

O verbo possuir serve de modelo a todos os verbos terminados em –uir, tais como: distribuir, retribuir, contribuir, diminuir, concluir etc.

Pretérito imperfeito: trouxesse, trouxesses, trouxesse, trouxéssemos, trouxésseis, trouxessem

Infinitivo impessoal: possuir

Particípio: possuído

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Língua Portuguesa b) Agredir

Futuro do presente: irei, irás, irá, iremos, ireis, irão

Presente do indicativo: agrido, agrides, agride, agredimos, agredis, agridem

Futuro do pretérito: iria, irias, iria, iríamos, iríeis, iriam

Presente do subjuntivo: agrida, agridas, agrida, agridamos, agridais, agridam

Subjuntivo

Imperativo afirmativo: agride (tu), agrida (você), agridamos (nós), agredi (vós), agridam (vocês)

Pretérito imperfeito: fosse, fosses, fosse, fôssemos, fôsseis, fossem

Imperativo negativo: não agridas (tu), não agrida (você), não agridamos (nós), não agridais (vós), não agridam (vocês)

Futuro: for, fores, for, formos, fordes, forem

Presente: vá, vás, vá, vamos, vades, vão

Imperativo Observação: Nos demais tempos, segue o modelo dos verbos regulares da 3ª conjugação como agredir: denegrir, prevenir, regredir, etc.

Afirmativo: vai (tu), vá (você), vamos (nós), ide (vós), vão (vocês) Negativo: não vás (tu), não vá (você), não vamos (nós), não vades (vós), não vão (vocês)

c) Divergir

Formas Nominais

Presente do indicativo: divirjo, diverges, diverge, divergimos, divergis, divergem

Infinitivo impessoal: ir

Presente do subjuntivo: divirja, divirjas, divirja, divirjamos, divirjais, divirjam

Gerúndio: indo

Imperativo afirmativo: diverge (tu), divirja (você), divirjamos (nós), divergi (vós), divirjam (vocês) Imperativo negativo: não divirjas (tu), não divirja (você), não divirjamos (nós), não divirjais (vós), não divirjam (vocês)

Infinitivo pessoal: ir, ires, ir, irmos, irdes, irem Particípio: ido f) Medir Presente do indicativo: meço, medes, mede, medimos, medis, medem Presente do subjuntivo: meça, meças, meça, meçamos, meçais, meçam

Observação: Segue esse modelo o verbo convergir. Os verbos emergir, imergir e submergir seguem esse modelo com as seguintes ressalvas: 1) a 1ª pessoa do singular do presente do indicativo é emerjo, imerjo e submerjo; 2) apresentam duplo particípio: emergido e emerso, imergido e imerso, submergido e submerso.

Imperativo afirmativo: mede (tu), meça (você), meçamos (nós), medi (vós), meçam (vocês) Imperativo negativo: não meças (tu), não meça (você), não meçamos (nós), não meçais (vós), não meçam (vocês) Observação:

d) Ferir Presente do indicativo: firo, feres, fere, ferimos, feris, ferem

Nos demais tempos, segue o modelo dos verbos regulares da 3ª conjugação. Conjugam-se como medir: ouvir e pedir.

Presente do subjuntivo: fira, firas, fira, firamos, firais, firam Imperativo afirmativo: fere (tu), fira (você), firamos (nós), feri (vós), firam (vocês)

g) Vir

Imperativo negativo: não firas (tu), não fira (você), não firamos (nós), não firais (vós), não firam (vocês)

Presente do indicativo: venho, vens, vem, vimos, vindes, vêm Pretérito imperfeito: vinha, vinhas, vinha, vínhamos, vínheis, vinham Pretérito perfeito: vim, vieste, veio, viemos, viestes, vieram Pretérito mais-que-perfeito: viera, vieras, viera, viéramos, viéreis, vieram Futuro do presente: virei, virás, virá, viremos, vireis, virão

Observação: Nos demais tempos, segue o modelo dos verbos regulares da 3ª conjugação. Conjugam-se como o verbo ferir: aderir, competir, conferir, desferir, digerir, diferir, inferir, ingerir, inserir, interferir, preferir, referir, refletir, repelir, revestir, ressentir, sentir, sugerir, vestir etc. e) Ir

Indicativo

Futuro do pretérito: viria, virias, viria, viríamos, viríeis, viriam

Indicativo

Subjuntivo

Presente: vou, vais, vai, vamos, ides, vão

Presente: venha, venhas, venha, venhamos, venhais, venham

Pretérito imperfeito: ia, ias, ia, íamos, íeis, iam Pretérito perfeito: fui, foste, foi, fomos, fostes, foram Pretérito mais-que-perfeito: fora, foras, fora, fôramos, fôreis, foram

Pretérito imperfeito: viesse, viesses, viesse, viéssemos, viésseis, viessem Futuro: vier, vieres, vier, viermos, vierdes, vierem

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Língua Portuguesa Imperativo

c) Precaver

Afirmativo: vem (tu), venha (você), venhamos (nós), vinde (vós), venham (vocês)

Indicativo

Negativo: não venhas (tu), não venha (você), não venhamos (nós), não venhais (vós), não venham (vocês)

Pretérito imperfeito: precavia, precavias, precavia, precavíamos, precavíeis, precaviam

Formas Nominais

Pretérito perfeito: precavi, precaveste, precaveu, precavemos, precavestes, precaveram

Infinitivo impessoal: vir Infinitivo pessoal: vir, vires, vir, virmos, virdes, virem Gerúndio: vindo

Presente: (nós) precavemos, (vós) precaveis

Pretérito mais-que-perfeito: precavera, precaveras, precavera, precavêramos, precavêreis, precaveram

Particípio: vindo

Futuro do presente: precaverei, precaverás, precaverá, precaveremos, precavereis, precaverão

Verbos Defectivos que Merecem Destaque

Futuro do pretérito: precaveria, precaverias, precaveria, precaveríamos, precaveríeis, precaveriam

a) Adequar Indicativo

Subjuntivo

Presente: (nós) adequamos, (vós) adequais

Presente: Não é usado no presente do subjuntivo.

Pretérito imperfeito: adequava, adequavas, adequava, adequávamos, adequáveis, adequavam

Pretérito imperfeito: precavesse, precavesses, precavesse, precavêssemos, precavêsseis, precavessem

Pretérito perfeito: adequei, adequaste, adequou, adequamos, adequastes, adequaram Pretérito mais-que-perfeito: adequara, adequaras, adequara, adequáramos, adequáreis, adequaram Futuro do presente: adequarei, adequarás, adequará, adequaremos, adequareis, adequarão Futuro do pretérito: adequaria, adequarias, adequaria, adequaríamos, adequaríeis, adequariam

Futuro: precaver, precaveres, precaver, precavermos, precaverdes, precaverem Imperativo Afirmativo: precavei (vós) Negativo: Não é usado no imperativo negativo. Formas Nominais

Subjuntivo

Infinitivo impessoal: precaver

Presente: Não é usado no presente do subjuntivo.

Infinitivo pessoal: precaver, precaveres, precaver, precavermos, precaverdes, precaverem

Pretérito imperfeito: adequasse, adequasses, adequasse, adequássemos, adequásseis, adequassem Futuro: adequar, adequares, adequar, adequarmos, adequardes, adequarem Imperativo Afirmativo: adequai (vós) Negativo: Não é usado no imperativo negativo. Formas Nominais Infinitivo impessoal: adequar Infinitivo pessoal: adequar, adequares, adequar, adequarmos, adequardes, adequarem Gerúndio: adequando Particípio: adequado b) Falir

Gerúndio: precavendo Particípio: precavido d) Reaver Indicativo Presente: (nós) reavemos, (vós) reaveis Pretérito imperfeito: reavia, reavias, reavia, reavíamos, reavíeis, reaviam Pretérito perfeito: reouve, reouveste, reouve, reouvemos, reouvestes, reouveram Pretérito mais-que-perfeito: reouvera, reouveras, reouvera, reouvéramos, reouvéreis, reouveram Futuro do presente: reaverei, reaverás, reaverá, reaveremos, reavereis, reaverão Futuro do pretérito: reaveria, reaverias, reaveria, reaveríamos, reaveríeis, reaveriam

Presente do indicativo: (nós) falimos, (vós) falis Presente do subjuntivo: Não é usado no presente do subjuntivo.

Subjuntivo

Imperativo afirmativo: fali (vós) Imperativo negativo: Não é usado no imperativo negativo.

Pretérito imperfeito: reouvesse, reouvesses, reouvesse, reouvéssemos, reouvésseis, reouvessem

Observação:

Futuro: reouver, reouveres, reouver, reouvermos, reouverdes, reouverem

Nos demais tempos, é um verbo regular da 3ª conjugação. Conjugam-se como falir: combalir, comedirse, foragir-se, remir e puir.

Presente: Não é usado no presente do subjuntivo.

Imperativo Afirmativo: reavei (vós)

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Língua Portuguesa Negativo: Não é usado no imperativo negativo. Formas Nominais Infinitivo impessoal: reaver Infinitivo pessoal: reaver, reaveres, reaver, reavermos, reaverdes, reaverem

– Outros verbos que expressam ideias que não se atribuem a seres humanos: soar (soava, soavam), acontecer (aconteceu, aconteceram) etc. Verbos Pronominais São aqueles que se conjugam com pronomes oblíquos.

Gerúndio: reavendo

Dividem-se em dois grupos:

Particípio: reavido

a) essencialmente pronominais: só existem com pronomes:

Formas Rizotônicas e Arrizotônicas

suicidar-se, queixar-se, arrepender-se etc.

Formas rizotônicas são aquelas que, no presente (do indicativo/do subjuntivo), apresentam o acento tônico em uma das sílabas do radical do verbo.

b) acidentalmente pronominais: podem ser usados com ou sem pronomes:

Amo, amas, ama, amam. - 1ª, 2ª e 3ª pessoas do singular (eu, tu, ele) + a 3ª pessoa do plural (eles) do presente (do indicativo/do subjuntivo) são formas rizotônicas. Formas arrizotônicas são aquelas que apresentam o acento tônico na desinência. Amamos, amais. - 1ª e 2ª pessoas do plural (nós e vós), do presente (do indicativo/do subjuntivo) e todos os outros tempos, são formas arrizotônicas.

lembrar-se (ou lembrar), esquecer-se (ou esquecer), enganar (ou enganar-se) etc. 3.7. Advérbio Palavra invariável que funciona como modificador de um verbo ou um adjetivo, outro advérbio ou uma oração inteira. Como modificador de verbo atribui circunstância; como modificador de outro advérbio atribui intensidade; como modificador de adjetivo pode atribuir tanto circunstância quanto intensidade. Como modificador de uma oração também atribui circunstância. 1. Classificação dos Advérbios

Locução Verbal É a reunião de um verbo auxiliar com um verbo em forma nominal (infinitivo, gerúndio ou particípio). A função do verbo auxiliar é expandir a significação do principal. Exemplo: Preciso sair agora. — preciso é verbo auxiliar, sair é verbo principal. Estou cantando bem? — estou é verbo auxiliar, cantando é verbo principal. Tenho falado muito! — tenho é verbo auxiliar, falado é verbo principal. Observação: A locução formada de infinitivo pode ter preposição entre o auxiliar e o principal: O bebê começou a falar hoje. João está para chegar.

Conforme a circunstância que expressam, os advérbios classificam-se em: a) de Afirmação: sim, certamente, efetivamente, realmente, etc. b) de Dúvida: talvez, provavelmente, possivelmente, quiçá, etc. c) de Intensidade: muito, demais, bastante, pouco, menos, tão, etc. d) de Lugar: aqui, ali, aí, cá, atrás, perto, abaixo, acima, dentro, fora, além, adiante, etc. e) de Tempo: agora, já, ainda, sempre, nunca, cedo, tarde, etc. f) de Modo: assim, mal, bem, devagar, depressa e grande parte dos vocábulos terminados em –mente: alegremente, calmamente, afobadamente, etc. g) de Negação: não, tampouco, etc.

Verbos Auxiliares

2. Advérbios Interrogativos

São aqueles que se esvaziam de seu significado próprio e tomam parte na formação do tempo composto ou da locução verbal.

As palavras onde, como, quanto, e por que, usadas em frases interrogativas (diretas ou indiretas), são chamadas advérbios interrogativos.

Os verbos auxiliares mais frequentes são: ser, estar, ter, haver, andar, deixar, tornar, poder, ir, começar, dever, acabar, querer, precisar e pretender.

- Onde expressa circunstâncias de lugar. Ex.: Onde você mora? (interrogativa direta) - Como expressa circunstância de modo (de que maneira) Ex.: Não sei como ele fez isso. (interrogativa indireta) - Quando expressa circunstância de tempo. Ex.: Quando você volta? (interrogativa direta) - Por que expressa circunstância de causa. Ex.: Queria saber por que ela não veio. (interrogativa indireta)

Verbos Unipessoais São aqueles que aparecem apenas na 3ª pessoa do singular ou do plural. – Verbos que exprimem as vozes dos animais: latir (late, latem), miar (mia, miam) etc.

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Língua Portuguesa - Quanto ( e flexões, quanta, quantos, quantas) expressa circunstância de quantidade (número, frequência, preço, etc) Ex.: Quanto custou a mercadoria? (interrogativa direta) Grau dos Advérbios

(1) Os comparativos regulares mais mal e mais bem devem usar-se antes de adjetivos particípios. Ex.: Este filme está mais bem realizado do que ...

Há advérbios que não se flexionam em grau porque o próprio significado não admite variação de intensidade. Exemplo: aqui, ali, lá, hoje, amanhã, anualmente. Locuções Adverbiais

3.8. Preposição Palavra invariável que exprime relações entre duas partes de uma oração que dependem uma da outra.

Contração das Preposições com Artigos

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Língua Portuguesa Contração das Preposições com Pronomes

(1) Dá-se a contração de preposições em outros pronomes: esse(s), essa(s), aquele(s), aquela(s), isto, aquilo, ele(s), ela(s). Locuções Prepositivas Desempenham função idêntica à das preposições.

3.9. Conjunção Palavra invariável que liga partes de termos compostos ou orações no período. Conjunções e Locuções Conjuncionais Coordenativas

(1) Que é conjunção aditiva quando equivale a e. Bate que bate. (2) Que é conjunção adversativa quando equivale a mas. O trabalho deves fazê-lo tu que (mas) não eu.

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Língua Portuguesa Conjunções e Locuções Conjuncionais Subordinativas

3.10. Interjeição Palavra invariável que exprime emoções e sensações.

Locuções Interjectivas

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Língua Portuguesa

CONCORDÂNCIA NOMINAL E VERBAL A concordância é o processo sintático segundo o qual certas palavras se acomodam, na sua forma, às palavras de que dependem. Essa acomodação formal se chama flexão, e se dá quanto a gênero e número (nos nomes) e número e pessoa (nos verbos). Daí a divisão: concordância nominal e concordância verbal. Concordância Nominal

b) substantivo no plural – basta acrescentar os adjetivos: Estudo as línguas inglesa e portuguesa. Os poderes temporal e espiritual. 4. Substantivo usado como Adjetivo Se a palavra que funciona como adjetivo for originalmente um substantivo, ficará invariável.

É chamada de concordância nominal a relação de concordância que se estabelece entre: substantivos e adjetivos, artigos, pronomes, numerais.

5. Adjetivo composto

Os nomes se flexionam em gênero (masculino e feminino) e em número (singular e plural).

Quando houver adjetivo composto, apenas o último elemento concordará com o substantivo a que se refere; os demais ficarão na forma masculina, singular.

Ele comprou camisas pérola e ternos cinza.

A Concordância e os Determinantes

Encontrei várias mulheres luso-franco-brasileiras.

Os termos determinantes da oração (artigos, adjetivos, numerais e pronomes) sempre acompanham um nome (substantivo ou pronome substantivo). Assim, os determinantes terão as mesmas características de gênero e número que os substantivos ou pronomes substantivos possuírem.

Não li as crônicas sócio-político-econômicas.

A concordância entre os determinantes e o substantivo é obrigatória na nossa língua. 1. 2 ou mais Substantivos + 1 Adjetivo Quando o adjetivo posposto se refere a dois ou mais substantivos, concorda com o último ou vai facultativamente para o plural, no masculino, se pelo menos um deles for masculino; ou para o plural, no feminino, se todos eles estiverem no feminino. Ternura e amor humano. Amor e ternura humana. Ternura e amor humanos. Carne ou peixe cru.

Obs.: Se um dos elementos for originalmente um substantivo, todo o adjetivo composto ficará invariável. Gosta das plantas com folhas verde-musgo. Comprei várias camisas verde-mar. Atenção: a) azul-marinho, azul-celeste, “cor de ...” são sempre invariáveis. Camisas azul-marinho. Ternos azul-celeste. Sapatos cor de palha. b) surdo-mudo tem os dois elementos flexionados. Rapaz surdo-mudo. Garota surda-muda. Rapazes surdos-mudos. Garotas surdas-mudas.

Peixe ou carne crua. Carne ou peixe crus.

Casos Especiais de Concordância Nominal

2. 1 Adjetivo + 2 ou mais Substantivos

1. Muito, Bastante, Meio

Quando o adjetivo anteposto se refere a dois ou mais substantivos, concorda com o mais próximo.

a) quando modificarem substantivo, concordarão com ele, por serem pronomes indefinidos adjetivos ou numerais.

Exemplos: Mau lugar e hora. Má hora e lugar. 3. 1 Substantivo + 2 ou mais Adjetivos Quando dois ou mais adjetivos se referem a um substantivo, temos duas opções: a) substantivo singular – coloca-se artigo nos adjetivos, a partir do segundo: Estudo a língua inglesa, a portuguesa e a chinesa. O poder temporal e o espiritual.

b) quando modificarem verbo, adjetivo, ou outro advérbio, ficarão invariáveis, por serem advérbios. Bastantes funcionários ficaram bastante revoltados com a empresa. Há provas bastantes de sua culpa. Elas saíram bastante apressadas. As meninas estão bastante nervosas. Elas comeram muitas maçãs. As maçãs estavam muito maduras. Elas gostaram muito das maçãs. As garotas beberam meias garrafas de vinho. Elas ficaram meio tontas. As garotas chegaram a casa meio tarde.

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Língua Portuguesa 2. Anexo, Só, Junto, Incluso, Excluso, Próprio, Quite, Obrigado Esses adjetivos concordam com o substantivo a que se referem. Obs.: EM ANEXO, A SÓS, JUNTO A, JUNTO COM, JUNTO DE são invariáveis. Anexas, seguem as fotocópias dos documentos solicitados. Estou-lhe mandando anexas as fotografias do suspeito. Araci está só com José na sala. Araci e José estão sós na sala. Araci está a sós, na sala. Araci e José estão a sós, na sala. As irmãs continuam juntas.

Se o sujeito vier determinado por artigo, numeral ou pronome, a concordância do verbo ser e do adjetivo será regular, ou seja, concordarão com o sujeito em número e pessoa. Caminhada é bom para a saúde. Esta caminhada é boa para a saúde. É proibido entrada. Está proibida a entrada. Tardes felizes é necessário. Algumas tardes felizes são necessárias. Pimenta é bom. A pimenta é boa 6. Menos, Pseudo

As irmãs estão junto aos carros.

Essas duas palavras são sempre invariáveis.

As irmãs estão junto com a mãe. As irmãs estão junto dos pais.

Os escoteiros devem estar sempre alerta, para servir ao próximo.

As cópias estão inclusas na taxa de registro do imóvel.

Houve menos reclamações dessa vez.

Os atletas foram exclusos do campeonato, pois xingaram o juiz.

As pseudo-escritoras foram desmascaradas.

Os rapazes arrumarão as próprias camas. Eu estou quite com o banco. Deixarei as promissórias quites, para não haver problemas. As meninas disseram “Muito obrigadas”. 3. Mesmo a) como pronome adjetivo, liga-se a um substantivo ou pronome – varia: é sinônimo de “próprio”. As meninas mesmas farão o bolo. b) como advérbio, liga-se a um verbo – não varia: é sinônimo de “realmente”. Elas farão mesmo o bolo?! 4. A expressão “o mais/menos (adjetivo) possível” Existem as seguintes possibilidades de concordância: a) os artigos (o/a) que iniciam a expressão, assim como a palavra possível, devem concordar em gênero e número com a palavra que está sendo intensificada; ou b) a expressão o mais/menos ... possível deve se manter fixa no masculino singular independentemente do número e do gênero da palavra intensificada. Quero dez pães claros, o mais possível. Quero dez pães os mais claros possíveis.

7. Grama Quando a palavra “grama” representar unidade de massa, será masculina. Comprei duzentos gramas de mozarela. 8. Silepse Concordância irregular, também chamada concordância ideológica; é a que se faz não com o termo expresso, mas com o sentido que a palavra significa. a) Silepse de gênero: São Paulo é linda. b) Silepse de número: Estaremos aberto neste final de semana. c) Silepse de pessoa: Todos estudamos para a prova. 9. Casa cinco, Página treze Numeral utilizado após substantivo, é cardinal (um, dois, três...). Do contrário, usa-se o numeral ordinal (primeiro, segundo, terceiro...). Exemplos: Estamos na terceira página. Arrancaram a página cinquenta. 10. Tal qual

Comprei doze rosas abertas, o mais possível.

Tal concorda com o substantivo anterior.

Comprei doze rosas o mais abertas possível.

Qual concorda com substantivo posterior.

Gostaríamos de uma resposta o menos ambígua possível.

O filho é tal qual o pai. O filho é tal quais os pais. Os filhos são tais qual o pai. Os filhos são tais quais os pais.

5. Verbo Ser + Predicativo do sujeito Quando o sujeito for tomado em sua generalidade, sem qualquer determinante, o verbo ser e o adjetivo que o acompanha ficarão no singular masculino.

Obs.: Se o elemento referencial for um verbo, tal fica invariável.

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Língua Portuguesa Se o elemento referencial for um verbo, qual fica invariável.

Concordância Verbal

Eles estudam tal quais as recomendações do professor.

Regra geral:

Eles estudam tal qual foram as recomendações do professor.

O verbo concorda com seu sujeito em pessoa (1a., 2a. e 3a.) e número (singular e plural). Os novos recrutas mostraram muita disposição.

11. 2 ou mais Numerais Ordinais + Substantivo Quando dois ou mais ordinais vêm antes de um substantivo, determinando-o, este concorda com o mais próximo ou vai para o plural. A primeira e segunda lição. A primeira e segunda lições. 12. 1 Substantivo + dois ou mais numerais ordinais Quando dois ou mais ordinais vêm depois de um substantivo, determinando-o, este vai para o plural. As cláusulas terceira, quarta e quinta. 13. Um e outro, Nem um nem outro + Substantivo Quando as expressões “um e outro”, “nem um nem outro” são seguidas de um substantivo, este permanece no singular. Um e outro aspecto.

1. Sujeito Simples Se o sujeito for simples, isto é, se tiver apenas um núcleo, com ele concorda o verbo em pessoa e número: O Chefe da Seção pediu maior assiduidade. A inflação deve ser combatida por todos. Os servidores do Ministério concordaram com a proposta. a) Sujeito Substantivo Coletivo sem determinante: verbo no singular. com determinante plural: verbo no singular ou no plural: A multidão invadiu o campo depois do jogo. A multidão de torcedores invadiu / invadiram o campo depois do jogo. b) Nome Próprio no plural sem artigo – verbo singular. com artigo – verbo concorda com o artigo.

Nem um nem outro argumento.

Alpes fica na Europa.

De um e outro lado.

Os Alpes ficam na Europa.

14. Um e outro + Substantivo + Adjetivo Quando um substantivo e um adjetivo vêm depois da expressão “um e outro”, o substantivo vai para o singular e o adjetivo para o plural. Um e outro aspecto obscuros. Uma e outra causa justas. 15. Particípio + Substantivo O particípio concorda com o substantivo a que se refere. Feitas as contas ... Vistas as condições ...

Estados Unidos domina o mundo. Os Estados Unidos dominam o mundo. Obs.: Se o artigo fizer parte do nome próprio, pode-se usar verbo no singular ou plural: “Os Lusíadas” conta / contam uma bela história. c) Pronome indefinido + Nós / Vós Com os pronomes indefinidos no plural (alguns, quantos, muitos, quais etc.) seguidos das expressões de nós ou de vós: o verbo concorda com o indefinido plural. o verbo concorda com nós ou vós.

Restabelecidas as amizades ...

Alguns de nós farão / faremos o teste.

Postas as cartas na mesa ...

Quantos de vós podem / podeis ajudar Pedro em sua tarefa?

Salvas as crianças ... Obs.: “Salvo”, “posto” e “visto” podem ser também conjunções, então serão invariáveis: Salvo honrosas exceções.

Obs.: Se o indefinido estiver no singular, a concordância será feita obrigatoriamente no singular. Algum de nós fará o teste. Qual de vós pode ajudar Pedro em sua tarefa?

Posto ser tarde, irei. Visto ser longe, não irei. 16. Plural de Modéstia: Nós + verbo + adjetivo Quando um adjetivo modifica os pronomes “nós”, empregado no lugar de “eu”, fica no singular. Nós fomos acolhido muito bem. (Eu fui acolhido muito bem) Nós seremos breve em nossa apresentação. (Eu serei breve em minha apresentação.

d) QUE O sujeito vem representado pelo pronome relativo que – o verbo concorda com o antecedente do pronome. Fui eu que escrevi. Foste tu que escreveste. e) QUEM O sujeito vem representado pelo pronome relativo quem – o verbo concorda com o antecedente do pronome ou com o quem (3a pessoa do singular).

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Língua Portuguesa Fui eu quem resolveu a questão. ou: Fui eu quem resolvi a questão. f) Um dos que No emprego da locução um dos que, admite-se dupla concordância: verbo no singular ou verbo no plural:

e) Sujeito resumido por pronome Com sujeito seguido de “tudo”, “nada”, “ninguém”, “nenhum”, “cada um” (aposto resumitivo), o verbo concorda com esse pronome. Desvios, fraudes, roubos, tudo acontecia naquela cidade. f) Núcleos do Sujeito ligados por COM

Um dos fatores que influenciaram (ou influenciou) a decisão foi a urgência de obter resultados concretos.

• O verbo pode ir para o plural, concordando com o sujeito composto:

A adoção da trégua de preços foi uma das medidas que geraram (ou gerou) mais impacto na opinião pública.

• O verbo pode ficar no singular, então o COM introduz um adjunto adverbial de companhia:

2. Sujeito Composto a) Pessoas Gramaticais Diferentes Quando o sujeito for composto, ou seja, possuir mais de um núcleo, o verbo vai para o plural e para a pessoa que tiver primazia, na seguinte ordem: a 1a pessoa tem prioridade sobre a 2a e a 3a; a 2a sobre a 3a; na ausência de uma e outra, o verbo vai para a 3a pessoa. Eu e Maria queremos viajar em maio.

O diretor com todos os professores resolveram alterar as ementas. O diretor com todos os professores resolveu alterar as ementas. Obs.: Se vier separado por vírgulas, não será mais parte do sujeito, será com certeza adjunto adverbial de companhia: O diretor, com todos os professores, resolveu alterar as ementas.

Eu, tu e João somos amigos.

g) Núcleos do Sujeito ligados por OU

O Presidente e os Ministros chegaram logo.

• quando a ação verbal se referir a todos os elementos do sujeito: verbo no plural.

Obs.: Por desuso do pronome vós e respectivas formas verbais no Brasil, tu e ... leva o verbo para a 3a pessoa do plural: Tu e o teu colega devem (e não deveis) ter mais calma. b) Verbo Anteposto ao Sujeito Composto Concordância facultativa com o núcleo do sujeito mais próximo: quando o sujeito composto figurar após o verbo, pode este flexionar-se no plural ou concordar com o elemento mais próximo. Venceremos eu e você. ou: Vencerei eu e você. ou, ainda: Vencerá você e eu. c) Termos Sinônimos Quando o sujeito composto for constituído de palavras sinônimas (ou quase), formando um todo indivisível, ou de elementos que simplesmente se reforçam, a concordância é facultativa, ou com o elemento mais próximo ou com a ideia plural contida nos dois ou mais elementos: A sociedade, o povo une-se para construir um país mais justo. ou então: A sociedade, o povo unem-se para construir um país mais justo. d) Termos em gradação ou enumeração O verbo vai para o plural ou concorda com o núcleo mais próximo. Um mês, um ano, uma década de ditadura não calou / calaram a voz do povo.

Laranja ou mamão fazem bem à saúde. • numa retificação: verbo concorda com o último elemento. O ladrão ou os ladrões não deixaram vestígio. • quando a ação verbal se aplica a um dos elementos, com exclusão dos demais: verbo no singular. João ou Antônio chegará em primeiro lugar. • quando os elementos forem sinônimos: verbo no singular. A Linguística ou a Glotologia é uma ciência recente. h) Termos ligados por: Não só ... mas também – Tanto ... quanto – Não só ... como O verbo vai para o plural ou concorda com o núcleo mais próximo. Tanto João como Antônio participaram / participou do evento. Casos que Merecem Atenção 1. Oração Sem Sujeito Há três casos de oração sem sujeito com verbo obrigatoriamente na 3a pessoa do singular: a) com verbos que expressam fenômenos climáticos: Nevou ontem. b) em que o verbo haver é empregado para expressar existência, acontecimento ou tempo transcorrido: Haverá descontentes no governo e na oposição. Houve brigas na festa Havia cinco anos não ia a Brasília.

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Língua Portuguesa c) o verbo fazer expressando tempo transcorrido ou tempo climático:

A maioria dos condenados acabou (ou acabaram) por confessar sua culpa.

Faz dez dias que não durmo. Semana passada fez dois meses que se iniciou a apuração das irregularidades. Faz verões muito quentes aqui no Caribe. Antigamente fazia dias mais frios.

Um grande número de Estados aprovaram (ou aprovou) a Resolução da ONU.

Observação: Os verbos haver e fazer em locuções verbais (ou seja, quando acompanhados de verbo auxiliar) transmitem sua impessoalidade ao verbo auxiliar: Vai fazer cinco anos que ingressei no Serviço Público. Depois das últimas chuvas, pode haver centenas de desabrigados. Deve haver soluções urgentes para estes problemas. 2. Um e outro O substantivo que se segue à expressão um e outro fica no singular, mas o verbo pode empregar-se no singular ou no plural: Um e outro decreto trata da mesma questão jurídica. ou: Um e outro decreto tratam da mesma questão jurídica. 3. Um ou outro; Nem um, nem outro As locuções um ou outro, ou nem um, nem outro, seguidas ou não de substantivo, exigem o verbo no singular:

Metade dos deputados repudiou (ou repudiaram) as medidas. 6. Concordância do Infinitivo Uma das peculiaridades da língua portuguesa é o infinitivo flexionável: esta forma verbal, apesar de nominalizada, pode flexionar-se concordando com o seu sujeito. Simplificando o assunto, controverso para os gramá-ticos, valeria dizer que a flexão do infinitivo só cabe quando ele tem sujeito próprio, em geral distinto do sujeito da oração principal: Chegou ao conhecimento desta Repartição estarem a salvo todos os atingidos pelas enchentes. (sujeito do infinitivo: todos os atingidos pelas enchentes) Não admitimos sermos nós... Não admitem serem eles... O Governo afirma não existirem tais doenças no País. (sujeito da oração principal: o governo; sujeito do infinitivo: tais doenças) Observação: O infinitivo é inflexionável nas combinações com outro verbo de um só e mesmo sujeito – a esse outro verbo é que cabe a concordância: As assessoras podem (ou devem) ter dúvidas quanto à medida.

Uma ou outra opção acabará por prevalecer.

Os sorteados não conseguem conter sua alegria.

Nem uma, nem outra medida resolverá o problema.

Queremos (ou Precisamos) destacar alguns pormenores.

4. SE – Partícula Apassivadora Verbo apassivado pelo pronome se deve concordar com o sujeito que, no caso, está sempre expresso e vem a ser o paciente da ação ou o objeto direto na forma ativa correspondente:

Nas combinações com verbos factitivos (fazer, deixar, mandar...) e sensitivos (sentir, ouvir, ver...) o infinitivo pode concordar com seu sujeito próprio, ou deixar de fazê-lo pelo fato de esse sujeito (lógico) passar a objeto direto (sintático) de um daqueles verbos:

Vendem-se apartamentos funcionais e residências oficiais.

O Presidente fez (ou deixou, mandou) os assessores entrarem (ou entrar).

Para obterem-se resultados são necessários sacrifícios. Compare: apartamentos são vendidos e resultados são obtidos; vendem apartamentos e obtêm resultados. Obs.: Verbo transitivo indireto (aquele que exige preposição) fica na terceira pessoa do singular; o se, no caso, não é apassivador pois verbo transitivo indireto não faz voz passiva: Assiste-se a mudanças radicais no País.

Sentimos (ou vimos, ouvimos) os colegas vacilarem (ou vacilar) nos debates. Naturalmente, o sujeito semântico ou lógico do infinitivo que aparece na forma pronominal acusativa (o,-lo, -no e flexões) só pode ser objeto do outro verbo: O Presidente fê-los entrar (e não entrarem) Sentimo-los (ou Sentiram-nos, Sentiu-os, Viu-as) vacilar (e não vacilarem).

Precisa-se de homens corajosos para mudar o País. Trata-se de questões preliminares ao debate. 5. Expressões Quantitativas Expressões de sentido quantitativo: grande número de, grande quantidade de, parte de, grande parte de, a maioria de, a maior parte de etc. acompanhadas de complemento no plural admitem concordância verbal no singular ou no plural.

7. Parecer + Infinitivo As estrelas parecem brilhar no céu. ou As estrelas parece brilharem no céu. Os pingos d´água parecerão cair do céu. ou Os pingos d´água parecerá caírem do céu.

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Língua Portuguesa 8. Verbo SER Concordância do verbo ser: segue a regra geral (concordância com o sujeito em pessoa e número), mas nos seguintes casos é feita com o predicativo: a) quando inexiste sujeito: Hoje são dez de julho. Agora são seis horas. Do Planalto ao Congresso são duzentos metros. Hoje é dia quinze. b) quando o sujeito refere-se a coisa e está no singular e o predicativo é substantivo no plural: Minha preocupação são os despossuídos. O principal erro foram as manifestações extemporâneas. c) quando os pronomes demonstrativos tudo, isto, isso, aquilo ocupam a função de sujeito: Tudo são comemorações no aniversário do município. Isto são as possibilidades concretas de solucionar o problema. Aquilo foram gastos inúteis. d) quando a função de sujeito é exercida por palavra ou locução de sentido coletivo: a maioria, grande número, a maior parte etc. A maioria eram servidores de repartições extintas. Grande número (de candidatos) foram reprovados no exame de redação. A maior parte são pequenos investidores. e) quando um pronome pessoal desempenhar a função de predicativo: Naquele ano, o assessor especial fui eu. O encarregado da supervisão és tu. O autor do projeto somos nós. f) nos casos de frases em que são empregadas as expressões é muito, é pouco, é mais de, é menos de o verbo ser fica no singular: Três semanas é muito. Duas horas é pouco. Trezentos mil é mais do que eu preciso. 9. É QUE Partícula expletiva, de realce – não varia. Eu é que fiz o bolo. Nós é que preparamos o jantar. 10. Haja vista São as seguintes as possíveis construções: Haja vista os casos. – sem preposição. Haja vista aos casos. – com a preposição A. Haja vista dos casos. – com a preposição DE. Hajam vista os casos. – concordando com o termo seguinte, sem preposição. Degrau Cultural

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Língua Portuguesa

REGÊNCIA VERBAL E NOMINAL Sintaxe de Regência A regência trata das relações de dependência que as palavras mantêm entre si. É o modo pelo qual um termo rege outro que lhe completa o sentido. Temos: a) Termo Regente: aquele que pede um complemento. b) Termo Regido: aquele que completa o sentido de outro. Exemplos: O homem está apto para o trabalho. O nome “apto” não possui sentido completo, precisa de um complemento. O termo “para o trabalho” aparece completando o sentido do nome “apto”. Assistimos ao filme. O verbo “Assistimos” não tem sentido completo, ele necessita de um outro termo que lhe dê completude. O termo “ao filme” está completando o sentido do verbo “assistir”. Os termos “apto” e “Assistimos” são os regentes, pois exigem complemento; já os termos “para o trabalho” e “ao filme” são os regidos, pois funcionam como complemento. A Regência divide-se em: a) Regência Nominal: quando o termo regente é um nome (substantivo, adjetivo ou advérbio). O homem está apto para o trabalho. b) Regência Verbal: quando o termo regente é um verbo. Assistimos ao filme. Os complementos colocados na frase receberão nomes específicos. Complemento Nominal, quando completa o sentido de um nome. O complemento nominal é sempre introduzido por preposição.

Lista de nomes com suas preposições mais frequentes: obrigado a adequado a afável com, para com aflito com, por agradável a alérgico a alheio a, de aliado a, com alusão a amoroso com, para com ansioso de, por antipatia a, contra, por apto a, para, atenção a atencioso com, para com aversão a, para, por avesso a ávido de, por certeza de certo de compaixão de, para com, por compatível com comum a, de, em, entre, para conforme a, com consulta a constituído com, de, por contente com, de, em, por contíguo a convicção de cruel com, para, para com curioso de, por desgostoso com, de desprezo a, de, por devoção a, para com, por devoto a, de dúvida acerca de, de, em, sobre

empenho de, em, por fácil a, de, para falho de, em favorável a feliz com, de, em, por fértil de, em hábil em habituado a, com horror a hostil a, para com impróprio para imune a, de incansável em incapaz de, para invasão de junto a, de lento em morador em ódio a orgulhoso de, com peculiar a precedido a, com, de preferível a pródigo de, em próximo a, de residente em respeito a, com, de, para com, por simpatia a, para, com, por situado a, em, entre suspeito a, de último a, de, em união a, com, entre útil a, para vizinho a, com, de

Complemento Verbal, quando completa o sentido do verbo. O complemento verbal pode ser ou não introduzido por preposição. Nesse caso teremos que renomeá-lo como:

Regência Verbal

a) Objeto Direto: é complemento diretamente ligado ao verbo, sem o auxílio de preposição.

Nesse tipo de regência é o verbo que pede um complemento, que pode ou não ligar-se a ele através de preposição.

b) Objeto Indireto: é o complemento indiretamente ligado ao verbo, com o auxílio de uma preposição.

A escolha da preposição adequada depende da significação do verbo. Devemos observar as possibilidades de utilização de uma ou outra forma de regência.

Vejamos agora algumas particularidades para cada uma delas. Regência Nominal

a) Existem verbos que admitem mais de uma regência sem mudar seu significado. Exemplos:

Não há regras para o uso de determinada preposição junto ao nome. Alguns deles admitem mais de uma regência. A escolha de uma ou outra preposição deve ser feita com base na clareza, na eufonia e também deve adequar-se às diferentes formas de pensamento.

Cumpriremos o nosso dever. Cumpriremos com o nosso dever. José não tarda a chegar. José não tarda em chegar.

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Língua Portuguesa Esforcei-me por não contrariá-la. Esforcei-me para não contrariá-la.

- ser de direito – VTI – preposição: a Férias é um direito que assiste a todos.

b) Existem verbos que mudam seu significado quando se altera a regência.

- morar – VI – preposição: em Ele assistem em São Paulo.

Exemplos: Aspirei o aroma das flores. (aspirar = sorver, respirar) Aspirei a um bom cargo. (aspirar = desejar, almejar, objetivar)

- ajudar, auxiliar – VTD – sem preposição O médico assiste o paciente.

Olhe para ele. (olhar = fixar o olhar) Olhe por ele. (olhar = cuidar)

Atender - receber, responder – VTD – sem preposição O diretor atenderá os alunos. Deus atende nossas preces. - dar atenção – VTI – preposição: a Vou atender ao que me pede. Avisar

Lista de Alguns Verbos e Suas Regências Relacionaremos aqui alguns verbos e suas regências, cujas particularidades seguirão o seguinte esquema: - o verbo; - o sentido que assume na frase; - sua transitoriedade: VI, VTD, VTI, VTDI; - a preposição exigida; - exemplo.

- informar – VTDI – sem e com preposição: a/de/sobre Observação: Esse verbo pode ter a pessoa como Obj. Direto e a “coisa” como Obj. Indireto ou vice-versa. Se você puser preposição na “coisa”, use DE ou SOBRE, e se você puser preposição na pessoa, use A. Avisei João do ocorrido. Avise o ocorrido a João.

Assim:

Certificar

Aspirar

- ver o verbo Avisar.

- sorver – VTD – sem preposição

Chamar

Aspiro o perfume das flores. - desejar – VTI – preposição: a

- convocar, denominar, cognominar – VTD – sem preposição

Aspiro a uma boa posição.

O gerente chamou os funcionários para a reunião. Observação: O verbo chamar admite várias construções como corretas:

Abdicar - renunciar – VI – sem preposição

Chamei Pedro.

Ela abdicou em 1990.

Chamei a Pedro de herói.

- renunciar – VTD – sem preposição

Chamei Pedro de herói.

Ele abdicou a coroa. - renunciar – VTI – preposição: de Ele abdicou da coroa.

Chamei por Pedro. Chegar -

vir de – VI – preposição: a

Agradar

Cheguei a casa.

- satisfazer, contentar – VTI – preposição: a

Cheguei ao colégio.

A peça não agradou ao público. - acariciar, ser agradável – VTD – sem preposição

Comunicar -

João procurou agradar o filho. Agradecer - ser grato – VTDI – sem e com preposição: a João agradeceu o presente a José. Assistir - ver, presenciar – VTI – preposição: a Ele assistiu ao espetáculo.

avisar – VTDI – sem e com preposição: a “coisa” – sem preposição pessoa – com a preposição: a Comuniquei o fato a Pedro.

Observação: Apesar de ser sinônimo do verbo avisar, o verbo comunicar não pode fazer a troca de preposição entre complementos como fez aquele. Custar -

ser difícil – VTI – com preposição: a

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Língua Portuguesa Custa-me entender a lição. Fazer o trabalho custará a todos. Observação: Na linguagem do dia a dia, costuma-se empregar esse verbo de forma incorreta. Veja a seguinte construção: Eu custei a entender. (ERRADA) Nela percebemos o pronome “eu” como sujeito e o verbo no infinitivo “a entender” como objeto indireto. Isso é incorreto, pois o difícil foi entender, e tal coisa foi difícil para alguém, no caso, para mim.

- empregar dinheiro – VTDI – sem e com preposição: em João investiu todo o seu dinheiro em ações. - atacar – VTD – sem preposição A onda investe a praia. - atacar – VTI – preposição: com/contra Pedro investiu com os árabes. Pedro investiu contra os árabes. Ir - ir – VI – preposição: a

Desobedecer - desacatar – VTI – preposição: a Os filhos desobedecem aos pais.

Fui ao colégio. Lembrar - ver o verbo Esquecer.

Esquecer - esquecer – VTD – sem preposição Esqueci o caderno. - esquecer-se – VTI – preposição: de Esqueci-me do caderno. Observação: 1. Repare que o verbo esquecer pode ser usado com ou sem pronome reflexivo. Se estiver com pronome reflexivo, ele estará também com preposição DE. Se ele não estiver com pronome reflexivo, ele estará sem preposição. 2. Tome cuidado, pois algumas vezes ele aparece com pronome, mas esse não é reflexivo. Observe o seguinte exemplo: Ela lembrou-me a reunião. Esta é uma construção comumente usada, na qual o sujeito é “ela” e o pronome “me” representa o objeto indireto, logo “a reunião” é objeto direto (sem preposição).

Morar - residir – VI – preposição: em Eu moro na Rua do Lago. Namorar - namorar – VTD – sem preposição Eu namoro o Pedro e João namora a Maria. Observação: Não se deve usar o verbo namorar com a preposição com, como muito frequentemente se ouve. São erradas as construções: ERRADA: Eu namorei com ele durante dois anos. ERRADA: Quer namorar comigo? ERRADA: Com quem você namora? Corrijam para: CERTO: Eu o namorei durante dois anos. CERTO: Quer me namorar? CERTO: Quem você namora?

Implicar - ser chato com – VTI – preposição: com Ana sempre implica com todos.

Notificar

- envolver-se – VTI – preposição: em Ana implicou-se em casos de vandalismo.

Obedecer

Aqui o verbo implicar é pronominal. - acarretar – VTD – sem preposição Sua atitude implica demissão. Observação: Muitas pessoas utilizam esse verbo (nesse sentido) com a preposição EM, o que é errado! Veja uma dessas construções, mas lembre-se: ESTÁ ERRADA! Brigar com o patrão implica em demissão.

- ver o verbo Avisar.

- ver o verbo Desobedecer. Pagar - pagar “coisa” – VTD – sem preposição Eu paguei a dívida. - pagar – VTI – preposição: a Eu paguei ao médico. Observação: É possível colocarmos os dois complementos numa mesma frase, então o verbo pagar deve ser classificado como VTDI:

Informar - ver o verbo Avisar.

Paguei a conta ao açougueiro. Investir - empossar – VTI – preposição: em João foi investido em cargo público.

Perdoar - ver o verbo Pagar.

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Língua Portuguesa Pisar

Responder

- pôr os pés em – VTD – sem preposição

- dar resposta – VTD – sem preposição

O artista pisou o palco com vontade! - pôr os pés em – VTI – preposição: em O artista pisou no palco com vontade!

Responda os testes de geografia. - dar resposta – VTI – preposição: a Responda aos testes sobre geografia.

Observação: No passado, apenas a primeira construção se admitia como correta; hoje, ambas o são.

Observação: Podemos também classificá-lo como VTDI:

Preferir

Simpatizar

- gostar mais de – VTD – sem preposição

- gostar de – VTI – preposição: com

Prefiro água.

Respondi a João que não fiz a lição.

Eu simpatizei com o novo professor.

- desejar algo em detrimento de outra coisa – VTDI – sem e com preposição: a Prefiro água a café. Observação: Muitos usam as seguintes construções. Prefiro mais tomar uma cerveja. (ERRADA!) Prefiro água do que café. (ERRADA!) Prefiro antes água a refrigerante. (ERRADA!) O verbo preferir significa gostar mais, portanto não se usa ao lado dele outras expressões superlativas como MAIS, ANTES, MUITO e outros! Veja também que a expressão “do que” não é uma preposição, então seu uso como tal é absurdo!

Observação: Este verbo não é pronominal, portanto está errada a construção: ERRADA: Eu não me simpatizei com ele. Visar - mirar – VTD – sem preposição O atirador visou o alvo. - pôr visto – VTD – sem preposição Ele visou o documento. - desejar, almejar – VTI – preposição: a Ele visa a um bom salário. Particularidades

Prevenir - ver o verbo Avisar. Proceder - ter fundamento – VI – sem preposição Tal comentário não procede. - originar-se – VI – preposição: de Eu procedo do Paraná. - dar início, realizar – VTI – preposição: a Eles procederam a uma rápida leitura da ata da reunião passada. Puxar - arrastar – VTD – sem preposição Ele puxou a cadeira e sentou-se.

A estrutura oracional da Língua Portuguesa permite que se altere a posição dos termos dentro da frase e também autoriza a utilização de um ou outro termo para que se evite a redundância, a repetição. Quando utilizamos esses processos facultados pela língua, devemos ter o cuidado de não trocar a regência dos termos (o que é muito comum). Veja estes exemplos: O que você mais gosta em mim? (ERRADO) Esta frase está errada! O pronome interrogativo QUE está no lugar do complemento do verbo gostar. O verbo gostar pede a preposição DE antes do seu complemento, portanto deve aparecer essa preposição antes do pronome interrogativo QUE. A frase correta é: Do que você mais gosta em mim? Esse foi apenas um exemplo, vejamos agora os vários fatos notáveis dentro da regência.

- ser parecido – VTI – preposição: a Um Único Complemento para Dois ou Mais Verbos

Ele puxou ao pai. Querer - desejar – VTD – sem preposição Eu quero o sorvete de morango. -

estimar, amar – VTI – preposição: a Eu quero a meus primos.

Residir - ver o verbo Morar.

Veja as frases: Comi e saboreei a fruta. O objeto direto “a fruta” se liga tanto ao verbo comer quanto ao verbo saborear, e está correta. Comi e gostei da fruta. (ERRADO) Perceba que o objeto indireto “da fruta” se liga tanto ao verbo comer quanto ao verbo gostar, e está errada! Como isso pode acontecer? No primeiro exemplo, tanto o verbo comer quanto o verbo saborear são Verbos Transitivos Diretos, ou seja, têm a mesma regência.

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Língua Portuguesa REGRA: verbos de regência idêntica podem ter um complemento único comum. Observe agora os verbos do segundo exemplo: Comer é VTD, gostar é VTI, ou seja, são verbos de regências diferentes. REGRA: verbos de regências diferentes pedem complementos distintos.

Observação: o advérbio interrogativo ONDE admite o mesmo uso dos pronomes interrogativos. Veja: Onde você foi ontem? (ERRADO!) Aonde você foi ontem? O verbo “ir” exige a preposição A, que deve ser colocada antes do advérbio interrogativo onde. Regência com Pronome Relativo

A correção será: Comi a fruta e gostei dela. Leia estes outros exemplos:

“Que”, “qual”, “quem”, “onde” e “cujo” são pronomes relativos quando substituem termo já mencionado anteriormente. Veja:

Entrei e saí da sala (ERRADO!)

Ela é a mulher.

Entrei na sala e dela saí.

Eu amo a mulher.

Li e refleti sobre o texto. (ERRADO!)

Ela é a mulher que eu amo.

Li o texto e refleti sobre ele.

Observação: Repare no uso:

Amo e obedeço meu pai. (ERRADO!)

a) QUE – substitui nomes de pessoas, animais e coisas.

Amo meu pai e obedeço-lhe. Ana gosta e confia em Raí. (ERRADO!) Ana gosta de Raí e confia nele.

Ana é a secretária que eu contratei. Cão é o animal que eu lhe darei. Comprei a camisa que você me pediu.

Regência com Pronome Interrogativo

b) QUAL – substitui nomes de pessoas, animais e coisas.

“Que”, “qual”, “quem” e “quanto” são pronomes interrogativos, quando usados em frases interrogativas.

Esse pronome sempre é usado com artigo antecedente (o qual, a qual, os quais, as quais).

Observação: Há dois modelos de frase interrogativa: a) direta: quando a frase termina em ponto de interrogação.

Ana é a secretária da qual eu lhe falei. Cão é o animal do qual gosto. Comprei as camisas das quais você falou.

Que horas são agora? c) QUEM – substitui nomes de pessoas. b) indireta: quando a frase termina em ponto final, mas dá ideia de pergunta. Gostaria de saber que horas são. Os pronomes interrogativos substituem os complementos verbais ou nominais, portanto estão sujeitos à regência como qualquer outro termo nessa função. REGRA: se o pronome interrogativo é usado com um verbo ou nome que peça preposição, essa preposição deve ser colocada antes do pronome interrogativo. Qual perfume você falou? (ERRADO!) De qual perfume você falou? Veja outros exemplos incorretos do dia a dia e suas correções: O que o senhor, ao concorrer a uma vaga, aspira? (ERRADO!) A que o senhor, ao concorrer a uma vaga, aspira? Que filme você assistiu ontem? (ERRADO!) A que filme você assistiu ontem? Quanto você precisa para ir à feira? (ERRADO!) De quanto você precisa para ir à feira?

Todos são pessoas em quem confio. d) ONDE – substitui nomes de localidades (lugar). Aquela é a casa onde moro. Visitei a cidade onde nasci. e) CUJO – substitui nomes de pessoas, animais e coisas desde que expressem ideia de posse. Esse pronome sempre concorda com o termo posterior a ele. Não pode haver artigo entre o pronome “cujo” e o substantivo com o qual ele concorda. Esta é a fazenda cujo pasto secou. (O pasto da fazenda secou) Conheço o homem cujas filhas estão na tevê. (As filhas do homem estão na tevê) Os pronomes relativos substituem termos que podem funcionar como complementos verbais (objeto direto e objeto indireto) ou como complemento nominal. Sendo assim, eles acatarão qualquer particularidade regencial dos complementos que substituem. REGRA: se o pronome relativo é usado com verbo ou nome que peça preposição, essa preposição deve ser colocada antes do relativo.

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Língua Portuguesa Eu não conheço a marca de margarina que você gosta. (ERRADO) Não conheço a marca de margarina de que você gosta. Repare: o verbo gostar pede a preposição DE, que aparece antes do pronome relativo, pois este é o seu complemento.

- LHE, LHES – são sempre Objeto Indireto, ou seja, só podem substituir complementos verbais com preposição. Exemplos: Ela obedece aos pais. Ela lhes obedece.

Não conheço a marca de margarina.

Nós agradecemos a Pedro o jantar.

Você gosta da marca de margarina.

Nós lhe agradecemos o jantar.

Regência com Pronome Pessoal do Caso Oblíquo Átono Pronome Oblíquo como Complemento Verbal Os complementos verbais podem ser substituídos por pronomes pessoais do caso oblíquo. Observação: Os pronomes pessoais do caso oblíquo átonos são: me, te, se, o, a, lhe, nos, vos, os, as, lhes. Os pronomes serão classificados como Objeto Direto ou Objeto Indireto de acordo com a regência do verbo a que se ligam. Assim: Ela me procurou. ME – objeto direto, pois o verbo procurar pede um complemento sem preposição. Ela me obedeceu.

Paguei às costureiras. Paguei-lhes. Observações: Gosto da Maria. Gosto-lhe. (ERRADO!) Gosto dela. Simpatizei com o novo professor. Simpatizei-lhe. (ERRADO!) Simpatizei com ele. Eu acreditei na simpática garota do balcão de informações. Eu acreditei-lhe. (ERRADO!) Eu acreditei nela. Atenção: Os verbos - ASSISTIR (no sentido de ver)

ME – objeto indireto, pois o verbo obedecer pede um complemento com preposição.

- ASPIRAR (no sentido de desejar)

O mesmo acontecerá com os pronomes TE, SE, NOS, VOS.

- OBEDECER (coisa)

Os pronomes O, OS, A, AS, LHE, LHES têm usos específicos, porque todos se referem à 3a pessoa. Veja:

- VISAR (no sentido de desejar)

não admitem LHE(S) como complemento. Assisti ao filme – Assisti a ele.

- O, A, OS, AS – são sempre Objeto Direto, ou seja, só podem substituir complementos verbais sem preposição.

Aspirei ao cargo – Aspirei a ele.

Exemplos:

Obedeci à lei – Obedeci a ela.

Comi as frutas.

Visei ao cargo – Visei a ele.

Observei o paciente.

Há uma construção clássica na Língua Portuguesa que permite a substituição de dois complementos verbais diferentes ao mesmo tempo.

Observei-o.

Exemplos:

Comi-as.

Não vi as meninas hoje. Não as vi hoje.

Eu entreguei o presente ao menino. o presente = objeto direto = o ao menino = objeto indireto = lhe

Obs.: Verbos terminados em: a) R; S; Z + lo, la, los, las Comprar a casa. Comprá-la. Pus o casaco. Pu-lo. Traz as tortas. Trá-las.

Eu lho entreguei. (lhe + o) Ela trouxe água para mim. água = objeto direto = a para mim = objeto indireto = me Ela ma trouxe. (me + a)

Compraram as casas. Compraram-nas.

Dou os cadernos para ti. os cadernos = objeto direto = os para ti = objeto indireto = te

Põe o casaco. Põe-no.

Dou-tos (te + os)

b) M; (~) + no, na, nos, nas

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Língua Portuguesa OU

Pronome Oblíquo como Complemento Nominal Os pronomes oblíquos átonos ME, TE, LHE, NOS, VOS, LHES podem ser usados como Complementos Nominais. Para tanto, basta que nós os coloquemos como substitutos de termos preposicionados que se ligam a nomes.

Informei-lhes que sairia mais cedo. lhe = objeto indireto que sairia mais cedo = objeto direto

Exemplos: Seu conselho foi útil para o menino. Seu conselho foi-lhe útil. O termo “para o menino” completa o sentido do nome “útil”, portanto é um complemento nominal e, se o pronome “lhe” o substitui, ele terá a mesma classificação. O passeio ser-nos-á agradável. O passeio será agradável para nós. O Problema do Sujeito Precedido de Preposição O sujeito, em Língua Portuguesa, jamais poderá estar preposicionado! Exemplos: Já era hora dela chegar. (ERRADO!) Já era hora de ela chegar. Perceba que o pronome “ela” é sujeito do verbo chegar; se unimos a preposição ao pronome, teremos um sujeito preposicionado, daí o erro. Ela saiu apesar do pai pedir que não saísse. (ERRADO!) Ela saiu apesar de o pai pedir que não saísse. Antes da dor bater, tome logo uma aspirina. (ERRADO!) Antes de a dor bater, tome logo uma aspirina. O Problema com Verbos que Pedem Dois Complementos Os verbos que pedem dois complementos (VTDI) devem sempre apresentar um complemento sem preposição e outro com. Caso isso não aconteça, a frase estará incorreta. Exemplos: O pai autorizou aos filhos a irem ao cinema. (ERRADO!) O pai autorizou os filhos a irem ao cinema. os filhos = objeto direto a irem ao cinema = objeto indireto OU O pai autorizou aos filhos irem ao cinema. aos filhos = objeto indireto irem ao cinema = objeto direto Informei-os que sairia mais cedo. (ERRADO!) Informei-os de que sairia mais cedo. os = objeto direto de que sairia mais cedo = indireto 70

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Língua Portuguesa

COLOCAÇÃO PRONOMINAL Trata da colocação dos pronomes clíticos: me, te, se, o(s), a(s), lhe(s), nos, vos. São três as posições que assumem: a) antes do verbo – próclise: Não me abandone. b) no meio do verbo – mesóclise: Receber-vos-emos para o jantar, amanhã. c) depois do verbo – ênclise: Entregou-nos os presentes. Ênclise: Usa-se: a) Com verbos no INFINITIVO: Viver é adaptar-se. b) com verbos que iniciam oração: Mostrou-me o livro, retirou-se calado, deixando-me só na sala. Obs.: Nas orações intercaladas, o pronome pode aparecer também antes do verbo: Tão lindos, disse-me a mulher, são os teus olhos. Tão lindos, me disse a mulher, são os teus olhos. Mesóclise: Usa-se com verbos no futuro do presente ou futuro do pretérito: Devolver-me-á o livro amanhã. Deixar-te-ia sozinha se você pedisse...

e) Nas orações subordinadas: Quando me viu, sorriu para mim. Ela virá, se a convidarmos. f) Com advérbios ou pronomes indefinidos (sem pausa entre eles e o verbo): Aqui se aprende Português. (mas: Aqui, aprende-se Português.) Aquilo nos agrada. g) Com a preposição EM + verbo no gerúndio: Em se comentando o caso, seja discreto. Caso Especial: Com verbo no INFINITIVO, precedido de preposição ou palavra negativa, usa-se próclise ou ênclise: Estou aqui para te servir. Estou aqui para servir-te. Meu desejo era não o incomodar. Meu desejo era não incomodá-lo. Com Locuções Verbais 1. Auxiliar + Infinitivo a) ênclise ao infinitivo: O diretor quer ver-te agora. b) ênclise ao auxiliar: O diretor quer-te ver agora. Obs.: com ênclise ao auxiliar, o hífen é facultativo. O diretor quer te ver agora. c) próclise ao auxiliar:

Próclise:

O diretor te quer ver agora.

Usa-se: a) Nas orações negativas (sem pausa entre a palavra de negação e o verbo): Não me abandone. Nunca me deixe só. Ninguém me viu aqui. Nada me fará mudar de ideia. Não veio nem me telefonou. b) Nas orações exclamativas: Macacos me mordam! c) Nas orações optativas: Deus nos ajude!

2. Auxiliar + Gerúndio a) ênclise ao gerúndio: Os aluno foram retirando-se. b) ênclise ao auxiliar: Os alunos foram-se retirando. Obs.: com ênclise ao auxiliar, o hífen é facultativo. Os alunos foram se retirando. c) próclise ao auxiliar: Os alunos se foram retirando. 3. Auxiliar + Particípio

d) Nas orações interrogativas iniciadas por pronomes ou advérbios interrogativos. Quem me chamou? Onde me viste?

a) ênclise ao auxiliar: As meninas tinham-se arrumado. Obs.: com ênclise ao auxiliar, o hífen é facultativo. As meninas tinham se arrumado. b) próclise ao auxiliar: As meninas se tinham arrumado.

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Língua Portuguesa

CRASE Introdução

a ela

É a fusão de vogais idênticas, e aparecem marcadas pelo acento grave (`).

a todas

Em Língua Portuguesa fundimos a vogal A, que pode ser preposição, artigo, ou o A inicial do pronome demonstrativo aquele — e suas variações.

a pé

Veja:

a pessoas

Eu fui à farmácia. Nessa frase temos a preposição A exigida pelo verbo ir e, também, o artigo A do nome farmácia.

a cavalo a você a mulheres a outras Pronome Demonstrativo A(s): Quando substitui um substantivo feminino.

Refiro-me à que está de azul. Nessa frase temos a preposição A exigida pelo verbo referir-se e, também, o pronome demonstrativo A, que está no lugar de um substantivo feminino qualquer. Assisti àquele filme. Nessa frase temos a preposição A exigida pelo verbo assistir e, também o A inicial do pronome demonstrativo aquele.

Conheço a que está de azul. Conheço a garota que está de azul. Vi a de cabelos loiros na feira ontem. Vi a mulher de cabelos loiros na feira ontem. Crase com Pronome Demonstrativo a) pronome demonstrativo A(s):

Atenção:

A crase com o pronome demonstrativo A(s) depende apenas da regência.

Não confunda A (artigo), A (preposição) e A (pronome demonstrativo).

Veja: Comi a que estava madura. Comi a (fruta) que estava madura.

Artigo A(s): Usado antes de substantivo feminino e diante de alguns pronomes, concordando em número (singular e plural). a menina a rua a felicidade a saudade as casas as ações as tristezas as belezas a senhora a outra as mesmas (garotas) as senhoritas Preposição A: Diante de outras palavras que não admitam artigo, ou com as quais não concorde, indicado subordinação entre os termos. a partir a começar

Sem crase, pois o verbo comer não exige preposição. Assim sendo, o A da primeira oração é apenas o pronome demonstrativo. Refiro-me à de cabelos loiros. Refiro-me à (garota) de cabelos loiros. Com crase, pois o verbo referir-se exige a preposição A. Assim sendo, o A da primeira oração é, ao mesmo tempo, preposição e pronome demonstrativo. Sua casa é igual à do Pedro. Sua casa é igual à (casa) do Pedro. Com crase, pois o nome igual exige a preposição A. Sendo assim, o A da primeira oração é, ao mesmo tempo, preposição e pronome demonstrativo. Conheço a dos olhos azuis. Comprei a que você recomendou. Entreguei à do guichê 1 todos os papéis solicitados. Confiei à que sorriu para mim o meu amor eterno.

a falar

b) pronome demonstrativo Aquele (e suas flexões): A crase com o pronome demonstrativo Aquele (e suas flexões) depende apenas da regência.

a João

Veja:

a garantir

a Pedro

Comi aquela fruta que você trouxe. Sem crase, pois o verbo comer não exige preposição.

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Língua Portuguesa Assim sendo, o A inicial do pronome é apenas o A inicial do pronome demonstrativo. Refiro-me àquele rapaz de cabelos loiros.

Para ficar mais fácil: VIM DA, CRASE HÁ! VIM DE, CRASE PRA QUÊ!?!?!?!?!

Com crase, pois o verbo referir-se exige a preposição A.

Viagem à Lua.

Assim sendo, o A inicial do pronome é, ao mesmo tempo, preposição e A inicial do pronome demonstrativo.

Chegaremos à Áustria em poucos minutos.

Seus cães são iguais àqueles que vi ontem no veterinário. Com crase, pois o nome igual exige a preposição A. Sendo assim, o A inicial do pronome é, ao mesmo tempo, preposição e pronome demonstrativo. Conheço aquela mulher dos olhos azuis. Comprei aquele carro que você recomendou. Entreguei àquele funcionário do guichê 1 todos os papéis solicitados. Confiei àquela linda menina o meu amor eterno.

Viajaremos a Roma. Voltarei a Campinas. Observações: a) As localidades África, Ásia, Europa, Espanha, Holanda, França e Inglaterra recebem ou não artigo, assim sendo, recebem ou não crase: Vou a África. ou Vou à África. Vou a Europa. ou Vou à Europa. b) Se o nome da localidade estiver determinado de alguma maneira, haverá crase obrigatória.

Crase com Artigo

Viajaremos à Roma antiga.

Da mesma forma que nos casos anteriores, a regência é fator fundamental para o reconhecimento da crase.

Voltarei à Campinas de Carlos Gomes

Basicamente, basta observar se há um termo solicitando preposição e outro que admita artigo ligados entre si.

Vou à África das muitas civilizações. 2. Com as palavras CASA, TERRA e DISTÂNCIA: a) sem determinante, sem crase:

Veja: Eu obedeço a meu pai. A preposição (exigida pelo verbo obedecer), antes de nome masculino.

Cheguei a casa. Voltei a terra. Olhei tudo a distância. b) com determinante, com crase:

Eu amo a mamãe. A artigo, diante de palavra feminina, e o verbo amar não admite preposição. Nas duas frases não há acento grave, pois não há fusão. Em cada uma delas o A desempenha apenas uma função. Se juntarmos a parte da primeira frase que pede preposição com a parte da segunda que admite artigo, teremos: Eu obedeço à mamãe. A preposição (exigida pelo verbo obedecer) + A artigo, diante de substantivo feminino.

Cheguei à casa querida. Voltei à terra natal. Olhei tudo à distância de 10 metros. 3. Com nomes próprios femininos a crase é facultativa: Refiro-me a Maria. Refiro-me à Maria. Obs.: se houver determinante, a crase será obrigatória: Refiro-me à Maria da farmácia.

Esse preceito deve nortear todo o estudo da crase.

4. Diante de pronomes:

Atenção:

a) com pronome que admite artigo feminino, há crase:

Nunca se esqueça de observar - antes de qualquer outra coisa - se há verbo ou nome exigindo preposição. Regras que facilitam a observação: 1. Com nomes próprios de localidades: colocar o nome da localidade depois das expressões: VIM DA VIM DE Se você utilizou VIM DE, é porque o nome da localidade não admite artigo, logo não admite crase. Se você utilizou VIM DA, é porque o nome da localidade admite artigo, logo admite crase.

Refiro-me à senhora. Falei à mesma garota de ontem. b) com pronome que não admite artigo feminino, não há crase: Refiro-me a Vossa Senhoria. Falei a todas as garotas. c) com pronome possessivo a crase é facultativa: Refiro-me a sua irmã. Refiro-me à sua irmã. Falei a sua secretária. Falei à sua secretária.

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Língua Portuguesa 5. Haverá crase nas locuções femininas: a) adverbiais (de modo, tempo ou lugar): à vontade, à toa, às pressas, às escuras à tarde, à noite, às 12 horas, à meia-noite à direita, à esquerda b) prepositivas: à espera de, à procura de, à margem de c) conjuncionais (proporcionais): à medida que, à proporção que 6. Após a palavra ATÉ a crase é facultativa: Fomos até à farmácia. Fomos até a farmácia. 7. Não há crase: a) antes de nomes masculinos: Refiro-me a José. Andei a cavalo. Obs.: Se for nome próprio e ocultar as expressões “à moda de” ou “ao estilo de”, haverá crase obrigatória: Escrevo à Eça de Queirós. Comi bacalhau à Gomes de Sá. b) Com nomes de personagens históricas ou mitológicas, não há crase: Refiro-me a Joana D´Arc. Eles prestavam homenagem a Afrodite. c) antes de verbos: Eles começaram a aprender inglês. d) entre palavras repetidas: cara a cara gota a gota

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Língua Portuguesa

PONTUAÇÃO 1. Pausas que indicam que a frase ainda não acabou:

A casa, disse Asdrúbal, precisa de reforma.

vírgula (,)

A casa – disse Asdrúbal – precisa de reforma.

travessão (–)

A casa (disse Asdrúbal) precisa de reforma.

parênteses ( )

j) para separar as orações coordenadas assindéticas:

ponto e vírgula (;) Maria foi à feira, José foi ao mercado, Pedro preparou o almoço.

dois pontos (:) 2. Pausas que indicam final de período: ponto final (.) 3. Pausas que indicam intenção ou emoção:

l) para separar as orações coordenadas ligadas por conjunções: Maria foi ao mercado, mas não comprou leite.

ponto de interrogação (?) ponto de exclamação (!) reticências (...)

m) para separar as orações subordinadas adjetivas explicativas: O homem, que pensa, é um ser racional.

Vírgula Separa termos dentro da oração ou orações dentro do período. O uso da vírgula é mais uma questão de estilo, pois vai ao encontro da intenção do autor da frase. De modo geral, usa-se: a) para separar o aposto explicativo: João, meu vizinho, bateu com o carro. b) para separar o vocativo: Mãe, eu estou com fome. c) para separar os termos de mesma função: Comprei arroz, feijão, carne, alface e chuchu. d) para assinalar a inversão dos adjuntos adverbiais (facultativa):

n) para separar as orações subordinadas adverbiais: Ela fazia a lição, enquanto a mãe costurava. o) para separar as orações reduzidas: Somente casando com José, você será feliz. 2. Ponto e Vírgula Usa-se: a) para separar as partes de um enunciado que se equivalem em importância: A borboleta voava; os pássaros cantavam; a vida seguia tranquila. b) para separar séries frásicas que já são interiormente separadas por vírgula: Em 1908, vovô nasceu; em 1950, nasceu papai.

Na semana passada, o diretor conversou comigo. c) para separar itens de leis, decretos etc. e) para marcar a supressão de um verbo: Uma flor, essa menina! f) nas datas:

“Art. 12. Os cargos públicos são providos por: I - nomeação; II – promoção; III – transferência (...).” 3. Dois-Pontos

São Paulo, 21 de novembro de 2004. g) nos objetos deslocados para o começo da frase, repetidos por pronome enfático: A rosa, entreguei-a para a menina. h) para isolar expressões explicativas, corretivas, continuativas, conclusivas, tais como: por exemplo, além disso, isto é, a saber, aliás, digo, minto, ou melhor, ou antes, outrossim, demais, então, com efeito etc. i) para isolar orações ou termos intercalados (aqui se usam também, no lugar das vírgulas, travessões ou parênteses):

Usam-se: a) antes de uma citação: Exemplo: “Esta minha a que chamam prolixidade, bem fora estaria de merecer os desprezilhos que nesse vocábulo me torcem o nariz.” (Rui Barbosa) b) antes de aposto discriminativo: A sala possuía belos móveis: sofá de couro, mesa de mogno, abajures de pergaminho, cadeiras de veludo. c) antes de explicação ou esclarecimento: Todos os seres são belos: um inseto é belo, um elefante é belo.

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Língua Portuguesa d) depois de verbo dicendi (dizer, perguntar, responder, falar etc.): Maria disse: – Meu Deus, o que é isso!? 4. Ponto Final Usa-se: a) no final do período, indicando que o sentido está completo: A menina comeu a maçã. b) nas abreviaturas: Dr., Sr., pág. 5. Ponto de Interrogação Usa-se nas interrogativas diretas: O que você esconde aí? 6. Ponto de Exclamação Usa-se: a) depois de qualquer palavra ou frase, na qual se indique espanto, surpresa, entusiasmo, susto, cólera, piedade, súplica: Tenha pena de mim! Coitado sou eu! Ai! b) nas interjeições: Ah! Vixe! c) nos vocativos intensivos: Senhor Deus dos desgraçados! Protegei-me. Colombo! Veja isso... 7. Reticências Usam-se: a) para indicar supressão de um trecho nas citações: “...a generosidade de quem no-la doou.” (Rui Barbosa) b) para indicar interrupção da frase: Ela estava... Não, não posso dizer isso. c) para indicar hesitação: Acho que eram... 12h... não sei ao certo, disse Jocasta. d) para deixar algo subentendido no final da frase: Deixa o seu coração dizer a verdade...

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Língua Portuguesa

SEMÂNTICA 1. Sinônimo Palavra que tem com outra uma semelhança de significação que permite que uma seja escolhida pela outra em alguns contextos, sem alterar a significação literal da sentença. Por exemplo: alegre/feliz; diminuto/pequeno; falar/dizer; branco/alvo. 2. Antônimo Unidade significativa da língua (morfema, palavra, locução, frase) cujo sentido é contrário ou incompatível com o de outra. Por exemplo: feio/bonito; grande/pequeno. 3. Homônimos Vocábulos que possuem o mesmo som (homófonos) e/ ou a mesma grafia (homógrafos), mas com sentidos díspares. Por exemplo: sede (lugar)/sede (vontade de beber); buxo (arbusto)/bucho (estômago); são (santo)/são (sadio)/são (verbo ser). 4. Parônimos Vocábulos que possuem som ou grafia parecidos, mas com sentidos díspares. Por exemplo: flagrante (no ato)/fragrante (que tem cheiro); iminente (prestes a ocorrer)/eminente (excelente); infligir (aplicar)/infringir (violar). 5. Polissemia É a multiplicidade de sentidos que uma palavra pode apresentar, dependendo do contexto em que está inserida. Por exemplo: braço – o menino quebrou o braço; o braço da cadeira é macio; península é um braço de terra que avança no mar. 6. Estilística Disciplina linguística que estuda a expressividade de uma língua, isto é, a sua capacidade de sugestionar e emocionar mediante determinados processos e efeitos de estilo. Ela trata do estilo, dos diversos processos expressivos próprios para despertar o sentimento estético. Esses processos resumem-se no que chamamos de figuras de linguagem. A estilística visa ao lado estético e emocional da atividade linguística, em oposição ao aspecto intelectivo e científico. O texto abaixo explica bem isso.

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LĂ­ngua Portuguesa

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Matemática

Matemática

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Conjuntos

85

Funções e Equações Polinomiais e Transcendentais

114

Análise Combinatória, Progressão Aritmética, Progressão Geométrica e Probabilidade Básica

129

Matrizes, Determinantes e Sistemas Lineares

137

Geometria Plana: Áreas e Perímetros

142

Geometria Espacial: Áreas e Volumes

145

Números Complexos

149

Estatística Básica

227

Matemática Financeira

228

Aritmética

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Matemรกtica

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Matemática

TEORIA DOS CONJUNTOS INTRODUÇÃO A noção de conjunto é intuitiva. Primitivamente, entende-se por conjunto todo agrupamento bem determinado de coisas, objetos, pessoas etc. Ex.: Conjunto das vogais. ELEMENTOS São os componentes do conjunto. Ex.: No conjunto das vogais, os elementos são: a, e, i, o, u. REPRESENTAÇÃO Podemos representar um conjunto de dois modos: entre chaves ou através de uma linha fechada (Diagrama de Venn). Ex.: Conjunto das vogais: V = { a, e, i, o, u } ou

CONJUNTO UNITÁRIO É o conjunto formado por um só elemento. Ex.: Conjunto dos antecessores do número natural 1 A = { 0 } ⇒ formado, apenas, pelo zero. CONJUNTO VAZIO É o conjunto que não possui elementos. Ex.: Conjunto dos números naturais entre 5 e 6. B = { } ou B = Ø CONJUNTO UNIVERSO É um conjunto que admitimos existir para o desenvolvimento de certo assunto em matemática. É representado por U. Ex.: {segunda-feira, sexta-feira, sábado} é o conjunto dos dias da semana que começam com a letra “s”. Neste caso, o conjunto universo é: U = { x / x é dia da semana } SUBCONJUNTO Os subconjuntos de um conjunto A são todos os que podem ser formados com os elementos de A. Ex: Sendo, por exemplo, A = { 1, 3, 5} os seus subconjuntos são: Ø, {1}, {3}, {5}, {1, 3}, {1, 5}, {3, 5}, {1, 3, 5}

Nomeamos os conjuntos através de letras maiúsculas. CARACTERIZAÇÃO Podemos caracterizar um conjunto por: a) Extensão: através da designação de todos os elementos que compõem o conjunto. Ex.: A = { 0, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9 } b) Compreensão: através da indicação de uma propriedade comum a todos os elementos do conjunto. Ex.: { x / x é algarismo indo-arábico } Obs: / (lê-se assim: tal que).

Obs: a) o conjunto vazio é subconjunto de qualquer conjunto. b) todo conjunto é subconjunto dele mesmo Um conjunto A é subconjunto de um conjunto B se, e somente se, todo elemento de A pertence, também, a B. Ex.: A = { 1, 2, 3 } e B = { 1, 2, 3, 4, 5 } A é subconjunto de B. No diagrama

RELAÇÃO DE PERTINÊNCIA Para indicar que um elemento x pertence ou não a um conjunto A qualquer, escrevemos, simbolicamente, assim: x A ⇒ { x pertence ao conjunto A } x A ⇒ { x não pertence ao conjunto A } Ex.: Dado o conjunto A = { 1, 2, 3, 4, 5 }, podemos dizer que: 3 A ; 1 A ; 7 A TIPO DE CONJUNTOS a) Finito: quando possui um número limitado de elementos: Ex.: { a, e, i, o, u } { 0, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9 } b) Infinito: quando possui um número ilimitado de elementos. Ex.: { 1, 3, 5, ... } → { x N / x é ímpar } { 0, 1, 2, 3, ... } → { x N / x é natural }

Para relacionar subconjuntos com conjuntos, usaremos os símbolos: ⊂ (está contido); ⊄ (não está contido); ⊃ (contém); ⊄ (não contém) Se A é subconjunto de B, então: A ⊂ B; B ⊃ A Obs: 01. A ordem dos elementos não altera o conjunto. Ex.: A = { 3, 7, 8 } é o mesmo que A = { 7, 8, 3 } 02. Os elementos do conjunto não devem ser repetidos. Ex.: B = { 1, 4, 4, 5, 4, 9 } é o mesmo que B = { 1, 4, 5, 9 }

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Matemática 03. Representamos os conjuntos por letras maiúsculas: A, B, C, ... 04. Os elementos são indicados por letras minúsculas: a, b, c, ...

A - B = { 1 } ⇒ elementos ∈ A e ∉ B B - A = { 4, 5 } ⇒ elementos ∈ B e ∉ A Obs.: A - B ≠ B - A

IGUALDADE DE CONJUNTOS Dois conjuntos A e B são iguais, se, e somente se, simultaneamente A é subconjunto de B e B é subconjunto de A.

Ou seja, dois conjuntos são iguais quando possuem os mesmos elementos. Ex.: Se A = { 3, 2, 1} e B = { 1, 2, 3}, então A = B OPERAÇÕES COM CONJUNTOS a) União (∪) Dados dois conjuntos A e B, chama-se união de A com B, o conjunto formado pelos elementos que pertencem a A ou a B. Ex.: A ∪ B = { x / x ∈ A ou x ∈ B } Se A = { 1, 2, 3 } e B = { 3, 4, 5 } então A ∪ B = { 1, 2, 3, 4, 5 }

d) Conjunto das Partes de um Conjunto Chama-se conjunto das partes de um conjunto, e indica-se por P(A), ao conjunto formado por todas as partes (subconjuntos) do conjunto dado. Ex.: Se A = { a, b }, então são partes de A os conjuntos: Ø, { a }, { b }, { a, b } Logo, P(A) = { Ø, {a }, { b }, { a, b } } Ex.: B = { 1, 2, 3 }, então: n (B) = 3 (número de elementos de B é igual a 3) e n P[(B)] = 8 (número de elementos do conjunto das partes de B é 8)

b) Intersecção (∩) Dados dois conjuntos A e B, chama-se intersecção de A com B ao conjunto formado pelos elementos que pertencem a A e a B. Ex.: A ∩ B = { x / x ∈ A e x ∈ B } Se A = { 1, 2, 3 } e B = { 2, 3, 4, 5 } então A ∩ B = { 2, 3 }

c) Diferença Dados dois conjuntos A e B, chama-se diferença entre A e B, e indica-se por A - B, ao conjunto formado pelos elementos que pertencem a A e não pertencem a B. Ex.: A - B = { x / x ∈ A e x ∉ B } Se A = { 1, 2, 3 } e B = { 2, 3, 4, 5 }, então:

P(B) = { Ø, { 1 }, { 2 }, { 3 }, { 1, 2 }, { 1, 3 }, { 2, 3 }, { 1, 2, 3}} De modo geral: se n (A) = x, então n [ P (A) ] = 2x n (B) = 3, então n [ P (B) ] = 23 = 8 Ex.: De um total de 800 rapazes, 500 gostam de futebol, 200 de cinema e 130 gostam dos dois. Quantos não gostam nem de futebol e nem de cinema?

500 gostam de futebol mas 130 gostam dos dois, logo gostam apenas de futebol: 500 - 130 = 370 e gostam apenas de cinema: 200 - 130 = 70 O total dos que gostam de futebol ou de cinema é: 370 + 130 + 70 = 570 O total dos que não gostam nem de futebol e nem de cinema: 800 - 570 = 230

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Matemática e) Complementar Dados dois conjuntos A e B, tais que A é subconjunto de B, chama-se complementar de A em relação a B, e indica-se por , ao conjunto dos elementos que pertencem a B e não pertencem a A ⇒ o que falta ao conjunto A para ser igual ao conjunto B.

=B-A Ex.: A = { 1, 2, 3 } e B = { 1, 2, 3, 4, 5 } = B - A = { 4, 5 } f) Conjuntos Disjuntos Dados os conjuntos A e B

São disjuntos, pois não há elemento comum. A ∩ B = Ø ou A ∩ B = { }

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Matemática

CONJUNTOS NUMÉRICOS •

Conjuntos dos números Reais:

d)

Conjunto dos inteiros positivos:

e)

Conjunto dos inteiros negativos:

Conjunto dos números racionais (Q): Número racional é todo número que pode ser colocado na

R = {x | x é racional ou x é irracional} •

Relação de inclusão entre os principais subconjuntos de R:

forma de uma razão

, com p ∈ Z e q ∈ Z*, ou

seja:

Outros subconjuntos importantes de R:

a)

R * = R - {0}

b) c) d) e) •

Conjunto dos números naturais:

Subconjuntos importante de N:

Conjunto dos números inteiros:

Subconjuntos importantes de Z:

a)

Conjunto dos inteiros não-nulos:

b)

Conjunto dos inteiros não-negativos: Z+ = {0, 1, 2, 3, ...}

c)

Conjunto dos inteiros não-positivos: Z- = {..., -2, -1, 0}

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Matemática

FUNÇÕES •

Par ordenado (a, b) em que a é o primeiro elemento e b é o segundo.

Igualdade de pares ordenados: (a, b) = (c, d) ⇔ a = c e b = d

Representação geométrica de um par ordenado.

• • •

Domínio da função: D(ƒ) = A Contradomínio da função: CD(ƒ) = B Conjunto imagem da função: Im(ƒ), com Im(ƒ) ⊂ B Identificação de uma função através do gráfico:

a é a abscissa de P; b é a ordenada de P •

Produto cartesiano de A por B: A X B = {(x, y) | x ∈ A e y ∈ B}

Número de elementos de um produto cartesiano A X B: n( A X B) = n(A) . n(B)

Relação binária é todo subconjunto IR de um produto cartesiano A X B, isto é: IR ⊂ A X B.

Domínio é o conjunto de todos os primeiros elementos dos pares ordenados (x, y) ∈ IR. Indica-se por D(IR).

Conjunto imagem é o conjunto de todos os segundos elementos dos pares ordenados (x, y) ∈ IR. Indica-se por Im(IR).

Seja uma relação de A em B, representada no gráfico ao lado. Trace retas paralelas ao eixo 0y, de modo que cada uma passe por um ponto de abscissa x de A. O gráfico é de uma função se cada uma dessas retas intercepta-lo em um único ponto. • Zero ou raiz de uma função é o valor de x do domínio onde o gráfico da função intercepta o eixo das abscissas, isto é, os valores de x para os quais se tem f(x) = 0. • Sinais de uma função: Para estudar o sinal de uma função, precisamos determinar para quais valores do dominio a função é positiva, nula e negativa. 2. Função par e função ímpar:

Todos os elementos de A estão associados a elementos de B.

ƒ é função par se, e somente se:

Cada elemento de A está associado a um único elemento de B.

ƒ e função ímpar se, e somente se:

1. Definição de função: •

Notação de função: ƒ: A → B, y = ƒ(x)

Lê-se: ƒ de A em B, em que x assume valores no conjunto A e y assume valores no conjunto B. •

Função real de variável real é a função: ƒ: A → B em que A ⊂ IR e B ⊂ IR.

Domínio, contradomínio e conjunto imagem:

3. Função crescente e função decrescente •

ƒ é função crescente quando:

ƒ e função decrescente quando:

Definição de função composta Dadas as funções ƒ: A → B, g: B → C, denomina-se função composta de g com ƒ a função h: A → C, tal que h(x) = g(f(x)). A composição de g com ƒ será indicada por g B ƒ. g B ƒ lê-se “g composta com f” ou “g bola f” De modo geral, escrevemos: (g B ƒ) (x) = g(f(x))

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Matemática

FUNÇÃO AFIM

Função injetora: Todo elemento de Im(ƒ) ⊂ B e extremidade de uma única flecha. Não importa que em B “sobrem” elementos.

Lei de formação: ƒ de IR em IR tal que f(x) = ax + b, como a, b reais e a ≠ 0.

Função sobrejetora:

Gráfico: Reta não-paralela ao eixo 0x nem ao eixo 0y.

Todos os elementos do contradomínio (B) devem ser imagens de um ou mais elementos do domínio (A). Im(ƒ) = CD(ƒ)

Essa reta intercepta o eixo 0x no valor quando y = 0, e o eixo 0y no valor b, quando x = 0.

Função bijetora: É simultaneamente injetora e sobrejetora. 4. Definição Sendo f:A → B uma função bijetora, chamamos de função inversa de f, e representamos por f -1, a função f -1: B → A tal que: f -1(x) = y ⇔ f(y) = x

a<0eb>0

Exemplo: • f -1 (a) = 3 ⇔ f(3) = a • f -1 (b) = 1 ⇔ f(1) = b • f -1 (c) = 2 ⇔ f(2) = c • f -1 (d) = 4 ⇔ f(4) = d

a<0eb<0

D(f) = R e Im(f) = R

OBTENÇÃO DA INVERSA Seja f: A → B uma função bijetora tal que y = f(x). Para encontrarmos a lei de f -1, devemos:

Função linear é a função do 1º grau definida por f(x) = ax (a ≠ 0).

a) trocar x por y e y por x, na lei de f. b) Isolando-se y, encontramos f -1.

Função identidade é a funçao linear definida por f (x) = x, x ∈ IR.

PROPRIEDADE GRÁFICA

Zero (ou raiz) de uma função f é o valor de x para o qual f(x) = 0.

Se o ponto P(x, y) pertence ao gráfico de f(x), então o ponto P´(y, x) pertencera ao gráfico de f -1(x). Acontece que P e P´ são pontos simétricos em relação a bissetriz dos quadrantes ímpares (reta y = x). Daí, temos: O gráfico de f -1(x) e o simétrico do gráfico de f(x) em relação a reta y = x.

Sinais da função do 1º grau: a > 0 Função crescente a < 0 Função decrescente

Exemplo:

FUNÇÃO QUADRÁTICA

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Matemática

Função Quadrática é uma função de IR em IR cuja lei é f(x) = ax2 + bx + c, sendo a, b e c números reais e a ≠ 0. Gráfico: É uma parábola.

Como P(3) = 8 ⋅ 3 + 9 ⋅ 32 - 33, ou seja, P(3) = 78 unidades, então P(4) - P(3) = 112 - 78 = 34 unidades 02. Dadas as funções f(x) = x2 - 5x + 6 e g(x) = 2x + 1, resolva a equação:

Vértice e eixo de simetria

Vértice: • •

A função assume um valor mínimo yv. A função assume um valor Máximo yv.

Resolução: Cálculos auxiliares: f(1) = 12 - 5 ⋅ 1+ 6 = 1 - 5 + 6 = 2 f[g(2)] = f[2 ⋅ 2 + 1] = f(5) = 52 - 5 ⋅ 5 + 6 = 6 f(2) = 22 - 5 ⋅ 2 + 6 = 0 f(0) = 02 - 5 ⋅ 0 + 6 = 6 Substituindo-se na equação dada, vem:

Zeros ou raízes são os valores de x que anulam a função, isto é, os valores de x para os quais f (x) = 0.

2 - 2x - 1 = 0 -2x + 1 = 0

Os zeros ou raízes são as soluções reais da equação ax2 + bx + c = 0. • • •

Para ∆ > 0, a função tem duas raízes reais e distintas. Para ∆ = 0, a função tem duas raízes reais e iguais. Para ∆ < 0, a função não admite raízes reais. EXERCÍCIOS RESOLVIDOS

01. A produção diária de um certo produto, realizada por um determinado operário, é avaliada por Produção = 8 ⋅ x + 9 ⋅ x2 - x3 unidades, x horas após as 8 horas da manhã, quando começa o seu turno. a) Qual é a sua produção até o meio-dia? b) Qual é a sua produção durante a quarta hora de trabalho?

a)

b)

Resolução: Dado que a produção P(x) é P(x) = 8x + 9x2 - x3 (unidades), das 8 horas ao meio-dia temos x = 4, logo P(4) = 8 ⋅ 4 + 9 ⋅ 42 - 43 e portanto, P(4) = 112 unidades A produção durante a quarta hora é dada por P(4) - P(3).

03. Sabendo que a função f(x) = mx + n admite 5 como raiz e f(-2) = -63, o valor de f(16) é: Resolução: f(x) = mx + n f(16) = ? f(5) = 5m + n = 0 I f(-2) = -2m + n = -63 II I e II

f(x) = 9x - 45 f(16) = 9 ⋅ 16 - 45 = 99 Resposta: f(16) = 99 04. Considere a função f: IR → IR, definida por f(x) = 2x - 1. Determine todos os valores de m ∈ IR para os quais é válida a igualdade f(m2) - 2f(m) + f(2m) =

.

Resolução: Dado que f(x) = 2x - 1, a igualdade f(m2) - 2 ⋅ f(m) + f(2m) =

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b)

pode ser escrita como: 2 ⋅ (m2) - 1 - 2 ⋅ (2m - 1) + 2(2m) - 1 = 2m2 - 1 - 4m + 2 + 4m - 1 = 4m2 = m 4m2 - m = 0

08. Ao resolver a inequação 05. Se f(x + 1) =

, um aluno

apresentou a seguinte solução: 2x + 3 > 5(x - 1) 2x + 3 > 5x - 5 2x - 5x > - 5 - 3 - 3x > - 8 3x<8

, calcule f(x).

Resolução: Fazendo-se x + 1 = y, vem: x+1=y x=y-1 Logo:

Conjunto solução:

Substituindo agora y por x, temos:

06. Dadas as funções f(x) = 4x + 2 e g(x) = 3x - 1, calcule x de modo que: f(g(x)) + g(f(x)) = f(g(1)) - g(f(0)) Resolução: Fazendo os cálculos individualmente, temos: f(g(x)) = f(3x - 1) = 4(3x - 1) + 2 = 12x -2 g(f(x)) = g(4x + 2) = 3(4x + 2) - 1 = 12x + 5 f(g(1)) = f(3 × 1 - 1) = f(2) = 4 × 2 + 2 = 10 g(f(0)) = g(4 × 0 + 2) = g(2) = 3 × 2 - 1 = 5

a) b) a)

A solução do aluno está errada. Explique por que a solução está errada. Apresente a solução correta. Resolução: Eliminando o denominador, dessa forma, o aluno multiplicou os membros da desigualdade por x - 1 e manteve o sentido da desigualdade: assim, está considerando apenas x - 1 > 0.

b)

Substituindo-se na equação dada, vem: 12x - 2 + 12x + 5 = 10 - 5

24x = 2

Fazendo-se y1 = -3x + 8 e y2 = x - 1, vem: -3x + 8 = 0 x-1=0

07. Determine a inversa das funções: a) b)

x=1

f(x) = 4x -1 , com x

≠5

Resolução: a)

f(x) = 4x -1

y = 4x -1 x = 4y - 1 4y = x + 1

Resposta:

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Matemática

09. Seja f: IR → IR uma função quadrática tal que

a) b) c) d) e) a)

e)

f(x) = ax2 + bx + c, a ≠ 0, . Sabendo que x1 = -1 e x2 = 5 são as raízes e que f(1) = -8 Pede-se: Determinar a, b, c; calcular f(0); verificar se f(x) apresenta máximo ou mínimo, justificando a resposta; as coordenadas do ponto extremo; o esboço do gráfico. Resolução: f(1) = -8 Se -1 e -5 são raízes, então: f(-1) = 0 f(5) = 0 f(1) = a + b + c = -8 f(-1) = a - b + c = 0 f(5) = 25a + 5b + c = 0 I e II

I II III

IV 5 ⋅ II e III

10. (UFGO) Um homem-bala é lançado de um canhão e sua trajetória descreve uma parábola. Considerando que no instante do lançamento (t = 0) ele está a 2 metros do solo, 1 segundo após ele atinge a altura de 5 metros e 2 segundos após o lançamento ele atinge o solo, pede-se: a) a equação h(t) da altura em relação ao tempo, descrita pela sua trajetória; b) o esboço do gráfico de h(t); c) quais os instantes após o lançamento ele atinge metros? Resolução:

IV e V a)

em I : 1 + b - 5 = - 8

h(t) = ax2 + bx + c h(0) = c = 2

c=-5 b=-4

f(0) = 0 - 4 ⋅ 0 - 5 = - 5

b)

f(x) = x2 - 4x - 5

c)

a > 0, logo a parábola tem concavidade para cima ˆ f(x) apresenta mínimo.

d)

ponto extremo = vértice

h(t) = -4t2 + 7t + 2 b)

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Matemática

EXERCÍCIOS PROPOSTOS 01. Considere a relação f de M em N, representada no diagrama abaixo:

c)

11. Seja f(x) = a)

Para que f seja uma função de M em N, basta:

Dê o conjunto solução da inequação f(x) # 2 Resolução:

a)

f(x) $ 2

a)

apagar a seta  e retirar o elemento s;

b) c) d) e)

apagar as setas  e  e retirar o elemento k; retirar os elementos k e s; apagar a seta  e retirar o elemento k; apagar a seta  e retirar o elemento k.

02. Seja a função f, de IR em IR, definida por

é igual a:

A soma Quadro resolução:

a) b) c)

4 5 5,5

d) e)

6 7,5

03. A função f satisfaz a relação: f(x + 1) = xf(x), x > 0. Se

, o valor de

é:

Logo: S = {x 0 IR | x # -1 ou 0 < x < 4 ou x $ 10} b)

a)

d)

b)

e)

Se

c) Logo: S = {-1, 5, 6, 7, 8, 9, 10} a) b)

Resposta: S = {x 0 IR | x # -1 ou 0 < x < 4 ou x $ 10} S = {-1, 5, 6, 7, 8, 9, 10}

04. Em uma experiência com camundongos foi observado que o tempo requerido para uma camundongo percorrer um labirinto era dado pela função minutos. Com relação a essa exa) b) c) d)

periência, pode-se afirmar que um camundongo: consegue percorrer o labirinto em menos de três minutos; gasta cinco minutos e 40 segundos para percorrer o labirinto na quinta tentativa; gasta oito minutos para percorrer o labirinto na terceira tentativa; percorre o labirinto em quatro minutos na décima tentativa;

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Matemática

e)

percorre o labirinto, numa das tentativas, em três minutos e 30 segundos.

05. Suponhamos que a população de uma certa cidade seja estimada, para daqui a x anos, em

12. Seja f a função f de IR em IR , definida por f(x) = ax + b, com a, b 0 IR e a … 0. Se os pontos (-1; 3) e (2; -1) pertencem ao gráfico de f, então f(x) $ 0 se, e somente se: a)

x#0

d)

x$

b)

x#

e)

x$5

c)

x$0

1 000 habitantes. Estima-se a) b) c) d) e)

que, durante o 3º ano, essa população: Se manterá constante; aumentará em até 125 habitantes; aumentará em até 250 habitantes; diminuirá de até 125 habitantes; diminuirá de até 250 habitantes.

13. O trinômio y = ax2 + bx + c está representado na figura.

06. Uma função f: IR→ IR é tal que f(5x) = 5f(x) para todo o número real x. Se f(25) = 75, então o valor de f(1) é: a) 3 d) 25 b) 5 e) 45 c) 15 07. Se f: IR→IR é uma função definida pela expressão f(x - 2) = x3, então o valor de f(3) é igual a: a) 1 d) 125 b) 27 e) 0 c) 8

a) b) c)

a)

09. Considere as funções: f(x) = 2x + 1 e g(x) = x2 -1 Então, as raízes da equação f[g(x)] = 0 são: a) inteiras; d) inversas uma da outra; b) negativas; e) opostas. c) racionais não inteiras;

c)

, julgue os itens abaixo. g(x) = (0) g(f(9)) = -5 (1) O domínio de (g B f) é [0, 4) (2) f(g(9)) = 1 (3) g(x2) = (g(x))2, x pertencente ao domínio de g Marque os itens certos na coluna 1 e os itens errados na coluna 2.

11. A função f de IR em IR é definida por f(x) = mx + p. Se f(2) = -5 e f(-3) = -10, então f(f(18)) é igual a: a) -2 d) 4 b) -1 e) 5 c) 1

b)

d) e) 15. Uma parede de tijolos será usada como um dos lados de um curral retangular. Para os outros lados iremos usar 400 metros de tela de arame, de modo a produzir a área máxima. Então o quociente de um lado pelo outro é: a) 1 d) 3 b) 0,5 e) 1,5 c) 2,5 16. Um menino está à distância 6 de um muro de altura 3 e chuta uma bola que vai bater exatamente sobre o muro. Se a equação da trajetória da bola em relação ao sistema de coordenadas indicado pela figura é y = ax2 + (1 - 4a)x, a altura máxima atingida pela bola é: a) 5 b) 4,5 c) 4 d) 3,5 e) 3

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a < 0, b > 0, c > 0 a < 0, b < 0, c > 0

14. Sabe-se que o gráfico abaixo representa uma função quadrática. Esta função é:

08. Se f(x) = x - 3, o conjunto de valores de x tais que f(x2) = f(x) é: a) {0, 1} d) {-2, 3} b) {-1, 0} e) {3, 4} c) {1}

10. Considerando as funções f(x) = x + 4 e

A afirmativa CERTA é: a > 0, b > 0, c < 0 d) a < 0, b < 0, c < 0 e) a < 0, b > 0, c < 0

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Matemática

17. Na figura abaixo tem-se um quadrado inscrito em outro quadrado. Pode-se calcular a área do quadrado interno, subtraindo-se da área do quadrado externo as áreas dos 4 triângulos. Feito isso, verifica-se que A é uma função da medida x. O valor mínimo de A é: a) 16 cm2 b) 24 cm2 c) 28 cm2 d) 32 cm2 e) 48 cm2 18. O conjunto solução de: x2 - 4x + 4 # 0 é: 2 a) {x 0 IR | x > 0} b) {x 0 IR | -2 # x # 2} c) {2} d) {4} e) {x 0 IR | |x| $ 2}

é: 5 6 7

d) e)

; portanto:

Mas

Resposta: alternativa C. 04. Resolução:

19. O menor inteiro positivo N tal que: a) b) c)

Logo:

a)

É falsa, pois

.

b) c) d) e)

É falsa, pois f(5) = 5 min 24 s. É falsa, pois f(3) = 7 min. É falsa, pois f(10) = 4 min 12 s. É verdadeira, pois f(24) = 3 min 30 s. Resposta: alternativa E.

8 9

05. Resolução:

20. O lucro de uma empresa é dado por L(x) = 100(10 - x)(x - 2), onde x é a quantidade vendida. Podemos afirmar que: a) o lucro é positivo qualquer que seja x; b) o lucro é positivo para x maior do que 10; c) o lucro é positivo para x entre 2 e 10; d) o lucro é máximo para x igual a 10; e) o lucro é máximo para x igual a 3. GABARITO 01. Resolução: Uma relação é uma função se para todos os elementos de M associamos um só elemento de N.

Portanto, a população aumentará em 125 habitantes. Resposta: alternativa B.

Resposta: alternativa D. 02. Resolução: Cálculos auxiliares:

06. Resolução: Fazendo-se x = 5, vem: f(5 ⋅ 5) = 5f(5) f(25) = 5 ⋅ f(5)

f(0) = -2 ⋅ 0 + 1 = 1 f(1) = 1 + 1 =2

Mas f(25) = 75; logo: 75 = 5 ⋅ f(5) f(5) = 15

Substituindo-se na expressão dada, vem:

Fazendo-se x = 1, vem: f(5 ⋅ 1) = 5f(1) f(5) = 5f(1); logo: 15 = 5 ⋅ f(1) f(1) = 3 Resposta: alternativa A.

Resposta: alternativa B. 03. Resolução: Fazendo-se x + 1 =

Logo, a variação do 3º ano será: f(3) - f(2) = 19875 - 19750 = 125

, vem x =

07. Resolução: Cálculos auxiliares: x - 2 = 3

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x=5 Degrau Cultural

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Matemática

Logo, para x = 5, temos f(5 - 2) = 53

f(3) = 125

Resposta: alternativa D. 08. Resolução: f(x2) = f(x) x2 - 3 = x - 3

Resolvendo o sistema, temos x2 - x = 0

Logo, Resolvendo a inequação:

Resposta: alternativa A. 09. Resolução: f[g(x)] = 0 f[x2 - 1)] = 0 2(x2 - 1) + 1 = 0

Resposta: alternativa B.

Logo, as raízes são opostas. Resposta: alternativa E. 10. Resolução: (0) g(f(9)) = -5 f(9) = 9 + 4 = 13 g(13) =

(errado)

13. Resolução: Olhando o gráfico, temos: a < 0 (a parábola é voltada para baixo) c < 0 (a parábola corta o eixo y num ponto menor que zero) b < 0 (as raízes são negativas) Resposta: alternativa B. 14. Resolução: • Como o gráfico é uma função quadrática, temos: f(x) = ax2 + bx + c • A função f(x) passa pelos pontos:

(1) (g B f)(x) = g(f(x)) = g(x + 4) = = Domínio x + 4 > 0 x > - 4 (errado) Multiplicando I por -1 e somando com III, temos:

(2) f(g(9)) = 1 g(9) = (3) g(x2) = 2

g(x ) =

= -3

f(-3) = -3 + 4 = 1 (certo)

=-x = x (errado) Substituindo, temos Logo:

Resposta: 11. Resolução: Vamos calcular os valores de m e p.

Resposta: alternativa B. 15. Resolução:

Logo: f[f(18)] = f[18 ⋅ 1 - 7} = f[11] = 11 ⋅ 1 - 7 = 4 Resposta: alternativa D. 12. Resolução: Cálculo de a e b:

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Matemática

Resposta: alternativa D. 18. Resolução: x2 - 4x # 0

S = {2} Resposta: alternativa C. 19. Resolução:

Resposta: alternativa B. 16. Resolução: Logo, o menor inteiro é o nº 7. Resposta: alternativa C.

O ponto (6, 3) pertence ao gráfico, logo: 3 = a(6)2 + (1 - 4a) ⋅ 6

20. Resolução: L(x) = 100(10 - x)(x - 2) L(x) = 100(10x - 20 - x2 + 2x) L(x) = 100(- x2 + 12x + 20) L(x) = -100x2 + 1200x - 2000)

3 = 36a + 6 - 24a Substituindo

na função: y =

Calculando a altura máxima:

x2 + 2x

Logo, o lucro é positivo entre 2 e 10 Resposta: alternativa C.

Resposta: alternativa C. 17. Resolução:

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Matemática

POLINÔMIOS Polinômio na variável x é total função do tipo P(x) = anxn + an – 1xn – 1 + an – 2xn – 2 + … + a1x + a0 Sendo: • an, an – 1, …, a1 e a0 os coeficientes de P(x) em C • n um número natural • x a variável, com x ∈ C Valor numérico de um polinômio é o valor P(a) que se obtém quando se substitui x por a (a ∈ C) em P(x). Se P(a) = 0, dizemos que a é raiz do polinômio. Grau de um polinômio P(x) não-nulo é o maior expoente da variável x, dos termos com coeficientes não-nulos. Indica-se por gr(P). Polinômios idênticos: Dizemos que dois polinômios são idênticos se os coeficientes dos termos de mesmo grau são iguais. Adição e subtração de polinômios: Devemos somar ou subtrair os coeficientes dos termos de mesmo grau. Multiplicação de polinômios: Devemos multiplicar cada termo de um dos polinômios por todos os termos do outro: depois disso, somam-se os termos de mesmo grau. Divisão de polinômios – método de Descartes: Consiste na obtenção dos coeficientes do quociente Q(x) e do resto R(x), a partir da igualdade: P(x) = D(x) . Q(x) + R(x), com D(x) ≠ 0 Divisão por (x – a) Teorema do resto: O resto da divisão de um polinômio P(x) pelo binômio do tipo (x – a) é o valor numérico de P(x), para x = a Teorema de D´Alembert: Um polinômio P(X) é divisível por (x – a) se, e somente se, P(a) = 0.

P(

)=4(

)3 - (

)2 +

P(

)=4

-2+

-1

P(

)=8

-2+

-1

P(

)=9

-3

-1

Resolução: b)

P(1) = 4 - 1 + 1 - 1 = 3 P(-1) = -4 - 1 - 1 - 1 = -7 P(0) = 0 - 0 + 0 - 1 = -1 Logo:

Resposta: a) 9

- 3 ; b)4

02. Calcule m ∈ IR de modo que o polinômio P(x) = (m3 - 1)x4 + (m2 -1) x2 + 5x -7 seja do 1º grau em relação a x. Resolução: Devemos ter: m3 - 1 = 0 e m2 - 1 = 0 m2 = 1 m3 = 1 m=1 m=±1 Logo: m = 1 Resposta: m = 1 03. Ache o polinômio P(x) do 2º grau em x, sabendo que admite 2 como raiz e P(1) = -2 e P(3) = 4. Resolução: Como P(x) é do 2º grau, temos: P(x) = ax2 + bx + c Logo: P(2) = 0 ⇒ 4a + 2b + c = 0 À P(1) = -2 ⇒ a + b + c = -2 Á P(3) = 4 ⇒ 9a + 3b + c = 4  De À, vem: 4a + 2b + c = 0 ⇒ c = -4 - 2b à Substituindo em Á e  , vem:

Divisão de um polinômio por (x – a) (x – b) Se um polinômio P(x) é divisível por (x – a) e (x – b), sendo a ≠ b, então P(x) é divisível por (x – a) (x – b). EXERCÍCIOS RESOLVIDOS 01. Dado o polinômio P(x) = 4x3 - x2 + x - 1, calcule: a)

P(

)

b)

Substituindo em Á, vem: C = -4a -2b ⇒ c = -4 + 2b c = -2 Logo: P (x) = x2 -x- 2 Resposta: P (X) = x2 - x - 2

Resolução: a)

De -3a - b = -2 ⇒ -3 - b = -2 b =-1

04. Quais devem ser os valores de A, B e C para que

P(x) = 4x3 - x2 + x + 1

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Matemática Resolução:

seja uma identidade? Resolução: Devemos ter:

+m-4=0 m - 1 + 4m - 16 = 0 5m = 17 m= b)

Devemos ter: x + 1 = 0 ⇒ x = -1 Logo: P (-1) = 1 ⇒ (m - 1) (-1)2 + 2m (-1) - 4 = 1 m - 1 - 2m - 4 = 1 -m = 6 m = -6

c)

Fazendo x - 2 = 0 ⇒ x = 2 Logo: P(2) = 3 ⇒ (m - 1) . 22 + 2m . 2 - 4 = 3 4(m - 1) + 4m - 4 = 3 4m - 4 + 4m - 4 = 3

Logo:

De À vem: A+B+C=2⇒1+B+C=2 B+C=1 Portanto:

8m = 11 ⇒ m = Resposta: a) m = B+C=1⇒B+3=1 B = -2 Respostas: A = 1, B = -2 e C = 3 05. Determine a e b de modo que o polinômio P (x) x3 + ax + b seja divisível por (x - 1)2. Resolução: Sabendo que (x - 1)2 = x2 - 2x + 1, temos:

O resto deve ser nulo. Logo: (a + 3) x + b - 2 = 0 ⇒ a + 3 = 0 e b - 2 = 0 a = -3 b=2 Resposta: a = -3 e b = 2 06. Determine o valor de m de modo que o polinômio P(x) = (m -1)x2 + 2mx - 4 a) seja divisível por 2x - 1; b) dividido por x + 1 dê resto 1; c) dividido por x - 2 dê resto 3.

EXERCÍCIOS PROPOSTOS 01. Sendo P(x) = Q(x) + x2 + x + 1 e sabendo que 2 é raiz de P(x) e 1 raiz de Q(x), então P(1) - Q(2) vale: a) 0 d) 6 b) 2 e) 10 c) 3 02. O grau do polinômio (x + 2)2 (x - 4)4 (x + 6)6 (x - 8)8 ... (x + 18)18 é: a) 2 . 9! d) 180 b) 90 e) 18! c) 29 . 9 03. O polinômio P(x) = (m - 4)x3 + (m2 - 16)x2 + (m + 4)x + 4 é de grau 2: a) se e somente se m = 4 ou m = -4 b) se e somente se m ≠ 4 c) se e somente se m ≠ -4 d) se e somente sem m ≠ 4 e m ≠ -4 e) para nenhum valor de m 04. Seja P(x) um polinômio do 2º grau tal que: P(0) = -20 P(1) + P(2) = -18 P(1) - 3P(2) = 6

a) b) c) d) e)

Então, o conjunto de todos os x para os quais P(x) < 0 é: (x ∈ IR | x < -2 ou x > 10) (x ∈ IR | x < 4 ou x > 5) (x ∈ IR | 4 < x < 5) (x ∈ IR | -2 < x < 10) (x ∈ IR | x < -20 ou x > 1)

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; b) m = -6; c) m =

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Matemática 05. Os polinômios P(x) = px2 + qx - 4 e Q(x) = x2 + px + q são tais que P(x + 1) = Q(2x) para todo x real. Os valores de p e q são: a) p = 1 e q = -4 d) p = 4 e q = 0 b) p = 2 e q = 4 e) p = -4 e q = 0 c) p = 4 e q = -4 06. A igualdade

é verdadeira para

todo x real. Então, a soma a + b + c vale: a)

d) 0

b)

e) -

P(x) = ax2 + bx - 20

À + Á = - 18 ⇒ 5a + 3b - 40 = -18 ⇒ À + Á = 6 -11a - 5b + 40 = 6 ⇒ a = -1 e b = 9 ∴ P(x) = -x2 + 9x - 20 Para P(x) < 0 temos: {x ∈ IR | x < 4 ou x > 5} 05. Resolução:

c) 07. Sendo a e b tais que a) b) c)

é

uma identidade, a expressão b - 2a vale: -3 d) 0 -2 e) 1 -1

08. Para que o polinômio x3 + 4x2 - px + 6 seja divisível por x + 2 é necessário que p seja igual a: a) 7 d) -7 b) 15 e) n.r.a. c) -15 GABARITO 01. Resolução: P(x) = Q(x) + x2 + x + 1 P(2) = 0 e Q(1) = 0 P(1) = Q(1) + 12 + 1 + 1 = 0 + 1 + 1 + 1 = 3 Q(2) = P(2) - (2)2 - (2) - 1 = 0 - 4 - 2 - 1 = -7 P(1) - Q(2) = 3 - (-7) = 10 02. Resolução: O grau de um polinômio é dado pelo seu expoente máximo.

06. Resolução:

ax2 + bx - 3 = 4x2 - 2x - 2c

Portanto: a + b + c = 4 - 2 +

=

07. Resolução:

Devemos ter numeradores idênticos ⇒ ⇒ 5x - 2 = (a + b)x + 2a - 2b ⇒ 03. Resolução: P(x) = (m - 4)x3 + (m2 - 16)x2 + (m + 4)x + 4 tem grau 2. Logo: b - 2a = 3 - 4 = -1

Portanto

m | gr(P) = 2

08. Resolução: x3 + 4x2 - px + 6 divisível por x + 2 ⇒ ⇒ P(-2) = 0 -8 + 16 + 2p + 6 = 0 ⇒ p = -7

04. Resolução: P(x) = ax2 + bx + c Degrau Cultural

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Matemática

EQUAÇÕES POLINOMIAIS Equação Algébrica:

RELAÇÕES DE GIRARD • Para uma equação do 2º grau ax2 + bx + c = 0 (a ≠ 0):

sendo

⇒ r1r2 =

r1 + r 2 =

• Para uma equação do 3º grau ax3+ bx2 + cx + d = 0 (a ≠ 0) r1 + r 2 + r 3 = Grau de uma equação algébrica P(x) = 0 é o mesmo do polinômio P(x).

r1r2 + r1r3 + r2r3 =

Raízes de uma equação algébrica são os valores de x tais que P(x) = 0 (U = C).

r1r2r3 =

Teorema fundamental da álgebra: Toda equação algébrica de grau n (n ≥ 1) admite pelo menos uma raiz complexa.

• Para uma equação do 4º grau ax4 + bx3 + cx2 + dx + e = 0 (a ≠ 0):

Toda equação algébrica a uma variável de n (n ≥ 1) terá no Máximo n raízes, distintas ou não.

r1 + r 2 + r 3 + r 4 =

• Teorema da decomposição: Todo polinômio P(x), de grau n, pode ser decomposto no produto:

r1r2 + r1r3 + r1r4 + r2r3 + r2r4 + r3r4 = r1r2r3 + r1r2r4 + r1r3r4 + r2r3r4 = r1r2r3r4 = EXERCÍCIOS RESOLVIDOS

Multiplicidade de uma raiz: Na decomposição de um polinômio P(x) em fatores do primeiro grau, observamos que o fator (x – a) pode aparecer uma vez, duas vezes, ..., m vezes. Então, podemos dizer que a raiz da equação tem multiplicidade 1, 2, ..., m, respectivamente. Teorema das raízes conjugadas: Se o número complexo z = a + bi é raiz de uma equação algébrica com coeficientes reais, então seu conjugado = a – bi é também raiz dessa equação. • Em uma equação algébrica com coeficientes reais, o numero de raízes complexas, não-reais, e sempre par. • Toda equação algébrica de coeficientes reais que tiver grau impar terá pelo menos uma raiz real. • Se a raiz (a + bi) de uma equação algébrica tem multiplicidade k, então seu conjugado (a – bi) também será raiz de multiplicidade k. Raízes racionais: Se o número racional

01. Calcule m de modo que o número da equação: x3 - 4x2 + mx + 2 = 0. Resolução: Se

é raiz da equação, temos:

x3 - 4x2 + mx + 2 = 0

1 - 8 + 4m + 16 = 0 ⇒ 4m = -9 ⇒ m = Resposta: m =

, com p e q

primos entre si e q ≠ 0, é raiz de uma equação algébrica de coeficientes inteiros, então p é divisor de a0 e q é divisor de an.

02. Dada a equação x3 - 7x + p = 0, determine p de modo que uma das raízes seja o dobro da outra. Resolução: Supondo que as raízes sejam a, 2a e b, temos: x3 - 0x2 - 7x + p = 0

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seja raiz

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Matemática Da equação À vem: α1+ α2 + α3 = 15 ⇒ a - r + a + a + r = 15 3a = 15 a=5 Da equação  vem: α1α2α3 = 105 ⇒ (5 - r) . 5 (5 + r) = 105 25 - r2 = 21 r2 = 4 r=±2 Se a = 5 e r = 2:

De  vem: 3a + b = 0 ⇒ b = -3a  Substituindo  em , vem: 2a2 + 3ab = -7 ⇒ 2a2 - 9a2 = -7 7a2 = 7 a=±1 Se a = 1 ⇒ b = -3a b = -3 Se a = -1 ⇒ b = 3 Substituindo na equação , vem:

a = -1 b=3 ⇒

Se a = 5 e r = -2:

p = -2a2b p = -2 . 1 . 3 p = -6

Logo: S = {3, 5, 7} Resposta: S = {3, 5, 7}

Resposta: p = -6 ou p = 6 03. Sabendo que a, b e c são as raízes da equação 2x3 - 30x2 + 15x - 3 = 0, calcule o valor de:

EXERCÍCIOS PROPOSTOS 01. Uma equação algébrica possui como raízes os valores 4, 3 e 2. Esta equação é: a) 2x3 - 3x2 + 4x - 4 = 0 b) x3 - x2 + 2x - 8 = 0 c) x3 - 2x2 - x + 2 = 0 d) x3 - 9x2 + 26x - 24 = 0 e) 4x3 + 3x2 + 2x = 0

Resolução: Temos que:

02. Na equação: x 4 + px 3 + px 2 + px + P = 0, sabendose que 1 é raiz, então: Mas:

Substituindo em À, vem:

Resposta: 1 04. Ache as raízes da equação x3 - 15x2 + 71x - 105 = 0, sabendo que elas estão em P.A. Resolução: Utilizando as relações de Girard, temos:

a)

p=

d) p =1 ou p = -1

b)

p = 0 ou p = 1

e) p =

c)

p = 0 ou p = -1

03. O número de raízes reais do polinômio P(x) = (x2 + 1) (x - 1) (x + 1) é: a) 0 d) 3 b) 1 e) 4 c) 2 04. Sabe-se que -1 é uma das raízes da equação: x2 - 5x + 3m = 0. O valor de m2 é: a) 4 c) 16 b) 9 d) 36 05. A soma e o produto das raízes da equação x3 - 6x2 + 11x - 6 = 0 são: a) (-6, -6) d) (-6, 6) b) (6, -6) e) n.r.a. c) (6, 6)

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Matemática 06. Os números complexos 1 e 2 + i são raízes do polinômio x3 + ax2 + bx + c, onde a, b e c são números reais. O valor de c é: a) -5 d) 5 b) -3 e) 9 c) 3

m2 = 4 05. Resolução: x3 - 6x2 + 11x - 6 = 0 Sejam {a, b, c} suas raízes. S=a+b+c=

07. A soma dos inversos das raízes da equação 2x3 5x2 + 4x + 6 = 0 é: a)

P = abc =

=6 =6

d)

b)

e)

c) 08. Se as raízes da equação x2 + bx + 12 = 0 são, cada uma, 7 unidades maiores do que as raízes de x2 + βx + 12 = 0, então: a) β = -5; b) β = 5; c) β = -7; d) β = 7; e) faltam dados para determinar β.

06. Resolução: P(x) = x3 + ax2 + bx + c a, b, c ∈ IR 1 é raiz. 2 + i é raiz ⇒ 2 - i também é. (2 + i) (2 - i) . 1 = -c ⇒ c = -5 07. Resolução: 2x3 - 5x2 + 4x + 6 = 0 Sejam a, b e c suas raízes.

Temos:

09. Sendo a, b e c as raízes da equação x3 - 4x2 + 5x + 3 = 0, o valor da expressão a)

-3

é:

d) -2 e) n.r.a.

b)

08. Resolução: À x2 + bx + 12 = 0 ⇒ V = {m +7, n + 7} Á x2 + βx + 12 = 0 ⇒ V = {m, n}

c)

(m + 7) (n + 7) = 12 ⇒ ⇒ mn + 7m + 7n + 49 = 12 ⇒ 12 + 7 (m + n) + 49 = 12 -7β = -49 β=7

GABARITO 01. Resolução: (x - 4) (x - 3) (x - 2) = 0 (x2 - 7x + 12) (x - 2) = 0 x3 - 2x2 - 7x2 + 14x + 12x - 24 = 0 x3 - 9x2 - 26x - 24 = 0

09.

Resolução: x3 - 4x2 + 5x + 3 = 0

02. Resolução: P(1) = 1 + p + p + p + p = 0 ⇒ 1 + 4 p = 0 ⇒ p = Como a, b e c são raízes, temos: 03. Resolução: P(x) = (x2 + 1) (x -1) (x + 1) Raízes reais: x2 + 1 = 0 ⇒ x ∉ IR x-1=0⇒ x=1 x + 1 = 0 ⇒ x = -1 04. Resolução: Se -1 é uma raiz ⇒ P(-1) = 0. (-1)2 - 5 (-1) + 3m = 0 ⇒ ⇒ 1 + 5 + 3m = 0 ⇒ m = -2

Logo:

100

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Matemática

FUNÇÃO EXPONENCIAL •

Equações exponenciais são igualdades cuja incógnita figura como expoente de uma ou mais potências de bases positivas e diferentes de 1. Em geral, são resolvidas aplicando a seguinte propriedade: ax1 = ax2 ⇔ x1 = x2 (0 < a ≠ 1)

03. Resolva as equações:

Inequações exponenciais são desigualdades em que a variável x figura no expoente de uma ou mais potências de base positiva e diferente de 1. São resolvidas usando as seguintes propriedades:

Para base maior que 1 ax2 > ax1 = ⇔ x2 > x1

Para base positiva e menor que 1 ax2 > ax1 = ⇔ x2 < x1

Função exponencial é uma função ƒ : R → ƒ(x) = ax, em que a é a base (a ∈

e a ≠ 1).

• D(ƒ ) = R e Im(ƒ ) =

2x . 3x = 216

b)

32 = 6561

a)

Resolução: 2x . 3x = 216 ⇒

b)

x

x

x

(2 . 3)x = 63 6x = 63 x=3

32 = 6561 ⇒ 32 = 38 2x = 8 2x = 23 x=3

04. Seja a função f: IR → IR definida por f (x) = 3x. Determine os valores de x ∈ IR tais que f (x + 1) + f (-x + 4) = 36. tal que

Resolução: 3x + 1 + 3-x + 4 = 36 ⇒

• A curva passa pelo ponto (0, 1).

Fazendo 3x = y, temos:

• A curva fica acima do eixo 0x.

3y +

EXERCÍCIOS RESOLVIDOS

-x2 - 2x + 8

2

3x . 3 +

= 36

= 36

3y2 + 81 = 36y 3y2 - 36y + 81 = 0

01. Resolva as equações: 2 a) 3x + 1 = 243

b)

a)

y2 - 12y + 27 = 0

=

Resolução: a)

2+1

3x

2+1

= 243 ⇒ 3x

= 35 ⇒ x2 + 1 = 5

x2 = 4 ⇒ x = ± x=±2 Logo: S = {-2, 2} b)

2 - 2x + 8

2-x

05. Resolva a inequação: 3x + 1 ≥ 81 2 - 2x + 8

⇒ 2-x

=

Resolução: = 2-3

Preparando a inequação, temos:

- x - 2x + 8 = -3 ⇒ x + 2x - 11 = 0 2

Se 3x = y e 3x = 3 3x = 32 e x = 1 x=2

2

∆ = 4 + 44 = 48 ⇒

=

=4

3x + 1 ≥ 34 ⇒ x + 1 ≥ 4 x≥3 Resposta: S = {x ∈ R / x ≥ 3} 06. Resolva a inequação: (0,1)

x2 - x

1≤1

Resolução: Preparando-se a inequação, vem: Logo: S = {-1 - 2

, -1 + 2

}

02. Resolva a questão: 8x - 2 = 8 Resolução:

(0,1)x2 - x ≤ (0,1)0 x2 - x ≥ 0 raízes x2 - x = 0

Preparando-se a equação, vem: (23)x - 2 = 23 . 2 23x - 6 = 2

3x =

⇒ 23x - 6 = 23 +

⇒ 3x - 6 =

+6

⇒ 3x =

⇒x=

Resposta: S = {x ∈ R/ x ≤ 0 ou x ≥ 1}

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101

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Matemática

EXERCÍCIOS PROPOSTOS

Logo:

, então (abc)12 vale:

01. Dada a expressão a) b)

o maior valor da expressão é 1; o menor valor da expressão é 1;

c)

o menor valor da expressão é

d)

o maior valor da expressão é

e)

o menor valor da expressão é

02. a) b) c) d) e)

A função definida por f (x) = ax, com a > 0 e a ≠ 1: só assume valores positivos; assume valores positivos somente se x > 0; assume valores negativos para x < 0; é crescente para 0 < a < 1; é decrescente para a > 1.

03. A solução de

um múltiplo de 16;

b)

um múltiplo de 9;

c)

um número primo;

d)

um divisor de 8;

e)

um primo com 48. 2

a) b) c)

- 3x

=

; .

03. Resolução:

= 8 é:

a)

04. Se 3x

02. Resolução: Por definição, a função exponencial f(x) = ax, com a > 0 e a ≠ 1, só assume valores positivos. ∴ alternativa a

;

=3⇒x=

= 16 ⇒ S = {16}

04. Resolução: 2 3x - 3x = 3-2 ⇒ x2 - 3x + 2 = 0 Teremos x` = 1 ou x” = 2 S = {1, 2} 05. Resolução:

⇒ 2x - 6 = -x ⇒ 3x = 6 ⇒ x = 2 S = {2}

, então os valores de x são:

1e3 2e3 1e2

= 23 ⇒

d) e)

1e4 2e4

06. Resolução: 2 2x +1

22

2 2x + 1

4

= 256 ⇒ = 44 ⇒ 2x2 = 3 ⇒ x2 =

é um nú-

05. A solução da equação

Teremos:

a) b) c)

mero racional x, tal que: -1 ≤ x < 0 d) 0≤x<1 e) 1≤x<2

06. a) b) c) d) e)

A equação 22 = 256: não admite soluções reais; admite 0 como solução; admite duas soluções reais positivas. admite uma única solução real, que é negativa. admite duas soluções reais, cuja soma é 0.

2≤x<3 3≤x<4

2 2x +1

07. Resolução: 10x = 10- 2 . 103 ⇒ x = -2 + 3

⇒ 10x = 10- 2 + 3

⇒ (x + 2)2 = (3

)2 ⇒

⇒ x2 + 4x + 4 = 9x ⇒

Teremos: 4 + 1 = 5

07. A soma dos valores reais que satisfazem a equação 10x = 0,01 . (1000) é: a) 1 d) 4 b) 2 e) 5 c) 3 GABARITO 01. Resolução: Como o expoente é uma função do 2º Grau, o valor da expressão é mínimo quando o expoente é máximo. 102

05_funcao exponencial.pmd

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Matemática

LOGARITMO Definição de logaritmo: logab = x ⇔ ax = b (a, b ∈ R*+ e a ≠ 1)

Resolução: log5 1 + 4log45 + log3 (log5 53) = 0 + 5 + log3 3 = 0 + 5 + 1 = 6

Condição de existência do logaritmo: • logaritmando b > 0 • base 0 < a ≠ 1

Resposta: 6

Propriedades: loga1 = 0

loga(bc) = logab + logaC

logaa = 1

loga

logaam = m

logabm = m . logab

02. Calcule A, sendo: A = 49log72 - 25log53 Resolução: A = (72)log72 - (52)log53 2 2 A = 7log72 - 5log53 A = 22 - 32 A=4-9 A = -5

= logab – logaC

a

alog b = b logab = logac ⇔ b = c, sendo a, b, c reais positivos, com a ≠ 1 e m ∈ R Mudança de base: logab =

(a, b e c positivos,

Resposta: A = -5 03. Resolva a equação: log5 (x2 + 3) = log5 (x + 3) Resolução:

com a ≠ 1 e c ≠ 1) Cologaritmo de um número: cologab = - loga b = log a

log5 (x2 + 3) = log5 (x + 3) x2 + 3 = x + 3 x2 - x = 0

(a > 0 e a ≠ 1, b > 0)

Equações logarítmicas apresentam a incógnita no logaritmando, na base do logaritmo ou em ambos. Para resolvê-las, devemos observar: • a condição de existência de cada logaritmo (base e logaritmando); • se os valores encontrados para a incógnita satisfazem a condição de existência. Inequações logarítmicas são desigualdades que envolvem logaritmos. Para resolve-las devemos: • estabelecer a condição de existência de cada logaritmo; • aplicar as propriedades operatorias, quando necessário; • aplicar um dos casos a seguir: I. Se a > 1, então logax1 < logax2 ⇔ x1 < x2 II. Se 0 < a < 1, então logax2 < logax1 ⇔ x2 > x1 Função logarítmica é uma função ƒ: que ƒ(x) = logax, com a > 0 e a ≠ 1.

Como x = 0 e x = 1 satisfazem as condições de existência, temos S = {0, 1} Resposta: S = {0, 1} 04. Determine o domínio da função y = logx-1 (x2 - 5x) Resolução: Devemos ter:

I

x2 - 5x > 0 raízes x2 - 5x = 0

II

x - 1 > 0 e x -1 ≠ 1 x>1 x≠2

R*+ → R tal

• D(ƒ) = R*+ e Im(ƒ) = R • O gráfico não intercepta o eixo 0y. • O gráfico intercepta o eixo 0x no ponto (1, 0). EXERCÍCIOS RESOLVIDOS 01. Calcule o valor da expressão: log5 1 + 4 log45 + log3 (log5 125)

Resposta: D = {x 0 IR | x > 5}

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103

103

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Matemática

08. Resolva a equação:

05. Resolva a equação:

Resolução: CE x > 0 Resolução: CE x2 - 4x + 4 > 0 Aplicando a definição de logaritmo, temos:

Fazendo log4 x = y, vem: y2 - 15 = 2y y2 - 2y -15 = 0 = 4 + 60 = 64

x2 - 4x + 4 = 1 ⇒ x2 - 4x + 3 = 0 = 16 - 12 = 4

Logo: log4 x = 5 x = 45 x = 1 024

Como x = 3 ou x = 1 satisfazem a condição de existência, temos: S = {1, 3}

Como x = 1 024 e x =

Resposta: S = {1, 3}

de existência, temos:

06. Resolva a equação: logx (14 - 5x) = 2

Resposta: S =

ou

log4 x = -3 x = 4-3 x= satisfazem a condição . .

Resolução: 09. Se log 2 = 0,301 e log 7 = 0,845, calcule log Aplicando-se a definição de logaritmo, vem: logx (14 - 5x) = 2 ⇒ 14 - 5x = x2 ⇒ ⇒ x2 + 5x - 14 = 0 ⇒ ∆ = 25 + 56 ⇒ = 81

Resolução: Decompondo 140 em fatores primos, temos:

Logo, S = {2} ⇒ Resposta: S = {2} 07. Sabendo que log a = 2, log b = 3 e log c = -6, calcule

Logo:

:

Resolução: Fazendo M =

, temos:

Resposta: 1,073 Resposta: 104

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Matemática

10. Resolva a equação: log2 (x - 3) + log2 (x - 4) = 1

02. O valor de

é:

Resolução:

d) e)

Aplicando-se a propriedade do logaritmo de um produto, vem: log2 (x - 3)(x - 4) = 1 (x - 3)(x - 4) = 2 x2 - 4x - 3x + 12 = 2 ⇒ x2 - 7x + 10 = 0 ∆ = 49 - 40 = 9

1

03. O valor da expressão log 2 0,5 + log 3 log 4 8 é: a) 1 d) 2 b) -1 e) 0,5 c) 0

+

04. O logaritmo, em uma base x, do número Resposta: S = {5}

é 2. Então x = :

11. Dados: log 2 = 0,30 e log 3 = 0,48, resolva a equação: 9x - 7 ⋅ 3x + 10 = 0 Resolução: Preparando a equação, temos: 32x - 7 ⋅ 3x + 10 = 0 Fazendo-se 3x = y, vem: y2 - 7y + 10 = 0 ∆ = 49 - 40 = 9

a)

d)

b)

e)

c)

Logo: 3x = 5 log 3x = log 5

2

05. Se b = a) b) c)

5

-3 -1 1,5

06. Se 16x -1 =

, c = 0,04 e d = 2, a expressão vale: d) 5 e) 5,5 , então log8x é igual a:

d) e) ou 3x = 2 log 3x = log 2

Resposta: S = {0,625, 1,458}

07. O domínio de definição da função f(x) = logx-1 (x2 - 5x + 6) é: a) x < 2 ou x > 3 b) 2 < x < 3 c) 1 < x < 2 ou x > 3 d) x < 1 ou x > 3 e) 1 < x < 3

EXERCÍCIOS PROPOSTOS 01. Se N(t) = N0 ⋅ ekt, t $ 0 e N(2) = 3 N0, então o valor de k é a)

d)

b)

e)

c)

08. O conjunto solução da equação logx (10 + 3x) = 2, em IR, é: a) i d) {-2, 5} b) {-2} e) {-5, 2} c) {5} 09. O conjunto solução da equação (log x)2 - 2 log x + 1 = 0, no universo IR, é: a) {0} d) {10} b) {0, 1} e) {100} c) {1}

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Matemática

10. A solução da equação log3 (3 - log2 x) = 0, em IR, é um número: a) fracionário b) primo c) divisível por 5 d) múltiplo de 3 e) divisível por 2

02. Resolução: =x log0,01

11. Se x + y = 20 e x - y = 5, então log 10 (x 2 - y 2) é igual a: a) 100 d) 12,5 b) 2 e) 15 c) 25

03. Resolução:

(0,01)x = 10-2x =10

= -2x =

+ log3 3

log2

=x=

+ log4 23 = -1 +

+

=1

04. Resolução: 12. Um estudante quer resolver a equação 2x = 5, utilizando uma calculadora que possui a tecla log x. Para obter um valor aproximado de x, o estudante deverá usar a calculadora para obter os seguintes números: a) log 2, log 5 e log 5 - log 2 b) log 2, log 5 e log 5 : log 2 c) log 2, log 5 e log 25 d)

e log

e)

e log

13. Sendo log 2 = 0,301 e log 7 = 0,845, qual será o valor de log 28? a) 1,146 d) 2,107 b) 1,447 e) 1,107 c) 1,690 14. Se

e supondo

log 2 = 0,3,

então o valor de k tal que f(k) = 12 000 é:

15. Considerando-se log10 2 = 0,30 e log10 3 = 0,47, pode-se afirmar que o valor de log10 60 é: a) 0,141 d) 1,77 b) 0,77 e) 10,77 c) 1,41 GABARITO 01. Resolução: N (t) = N0ekt N (2) = N 0 e2K = 3 N0 e2K = 3 logee2k = loge3 2k = loge3 k=

05. Resolução:

06. Resolução:

07. Resolução: x-1>0 x>1 ou x - 1 ≠ 1 x≠2 ou x2 - 5x + 6 > 0 De 

∩∩

1 < x < 2 ou x > 3

08. Resolução: x2 = 10 + 3x

S = {5}

loge3

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x < 2 ou x > 3 

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Matemática

09. Resolução: Fazendo log x = y, obteremos: y2 - 2y + 1 = 0 y’ = y” = 1 log x = 1 x = 10 S = {10} 10. Resolução: 3 - log2x = 30 3 - log2 x = 1 log2 x = 2 x=4 S = {4} 4 é divisível por 2 11. Resolução:

log (x2 - y2) = log = log 100 = 2 uma solução mais simples x2 - y2 = (x + y)(x - y) = 20 ⋅ 5 = 100 log10 100 = 2 12. Resolução: 2x = 5 log2 5 = x

O aluno deverá obter: log 2, log 5 e log 5 : log 2. 13. Resolução: log 2 = 0,301 e log 7 = 0,845 log 28 = log 22 ⋅ 7 = 2 log 2 + log 7 = = 2 (0,301) + 0,845 = 1,447 14. Resolução:

15. Resolução: log10 60 = log10 (10 ⋅ 2 ⋅ 3) = = log10 10 + log10 2 + log10 3 = = 1 + 0,30 + 0,47 = 1,77

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Matemática

FUNÇÃO TRIGONOMÉTRICA Arcos e ângulos Arco de circunferência é cada uma das partes em que uma circunferência fica dividida por dois de seus pontos (A e B). Se A = B eles determinam dois arcos: um nulo e outro de uma volta. As unidades usuais de arcos (ou ângulos) são:

Funções circulares Para o estudo das funções circulares, marcaremos,

no ciclo trigonométrico, quatro eixos:

da circunfe-

Grau – é o arco unitário equivalente a rência que contém o arco a ser medido. Grado – é o arco unitário equivalente a

da circun-

ferência que contém o arco a ser medido. Radiano – é o arco equivalente ao do raio da circunferência que contém o arco a ser medido. Conversão das unidades

Grau 900 1800 2700 3600

Grado 100gr 200gr 300gr 400gr

Radiano π/2 rd π rd 3π/2 rd 2π rd

Ciclo trigonométrico ou circunferência trigonométrica É uma circunferência orientada de raio igual à unidade sobre a qual fixamos um sentido positivo. (fig. 1) Para a trigonometria o sentido positivo é o anti-horário. Arco trigonométrico É o conjunto de números a tal que: a = a0 + K.2π (fig. 2) a0 – é a medida em radianos, no sentido anti-horário do arco AB tal que 0 ≤ a0 ≤ 2π K – é um número inteiro

eixo Dos Dos Das Das

senos cos tang cotang

Sentido positivo De O para B De O para A De A para C De B para C

Origem O O A B

A extremidade de um arco x está no: 1º quad. Quando 0 + K.2π ≤ x ≤ π/2 + K.2π _________________________________________________ 2º quad. Quando π/2 + K.2π ≤ x ≤ π + K.2π _________________________________________________ 3º quad. Quando π + K.2π ≤ x ≤ 3π/2 + K.2π _________________________________________________ 4º quad

Quando 3π/2 + K.2π ≤ x ≤ 2π + K.2π

Obs: 1) Os eixos dos senos e dos cosenos dividem o ciclo trigonométrico em quatro partes iguais que são chamadas quadrantes. 2)

Assim, por exemplo:

K=0 K=1 K=2 K=-1 K=-2

a =a a = a0 + 2π a = a0 + 4π a = a0 - 2π a = a0 - 4π

1ª determinação positiva 2ª determinação positiva 3ª determinação positiva 1ª determinação negativa 2ª determinação negativa

Função Seno: y = sen x sen x = onde x é um real qualquer OP = r = 1 logo sen x =

, seno x é a ordenada do ponto P

Sinais: (observe os sinais da ordenada)

Arcos côngruos São dois arcos cujas medidas diferem de um múltiplo de 3600 . Ex: 600 e 600 + 3600 600 e 600 + 23600

Se x é do: Iº quad. IIº quad. IIIº quad. IVº quad.

Domínio: R Imagem: { y ∈ R | -1 ≤ y ≤ 1} A função é crescente no Iº e IVº quadrante e decrescente no IIº e IIIº quadrante. Período: 2π (a partir de 2π a função repete seu valor)

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Sen x é: positivo positivo negativo negativo

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Matemática Observe:

Observe:

I)

I)

II) Gráfico:

II) Gráfico:

III) A função cosseno é par, pois cos x = cos (-x) Função Tangente: y = tg x III) A função seno é ímpar, pois sen x = -sen (-x)

cos x = onde x é um real qualquer

Se x é do: Iº quad. IIº quad. IIIº quad. IVº quad.

cos x é: positivo negativo negativo positivo

Domínio: R

é a tangente

logo tg x =

, tg x =

Sinais:

Se x é do: Iº quad. IIº quad. IIIº quad. IVº quad.

, cosseno x é a abscissa do ponto P

Sinais: (observe os sinais da abscissa)

onde x é um real qualquer

= r = 1;

Função Cosseno: y = cos x

OP = r = 1 logo cos x =

tg x =

tg x é: positiva negativa positiva negativa

Domínio: { x ∈ R | x ≠ π/2 + Kπ} Imagem: R A função é crescente em todos os quadrantes. Período: π Observe: I)

Imagem: { y ∈ R | -1 ≤ y ≤ 1} A função é crescente no IIIo e IVo quadrante e decrescente no Io e IIo quadrante. Período: 2π (a partir de 2π a função repete seu valor)

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Matemática III) A função cotangente é ímpar, pois cotg x = -cotg (-x)

II) Gráfico:

Função Secante: y = sec x sec x = onde x é um real qualquer sec x = Sinais: III) A função tangente é ímpar, pois tg x = -tg (-x) Função Cotangente: y = cotg x cotg x = onde x é um real qualquer cotg x =

Sinais:

, cotg x =

Se x é do: Iº quad. IIº quad. IIIº quad. IVº quad.

cotg x é: positiva negativa positiva negativa

Se x é do: Iº quad. IIº quad. IIIº quad. IVº quad.

sec x é: positiva negativa negativa positiva

Domínio: { x ∈ R | x ≠ π/2 + Kπ} Imagem: { y ∈ R | y ≤ -1 ou y ≥ 1} A função é crescente no Iº e IIº quadrantes e decrescente no IIIº e IVº quadrantes. Período: 2π Observe: I)

Domínio: { x ∈ R | x ≠ Kπ} Imagem: R A função é decrescente em todos os quadrantes. Período: π

II) Gráfico:

Observe: I)

III) A função secante é par, pois sec x = sec (-x) Função Cossecante: y = cossec x cossec x = II) Gráfico:

onde x é um real qualquer cossec x = Sinais:

Se x é do: Iº quad. IIº quad. IIIº quad. IVº quad.

cossec x é: positiva positiva negativa negativa

Domínio: { x ∈ R | x ≠ Kπ}

Imagem: { y ∈ R | y ≤ -1 ou y ≥ 1} 110

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Matemática A função é crescente no IIº e IIIº quadrantes e decrescente no Iº e IVº quadrantes.

C otangente e tangente têm sinais iguais pois, cotg x =

Período: 2π Redução ao primeiro quadrante I) Do IIº quadrante para o Iº quadrante Basta achar o suplemento do ângulo (subtrair de 1800)

Observe:

I)

sen (π - x) = sen x cos (π - x) = -cos x tg (π - x) = -tg x

cotg (π - x) = -cotg x sec (π - x) = -sec x cossec (π - x) = cossec x

II) Do IIIº quadrante para o Iº quadrante Basta subtrair 1800 do ângulo dado

II) Gráfico:

sen (π + x) = -sen x

cotg (π + x) = cotg x

cos (π + x) = -cos x

sec (π + x) = -sec x

tg (π + x) = tg x

cossec (π + x) = -cossec x

III) Do IVº quadrante para o Iº quadrante Basta achar o replemento do ângulo (subtrair de 3600) sen (2π - x) = -sen x cos (2π - x) = cos x tg (2π - x) = -tg x cotg (2π - x) = -cotg x sec (2π - x) = sec x cossec (2π - x) = -cossec x Observe: sen (π/2 + x) = cos x cos (π/2 + x) = -sen x tg (π/2 + x) = -cotg x cotg (π/2 + x) = -tg x sec (π/2 + x) = -cossec x cossec (π/2 + x) = sec x

III) A função cossecante é par, pois cossec x = cossec (-x)

Relações Fundamentais 1º) sen2 x + cos2 x = 1

RESUMO DOS SINAIS DAS FUNÇÕES TRIGONOMÉTRICAS

2º) tg x =

quadrante funções seno cosseno tangente cotangente secante cossecante

IIº

IIIº

IVº

3º) cotg x =

+ + + + + +

+ − − − − +

− − + + − −

− + − − + −

4º) sec x =

Observe: Cossecante e seno têm sinais iguais pois,

5º) cossec x = Outras relações 6º) sec2 x = 1 + tg2 x 7º) cossec2 x = 1 + cotg2 x 8º) cos2 x =

9º) sen2 x =

cossec x = Secante e cosseno têm sinais iguais pois, sec x =

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=

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Equações Trigonométricas As equações elementares são: I) sen x = a (a = sen α) sen x = sen α ⇒ x = α + 2Kπ ou x = (π - α) + 2Kπ Ex: 111

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Matemática 02. Calcular a 4ª determinação positiva do arco π/4. Solução: a4 = a0 + 6π = π/4 + 6π = (π + 24π)/4 = 25π/4 Resp: 25π/4 03. Calcular a 3ª determinação negativa de 450 . a-3 = a0 - 6π ⇒ a-3 = 450 - 6π a-3 = 450 – 6 . 1800 = 450 – 10800 = -10350 Resp: -10350

II) cos x = a (a = cos α) cos x = cos α ⇒ x = α + 2Kπ ou x = - α + 2Kπ x = ± α + 2Kπ Ex:

04. Reduza ao 10 quadrante: a) sen 1500 ; tg 2π/3 rd Solução: a) sen 1500 = sen (1800 –1500 ) = sen 300 Obs: 1500 está no IIº quadrante Resp: sen 300 b) Obs.: 2π/3 rd está no IIº quadrante Resp.:

III) tg x = a (a = tg α) tg x = tg α ⇒ x = α + 2Kπ ou x = π + α + 2Kπ x = α + Kπ Ex:

05. Reduza ao 1º quadrante: a) sen 4π/3 rd; b) tg 225º Solução: a) Obs.: 4π/3 está no IIIº quadrante Resp.:

Transformações: cos (a + b) = cos a . cos b – sen a . sen b cos (a - b) = cos a . cos b + sen a . sen b sen (a + b) = sen a . cos b + sen b . cos a sen (a - b) = sen a . cos b - sen b . cos a

06. Calcule as funções trigonométricas do arco de 3150 Solução: 3150 está no IVº quadrante. 3600 – 3150 = 450 sen 3150 = – sen 450 =

cos 2a = cos2 a – sen2 a; cos 2a = 2 . cos2 a – 1 cos 2a = 1 – 2 . sen2 a; sen 2a = 2 sen a . cos a

tg 315º = - tg 45º =

; cos 3150 = cos 450 =

= -1

cotg 315º = - cotg 45º = sec 315º = sec 45º =

EXERCÍCIOS RESOLVIDOS

cossec 315º = - cossec 45º =

01. Calcular a 1ª determinação positiva do arco trigonométrico de 3900. Solução: 3900 corresponde a 1 volta (3600) + 300

Resp: 300 112

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Matemática

com π/2 < x < , calcular as

07. Dado cos x = demais funções. Solução: sen2 x + cos2 x = 1 sen2 x + (

)2 = 1 ⇒ sen2 x +

sen2 x = 1 -

=1

⇒ sen x = 1/2

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Matemática

ANÁLISE COMBINATÓRIA Princípio fundamental da contagem: Considerando n o numero de etapas em que ocorre determinado evento e sabendo que k1, k2, k3, ... kn indicam o numero de possibilidades de cada etapa, então o numero total de maneiras pelas quais o evento ocorre é: k1 . k2 . k3 . ... . kn. Fatorial de um número: n! = n . (n – 1) . (n – 2) . ... . 3 . 2 . 1, sendo n ∈ N e n > 1. Arranjos simples: São agrupamentos que diferem entre si ao mudarmos a ordem de seus elementos.

02. A placa de um automóvel é formada por duas letras seguidas por um número de quatro algarismos. Com as letras A e R e os algarismos ímpares, quantas placas diferentes podem ser constituídas, de modo que o número não tenha algarismo repetido? Resolução: Placa ⇒

Um arranjo simples de n elementos distintos agrupados

Pelo princípio fundamental da contagem, temos: 2 . 2 . 5 . 4 . 3 . 2 = 480

p a p e dado por:

Resposta: 480 placas

Permutações simples: Todos os elementos participam em cada agrupamento. Diferem entre ao mudarmos a ordem de seus elementos. Uma permutação simples de n elementos distintos e dada por: Pn = n ! Combinações simples: São agrupamentos que não diferem entre si ao mudarmos a ordem de seus elementos.

03. Com os algarismos de 1 a 9, quantos números de telefone podem formar-se com 6 algarismos, de maneira que cada número tenha prefixo 51 e os restantes sejam números todos diferentes, incluindo-se os números que formam o prefixo? Resolução: Algarismo: 1, 2, 3, ,4, 5, 6, 7, 8 e 9

Uma combinação simples de n elementos distintos agrupados p a p é dada por:

Colocando-se o prefixo 51, restam 7 algarismos, logo: 7 . 6 . 5 . 4 = 840

Arranjos com repetição: (AR)n.p= np Resposta: 840 números Permutações com repetição: Pn (n1, n2, ...., np) = EXERCÍCIOS RESOLVIDOS 01. Existem 3 linhas de ônibus ligando a cidade A à cidade B, e 4 outras ligando B à cidade C. Uma pessoa deseja viajar de A a C, passando por B. De quantos modos diferentes a pessoa poderá fazer essa viagem?

04. Um automóvel comporta dois passageiros nos bancos da frente e três no detrás. Calcule o número de alternativas distintas para lotar o automóvel com pessoas escolhidas dentre sete, de modo que uma dessas pessoas nunca ocupe um lugar nos bancos da frente. Resolução: O número total de pessoas é igual a 7, logo:

Fixando a pessoa A no banco detrás, restam 6 pessoas para os quatro lugares restantes, isto é: A 6.4 . Como a pessoa A pode ser colocada em três lugares no banco detrás temos:

Resolução:

3 . A 6.4 de A para B ⇒ 3 possibilidades de B para C ⇒ 4 possibilidades Logo, pelo princípio fundamental da contagem, temos: 3 . 4 = 12 Resposta: 12 modos

Logo 3 .

= 3 . 6 . 5 . 4 . 3 = 1080

Resposta: 1080 alternativas 05. Uma empresa é formada por 6 sócios brasileiros e 4 japoneses. De quantos modos podemos formar uma diretoria de 5 sócios, sendo 3 brasileiros e 2 japoneses?

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Matemática Resolução:

Logo, n = 3 Resposta: n = 3 Logo: Resposta: 120 modos

08. Considere os números obtidos do número 12345, efetuando todas as permutações de seus algarismos. Colocando esses números em ordem crescente, qual é o lugar ocupado pelo número 43521? Resolução: Escrevendo os números em ordem crescente, temos: O próximo número é:

06. Sobre uma circunferência tomam-se 7 pontos distintos. Calcule o número de polígonos convexos que se pode obter com vértices nos pontos dados. Resolução: número de triângulos ⇒ C7,3 = 35 número de quadriláteros ⇒ C7,4 = 35 número de pentágonos ⇒ C7,5 = 21 número de hexágonos ⇒ C7,6 = 7 número de heptágonos ⇒ C7,7 = 1 Logo, o número total de polígonos é: 35 + 35 + 21 + 7 + 1 = 99

O próximo número é: ⇒ 89º

Resposta: 99 polígonos 07. O número de comissões diferentes de 2 pessoas que podemos formar com os n diretores de uma firma é k. Se, no entanto, ao formar essas comissões, tivermos que indicar uma das pessoas para presidente e a outra para suplente, poderemos formar k + 3 comissões distintas. Calcule n. Resolução: Devemos ter: cargos indefinidos ⇒ ➀ Cn,2 = k comissões cargos definidos ⇒ ➁ An,2 = k + 3 comissões Substituindo ➀ em ➁, vem: An,2 = k + 3 ⇒ An,2 = Cn,2 + 3

2 n (n - 1) = n (n - 1) + 6 n (n - 1) = 6

Resposta: 89º EXERCÍCIOS PROPOSTOS 01. Com os algarismos 1, 2, 3, 4, 5 e 6 são formados números inteiros de quatro algarismos distintos. Dentre eles, a quantidade de números divisíveis por 5 é: a) 20 d) 120 b) 30 e) 180 c) 60 02. Se uma sala tem 8 portas, então o número de maneiras distintas de se entrar nela e sair da mesma por uma porta diferente é: a) 8 d) 48 b) 16 e) 56 c) 40 03. Em um computador digital, um bit é um dos algarismos 0 ou 1 e uma palavra é uma sucessão de bits. O número de palavras distintas de 32 bits, é: a) 2 (232 - 1) d) 32 2 32 b) 2 e) 2 x 32 c)

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Matemática 04. Uma moto tem combustível suficiente para somente três voltas num circuito. Pedro, Manoel e Antônio disputam, através do lançamento de uma moeda, a oportunidade de dar cada volta, do seguinte modo: I) o lançamento da moeda é efetuado antes de cada volta; II) se coroa, a vez é de Manoel; III) se cara, a vez é de Pedro; IV) se a mesma face ocorrer consecutivamente, a vez é de Antônio; a) b) c) d)

Pode-se dizer, então, que Antônio dará: pelo menos uma volta. no máximo uma volta. pelo menos uma volta, se a primeira for dada por Manoel. no máximo duas voltas, se a primeira for dada por Pedro.

05. Um dia pode ter uma das 7 classificações: MB (muito bom). B (bom), R (regular), O (ótimo), P (péssimo), S (sofrível) e T (terrível). Os dias de uma semana são: domingo, segunda-feira, terça-feira, quarta-feira, quinta-feira, sexta-feira, sábado. Duas semanas se dizem distintas se dois dias de mesmo nome têm classificações distintas. Quantas semanas distintas, segundo o critério dado, existem? a) 7 ! d) 7 7 2 b) 7 e) 77 ! c) 7 . 7! 06. Seis pessoas - A, B, C, D, E e F - ficam em pé uma ao lado da outra para uma fotografia. Se A e B se recusam a ficar lado a lado e C e D insistem em aparecer uma ao lado da outra, o número de possibilidades distintas para as 6 pessoas se disporem é: a) 120 c) 144 b) 72 d) n.d.a. 07. Quantos números ímpares de 4 algarismos, sem repetir algarismos num mesmo número, podemos formar com os dígitos: 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8: a) 210 d) 840 b) 7 ! e) 1680 c) 200 08. Para abrir certa maleta é necessário abrir duas travas, independentes uma da outra. Para abrir cada trava é preciso acertar a senha (ou combinação), que é formada por três algarismos distintos. Uma pessoa que, não conhecendo as senhas, queira abrir a maleta fará tentativas que podem, no máximo, ser em número de: a) 518400 d) 360 b) 1440 e) 180 c) 720

09. As diretorias de 4 membros que podemos formar com os 10 sócios de uma empresa são: a) 5040 d) 210 b) 40 e) n.r.a. c) 2 10. Uma organização dispõe de 10 economistas e 6 administradores. Quantas comissões de 6 pessoas podem ser formadas, de modo que cada comissão tenha no mínimo 3 administradores? a) 2400 d) 60 b) 675 e) 3631 c) 3136 11. Um campeonato de futebol é disputado por 20 equipes, de acordo com o esquema seguinte: 1) Formam-se 4 grupos de 5 equipes. Em cada grupo as equipes jogam entre si. Obtém-se assim um campeão em cada grupo. 2) Os 4 campeões de grupo jogam todos entre si, surgindo daí o campeão. O número total de jogos disputados é: a) 20 d) 46 b) 24 e) 190 c) 40 12. Em uma reunião social havia n pessoas; cada uma saudou as outras com um aperto de mão. Sabendo-se que houve ao todo 66 apertos de mão, podemos afirmar que: a) n é um número primo. b) n é um número ímpar. c) n é um divisor de 100. d) n é um divisor de 125. e) n é um múltiplo de 6. 13. Dois prêmios devem ser distribuídos entre n pessoas, de modo que uma mesma pessoa não receba mais que um prêmio. Se os prêmios forem iguais, a distribuição poderá ser feita de k + 20 maneiras, mas, se os prêmios forem distintos, a distribuição poderá ser feita de 4k - 10 maneiras. O número é: a) 8 d) 25 b) 10 e) 40 c) 15 14. Quantos aos anagramas da palavra ENIGMA, sejam as afirmações: I. O número total deles é 720. II. O número dos que terminam com a letra A é 25. III. O número dos que começam com EN é 24. Então, apenas: a) a afirmação I é verdadeira. b) a afirmação II é verdadeira. c) a afirmação III é verdadeira. d) as afirmações I e II são verdadeiras. e) as afirmações I e III são verdadeiras.

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Matemática 15. Num programa transmitindo diariamente, uma emissora de rádio toca sempre as mesmas 10 músicas, mas nunca na mesma ordem. Para esgotar todas as possíveis seqüências dessas músicas serão necessários aproximadamente: a) 100 dias d) 10 séculos b) 10 anos e) 100 séculos c) 1 século GABARITO

06. Resolução: grupos em que CD estão juntos em qualquer odem:

01. Resolução: Para ser divisível por 5 deve terminar em 5

5 . 4 . 3 = 60 02. Resolução: Para entrar temos 8 opções, pois são 8 portas. Como não podemos sair pela mesma porta, temos então 7 opções; logo, pelo PFC temos: 8 . 7 = 56 modos para entrar e sair 03. Resolução: Logo: 240 - 96 = 144 07. Resolução: elementos disponíveis: {1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8} números ímpares de 4 algarismos:

04. Resolução: Supondo C para cara e K para coroa

,

Logo: 840

08. Resolução: 1ª trava 10 . 9 . 8 2ª trava 10 . 9 . 8 720 . 720 = 518400 tentativas 09. Resolução:

10. Resolução: Podemos ter:

05.

11. Resolução: Como a ordem dos times não importa, temos: 1ª FASE

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Matemática 2ª FASE

Logo: serão 40 + 6 = 46 12. Resolução: Se A aperta a mão de B, B aperta a mão de A. Temos então: Cn , 2 = 66 ⇒

= 66 ⇒

⇒ n2 - 2n - 132 = 0 ⇒ ⇒ n = 12 ou n = -11; como n ≥ 2, n = 12, que é múltiplo de 6 13. Resolução: Temos: prêmios iguais ⇒ Cn,2 = k + 20 ➀ prêmios diferentes ⇒ An,2 = 4k - 10 ➁ ➀ ⇒ n (n - 1) = 2 (k + 20) ⇒ ➁ ⇒ n (n -1) = 4k - 10 ⇒ 4k - 10 = 2k + 40 ⇒ k = 25 n (n - 1) = 90 ⇒ ⇒ n2 - n - 90 = 0 ⇒ ⇒ n = 10 ou n = -9 e n ≥ 2 Logo: n = 10 14. Resolução: ENIGMA total ⇒ P6 = 720

Logo, I e III são verdadeiras. 15. Resolução: O número de dias necessários para esgotar todas as possíveis seqüências é: 10!

∴ 10! ≅ 1000 anos = 100 séculos

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Matemática

PROGRESSÃO ARITMÉTICA Progressão aritmética é uma sequência numérica (a1, a2, a 3, ..., an – 1, an) em que: a2 – a1 = a3 – a2 = ... = an - an –1 = r (razão)

b)

Classificação quanto a razão: • Crescente, se r > 0 • Decrescente, se r < 0 • Constante, se r = 0 Termo geral: an = a1 + (n – 1) . r Propriedades: • A soma de dois termos eqüidistantes dos extremos de uma P.A. e igual a soma desses extremos. • Cada termo de uma P.A., excluindo os extremos, e media aritmética entre seu termo anterior e o posterior.

c) 31n = 20n + 10n + 10 31n = 30n + 10 n = 10 Resposta:

Soma de n de primeiros termos: a) a4 =

e a6 =

b) EXERCÍCIOS RESOLVIDOS c) décimo termo 01. Dada a sucessão de números reais definida pelo termo geral: Calcule a1, a2 e a10.

03. Calcule o primeiro termo e a razão de uma P.A. cujo termo geral é: an = 5 + 2n Resolução: an = 5 + 2n ⇒ a1 = 5 + 2 = 7 a2 = 5 + 4 = 9 a3 = 5 + 6 = 11

Resolução:

Logo, a P.A. é (7, 9, 11, ...) cuja razão é: r = 9 - 7 = 2. Resposta: a1 = 7; r = 2

Resposta: a1 = 1; a2 = 0; a10 =

02. Dado o termo geral: a) b)

de uma sucessão de números reais: calcule o quarto e o sexto termo; determine ;

c)

verifique se

é termo da sucessão e, em caso

afirmativo, indique a sua ordem. Resolução:

04. A sequência (4x +1, x - 2, x2 - 5) é uma P.A. Calcule x. Resolução: Devemos ter: (x - 2) - (4x + 1) = (x2 - 5) - (x - 2) x - 2 - 4x - 1= x2 - 5 - x + 2 x2 + 2x = 0 x (x + 2) = 0 Logo: x = 0 ou x + 2 = 0 x = -2 Resposta: x = -2 ou x = 0 05. Determine o trigésimo termo da P.A. (3, 7, 11, 15,...). Resolução: a1 = 3 r = a2 - a1 = 7 - 3 = 4 dados n = 30 a30 = ?

a)

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Matemática Resolução: Os números são: x - r, x, x + r. Logo:

an = a1 + (n - 1)r a30 = 3 + (30 - 1) . 4 a30 = 3 + 29 . 4 a30 = 3 + 116 a30 = 119

x - r + x + x + r = 15  (x - r)2 + x2 + (x + r)2 = 93  De , vem: x - r + x + x + r = 15 ⇒ 3x = 15 x=5 Substituindo x = 5 em , vem: (5 - r)2 + 52 + (5 + r)2 = 93 25 - 10r + r2 + 25 + 25 + 10r + r2 + 93 2r2 + 75 = 93 2r2 = 18 r2 = 9 r=±3

Resposta: a30 = 119 06. Determine a quantidade de números naturais menores que 200, sabendo que divididos por 7 deixam resto 2. Resolução: Os números são: (9, 16, 23, ..., 198) a1 = 9

Logo: x - r, x, x + r, x=5 ⇒ 2, 5 e 8 r=3

r=7 an = 198 an = a1 + (n - 1)r

⇒ 198 = 9 + (n - 1) . 7 198 = 9 + 7n - 7 7n = 196 n = 28

Resposta: 28

x=5 ⇒ 8, 5 e 2 r = -3 Resposta: 2, 5 e 8 10. Calcule a soma dos vinte primeiros múltiplos de 5.

07. Interpole 4 meios aritméticos entre 14 e 49. Resolução:

Resolução: A seqüência é: (0, 5, 10, 15, 20, ...) a1 = 0 r=5 n = 20

Interpolar meios aritméticos significa completar a seqüência de tal forma que 14 e 49 sejam os extremos de uma P.A.; logo, precisamos determinar a razão. a1 = 14 an = a1 + (n - 1)r dados an = 49 49 = 14 + (6 -1)r n=k+2=4+2=6 49 = 14 + 5r r=7 Resposta: (14, 21, 28, 35, 42, 49) 08. Três números estão em P.A. de tal forma que a soma entre eles é 15 e o produto é 80. Calcule os três números. Resolução: a1 = x - r Fazendo a2 = x a3 = x + r temos

a1 + a2 + a3 = 15 ⇒ a1 . a2 . a3 = 80

a20 = a1 + 19r a20 = 0 + 19 . 5 a20 = 95 Resposta: 950

EXERCÍCIOS PROPOSTOS 01. Sabendo que a seqüência (1 - 3x, x - 2, 2x + 1) é uma P.A., determine o valor de x. a) -2 d) 4 b) 0 e) 6 c) 2 02. a) b) c)

x - r + x + x + r = 15 (x - r) . x . (x + r) = 80

3x = 15 x(x2 - r2) = 80 Resolvendo o sistema, temos x = 5 e r = ± 3 Para r = 3 Para r = -3 a1 = 5 - 3 = 2 a1 = 5 - (-3) = 8 a2 = 5 a2 = 5 a3 = 5 + 3 = 8 a3 = 5 - 3 = 2 Resposta: 2, 5 e 8

09. Ache três números em P.A. de modo que sua soma seja 15 e a soma de seus quadrados seja 93.

O décimo oitavo termo da progressão (5, 8, 11, 14, ...) é: 18 d) 56 26 e) 5 . 318 46

03. Três irmãos tem atualmente idades que estão em uma P.A. de razão 5. Daqui a três anos, suas idades: a) estarão em uma P.A. de razão 2. b) estarão em uma P.A. de razão 3. c) estarão em uma P.A. de razão 5. d) estarão em uma P.A. de razão 8. e) não estarão em P.A.

04. O primeiro termo de uma P.A. é a1 = 1,4 e a razão é a) b) c)

0,3. O menor valor de n, tal que an > 6, é: 15 d) 21 17 e) 23 19

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S20 = 950

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Matemática 05. Interpolando-se 7 termos aritméticos entre os números 10 e 98, obtém-se uma P.A. cujo termo central é: a) 45 d) 55 b) 52 e) 57 c) 54 06. Três números positivos estão em P.A. A soma deles é 12 e o produto é 18. O termo do meio é: a) 2 d) 4 b) 6 e) 3 c) 5 07. Se o número 225 for dividido em 3 partes, formando uma P.A. de maneira que a terceira parte exceda à primeira de 140, essas partes serão: a) primas entre si b) múltiplas de 5 e 10 ao mesmo tempo. c) números cujo produto é 54375. d) múltiplas de 5 e 3 ao mesmo tempo. e) indeterminadas. 08. (UFPA) Numa P.A. temos a7 = 5 e a15 = 61. Então, a razão pertence ao intervalo: a) [8, 10[ d) [2, 4[ b) [6, 8[ e) [0, 2[ c) [4, 6[

05. Resolução: 10 ............... 98 a1 = 10 an = 98 an = a1 + (n - 1)r 98 = 10 + (9 - 1)r 98 = 10 + 8r 88 = 8r r = 11 Termo central = a5 a5 = a1 + 4r a5 = 10 + 44 = 54 06. (x - r, x, x + r) x - r + x + x + r = 12 ➀ Logo: (x - r) . x . (x + r) = 18 ➁ De ➀ vem que: 3x = 12 x = 4, que é o termo médio 07. Resolução: x - r, x, x + r 3x = 225 ⇒ x = 75 x + r = x - r + 140 2r = 140 ⇒ r = 70 Logo:

GABARITO 01. Resolução: Devemos ter: (x - 2) - (1 - 3x) = (2x + 1) - (x - 2) x - 2 - 1 + 3x = 2x + 1 - x + 2 3x = 6 Logo, x = 2 02. Resolução: an = a1 + (n - 1)r a18 = 5 + (18 - 1) . 3 a18 = 5 + 51 a18 = 56 03. Resolução:

x = 75 ⇒ 5, 75, 145 r = 70 Portanto, o seu produto é: 5 . 75 . 145 = 54375 08.

Resolução:

Logo, vamos considerar uma outra seqüência, tal que:

Daqui a três anos, teremos: x - 5 + 3, x + 3, x + 5 + 3

Portanto: an = a1 + (n - 1)r 61 = 5 + (9 - 1)r 8r = 61 - 5 8r = 56

Logo: x - 2, x + 3, x + 8 que é uma P.A. de razão 5 pois:

r=

r = (x + 3) - (x - 2) = 5

Logo, a razão pertence ao intervalo [6, 8[.

Vamos representar as idades de: x - 5, x, x + 5

⇒r=7

e r = (x + 8) - (x + 3) = 5 04. Resolução: an = a1 + (n - 1)r 6 < 1,4 + (n - 1) . 0,3 6 < 1,4 + 0,3n - 0,3 -0,3n < -4,9 n > 16,33... Logo, n = 17 Degrau Cultural

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Matemática

PROGRESSÃO GEOMÉTRICA Progressão geométrica é uma seqüência numérica (a1, a2, a3, ..., an –1 , an ) em que:

a5 = a1q4 ⇒

70000 = 7 . q4 q4 = 10000 q= q = ± 10 ⇒ q = 10

Resposta: q = 10 Classificação quanto a razão: 03. Inserir cinco meios geométricos entre 1 e 64. Crescente para

Decrescente para

a1 > 0 e q > 1 a1 < 0 e 0 < q < 1

Resolução:

a1 = 1 dados an = 64 n=k+2=7

a1 > 0 e 0 < q < 1 a1 < 0 e q > 1

Constante para q = 1 Oscilante para q < 0 Termo geral: an = a1 . qn – 1 Propriedades • Cada termo de uma P.G., excluindo os extremos é media geométrica entre seu termo anterior e o posterior. • O produto dos termos eqüidistantes dos extremos de uma P.G. é igual ao produto desses extremos.

an = a1qn-1

64 = 1 . q7-1 64 = q6 26 = q6 q=±2 Se q = 2 ⇒ (1, 2, 4, 8, 16, 32, 64) Se q = -2 ⇒ (1, -2, 4, -8, 16, -32, 64) Resposta: Temos duas soluções: (1, 2, 4, 8, 16, 32, 64) ou (1, -2, 4, -8, 16, -32, 64).

04. Numa P.G. de números reais, a2 = 4 e a6 = 1024. Calcule a1 e q.

Soma dos n primeiro termos:

Soma dos termos de uma P.G. infinita:

Resolução: Sabemos que: a2 = a1q ⇒ a1q = 4  a6 = a1q5 a1q5 = 1024  Dividindo a equação  por  :

EXERCÍCIOS RESOLVIDOS 01. Sabendo que x, x + 9 e x + 45 formam, nessa ordem, uma P.G. de termos não-nulos, determine x. Resolução: Se os termos da P.G. são diferentes de zero, temos:

(x + 9)2 = x(x + 45) x2 + 18x + 81 = x2 + 45x 27x = 81 x=3 Resposta: x = 3 02. Numa P.G. crescente, temos a1 = 7 e a5 = 70000. Calcule q. Resolução: Sabemos que:

q4 = 256 q=±4 q = 4 ⇒ a1 q = 4 4a1 = 4 a1 = 1 q = -4 ⇒ -4a1 = 4 a1 = -1

Resposta: q = 4 e a1 = 1 ou q = -4 e a1 = -1 05. Numa P.G. de 5 termos, a soma dos dois primeiros é 32 e a soma dos dois últimos é 864. Qual o terceiro termo da P.G.? Resolução: Fazendo (a1, a2, a3, a4, a5): a1 + a2 = 32 ⇒ a4 + a5 + 864

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Matemática ⇒

a1 + a1q = 32 ⇒ a1 (1 + q) = 32  a1q3 + a1q4 = 864 ⇒ a1q3 (1 + q) = 864  Fazendo

08. Sabendo-se que os termos do primeiro membro da equação 3 + 6 + ... + x = 381 formam uma P.G., calcule x.

, vem:

Resolução: Cálculo de n: a1 = 3 q=2 an = x Sn = 381

q3 = 27 q=3 Substituindo q = 3 em , vem:

2n - 1 = 127 2n = 128 2n = 27 n=7

⇒ 4a1 = 32

a1(1 + 3) = 32

a1 = 8 Logo: a3 = a1q ⇒ a3 = 8 . 32 2

Cálculo de x: an = a1qn-1 ⇒ x = 3 . 27-1 x = 3 . 26 x = 3. 64 x = 192 Resposta: x = 192

a3 = 72 Resposta: 72 06. Dada a P.G. (2, 4, 8, 16, ...) calcule: a)

a soma dos oito primeiros termos;

b)

o valor de n para que a soma dos n primeiros termos seja 4094.

09. Calcule, em cada caso, o limite da soma dos termos da progressão geométricas: a)

Resolução:

a)

Dados

a1 = 2

b)

n=8

c)

q=

=2

(10-1 + 10-2 + 10-3 + ...) Resolução:

⇒ S8 = 510

a)

(12 + 4 +

b)

a1 = 12

+ ... )

q= b) 2n = 2048 2n = 211 n = 11 Resposta: a) 510; b) 11

b)

07. Ache a soma dos dez primeiros termos da P.G. (3, 6, 12, ...).

a1 =

Resolução:

q=

a1 = 3 a)

Dados

q=2

c)

n = 10

(10-1 + 10-2 + 10-3 + ...) a1 = 10-1 =

⇒ S10 = 3069

q = 10-1 =

Resposta: 3069 Resposta: a)18; b) 5/9; c) 1/9 Degrau Cultural

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Matemática 10. Determine x na igualdade:

Resolução: O primeiro membro da equação é uma P.G. infinita. Logo: a1 = x q=

Sn = 2x Como a soma dos termos da P.G. infinita é igual ao segundo membro da equação, temos: 2x = 20 ⇒ x = 10 Resposta: x = 10 EXERCÍCIOS PROPOSTOS 01. O trigésimo termo da seqüência: é: a)

d)

b)

e)

c)

02. Se a seqüência (4x, 2x + 1, x - 1) é uma P.G., então valor de x é: d)

b)

-8

c)

-1

um um um um

número natural maior que 5. número irracional. número natural múltiplo de 3. número divisível por 4.

06. Cada golpe de uma bomba de vácuo extrai 10% do ar de um tanque; se a capacidade inicial do tanque é de 1 m3, após o quinto golpe, o valor mais próximo para o volume do ar que permanece no tanque é: a) 0,590 m3 b) 0,500 m3 c) 0,656 m3 d) 0,600 m3 e) 0,621 m3 07. Em um certo tipo de jogo, o prêmio pago a cada acertador é 18 vezes o valor de sua aposta. Certo apostador resolve manter o seguinte esquema de jogo: aposta R$ 1,00 na primeira tentativa e, nas seguintes, aposta sempre o dobro do valor anterior. Na 11ª tentativa ele acerta. Assinale a alternativa que completa a frase: “O apostador ...” a) nessa tentativa apostou R$ 1000,00. b) investiu no jogo R$ 2048,00. c) recebeu de prêmio R$ 18430,00. d) obteve um lucro de R$ 16385,00. e) teve um prejuíxo de R$ 1024,00. 08. A soma dos termos de uma P.G. infinita é 3. Sabendo-se que o primeiro termo é igual a 2, então o quarto termo dessa P.G. é:

5

a)

b) c) d) e)

8

e)

03. Se x e y são positivos e se x, xy, 3x estão, nessa ordem, em P.G., então o valor de y é: a) d) 3 b) 2 e) 9 c) 04. Adicionada a mesma constante a cada um dos números 6, 10 e 15, nessa ordem, obtemos uma P.G. de razão: a) 5/4 d) 4 b) 3/2 e) 31 c) 2/3 05. Em uma P.G. de 7 termos, a soma dos dois primeiros é 8 e a soma dos dois últimos é 1944. A razão da progressão é: a) um número par, não-divisível por 4.

a)

d)

b)

e)

c) 09. Um funcionário de um repartição inicia um trabalho. Conseguindo despachar no primeiro dia 210 documentos, percebe que seu trabalho no dia seguinte tem um rendimento de 90% em relação ao dia anterior, repetindo-se este fato dia após dia. Se, para terminar o trabalho, tem de despachar 2100 documentos, pode-se concluir que: a) o trabalho estará terminado em menos de 20 dias. b) o trabalho estará terminado em menos de 26 dias. c) o trabalho estará terminado em 58 dias. d) o funcionário nunca terminará o trabalho. e) o trabalho estará terminado em 60 dias. 10. Sabe-se seqüência

a) b) c) d) e)

P.G. e a seqüência (x, y,z), na qual x + y + z = 15, é uma P.A. Se as duas progressões têm razões iguais, então: x = -4 y=6 z = 12 x = 2y y = 3x

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, na qual a> 0, é uma

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Matemática GABARITO 01. Resolução: an = a1 . qn-1

⇒ 02. Resolução:

07. Resolução: (1, 2, 4, 8, 16, 32, ...) an = a1 . qn-1 a11 = 1 . 211-1 a11 = 210 = 1024 ∴ a11 = 1024,00 Logo, nesta aposta lucrou: 18 . 1024 = 18432,00 Mas o apostador gastou:

(2x + 1)2 = (x - 1) . 4x

Sn =

= 2047,00

Portanto, o apostador obteve um lucro de: 18432,00 - 2047,00 = 16385,00 8x = -1 ⇒ x =

08. Resolução:

03. Resolução:

Sn = 3=

(xy)2 = x . 3x

ou y = -

⇒ 3(1 - q) = 2

3 - 3q = 2 (Não serve, pois y deve ser positivo.)

04. Resolução:

3q = 1 ⇒ q = ⇒ a4 =

a4 = a1 . q4-1 =

(10 + x)2 = (6 + x) (15 + x)

09. Resolução:

-x = -10 ⇒ x = 10 Logo, a P.G. será: (6 + 10, 10 + 10, 15 + 10) ⇒ (16, 20, 35) Portanto:

Logo, o funcionário nunca terminará o trabalho.

05. Resolução: 10. Resolução:

a)

é P.G. ⇒ a2 =

. 27 ⇒ a2 = 9 ⇒ a =

3, pois a > 0 b) A razão da P.G. é

: q5 = 243 q5 = 35 q=3

=9

c) (x, y, z, ...) é uma P.A. de razão 9 tal que x + y + z = 15. Logo x + x + 9 + x + 18 = 15 ⇒ x = -4

06. Resolução: Se cada golpe extrai 10% de ar, temos: 100% - 10% = 90% = 0,9 do total Logo: an = a1 . qn-1 a5 = 0,9 (0,9)5-1 a5 = (0,9)4 . 0,9 a5 = 0,590 m3 Degrau Cultural

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Matemática

PROBABILIDADE Espaço amostral U: alunos que realizam a prova n (U) = 80 + 120 + 20 + 10 = 230 Portanto a probabilidade pedida é:

Probabilidade de um evento:

Resposta: Propriedades: • A probabilidade do evento certo é igual a 1. • Para todo evento E, tem-se 0 ≤ P(E) ≤ 1. EXERCÍCIOS RESOLVIDOS 01. Qual a probabilidade de se obter um número divisível por 2, na escolha ao acaso de uma das permutações dos algarismos 1, 2, 3, 4, 5?

03. Uma urna contém 3 bolas: uma verde, uma azul e uma branca. Tira-se uma bola ao acaso, registrase a cor e coloca-se a bola de volta na urna. Repete-se essa experiência mais duas vezes. Qual a probabilidade de serem registradas três cores distintas? Resolução: A probabilidade de serem registradas 3 cores diferentes é o produto das probabilidades:

Resolução: Se o número é divisível por 2, ele termina em 2 ou 4, logo:

O número de elementos do evento divisível por 2 é: n (A) = 24 + 24 = 48 O número de elementos do espaço amostral é dado por: Resposta:

Logo, a probabilidade pedida é: ⇒ P=

ou P = 20%

Resposta: 02. Em uma prova caíram dois problemas, A e B. Sabendo-se que 200 alunos acertaram A, 90 erraram B, 120 acertaram os dois e 100 acertaram apenas um problema. Qual a probabilidade de que um aluno escolhido ao acaso não tenha acertado nenhum problema? Resolução: No diagrama a seguir, temos:

04. Um fichário tem 25 fichas, etiquetas de 11 a 35. a) Retirando-se uma ficha ao acaso, qual probabilidade é maior: de ter etiqueta par ou ímpar? Por quê? b) Retirando-se ao acaso duas fichas diferentes, calcule a probabilidade de que suas etiquetas tenham números consecutivos. Resolução: a)

` b)

Sendo E o espaço amostral e A o evento citado, temos: n(E) = C25,2 ⇒ n (E) =

⇒ n(E) = 300

A = {{11, 12}, {12, 13}, ..., {34, 35}} ⇒ n(A) = 24 Evento A: não acertaram nenhum problema n (A) = 10

⇒ P(A) = 0,08 ⇒ P(A) = 8%

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Matemática 2)

Resposta: a) De ter etiqueta ímpar. b) 8%

3)

05. a) Uma urna contém três bolas pretas e cinco bolas brancas. Quantas bolas azuis devem ser colocadas nessa urna de modo que, retirando-se uma bola ao acaso, a probabilidade de ela ser azul seja igual a b)

?

Resolução: Sendo x o número de bolas azuis, o número total de bolas na urna será 3 + 5 + x = 8 + x. A probabilidade de se retirar da urna uma bola azul é

O número total de bolas agora é 5 + x. Nas condições dadas, a probabilidade de se retirar bolas pretas duas

d)

e) 1

02. Um colégio tem 400 alunos. Destes: 100 alunos estudam Matemática 80 estudam Física 100 estudam Química 20 estudam Matemática, Física e Química 30 estudam Matemática e Física 30 estudam Física e Química 50 estudam somente Química A probabilidade de um aluno, escolhido ao acaso, estudar Matemática e Química é: a)

vezes é

b)

c)

d)

03. Você faz parte de um grupo de 10 pessoas, para três das quais serão distribuídos prêmios iguais. A probabilidade de que você seja um dos premiados é: a)

se

c)

se, e

⇔ 3x = 2x + 16 ⇔ x =16

somente se, b)

b)

?

Considere agora outra urna que contém uma bola preta, quatro bolas brancas e x bolas azuis. Uma bola é retirada ao acaso dessa urna, a sua cor é observada e a bola é devolvida à urna. Em seguida, retira-se novamente, ao acaso, uma bola dessa urna. Para que valores de x a probabilidade de que as duas bolas sejam da mesma cor vale

a)

a)

o total de aluno do sexo masculino é 50, dos quais 10 destinam-se à Química; existem 10 moças que se destinam ao curso de Química. Nestas condições, sorteando-se um aluno, ao acaso, do grupo total e sabendo-se que é do sexo feminino, a probabilidade de que ele se destine ao curso de Matemática vale:

b)

c)

d)

e)

, a probabilidade de

retirar

bolas

brancas

duas

vezes

é

e a probabilidade de se retirar

bolas azuis duas vezes é

.

Como a probabilidade de serem retiradas duas bolas da mesma cor, isto é, duas pretas ou duas brancas

ou

duas

azuis,

é

,

temos:

04. Dois jogadores, A e B, vão lançar um par de dados. Eles combinam que, se a soma dos números dos dados for 5, A ganha, e se essa soma for 8, B é quem ganha. Os dados são lançados. Sabese que A não ganhou. Qual a probabilidade de B ter ganhado? d)

a) b)

e) c)

Não se pode calcular sem saber os números sorteados.

05. Os 240 cartões de um conjunto são numerados consecutivamente de 1 a 240. Retirando-se ao acaso um cartão desse conjunto, a probabilidade de se obter um cartão numerado com um múltiplo de 13 é: Resposta: a) 16; b) 9 ou 1 a)

b)

c)

d)

e)

EXERCÍCIOS PROPOSTOS 01. De um total de 100 alunos que se destinam aos cursos de Matemática, Física e Química, sabe-se que: 1) 30 destinam-se à Matemática e, destes, 20 são do sexo masculino;

06. Uma urna contém 8 bolas, sendo que 6 delas são marcadas com números pares distintos e as restantes com números ímpares distintos. Retirando-se, simultaneamente, 3 bolas da urna, a pro-

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Matemática babilidade de que sejam sorteadas 2 com números pares e 1 com número ímpar é: a)

b)

c)

d)

e)

04. Resolução: Se A não ganhou, então não ocorreu soma 5

07. O jogo da Loto consiste em sortear 5 dezenas em 100 dezenas possíveis. Alguém, querendo jogar nessa loteria, pode escolher de 5 até 10 dezenas. Se alguém que escolhe 5 dezenas tem probabilidade x de ganhar, então quem escolhe 7 dezenas tem que probabilidade de ganhar? a)

7x

d) 28x

b)

14x

e) 35x

c)

21x GABARITO

01. Resolução:

{(1,4) (2,3) (3,2) (4,1)} ⇒ 4 pares cuja soma é 5 Logo, no universo tem-se: 36 - 4 = 32 somam-se 8, temos: {(2,6) (3,5) (4,4) (5,3) (6,2)} ⇒ 5 pares cuja soma é8 P= 05. Resolução: A ⇒ evento: múltiplo de 13 entre 1 e 240 13, 26... 234 234 = 13 + (n - 1) . 13 = n - 1 ⇒ n = 18 n (A) = 18 ⇒ n (U) = 240 P=

A ⇒ evento: sexo feminino e do curso de Matemática

=

06. Resolução: n (U) = C8,3 = 56 A ⇒ evento: 2 bolas pares e 1 bola ímpar

n (A) = 10 n (U) = 50 P=

= n (A) = C6,2 . C2,1 = 30

02. Resolução:

07. Resolução: A probabilidade de quem escolhe 5 dezenas é:

A probabilidade de quem escolhe 7 dezenas é: P= 03. Resolução: Casos possíveis ⇒ C10,3 = 120 Casos favoráveis ⇒ C9,2 = 36

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Matemática

MATRIZES E DETERMINANTES MATRIZES Representação de uma matriz genérica do tipo m x n:

ou A = (aij)mxn

A=

Sendo m o número de linhas e n o número de colunas da matriz A. Matriz linha é aquela formada por uma única linha. Matriz coluna é aquela formada por uma única coluna.

Condição de existência do produto de duas matrizes: O produto A x B é possível se, e somente se, o número de colunas da matriz A for igual ao número de linhas da matriz B. Matriz inversa: Dada uma matriz quadrada A de ordem n, chamamos matriz inversa de A a matriz B que satisfaz A . B = B . A = I.A. Notação B = A-1. DETERMINANTES Determinante de uma matriz de ordem 1: A = [a11] ⇒ det A = |a11| = a11 Determinante de uma matriz de ordem 2:

Matriz quadrada é aquela em que o número de linhas é igual ao número de colunas.

A=

Matriz diagonal é uma matriz quadrada em que os elementos não pertencentes a diagonal principal são iguais a zero.

Determinante de uma matriz de ordem 3 (regra de Sarrus):

Matriz identidade é uma matriz quadrada A = (aij) em que aij = 1, se i = j e aij = 0, se i ≠ j Matriz nula é aquela em que todos os elementos são iguais a zero. Matriz oposta de uma matriz A é aquela que se obtém quando trocamos os sinais de todos os elementos de A. Notação: - A T

Matriz Transposta (A ) é uma matriz que se obtém trocando ordenadamente as linhas pelas colunas da matriz dada. Matriz simétrica é uma matriz quadrada A em A = AT. Igualdade de matrizes: Duas matrizes do mesmo tipo são iguais se seus elementos correspondentes forem iguais. Adição de matrizes: Dadas duas matrizes A e B, do mesmo tipo, chamamos matriz soma de A e B a matriz A + B, do mesmo tipo, que se obtém quando somamos os elementos correspondentes de A e B. Subtração de matrizes: A diferença entre duas matrizes A e B, do mesmo tipo, e a matriz A – B que se obtem quando somamos a matriz A com a matriz oposta de B. Multiplicação de um número real por uma matriz: O produto de um numero real k por uma matriz A e a matriz k. A que se obtém quando multiplicamos todo elemento de A por k. Multiplicação de matrizes: O produto entre duas matrizes A = (aij)m x n e B = (bij)n x p e a matriz C = (cij)m x p, em que cada elemento Cij e a soma dos produtos, ordenadamente, dos elementos da i-ésima linha de A pela j-ésima coluna de B.

A=

⇒ det A =

⇒ det A =

= a11 . a22 . a33 + a12 . a23 . a31 + a13 . a21 . a32 – a13 . a22 . a31 – a11 . a32 – a12 . a21 . a33 Menor complementar de um elemento ai j é o determinante da matriz quadrada de ordem (n – 1) que se obtém suprimindo a linha e a coluna da matriz A, que contém o elemento ai j. Cofator ou complemento algébrico: Aij = (-1)1 + j . Dij Propriedades dos determinantes: • Toda matriz quadrada que possui uma fila nula tem determinante nulo. • O determinante de uma matriz quadrada é igual ao determinante de sua matriz transposta. • O determinante muda de sinal quando se troca a posição de duas filas paralelas. • Toda matriz que possui duas filas paralelas iguais tem determinante nulo. • Multiplicando ou dividindo uma fila de uma matriz quadrada por um número real k(k ≠ 0) ,seu determinante fica respectivamente multiplicado ou dividido por k. • Uma matriz quadrada que possui duas filas paralelas proporcionais tem seu determinante nulo. • O determinante do produto de duas matrizes é igual ao produto dos determinantes dessas matrizes. • Uma matriz quadrada em que todos os elementos de um mesmo lado da diagonal principal são iguais a zero tem determinante igual ao produto dos elementos da diagonal principal.

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= a11 . a22 - a12 . a21

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Matemática • Uma matriz quadrada em que todos os elementos de um mesmo lado da diagonal secundária são iguais a zero tem determinante igual ao produto dos elementos da diagonal secundaria multiplicado por (-1). Teorema de Laplace: O determinante de uma matriz quadrada A = (ai j), de ordem n, é a soma dos produtos dos elementos de uma fila qualquer da matriz pelos respectivos cofatores. Teorema de Jacobi: O determinante de uma matriz não se altera, se adicionarmos aos elementos de uma fila qualquer uma outra fila paralela, multiplicada por uma constante.

03. Dadas as matrizes:

calcule x e y de modo que A = B Resolução: Se A = B, temos: x+y=3 x - y = -1 Resolvendo o sistema, temos:

Matriz de Vandermonde e seu determinante:

Substituindo x = 1 em x + y = 3, temos: y=3-1⇒y=2 Resposta: x = 1 e y = 2 04. Sendo: V (a1, a2, ..., an) = (a2 - a1) . (a3 - a1) . (a3 - a2) . ... . (an - an-1) . adj A (det A ≠ 0)

Matriz inversa: A-1 =

EXERCÍCIOS RESOLVIDOS 01. Ache a matriz A do tipo 2 x 3 definida por aij = i . j onde i indica a linha e j, a coluna. Resolução: a11 = 1 . 1 = 1 a12 = 1 . 2 = 2 a13 = 1 . 3 = 3

obtenha A . B. Resolução: Cálculo de A . B:

a21 = 2 . 1 = 2 a22 = 2 . 2 = 4 a23 = 2 . 3 = 6

Portanto: ⇒A=

A=

Resposta: A =

Resposta: A . B =

02. Dada a matriz A = (aij)

2x3

definida por:

determine o valor de a22 . a13 - a12 . a21 Resolução: Cálculo dos elementos de A: a12 = 3 . 1 + 2 = 5 a21 = 22 + 1 = 5 a13 = 3 . 1 + 3 = 6 a22 = 7 Portanto: a22 . a13 - a12 . a21 = 17 Resposta: a22 . a13 - a12 . a21 7 . 6 - 5 . 5 = 17 130

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Matemática 05. Calcule a inversa da matriz:

02. A matriz A = (a ij ) 3x3 é definida de tal modo que , então, A é igual a:

Resolução: a)

d)

b)

e)

c)

03. Dada as matrizes:

a) b) c) d) e)

e sendo 3A = B + C, então: x + y + z + w = 11 x + y + z + w = 10 x+y-z-w=0 x + y - z - w = -1 x + y + z + w > 11

04. Dada as matrizes reais

A=

eB=

analise as afirmações I. A = B ⇔ x = 3 e y = 0

Logo:

⇔x=2ey=1

II. A + B =

Resposta: III. A EXERCÍCIOS PROPOSTOS 01. Seja X = (Xij) uma matriz quadrada de ordem 2, onde

a) b) c)

A soma dos seus elementos é igual a: -1 d) 7 1 e) 8 6

a) b) c) d) e)

=

⇔x=1

e conclua: apenas a afirmação II é verdadeira; apenas a afirmação I é verdadeira; as afirmações I e II são verdadeiras; todas as afirmações são falsas; apenas a afirmação I é falsa.

05. Se A, B e C são matrizes do tipo 2 x 3, 3 X 1 e 1 X 4, respectivamente, então o produto A . B . C: a) é matriz do tipo 4 X 2; b) é matriz do tipo 2 X 4; c) é matriz do tipo 3 X 4; d) é matriz do tipo 4 X 3; e) não é definido.

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Matemática 06. A matriz A é do tipo 5 X 7 e a matriz B, do tipo 7 X 5. Assinale a alternativa correta: a) A matriz AB tem 49 elementos; b) A matriz BA tem 25 elementos; c) A matria (AB)2 tem 625 elementos; d) A matriz (BA)2 tem 49 elementos; e) A matriz (AB) admite inversa.

02. Resolução: Cálculo dos elementos de A: a11 = 0 a12 = (-1)3 = -1 a13 = (-1)4 = 1 a21 = (-1)3 = -1 a22 = 0 a23 = (-1)5 = -1 a31 = (-1)4 = 1 a32 = (-1)5 = -1 a33 = 0

07. Seja A = (aij)3x2 a matriz definida por:

a) b) c)

O valor do determinante da matriz AB é: -3 d) 3 0 e) 5 1

03. Resolução: Sendo 3A = B + C, temos:

08. O conjunto verdade da equação: Da igualdade, temos: 3x = x + 4 ⇒x=2 3y = 6 + x + y ⇒ 2y = 6 + 2 ⇒ y = 4 3w = 2w + 3 ⇒w=3 3z = z + w - 1 ⇒ 2z = 2 ⇒z=1

= 1 é: a) b) c)

{1} { -1} (1, -1)

d) IR e) ∅

09.

< 0 tem por conjunto

A inequação

a) b) c) d)

solução: {x ∈ IR | 0 < x < 1} {x ∈ IR | x > 1 ou x < 0} IR ∅

10. O valor de um determinante é 42. Se dividirmos a primeira linha por 7 e multiplicarmos a primeira coluna por 3, o valor do novo determinante será: a) 2 d) 21 b) 14 e) 42 c) 18 11. Sabe-se que M é uma matriz quadrada de ordem 3 e que det (M) = 2. Então, det (3M) é igual a: a) 2 c) 18 b) 6 d) 54

Portanto: x + y + z + w = 2 + 4 + 1 + 3 = 10 04. Resolução:  x=3 y=0 x=1 x = 3 (F)

A+B=

=

x+3=5⇒x=2 y=1 x+1=3⇒x=2

(V)

 05. Resolução: Dados A . B . C, temos:

GABARITO 01. Resolução:

06. Resolução: Pelo enunciado, temos: a) Falsa. A matriz AB é do tipo 5 x 5; logo, possui 25

a11 = 2 a12 = 1 a21 = 0 a22 = 4 Soma = 2 + 1 + 0 + 4 = 7

b) c)

elementos. Falsa. A matriz BA é do tipo 7 x 7; logo, possui 49 elementos. Falsa. a matriz (AB)2 é do tipo 5 x 5; logo, possui 25 elementos.

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Matemática d) e)

Verdadeira. A matriz (BA)2 é do tipo 7 x 7; portanto, possui 49 elementos. Falsa. Se A = 0, por exemplo, a matriz AB = 0 não é inversível.

07. Resolução:

A=

eB=

AB =

=

= 50 + 36 + 36 - 32 - 45 - 45 = 0

08. Resolução: Cálculo do conjunto verdade: -1 + 2x + 1 - x2 = 1 -x2 + 2x - 1 = 0 Resolvendo-se a equação, vem: x’ = 1 Logo: S = {1} 09. Resolução: Cálculo do conjunto solução:

x2 + 1 - 1 - x < 0 x2 - x < 0 Resolvendo a inequação, temos: x = 0 e x =1

Portanto: S = {x ∈ IR | 0 < x < 1} 10. Resolução: det A = 42 ⇒ 11. Resolução: det (M) = 2 ⇒ det (3M) = 33 . det (M) det (3M) = 27 . 2 Portanto: det (3M) = 54

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Matemática

SISTEMAS LINEARES Resolução: Temos:

Quanto a sua solução, os sistemas lineares podem ser classificados em: •

Possível: Quando o sistema admite pelo menos uma solução. Temos dois casos: escalonando

1º) Possível e determinado: Quando existe uma única solução. 2º) Possível e indeterminado: Quando existem infinitas soluções. • Impossível: Quando o sistema não tem solução O esquema a seguir nos possibilita visualizar facilmente a classificação de um sistema linear:

b=2

a=1

a+b+c=6 Resposta: 6 EXERCÍCIOS PROPOSTOS 01. Existem dois valores de m para os quais tem solução única o sistema:

a) b) c) EXERCÍCIOS RESOLVIDOS

A soma desses dois valores de m é: -2 d) 2 -2 e) 2 0

02. O valor de k para que os sistemas

01. Calcule o valor de m para que o sistema admita soluções diferentes da trivial:

Resolução: Para que um sistema homogêneo admita outras soluções diferentes da trivial, o determinante dos coeficientes das incógnitas deve ser igual a zero.

D=

=0

- 3m + 3 = 0 ⇒ m = 1

a) b) c)

sejam equivalentes, é um valor pertencente ao intervalo: ], [ d) ]3, 3 ] [0, ] e) ], 0] [3, 3 ]

03. Os valores de x e y que satisfazem a equação matricial

a) b) c)

são respectivamente: -2 e -1 d) 1 e 2 1 e -2 e) 2 e 1 -1 e -2

Resposta: m = 1 04. Os valores reais de a e b para que o sistema 02. Sejam a, b e c números tais que:

Determine o valor de a + b + c.

a) b) c)

seja indeterminado são: a = 5 e b = 10 d) a = 7 e b = 11 a = 4 e b = 10 e) a = 10 e b = 11 a = 6 e b = 10

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Matemática 05. O sistema linear

a) b) c)

não admite solução se α for igual a: 0 d) 2 1 e) -2 -1

Portanto: k ∈ [3, 3

]

03. Resolução: Transformando a equação matricial num sistema de equações, temos:

06. A equação matricial

a) b) c)

admite mais de uma solução se, e somente se, λ for igual a: 0 d) ± ± e) ± ±3

07. Para que o sistema

a) b) c)

admita solução única, deve-se ter: m≠1 d) m ≠ 3 m≠2 e) m ≠ -3 m ≠ -2

04. Resolução:

deve se indeterminado ⇔ D = 0 e Dx = Dy = 0

08. O valor de k, para que o sistema:

a) b) c)

admita soluções próprias, é: k=0 d) k ≠ 0 k=1 e) k ≠ 1 k = -1 GABARITO

05. Resolução:

01. Resolução:

O sistema tem solução única se  tem solução única, o que ocorre se ∆ = 0, isto é, (-2m) 2 4 . 2 . (m 2 - 4) = 0 ⇔ m = -2 ou m=2 .A soma destes valores é zero.

Logo, se α = -2, o sistema pode ser indeterminado ou impossível. Verficando Dx, temos

02. Resolução: Sendo equivalentes, os sistemas têm o mesmo conjunto solução. Logo (2; 3) é solução de ambos; portanto, substituindo, temos: Degrau Cultural

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Matemática Portanto, tem-se: D = 0 e Dx ≠ 0 Logo, sistema impossível. 06. Resolução: Transformando em sistema:

Para admitir mais de uma solução, deve-se ter D = 0

07. Resolução:

admite solução única ⇔ D ≠ 0

08. Resolução: Dizemos que um sistema homogêneo admite soluções próprias, quando admite outras soluções além da trivial, ou seja, é possível e indeterminado. Logo, devemos ter D = 0.

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Matemática

GEOMETRIA PLANA: ÁREAS E PERÍMETROS NOÇÃO DE EQUIVALÊNCIA Você sabe que o polígono é uma figura fechada e, como conseqüência, divide o plano em duas regiões: a exterior e a interior. A região interior de um polígono tem uma certa extensão. A extensão da região interior de um polígono ou de uma curva fechada constitui a sua superfície. Como poderemos comparar as superfícies de duas figuras planas? Dois polígonos podem não ser congruentes, mas ter a mesma superfície, dizem-se equivalentes. Representa-se: P ≅ P’. MEDIDA DE SUPERFÍCIE Para medir uma superfície, usamos as unidades do Sistema Métrico Decimal. A área do Brasil é de 8.511.996 km2. O continente sul-americano, onde está situado o Brasil, tem uma superfície superior a 42.000.000 km2. Quando trabalhamos com superfícies muito grandes, expressamos através da notação cientifica. Exemplo: A superfície da Lua é aproximadamente 38.000.000 km2. 1 km = 1.000 m = 103m, vamos escrever essa medida em metros quadrados. 38.000.000 = 3,8 x 107 km2 = 3,8 x 107 (1 km)2 = 3,8 x 107 x (103 m)2 = 3,8 x 107 x 106 m2 Superfície da Lua = 3,8 x 1013 m2. A medida da superfície de uma figura denomina-se área da figura. As unidades usadas para medir áreas são: o centímetro quadrado (cm2); que é a superfície de um quadrado de lado igual a 1cm.

ÁREA DO QUADRADO Seja um quadrado cujo lado mede l em uma unidade qualquer e chamemos A a sua área. Como o quadrado é um retângulo de mesma base e mesma altura, sua área é: A = b . h ⇒ A = l x l ⇒ A = l2

ÁREA DO PARALELOGRAMO PARALELOGRAMO ABCD Todo paralelogramo de base b e altura h. Pela figura obtivemos um retângulo (CDEF). Portanto, a área do paralelogramo é b x h SABCD = b x h ou A = b . h

A área de um paralelogramo é dada pelo produto das medidas da base e da altura desse paralelogramo. ÁREA DO TRIÂNGULO A área do triângulo será dada pelo semiproduto das medidas de sua base pela sua altura. Traçando a diagonal dois triângulos

, dividimos o retângulo em

Para determinarmos a área é verificar “quantas vezes cabe” um padrão (u). Figuras equivalentes são as que têm áreas iguais ÁREA DO RETÂNGULO A figura acima representa o retângulo ABCD, a base do retângulo ( ) está dividida em 8u e a altura está dividida em 3u. SABCD = 8u x 3u = 24u2 SABCD = base x altura

Se o triângulo for equilátero base = l

A área de um retângulo é dada pelo produto das medidas da base e da altura S = b x h ou comprimento x largura S=cxl

A área pode ser representada pela letra S (superfície) ou A (área), S = b x h ou A = b x h

Aplicando o teorema de Pitágoras

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Matemática

ÁREA DO TRAPÉZIO A área de um trapézio é igual ao produto da semisoma das medidas das bases pela medida da altura. B → base maior do trapézio b → base menor do trapézio h → altura

ÁREA DE UM TRIÂNGULO, CONHECIDAS AS MEDIDAS DOS LADOS Área do ∆ABC pela fórmula de Heron A área do trapézio é igual à soma de dois triângulos, um de base B e altura h e outro de base b e altura h.

A área de um trapézio é igual ao produto da semisoma das medidas das bases pela medida da altura. Sendo 2p a medida do perímetro, temos p como semiperímetro

ÁREA DO LOSANGO A área do losango é igual ao semiproduto das medidas de suas diagonais. O losango abaixo tem a diagonal maior D e a diagonal menor d.

ÁREA DO CÍRCULO Se imaginarmos um polígono regular de n lados, inscrito em um círculo, à medida que aumentamos o número de lados, o valor do perímetro do polígono mais se aproxima do comprimento da circunferência e, a medida do apótema do polígono mais se aproxima da medida do raio do círculo. Perímetro do polígono = 2p 2p = C ⇒ 2p = 2 π r S=p.a Como a = r S=

PERÍMETRO DE UM POLÍGONO - é a soma das medidas de seus lados.

A figura ficou dividida em 4 triângulos congruentes. A área do losango é 4 vezes a área do triângulo retângulo de catetos

.

2P = 5+ 3 + 3 + 5 = 16 m PERÍMETRO DE UMA CIRCUNFERÊNCIA - é igual ao produto do dobro do raio (diâmetro) pelo número irracional π (pi) que é aproximadamente 3,14.

Área do losango:

. A área

do losango é igual ao semi-produto das medidas de suas diagonais.

2P = 2πR

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Matemática

EXERCÍCIOS RESOLVIDOS 01. Dois triângulos são semelhantes. Os lados do primeiro medem: 4 cm, 6 cm e 8 cm, enquanto os lados homólogos do segundo medem, respectivamente 12 cm, 18 cm e 24 cm. Calcular a razão entre a área do primeiro e a área do segundo.

= K2 → razão entre as áreas ou

S∆AOB =

. R ; S∆BOC =

. R ; S∆COD =

S∆DOE =

. R ; S∆EOA =

.R

.R;

Somando todas as áreas dos triângulos que formam o polígono.

então:

Resposta: . R → área do polígono

02. Calcular a área de um círculo cujo diâmetro mede 6 cm. Área do círculo é A = π r2, então: D = 6 cm

r=

r = 3 cm

A = π (3)2 A = 3,1415 x 9 Resposta: 28,27 cm2

= 2p (perímetro do polígono) ⇒ S =

R⇒S=p⋅R

“A área de um polígono qualquer circunscrito a um círculo é o produto do semiperímetro do polígono pela medida do raio do círculo.”

A = 28,27 cm

ÁREAS DAS PRINCIPAIS FIGURAS PLANAS ÁREA DOS POLÍGONOS REGULARES Todo polígono regular de n lados se decompõe em n triângulos congruentes entre si. A área do polígono será a soma das n áreas dos triângulos. p é o semi-perímetro do polígono a é o apótema do polígono

RESUMO DA ÁREA DOS PRINCIPAIS POLÍGONOS CIRCUNSCRITOS S=p⋅R Polígono - Triângulo eqüilátero

área - S3 = 3R2 Polígono – Quadrado

ÁREA DE POLÍGONO CIRCUNSCRITO Seja o polígono ABCDE circunscrito ao círculo de centro O e raio R. Seus lados são tangentes à circunferência e, dessa forma , perpendiculares aos raios traçados pelos respectivos ponto de contato.

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Matemática

Polígono - Hexágono regular

QUADRADO

diagonal = diâmetro = 2R d = l4

⇒ l4

l4 =

= 2R

=R

S4 = l ∴ S4 = 2R2 2

ÁREA DE POLÍGONO INSCRITO TRIÂNGULO

RAZÃO ENTRE AS ÁREAS DE DOIS POLÍGONOS SEMELHANTES A razão das áreas de dois polígonos semelhantes é igual ao quadrado da razão de semelhança.

ÁREA DO SETOR CIRCULAR

∆AOC ∼ ∆BOC ∼ ∆BOA S3 = h = a3 =

l3 = R (cada triângulo)

S∆AOC = S∆BOC = S∆BOA = S3 TOTAL =

.R

.

A área do setor circular é diretamente proporcional à medida do ângulo central. Para uma certa amplitude a (medida em graus), calculamos a área por regra de três.

HEXÁGONO Setor Círculo

área S πr2

Ângulo central (graus) α 360o

“A área de um setor circular é igual ao semiproduto do comprimento do arco pelo raio do círculo no qual o setor está inscrito”. SSETOR =

onde l =

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Matemática

ÁREA DO SEGMENTO CIRCULAR A área de um segmento circular de n graus é a diferença entre a área do setor de n graus e a área do triângulo que tem para lados dois raios e a corda por eles subtendida

02. Um polígono é circunscrito a um círculo e seu perímetro é de 19 cm. Sabendo que a medida do raio do círculo é de 2 cm, calcular a área do polígono 2 p = 19 cm p = 19 : 2 = 9,5 A=pxr A = 9,5 x 2 A = 19 cm2 Resposta: 19 cm2 03. Dois triângulos são semelhantes. Os lados do primeiro medem: 4 cm, 6 cm e 8 cm, enquanto os lados homólogos do segundo medem, respectivamente 12 cm, 18 cm e 24 cm. Calcular a razão entre a área do primeiro e a área do segundo.

a3 = h = Sseg = Ssetor - S∆AOB = Sseg =

-

= K2 → razão entre as áreas ou

( l - h ) lAB =

então:

COROA CIRCULAR Considere os círculos : (O, r) e (O, R) onde r < R.

Resposta: 04. Calcular a área de um círculo cujo diâmetro mede 6 cm. Área do círculo é A = π r2, então: D = 6 cm

r=

r = 3 cm

A = π (3)2 A = 3,1415 x 9 A = 28,27 cm Resposta: 28,27 cm2

A área da coroa é a diferença entre as áreas de (O,R) e (O,r). Dos círculos com centro O e raio R , centro O e raio r. Scoroa = π R2 - π r2 Scoroa = π (R2- r2)

05. Calcular a área do setor circular de 1400 numa circunferência cujo raio mede 6 cm. (π = 3,14) A= l= A=

el= ⇒l= = 43,95 cm2

⇒ l = 14,65 cm Resposta: 43,95 cm2

EXERCÍCIOS RESOLVIDOS 01. O perímetro de um hexágono inscrito em um círculo é de 18 cm e a medida do seu apótema é de 2,6 cm. Calcular a área do polígono. A área do polígono é A = p . r 2p = 18 p = 18 : 2 a6 = r A=pxr A = 23,40 cm2 Resposta: 23,40 cm2

p=9 A = 9 x 2,6

06. Dois círculos concêntricos têm raios que medem, respectivamente 5 cm e 4 cm. Calcular a área da coroa circular correspondente. A = π (R2 - r2) ⇒ A = 3,1415 (52 - 42) ⇒ A = 3, 1415 (25 - 16) ⇒ A = 3,1415 x 9 = 28,27 cm2 Resposta: 28,27 cm2

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Matemática

GEOMETRIA ESPACIAL POSIÇÕES RELATIVAS DE RETAS E PLANOS 1) Posições relativas de duas retas no espaço

b) a reta tem apenas um ponto em comum com o plano. A reta é concorrente com o plano.

a) as retas não possuem pontos em comum. Essas retas são paralelas ou reversas. Paralelas quando existir um plano que as contenha. Reversas quando não existir plano que as contenha.

r ∩ α = {P} ⇒ r é concorrente com α c) a reta tem dois pontos em comum com o plano. Logo, a reta está contida no plano. r e s são paralelas (r // s)

b) as retas possuem apenas um ponto comum. São chamadas retas concorrentes.

A ∈ r; A ∈ α; B ∈ r; B ∈ α

⇒ r⊂α

3) Posições relativas de dois planos a) os planos não têm ponto comum Esses planos são chamados de planos paralelos.

r ∩ s = {P}

⇒ r e s são concorrentes

c) as retas possuem todos os pontos em comum. Nesse caso são chamadas de retas coincidentes. α∩ β={}

⇒ α // β

b) os planos possuem apenas uma reta comum. Neste caso são chamados planos secantes. Se

∈ r ⇒ P ∈ s, então r e s são retas coincidentes. POSTULADO DE EUCLIDES

Se P ∉ r, então ...

c) os planos possuem todos os pontos em comum. Os planos serão chamados de planos coincidentes.

existe uma e uma só reta s // r, com P ∈ s. 2) Posições relativas de uma reta e um plano a) a reta não tem ponto comum com o plano. A reta é paralela ao plano.

POLIEDROS

r ∩ α = { } ⇒ r // α

Poliedro é a região do espaço limitada por polígonos planos, de tal modo que cada uma das arestas desses polígonos pertence a dois e somente dois deles. Os polígonos são chamados faces, os vértices dos polígonos são os vértices dos poliedros e os lados dos polígonos são as arestas do poliedro.

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Matemática c) a área total At = Al + Ab At = 96

Prismas – área a) prisma triangular regular Dado um prisma triangular regular, onde uma aresta da base mede 6 cm e uma aresta lateral 5 cm, vamos calcular: a) a área da base (Ab) b) a área lateral (Al) c) a área total (At) Solução: a) a área da base A base é um triângulo eqüilátero de lado 6 cm. Logo, a área é:

+ 2 . 24

= 96

+ 48

= 144

cm2

c) paralelepípedo retângulo A área total do paralelepípedo retângulo é determinada pela soma das áreas dos seis retângulos que o constituem. O retângulo de dimensões a e b tem área: A1 = ab. O retângulo de dimensões a e c tem área: A2 = ac. O retângulo de dimensões b e c tem área: A3 = bc.

Ex.: Calcular a área total do paralelepípedo retângulo de dimensões 6 cm, 9 cm e 10 cm. Solução: At = 2.(ab + ac + bc) = 2 (6 . 9 + 6. 12 + 9 . 12) At = 2 . (54 + 72 +108) = 2 . 234 = 468 cm2

b) a área lateral

Prismas – volume

Al = ( 6 + 6 + 6 ) . 5 = 18 . 5 = 90 cm2 c) a área total = 90 + 18 At = Al + 2Ab = 90 + 2 . 9 At = 18 (5 + ) cm2 b) prisma hexagonal regular Dado um prisma hexagonal regular, cuja altura mede 4 cm e uma aresta da base 4 cm, vamos calcular: a) a área da base (Ab) b) a área lateral (Al) c) a área total (At) Solução: a) a área da base A base é um hexágono regular, cuja área é igual a seis vezes a área do triângulo eqüilátero, que tem por lado a mesma medida do lado do hexágono.

O volume de um prisma é igual ao produto da área da base pela medida da altura. Ex: 1) As dimensões de um paralelepípedo retângulo são 5 cm, 6 cm e 7 cm. Calcular seu volume. Solução: V = a . b . c, onde a = 5 cm, b = 6 cm e c = 7 cm. V = 5 . 6 . 7 = 210 cm3 2) A aresta da base de um prisma triangular regular mede 6 cm e a aresta lateral 8 cm. Calcular o volume desse prisma. Solução: Área da base = Volume (V) = Ab . h = 9

. 8 = 72

cm3

Pirâmides – volume O volume de uma pirâmide é igual a um terço do produto da área da base pela medida da altura. Ex: Calcular o volume de uma pirâmide regular hexagonal cuja aresta da base mede 8 cm e a aresta lateral 4 cm. Solução: Cálculo de h: h2 + r2 = l2 ⇒ h2 + 82 = (4 )2 h2 + 64 = 80 ⇒ h2 = 16 ⇒ h = 4 cm

b) a área lateral A área lateral é igual a seis vezes a área de uma face lateral: Al = 6. (4 . 4

) = 6 . 16

= 96

cm2

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Matemática Cálculo da área total: At = π . r (g + r) = π . 6 (10 + 6) = 96π cm2

Área da base:

Cone – volume Cálculo do volume: Sendo Ab a área da base de um cone de raio r, temos que Ab = π . r2. Logo: V =

π . r2 . h

Ex: Calcular o volume de um cone reto cuja área lateral

Cilindro – área A área do cilindro é igual a soma da superfície lateral com as superfícies das bases.

é 24 π m2 e o raio da base é 2 Solução:

m.

Cálculo da geratriz: Al = π . r . g

At = Al + 2Ab Como Ab = π . r2 e Al = 2 . π . r . h

π.2

. g = 24

π ⇒ g = 12

Cálculo da altura: g2 = h2 + r2

At = 2 . π . r (h + r)

122 = h2 + (2 )2 ⇒ 144 = h2 + 44 h2 = 100 ⇒ h = 10

Cilindro – volume Sendo Ab a área da base de um cilindro de raio r, então Ab = π . r2 , logo o volume do cilindro é V = π . r2 . h Ex: A área lateral de um cilindro equilátero é 100π cm 2. Calcular a área total (At) e o volume (V) desse cilindro.

Cálculo do volume: V=

π . r2 . h =

π . (2

)2 . 10 =

m3

Esfera – volume O volume da esfera de raio r é dado por: V =

.

Ex: Achar o volume de uma esfera cujo raio mede 18 cm. Solução:

Cálculo do raio da base e da altura: Al = 2.π.r.h = 100π ⇒ r.h = 50 Como h = 2r, vem: r . 2r = 50 ⇒ r2 = 25 ⇒ r = 5 Portanto: h = 2 . 5 = 10 Cálculo da área total: At = 2. π . r. h + 2 . π .r2 At = 2 π . 5 . 10 + 2 . π . 25 = 100π + 50π = 150π cm2

Usando π = 3,14 temos: V = 24416,64 cm3 Superfície esférica – área A área da superfície esférica de raio r é dada por: A = 4 . π . r2 Ex: Achar a área de uma superfície esférica de raio 5 cm. Solução:A = 4 . π . r2 = A = 4 . π . 52 = 100 π cm2

Cálculo do volume: V = π . r2 . h = π . 25 . 10 = 250π cm3 Cone – área A área total é a soma da área lateral com a área da base. At = Al + Ab = π .r.g + π . r2 ⇒ At = π . r (g + r) Ex: Um cone circular reto tem 6cm de raio e 8cm de altura. Determinar a área lateral e a área total desse cone. Solução: Cálculo da geratriz: g2 = h2 + r2 g2 = 82 + 62 = 64 + 16 = 100 g = 10 Cálculo da área lateral: Al = π . r . g = π . 6 . 10 = 60π cm2

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Matemática

NÚMEROS COMPLEXOS Unidade imaginária: i =

⇒ i2 = -1

potências de i: I0 = 1

I1 = i

I2 = -1

I3 = -1

…In = ir

Operações na forma trigonométrica: Dados z1 = p1 . (cos ϕ1 + i . sen ϕ1) , z2 = p2 . (cos ϕ2 + i . sen ϕ2) e z = p(cos ϕ + i . sen ϕ), temos:

sendo r o resto da divisão de n por 4, com

Multiplicação: z1 . z2 = p1 . p2 . [cos(ϕ1 + ϕ2) + i . sen (ϕ1 + ϕ2)]

r ∈ {0, 1, 2, 3}

Divisão: . [cos(ϕ1 - ϕ2) + i .sen(ϕ1 - ϕ2)], com z2 ≠ 0

Forma algébrica de um número complexo: Z = a + bi Sendo a e b números reais e i a unidade imaginária . Se a = 0, então z = bi (número imaginário puro) . Se b = 0, então z = a (número real) Igualdade de números complexos: z1 = z2 ⇔ a + bi = c + di ⇔ a = c e b = d Conjugado de z = a + bi:

= a – bi

Potenciação: zn = pn(cos nϕ + i . sen nϕ), com n ∈ N (primeira fórmula de De Moivre) EXERCÍCIOS RESOLVIDOS 01. Calcule o valor de x para que o número complexo z = (3 - 6i) (2 - xi) a) seja um número real b) seja um imaginário puro

Divisão na forma algébrica: Dados z1 e z2 temos: a) Representação geométrica de um número complexo: P é o afixo de x

b)

Módulo e argumento de um número complexo:

Resolução: aplicando-se a propriedade distributiva, temos: z = (3 - 6i) (2 - xi) z = 6 - 3xi - 12i + 6xi2 z = 6 - 3xi - 12i - 6x z = 6 - 6x + (-3x - 12)i Para que z seja um número real, devemos ter: -3x - 12 = 0 ⇒ 3x = -12 x = -4 Para que z seja um imaginário puro, devemos ter: 6 - 6x = 0 ⇒ 6x = 6 e -3x -12 ≠ 0 x=1 3x = -12 x ≠ -4 Resposta: a) x =-4; b) x = 1

02. Calcule a e b para que se verifique: (3 + 2i) (a - i) = b + 5i Resolução: Aplicando a propriedade distributiva, temos: (3 + 2i) (a - i) = b + 5i

3a - 3i + 2ai - 2i2 = b + 5i (2a - 3)i + 3a + 2 = b + 5i (3a + 2) + (2a - 3)i = b + 5i Módulo: p P = |z| =

Da equação , vem:

Argumento: ϕ

2a - 3 = 5 ⇒ 2a = 8 a=4 Substituindo a = 4 na equação‚ vem: 3a + b = 2 ⇒ 12 + b = 2 b = -10

cos ϕ =

e sen ϕ =

Forma trigonométrica de: z : z = p(cos ϕ + i . sen ϕ)

Resposta: a = 4 e b = -10

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Matemática 03. Calcule a soma S: S = i + i2 + i3 + i4 + ... + i100 Resolução: 0 2º membro da igualdade representa a soma dos 100 primeiros termos de uma P.G., em que:

Logo:

Resposta: a) b) 25 = (-1 + i) 06. Dado o número complexo a) b)

represente z na forma trigonométrica; prove que z6 é um número real.

a)

Resolução: Temos:

b)

Cálculo de:

S=0 Resposta: S = 0 04. Sendo z1 = -1 + 2i, z2 = 2 - i e z3 = 4i, determine: a) (z1 + z2) z3 b) z1 1 + z2 2 - z3 3 a)

b)

Resolução: (z1 + 2) z3 = (-1 + 2i + 2 + i) 4i (z1 + 2) z3 = (1 + 3i) 4i (z1 + 2) z3 = 4i + 12i2 (z1 + 2) z3 = -12 + 4i z1 1 + z2 2 - z3 3 = = (-1 + 2i) (-1 - 2i) + (2 - i) (2 + i) - (4i) (-4i) = = 1 - 4i2 + 4 - i2 - (-16i2) = 1 + 4 + 4 + 1 - 16 = -6 Resposta: a) -12 + 4i; b) -6

05. a) b)

Expresse o número complexo z = 1 + i sob a forma trigonométrica. Calcule o número complexo (1 + i)11.

Mas: Zn = pn (cos nθ + i senθ)

Resolução: a)

|z| =

= z6 = 1 (cos 11π + i sen 11π) z6 = (-1 + i . 0) z6 = -1, que é um número real. Resposta: a) b) z6 = -1

Portanto: b)

EXERCÍCIOS PROPOSTOS

z11 = |z|11 . (cos 11θ + i sen 11θ) z11 = (

01. Seja a igualdade 1 + (y + x)i = 2y - x - 4i, onde i é a unidade imaginária. Os números reais x e y, que satisfazem essa igualdade, são tais que: a) y = 3x d) x - y = 2 b) x = 3y e) x + y = 2

)11

c)

xy = -3

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Matemática 4 (cos 3000 + i sen 3000) 4 (cos 600 + i sen 600) 16 (sen 3300 + i cos 3000) 2 (sen 3000 + i cos 3000) cos (-600) + i sen (-600)

02. Qual é o valor de m, real, para que o produto (2 + mi) (3 + i) seja um imaginário puro? a) 5 d) 8 b) 6 e) 10 c) 7

a) b) c) d) e)

03. O valor de (1 + i)10, onde i é a unidade imaginária, é: a) 64i d) -32i b) 128i e) nenhuma das anteriores c) 32i

10. Dados os números complexos: z = 8 (cos 750 + i sen 750) e w = 2 (cos 150 + i sen 150), pode-se dizer que: a) zw = 16 b)

04. A divisão

=2+2

i

dá como resultado o número: = 4 (sen 600 + i cos 600)

c) a)

d)

b)

e) -1 + 3i

d) e)

zw = - 16i n.r.a.

11. Seja a igualdade:

c)

, onde i é

imaginária. Se a e b são números reais, então o produto a . b é igual a:

05. Sendo i a unidade imaginária, o valor de é: a) b) c)

i -i 1

a)

d) -1 e) 1 - i

-3

d)

b)

, obtém-se:

06. Simplificando a) b) c)

1 2+i 2-i

d) 5 e) -5

07. a) b) c)

O valor de (1 + i)12 - (1 - i)12, onde i2 = -1, é igual a: -128i d) 128i -128 e) 0 128

unidade

e) 2

c)

12. O menor n > 0, de modo que

a) b) c)

positivo, é: 2 3 4

seja real

d) 8 e) 12

GABARITO 08. Seja a um número real tal que o número complexo é imaginário puro. a)

a = 1 ou a = -1

d) a =

b) c)

a = 2 ou a = -2 a=0

e) a = -

09. Na figura abaixo, o ponto P é o afixo de um complexo z no plano de Argand-Gauss. A forma trigonométrica de z é:

01. Resolução: Comparando a parte real e a parte imaginária, temos:

Logo:

Logo: x = -3 ⇒ x = 3y 02. Resolução: Imaginário puro parte real igual a zero. Logo: (2 + mi) (3 + i) = 6 + 2i + 3mi - m = 6 - m + (2 + 3m)i Portanto: 6 - m = 0 ⇒ m = 6 Degrau Cultural

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Matemática 03. Resolução: (1 + i)2 = 2i (1 + i)10 = ((1 + i)2)5 = (2i)5 = 25i5 = 32i

Logo: z = |z| . (cos θ + i sen θ) z = 4 (cos 3000 + i sen 3000) 10. Resolução:

04. Resolução: (cos (750 - 150) + i sen (750 - 150) = 4 (cos 600 + i sen 600) 05. Resolução: Lembrando para k ∈ IN, que i4k + i4k + 1 + i4k + 2 + i4k + 3 = = 1 + i - 1 - i = 0, concluímos que: i + i2 + i3 + ... + i502 = = 1 + i2 + i3 + i4 + ... + i500 + i501 + i502= = i501 + i502 = i + i2 = -1 + i e i + i2 + ... + i103 = = i + i2 + ... + i100 + i101 + i102 + i103 = i101 + i102 + i103 = i - 1 - i = -1

= 2 (1 +

i) = 2 + 2

i

11. Resolução:

Assim a fração equivale a 06. Resolução:

Logo:

07. Resolução: (1 + i)12 - (1 - i)12 = [(1 + i)2]6 - [(1 - i)2]6 = = (2i)6 - (-2i)6 = 64i6 - 64i6 = 0 Portanto: ab = (-1) (-2

08. Resolução:

)=2

12. Resolução: Fazendo z =

i, temos:

Para ser imaginário puro, temos: = 0 ⇒ 2 - 2a2 = 0 ⇒ ⇒ a2 = 1 ⇒ a = ± 1 09. Resolução: Temos: Re(z) = 2 ⇒ Im(z) = -2 Assim:

Logo:

Para ser real e positivo, temos:

∴ θ = 3000 (pois 00 ≤ θ ≤ 3600) Portanto, o menor valor de n positivo é 12.

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Matemática

ESTATÍSTICA MEDIDAS DE POSIÇÃO 1.

Introdução

As Medidas de Posição são valores que nos auxiliam na análise da posição da distribuição em relação aos valores observados da variável em estudo.

Quando uma seqüência de valores apresenta mais do que duas modas, diremos que a distribuição é polimodal. A Média Aritmética é considerada a mais importante de todas as mensurações numéricas descritivas. Vantagens da Média Aritmética:

Essas medidas, por terem uma tendência a se acumularem na direção de um mesmo valor no intervalo total, são também chamadas de Medidas de Tendência Central.

(i) é de fácil cálculo e manuseio; (ii) para cada distribuição existe uma e apenas uma média aritmética, permite o cálculo das médias dos subgrupos e, através destas, a média do grupo.

Estudaremos a Moda(Mo), a Mediana(Md) e a Média Aritmética( ).

Desvantagens da Média Aritmética:

Para o cálculo da Média Aritmética, da Mediana e da Moda de um grupo de valores, devemos observar dois fatores importantes, se os elementos estão agrupados ou não estão agrupados, e o tipo de variável considerada (discreta ou contínua). No caso da forma de agrupamento dos elementos, eles poderão estar agrupados em uma tabela de distribuição de freqüência, por pontos ou por intervalos. Começaremos a estudar Moda(Mo), Mediana(Md) e a Média Aritmética ( ) pelo caso dos dados não agrupados.

(i) deve-se usar apenas para distribuições simétricas, a fim de obtermos uma média típica. (ii) é influenciada pelos valores extremos da distribuição, podendo resultar no cálculo de uma média atípica. Cálculo da Média Simples (

):

A Média Aritmética Simples será igual ao somatório dos dados observados

, dividido pelo número

de elementos (n)

2. Dados não agrupados (Moda, Média e Mediana) A Moda (Mo) de um conjunto de números é o valor que ocorre com maior freqüência, é o valor mais comum.  A moda pode não existir e, mesmo que exista, pode não ser única. Uma seqüência de valores não apresentará moda, quando todos os seus elementos tiverem a mesma freqüência, então diremos que a distribuição é amodal (sem moda).

O símbolo

representa um somatório de valores

cujas posições começam no 1 e terminam no n

Vamos calcular qual seria a Média Aritmética das notas de um aluno, que durante o ano, foi de: 3,5; 5,0; 6,5; 9,0. Essa seqüência apresenta 4 elementos, portanto a Média Aritmética das notas será dada por:

Na seqüência 1, 1, 3, 3, 4, 4, todos elementos apresentam freqüência 2, logo a seqüência é amodal.  Quando uma seqüência de valores apresenta uma moda, diremos que a distribuição é unimodal. Na seqüência 6, 6, 9, 10, 10, 10, 11, 12, 14, 15, o elemento de valor 10, apresenta freqüência 3, que é a maior freqüência entre os elementos, logo a seqüência é unimodal e a moda é Mo = 10.

Quando uma seqüência de valores apresenta duas modas, diremos que a distribuição é bimodal.

A Mediana (Md) é o valor que se encontra situado na posição central da distribuição, quando os valores são colocados em ordem crescente ou decrescente (rol). Cálculo da Mediana (Md) I) No caso de uma quantidade ímpar de elementos, a Mediana será o valor que se encontra situado na posição central da distribuição.

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Matemática

Para os seguintes valores 5, 13, 10, 2, 18, 15, 10, 14, 8, vamos determinar a Mediana.

Para calcularmos a Mediana, vamos determinar inicialmente a sua posição.

Passo 1: Organizar os dados (Rol) 2, 5, 8, 10, 10, 13, 14, 15, 18 Essa seqüência apresenta 9 elementos.

Como a série tem 6 elementos (n = 6), o elemento

Passo 2: Determinar a posição e o valor da Mediana. Para uma quantidade ímpar de elementos a posição da Mediana será:

procurado estará ocupando a posição

Logo, o elemento está entre o 3º e 4º valor, então a Mediana da série será a média aritmética do 3º elemento (8) e do 4º elemento (10) da série.

A Mediana será o 5º elemento do Rol, neste caso o elemento de valor 10 (Md = 10). II) No caso de uma quantidade par de elementos, a mediana será representada pela média aritmética dos dois elementos centrais.

A Média Aritmética da série será igual a:

Para os seguintes valores: 5, 13, 10, 2, 18, 15, 14, 8, vamos determinar a Mediana.

Alternativa: C

Passo 1: Organizar os dados (Rol) 2, 5, 8, 10, 13, 14, 15, 18 Essa seqüência apresenta 8 elementos.

EF1 (ICMS_SP_02) Considere o seguinte conjunto de medidas: 21, 18, 26, 37, 23, 43, 24, 47, 18, 24. Então, a mediana e a média são, respectivamente,

Passo 2: Determinar a posição da Mediana. Para uma quantidade par de elementos as posições

a) 33 e 30. b) 24 e 28,1. c) 23 e 30,3. d) 24 e 28,5. e) 33 e 28,9.

dos dois elementos centrais serão: Logo, os dois elementos centrais ocupam a 4ª e 5ª posições no rol, ou seja 10 e 13 Passo 3: Determinar o valor da Mediana. A Mediana será a Média Aritmética dos dois valores

3. Dados agrupados 1º Caso - Variável discreta Estando os dados sob a forma de distribuição de freqüência por valores, veremos como calcular a Moda, a Mediana e a Média Aritmética da distribuição.

ER1. (TTN_85) Assinale a alternativa correta, considerando a série: 8, 5, 14, 10, 8 e 15 a) A média aritmética é 10 e a mediana é 12 b) A amplitude total é 7 e a moda é 8 c) A mediana é 9 e a amplitude total é 10 d) A média aritmética é 1 e a amplitude total é 7 e) A mediana é 12 e a amplitude total é 7 Resolução: Para calcularmos a Amplitude Total e determinarmos a Moda, vamos inicialmente colocar os dados em ordem (Rol). ROL: 5; 8; 8; 10, 14, 15

Cálculo da Moda A Moda, caso exista, representa o elemento ou elementos de maior freqüência. Assim se os valores estiverem tabelados, basta identificar o elemento de maior freqüência. Vamos identificar a Moda para os valores da tabela.

Para identificarmos a Moda, vamos determinar o valor com a maior freqüência. O elemento de valor 8 apresenta freqüência 2 Logo, a Moda é 8 (Mo = 8). A Amplitude Total (R) será a diferença entre o valor máximo e o valor mínimo. Logo, R = 15 – 5

Nesse caso a Moda será o elemento de valor 3 que aparece com freqüência 8 (Mo = 3).

R = 10

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Matemática

Cálculo da Mediana Quando os valores estão agrupados em tabelas de freqüência, ficará mais fácil identificar a Mediana através da sua posição. Para facilitar o cálculo da Mediana, é ideal construir uma coluna na tabela para a Freqüência Acumulada (Fi).

O cálculo da Média Aritmética será feito por:

Vamos calcular a Média Aritmética, dos valores da tabela

Para a distribuição dada pela Tabela de Freqüências abaixo, vamos determinar o valor da Mediana: Vamos calcular os produtos xifi e completar a tabela

Vamos determinar a posição da Mediana:

A Média Aritmética será igual a:

Para n = 23, a posição da Mediana A Mediana será o 12º elemento, que corresponde ao elemento de valor 8 (Md = 8)

(TTN_94) A distribuição dos salários de uma empresa é dada na tabela abaixo:

Média Aritmética Ponderada ( ): Às vezes, associam-se os números x1, x2, ...., xn, a certos fatores de ponderação ou peso p1, p2, ...., pn que dependem do significado ou importância atribuída aos números. Nesse caso a média aritmética será calculada pela fórmula:

Considere a tabela abaixo com as notas de um aluno, para a disciplina Estatística. Vamos calcular a Média Aritmética Ponderada das notas para esse aluno.

A Média Aritmética Ponderada será igual a:

Cálculo da média aritmética Estando os dados sob a forma de distribuição de freqüência por valores, podemos calcular a média da distribuição ponderando os valores pelas freqüências simples correspondentes.

ER2. O salário modal, a média e a mediana dos salários dessa empresa valem respectivamente: a) 2.000,00 e 1.500,00; b) 1.500,00 e 2.000,00; c) 2.000,00 e 2.000,00; d) 1.500,00 e 1.500,00; e) 500,00 e 2.000,00;

500,00 e 1.000,00 1.500,00 e 2.000,00 2.000,00 e 2.000,00 1.500,00 e 1.500,00 2.000,00 e 1.500,00

Resolução Para determinarmos a Moda, vamos determinar o valor com a maior freqüência. Nesse caso teremos dois salários que serão considerados como modais. Os salários de $ 500,00 e $ 2.000,00 aparecem com freqüência 10 cada um. A Média Aritmética dos salários, será igual a:

= 2.000

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Matemática

Para determinarmos a Mediana, vamos localizar inicialmente a sua posição. Como a série tem 31 elementos (n = 31), o elemento procurado estará ocupando a posição:

Logo, a Mediana, corresponde ao elemento que ocupa a 16ª posição, que é o valor 1.500,00 EF2. (AFC_94_adaptado) Os valores da mediana, da moda e da média aritmética da série estatística abaixo são, respectivamente:

Completando a tabela anterior com os novos valores, teremos:

a) 4 ; 15 e 8,00 b) 6 ; 13 e 8,12 c) 7 ; 12 e 8,15

Logo a Média Aritmética dos valores será igual a:

d) 7 ; 13 e 8,15 e) 9 ; 13 e 8,15

2º Caso - Variável contínua Estando os dados sob a forma de distribuição em classes de freqüência, veremos como calcular a Moda, a Mediana e a Média Aritmética da distribuição. Cálculo da Média Aritmética

4. Propriedades da Média Aritmética A Média Aritmética apresenta várias propriedades. Com a intenção de criarmos um Processo Breve de cálculo para a Média Aritmética de valores agrupados em classes de freqüências, vamos, por enquanto, citar duas delas.

Se os dados estiverem sob a forma de distribuição de freqüência por classes de valores, podemos calcular a média da distribuição pela média ponderada dos pontos médios de cada intervalo pelas respectivas freqüências.

i) Somado-se ou subtraindo-se uma constante (c) em todos os valores de uma variável, a média do conjunto fica aumentada ou diminuída dessa constante.

O cálculo da média aritmética será feito por:

Na seqüência de valores 3,5; 5,0; 6,5; 9,0, a Média Aritmética é igual a 6

onde xi é o ponto médio do intervalo. Para a tabela abaixo, vamos calcular a Média Aritmética dos valores.

Somando-se 2 a cada valor da seqüência anterior, teremos uma nova seqüência formada pelos números 5,5; 7,0; 8,5; 11,0 A Média Aritmética da nova seqüência é igual a8 Como yi = xi + 2, então = + 2 ii) Multiplicando-se ou dividindo-se todos os valores de uma variável por uma constante (c) , a média do conjunto fica multiplicada ou dividida por essa constante:

Vamos inicialmente calcular o ponto médio do intervalo de cada classe.

Na seqüência de valores 3,5; 5,0; 6,5; 9,0, a Média Aritmética é igual a 6

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Matemática

Multiplicando-se por 2, a cada valor da seqüência anterior, teremos uma nova seqüência formada pelos números 7,0; 10,0; 13,0; 18,0 A Média Aritmética 12

Passo 3: Calculando e completando a tabela anterior com os novos valores, teremos:

da nova seqüência é igual a

Cálculo simplificado da média Com o intuito de eliminarmos o grande número de cálculos que às vezes se apresentam na determinação da média é que empregamos o processo breve, baseado em uma mudança da variável por outra , tal que:

Passo 4: Calculando a média aritmética da variável z, por

, teremos:

onde x0 é uma constante arbitrária escolhida convenientemente dentre os pontos médios da distribuição (de preferência o de maior freqüência). A média aritmética da variável x será dada por:

Passo 5: Calculando a média aritmética da variável x, pela relação:

Vamos calcular a Média Aritmética dos valores da tabela.

EF3. (AFRF_00) Quer-se estimar o salário médio anual para os empregados da Cia. Alfa. Assinale a opção que representa a aproximação desta estatística calculada com base na distribuição de freqüências.

Passo 1: Vamos inicialmente calcular o ponto médio do intervalo de cada classe, e, completando a tabela anterior com os novos valores, teremos:

a) b) c) d) e) Passo 2: Para fazermos a transformação para a variável z, escolheremos como valores de transformação x0 e h, valores arbitrários. x0 = 170 e h = 4 Logo, a equação de transformação será:

9,93 15,00 13,50 10,00 12,50

Cálculo da Moda Para valores agrupados em classes de freqüências, a Moda será calculada através de fórmulas. Teremos a Moda Bruta, e as Modas calculadas pelas fórmulas de King e Czuber.

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Matemática

Moda Bruta É o ponto médio da classe que contém a moda. Trata-se de um cálculo bruto, sem precisão.

Moda de King É menos preciso do que a Moda de Czuber, seu cálculo será feito pela seguinte fórmula.

Calcularemos a Moda pela a fórmula de Czuber. Vamos identificar os seguintes elementos: limite inferior da classe modal (lMo = 4) freqüência simples da classe modal(fmod) = 15 freqüência simples da classe anterior (fant) = 12 freqüência simples da classe posterior(fpost) = 13 amplitude do intervalo da classe modal (h) = 2 Vamos calcular a Moda usando a seguinte fórmula:

Substituindo os valores, teremos:

Moda de Czuber A fórmula de Czuber apresenta o valor mais preciso para o cálculo da Moda. Vejamos os procedimentos de cálculo da Moda de uma distribuição pela fórmula de Czuber. 1º Passo: Determinar a classe modal e o limite inferior, do intervalo que representa a classe modal. 2º Passo: Identificar esses elementos:

Alternativa: C

freqüência simples da classe modal(fmod)

Para valores agrupados em classes de freqüências, a Mediana será calculada através de uma fórmula. Vejamos os procedimentos de cálculo da Mediana de uma distribuição em classes de freqüências.

freqüência simples da classe anterior (fant) freqüência simples da classe posterior(fpost)

Cálculo da Mediana

1º Passo: Completar a tabela criando a coluna para as Freqüências Acumuladas, caso não haja essa coluna.

amplitude do intervalo da classe modal (h) 3º Passo: Usar a fórmula de Czuber

2º Passo: Identificar a classe da Mediana, procurando o elemento que ocupa a posição. ER3. (FCC) A tabela abaixo apresenta a distribuição de freqüências das notas, obtidas num teste de múltipla escolha de matemática, onde cada questão certa vale um ponto, realizado por 50 estudantes.

Para uma quantidade par de elementos a posição da Mediana será Para uma quantidade ímpar de elementos a posição da Mediana será 3º Passo: Identificar esses elementos relativos à classe mediana: Limite inferior da classe que contém a mediana (Lint) Freqüência acumulada anterior à classe da mediana (Fant)

A moda é igual a: a) 4,8

b) 5,0

c) 5,2

d) 5,5

e) 5,8 Amplitude da classe que contém a mediana (hmd)

Resolução: Vamos inicialmente achar a classe modal, isto é, a classe de maior freqüência absoluta.

Freqüência simples da classe da mediana (fmd) 4º Passo: Usar a fórmula

A maior freqüência encontrada (f = 15) ocorre na Classe 3, portanto a Moda se encontra no intervalo → 4 |--- 6. 154

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Matemática

ER4 (FCC) A tabela abaixo apresenta a distribuição de freqüências das notas, obtidas num teste de múltipla escolha de matemática, onde cada questão certa vale um ponto, realizado por 50 estudantes.

Com base nesses valores, a média, a mediana e a moda valem respectivamente:

A nota mediana desses estudantes é a) 4,8

b) 5,0

c) 5,2

d) 5,5

EF4. O levantamento de dados sobre os salários de 100 funcionários de uma determinada empresa forneceu os seguintes resultados

e) 5,8

Resolução: Vamos inicialmente completar a tabela criando a coluna para as Freqüências Acumuladas

a) 5,80; 5,43; 4,80 b) 6; 5; 4 c) 5; 6; 7

d) 6,85; 5,43; 3,12 e) 7,85; 5,43; 4,80

5. Outros tipos de média Quando é pedido para calcular a média de uma série de dados, esse valor se refere à média aritmética; outros casos de média, como a Geométrica ou a Harmônica, deverão ser solicitados pelo nome completo. Média harmônica É utilizada quando os fenômenos envolvidos variam de forma inversamente proporcional a outros considerados.

Iremos agora identificar a classe da Mediana, procurando o elemento que ocupa a posição. Como a distribuição tem 50 elementos, para essa quantidade par de elementos (n = 50) a posição da Mediana será

ou seja, o 25º elemento.

O 25º elemento, se encontra na Classe 3, portanto a Mediana se encontra no intervalo → 4 |--- 6. Identificaremos esses elementos relativos à classe mediana: Limite inferior da classe que contém a mediana (linf = 4) Freqüência acumulada anterior à classe da mediana(Fant = 16) Amplitude da classe que contém a mediana (hmd = 2) Freqüência simples da classe da mediana (fmd = 15) Calcularemos a Mediana aplicando a fórmula:

Na Bolsa de Valores, onde a média aritmética das cotações de títulos deve corresponder à média harmônica das taxas de juros do mercado. Nas populações, onde a média aritmética da taxa de mortalidade corresponde à média harmônica da duração de vida.  Dá mais importância aos valores menores da distribuição.  Não é definida quando pelo menos um valor da série for nulo.  A Média Harmônica é o inverso da média aritmética dos inversos dos valores observados. Se os dados não estiverem agrupados, à Média Harmônica Simples será:

Se os dados estiverem agrupados sob a forma de distribuição por classe de valores, a Média Harmônica Ponderada será:

Alternativa: C

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Matemática

O primeiro quartil (Q1) separa a seqüência ordenada, deixando à sua esquerda 25% de seus valores, e 75% à sua direita.

MÉDIA GEOMÉTRICA Quando uma variável tende a crescer ou decrescer geometricamente, recomenda-se o uso da média geométrica, que é definida como sendo a raiz n-ésima do produto dos n valores da série observada. Ao contrário da média aritmética, a média geométrica não é muito influenciada pelos valores extremos de uma seqüência numérica. A Média Geométrica Simples será calculada por:

 O segundo quartil é igual à mediana (Q2 = Md) III) DECIL Divide a série ordenada em dez partes iguais. Há, portanto, nove decis. O primeiro decil (D1) separa a seqüência ordenada, deixando à sua esquerda 10% de seus valores e 90% à sua direita.  O quinto decil é igual à mediana (D5 = Md = Q2) .

A Média Geométrica Ponderada será calculada por:

Comparação entre as médias Considerando uma série de valores, as médias calculadas seguem:

EF5. (ISS) Dada a variável x que assume os valores 4 e 9, podemos afirmar que: a) a média geométrica é igual a 5,55 b) a média harmônica é igual a 6,00 c) as médias geométrica e aritmética valem, respectivamente, 6,50 e 6,00. d) as médias harmônica e aritmética valem, respectivamente, 5,54 e 6,50. e) a média harmônica é maior que a média aritmética. 6. Valores separatrizes São números reais que dividem a seqüência ordenada da distribuição em partes que contêm a mesma quantidade de valores.

IV) PERCENTIL Divide a série ordenada em 100 partes iguais. Há, portanto, noventa e nove percentis. O primeiro percentil (P1) separa a seqüência ordenada, deixando à sua esquerda 1% de seus valores e 99% à sua direita.  O qüinquagésimo percentil é igual à mediana (P50 = Md = Q2 = D5) Cálculo dos Valores Separatrizes Dados não agrupados Basta ordenar os dados, ou seja, obter um Rol e em seguida dividir conforme a posição. Vamos obter o primeiro quartil dos dados da seqüência X: 3, 4, 7, 4, 4, 9, 1, 10, 10, 11, 12, 15 Passo 1: Ordenar a seqüência (Rol). Rol: 1, 3, 4, 4, 4, 7, 9, 10, 10, 11, 12, 15 Passo 2: Como queremos o Q1, devemos dividir a quantidade de valores da seqüência (12 valores) por quatro (4), ou seja, 25% de 12. 0,25 x 12 = 3 (será o terceiro valor do Rol).

I) MEDIANA Divide a distribuição em duas partes iguais.  Geometricamente a mediana é o ponto tal que uma vertical por ele traçada divide a área sob o histograma em duas partes iguais.

Temos: Q1 = 4 (25% dos valores são menores ou iguais a 4). Dados agrupados 1º caso – Variável discreta

II) QUARTIL Divide a série ordenada em quatro partes iguais. Há, portanto, três quartis.

Vamos observar os passos, para se obter o terceiro quartil da série.

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Matemática

Limite inferior da classe do elemento a ser calculado (linf). Freqüência absoluta simples da classe do elemento a ser calculado (f). Freqüência acumulada anterior do elemento a ser calculado (Fant).

Passo 1: Construir a coluna das freqüências acumuladas na tabela.

Amplitude da classe do elemento a ser calculado h).

Passo 2: Como queremos o Q3, devemos calcular:

ER5. Em um ensaio para o estudo da distribuição de um atributo financeiro (X) foram examinados 100 itens de natureza contábil do balanço de uma empresa. Esse exercício produziu a tabela de freqüências abaixo. A coluna Classes representa intervalos de valores de X em reais e a coluna f representa a freqüência simples. Assinale a opção que corresponde à estimativa do décimo percentil da distribuição de X.

(será o 18º valor), basta encontrar a freqüência acumulada imediatamente superior a 18, isto é, F4 = 21 é o valor correspondente à quarta classe. x18 = 7 2º caso – Variável Contínua Nesse caso iremos adaptar a fórmula da Mediana para valores agrupados em classes de freqüências para o cálculo dos quartis, dos decis e dos percentis.

a) 10,56

b) 10,60

c) 11,00 d) 11,20 e) 11,50

Resolução: Passo 1: Construir a coluna das freqüências acumuladas na tabela.

I) MEDIANA

II) QUARTIS Passo 2: Como queremos o P10, devemos localizar esse elemento. A sua posição será: O elemento é o 10º valor da distribuição, que se encontrar na 2ª classe de intervalo 10 |--- 20. Sendo uma variável contínua, devemos utilizar a fórmula empregada no cálculo da mediana, com as devidas alterações.

III) DECIS

IV) PERCENTIS (CENTIS)

Para cada Medida Separatriz que se está calculando deveremos determinar:

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Matemática

FANT freqüência acumulada anterior à classe do décimo percentil: 9 h amplitude da classe décimo percentil: 10 Temos:

Alternativa: A Observação: Os valores separatrizes também poderão ser usadas como medidas de tendência central. No caso dos quartis, a relação

será usada

como medida de tendência central. No caso dos decis, a relação

será usada

como medida de tendência central. No caso dos percentis, a relação

será usa-

da como medida de tendência central. Elas podem ser consideradas como medidas de tendência central, pois numa distribuição simétrica te= Md = Q2 = D5 = P50. mos que E nas distribuições simétricas, teremos:

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Conhecimentos Específicos

Conhecimentos Específicos 162 172 174 188 190 191 193 196 208 209 213

Processos Administrativos Noções de Recursos Humanos Treinamento, Desenvolvimento e Educação Redação Oficial Recursos Materiais e Patrimoniais Nível de Serviço Função Administração Patrimonial Conceitos Gerais de Compras Aspectos Relevantes do Decreto nº 2745/98 Modalidades de Transporte Noções de Gestão, Planejamento, Previsão e Controle de Estoques Noções de Armazenagem

228 233 233 235 238 238

Matemática Financeira Razão e Proporção Capitalização e Descontos Juros Simples Juros Compostos Valor Presente Líquido Valor Futuro Líquido

240

Fluxos de Caixa

242 244 290 295

Noções de Informática Conceito de Internet e Intranet e Principais Navegadores Principais Aplicativos Comerciais para Edição de Textos e Planilhas, Correio Eletrônico, Apresentações de Slides e para geração de Material Escrito, Visual e Sonoro, entre outros Rotinas de Proteção e Segurança Conceitos de Organização de Arquivos e Métodos de Acesso

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Conhecimentos EspecĂ­ficos

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Conhecimentos EspecĂ­ficos

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Conhecimentos Específicos

O PAPEL DA ÁREA DE RECURSOS HUMANOS O setor de Recursos Humanos era um mero departamento mecanicista que cuidava da folha de pagamento e da contratação do profissional que exigia desse profissional apenas experiência e técnica, não havia um programa de capacitação continuada do profissional. A Gestão de Pessoas é caracterizada pela participação, capacitação, envolvimento e desenvolvimento do bem mais precioso de uma organização que é o Capital Humano que nada mais são que pessoas que a compõe. Cabe a área de Gestão de Pessoas a nobre função de humanizar as empresas. Gestão de Pessoas é um assunto tão atual na área de Administração, mas que ainda é um discurso para muitas organizações, ou pelo menos não se tornou uma ação prática. Compete ao Departamento de Recursos Humanos promover, planejar, coordenar e controlar as atividades desenvolvidas relacionadas à seleção, orientação, avaliação de desempenho funcional e comportamental, capacitação, qualificação, acompanhamento do pessoal da instituição num todo, assim como as atividades relativas à preservação da saúde e da segurança no ambiente de trabalho da Instituição. O setor de gestão de pessoas tem uma grande responsabilidade na formação do profissional que a instituição deseja, objetivando o desenvolvimento e crescimento da instituição como o do próprio funcionário, tido como colaborador para adquirir os resultados esperados. Para isso a gestão de pessoas procura conscientizar esse colaborador de que suas ações devem ser respaldadas nos seguintes princípios: • Desenvolvimento responsável e ético de suas atividades; • Capacidade de atuação baseada nos princípios da gestão empreendedora; • Capacidade de realização de tarefas que incorporem inovações tecnológicas; • Capacidade de trabalhar em rede; • Capacidade de atuar de forma flexível; • Conhecimento da missão e dos objetivos institucionais das organizações em que atuam; • Dominar o conteúdo da área de negócio da organização; • Capacidade de atuar como consultor interno das organizações em que trabalham, entre outros. Para desenvolver essas ações o gestor também deve ter: Visão sistêmica, Trabalho em equipe, bom relacionamento inter-pessoal, Planejamento, Capacidade empreendedora, Capacidade de adaptação e flexibilidade, Cultura da Qualidade, Criatividade e comunicação, Liderança, Iniciativa e dinamismo. O treinamento é provavelmente a função de gestão de pessoal mais destacada na literatura teórica e prática sobre a melhoria da qualidade. Na chamada Era do Conhecimento, o treinamento é apresentado como o mais importante fator crítico de sucesso. Para isso acontecer é necessário Formular e coordenar a execução de um plano de capacitação anual voltado para o desenvolvimento

do funcionário, compatível com as necessidades da Instituição e com os recursos disponíveis; Desenvolver ações no sentido da formação de gerentes com postura participativa, capacitando-os para o exercício do papel de orientador e estimulador do desenvolvimento e desempenho dos colaboradores; Possuir instrumentos de avaliação da satisfação dos funcionários e indicadores organizacionais, bem como ações para identificação, análise e solução de problemas e melhoria dos serviços. Em linhas gerais, uma organização não será capaz de demonstrar respeito por seus consumidores se não praticar este mesmo princípio internamente, até porque são os recursos humanos da empresa que possuem contato direto com os públicos externos. A vantagem de existir uma política é que ela explicita, para todos os membros da organização, o que se espera de cada pessoa, seja ela ocupante de cargo técnico, administrativo ou de direção. Desta forma, cada um tem a chance de saber seus direitos e deveres, o que é esperado como contribuição individual, por que razões seu desempenho está sendo avaliadas positivamente ou não, formas de superar eventuais dificuldades e assim por diante. O importante, então, é que haja uma política de recursos humanos e não que esta política esteja difusa, porquanto só existente na cabeça de uma pessoa ou de um grupo restrito de pessoas. Não só nas instituições mas na própria vida, o comportamento ético vem sendo muito requisitado, por questões simples, confiança e respeito, tal comportamento é uma grande necessidade para crescimento da empresa e também pessoal, tal atitude trás junto de si a questão da responsabilidade social, também muito debatida, requisitada e presente na sociedade, a fim de evitar conflitos pessoais que possam atrapalhar o bom andamento da vida da pessoa e também da própria vida da empresa. O gestor na área de Gestão de pessoas deve ser nesse sentido um facilitador para que as relações ocorram dentro dos princípios e missão da instituição. Certamente será este o diferencial que vai motivar a pessoa, que vai fomentar nela o espírito de socialização, de trabalho em grupo e por ai vai, gerando crescimento tanto pessoal como social e para a própria empresa também. Tal ação vai fazer com que as pessoas se tornem parceiros da empresa e não apenas funcionários, conduzindo a empresa ao sucesso, criando ai laços pessoais, tornando ativa na instituição e ate mesmo na sociedade, enfim dando um novo sentido ao trabalho, a vida e as coisas. Um dos grandes obstáculos para o crescimento corporativo e conseqüentemente da empresa é a falta de pessoas eficientes, a perda de entusiasmo, a falta de motivação, que a meu ver em muitos casos pequenas ações de valorização do quadro pessoal já seria significativo. Não podemos esquecer que estamos trabalhando com pessoas humanas e não com instrumentos ou máquinas. Fonte: www.Via6.com/topicos.php

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Conhecimentos Específicos

RECRUTAMENTO E SELEÇÃO O Processo de Recrutamento e Seleção O recrutamento é uma ação necessária e é um conjunto de procedimento que atraem candidatos qualificados e capazes de ocuparem cargos da organização. Recrutamento são as formas que a empresa irá utilizar para chamar e atrair os candidatos para a seleção, portanto podemos afirmar que o recrutamento é uma foma de comunicação com o ambiente externo. Organização → Comunidade. O recrutamento exige planejamento: é necessário ter a certeza que existe uma vaga a ser preenchida; Observar a descrição da vaga, caso haja necessário realizar alterações, ou seja, reconfigurar o cargo já existente; Considere que em todos os locais possíveis você pode encontrar um profissional. É um processo demorado, que exige tempo e calma, podendo provocar o atraso no preenchimento do cargo. Algumas ações necessárias para o recrutamento: - Decidir se você possui uma vaga: Determine a necessidade de que essa atividade seja executada ou se poderia ser incorporada ao trabalho de outro colaborador. Um funcionário temporário, ou tempo integral, ou meio período, qual seria mais importante para as tarefas que serão executadas? Lembre-se que você pode usar empresas de consultorias especializadas em seleção e recrutamento. - Consultar o pessoal envolvido: Consulte a Alta Administração. Converse com as pessoas com quem o novo colaborador irá trabalhar diretamente. Você pode acatar opiniões e sugestões de ex-ocupantes do cargo, que tenham mais experiências. - Definir a pessoa de que você precisa: Relacione as atribuições, responsabilidades e as pessoas que envolvem a atividade. É importante estar claro as qualificações que você busca nos candidatos, suas qualidades pessoais, qual o tempo de experiência que é exigido e o tipo de experiência. Atualize o cargo e suas funções. Estabeleça o tempo de treinamento que o funcionário deverá estar apto. - Verificar suas expectativas: Comece a pensar se as pessoas querem entrar na sua empresa, como fazer para atraí-las? Quais os locais que você poderá buscar candidatos com o perfil desejado? Defina o salário e seus benefícios. - Planejar a procura de candidatos: Você pode começar dentro da empresa, verificando se há possíveis profissionais com o perfil escrito para o cargo a ser preenchido, mesmo que aparentemente não tenha, não deixe de anunciar a vaga internamente, porque eles podem passar a informação adiante, para amigos ou parentes interessados. Faça valer seus contatos em diferentes locais para utilizar como forma de recrutamento, bocaa-boca também pode ser uma boa opção, feiras de empregos e utilizar a internet como ferramenta para anunciar a vaga. E então, decida onde anunciar.

- Prepare o anúncio: Redija o anúncio com cautela e o máximo de informações que sejam claro e objetivo o que você procura nos candidatos. Dependendo do cargo é conveniente contratar uma agência de publicidade. O anúncio deve informar claramente: - Responsabilidades e deveres do cargo - Experiência e qualificações exigidas - Qualidades pessoais desejadas - Local de trabalho - Indicação de salário - Forma de resposta exigida (curriculum vitae) - Informações adicionais estão disponíveis e de que forma - Preparar uma lista de candidatos: Selecionar as solicitações de emprego. Decida a quantidade de pessoas. Busque opiniões de outras pessoas sobre os candidatos. - Responder aos candidatos: Os candidatos que não participarão da entrevista devem ser comunicados o quanto antes e tratados com cortesia. Aqueles que participarão da entrevista também devem ser contatados rapidamente para ver se ainda há interesse no emprego para marcar data e horário para uma entrevista. Realizando um recrutamento corretamente você trará para a empresa profissionais capacitados e qualificados para o cargo, contribuindo para o crescimento da organização. “O êxito de uma empresa no futuro depende da sua habilidade em selecionar hoje as pessoas com potencial para terem desempenhos com alto nível de qualidade”. Charles Flory A base do sistema de recursos humanos é uma avaliação feita a partir da complexidade gerada por um organismo individual ou coletivo, podendo ser social ou organizacional. Por sistema, na linguagem direta, podemos entender como o “1. conjunto de elementos entre os quais há uma relação. 2. disposição das partes ou dos elementos de um todo, coordenados entre si, e que formam uma estrutura organizada. 3. Reunião dos elementos naturais da mesma espécie.” Dicionário Aurélio O sistema como conhecemos nos dias atuais teve sua divulgação datada do século XIX pelo filósofo Herbert Spencer que o enxergou da seguinte forma: a) o crescimento; b) a medida que cresce torna-se mais complexo; c) sendo mais complexo, suas partes exigem uma crescente interdependência mútua; d) em ambos os casos há crescente integração acompanhada por crescente heterogeneidade. Outra declaração do sistema é relatada na década de 30 pelo então filósofo e cientista Clause Lévi-Strauss, que

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Conhecimentos Específicos Essa avaliação estará mensurada em relação ao salário versos o nível de atividades a serem desenvolvidas. É importante destacar que para esse fim já deveríamos ter pronto o parâmetro de cargos e salários da organização.

dizia: “uma estrutura oferece um caráter de sistema, consistindo em elementos combinados de tal forma que qualquer modificação num deles implica uma modificação de todos os outros” Podemos remeter tal análise ao sistema organizacional da empresa, razão está que nos leva a interpreta-la como tendo uma cultura que assimila as bases fundamentais: a) filosofia administrativa; b) políticas de atuação; c) tradição e imagens; e d) processos Para que a estrutura de recursos humanos interaja dentro do sistema, devemos avaliar os subsistemas que a compõe. Dados internos: a) Filosofia empresarial; b) Objetivos da empresa junto ao RH; c) Políticas de RH. Dados externos: a) Atividade econômica; b) Mercado de trabalho; c) Tecnologia; e

c) O recrutamento e seleção de profissional deve ser seguido com eficiência, pois seu direcionamento ineficiente é conseqüência de resultados negativos como: a) alto índice de giro de pessoal; b) aumento substancial dos custos de recrutamento; c) baixa qualidade de nível profissional. d) Para se atingir um nível de qualidade no recrutamento e seleção deve-se seguir um acompanhamento dos meios pelos quais busca-se contratar um profissional, assim destacamos: a) a fonte – empresas de consultoria, anúncio (aberto ou fechado), interno; b) a forma – testes, psicotécnico, dinâmica de grupo, entrevista; c) o tempo – urgente, breve, médio prazo, longo prazo; d) custo – disponibilidade financeira para a contratação. e) É importante considerar que a área de RH desenvolve suas atividades em função do que o mercado de trabalho fornece naquele momento. Essa consideração leva-se em conta a situação econômica, política, social e educacional pela qual o país se encontra naquele exato momento. Como enfrentar um processo de Recrutamento e Seleção?

d) Legislação. Procedimentos: a) Administração de cargos e salários; b) Recrutamento e seleção de pessoal; c) Treinamento e desenvolvimento profissional; d) Avaliação de desempenho; e) Administração participativa; e

Quem lê esse título talvez transborde de esperança pensando que vai encontrar a fórmula mágica para enfrentar as feras chamadas “recrutadores” e “selecionadores” das empresas de RH ou afins. Mas pode tirar o seu currículo da chuva. Não existem fórmulas - existem conceitos que, aplicados ou não, poderão definir um pouco da sua vida ante esse mais que costumeiro desafio de vida corporativa!

Realização:

Vamos começar falando do termo “Recrutamento”. CARA, VOCÊ PRECISA SER ACHADO. Então, vamos combinar: onde você anda divulgando o seu talento? Pense nisso!

a) Integração de RH ao negócio;

Só irão te recrutar se te acharem...

b) Força de trabalho motivada;

Quanto ao processo de seleção... Bom, acho que é por isso que se chama “processo”... A coisa fica um pouco feia, pois por mais que você estude, pesquise todos os “googles” da vida em busca de dicas, roteiros, bola de cristal, como se comportar, conhecer todas as dinâmicas, preparar um currículo digno de ser uma autobiografia best de vendas, etc,etc, e etc...ainda assim parece que o nervosismo toma conta e o nosso entrevistador mais parece o maior e letal arqui-inimigo de tudo e todos os que sentam a sua frente...

f) Negociações.

c) Aumento da produtividade; d) Maior integração no trabalho; e e) Consecução dos objetivos de RH Partindo da ótica desses subsistemas devemos analisar o funcionamento de cada um na estrutura do RH, e conseqüentemente persuadi-los a integrar o sistema organizacional. - Recrutamento e Seleção de Pessoal: a) Recrutar e selecionar profissionais deve servir para a empresa como função estratégica do seu objetivo final. O ato em si é uma ferramenta importante, que pode direcionar o segmento da empresa para o sucesso ou fracasso, podendo essa avaliação variar dentro de um departamento ou setor. b) Se temos um posto de trabalho disponível na empresa, devemos avaliar e classificar suas funções.

Portanto, em dicas rápidas e bem simples, além de tudo o que você considerar prudente, não esqueça dos seguintes lembretes gerais: 1.

Aprenda a montar um CV atraente, conciso e sobretudo PERFEITO, sem exageros e mentiras...

2.

Distribua esse currículo APENAS às empresas que você REALMENTE quer trabalhar, isso inclui que você pelo menos visite o site dela; ...e durante a entrevista:

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Conhecimentos Específicos 3.

NÃO chegue atrasado, jamais. Não existe desculpa ou motivo para isso! Na prática isso pode ser critério de desempate!

4.

Use uma roupa digna, barba feita, cabelo coerente...

5.

Sempre, sempre, sempre e sempre: leve caneta, se possível duas, três...

6.

Desligue o celular, para garantir que ele não toque durante a entrevista, que tal jogá-lo na lata de lixo antes de começar a entrevista?

7.

Tenha cópia do CV em mãos;

8.

Nunca, nunca, nunca e nunca minta, nem exagere, nem fale demais...nem de menos;

9.

Nunca implore pelo emprego evocando questões emocionais, do tipo: “preciso do emprego pois sou o único que sustenta a casa com 8 irmãos pequenos”...

10. Não ache que vai conseguir um emprego se não estiver preparado para uma vaga. Vá estudar! Essas são dicas básicas. Quer aprender mais? Estude. Pesquise. Saia na frente!

Fonte: www.guiatrabalhista.com.br/obras/cargosesalarios Degrau Cultural

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Conhecimentos Específicos

BENEFÍCIOS Fornecimento de Benefícios a) Os benefícios como conhecemos hoje não é uma tradução de algo que tenha evoluído a partir da origem de outro, eles são a conquista da classe dos trabalhadores através da concorrência que o mercado de trabalho criou ao longo dos anos, são visionários do mercado externo e instigados pelos incentivos fiscais. b) Hoje temos diversas formas de benefícios que visam atrair a atenção do profissional, e quando os novos benefícios vão se tornando hegemonia nas organizações, outros vão sendo criados. c) Podemos destacar alguns: a. Décimo quarto salário; b. Décimo quinto salário; c. Bônus mensal em dinheiro; d. Distribuição de lucro (Lei 10.101/2000); e. Prêmio (viagens, títulos, cursos, bens móveis ou imóveis, dinheiro, etc.); f. Vale combustível, refeição, desconto, transporte; g. Pagamento de faculdade; h. Entre outros d) Junto aos benefícios é importante considerarmos qual é a função que eles exercem na organização. Podendo ser motivadora, concorrência, melhor remuneração, participativa. e) É sabido que a forma direta de pagamento para o profissional tem sua carga tributária muito alta, inibindo que as empresas possam elevar o pagamento ao patamar merecido pelo trabalhador, em razão disso criou-se um sistema indireto de retribuição ao trabalhador, que são os benefícios. f) O governo por seu turno procurou impedir que essa prática se tornasse um hábito que desvirtuasse o que na verdade seria salário, editando leis que proíbem forma indireta de fornecimento de benefícios, caracterizando o chamado salário “in natura”. g) A justiça por diversas vezes definiu que certos benefícios fornecidos de forma habitual ou irregular são na verdade salários e integram a remuneração do empregado para todos os fins. h) Fornecer benefícios requer observar a lei, atender às exigências do mercado de trabalho e as condições da organização. É uma grande jogada de marketing mercadológico, que deve ser conduzida com cautela, pesquisa, simulação e avaliação da necessidade. i) Uma organização que resolve incentivar o fornecimento de determinado benefício e não tem condição de guarnecer o futuro, poderá ter surpresa desagradável junto aos seus profissionais, que poderão interpretar com um sinal negativo e bem provável, por mais explicação que haja, que será traduzido com a posição na empresa de cada um; ou seja, haverá várias interpretações.

A Qualidade de Vida no Trabalho/QVT como diferencial para a Empresa O cenário de rápidas e contínuas transformações em questão inseridas nas organizações provocou aumento da competitividade e, em decorrência, a necessidade de revisão dos paradigmas de gestão e das estratégias de inserção e manutenção nesse contexto turbulento e mutável. Aspectos ético-legais, ergonômicos, de saúde e segurança, entre outros, foram sendo implantados e atualizados segundo as novas demandas advindas do processo e das relações de trabalho. A problemática vivenciada pelo homem trabalhador foi sendo cada vez mais estudadas e para dar conta da sua prevenção ou resolução, muitas áreas das ciências envolveram-se com o estudo da qualidade de vida no trabalho. As ciências exatas, humanas, sociais e da saúde contribuíram para que a harmonia e o equilíbrio na relação homem-trabalho pudessem ser almejados. Hoje, todas as áreas das ciências dedicam-se a investigar a vida no trabalho para agregar mais qualidade, entendendo-a como a uma variável que contempla dimensões impregnadas da subjetividade humana. Existe a percepção de que a Gestão da Qualidade de Vida no Trabalho/GQVT possa ser tanto mais eficaz quanto maior a correlação entre as políticas e ações para melhoria da Qualidade de Vida no Trabalho/QVT e nas necessidades e expectativas dos trabalhadores. Assim, essa premissa caracteriza o pressuposto que originou este estudo. Sabese que, de modo geral, as organizações apresentam políticas e ações para GQVT, contudo questiona-se a coerência, efetividade e resolutividade das mesmas, quando elas são planejadas, propostas e implantadas sem fundamentar-se em um diagnóstico que retrate o que o trabalhador entende por QVT e que necessidades e expectativas ele quer ver atendidas. No desenvolvimento de Programas e Ações de Qualidade de Vida no Trabalho/PAQVT é necessária a identificação de indicadores a partir de um bom instrumento de diagnóstico. Em maioria das pesquisas de PAQVT, em empresas, os seguintes aspectos chamam a atenção, considerando uma análise da compilação de dados da pesquisa, que justificam a criação de uma metodologia de sistemas para Qualidade de Vida no Trabalho/QVT: 96,3% dos respondentes concordam que toda empresa deve ter um Programa de Qualidade de Vida no Trabalho, sendo que 59,9% conhecem claramente o tema. 33% reconhecem as ações de QVT, como investimento e não simples “despesas” no resultado das empresas. 50,2% acreditam que os programas devem ser alinhados às principais estratégias do negócio; 89,5% concordam que os programas de QVT contribuem positivamente em 92,8% da produtividade do negócio; 66,4% afirmam que os resultados das ações e programas de QVT são mensuráveis; 49,8% conhecem modelos gerenciais para implantação de Programas de QVT; 98,6% acreditam que os programas de QVT são importantes para a Administração das Empresas.

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Conhecimentos Específicos Da amostra; 62,2% discordam, quando se afirma que as ações de QVT são desnecessárias; 89,0% acredita que o tema QVT deve ser melhorado; 76,5% são unânimes em afirmar que existem pressões externas, para implantação de Programas de QVT, exercidos principalmente pelos sindicatos e outras empresas que se mostram mais competitivas; 36,9% acredita que o pessoal de operações são os que mais precisam das ações de QVT; 71,9% sabem que empresas no Brasil possuem programas abrangentes de QVT e 97,2% acredita em melhorias de produtividade, oriundas das ações de QVT. Apesar dos aspectos positivos, na prática, percebe-se que ainda existe muito a fazer pelo tema QVT nas empresas brasileiras: existem ações que são extremamente pontuais e não estão alinhadas, em uma política macro de gestão, o que poderia trazer uma grande diferencial competitivo para as empresas. Claro que algumas já são espertadas e investem massivamente no tema, principalmente as empresas modelo EXAME – Melhores Empresas para se Trabalhar, que apresentam uma política organizada de gestão do tema qualidade de vida. Outro fato que é importante citar, é que nem sempre os programas implantados são adequadamente planejados e mensurados. Por exemplo: é super importante a implantação de um Programa de Ginástica Laboral/PGL na empresa, porém, a falta de correção dos aspectos de Ergonomia no ambiente de trabalho continuará causando problemas físicos aos trabalhadores, como também, interferem nos resultados o descomprometimento dos trabalhadores em absorverem as práticas e entenderem o quanto são primordiais para o bem estar do indivíduo.

Fonte: www.unicamp.br Degrau Cultural

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Conhecimentos Específicos

BENEFÍCIOS E SERVIÇOS Refletindo Sobre Remuneração, Benefícios e Incentivos: Remuneração inclui o retorno financeiro e os serviços e benefícios tangíveis que os empregados recebem como parte de pagamento de uma relação de trabalho (Milkovich e Boudreau, 2000: 381). Entendendo de Remuneração Total. Segundo Chiavenato (2004), ninguém trabalha de graça. Dito de outra forma, as pessoas trabalham nas organizações com determinadas expectativas, bem como estão dispostas a trabalhar nessas organizações desde que sejam observadas as justas contrapartidas pelo seu esforço. Ou seja, ainda segundo Chiavenato (idem), desde que a organização dê ao trabalhador algum retorno pelo esforço empreendido, os trabalhadores estarão dispostos a se dedicar ao trabalho e às metas da organização. Na verdade, esta contrapartida é fruto de uma reciprocidade (256). Dessa forma, podemos concluir que remuneração é uma contrapartida dada pelas organizações às pessoas ( seus trabalhadores ). Ou melhor, segundo o mesmo Chiavenato (idem), remuneração é um tipo de recompensa a partir da contribuição do trabalhador para o alcance dos objetivos traçados pelos empresários. Ainda, segundo este autor, a remuneração total concedida ao funcionário é constituída, na contemporaneidade, de três componentes principais: (i) a remuneração básica que é o pagamento fixo que o funcionário recebe todos os meses (salário); (ii) incentivos salariais que são os componentes desenhados exclusivamente para recompensar os funcionários pelo bom desempenho. (bônus, participação nos resultados e nos lucros etc..); e (iii) os benefícios. Ou, como é também conhecido, remuneração indireta (férias, décimo terceiro, seguro de vida etc..) (Chiavenato, 2004: 257-258). Assim, repetindo o conceito central, para terminar esta sessão e melhor clarificar o entendimento sobre este tema controverso, remuneração total é o pacote de recompensas, quantificável, concedido ao trabalhador pelo desempenho de suas funções (Chiavenato, 2004: 258). Os Benefícios Sociais (Legais e Espontâneos) versus Incentivos. Benefícios são regalias e vantagens concedidas pelas organizações, a título de pagamento adicional dos salários à totalidade ou a parte de seus funcionários. Constituem geralmente um pacote de benefícios e serviços que faz parte da remuneração pessoal. Os benefícios e serviços sociais incluem uma variedade de facilidades e vantagens oferecidas pela organização, como assistência médico-hospitalar, etc. (...) Na verdade, os benefícios além do seu aspecto pecuniário ou financeiro servem para livrar os funcionários de uma série de transtornos, (...). Os benefícios sociais estão intimamente relacionados como aspectos da responsabilidade social da organização (Chiavenato, 2004: 314-315).

Como explicado na sessão anterior, a remuneração total, concedida aos trabalhadores, como forma de pagamento é composta, via de regra, de salário, benefícios e incentivos. Até aí não tem mistério. O que tem acontecido, e isto sim tem gerado sérios problemas de entendimento e erro de conceituação e, por conseguinte, sérios problemas na correta gestão dos subsistemas de RH, é a distinção entre o primeiro frente ao segundo, e vice-versa. Esta confusão, em minha percepção, é por conta do uso indevido de termos sinônimos (ou próximos) que geram um significativo mau entendimento e/ou de entendimento dúbio, que possa melhor diferir um do outro. Melhor explicando, está ocorrendo um grande equívoco conceitual nas organizações na medida em que se nomeia, erradamente, um benefício chamando-o de incentivo, e vice-versa. E, como não poderia ser diferente, o resultado desse equívoco pode gerar significativos contratempos visto que cada um tem a sua função e o seu objetivo; e, ambos, se complementam e são importantes na gestão global das organizações, no que diz respeito ao RH. Assim, e sem aprofundar neste tema, nossa preocupação será a de conceituar o que é benefício e incentivo e, também de forma rala, apontar possíveis desdobramentos pelo seu mau uso, bem como os problemas que poderemos encontrar com este uso equivocado. A - Benefícios Assim, e conforme já foi explicado na sessão anterior, vamos começar conceituando benefícios que podem ser entendidos como uma espécie de remuneração indireta. Ou seja, aquela que o trabalhador recebe a fim de satisfazer às suas necessidades individuais, proporcionando um ambiente mais harmonioso e com significativo bemestar. Ratificando, portanto, o papel de um programa de benefícios é o de levar aos trabalhadores bem-estar. Na era pós-industrial, a despeito de percepções equivocadas quanto à sua função e a seus usos, os benefícios têm se mostrado um importante aliado à gestão dos RH, na busca, retenção, parceirização e na satisfação do colaborador. Ou seja, e ainda se apropriando de Chiavenato (idem), os benefícios têm como meta, tornar a vida do trabalhador mais fácil e agradável. Ou melhor, os benefícios são regalias e vantagens a título de pagamento adicional dos salários. Ainda, e é bom que se diga, os benefícios, além do aspecto pecuniário ou financeiro servem para livrar os funcionários de uma série de transtornos. Dessa forma, os benefícios estão ligados ( associados ) com aspectos da responsabilidade social da organização (314-315). Porém, há que se ressaltar e grifar com todas as letras, de antemão, que os programas de benefícios não tem como função aumentar a produtividade do trabalhador, como se acredita corriqueiramente. Inclusive pela própria área de RH. Não é para isto que eles existem! Sua existência tem outra função e objetivo. Daí muitas dúvidas e controvérsias quanto ao tema em destaque,

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Conhecimentos Específicos mormente no âmbito do RH; e, por parte da gestão geral das organizações que, via de regra, tem este entendimento e/ou querem que os benefícios atuem com este fim (o de aumentar a produtividade do trabalhador). Esta intenção equivocada vem provocando enganos, desmotivação e erro conceitual sérios, em alguns casos. Estas interpretações equivocadas, quanto ao entendimento conceitual do uso dos benefícios, vem gerando longos debates não só nas organizações, como nos sindicatos de classe, no governo, como também, na academia. Ou seja, há que se melhor compreender o que vem a ser remuneração total, para que, só depois, venha a se ter à correta percepção / entendimento do tema benefícios, bem como sua concepção, concessão e administração. Assim, e repetindo para registrar e tentar não deixar qualquer dúvida, a primeira coisa que se deve dessacralizar é isto: os benefícios não são (ou não servem) para aumentar a produtividade do trabalhador. A natureza (ou a sua eficácia; ou a sua função) passam pelo aumento da qualidade de vida do trabalhador e/ou seu bem-estar. B - Os incentivos Já no caso dos pacotes de incentivos não. Sua natureza, função e justificativa são outros. Ou melhor, não basta remunerar um trabalhador para que ele atinja determinado ponto / meta. Ou seja, isto é necessário, mas não é, em alguns casos, o suficiente. Assim, a área de RH criou, na era pós-industrial, o que se convencionou chamar de um programa de incentivos ( ou pacotes ) que, via de regra, tem este escopo e missão: incentivar continuamente o trabalhador para, que ele ultrapasse o seu desempenho atual e alcance as metas e os resultados desafiantes formulados pelas organizações. Em contrapartida, o empresário gratifica o trabalhador através de mecanismos amplamente conhecidos e divulgados: bônus, participação no lucro etc. (Chiavenato, 2004: 288-292). A remuneração fixa (salários e benefícios) funciona, neste caso, como fator higiênico. Ou seja, não tem como objetivo alcançar este patamar de incentivo e de superação. Não foi para isto que eles foram criados. No caso dos pacotes de incentivos, não! Via de regra, tal modelo complementar remuneratório, destina-se a induzir que os trabalhadores trabalhem em benefício da organização. Que superem obstáculos e alcancem novos patamares de desempenho. Por que Incentivos? Assim, em função do exposto acima, peço licença para fazer um parêntese neste instante. Não há espaço aqui, neste artigo, para se criar nenhum juízo de valor quanto ao mundo capitalista que vivemos e/ou a política econômica adotada pelas nações. O que se percebe é que a concorrência é perversa e acirrada, e que a questão ética tem sido esquecida nas gavetas dos grandes escritórios das grandes corporações e nações por todo o planeta. Assim, ao que parece, as empresas procuram, dentro de artifícios criativos, como os pacotes de incentivos, por exemplo, aumentar as suas margens de lucro, bem como aumentar a sua produtividade sem, contudo, aumentar

seus custos de produção etc.. Sem nenhuma crítica, este modelo remuneratório complementar ( pacote de incentivos ) vem ganhando adeptos e espaço nas organizações, em função de que ele passa a ser uma via de mão dupla. Ou melhor, ele nada mais é do que um contrato de risco entre o trabalhador e o empregador. Se o empregador atingir suas metas gerais ou setoriais pré-estabelecidas e pactuadas, os trabalhadores se beneficiam desta situação. Assim, ambos ficam felizes. Implantando uma Política de Incentivos Administrar pessoas não é como administrar cabras, estoque físico etc.. Administrar pessoas requer algumas expertises que, via de regra, não atentamos e desconsideramos na equação organizacional. Isto porque, ao que parece, os empresários, nesses casos, só levam em consideração as variáveis econômicofinanceira, tecnológica e de produção; e, esquecem a variável incontrolável: gente. Pessoas não gostam de ser manipuladas e/ou tratadas como crianças ou seres apatetados! Ou melhor, pessoas não são seres passivos; ou, como alguns gostam de pensar, seres facilmente controláveis. Se fosse assim não haveria a necessidade de se ter uma área de RH. Se fosse assim, tudo seria controlável e o mundo não seria tão imprevisível como é. Na verdade, quando criamos um novo pacote de incentivos em nossas organizações, estamos, por definição, estabelecendo mecanismos de recompensas e/ou punição. Ou melhor, quando implantamos sistemas de incentivos pretendemos aumentar nossa produção, produtividade, margem de lucro e, no que diz respeito ao trabalhador, estamos acenando com algum tipo de gratificação. Se quisermos usar uma metáfora. Poderíamos dizer que as organizações são como balanças. As pessoas contribuem e, as organizações, recebem sua contrapartida pela contribuição. A contribuição das pessoas é em termos de trabalho, dedicação, tempo e esforço e, a retribuição recebida por este desempenho, deve ser em forma de recompensa, promoções, prêmios e reconhecimento (Chiavenato, 2004: 288-291). Assim, a concessão de um pacote de incentivos deve respeitar alguns pontos importantes que devem ser observados a fim de que não tenhamos sérios problemas de diversas naturezas: (i) o incentivo deve ser percebido como desejável pelos trabalhadores e que gere uma mudança duradoura não só no ambiente organizacional, mas também no trabalho desempenhado pelo empregado; (ii) a gestão de RH deve cuidar para que esta concessão não se esvazie com o tempo; (iii) a gestão de RH deve cuidar para que esta ação não provoque quebra da motivação e que não haja boicotes nem conflitos interpessoais entre as equipes de trabalho. Isto porque, incentivos devem atuar como estímulo e não como instrumentos de disputas internas; (iv) os pacotes de incentivos devem estar ligados às atividades simples e repetitivas. Ou melhor, atividades que não exijam dos trabalhadores raciocínio.

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Conhecimentos Específicos Portanto, as atividades consideradas interessantes, este investimento é desnecessário e ineficaz; (v) Os profissionais de RH têm que ter em mente que, nos planos de incentivos (quer queiramos ou não) punem. Ou melhor, a punição esta embutida; e, (vi) os planos de incentivos, mesmo com todos os aspectos positivos, não são naturais, são controladores e manipuladores (Kohn, 1998: 47-69). Portanto, e sem aprofundar visto que o espaço não permite, a moderna gestão de RH, no limite, deve estimular um ambiente de trabalho em equipe, equilibrado, produtivo e de cooperação. Cabe ao RH criar mecanismos em que o desenvolvimento das habilidades e os conhecimentos permeiem as organizações e estas produzam melhores produtos e serviços para uma vida melhor a todos. A crítica de alguns pesquisadores quanto a alguns programas de incentivos se prende ao fato de que algum desses pacotes está calcado na suposição de que a eficácia está na soma dos desempenhos. O que é um erro crasso. Porém, e para concluir esta sessão, devemos apontar e significar esta ação de RH (os pacotes de incentivos) como importantes e não lesivos às organizações da era pós-industrial. O que devemos refletir é o como, onde, de que maneira e com que transparência poderemos adotar tais procedimentos. Dessa forma teremos empresas mais justas, inclusivas e cidadãs. III - Reflexões Conclusivas Temos que entender que o mundo mudou. Isto é inescapável e inquestionável! Por outro lado, temos que estar sensíveis ao contexto das mudanças e as implicações dessas transformações sistêmicas, nos subsistemas de RH. Isto porque é inegável e impossível de que não ocorram, impactos nessa relação, já que tudo está interligado. Assim, quero terminar este artigo apresentando uma reflexão interessante, apresentada pelos consultores Wood Jr. e Picarelli Filho (2004) em um livro intitulado: Remuneração Estratégica, de autoria destes consultores. Dessa forma, penso que melhor concluirei minha reflexão quanto ao que escrevo ao longo dessas linhas. Segundo estes consultores, como afirmo no início desta conclusão, estamos vivendo mudança sobre mudança. Estas mudanças, de tantas, agora ocorrem de fora-paradentro em nossas organizações e de dentro-para-fora em velocidade estonteante. Nossas empresas, diuturnamente, são convocadas a administrá-las. Assim, estes dois consultores apresentaram neste livro, que cito acima, um esquema que, em parte, será reproduzido a seguir e que atesta bem o paradigma atual que vivemos; e, que de certa forma nos leva a crer que remunerar á fator estratégico e imprescindível realmente. Assim, segundo estes autores, estamos sendo vítimas de pressões externas e internas. Estas pressões precisam ser conhecidas por nós.

Do contrário não saberemos que medida tomar. Assim, transcreverei algumas dessas pressões e partirei para a conclusão do artigo, propriamente dito. As pressões externas: (i) o mundo e as organizações têm intensificado a competição de forma generalizada; (ii) há uma tendência global com vistas à modificação da política industrial das nações; (iii) há uma crescente (e acirrada) disputa pelos mercados externos e por novas políticas voltadas ao comércio exterior, na busca incessante por novos mercados e parceiros estratégicos; (iv) o consumidor dessa nova ordem ganha o espaço da centralidade; e (v) a relação com a comunidade ganha novos contornos e importância (Wood Jr. e Picarelli Filho, 2004: 30). No outro lado da moeda, ou melhor, no âmbito das pressões internas: (i) há um aumento significativo dos conflitos internos por poder; (ii) há uma maior exigência, por parte dos trabalhadores, por maior autonomia e independência no trabalho; (iii) a demanda por atividades mais criativas e motivadoras estão em alta no seio da classe trabalhadora; (iv) a tecnologia da informação é uma realidade em todos os escritórios e/ou nos locais onde o trabalho é produzido e desenvolvido; e, (v) a formação escolar do trabalhador está aumentando gradativamente nos países em desenvolvimento (Wood Jr. e Picarelli Filho, 2004: 30). Com uma ressalva, não a qualidade do ensino, mas a escolarização média. Está claro para qualquer um que os antigos modelos de trabalho, relações de trabalho, sistemas de controle e outros, estão sendo substituídos por modelos mais apropriados à nova ordem econômica, social, cultural e política. Dito de outra forma, o modelo burocrático clássico de administrar e gerir RH, está em franca fase de transformação e mutação. Assim, a modernização da gestão empresarial e a adoção de novos modelos de organização do trabalho tendem a tornar as formas tradicionais de remuneração anacrônicas e ultrapassadas e devem ser repensadas, bem como novos modelos remuneratórios devem ser implantados no sentido de dar uma melhor dinâmica à relação capital versus trabalho. Remunerar da forma clássica (salários e benefícios) é um modelo que não agrega mais valor nem, por outro lado, atrai talentos e os parceiriza. É um modelo que está sendo deixado para trás por todas as empresas do novo milênio. Assim e para concluir, e sem esgotar o assunto, remunerar corretamente virou importante / imprescindível para as organizações que pretendem surfar na frente das demais empresas que concorrem em seu mesmo nicho de mercado. Para que isto seja possível, as organizações estão sendo forçadas a substituir seus antigos modelos mecanicistas de remuneração impostos pela ótica taylorista-fordista, do início do século passado, para migrar para modelos mais modernos e que consigam melhor flexibilizar (de forma equilibrada) a multiplicidade do mundo moderno. Ou melhor, as organizações deverão substituir seus sistemas de remuneração por modelos mais flexíveis e mais alinhados à nova realidade econômica da era pós-

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Conhecimentos Específicos industrial, bem como estes novos modelos remuneratórios (salários, benefícios e incentivos) deverão estar alinhados aos objetivos estratégicos da organização. Por conta disto, estes objetivos deverão ser factíveis e ao mesmo tempo desafiadores e inteligentes; e, no limite, terão de atender e conseguir abraçar as expectativas dos trabalhadores visto que, como sabemos, eles são o novo nexo com o cliente.

Fonte: www.planalto.gov.br Degrau Cultural

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Conhecimentos Específicos

TREINAMENTO, DESENVOLVIMENTO E EDUCAÇÃO a) Treinamento e desenvolvimento na organização empresarial é equivalente a aperfeiçoamento. Esse aperfeiçoamento baseia-se na idéia de que o profissional teve sua formação acadêmica, mas no dia-a-dia da empresa novas experiências vão se agregando, de forma a trazer informações que devem ser organizadas num processo cognitivo de produção positiva. b) Capacitar um profissional nas necessidades da empresa busca atingir um aperfeiçoamento adequado do subsistema, visando atender o objetivo maior que é o complexo funcionamento do sistema organizacional. c) Saber quando aplicar o aperfeiçoamento é tão importante quando à sua efetiva aplicação. Se determinado num momento impróprio, os resultados poderão ser desanimadores e o projeto desenvolvido pode ficar comprometido com a confiança. d) Dessa forma o RH deve acompanhar a trajetória dos profissionais através de pesquisas junto ao grupo (relatório, entrevista, questionário, etc), detectando evolução ou monotonia técnica que existam. Também deve pesquisar os objetivos da empresa, sua forma e campo de atuação naquele momento, disponibilidade financeira, etc. Com esses dados colhidos o RH deve cruzar as informações e extrair qual o ponto de aperfeiçoamento a ser trabalhado, o tempo que dispõe e a forma como vai realizar. Ex.: Uma empresa com atividade desenvolvida em fabricação de telefone resolve informatizar o seu departamento de pedidos. Deve-se extrair um relatório com as variações que determinam a capacidade interna para treinar e o tempo que se disponibilizará para isto. e) O treinamento poderá se dar na própria dependência da empresa ou de forma terceirizada, com a contratação de empresas que atuam especificamente naquela área a ser aperfeiçoada, com programas fora do nicho da empresa. Contribuição do Pedagogo no Processo de Treinamento e Desenvolvimento nos Recursos Humanos. É importante ressaltar que quando nos referimos a atuação pedagógica na área detreinamentoe desenvolvimento na área de RH, precisamos entender primeiramente como ocorre a aprendizagem organizacional. Analisamos que a atuação do pedagogo na empresa é de vital importância, porque ele precisa ser visionário, este profissional deve conhecer os setorese as tarefas desenvolvidas nestes. Deve acompanhar, por um certo tempo a adaptação do novo funcionário com seu chefe e colegas. Compreendemos que o treinamento e o desenvolvimento da empresa é uma das principais áreas de atuação do pedagogo. Sabemos que já passou a época em que o pedagogo ocupava-se somente da educação infantil. Vivencia-se que hoje dispõe de uma vasta área de atuação que inclui, além de ensino, empresas dos mais variados setores.

Amplia-se ser fundamental separar o que é escolar e o que é educativo. O pedagogo pode atuar em todas as áreas que requerem um trabalho educativo, sabe-se que a educação é uma tarefa que se realiza como resposta as exigências sociais; as aspirações e expectativas dos alunos, ou educandos, decorrentes de seu meio familiar e social; aos conflitos existentes entre os diferentes grupos da sociedade, os que detêm o poder desejam garanti-lo através da educação; os que buscam alcançar o poder vêem na educação um instrumento para conseguir tal fim. A educação, por sua vez, responde, ainda, ao desenvolvimento produtivo cultural de um povo, bem como ao tipo de sua organização econômica. A forma de pensar educação está intimamente relacionada com a visão de mundo que se tenha. Se considerarmos que as mudanças sociais ocorrem por um acúmulo acidental de fatos, isolados e independentes, e que tais mudanças sociais ocorrem por um conjunto acidental de fatos, isolados e independentes, e que tais mudanças são lentas e graduais, a educação visa a transmitir o saber organizacional social e culturalmente, de geração a geração, no sentido de preservar um patrimônio cultural universal. Observamos que já passou a época em que o pedagogo ocupava-se somente da educação infantil. Vivencia-se que hoje dispõe de uma vasta área de atuação que inclui, além de ensino, empresas dos mais variados setores. Ampliase ser fundamental separar o que é escolar e o que é educativo. O pedagogo pode atuar em todas as áreas que requerem um trabalho educativo, sabe-se que a educação é uma tarefa que se realiza como resposta as exigências sociais; as aspirações e expectativas dos alunos, ou educandos, decorrentes de seu meio familiar e social; aos conflitos existentes entre os diferentes grupos da sociedade, os que detêm o poder desejam garanti-lo através da educação; os que buscam alcançar o poder vêem na educação um instrumento para conseguir tal fim. A educação, por sua vez, responde, ainda, ao desenvolvimento produtivo cultural de um povo, bem como ao tipo de sua organização econômica. A forma de pensar educação está intimamente relacionada com a visão de mundo que se tenha. Se considerarmos que as mudanças sociais ocorrem por um acúmulo acidental de fatos, isolados e independentes, e que tais mudanças sociais ocorrem por um conjunto acidental de fatos, isolados e independentes, e que tais mudanças são lentas e graduais, a educação visa a transmitir o saber organizacional social e culturalmente, de geração a geração, no sentido de preservar um patrimônio cultural universal. O pedagogo empresarial deve-se focar no mercado de trabalho atual, investindo seus conhecimentos em duas direções: no funcionário e no produto, ou seja resultado final da empresa. No primeiro caso trata-se da atuação no departamento de Recursos Humanos (RH), realizando atividades relacionadasao treinamento e desenvolvimento do trabalhador, ou seja, o pedagogo é o responsável pela criação de projetos educacionais que visam facilitar o aprendizado dos funcionários. Para tanto, realiza pesquisas para verificar quais as necessidades de

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Conhecimentos Específicos aprimoramento de cada um e qual o método pedagógico é mais adequado, a partir daí, trabalha-se em conjunto com os outros profissionais de RH na aplicação e coordenação de projetos.Estuda-se que em um primeiro momento, o Pedagogo era contratado para atuar nos famosos Centros de Treinamento das Empresas. Estes espaços eram específicos em treinar o funcionário nas diversas tarefas que eles teriam de realizar no seu trabalho, os cursos funcionavam quase como um adestramento. Nestes contextos os Pedagogos definiam horários, métodos de ensino e avaliação, e orientavam os instrutores operacionais leigos em didática, como “treinar”. A eficácia era o quanto os funcionários sabiam fazer a tarefa, com rapidez e qualidade.Verifica-se que a preocupação da empresa naquele momento era a de ter um trabalhador que tivesse uma escolaridade básica, o conhecimento técnico da atividade que iria desenvolver e que não promovesse conflitos. Por isso, dentro da área de treinamento, existia a preocupação com a adaptação pacífica do empregadoao posto de trabalho. Dessa maneira, dentro do processo de treinamento estavam os cursos de relações humanas, que na maioria das vezes eram ministrados pelo Pedagogo em parceria com o Psicólogo. No primeiro instante da presença do Pedagogo na empresa a sua atuação estava voltada para a coordenação de programas educativos, como a viabilização de programas de ensino normal que proporcionassem a escolaridade básica aos empregados que não tinham; a condução dos programas de treinamentos, o planejamento, a organização, a avaliação dos treinamentos, a formação de instrutores, e ainda ministrava cursos de relações humanas, motivação e liderança. A ênfase da sua prática estava no pedagógico, no sentido de trabalhar com o processo de aprendizagem dentro dos programas de ensino formal e dos treinamentos, para atender as necessidades que a empresa tinha de possuir um trabalhador que soubesse ler, escrever, contar e ser especialista em determinada função.

A formação de uma subjetividade abnegada, moldável, competitiva, tendo como objetivo tornar eficiente e eficaz o processo de extração da mais valia é o principal requisito. Este modelo evoca uma construção ideológica com objetivo de adequar produtividade e competitividade à lógica de produção e reprodução do sistema. No quadro da empresa atual encontra-se o pedagogo no espaço predominantemente pedagógico. Logo em função de toda a mudança, o pedagogo tem que ser uma pessoa mais crítica e visionária, muito capaz de se adaptar a mudança, muito mais flexível, que contribua efetivamente para o processo empresarial, com objetivo primordial de Apresentar de forma prática e teórica a função da área de Treinamento e Desenvolvimento de Pessoal, bem como sua utilização para atingir os objetivos organizacionais. Transmitir técnicas de levantamento de necessidades, elaboração, mensuração, dos programas de treinamento. Compreender e elaborar formas de mensurar resultados em treinamento e desenvolvimento. Transmitir técnicas de levantamento de necessidades, elaboração, mensuração, dos programas de treinamento. Compreender e elaborar formas de mensurar resultados em treinamento e desenvolvimento.

O modelo flexível atual paradigma do setor produtivo, exige um novo perfil de trabalhador, no qual as capacidades subjetivas do indivíduo são essenciais. Este modelo apresenta uma outra lógica de utilização da força de trabalho: divisão menosacentuada do trabalho, integração mais pronunciada de funções. Palangana & Bianchetti(1995) destacam que as exigências intelectuais são maiores e distintas das que predominavam durante o modelo tayloristafordista. Em função da prática produtiva, da automação e flexibilização, há uma apelação para o saber fazer, principalmente para a capacidade de dominar vários segmentos de uma linha produtiva, sendo a palavra de ordem polivalência da mão-de-obra: maior versatilidade na ocupação do posto de trabalho, formação geral ampliada, formação técnica, envolvimento com a qualidade e atenuação de barreiras entre diferentes categorias de trabalhadores. Um momento em que a capacidade manual não é mais imprescindível, mas a capacidade cognitiva e emocional são os fatores de desenvolvimento e produtividade a empresa reivindica a “mente e o coração” do indivíduo, e essa captura exige uma ação pedagógica muito contundente com vista no controle do trabalhador e do processo de trabalho.

Fonte: www.fbr.br/adm.caldas

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Conhecimentos Específicos

REDAÇÃO OFICIAL Correspondência Correspondência é qualquer forma de comunicação escrita entre duas pessoas ou entidades. Isso inclui um simples bilhete informal, despreocupado e íntimo, até o ofício com suas formalidades e seu tom grave. São inúmeros os tipos de correspondência, mas podemos citar três como os mais importantes: oficial, comercial e particular. Nos concursos públicos, temos questões referentes à correspondência oficial. Por isso trataremos dela nesta apostila. Correspondência Oficial

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requisição termo O que é o Manual de Redação da Presidência da República

Em 1991, criou-se uma comissão para simplificar, uniformizar e atualizar as normas da redação dos atos e comunicações oficiais, pois eram utilizados os mesmos critérios desde de 1937. A obra, denominada Manual de Redação da Presidência da República, dividiu-se em duas partes: a primeira trata das comunicações oficiais, a segunda cuida dos atos normativos no âmbito Executivo. Os responsáveis pelas duas partes foram, respectivamente, o diplomata Nestor Forster Jr. e o, então, Ministro Gilmar Mendes.

Muito freqüente entre órgãos públicos e entre pessoas ou empresas e órgãos públicos, a correspondência oficial tem um aspecto para o qual poucos atentam: ela inclui textos que têm caráter documental e jurídico mesmo que tramitem apenas entre pessoas. É o caso da declaração, da ata, do atestado, do parecer etc.

Em 2002, uma revisão adequou o manual aos avanços da informática.

Existem as mais variadas divisões sobre os tipos de correspondência oficial, que podem ser vistas em vários livros que tratam do assunto. A divisão mais didática e completa foi dada pelo Prof. Cauby de Souza em Normas sobre Correspondência, Comunicação e Atos Oficiais (MEC-1972):

Caso o leitor se interesse pelo texto na íntegra, deve acessar o site www.presidenciadarepublica.gov.br.

• abaixo-assinado • acórdão • alvará • ato • auto • boletim • certificado • citação • comunicação: apostila, ata, aviso, certidão, circular, contrato, convênio, curriculum-vitae, declaração, decreto, edital, ementa, exposição de motivos, informação, instrução, lei, memorando, mensagem, ofício, ordem de serviço ou instrução, parecer, petição, portaria, regulamento, relatório, requerimento, resolução, telegrama, telex, voto. • consulta • convenção • decisão • diploma • ementa • estatuto • fórmula • guia • indicação • manifesto • memorial • moção • norma • notificação • procuração • proposição • protocolo • provisão • recomendação • registro

Esta apostila é uma síntese dos fatos mais importantes desse manual. É nessa obra revista que se baseiam os comentários aqui feitos.

Redação Oficial Impessoalidade, uso de padrão culto da linguagem, clareza, concisão, formalidade e uniformidade, essas são as características de toda redação oficial. Elas estão no Artigo 37 da Constituição “A administração pública direta, indireta, ou fundacional, de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência (...)”. É inconcebível que uma comunicação oficial não possa ser entendida por qualquer cidadão, assim sendo a publicidade citada na Constituição implica necessariamente clareza e concisão. Outro aspecto importante é a interpretação do texto oficial. Ela deve ser sempre impessoal e uniforme, para que possa ser única; isso pressupõe o uso de certo nível de linguagem: o padrão culto. A uniformidade da redação oficial é imprescindível, pois há sempre um único emissor (o Serviço Público) e dois possíveis receptores (o próprio Serviço Público ou os cidadãos). Isso não quer dizer que a redação oficial deva ser árida e infensa à evolução da língua. A sua finalidade básica – comunicar com impessoalidade e máxima clareza – impõe certos parâmetros ao uso que se faz da língua, de maneira diversa daquele da literatura, do texto jornalístico, da correspondência particular etc. Características da Redação Oficial Impessoalidade A comunicação se efetiva pela presença de três

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Conhecimentos Específicos pessoas: a) alguém que comunique – emissor; b) algo a ser comunicado – mensagem; c) alguém que receba essa comunicação – receptor.

Ressalte-se ainda que o jargão burocrático, como todo jargão, deve ser evitado, pois terá sempre sua compreensão limitada. Formalidade e Padronização

Na redação oficial, o emissor é sempre o Serviço Público (este ou aquele Ministério, Secretaria, Departamento, Divisão, Serviço, Seção).

As comunicações oficiais devem ser sempre formais: são necessárias certas formalidades de tratamento. Isso diz respeito:

A mensagem é sempre algum assunto relativo às atribuições do órgão que comunica.

a) ao correto emprego do pronome de tratamento para uma autoridade de certo nível; b) à polidez; c) à civilidade no próprio enfoque dado ao assunto do qual cuida a comunicação.

O receptor dessa comunicação ou é o público, o conjunto dos cidadãos, ou outro órgão público, do Executivo, do Legislativo ou do Judiciário. A impessoalidade que deve ser característica da redação oficial decorre: a) da ausência de impressões individuais de quem comunica: obtém-se, assim, uma desejável padronização, que permite que comunicações elaboradas em diferentes setores da Administração guardem entre si certa uniformidade; b) da impessoalidade de quem recebe a comunicação: ela pode ser dirigida a um cidadão, sempre concebido como público, ou a outro órgão público – em um e outro casos temos um destinatário concebido de forma homogênea e impessoal; c) do caráter impessoal do próprio assunto tratado: o tema das comunicações oficiais se restringe a questões que dizem respeito ao interesse público. Na redação oficial não há lugar para impressões pessoais, ela deve ser isenta da interferência da individualidade de quem a elabora. Linguagem das Comunicações Oficiais Deve empregar linguagem padrão nos expedientes oficiais, cuja finalidade primeira é a de informar com clareza e objetividade. Os atos oficiais ou estabelecem regras para a conduta dos cidadãos ou regulam o funcionamento dos órgãos públicos, o que só é alcançado se em sua elaboração for empregada a linguagem adequada. As gírias, os regionalismos vocabulares, os jargões técnicos, ou qualquer outro tipo de linguagem de um grupo específico são proibidos, pois as comunicações que partem dos órgãos públicos devem ser compreendidas por todo e qualquer cidadão brasileiro. Não há dúvida de que qualquer texto que apresente tais linguagens terá sua compreensão dificultada. A língua escrita compreende diferentes níveis, de acordo com o uso que dela se faça. Não podemos nos esquecer de que o texto oficial deve ser claro e objetivo e por seu caráter impessoal, por sua finalidade de informar com o máximo de clareza e concisão, ele requer o uso do padrão culto da língua. O padrão culto é aquele em que: a) se observam as regras da gramática formal; b) se emprega um vocabulário comum ao conjunto dos usuários do idioma.

A formalidade de tratamento vincula-se à idéia de a administração federal ser una, portanto as comunicações devem seguir um determinado padrão. A clareza datilográfica, o uso de papéis uniformes para o texto definitivo e a correta diagramação do texto são indispensáveis para a padronização. Concisão e Clareza Uma das qualidades de um texto é a concisão. Conciso é o texto que consegue transmitir um máximo de informações com um mínimo de palavras. Existe um princípio de economia lingüística, e a concisão atende a esse princípio. Não se deve de forma alguma entendê-la como economia de pensamento. Trata-se exclusivamente de cortar palavras inúteis, redundâncias, passagens que nada acrescentem ao que já foi dito. A clareza deve ser a qualidade básica de todo texto oficial. Pode-se definir como claro aquele texto que possibilita imediata compreensão pelo leitor. Ela depende estritamente das demais características da redação oficial. Para que haja clareza é necessário: a) b) c) d)

a impessoalidade; o uso do padrão culto de linguagem; a formalidade e a padronização; a concisão. As Comunicações Oficiais

Além de seguir os preceitos de impessoalidade, formalidade, padronização, clareza, concisão e uso do padrão culto de linguagem, a Redação Oficial tem características específicas para cada tipo de expediente. Outros aspectos comuns a quase todas as modalidades de comunicação oficial são o emprego dos pronomes de tratamento, a forma dos fechos e a identificação do signatário. Pronomes de Tratamento O uso de pronomes de tratamento é a forma respeitosa de nos dirigirmos às autoridades civis, militares e eclesiásticas.

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Conhecimentos Específicos Concordância com os Pronomes de Tratamento Os pronomes de tratamento apresentam certas peculiaridades quanto à concordância verbal, nominal e pronominal: a) referem-se à segunda pessoa gramatical (à pessoa com quem se fala, ou a quem se dirige a comunicação); b) concordam com a terceira pessoa (aquele de quem se fala). Assim sendo, os pronomes possessivos referidos a pronomes de tratamento são sempre os da terceira pessoa: “Vossa Senhoria levará seu secretário” (e não “vosso”). Os adjetivos que se referem a esses pronomes concordam com o sexo da pessoa a quem se dirigem, e não com o substantivo que compõe a locução. Assim, se nosso interlocutor for homem, o correto é “Vossa Excelência está preocupado”, “Vossa Senhoria será eleito”; se for mulher, “Vossa Excelência está preocupada”, “Vossa Senhoria será eleita”. Emprego dos Pronomes de Tratamento Vossa Excelência, em comunicações dirigidas às seguintes autoridades: a) do Poder Executivo: Presidente da República; Vice-Presidente da República; Ministros de Estado; Governadores (e Vice) de Estado e do Distrito Federal; Oficiais-Generais das Forças Armadas; Embaixadores; Secretários-Executivos de Ministérios e demais ocupantes de cargos de natureza especial; Secretários de Estado dos Governos Estaduais; Prefeitos Municipais. b) do Poder Legislativo: Deputados Federais e Senadores; Ministro do Tribunal de Contas da União; Deputados Estaduais e Distritais; Conselheiros dos Tribunais de Contas Estaduais; Presidentes das Câmaras Legislativas Municipais. c) do Poder Judiciário: Ministros dos Tribunais Superiores; Membros de Tribunais; Juízes; Auditores da Justiça Militar. O vocativo a ser empregado em comunicações dirigidas aos Chefes de Poder é Excelentíssimo Senhor, seguido do cargo respectivo: Excelentíssimo Senhor Presidente da República; Excelentíssimo Senhor Presidente do Congresso Nacional; Excelentíssimo Senhor Presidente do Supremo Tribunal Federal. As demais autoridades serão tratadas com o vocativo Senhor, seguido do cargo respectivo:

Senhor Senador; Senhor Juiz; Senhor Ministro; Senhor Governador. No envelope, o endereçamento das comunicações dirigidas às autoridades tratadas por Vossa Excelência, obedecerá à seguinte forma: A Sua Excelência o Senhor Fulano de Tal Ministro de Estado da Justiça 70.064-900 – Brasília. DF A Sua Excelência o Senhor Senador Fulano de Tal Senado Federal 70.165-900 – Brasília. DF A Sua Excelência o Senhor Fulano de Tal Juiz de Direito da 10a Vara Cível Rua ABC, no 123 01.010-000 – São Paulo. SP Fica abolido o uso do tratamento digníssimo (DD) às autoridades arroladas acima. A dignidade é pressuposto para que se ocupe qualquer cargo público, sendo desnecessária sua repetida evocação. Vossa Senhoria é empregado para as demais autoridades e para particulares. O vocativo adequado é Senhor seguido do cargo do destinatário: Senhor Chefe da Divisão de Serviços Gerais. No envelope, deve constar do endereçamento: Ao Senhor Childerico Namor Rua Embaixador Cavalcante Lacerda, no 386 05591-010 – São Paulo – SP Como se depreende do exemplo acima, fica dispensado o emprego do superlativo ilustríssimo para as autoridades que recebem o tratamento de Vossa Senhoria e para particulares. É suficiente o uso do pronome de tratamento Senhor. Acrescente-se que doutor não é forma de tratamento, e sim título acadêmico. Evite usá-lo indiscriminadamente. Seu emprego deve ser restrito apenas a comunicações dirigidas a pessoas que tenham tal grau por terem concluído curso universitário de doutorado. Nos demais casos, o tratamento Senhor confere a desejada formalidade às comunicações. Mencionemos ainda a forma Vossa Magnificência, empregada, por força da tradição, em comunicações dirigidas a reitores de universidade. Corresponde-lhe o vocativo: Magnífico Reitor, Para a hierarquia eclesiástica, os pronomes de tratamento são: Vossa Santidade, em comunicações dirigidas ao Papa. O vocativo correspondente é:

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Conhecimentos Específicos Santíssimo Padre, Vossa Eminência ou Vossa Eminência Reverendíssima, em comunicações aos Cardeais. Corresponde-lhe o vocativo: Eminentíssimo Senhor Cardeal, ou Eminentíssimo e Reverendíssimo Senhor Cardeal, Vossa Excelência Reverendíssima é usado em comunicações dirigidas a Arcebispos e Bispos; Vossa Reverendíssima ou Vossa Senhoria Reverendíssima para Monsenhores, Cônegos e superiores religiosos. Vossa Reverência é empregado para sacerdotes, clérigos e demais religiosos. Fechos para Comunicações O fecho das comunicações oficiais possui, além da finalidade óbvia de arrematar o texto, a de saudar o destinatário. Os modelos para fecho que vinham sendo utilizados foram regulados pela Portaria no 1 do Ministério da Justiça, de 1937, que estabelecia quinze padrões. Com o fito de simplificá-los e uniformizá-los, a Instrução Normativa nº 4, de 6 de março de 1992, estabelece o emprego de somente dois fechos diferentes para todas as modalidades de comunicação oficial: a) para autoridades superiores, inclusive o Presidente da República: Respeitosamente, b) para autoridades de mesma hierarquia ou de hierarquia inferior: Atenciosamente, Identificação do Signatário Excluídas as comunicações assinadas pelo Presidente da República, todas as demais comunicações oficiais devem trazer o nome e o cargo da autoridade que as expede, abaixo do local de sua assinatura. A forma da identificação deve ser a seguinte:

com a edição do Manual de Redação da Presidência da República busca-se racionalizar e padronizar a redação das comunicações oficiais, pela atualização da linguagem nela empregada e uniformização das diversas modalidades de expedientes; e tendo em vista que é meta do Governo Federal modernizar a Administração, permitindo acelerar o andamento de comunicações e processos e reduzir despesas. RESOLVE: baixar esta Instrução Normativa com a finalidade de consolidar as regras constantes no Manual de Redação da Presidência da República, tornando obrigatória sua observação para todas aquelas modalidades de comunicação oficial comuns que compõem a Administração Federal. Padrão Ofício Há três tipos de expedientes que se diferenciam antes pela finalidade do que pela forma: o ofício, o aviso e o memorando. Com o fito de uniformizá-los, podese adotar uma diagramação única, que siga o que chamamos de padrão ofício. As peculiaridades de cada um serão tratadas adiante; por ora busquemos as suas semelhanças. Partes do documento no Padrão Ofício O aviso, o ofício e o memorando devem conter as seguintes partes: a) tipo e número do expediente, seguido da sigla do órgão que o expede: Exemplos: Mem. 123/MF Aviso 123/SG Of. 123/DP b) local e data em que foi assinado, por extenso, com alinhamento à direita: Exemplo:

(espaço para assinatura) AUSTRAGÉSILO DE OLIVEIRA Ministro da Fazenda

Brasília, 15 de março de 1991. c) assunto: resumo do teor do documento Exemplos:

Instrução Normativa 4/92 O Diário Oficial da União publicou, em 9 de março de 1992, Decreto nº 486, de 6 de março de 1992, em que o Presidente estabeleceu regras para a redação de atos normativos do Poder Executivo. No mesmo dia, a Secretaria de Administração Federal baixou a Instrução Normativa nº 4, tornando obrigatória, nos órgãos da administração federal, a observação das modalidades de comunicação oficial, constantes no Manual de Redação da Presidência da República. Eis a instrução Normativa. Instrução Normativa nº 4, de 6 de março de 1992. O SECRETÁRIO DA ADMINSITRAÇÃO FEDERAL no uso da atribuição (que lhe confere o art. 10 da Lei nº 8.057, de 29 de junho de 1990), e considerando que

Assunto: Produtividade do órgão em 2002. Assunto: Necessidade de aquisição de novos computadores. d) destinatário: o nome e o cargo da pessoa a quem é dirigida a comunicação. No caso do ofício deve ser incluído também o endereço. e) texto: nos casos em que não for de mero encaminhamento de documentos, o expediente deve conter a seguinte estrutura: – introdução, que se confunde com o parágrafo de abertura, na qual é apresentado o assunto que motiva a comunicação. Evite o uso das formas: “Tenho a honra de”, “Tenho o prazer de”, “Cumpre-me informar que”, empregue a forma direta;

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Conhecimentos Específicos – desenvolvimento, no qual o assunto é detalhado; se o texto contiver mais de uma idéia sobre o assunto, elas devem ser tratadas em parágrafos distintos, o que confere maior clareza à exposição; – conclusão, em que é reafirmada ou simplesmente reapresentada a posição recomendada sobre o assunto.

invoca o destinatário, seguido de vírgula.

Os parágrafos do texto devem ser numerados, exceto nos casos em que estes estejam organizados em itens ou títulos e subtítulos.

Devem constar do cabeçalho ou do rodapé do ofício as seguintes informações do remetente:

Já quando se tratar de mero encaminhamento de documentos a estrutura é a seguinte: – introdução: deve iniciar com referência ao expediente que solicitou o encaminhamento. Se a remessa do documento não tiver sido solicitada, deve iniciar com a informação do motivo da comunicação, que é encaminhar, indicando a seguir os dados completos do documento encaminhado (tipo, data, origem ou signatário, e assunto de que trata), e a razão pela qual está sendo encaminhado, segundo a seguinte fórmula: “Em resposta ao Aviso nº 12, de 1º de fevereiro de 1991, encaminho, anexa, cópia do Ofício nº 34, de 3 de abril de 1990, do Departamento Geral de Administração, que trata da requisição do servidor Fulano de Tal.” ou “Encaminho, para exame e pronunciamento, a anexa cópia do telegrama no 12, de 1o de fevereiro de 1991, do Presidente da Confederação Nacional de Agricultura, a respeito de projeto de modernização de técnicas agrícolas na região Nordeste.” – desenvolvimento: se o autor da comunicação desejar fazer algum comentário a respeito do documento que encaminha, poderá acrescentar parágrafos de desenvolvimento; em caso contrário, não há parágrafos de desenvolvimento em aviso ou ofício de mero encaminhamento.

Exemplos: Excelentíssimo Senhor Presidente da República Senhora Ministra Senhor Chefe de Gabinete

– nome do órgão ou setor; – endereço postal; – telefone e endereço de correio eletrônico. Memorando O memorando é a modalidade de comunicação entre unidades administrativas de um mesmo órgão, que podem estar hierarquicamente em mesmo nível ou em nível diferente. Trata-se, portanto, de uma forma de comunicação eminentemente interna. Pode ter caráter meramente administrativo, ou ser empregado para a exposição de projetos, idéias, diretrizes, etc. a serem adotados por determinado setor do serviço público. Sua característica principal é a agilidade. A tramitação do memorando em qualquer órgão deve pautarse pela rapidez e pela simplicidade de procedimentos burocráticos. Para evitar desnecessário aumento do número de comunicações, os despachos ao memorando devem ser dados no próprio documento e, no caso de falta de espaço, em folha de continuação. Esse procedimento permite formar uma espécie de processo simplificado, assegurando maior transparência à tomada de decisões, e permitindo que se historie o andamento da matéria tratada no memorando. Quanto a sua forma, o memorando segue o modelo do padrão ofício, com a diferença de que o seu destinatário deve ser mencionado pelo cargo que ocupa.

f) fecho (ver pág. 16);

Exemplos:

g) assinatura do autor da comunicação; e

Ao Sr. Subchefe para Assuntos Jurídicos

h) identificação do signatário (ver pág. 16).

Exposição de Motivos Exposição de motivos é o expediente dirigido ao Presidente da República ou ao Vice-Presidente para:

Aviso e Ofício Aviso e ofício são modalidades de comunicação oficial praticamente idênticas. A única diferença entre eles é que o aviso é expedido exclusivamente por Ministros de Estado, Secretário-Geral da Presidência da República, Consultor-Geral da República, Chefe do Estado-Maior das Forças Armadas, Chefe do Gabinete Militar da Presidência da República e pelos Secretários da Presidência da República, para autoridades de mesma hierarquia, ao passo que o ofício é expedido para e pelas demais autoridades. Ambos têm como finalidade o tratamento de assuntos oficiais pelos órgãos da Administração Pública entre si e, no caso do ofício, também com particulares. Quanto à sua forma, aviso e ofício seguem o modelo do padrão ofício, com acréscimo do vocativo, que

a) informá-lo de determinado assunto; b) propor alguma medida; ou c) submeter a sua consideração projeto de ato normativo. Em regra, a exposição de motivos é dirigida ao Presidente da República por um Ministro de Estado ou Secretário da Presidência da República. Nos casos em que o assunto tratado envolva mais de um Ministério, a exposição de motivos deverá ser assinada por todos os Ministros envolvidos, sendo, por essa razão, chamada de interministerial ou conjunta.

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Conhecimentos Específicos Formalmente, a exposição de motivos tem a apresentação do padrão ofício. O anexo que acompanha a exposição de motivos que proponha alguma medida ou apresente projeto de ato normativo, segue o modelo descrito adiante. A exposição de motivos, de acordo com sua finalidade, apresenta duas formas básicas de estrutura: uma para aquela que tenha caráter exclusivamente informativo e outra para a que proponha alguma medida ou submeta projeto de ato normativo. No primeiro caso, o da exposição de motivos que simplesmente leva algum assunto ao conhecimento do Presidente da República, sua estrutura segue o modelo antes referido para o padrão ofício. Já a exposição de motivos que submeta à consideração do Presidente da República a sugestão de alguma medida a ser adotada ou a que lhe apresente projeto de ato normativo – embora sigam também a estrutura do padrão ofício –, além de outros comentários julgados pertinentes por seu autor, devem, obrigatoriamente, apontar: a) na introdução: o problema que está a reclamar a adoção da medida ou do ato normativo proposto; b) no desenvolvimento: o porquê de ser aquela medida ou aquele ato normativo o ideal para se solucionar o problema, e eventuais alternativas existentes para equacioná-lo; c) na conclusão, novamente, qual medida deve ser tomada, ou qual ato normativo deve ser editado para solucionar o problema. Deve, ainda, trazer apenso o formulário de anexo à exposição de motivos, devidamente preenchido, de acordo com o seguinte modelo previsto no Anexo II do Decreto no 4.176, de 28 de março de 2002. Anexo à Exposição de Motivos do (indicar nome do Ministério ou órgão equivalente) no , de de de 200. 1. Síntese do problema ou da situação que reclama providências 2. Soluções e providências contidas no ato normativo ou na medida proposta 3. Alternativas existentes às medidas propostas Mencionar: • • •

se há outro projeto do Executivo sobre a matéria; se há projetos sobre a matéria no Legislativo; outras possibilidades de resolução do problema.

• valor a ser despendido em moeda corrente; 5. Razões que justificam a urgência (a ser preenchido somente se o ato proposto for medida provisória ou projeto de lei que deva tramitar em regime de urgência) Mencionar: • se o problema configura calamidade pública; • por que é indispensável a vigência imediata; • se se trata de problema cuja causa ou agravamento não tenham sido previstos; • se se trata de desenvolvimento extraordinário de situação já prevista. 6. Impacto sobre o meio ambiente (sempre que o ato ou medida proposta possa vir a tê-lo) 7. Alterações propostas Texto atual

Texto proposto

8. Síntese do parecer do órgão jurídico A falta ou insuficiência das informações prestadas pode acarretar, a critério da Subchefia para Assuntos Jurídicos da Casa Civil, a devolução do projeto de ato normativo para que se complete o exame ou se reformule a proposta. O preenchimento obrigatório do anexo para as exposições de motivos que proponham a adoção de alguma medida ou a edição de ato normativo tem como finalidade: a) permitir a adequada reflexão sobre o problema que se busca resolver; b) ensejar mais profunda avaliação das diversas causas do problema e dos efeitos que pode ter a adoção da medida ou a edição do ato, em consonância com as questões que devem ser analisadas na elaboração de proposições normativas no âmbito do Poder Executivo. c) conferir perfeita transparência aos atos propostos. Dessa forma, ao atender às questões que devem ser analisadas na elaboração de atos normativos no âmbito do Poder Executivo, o texto da exposição de motivos e seu anexo complementam-se e formam um todo coeso: no anexo, encontramos uma avaliação profunda e direta de toda a situação que está a reclamar a adoção de certa providência ou a edição de um ato normativo; o problema a ser enfrentado e suas causas; a solução que se propõe, seus efeitos e seus custos; e as alternativas existentes. O texto da exposição de motivos fica, assim, reservado à demonstração da necessidade da providência proposta: por que deve ser adotada e como resolverá o problema.

4. Custos Mencionar:· • se a despesa decorrente da medida está prevista na lei orçamentária anual; se não, quais as alternativas para custeá-la; • se é o caso de solicitar-se abertura de crédito extraordinário, especial ou suplementar;

Nos casos em que o ato proposto for questão de pessoal (nomeação, promoção, ascensão, transferência, readaptação, reversão, aproveitamento, reintegração, recondução, remoção, exoneração, demissão, dispensa, disponibilidade, aposentadoria), não é necessário o encaminhamento do formulário de anexo à exposição de motivos.

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Conhecimentos Específicos Ressalte-se que: – o anexo à exposição de motivos deve ter todas as páginas rubricadas pelo(s) Ministro(s) da(s) Pasta(s) proponente(s); – a síntese do parecer do órgão de assessoramento jurídico não dispensa o encaminhamento do parecer completo; – o tamanho dos campos do anexo à exposição de motivos pode ser alterado de acordo com a maior ou menor extensão dos comentários a serem ali incluídos. Ao elaborar uma exposição de motivos, tenha presente que a atenção aos requisitos básicos da redação oficial (clareza, concisão, impessoalidade, formalidade, padronização e uso do padrão culto de linguagem) deve ser redobrada. A exposição de motivos é a principal modalidade de comunicação dirigida ao Presidente da República pelos Ministros. Além disso, pode, em certos casos, ser encaminhada cópia ao Congresso Nacional ou ao Poder Judiciário ou, ainda, ser publicada no Diário Oficial da União, no todo ou em parte. Mensagem É o instrumento de comunicação oficial entre os Chefes dos Poderes Públicos, notadamente as mensagens enviadas pelo Chefe do Poder Executivo ao Poder Legislativo para informar sobre fato da Administração Pública; expor o plano de governo por ocasião da abertura de sessão legislativa; submeter ao Congresso Nacional matérias que dependem de deliberação de suas Casas; apresentar veto; enfim, fazer e agradecer comunicações de tudo quanto seja de interesse dos poderes públicos e da Nação. Minuta de mensagem pode ser encaminhada pelos Ministérios à Presidência da República, a cujas assessorias caberá a redação final. As mensagens mais usuais do Poder Executivo ao Congresso Nacional têm as seguintes finalidades: a) encaminhamento de projeto de lei ordinária, complementar ou financeira. Os projetos de lei ordinária ou complementar são enviados em regime normal (Constituição, art. 61) ou de urgência (Constituição, art. 64, §§ 1o a 4o). Cabe lembrar que o projeto pode ser encaminhado sob o regime normal e mais tarde ser objeto de nova mensagem, com solicitação de urgência. Em ambos os casos, a mensagem se dirige aos Membros do Congresso Nacional, mas é encaminhada com aviso do Chefe da Casa Civil da Presidência da República ao Primeiro Secretário da Câmara dos Deputados, para que tenha início sua tramitação (Constituição, art. 64, caput). Quanto aos projetos de lei financeira (que compreendem plano plurianual, diretrizes orçamentárias, orçamentos anuais e créditos adicionais), as mensagens de encaminhamento dirigem-se aos Membros do Congresso Nacional, e os respectivos avisos são endereçados ao Primeiro Secretário do Senado Federal. A razão é que o art. 166 da Constituição impõe a delibera-

ção congressual sobre as leis financeiras em sessão conjunta, mais precisamente, “na forma do regimento comum”. E à frente da Mesa do Congresso Nacional está o Presidente do Senado Federal (Constituição, art. 57, § 5o), que comanda as sessões conjuntas. As mensagens aqui tratadas coroam o processo desenvolvido no âmbito do Poder Executivo, que abrange minucioso exame técnico, jurídico e econômico-financeiro das matérias objeto das proposições por elas encaminhadas. Tais exames materializam-se em pareceres dos diversos órgãos interessados no assunto das proposições, entre eles o da Advocacia-Geral da União. Mas, na origem das propostas, as análises necessárias constam da exposição de motivos do órgão onde se geraram – exposição que acompanhará, por cópia, a mensagem de encaminhamento ao Congresso. b) encaminhamento de medida provisória. Para dar cumprimento ao disposto no art. 62 da Constituição, o Presidente da República encaminha mensagem ao Congresso, dirigida a seus membros, com aviso para o Primeiro Secretário do Senado Federal, juntando cópia da medida provisória, autenticada pela Coordenação de Documentação da Presidência da República. c) indicação de autoridades. As mensagens que submetem ao Senado Federal a indicação de pessoas para ocuparem determinados cargos (magistrados dos Tribunais Superiores, Ministros do TCU, Presidentes e Diretores do Banco Central, Procurador-Geral da República, Chefes de Missão Diplomática etc.) têm em vista que a Constituição, no seu art. 52, incisos III e IV, atribui àquela Casa do Congresso Nacional competência privativa para aprovar a indicação. O curriculum vitae do indicado, devidamente assinado, acompanha a mensagem. d) pedido de autorização para o Presidente ou o Vice-Presidente da República se ausentarem do País por mais de 15 dias. Trata-se de exigência constitucional (Constituição, art. 49, III, e 83), e a autorização é da competência privativa do Congresso Nacional. O Presidente da República, tradicionalmente, por cortesia, quando a ausência é por prazo inferior a 15 dias, faz uma comunicação a cada Casa do Congresso, enviando-lhes mensagens idênticas. e) encaminhamento de atos de concessão e renovação de concessão de emissoras de rádio e TV. A obrigação de submeter tais atos à apreciação do Congresso Nacional consta no inciso XII do artigo 49 da Constituição. Somente produzirão efeitos legais a outorga ou renovação da concessão após deliberação do Congresso Nacional (Constituição, art. 223, § 3o). Descabe pedir na mensagem a urgência prevista no art. 64 da Constituição, porquanto o § 1o do art. 223 já define o prazo da tramitação.

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Conhecimentos Específicos Além do ato de outorga ou renovação, acompanha a mensagem o correspondente processo administrativo. f) encaminhamento das contas referentes ao exercício anterior. O Presidente da República tem o prazo de sessenta dias após a abertura da sessão legislativa para enviar ao Congresso Nacional as contas referentes ao exercício anterior (Constituição, art. 84, XXIV), para exame e parecer da Comissão Mista permanente (Constituição, art. 166, § 1o), sob pena de a Câmara dos Deputados realizar a tomada de contas (Constituição, art. 51, II), em procedimento disciplinado no art. 215 do seu Regimento Interno. g) mensagem de abertura da sessão legislativa. Ela deve conter o plano de governo, exposição sobre a situação do País e solicitação de providências que julgar necessárias (Constituição, art. 84, XI).

– pedido de autorização para declarar guerra e decretar mobilização nacional (Constituição, art. 84, XIX); – pedido de autorização ou referendo para celebrar a paz (Constituição, art. 84, XX); – justificativa para decretação do estado de defesa ou de sua prorrogação (Constituição, art. 136, § 4o); – pedido de autorização para decretar o estado de sítio (Constituição, art. 137); – relato das medidas praticadas na vigência do estado de sítio ou de defesa (Constituição, art. 141, parágrafo único); – proposta de modificação de projetos de leis financeiras (Constituição, art. 166, § 5o); – pedido de autorização para utilizar recursos que ficarem sem despesas correspondentes, em decorrência de veto, emenda ou rejeição do projeto de lei orçamentária anual (Constituição, art. 166, § 8o); – pedido de autorização para alienar ou conceder terras públicas com área superior a 2.500 ha (Constituição, art. 188, § 1o); etc. As mensagens contêm:

O portador da mensagem é o Chefe da Casa Civil da Presidência da República. Esta mensagem difere das demais porque vai encadernada e é distribuída a todos os Congressistas em forma de livro.

a) a indicação do tipo de expediente e de seu número, horizontalmente, no início da margem esquerda: Mensagem no

h) comunicação de sanção (com restituição de autógrafos). Esta mensagem é dirigida aos Membros do Congresso Nacional, encaminhada por Aviso ao Primeiro Secretário da Casa onde se originaram os autógrafos. Nela se informa o número que tomou a lei e se restituem dois exemplares dos três autógrafos recebidos, nos quais o Presidente da República terá aposto o despacho de sanção. i) comunicação de veto. Dirigida ao Presidente do Senado Federal (Constituição, art. 66, § 1o), a mensagem informa sobre a decisão de vetar, se o veto é parcial, quais as disposições vetadas e as razões do veto. Seu texto vai publicado na íntegra no Diário Oficial da União, ao contrário das demais mensagens, cuja publicação se restringe à notícia do seu envio ao Poder Legislativo. j) outras mensagens. Também são remetidas ao Legislativo com regular freqüência mensagens com: – encaminhamento de atos internacionais que acarretam encargos ou compromissos gravosos (Constituição, art. 49, I); – pedido de estabelecimento de alíquotas aplicáveis às operações e prestações interestaduais e de exportação (Constituição, art. 155, § 2o, IV); – proposta de fixação de limites globais para o montante da dívida consolidada (Constituição, art. 52, VI); – pedido de autorização para operações financeiras externas (Constituição, art. 52, V); e outros.

b) vocativo, de acordo com o pronome de tratamento e o cargo do destinatário, horizontalmente, no início da margem esquerda; Excelentíssimo Senhor Presidente do Senado Federal, c) o texto, iniciando a 2 cm do vocativo; d) o local e a data, verticalmente a 2 cm do final do texto, e horizontalmente fazendo coincidir seu final com a margem direita. A mensagem, como os demais atos assinados pelo Presidente da República, não traz identificação de seu signatário. Fax O fax (forma abreviada já consagrada de fac-simile) é uma forma de comunicação que está sendo menos usada devido ao desenvolvimento da Internet. É utilizado para a transmissão de mensagens urgentes e para o envio antecipado de documentos, de cujo conhecimento há premência, quando não há condições de envio do documento por meio eletrônico. Quando necessário o original, ele segue posteriormente pela via e na forma de praxe. Se necessário o arquivamento, deve-se fazê-lo com cópia xerox do fax e não com o próprio fax, cujo papel, em certos modelos, se deteriora rapidamente. Os documentos enviados por fax mantêm a forma e a estrutura que lhes são inerentes.

Entre as mensagens menos comuns estão as de: – convocação extraordinária do Congresso Nacional (Constituição, art. 57, § 6o); – pedido de autorização para exonerar o Procurador-Geral da República (art. 52, XI, e 128, § 2o);

É conveniente o envio, juntamente com o documento principal, de folha de rosto, isto é, de pequeno formulário com os dados de identificação da mensagem a ser enviada, conforme exemplo a seguir:

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Conhecimentos Específicos

Telegrama

Ata

Com o fito de uniformizar a terminologia e simplificar os procedimentos burocráticos, passa a receber o título de telegrama toda comunicação oficial expedida por meio de telegrafia, telex, etc.

Documento de valor jurídico, em que se registram ocorrências, resoluções e decisões de um assembléia, sessão ou reunião.

Por tratar-se de forma de comunicação dispendiosa aos cofres públicos e tecnologicamente superada, deve restringir-se o uso do telegrama apenas àquelas situações que não seja possível o uso de correio eletrônico ou fax e que a urgência justifique sua utilização e, também em razão de seu custo elevado, esta forma de comunicação deve pautar-se pela concisão. Não há padrão rígido, devendo-se seguir a forma e a estrutura dos formulários disponíveis nas agências dos Correios e em seu sítio na Internet.

Sua estrutura se compõe de: a) b) c) d) e)

f)

título; data (por extenso) e local da reunião; finalidade da reunião; dirigentes: presidente e secretário; texto: narração cronológica dos assuntos tratados e suas decisões. A escrita é seguida, sem rasuras, emendas ou entrelinhas. As abreviaturas devem ser evitadas e os números são escritos por extenso; encerramento e assinaturas.

Atestado Correio Eletrônico O correio eletrônico (e-mail), por seu baixo custo e celeridade, transformou-se na principal forma de comunicação para transmissão de documentos. Um dos atrativos de comunicação por correio eletrônico é sua flexibilidade. Assim, não interessa definir forma rígida para sua estrutura. Entretanto, devese evitar o uso de linguagem incompatível com uma comunicação oficial. O campo assunto do formulário de correio eletrônico mensagem deve ser preenchido de modo a facilitar a organização documental tanto do destinatário quanto do remetente. Para os arquivos anexados à mensagem deve ser utilizado, preferencialmente, o formato Rich Text. A mensagem que encaminha algum arquivo deve trazer informações mínimas sobre seu conteúdo. Sempre que disponível, deve-se utilizar recurso de confirmação de leitura. Caso não seja disponível, deve constar da mensagem pedido de confirmação de recebimento.

Documento assinado por uma ou mais pessoas a favor de outra, declarando a veracidade de um fato do qual tenha conhecimento ou quando requerido. Este fato pode afirmar a existência ou inexistência de uma situação de direito. Sua estrutura se compõe de: a) b)

c) d)

título: Atestado (ou Atestado de ...); texto: identificação do emissor – essa identificação pode ser dispensada no texto se for feita na assinatura –, finalidade, o fato que se atesta e a respeito de quem, e algumas vezes o período de validade; local e data; assinatura (e identificação do signatário).

Circular Circular é um meio de correspondência oficial, através do qual uma autoridade dirige-se a várias pessoas ou a departamentos ou a um órgão, simultaneamente. Normalmente, as circulares são de caráter geral, contendo instruções emitidas por superiores hierárquicos na instituição, e destinadas a pessoal subordinado. Por caráter geral, subentende-se que as circu-

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Conhecimentos Específicos lares têm objetivos básicos de emissão de algum esclarecimento sobre um assunto ou tópico (por exemplo, uma lei), divulgação de matéria de interesse geral, recomendações, informações e esclarecimentos sobre atos e fatos administrativos. A circular pode, pelo assunto e pela forma, apresentar o caráter de aviso, de ofício, ou de comunicação interna, não se fazendo, assim, muita distinção quanto à estrutura entre estas correspondências, em geral unidirecionais, e as circulares (multidirecionais). Portanto, as circulares visam à emissão de ordens de serviço e são uma correspondência multidirecional – são redigidas a vários destinatários. Podem ser impressas, datilografadas, mimeografadas ou digitadas e transmitidas através de telegramas ou e-mail.

O texto do requerimento é sempre escrito em 3a pessoa. Relatório É a modalidade de comunicação pela qual se faz a narração ou descrição, ordenada e mais ou menos minuciosa, daquilo que se viu, ouviu ou observou. Sua estrutura se compõe de: a) b) c) d) e) f)

local e data; vocativo; introdução – apresentação do observador e do fato observado; texto – exposição cronológica do fato observado; fecho; assinatura (e identificação do signatário).

A circular é composta pelas seguintes partes: Parecer a) b) c) d)

e) f)

numeração: número do Ato e data de expedição. ementa: assunto da circular. Não é obrigatória. vocativo: destinatários da circular, geralmente contendo o tratamento e o cargo dos mesmos. Não é parte obrigatória. texto: é o conteúdo da circular, propriamente dito. O texto, se composto por mais de um parágrafo, deve ser numerado com algarismos arábicos no início de cada parágrafo, exceto no primeiro. O segundo parágrafo tem sua numeração valendo dois, o terceiro valendo três, e assim por diante. fecho: fechamento do texto na forma de uma cortesia. Por exemplo, “Atenciosamente,”. assinatura: é o nome de quem emite a circular (normalmente uma autoridade), seguido pelo cargo ocupado e pela função exercida.

É a forma de comunicação pela qual um especialista emite uma opinião fundamentada sobre determinado assunto. Sua estrutura se compõe de: a) b) c) d) e) f)

vocativo; identificação do especialista; introdução – apresentação do assunto; texto – exposição de opinião e seu fundamento; local e data; assinatura (e identificação do signatário).

Declaração Muito semelhante ao atestado, a declaração difere dele apenas quanto ao objeto: enquanto aquele é expedido em relação a alguém, esta é sempre feita em relação a alguém quanto a um fato ou direito; pode ser um depoimento, explicação em que se manifeste opinião, conceito, resolução ou observação. Sua estrutura se compõe de: a) b) c) d)

título: DECLARAÇÃO; texto: nome do declarante – identificação pessoal ou profissional (ou ambas), residência, domicílio, finalidade e exposição do assunto; local e data; assinatura (e identificação do signatário).

Requerimento Petição escrita, feita por pessoa física ou jurídica, na qual se solicita a uma autoridade um direito de concessão de algo sob o amparo da lei. Sua estrutura se compõe de: a) b) c) d) e)

vocativo: cargo da autoridade a que se dirige (omite-se o seu nome); texto: preâmbulo (identificação do requerente), teor (solicitação em si e disposição legal em que se baseia o pedido); fecho: “Nestes termos, pede deferimento.” ou “Termos em que pede deferimento.”; local e data; assinatura.

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Conhecimentos Específicos Modelo de Aviso

MODELOS Modelo de Ofício

Aviso no 35/SSP-PR [remetente: nome do órgão ou setor, endereço postal, telefone e endereço de correio eletrônico]

Brasília, 17 de fevereiro de 2000.

A Sua Excelência o Senhor [Nome e cargo]

Ofício no 435/2000 - SG-PR Brasília, 30 de abril de 2000.

A Sua Excelência o Senhor Deputado [Nome] Câmara dos Deputados 70.160-900 – Brasília – DF

Assunto: Demarcação de terras indígenas Senhor Deputado, 1. Em complemento às observações transmitidas pelo telegrama no 154, de 24 de abril último, informo Vossa Excelência de que as medidas mencionadas em sua carta no 6708, dirigida ao Senhor Presidente da República, estão amparadas pelo procedimento administrativo de demarcação de terras indígenas instituído pelo Decreto no 22, de 4 de fevereiro de 1991 (cópia anexa).

Assunto: Seminário sobre uso de energia no setor público. Senhor Ministro, Convido Vossa Excelência a participar da sessão de abertura do Primeiro Seminário Regional sobre o Uso Eficiente de Energia no Setor Público, a ser realizado em 5 de março próximo, às 9 horas, no auditório da Escola Nacional de Administração Pública – ENAP, localizada no Setor de Áreas Isoladas Sul, nesta capital. O Seminário mencionado inclui-se nas atividades do Programa Nacional das Comissões Internas de Conservação de Energia em Órgão Públicos, instituído pelo Decreto no 99.656, de 26 de outubro de 1990.

Atenciosamente, 2. Em sua comunicação, Vossa Excelência ressalva a necessidade de que – na definição e demarcação das terras indígenas – fossem levadas em consideração as características sócio-econômicas regionais. 3. Nos termos do Decreto no 22, a demarcação de terras indígenas deverá ser precedida de estudos e levantamentos técnicos que atendam ao disposto no art. 231, § 1o, da Constituição Federal. Os estudos deverão incluir os aspectos etno-históricos, sociológicos, cartográficos e fundiários. O exame deste último aspecto deverá ser feito conjuntamente com o órgão federal ou estadual competente. 4. Os órgãos públicos federais, estaduais e municipais deverão encaminhar as informações que julgarem pertinentes sobre a área em estudo. É igualmente assegurada a manifestação de entidades representativas da sociedade civil. 5. Como Vossa Excelência pode verificar, o procedimento estabelecido assegura que a decisão a ser baixada pelo Ministro de Estado da Justiça sobre os limites e a demarcação de terras indígenas seja informada de todos os elementos necessários, inclusive daqueles assinalados em sua carta, com a necessária transparência e agilidade. Atenciosamente, [Nome] [cargo]

[nome do signatário] [cargo do signatário]

Modelo de Memorando Mem. 119/DJ

Em 21 de maio de 2000.

Ao Sr. Chefe do Departamento de Administração Assunto: Administração. Instalação de microcomputadores 1. Nos termos do Plano Geral de informatização, solicito a Vossa Senhoria verificar a possibilidade de que sejam instalados três microcomputadores neste Departamento. 2 Sem descer a maiores detalhes técnicos, acrescento, apenas, que o ideal seria que o equipamento fosse dotado de disco rígido e de monitor padrão VGA. Quanto a programas, haveria necessidade de dois tipos: um processador de textos, e outro gerenciador de banco de dados. 3. O treinamento de pessoal para operação dos micros poderia ficar a cargo da Seção de Treinamento do Departamento de Modernização, cuja chefia já manifestou seu acordo a respeito. 4. Devo mencionar, por fim, que a informatização dos trabalhos deste Departamento ensejará racional distribuição de tarefas entre os servidores e, sobretudo, uma melhoria na qualidade dos serviços prestados. Atenciosamente,

[nome do signatário] [cargo do signatário]

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Conhecimentos Específicos Modelo de Exposição de Motivos de caráter informativo

EM no 23495/2000-MIP

Brasília, 30 de maio de 2000.

Excelentíssimo Senhor Presidente da República,

O Presidente George Bush anunciou, no último dia 13, significativa mudança da posição norte-americana nas negociações que se realizam – na Conferência do Desarmamento, em Genebra – de uma convenção multilateral de proscrição total das armas químicas. Ao renunciar à manutenção de cerca de dois por cento de seu arsenal químico até a adesão à convenção de todos os países em condições de produzir armas químicas, os Estados Unidos reaproximaram sua postura da maioria dos quarenta países participantes do processo negociador, inclusive o Brasil, abrindo possibilidades concretas de que o tratado venha a ser concluído e assinado em prazo de cerca de um ano. (...)

Modelo de Ata

Paredex – Indústria Têxtil S.A. CGC-MF nº 51.000.009/0001-51 – Companhia Aberta Ata da Reunião Extraordinária do Conselho de Administração. Aos cinco de junho de dois mil e três, às nove horas, na sede social da empresa na Rua das Flores nº 328, Jardim das Rosas, em São Paulo – Capital, com a presença da totalidade dos membros do Conselho Administrativo da Sociedade, regularmente convocados na forma do parágrafo 1o do Art. 19 do Estatuto Social, presidida por Sr. Fernando Jorge Bento Pires, secretário: Carlos Alberto Libertti, de acordo com a ordem do dia, apreciou-se o pedido de renúncia de membro do conselho, solicitado pelo Sr. António Neves e designou-se seu substituto, nos termos do parágrafo 4o do Estatuto Social, o Sr. Paulo Peres. Nada mais havendo a tratar, foi encerrada a sessão com a lavratura da presente ATA que, após lida e achada de acordo, segue assinada pelos presentes. Fernando Jorge Bento Pires Carlos Alberto Libertti António Neves Paulo Peres Fernando Lima Sobrinho Derci Sousa

Respeitosamente,

Modelo de Atestado

[Nome] [cargo]

ATESTADO Modelo de Mensagem

Mensagem no 298

Excelentíssimo Senhor Presidente do Senado Federal,

Atesto, para fins de prova junto ao Fórum da cidade de Cabreúva-PR, que o Sr. Armando Montes, ocupante do cargo de diretor de comunicação do Sindicato dos Professores de Cabreúva-PR, para o qual foi nomeado por Decreto nº 10 de 1o de abril de 2004, não reponde a processo administrativo.

Comunico a Vossa Excelência o recebimento das Mensagens SM no 106 a 110, de 1991, nas quais informo a promulgação dos Decretos Legislativos nos 93 a 97, de 1991, relativos à exploração de serviços de radiodifusão. Crabreúva, 30 de maio de 2004.

Brasília, 1o de abril de 2000.

______________________________ António Guedes Presidente do Sindicato dos Professores Cabreúva-PR

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Conhecimentos Específicos Modelo de Circular - 1

CIRCULAR NÚMERO 55, DE 29 DE JUNHO DE 1973 Prorroga o prazo para recolhimento, sem multa, da Taxa de Cooperação incidente sobre bovinos. O DIRETOR-GERAL DO TESOURO DO ESTADO, no uso de suas atribuições, comunica aos Senhores Cobradores de Impostos e Contribuições que, de conformidade com o Decreto número 22.500, de 29 de junho de 1973, publicado no Diário Oficial da mesma data, fica prorrogado, até 30 de setembro do corrente exercício, o prazo fixado na Lei número 4.948, de 28 de maio de 1965, para o recolhimento, sem a multa moratória prevista no artigo 71 da Lei número 6.537, de 27 de fevereiro de 1973, da Taxa de Cooperação incidente sobre bovinos. Lotário L. Skolaude, Diretor-Geral.

Modelo de Circular - 2 CIRCULAR NÚMERO 4, DE 21 DE MAIO DE 1968 De ordem do Excelentíssimo Senhor Presidente da República, recomendo aos Senhores Ministros de Estado que determinem providências no sentido de serem prestadas, rigorosamente dentro do prazo estabelecido, as informações solicitadas para defesa da União em mandados de segurança impetrados contra ato presidencial. 2. Recomenda-se, outrossim, que a coleta das informações seja coordenada pelo Gabinete do Ministro em Brasília, que se responsabilizará pela observância do prazo legal. 3. O texto original das informações, nas quais constará, sempre que possível, pronunciamento do órgão setorial de assessoria jurídica, deverá ser imediatamente transmitido à Presidência da República para o devido encaminhamento ao Excelentíssimo Senhor Presidente do Supremo Tribunal Federal. Rondon Pacheco, Ministro Extraordinário para os Assuntos do Gabinete Civil.

Modelo de Requerimento

Magnífico Reitor da Universidade de São Paulo

Dolores Matos, brasileira, solteira, estudante de engenharia, matrícula nº 098.765-4, residente na Rua das Flores nº 386, Jardim das Rosas, São Paulo, solicita a Vossa Magnificência atestado de que freqüenta o 3o ano do Curso de Engenharia Civil, para fim de pedido de Bolsa-Universidade, como previsto pela Portaria 1002, de 13 de julho de 1966, do Ministério da Educação. Nestes termos, Pede deferimento São Paulo, 30 de maio de 2004.

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Modelo de Relatório São Paulo, 13 de abril de 2004. Senhor Professor, Na qualidade de aluno do curso preparatório para o concurso de Auditor-Fiscal do INSS, fui designado para a escritura do relatório da 1a aula de Redação Oficial, ministrada em 1o de abril de 2004, período noturno, na Central de Concursos – unidade Barão de Itapetininga SP, sala D. Regida pelo Professor Diógenes de Ataíde, a aula começou às 19h00. O professor apresentou-se ao grupo e em seguida fez uma explanação a respeito do que será a prova de Redação Oficial. Distribuiu material impresso aos alunos. Falou do estilo de questão e esclareceu que não se escreverá um texto, os candidatos apenas haverão de reconhecer modalidades de comunicação oficial em língua portuguesa. Na seqüência, o mestre apresentou aos alunos as qualidades das comunicações oficiais (impessoalidade, correção gramatical, clareza e concisão), mostrou vários exemplos, solicitando a participação de todos em afirmarem se as frases na lousa estavam certas ou erradas, corrigiu-as e chamou-nos à atenção para o fato de que isso aparece sempre nas provas.

Modelo de Declaração Houve um intervalo para café. DECLARAÇÃO

Eu, Agamenom Soares, CPF nº 098.765.432-10, brasileiro, solteiro, professor, residente e domiciliado na Rua das Flores nº 386, Jardim das Rosas – São Paulo, declaro, sob as penas da lei, ter entregado à Secretaria da Receita Federal em 20 de maio de 2004 os documentos comprabatórios de rendimentos tributáveis na fonte, conforme solicitação 328-2004 expedida pelo Ministério da Fazenda em 1o de abril de 2004.

Após o intervalo de 15 minutos, a aula prosseguiu com a apresentação dos pronomes de tratamento e seus usos na correspondência oficial. Os alunos participaram com perguntas. Como último assunto do dia, o professor apresentou cinco comunicações oficiais: ofício, aviso, memorando, mensagem e exposição de motivos. Falou-se das particularidades de cada uma e qual a sua finalidade. Encerrou-se a aula às 21h57, com recomendações para estudos em casa.

Respeitosamente,

São Paulo, 30 de maio de 2004.

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_______________________ Agamenom Soares

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Conhecimentos Específicos Modelo de Parecer Senhor diretor do CESPE – UnB

Austregésilo de Hollanda, professor de Língua Portuguesa, registrado no MEC sob nº 13.209

O Sr. Aldo Baccarat, candidato à vaga de Auditor-Fiscal da Previdência Social, inscrito no concurso realizado em 1o de abril de 2004, sob nº 098.765, afirma que a questão doze da prova azul apresenta problema no gabarito (opção A, oficialmente). Na opção D, há a seguinte frase: “Os atletas americanos tem se saído melhor que brasileiros, nos Jogos Olímpicos.” (sic), que está errada. Vejam-se a seguir os problemas do período em questão. • têm – esse verbo se refere ao sujeito “os atletas americanos”, assim sendo deveria estar no plural – com acento circunflexo, como recomendam as regras de acentuação gráfica para os diferenciais dos verbo TER e VIR (ele tem – eles têm, ele vem – eles vêm). • melhor – essa palavra, na frase acima, representa um advérbio, pois liga-se ao termo saído (particípio do verbo sair); e, como recomenda a norma culta, advérbio é invariável. • que os brasileiros – na frase percebe-se a ausência do pronome demonstrativo OS, que representa na segunda oração do período o termo ATLETAS, sem o qual a frase torna-se ambígua. Visto que a frase está realmente com problemas, solicitase a revisão da nota do candidato.

São Paulo, 26 de abril e 2004.

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Conhecimentos Específicos

RECURSOS MATERIAIS E PATRIMONIAIS Administração de Material1 Administração de material é uma ramificação da administração geral, constituindo-se em um importante fator no seu conjunto. Dentro de uma conceituação moderna, administração de material é uma atividade que abrange a execução e gestão de todas as tarefas de suprimento, transporte e manutenção do material de uma organização. A administração do material corresponde, portanto, no seu todo, ao planejamento, organização, direção, coordenação e controle de todas as tarefas necessárias à definição de qualidade, aquisição, guarda, controle e aplicação, destinados às atividades operacionais de organizações públicas ou privadas. A administração de materiais tem como objetivos básicos: • Preços baixos; • Alto giro de estoques; • Baixo custo de aquisição e posses; • Continuidade de suprimento; • Consistência de qualidade; • Pouca despesa com pessoal; • Relações favoráveis com os fornecedores; • Aperfeiçoamento do pessoal; • Bons registros. A administração de material embora seja uma área de atividade específica, nas empresas é uma atividade integrada à logística empresarial que abrange a execução e gestão de todas as tarefas de suprimento, transporte e manutenção. Os materiais podem ser classificados conforme a necessidade e cultura de cada empresa, podendo existir classificações segundo diversos critérios. Quanto à utilização podem se classificar em: equipamentos, material de consumo, matérias-primas e insumos. Quanto ao valor econômico (não é necessariamente o preço), os materiais podem ser classificados segundo diversos aspectos, tais como facilidade de obtenção, produção nacional ou estrangeira, possibilidade de substitutivos, multiplicidade de emprego etc. Quanto ao valor estratégico, pode ser classificado diferentemente se sua utilização está ligada à segurança nacional, se sua existência está ligada à escassez ou abundância de jazidas minerais ou vegetais. A política de material de cada empresa varia conforme estão classificados os seus materiais e conforme seu ramo de atividade, embora algumas técnicas básicas sejam comuns.

1

Este texto contém partes de estudo publicado no endereço eletrônico abaixo. Acessado em 05/01/2008. http:// www.esao.ensino.eb.br/paginas/cursos/mb/publicacoes/textos/n_aula_funao_log_supri/cap01.pdf

Uma técnica básica da política de materiais é a padronização dos materiais em uso na organização. Esta padronização se dá pela aplicação de especificações técnicas e pela existência de um programa de classificação e catalogação de materiais. Outra política básica é o acompanhamento do ciclo dos materiais. Este programa visa preparar e programar a introdução dos materiais na organização. Com isso evita-se dispêndio excessivo de recursos, paralisação da empresa pela falta do referido material, além da eliminação de estoques mortos e sucatas excessivas ao fim da vida útil do material. O transporte faz parte das preocupações básicas do administrador de materiais. Seja ele interno ou externo, um baixo desempenho na sua execução pode comprometer a atividade fim da organização. Deve-se estar sempre atento às modernas técnicas e equipamentos de transporte, além da evolução das relações comerciais com aquelas empresas prestadoras de serviço nesta área e que podem vir a serem empregadas como uma importante maneira de economia de tempo e recursos. A armazenagem de materiais também é uma preocupação constante do administrador. A armazenagem, embora não se aperceba, facilmente tem um custo (posse e conservação da área, conservação dos próprios materiais, custo de pessoal etc), além do próprio custo do estoque imobilizado. Assim pela padronização e pelo planejamento deve-se procurar reduzir a quantidade de material armazenado e aumentar a velocidade com que ele entra e sai dos locais de armazenagem. Deve-se também estar atento às modernas técnicas e equipamentos de armazenagem e embalagem, para aumento da eficiência e redução de custos. A administração de estoques é também uma tarefa da qual o administrador de materiais não deve se descuidar. Sua eficiência leva à redução de materiais armazenados, citada acima, permite uma previsão de consumo e aquisições, além de permitir todo o planejamento do ciclo de materiais da empresa. Porém, pouco adianta a atenção a todas as técnicas da administração de materiais numa empresa que esteja desorganizada, sem coordenação em seus órgãos internos, sem condições de processar adequadamente seus dados, suas estatísticas e que não consiga motivar suficientemente seu pessoal para a realização de um bom trabalho. É evidente que as organizações não são iguais, uma vez que possuem objetivos e recursos - financeiros, humanos e materiais - diferentes entre si. Atuando em campos distintos, a administração de cada uma se caracterizará por ênfases díspares, embora o processo de evolução empresarial se apresente dependente de fatores comuns e inerentes à eficiência e eficácia do modelo de administração escolhido. Numa tipologia bastante sintética, é possível agrupar as organizações em: governamentais, privadas com fins de lucro e privadas sem fins lucrativos.

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Conhecimentos Específicos As organizações governamentais têm o objetivo de atender as necessidades públicas e de gerir o funcionamento do Estado. Como necessidades e prioridades são definidas a partir do jogo político de forças da sociedade, pode-se dizer que os princípios clássicos que regem a administração pública – impessoalidade, hierarquia, regras estabelecidas etc. – apresentam-se de forma distinta em cada ambiente cultural tratado. Já as empresas privadas são caracterizadas por atender as necessidades de grupos de consumidores, estando inseridas num contexto maior ou menor de competição em mercados. Isto faz com que tenham que estar organizadas a partir da idéia de conquistar um lugar no mercado em meio a outras empresas que oferecem produtos ou serviços semelhantes. Quanto maior a competitividade do setor, maiores devem ser as estratégias de diferenciação perante os consumidores para responder às iniciativas da concorrência e antecipar-se para captar tendências de futuro. O plano cultural irá caracterizar tanto sua atuação no mercado quanto sua relação com a sociedade em geral, especialmente nas relações de trabalho e na influência que exercem junto a políticas de caráter público.

É fato, então que tem havido de maneira mais acentuada revisões sistemáticas nas estruturas, nos processos e na cultura das organizações. Especificamente, no que se refere às organizações públicas, essas revisões estão vinculadas à reforma do Estado, ou seja, um conjunto de medidas que busca rever o papel do Estado e suas formas de atuação. Como parte desse contexto de mudanças, seja em organizações privadas ou públicas, destacam-se as mudanças culturais promovidas nessas organizações através de novos valores e de práticas gerenciais que se concretizam por meio de decisões e ações para a transformação da realidade e para o alcance de suas metas. Tem-se, então, um cunho catalisador de potenciais para favorecer a disponibilização de conhecimentos em prol dos objetivos organizacionais, caracterizadas pela implementação de um modelo de administração gerencial, e pelos impactos que esses processos de reestruturação trazem para a organização.

As organizações sem fins lucrativos atuam no âmbito da sociedade civil, onde aspectos políticos têm papel de destaque. São pautadas por interesses que podem variar desde um conjunto de membros, um sindicato, por exemplo, até propostas mais amplas de transformação social, como é o caso das ONG’S, passando pelas propostas de assistência aos carentes através de entidades beneficentes. Sua atuação tem por finalidade fins públicos a partir da utilização de recursos privados e públicos. O ambiente cultural irá condicionar seus objetivos e as estratégias para realizá-los. Diante desta multiplicidade de organizações, as noções de eficiência, eficácia e efetividade, assim como os processos básicos da administração – planejamento, organização, direção e controle – vão assumir características específicas em cada tipo de organização. Importa ressaltar que estas quatro funções gerais são inerentes à existência de qualquer uma delas, formando uma totalidade que deve estar ajustada à missão organizacional para que se obtenha o seu melhor desempenho. Não existem fórmulas pré-estabelecidas para a administração das organizações. A existência de uma extensa base teórica sobre administração proporciona aos membros das organizações a possibilidade de se dedicarem a estabelecer procedimentos, a partir dessas teorias, adequando para suas organizações aquela que lhes proporcione melhores resultados aos objetivos traçados. As transformações ocorridas no contexto mundial nas últimas décadas estão marcadas pelo acirramento da competitividade, pelo desenvolvimento tecnológico acelerado, pelo avanço da informatização e dos meios de comunicação. Essa mudança de paradigmas, promovida pela evolução, implicou em processos de reestruturação dos sistemas de gestão não só nas organizações privadas, mas também nas organizações públicas. Degrau Cultural

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Conhecimentos Específicos

NÍVEL DE SERVIÇO Existem inúmeras maneiras para se avaliar e interpretar o grau de competitividade de uma empresa perante suas concorrentes. Para Prahalad (1995), por exemplo, a inovação é o caminho para o sucesso empresarial: como os produtos tendem a tornar-se cada vez mais próximos em temos de especificações e vantagens para o cliente (tendem a transformar-se em “commodities”), a capacidade de criar novas necessidades de mercado e atendê-las antes da concorrência é o grande diferencial. Slack (1993), por outro lado, apresenta uma visão mais segmentada, afirmando que as organizações podem concorrer em custo, qualidade do produto, flexibilidade (capacidade de fornecer uma gama ampla de produtos distintos) e tempo (agilidade no atendimento de um pedido do cliente).

- Um complexo de atividades envolvendo todas as áreas do negócio que se combinam para entregar e faturar os produtos da companhia de uma maneira que seja percebida como satisfatória pelo cliente e que demonstre os objetivos da companhia. - O total de entradas de pedidos, todas as comunicações com os clientes, todas as remessas, todos os fretes, todas as faturas e controle total dos reparos dos produtos. - Entrega pontual e exata dos produtos pedidos pelos clientes, com um acompanhamento cuidadoso e resposta às perguntas, incluindo o envio pontual da fatura.

Dentre todas as abordagens teóricas, porém, talvez a mais completa seja a de Michael Porter (1985), que distingue dois grandes vetores estratégicos de competitividade: custo e diferenciação. Assim, a médio prazo, uma empresa pode escolher entre oferecer um produto padronizado a um custo muito baixo (menor que a concorrência) ou diferenciá-lo, criando valores agregados que justifiquem dispêndios extras para sua aquisição. A longo prazo, porém, a empresa deve unir estes dois fatores de competitividade, oferecendo produtos baratos e diferenciados. No Cadeia de Suprimento, o modelo estratégico de Michael Porter traduz-se pela seguinte frase: o sistema logístico deve, ao mesmo tempo, gerar transações de menor custo total, e maximizar o serviço ao cliente. No que se refere a este último fator, Cristopher (1997) apresenta uma análise bastante lúcida de quais deveriam ser os reais objetivos de uma organização: “...O fato evidente é que toda organização tem o serviço ao cliente como meta. Em verdade, muitas empresas bem sucedidas começaram a examinar os padrões de seus serviços internos para que todas as pessoas que trabalhem no negócio compreendessem que elas deveriam prestar serviço para alguém - se não for assim, porque elas estariam na folha de pagamento? O objetivo deve ser o estabelecimento de uma cadeia de clientes que liga as pessoas de todos os níveis da organização direta ou indiretamente ao mercado. O gerenciamento da cadeia de serviços ao cliente ao longo da empresa, e daí por diante, é a função principal refletida no gerenciamento logístico”. O que é, então, serviço ao cliente? Em um estudo de 1976, La Londe e Zinzer levantaram uma boa amostra do que se constituía o “serviço ao cliente”. Alguns exemplos estão demonstrados abaixo: - Todas as atividades necessárias para receber, processar, entregar e faturar os pedidos dos clientes e fazer o acompanhamento de qualquer atividade em que houve falha. - Pontualidade e confiabilidade na entrega de materiais, de acordo com a expectativa do cliente.

Fonte: http://www.empreenderparatodos.com.br

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Conhecimentos Específicos

FUNÇÃO DA ADMINISTRAÇÃO PATRIMONIAL ADMINITRAÇÃO E MANUTENÇÃO DE IMÓVEIS E PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS GERAIS É entendido como serviço geral todo trabalho não qualificado com ensino superior que seja terceirizado e que componha a base empregatícia de uma determinada empresa. São serviços oferecidos em apoio a outras empresas, podendo ser contratados de forma integral ou parcial, apresentando o serviço por dias, horas ou semanas. Dentro deste campo, estão incluídos serviços de limpeza, de portaria, de transporte, de segurança e de recepção, por exemplo. Estes serviços são disponibilizados por empresas que oferecem estes serviços a outras, através de contratos autônomos ou não, temporários ou permanentes. Apesar de algumas áreas disponibilizadas dentro dos serviços gerais exigirem algum tipo de especialização no tipo de formação, tais como eletricista, carpinteiro, manuntenção de computadores etc, a grande maioria não exige muita qualificação do funcionário, justamente pela simplicidade do serviço. Justamente por esta característica, muitas pessoas que não possuem alto nível de instrução procuram trabalhar para empresas que oferecem serviços gerais, uma vez que dentro da empresa é possível trabalhar em diversas áreas de acordo com o interesse do contratante. Esta flexibilidade é igualmente boa e ruim para o funcionário, pois ao mesmo tempo que tem mais oportunidades de conseguir serviços para fazer e conseqüentemente ganhar mais dinheiro, ao mesmo tempo nunca conseguirá ter a oportunidade de se especializar em apenas uma área e desenvolver uma profissão nela. Nem por isso deve-se enxergar os serviços gerais como um trabalho de menor importância ou irrelevante: sua necessidade é tão reconhecida que até mesmo o Ministério do Planejamento do Brasil possui um departamento especial chamado Sistema de Serviços Gerais – o SISG – que tem como função administrar toda prestação de serviço realizada no Ministério. É uma prova de que todo serviço, por menor que seja, tem a sua importância. PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS A prestação de serviços é entendida como a realização de trabalho oferecido ou contratado por terceiros (comunidade ou empresa), incluindo assessorias, consultorias e cooperação interinstitucional. A prestação de serviços se caracteriza pela intangibilidade, inseparabilidade (produzido e utilizado ao mesmo tempo) e não resulta na posse de um bem. Quando a prestação de serviço for oferecida como curso ou projeto de extensão, ela é registrada como tal (cursos e projetos). SISTEMAS PREDIAIS: MANUNTEÇÕES PREVENTIVA , CORRETIVA E PREDITIVA Existem vários tipos de manutenção, e a decisão pela adoção, ou mesmo a combinação dos tipos de manutenção, requer uma análise mais profunda dos objetivos desejados e depende também da relação custo-benefício para cada aplicação.

Conheça os tipos de manutenção mais utilizados: Manutenção Preventiva Você já deve ter ouvido a seguinte frase: “É melhor prevenir do que remediar”. A palavra prevenção é abrangente e utilizada em várias áreas. Na área médica muito se fala na prevenção de determinadas doenças que se diagnosticadas antecipadamente aumentam as chances de cura e, conseqüentemente, a vida do paciente. Na manutenção predial acontece o mesmo. A manutenção preventiva é baseada na estatística CTMF (Curva de Tempo Médio para Falha), que programa reparos ou recondicionamentos de máquinas, equipamentos e sistemas, que estima a possibilidade de falha tanto no momento seguinte ao início do funcionamento, que podem ocorrer devido à falhas na instalação, ou ainda após um longo período de utilização dos equipamentos. Os programas de manutenção preventiva podem ser simples (resumidos a lubrificações e ajustes menores) ou mais abrangentes, com a programação de reparos, lubrificação, ajustes e recondicionamentos de máquinas para todos os equipamentos críticos de uma unidade predial ou industrial. Manutenção Preditiva A manutenção preditiva é uma filosofia ou atitude que usa a condição operacional real de equipamentos e sistemas para otimizar a operação total. Trata-se de um meio de se melhorar a produtividade, a qualidade do produto, o lucro e a efetividade global, principalmente, em plantas industriais de manufatura e de produção. O monitoramento regular da condição mecânica real, o rendimento operacional e outros indicadores da condição operativa das máquinas e sistemas de processo fornecem os dados necessários para assegurar o intervalo máximo entre os reparos e minimizar o número e os custos de paradas não-programadas ocasionadas por falhas. Um programa abrangente de manutenção preditiva utiliza uma combinação de técnicas não-destrutivas (monitoramento de vibração, monitoramento de parâmetro de processo, termografia, tribologia e inspeção visual) que permite identificar problemas em máquinas e sistemas antes que se tornem sérios, já que a maioria dos problemas podem ser minimizados se forem detectados e reparados com antecedência. As técnicas específicas dependerão do tipo de equipamento da planta industrial ou unidade predial, seu impacto sobre a produção e outros parâmetros chaves da operação do local, além dos objetivos que se deseja que o programa de manutenção preditiva atinja. Manutenção Corretiva Este tipo de manutenção é simples e direto: somente quando algum equipamento ou sistema quebra ou falha é que ele é consertado. O gerenciamento da manutenção corretiva não investe em manutenção preventiva ou preditiva até o momento que um equipamento ou sistema falhe.

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Conhecimentos Específicos A manutenção corretiva é uma técnica reativa e na maioria das vezes é o método mais caro de gerência de manutenção, pois em muitos casos envolvem custos com estoques de peças sobressalentes, altos custos de trabalho extra e elevado tempo de paralisação ou disponibilidade de uma unidade predial. Esta paralisação pode impactar no desempenho econômico de uma empresa, como por exemplo, a perda de produtos perecíveis (como vacinas, etc.) armazenados sob temperatura controlada, ou a perda de conforto no caso de uma quebra do sistema de ar condicionado, ou ainda a perda momentânea de clientes insatisfeitos com a paralisação geral dos serviços.

Fontes: www.prestaçao.net www.ufmg.br 192

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Conhecimentos Específicos

CONCEITOS GERAIS DE COMPRAS Compras nas Organizações Em muitas organizações públicas, as atividades relacionadas ao planejamento de compras (planejamento das quantidades, seleção e avaliação de fornecedores, negociação etc.) estão dissociadas das atividades relativas ao processamento dessas compras (atividades de licitação, documentação e registro), bem como, de seu recebimento. Tal fato, por muitas vezes, gera problemas entre as reais necessidades do solicitante e do que efetivamente é entregue à organização. A falta de entrosamento entre estas atividades (compras, licitação e almoxarifado) pode comprometer o suprimento de materiais para a empresa. Uma boa compra é aquela que atende, ao mesmo tempo, as exigências técnicas do solicitante e de quem vai recebê-la (que devem estar expressas como especificações), os requisitos legais de sua aquisição (licitação, por exemplo) e de sua entrega (locais, prazos e datas). Para que isso possa ser alcançado necessário se faz, que as pessoas, que exercem atividades associadas a tais funções trabalhem de forma integrada, diferentemente, do que ainda acontece hoje em muitas organizações públicas, conforme fora falado no início deste tema. Para que o planejamento de compras seja bem realizado, é importante que o responsável por esta função busque ao máximo introduzir em sua rotina o estabelecimento de previsões. Antecipar-se sobre possíveis necessidades de materiais e das necessidades associadas a esta (área e condições requeridas à sua armazenagem, pessoal para a distribuição, recursos, à sua aquisição, entre outras) é de fundamental importância para o pleno funcionamento da empresa pública. Todavia, nem sempre é possível ter previsões confiáveis sobre determinadas necessidades. Por outro lado, também podem ocorrer imprevistos que alterem a regularidade das compras. As compras devem ser regulares, o que significa um planejamento estruturado (com as suas respectivas previsões) e um bom funcionamento do setor. A ocorrência de compras emergenciais dará elementos para o gestor de patrimônio repensar o seu planejamento, seja pela identificação e levantamento de falhas ocorridas neste, seja

porque “imprevistos” apontaram potenciais fragilidades ou despreparo do setor para lidar com estes. Uma vez, devidamente autorizado, em conformidade com a previsão orçamentária e a disponibilidade financeira, o gestor de patrimônio também poderá antecipar suas compras, visando obter ganhos de oportunidades (ofertas de mercado ou pela tendência de alta dos preços do produto), o que em empresas privadas poder-se-ia chamar de compras especulativas. Por fim, quando são necessárias compras, devido à obsolescência de materiais, pode-se dizer que ocorreram falhas anteriores no planejamento, resultando aquisições de quantidades desnecessárias ou excessivas. Através do planejamento de compras, que a organização busca estabelecer a maximização da utilização dos recursos disponíveis em atendimento às demandas, estabelecendo as quantidades, os locais e as datas para as entregas de cada material, que foi adquirido. Assim, para evitar a perda dos materiais adquiridos, por deterioração, é importante que o responsável pelas compras conheça as condições disponíveis para a armazenagem, pois que este poderá decidir sobre as embalagens e sobre os meios de transporte, o que poderá contribuir para a redução dessas perdas. A demanda e a oferta de materiais podem concentrar em certos períodos do ano, ou terem um comportamento irregular. Então, o gestor deverá adotar estratégias de ação específica para cada situação, de modo que, apesar da ausência de estabilidade na demanda e na oferta, o que seria ideal para o seu trabalho, ele consiga aplicar adequadamente os recursos disponíveis e assegurar o atendimento das necessidades de material em sua organização. Quanto mais conhecimentos o gestor detiver sobre o seu papel, estará melhor preparado para lidar com esta variação de situações. Isto implica em dizer que a melhoria de seu desempenho e do resultado que seu trabalho representará para a sua organização, dependerá de sua contínua atualização profissional, obtida pela constante leitura e pela troca de experiência com outros profissionais do seu ramo de atividades.

Gráficos que mostram comportamento de consumo: Consumo horizontal

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Conhecimentos Específicos

Tendência

Comportamento Sazonal

Fornecedores

Contratos

Para evitar problemas indesejáveis é interessante que a organização mantenha em seu poder um cadastro atualizado sobre potenciais fornecedores. Assim, poderá em pouco tempo ter informações sobre estes e proceder a um julgamento justo sobre as alternativas disponíveis para o fornecimento, quando pertinente. Esta condição mínima para que uma empresa possa se candidatar a fornecedor denomina-se qualificação. Por sua vez, a ordem de prioridade para o fornecimento entre aqueles considerados habilitados intitula-se de classificação.

Significa a convenção estabelecida entre duas ou mais pessoas para constituir, regular ou extinguir entre elas uma relação jurídica”. Esta definição é bem interessante, porque coloca em poucas linhas a orientação sobre todos os elementos que devem constar em um contrato bem elaborado. São eles: · a qualificação das partes envolvidas e de seus representantes legais para aquele efeito; · o objeto – que apresenta a motivação da elaboração do contrato, aquilo que deverá ser buscado ou atingido; · a constituição – que formaliza os interesses de cada uma das partes, a duração e os meios necessários para tanto; · a regulação – que estabelece os direitos e obrigações de cada uma das partes em relação ao outro e a terceiros, bem como orientações para a resolução de conflitos que, porventura, venham a se estabelecer; · a extinção – que determina os motivos para o encerramento do contrato, seja pelo atingimento de seus propósitos, seja pelo descumprimento dos termos da regulação ou, ainda, pela limitação de tempo prevista em sua constituição.

A fim de evitar abusos, por parte de fornecedores, cada unidade poderá formalizar sanções relativas a falhas ou problemas em fornecimentos sucessivos. De acordo com a gravidade das falhas (atrasos, trocas no material entregue, faltas nas quantidades, etc), podem ser estabelecidos pontos negativos (ou deméritos) e ao total de uma quantidade limite de deméritos para um certo intervalo de tempo (20 pontos acumulados em um ano, por exemplo) estará, devido a esse conjunto de falhas, proibido de concorrer ao fornecimento por um certo período ou, ainda, poderá ser desqualificado, o que implicará efetivamente na impossibilidade de fornecimento. Tal providência pode ser executada, através do condicionamento de cada fornecimento, à qualificação prévia. Uma opção, para tanto, é exigir, quando cabível, a qualificação do pretenso fornecedor junto ao Cadastro Geral de Contribuintes do Estado, ou, ainda, junto ao Cadastro de Fornecedores do Ministério de Planejamento (SICAF), que faz parte de um sistema integrado de informações relativas a compras disponibilizadas na Internet (www.comprasnet.gov.br).

Quando o contrato envolve, como uma das partes, o poder público, este recebe o nome de contrato administrativo e se caracteriza pela predominância deste em relação às demais partes, face à finalidade do atendimento de interesses públicos. O gestor de patrimônio ou o responsável pela elaboração dos contratos administrativos, como representante do poder público, no momento da contratação da aquisição de bens e serviços, deve sempre considerar que estes contratos têm como principais características:

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Conhecimentos Específicos · licitação prévia – visa maximizar a utilização do recurso público (ou a seleção da proposta mais vantajosa para o Estado), e que, para tanto, deve ser realizado o processo com a respectiva documentação necessária; · publicidade – dar a mais ampla ciência a possíveis interessados no processo de licitação e, também, para caracterizar a transparência e a isenção do agente público, em relação a esta, o que garantirá o princípio de isonomia de direitos; · prazo determinado – que todos os contratos tenham um prazo de vigência definido, visando criar a oportunidade de novas ofertas ao Estado e, assim, otimizar os recursos empregados na contratação, bem como impossibilitar a transferência de responsabilidades sobre esta, com o advento da Lei de Responsabilidade Fiscal (Lei Complementar 101, de 04/05/2000); · prorrogabilidade – apesar do que reza o parágrafo anterior, haverá ocasiões onde o contrato poderá ser prorrogado, visto que a sua continuidade se constituirá como vantagem adicional, através da obtenção de preços e condições mais vantajosas. Todavia, tal condição deverá ser prevista quando da contratação inicial, assim como limitações de tempo em conformidade com o item acima; · cláusulas exorbitantes – são aquelas que caracterizam a predominância do poder público neste tipo de contrato. Entre elas mencionam-se: · Modificação e rescisão unilateral dos contratos – em nome do interesse público, há a possibilidade da alteração das quantidades, inicialmente, previstas para o fornecimento, dentro de limites previstos na legislação e mesmo do encerramento do anteriormente contratado por aquele; · Fiscalização – compete aos representantes do poder público realizar a fiscalização das competências técnica e administrativa dos contratados, bem como do próprio fornecimento de materiais e serviços. Cabe ressaltar que cláusulas, referentes à fiscalização, devem constar do termo de contrato, inclusive quanto à extinção deste;

A fim de evitar julgamentos diferentes para um mesmo produto, por diferentes recebedores ou por um mesmo, em datas diferentes, faz-se necessário que se estabeleça um procedimento padrão, contendo as formas de inspecionar o material a ser recebido, bem como verificar sobre quais os aspectos este deve ser avaliado (pontos de inspeção no produto).

Rcebimento e Aceitação Uma das mais importantes etapas do trabalho do gestor de patrimônio é o recebimento dos materiais em sua organização. Para tanto, uma série de pré-requisitos. O primeiro deles, diz respeito à competência para este recebimento: significa dizer que o gestor de materiais, sozinho ou em equipe, terá plenas condições de julgar a conformidade daquilo que lhe é entregue. Este julgamento tem duas dimensões: o aspecto quantitativo e o qualitativo, ou seja, as quantidades e as características ou especificações do material em recebimento. Além disso, deve ser observada a regularidade desse material, no que se refere aos aspectos fiscais, (documentação emitida pelo fornecedor, nota fiscal ou similar) e à compatibilidade do que é entregue com a documentação que originou o pedido (licitação, empenho, autorização de despesa etc.).

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Conhecimentos Específicos

DECRETO Nº 2.745, DE 24 DE AGOSTO DE 1998 Aprova o Regulamento do Procedimento Licitatório Simplificado da Petróleo Brasileiro S.A. - PETROBRÁS previsto no art . 67 da Lei nº 9.478, de 6 de agosto de 1997. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso IV, da Constituição Federal, e tendo em vista o disposto no art. 67 da Lei nº 9.478, de 6 de agosto de 1997, DECRETA: Art 1º Fica aprovado o Regulamento do Procedimento Licitatório Simplificado da Petróleo Brasileiro S.A. PETROBRÁS, na forma do Anexo deste Decreto. Art 2º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.

Brasília, 24 de agosto de 1998; 177º da Independência e 110º da República. FERNANDO HENRIQUE CARDOSO Raimundo Brito

ANEXO REGULAMENTO DO PROCEDIMENTO LICITATÓRIO SIMPLIFICADO DA PETRÓLEO BRASILEIRO S.A. - PETROBRÁS CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS 1.1 Este Regulamento, editado nos termos da Lei nº 9.478, de 6 de agosto de 1997, e do art. 173, § 1º, da Constituição, com a redação dada pela Emenda nº 19, de 4 de junho de 1998, disciplina o procedimento licitatório a ser realizado pela PETROBRÁS, para contratação de obras, serviços, compras e alienações. 1.2 A licitação destina-se a selecionar a proposta mais vantajosa para a realização da obra, serviço ou fornecimento pretendido pela PETROBRÁS e será processada e julgada com observância dos princípios da legalidade, da impessoalidade, da moralidade, da publicidade, da igualdade, bem como da vinculação ao instrumento convocatório, da economicidade, do julgamento objetivo e dos que lhes são correlatos. 1.3 Nenhuma obra ou serviço será licitado sem a aprovação do projeto básico respectivo, com a definição das características, referências e demais elementos necessários ao perfeito entendimento, pelos interessados, dos trabalhos a realizar, nem contratado, sem a provisão dos recursos financeiros suficientes para sua execução e conclusão integral. 1.3.1 Quando for o caso, deverão ser adotadas, antes da licitação, as providências para a indispensável liberação, utilização, ocupação, aquisição ou desapropriação dos bens, necessários à execução da obra ou serviço a contratar.

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Nenhuma compra será feita sem a adequada especificação do seu objeto e indicação dos recursos financeiros necessários ao pagamento. 1.4.1 As compras realizadas pela PETROBRÁS deverão ter como balizadores: a) o princípio da padronização, que imponha compatibilidade de especificações técnica e de desempenho, observadas, quando for o caso, as condições de manutenção, assistência técnica e de garantia oferecidas; b) condições de aquisição e pagamento semelhantes às do setor privado; e c) definição das unidades e quantidades em função do consumo e utilização prováveis. 1.5 Estarão impedidos de participar de licitações na PETROBRÁS firma ou consórcio de firmas entre cujos dirigentes, sócios detentores de mais de dez por cento do Capital Social, responsáveis técnicos, bem assim das respectivas subcontratadas, haja alguém que seja Diretor ou empregado da PETROBRÁS. 1.6 Ressalvada a hipótese de contratação global (turn - key), não poderá concorrer à licitação para execução de obra ou serviço de engenharia pessoa física ou empresa que haja participado da elaboração do projeto básico ou executivo. 1.6.1 É permitida a participação do autor do projeto ou da empresa a que se refere o item anterior, na licitação de obra ou serviço ou na sua execução, como consultor técnico, exclusivamente a serviço da PETROBRÁS. 1.7 O ato de convocação da licitação conterá, sempre, disposição assegurando à PETROBRÁS o direito de, antes da assinatura do contrato correspondente, revogar a licitação, ou, ainda, recusar a adjudicação a firma que, em contratação anterior, tenha revelado incapacidade técnica, administrativa ou financeira, a critério exclusivo da PETROBRÁS, sem que disso decorra, para os participantes, direito a reclamação ou indenização de qualquer espécie. 1.8 No processamento das licitações é vedado admitir, prever, incluir ou tolerar, nos atos convocatórios, cláusulas ou condições que: a) restrinjam ou frustrem o caráter competitivo da licitação; b) estabeleçam preferências ou distinções em razão da naturalidade, da sede ou domicílio dos licitantes. 1.8.1 A licitação não será sigilosa, sendo públicos e acessíveis a todos os interessados os atos de seu procedimento. 1.9 Sempre que economicamente recomendável, a PETROBRÁS poderá utilizar-se da contratação integrada, compreendendo realização de projeto básico e/ou detalhamento, realização de obras e serviços, montagem, execução de testes, préoperação e todas as demais operações necessárias e suficientes para a entrega final do objeto, com a solidez e segurança especificadas. 1.10 Sempre que reconhecida na prática comercial, e sua não utilização importar perda de

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Conhecimentos Específicos competitividade empresarial, a PETROBRÁS poderá valer-se de mecanismos seguros de trasmissão de dados à distância, para fechamento de contratos vinculados às suas atividades finalísticas, devendo manter registros dos entendimentos e tratativas realizados e arquivar as propostas recebidas, para fins de sua análise pelos órgãos internos e externos de controle. 1.11 Com o objetivo de compor suas propostas para participar de licitações que precedam as concessões de que trata a Lei nº 9.478, de 6 de agosto de 1997, a PETROBRÁS poderá assinar pré-contratos, mediante expedição de cartasconvite, assegurando preços e compromissos de fornecimento de bens ou serviços. 1.11.1 Os pré-contratos conterão cláusula resolutiva de pleno direito, sem penalidade ou indenização, a ser exercida pela PETROBRÁS no caso de outro licitante ser declarado vencedor, e serão submetidos à apreciação posterior dos órgãos de controle externo e de fiscalização. CAPÍTULO II DISPENSA E INEXIGIBILIDADE DA LICITAÇÃO 2.1 A licitação poderá ser dispensada nas seguintes hipóteses: a) nos casos de guerra, grave perturbação da ordem ou calamidade pública; b) nos casos de emergência, quando caracterizada a urgência de atendimento de situação que possa ocasionar prejuízo ou comprometer a segurança de pessoas, obras, serviços, equipamentos e outros bens; c) quando não acudirem interessados à licitação anterior, e esta não puder ser repetida sem prejuízo para a PETROBRÁS, mantidas, neste caso, as condições preestabelecidas; d) quando a operação envolver concessionário de serviço público e o objeto do contrato for pertinente ao da concessão; e) quando as propostas de licitação anterior tiverem consignado preços manifestamente superiores aos praticados no mercado, ou incompatíveis com os fixados pelos órgãos estatais incumbidos do controle oficial de preços; f) quando a operação envolver exclusivamente subsidiárias ou controladas da PETROBRÁS, para aquisição de bens ou serviços a preços compatíveis com os praticados no mercado, bem como com pessoas jurídicas de direito público interno, sociedades de economia mista, empresas públicas e fundações ou ainda aquelas sujeitas ao seu controle majoritário, exceto se houver empresas privadas que possam prestar ou fornecer os mesmos bens e serviços, hipótese em que todos ficarão sujeitos a licitação; e quando a operação entre as pessoas antes referidas objetivar o fornecimento de bens ou serviços sujeitos a preço fixo ou tarifa, estipuladas pelo Poder Público;

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g) para a compra de materiais, equipamentos ou gêneros padronizados por órgão oficial, quando não for possível estabelecer critério objetivo para o julgamento das propostas; h) para a aquisição de peças e sobressalentes ao fabricante do equipamento a que se destinam, de forma a manter a garantia técnica vigente do mesmo; i) na contratação de remanescentes de obra, serviço ou fornecimento, desde que aceitas as mesmas condições do licitante vencedor, inclusive quanto ao preço, devidamente corrigido e mediante ampla consulta a empresas do ramo, participantes ou não da licitação anterior; j) na contratação de instituições brasileiras, sem fins lucrativos, incumbidas regimental ou estatutariamente da pesquisa, ensino, desenvommento institucional, da integração de portadores de deficiência física, ou programas baseados no Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei nº 8.069, de 13 de Julho de 1990), desde que detenham inquestionável reputação ético-profissional; k) para aquisição de hortifrufigrangeiros e gêneros perecíveis, bem como de bens e serviços a serem prestados aos navios petroleiros e embarcações, quando em estada eventual de curta duração em portos ou localidades diferentes de suas sedes, por motivo ou movimentação operacional, e para equipes sísmicas terrestres. A dispensa de licitação dependerá de exposição de motivos do titular da unidade administrativa interessada na contratação da obra, serviço ou compra em que sejam detalhadamente esclarecidos: a) a caracterização das circunstâncias de fato justificadoras do pedido; b) o dispositivo deste Regulamento aplicável à hipótese; c) as razões da escolha da firma ou pessoa física a ser contratada; d) a justificativa do preço de contratação e a sua adequação ao mercado e à estimativa de custo da PETROBRÁS. É inexigível a licitação, quando houver inviabilidade fática ou jurídica de competição, em especial: a) para a compra de materiais, equipamentos ou gêneros que possam ser fornecidos por produtor, empresa ou representante comercial exclusivo, vedada a preferência de marca; b) para a contratação de serviços técnicos a seguir enumerados exemplificadamente, de natureza síngular, com profissionais ou empresas de notória especialização: - estudos técnicos, planejamento e projetos básicos ou executivos; - pareceres, perícias e avaliações em geral;

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Conhecimentos Específicos - assessorias ou consultorias técnicas e auditorias financeiras; - fiscalização, supervisão ou gerenciamento de obras ou serviços; - patrocínio ou defesa de causas judiciais ou administrativas, em especial os negócios jurídicos atinentes a oportunidades de negócio, financiamentos, patrocínio, e aos demais cujo conteúdo seja regido, predominantemente, por regras de direito privado face as peculiaridades de mercado; - treinamento e aperfeiçoamento de pessoal; c) para a contratação de profissional de qualquer setor artístico, diretamente ou através de empresário, desde que consagrado pela crítica especializada ou pela opinião pública; d) para a obtenção de licenciamento de uso de software com o detentor de sua titularidade autoral, sem distribuidores, representantes comerciais, ou com um destes na hipótese de exclusividade, comprovada esta por documento hábil; e) para a contratação de serviços ou aquisição de bens, em situações atípicas de mercado em que, comprovadamente, a realização do procedimento licitatório não seja hábil a atender ao princípio da economicidade; f) no caso de transferência de tecnologia, desde que caracterizada a necessidade e essencialidade da tecnologia em aquisição; g) para a compra ou locação de imóvel destinado ao serviço da PETROBRÁS, cujas características de instalação ou localização condicionem a sua escolha; h) para a formação de parcerias, consórcios e outras formas associativas de natureza contratual, objetivando o desempenho de atividades compreendidas no objeto social da PETROBRÁS; i) para a celebração de “contratos de aliança”, assim considerados aqueles que objetivem a soma de esforços entre empresas, para gerenciamento conjunto de empreendimentos, compreendendo o planejamento, a administração, os serviços de procura, construção civil, montagem, pré-operação, comissionamento e partida de unidades, mediante o estabelecimento de preços “meta” e “teto”, para efeito de bônus e penalidades, em função desses preços, dos prazos e do desempenho verificado; j) para a comercialização de produtos decorrentes da exploração e produção de hidrocarbonetos, gás natural e seus derivados, de produtos de indústrias químicas, para importação, exportação e troca desses produtos, seu transporte, beneficiamento e armazenamento, bem como para a proteção de privilégios industriais e para opeações bancárias e creditícias necessárias à manutenção de participação da PETROBRÁS no mercado;

k) nos casos de competitividade mercadológica, em que a contratação deva ser iminente, por motivo de alteração de programação, desde que cornprovadamente não haja tempo hábil para a realização do procedimento licitatório, justificados o preço da contratação e as razões técnicas da alteração de programação; l) na aquisição de bens e equipamentos destinados à pesquisa e desenvolvimento tecnológico aplicáveis às atividades da PETROBRÁS. 2.3.1 Considera-se de notória especialização o profissional ou empresa cujo conceito no campo de sua especialidade, decorrente de desempenho anterior, estudos, experiências, publicações, organização, aparelhamento, equipe técnica, ou de outros requisitos relacionados com suas atividades, permita inferir que seu trabalho é o mais adequado à plena satisfação do objeto do contrato. 2.3.2 Considera-se como produtor, firma ou representante comercial exclusivo, aquele que seja o único a explorar, legalmente, a atividade no local da contratação, ou no território nacional, ou o único inscrito no registro cadastral de licitantes da PETROBRÁS, conforme envolva a operação custo estimado nos limites de convite, concorrência ou tomada de preços. 2.4 A Diretoria da PETROBRÁS definirá, em ato específico, as competências para os atos de dispensa de licitação. 2.5 Os casos de dispensa (item 2.1) e de inexigibilidade (item 2.3) de licitação deverão ser comunicados pelo responsável da unidade competente à autoridade superior, dentro dos cinco dias seguintes ao ato respectivo, devendo constar da documentação a caracterização da situação justificadora da contratação direta, conforme o caso, a razão da escolha do fornecedor ou prestador de serviço e a justificativa do preço. CAPÍTULO III MODALIDADES, TIPOS E LIMITES DE LICITAÇÃO 3.1 São modalidades de licitação: a) A CONCORRÊNCIA b) A TOMADA DE PREÇOS c) O CONVITE d) O CONCURSO e) O LEILÃO 3.1.1 CONCORRÊNCIA - é a modalidade de licitação em que será admitida a participação de qualquer interessado que reuna as condições exigidas no edital. 3.1.2 TOMADA DE PREÇOS - é a modalidade de licitação entre pessoas, físicas ou jurídicas previamente cadastradas e classificadas na PETROBRÁS, no ramo pertinente ao objeto. 3.1.3 CONVITE - é a modalidade de licitação entre pessoas físicas ou jurídicas, do ramo pertinente ao objeto, em número mínimo de três, inscritas ou não no registro cadastral de licitantes da PETROBRÁS.

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Conhecimentos Específicos 3.1.4 CONCURSO - é a modalidade de licitação entre quaisquer interessados, para escolha de trabalho técnico ou artístico, mediante a instituição de prêmios aos vencedores. 3.1.5 LEILÃO - é a modalidade de licitação entre quaisquer interessados, para a alienação de bens do ativo permanente da PETROBRÁS, a quem oferecer maior lance, igual ou superior ao da avaliação. 3.2 De acordo com a complexibilidade e especialização da obra, serviço ou fornecimento a ser contratado, as licitações poderão ser dos seguintes tipos: a) DE MELHOR PREÇO - quando não haja fatores especiais de ordem técnica que devam ser ponderados e o critério de julgamento indicar que a melhor proposta será a que implicar o menor dispêndio para a PETROBRÁS, ou o maior pagamento, no caso de alienação, observada a ponderação dos fatores indicados no ato de convocação, conforme subitem 6.10; b) DE TÉCNICA E PREÇO - que será utilizada sempre que fatores especiais de ordem técnica, tais como segurança, operatividade e qualidade da obra, serviço ou fornecimento, devam guardar relação com os preços ofertados; c) DE MELHOR TÉCNICA - que será utilizada para contratação de obras, serviços ou fornecimentos em que a qualidade técnica seja preponderante sobre o preço. 3.2.1 O tipo da licitação será indicado pela unidade requisitante interessada e constará, sempre, do edital ou carta-convite. 3.2.2 Nos casos de utilização de licitação de Técnica e Preço e de Melhor Técnica, a unidade administrativa interessada indicará os requisitos de técnica a serem atendidos pelos licitantes na realização da obra ou serviço ou fornecimento do material ou equipamento. 3.3 Para a escolha da modalidade de licitação serão levados em conta, dentre outros, os seguintes fatores: a) necessidade de atingimento do segmento industrial, comercial ou de negócios correspondente à obra, serviço ou fornecimento a ser contratado; b) participação ampla dos detentores da capacitação, especialidade ou conhecimento pretendidos; c) satisfação dos prazos ou características especiais da contratação; d) garantia e segurança dos bens e serviços a serem oferecidos; 1. velocidade de decisão, eficiência e presteza da operação industrial, comercial ou de negócios pretendida; f) peculidaridades da atividade e do mercado de petróleo; g) busca de padrões internacionais de qualidade e produtividade e aumento da eficiência;

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h) desempenho, qualidade e confiabilidade exigidos para os materiais e equipamentos; i) conhecimento do mercado fornecedor de materiais e equipamentos específicos da indústria de petróleo, permanentemente qualificados por mecanismos que verifiquem e certifiquem suas instalações, procedimentos e sistemas de qualidade, quando exigíveis. Sempre que razões técnicas determinarem o fracionamento de obra ou serviço em duas ou mais partes, será escolhida a modalidade de licitação que regeria a totalidade da obra ou serviço. Obras ou serviços correlatos e vinculados entre si serão agrupados e licitados sob a modalidade correspondente ao conjunto a ser contratado. Nos casos em que a licitação deva ser realizada sob a modalidade de convite, o titular da unidade administrativa responsável poderá, sempre que julgar conveniente, determinar a utilização da concorrência.

CAPÍTULO IV REGISTRO CADASTRAL, PRÉ-QUALIFICAÇÃO E HABILITAÇÃO DE LICITANTES 4.1 A PETROBRÁS manterá registro cadastral de empresas interessadas na realização de obras, serviços ou fornecimentos para a Companhia. 4.1.1 Para efeito da organização e manutenção do Cadastro de Licitantes, a PETROBRÁS publicará, periodicamente, aviso de chamamento das empresas interessadas, indicando a documentação a ser apresentada, que deverá comprovar: a) habilitação jurídica; b) capacidade técnica, genérica, específica e operacional; c) qualificação econômico-financeira; d) regularidade fiscal. 4.2 As firmas cadastradas serão classificadas por grupos, segundo a sua especialidade. 4.3 Os registros cadastrais serão atualizados periodicamente, pelo menos uma vez por ano. 4.4 Os critérios para a classificação das firmas cadastradas serão fixados por Comissão integrada por técnicos das áreas interessadas, indicados pelos respectivos diretores e designados pelo Presidente da PETROBRÁS e serão estabelecidos em norma específica, aprovada pela Diretoria. 4.5 Feita a classificação, o resultado será comunicado ao interessado, que poderá pedir reconsideração, desde que a requeira, no prazo de cinco dias, apresentando novos elementos, atestados ou outras informações que justifiquem a classificação pretendida. 4.5.1 Decorrido o prazo do subitem anterior, a unidade administrativa encarregada do Cadastro expedirá o Certificado de Registro e Classificação, que terá validade de doze meses. 4.6 Qualquer pessoa, que conheça fatos que afetem a inscrição e classificação das firmas executoras de obras e serviços ou fornecedoras de materiais e

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Conhecimentos Específicos equipamentos, poderá impugnar, a qualquer tempo, total ou parcialmente, o registro, desde que apresente à unidade de Cadastro as razões da impugnação. 4.7 A inscrição no registro cadastral de licitantes da PETROBRÁS poderá ser suspensa quando a firma: a) faltar ao cumprimento de condições ou normas legais ou contratuais; b) apresentar, na execução de contrato celebrado com a PETROBRÁS, desempenho considerado insuficiente; c) tiver títulos protestados ou executados; d) tiver requerida a sua falência ou concordata, ou, ainda, decretada esta última; e) deixar de renovar, no prazo que lhe for fixado, documentos com prazo de validade vencido, ou deixar de justificar, por escrito, a não participação na licitação para a qual tenha sido convidada. 4.8 A inscrição será cancelada: a) por decretação de falência, dissolução ou liquidação da firma; b) quando ocorrer declaração de inidoneidade da firma; c) pela prática de qualquer ato ilícito; d) a requerimento do interessado; 4.9 A suspensão da inscrição será feita pela unidade encarregada do Cadastro, por iniciativa própria ou mediante provocação de qualquer unidade da PETROBRÁS. O cancelamento da inscrição será determinado por qualquer Diretor, ou pela Diretoria da PETROBRÁS no caso da letra “ b “ do subitem anterior, com base em justificativa da unidade administrativa interessada. 4.9.1 O ato de suspensão, ou de cancelamento, que será comunicado, por escrito, pela unidade encarregada do Cadastro, fixará o prazo de vigência e as condições que deverão ser atendidas pela firma, para restabelecimento da inscrição. 4.9.2 A firma que tiver suspensa a inscrição cadastral não poderá celebrar contratos com a PETROBRÁS, nem obter adjudicação de obra, serviço ou fornecimento, enquanto durar a suspensão. Entretanto, poderá a PETROBRÁS exigir, para manutenção do contrato em execução, que a firma ofereça caução de garantia satisfatória. 4.10 Para o fim de participar de licitação cujo ato de convocação expressamente o permita, admitirse-á a inscrição de pessoas físicas ou jurídicas reunidas em consórcio, sendo, porém, vedado a um consorciado, na mesma licitação, também concorrer isoladamente ou por intermédio de outro consórcio. 4.10.1 As pessoas físicas ou jurídicas consorciadas instruirão o seu pedido de inscrição com prova de compromisso de constituição do consórcio, mediante instrumento, do qual deverão constar, em cláusulas próprias: a) a designação do representante legal do consórcio;

b) composição do consórcio; c) objetivo da consorciação; d) compromissos e obrigações dos consorciados, dentre os quais o de que cada consorciado responderá, individual e solidariamente, pelas exigências de ordem fiscal e administrativa pertinentes ao objeto da licitação, até a conclusão final dos trabalhos que vierem a ser contratados com consórcio; e) declaração expressa de responsabilidade solidária de todos os consorciados pelos atos praticados sob o consórcio, em relação à licitação e, posteriormente, à eventual contratação; f) compromisso de que o consórcio não terá sua composição ou constituição alteradas ou, sob qualquer forma, modificadas, sem prévia e expressa anuência, escrita, da PETROBRÁS, até a conclusão integral dos trabalhos que vierem a ser contratados; g) compromissos e obrigações de cada um dos consorciados, individualmente, em relação ao objeto de licitação. 4.10.2 A capacidade técnica e financeira do consórcio, para atender às exigências da licitação, será definida pelo somatório da capacidade de seus componentes. 4.10.3 Nos consórcios integrados por empresas nacionais e estrangeiras serão obedecidas as diretrizes estabelecidas pelos órgãos governamentais competentes, cabendo, sempre, a brasileiros a representação legal do consórcio. 4.10.4 Não se aplicará a proibição constante da letra “ f “ do subitem 4.10.1 quando as empresas consorciadas decidirem fundir-se em uma só, que as suceda para todos os efeitos legais. 4.10.5 Aplicar-se-ão aos consórcios, no que cabíveis, as disposições deste Regulamento, inclusive no tocante ao cadastramento e habilitação de licitantes. 4.10.6 O Certificado do Registro do Consórcio será expedido com a finalidade exclusiva de permitir a participação na licitação indicada no pedido de inscrição. 4.10.7 O edital de licitação poderá fixar a quantidade máxima de firmas por consórcios e estabelecerá prazo para que o compromisso de consorciação seja substituído pelo contrato de constituição definitiva do consórcio, na forma do disposto no art. 279 da Lei nº 6.404 de 15/12/76, sob pena de cancelamento da eventual adjudicação. 4.11 A PETROBRÁS poderá promover a pré-qualificação de empresas para verificação prévia da habilitação jurídica, capacidade técnica, qualificação econômico-financeira e regularidade fiscal, com vista à participação dessas empresas em certames futuros e específicos. 4.11.1 O edital de chamamento indicará, além da(s) obra(s), serviço(s) ou fomecimento(s) a ser(em) contratado(s), os requisitos para a pré-qualificação e o seu prazo de validade.

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Conhecimentos Específicos 4.11.2 Uma vez pré-qualificadas, a convocação das empresas interessadas será feita de forma simplificada, mediante carta-convite. 4.12 O Certificado fornecido aos cadastrados substituirá os documentos exigidos para as licitações processadas dentro do seu prazo de validade, ficando, porém, assegurado à PETROBRÁS o direito de estabelecer novas exigências, bem como comprovação da capacidade operativa atual da empresa, compatível com o objeto a ser contratado. CAPÍTULO V PROCESSAMENTO DA LICITAÇÃO 5.1 As licitações da PETROBRÁS serão processadas por Comissões Permanentes ou Especiais, designadas pela Diretoria ou, mediante delegação desta, pelo titular da unidade administrativa interessada. 5.1.1 O procedimento da licitação será iniciado com o ato do titular da unidade administrativa interessada, que deverá indicar o objeto a ser licitado, prazo para a execução da obra, serviço ou fornecimento desejado, bem como os recursos orçamentários aprovados ou previstos nos programas plurianuais correspondentes. 5.1.2 Quando for o caso, o pedido de licitação deverá vir acompanhado do ato de designação da Comissão Especial que a processará. 5.2 O pedido de licitação deverá conter, dentre outros, os seguintes elementos: I - NO CASO DE OBRA OU SERVIÇO: a) descrição das características básicas e das especificações dos trabalhos a serem contratados; b) indicação do prazo máximo previsto para a conclusão dos trabalhos; c) indicação do custo estimado para a execução, cujo orçamento deverá ser anexado ao pedido; d) indicação da fonte de recursos para a contratação; e) requisitos de capital, qualificação técnica e capacitação econômico-financeira a serem satisfeitos pelas firmas interessadas na participação; f) local e unidade administrativa onde poderão ser obtidos, pelos interessados, elementos e esclarecimentos complementares sobre a obra ou serviço, bem como o preço de aquisição das especificações técnicas, plantas e demais elementos da licitação. II - NO CASO DE COMPRA: a) descrição das características técnicas do material ou equipamento a ser adquirido; b) indicação da fonte de recursos para a aquisição; c) indicação, quando for o caso, dos requisitos de capacitação econômico-financeira, qualificação e tradição técnica a serem satisfeitos pelos fornecedores interessados; d) indicação ou requisitos de qualidade técnica exigidos para o material ou equipamento a ser fornecido;

e) preço de aquisição das especificações técnicas e demais documentos da licitação, quando for o caso. 5.2.1 Quando exigido como requisito para a participação, o capital social mínimo não será superior a dez por cento do valor estimado para a contratação. 5.2.2 A Comissão de Licitação poderá solicitar da unidade administrativa requisitante quaisquer elementos e informações que entender necessários para a elaboração do edital ou cartaconvite da licitação. A Comissão restituirá à unidade requisitante o pedido de licitação que não contiver os elementos indicados no subitem anterior, bem assim os que não forem complementares com os dados e informações adicionais requisitados. 5.3 As licitações serão convocadas mediante edital assinado e feito publicar pelo titular da unidade administrativa interessada, ou através de cartaconvite expedida pela Comissão de Licitação ou por servidor especialmente designado. 5.3.1 Na elaboração do edital deverão ser levados em conta, além das condições e exigências técnicas e econômico-financeiras requeridas para a participação, os seguintes princípios básicos de licitação: a) igualdade de oportunidade e de tratamento a todos os interessados na licitação; b) publicidade e amplo acesso dos interessados às informações e trâmites do procedimento licitatório; c) fixação de critérios objetivos para o julgamento da habilitação dos interessados e para avaliação e classificação das propostas. 5.4 A concorrência será convocada por Aviso publicado, pelo menos uma vez, no Diário Oficial da União e em jornal de circulação nacional, com antecedência mínima de trinta dias da data designada para apresentação de propostas. 5.4.1 O aviso de convocação indicará, de forma resumida, o objeto da concorrência, os requisitos para a participação, a data e o local de apresentação das propostas e o local onde poderão ser adquiridos o edital e os demais documentos da licitação. 5.4.2 O edital da concorrência deverá conter o número de ordem em série anual, a sigla da unidade administrativa interessada, a finalidade da licitação, a menção de que será regida por esta Norma e, mais, as seguintes indicações: a) o objeto da licitação, perfeitamente caracterizado e definido, conforme o caso, pelo respectivo projeto, normas e demais elementos técnicos pertinentes, bastantes para permitir a exata compreensão dos trabalhos a executar ou do fornecimento a fazer; b) as condições de participação e a relação dos documentos exigidos para a habilitação dos licitantes e seus eventuais sub-contratados, os quais serão relativos, exclusivamente, à habilitação jurídica, qualificação técnica, qualificação econômico-financeira e regularidade fiscal;

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Conhecimentos Específicos c) o local, dia e horário em que serão recebidas a documentação de habilitação preliminar e as propostas e o local, dia e hora em que serão abertas as propostas; d) o critério que será adotado no julgamento das propostas; e) o local e a unidade administrativa onde os interessados poderão obter informações e esclarecimentos e cópias dos projetos, plantas, desenhos, instruções, especificações e outros elementos necessários ao perfeito conhecimento do objeto da licitação; f) a natureza e o valor da garantia de propostas, quando exigida; g) o prazo máximo para cumprimento do objeto da licitação; h) as condições de reajustamento dos preços, quando previsto; i) a declaração de que os trabalhos, ou fornecimento deverão ser realizados segundo as condições estabelecidas em contrato, cuja minuta acompanhará o edital; j) as condições de apresentação das propostas, número de vias e exigências de serem datilografadas e assinadas pelo proponente, sem emendas ou rasuras, com a indicação do respectivo endereço; k) as condições para aceitação de empresas associadas em consórcio e para eventual subcontratação; l) esclarecimento de que a PETROBRÁS poderá, antes da assinatura do contrato, desistir da concorrência, sem que disso resulte qualquer direito para os licitantes; m) prazo de validade das propostas; n) outras informações que a unidade requisitante da licitação julgar necessária. 5.4.3 Nas concorrências haverá, sempre, uma fase inicial de habilitação preliminar, destinada à verificação da plena qualificação das firmas interessadas. Para a habilitação preliminar os interessados apresentarão os documentos indicados no edital, além do comprovante de garantia de manutenção da proposta, quando exigida. 5.4.4 A habilitação preliminar antecederá a abertura das propostas e a sua apreciação competirá à Comissão de Licitação. 5.4.5 O edital da concorrência poderá dispensar as firmas inscritas no cadastro da PETROBRÁS e de órgãos da Administração Pública Federal, Estadual ou Municipal, da apresentação dos documentos de regularidade jurídico-fiscal exigidos para a habilitação, desde que exibido o Certificado de registro, respectivo. 5.4.6 Quando prevista no edital, a exigência de capital mínimo integralizado e realizado, ou de patrimônio líquido, não poderá exceder de dez por cento do valor estimado da contratação.

5.4.7 Mediante despacho fundamentado, a Diretoria poderá autorizar a redução do prazo de publicação do edital, para, no mínimo, vinte dias, quando essa providência for considerada necessária pela urgência da contratação. 5.5 A tomada de preços será convocada por Aviso publicado no Diário Oficial da União e em jornal de circulação nacional, com a antecedência mínima de quinze dias da data designada para recebimento das propostas. 5.5.1 O edital de tomada de preços conterá, além dos requisitos do subitem anterior, que forem cabíveis, as seguintes indicações mínimas: a) a descrição detalhada do objeto da licitação, as especificações e demais elementos indispensáveis ao perfeito conhecimento, pelos interessados, dos trabalhos que serão executados, ou dos materiais ou equipamentos a serem fornecidos; b) o local, data e horário em que serão recebidas as propostas e as condições da apresentação destas; c) a informação de que somente poderão participar da licitação firmas já inscritas no registro cadastral de licitantes da PETROBRÁS; d) especificação da forma e o valor da garantia de proposta, quando exigida, e indicação do local e a unidade administrativa da PETROBRÁS onde os interessados obterão informações complementares, cópias das especificações, plantas, desenhos, instruções e demais elementos sobre o objeto da licitação; e) o critério de julgamento das propostas, com o esclarecimento de que a PETROBRÁS poderá, antes da assinatura do contrato, revogar a licitação, sem que disso resulte qualquer direito para os licitantes. 5.5.2 Mediante despacho fundamentado, o Diretor da área a que estiver afeta a licitação poderá autorizar a redução do prazo de publicação do edital, para dez dias, quando essa providência for considerada necessasária pela urgência da contratação. 5.6 O convite será convocado por carta expedida pelo Presidente da Comissão de licitação ou pelo servidor especialmente designado, às firmas indicadas no pedido da licitação, em número mínimo de três, selecionadas pela unidade requisitante dentre as do ramo pertinente ao objeto, inscritos ou não no registro cadastral de licitantes da PETROBRÁS. 5.6.1 A carta-convite será entregue, aos interessados, contra recibo, com antecedência mínima de três dias antes da data fixada para a apresentação das propostas. A carta-convite será acompanhada das características e demais elementos técnicos da licitação e deverá conter as indicações mínimas, necessárias à elaboração das propostas. 5.6.2 A cada novo convite, realizado para objeto idêntico ou assemelhado, a convocação será estendida a, pelo menos, mais uma firma, dentre as cadastradas e classificadas no ramo pertinente.

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Conhecimentos Específicos CAPíTULO VI JULGAMENTO DAS LICITAÇÕES 6.1 As licitações serão processadas e julgadas com a observância do seguinte procedimento: a) abertura dos envelopes contendo a documentação relativa à habilitação, e sua apreciação; b) devolução dos envelopes fechados aos licitantes inabilitados, desde que não tenha havido recurso ou após a sua denegação; c) abertura dos envelopes contendo as propostas dos licitantes habilitados, desde que transcorrido o prazo sem interposição de recurso, ou tenha havido desistência expressa, ou após o julgamento dos recursos interpostos; d) verificação da conformidade de cada proposta com os requisitos do instrumento convocatório, promovendo-se a desclassificação das propostas desconformes ou incompatíveis; e) classificação das propostas e elaboração do Relatório de Julgamento; f) aprovação do resultado e adjudicação do objeto ao vencedor. 6.2 A abertura dos envelopes contendo os documentos de habilitação e as propostas, será realizada sempre em ato público, previamente designado, do qual se lavrará ata circunstanciada, assinada pelos licitantes presentes e pela Comissão de Licitação. 6.3 Todos os documentos de habilitação e propostas serão rubricados pelos licitantes e pela Comissão de Licitação. 6.4 O disposto no item 6.1 aplica-se, no que couber, ao leilão e ao convite. 6.5 O concurso será processado com a observância do procedimento previsto no respectivo instrumento convocatório. 6.6 Ultrapassada a fase de habilitação dos concorrentes e abertas as propostas, não cabe desclassificá-las por motivo relacionado com a habilitação, salvo em razão de fatos supervenientes ou só conhecidos após o julgamento. 6.7 É facultada à Comissão ou autoridade superior, em qualquer fase da licitação, a promoção de diligência destinada a esclarecer ou a complementar a instrução do procedimento licitatório, vedada a inclusão posterior de documento ou informação que deveria constar originariamente da proposta. 6.8 Após a fase de habilitação, não cabe desistência de proposta, salvo por motivo justo decorrente de fato superveniente e aceito pela Comissão. 6.9 É assegurado a todos os participantes do procedimento licitatório o direito de recurso, na forma estabelecida no Capítulo IX deste Regulamento. 6.10 O critério de julgamento das propostas constará, obrigatoriamente, do edital ou carta-convite. Na sua fixação levar-se-ão em conta, dentre outras condições expressamente indicadas no ato de

convocação, os fatores de qualidade e rendimento da obra ou serviço ou do material ou equipamento a ser fornecido, os prazos de execução ou de entrega, os preços e as condições de pagamento. 6.11 A Comissão fará a análise, avaliação e classificação das propostas rigorosamente de conformidade com o critério estabelecido no ato de convocação, desclassificando as que não satisfizeram, total ou parcialmente, às exigências prefixadas. 6.12 Não serão levadas em conta vantagens não previstas no edital ou carta-convite, nem ofertas de redução sobre a proposta mais barata. 6.13 No caso de discordância entre os preços unitários e os totais resultantes de cada item da planilha, prevalecerão os primeiros; ocorrendo discordância entre os valores numéricos e os por extenso, prevalecerão estes últimos. 6.14 Na falta de outro critério expressamente estabelecido no ato de convocação, observado o disposto no subitem anterior, a licitação será julgada com base no menor preço ofertado, assim considerado aquele que representar o menor dispêndio para a PETROBRÁS. 6.15 Na avaliação das propostas, para efeito da classificação, a Comissão levará em conta todos os aspectos de que possa resultar vantagem para a PETROBRÁS, observado o disposto no subitem 6.25. 6 16 As propostas serão classificadas por ordem decrescente dos valores afertados, a partir da mais vantajosa. 6.17 Verificando-se absoluta igualdade entre duas ou mais propostas, a Comissão designará dia e hora para que os licitantes empatados apresentam novas ofertas de preços; se nenhum deles puder, ou quiser, formular nova proposta, ou caso se verifique novo empate, a licitação será decidida por sorteio entre os igualados. 6.18 Em igualdade de condições, as propostas de licitantes nacionais terão preferência sobre as dos estrangeiros. 6.19 Nas licitações de MELHOR PREÇO será declarada vencedora a proponente que, havendo atendido às exigências de prazo de execução ou de entrega e às demais condições gerais estabelecidas no ato de convocação, ofertar o menor valor global para a realização da obra ou serviço, assim considerado aquele que implicar o menor dispêndio para a PETROBRÁS, ou o maior pagamento, no caso de alienação. 6.20 Nas licitações de TÉCNICA E PREÇO e MELHOR TÉCNICA o julgamento das propostas será feito em duas etapas. 6.20.1 Na primeira, a Comissão fará a análise das propostas com base nos fatores de avaliação previamente fixados no edital, tais como: qualidade, rendimento, assistência técnica e treinamento, prazo e cronograma de execução, técnica e metodologia de execução, tradição técnica da firma, equipamentos da firma, tipo e prazo da garantia de qualidade oferecida, podendo solicitar dos

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Conhecimentos Específicos licitantes as informações e esclarecimentos complementares que considerar necessários, vedada qualquer alteração das condições já oferecidas. 6.20.2 Concluída a avaliação das propostas técnicas, a Comissão convocará os licitantes, por escrito, e, no dia, hora e local designados, em sessão pública, divulgará o resultado da 1ª etapa do julgamento e proclamará as propostas classificadas tecnicamente. Após a leitura do Relatório Técnico, o Presidente da Comissão prestará aos licitantes os esclarecimentos e justificativas que forem solicitados. As indagações dos licitantes e os esclarecimentos prestados pelo Presidente constarão da ata da sessão. Em seguida, o Presidente da Comissão fará a abertura dos envelopes das propostas financeiras, cujos documentos serão lidos e rubricados pelos membros da Comissão e pelos licitantes. Serão restituídos, fechados, aos respectivos prepostos, os envelopes de preços dos licitantes cujas propostas técnicas tenham sido desclassificadas. 6.20.3 O Presidente da Comissão não fará a abertura dos envelopes de preços das firmas cujas propostas técnicas tenham sido objeto de impugnação, salvo se, decidida, de plano, a improcedência desta, o impugnante declarar, para ficar consignado na ata, que aceita a decisão da Comissão e renuncia a recurso ou reclamação futura sobre o assunto. 6.20.4 Também não serão abertos, permanecendo em poder da Comissão, os envelopes de preços das firmas cujas propostas técnicas tenham sido desclassificadas e que consignarem em ata o propósito de recorrer contra tal decisão, bem assim os daquelas contra as quais tenha sido impugnada a classificação, até a decisão final sobre o recurso ou impugnação. 6.20.5 O resultado da avaliação das propostas técnicas constará de RELATÓRIO TÉCNICO, no qual deverão ser detalhadamente indicados: a) as propostas consideradas adequadas às exigências de ordem técnica da licitação; b) as razões justificadoras de eventuais desclassificações. 6.20.6 Na segunda etapa do julgamento, a Comissão avaliará os preços e sua adequação à estimativa da PETROBRÁS para a contratação, bem assim as condições econômico-financeiras ofertados pelos licitantes e fará a classificação final segundo a ordem decrescente dos valores globais, ou por item do pedido, quando se tratar de licitação de compra. 6.21 Nas licitações de TÉCNICA E PREÇO será proclamada vencedora da licitação a firma que tiver ofertado o melhor preço global para a realização da obra ou serviço, ou o melhor preço final por item do fornecimento a ser contratado, desde que atendidas todas as exigências econômicofinanceiras estabelecidas no edital. 6.22 Nas licitações de MELHOR TÉCNICA será proclamada vencedora a firma que obtiver a melhor

classificação técnica, desde que atendidas as condições econômico-financeiras estabelecidas no edital. Entretanto, o edital conterá, sempre, a ressalva de que a PETROBRÁS poderá recusar a adjudicação, quando o preço da proposta for considerado incompatível com a estimativa de custo da contratação. 6.23 Qualquer que seja o tipo ou modalidade da licitação, poderá a Comissão, uma vez definido o resultado do julgamento, negociar com a firma vencedora ou, sucessivamente, com as demais licitantes, segundo a ordem de classificação, melhores e mais vantajosas condições para a PETROBRÁS. A negociação será feita, sempre, por escrito e as novas condições dela resultantes passarão a integrar a proposta e o contrato subseqüente. 6.24 O resultado das licitações, qualquer que seja o tipo ou modalidade, constará do RELATÓRIO DE JULGAMENTO, circunstanciado, assinado pelos membros da Comissão, no qual serão referidos, resumidamente, os pareceres técnicos dos órgãos porventura consultados. 6.25 No Relatório de Julgamento a Comissão indicará, detalhadamente, as razões da classificação ou desclassificação das propostas, segundo os fatores considerados no critério pré-estabelecido, justificando, sempre, quando a proposta de menor preço não for a escolhida. 6.26 Concluído o julgamento, a Comissão comunicará, por escrito, o resultado aos licitantes, franqueandolhes, e a qualquer interessado que o requeira por escrito, o acesso às informações sobre a tramitação e resultado da licitação. 6.27 Decorrido o prazo de recurso, ou decidido este, o Relatório de Julgamento será encaminhado pelo Presidente da Comissão ao titular do órgão interessado, para aprovação e adjudicação. 6.27.1 O titular da unidade competente para a aprovação poderá converter o julgamento em diligência, para que a Comissão supra omissões ou esclareça aspectos do resultado apresentado. 6.27.2 Mediante decisão fundamentada, a autoridade competente para a aprovação anulará, total ou parcialmente, a licitação, quando ficar comprovada irregularidade ou ilegalidade no seu processamento. 6.28 Os editais e cartas-convites conterão, sempre, a ressalva de que a PETROBRÁS poderá, mediante decisão fundamentada da autoridade competente para a homologação do julgamento, revogar a licitação, a qualquer tempo, antes da formalização do respectivo contrato, para atender a razões de conveniência administrativa, bem como anular o procedimento, se constatada irregularidade ou ilegalidade, sem que disso resulte, para os licitantes, direito a reclamação ou indenização. 6.29 As licitações vinculadas a financiamentos contratados pela PETROBRÁS com organismos internacionais serão processadas com observância do disposto nas recomendações

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Conhecimentos Específicos contidas nos respectivos Contratos de Empréstimos, e nas instruções específicas dos órgãos federais competentes, aplicando-se, subsidiariamente, as disposições deste Regulamento. 6.30 Os editais para essas licitações indicarão os requisitos a serem atendidos pelas firmas estrangeiras eventualmente interessadas na participação. CAPÍTULO VII CONTRATAÇÃO 7.1 A execução de obras e serviços e a aquisição ou alienação de materiais, na PETROBRÁS, serão contratados com o concorrente classificado em primeiro lugar na licitação correspondente, ressalvados os casos de dispensa desta, estabelecidos neste Regulamento. 7.1.1 Os contratos da PETROBRÁS reger-se-ão pelas normas de direito privado e pelo princípio da autonomia da vontade, ressalvados os casos especiais, obedecerão a minutas padronizadas, elaboradas com a orientação do órgão jurídico e aprovadas pela Diretoria. 7.1.2 As minutas dos contratos e dos respectivos aditamentos serão previamente analisadas pelo órgão jurídico da PETROBRÁS, na forma do disposto nas normas operacionais internas. 7.1.3 Os contratos deverão estabelecer, com clareza e precisão, os direitos, obrigações e responsabilidades das partes e conterão cláusulas específicas sobre: a) a qualificação das partes; b) o objeto e seus elementos característicos; c) a forma de execução do objeto; d) o preço, as condições de faturamento e de pagamento e, quando for o caso, os critérios de reajustamento; e) os prazos de início, de conclusão, de entrega, de garantia e de recebimento do objeto do contrato, conforme o caso; f) as responsabilidades das partes; g) as que fixem as quantidades e o valor da multa; h) a forma de inspeção ou de fiscalização pela PETROBRÁS; i) as condições referentes ao recebimento do material, obra ou serviço; j) as responsabilidades por tributos ou contribuições; k) os casos de rescisão; l) o valor do contrato e a origem dos recursos; m)a forma de solução dos conflitos, o foro do contrato e, quando necessário, a lei aplicável; n) estipulação assegurando à PETROBRÁS o direito de, mediante retenção de pagamentos, ressarcir-se de quantias que lhes sejam devidas pela firma contratada, quaisquer que sejam a natureza e origem desses débitos. 7 1.4 A Diretoria Executiva definirá, em ato interno específico, as competências para a assinatura dos contratos celebrados pela PETROBRÁS.

7.2

Os contratos regidos por este Regulamento poderão ser alterados, mediante acordo entre as partes, principalmente nos seguintes casos: a) quando houver modificação do projeto ou das especificações, para melhor adequação técnica aos seus objetivos; b) quando necessária a alteração do valor contratual, em decorrência de acréscimo ou diminuição quantitativa de seu objeto, observado, quanto aos acréscimos, o limite de vinte e cinco por cento do valor atualizado do contrato; c) quando conveniente a substituição de garantia de cumprimento das obrigações contratuais; d) quando necessária a modificação do regime ou modo de realização do contrato, em face de verificação técnica da inaplicabilidade dos termos contratuais originários; e) quando seja comprovadamente necessária a modificação da forma de pagamento, por imposição de circunstâncias supervenientes, respeitado o valor do contrato. 7.3 A inexecução total ou parcial do contrato poderá ensejar a sua rescisão, com as consequências contratuais e as previstas em lei, além da aplicação ao contratado das seguintes sanções: a) advertência; b) multa, na forma prevista no instrumento convocatório ou no contrato; c) suspensão temporária de participação em licitação e impedimento de contratar com a PETROBRÁS, por prazo não superior a dois anos; d) proibição de participar de licitação na PETROBRÁS, enquanto perdurarem os motivos determinantes da punição ou até que seja promovida a reabilitação, perante a própria autoridade que aplicou a pena. 7.3.1 Constituem motivo, dentre outros, para rescisão do contrato: a) o não cumprimento de cláusulas contratuais, especificações, projetos ou prazos; b) o cumprimento irregular de cláusulas contratuais, especificações, projetos ou prazos; c) a lentidão no seu cumprimento, levando a PETROBRÁS a presumir a não-conclusão da obra, do serviço ou do fornecimento, nos prazos estipulados; d) o atraso injustificado no início da obra, serviço ou fornecimento; e) a paralisação da obra, do serviço ou do fornecimento, sem justa causa e prévia comunicação à PETROBRÁS; f) a subcontratação total ou parcial do seu objeto, a associação da contratada com outrem, a cessão ou transferência, total ou parcial, exceto se admitida no edital e no contrato, bem como a fusão, cisão ou incorporação, que afetem a boa execução deste; g) o desatendimento das determinações regulares do preposto da PETROBRÁS designado para

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Conhecimentos Específicos acompanhar e fiscalizar a sua execução, assim como as de seus superiores; h) o cometimento reiterado de faltas na sua execução, anotadas em registro próprio; i) a decretação da falência, o deferimento da concordata, ou a instauração de insolvência civil; j) a dissolução da sociedade ou o falecimento do contratado; k) a alteração social ou a modificação da finalidade ou da estrutura da empresa, que, a juízo da PETROBRÁS, prejudique a execução da obra ou serviço; l) o protesto de títulos ou a emissão de cheques sem suficiente provisão de fundos, que caracterizem insolvência do contratado; m)a suspensão de sua execução, por ordem escrita da PETROBRÁS por prazo superior a cento e vinte dias, salvo em caso de calamidade pública, grave perturbação da ordem interna ou guerra; n) a ocorrência de caso fortuito ou de força maior, regularmente comprovada, impeditiva da execução do contrato. 7.3.2 A rescisão acarretará as seguintes conseqüências imediatas: a) execução da garantia contratual, para ressarcimento, à PETROBRÁS, dos valores das multas aplicadas e de quaisquer outras quantias ou indenizações a ela devidas; b) retenção dos créditos decorrentes do contrato, até o limite dos prejuízos causados à PETROBRÁS. 7.4 O contrato poderá estabelecer que a decretação da concordata implicará a rescisão de pleno direito, salvo quando a firma contratada prestar caução suficiente, a critério da PETROBRÁS, para garantir o cumprimento das obrigações contratuais.

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8.2

CAPÍTULO VIII LICITAÇÃO PARA ALIENAÇÃO DE BENS Observado o disposto no Estatuto Social, a alienação de bens do ativo permanente, devidamente justificada, será sempre precedida de avaliação e licitação, dispensada esta nos seguintes casos: a) dação em pagamento, quando o credor consentir em receber bens móveis ou imóveis em substituição à prestação que lhe é devida; b) doação, exclusivamente para bens inservíveis ou na hipótese de calamidade pública; c) permuta; d) venda de ações, que poderão ser negociadas em bolsa, observada a legislação específica; e) venda de títulos, na forma da legislação pertinente. A alienação será efetuada mediante leilão público, ou concorrência, quando se tratar de imóveis, segundo as condições definidas pela Diretoria Executiva, indicadas no respectivo edital, previamente publicado.

CAPÍTULO IX RECURSOS PROCESSUAIS 9.1 Qualquer interessado, prejudicado por ato de habilitação, classificação ou julgamento, praticado pela Comissão de Licitação, ou por representante autorizado da PETROBRÁS, em função deste Regulamento, poderá recorrer, mediante: a) Pedido de Reconsideração; b) Recurso Hierárquico. 9.1.1 O Pedido de Reconsideração será formulado em requerimento escrito e assinado pelo interessado, dirigido à Comissão de Licitação ou à unidade responsável pelo ato impugnado e deverá conter: a) a identificação do recorrente e das demais pessoas afetadas pelo ato impugnado; b) a indicação do processo licitatório ou administrativo em que o ato tenha sido praticado; c) as razões que fundamentam o pedido de reconsideração, com a indicação do dispositivo deste Regulamento ou, quando for o caso, da legislação subsidiariamente aplicável. 9.1.2 O Pedido de Reconsideração será apresentado no protocolo local da PETROBRÁS, instruído com os documentos de prova de que dispuser o recorrente. Quando assinado por procurador, deverá vir acompanhado do correspondente instrumento do mandato, salvo quando este já constar do processo respectivo. 9.1.3 Mediante o pagamento do custo correspondente, a parte poderá requerer cópias das peças do processo da licitação, ou de quaisquer outros documentos indispensáveis à instrução do recurso. 9.1.4 Quando o interessado o requerer, o Pedido de Reconsideração poderá converter-se em Recurso Hierárquico, na hipótese de indeferimento da Comissão de Licitação ou da unidade administrativa à qual tenha sido dirigido. 9.1.5 O Recurso Hierárquico, formulado com observância do disposto no subitem 9.1.1, será dirigido à unidade administrativa imediatamente superior àquela responsável pelo ato impugnado. 9.1.6 Quando se referir a ato praticado em processo de licitação, o requerimento do Recurso Hierárquico será apresentado, através do protocolo local da PETROBRÁS, à Comissão de Licitação, que o encaminhará a unidade administrativa competente, com as informações justificativas do ato praticado, caso decida mantê-lo. 9.1.7 Interposto o recurso hierárquico, a Comissão de Licitação comunicará aos demais licitantes, que poderão impugná-lo no prazo comum de cinco dias úteis. 9.1.8 A Comissão de Licitação, ou a unidade administrativa responsável pelo ato impugnado, decidirá sobre o Pedido de Reconsideração no prazo de três dias úteis, contados do término do prazo para impugnação e, em igual prazo, comunicará o resultado ao interessado, ou encaminhará o processo ao superior hierárquico, na hipótese prevista no subitem 9.1.4.

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Conhecimentos Específicos 9.1.9 O Recurso Hierárquico será decidido pela unidade administrativa competente no prazo de cinco dias úteis, contados da data em que receber, devidamente instruído, o processo respectivo. 9.2 É de cinco dias corridos, contados da data de comunicação do ato impugnado, o prazo para formulação do Pedido de Reconsideração e do Recurso Hierárquico. 9.2.1 Quando se tratar de ato divulgado em sessão pública do procedimento licitatório, o prazo para recorrer contar-se-á da data da realização da sessão. 9.2.2 Nos demais processos vinculados a esta Norma, o prazo para recorrer contar-se-á da data em que a parte tomar conhecimento do ato. 9.2.3 Quando o recurso se referir ao resultado final da licitação, o prazo de recurso será contado da data da notificação do resultado, feita pela Comissão de Licitação aos interessados. 9.2.4 Na contagem do prazo de recurso excluir-se-á o dia do início e incluir-se-á o do vencimento, prorrogando-se este para o primeiro dia útil, quando recair em dia em que não haja expediente na PETROBRÁS. 9.3 Os recursos terão efeito apenas devolutivo. Entretanto, quando se referirem à habilitação de recorrentes, ou ao resultado da avaliação e classificação de propostas, os recursos acarretarão a suspensão do procedimento licitatório, mas apenas em relação à firma, ou a proposta, atingida pelo recurso. 9.3.1 A seu exclusivo critério, a autoridade competente para apreciar o recurso poderá suspender o curso do processo, quando isso se tornar recomendável, em face da relevância dos aspectos questionados pelo recorrente. 9.3.2 A parte poderá, a qualquer tempo, desistir do recurso interposto. Responderá, entretanto, perante a PETROBRÁS, pelos prejuízos que, porventura, decorram da interposição de recurso meramente protelatório. CAPÍTULO X DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS 10.1 A disciplina estabelecida neste Regulamento poderá ser complementada, quanto aos aspectos operacionais, por ato interno da Diretoria Executiva da PETROBRÁS, previamente publicado no Diário Oficial da União, inclusive quanto à fixação das multas a que se refere a alínea “ g “ do subitem 7.1.3. 10.2 Quando da edição da lei a que se refere o § 1º do art. 173 da Constituição, com a redação dada pela Emenda nº 19, de 4 de junho de 1998, o procedimento licitatório disciplinado neste Regulamento deverá ser revisto, naquilo que conflitar com a nova lei. Fonte: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/ D2745.htm Acessado em: 20/12/2010 Degrau Cultural

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Conhecimentos Específicos

MODALIDADES DE TRANSPORTE Transporte intermodal - refere-se a uma mesma operação que envolve dois ou mais modos de transporte, onde cada transportador emite um documento e responde individualmente pelo serviço que presta. Transporte multimodal - vincula o percurso da carga a um único documento de transporte, independente das combinações de meios, como, por exemplo, ferroviário e marítimo. O Consignatário, designado pelo Consignador (que representa o interessado no transporte da carga, entrega à mercadoria ao Operador de Transporte Multimodal mediante contrato), recebe a mercadoria no ponto de desembarque final, encerrando a operação multimodal. Apresenta uma série de vantagens em relação ao intermodal: permite movimentação mais rápida da carga; garante maior proteção à carga; diminui os custos de transporte; dá mais competitividade internacional ao exportador; melhora a qualidade do serviço. Transporte rodoviário - recomendável para curtas e médias distâncias, caracteriza-se pela simplicidade de funcionamento e flexibilidade. Permite em qualquer ocasião embarques urgentes, entregas diretas, manuseio mínimo da carga e embalagens mais simples. Os países do MERCOSUL, Bolívia, Chile e Peru assinaram um Convênio sobre Transporte Internacional Terrestre. Transporte ferroviário - não tem a agilidade do transporte rodoviário, mas apresenta algumas vantagens: menor custo de transporte, frete mais barato que o rodoviário, sem problemas de congestionamentos, existência de terminais de carga próximos às fontes de produção, transporta grande quantidade de mercadoria de uma só vez.

É apropriado para mercadorias agrícolas a granel, minério, derivados de petróleo e produtos siderúrgicos. Comporta também o tráfego de contêineres. Transporte marítimo: representa quase a totalidade dos serviços internacionais de movimentação de carga. É o meio mais utilizado por seu baixo custo. Nas operações CFR (cost and freight) e CIF (cost, insurance and freight), a indicação do navio é feita pelo exportador, cabendo ao importador tal indicação no caso das operações FOB (free on board). A Consolidação da Carga Marítima (boxrate) é o embarque de diversos lotes de carga, mesmo que de diferentes agentes, sob uma única documentação. Os consolidadores fracionam o custo total do contêiner entre os interessados, e o embarcador arca apenas com a taxa referente ao espaço utilizado. Essa prática confere mais eficácia ao transporte e reduz seu custo para o exportador. As companhias de navegação oferecem diversos tipos de serviço, como: conferenciado (fazem parte da Conferência de Fretes, rotas regulares, tarifas únicas, etc); outsiders regulares (não fazem parte da Conferência, linhas fixas, sem regularidade); tramps irregulares (linhas variáveis, tarifas combinadas entre o armador e o proprietário da mercadoria); bilaterais (em que há, por acordo comercial, obrigatoriedade e reciprocidade de transporte de navios entre dois países). Há ainda navios exclusivos dos fabricantes dos produtos que transportam. A tarifa de frete é baseada no peso (tonelada) ou no volume (cubagem).

Fonte: http://www.global21.com.br 208

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Conhecimentos Específicos

NOÇÕES DE GESTÃO, PLANEJAMENTO, PREVISÃO E CONTROLE DE ESTOQUES Noções Administração de Materiais

Processo de distribuição-recebimento

Conhecimentos sobre técnicas de recebimento, estocagem, distribuição, registro e inventariação de matérias-primas e mercadorias recebidas

Esse processo consiste no recebimento físico do produto ou material, passando pela inspeção de qualidade para finalmente ser armazenado em local apropriado.

O processo de distribuição está associação a movimentação física de materiais normalmente de um fornecedor para um cliente. Esse processo envolve atividades internas e externas, acompanhadas de documentos legais. Podem se divididas em funções mais nucelares como recebimento e armazenagem, controle de estoques, administração de frotas e fretes, separação e produtos, cargas de veículos, transportes, devoluções de mercadorias e produtos entre outras.

O recebimento de produtos em um centro de distribuição pressupõe procedimentos de alimentação de estoque baseados normalmente em ponto de pedido ou demanda firme, dependendo dos tipos de produção e distribuição adotados. Dois modelos existentes na manufatura influenciam diretamente a alimentação do estoque: empurrar o produto ou puxar o produto.

Distribuir é uma função dinâmica e bastante diversa, variando de produtos para produto, de empresa para empresa. Dessa forma, a distribuição precisa ser extremamente flexível para enfrentar as diversas demandas e restrições que lhe são impostas, sejam elas físicas ou legais. A vantagem competitiva de uma empresa pode estar na forma de distribuição a maneira com que faz o produto chegar rapidamente à gôndola, na qualidade do seu transporte e na eficiência de entrega de um material a um fabricante. Distribuição Física A distribuição física consiste basicamente em três elementos globais: - recebimento - armazenagem e - expedição Recebimento – a função recebimento se inicia quando o veículo é aceito para descarregar um produto ou material que está destinado ao armazém ou centro de distribuição. O produto é contado ou pesado, e o resultado é comparada com o documento de transporte. Os recebimentos, quanto à sua origem, podem ser classificados em importação, transferências entre fábricas e armazéns ou centros de distribuição, transferências provenientes de terceiros e devolução de clientes. Armazenagem – após o recebimento, os itens são armazenados em locais específicos no armazém ou no centro de distribuição, em prateleiras, estantes, tanques, entrados ou até mesmo acondicionados no solo, muitas vezes sobre protetores de unidades. Expedição – a expedição ou despacho corresponde ao processo de separar os itens armazenados em um determinado local, movimentando-os para um outro lugar com o objetivo de atender a uma demenda específica, que pode ser o envio do produto a um cliente ou a um terceiro com objetivos de agregar valor ao item.

Empurrar – o conceito de empurrar um produto está associado quase sempre a um ponto de pedido. Em função da demanda, o estoque vai sofrendo um decréscimo e quando atinge uma quantidade predefinida efetua-se o reabastecimento. Puxar – esta associado a demanda. O estoque será abastecido, e os produtos serão produzidos com base na necessidade ditada pelo consumo. Técnicas como Just in Time e Kanbam são aplicada com o objetivo de abastecer o estoque no momento m que realmente é necessário. Noções Sobre Gerenciamento de Estoque O gerenciamento de estoque é um ramo da administração de empresas que está relacionado com o planejamento e o controle de estoques de materiais ou de produtos que serão utilizados na produção ou na comercialização de bens ou serviços. Preocupar-se efetivamente com os estoques pode interferir nos resultados estratégicos de uma empresa. Definir o momento correto da compra, a quantidade ideal a ser comprada, os melhores preços, os níveis de segurança, a qualidade do bem ou do serviço, são características importantes nesse processo. O balanceamento da demanda real de consumo com a produção também é elemento fundamental para evitar estoques elevados. O capital investindo em estoque e o impacto que exerce sobre as atividades operacionais das organizações são razões essenciais para que as empresas estabeleçam prioridades efetivas na sua administração. A estratégia de estoque sofrerá variações de empresa para empresa, dependendo do foco estratégico a ser adotado. É evidente que toda organização deve estabelecer e manter uma estratégia adequada para administrar o estoque. Uma estratégia bem aplicada e bem conduzida não só assegurará o desempenho apropriado dos diferentes processos e funções empresariais, bem como poderá minimizar custos. Controles não adequados podem levar a organização a possuir elevados estoques incorrendo em altos valores de investimento.

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Conhecimentos Específicos Definindo a estratégia de Estoque As organizações devem definir e manter uma estratégia de estoques, que, conduzida adequadamente, assegurará o balanceamento dos processos de produção e distribuição, além de minimizar os custos de estoque. O posicionamento estratégico dos produtos interferirá sobremaneira na forma em que os estoques serão administrados. Organizações como foco na produção de bens de consumo de alta rotatividade devem manter estoques balanceados nos pontos de compra, caso contrário, correm o risco de perder vendas. Outra característica importante da estratégia é o enfoque de classificação priorização dos materiais e produtos. As negociações, o planejamento, o acompanhamento dos materiais devem ser diferenciados por classe. Muitos são os fatores que interferem nos processo e que afetam a maneira de administrar os estoques, como: a) utilização do conceito de lote; b) estoque de segurança; c) níveis de serviço ao cliente; d) estoque de antecipação para situações de sazonalidade. Objetivos e políticas de estoque A compreensão dos objetivos estratégicos da existência e do gerenciamento dos estoques é fundamental para se definir metas, funções, tipos de estoque e forma como eles afetam as organizações em suas atividades produtivas e de relacionamento de mercado. O investimento em estoques tem dois objetivos estratégicos principais: 1. maximizar os recursos da empresa 2. fornecer um nível satisfatório de serviço ao cliente ou consumidor. Indicadores de Desempenho Medir o desempenho do estoque é extremamente salutar para a organização uma vez que um dos aspectos fundamentais da administração moderna enfatiza a redução dos estoques. O aumento ou a redução dos níveis de estoques geram forte impacto nas finanças de qualquer empresa. a) Giro de estoque – corresponde ao número de vezes em que o estoque é consumido totalmente durante um determinado período (normalmente um ano). Giro de estoque = vendas anuais($)/estoque médio($). b) Cobertura do estoque – está relacionada à taxa de uso do item e baseia-se no cálculo da quantidade de tempo de duração do estoque, caso este não sofra um ressuprimento. Essa cobertura é normalmente indicada em número de semanas ou meses, dependendo das características do produto. Cobertura do estoque = estoque médio (unidades) / demanda (unidades).

c) Acurácia de estoque – é determinada pela relação entre a quantidade física existente no armazém e aquela existente nos registros de controe. Acurácia de estoque = (quantidade física x quantidade teórica) X 100 Funções do Estoque Por que existe estoque? A formação de estoque está relacionada ao desequilíbrio existentes entre a demanda E o fornecimento. Quanto o ritmo de fornecimento é maior que a demanda, o estoque aumenta. Quanto o ritmo da demanda supera o fornecimento, o estoque diminui, podendo faltar material ou produto. Se a taxa de fornecimento fosse igual à taxa de demanda não haveria a necessidade da formação de estoque. Tipo de Estoque Estoque de antecipação – é aplicado para produtos com comportamento sazonal de demanda. Fabricantes de sorvetes, ovos de Páscoa, calendários, equipamento de ar-condicionado, brinquedos, panetone. Normalmente, as organizações não dimensionam os recursos para atender aos picos de demando. Portanto, os estoques são feitos previamente e consumidos durante os períodos de pico. Sazonalidade – O conceito de sazonalidade está ligado às ocorrências não constantes de um determinado período. A procura por sorvetes acontece em períodos de temperaturas elevadas. As empresas enfrentam problemas bastantes sérios com o desequilíbrio entre a demanda e o fornecimento. Estoque de flutuação ou estoque de segurança – A função do estoque de segurança é proteger a empresa contra imprevistos na demanda e no suprimento. Atrasos na entrega de materiais e produtos ou aumentos inesperados no consumo podem gerar falta de produtos. Estoque por tamanho de lote ou estoque de ciclo – O estoque de ciclo existe quando os pedidos exigem um lote mínimo de produção ou venda normalmente maior que a quantidade para satisfazer uma demanda imediata. Essas condições podem estar vinculadas ao tamanho mínimo do lote em função da produção, do fornecimento ou do transporte. Exemplo característico são os produtos fabricados aos milhares, como tijolos, telhas, pias, cerâmicos, azulejos e pães. Há uma necessidade de se produzir uma quantidade mínima desses produtos por causa dos custos e do tempo envolvido. Estoque de proteção (hedge) – nesse caso, o objetivo é proteger-se contra eventualidades que envolvem especulações de mercado relacionadas às greves, aumento de preços, situação econômica e política estáveis, ambiente inflacionário e imprevisível. O estoque hedge guarda uma certa semelhança com o estoque de segurança. No entanto, essa proteção contra possíveis instabilidades tem uma duração temporária,

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Conhecimentos Específicos enquanto o estoque de segurança, cujo objetivo é atender às oscilações de consumo e fornecimento, é perene. Estoque em trânsito ou estoque no canal de distribuição – esse tipo de estoque corresponde à movimentação física de materiais e produtos. Materiais movimentandose de um fornecedor até a planta, de uma operação para outra, de uma planta a um centro de distribuição, do centro de distribuição ao cliente são considerados como estoques no canal. Existem três estágios de estoque em trânsito: a) suprimento – nesse estágio, todos os recebimentos programados em trânsito e já pagos são considerados como estoques no canal, uma vez que ainda não estão disponíveis para serem usados.

DEMANDA INDEPENDETE – determinada pela condições de mercado, a demanda independente não é afetada pelas necessidade de produção. É gerada diretamente pelo consumidor ou cliente. Seus estoques incluem: * atacadista e varejistas * indústria de serviço * bens de consumo e peças de substituição para empresas de manufatura DEMANDA DEPENDENTE – é determinada pelas decisões de produção e está vinculada a uma demanda independente. Um exemplo de demanda dependente é o pneu de um automóvel.

b) Processamento interno – dentro da fábrica, todos os estoques em processo, que de alguma forma exigem movimentação, correspondem ao estoque em trânsito.

Conceituação de Material e Patrimônio

c) Entrega do produto – correspondem aos produtos que estão sendo transportados e que ainda não foram pagos pelos clientes.

Durabilidade – quando o material em uso normal perde ou tem reduzidas as suas condições de funcionamento, no prazo máximo de dois anos;

Fatores que Afetam o Estoque Fatores que afetam significativamente o comportamento dos estoques. a) ‘Sazonalidade e variação de demanda b) ‘Diversidade ou variedade de produtos c) ‘Tempo de vencimento ou período de vigência ou validade d) ‘Tempo de produção Categorias de Estoque As categorias de estoques estão vinculadas ao fluxo de material e à forma em que pode ser encontrado nas diferentes etapas do processo. 1. MATÉRIA-PRIMA 2. PRODUTO EM PROCESSO 3. PRODUTO SEMI-ACABADO 4. PRODUTO ACABADO 5. ESTOQUE DE DISTRIBUIÇÃO – corresponde ao item já inspecionado e testado, transferindo ao centro de distribuição por necessidades logísticas. 6. ESTOQUE EM CONSIGNAÇÃO – são estoques normalmente de produto acabado ou de peças de reposição de manutenção que permanecem no cliente sob a sua guarda, mas continua sendo, por meio de acordos mútuos, de propriedade do fornecedor até que seja consumido. Os Sistemas de Estoques Os estoques são elementos reguladores no contexto da cadeia de valor.

Na classificação de despesa orçamentária, para a identificação do material permanente, são adotados os seguintes parâmetros:

Fragilidade – quando a estrutura do material está sujeita à modificação, por ser quebradiço ou deformável, caracterizando-o pela perda e/ou irrecuperabilidade de sua identidade; Perecibilidade – quando o material está sujeito a modificações em sua natureza (química ou física), sendo passível de deterioração ou perda de suas características normais de uso; Incorporabilidade – quando o material for destinado a ser incorporado a outro bem. Assim, este não pode ser retirado sem prejuízo das características do principal; Transformabilidade – quando adquirido para fins de transformação, produção ou fabricação de partes, elementos ou de outros bens completos. O gestor de patrimônio precisa desempenhar adequadamente suas funções e é de fundamental importância, que ele seja conhecedor das características dos materiais sob seus cuidados, dando assim subsídio ao processo decisorial. O gestor deve ser um profissional com formação específica, pois cuidará do patrimônio público, sob seus cuidados, bem como o meio ambiente e a sociedade. O patrimônio material custa e vale dinheiro. Segundo a Lei 6.404/76 os estoques são classificados como ativo circulante, que rapidamente pode ser transformado em capital; e pela Lei 4.320/64, em ativo permanente, devendo, portanto, ser tratado como se dinheiro fosse. Servem, por vezes, como garantia de empréstimos aplicados para o desenvolvimento local. Daí, a necessidade de bem conhecê-los para o seu uso adequadamente. O reconhecimento de um profissional não está relacionado à função que desempenha na sociedade, mas pela

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Conhecimentos Específicos forma como ele a desempenha. Afinal, a todos os profissionais tornam-se necessária a convivência harmoniosa da sociedade, sem a qual seria quase impossível a própria existência dela. Atividades Básicas da Administração de Materiais Cadastramento de Materiais O gestor de materiais pode ordenar, adequadamente, os seus conhecimentos sobre os materiais e as suas características utilizando uma sistemática que resulte em uma lógica para a diferenciação destes e do tratamento que deve ser dispensado a cada um. Tal instrumento para a estruturação dessa diferenciação, pode ser obtido através do cadastramento de materiais. Através de um exemplo de solicitação de materiais a um gestor de patrimônio, poder-se-á explicar esta sistemática. Codificação dos Materiais Os materiais, através do cadastramento, podem ser organizados em classes ou categorias. Esta divisão dará origem ao sistema de codificação, que servirá como um meio rápido e eficiente de recuperar o conjunto de especificações que caracteriza cada material. Nesta assertiva, quando qualquer característica for relevante na diferenciação de dois materiais, implica dizer que estes são distintos no tratamento a ser dispensado e que, portanto, devem ter códigos diferentes. Em resumo, o código será a melhor forma de comunicação para a apresentação das características de um dado material. Sistemas de codificação de materiais: Alfabético – utiliza o conjunto de algarismos do alfabeto para a diferenciação de um conjunto de materiais. Por exemplo, RM pode significar régua de madeira. RMA poderá significar régua de madeira de 30 cm. RMB poderá significar régua de madeira de 50 cm e assim por diante. Tem como principais restrições: a possibilidade de erros de transcrição e o reduzido número de variações que podem ser obtidas a partir da combinação das letras. (Além do fato da difícil memorização de um número elevado de códigos e do agrupamento de novos materiais similares a outros já cadastrados e que venham a ser inseridos posteriormente na relação geral de patrimônio).

Alfanumérico – numa tentativa de ampliar as vantagens dos dois métodos, anteriormente descritos, foi criado o sistema alfanumérico, agregando letras e números. RM30 poderá significar régua de madeira de 30 cm. RM50 poderá significar régua de madeira de 50 cm e assim por diante. Contudo, apesar do ganho evidente nas possibilidades deste novo sistema de codificação, as desvantagens dos sistemas originais ainda permanecem. Inclusão em Carga Quando um material passa a integrar o patrimônio de uma organização uma das primeiras atividades, após a verificação de sua regularidade (física e fiscal), é o seu registro na relação geral de patrimônio, anotando-se a data e o valor de sua incorporação, a forma e a documentação de sua origem, a sua destinação, bem como o número pelo qual deverá ser localizado nessa relação (o seu cadastro ou registro propriamente dito). Toda transferência de materiais, em uma organização, deve dar origem a um novo termo de carga, quando houver a mudança de responsabilidade sobre estes. Podese dizer que a carga é condição obrigatória para esta transferência, sendo que, para a sua realização, o bem deverá estar perfeitamente caracterizado e avaliado, quanto ao seu estado ou condição de uso, bem como, devidamente, valorado, a fim de que se possa estabelecer a dimensão da responsabilidade que assume o novo consignatário. Descarga Descarga também ocorrerá quando o material se tornar irrecuperável pelas perdas de sua funcionalidade, por consumo e demais transferências (cessão, venda, permuta, doação, inutilização e abandono) e, ainda, por furto ou roubo, observadas as particularidades do caso. Eventualmente, partes ou peças de um conjunto podem ter a sua descarga isolada, fazendo-se as devidas anotações no registro patrimonial, e, ainda, a atualização do valor desse bem.

Numérico – podem-se tecer considerações semelhantes. Por exemplo, material da classe 1000 pode significar régua de madeira. Material 1030 poderá significar régua de madeira de 30 cm. Material 1050 poderá significar régua de madeira de 50 cm e assim por diante. Tem como principais restrições: a possibilidade de erros de transcrição e a eventual dificuldade do agrupamento de novos materiais similares a outros já cadastrados e que venham a ser inseridos, posteriormente, na relação geral de patrimônio.

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Conhecimentos Específicos

NOÇÕES DE ARMAZENAGEM A armazenagem é importante para a disponibilidade dos materiais, em atendimento às demandas. É, através dela, que se busca manter a integridade das características dos materiais, onde os locais reservados para esta função – os almoxarifados – tenham as condições necessárias, ou seja, se possível, tenham sido edificados para tal propósito ou adequadamente adaptados. Caso contrário, a tarefa de conservar as características dos materiais, poderá ser prejudicada colocando-os em risco para a finalidade a que se destinam. Junto à função de armazenar os materiais em um almoxarifado, também cabe ao gestor tomar todos os cuidados requeridos para a preservação do patrimônio. Deste modo, todas as unidades deverão contar com programas de manutenção e conservação. A realização contínua dessas atividades contribuirá para que o patrimônio público seja transferido, em boas condições, às gerações futuras. Para que tal expectativa seja alcançada, é necessário que o material possa ser, prontamente, localizado no almoxarifado; isto é, possa ser identificado dentre os demais, em pouco tempo, o que implica a adequada organização dos espaços destinados para este fim. Os cuidados na armazenagem, que se iniciam com a perfeita localização dos materiais, devem-se estender aos aspectos de segurança que, no trato com os materiais, assume dois caminhos. Observações: Segurança das pessoas, que trabalham no almoxarifado, nas atividades de movimentação de materiais, devendo para isso serem observadas regras como: materiais pesados devem ser armazenados no piso ou nas prateleiras inferiores, visando reduzir a possibilidade de quedas destes, quando da sua movimentação; materiais de maior volume serem estocados próximo à entrada do almoxarifado, para facilitar a sua retirada; a compatibilidade entre materiais (por exemplo, não estocar inflamáveis junto a combustíveis); os cuidados necessários para o trato de materiais tóxicos ou venenosos (por exemplo, o uso de equipamentos de proteção – luvas, máscaras, botas etc.);

Esse controle é fundamental para que não ocorram excessos ou falta de materiais de qualquer natureza. A otimização da relação, entre a disponibilidade dos materiais e o custo desta, também é obtida por esse controle. A compra ou renovação de estoques, igualmente, deve ser orientada por seu controle. Existem dois métodos básicos de acompanhamento e controle de estoques, segundo os quais o gestor realizará avaliações das quantidades disponíveis: O método periódico que consiste na avaliação do estoque em intervalos regulares de tempo (semanal, mensal, semestral ou outra freqüência apropriada para as características do material), independente das movimentações realizadas no período. Este método tem como vantagem o fato de concentrar a atividade de avaliação do estoque em datas únicas, servindo para o planejamento das datas e da duração dessa avaliação, bem como para o estabelecimento dos recursos necessários para tanto (pessoas e meios). Todavia, em função da quantidade de itens a serem avaliados (variedade ou diversidade), este método pode representar concentração significativa de esforços. Tal situação é muito comum, na realização de inventários anuais, quando não houver a atualização dos saldos e valores do estoque. Apresenta ainda a desvantagem de dar margem a uma maior probabilidade de falta de materiais, vez que estes serão verificados apenas em datas fixas. Isto pode sinalizar um grande risco de paralisação das atividades da organização, em função da importância do material para os processos produtivos desta. Método de Controle Periódico:

Representação Gráfica

Outro aspecto refere-se à segurança das pessoas, que usarão o material, após a sua armazenagem. Se o produto for deteriorado, durante uma armazenagem inadequada, poderá ocorrer um acidente, quando de seu uso. O gestor de materiais poderá ser responsabilizado pelos danos que possam vir a ocorrer por falta de adequada conservação dos materiais. Poderá responder pela perda dos materiais em si e pelos danos decorrentes de seu uso em condições deterioradas, o que pode ensejar complicações de maior gravidade. Após o devido registro do bem no patrimônio, com a respectiva atualização de seu valor, cabe ao gestor o contínuo acompanhamento desse material, bem como o de seus similares, verificando todos os eventos relativos a estes (entradas e saídas), isoladamente ou em conjunto, enquanto pertencentes à organização.

Intervalo entre levantamento dos estoques (t1 = t2 = t3 = ... = tn).

Os inventários são feitos em intervalos de tempo regulares – t1 / t2 / t3 Obs: quanto a reta do consumo toca o eixo X indica o ponto de ruptura – o estoque chega a zero. O método de controle por níveis de estoques, em que o gestor utiliza, como elemento de tomada de decisão, quantidades, que lhe servirão como referências, independente de quanto tempo levem para ser atingidas.

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Conhecimentos Específicos A utilização deste método implica na dispersão de esforços desse controle ao longo do período, podendo resultar num elevado número de aquisições e custo de compras pela colocação de sucessivos pedidos, o que não ocorre quando do controle por períodos fixos. Método de Controle por Níveis de Estoque:

Legenda: (a) – Estoque mínimo ou de segurança. (b) – Ponto de pedido. (c) – Estoque máximo. (d) – Tempo de reposição ou de ressuprimento. (e) – Intervalo entre reposições consecutivas. (f) – Lote de compras ou de encomenda. FÓRMULAS: Estoque Máximo = Estoque mínimo + Lote Econômico de Compras Estoque Mínimo = Estoque de Reserva + Demanda x Tempo de Ressuprimento Ponto de Pedido = Estoque Mínimo + Demanda x Tempo de Ressuprimento Custo de Armazenamento = Custo de Armazenar + Custo de Pedir LOTE ECONÔMICO DE COMPRA

INVENTÁRIOS O inventário é o instrumento através do qual os gestores de patrimônio verificam características específicas dos materiais sob os seus cuidados. Podem, através deste, levantar os saldos e a disponibilidade dos estoques, as condições de guarda e conservação, bem como obter, após a execução destas atividades, os meios necessários para a valoração dos estoques. Estes devem ser continuamente realizados, visando manter atualizadas as informações, acima descritas, para a tomada de decisões pelo gestor e por seus superiores. A atualização das informações dos estoques facilita a rotina do gestor de patrimônio, sendo, inclusive, a única forma efetiva de evitar a concentração dessas atividades, em curto período de tempo, o que comumente acontece em organizações, que não mantêm esse hábito. Além disso, é conveniente que se lembre, de que a legislação coloca a obrigatoriedade da apresentação do inventário anual, como forma de o Estado manter controle sobre a variação de seu patrimônio, ano após ano, representado pelas quantidades de materiais e seus respectivos valores individuais e/ou em conjunto. Realizam-se os inventários, a fim de uma verificação integral ou parcial das características dos materiais, no que tange à sua totalidade ou apenas parte do estoque, em razão dos objetivos a que este visa atender. Podem, de acordo com esses objetivos, ser realizados pelo próprio gestor ou por uma equipe especialmente designada. Responsabilidade Ambiental do Gestor de Patrimônio A responsabilidade do gestor de patrimônio vai além de suas atribuições diretas com os materiais, sob os seus cuidados. Sua atenção deve-se estender também aos possíveis impactos, que o trato inadequado destes pode causar ao meio ambiente e, assim, à própria humanidade. Cuidados com as embalagens, a armazenagem e a disposição final dos materiais, entre outras atividades do cotidiano desse gestor, devem ser orientadas nesse sentido. Suas ações têm, por princípio, ser orientadas quanto à redução da geração de resíduos, a fim do reaproveitamento e da reciclagem dos materiais. Perguntas e Respostas Com quais setores da organização o setor de compras se relaciona com maior freqüência? Compras são de fundamental importância para a organização e, através de suas atribuições ou necessidades, relaciona-se com os setores de planejamento, almoxarifado e licitação, contábil e financeiro, bem como com as demais atividades fim da empresa pública.

CT = Custo Total Q = quantidade do pedido, em unidades D = Demanda do período, em unidades P = Custo de pedir, por pedido C = Custo de manter estoque no período, por unidade

Quais as vantagens da centralização e da descentralização do setor de compras? Centralização: Oportunidade de negociar maiores quantidades de materiais;

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Conhecimentos Específicos Homogeneidade da qualidade dos materiais adquiridos; Controle de materiais e estoques. Descentralização: Distância geográfica; Tempo necessário para a aquisição de materiais; Facilidade de diálogo. Como se dá a operação do setor de compras? Em princípio, as compras não podem ser realizadas por iniciativa própria do gestor de patrimônio. Isto é, devem ser provocadas pela necessidade de algum setor que encaminhará uma comunicação interna a apresentando. Assim, caso não haja a disponibilidade imediata do material a ser entregue, o gestor providenciará a apresentação de fornecimento ou pedido de compras. Para investimentos e bens permanentes deverá ser formalizado o pedido prévio de autorização para estas despesas. Em seguida, conforme o caso, são tomadas as providências relativas à licitação, que encerra o ciclo de atividades relacionadas a compras pela qualificação e classificação de fornecedores. Que elementos fazem parte das condições de compra?

Quais as medidas a serem tomadas na aquisição, em casos de emergências? Compra direta, tendo as justificativas dentro das medidas legais. Na aquisição, quais as principais formas para a descrição de bens? Descritiva: identifica com absoluta clareza, vez que caracteriza o bem, através de suas especificações (técnica, estética, histórico-cultural, etc). Referencial: identifica, indiretamente, o item (nome, símbolo, etc). Na aquisição, com Recurso Próprio, qual a legislação a ser seguida: Federal ou Estadual? Deverá ser seguida a Legislação Federal. Quais as modalidades de licitação para aquisição de materiais e serviços? Carta Convite – modalidade de licitação mais simples, visa à contratação de pequenos valores referentes à aquisição de materiais e serviços, bens ou obras. Devem ser buscadas, pelo menos, ofertas de três fornecedores.

Fazem parte das condições de compras, além das quantidades e preços contratados, as formas e prazos de pagamento, inclusive quanto ao recebimento de outros bens como parte do capital devido, o local e a programação das entregas (seqüência e datas), bem como as informações pertinentes às embalagens, meios (rodoviário, ferroviário, aéreo, etc.), frete e demais elementos referentes ao transporte dos materiais dos fornecedores até as unidades do Poder Público.

Valores: materiais e serviços – de R$ 8.000,00 a R$ 80.000,00; obras e serviços de engenharia – até R$ 150.000,00.

Como avaliar bem os fornecedores?

Concorrência – licitação que admite a participação de quaisquer interessados, previamente, cadastrados ou não.

Os fornecedores devem ser avaliados segundo dois aspectos: o técnico e o administrativo. A qualidade técnica de um fornecedor representa a competência de fornecer um bom produto e deve ser verificada através da qualificação do seu quadro profissional e, em alguns casos, da tecnologia do fornecedor. Por sua vez, a qualidade administrativa diz respeito à competência com que a empresa é gerenciada (preços, regularidade e entregas de acordo com o que foi pedido etc.), sendo possível que esta influencie negativamente a qualidade técnica. Como a organização pública pode obter redução de custos através do setor de compras? Compras bem realizadas significa que o recurso de capital foi bem empregado. Como uma organização pública não visa lucro com a aquisição de bens e serviços, não há como recuperar o capital desperdiçado em compras mal realizadas, o que implica a premente necessidade da maximização do recurso público utilizado em suas compras. Compras, então, contribuirá com tal finalidade através de seu adequado planejamento e negociação com fornecedores visando a obtenção do fornecimento mais vantajoso ao interesse público.

Tomada de preços – licitação junto a fornecedores, previamente, cadastrados (qualificados), publicação no Diário Oficial e em jornal de grande circulação. Valores: materiais e serviços – até R$ 650.000,00; obras e serviços de engenharia – até R$ 1500.000,00.

Valores: materiais e serviços – acima de R$ 650.000,00; obras e serviços de engenharia – acima de R$ 1500.000,00 Concurso – permite a seleção e a escolha de trabalho técnico ou artístico, onde a predominância é a intelectualidade. Leilão – utilizada especificamente na venda de bens móveis e imóveis. Pregão – É uma modalidade de licitação em que a obtenção pelo fornecimento de bens e serviços comuns, é realizada em sessão pública, por meio de propostas de preços escritos e verbais, que garantam por meio de pleito justo entre os interessados, a compra mais econômica, segura e eficiente. Nas autorizações de despesas referentes a serviços, materiais, bens ou obras, antes do ato de empenhar faz-se necessário enquadrá-las, no que prescreve os artigos 14, 15 e 16 da Lei nº. 8.666/93, de 21 de junho de 1.993, alterada pela Lei 9.648/98, de 27 de maio de 1.998, que rege as Licitações e Contratos Administrativos no Brasil.

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Conhecimentos Específicos Quando a licitação poderá ser dispensada? Com valor inferior a R$ 8.000,00; em caso de emergências, sinistro ou calamidade pública, conforme previsto no art. 24 da Lei 8.666/93, incisos I a XXIV. Sempre se apresentando a justificativa pertinente no respectivo processo. Quais os períodos mínimo e máximo de duração de um contrato? Ficará adstrita à vigência dos respectivos créditos orçamentários; exceto: aos projetos cujos produtos estejam contemplados nas metas estabelecidas no plano plurianual, os quais poderão ser prorrogados, desde que isso tenha sido previsto no ato convocatório. A prestação de serviços a serem executados, de forma contínua, está limitada a 60 meses. Quais as principais prerrogativas do contrato? Segurança ao contratante e contratado, em caso de não cumprimento de uma das partes. Quais medidas a serem tomadas quando uma determinada quantidade dos produtos adquiridos apresentarem defeitos? Existem duas possibilidades para a detecção desses defeitos. A primeira quando o material é entregue. Ou seja, uma parte está adequada para consumo imediato e a outra não (a que apresentou defeitos). Para a devida solução desse problema recomenda-se adotar a recepção provisória para a conferencia da qualidade e da quantidade dos produtos entregues. Tal condição deve estar previamente estabelecida no edital de fornecimento. A outra oportunidade é quando se percebe o defeito algum tempo após a entrega e já tendo sido consumida parte do material recebido. Nesta última, a comprovação de uma possível má intenção do fornecedor pode ficar prejudicada devido à, entre outros fatos, armazenagem indevida, mistura entre lotes oriundos de diferentes fornecedores etc. Sempre que possível, deve-se verificar amostras do produto entregue na presença do fornecedor e fazer constar cláusulas sobre penalidades para o fornecimento de materiais defeituosos, inclusive com a restrição de fornecimento ou da participação de certames licitatórios. O que é inventário físico? É a tomada de todas as providências, visando obter a avaliação ou valoração dos estoques. Para isso, devem ser levantados as quantidades e o estado (condição de uso ou conservação dos materiais em análise), para a sua posterior avaliação individual ou em conjunto. O inventário deve ter data programada para o início e fim de suas atividades?

Uniformidade – os procedimentos de avaliação devem ser uniformes, de preferência padronizados e realizados, integralmente, pela mesma equipe, visando a assegurar os mesmos critérios e resultados similares para materiais em condições semelhantes; Instantaneidade – itens similares devem ser avaliados em um menor espaço de tempo entre o início e o final de sua contagem e valoração, se possível, nas mesmas datas, com vistas a assegurar que o tempo não influirá nessa avaliação e resultará em diferenças sensíveis para o conjunto; Integridade – preferencialmente, deve ser avaliada a totalidade dos itens em estoque. Todavia, por dificuldades de ordem econômica, de tempo ou de pessoal podem ser tomadas, como expressão da realidade, aproximações como a amostragem; Especificação – os materiais devem ser identificados e avaliados pelo conjunto de características que formam a sua especificação. O que é inventário analítico? É a forma de controle em que se devem figurar todas as informações necessárias para a perfeita identificação e caracterização do material. Quais são as providências do gestor de patrimônio, caso o Órgão possua estoque de materiais comprovado fisicamente como suficiente para atender a uma demanda de 3 meses, mais o encarregado de compras ou ordenador de despesas determinar a abertura de novas licitações? Verificar, antes de tudo, o estado do material, observando as suas características (perecibilidade, prazo de validade etc). Em seguida, comunicar a posição do estoque ao setor de compras ou ordenador de despesas, incluindo opinião sobre a possibilidade de emprego indevido de recursos públicos. Os inventários gerenciais devem ser feitos por um gestor apenas? Não, devido às suas características em ter uma finalidade específica (verificação de saldos e qualidades, identificação de desvios etc.), deverão ser efetuados por uma comissão, especialmente, designada. Quais os prazos máximo e mínimo para a entrega do material? Os prazos mínimos e máximos deverão estar fixados em Edital. Quais as informações obrigatórias nas notas fiscais, que deverão ser observadas pelo gestor quando do recebimento de materiais?

Sim, deve ser em datas programadas, visando a contribuir para o seu melhor planejamento e execução.

Data de emissão;

Que orientações a seguir quando da realização de inventários?

Quantidades;

Oportunidade – os inventários devem ser realizados em época planejada, oportuna, visando a não causar transtornos ao andamento normal das atividades da unidade;

Descrição do material; Unidades de medida (dúzia, quilo, etc.); Preços (unitários e total); Bem como o destaque das alíquotas dos impostos (ICMS e IPI);

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Conhecimentos Específicos Caracterização do fornecedor (CGC, inscrições estadual e municipal, entre outras). Quais os principais sistemas de estocagem? Sistema de estocagem: a) Fixa onde se determina número de áreas de estocagem para um tipo de material, definindo-se, assim, que somente material deste tipo poderá ser estocado nos locais marcados. b) Sistema de estocagem livre – em o qual não existem locais fixos de armazenagem, a não ser, é óbvio, para materiais de estocagem especial. Quais as formas de classificação de estoques? São as seguintes: Estocagem de matéria-prima – que pode ser armazenagem centralizada, onde facilita o planejamento da produção, pois que permite um melhor controle sobre as peças ou produtos defeituosos, tornando o ato de rejeição mais simples. A armazenagem descentralizada – possibilita um inventário mais rápido, por meios visuais, e, por estar localizada junto aos pontos de utilização, minimiza os atrasos ocasionados, por enganos no envio de materiais a outros locais, que não o de utilização. Estocagem intermediária – que também pode ser centralizada ou descentralizada, é a estocagem de materiais ou produtos já transformados, processados ou fabricados parcial ou totalmente que entram na etapa seguinte da produção. Estocagem de produtos acabados – é aquela realizada para atender ao usuário, seja o da entrega imediata, seja o de encomendas sob pedido. Qual a diferença entre estoque e almoxarifado? a) Estoque – é toda e qualquer presença de materiais na empresa, inclusive aqueles em trânsito, seja os que estão em processo de recebimento, como aqueles que foram distribuídos. b) Almoxarifado – é o local reservado para a guarda e a conservação de materiais, isto é, um local que, em princípio, foi estruturado para assegurar o atendimento dessas funções. Como é feita a saída de bens de consumo do almoxarifado, cuja entrada não existe registro? Há a obrigação do registro patrimonial de todos os bens públicos, ainda que pelo simples relacionamento. Um bem não registrado, formalmente, não existe e, portanto, não integra o patrimônio. Logo, não haverá a possibilidade de registros relativos a saídas, enquanto não houver a entrada ou registro patrimonial do bem. O almoxarifado deve emitir mensalmente balancetes, informando à contabilidade, a real situação do estoque? Sim, para que a contabilidade possa acompanhar a movimentação de estoque (entrada e saída).

Qual o procedimento a ser adotado pelo setor de almoxarifado para saída de mercadorias, quando o Órgão tiver cronograma de encerramento para a elaborar do movimento de almoxarifado? A maioria dos problemas relacionados à gestão de estoques está relacionada com a falta do estabelecimento prévio de condições para a sua entrega e recebimento. Ou seja, ainda na contratação do fornecimento. Para que sejam sanados estes problemas o contrato deve prever claramente quais as condições necessárias para que o fornecimento seja realizado de modo a atender todas as expectativas do órgão ou unidade a(o) qual se destina. Para evitar problemas numa unidade que tiver que apresentar mensalmente relatórios de movimentação, devem ser adotados procedimentos como o recebimento de entregas no máximo até o 2° dia útil anterior ao final do mês (ou outra antecedência, conforme necessidade da unidade) e recebimento prévio para posterior processamento, seguindo as mesmas diretrizes de quaisquer outros fornecimentos com esta condição. Em que consiste o inventário rotativo? Consiste no levantamento contínuo e seletivo dos materiais existentes em estoques ou daqueles permanentes, distribuídos para uso, feito de acordo com uma programação, a permitir que todos os itens sejam recenseados ao longo do exercício. Quando um material é considerado antieconômico? Quando o custo de sua recuperação superar a 50% de seu valor. Que destinação deve ser dada aos materiais obtidos, através de convênio, após o término deste? Em regra, deverão ser destinados para a respectiva entidade, salvo expresso, de outra forma, no próprio convênio. Qual o método de avaliação a ser adotado para a atualização do valor do patrimônio? Os materiais deverão ser avaliados pela média ponderada das compras e os equipamentos e materiais permanentes pelo custo de aquisição ou construção, conforme determina o art. 106, da Lei n° 4.320/64. Como proceder para a valoração de itens do patrimônio obtidos por produção interna? Preferencialmente, com base no valor de similares do mercado. Se não for possível, devem ser valorados pelo seu custo de produção. O que é inventário por amostragem? Consiste no levantamento das características de uma parcela dos materiais em estoque, buscando, a partir dos resultados obtidos, o comportamento dessas características no restante do grupo em análise. Podese ocorrer em intervalos regulares de tempo, por exemplo, mensal, ou, segundo uma finalidade específica.

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Conhecimentos Específicos Como deve ser feita a depreciação de equipamentos e material permanente e de quantos em quantos anos? Deverá ser feita, anualmente, atualizando o valor de cada item do patrimônio, fazendo-a constar do inventário anual da unidade. Para cada tipo de equipamento e material permanente, deve ser consultada a Norma de Execução 06/93 (publicada no DOU de 30/12/93), onde se extraiu a tabela abaixo:

O que é inventário anual? Entende-se como inventário anual, o levantamento de todos os bens numa determinada data, em geral, correspondente ao fim de ano fiscal, com o detalhamento dos materiais e dos bens, com a respectiva indicação das quantidades e valores de cada item, em razão de seu estado ou qualidade (conforme sua depreciação). Os resultados desse inventário devem ser analisados, em conjunto, pelos setores de patrimônio e de contabilidade da unidade. CLASSIFICAÇÃO ABC A utilização da classificação ABC, baseada nos conceitos de Pareto, vem sendo ensinada e utilizada de longa data, para que os profissionais de gestão de estoques e compras definam suas políticas de gestão de estoques. Será que esta técnica ainda pode ser considerada como uma boa prática de gestão nos tempos atuais? Ou será que as novas tecnologias de informática e as novas maneiras de efetuar compras empresariais tornaramna obsoleta? Neste artigo o autor procura demonstrar os fundamentos da classificação ABC e discutir idéias sobre o tema, mostrando a obsolescência de tal técnica no ambiente de gestão de estoques dos dias atuais. Palavras-chave: classificação ABC; gestão de estoques; compras; Pareto; lote de encomenda Introdução Gestão de estoques é a função que procura manter o melhor nível de atendimento aos demandantes de material (clientes, produção, usuários), da forma mais econômica possível, isto é, mantendo o menor estoque médio em termos de investimento. Classificação ABC, conforme definição encontrada no glossário de termos publicado pelo Council of Supply Chain Management Professionals , “... é uma proposta de planejamento de estoques baseada na classificação ABC de um volume ou valor de vendas onde os itens A teriam o maior volume ou maior valor de vendas, os itens B um volume ou valor médio e os itens C seriam de um menor valor ou volume. O grupo A representa 10 – 20% do número de itens e 50 – 70% do volume financeiro projetado. O grupo B representa, aproximadamente, 20% dos itens e por volta de 20% do volume financeiro. A classe C contém 60 – 70% dos itens e representa por volta de 10 – 30% do volume financeiro”. No mesmo glossário, a Lei de Pareto, na qual a Classificação ABC é baseada, é definida como: “maneiras de classificar dados como, por exemplo, número de problemas de qualidade por freqüência de ocorrência. Uma análise que compara percentagens acumuladas de uma lista de custos, direcionadores de custos, lucros ou outros atributos, para determinar se a minoria dos elementos possuem um impacto desproporcional em relação ao total. Por exemplo, identificando que 20% do conjunto de variáveis independentes é responsável por 80% do efeito”.

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Conhecimentos Específicos Esta relação de percentuais pode ser representada conforme figura abaixo:

Figura 1: Diagrama da relação entre o número de itens em estoque e o valor total das vendas normalmente estabelecida em uma classificação ABC

Os argumentos acima são baseados nos estudos de Vilfredo Pareto, economista e sociólogo italiano (1848 – 1923) e sua validade foi demonstrada em diversos estudos empíricos nas mais diferentes áreas do conhecimento humano, ficando conhecida como Lei de Pareto.

A técnica empírica de classificação ABC, face sua popularidade como ensinamento na segunda metade do século passado e sua facilidade de utilização, tornouse um modelo de aplicação difundido amplamente em muitas organizações que necessitavam gerenciar estoques e, até os dias de hoje, é um método utilizado em muitas empresas de todos os portes. Todavia, necessário se faz examinar a classificação ABC, no âmbito da gestão dos estoques. Não há o que discutir sobre a aplicabilidade do princípio de Pareto e sim, sobre a aplicabilidade da classificação ABC para a orientação de políticas de compra ou produção em termos de lotes e políticas de estabelecimento de estoques de segurança, tentando identificar a racionalidade de sua aplicação. Porque utilizar a classificação ABC na gestão de estoques? A classificação ABC, baseada em valor de demanda, tem sido utilizada para atender três aspectos básicos de gestão dos estoques, que são os seguintes: · Assegurar que os itens de maior valor sejam analisados em menores intervalos de tempo, isto é, itens de maior valor de demanda devem ser analisados com maior freqüência do que aqueles de menor valor de demanda. Como descrito por Nigel Slack et al (1996, p. 297) “Os itens com movimentação de valor particularmente alta demandam controle cuidadoso, enquanto aqueles com baixas movimentações de valor não precisam ser controlados tão rigorosamente”.

Figura 2: Vilfredo Pareto (1848-1923) A Lei de Pareto e a gestão dos estoques Conforme citado por Silva (1981, p. 195) , “..., a partir dos esforços iniciais da General Eletric americana, o princípio de Pareto tem sido adaptado ao universo de materiais, particularmente à gerência de estoques...” Inúmeros outros livros sobre gestão de estoques, têm abordado a classificação ABC como método de planejamento de estoques e compras, fundamentalmente como uma forma de definir lotes de aquisição ou produção. Para os itens da classe A, comprar o menos possível, por exemplo, para a demanda de uma semana; para os itens da classe B comprar, por exemplo, uma quantidade suficiente para a demanda de um mês; para os itens da classe C, por exemplo, comprar o suficiente para a demanda de três ou mais meses. Ainda Silva (1981, p. 201) , discorre sobre a dificuldade de determinar os pontos de separação entre as classes A, B e C, e apresenta, inclusive, um método gráfico de determinação de tais pontos.

· Assegurar que os itens de menor valor sejam comprados ou fabricados em menor freqüência, de maneira a evitar muito trabalho nas áreas de compra, em termos de negociação e emissão de pedidos freqüentes de pequenos valores. Na área de produção, que não sejam produzidos lotes de itens de pouco valor com muita freqüência, pois os custos de mudança de produto na linha de produção, em virtude de perdas de material ou tempo perdido nas trocas, tornarem tais mudanças antieconômicas. · Identificar em ordem de importância os itens estocados, pelo pressuposto de que se eles são de alto valor também o são em termos de importância. As três colocações acima não correspondem a realidade. São sofismas que dão a impressão de raciocínios robustos porém não correspondem ao contexto exato em que a gestão de estoques está inserida. Tais sofismas são analisados em seguida: O sofisma do tempo de análise de um item Na primeira colocação - itens de maior valor sejam analisados em menores intervalos de tempo - o raciocínio foi baseado em época em que os sistemas de planejamento de estoques eram manuais (profissionais mais antigos devem se lembrar das famosas fichas kardex). Naquela época, fazer planejamento de estoque significava manipular cada ficha de controle de estoque; somar as movimentações

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Conhecimentos Específicos de saída de períodos, normalmente mensais, e anotar estas somas no verso das fichas; calcular uma nova média de demanda, móvel ou não; revisar as quantidades do estoque de segurança (ES) que, muitas vezes eram também baseados em uma média móvel de demanda; verificar se o saldo existente em estoque estava no ponto de reposição (PR), este baseado na soma do estoque de segurança com o resultado da multiplicação do tempo de entrega do fornecedor pela demanda média e, se estivesse no PR, calcular o lote de encomenda (LE) baseado na classificação ABC conforme dito acima (A = comprar demanda de x dias; B = comprar de demanda de Y dias; C = comprar demanda de Z dias). É fácil concluir que, com este método manual de calcular os parâmetros de reposição e as quantidades à encomendar, uma organização com alguns milhares de itens, precisava encontrar maneiras de simplificar a gestão dos estoques. Utilizar a classificação ABC para tratar com mais freqüência os itens de maior valor de demanda era uma boa saída para o problema! Todavia, a época hoje é dos computadores que conseguem fazer as contas descritas acima, em um conjunto de milhares de itens estocados, em tempos mensuráveis em milissegundos. Além disso, temos agora modelos de planejamento de estoques baseados em previsão de demanda e estruturas de produto, fazendo com que se possa planejar as reposições não somente de forma reativa como na técnica de ponto de reposição masw, de for4ma prospectiva através de sistemas MRP/ DRP Então, no aspecto de cálculo de reposição, a freqüência de análise não é mais um problema que necessite de uma simplificação como a classificação ABC. Computadores podem fazer tal serviço várias vezes ao dia, ou melhor, a cada movimentação de um item do estoque, sem que isto lhes cause nenhum cansaço e sem que se necessite contratar mais pessoas. O sofisma do lote econômico de compra ou de produção Na segunda colocação - itens de menor valor sejam comprados ou fabricados em menor freqüência – o raciocínio também era baseado nas economias de tempo ou custo. Os processos de compra, antigamente, eram realizados quase que totalmente através de processos licitatórios, com vários fornecedores competindo pela encomenda através do conceito do menor preço do momento. Também a prática corrente obrigava a emissão de pedidos datilografados em várias vias e, na maioria dos casos, tais pedidos percorriam uma via crucis, de mesa em mesa, para serem assinados por diversos níveis hierárquicos da empresa. No caso de itens de produção interna, as técnicas de determinação do tamanho de lote, também se baseavam na suposta economia de tempos e desperdícios na preparação de máquinas, ao se emitirem ordens de produção com quantidades que cobrissem grandes períodos de tempo para que tais custos fossem diluídos em um maior número de peças a serem fabricadas em um único lote.

Era a época de seguir os conceitos do lote econômico de compra ou de produção que se baseavam em pressupostos que limitam severamente o uso do próprio modelo. Um pressuposto muito problemático é o de que a demanda é conhecida e linear e, portanto, é possível comprar ou produzir para grandes períodos de demanda, já que o item será realmente útil em todo o período. Ora, os ciclos de vida de produtos e componentes são a cada dia menores, não sendo válido generalizar que a demanda é bem conhecida para grandes períodos de tempo. Outro pressuposto era de que os custos de fazer um pedido ou de preparar as máquinas para um lote de produção eram imutáveis. O surgimento das teorias japonesas inspiradas no just in time, derrubaram tais conceitos, orientando a todos que o objetivo não é mais pagar com estoques o preço das ineficiências dos processos. O objetivo é encontrar novos arranjos e processos produtivos em que a troca de produtos em uma determinada linha de produção ou máquina se faça da forma mais rápida e econômica possível e, no caso de compras, fazer acordos de longo prazo em que se possam ir colocando autorizações de entrega nos fornecedores, sem necessidade de assinaturas de vários níveis hierárquicos, cujo custo, é óbvio, é muito menor que pedidos formais, negociados individualmente. Ademais, estas comunicações aos fornecedores são, em muitas empresas, feitas através da Internet, o que torna os custos de emissão de pedidos cada dia menos relevantes. O sofisma de que valor financeiro é valor estratégico Na terceira colocação - se eles são de alto valor também o são em termos de importância – a falha de argumentação é clara. Quando se trata de componente para um produto acabado, qualquer componente que falte para a montagem tem a mesma importância, já que, com raras exceções, não é possível entregar produtos incompletos ao cliente. Se for uma mercadoria de venda no varejo, muitas vezes os itens de pequeno valor são estrategicamente importantes por serem altamente estimulantes do tráfego de clientes na loja. Se tratar-se de medicamentos para um hospital, temos o aspecto do risco de vida ao faltar determinado medicamento, o que pode causar a morte de um paciente, independente do valor do medicamento. Assim, não é o valor individual de um item ou mesmo o valor total da demanda do mesmo que deve orientar a gestão dos estoques. O que importa é o custo ou risco de não ter disponibilidade do item; isto é que irá denotar sua importância estratégica. Como estabelecer políticas de estoque? Como demonstrado acima, a classificação valorativa dos itens de estoque para efeito de determinar políticas de estoque é muito contestável. Também deve ser entendido

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Conhecimentos Específicos que uma política de gestão de estoques deve proporcionar, como resultado dois fatores; atendimento aos clientes e economicidade. Boa maneira de determinar uma política de gestão de estoques é utilizando a matriz de criticidade. Essa matriz servirá de regra para determinação dos parâmetros descritos anteriormente, como lotes de encomenda, intervalo de ressuprimento e revisão dos itens, e estoque de segurança. A matriz de criticidade busca aglutinar a criticidade de suprimento de um item com sua criticidade de demanda, seja em termos de previsão de utilização (caso de MRO e componentes de produtos), seja em termos de previsão de venda (caso de produtos acabados), assim como levar em consideração a criticidade do item em relação ao andamento das operações da empresa ou a importância estratégica do item em relação ao mercado. Essa matriz pode contar com mais atributos distintos dependendo do ambiente onde é utilizada. Em uma empresa varejista, por exemplo, os atributos podem ser: margem de contribuição do item, tempo de reposição, incerteza da demanda, incerteza do fornecimento, influência do item no comportamento do consumidor, etc.. Já para itens de manutenção, os atributos podem ser: criticidade do item para a fábrica, parque instalado, incerteza do fornecimento, origem do item (nacional ou importado), possibilidade de recuperação, entre outros. Cada atributo deverá ter um grau de importância. E os itens serão classificados em função de cada atributo. A combinação dessas classificações determinará a criticidade de gestão do item. Quanto mais crítico for o item, maior será a necessidade de aumento no seu estoque de segurança e possivelmente, esse item terá que ser revisto em períodos menores de tempo. O exemplo a seguir ilustra esse assunto. Exemplo: Imaginem a empresa de varejo ABC artigos esportivos. Ao elaborar a sua política de gestão de estoques, os gestores da empresa definiram os seguintes atributos e seus seguintes graus de importância respectivamente.

Quanto maior o valor atribuído, maior será a importância do atributo. Sendo assim o atributo de maior importância é a influência do item no comportamento do consumidor isto é, a falta do item pode ocasionar que o cliente desista de fazer outras compras na loja. Cada atributo por sua vez terá suas classificações possíveis, em muitos casos consideradas em termos de alta, média e baixa. Ou seja, cada item a ser gerido será avaliado em função de sua criticidade para o atributo. Cada item poderá ser classificado de acordo com a tabela a seguir:

A ABC artigos esportivos vende entre outras coisas um tênis Mike que foi classificado da seguinte forma em relação aos diferentes atributos. Dificuldade de Suprimento = 1 Incerteza da Demanda = 2 Influência no comportamento do consumidor = 3 Multiplicando-se o valor de cada atributo do item pelo grau de importância de cada atributo teremos a Criticidade de Gestão do Item para a área de Compras. Determinação da Criticidade:

Após calcular a Criticidade de Gestão do item, definir o Estoque de Segurança levando em consideração a regra a seguir:

Portanto, para o exemplo citado anteriormente, o item Mike terá seu estoque de segurança para 30 (trinta) dias de demanda, e multiplicando-se pela demanda média teremos o estoque de segurança em unidades. Esse estoque de segurança pode ser revisto periodicamente. Os valores determinados para o estoque de segurança de cada grau de criticidade de gestão são valores arbitrários e deverão ser otimizados a medida que são monitorados os índices de nível de serviço ao cliente e cobertura de estoques. Como exemplo, podemos citar que se este item Mike que tem o estoque de segurança de 30 dias de demanda média, tiver seu nível de serviço ao cliente de 100% durante três ou quatro meses, isto indica que deve ser tentada uma redução do estoque de segurança para menos dias do que os 30 dias de demanda média estabelecidos. A segunda parte do cálculo é estabelecer a periodicidade da colocação de pedidos no fornecedor do item Mike. Para tal, temos que ver com nosso fornecedor qual a quantidade que ele consegue nos entregar, a cada vez que fazemos uma encomenda.

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Conhecimentos Específicos Tal resposta irá levar em consideração a quantidade média diária que vendemos daquele item. Para efeito de nosso exemplo, vamos imaginar que nosso fornecedor consegue nos fazer entregas econômicas no correspondente a nossa demanda de 10 dias. Então, o nosso Lote de Encomenda corresponde a 10 dias de demanda média. Com estas duas etapas de cálculo, estoque de segurança e lote de encomenda, podemos então dizer que a Política de Estoque do item Mike é de 35 dias de demanda. Isto se deve ao fato da fórmula do Estoque Médio (ver item 2.2) ser:

serviços e clientes. Em essência, Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos integra o gerenciamento do suprimento e da demanda dentro e através das empresas” Conforme dito acima, a nova forma de relacionamento com fornecedores é a de coordenação, que implica em sincronizar esforços de planejamento e atendimento das demandas, e de colaboração, que implica em relacionamentos objetivando os ganhos de longo prazo ao longo da cadeia de suprimentos através do atendimento sem falhas e de custos cada dia menores.

EM = LE/2 + ES

Dificuldade de suprimento pela produção interna

Então, para o nosso exemplo, podemos substituir na fórmula as quantidades em dias de demanda do estoque de segurança e do lote de encomenda:

Se o item que se quer parametrizar é um item produzido internamente, deve-se investigar o motivo pelo qual existe a dificuldade de suprimento e tomar todas as medidas que atenuem as dificuldades.

35 = 10/2 + 30 Nosso item Mike, então teria um estoque médio de 35 dias de demanda média! Dificuldade de suprimento pelo mercado fornecedor Fundamentalmente, as dificuldades de suprimento pelo mercado fornecedor podem ser analisadas sob quatro aspectos; · Elevado ou incerto tempo de reposição; quando o mercado fornecedor ou o fornecedor com o qual a empresa mantém relacionamento não consegue estabelecer um tempo de reposição rápido, ou seu atendimento é muito irregular em termos de prazo de entrega. · Incerteza na qualidade do material fornecido; da mesma forma, se o atendimento é irregular em termos de qualidade, estando as entregas sujeitas a devoluções por problemas de qualidade. · Modelo de compra/reposição utilizado não eficiente: Este é o caso típico de organizações estatais que estão sujeitas a normas restritivas de utilização de conceitos de compra em aberto, quando poderiam utilizar de forma mais ampla a sistemática de concorrências e adjudicação pelo modelo de registro de preços, que facilita a utilização de contratos de fornecimento de longo prazo. Para as empresas privadas que ainda não utilizam as compras em aberto, enfatiza-se a necessidade de iniciar tal modelo de reposição, de maneira a poder solicitar parcelas de entrega em pequenos intervalos de tempo. · Relacionamento de baixo nível com fornecedores: Nos últimos anos com a evolução do conceito de SCM – supply chain management, traduzido em gerenciamento da cadeia de suprimentos, os relacionamentos com fornecedores tem tido uma evolução no sentido de reais parcerias de negócio. “O gerenciamento da cadeia de suprimentos compreende o planejamento e o gerenciamento de todas as atividades envolvidas no encontro de fontes de suprimento e compras, conversão (produção), e todas as atividades de gestão logística. De maneira importante, também inclui a coordenação e colaboração entre os parceiros do canal, que podem ser fornecedores, intermediários, provedores de

Se o problema é de tempo ou custo de iniciar um lote de produção, devem ser relacionados os motivos daquele incremento de tempo ou custo para que a engenharia de métodos e processos encontre os equipamentos, dispositivos ou processos que minimizem tais fatores de desperdício. Se o problema é de intervalos entre programações de produção (programação mensal, por exemplo), devem ser tomadas as medidas necessárias, em termos de sistema e práticas de planejamento e controle de produção, que permitam que os intervalos das programações da produção sejam, no máximo, semanais. Quanto menor o intervalo de tempo entre os programas de produção, menor o número de reprogramações e melhor o atendimento da demanda, com menores estoques. Incerteza no cálculo da demanda do item Este fator que afeta o estoque de segurança de um item é um assunto muitas vezes negligenciado pelos gestores de estoques. Ao estabelecermos a política de estoques de um item, temos que estudar sua demanda e verificar suas características de regularidade, tendência, sazonalidade, etc. Quanto melhor os modelos de previsão de demanda conseguirem prever a demanda futura, menor estoque de segurança vamos necessitar, para cobrir as variações entre a demanda prevista e a real. Uma das técnicas em uso, atualmente, é o VMI – vendor managed inventory, estoque gerenciado pelo fornecedor, em que são estabelecidas políticas de gestão para os itens atendidos por determinado fornecedor e este, com base nos sistemas informatizados, toma conhecimento em tempo real, da evolução da demanda ou dos estoques do cliente e, automaticamente, sem necessidade de pedidos ou autorizações de entrega, providencia a reposição das mercadorias para que os estoques sejam mantidos em níveis confortáveis. Possibilidade de graves prejuízos com a falta do item Neste aspecto de julgamento do planejador de estoques, devem ser levados em consideração:

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Conhecimentos Específicos · Se o item faltar, qual o nível de prejuízo ou conflito que pode causar com os clientes?

(4) SLACK, N et al. Administração da Produção. São Paulo: Editora Atlas. 1996, p.297

· Se o item faltar, qual o prejuízo que pode causar às operações da empresa?

(5) Glossário disponível em www.ocanto.webcindario.com. Acesso em 23/12/2005.

De acordo com as respostas a estes dois quesitos, o planejador deverá estabelecer o nível de estoque de segurança que deve ser mantido para o item.

(6) MRP – Materials Requirements planning - Conjunto de técnicas que utitiliza dados de estruturas de produto,

A redução ou eliminação do estoque de segurança sem afetar o atendimento ao cliente, é o grande objetivo de gestão do planejador de estoques. A boa gestão da cadeia de suprimentos através das metodologias de planejamento cooperativo da demanda e reposição – CPFR e dos estoques gerenciados pelos próprios fornecedores – VMI, assim como os esforços para aumentar a flexibilidade da produção através de práticas e equipamentos que reduzam os custos e tempos de troca de produtos na linha de produção, são os grandes direcionadores da gestão de estoques.

(7) A fórmula do lote econômico foi desenvolvida por F. W. Harris em 1915. Ver Air Force Journal of Logistics, Winter, 2002. Disponível em www.findarticles.com Acesso em 28/12/2004

Conclusão Pelos argumentos descritos acima, fica claro que o uso da classificação ABC baseada em valoração da demanda ou do preço de um item de estoque não é um método de gestão eficaz. Tal método não leva em consideração os dois aspectos mais importantes da gestão de estoques que são; o nível de atendimento ao cliente e o modelo de contratação dos fornecedores ou o modelo de programação de produção no caso de itens fabricados internamente. Na época dos computadores de enormes velocidades de processamento e dos softwares de gestão de estoques e produção cada dia mais abrangentes e poderosos em termos de algoritmos de cálculo, as generalizações simplistas como a Classificação ABC por valor de demanda não tem mais utilidade. Hoje os bancos de dados permitem que sejam estabelecidas políticas de lote, de intervalos de reposição e de segurança para cada item, individualmente. Para que então, generalizar tão simplisticamente? Como última recomendação, é indicado que os gestores de estoques sempre apresentem os resultados de sua gestão dos estoques, em gráficos que permitam avaliar o nível de investimentos em estoques em relação ao nível de serviço ao cliente. É a economicidade desta relação que irá indicar se a gestão é eficiente ou não. BIBLIOGRAFIA Autor: Cezar Augusto de Castro Sucupira Administrador pela Faculdades Integradas Bennett, mestre em sistemas de gestão pela Universidade Federal Fluminense – UFF. (1) Glossário disponível em www.cscmp.org Acesso em 29/12/2005. (2) SILVA, R. B. Administração de Material. Rio de Janiro: Associação Brasileira de Administração de Material, 1981, p. 195

EMBALAGENS DE PROTEÇÃO Funções e Valores de Embalagem na Logística Existe uma crescente tendência de analisar a embalagem em termos de valores que ela oferece na Logística, em vez de isolada nos materiais e forma. A embalagem é parte de um sistema logístico total, com a responsabilidade de minimizar o custo de entrega bem como maximizar as vendas. A meta é minimizar o custo dos materiais de embalagens, bem como reduzir o custo de danos, desperdício e custo de execução das operações logísticas. A embalagem agrega valor oferecendo proteção, utilidade e comunicação. A embalagem é responsável por manter a condição de um produto por todo o sistema logístico. A proteção é uma função de embalagem valiosa porque o dano em trânsito pode destruir todo o valor que foi agregado ao produto. Os assuntos de proteção incluem a medição dos riscos de distribuição e condições ambientais, análise de danos e responsabilidade da transportadora, caracterização dos produtos e suas fragilidades e desempenho da embalagem e teste de laboratório. O tipo de proteção que uma embalagem pode oferecer depende do valor do produto, bem como suas características físicas e os riscos esperados no sistema logístico. Uma meta importante da embalagem é fornecer a proteção necessária usando materiais de custo efetivo. Consequentemente a relação pode ser conceituada como: Características do Produto + Riscos Logísticos = Proteção da Embalagem Existem cinco passos bem definidos para o projeto de acondicionamento para produtos frágeis, os quais foram racionalizados para um processo geral para planejamento da proteção da embalagem: • Definir o ambiente (riscos logísticos) • Definir a fragilidade (características do produto) • Realizar qualquer mudança necessária na produção • Escolher a melhor embalagem para oferecer a proteção necessária e fabricar um protótipo da embalagem e • Testar o protótipo

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Conhecimentos Específicos As característica relevantes do produto são aquelas que podem ser danificadas durante a distribuição. Exemplos incluem a tendência de “alimentos e outros produtos deteriorarem com o tempo devido a temperatura, oxigênio, umidade ou contaminação de insetos, a tendência de alguns produtos, atritarem ou desemulsionar durante vibração do veículo em trânsito. A vulnerabilidade de alguns componentes eletrônicos à descarga eletrostática e a fragilidade dos produtos e embalagens que podem quebrar quando caem durante operações de movimentação de material. Antes de projetar a embalagem, devemos determinar o esforço que o produto pode suportar. Para produtos frágeis, particularmente produtos eletrônicos e mecânicos, uma máquina de choque é usada para estabelecer o limite de dano. Isto determina a fragilidade do produto em termos da aceleração/desaceleração crítica, a qual é expressa como fator “g”. A avaliação da fragilidade determina quanto, se necessário, o amortecimento é necessário. Em alguns casos, como resultado do teste de fragilidade, a decisão é tomada para fortalecer o produto em vez de acrescentar material de amortecimento. Alguns fabricantes mais cuidadosos incluem considerações de embalagem no início do processo de projeto do produto afim de minimizar problemas de danos mais tarde. A solução de melhor custo efetivo frequentemente é projetar produtos para melhor sobreviver aos riscos de embarque. Alterações no projeto do produto variam da redução do esmagamento de frutas através da modificação genética, a melhoria da resistência ao impacto dos fixadores de placas de circuito de um produto eletrônico. Um produto resistente ao impacto exige pouco amortecimento, o que minimiza o custo, volume e desperdício e é mais confiável em uso do que um produto frágil.

Os riscos do transporte internacional variam de plataformas planas e carrinhos. O transporte marítimo sujeita os produtos a altos níveis de umidade. A conteinerização intermodal para embarque internacional tem reduzido o impacto e danos de umidade. Contudo, mesmo quando os produtos são expedidos conteinerizados, provavelmente serão movimentados numa operação doméstica e exigem desempenho apropriado da embalagem . Quanto maior a probabilidade do produto ser danificado e maiores os riscos das operações do sistema logísticos, ou mais alto o custo do dano, maior a necessidade de proteção da embalagem. Contudo, é importante observar que a quantidade de proteção não está diretamente relacionada ao custo da embalagem. Geralmente, é possível melhorar a proteção e reduzir o custo da embalagem ao mesmo tempo, através do teste de desempenho de materiais e métodos mais apropriados. Em muitos casos, custa muito menos reduzir os riscos do que “melhorar” a embalagem. Por exemplo, a paletização pode reduzir os riscos logísticos já que elimina a movimentação manual e estabiliza os produtos durante o transporte. Métodos alternativos de transporte (por exemplo, equipamento especial, refrigeração e/ou transportadoras dedicadas) podem reduzir os riscos de transporte. Estruturas de estocagem em armazéns podem reduzir as tensões de empilhamento e boas práticas sanitárias durante a distribuição podem reduzir a necessidade de embalagem para evitar contaminação de insetos, por exemplo.

Os riscos de um sistema logístico dependem dos tipos de transporte, estocagem e movimentação usados. Por exemplo, o transporte com carga completa geralmente provoca, menos danos do que o transporte com carga incompleta, onde as embalagens são manuseadas repetidamente durante as operações de transporte de carga e tem muito mais chances de caírem ou serem colocadas entre ou ao lado de cargas potencialmente danosas. O embarque ferroviário pode provocar danos devido a troca e acoplagem de vagões. As características do armazém determinam a altura de empilhamento e o potencial para infestação de insetos e poeira. A temperatura e a umidade relativa dependem das características do clima por todo sistema logístico. As empresas que usam vários tipos diferentes de canais de distribuição podem precisar de embalagens para várias condições, no Brasil, especialmente, pelas grandes distâncias a percorrer e condições das estradas. Fonte: www.guiadelogistica.com.br 224

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Conhecimentos Específicos GLOSSÁRIO - TERMOS TÉCNICOS

Abastecimento - ato de suprir as necessidades materiais de uma empresa, comunidade ou indivíduo. Acuracidade de Estoques - relação entre o número de itens que não apresentaram incorreções e o número total de itens contados após a realização de um inventário. Algoritmos - forma simplificada de resolver um problema; desenvolvidos para casos particulares de um problema; nem sempre são de uso geral. Análise de valor - aplicação sistemática, asconsciente, de um conjunto de técnicas que identificam as funções necessárias, estabelecem valores para elas e desenvolvem alternativas para desempenhá-las ao mínimo custo; engenharia de valor. Análise - processo que procura decompor um problema em problemas menores, gerar soluções para estes e combiná-los para a solução do problema original. APS - Advanced Planning Scheduling ou Planejamento da demanda do suprimento, programação, execução avançada e otimização. Assemble to order - só é fabricado por encomenda. Auto Id - Identificação Automática. Bar Code - código de barras. Benchmarking - verificar o que as empresas líderes no seu segmento de mercado estão utilizando de processos e adaptar o modelo, de acordo com o seu dia a dia (próprias características). Brainstorming (tempestade de idéias) - um grupo de pessoas tendo idéias sobre um determinado assunto ou problema, sem censura, com alguém estimulando a todos e anotando tudo falado. Break-Bulk - expressão do transporte marítimo, significa o transporte de carga geral. Brokerage Houses - empresas especializadas em intermediar afretamento marítimo. BTB ou B2B - Business-to-Business ou comércio eletrônico entre empresas. BTC ou B2C - Business-to-Consumer ou comércio eletrônico de empresas para o consumidor. Budgets - orçamento. Business Intelligence - conjunto de softwares que ajudam em decisões estratégicas. Cabotagem - Navegação doméstica (pela costa do País). Calado - expressão do transporte marítimo, que significa profundidade dos canais do porto. CEP - Controle Estatístico do Processo. CIF - Cost, Insurance and Freight ou Custo Seguro e Frete. Neste caso, o material cotado já tem tudo embutido no preço, ou seja, é posto no destino. CIM - Computer Integrated Manufacturing ou Manufatura Integrada com Computadores. Coach - facilitador; instrutor; entidade (pessoa, equipe, departamento, empresa, etc.) que atue como agregador das capacidades de cada elemento da cadeia (equipe, departamento, empresa, etc.). Comboio - conjunto de veículos que seguem juntos para um mesmo destino. Utilizado principalmente por motivo de segurança. 5S - Senso de simplificação, organização, limpeza, conservação e participação. Core Business - relativo ao próprio negócio ou especialidade no negócio que faz. Cost Drivers - Fatores Direcionadores de Custos. CRM - Customer Relationship Management ou Gerenciamento do Relacionamento com o Cliente ou Marketing One to One. Cross Docking - é uma operação de rápida movimentação de produtos acabados para expedição,

entre fornecedores e clientes. Chega e sai imediatamente. CTI - Computer Telephony Integrated ou Sistema Integrado de Telefonia e Computação. Curva ABC - demonstração gráfica com eixos de valores e quantidades, que considera os materiais divididos em três grandes grupos, de acordo com seus valores de preço/custo e quantidades, onde materiais classe “A” representam a minoria da quantidade total e a maioria do valor total, classe “C” a maioria da quantidade total e a minoria do valor total e “B” valores e quantidades intermediários. Custo Logístico - é a somatória do custo do transporte, do custo de armazenagem e do custo de manutenção de estoque. Data Warehouse - Armazenamento de dados. DEC - Delivered Ex QUAY ou entrega no cais. O vendedor entrega a mercadoria no cais do porto de destino. Demand Chain Management - Gerenciamento da Cadeia de Demanda. Demurrage ou Sobreestadia - multa determinada em contrato, a ser paga pelo contratante de um navio, quando este demora mais do que o acordado nos portos de embarque ou de descarga. Despatch ou Presteza - prêmio determinado em contrato, a que faz jus o contratante de um navio, quando este permanece menos tempo do que o acordado nos portos de embarque ou de descarga. DPS - Digital Picking System. Dragagem - serviço de escavação nos canais dos portos para manutenção ou aumento dos calados. Draw-back - envolve a importação de componentes, sem pagamento de impostos, para a fabricação de bens destinados à exportação. DRP - Distribution Resource Planning ou Planejamento dos Recursos de Distribuição. EADI - Estação Aduaneira do Interior. EAV - Engenharia e Análise do Valor. ECR - Efficient Consumer Response ou Resposta Eficiente ao Consumidor. EDI - Electronic Data Interchange ou Intercâmbio Eletrônico de Dados. Empowerment - dar poder ao grupo/equipe. ERP - Enterprise Resource Planning ou Planejamento dos Recursos do Negócio. E-Procurement - processo de cotação de preços, compra e venda on-line. ETA - expressão do transporte marítimo, que significa dia da atracação (chegada). ETS - expressão do transporte marítimo, que significa dia da saída (zarpar). EVA - Economic Value Added ou Valor Econômico Agregado. FAS - Free Alongside Ship ou Livre no Costado do Navio. O vendedor entrega a mercadoria ao comprador no costado do navio no porto de embarque. FCA - Free Carrier ou Transportador livre. O vendedor está isento de responsabilidades, no momento que entrega a mercadoria para o agente indicado pelo comprador ou para o transportador. FCS - Finite Capacity Schedule ou Programação de Capacidade Finita. FMEA - Análise do Modo de Falha e Efeito. FOB - Free On Board ou Preço sem Frete Incluso. Tem algumas variações de FOB. Pode ser FOB Fábrica, quando o material tem que ser retirado e FOB Cidade, quando o fornecedor coloca o material em uma transportadora escolhida pelo cliente.

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Conhecimentos Específicos Food Town - local que reúne vários fornecedores de um mesmo cliente em comum. Forecasting - previsões de tempo. Fullfilment - atender no tempo e no prazo. GED - Gerenciamento Eletrônico de Documentos. Giro de estoque - demanda anual dividida pelo estoque médio mensal. GPS - Global Positioning System. Housekeeping - técnica para iniciar e manter os processos de Qualidade e Produtividade Total em uma empresa. IBC - Intermediate Bulk Container ou Contenedor Intermediário para Granel. Incoterms - sigla que identifica os 13 termos que padronizam a linguagem usada no mercado de exportação e importação. Índice de flexibilidade - representa a relação entre a média do lote de produção e a média do lote de entrega. Just-in-Time ou JIT - é atender ao cliente interno ou externo no momento exato de sua necessidade, com as quantidades necessárias para a operação/produção. Kaizen - processo de melhorias contínuas, com bom senso e baixos investimentos. Kanban - técnica japonesa com cartões, que proporciona uma redução de estoque, otimização do fluxo de produção, redução das perdas e aumento da flexibilidade. KLT - Klein Lagerung und Transport ou Acondicionamento e Transporte de Pequenos Componentes. Lastro - expressão do transporte marítimo, que significa água que é posta nos porões para dar pêso e equilíbrio ao navio, quando está sem carga. Layday - é um período acordado entre fornecedor e comprador para que o navio seja atendido. Laytime - é o cálculo da estadia do navio onde são consideradas as condições comerciais de afretamento que regem o embarque tais como prancha, laydays, aviso de prontidào, etc. Lead Time - Tempo de ressuprimento. É o Tempo de Compra mais o Tempo de transporte. Lean Manufacturing - Produção Enxuta. Make to order - fabricação conforme pedido. Make to stock - fabricação contra previsão de demanda. MES - Manufacturing Execution Systems ou Sistemas Integrados de Controle da Produção. Milk Run - consiste na busca do produto diretamente junto ao(s) fornecedor(es). ML - Milha Terrestre. MPT ou TPM - Manutenção Produtiva Total. MRP - Material Requirements Planning ou Planejamento das Necessidades de Materiais. MRP II - Manufacturing Resources Planning ou Planejamento dos Recursos da Manufatura. MRP III - é o MRP II em conjunto com o Kanban. NM - Milha Marítima. NVOCC - Operador de Transporte Marítimo Sem Embarcação. OTM - Operador de Transporte Multimodal. Outsourcing - Provedores de serviços ou terceirização. Parcerização - Processo de conhecimento mútuo e aceitação, pelo qual duas empresas devem passar para estarem realmente integradas, visando mesmos objetivos. PCM - Planejamento e Controle de Materiais. PCP - Planejamento e Controle da Produção. PEPS - é a nomenclatura para o método de armazenagem, em que o produto que é o Primeiro a Entrar no estoque é o Primeiro a Sair. Pick and Pack - separar os materiais e etiquetar, embalar, etc.

Poka-Yoke - métodos simples, que servem como a prova de falhas no processo. Postponement - retardamento da finalização do produto até receber de fato o pedido customizado. PPCP - Planejamento, Programação e Controle da Produção. Project team - Força tarefa. RFDC - Radiofrequency Data Colection ou Coleta de Dados por Radiofrequência. Road railer - carreta bimodal, que ao ser desengatada do cavalo mecânico, é acoplada sobre um bogie ferroviário e viaja sobre os trilhos. Rought Cutt - corte bruto. Set-up - tempo compreendido entre a paralisação de produção de uma máquina, a troca do seu ferramental e a volta de sua produção. Sider - tipo de carroceria de caminhão, que tem lonas retráteis em suas laterais. SKU - Stock Keeping Units ou Unidade de Manutenção de Estoque. Stock options - Programa de Ações - um incentivo que permite aos funcionários comprar ações da empresa onde trabalham por um preço abaixo do mercado. STV - Veículo de Transferência Ordenado. Supply Chain Management - Gerenciamento da Cadeia de Abastecimento. Team Building - dinâmica de grupo em área externa, onde os participantes serão expostos a várias tarefas físicas desafiadoras, que são exemplos comparativos dos problemas do dia-a-dia da empresa. Tem como finalidade tornar uma equipe integrada. Tempo de Compra - É o período compreendido entre a data da requisição do material até a data do fechamento do pedido. Tempo de Transporte - É o período compreendido entre a data de entrega do material até a chegada do mesmo para o requisitante (destino). TKU - Toneladas por quilômetro útil. TMS - Transportation Management Systems ou Sistemas de Gerenciamento de Transporte. TPA - Trabalhadores Portuários Avulsos. Transbordo - Passar mercadorias/produtos de um para outro veículo de transporte. Transporte multimodal - É a integração dos serviços de mais de um modo de transporte, entre os diversos modais. Ex.: Rodo-Ferroviário, Rodo-Aéreo, Ferro-Hidroviário, Hidro-Aéreo, Ferro-Aeroviário, etc. UEPS - é a nomenclatura para o método de armazenagem, em que o produto que é o Último a Entrar no estoque é o Primeiro a Sair. VAN - Value Added Network. VUC - Veículo Urbano de Carga. WCS - Warehouse Control Systems ou Sistemas de Controle de Armazém. WMS - Warehouse Management Systems ou Sistemas de Gerenciamento de Armazém.

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Conhecimentos EspecĂ­ficos

MatemĂĄtica Financeira

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Matemática

RAZÃO E PROPORÇÃO RAZÃO

Essa igualdade é uma proporção.

Chama-se RAZÃO do número a para o número b (com b ¹ 0) ao resultado da DIVISÃO de a por b:

A proporção pode ser definida da seguinte forma: Dados quatro número a, b, c e d, todos diferentes de zero, dizemos que formam uma proporção, nessa ordem, quando a

ou a : b Razão e divisão, portanto, são expressões praticamente sinônimas na matemática.

razão

O número a é chamado antecedente e o número b é

Exemplos: • a razão de 50 para 10 é

, que é igual a 5

• a razão de 2,5 para 5 é

, que é igual a 0,5

, ou seja: =

(lemos: “a está para b assim como c está para d” )

.

chamado conseqüente da razão

é igual à razão

Os números dados (a, b, c e d) são os TERMOS da proporção, onde a e d são chamados EXTREMOS da proporção e b e c são chamados de MEIOS da proporção. PROPRIEDADE FUNDAMENTAL DA PROPORÇÃO

RAZÕES INVERSAS

Em toda proporção

=

o produto dos extremos (a.d ) é

igual ao produto dos meios (b.c) As razões:

, que é igual a 3, e , que é igual a 0,333....,

são inversas entre si. Podemos observar que o seu pro-

x

duto,

No exemplo anterior, tínhamos que

=

. Podemos

verificar que 28 x 20 = 560 e 14 x 40 = 560; logo 28 x 20 = 14 x 40.

é igual a 1.

EXERCÍCIOS RESOLVIDOS

Duas razões são inversas entre si quando o seu produto é igual a 1.

01. Verifique, utilizando a propriedade fundamental, se RAZÃO ENTRE DUAS GRANDEZAS

a proporção

é verdadeira.

Observe o seguinte exemplo: José pesa 100kg e Mário pesa 60.000g. Qual a razão entre o peso de Mário e José? A razão entre o peso de Mário (60.000g = 60kg) e José (100kg) é:

= 0,60

02. Calcule o termo desconhecido x na seguinte pro-

Chama-se razão de uma grandeza a para uma grandeza b ( da mesma espécie que a ) à razão dos números que expressam suas medidas, referidas à mesma unidade.

Proporção é a igualdade entre duas razões.

e

são iguais, pois

porção:

Resolução: Utilizando a propriedade fundamental, podemos escrever que: x.15 = 3.5 x.15 = 15

PROPORÇÃO

Por exemplo, as razões

Resolução: Na proporção dada, os meios são 11 e 6, e os extremos são 3 e 22. Multiplicando os meios entre si, e os extremos entre si, obtemos: 3 . 22 = 11 . 6 = 66 ⇒ a proporção é verdadeira.

e

x=

=2 x= 1 Podemos, então, escrever que

=

.

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Matemática GRANDEZAS DIRETAMENTE PROPORCIONAIS Duas grandezas variáveis são DIRETAMENTE PROPORCIONAIS quando a RAZÃO entre os seus valores é sempre a mesma. Exemplo: a distância que consigo percorrer com o meu carro e a quantidade de gasolina que eu coloco no tanque dele são grandezas diretamente proporcionais – se eu ando 8km com 1 litro de gasolina, para andar 16km, precisarei colocar 2 litros, para andar 24km, precisarei de 3 litros etc., conforme a tabela abaixo:

Observe que se eu dividir a distância que meu carro consegue percorrer pelo respectivo número de litros de gasolina que coloquei em seu tanque, obterei sempre 8:

É importante, ainda, lembrar que, quando duas grandezas são diretamente proporcionais, se uma aumenta, a outra também aumenta na mesma razão (por exemplo: para andar uma distância duas vezes maior, terei que colocar o dobro de gasolina), e se uma diminui, a outra também diminui na mesma razão (para andar 24km eu preciso de 3 litros de gasolina; para andar apenas 8km, que é um terço da distância anterior, preciso de apenas 1 litro de gasolina, que é um terço da quantidade de gasolina anterior). No âmbito da matemática financeira, por exemplo, temos que os juros simples são diretamente proporcionais à taxa de juros (se a taxa de 10% a.m. produz x de juro, 30% a.m. produzirão 3x). Além disso, os juros simples também são diretamente proporcionais ao capital aplicado (se um capital de 100 produz 5 de juro, um capital de 1000, ou seja, dez vezes maior, produzirá 50 de juro). GRANDEZAS INVERSAMENTE PROPORCIONAIS Duas grandezas variáveis são chamadas de INVERSAMENTE PROPORCIONAIS quando o PRODUTO de uma pela outra é sempre o mesmo. Exemplo: a velocidade com que ando numa estrada e o tempo que levo para completar um determinado percurso são grandezas inversamente proporcionais – considere duas cidades separadas entre si por uma distância de 72km: se eu andar a 72km/h, vou levar 1 hora para ir de uma delas à outra; se eu andar a 36km/h, vou levar duas horas; a 24km/h, vou precisar de 3 horas etc., conforme segue:

Observe que neste caso, o PRODUTO das duas grandezas é que se mantém constante (e não a razão): 1 . 72 = 2 . 36 = 3 . 24 = 4 . 18 = 6.12 = ... Por fim, quando duas grandezas são inversamente proporcionais, se uma delas AUMENTA, a outra DIMINUI proporcionalmente, e vice-versa.

REGRA DE TRÊS SIMPLES Na resolução de problemas que envolvem grandezas diretamente proporcionais e grandezas inversamente proporcionais, iremos utilizar uma regra prática chamada regra de três simples. Ela recebe esse nome porque nos problemas aos quais se aplica sempre são fornecidos TRÊS valores, ficando a cargo do candidato determinar um quarto valor desconhecido. Na realidade, nada mais é do que uma aplicação das propriedades anteriormente vistas: • se o problema tratar de grandezas DIRETAMENTE proporcionais, teremos que escrever uma equação mostrando que as RAZÕES entre elas são iguais; • se o problema tratar de grandezas INVERSAMENTE proporcionais, teremos que escrever uma equação mostrando que os PRODUTOS entre elas são iguais. EXERCÍCIOS RESOLVIDOS 01. Um carro, com velocidade constante, percorre 1 200m em 10 minutos. Quantos metros percorrerá em 40 minutos ? Resolução: Este problema envolve duas grandezas: a distância percorrida e o tempo gasto para percorrê-la. Quanto MAIOR a distância a ser percorrida, tanto MAIOR o tempo necessário para percorrê-la – vê-se, assim, que são grandezas DIRETAMENTE proporcionais (AUMENTANDO-se uma a outra também AUMENTA, na mesma razão). Chamemos de x a distância que deve ser percorrida em 40 minutos; temos: Distância percorrida (m) Tempo (min.)

1200 10

x 40

Sendo as duas grandezas DIRETAMENTE proporcionais, a RAZÃO entre elas é constante; podemos escrever, então, que:

Multiplicando em cruz, temos: 10 . x = 1 200 . 40 10 . x = 48 000

Resposta: o carro percorrerá 4800m em 40 minutos. Degrau Cultural

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Matemática 02. Quatro torneiras idênticas enchem um tanque em 36 minutos. Utilizando 6 torneiras iguais às primeiras, em quanto tempo encheremos o mesmo tanque?

Vejamos uma aplicação dessa propriedade.

Resolução: As grandezas são: número de torneiras e tempo gasto para encher o tanque. Veja que se AUMENTARMOS o número de torneiras, iremos encher o tanque em MENOS tempo. Portanto as duas grandezas são INVERSAMENTE proporcionais.

01. João, Maria e Nair têm, respectivamente, 7, 8 e 10 anos. Devemos repartir R$ 5.000,00 entre eles de modo que cada um receba uma quantia proporcional à sua idade. Como será feita tal divisão?

Chamemos de x o tempo gasto para enchermos o tanque utilizando 6 torneiras. Podemos montar a seguinte tabelinha: número de torneiras tempo gasto (min.)

4 36

6 x

Sendo as referidas grandezas INVERSAMENTE proporcionais, temos que o PRODUTO delas é que se mantém constante. Assim, podemos escrever que:

4 .36 = 6 .x 6 .x = 144

EXERCÍCIO RESOLVIDO

Resolução: Sejam: • J o valor que caberá a João • M o valor que caberá à Maria • N o valor que caberá à Nair Temos que J + M + N = 5000 Se cada uma das crianças deve receber uma quantia de dinheiro proporcional à sua idade, podemos escrever que:

Utilizando a propriedade que acabamos de aprender, temos:

x= Resposta: com 6 torneiras encheremos o tanque em 24 minutos. DIVISÃO EM PARTES DIRETAMENTE PROPORCIONAIS

Assim:

200 ⇒ J = 7.200 = 1400 200 ⇒ M = 8.200 = 1600 = 200 ⇒ N = 200ξ10 = 2000 Resposta: Caberá a João receber R$ 1 400,00, a Maria, R$ 1 600,00, e a Nair R$ 2 000,00.

GRANDEZA PROPORCIONAL A OUTRAS Vamos analisar as seguintes situações: O que você acabou de ver na realidade é uma das propriedades das proporções. Generalizando, podemos dizer que:

A propriedade também é verdadeira para mais de duas razões:

a) Um carro percorre 1 000km em 10 horas, possuindo, portanto, velocidade de 100km/h. b) Quanto percorrerá o carro nas mesmas 10 horas, se sua velocidade for igual a 80km/h? Resolução: Como o tempo de percurso permaneceu constante, a distância percorrida é diretamente proporcional à velocidade do carro. Logo: distância (km) velocidade (km/h)

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1 000 100

x 80

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Matemática Vamos aplicar a propriedade acima em um problema de Regra da Sociedade.

Montando a proporção, temos que, ⇒ 100.x = 1000.80 ⇒ 100x = 80000 = 800

x=

Resposta: o carro percorrerá 800km. c) Quanto percorrerá o carro em 5 horas se sua velocidade permanecer igual a 80km/h? Resolução: Como a velocidade se manteve igual a 80km/h, a distância percorrida, agora, é diretamente propor-cio-nal ao tempo de percurso. Temos então: distância (km) tempo do percurso (h)

800 10

x 5

EXERCÍCIO RESOLVIDO 01. Três sócios lucraram, juntos, R$ 57 000,00. O primeiro investiu R$ 5 000,00 nos empreendimentos conjuntos durante 1 ano, o segundo R$ 4 000,00 durante 6 meses e o terceiro, R$ 6 000,00 durante 5 meses. Que parte do lucro cabe a cada um? Resolução: Vamos chamar de X , Y e Z os lucros respectivos dos sócios; decorre que: X + Y + Z= 57 000 Como o lucro de cada sócio é proporcional ao valor aplicado e também ao tempo de aplicação, então o lucro será proporcional ao produto deles.

Montando a proporção:

Resposta: o carro percorrerá 400km. Comparemos os exemplos a e c. No exemplo a, o automóvel andava a 100km/h durante 10 horas, percorrendo, então, 1 000km de distância. No exemplo c, o automóvel andava a 80km/h durante 5 horas, percorrendo, conseqüentemente, 400km de distância. Colocando esses dados numa tabela, temos:

Resposta: os sócios receberão, respectivamente, R$ 30 000,00, R$ 12 000,00 e R$ 15 000,00.

PORCENTAGEM Note que a distância não é proporcional nem ao tempo e nem à velocidade isoladamente, pois

Fração centesimal – chamamos de fração centesimal a fração cujo denominador é igual a 100. Exemplos:

Porém, pode-se observar que a distância é diretamente proporcional ao PRODUTO do tempo pela velocidade:

Toda fração centesimal pode ser representada por um número decimal. Por exemplo, as frações anteriores podem ser assim representadas: 0,09 ; 0,23 ; 0,40 ; 1,21.

Com este exemplo, procuramos, na realidade, ilustrar a seguinte propriedade:

Entretanto, existe uma outra forma de representar as frações centesimais que é a seguinte:

Se uma grandeza A depende de outras duas grandezas B e C e se: • fixando B, A é diretamente proporcional a C, • fixando C, A é diretamente proporcional a B, então A é diretamente proporcional ao produto B . C Degrau Cultural

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Matemática Os valores 9%, 23% etc. são chamados de TAXAS PORCENTUAIS. Para calcularmos a taxa percentual de um valor, basta multiplicarmos a taxa pelo valor. EXERCÍCIOS RESOLVIDOS 01. Na compra de um sapato no valor de R$ 40,00, obtive um desconto de 5%. Quanto economizei? Resolução: Vamos chamar de D o desconto obtido na compra do sapato. Sendo assim D será determinado da seguinte maneira: D = 5% . 40 = 0,05 . 40 = 2 Portanto, economizei R$ 2,00. 02. Certa mercadoria foi vendida por um comerciante por R$ 3 000,00 obtendo assim um lucro de 25% sobre o preço de custo. Calcular o custo da mercadoria para o comerciante. Resolução: O custo (C) é igual ao preço de venda (3 000) menos o lucro (L): C = 3 000 - L

(equação 1)

O lucro (L) é igual 25% sobre o preço de custo: L = 0,25 . C

(equação 2)

Substituindo o L da equação 1 pelo membro direito da equação 2, obtemos o seguinte: C = 3 000 - 0,25 . C Passando - 0,25C para o primeiro membro, C + 0,25C = 3 000 1,25C = 3 000

Resposta: o preço de custo será igual a R$ 2 400,00.

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Conhecimentos Específicos

JUROS, DESCONTOS SIMPLES E NOÇÕES DE JUROS COMPOSTOS 3) Qual o capital que rende R$ 2.700,00 de juros, durante 2 anos, à taxa de 15% ao ano?

1. Introdução Juro é toda compensação em dinheiro que se paga ou se recebe pela quantia em dinheiro que se empresta ou que é emprestada em função de uma taxa e do tempo. Quando falamos em juros, devemos considerar: • O dinheiro que se empresta ou que se pede emprestado é chamado de capital. • A taxa de porcentagem que se paga ou se recebe pelo aluguel do dinheiro é denominada taxa de juros. • O tempo deve sempre ser indicado na mesma unidade a que está submetida a taxa, e em caso contrário, deve-se realizar a conversão para que tanto a taxa como a unidade de tempo estejam compatíveis, isto é, estejam na mesma unidade. • O total pago no final do empréstimo (capital + juro) é denominado montante. 2. Fórmula para o Cálculo de Juros Simples Seja um capital C, aplicado durante t períodos com a taxa de i% por período adotaremos:

Solução:

Resposta: O capital era de R$ 9.000,00 4) Por quanto tempo o capital de R$ 6.000,00 esteve emprestado à taxa de 18% ao ano para render R$ 4.320,00 de juros? Solução: t = ?; C = R$ 6.000,00; i = 18% ao ano J = R$ 4.320,00

aa = ao ano am = ao mês at = ao trimestre ab = ao bimestre Exemplos: 1) Uma aplicação feita durante 2 meses a uma taxa de 3% ao mês rendeu R$ 1.920,00 de juro. Qual foi o capital aplicado?

Resposta: durante 4 anos. 5) A que taxa esteve emprestado o capital de R$ 10.000,00 para render, em 3 anos, R$ 14.400,00 de juros?

Solução: t = 2 meses; i = 3% = 3/100; J = R$1.920,00; C = ?

Solução:

Resposta: O capital que a aplicação rendeu mensalmente de juros foi de: R$ 32.000,00.

Resposta: a taxa foi de 48%.

2) Quanto rende de juros um capital de 1500 reais, durante 3 anos, à taxa de 12% ao ano? Solução: J = ?; C = R$ 1.500,00; t = 3 anos; i = 12% ao ano

 Lembre-se: Devemos ter o cuidado de trabalharmos com o tempo e taxa sempre na mesma unidade. Taxa em ano = tempo em anos Taxa em mês = tempo em mês Taxa em dia = tempo em dia 6) Calcular os juros produzidos por R$ 25.000,00 à taxa de 24% ao ano durante 3 meses.

Resposta: Rende R$ 540,00 de juros.

Solução: J = ?; C = 25000; i = 24% a.a. ⇒ 24%:12 = 2% a.m.

t = 3 meses

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Conhecimentos Específicos O valor atual no desconto por fora é calculado por: A = N - D = N – N . i . t = N (1 – i . t) Isto é: A = N (1 - i . t) Resposta: Os juros produzidos foram de R$ 1.500,00 3. Montante Simples Montante é a soma do Capital com os juros. O montante é dado por uma das fórmulas: ou

 M = C (1 + i . t) Exemplo: Se a taxa de uma aplicação é de 150% ao ano, quantos meses serão necessários para dobrar um capital aplicado através de capitalização simples? Solução: Objetivo: M = 2 C Dados: i = 150/100 = 1,5 Fórmula: M = C (1 + i . t) Desenvolvimento: 2C = C (1 + 1,5 t). dividindo os 2 membros por C: 2 = 1 + 1,5 n t = 2/3 ano = 8 meses Resposta: Serão necessários 8 meses. 4. Desconto Simples Desconto é a diferença entre o Valor Nominal de um título futuro (N) e o Valor Atual (A) deste mesmo título.

Exemplo: Determinar o valor nominal de um título que, descontado comercialmente, 60 dias antes do vencimento e à taxa de 12% ao mês, resultou um valor descontado de R$ 608,00. Solução: A expressão “descontado comercialmente” indica que o desconto é comercial ou por fora. A = R$ 608,00; i = 12% = 0,12; t = 60 dias = 2 meses Aplicando a fórmula: A = N (1 - i . t), temos: 608 = N (1 - 0,12.2) ⇒ 608 = N (0,76) ⇒ N = 608/0,76 Portanto, N = 800 Resposta: O valor nominal do título é R$ 800,00 b) Desconto Simples Racional (por dentro) O cálculo deste desconto funciona de forma semelhante ao cálculo dos juros simples, substituindo-se o Capital C na fórmula de juros simples pelo Valor Atual A do título. O cálculo do desconto racional é feito sobre o Valor Atual do título.

D=N–A Notações comuns na área de descontos:

O valor atual, no desconto por dentro, é dado por:

Temos dois tipos de descontos simples:

Exemplo:

a) Desconto Simples Comercial (por fora) O cálculo deste desconto é análogo ao cálculo dos juros simples, substituindo-se o Capital C na fórmula de juros simples pelo Valor Nominal N do título.

Determinar o desconto por dentro sofrido por um título de R$ 650,00, descontado 2 meses antes do vencimento à taxa de 15% a.m. Solução: N = 650,00 i = 15% = 0,15 t = 2 meses A = N/(1 + i . t) ⇒ A = 650/(1 + 0,15.2) ⇒ A = 650/1,3 Portanto, A = 500 Como D = N - A ⇒ D = 650 - 500 ⇒ D = 150,00 Resposta: O desconto foi de R$ 150,00

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Conhecimentos Específicos 5. Juros Compostos (elaborado pelo prof. Edson Lazzarini)

O montante M3 no final do terceiro período será dado por:

Juros Compostos

M3 = 1040,40 (1 + 0,02) M3 = 1061,21

1. Conceito Antes de começarmos a estudar juros compostos, a título de comparação faremos uma pequena revisão do regime de capitalização simples. Nos capítulos anteriores, vimos que os juros simples apresentam as seguintes características: 1. são calculados sobre o capital inicial; 2. são diretamente proporcionais ao prazo (ou número de períodos), ao capital aplicado e à taxa de juros da aplicação; 3. são adicionados ao capital inicial no final do prazo, formando o montante.

Verifique que o montante do primeiro período foi utilizado para o cálculo do juro do segundo período e assim sucessivamente. 6. Fórmula do Montante a Juros Compostos Vamos supor a aplicação de um capital C, durante n períodos, a uma taxa de juros compostos i ao período. Calculemos o montante Mn no final dos n períodos utilizando o mesmo processo do exemplo anterior, ou seja, período a período.

Em suma, Js = C.i.n Ms = C (1+ i . n) No regime de JUROS COMPOSTOS os juros são capitalizados não no final do prazo e sim no final de cada período, ou seja, o juro do primeiro período é adicionado ao capital inicial e sobre esse montante é calculado o juro do segundo período que por sua vez será adicionado ao montante anterior para que se calcule o juro do período seguinte, e assim sucessivamente. Vamos a um exemplo: Você aplicou 1.000,00 em uma instituição financeira a uma taxa de juros de 2% a.m., capitalizados mensalmente, durante 3 meses. Vamos calcular o montante M3 no final desse prazo. Vejamos o esquema:

M1 = C (1 + i) M2 = M1 (1 + i) = C (1 + i) . (1 + i) = C (1 + i)2 M3 = M2 (1 + i) = C (1 + i)2. (1 + i) = C (1 + i)3 Veja que, para o montante do primeiro período, a expressão fica: M1 = C (1 + i) Para o montante do segundo período, encontramos: M2 = C (1 + i)2 Para o montante do terceiro período, M3 = C (1 + i)3 É fácil concluir que a fórmula do montante do enésimo período será:

Temos que: C = 1 000 i = 2% a.m. = 0,02 a.m. n = 3 (capitalização mensal) Então, o montante M1 no final do primeiro período será dado por: M1 = 1000 (1 + 0,02) M1 = 1000 . 1,02 M1 = 1020 O montante M 2 no final do segundo período será dado por: M2 = 1020 (1 + 0,02) M2 = 1040,40

O fator (1 + i)n é chamado de FATOR DE ACUMULAÇÃO DO CAPITAL para juros compostos, ou ainda, FATOR DE CAPITALIZAÇÃO COMPOSTA, sendo freqüentemente indicado pela letra an. Como vimos anteriormente, ele guarda alguma semelhança com o fator de acumulação de capital para juros simples, dado pela expressão (1 + i . n). Tanto no regime de juros simples como no regime de juros compostos, o montante é dado pelo produto do capital pelo respectivo fator de acumulação. A fórmula dos juros compostos acumulados ao final do prazo é obtida a partir da fórmula geral de juros, conforme segue: J=M–C J = C (1 + i )n - C

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Conhecimentos Específicos Colocando C em evidência, obtemos:

Como saber se um problema é de juros simples ou de juros compostos? Essa dúvida é freqüente quando iniciamos o estudo da matemática financeira. Existem determinadas expressões que indicam o regime de capitalização composta, tais como: • juros compostos • capitalização composta • montante composto • taxa composta de X% a.a. (indica juros compostos com capitalização anual) • taxa de X% a.m. capitalizados bimestralmente (indica juros compostos com capitalização a cada bimestre) A principal diferença entre o regime simples e o composto, entretanto, é que, em juros compostos, é necessário que saibamos, através do enunciado do problema, o período das capitalizações. Em juros simples podíamos escolher o período de capitalização que nos conviesse, por exemplo: se a taxa fosse de 24% a.a. e o prazo de 18 meses, poderíamos transformar a taxa para mensal (2% a.m.) e usar o prazo em meses, ou transformar o prazo em anos (1,5 anos) e utilizar a taxa anual. Em juros compostos não podemos fazer isso, pois o problema dirá como devemos CAPITALIZAR A TAXA, ou seja, se os períodos serão mensais, anuais etc. Normalmente, do lado da taxa deve vir a indicação de como ela deve ser CAPITALIZADA ou COMPOSTA. Se o período das capitalizações não coincidir com o da taxa, devemos calcular a taxa para o período dado pela capitalização, utilizando o conceito de taxas proporcionais. Exemplos: • dada uma taxa de 48% ao ano CAPITALIZADA MENSALMENTE, devemos transformá-la em uma taxa igual a 4% ao mês. • Dada a taxa de 48% ao ano CAPITALIZADA SEMESTRALMENTE, devemos transformá-la em uma taxa de 24% ao semestre. Se não houver nenhuma indicação de como a taxa deva ser capitalizada ou nenhuma referência a regime composto, presumimos que o regime de capitalização seja simples.

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Conhecimentos Específicos

VALOR PRESENTE LÍQUIDO E VALOR FUTURO LÍQUIDO A Operação de Desconto Simples Os títulos descritos acima podem ser negociados pelo seu possuidor antes da data do seu vencimento. Por exemplo, um comerciante, de posse de uma nota promissória ou duplicata no valor de R$ 1 000 e que irá vencer daqui a 6 meses, necessitando de dinheiro, pode transferi-la a um banco mediante uma operação denominada desconto. O banco irá “comprar” este título e se encarregará de cobrálo de quem se confessa devedor, na data do vencimento. Para o comerciante, é como se o pagamento da dívida tivesse sido antecipado em 6 meses e por isso, tal intervalo de tempo recebe o nome de PRAZO de antecipação. O valor pago pelo banco na data do desconto é chamado de valor atual (Va) ou valor descontado e o seu cálculo será feito a partir do valor nominal (N) ou valor de Face do título. É evidente que o valor atual é menor do que o valor nominal, pois, teoricamente, deveríamos retirar o juro relativo ao prazo de antecipação; iremos chamar esse juro de DESCONTO (D). A diferença entre o valor nominal (N) e o DESCONTO (D) é igual ao valor atual (Va). Va = N - D Esquematicamente ficaria assim

Desconto Racional ou Por Dentro

Observe atentamente o esquema acima, mais simplificado, onde estão representados o valor nominal e o atual na operação de desconto. No DESCONTO RACIONAL simples, o valor atual (Va) corresponde a um capital (C), aplicado a juros simples, pelo prazo de antecipação, e o valor nominal (N) corresponde ao montante (M) produzido por essa aplicação. Vimos que a fórmula do montante a juros simples é dada por: M= C (1+in) Substituindo M por N, e C por Va , obtemos: N= Va (1+in) Isolando Va, temos:

Existem duas convenções para o cálculo do desconto simples D e o valor atual Va, cada uma conduzindo a um resultado diferente: podemos utilizar o conceito de DESCONTO RACIONAL (também chamado de DESCONTO POR DENTRO) ou o conceito de DESCONTO COMERCIAL (também chamado de DESCONTO POR FORA). Dica: para guardar essas diferentes nomenclaturas, pense no exemplo do livro: a parte racional é o seu conteúdo, ou seja, o que está dentro; a parte comercial, responsável pela propaganda desse tipo de produto e que induz as pessoas a comprá-lo, é a sua capa, que está fora. Em suma, racional = dentro; comercial = fora.

Esta última fórmula permite calcular o VALOR DESCONTADO racional simples do título (Va) a partir do seu VALOR DE FACE (N), da taxa de desconto (i) e do número de períodos de antecipação (n). E para calcular o desconto racional simples, basta fazer D = N - Va. Vejamos um exemplo concreto. Possuo uma nota promissória com valor nominal de R$ 440,00 que vai vencer dentro de dois meses mas preciso de dinheiro agora e por isso resolvo descontá-la. Vou até um banco para que ele me antecipe o pagamento dessa nota promissória. O valor pago pelo banco será igual ao valor atual do documento e poderá ser calculado utilizando-se a fórmula acima.

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Conhecimentos Específicos Suponhamos que a taxa de juros adotada pelo banco seja de 5% a.m., temos então que: N = 440 i = 5% a.m. n = 2 meses Aplicando-se a fórmula do valor atual, temos:

Exercício Resolvido 01. Considere um título com valor nominal de R$ 1 000, com prazo de vencimento para daqui a 6 meses. Supondo uma taxa de desconto de 5% a.m., qual seria o valor atual racional simples? Qual o valor do desconto respectivo? Resolução:

Conclusão: receberei do banco a quantia de R$ 400,00 pela venda de um título de valor nominal igual a R$ 440,00, resgatável somente daqui a 2 meses.

N = R$ 1.000 n = 6 meses i = 5% a.m. Vars = ?

Na realidade, ao efetuar o desconto racional simples, o que o banco está fazendo é me emprestar R$ 400,00 durante 2 meses a uma taxa de juros simples de 5% ao mês.

Vars = 769,23

Para demonstrar isto, vamos considerar um capital de R$ 400,00 aplicado durante 2 meses a uma taxa de juros simples de 5% a.m. Pela fórmula do montante, teríamos que: M = C (1+in) M = 400 (1+0,05 . 2) M = 400 (1,1) M = 440

Drs = N - Vars = 1.000 - 769,23 Drs = 230,77 Verifique que se aplicarmos um capital igual a R$ 769,23 durante 6 meses, a uma taxa de juros simples igual a 5% a.m., o montante ao final dos 6 meses será igual a R$ 1.000. Desconto Comercial ou Por Fora

Veja que, embora o valor nominal da nota promissória fosse de R$ 440,00, eu só consegui “vendê-la” ao banco por R$ 400,00. Este é o VALOR ATUAL da nota promissória (Va), o quanto ela vale HOJE. Da mesma forma, o valor nominal (N) de R$ 440,00, que somente verificar-se-á daqui a dois meses, pode ser designado como sendo seu VALOR FUTURO. A diferença entre o valor atual e o valor futuro (ou valor nominal) da nota promissória é o DESCONTO (D) efetuado pelo banco: R$ 40,00. E a taxa de juros utilizada para o cálculo é chamada de TAXA DE DESCONTO (i).

No tópico anterior, quando utilizamos o desconto racional simples, primeiro calculamos o valor atual e depois o desconto. No caso do desconto comercial simples (Dcs) devemos calcular, primeiramente, o desconto, e depois o valor atual.

Em suma, em termos de fórmulas, o cálculo do desconto racional é feito como segue (para indicar que o critério do cálculo do desconto é racional simples, vamos utilizar os subíndices rs).

O desconto comercial simples nada mais é do que os juros que seriam produzidos pelo valor nominal se ele fosse aplicado pelo prazo de antecipação, à taxa do desconto dada. Sendo assim:

O desconto comercial tem estrutura de cálculo mais simples do que a do desconto racional, sendo amplamente adotado no Brasil, sobretudo em operações de crédito bancário a curto prazo.

Sendo N = Vars (1 + in), decorre que

onde • Vars é o valor atual racional simples • N é o valor nominal do título de crédito • i é a taxa de desconto • n é o número de períodos antecipados E para calcularmos o desconto racional simples (D rs) basta utilizar a fórmula geral do desconto:

Drs = N - Vars

Dcs = N . i . n Como dissemos anteriormente e como você pode constatar pela fórmula acima, o desconto comercial incide sobre o valor nominal do título. Sobre esse valor aplicamos a taxa de desconto e multiplicamos pelo número de períodos do prazo de antecipação. Para calcular o VALOR ATUAL COMERCIAL SIMPLES (Vacs), é só utilizar a fórmula geral do desconto: D = Va - N Dcs = Vacs - N Vacs = N - Dcs

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Conhecimentos Específicos Substituindo, na equação acima, Dcs por N.i.n, temos: Vacs = N - N.i.n No lado direito da igualdade aparece o fator comum N, que pode ser colocado em evidência, fornecendo a fórmula para o cálculo direto do valor atual comercial simples: Vacs = N (1 - in) Utilizando o desconto comercial simples, vamos analisar como ficaria o desconto da nota promissória de R$ 440,00 mencionada anteriormente. O prazo de antecipação era de 2 meses e a taxa de desconto, 5% ao mês. Teríamos então que: Dcs = Nin Dcs = 440 . 0,05 . 2 Dcs = 44 Vacs = N - Dcs = 440 - 44 = 396 ou, utilizando a fórmula que nos fornece diretamente o valor atual: Vacs = N (1-in) Vacs= 440 (1 - 0,05 . 2) = 440 . 0,90 = 396 Vimos anteriormente que pelo critério de desconto racional simples eu receberia, pela nota promissória entregue ao banco, o valor de R$ 400,00 correspondente a um desconto de R$ 40,00; agora, pelo critério de desconto comercial simples, recebo R$ 396,00, correspondente a um desconto de R$ 44,00. Podemos perceber, então, que: Para a mesma taxa e mesmo prazo de antecipação, o desconto comercial é maior que o desconto racional.

Desconto Bancário É o desconto comercial acrescido de uma taxa de despesas bancárias, aplicada sobre o valor nominal. A taxa de despesas bancárias está relacionada com as despesas administrativas do banco, necessárias para efetuar a operação (papel, funcionário, energia elétrica, telefone, correio etc.) Iremos chamar de “h” a taxa de despesas bancárias. Sendo assim, o desconto bancário ficará: Db = Nin + Nh Colocando N em evidência, temos:

Db = N (in + h)

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Conhecimentos Específicos

FLUXO DE CAIXA Nos problemas de matemática financeira, iremos tratar, basicamente, das entradas e saídas, ao longo do tempo, de dinheiro no CAIXA de uma entidade ou pessoa. O conjunto dessas entradas e saídas de dinheiro também é chamado de FLUXO DE CAIXA. Como exemplo, vejamos o caso do extrato de uma conta bancária. O extrato é um demonstrativo das entradas (créditos) e saídas (débitos) efetuadas em um caixa (conta bancária).

Podemos representar as operações indicadas no extrato acima através de um DIAGRAMA DE FLUXO DE CAIXA, onde utilizaremos um eixo horizontal para representar o tempo transcorrido e flechas verticais para representar entradas (seta para cima) ou saídas (seta para baixo) de dinheiro.

Vamos utilizar o conceito de fluxo de caixa e a sua representação para o caso de um correntista que aplica um capital C em determinado banco, durante n meses, vindo a resgatar o montante M no final do prazo de aplicação. O DIAGRAMA DO FLUXO DE CAIXA referente a esta operação financeira terá o seguinte aspecto:

Alternativamente, poderia ter sido utilizada a seguinte representação:

Nosso FLUXO DE CAIXA ficará desta forma:

Neste diagrama, podemos facilmente verificar que M = C + J, conforme vimos anteriormente.

Poderíamos, também, utilizar a seguinte representação:

Observe que a flechinha “C” está voltada para cima indicando entrada de dinheiro no caixa do banco (recebimento da aplicação do cliente), e a flechinha “M”, para baixo, indicando saída do caixa do banco (resgate, por parte do cliente, da aplicação na data do vencimento). Tudo porque utilizamos como referência o caixa do banco. Se utilizássemos como referência o caixa do correntista, teríamos que inverter o sentido de todas as flechas.

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Conhecimentos Específicos

Noções de Informática

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Conhecimentos Específicos

INTERNET 1. A Internet Aquilo que entendemos como Internet podemos compreender como uma rede mundial de computadores, ou seja, uma rede com milhões de máquinas conectadas ao redor do mundo. A maior parte destes equipamentos é formada por PCs tradicionais, por estações de trabalho com sistema Unix e pelos chamados servidores que armazenam e transmitem informações, como páginas Web (World Wide Web – WWW) e mensagens de e-mail. Um número cada vez maior de equipamentos não convencionais, como TVs, celulares e geladeiras estão sendo conectados à Internet. Enfim, os computadores que usamos diariamente podem ser chamados de hospedeiros (hosts) ou sistemas finais. São assim chamados porque hospedam (rodam) programas de aplicação (ex.: Browser da Web) e, porque se situam na periferia da Internet. Estes sistemas podem, ainda, serem divididos em clientes e servidores, onde os clientes, normalmente são as estações de trabalho e os servidores máquinas mais poderosas. Há um significado mais preciso para cliente e servidor em rede de computadores. No chamado modelo cliente/servidor, um programa cliente que roda em um sistema final pede e recebe informações de um servidor que roda em outro sistema final. Esta seria a estrutura que predomina na Internet. Os sistemas finais operam protocolos que controlam o envio e o recebimento de informações na Internet. O TCP (Trasmission Control Protocol – Protocolo de controle de transmissão) e o IP (Internet protocol – Protocolo da Internet) são os protocolos mais importantes da Internet. Eles são conhecidos copletivamente como TCP/IP. Estes sistemas são conectados entre si por enlaces de comunicação (Links) que podem utilizar diferentes meios físicos para sua ligação (cabo coaxial, fibra óptica, ondas de rádio etc). A velocidade de transmissão do link é chamada de largura de banda e é medida em bits por segundo (bps). Indiretamente são os roteadores que conectam os sistemas finais. Um roteador encaminha a informação que está chegando por um dos links de saída. O protocolo IP especifica o formato da informação que é enviada e recebida entre os roteadores e os sistemas finais. O caminho que a informação transmitida percorre do sistema final de origem, passando por uma série de enlaces de comunicação e roteadores, para o sistema final de destino é conhecido como rota ou caminho pela rede. Em vez de fornecer um caminho dedicado entre os sistemas finais comunicantes, a Internet usa uma técnica conhecida como comutação de pacotes, que permite que múltiplos sistemas finais comunicantes compartilhem um caminho, ou partes de um caminho, ao mesmo tempo. Podemos concluir que a Internet é um imenso conjunto de redes públicas e privadas, cada uma com gerenciamento próprio.

Esta estrutura toda interconectada demanda uma hierarquia em termos de rede de acesso. Sistemas finais conectados a provedores de acesso (ISP). Uma rede de acesso pode ser uma rede local de uma empresa, uma linha telefônica acoplada a um modem ou uma rede de acesso de alta velocidade dedicada ou comutada. Em linhas gerais isto seria o conceito de Internet no âmbito público. Existem as redes privadas de empresas ou governos, cujos computadores não são acessíveis às máquinas externas a elas. Estas redes privadas são as chamadas intranets. Como a Internet funciona? Você pode pensar na Internet como uma rede telefônica onde, em lugar de um aparelho telefônico, está um computador, o que a transforma em uma rede telefônica audiovisual. A rede telefônica mundial é o conjunto das redes de cada país, sendo que no Brasil, por exemplo, a rede telefônica nacional é subdividida em redes estaduais; as estaduais em metropolitanas; as metropolitanas, em centrais telefônicas onde estão conectados os vários aparelhos telefônicos de um determinado bairro. A rede mundial da Internet também se subdivide em países e, dentro dos países, se subdivide em vários níveis até chegar ao provedor de acesso, que faz o papel da central telefônica. E, assim como do seu telefone você pode ligar para qualquer lugar do mundo, desde que do lado de lá também exista um aparelho, uma linha e uma companhia telefônica, com o seu computador você também pode ligar para qualquer outro computador, desde que cada um tenha um modem, uma linha e um provedor de acesso. O computador do provedor de acesso (ISP) tem o nome de Host (pronuncia-se: rôust) cuja tradução é anfitrião, porque é ele quem vai ser o nosso anfitrião na Internet. A passagem para a Internet chama-se gateway (guêituei), cuja tradução é porta, portão, abertura, passagem, ou seja, o provedor de acesso é a nossa porta de entrada na Internet. Repare que quando dizemos que você entrou na Internet, queremos dizer que você se conectou com algum computador que está na rede. Ninguém entra na rede sem se conectar com outro computador, assim como você só entra na rede telefônica quando completa a chamada. Quando o Modem instalado em sua máquina liga para o modem do seu provedor de acesso, eles trocam as primeiras informações para definir a velocidade, paridade e outros dados daquela conexão.É quando você escuta aquele ruído característico, o shaking hands, que significa aperto de mão, cumprimento. Cada modem envia o seu protocolo para informar que tipo de equipamento está pedindo e recebendo a conexão, então, protocolo é um padrão de comunicação entre dois computadores que permite a troca de mensagens para a transmissão de dados. O mais comum des-

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Conhecimentos Específicos ses padrões, hoje em dia, é o HTTP, e ao conjunto de recursos, usuários e computadores ligados na Internet pelo protocolo HTTP dá-se o nome de WWW (World Wide Web – ou simplesmente Web). Na Internet existem computadores que estão abertos ao público, são aqueles que têm alguma coisa para mostrar, com ou sem finalidade comercial. Pode ser um texto, uma foto, uma música um filme ou qualquer combinação entre eles. A área da memória deste computador que pode ser visitada chama-se SITE (pronuncia-se saite – em algumas provas usa-se o termo “sitio”). Ou seja, um site é a área da memória, dentro de um computador na Internet, que está aberta ao público. A Web é um dos mais interessantes, abrangentes e conhecidos serviços oferecidos pela Internet. É um banco de dados ou servidor de aplicações que contém informações que podem ser manipuladas através de software de navegação (browser). Cada página de um site ou ponto de presença WWW pode conter informações textuais e gráficas e informações na forma de vídeo ou de áudio.

Em outras palavras Intranet é semelhante a um site da Web e usa protocolos da Internet, mas é uma rede interna exclusiva de uma empresa. Uma Extranet também é um site da Web interno ou privado, mas os privilégios de acesso também se estendem aos clientes, parceiros e/ou outros usuários escolhidos. A Extranet seria uma tecnologia usada para interligar várias Intranets.

Nas páginas da WWW, qualquer palavra, frase, figura ou ícone pode ser marcada para funcionar como um endereço de outras páginas em um sistema hipertexto. Isto permite o deslocamento entre páginas com o simples uso do mouse (apontando com o ponteiro do mouse o que está marcado e apertando o botão principal do mouse). Esta codificação é feita usando uma linguagem de marcação de textos chamada HTML, que permite indicar, em cada página, o que é texto normal, o que é figura, ou o que é um ícone de ligação com outras páginas. E o que é Intranet e Extranet ? A Intranet é uma forma de agilizar o trânsito de informações dentro de uma empresa, através da criação de verdadeiros sites departamentais. É baseada no protocolo de rede TCP/IP, padrão de uso da Internet e largamente utilizado por aplicações cliente-servidor e conexão de equipamentos em geral. Ou seja, todos os recursos que o protocolo permite poderão ser utilizados na rede (browser, e-mails..). Consiste da instalação de um servidor, Sistema Operacional (Windows 2000, Unix...), que provê páginas de informação e/ou aplicações da mesma maneira como é feito na Internet, ou seja, através de softwares gerenciadores de serviços de rede. O Servidor é o responsável pelo processamento das informações arquivadas; este atenderá a todas as solicitações de páginas realizadas pelas diversas estações de trabalho. Na configuração da rede TCP/IP atribui-se um endereço para cada equipamento e a configuração do browser já pré-instalado. O termo Intranet é também utilizado para qualquer rede corporativa de acesso remoto (redes LAN e WAN1) que não tenham qualquer conexão com a Internet, então podemos dizer que existem Intranets com ou sem acesso a Internet.

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LAN e WAN – Tipos de rede (Local e Remota) que são melhor explicados no capitulo sobre comunicação de dados.

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Conhecimentos Específicos 2. Opções de Internet Na barra de menu do Internet Explorer é possível acessar no menu ferramentas, o comando opções Internet e definir configurações de acesso:

Você pode decidir se permitirá que alguns, nenhum ou todos sejam salvos no computador. Se não quiser salvar cookies, talvez não consiga exibir alguns sites da Web nem tirar proveito de recursos de personalização.

Cookies persistentes Um cookie persistente é aquele armazenado como arquivo no computador e que permanece nele mesmo quando você fecha o Internet Explorer. Na próxima vez que você visitar o site, o cookie poderá ser lido pelo site que o criou. Cookies temporários Um cookie temporário ou por sessão é armazenado apenas para a sessão de navegação atual e é excluído do computador quando o Internet Explorer é fechado. Cookies primários versus cookies secundários Um cookie primário é aquele criado ou enviado para o site que você está exibindo no momento. Esses cookies costumam ser usados para armazenar informações, como suas preferências ao visitar o site. Um cookie secundário é aquele criado ou enviado para um site diferente daquele que você está exibindo no momento. Em geral, os sites secundários fornecem conteúdo no site que você está exibindo. Por exemplo, muitos sites exibem propagandas de sites secundários e esses sites podem usar cookies. Esse tipo de cookie costuma ser usado para controlar o uso da sua página da Web para propagandas ou outras finalidades de marketing. Os cookies secundários podem ser persistentes ou temporários. Guia Geral - A Página Inicial é a página que é exibida sempre que se abre o Internet Explorer. Escolha uma página que você deseje exibir freqüentemente ou uma que possa ser personalizada para ter acesso rápido a um determinado URL de seu interesse.

Cookies não satisfatórios Os cookies não satisfatórios são cookies que podem permitir acesso a informações pessoais de identificação que poderiam ser usadas com uma finalidade secundária sem o seu consentimento.

1. Excluir cookies - Cookies são pequenas informações que alguns sites que você visitou guardam em seu computador. Existem diversas formas em que são utilizados pelos sites. As mais comuns são: personalizar sites pessoais ou de notícias, uma vez que se tenha escolhido o que se quer que seja mostrado na página; manter listas de produtos ou de compras preferidos em sites de comércio; resguardar sua senha e identificação enquanto você vai de uma página a outra; conservar a lista das páginas usadas em um site, para simples estatística ou para eliminação daquelas em cujos links você não tem interesse. Essas informações são armazenadas em pequenos arquivos de texto no computador. Esse arquivo é chamado cookie. Os cookies também podem armazenar informações pessoais de identificação. São aquelas que podem ser usadas para identificar ou contatar você, como seu nome, endereço de e-mail, endereço residencial ou comercial ou número de telefone. Entretanto, um site da Web só tem acesso às informações pessoais de identificação que você fornece. Por exemplo, um site não pode determinar seu nome de e-mail a menos que você o forneça. Além disso, um site não pode ter acesso a outras informações no computador. Quando um cookie é salvo no computador, apenas o site que o criou poderá lê-lo.

Opções para trabalhar com cookies O Internet Explorer permite o uso de cookies, mas você pode alterar suas configurações de privacidade para especificar que o Internet Explorer deve exibir uma mensagem antes de inserir um cookie no computador (o que permite a você autorizar ou bloquear o cookie) ou para impedir que ele aceite cookies. Você pode usar as configurações de privacidade do Internet Explorer para especificar como o Internet Explorer deve lidar com cookies de sites da Web específicos ou de todos os sites da Web. Também pode personalizar as configurações de privacidade importando um arquivo que contém configurações personalizadas de privacidade ou especificando essas configurações para todos os sites da Web ou para sites específicos. 2. Excluir arquivos - Exclui os arquivos na pasta de arquivos Internet temporários.

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Conhecimentos Específicos 3. Configurações - Define especificações sobre medidas a serem adotadas sobre versões mais atualizadas do site acessado, determina o espaço em disco que será usado para os arquivos temporários. Exibe toda a pasta de arquivos Internet temporários e os arquivos de programas baixados.

6. Preferência de Idiomas - Permite definir prioridades em termos de idioma com o qual quer que o site seja visualizado. Para aqueles que têm esta disponibilidade.

7. Acessibilidade - Ignora ou estabelece estilos de formatação com os quais o usuário pretende visualizar as páginas.

4. Cores - Para alterar a forma como as cores das páginas são exibidas:

Guia Conexões - Permite configurar novas conexões e define a conexão a ser utilizada como padrão.

5. Fontes - Para definir o tipo de fonte desejado para o caso do site já não ter predefinido.

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Conhecimentos Específicos Guia Segurança - Configurações de nível de segurança para cada zona de conteúdo.

atribuir sites a essa zona. O nível de segurança padrão da zona de sites restritos é Alto; portanto, o Internet Explorer bloqueará todos os cookies de sites da Web dessa zona. Além disso, todos os arquivos que já estão no seu computador são considerados muito seguros, portanto configurações mínimas de segurança são atribuídos a eles. Você não pode atribuir uma pasta ou unidade do seu computador a uma zona de segurança. Você pode alterar o nível de segurança de uma zona. Por exemplo, pode querer alterar a configuração de segurança da sua zona da Intranet local para Baixo. Ou pode personalizar as configurações dentro de uma zona. Você também pode personalizar configurações de uma zona importando um arquivo de configurações de privacidade de uma autoridade de certificação. Em Sites... é possível adicionar ou remover sites para cada zona de conteúdo. Guia Programas - Especifica que programa o Windows irá utilizar automaticamente para cada serviço de Internet.

Zonas de Conteúdo: O Internet Explorer divide o seu mundo da Internet em zonas para que você possa atribuir um site da Web a uma zona com um nível de segurança adequado. Você pode saber em que zona a página da Web atual está, examinando o lado direito da barra de status do Internet Explorer. Sempre que você tentar abrir ou descarregar conteúdo da Web, o Internet Explorer verifica as configurações de segurança da zona daquele site da Web. Há quatro zonas: • Zona da Internet: Por padrão, esta zona contém tudo que não está no seu computador, em uma Intranet ou que não tenha sido atribuído a outra zona. O nível de segurança padrão da zona Internet é Médio. Você pode alterar as configurações de privacidade da zona Internet na guia Privacidade em Opções da Internet. Para obter mais informações, clique em Tópicos relacionados. • Zona da Intranet local: Esta zona normalmente contém todos os endereços que não requerem um servidor, conforme definido pelo administrador do sistema. Esses incluem sites especificados na guia Conexões, caminhos de rede (como \\servidor\compartilhado) e sites da Intranet local (normalmente endereços que não contém pontos, como http://interno). Você pode adicionar sites a essa zona. O nível de segurança padrão da zona Intranet local é Médio; portanto, o Internet Explorer permitirá que todos os cookies de sites da Web dessa zona sejam salvos no computador e lidos pelo site da Web que os criou.

Guia Privacidade - Especifica o nível de privacidade para a zona da Internet. Movendo o controle deslizante, alterase o nível de privacidade ou visualiza resumos de cada nível de privacidade. Em avançado é possível personalizar como o Internet Explorer deve lidar com cookies.

• Zona de Sites confiáveis: Essa zona contém sites em que você confia, ou seja, sites dos quais pode fazer download ou executar arquivos sem se preocupar com danos ao seu computador ou aos seus dados. Você pode atribuir sites a essa zona. O nível de segurança padrão para a zona de sites confiáveis é Baixo; portanto, o Internet Explorer permitirá que todos os cookies de sites da Web dessa zona sejam salvos no computador e lidos pelo site da Web que os criou. • Zona de Sites restritos: Essa zona contém sites em que você não confia, ou seja, sites que não considera seguros o bastante para fazer download ou executar arquivos sem danificar o seu computador ou seus dados. Você pode 246

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Conhecimentos Específicos

Guia Conteúdo - O que e como serão exibidos os conteúdos. Permite incluir senha para evitar que usuário não autorizado altere as configurações.

A senha do supervisor permite que se altere, ative ou desative as configurações do supervisor de conteúdo.

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Conhecimentos Específicos zer isto. Um programa que possibilite uma comunicação entre o seu computador e o outro que funciona com outro sistema e linguagem, permitindo assim que você possa transferir arquivos (enviar ou receber). Existem dois tipos de conexões de FTP - a conexão anônima e a identificada. No caso citado acima, se você quiser copiar o programa provisoriamente, apenas para testá-lo e verificar se ele realmente lhe interessa, você faz uma conexão de FTP anônimo, ou seja, você não precisará para isto usar uma senha no servidor de FTP (username ou password). Há outro tipo de conexão de FTP que é a identificada, no caso de usuários que têm conta no servidor. Para efetivar este tipo de conexão, você terá que se identificar com uma senha ou password.

Avançadas - Outras configurações avançadas:

O FTP permite somente a transferência de arquivos. Para que os arquivos possam ser lidos ou manipulados, não basta só transferi-los. É necessário outros programas que possam fazer a leitura desses arquivos. Como os arquivos incluem textos, imagens, sons e filmes, eles precisam de programas adicionais. Para ler um arquivo que contém texto, por exemplo, você precisa de um editor de texto que permita sua visualização. O mesmo acontece com arquivos que contém imagens ou sons. Além disso, muitos arquivos de servidores de FTP estão em forma comprimida, pois assim eles ocupam menos espaço. Para descomprimi-los, você precisará de um software específico que realize essa operação. HTTP - Protocolo de Transferência de Hipertexto/ Hypertext Transfer Protocol O protocolo cliente/servidor usado para acessar as informações na World Wide Web. HTTPS - Protocolo de Transferência Segura de Hipertexto/ Secure Hypertext Transfer Protocol É um protocolo que é acoplado ao navegador, criptografa e criptoanalisa solicitações a páginas e páginas retornadas pelo servidor Web.

3. Protocolos Um protocolo é uma linguagem para a comunicação entre dois computadores distantes geograficamente, permitindo a troca de mensagens entre eles para a comunicação de dados. Alguns protocolos e suas funções: TCP/IP - Protocolo de Controle de Transmissão/Protocolo Internet Um padrão de comunicação para todos os computadores na Internet. No lado do remetente, o TCP divide os dados a serem enviados em segmentos de dados. O IP monta os segmentos em pacotes que contêm segmentos de dados, além dos endereços do remetente e do destinatário. Em seguida, o IP envia os pacotes para o roteador para entrega. No lado do destinatário, o IP recebe os pacotes e os divide em segmentos de dados. O TCP monta os segmentos de dados no conjunto de dados original. FTP - Protocolo de Transferência de Arquivo /File Transfer Protocol É uma ferramenta, um recurso que utilizamos para transferir (receber ou enviar) arquivos na Internet. Imagine que ao navegar na rede encontre um site que lhe oferece um software que lhe possibilita editar imagens, como o Paint, por exemplo. Só que tem um problema: para você copiar este programa, que está guardado em um arquivo no servidor da empresa ou em outro site de FTP, você precisa de um outro programa que possa fa-

SSL - Secure Sockets Layer – Camada de Portas de Segurança Permite que um usuário confirme a identidade de um servidor. Um browser habilitado para SSL mantém uma lista de CA3s de confiança, juntamente com as chaves públicas dessas CAs. Quando um browser quer fazer negócios com um servidor Web habilitado para SSL, ele obtém um certificado do servidor obtendo a chave pública deste. O certificado é emitido (ou seja, é assinado digitalmente) pela CA que aparece na lista de CAs de confiança do cliente. Essa característica permite que o browser autentique o servidor antes de o usuário informar o número de seu cartão de crédito. ICMP - Protocolo de Mensagens de Controle da Internet/ Internet Control Message Protocol Uma extensão do Internet Protocol (IP, Protocolo Internet), o ICMP permite a geração de mensagens de erro, pacotes de teste e mensagens informativas relativas ao IP. IP - Protocolo Internet /Internet Protocol A parte do TCP/IP (Transmission Control Protocol/Internet Protocol) que roteia as mensagens de um local da Internet para outro. O IP é responsável pelo endereçamento e envio dos pacotes TCP (Transmission Con3

CA - Autoridade Certificadora: sua tarefa é validar identidades e emitir certificados.

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Conhecimentos Específicos trol Protocol) pela rede. O IP proporciona um sistema de entrega sem conexão e da melhor maneira possível, não garantindo que esses pacotes cheguem aos seus destinos ou que eles sejam recebidos na seqüência na qual foram enviados. DHCP - Protocolo de configuração dinâmica de hosts/ Dynamic Host Configuration Protocol Protocolo de serviço TCP/IP que oferece configuração dinâmica com concessão de endereços IP de host e distribui outros parâmetros de configuração para clientes de rede qualificados. O DHCP fornece uma configuração de rede TCP/IP segura, confiável e simples, evita conflitos de endereço e ajuda a preservar a utilização de endereços IP de clientes na rede. O DHCP usa um modelo cliente/servidor, no qual o servidor DHCP mantém o gerenciamento centralizado dos endereços IP usados na rede. Os clientes com suporte para DHCP podem solicitar e obter concessões de um endereço IP de um servidor DHCP como parte do seu processo de inicialização da rede. SMTP - Protocolo para Transferência de e-mail Simples/ Simple Mail Transfer Protocol Um protocolo TCP/IP para o envio de mensagens de um computador para outro em uma rede. Esse protocolo é usado na Internet para rotear correio eletrônico. SNMP – Protocolo de Gerenciamento de Redes/Simple Network Management Protocol Protocolo usado para monitorar e controlar serviços e dispositivos de uma rede TCP/IP. É o padrão adotado pela RNP (Rede Nacional de Pesquisa) para a gerência de rede. POP ou POP3 – Post Office Protocol ou Post Office Protocol Version 3 Protocolo popular usado para receber mensagens de e-mail. Este protocolo é utilizado com freqüência por provedores de serviços de Internet. Protocolo que permite ao cliente de e-mail (Outlook Express) recolher mensagens no servidor de e-mail Os servidores POP3 permitem acesso a uma única caixa de entrada, diferentemente dos servidores IMAP, que fornecem acesso a várias pastas do lado do servidor. IMAP - Protocolo de acesso ao correio da Internet / Internet Message Access Protocol Tem mais recursos que o POP3, mais é muito mais complexo. Foi projetado para permitir que os usuários manipulem caixas postais remotas como se elas fossem locais. Permite que se mantenha múltiplas pastas de mensagens no servidor de correio e organize as mensagens da maneira mais conveniente. MIME- Multipurpose Internet Mail Extensions É o protocolo que possibilita o E-mail trabalhar em multimídia. Com ele é possível clicar um objeto do Email para ouvir um som, por exemplo. Telnet Um protocolo que permite que um usuário da Internet faça o logon e insira comandos em um computador remoto ligado à Internet, como se o usuário estivesse usando um terminal baseado em texto ligado diretamente àquele computador.

4. Problemas na Internet Códigos e mensagens de erros comuns 400 - Bad Request – Solicitação Incorreta Há algo de errado com o endereço que você digitou. É o servidor que não encontra a página que você pediu. Pode ser que ela realmente não exista ou que você não esteja autorizado a acessá-la. 401 – Unauthotized – Não Autorizado O site que pretende acessar está protegido e você digitou a senha incorreta ou previamente o hospedeiro não quer que usuários com o seu domínio entrem. Ex.: Alguns sites educacionais permitem somente o acesso a partir de outros sites educacionais. 403 – Forbidden - Proibido O documento que você quer acessar está protegido por senha ou bloqueado para o seu domínio (o provedor de onde acessa a Internet). 404 - Not Found – Não Foi Encontrado O servidor que hospeda este site não consegue encontrar o documento HTML no URL com o qual você entrou. Pode ser que você tenha digitado o endereço da página errado ou que tal página simplesmente não exista mais. 503 - Service Unavailable – Serviço Não Disponível Seu provedor pode ter saído do ar, o gateway (conexão com a Internet e a rede local) pode estar com problemas ou até mesmo sua máquina pode não estar funcionando muito bem. Bad File Request – Solicitação de Arquivo Incorreto Seu browser, muito provavelmente, não consegue se entender com o formulário que você está preenchendo, ou existe um erro no formulário. Cannot add form submission result to bookmark list – Impossível Adicionar Resultado de Submissão de Formulário na Lista de Favoritos Ocorre quando você submeteu uma solicitação de busca e depois tenta salvar o resultado no favoritos. Apesar de parecer um endereço válido a página não possui um URL que pode ser reutilizado de modo que ele não pode ser adicionado a sua lista de favoritos. Connection Refused by Host – Conexão Recusada Pelo Hospedeiro Você não tem permissão para acessar este documento ou porque é protegido por senha ou o hospedeiro não aceita o seu domínio. Failed DNS4 Lookup – Falha de Procura no DNS O servidor de DNS não consegue converter a URL que você pediu em um endereço válido.

4 DNS – Domain Name System – Sistema de Nomes por Domínio. Sistema pelo qual os hosts na Internet têm endereços de nome de domínio (como microsoft.com) e endereços IP (como 172.21.13.45). O endereço de nome de domínio é utilizado por usuários e é traduzido automaticamente para o endereço IP numérico, que é usado pelo software de roteamento de pacotes. DNS é também um acrônimo para Domain Name Service, o utilitário da Internet que implementa o Sistema de nomes de domínios. Os servidores DNS, também denominados servidores de nome, mantêm bancos de dados contendo o endereço e são acessados de forma transparente para o usuário.

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Conhecimentos Específicos File Contains no Data – Arquivo Não Contém Dados O site que foi acessado não contém nenhuma página Web. É possível que seja bem o momento em que estão atualizando a página. Helper Application Not Found – Aplicação Auxiliar Não Encontrada Esta mensagem é exibida quando o browser encontra um arquivo com extensão desconhecida em uma determinada página. Os referidos arquivos não são necessariamente gráficos. Eles podem ser sons, clipes, arquivos ZIP, enfim qualquer tipo de arquivo. Host Unavailable – Hospedeiro Não Disponível O computador servidor que hospeda esse site não pode ser alcançado. O servidor pode estar off-line ou fora do ar para manutenção. Host Unknown – Hospedeiro Desconhecido O servidor que você está tentando alcançar não está conectado, ou você perdeu sua própria conexão. Você pode estar usando o URL incorreto. Network Connection was Refused by the Server – Conexão na Rede Foi Recusada Pelo Servidor Alguns servidores possuem limites para número de usuários concorrentes. É provável que o servidor esteja ocupado para manipular mais um usuário. Permission Denied – Permissão Negada Esse erro ocorre quando você está conectado a um site FTP e está fazendo upload ou download. Às vezes o administrador do site não quer que faça upload para o site, download em determinado arquivo ou acesse determinado diretório. O site também pode estar ocupado demais. Too Many Connections - Try Again Later - Excesso de Conexões – Tente Novamente Mais Tarde O limite de pessoas que podem utilizar o site ao mesmo tempo foi excedido. Too Many User – Excesso de Usuários Nenhum site de FTP (ou qualquer outra espécie) é capaz de oferecer acesso a um número limitado de usuários. Quando a lotação do site for atingida, todos que tentarem se logar receberão esta mensagem. Unable to Locate the Server - Impossível Localizar Hospedeiro Ou você cometeu um erro ao digitar o endereço, ou o servidor tão somente não existe. Viewer Not Found – Visualizador Não Encontrado Seu browser não reconhece arquivos deste tipo ou seu computador não tem o programa necessário para lidar com ele. You Can´t Log on as an Anonymous User – Você Não Pode Fazer Logon Como Usuário Anônimo A grande maioria dos sites de FTP oferece um número limitado de vagas para usuários não-cadastrados. Quando estas se esgotam, a mensagem acima é exibida. Outra possibilidade é que seu browser não esteja conseguindo encaixar você numa das vagas que o servidor oferece para visitantes.

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Conhecimentos Específicos 5. Outlook Express 6

Em algumas provas: MSOE, Gerenciador de Contas de E-mail ou simplesmente OE. Com uma conexão à Internet e o Microsoft Outlook Express, você pode trocar mensagens de e-mail com qualquer pessoa na Internet e associar-se a qualquer número de grupos de notícias5. O Assistente para conexão com a Internet o ajuda a conectar-se a um ou mais servidores de e-mail ou de notícias. Você precisará das seguintes informações do provedor de serviços de Internet ou do administrador da rede local: • Para adicionar uma conta de e-mail, você precisa do nome da conta e da senha e dos nomes dos servidores de e-mail de entrada e de saída. • Para adicionar um grupo de notícias, você precisa do nome do servidor de notícias ao qual deseja se conectar e, se necessário, do nome de sua conta e senha. Para adicionar uma conta de e-mail ou de grupos de notícias você precisará das seguintes informações do provedor de serviços de Internet ou do administrador da rede local: • Para contas de e-mail, você precisará saber o tipo de servidor de e-mail usado (POP3, IMAP ou HTTP), o nome da conta e a senha, o nome do servidor de e-mail de

entrada e, para POP3 e IMAP, o nome de um servidor de email de saída. • Para uma conta de grupo de notícias, você precisará saber o nome do servidor de notícias ao qual deseja se conectar e, se necessário, o nome da conta e a senha. 1. No menu Ferramentas, clique em Contas. 2. Na caixa de diálogo Contas na Internet, clique em Adicionar. 3. Selecione E-mail ou Notícias para abrir o Assistente para conexão com a Internet e siga as instruções para estabelecer uma conexão com um servidor de e-mail ou de notícias. Cada usuário pode criar várias contas de e-mail ou de grupo de notícias, repetindo o procedimento acima para cada conta. Barra de Ferramentas do OE6

O propósito básico da barra de ferramentas do OE é executar de maneira rápida diversos recursos.

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Grupo de notícias: é uma coleção de mensagens postadas por indivíduos em um servidor de notícias (um computador que pode hospedar milhares de grupos de notícias).

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Conhecimentos Específicos Criando um novo e-mail Escrever mensagem - Utilizado para produzir uma nova mensagem que poderá ser enviada ou armazenada como rascunho e posteriormente utilizada. Observe que ao utilizar a seta ao lado do botão temos acesso a um menu de possibilidades para o papel de carta a ser utilizado.

Enviar - Envia a mensagem produzida, desde que a conexão esteja On-line.

Recortar - Usado na edição do e-mail quando se deseja recortar um trecho de texto ou imagem do e-mail e enviá-lo para Área de Transferência o que permitirá que seja utilizado em outro local. Atalho.

Copiar - Usado para copiar um trecho de texto ou imagem do e-mail e enviá-lo para a Área de Transferência.

Colar - Uma vez que exista algo que tenha sido enviado para a Área de Transferência é possível determinar um ponto de inserção e transferi-lo para esse ponto.

Desfazer - É habilitado assim que algo for inserido no e-mail que está sendo criado. A cada vez que é adicionado desfaz o último ato realizado.

Selecionar - Para no caso de se ter no catálogo de endereços mais do que um endereço de e-mail para o mesmo nome. Clicando neste botão se tem uma lista das ocorrências encontradas com o mesmo nome e podemos selecionar o endereço que pretendemos como destinatário.

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Conhecimentos Específicos

Verificar Ortografia - O Outlook Express usa o verificador ortográfico fornecido com os seguintes programas do Microsoft Office: Microsoft Word, Microsoft Excel e Microsoft Power Point. Se não tiver um desses programas instalado, o comando Verificar ortografia não estará disponível. Atalho: F7

Usado para inserir um arquivo em uma mensagem.

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Conhecimentos Específicos Prioridade - Ao enviar uma nova mensagem ou uma resposta a uma mensagem, você pode atribuir uma prioridade à mensagem, para que o destinatário saiba se deve lê-la imediatamente (prioridade alta) ou quando houver tempo (prioridade baixa). As mensagens com prioridade alta têm um ponto de exclamação ao seu lado. A prioridade baixa é indicada por uma seta para baixo. O padrão é a prioridade normal. Os examinadores, quando utilizam este tema tendem a elaborar questões que façam o candidato acreditar que a prioridade irá definir a velocidade ou algum tipo de conexão diferenciada que será utilizada para enviar a mensagem. Assinar/Criptografar - Podemos assinar digitalmente e criptografar mensagens usando identificações digitais. Assinar digitalmente mensagens assegura aos destinatários que a mensagem foi realmente enviada por você. A criptografia garante que somente os destinatários desejados possam ler a mensagem. A barra de formatação é usada para determinar a fonte, o tamanho das fontes, o estilo de parágrafo, negrito, itálico, sublinhado, a cor da fonte, numeradores, marcadores, diminuir recuos, aumentar recuos, alinhar à esquerda, centralizar, alinhar à direita, justificar, inserir linha horizontal, inserir hyperlink e inserir imagens. Responder – Ao acionar este botão o OE irá produzir uma espécie de e-mail pré-

arquivo que foi anexado pelo remetente permanecerá anexo. Atalho: Ctrl F

o formatado que indicará em endereço(s) do remetente(s) da mensa-

Imprimir – Imprime o e-mail selecionado. Atalho: Ctrl P

gem selecionada, em nenhum endereço, em

e

não constará surgirá, precedendo o

. No corpo assunto do e-mail selecionado um da mensagem surgirá uma marca “ >” referindo-se ao texto da mensagem que está sendo respondida e desta maneira mantendo-se o histórico das trocas de emails que ocorrerem. A cada troca de respostas o OE acrescenta uma marca.

Excluir - Exclui o e-mail selecionado enviando-o para a caixa de itens excluídos. Atente para o detalhe de que o número entre os parênteses colocados em frente de cada item refere-se ao número de e-mails marcados como não lidos e não ao número de e-mails que eles contêm. Assim, em itens excluídos, do exemplo abaixo, sem verificar as propriedades da pasta, não podemos determinar a quantidade de e-mails que contém, porém sabemos que do número de e-mails total, 59 estão marcados como não lidos.

Caso o remetente tenha enviado um arquivo anexo à mensagem, na resposta, este arquivo não retornará no e-mail pré-formatado. Atalho: Ctrl R Responder a Todos - Neste caso o e-mail pré-formatado terá as seguintes características: Em

o endereço do remetente(s)

e tereda mensagem selecionada, em mos todos os endereços para os quais o remetente havia enviado, em

surgirá, precedendo o assunto do e-

Com o botão direito do mouse podemos acessar as propriedades(ou menu arquivo/ propriedades) da pasta selecionada:

mail selecionado um , o histórico das trocas deste e-mail também serão conservadas e marcadas e caso haja algum arquivo anexo, também não retornará. Lembrando que esta mensagem é apenas uma pré-formatação na qual pode ser incluído qualquer novo endereço ou anexado qualquer arquivo. Atalho: Ctrl Shift R Encaminhar - Nesta outra opção o OE cuidará de produzir um e-mail pré-formatado terá as seguintes características: Em

,

e o usuário poderá indicar a quem pretende enviar a mensagem pois a princípio estarão em branco. O assunto será precedido por , valem as mesmas marcações para o histórico do e-mail só que desta vez o 254

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Conhecimentos Específicos Enviar/Receber - Ao clicar sobre o botão o ato é o de enviar tudo o que está na caixa de saída e receber e-mails de todas as contas gerenciadas pelo OE. Atalho: Ctrl M. Caso o usuário utilize a seta ao lado do botão tem acesso à possibilidade de receber ou enviar, cada ação individualmente.

Endereços - Acessa o catálogo de endereços.

Localizar - Por padrão, o OE pesquisa a pasta selecionada no momento. Para pesquisar em outra pasta, clique em Procurar... e selecione a pasta desejada. Atalho: Ctrl Shift F

Barra de Menu

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Conhecimentos EspecĂ­ficos

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Conhecimentos Específicos

ATALHOS PARA O OUTLOOK EXPRESS 6 JANELA PRINCIPAL, JANELA DE EXIBIÇÃO DE MENSAGENS E JANELA DE ENVIO DE MENSAGENS

JANELA PRINCIPAL E JANELA DE MENSAGEM

JANELA PRINCIPAL

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Conhecimentos Específicos JANELA DE MENSAGEM - EXIBINDO OU ENVIANDO

JANELA DE MENSAGEM - SOMENTE ENVIANDO

ÍCONES DE MENSAGENS DE E-MAIL Os ícones a seguir indicam a prioridade das mensagens, se as mensagens possuem arquivos anexados e se as mensagens estão marcadas como lidas ou não lidas.

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Conhecimentos Específicos ÍCONES DE MENSAGENS DE NOTÍCIAS Os ícones a seguir indicam se uma conversação (um tópico e todas as suas respostas) está expandida ou recolhida e se mensagens e cabeçalhos estão marcados como lidos ou não lidos.

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Conhecimentos Específicos

O INTERNET EXPLORER 7

NOVIDADES DO INTERNET EXPLORER 7 O IE-7 vem com nova interface, buscando a simplicidade. A interface foi redesenhada para conter itens úteis e eliminar o que só ocupava espaço. O recurso de Guias ou Abas (Tabs) permite abrir vários websites em apenas uma janela usando a navegação por abas. Além disso, a Impressão no Internet Explorer 7 permite que o conteúdo caiba sem problemas na página final impressa. As opções de impressão ainda incluem o ajuste de margens, remoção de cabeçalhos e rodapés, além da alteração do espaço de impressão. Há a opção de se manter atualizado sobre as últimas novidades, diretamente dos seus sites favoritos através dos Feeds RSS: O termo Feed vem do verbo em inglês “alimentar”. Na internet, os “RSS feeds” são listas de atualização de conteúdo dos sites. A tecnologia RSS (Rich Site Summary) permite aos usuários da internet se inscreverem em sites que fornecem “feeds” (fontes) RSS. Estes sites mudam ou atualizam o seu conteúdo regularmente. Os Feeds RSS recebem estas atualizações, e, desta maneira o usuário pode permanecer informado de diversas atualizações em diversos sites sem precisar visitá-los um a um. Os feeds RSS oferecem conteúdo Web ou resumos de conteúdo juntamente com os links para as versões completas deste conteúdo. Esta informação é entregue como um arquivo XML chamado “RSS feed”. O item Pesquisar também foi atualizado, permitindo que você faça buscas dentro do navegador usando seus mecanismos de procura favoritos. O item Segurança possui novos recursos de segurança que auxiliam na proteção contra softwares maliciosos, e protegem contra websites fraudulentos, através de um filtro de phishing.

BOTÕES DA BARRA DE FERRAMENTAS

Permite voltar / avançar nas páginas visitadas.

Permite carregar novamente o conteúdo das páginas.

Pára o carregamento da página.

OPÇÕES DE PESQUISA Permite fazer buscas, localizar na página, alterar padrões de pesquisa, etc.

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Conhecimentos Específicos CENTRAL DE FAVORITOS E ADICIONAR A FAVORITOS O botão da estrela é Favoritos e permite exibir os Favoritos, Feeds e Histórico. O botão Adicionar a favoritos possui um menu com várias opções.

PÁGINA - abre um menu com várias opções.

GUIAS - mostra a lista de guias

NOVA GUIA - permite adicionar guias

FERRAMENTAS - o botão ferramentas contém opções do menu Ferramentas do IE-7.

HOME (PÁGINA INICIAL) - permite adicionar páginas para que sejam as iniciais do Browser.

FEEDS - permite visualizar atualizações do conteúdo dos sites.

IMPRIMIR - permite imprimir a página ou escolher opçoes de impressão.

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Conhecimentos Específicos

FERRAMENTAS / OPÇÕES DA INTERNET / GERAL Configurações de Página Inicial, Histórico, permite alterar padrões de pesquisa, configurações de guias e Aparência.

FERRAMENTAS / OPÇÕES DA INTERNET PRIVACIDADE Configurações de Cookies e Bloqueador de Pop-up´s.

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Conhecimentos Específicos FERRAMENTAS / OPÇÕES DA INTERNET CONTEÚDO Supervisor de Conteúdo, Certificados, Preenchimento Automático e Feeds.

FERRAMENTAS / OPÇÕES DA INTERNET PROGRAMAS Permite gerenciar os complementos do navegador (plug-in) e fazer configurações de programas usados nos serviços de Internet.

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Conhecimentos Específicos

WORD 2002/XP E 2003 -

Conceitos básicos

O Microsoft Word 2002, também conhecido como Word XP e o Microsoft Word 2003 são processadores de textos integrantes do pacote de aplicativos para escritório Microsoft Office, que permite a criação, edição e manipulação de diversos tipos de textos. Estas versões são, em geral, muito semelhantes, por isso, serão abordadas juntas. Dentro dos aperfeiçoamentos que o Word 2003 recebeu podemos destacar os recursos de acesso à Internet e os novos assistentes de tarefas, além de manter os recursos existentes das versões anteriores. As principais diferenças são: Permissão: permite configurar restrições atribuídas ao documento [menu arquivo]

Salvar com o formato XML: Linguagem desenvolvida para superar as limitações do HTML, que é o padrão das páginas web Comparar Documento lado a lado: Permite que se veja dois documentos lado a lado [menu janela / comparar lado a lado com] Modo de exibição de Layout de Leitura: Ocultar as barras de ferramentas desnecessárias, dimensionar automaticamente o conteúdo do documento a páginas que se ajustam na tela. [menu exibir / layout de leitura] Tradução: Dicionário para tradução desejada [menu ferramentas / idioma] Quando iniciamos o Word, é apresentada a janela abaixo contendo um novo documento em branco, e os elementos a seguir:

Barra de ferramentas desenho

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Conhecimentos Específicos – – –

– –

Barra de Títulos - Exibe Microsoft Word e o nome do documento ativo Botões de Controle da Janela: Minimizar, Maximizar, Restaurar e Fechar; Barra de Menus de Comando - Também conhecido como Barra de Menu. É onde iremos solicitar ações tais como: imprimir, gravar, copiar, visualizar etc. Barra de Ferramentas Padrão: Apresenta os botões para acessar os comandos básicos do Word, [abrir, salvar, cortar, copiar, colar, etc]; Barra de Ferramenta Formatação: contem os botões para acesso rápido aos comandos de edição de texto, [tipo e tamanho de letras, estilos de parágrafos, etc]; Barra de Status: Apresenta informações para orientação do usuário tais como o número da página, zoom, tipo de texto etc; Botões de Visualização de Documento: Apresenta as formas que o documento pode ser exibido [layout da web, layout de impressão,rascunho e estrutura de tópicos] Régua: facilidade utilizada para efetuar medições e configurar tabulações e recuos; Barras de Rolagem: utilizadas para mover e visualizar trechos do seu texto.

– Novo documento (Ctrl + N) Para obter um novo documento vá até o Menu Arquivo ao clicar sobre a opção Novo abrirá um painel de tarefas que permite abrir um novo modelos ou um novo documentos. O ícone

Também é possível salvar todos os documentos abertos ao mesmo tempo. E, ainda, salvar uma cópia do documento ativo com um nome diferente ou em um local diferente. Se desejar reutilizar um texto ou formatação em outros documentos criados, você poderá salvar um documento como um modelo do Word. Para acelerar o salvamento de um arquivo: 1. No menu Ferramentas, clique em Opções e, em seguida, clique na guia Salvar. 2. Para salvar apenas as alterações em um arquivo, marque a caixa de seleção Permitir salvamentos rápidos e continue a salvar enquanto trabalha no arquivo. 3. Para salvar um arquivo completo, desmarque a caixa de seleção Permitir salvamentos rápidos quando terminar de trabalhar em um arquivo e depois salve-o uma última vez. Ocorre um salvamento total quando esta caixa de seleção não está marcada. - Abrir (Ctrl + A) Tanto clicando no comando Abrir... , como no botão na barra de ferramentas

, permite localizar e

abrir um arquivo. Determina onde se quer examinar um possível arquivo para ser aberto, clique sobre ele e pressione o botão abrir. Com um duplo clique sobre o arquivo iremos obter o mesmo resultado.

barra de ferramentas, abre um novo

documento em branco. Tanto o Word XP como o 2003 abrem e salvam nas principais extensões como .doc, .html, txt, rtf entre outros. - Salvar (Ctrl + B) Há diversas maneiras de salvar documentos no Word. Você pode salvar o documento ativo no qual está trabalhando, seja ele novo ou não. Para o documento novo utiliza-se a opção salvar

Mostra o que estava sendo visualizado anteriormente. Mostra um nível acima do que está sendo visua-

na barra de ferramentas. Neste

como ou o ícone

caso ele abrirá a caixa de diálogo para que seja especificado nome local que será salvo e tipo e extensão:

lizado. Possibilita a pesquisa na Web. Exclui o que for selecionado. Cria uma nova pasta. Modos de visualização do que está sendo acessado.

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Conhecimentos Específicos

- Impressão (Ctrl + P) A opção de impressão de arquivo localiza-se no menu arquivo, onde abre a caixa de diálogo para alterações como número de cópias, papel, como na figura a seguir:

E também pelos ícones da Barra de Ferrameta Formatar:

Caso não precise mudar nenhuma configuração na caixa de diálogo imprimir, é possível ganhar tempo clicando no botão

na barra de ferramentas.

- Digitação – Editando o texto A diagramação do documento pode ser feita facilmente operada pelo Barra de Ferramentas Padão com os ícones relacionados abaixo:

- Corretor ortográfico (F7) No Menu Ferramentas está a opção permite que o usuário verifique se há erros de ortografia e de gram’atica do documento ou em parte do documento que está selecionado. Pode ser acessado também pelo ícone na Barra de Ferramentas Padrão. Verificação Ortográfica Automática - Identifica a existência de erros de ortografia à medida que o texto é digitado, destacando a palavra do restante do texto; Auto-Correção - Um complemento à Verificação Ortográfica Automática, este recurso permite a correção automática de palavras à medida que são digitadas; Auto-Formatação - Formata o texto automaticamente à medida que você digita;

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Conhecimentos Específicos - Menu Tabelas

Oferece recursos para operações com tabelas:

Seus principais comandos são: Desenhar Tabela – Abre a Barra de Ferramentas Tabelas e Bordas permitindo a criação e configuração de tabelas; Inserir – Permite inserir uma tabela com quantidade de colunas e linhas definidas no documento e, na tabela, permite inserir colunas, linhas ou células;

Excluir – Permite excluir células, linhas ou colunas selecionadas ou a própria tabela; Mesclar Células - Juntar células adjacentes em uma única célula; Auto Formatação da Tabela – Permite formatar a tabela, através de uma caixa de diálogo com formatos prédefinidos; Auto Ajuste – Permite ajustar a tabela conforme o conteúdo, a largura da janela, determina uma largura fixa da coluna e distribui linhas e colunas uniformemente;

Converter - Transforma um texto em uma tabela ou uma tabela em texto; Classificar - Organiza as informações nas linhas, listas ou seqüências de parágrafos selecionados em ordem alfabética, numérica ou pela data; Fórmula - permite criar fórmulas nas tabelas do Word, sem a necessidade de utilizar o Excel, pa realização de alguns cálculos com os dados da tabela. As funções do Word são todas em inglês. Então, a fórmula =SUM(ABOVE) significa somar acima, isto é, serão somadas as células numéricas acima. Também pode ser abaixo (BELOW), à esquerda (LEFT), à direita (RIGHT).

Linhas de Grade - Visualiza ou oculta as linhas de grade; - Cabeçalho e rodapé Para inserir ou altera texto de cabeçalho e rodapé de uma seção ou página, selecione a opção tabela no Menu Inserir; habilitando assim as marcas para serem digitados o cabeçalho e rodapé.

- Configurar página Altera as margens, a origem e o tamanho do papel, além da orientação da página para o documento inteiro ou para as seções selecionadas; - Mala direta Produz cartas modelos, etiquetas de endereçamento, envelopes, catálogos e outros tipos de documentos mesclados. Um documento de mala direta é composto pela mesclagem de dois arquivos (um modelo a seguir e um banco de dados). A Mala Direta é o recurso do Word que permite a composição de cartas modelo, etiquetas, envelopes ou

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Conhecimentos Específicos e-mails para diversos destinatários. O Documento Principal é o documento propriamente dito. Uma carta, por exemplo, endereçada a inúmeros clientes de uma empresa. A Origem de dados é o arquivo que contém os diversos destinatários. Pode ser uma relação digitada no próprio Word, uma planilha do MS Excel , uma tabela em um Banco de dados e, até mesmo um arquivo texto.

Esse lugar chama-se Campo. Observe, na figura a seguir, a área ressaltada em cinza. É ali que vamos inserir um campo para receber os nomes dos destinatários. (atenção: a cor cinza é apenas uma ilustração. Ela não aparece durante esta operação)

Mala direta – 1ª etapa Abra um documento novo no Word, vá ao Menu Ferramentas e selecione Mala Direta.

Clique na opção Campo do Menu Inserir. Na tela a seguir Selecione Mala Direta em Categorias e Merge Field em Nomes de Campos.

Selecione Criar - Cartas Modelo. Surgirá a janela abaixo.

Selecione Novo doc. principal (Se você estiver com um documento já aberto - uma carta já pronta, por exemplo - selecione Janela Ativa) Digite um nome para o campo à frente da palavra Mergefield. No exemplo, utilizamos Cliente. Veja o resultado à frente da palavra Para: Para: <<cliente>> é o campo que vai se transformar nos vários nomes das pessoas.

Selecione Editar Clique em Carta Modelo O Word se apresentará com a tela em branco. Nesta fase você vai criar o Documento Principal. Faça um documento semelhante ao da próxima figura. No Documento principal vamos reservar um lugar onde desejamos que o nome do destinatário apareça.

O Documento Principal está pronto. Salve-o como Carta para Clientes.doc Mala direta – 2ª etapa Criação ou utilização da Origem dos Dados A origem dos dados normalmente já está pronta quando pensamos em uma mala direta. E, como já vimos, há mais de uma possibilidade de trabalharmos

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Conhecimentos Específicos com Origem de dados. As principais são: Uma tabela no Word Uma planilha no Excel Criação usando uma tabela no Word como Origem dos dados Cria uma tabela no Word semelhante a esta.

Normalmente ela já está pronta quando iniciamos o trabalho. No nosso estudo vamos criá-la agora. Quando pronta, salve-a como Origem.doc. Observe que nossa tabela tem cabeçalho, ou seja, Cliente e Endereço. Você se lembra que, quando inserimos o campo, demos a ele o nome de Cliente? Foi por causa disso. O nome do campo corresponde ao nome do cabeçalho na origem dos dados. Mala direta – 3ª etapa Mesclar os dados da Origem dos dados com o Documento Principal. - Diferenças do Word XP em Relação ao Word 2003

Visualizando e Identificando a Janela do Word XP

Barra de Ferramentas Padrão

Obs.: A barra de ferramentas padrão do Word XP, não consta a opção

como no Word 2003.

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Conhecimentos Específicos Menu Arquivo - O menu Arquivo do Word XP, não consta a opção “Permissão”.

Menu Exibir - O menu Exibir do Word XP não consta as opções “Layout de Leitura” e “Miniaturas” do Word 2003

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Conhecimentos Específicos Menu Formatar - O menu Formatar do Word XP, se diferencia pelas opções “Direção do texto...”, “Molduras” e “Figura...”.

Menu Ferramentas - O Word XP, no menu Ferramentas, as opções “Pesquisar”, “Espaço de Trabalho Compartilhado...” e “ Ferramentas personalizar adicionar atalho menu Alt + Ctrl + =” estão ausentes em relação ao Word 2003.

Menu Ajuda - O Menu Ajuda do Word XP é mais simplificado em relação ao Word 2003.

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Conhecimentos Específicos

EXCEL 2002/XP E 2003 O Excel integra as funções de Planilha Eletrônica, Gráficos e Banco de Dados, por isso é o aplicativo mais utilizado na área de negócios. Suas planilhas são indispensáveis nas atividades de Administração de Empresas que se referem a Planejamento Financeiro, Fluxo de Caixa, Orçamento, Estatística, Compras, Custos, Planejamento e Análise de Vendas, Folha de Pagamento etc. No momento que o Excel é carregado, é exibida a sua janela contendo uma Pasta de Trabalho com uma de suas planilhas aberta para edição.

COMPONENTES DA JANELA DO EXCEL As versões 2002 / XP e 2003 possuem os seguintes componentes em sua janela: Barra de Títulos - Contém o nome do Aplicativo e do documento ativo, ícone de Controle e botões de Controle da Janela do Excel. Barra de Menus de Comando - Localizada abaixo da Barra de Título, contém as opções de menu de controle do documento ativo. Cada menu contém uma série de comandos que também podem ser acionados através dos botões nas Barras de Ferramentas, teclas de atalho e com o botão direito do mouse. Barra de Status - Exibe informações sobre comandos selecionados ou procedimentos. A barra de status, que é uma área horizontal na parte inferior da janela da pasta no Microsoft Excel, fornece informações sobre o estado atual do que está sendo exibido na janela e quaisquer outras informações contextuais. Guia de Planilhas - Cada pasta contém uma guia de planilhas que deve ser clicada quando se pretende mover-se de uma planilha para outra. Atalho: Ctrl + Page + Up ou Ctrl + Page + Down. Pode-se renomear as planilhas para lembrar mais facilmente o que cada uma delas contém, clicando com o botão direito do mouse e escolhendo a opção renomear. Caixa de Nome/Barra de Fórmula - O endereço da célula selecionada no momento (ou ativa) aparece na caixa de nome da célula. Cada célula tem um endereço único determinado pela letra da coluna e pelo número da linha. Por exemplo, a célula B2 é a interseção da coluna B com a linha 2. Poderíamos selecionar a caixa de nome, clicando sobre ela e adotarmos outro nome para a célula ou uma região (área retangular na planilha). Esse nome não poderia ser maior que 256 caracteres ou iniciar com um número e ainda, sem espaço entre palavras.

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Conhecimentos Específicos -

Abrir (Ctrl + A) Tanto clicando no comando Abrir... , como no

, permite localizar e botão na barra de ferramentas abrir um arquivo. Determina onde se quer examinar um possível arquivo para ser aberto, clique sobre ele e pressione o botão abrir. Com um duplo clique sobre o arquivo iremos obter o mesmo resultado.

Métodos para Inserir e Editar dados Inserir números e texto Clique na célula onde você deseja inserir os dados. Digite os dados e pressione Enter ou Tab. Insira dados em uma célula na primeira coluna e pressione Tab para mover-se para a próxima célula. No final da linha, pressione Enter para mover para o início da próxima linha. Se a célula no início da linha seguinte não ficar ativa, clique em Opções no menu Ferramentas e, em seguida, clique na guia Editar. Em Configurações, marque a caixa de seleção Mover seleção após Enter e clique em Para baixo na caixa Direção.

Mostra o que estava sendo visualizado anteriormente. Mostra um nível acima do que está sendo visuali-

Dica: Para inserir data use o atalho: (Ctrl;) e para inserir horas (Ctrl Shift:)

zado. Possibilita a pesquisa na Web.

Editando o conteúdo de uma célula 1. Clique duas vezes na célula contendo os dados que você deseja editar. 2. Edite o conteúdo da célula 3. Para inserir ou cancelar suas alterações, pressione Enter ou Esc. Para ativar ou desativar a edição diretamente nas células, clique em Opções no menu Ferramentas, clique na guia Editar e marque ou desmarque a caixa de seleção Editar diretamente na célula. Você pode editar na barra de fórmulas quando a caixa de seleção Editar diretamente na célula está desmarcada. Para mover o cursor para o final do conteúdo da célula, selecione a célula e pressione F2.

Exclui o que for selecionado. Cria uma nova pasta. Modos de visualização do que está sendo acessado. Fechar – Fecha a planilha (Ctrl + F4) Salvar Documento (Ctrl + B) Salva (grava) as alterações feitas em uma pasta de trabalho. Esse comando executado pela primeira vez em uma pasta, abre a caixa de diálogo Salvar Como

- Novo documento (Ctrl + O) Pelo Menu Arquivo podesse acessar habilitar uma nova Pasta de Trabalho.

Abre um painel de tarefas que permite algumas opções de novas pastas a serem utilizadas. Na barra de ferraabre um nova pasta em branco. mentas o ícone Observe que trata-se de uma pasta e não de uma nova planilha.

Salvar como – Salva uma pasta pela primeira vez, ou salva uma pasta já existente com outro nome, em outro lugar. Salvar como página da Web – Cria uma página da

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Conhecimentos Específicos Web a partir de dados da planilha ou de um gráfico. Salvar área de trabalho – Um arquivo do espaço de trabalho salva a exibição de informações sobre pastas de trabalho abertas, para que posteriormente você possa retomar o trabalho com os mesmos tamanhos de janela, áreas de impressão, ampliação de tela e configurações de exibição. O arquivo de espaço de trabalho não contém as pastas de trabalho propriamente ditas. Na barra de ferramentas o ícone

Comandos podem ser acessados também pelo Menu Formatar, na opção formatar célula como exposto na caixa de diálogo abaixo:

salva o arquivo.

-

Digitação – Editando Algumas das principais ferramentas de edição estão na Barra de Ferramentas Formatação:

Altera Fonte do texto e o tamanho

Coloca em negrito (Ctrl + B), itálico (Ctrl +I) ou sublinhado (Ctrl + U) os itens selecionados.

AutoFormatação - Aplica uma combinação pré-defini-

das de formatos a um intervalo de células selecionado ou a uma tabela dinâmica. Alinha o texto a esquerda, centralizado, direita e/ou Agrupa células selecionadas.

Converte o número da celula selecionada no padão monetário brasileiro, aplica o formato de porcentagem, separador de milhar e aumenta casas decimais ou diminui.

Diminuir ou aumentar recuo

Insere ou retira linhas de borda das células, altera cor do plano de fundo e da fonte. Formatação Condicional - Aplica formatos a células

selecionadas que atendem a critérios específicos baseados em valores ou fórmulas que você especificar. Permite recortar (Ctrl + X), copiar (Ctrl + C), colar (Ctrl + V) e copiar formatação do trecho selecionado.

Desfazer(Ctrl + Z) e restaurar(Ctrl + Y) ultimas ações.

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Conhecimentos Específicos Estilo - Define ou aplica na seleção uma combinação de formatos.

Colar Especial - Você pode usar a caixa de diálogo Colar Especial para copiar itens complexos de uma planilha do Excel e colá-los na mesma planilha do Excel ou em outra.

de colagem quando houver células em branco na área de cópia. Transpor - Altera colunas de dados copiados para linhas e vice-versa. Colar Vínculo - Vincula os dados colados à planilha ativa. Alterando Dados Digitados - A alteração dos dados digitados pode ser feita de duas maneiras: Por sobreposição - Onde selecionamos a célula que será alterada e digitamos os novos dados e depois confirmamos a alteração através do botão confirmar na Barra de Fórmulas ou através da tecla Enter. Por Correção parcial - Onde selecionamos a célula a ser corrigida posicionando o cursor dentro da célula com um duplo clique ou usando a tecla F2. Excluindo Dados Digitados - A exclusão de dados digitados é feita através da seleção da célula ou do intervalo de células que terá seu conteúdo excluído e: Através do Menu Editar, comando Limpar; Através do botão direito do mouse; Através da tecla Del ou Delete no Teclado. Verificar Ortografia – Verifica a ortografia do texto em planilhas e gráficos selecionados, bem como, o texto em caixas de texto, botões, cabeçalhos e rodapés, notas de células e na barra de fórmulas. (F7) Auto-Correção – Define as opções usadas para corrigir o texto automaticamente à medida que for sendo digitado.

Colar - Clique no atributo dos dados copiados que você deseja colar. Tudo - Cola todo o conteúdo e a formatação das células. Fórmulas - Cola somente as fórmulas conforme inseridas na barra de fórmulas. Valores - Cola somente os valores conforme exibidos nas células. Formatos - Cola somente a formatação das células. Comentários - Cola somente os comentários anexados à célula. Validação - Cola regras de validação de dados das células copiadas para a área de colagem. Tudo, exceto bordas - Cola todo o conteúdo e a formatação das células aplicados à célula copiada, exceto bordas. Larguras da coluna - Cola a largura de uma coluna ou intervalo de colunas em outra coluna ou intervalo de colunas. Fórmulas e formatos de número - Cola somente fórmulas e todas as opções de formatação de número das células selecionadas. Valores e formatos de número - Cola somente valores e todas as opções de formatação de número das células selecionadas. Operação - Especifica qual operação matemática, se houver, você deseja aplicar aos dados copiados. Ignorar em branco - Evita substituir valores na sua área

EDITANDO UMA PLANILHA NO EXCEL XP E EXCEL 2003 A edição de uma planilha consiste em inserir copiar, excluir e alterar dados nas células que servirão para a apresentação de resultados. Tipos de Dados Uma célula pode conter: Texto - Toda e qualquer letra, palavra inserida na célula, como nomes de pessoas, títulos de colunas, descrição de itens etc. Número - Todo e qualquer tipo de número, podendo ter o valor negativo ou positivo. Fórmula - É uma expressão aritmética envolvendo números, operadores, funções e endereços de células. Para iniciar uma fórmula no Excel, deve-se colocar primeiramente o sinal de =. Uma fórmula também pode iniciar com os sinais de + ou Ex.: =A4+C5 +A4+C5 -F12+B1 Inserindo Dados Toda informação digitada deve ser depositada dentro de uma célula. Quando o conteúdo de uma célula for numérico e não for possível mostrá-lo totalmente, serão mostrados os símbolos #### na célula ou o número será apresentado em notação científica; porém o conteúdo da célula ainda será aquele que foi digitado. Basta aumentar a largura da célula para visualizar o número todo. Quando o conteúdo de uma célula for texto e não couber em sua largura aparente, o texto invadirá o espaço da célula ou células adjacentes, porém, continuará pertencendo à célula em que foi digitado. Caso a célula

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Conhecimentos Específicos ou células adjacentes possuam algum conteúdo, o texto será mostrado somente na sua célula de origem. Quando selecionamos uma célula, esta fica disponível para receber os dados que serão digitados. À medida que os dados vão sendo inseridos, eles são mostrados na Barra de Fórmulas. Para apagar o conteúdo da célula, selecione a célula e pressione a tecla Backspace. Para confirmação dos dados digitados usa-se a tecla Enter, as setas de direção ç, è, é, ê ou o botão Confirmar da Barra de Fórmulas. Para cancelar a digitação dos dados, Tecle Esc ou o botão Cancelar

da Barra de Fórmulas.

Formulas e funções No Excel XP/2002 e no Excel 2003, a barra de fórmulas contém o indicador da célula ativa, o botão de confirmação e o botão de cancelamento de inserção de dados, além de exibir o conteúdo da célula.

= <> >= <=

Igual Diferente Maior Igual Menor Igual

Operadores de Referência : Intervalo ; União (espaço) Interseção Inserindo Funções São procedimentos de cálculos previamente definidos, determinando um resultado com significado único. Normalmente são seguidas de um ou mais parâmetros dependo da função.

-

Inserindo Fórmulas As fórmulas são o meio mais prático de obtenção e manutenção de dados nas planilhas, pois são atualizadas a cada nova alteração de dados. Para que as fórmulas funcionem no Excel, devemos seguir as seguintes regras básicas: Iniciar a digitação de uma fórmula com: + - = Devemos usar o endereço das células para que o resultado da fórmula seja atualizado a cada alteração nas células envolvidas na fórmula. Os endereços das células podem ser digitados ou apontados com a tecla Shift mais setas de direção ou com o mouse, clicando e arrastando a seleção. Se iniciarmos a fórmula com parênteses deve-se fechar os parênteses no final. O uso dos parênteses é importante para as fórmulas que envolvam vários cálculos ou procedimentos. Operadores usados para a definição das fórmulas Operadores Matemáticos: + Adição - Subtração * Multiplicação / Divisão ^ Exponenciação % Porcentagem

Categorias das Funções Financeira Data e Hora Matemática e Trigonométrica Estatística Procura e Referência Banco de Dados Texto Lógica Informação Tipos de funções mais utilizadas ARRED - Arredondamento CONT.NUM - Calcula quantos números estão na lista de argumentos ESCOLHER - Escolhe um valor a partir de uma lista de valores MÁXIMO - Retorna o valor máximo de uma lista de argumentos MÉDIA - Calcula a média dos argumentos MÍNIMO - Retorna o valor mínimo de uma lista de argumentos PROCV - Procura a partir da primeira coluna e linha de uma matriz para retornar o valor de uma célula SOMA - Retorna a soma de todos os números na lista de argumentos. MOD - Retorna o resto da divisão. Funções Lógicas Executam um teste lógico para retornar um resultado Falso ou verdadeiro. E - Retorna VERDADEIRO se todos os argumentos forem verdadeiros; retorna FALSO se um ou mais argumentos forem falsos FALSO - Retorna valor lógico FALSO NÃO - Inverte a lógica do argumento OU - Retorna VERDADEIRO se qualquer argumento for VERDADEIRO SE - Especifica um teste lógico a ser executado

Operadores de Relacionamentos > Maior < Menor

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Conhecimentos Específicos VERDADEIRO - Retorna o valor lógico VERDADEIRO Gráficos Para inserir um gráfico devemos, selecionar as faixas de dados que serão representadas graficamente. Através do menu Inserir, comando Gráfico, ou do botão Assistente de gráfico da Barra de ferramentas, abrimos a caixa de diálogo Assistente de Gráfico contendo 4 etapas: 1ª Etapa - Tipo de Gráfico

- Tipos Personalizados - Permite personalizar um tipo de gráfico.

-

2ª etapa - Dados de origem do Gráfico.

Observe que no campo intervalo de dados aparece os intervalos de dados selecionados. As opções de seqüência em Linha / Colunas, modificam a visualização do gráfico de acordo com a distribuição dos dados escolhida. O Excel já faz uma escolha adequada mas podemos alterar manualmente clicando na opção desejada.

Esta etapa contém 2 Guias: - Tipos Padrão - Contém vários tipos de gráficos padrão para seleção.

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Conhecimentos Específicos 3ª etapa - Opções de Gráfico

4ª etapa - Local do gráfico Margens - Permite configurar as margens da planilha para melhor ajuste ou mesmo centralizar a planilha na página.

A configuração de página é importante para uma boa impressão. Para configurar uma página, acesse o Menu Arquivo - Configurar Página e será aberta a caixa de diálogo Configurar Página contendo 4 guias de opção: Configuração de página Página - Permite alterar a orientação do papel Retrato ou Paisagem; Dimensionar o ajuste da planilha para caber dentro de uma única folha e/ou alterar o tamanho do papel utilizado pela impressora.

Cabeçalho e rodapé - Permite configurar e editar o cabeçalho e o rodapé da planilha.

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Conhecimentos Específicos

Pode-se ser impresso também pelo ícone

na Bar-

ra de Ferramentas Padrão, por este caminho ele imprime com a ultima formatação escolhida pelo usuário.

Planilha - Configurar a área de impressão, imprimir títulos da planilha em todas as páginas, alterar a ordem da páginas etc.

-

Impressão A impressão é o modo de dar saída ao nosso trabalho com o computador. O processo de impressão é simples e eficiente. O Excel permite tratar a impressão com toda a sua versatilidade característica, colocando-nos opções fáceis e simples de serem executadas. Ao acessar o menu arquivo, comando imprimir, abre a caixa de diálogo Imprimir.

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Conhecimentos Específicos

POWER POINT Como criar apresentações Criar uma apresentação no Microsoft PowerPoint engloba: iniciar com um design básico; adicionar novos slides e conteúdo; escolher layouts; modificar o design do slide, se desejar, alterando o esquema de cores ou aplicando diferentes modelos de estrutura e criar efeitos, como transições de slide animados. As informações a seguir enfatizam as opções que estarão disponíveis quando você for iniciar o processo. O painel de tarefas Nova apresentação oferece um intervalo de formas com as quais você pode iniciar a criação da apresentação. Estão incluídos: • Em branco – Inicie com slides que têm o design mínimo e não têm cores. • Apresentação existente – Baseie sua nova apresentação em uma já existente. Esse comando cria uma cópia da apresentação existente para que você possa desenvolver um design ou alterações de conteúdo que deseja para uma nova apresentação. • Modelo de design – Baseie sua apresentação em um modelo PowerPoint que já tenha design, fontes e esquema de cores conceituados. Além disso, para os modelos que acompanham o PowerPoint, você pode usar um dos modelos que você mesmo criou. • Modelos com sugestão de conteúdo – Use o Assistente de AutoConteúdo para aplicar um modelo de design que tenha sugestões para o texto de seus slides. Em seguida, digite o texto que você deseja. • Um modelo em um site da Web – Crie uma apresentação usando um modelo localizado em um site da Web. • Um modelo do Microsoft.com – Escolha um modelo adicional no Microsoft Office Template Gallery do PowerPoint. Esses modelos estão organizados de acordo com o tipo de apresentação.

poderá fazer alterações no design e no conteúdo dela para a nova apresentação, sem alterar o original. 1. Se o painel de tarefas Nova apresentação não for exibido, no menu Arquivo, clique em Novo. 2. Em Novo com base em apresentação existente, clique em Escolher apresentação. 3. Na lista de arquivos, clique na apresentação que você deseja e, em seguida, clique em Criar nova. 4. Faça as alterações que deseja na apresentação e, em seguida, no menu Arquivo, clique em Salvar como. 5. Na caixa Nome de arquivo, digite um nome para a nova apresentação. 6. Clique em Salvar. Você pode inserir slides existentes de outra apresentação em sua nova apresentação. Com a apresentação aberta, selecione o slide que você deseja que fique imediatamente antes dos slides inseridos. No menu Inserir, clique em Slides de arquivos, procure pela apresentação que deseja e selecione os slides que serão inseridos.

Conteúdo inserido a partir de outras origens Você também pode inserir slides de outras apresentações ou inserir texto de outros aplicativos, como o Microsoft Word.

Criar uma apresentação usando o conteúdo sugerido 1. Se o painel de tarefas Nova apresentação não aparecer, no menu Arquivo, clique em Novo. 2. Em Novo, clique em Assistente de AutoConteúdo e siga as instruções do assistente. 3. Na apresentação, substitua as sugestões de texto pelo texto desejado e, em seguida, faça as alterações que desejar como, por exemplo, a adição ou exclusão de slides, adição dos elementos de arte ou efeitos de animação e a inserção de cabeçalhos e rodapés. 4. Quando terminar, no menu Arquivo, clique em Salvar, digite um nome na caixa Nome de arquivo e, em seguida, clique em Salvar.

Criar uma apresentação usando slides em branco 1. Na barra de ferramentas Padrão, clique em Novo. 2. Se você deseja manter o título padrão do layout no primeiro slide, vá para a etapa 3. Se você deseja um layout diferente no primeiro slide, no painel de tarefas Layout do slide, clique no layout que você deseja. 3. No slide ou na guia Estrutura de tópicos, digite o texto que você deseja. 4. Para inserir um novo slide, na barra de ferramentas, clique em Novo slide e, em seguida, clique no layout que você deseja. 5. Repita as etapas 3 e 4 para cada slide novo e adicione quaisquer outros elementos ou efeitos de design que você deseja. 6. Quando terminar, no menu Arquivo, clique em Salvar, digite um nome para sua apresentação e, em seguida, clique em Salvar. Você também pode criar uma apresentação em branco no painel de tarefas Nova apresentação (menu Arquivo, comando Novo). Criar uma nova apresentação usando uma apresentação existente Quando você seguir estas etapas, você criará uma cópia de uma apresentação existente, e desse modo você

Selecionar vários arquivos 1. Na barra de ferramentas Padrão, clique em Abrir. 2. Siga um destes procedimentos • Para selecionar arquivos não adjacentes na caixa de diálogo Abrir, clique em um arquivo e, mantendo a tecla CTRL pressionada, clique em cada arquivo adicional. • Para selecionar arquivos adjacentes na caixa de diálogo Abrir, clique no primeiro arquivo da seqüência e, mantendo a tecla SHIFT pressionada, clique no último arquivo. Se você selecionar um arquivo não desejado, mantenha a tecla CTRL pressionada e clique novamente no arquivo.

Adicionar texto a um slide Adicionar corpo de texto ou título • Clique dentro de um espaço reservado de texto e digite ou cole o texto. Observação: Se o texto exceder o tamanho do espaço reservado, o Microsoft PowerPoint reduzirá o tamanho da fonte e o espaçamento de linhas em incrementos à medida que você digita, para que o texto se ajuste. Adicionar texto a uma AutoForma ou Caixa de Texto • Para adicionar texto que irá se tornar parte da forma e se mover junto com ela, selecione a AutoForma e comece a digitar. • Para adicionar texto que seja independente da forma e que não se mova com ela, adicione uma caixa de texto.

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Conhecimentos Específicos 1. Na barra de ferramentas Desenho, clique em Caixa de texto. 2. Siga um destes procedimentos: Adicionar texto que fique em uma única linha • No slide, aponte para o local onde deseja inserir a caixa de texto e digite ou cole o texto. Adicionar texto que possa ser quebrado • No slide, aponte para o local onde deseja inserir a caixa de texto, arraste a caixa de texto para o tamanho desejado e digite ou cole o texto. Observação: Para adicionar texto a uma linha, um conector ou uma AutoForma de forma livre, você deve adicionar o texto usando uma caixa de texto. Adicionar WordArt 1. Selecione o slide ao qual você deseja adicionar a WordArt. 2. Na barra de ferramentas Desenho, clique em Inserir WordArt. 3. Clique no efeito de WordArt desejado e, em seguida, clique em OK. 4. Na caixa de diálogo Editar texto da WordArt, digite o texto desejado. 5. Siga um destes procedimentos: • Para alterar o tipo da fonte, na lista Fonte, selecione uma fonte. • Para alterar o tamanho da fonte, na lista Tamanho, selecione um tamanho. • Para tornar o texto negrito, clique no botão Negrito. • Para tornar o texto itálico, clique no botão Itálico. Inserir um símbolo ou caractere especial As fontes como Arial e Times New Roman fornecem caracteres em conformidade com o padrão de codificação de texto Unicode. Na caixa de diálogo Símbolo, você pode usar a lista Subconjunto para procurar por caracteres Unicode por categoria. 1. Para disponibilizar o comando Símbolo, no modo de exibição normal, coloque o ponto de inserção na guia Estrutura de tópicos ou em um espaço reservado para texto no slide. 2. No menu Inserir, clique em Símbolo. 3. Para alterar fontes, clique em um nome na caixa Fonte. 4. Siga um destes procedimentos: Insira um símbolo ou caractere da lista padrão (ASCII) • Clique no símbolo ou caractere desejado, em Inserir e, em seguida, clique em Fechar. Inserir um símbolo ou caractere Unicode 2. Na caixa De, clique em Unicode (hex). (Se Unicode (hex) não estiver na lista, a fonte que você escolheu não oferece suporte a caracteres Unicode.) 3. Na lista Subconjunto que aparece no canto superior direito, selecione a categoria de símbolos ou caracteres desejados, como Latim básico ou Símbolos de moeda. (A lista será diferente dependendo da fonte escolhida.) 4. Clique no símbolo ou caractere desejado, em Inserir, e, em seguida, clique em Fechar. Observação Se você selecionou caracteres Unicode da última vez que abriu a caixa de diálogo Símbolo, Unicode será exibido por padrão da próxima vez que você exibir a caixa de diálogo. Dicas: • Use a lista Símbolos usados recentemente na parte inferior da caixa de diálogo Símbolo para localizar rapidamente um caractere que você tenha usado e que deseja inserir novamente. • Coloque o ponto de inserção no local onde você dese-

ja inserir o caractere no slide do Microsoft PowerPoint, certifique-se de que a tecla NUM LOCK esteja ativada, mantenha pressionada a tecla ALT e use o teclado numérico para digitar 0 (zero) seguido do código do caractere. • Certos símbolos, como o rosto feliz e as setas, são inseridos automaticamente ao digitar. Por exemplo, se você digitar primeiro o rosto feliz usando caracteres do teclado como “:-)”, o PowerPoint o converterá para o símbolo de rosto feliz. Ativar ou desativar o AutoAjuste de texto Ativar ou desativar o AutoAjuste de texto no corpo de texto também irá ativá-lo e desativá-lo no painel de anotações. 1. No menu Ferramentas, clique em Opções de AutoCorreção. 2. Clique na guia AutoFormatação ao digitar. 3. Siga um destes procedimentos: Ativar ou desativar o AutoAjuste para o texto do título • Em Aplicar ao digitar, marque ou desmarque a caixa de seleção AutoAjuste de texto de título em espaços reservados. Ativar ou desativar o AutoAjuste para o corpo de texto • Em Aplicar ao digitar, marque ou desmarque a caixa de seleção AutoAjuste de corpo de texto em espaços reservados. Dica: Você pode desativar temporariamente o AutoAjuste de texto no menu do botão Opções de AutoAjuste. Expandir ou recolher texto Ao trabalhar com texto na guia Estrutura de tópicos no modo de exibição normal, você pode recolhê-lo de forma que somente o primeiro nível da estrutura de tópicos (títulos dos slides) seja exibido enquanto você define a organização. Você pode expandir novamente o texto quando desejar. Recolher texto em um slide Siga um destes procedimentos: • Clique duas vezes no ícone de slide. • Pressione ALT+SHIFT+ sinal de subtração. Recolher todo o texto da apresentação Siga um destes procedimentos: • Na barra de ferramentas Padrão, clique em Expandir Tudo. (Isso alterna entre as ações de recolher e expandir texto.) • Pressione ALT+SHIFT+1. Expandir texto em um slide Siga um destes procedimentos: • Clique duas vezes no ícone de slide. • Pressione ALT+SHIFT+ sinal de adição. Expandir todo o texto da apresentação Siga um destes procedimentos: • Na barra de ferramentas Padrão, clique em Expandir Tudo. • Pressione ALT+SHIFT+9. Localizar texto 1. No menu Editar, clique em Localizar. 2. Na caixa Localizar, insira o texto que você deseja pesquisar. 3. Clique em Localizar próxima. Observação: Para cancelar uma pesquisa em andamento, pressione ESC.

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Conhecimentos Específicos Inserir ¢, £, ¥, &, ® e outros caracteres que não se encontram no teclado 1. Siga um destes procedimentos: • Para o Microsoft Windows XP, clique em Iniciar, aponte para Todos os Programas, aponte para Acessórios, aponte para Ferramentas do Sistema e clique em Mapa de Caracteres. • Para o Microsoft Windows 2000, clique em Iniciar, aponte para Programas, aponte para Acessórios, aponte para Ferramentas do Sistema e clique em Mapa de Caracteres. Observação: Se o Mapa de caracteres não estiver disponível, consulte a Ajuda do Windows para obter informações sobre como instalar um componente do Windows. 2. Na lista Fonte, clique na fonte que você deseja usar. 3. Clique no caractere especial desejado. Se você não vir o caractere desejado, tente selecionar outra fonte na lista Fonte. 4. Clique em Selecionar e, em seguida, clique em Copiar. 5. Alterne para o seu documento e posicione o ponto de inserção no lugar em que deseja colar o caractere. 6. Clique em Colar. 7. Se o caractere tiver a aparência diferente do escolhido, selecione-o e aplique a mesma fonte escolhida no Mapa de caracteres. Dica: Se souber qual é o equivalente em Unicode ao caractere que deseja inserir, você poderá inserir também um caractere especial diretamente em um documento, sem usar o Mapa de Caracteres. Para fazer isso, abra o documento e posicione o ponto de inserção no local em que o caractere especial deverá aparecer. Em seguida, com a tecla NUM LOCK ativada, mantenha pressionada a tecla ALT ao usar o teclado numérico para digitar o valor do caractere Unicode. Sobre as configurações de recuo e de tabulação Os recuos e as paradas de tabulação o ajudam a alinhar o texto de slide. Em listas numeradas ou com marcadores, os recuos predefinidos existem em cinco níveis de marcadores ou números e corpo de texto. Quando você digita parágrafos simples (sem usar marcadores nem numeração), um recuo inicial e uma parada de tabulação padrão o ajudam a recuar o texto. Você pode alterar e adicionar posições de recuo e de paradas de tabulação. Os recuos e as paradas de tabulação aparecem na régua horizontal. Quando você exibe um novo slide e clica na área de texto em um espaço reservado ou clica em uma caixa de texto que você adicionou, os recuos e paradas de tabulação padrão aparecerão.

Marcador de recuo da primeira linha Mostra a posição da primeira linha de um parágrafo ou, em uma lista numerada ou com marcadores, a posição do número ou do marcador em um item na lista. Marcador de recuo à esquerda Mostra a posição da segunda linha de um parágrafo ou, em uma lista numerada ou com marcadores, o recuo do texto ao lado do número ou do marcador.

Paradas de tabulação padrão Aparecem como pequenos marcadores cinzas abaixo dos números na régua. Você pode arrastar as paradas de tabulação para novas posições. Use-as para o texto que não está em listas numeradas ou com marcadores. Paradas de tabulação personalizadas Posteriormente, personalize suas paradas de tabulação configurando marcas de tabulação à esquerda , à direita

, centralizada

.

Um exemplo típico de alteração de recuo é quando você deseja ajustar o espaço entre um marcador de uma lista e o texto que o acompanha — movendo o recuo da primeira linha e o recuo à esquerda mais próximo ou mais afastado um do outro. No caso de uma parada de tabulação especial, você pode ter dados numéricos em uma lista que deseje alinhar pelo ponto decimal. Use a tabulação decimal para fazer isso. Alterar o espaçamento entre linhas de um parágrafo 1. No slide, selecione os parágrafos cujo espaçamento você deseja alterar. Como? • Para selecionar um único parágrafo, clique nele. • Para selecionar uma lista inteira, arraste para selecionar todo o texto ou selecione o espaço reservado clicando no texto dentro dele e, em seguida, clicando na borda. 2. No menu Formatar, clique em Espaçamento entre linhas. 3. Siga um ou todos estes procedimentos: • Para alterar o espaçamento acima de um parágrafo e dentro dele, em Espaçamento entre linhas, digite ou clique nas setas para alterar o número. • Para alterar o espaçamento acima de um parágrafo, em Antes do parágrafo, digite ou clique nas setas para alterar o número. • Para alterar o espaçamento abaixo de um parágrafo, em Depois do parágrafo, digite ou clique nas setas para alterar o número. Dicas: • O AutoAjuste de texto fica ativado por padrão; portanto, se você aumentar o espaçamento entre linhas, o texto pode ser redefinido para que se ajuste no espaço reservado. • Você também pode selecionar um texto na guia Estrutura de tópicos no modo de exibição normal e alterar o espaçamento. O efeito aparece no slide. • Para alterar o espaçamento entre linhas em uma apresentação inteira, altere o espaçamento no slide mestre. Para exibir o slide mestre, no menu Exibir, aponte para Mestre e clique em Slide mestre. Sobre correções automáticas de texto O recurso AutoCorreção corrige a aplicação de maiúsculas e erros de ortografia ou de digitação que ocorrem ao digitar. As opções de AutoCorreção ficam ativadas por padrão, e podem ser desativadas. Se existirem certas palavras que você não deseja corrigir, crie exceções a algumas regras de aplicação de maiúsculas. Além disso, o botão Opções de AutoCorreção, que é disponibilizado ao lado do texto após uma correção, oferece um maior controle sobre correções automáticas ao permitir que você desfaça a correção ou altere as configurações de AutoCorreção. A correção automática de texto se aplica a todos os tipos de texto, exceto WordArt.

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Conhecimentos Específicos Correções de aplicação de maiúsculas O recurso AutoCorreção oferece várias opções de aplicação de maiúsculas. São elas: • Corrigir duas iniciais maiúsculas digitadas seguidas, de forma que a segunda fique em minúscula. • Colocar maiúscula na primeira letra das frases, primeira letra das células das tabelas e nos nomes dos dias. • Corrigir a aplicação de maiúsculas no caso de você iniciar a frase com a tecla CAPS LOCK ativada por engano. Correções de erros de ortografia O recurso AutoCorreção também contém uma lista de entradas — palavras com ortografia errada — que, ao serem digitadas, serão substituídas pela forma ortográfica correta. Por exemplo, se você errar e digitar “cpm”, essa palavra será automaticamente alterada para “com”. Além disso, alguns caracteres, como caracteres de marca registrada “(r)” e “(tm)”, serão substituídos pelos símbolos ® e ™. Você pode adicionar, excluir ou modificar qualquer entrada da AutoCorreção. Texto em outros idiomas As entradas padrão de AutoCorreção no Microsoft PowerPoint estarão no tipo de idioma que você estiver usando para o texto. Sendo assim, por exemplo, se o idioma padrão do texto for inglês, as entradas serão em inglês. Se você alternar o idioma padrão para português, os erros de ortografia e as correções da AutoCorreção serão alterados para português. Exceções Se desejar, você pode criar exceções às regras de aplicação de maiúsculas da AutoCorreção. Por exemplo, a AutoCorreção interpreta um ponto como o final de uma frase, portanto, se você digita uma abreviação com um ponto no final, a primeira letra após o ponto ficará em maiúscula. Para evitar isso, você pode especificar abreviações nas quais deseja que essa regra de aplicação de maiúscula seja ignorada. Por exemplo, se você adicionar a abreviação “info.” como uma exceção, a AutoCorreção não mais aplicará maiúscula na palavra seguinte. O PowerPoint contém uma lista padrão de exceções na qual você pode adicionar itens. O botão Opções de AutoCorreção O botão Opções de AutoCorreção aparece primeiro como uma caixa azul pequena quando você posiciona o ponteiro do mouse próximo ao texto que foi corrigido automaticamente e é transformado em um ícone de botão quando você aponta para ele. Quando você clicar no botão, ele exibirá uma lista de opções, que incluem: • Desfazer uma alteração de maiúscula (desfaz somente a última ocorrência) ou Voltar para ortografia original do texto (alterações somente na última ocorrência) • Refazer a correção automática • Parar de executar a aplicação de maiúsculas ou correção do texto (altera a configuração global ou a entrada de texto na caixa de diálogo AutoCorreção, evitando que essa correção ocorra novamente) • Controlar opções de AutoCorreção (exibe a caixa de diálogo AutoCorreção, onde você pode ajustar as configurações conforme desejar) O botão Opções de AutoCorreção está disponível em cada ocorrência de uma correção automática. Para textos em espaços reservados, o botão ficará disponível tanto no slide quanto na guia Estrutura de tópicos. Se você não desejar que esse botão apareça após uma correção, desative-o na caixa de diálogo AutoCorreção.

As correções automáticas selecionadas na caixa de diálogo ainda serão executadas. Sobre a verificação do estilo em uma apresentação Quando estiver verificando o estilo de uma apresentação, o Microsoft PowerPoint verifica a consistência na pontuação, no uso de maiúsculas e nos elementos visuais, como o tamanho mínimo em pontos para o texto. A verificação de estilo baseia-se nas configurações padrão no PowerPoint. Como as verificações de estilo funcionam Um exemplo de uma regra de estilo padrão é o uso de iniciais em maiúscula na maioria das palavras em títulos de slides. Se você criar um título colocando somente a primeira letra da sentença em maiúscula, você será notificado pelo PowerPoint através da exibição de um ícone de lâmpada que aparece ao lado do Assistente do Microsoft Office. Ao clicar na lâmpada, aparecerão várias opções: para aceitar a sugestão de estilo; para ignorá-la nesse caso; para desativá-la (Não exibir esta dica novamente) ou para exibir a caixa de diálogo Opções de estilo, na qual você poderá alterar as configurações de estilo. Se o Assistente do Office tiver sido desativado, você não receberá as notificações sobre as inconsistências de estilo; portanto, elas serão ignoradas. O que está incluído na verificação de estilo? O PowerPoint verifica o seguinte: • Consistência no uso de iniciais em maiúscula em títulos e corpo de texto. • Consistência no uso de pontuação final em títulos e no corpo de texto. • Número máximo de estilos de fonte. • Tamanho mínimo de fonte para o texto do título e corpo de texto. • Número máximo de itens com marcadores em uma lista. • Número máximo de linhas de texto no título ou por item de lista. Verificar a ortografia O Microsoft PowerPoint não verifica a ortografia em objetos incorporados, como gráficos, em efeitos especiais de texto como WordArt, nem em objetos inseridos, como documentos do Microsoft Word. Siga um destes procedimentos: Verificar a ortografia na apresentação inteira 1. Na barra de ferramentas Padrão, clique em Verificar ortografia. 2. Selecione a opção desejada para cada palavra na qual a verificação parar — seja para alterá-la para a ortografia sugerida, ignorá-la, adicioná-la ao dicionário personalizado ou adicioná-la à lista AutoCorreção. Observação: Se o ponto de inserção estiver no painel de anotações ou no painel de slides, a verificação ortográfica alterna a verificação entre os dois. Se o ponto de inserção estiver na guia Estrutura de tópicos, todos os slides serão verificados primeiro e, em seguida, as anotações. Verificar a ortografia ao digitar 1. No menu Ferramentas, clique em Opções e, em seguida, clique na guia Ortografia e estilo. 2. Marque a caixa de seleção Verificar ortografia ao digitar.

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Conhecimentos Específicos 3. Para escolher uma opção em uma lista de possíveis correções, na sua apresentação, clique com o botão direito do mouse na palavra com a linha ondulada vermelha e, em seguida, clique em uma opção no menu de atalho. Observação: Na caixa de diálogo Opções, use as outras caixas de seleção em Ortografia para controlar as verificações ortográficas posteriores. Mostrar ou ocultar erros de ortografia Ao ocultar erros, o Microsoft PowerPoint ainda verifica a ortografia ao digitar, mas as linhas onduladas vermelhas que marcam as palavras que não estão no dicionário do PowerPoint não aparecem. 1. No menu Ferramentas, clique em Opções e, em seguida, clique na guia Ortografia e estilo. 2. Marque ou desmarque a caixa de seleção Ocultar erros de ortografia para ocultar ou mostrar erros de ortografia. Dica: Para desativar a correção ortográfica automática, no menu Ferramentas, clique em Opções, em seguida, clique na guia Ortografia e estilo e desmarque a caixa de seleção Verificar ortografia ao digitar. Tipos de arquivos gráficos e filtros Você pode inserir diversos formatos de arquivos gráficos populares em sua apresentação, diretamente ou com o uso de filtros gráficos separados. Você não precisa de um filtro separado para inserir os seguintes formatos de arquivos: • Metarquivo avançado (.emf) • Formato GIF (.gif) • Formato JPEG (.jpg) • Formato PNG (.png) • Bitmap do Microsoft Windows (.bmp, .rle, .dib) A seguir estão informações sobre os tipos de arquivos e filtros comuns disponíveis. Metarquivo CGM (.cgm) O filtro gráfico de Metarquivo CGM (Cgmimp32.flt) oferece suporte à Versão 1 do CGM 1992. O filtro trata todas as três codificações e interpreta e oferece suporte a todos os elementos e tratará corretamente todos os arquivos gráficos .cgm válidos. Os principais perfis industriais da ATA (Air Transport Association) e de CALS (Continuous Acquisition and Life Cycle Support) têm suporte total do filtro de Metarquivo CGM. O filtro foi certificado como compatível com ATA e CALS por teste administrado pelo NESTA (Nacional Institui of Standard and Technology). Se você instalar o filtro durante a Instalação, os seguintes arquivos serão instalados: Cgmimp32.flt, Cgmimp32.fnt, Cgmimp32.cfg e Cgmimp32.hlp. Este filtro tem a seguinte limitação: CGM 1992 Versões 2, 3 e 4 não têm suporte. CorelDRAW (.cdr) O filtro gráfico do CorelDRAW (Cdrimp32.flt) oferece suporte a arquivos .cdr, .cdt, .cmx e .pat do CorelDRAW 3.0 ao 9.0. Este filtro tem as seguintes limitações: • Preenchimentos com textura de objeto e PostScript são substituídos por preenchimentos em cinza sólido. • Preenchimentos graduais são divididos em faixas monocromáticas. • Não há suporte para: - Preferências do CorelDRAW, como tamanho e orientação de página, unidades, grade e diretrizes.

-

Lentes e clipes sofisticados. Páginas, camadas e grupos. Objetos OLE. Bitmaps girados. Preenchimentos de vetores. Texto de parágrafo de várias áreas

Hanako (.jsh, jah e .jbh) O filtro gráfico Hanako é usado para a versão do Microsoft Office 2000 no idioma japonês. Esse filtro (Jshimp.flt, Jahimp.flt e Jbhimp.flt) oferece suporte e converte arquivos .jsh, .jah e .jbh do Hanako 2.0 e 3.0 no formato Metarquivo do Microsoft Windows. O filtro tem as seguintes limitações: • Os dados de imagem serão excluídos quando os arquivos forem abertos. • A conversão de arquivos com grandes quantidades de dados pode ser demorada ou pode não ocorrer. Nesse caso, exclua os dados ou objetos desnecessários ou salve novamente o arquivo como vários arquivos e tente reabri-los. • As formatação complexa de texto ou as propriedades de imagem que não podem ser expressadas no formato Metarquivo do Windows serão excluídas ou simplificadas quando o arquivo for aberto. Isso poderá afetar o alinhamento do texto ou das imagens. Arquivo PICT do Macintosh (.pct) O filtro gráfico do arquivo PICT do Macintosh (Pictim32.flt) é usado para importar gráficos PICT do Macintosh. Renomeie os arquivos PICT do Macintosh com a extensão .pct ao copiá-los para um computador que usa o Microsoft Windows, para que o Microsoft Office para Windows possa reconhecer os arquivos como gráficos PICT. Por exemplo, se você tiver um arquivo gráfico chamado Bear no Macintosh, deverá renomeá-lo como Bear.pct, antes de inseri-lo em um arquivo para Windows. Formato WPG (.wpg) O filtro de importação WPG (Wpgimp32.flt) oferece suporte ao WordPerfect Graphics Versões 1.0, 1.0e e 2.0, que correspondem ao WordPerfect Versão 6.x e anterior. Para imagens .wpg criadas no DrawPerfect, o tamanho do quadro da imagem é o tamanho da tela. Este filtro tem as seguintes limitações: • As informações PostScript são perdidas nas imagens PostScript encapsuladas incorporadas em arquivos WPG. • Os arquivos WPG com bitmaps grandes incorporados podem não ser exibidos adequadamente em computadores que usam os drivers de vídeo da série Mach da ATI. Se você achar que tem esse problema, tente executar a Instalação do Microsoft Windows e alterar o driver de vídeo para drivers 8514/a fornecidos com o Windows. Localizar um clipe 1. No menu Inserir, aponte para Imagem e clique em Clip-art. 2. No painel de tarefas Clip-art, na caixa Pesquisa, digite uma palavra ou uma frase que descreva o clipe desejado ou digite todo o nome do arquivo do clipe ou parte dele. 3. Para restringir sua pesquisa, siga um destes procedimentos ou ambos: • Para limitar os resultados da pesquisa a uma coleção específica de clipes, na caixa Pesquisar em, clique na seta e selecione as coleções que você deseja pesquisar. • Para limitar os resultados da pesquisa a um tipo específico de arquivo de mídia, na caixa Os resultados devem ser, clique na seta e marque a caixa de seleção

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Conhecimentos Específicos ao lado dos tipos de clipes que você deseja localizar. 4. Clique em Pesquisar. Dica: Se você não sabe o nome exato do arquivo, pode substituir um ou mais caracteres reais por caracteres curingas. Use o asterisco (*) como um substituto para zero ou mais caracteres em um nome de arquivo, e o ponto de interrogação (?) como um substituto para um único caractere em um nome de arquivo. Visualizar um clipe 1. Localizar o clipe de mídia que você deseja visualizar. Como? 1. No menu Inserir, aponte para Imagem e clique em Clip-art. 2. No painel de tarefas Clip-art, na caixa Pesquisa, digite uma palavra ou uma frase que descreva o clipe desejado ou digite todo o nome do arquivo do clipe ou parte dele. 3. Para restringir sua pesquisa, siga um destes procedimentos ou ambos: • Para limitar os resultados da pesquisa a uma coleção específica de clipes, na caixa Pesquisar em, clique na seta e selecione as coleções que você deseja pesquisar. • Para limitar os resultados da pesquisa a um tipo específico de arquivo de mídia, na caixa Os resultados devem ser, clique na seta e marque a caixa de seleção ao lado dos tipos de clipes que você deseja localizar. 4. Clique em OK. 2. Na caixa Resultados, mova o ponteiro de seu mouse sobre a miniatura do clipe e clique na seta que é exibida. 3. Clique em Visualizar/propriedades. Inserir um clipe 1. Localizar o clipe de mídia que você deseja inserir. Como? 1. No menu Inserir, aponte para Imagem e clique em Clip-art. 2. No painel de tarefas Clip-art, na caixa Pesquisa, digite uma palavra ou uma frase que descreva o clipe desejado ou digite todo o nome do arquivo do clipe ou parte dele. 3. Para restringir sua pesquisa, siga um destes procedimentos ou ambos: • Para limitar os resultados da pesquisa a uma coleção específica de clipes, na caixa Pesquisar em, clique na seta e selecione as coleções que você deseja pesquisar. • Para limitar os resultados da pesquisa a um tipo específico de arquivo de mídia, na caixa Os resultados devem ser, clique na seta e marque a caixa de seleção ao lado dos tipos de clipes que você deseja localizar. 4. Clique em OK. Dica: Se você não sabe o nome exato do arquivo, pode substituir um ou mais caracteres reais por caracteres curingas. Use o asterisco (*) como um substituto para zero ou mais caracteres em um nome de arquivo, e o ponto de interrogação (?) como um substituto para um único caractere em um nome de arquivo.

1. Clique com o botão direito do mouse na imagem do Media Gallery que você deseja modificar e clique em Editar imagem. 2. Clique em Sim quando a caixa de mensagem for exibida. 3. Use as ferramentas da barra de ferramentas Desenho para modificar os objetos. Selecionar objetos As alças de dimensionamento indicam que o objeto ou o grupo de objetos foi selecionado. Siga um destes procedimentos: Selecionar um objeto Siga um destes procedimentos: • Clique na borda de seleção do objeto. • Para selecionar um objeto que faça parte de um grupo, selecione primeiro o grupo e clique no objeto desejado. Observação: Para selecionar um objeto que esteja debaixo de outros objetos, selecione primeiro o objeto que está no topo e pressione a tecla TAB para seguir adiante no ciclo de objetos (ou SHIFT+TAB para voltar atrás). Selecionar vários objetos Siga um destes procedimentos: • Para selecionar um objeto de cada vez, mantenha a tecla SHIFT pressionada ao clicar em cada objeto. • Para selecionar objetos que estejam próximos uns dos outros, na barra de ferramentas Desenho, clique em Selecionar objeto e arraste uma caixa pontilhada sobre os objetos. • Para selecionar objetos que façam parte de um grupo, selecione o grupo e mantenha a tecla SHIFT pressionada ao clicar nos objetos desejados. Dica: Para selecionar objetos ocultos ou empilhados, você também pode usar o comando Selecionar vários objetos. Adicione esse botão à barra de ferramentas Desenho. Selecionar um ou mais objetos sem usar o mouse 1. Se não estiver na barra de ferramentas Desenho, adicione o botão Selecionar vários objetos. Como? 1. Pressione ALT+F e, em seguida, pressione CTRL+TAB até selecionar a barra de ferramentas Desenho. 2. Pressione a tecla de SETA PARA A DIREITA até chegar à seta Mais botões. 3. Pressione a tecla de SETA PARA BAIXO. O menu Adicionar ou remover botões será exibido. 4. Pressione a tecla de SETA PARA BAIXO, pressione a tecla de SETA PARA A DIREITA, pressione a tecla TAB até chegar ao botão Selecionar vários objetos e, em seguida, pressione ENTER. 2. Na barra de ferramentas Desenho, clique em Selecionar vários objetos. 3. Marque a caixa de seleção ao lado do(s) objeto(s) desejado(s) e clique em OK.

2. Na caixa Resultados, clique no clipe para inseri-lo. Modificar clip-art Se você inserir um Metarquivo do Microsoft Windows (arquivo .wmf ) proveniente do Media Gallery, poderá convertê-lo em um objeto de desenho. Se a imagem for um arquivo bitmap, .jpg, .gif ou .png, ela não poderá ser convertida em objetos de desenho ou ser desagrupada.

Observações • Para desmarcar todos os objetos, clique em qualquer lugar, menos nos objetos. • Para desmarcar um objeto de cada vez, mantenha a tecla SHIFT pressionada e clique no objeto. Dica: • Se você tiver dificuldades para selecionar um objeto

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Conhecimentos Específicos ou grupo de objetos específico, clique na caixa Zoom para aumentar a visualização. Música e sons Você pode adicionar música e sons a partir de arquivos no seu computador, rede, Internet ou Microsoft Media Gallery. Você pode também gravar seus próprios sons para adicionar a uma apresentação ou utilizar música de um CD. Você insere música ou sons em um slide e aparecerá um ícone de som representando o arquivo de som. Para tocar a música ou som, você pode configurá-lo para iniciar automaticamente quando o slide é exibido, iniciar com um clique do mouse, iniciar automaticamente com um retardo de tempo ou executar como parte de uma seqüência de animações. Se você não quer que o ícone fique visível, você pode arrastá-lo para fora do slide e configurar o som para tocar automaticamente. Gravar som ou comentário em um único slide Para gravar e ouvir um som ou comentário, você precisa de uma placa de som, microfone e alto-falantes. 1. Exiba o slide ao qual você deseja adicionar um som ou comentário. 2. No menu Inserir, aponte para Filmes e sons e clique em Gravar som. 3. Para gravar som ou comentário, clique em Gravar. 4. Quando terminar, clique em Parar. 5. Na caixa Nome, digite um nome para o som e clique em OK. Um ícone de som será exibido no slide. Adicionar transições entre slides Siga um destes procedimentos: Adicionar a mesma transição em todos os slides em uma apresentação de slides 1. No menu Apresentações, clique em Transição de slides. 2. Na lista, clique no efeito de transição desejado. 3. Clique em Aplicar a todos os slides. Adicionar transições diferentes entre slides Repita o processo a seguir para cada slide ao qual você deseja adicionar uma transição diferente. 1. Na guia Slides, no modo de exibição normal, selecione os slides aos quais você deseja adicionar uma transição. 2. No menu Apresentações, clique em Transição de slides. 3. Na lista, clique no efeito de transição desejado. Execução de apresentações O Microsoft PowerPoint oferece várias maneiras de executar sua apresentação, incluindo em tela, on-line, transparências, impressões e slides de 35 mm. Apresentações na tela Você pode usar todos os efeitos especiais e recursos do PowerPoint para tornar interessante e completa uma apresentação na tela (eletrônica). É possível usar transições de slides, intervalos, filmes, sons, animação, hiperlinks e marcas inteligentes. Após decidir que usará um computador para fazer a apresentação, você tem várias opções para apresentá-la. Apresentação com um orador ao vivo: Fazer uma apresentação em uma sala ampla usando um monitor ou projetor é a forma mais comum de se executar apresentações. O orador tem total controle da apresentação, pode executá-la automaticamente ou manualmente e até mesmo gravar uma narração a ser executada durante o andamento da apresentação.

Apresentação auto-executável: Você pode configurar uma apresentação para que ela seja executada automaticamente em uma cabine ou quiosque em uma feira ou convenção. Você pode tornar inacessível a maioria dos controles para que os usuários não possam fazer alterações na apresentação. Uma apresentação auto-executável pode ser reiniciada assim que termina e também quando fica ociosa por mais de cinco minutos em um slide de avanço manual. Apresentações on-line Reuniões com colaboração: O uso do programa Microsoft NetMeeting com o PowerPoint permite que você compartilhe uma apresentação e troque informações com pessoas em sites diferentes em tempo real como se todos estivessem na mesma sala. Em uma conferência do NetMeeting, você pode compartilhar programas e documentos, enviar mensagens de texto em bate-papo, transferir arquivos e trabalhar no quadro de comunicações. Através da colaboração, os participantes podem assumir o controle da apresentação para rever e editar seu conteúdo. Durante a reunião, somente uma pessoa pode controlar a apresentação de cada vez, mas vários usuários podem trabalhar em bate-papo ou no quadro de comunicações simultaneamente se a colaboração for ativada. Transmissão de apresentação: Você pode transmitir uma apresentação (incluindo vídeo e áudio) através da Web. Você pode usar a transmissão para uma reunião da empresa, fazendo a apresentação a grupos remotos, ou fazer uma reunião de equipe cujos participantes estejam em vários locais diferentes. Com o Microsoft Outlook ou qualquer outro programa de e-mail, você agenda a transmissão como faria com qualquer reunião. A apresentação é salva em formato linguagem de marcação de hipertexto (HTML). Portanto, tudo o que o seu público precisa para exibir a apresentação é do Microsoft Internet Explorer 5.0 ou posterior. A transmissão pode ser gravada e salva em um servidor Web, no qual ficará disponível para reprodução sempre que for preciso. Apresentações na Web ou na intranet: Você pode criar sua apresentação especificamente para a World Wide Web ou para uma intranet publicando-a como uma página da Web. Publicar uma apresentação significa inserir uma cópia da apresentação no formato HTML na Web. Você pode publicar cópias da mesma apresentação em locais diferentes. É possível publicar uma apresentação completa, uma apresentação personalizada, um slide único ou um intervalo de slides. Como a navegação é um elemento crítico em uma apresentação, as apresentações do PowerPoint no formato HTML incluem uma barra de links que permite que você se movimente pelos slides usando o painel de tópicos. As anotações do orador também estarão visíveis para todos os usuários em uma apresentação publicada na Web, portanto, você pode usar esse recurso como uma legenda. Transparências Você pode criar uma apresentação que use transparências, imprimindo os slides como transparências em preto e branco ou coloridas. Esses slides podem ser criados com orientação de paisagem ou retrato. Documentos impressos Você pode criar a apresentação para que ela tenha uma ótima aparência tanto na tela colorida como quando impressa em escala de cinza ou simplesmente em preto e branco em uma impressora a laser.

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Conhecimentos Específicos Slides de 35 mm Uma central de serviços pode transformar seus slides eletrônicos em slides de 35 mm. Contate a central de serviços local para obter instruções. Anotações, folhetos e estruturas de tópicos Para ajudar a apresentação, você pode fornecer ao público folhetos — versões menores dos slides, que podem ser impressos em vários layouts. Você também pode imprimir as anotações do orador para o público. Além disso, enquanto estiver trabalhando em uma apresentação, você pode imprimir a estrutura de tópicos, incluindo os títulos dos slides e os pontos principais. Navegar entre slides durante uma apresentação Use os comandos a seguir no modo de exibição apresentação. Para cada tipo de navegação, escolha um dos vários métodos. Ir para o slide seguinte • Clique no mouse. • Pressione ESPAÇO ou ENTER. • Clique com o botão direito do mouse, e no menu de atalho, clique em Próximo. Ir para o slide anterior • Pressione BACKSPACE. • Clique com o botão direito do mouse, e no menu de atalho, clique em Anterior. Ir para um slide específico • Digite o número do slide, e a seguir pressione ENTER. • Clique com o botão direito do mouse, aponte para Ir para Slide, no menu de atalho, e clique no slide desejado. Ver o slide exibido anteriormente • Clique com o botão direito do mouse e, no menu de atalho, clique em Último Slide Exibido. Configurar uma apresentação para ser executada em um segundo monitor Para utilizar este procedimento, você deve executar o Microsoft Windows 2000 com o Service Pack 3 (ou posterior) ou o Microsoft Windows XP e instalar o hardware apropriado, de acordo com as instruções do fabricante. Use este procedimento para executar uma apresentação de slides na tela inteira do segundo monitor, enquanto você exibe a apresentação no modo normal no primeiro. 1. No menu Apresentações, clique em Configurar apresentação. 2. Em Vários Monitores, na lista Exibir apresentação de slides em: clique no monitor em que a apresentação de slides deve ser exibida. Configurar um laptop para executar uma apresentação de slides em um projetor Use este procedimento quando precisar que uma apresentação no laptop seja exibida em um sistema de projeção ou monitor externo. 1. Conecte a porta externa do monitor do laptop ao monitor ou sistema de projeção e ligue o projetor. 2. Para obter informações sobre como conectar dispositivos externos, consulte a documentação do laptop. 3. Configure a resolução de vídeo do laptop para que corresponda à resolução do sistema do projetor.

Como? 1. Abra a caixa de diálogo Propriedades de vídeo do seu laptop e clique na guia Configurações. 2. Em Área da tela, mova o controle deslizante para ajustar a resolução do vídeo do laptop. Se você não tiver certeza de que configuração escolher, tente 800x600 pixels; essa é a configuração comum de vários sistemas de projetor. 3. Se você for utilizar áudio na apresentação, conecte o cabo entre o laptop e o projetor e teste o volume executando um arquivo de som ou parte da sua apresentação. O visualizador do PowerPoint O Microsoft Office PowerPoint Viewer é um programa usado para executar apresentações em computadores que não têm o Microsoft PowerPoint instalado. Por padrão, o Visualizador do Office PowerPoint é adicionado ao mesmo disco ou local da rede que contém uma ou mais apresentações compactadas usando o recurso Pacote para CD. Por padrão, o Visualizador do PowerPoint é instalado na instalação do Microsoft Office 2003 para ser usado com o recurso Pacote para CD. O arquivo do Visualizador do PowerPoint também está disponível para ser baixado no site do Microsoft Office Online. As apresentações protegidas por senha para abertura ou modificação podem ser abertas pelo Visualizador do PowerPoint. O recurso Pacote para CD permite que você compacte qualquer arquivo protegido por senha ou defina uma nova senha para todas as apresentações compactadas. O Visualizador do PowerPoint solicitará uma senha se o arquivo foi protegido por senha para ser aberto. O Visualizador do PowerPoint oferece suporte à abertura de apresentações criadas com o PowerPoint 97 e posterior. Além disso, oferece suporte a todo o conteúdo do arquivo, exceto objetos OLE e scripts. Instalar e executar o Visualizador do PowerPoint 1. Siga um destes procedimentos: Instalar o Microsoft Office PowerPoint Viewer diretamente do site 1. Vá para o site do Microsoft Office Online e siga os links do Microsoft PowerPoint que conduzem a downloads. 2. Clique para baixar o Visualizador do PowerPoint e siga as instruções para instalação. Compacte sua apresentação e o Visualizador do PowerPoint usando o recurso Pacote para CD 3. No Microsoft PowerPoint, abra a apresentação que você deseja compactar. 4. No menu Arquivo, clique em Pacote para CD. 5. Na caixa de diálogo Pacote para CD, clique em Opções e selecione as opções desejadas. Observação: Por padrão, o Visualizador do PowerPoint é incluído quando você usa o recurso Pacote para CD. 2. Para executar o Visualizador do PowerPoint, no Microsoft Windows Explorer, vá para a pasta na qual você compactou o Visualizador do PowerPoint. 3. Clique duas vezes no arquivo do Visualizador do PowerPoint, Pptview.exe, para abri-lo. 4. Clique na apresentação que você deseja executar ou procure-a, se necessário, e clique em Abrir. Imprimir slides

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Conhecimentos Específicos Se você estiver criando transparências para projeção, use este procedimento para imprimir a apresentação em transparências. O Microsoft PowerPoint otimiza automaticamente seus slides para que sejam impressos na impressora selecionada — preto e branco ou colorida. 1. Configurar o tamanho do slide para impressão. Como? 1. No menu Arquivo, clique em Configurar página. 2. Na caixa Slides dimensionados para, clique na opção desejada. Se clicar em Personalizado, digite as medidas desejadas nas caixas Largura e Altura. Observação: Todos os slides de uma apresentação têm que estar na mesma orientação, mas você pode escolher uma outra orientação para as anotações, folhetos e para a estrutura de tópicos. Dica: 1. Quando alterar para uma orientação de página diferente, você talvez queira alterar a forma ou o posicionamento dos espaços reservados do texto ou de outros itens no slide mestre, de modo a se adaptarem melhor à nova orientação. 2. Para visualizar a aparência dos seus slides ao serem impressos, no menu Arquivo, clique em Visualizar impressão e faça as alterações desejadas. 3. Na barra de ferramentas Visualizar impressão, na caixa Imprimir, clique em Slides. 4. Na barra de ferramentas Visualizar impressão, clique em Imprimir. Observação: Se você deseja imprimir slides coloridos, no menu Exibir, aponte para Cor/escala de cinza e clique em Cores. Você precisa estar com uma impressora colorida selecionada como padrão para visualizar os slides em cores em Visualizar impressão. Sobre a publicação de uma apresentação na Web Você pode usar a Web para fornecer outros acessos à sua apresentação publicando essa apresentação no servidor Web ou em outro computador que esteja acessível para as pessoas que você deseja que vejam a apresentação sem um navegador da Web. Quando você publicar uma apresentação, ela terá uma cópia que poderá ser gravada no local que você escolher. Você poderá publicar uma apresentação que esteja no formato .ppt ou salva como página da Web, ou como uma Página da Web de Arquivo Único.

Quando você publicar sua apresentação na Web ou salvá-la como uma página da Web, sua apresentação

incluirá automaticamente: • Um quadro de navegação que é a estrutura dos tópicos da apresentação. • Um quadro de slide. • Um controle para mostrar ou ocultar a estrutura de tópicos da apresentação. • Um controle para mostrar ou ocultar o painel de anotações. • Uma opção de exibição em tela cheia que oculta os controles do navegador e é semelhante à exibição de uma apresentação de slides no Microsoft PowerPoint. Se você tiver apresentações personalizadas em sua apresentação, elas poderão ser vistas somente no modo de tela cheia. Publique uma apresentação quando desejar: • Disponibilizar uma cópia da apresentação na Web que pode ser editada e atualizada (você pode manter o trabalho original da apresentação do PowerPoint em formato [.ppt]) • Publicar cópias da mesma apresentação em diferentes locais na Web • Fazer um subconjunto de suas apresentações disponíveis (por exemplo, uma apresentação personalizada, um único slide ou um intervalo de slides) • Personalizar a apresentação para obter uma visão melhor em determinado navegador ou versão do navegador, como o Microsoft Internet Explorer 5.01 ou o Netscape Navigator 3.0 • Escolher quais elementos, como anotações do orador, animações e botões de navegação, serão exibidos na versão da apresentação da Web Glossário Alça de dimensionamento: um dos pequenos círculos ou quadrados que aparecem nos cantos e lados de um objeto selecionado. Você arrasta essas alças para alterar o tamanho do objeto. Animar: adicionar um efeito especial visual ou de som a um texto ou objeto. Por exemplo, o texto pode ter pontos de marcadores surgindo da esquerda, uma palavra de cada vez, ou reproduzir o som de aplausos quando uma imagem for revelada. Apresentação no modo normal: modo de exibição, uma forma de exibir o conteúdo de uma apresentação e fornecer ao usuário meios de interagir com ela. Apresentação personalizada: uma apresentação dentro de uma apresentação na qual você agrupa slides em uma apresentação existente para poder mostrar essa seção da apresentação para um público em particular. AutoFormas: um grupo de formas prontas que incluem formas básicas, como retângulos e círculos, além de uma variedade de linhas e conectores, setas largas, símbolos de fluxogramas, estrelas e faixas, e textos explicativos. Bate-papo: um recurso do Microsoft NetMeeting que abre uma janela separada na qual os participantes de uma reunião online podem digitar e enviar mensagens de texto uns para os outros. Bitmap: uma imagem criada a partir de uma série de pequenos pontos, semelhante a um pedaço de papel milimetrado com determinados quadrados preenchidos para compor formas e linhas. Quando armazenados como arquivos, os bitmaps normalmente têm a extensão .bmp. Caixa de texto: um recipiente móvel, redimensionável, para texto ou elementos gráficos. Use caixas de texto para posicionar vários blocos de texto em uma página

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Conhecimentos Específicos ou para atribuir ao texto uma orientação diferente de outro texto do documento. Clipe: um único arquivo de mídia, incluindo arte, som, animação ou filme. Controle: um objeto da interface gráfica do usuário, como uma caixa de texto, uma caixa de seleção, uma barra de rolagem ou um botão de comando, que permite aos usuários controlar o programa. Você usa controles para exibir dados ou opções, executar uma ação ou facilitar a leitura da interface do usuário. Espaços reservados: caixas com bordas marcadas com traço fino ou pontilhados que fazem parte da maioria dos layouts de slide. Essas caixas contêm título e corpo de texto ou objetos, como gráficos, tabelas e imagens. Esquema de cores: um conjunto de oito cores harmoniosas que podem ser aplicadas a slides, páginas de anotações ou folhetos para o público. O esquema de cores consiste em uma cor de plano de fundo, uma cor para linhas e texto, e seis outras cores selecionadas para facilitar a leitura dos slides. Forma livre: qualquer forma desenhada usando as ferramentas Curva, Forma Livre e Rabisco. As formas livres podem incluir linhas retas e curvas feitas à mão livre. Elas podem ser desenhadas abertas ou fechadas e podem ser editadas. Formato WMF: um formato gráfico de vetor para computadores compatíveis com o Windows usado principalmente como um formato de clip-art em documentos de processamento de texto. Grupo: um conjunto de objetos que funcionam como um só com a finalidade de serem movidos, redimensionados ou girados. Um grupo pode ser composto de vários conjuntos de grupos. Hiperlink: texto ou elemento gráfico colorido e sublinhado no qual você clica para ir até um arquivo, um local de um arquivo, uma página da Web na World Wide Web ou uma página da Web em uma intranet. Os hiperlinks podem também levar a grupos de notícias e sites Gopher, Telnet e FTP. HTML - linguagem de marcação de hipertexto: a linguagem de marcação padrão usada em documentos na World Wide Web. HTML usa marcas para indicar de que forma os navegadores da Web devem exibir elementos de página, como texto e elementos gráficos, e de que forma devem responder às ações do usuário. Modelos de estrutura ou modelo de design: um arquivo que contém os estilos em uma apresentação, incluindo o tipo e o tamanho de marcadores e fontes; tamanhos e posições de espaços reservados; design do plano de fundo e esquema de cores de preenchimento e um slide mestre e um título mestre opcional. Navegador: software que interpreta arquivos HTML, os formata em páginas da Web e os exibe. Um navegador da Web, como o Microsoft Internet Explorer, pode visitar hiperlinks, transferir arquivos e tocar som ou executar arquivos de vídeo incorporados em páginas da Web. Objeto incorporado: as informações (objeto) contidas em um arquivo de origem e inseridas em um arquivo de destino. Depois de incorporado, o objeto se torna parte do arquivo de destino. As alterações feitas no objeto incorporado são refletidas no arquivo de destino. Objeto vinculado: um objeto criado em um arquivo de origem e inserido em um arquivo de destino e que mantém uma conexão entre os dois arquivos. O objeto vinculado no arquivo de destino pode ser atualizado quando o arquivo de origem é atualizado. OLE Object Linking and Embedding - Vinculação e Incorporação de Objetos: uma tecnologia de integração de programa que pode ser usada para compartilhamento de informações entre programas. Todos os programas do Office oferecem suporte para OLE, por isso

você pode compartilhar informações por meio de objetos vinculados e incorporados. Página da Web: uma apresentação salva em formato HTML. Elementos gráficos de suporte e outros arquivos relacionados são armazenados em uma pasta associada quando uma apresentação é salva como uma página da Web. MHTML Página da Web de Arquivo Único: um documento HTML salvo em formato MHTML, que integra elementos gráficos embutidos, miniaplicativos, documentos vinculados e outros itens de suporte referidos no documento. Painel de anotações: o painel no modo de exibição normal no qual você digita as anotações que deseja incluir em um slide. Você imprime essas anotações como páginas de anotações ou as exibe ao salvar uma apresentação como página da Web. Painel de tarefas: uma janela dentro de um aplicativo do Office que fornece os comandos mais usados. Seu local e tamanho pequeno permitem que você use esses comandos enquanto ainda estiver trabalhando com seus arquivos. Publicar: salvar a cópia de um arquivo no formato HTML em um servidor Web. Quadro de comunicações: um recurso do Microsoft NetMeeting que abre uma janela separada na qual os participantes de uma reunião online podem digitar texto; desenhar formas; copiar, colar e excluir objetos; e realçar ou apontar para texto e elementos gráficos. Layout: a organização de elementos, como o texto de um título ou subtítulo, listas, imagens, tabelas, gráficos, AutoFormas e filmes, em um gráfico. Servidor Web: um computador que hospeda páginas da Web e responde a solicitações dos navegadores. Também conhecido como um servidor HTTP, um servidor Web armazena arquivos cujas URLs começam com http://. Slide mestre: o slide que armazena informações sobre o modelo de design aplicado, incluindo estilos de fonte, tamanhos e posições de espaço reservado, design do plano de fundo e esquemas de cores. Tempo real: o momento verdadeiro em que os eventos ocorrem. Quando documentos são compartilhados em tempo real, as alterações feitas neles ficam visíveis instantaneamente para todos que estejam compartilhando o documento. Transição: um efeito de um conjunto de efeitos de exibição de transição disponíveis em alguns aplicativos do Microsoft Office. As transições especificam como a exibição muda (como um dégradé para preto) à medida que o usuário se desloca de um item (como um slide ou página da Web) para outro. Unicode: um padrão de codificação de caractere desenvolvido pela Unicode Consortium. Usando mais de um byte para representar cada caractere, o Unicode permite que quase todos os idiomas escritos no mundo sejam representados usando um único conjunto de caracteres. WordArt: objetos de texto criados com efeitos predefinidos aos quais é possível aplicar opções de formatação adicionais.

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Conhecimentos Específicos

SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO Políticas De Segurança - Princípios básicos Uma política de segurança é um conjunto de regras e práticas que regulam como uma organização gerencia, protege e distribui suas informações e recursos. A implementação de uma política de segurança baseiase na aplicação de regras que limitam o acesso às informações e recursos de uma determinada organização, com base na comparação dos níveis de autorização relativo ao acesso dessas informações e recursos. Essa política define o que é, e o que não é permitido em termos de segurança, durante a operação e acesso de um sistema. Temos basicamente duas filosofias por trás de qualquer política de segurança: • Proibitiva – tudo que não é expressamente permitido é proibido; • Permissiva – tudo que não é expressamente proibido é permitido. Geralmente as instituições mais preocupadas com a segurança adotam a primeira abordagem. Uma política deve descrever exatamente quais operações são permitidas em um sistema. Qualquer operação que não esteja descrita de forma detalhada na política de segurança deve ser considerada ilegal ao sistema. Elementos de uma Política de Segurança Um sistema de computadores pode ser considerado como um conjunto de recursos que é disponibilizado para ser utilizado pelos usuários autorizados. A política de segurança deve contemplar cinco elementos: Disponibilidade – O sistema deve estar disponível para uso quando o usuário precisar. Dados críticos devem estar disponíveis de forma ininterrupta; Utilização – O sistema e os dados devem ser utilizados para as devidas finalidades; Integridade – O sistema e os dados devem estar completamente íntegros e em condições de serem utilizados; Autenticidade – O sistema dever ter condições de verificar a identidade do usuário, e este deve ter condições de verificar a identidade do sistema; Confidencialidade – Dados privados devem ser apresentados somente para os donos dos dados ou para o grupo de usuários para o qual o dono dos dados permitir. Orientações, Mecanismos e Técnicas A segurança em uma rede está relacionada à necessidade de proteção dos dados contra a leitura, modificação ou qualquer tipo de manipulação das informações e à utilização não autorizada dos computadores e seus periféricos. Algumas das principais ameaças e ataques as redes de computadores são: • Destruição de informação ou de outros recursos; • Modificação ou deturpação da informação; • Roubo, remoção ou extravio da informação ou de outros recursos; • Revelação de informações; • Interrupção de serviços.

Estes ataques podem ser ativos ou passivos. Os ataques ativos envolvem alterações de informações contidas no sistema. Ataques passivos são os que, quando realizados, não resultam em qualquer prejuízo da informação. Os principais ataques que podem ocorrer em uma rede de computadores, são os seguintes: • Personificação: uma pessoa ou sistema, faz-se passar por outra(o); • Replay: uma mensagem é interceptada e posteriormente transmitida; • Modificação: o conteúdo de uma mensagem é alterado, sem que o sistema possa identificar a alteração; • Ataques Internos: comportamento não autorizado por parte de usuários legítimos; • Armadilhas: modificação do processo de autenticação de usuários para desvendar a senha, em resposta a uma combinação de teclas específicas; • Cavalos de Tróia: um login modificado que ao iniciar a sua sessão, grava as senhas em um arquivo desprotegido. Os serviços de segurança em uma rede de computadores têm como função: • Confidencialidade: proteger os dados contra leitura por pessoas não autorizadas; • Integridade dos dados: evitar que pessoas não autorizadas modifiquem o contexto original de mensagens; • Autenticação: verificação da identidade do originador de cada mensagem, possibilitar o envio de documentos eletronicamente assinados e a permissão de acesso de usuários aos sistemas através de senhas. Uma política de segurança adequada às redes de computadores pode ser implementada com a utilização de vários mecanismos, cujos principais são: • Criptografia: possibilita o envio de informações sensíveis por meios de comunicação não confiáveis, ou seja, em meios onde não é possível garantir que um intruso não irá interceptar o fluxo de dados para leitura (passivo) ou para modificá-lo (ativo). Ela modifica o texto original da mensagem a ser transmitida, gerando um texto criptografado na origem, através de um processo de codificação definido pelo método de criptografia utilizado. O texto criptografado é então transmitido e, ao alcançar o destino, passa pelo processo inverso, retornando ao formato original. • Assinatura digital: oferece absoluta garantia ao usuário de que uma determinada mensagem provem de quem assina. É uma forma de autenticação usuário a usuário. Essa tecnologia também possibilita ao computador saber se uma mensagem foi alterada, total ou parcialmente, quando em trânsito. • Autenticação: identificação de usuários utilizando a sintaxe de nomes hierárquicos do padrão X.500. Essa autenticação é bidirecional, ou seja, o servidor autentica a identidade do usuário e o usuário autentica a identidade do servidor. É utilizada todas as vezes que um usuário e um servidor, ou mais, estão se comunicando. • Controle de acesso: os mecanismos de controle de acesso são utilizados para garantir que o acesso a um recurso seja limitado aos usuários devidamente autorizados. • Integridade dos dados: os mecanismos de controle de integridade atuam em dois níveis. O controle da integrida-

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Conhecimentos Específicos de de dados isolados e controle da integridade de uma conexão, isto é, das unidades de dados e da seqüência de unidades de dados transmitidas no contexto da conexão. • Enchimento de tráfego: a geração de tráfego espúrio e o enchimento das unidades de transmissão de dados (pacotes), fazendo com que elas apresentem um comprimento constante, são formas de fornecer proteção contra a análise do tráfego (sniffer). • Controle de roteamento: a possibilidade de controlar o roteamento, especificando percursos preferenciais para a transferência de dados. Pode ser utilizado para garantir que os dados sejam transmitidos em rotas fisicamente seguras ou para garantir que a informação sensível seja transportada utilizando canais de comunicação que forneçam os níveis apropriados de proteção. • Segurança física e de pessoal: a segurança de qualquer sistema depende, em última instância, da segurança física dos seus recursos e do grau de confiabilidade do pessoal que o opera. • Hardware e Software de Segurança: algumas das entidades que fazem parte de um sistema devem fornecer garantias de que funcionam corretamente para que se possa confiar nos mecanismos de segurança que implementam a política de segurança do mesmo. • Detecção e informe de eventos: a detecção de eventos relevantes no contexto da segurança inclui a detecção de violações aparentes à segurança e deve incluir, adicionalmente, a detecção de eventos “normais”, tais como um acesso bem sucedido ao sistema (login). • Registro de eventos: o registro de eventos que podem significar ameaças à segurança de um sistema constitui-se em um importante mecanismo de proteção, pois possibilita a detecção e investigação de possíveis violações, além de tornar possível a realização de auditorias.

falhas de segurança nos sistemas da rede; • Remoção de todos os utilitários que não sejam necessários numa máquina. Arquivos de log: • Rodar programas que verifiquem toda atividade dos usuários na rede; • Verificar regularmente os arquivos de auditoria gerados pelo software. Segurança dos roteadores: • Trocar ou cadastrar uma senha no roteador antes de conectado definitivamente à Internet, seguindo as mesmas regras para senhas de usuário; • Desabilitar, se possível, o acesso remoto ao login do roteador; • Desabilitar todos os protocolos desnecessários. Para implementar a política de segurança, será necessária a aplicação de algumas estratégias de segurança. As mais comuns são: Least privilege: dar a usuários, administradores e programas somente os privilégios necessários para que suas tarefas sejam realizadas. Defense-in-depht: nunca confiar somente em um único mecanismo para realizar a segurança. Choke point: uma estratégia choke implica que toda a comunicação entre a rede interna e a Internet passe por um canal, geralmente um sistema firewall. Neste canal devem estar presentes componentes de segurança e monitorização a fim de torná-lo seguro. Weakest link: deve-se eliminar todos os pontos fracos do sistema.

Planejando a Segurança A definição de uma política de segurança é o primeiro passo para que se possa escolher e implementar quais os mecanismos de proteção que serão utilizados na rede. É necessário inicialmente que as seguintes questões, sejam profundamente consideradas: o que se está querendo proteger? quais são suas prioridades para a segurança? o que é preciso para proteger? qual a probabilidade de um ataque? qual será o prejuízo se o ataque for bem sucedido? especificar normas para emergências e educar os usuários. É também necessário que os seguintes itens sejam considerados: Usuários e senhas: • Cada usuário deve ter uma conta individual; • Confirmar que cada usuário possua senha; • Educar os usuários a utilizar senhas seguras; • Utilizar programas que tentam achar senhas frágeis; • Nunca transmitir senhas por telefone ou correio eletrônico. Dados: • Fazer cópias de segurança regularmente; • Certificar-se de que as cópias poderão ser recuperadas numa emergência; • Usar programas de verificação de integridade de programas e arquivos; • Certificar-se de que os sistemas de arquivos tenham as permissões corretas; • Considerar a utilização de programas que identificam

Fail-safe: caso um componente falhe, ele deve parar de funcionar de modo a não permitir o acesso de invasores. Uma vez definida uma política e uma estratégia de segurança, é necessário avaliar a utilização de firewalls, autenticação e criptografia, as três técnicas principais empregadas na segurança de redes. Firewall É um equipamento com duas ou mais interfaces de rede, que roteia apenas pacotes que obedecem a regras predefinidas em função de origem, destino, serviço (porta). O Firewall deve ser o único caminho entre duas sub-redes unidas por ele.Deve-se cortar qualquer outro caminho entre essas sub-redes. Segurança é um dos pontos mais críticos na Internet, mas, na maioria dos casos, a discussão se resume a problemas de violação de correspondência e dificuldades para se proteger a transmissão de números de cartão de crédito. À medida que a maior parte das organizações conecta suas redes privadas à grande rede, a questão fundamental passa a ser como impedir que usuários não autorizados ganhem acesso livre a dados sensíveis. O principal meio de proteger as redes privadas são os chamados firewalls. Um firewall é simplesmente uma barreira entre duas redes, na maioria dos casos uma rede interna, denominada rede confiável ou trusted, e uma rede externa não confiável ou untrusted. Firewalls examinam o tráfego nos dois sentidos e bloqueiam ou permitem a passagem de dados de acordo com um conjunto de regras definido pelo admi-

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Conhecimentos Específicos nistrador. São usualmente constituídos de um conjunto de hardware e software e são muito utilizados para aumentar a segurança de redes privadas conectadas à Internet. Pode-se utilizar também firewalls internos à rede para proteção adicional de dados de alta confidencialidade que pertençam aos altos níveis de tomada de decisões da empresa, tais como os gabinetes executivos, departamento de recursos humanos, departamento financeiro etc. Um firewall é um sistema ou um grupo de sistemas que garante uma política de controle de acesso entre duas redes (normalmente a Internet e uma rede local). Em princípio, firewalls podem ser vistos como um par de mecanismos: um que existe para bloquear o tráfego e outro que existe para permitir o tráfego. Alguns firewalls dão maior ênfase ao bloqueio de tráfego, enquanto outros enfatizam a permissão do mesmo. O importante é configurar o firewall de acordo com a política de segurança da organização que o utiliza, estabelecendo o tipo de acesso que deve ser permitido ou negado. Com relação aos dados, existem três características principais que precisam ser protegidas: • Segredo (privacidade); • Integridade; • Disponibilidade. Mesmo que o intruso não danifique os dados, a simples utilização dos computadores e suas informações pode ter conseqüências danosas. Os recursos representam um substancial investimento da organização e as informações neles contidas, algo demasiado precioso para ser deixado à mercê de invasores. Tarefas cabíveis a um firewall: • Ele é um checkpoint, ou seja, ele é um foco para as decisões referentes à segurança, é o ponto de conexão com o mundo externo, tudo o que chega à rede interna passa por ele; • Pode aplicar a política de segurança definida pela organização; • Pode registrar eficientemente as atividades na Internet; • Limita a exposição da organização ao mundo externo. Tarefas que um firewall não pode realizar (pelo menos atualmente): • Não pode proteger a organização contra usuários internos mal intencionados, com exceção das redes onde se configurem firewalls internos; • Não pode proteger a organização de conexões que não passam por ele; • Não pode proteger contra ameaças completamente novas tais como infecção de vírus. Existem firewalls que operam na camada de rede (analisando pacotes IP), e outros que operam na camada de aplicação (analisando os dados dentro dos pacotes IP). Como seria de se esperar, quanto mais diligente e rigoroso for o firewall, mais difícil será o ataque ter sucesso e mais fácil será investigá-lo posteriormente. Criptografia Criptografia é simplesmente o processo de aplicar uma fórmula, denominada algoritmo de criptografia, para traduzir um texto normal para uma linguagem cifrada incompreensível. Essa mensagem cifrada é então enviada na rede pública e depois traduzida de volta para o texto normal ao ser recebida. O fator essencial para a criptografia é um valor numérico chamado chave, o qual se torna parte do algoritmo de criptografia, iniciando o processo de codificação.

Existem dois tipos principais de algoritmos de criptografia: o simétrico ou de chave privada e o assimétrico ou de chave pública. Com um algoritmo simétrico ou de chave privada, a mesma chave é utilizada para a codificação e decodificação. Essa tecnologia requer bem menos capacidade de processamento do que a de criptografia com chave assimétrica. Por outro lado, implica na necessidade de uma chave separada para cada par de usuários trocando informação e também requer o estabelecimento e a distribuição de chaves secretas, o que representa uma carga administrativa significativa. Criptografia assimétrica utiliza duas chaves separadas. Cada participante numa transação criptografada possui uma chave privada, conhecida somente por aquela pessoa e uma chave pública que pode ser vista por todos. A mesma chave não pode ser usada para codificação e decodificação. Uma mensagem é cifrada com a chave pública do receptor e só pode ser decodificada com a sua chave privada. A vantagem deste método é que há menos chaves para administrar. A desvantagem é de que ele requer muita capacidade de processamento, resultando em desempenho reduzido. Por isso a maioria das transações cifradas utiliza chaves simétricas para codificar e decodificar a informação que é enviada para o destinatário, juntamente com a chave privada, embutida no texto usando criptografia assimétrica. Esse método combinado de criptografia não só assegura a privacidade dos dados como também habilita um mecanismo de autenticação chamado Assinatura Digital. Autenticação/Assinatura Digital O princípio da assinatura digital é que qualquer valor criptografado utilizando a chave privativa do remetente autentica o remetente e qualquer valor decifrado utilizando a chave privada do recipiente autentica o recipiente. Chaves públicas geralmente são autenticadas com certificados digitais, que acompanham as transações e são assinados por uma autoridade certificadora. A autoridade certificadora, que oficialmente relaciona a chave pública com o usuário, pode existir internamente numa organização que utilize certificados digitais ou pode ser terceirizada para uma empresa de confiança de uma comunidade de usuários. A técnica de assinatura digital pode ser usada para autenticar documentação oficial em forma digital on-line, eliminando o uso de papel e diminuindo, desta maneira, o tempo de processamento das transações oficiais, além de minimizar a possibilidade de fraudes. Sniffers Sniffers são aplicativos que farejam uma rede à procura de pontos fracos que possam ser aproveitados por intrusos para penetrar com intenção maliciosa. Paradoxalmente, esses mesmos aplicativos podem ser utilizados também como ferramenta de proteção e segurança. Os sniffers são aplicativos que simulam determinadas funções normais de operação, podendo ser elas operacionais ou administrativas. Existem vários tipos de sniffers. O mais básico é o que penetra na rede e se instala numa posição estratégica para decifrar senhas. Outro tipo se aloja em serviços de rede e mascara a sua própria presença permitindo assim a sua permanência por tempo indefinido com intenção de modificar aplicativos para destruir ou furtar dados. Outros ainda provocam a interrupção de certos serviços básicos, forçando a interven-

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Conhecimentos Específicos ção dos administradores cujas contas e passwords são então decifradas e armazenadas para futuras intrusões com direitos de modificar o sistema, bloquear serviços, mudar níveis de acesso, eliminar usuários etc. Os administradores da rede devem utilizar, sistematicamente, os mais variados tipos de sniffers para procurar detectar as brechas e pontos fracos na segurança da rede, da mesma maneira que fazem os intrusos. A detecção dessas falhas na segurança permitem a implementação de um ambiente seguro com alto grau de proteção contra os perigos mais comuns existentes nas redes de computadores. A prevenção de invasões é a melhor tática para a manutenção de uma rede segura. Isso só pode ser obtido através de um ambiente conhecido e controlado. A instalação das ferramentas de segurança deve ser implantada num sistema não comprometido. Instalar uma ferramenta de segurança em um sistema que acabou de ser invadido, sem que se tenha um conhecimento preciso do estado do sistema, pode ter conseqüências catastróficas além de destruir todos os vestígios que possam ter sido deixados pelo invasor. Dispositivos e políticas que consigam captar o momento exato de uma invasão, são extremamente úteis para que o administrador da rede possa tomar as medidas necessárias de forma eficiente em um momento crucial. Um reconhecimento tardio de uma invasão, pode tornar a situação fora de controle e comprometer inúmeros outros sites e sistemas de forma irremediável, e que não pode ser rastreada. Proteção Anti-Vírus Os vírus de computadores são a forma mais comum de ataque a sistemas. Eles penetram nos computadores pessoais e servidores na forma de programas executáveis modificados ou macros que se atrelam a documentos. Uma vez dentro desses sistemas eles iniciam a sua missão de disseminação e destruição. Da mesma maneira que os vírus biológicos eles são transmissíveis por contato e uma vez dentro dos sistemas eles se disseminam com grande velocidade utilizando-se de técnicas astuciosas. Um dos meios mais comuns de introdução de vírus em um sistema é através de mensagens enviadas por correio eletrônico. Outra maneira também bastante comum é através de trocas de arquivos em disquetes ou por instalação de programas “pirateados” nos computadores pessoais. Um programa de proteção anti-vírus deve ser implementado. Essa proteção existe na forma de aplicativos anti-vírus que devem ser instalados em todos os servidores e clientes da rede. Arquivos de definição devem ser periodicamente atualizados e distribuídos para todos os nódulos uma vez que novos vírus são introduzidos quase que diariamente. Essa atividade deve ser administrada por uma entidade central que se encarregue da escolha, distribuição e manutenção desses aplicativos e de seus arquivos atualizados de definição. Essa entidade deve também ser a coordenadora da instalação, distribuição e manutenção de todos os aplicativos da rede. Deve também estabelecer procedimentos rígidos para a existência de aplicativos nos computadores pessoais conectados à rede, minimizando a possibilidade de contaminação. No entanto, um mecanismo de proteção de vírus bem implementado deve detectar as infecções no momento em que elas ocorrem, isolando e inoculando imediatamente o sistema infectado.

Segurança IPSec IPSec não é o mecanismo de encriptação ou autenticação, mas sim o que vem gerenciar estes. Em poucas palavras, é um framework (um conjunto de diversas ferramentas, compondo um sistema) de padrões abertos que visa a garantir uma comunicação segura em redes IP. A segurança IPSec é a direção de longo prazo para redes seguras. Ela fornece uma linha de defesa fundamental contra ataques de rede privada e da Internet, equilibrando segurança com facilidade de uso. A segurança IPSec tem dois objetivos: 1. Proteger o conteúdo dos pacotes IP. 2. Assegurar a defesa contra ataques de rede através da filtragem de pacotes e da aplicação de comunicações confiáveis. Ambos os objetivos são atendidos através do uso de serviços de proteção baseados em criptografia, de protocolos de segurança e do gerenciamento dinâmico de chaves. Essa base fornece a segurança e flexibilidade para proteger comunicações entre computadores de redes privadas, domínios, sites, sites remotos, extranets e clientes dial-up. Ela pode ser usada até para bloquear o recebimento ou a transmissão de tipos de tráfego específicos. A segurança IPSec baseia-se em um modelo de segurança ponto a ponto, estabelecendo relações de confiança e a segurança entre um endereço IP de origem e um de destino. Não é estritamente necessário que o próprio endereço seja considerado uma identidade. É o sistema subjacente ao endereço IP que possui uma identidade a ser validada através de um processo de autenticação. Os únicos que devem ter conhecimento do tráfego protegido são os computadores do remetente e do destinatário. Cada computador controla a segurança em sua respectiva extremidade, pressupondo que o meio através do qual a comunicação ocorre não é seguro. Não é necessário que um computador que apenas encaminhe dados da origem para o destino ofereça suporte à segurança IPSec, a menos que a filtragem de pacotes do tipo firewall ou a conversão de endereços de rede esteja sendo feita entre os dois computadores. Esse modelo permite que a segurança IPSec seja implantada com êxito nas seguintes situações empresariais: • Rede local (LAN): cliente/servidor e ponto a ponto. • Rede de longa distância (WAN): roteador a roteador e gateway a gateway. • Acesso remoto: clientes dial-up e acesso à Internet a partir de redes privadas. Normalmente, ambos os lados necessitam da configuração de IPSec (denominada diretiva IPSec), para definir opções e configurações de segurança que permitirão que dois sistemas cheguem a um acordo sobre como proteger o tráfego entre si. A implementação da segurança IPSec pelo Microsoft Windows XP baseia-se em padrões de indústria desenvolvidos pelo grupo de trabalho sobre IPSec da Internet Engineering Task Force (IETF). Os serviços relacionados à segurança IPSec foram, em grande parte, desenvolvidos em conjunto pela Microsoft e pela Cisco Systems, Inc. Proxy Em linguagem simples, um Proxy não é mais que um intermediário que atua como cliente/servidor e que permite acesso a redes exteriores a nossa rede, com o intuito de criar uma porta de segurança entre a nossa Intranet e a Internet. Tipicamente, um Proxy está implementado de forma a permitir o acesso, de dentro de uma Intranet protegida por um Firewall às redes exteriores à mesma, ou seja, à Internet.

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Conhecimentos Específicos Na maioria das situações este Proxy executa serviços de Gateway. Normalmente, dois computadores estabelecem uma conexão TCP/IP do tipo cliente/servidor. Com o crescimento exponencial da utilização da Internet, o tráfego WWW nacional e internacional também cresceu exponencialmente, levando ao aparecimento de milhões de máquinas com endereços IP. A criação de Routers com tabelas estáticas e/ou dinâmicas de encaminhamento veio ajudar o tráfego na Internet torna-se mais fluido. Mas não bastava era necessário criar máquinas que suportassem serviços e protocolos que os clientes e servidores não pudessem ou não tivessem implementado (o caso do serviço de DNS), de forma que o primeiro encaminhamento de uma ligação se tornasse o mais rápido possível. Deram o nome de servidor Proxy a essa máquina, sendo um dos seus serviços o encaminhamento de uma ligação para o Router mais próximo do destinatário. Podemos então dizer que, o objetivo funcional de um servidor Proxy é estabelecer sessões para troca de dados entre clientes e servidores que não têm ou não podem estabelecer uma ligação IP diretamente entre eles. No nível da segurança um servidor Proxy imple-menta o controle de acesso que tipicamente o software de cliente ou servidor não suportam ou não têm implementado.

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Conhecimentos Específicos

CONCEITOS DE ORGANIZAÇÃO DE ARQUIVOS E MÉTODOS DE ACESSO Conceito de Arquivos e Registros Todo processamento em um computador consiste na manipulação de dados segundo um conjunto de instruções que, globalmente, chamamos de programas. Para que seja possível individualizar grupos diferentes de informações (o conjunto de dados de um programa constitui um grupo diferente do conjunto de dados de outro programa, por exemplo), os sistemas operacionais (programas que controlam o armazenamento e recuperação dessas informações para entrada, saída ou guarda em memória secundária) estruturam esses grupos de dados sob uma forma denominada arquivo.

necessárias sobre cada um; as fichas são armazenadas em pequenas caixas metálicas, chamadas arquivos portáteis. No exemplo descrito, o armário de aço e a caixa metálica constituem arquivos, com função semelhante aos arquivos de dados em sistemas de computação eletrônicos; cada pasta ou ficha constitui um registro, respectivamente, do funcionário ou do material de estoque. As informações de um funcionário são especificadas em campos separados (nome é um campo, endereço é outro campo, e assim por diante).

Um arquivo de informações (ou dados) é um conjunto formado por dados (ou informações) de um mesmo tipo ou para uma mesma aplicação. Por exemplo, podemos ter um arquivo de alunos de uma turma (com informações sobre cada aluno individualmente), ou um arquivo contendo as instruções de um programa.

A estrutura de armazenamento e recuperação de informações na memória secundária de um sistema de computação é concebida segundo o conceito de arquivos e registros. Isso porque. na memória secundária, o sistema operacional pode guardar informações em grupos para obter maior eficiência na transferência com a memória principal.

Cada arquivo é constituído por itens individuais de informação (cada aluno, no nosso exemplo), chamados registros.

O processo é diferente da estrutura da memória principal, onde a preocupação é com itens individuais de informação (uma instrução, um número, uma letra etc.).

Assim, um arquivo de uma turma de 60 alunos possui um total de 60 registros; um arquivo com informações sobre mil empregados de uma organização possui mil registros, e assim por diante. Um programa é também um arquivo (embora constituído de um único registro, visto que as instruções não são consideradas como registros individuais). Para entendermos melhor o conceito de armazenamento e recuperação de informações sob a forma de arquivos, podemos fazer analogia com um sistema semelhante, porém manual. Suponhamos a existência de urna empresa com 500 empregados, que mani-pula um estoque de material de consumo com cerca de 10 mil itens e que, por incrível que possa parecer, ainda não possua um sistema de computação eletrônico. Na gerência de pessoal, as informações sobre os funcionários da empresa estão organizadas da seguinte forma: • as informações sobre cada funcionário são colocadas em um formulário apropriado, estruturado com campos separados para cada um dos itens de informação, tais como: número de matrícula, nome, endereço, departamento, salário; • o formulário é guardado (“armazenado”) em uma pasta (urna para cada funcionário), identificada externamente pelo número de matrícula do funcionário; • as 500 pastas são guardadas em um armário de aço com gavetas (arquivo), sendo organizadas em ordem crescente de número de matrícula (é a chave de acesso à pasta desejada). Já a gerência de material possui controle dos itens do estoque de material de forma semelhante: há uma ficha para cada item de estoque, contendo as informações

Sobre objetos vinculados e incorporados Você pode usar um objeto vinculado ou um objeto incorporado para adicionar a outro arquivo todo ou parte de um arquivo criado em um programa do Office ou em qualquer programa que dê suporte para objetos vinculados e incorporados. Você pode criar um novo objeto incorporado ou criar um objeto vinculado ou incorporado a partir de um arquivo existente. Se o arquivo que você deseja usar tiver sido criado em um programa que não dê suporte para objetos vinculados e incorporados, você ainda poderá copiar e colar as informações do arquivo para compartilhá-las entre programas. As principais diferenças entre objetos vinculados e objetos incorporados consistem no local em que os dados são armazenados e na maneira como são atualizados após serem colocados no arquivo de destino. Objetos vinculados Com um objeto vinculado, as informações são atualizadas apenas se você modificar o arquivo de origem. Os dados vinculados são armazenados no arquivo de origem. O arquivo de destino armazena apenas o local do arquivo de origem e exibe uma representação dos dados vinculados. Use objetos vinculados se o tamanho do arquivo for um fator importante. Objetos incorporados Com um objeto incorporado, as informações do arquivo de destino não serão alteradas se você modificar o arquivo de origem. Os objetos incorporados tornam-se parte do arquivo de destino e, uma vez inseridos, deixam de fazer parte do arquivo de origem. Clique duas vezes no objeto incorporado para abri-lo no programa de origem.

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Conhecimentos Específicos Obtendo dados do Word sem iniciar o programa de origem. Por padrão, quando você insere informações de banco de dados ou as anexa como uma fonte de dados de mala direta, o Word usa DDE para ler o arquivo de dados. O DDE inicia automaticamente o programa de origem (como o Microsoft Excel) e, em seguida, abre o arquivo de dados. Se não desejar iniciar o programa de origem, você poderá usar ODBC ou um conversor de arquivos em vez de DDE para ler diretamente o arquivo de dados. Para isso, insira as informações de banco de dados ou anexe-as como uma fonte de dados de mala direta da maneira habitual. Na caixa de diálogo Abrir fonte de dados, marque a caixa de seleção Selec. método de import. antes de clicar em Abrir. Em seguida, sempre que você inserir informações de banco de dados ou anexá-las como uma fonte de dados de mala direta, o Word abrirá a caixa de diálogo Confirmar fonte de dados para que você possa clicar no driver de ODBC ou conversor de arquivos desejado.

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Exercícios

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Língua Portuguesa

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Matemática

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Conhecimentos Espcíficos

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ExercĂ­cios

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Exercícios

EXERCÍCIOS - LÍNGUA PORTUGUESA 01. a) b) c) d) e)

Concordância Verbal. incorreta: V. Exa. é generoso. Mais de um jornal comentou o jogo. Elaborou-se ótimos planos. Eu e minha família fomos ao mercado. Os Estados Unidos situam-se na América do Norte.

08. a) b) c) d) e)

Faço Faço Faço Faço Faço

02. Assinale a frase que apresenta erro de concordância verbal ou nominal. a) Somos nós quem mais colabora com essa campanha. b) Creio que ainda deverá ocorrer muitas demissões. c) Haverá sempre o mal e o bem na face da terra. d) Se continuar assim, ainda haverão de faltar gêneros de primeira necessidade. e) Como, num país tão rico, podem existir tantos pobres?

09. a) b) c) d) e)

No verão, vamos a casa de meus tios. No verão, vamos a Minas Gerais ou a Goiás. No verão, vamos a Fortaleza e a Manaus. No verão, vamos a terra. No verão, vamos para a Bolívia e para a Venezuela.

03. Há erro de concordância em: a) A turma ficou meio triste com a despedida da professora. b) Nesta casa, há exemplos bastantes de bons profissionais. c) Faz-se necessária a compreensão de todos vocês. d) Dada a intensidade da chuva, o arroio transbordou. e) Estou enviando, anexa, a esta carta, seu cartão de cliente preferencial.

10. a) b) c) d) e)

alusão alusão alusão alusão alusão

a a a a a

meu pai. várias cidades. primeira aluna da turma. alguma aluna. essa cidade aí.

Saiu a andar a pé. Levam as moças a uma fuga. Ficou a discorrer a respeito dos estudos. A professora não chegou a tempo. Só as primeiras horas da noite pôde assistir a cerimônia.

11. a) b) c) d) e)

Ele doou a sua coleção a mim. Perdoamos a quem faltou. Ele escreveu uma carta a V. Sª. Leve-o aquele salão e não a este. Ela aspirava a uma carreira rendosa.

04. A opção com erro de crase está na letra: a) Partimos às pressas chamando alguém. b) Afinal chegamos à terra dos nossos ancestrais. c) O navio mercante voltou meio avariado à cata de um estaleiro. d) À distância de cem metros, o líder assistia a tudo. e) Essa é a situação à que nos referimos.

12. a) b) c) d) e)

Entreguei os convites a essa senhora. Não me refiro a tua casa, mas a de tua irmã. Estavam ali, frente a frente. Os marinheiros desceram a terra. Os filhos retornaram a casa

05. Assinale a frase em que a crase foi usada erradamente. a) O engarrafamento estendia-se às ruas vizinhas. b) Irei à festa de seu aniversário amanhã à noite. c) Pediu desculpas à Vossa Excelência. d) Fiquem à vontade, meus amigos. e) Fazes referências às pessoas altruísticas?

13. Assinale a única frase onde não se emprega o acento da crase: a) Uns vendem a prazo, outros a vista. b) Ele sempre viveu a custa do pai. c) Ele está aqui desde as sete horas. d) Ela só sairá as nove horas. e) As vezes, ele sai a uma hora da tarde.

Em cada questão a seguir, assinale a única frase onde se emprega o acento da crase:

14. Em: “O motim começou com uma palavrinha à-toa.” A palavra sublinhada é: a) advérbio. b) adjetivo. c) locução conjuntiva. d) locução prepositiva. e) locução adverbial.

06. a) b) c) d) e) 07. a) b) c) d) e)

Refiro-me a alunas estudiosas. Refiro-me a esta aluna aqui. Refiro-me a todas as alunas. Refiro-me a uma aluna em especial. Refiro-me aquela aluna.

Dirigi Dirigi Dirigi Dirigi Dirigi

a palavra a você. a palavra a Vossa Majestade. a palavra a Senhora. a palavra a minhas tias. a palavra a quem reclamava.

15. “Discursou de improviso.” - o termo destacado é locução: a) adverbial. b) conjuntiva. c) expletiva. d) adjetiva. e) prepositiva.

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Exercícios 16. “O mal que me fizeste não se repara com pouco sacrifício, porém é menos grave que o teu desprezo e menor que o meu ódio.” As palavras destacadas no trecho acima (mal, que, pouco, menos, menor) classificam-se, pela ordem, como: a) substantivo, pronome relativo, pronome indefinido, advérbio de intensidade, adjetivo. b) substantivo, conjunção integrante, advérbio de intensidade, advérbio de modo, adjetivo. c) advérbio de modo, conjunção integrante, pronome indefinido, advérbio de modo, adjetivo. d) substantivo, pronome relativo, advérbio de intensidade, adjetivo, advérbio de modo. e) adjetivo, pronome relativo, advérbio de intensidade, adjetivo, advérbio de modo.

b) c) d) e)

17. Assinale a frase incorreta quanto ao emprego de pronomes: a) O aluno cujo pai viajou foi reprovado naquele concurso. b) Os próprios contribuintes reconhecem que não apresentaram suas declarações em tempo hábil. c) Ele sempre trazia consigo a foto do filho desaparecido. d) Eu ti amo, meu amor. Quero tua felicidade. e) As duas equipes lutaram muito e o jogo foi equilibrado; ganhou a que teve mais sorte.

a) b) c)

18. Às .......... saem os .......... que orientam os .......... sobre o assunto. a) terça-feiras, jornalzinhos, cidadões. b) terças-feiras, jornalsinhos, cidadãos. c) terça-feiras, jornaisinhos, cidadãos. d) terças-feiras, jornaizinhos, cidadões. e) terças-feiras, jornaizinhos, cidadãos.

26. Na resposta de um médico a seu paciente, há erro de emprego verbal. Assinale-o. a) Convém que você o tome. b) Se você tomar o remédio, sarará mais rapidamente. c) É preciso que você tome o remédio. d) Tome o remédio por mais uma semana. e) É bom que você toma o remédio.

19. a) b) c) d) e)

Os esportistas .......... vestiam blusões ........... campo-grandenses, verdes-escuros. campos-grandenses, verdes-escuro. campos-grandense, verde-escuros. campo-grandenses, verde-escuros. campos-grandense, verdes-escuros.

20.

Assinale a alternativa em que a flexão das palavras está correta. Conheço países auto-suficiente. Fui às cerimônias cívico-religiosas. As má-línguas existem. Encontrei os capitões-mores.

27. Escolha a alternativa que preencha corretamente as lacunas da frase abaixo. O policial .......... entre os litigantes, razão pela qual .......... promoção e .......... que teria uma bela carreira. a) interviu, obteu, previu. b) interviu, obteve, preveu. c) interveio, obteu, preveu. d) interveio, obteve, previu. e) interviu, obteve, previu.

a) b) c) d)

21. Só há substantivos femininos na opção: a) omoplata, cal, alface, ordenança, apendicite. b) grama (medida), ordenança, cal, sentinela, telefonema. c) dó, cal, alface, moral (ânimo), lança-perfume. d) faringe, ordenança, champanha, aguardente, cal. e) champanha, aguardente, dinamite, dó, guaraná. 22. Na frase Guardava ainda as mais antigas recordações da minha infância, o adjetivo está no grau: a) comparativo de superioridade.

superlativo superlativo superlativo superlativo

relativo de inferioridade. absoluto analítico. relativo de superioridade. absoluto sintético.

23. Assinale a opção que completa corretamente as lacunas da frase abaixo: Educação e trabalho são fatores indispensáveis ao desenvolvimento de um país; tanto ........... como .......... são alicerces que não podem faltar na construção de uma grande nação. a) este, aquela. d) esta, esse. b) essa, aquele. e) esse, esta. c) aquele, esta. 24.

Este é encargo para .......... assumir sozinho, sem que se repartam as responsabilidades entre ........... mim, eu e tu. d) eu, eu e ti. mim, mim e tu. e) eu, mim e ti. mim, mim e ti.

25. Quando .......... a eles o que os outros .........., entenderão por que .........., ontem, no debate. a) dissermos, supuseram, intervimos. b) dissermos, suporam, interviemos. c) dissermos, supuseram, interviemos. d) dizermos, supuseram, interviemos. e) dizermos, suporam, intevimos.

28. Assinale a alternativa que apresenta incorreção na forma verbal. a) Observa-se que muitos boatos provêm de algumas pessoas insensatas. b) Se você quiser reaver os objetos roubados, tome as providências com urgência. c) Prevendo novos aumentos de preços, muitos consumidores proveram suas casas. d) O Ministro da Fazenda previu as despesas com o funcionalismo público, em 1989. e) No jogo de domingo, quando o juiz interviu numa cobrança de falta, foi inábil. 29. Assinale a alternativa que completa corretamente os espaços em branco da sentença:

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Exercícios

a) b) c) d) e)

Se o prefeito .......... e a superintendência .........., talvez a prefeitura .......... esses computadores. requisesse, intervisse, reavesse. requeresse, interviesse, reouvesse. requeresse, intervisse, reouvesse. requeresse, interviesse, reavesse. requisesse, intervisse, reouvesse.

30. Quando .......... de Salvador e .......... Paulo, .......... que quero falar-lhe. a) vieres, vires, diga-lhe. b) vires, veres, diga-lhe. c) vieres, vires, dize-lhe. d) vires, vires, dize-lhe. 31. Nas frases abaixo, escreva 1 para as formas verbais corretas e 2 para as incorretas. ( ) Nós vimos ontem do pantanal. ( ) Vós rides de mim sem motivo. ( ) Mesmo assim tu me respondestes. ( ) Sempre requeiro os meus direitos. ( ) Esteje pronto às vinte e duas horas. A seqüência correta dos números nos parênteses é: a) 2, 2, 2, 1, 1. d) 1, 2, 2, 1, 2. b) 1, 2, 1, 2, 1. e) 2, 1, 1, 2, 1. c) 2, 1, 2, 1, 2. 32. Se eu .......... de tempo quando .......... o contrato, reformularei as cláusulas que não nos ........... a) dispuser, revirmos, convierem. b) dispuser, revermos, convierem. c) dispor, revermos, convirem. d) dispuser, revermos, convirem. e) dispor, revirmos, convierem. 33. Transpondo para a voz passiva a frase A comissão deverá apurar as irregularidades, obtém-se a forma verbal: a) serão apuradas. b) deverão ser apuradas. c) irá apurar. d) irão ser apuradas. 34. (Cesgranrio) Quais os períodos corretos? I. Alguns cidadãos ajudaram o governo a dissolver os males daquela cidade. II. Enquanto a gurizada soltava balãozinhos, os anciãos admiravam as nuvenzinhas. III. Os cirurgiões tiveram que seccionar os tórax dos animaizinhos. IV. Através de fósseis, encontrados em regiões ocidentais, pesquisas arqueológicas confirmaram a existência, no passado, de grandes reptis. a) Todos d) I, III e IV b) I, II e IV e) Nenhum c) I, II e III 35. Assinale a alternativa em que os três substantivos estão grafados corretamente no plural: a) galinhas-morta; guardas-freios; inspetor-gerais b) decretos-leis; diretor-gerentes; espíritos-santos c) cabeças-duras; puro-sangues; capitães-tenentes

d) e)

bens-amados; bichos-de-pé; pés-de-meias águas-de-cheiro; águas-furtadas; baixos-relevos

36. O termo cego(s) é um adjetivo em: a) Os cegos, habitantes de um mundo esquemático, sabem muito bem aonde ir... b) O cego de Ipanema representava naquele momento todas as alegorias da noite escura da alma. c) Todos os cálculos do cego se desfaziam na turbulência do álcool. d) Naquele instante era só um pobre cego. e) ... da Terra que é um globo cego girando no caos. 37. (Esaf) Observe os períodos abaixo: 1. Autor que escreveu o poema herói-cômico. 2. Os cabelos castanhos-escuros emolduravam-lhe o semblante juvenil. 3. Vestidos vermelhos e amarelo-laranja foram os mais vendidos na exposição. 4. As crianças surdo-mudas foram encaminhadas à clínica para tratamento. 5. Discutiu-se muito a respeito de ciências políticosociais na assembléia. 6. As sociedades lusos-brasileiras adquiriram novos livros de autores portugueses. Marque a opção que contém apenas períodos corretos. a) 3 – 5 – 6 d) 3 – 4 – 5 b) 1 – 3 – 5 e) 1 – 2 – 5 c) 2 – 4 – 6 38. Assinale a série de pronomes que completa adequadamente as lacunas do período: “Os desentendimentos existentes entre ___ e ___ advêm de uma insegurança que a vida estabeleceu para ___ traçar um caminho que vai de ___ a ___”. a) mim – ti – eu – mim – ti b) eu – tu – eu – mim – tu c) mim – ti – mim – mim – tu d) eu – ti – eu – mim – ti e) eu – ti – mim – mim – tu 39. Assinale a alternativa que contenha um período com um caso de colocação pronominal semelhante ao da frase “Já se não destacavam vozes dissonantes”. a) A venda fechou-se mais cedo que de costume. b) À medida que lia as cartas, ia enchendo-se de ódio. c) Um traiçoeiro quebranto afrouxou-lhe a energia. d) Lia livrinhos com a convicção de que se instruía. e) Viam-nos como chefe, embora nos não obedecessem. 40. Assinale a alternativa em que ocorre colocação pronominal incorreta. a) Efetuem-se sucessivamente as reduções do estímulo fiscal em várias etapas. b) Aplica-se a presente instrução aos desembarques aduaneiros efetivados a partir de 1º de janeiro de 2000. c) Não mais justifica-se tanto atraso na apreciação dos processos.

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Exercícios d) e)

Tais verbas devem sujeitar-se ao imposto de renda. Concordar-se-ia com os projetos se fossem viáveis para a União.

41. Escolha a opção que complete corretamente as lacunas: Por não se ___ as cláusulas propostas, as partes ___ - se e ____ a rescisão do contrato. a) cumprirem – desaviram – requiseram b) cumprirem – desavieram – requereram c) cumprir – desavieram – requiseram d) cumprir – desavieram – requereram e) cumprir – desaviram – requiseram 42. Escolha a opção que complete corretamente as lacunas: Quando o senhor ____ nos debates, ___ ser moderado nas ___ expressões a) intervir – procure – suas b) intervier – procure – tuas c) intervier – procure – suas d) intervier – procura – suas e) intervierdes – procurai – vossas 43. Escolha a opção que complete corretamente as lacunas: Ele ___, com muita prudência, na esperança de que se ___ o tempo perdido. a) interviu – reavesse b) interveio – reavesse c) interviu – reouvesse d) interveio – reouvesse e) interviu – rehavesse 44. Assinale a alternativa em que as palavras formam o plural igual a altar-mor: a) chapéu-de-couro, peixe-boi b) ave-maria, sempre-viva c) banana-maçã, guarda-florestal d) guarda-marinha, alto-falante e) abaixo-assinado, salve-rainha 45. a) b) c) d) e)

Assinale a alternativa incorreta: Borboleta é um substantivo epiceno Omoplata é um substantivo masculino Rival é comum de dois gêneros Vítima é substantivo sobrecomum Usucapião é substantivo feminino

46. Numere a 2ª coluna de acordo com o significado das expressões da 1ª coluna e assinale a alternativa que contém os algarismos na seqüência correta. (1) óleo santo ( ) a moral (2) a relva ( ) a crisma (3) um sacramento ( ) o moral (4) a ética ( ) o crisma (5) a unidade de massa ( ) a grama (6) o ânimo ( ) o grama a) 6, 1, 4, 3, 5, 2 b) 6, 3, 4, 1, 2, 5 c) 4, 1, 6, 3, 5, 2 d) 6, 1, 4, 3, 2, 5 e) 4, 3, 6, 1, 2, 5

47. Indique o período que não contém um substantivo no grau diminutivo: a) Através da vitrina da loja, a pequena observava curiosamente os objetos decorativos expostos à venda, por preço bem baratinho. b) Todas as moléculas foram conservadas com as propriedades particulares, independentemente da atuação do cientista. c) O ar senhoril daquele homúnculo transformou-o no centro de atenções na tumultuada assembléia. d) De momento a momento, surgiram curiosas sombras e vultos apressados na silenciosa viela. e) Enquanto distraía as crianças, a professora tocava flautim, improvisando cantigas alegres e suaves. 48. O plural dos nomes compostos está correto em todas as alternativas, exceto: a) As cartas-bilhetes foram trazidas pelo pombo-correio. b) Os vaivéns no navio deixaram-no tonto e enjoado. c) A polícia queimou os papéis-moeda falsos. d) As couve-flores foram vendidas a preços exorbitantes. e) Os recém-nascidos receberam ajuda da comunidade religiosa. 49. O termo em destaque é um adjetivo desempenhando a função de um nome em: a) É uma palavra assustadora. b) Num joguinho aceita-se até cheque frio. c) O coitado está se queixando dela com toda a razão. d) Ele é meu braço direito, doutor. e) Entre ter um caso e um casinho, a diferença, às vezes, é a tragédia passional. 50. a) b) c) d) e)

Há exemplo de adjetivo substantivado em: “É de sonho e de pó”. “Minha mãe, solidão”. “O meu pai foi peão”. “Só queria mostrar”. “O destino de um só”.

51. Aponte a alternativa incorreta quanto à correspondência entre locução e o adjetivo: a) glacial (de gelo); ósseo (de osso) b) viperino (de vespa); ocular (de olho) c) fraternal (de irmão); argênteo (de prata) d) farináceo (de farinha); pétreo (de pedra) e) ebúrneo (de marfim); insípida (sem sabor) 52. Procure e assinale a única alternativa em que há erro no emprego do artigo: a) Nem todas as opiniões são valiosas. b) Disse-me que conhece todo o Brasil. c) Leu todos os dez romances do escritor. d) Andou por todo Portugal. e) Todas cinco, menos uma, estão corretas. 53. a) b) c) d) e)

Assinale a única alternativa onde não haja advérbio. Ele mora muito longe daqui. Estudei bastante para a prova de inglês. Ruth mora muito longe daqui. Você tem bastante tempo disponível. O livro custou caro.

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Exercícios 54. Assinale a alternativa correta: Os verbos que apresentam vários radicais na sua conjugação são chamados de: a) defectivos d) irregulares b) abundantes e) regulares c) anômalos 55. Assinale a alternativa incorreta quanto à flexão do verbo. a) Ele se precaveu contra suas ameaças. b) A polícia interviu na greve dos funcionários públicos. c) Ele requere tudo que lhe é de direito. d) Ela cria em tudo o que você creu. e) Meu tio reouve todos os seus bens. 56. Em qual das alternativas todos os verbos estão em tempos do pretérito? a) Concordei que assim era, mas aleguei que a velhice estava agora no domínio da compensação. b) Chamei-lhe a atenção porque teria observado de perto seu progresso. c) Lembra-me de o ver erguer-se assustado e tonto. d) Meu pai respondia a todos os presentes que eu seria o que Deus quisesse. e) Se advertimos constantemente esta moça, perderemos uma excelente profissional. 57. Assinale a alternativa em que o emprego do infinitivo está incorreto: a) Todos acreditam sermos os causadores da desordem. b) Os alunos parecem estarem insatisfeitos. c) Os alunos pareciam estar insatisfeitos. d) Cometerdes tamanha injustiça, tu não o farias. e) Não podeis fazerdes a prova com tanta pressa. 58. Assinale a alternativa onde haja um verbo intransitivo + adjunto adverbial: a) O aluno resolveu os exercícios às pressas. b) Esqueci-me do livro na biblioteca. c) Lembrei o fato com alegria. d) Os alunos estavam na sala de aula. e) As crianças permaneceram caladas. 59. Identifique o local do texto marcado com um asterisco (*) onde não se pode usar vírgula e marque a alternativa correspondente. A língua que utilizamos hoje * (A) como não podia deixar de ser numa nação que se quer culta e dinâmica * (B) reflete a civilização atual, rápida no enunciado, em virtude da própria rapidez vertiginosa do desenvolvimento material * (C) científico e técnico: processos acrossêmicos, reduções a iniciais de longos títulos * (D) interferências de vocabulários técnicos e científicos, intercomunicação de linguagens especiais, tudo vulgarizado imediatamente pelo jornal, pelo rádio, pela tevê. É uma língua em ebulição. E ainda bem, porque a petrificação lingüística * (E) é a morte letárgica do idioma. (Celso Cunha) a) A. d) E. b) D. e) C. c) B.

60. Indique o fragmento que apresenta erro de pontuação. a) A campanha presidencial de 1960, nos Estados Unidos, é apontada pela mudança do sistema de comunicação, como inovadora. b) Até então, a conquista do voto se dava no confronto direto entre o candidato e o eleitor. c) A década de 30 viu o aparecimento, na política, do rádio. d) Dez anos antes, apenas 11% das famílias tinham televisão; em 1960, o número se elevou para 88%. e) A revolução ocorreu, radical e devastadora, na campanha de 1968. (R. Faoro) 61. Marque o texto onde ocorra erro de pontuação. a) O traço todo da vida é para muitos um desenho da criança esquecido pelo homem, e ao qual este terá sempre de se cingir sem o saber. b) Os primeiros anos de vida foram portanto, os de minha formação institiva ou moral, definitiva. c) Passei esse período inicial, tão remoto e tão presente, em um engenho de Pernambuco, minha província natal. d) A população do pequeno domínio, inteiramente fechado a qualquer ingerência de fora, como todos os outros feudos da escravidão, compunha-se de escravos, distribuídos pelos compartimentos da senzala, o grande pombal negro ao lado da casa de morada, e de rendeiros, ligados ao proprietário pelo benefício da casa de barro que os agasalhava ou da pequena cultura que ele lhes consentia em suas terras. e) No centro do pequeno cantão de escravos levantava-se a resistência do senhor, olhando para os edifícios da moagem, e tendo por trás, em uma ondulação do terreno, a capela sob a invocação de São Mateus. (Joaquim Nabuco) 62. Aponte a alternativa pontuada corretamente. a) Como explicar que as estruturas lógicas se tornam necessárias, num dado nível? b) Como explicar, que as estruturas lógicas se tornam necessárias num dado nível? c) Como explicar, que as estruturas lógicas, se tornam necessárias num dado nível? d) Como explicar que as estruturas lógicas se tornam necessárias num dado nível? e) Como explicar, que as estruturas lógicas, se tornam necessárias, num dado nível? 63. Identifique no texto o local marcado com um asterisco (*) onde não se pode usar vírgula e marque a letra correspondente. O processo de desenvolvimento brasileiro no período de pós-guerra * (A) teve como seu elemento dinâmico o processo de substituições * (B) responsável pela industrialização e modernização do País. Quando * (C) a partir de 1961 * (D) foi-se paulatinamente esgotando a possibilidade de substituição maciça de importações * (E) a economia perdeu sua fonte de dinamismo e entrou numa fase de relativa estagnação. (Celso L. Martone)

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Exercícios a) b) c) d) e)

A. B. C. D. E.

64. Assinale a pontuação incorreta. a) O Recife é uma cidade onde é verão o ano inteiro. Chove muito em julho, mas sem deixar de haver dias claros e bonitos. b) Em novembro caem as “chuvas de caju”. Em janeiro, as “primeiras águas”, que às vezes vêm somente em fevereiro. c) Há duas estações: uma seca, que começa em setembro ou outubro, outra temporada que principia em março ou abril. d) Não há excessos nem mudanças bruscas. São raras as trovoadas, e estas em geral fracas. e) Não há furacões nem tempestades. Uma brisa constante refresca Recife. Os casos de insolação são raríssimos.

GABARITO 01. C 06. E 11. D 16. A 21. A 26. E ,31. C 36. E 41. B 46. E 51. B 56. A 61. B

02. B 07. C 12. B 17. D 22. D 27. D 31. A 37. B 42. C 47. A 52. A 57. E 62. D

03. E 08. C 13. C 18. E 23. A 28. E 33. B 38. A 43. D 48. D 53. D 58. D 63. A

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04. E 09. A 14. B 19. D 24. E 29. B 34. D 39. E 44. C 49. C 54. C 59. D 64. C

05. C 10. E 15. A 20. B 25. C 30. C 35. E 40. C 45. B 50. E 55. B 60. A

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Exercícios

EXERCÍCIOS - MATEMÁTICA 01. Em uma universidade são lidos dois jornais A e B; exatamente 80% dos alunos lêem o jornal A e 60% o jornal B. Sabendo-se que todo aluno é leitor de, pelo menos, um dos jornais, o percentual de alunos que lêem ambos é: a) 48% d) 80% b) 140% e) 40% c) 60%

08. Uma urna tem 100 cartões numerados de 101 a 200. A probabilidade de se sortear um cartão dessa urna e o número nele marcado ter os três algarismos distintos entre si é: a) 17/25 b) 71/100 c) 14/25 d) 73/100 e) 37/50

02. Numa sala de aula com 60 alunos, 11 jogam xadrez, 31 são homens ou jogam xadrez e 3 mulheres jogam xadrez. Conclui-se, portanto, que: a) 31 são mulheres b) 29 são homens c) 29 mulheres não jogam xadrez d) 23 homens não jogam xadrez e) 9 homens jogam xadrez

09. 1) 2) 3)

Considere as matrizes: A = (aij), 4 x 7, definida por aij = i – j B = (aij), 7 x 9, definida por bij = i C = (aij), C = AB.

a) b) c) d) e)

O elemento c63 é: -112 -18 -9 112 não existe

03. Sejam A e B dois conjuntos com respectivamente 19 e 92 elementos. Então: a) existem sobrejeções de A em B b) toda função de A em B é uma injeção c) não existem bijeções de A em B d) o conjunto imagem de qualquer função de A em B tem 19 elementos e) toda função de B em A é sobrejetora

04. A imagem da função real f definida por f(x) = a) b) c) d) e)

IR – {1} IR – {2} IR – {-1} IR – {-2} IR – {-3}

05. Se f(x) = -x2 + 2 x – 3, então o menor valor de a) b) c)

é:

3 9 27

d) e)

f(x)

é:

81 243

06. Há números em que, para cada um deles, o quadrado do logaritmo decimal é igual ao logaritmo decimal do seu respectivo quadrado. Logo, a soma dos valores reais dos números que satisfazem a igualdade é: a) 90 d) 101 b) 99 e) 201 c) 100 07. Uma sala da Cesgranrio tem 11 lâmpadas. De quantas formas pode-se encontrar, exatamente 3 lâmpadas acesas: a) 11! c) 10! b) 165 d) 3

10. Sejam A = (Aij) uma matriz real quadrada de ordem 2 e I2 a matriz identidade também de ordem 2. Se r1 e r2 são as raízes da equação det (A – rI2) = nr, onde n é um número inteiro positivo, podemos afirmar que: a) r1 + r2 = a11 + a22 b) r1 + r2 = - (a11 + a22) c) r1 + r2 = n(a11 + a22) d) r1 . r2 = det A e) r1 . r2 = n det A 11. Um pacote tem 48 balas: algumas de hortelã e as demais de laranja. Se a terça parte do dobro do número de balas de hortelã excede a metade do de laranjas em 4 unidades, então nesse pacote há: a) igual número de balas dos dois tipos. b) duas balas de hortelã a mais que de laranja. c) 20 balas de hortelã. d) 26 balas de laranja. e) duas balas de laranja a mais que de hortelã. 12. O produto das raízes da equação x² + 2x – 3 = 0 é a razão de uma PA de primeiro termo 7. O 100º termo dessa PA é: a) -200 d) -205 b) -304 e) -191 c) -290 13. Certa semana, uma equipe foi incumbida de fazer determinada tarefa. Na segunda-feira, foi executada a terça parte da tarefa e, a cada dia subseqüente, a metade da realizada no dia anterior. Nessas condições, é correto afirmar que, ao final da sexta-feira: a) foi concluída a tarefa. b)

da tarefa havia deixado de ser executada.

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Exercícios

c)

da tarefa havia deixado de ser executada.

a) b)

d)

da tarefa havia sido executada.

17. O gráfico abaixo é o da função f, dada por f(x) = a sen bx. Os números a e b são, respectivamente:

e)

880 m3 920 m3

c) d)

960 m3 1020 m3

da tarefa havia sido executada.

14.

a) b) c) d) e)

1e2 1 e –1 2 e –1 –1 e –2] –1 e 2

18. Para todo x pertencente a {0, 2π}, y = 1+ 3 FEN

a) b) c)

De um queijo formato de um cilindro circular reto, cujos raio e altura medem, respectivamente, 6 cm e 3 cm, foi cortada uma fatia, como mostra a figura. O volume sólido retante, em cm3, é: 50π d) 80π 60π e) 90π 70π

a) b) a)

varia de:

–3 a 3 –2 a 2 –1 a 2

d) e)

1a2 1a4

19. O gráfico abaixo representa as funções reais P(x) e Q(x). Então, no intervalo [- 4, 8], para todo x ∈ ℜ tal que

15. Um recipiente cilíndrico de 60 cm de altura e base com 20 cm de raio está sobre uma superfície plana horizontal e contém água até a altura de 40 cm, conforme indicado na figura.

a) b) c) d) Imergindo-se totalmente um bloco cúbico no recipiente, o nível da água sobre 25%. Considerando π igual a 3, a medida, em cm, da aresta do cubo colocado na água é igual a:

-2 < x < 4 -2 < x < -1 ou 5 < x < 8 -4 < x < -2 ou 2 < x < 4 -1 < x < 5

2 0 . Sendo x ≥ 4 , o c o n j u n t o i m a g e m d a f u n ç ã o a) b) c) d)

é dado por: y = { y ∈ IR / y ≥ 0} { y ∈ IR / 0 ≤ y ≤ 2} { y ∈ IR / y ≥ 2} { y ∈ IR / y ≥ 4}

16. A figura abaixo representa um galpão com as medidas indicadas.

GABARITO

O volume total desse galpão é:

01. E

02. C

03. C

04. C

05. B

06. D

07. B

08. C

09. E

10. D

11. A

12. C

13. B

14. E

15. A

16. A

17. E

18. E

19. C

20. C

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Exercícios

EXERCÍCIOS - CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS PROCESSOS ADMINISTRATIVOS

a) novas exigências impostas pelas relações trabalhistas.

01. A qualidade de uma organização é determinada em grande parte pela competência das pessoas que ela emprega. Assim sendo, diante das novas demandas por recursos humanos advindas da automação dos negócios, a gestão de pessoas deve

b) novas tecnologias de ensino a distância e de tecnologia da informação.

a) focar as rotinas de manutenção de um contrato de trabalho: recrutamento, seleção, remuneração, planos de cargos e salários, benefícios, entre outros. b) transformar as rotinas de pessoal na parte mais importante da relação contratual indivíduo-organização, para contribuir com o processo de confiança e credibilidade da empresa. c)

ser vista como a gestão de uma relação com pessoas com as quais não se mantém mera relação contratual, e sim, uma parceria, um processo contínuo de compartilhamento de responsabilidades.

d) ser a única responsável pela aquisição e manutenção dos recursos da força de trabalho, sendo preciso, para tanto, reforçar a visão da gestão fortemente baseada na divisão funcional e na concepção dos empregados como recursos.

c)

necessidade de um local em que todos os funcionários possam ser treinados.

d) emergência da organização hierárquica, enxuta e flexível. e) mudança fundamental no mercado da educação global. 04. Uma empresa que usa o modelo de reposição contínua na gestão de estoques tem um consumo médio de um item em estoque de 1.000 unidades por mês e mantém um estoque de segurança de 100 unidades. Supondo que o prazo de entrega, após a colocação do pedido, é de 10 dias úteis, que as compras são feitas em lotes de 5.000, e considerando 20 dias úteis por mês, qual é a quantidade do ponto de pedido?

e) atribuir ao gerente de cada equipe, como um líder autêntico, a missão de ajudar a construir a competência e a motivação de seu grupo, fazendo, com que o Departamento de Recursos Humanos perca a sua finalidade e a sua posição na organização. a) 50 02. O responsável pela seleção de cinco novos assistentes para a implementação de um processo escolhe,como mecanismo de seleção, a entrevista estruturada, partindo da premissa de que ela é mais confiável porque a) se limita a perguntas relevantes que funcionam como previsores eficazes de desempenho e melhoram a confiabilidade do processo de entrevistar. b) permite a identificação da capacidade do candidato de resolver problemas e é especialmente válida para determinar a inteligência, o nível de motivação e as habilidades do candidato. c)

permite verificar como o candidato reagirá sob pressão, a sua tendenciosidade diante de informações valiosas e os seus estereótipos.

d) permite que se criem perguntas à medida que a entrevista se desenvolve, gerando uma conversação amistosa que favorece o compartilhamento de ideias e atitudes com o candidato. e) dá uma oportunidade a maiores discernimentos quanto às diferenças entre os candidatos, permitindo que as informações negativas não recebam um peso indevidamente alto. 03. As empresas estão se transformando em organizações educadoras e desenvolvendo a educação corporativa em virtude de

b) 500 c)

600

d) 1.000 e) 5.000 05. Na gestão de estoques, o modelo de reposição periódica, também conhecido como modelo de estoque máximo, tem como característica a) obter um estoque de segurança menor que o modelo do lote padrão. b) ter um lote de compra padrão e igual ao Lote Econômico de Compra (LEC). c)

ter um lote de compra variável e definido quando o nível do item atinge o ponto de pedido.

d) manter constantes os intervalos de emissão dos pedidos de compra. e) definir o lote de compra com base em descontos por volume. 06. Todo bem patrimonial sofre desgaste com a sua utilização, sendo necessárias ações para que ele se mantenha operacional até o fim de sua vida útil. A vida econômica de um bem é o período de tempo em que o bem consegue exercer suas funções até o momento em que o

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Exercícios a) valor contábil é menor que a soma do custo operacional com o de manutenção.

d) custo operacional é menor que o custo residual.

09. Após o término do inventário físico dos itens em estoque, deve-se calcular um índice representativo da acurácia dos controles de movimentação de materiais da empresa. Considerando que foram inventariados 10.000 itens e encontrados 1.200 itens com divergências, o índice de acurácia desse estoque é de

e) Custo Anual Equivalente (CAE) é mínimo.

a) 12,0%

b) valor de revenda do bem menos o valor residual da depreciação é mínimo. c)

valor de revenda ultrapassa o valor depreciado.

b) 13,6% Considere as informações e a tabela a seguir para responder às questões de nos 07 e 08.

c)

A tabela apresenta o conjunto de itens em estoque de uma empresa que utiliza a classificação ABC. Os limites assumidos pela empresa são:

e) 94,0%

76,0%

d) 88,0%

10.

- maior ou igual a 70% - o item é considerado classe A; - entre 11% e 69 % - o item é considerado classe B; - menor ou igual a 10% - o item é considerado classe C.

Considerando o método de depreciação linear e as características do bem patrimonial apresentados na tabela acima, quais são a depreciação acumulada e o valor residual do bem patrimonial ao final do seu quarto ano de utilização?

07. Os itens classe A são a) 7 e 8. b) 3 e 6. c)

2, 3 e 6.

d) 3, 4 e 10. e) 1, 6, 7 e 8. 08. Qual das seguintes correlações entre o item e a sua classe é válida? a) 1, B. b) 3, C. c)

5, C.

d) 7, B. e) 9, B.

GABARITO 01. E

02. C

03. A

04. E

05. B

06. E

07. E

08. B

09. C

10. A

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Exercícios MATEMÁTICA FINANCEIRA 01. O lucro de uma empresa é dado por L (x) = 100 (10 –x) ( x – 2), onde x é a quantidade vendida. Podemos afirmar que: a)

o lucro é positivo qualquer que seja x;

b)

o lucro é positivo para x maior do que 10;

c)

o lucro é positivo para x entre 2 e 10;

d)

o lucro é máximo para x igual a 10;

e)

o lucro é máximo para x igual a 3.

02. O açougue “BOI RALADO” está fazendo uma promoção na venda da alcatra, um desconto de 10% é dado nos quilogramas que excederem a 3. Se o preço do quilograma de alcatra é R$4,00 e Cirlene gastou R$19,92 comprando alcatra, a quantidade adquirida por ela foi de: a)

a)

pelo valor inicial.

b)

com um desconto de 20% do valor inicial.

c)

com um desconto de 24% do valor inicial

d)

4% mais caro que o valor inicial.

e)

com um desconto de 4% do seu valor inicial.

06. Um título de valor inicial R$ 1.000,00, vencível em um ano com capitalização mensal a uma taxa de juros de 10% ao mês, deverá ser resgatada um mês antes do seu vencimento. Qual o desconto comercial simples à mesma taxa de 10% ao mês? a)

R$ 313,84

b)

R$ 285,31

c)

R$ 281,26

d)

R$ 259,37

e)

R$ 251,81

5kg 533g

b)

5kg 480g

c)

5kg 320g

d)

5kg 200g

e)

4kg 980g

07. Determinado título é descontado 6 meses antes de seu vencimento à taxa de desconto comercial simples de 6% ao mês. A taxa efetiva semestral correspondente a esta operação é de: a)

24%

03. Três professores de Degrau Cultural comparam um presente de aniversario para Rosângela Cardozo. Para tal, contribuíram com quantias inversamente proporcionais aos seus respectivos tempos de serviço na empresa: 2 anos, 5 aos e 8 anos. Se o presente custou R$ 66, um deles desembolsou:

b)

32%

c)

36%

d)

42,50%

e)

56,25%

a)

R$ 38

b)

R$ 24

c)

R$ 18

d)

R$ 10

e)

R$ 9,60

08. O salário mensal de um vendedor é constituído de uma parte fixa igual a R$2.300,00 e mais uma comissão de 3% sobre o total de vendas que exceder a R$10.000,00. Calcula-se em 10% o percentual de descontos diversos que incidem sobre o seu salário bruto. Em dois meses consecutivos, o vendedor recebeu líquido, respectivamente, R$4.500,00 e R$5.310,00. Com esses dados, pode-se afirmar que suas vendas no segundo mês foram superiores às do primeiro mês em:

04. De um capital de R$ 10.000,00 vão ser aplicados, a juro simples, à taxa de aplicação de 2% ao mês e outros à taxa de 1,5% ao mês. Para se obter o rendimento total de R$ 176,00 por mês, o restante do capital deve ser plicado à taxa mensal de:

a)

18%

b)

20%

a)

1,75%

c)

30%

b)

1,8%

d)

33%

c)

1,9%

e)

41%

d)

2%

e)

2,25%

05. Um comerciante ao atender um cliente sabia com antecedência que este iria pedir um desconto de 20% no preço da mercadoria. Como não era possível o desconto e para não deixar de atender ao cliente, o comerciante raciocinou da seguinte maneira: fornecerei o preço da mercadoria aumentado de 20% do seu valor, e em seguida, darei o desconto que o cliente deseja. Então, o comerciante vendeu a mercadoria:

09. Uma pessoa tomou um capital C emprestado a uma taxa mensal numericamente igual ao número de meses que levará para saldar o empréstimo. Tal pessoa aplica o capital C a uma taxa de 24% ao mês. Para que tenha um lucro máximo na operação, deverá fazer o empréstimo e a aplicação durante um número de meses igual a: a)

6

b)

12

c)

18

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Exercícios d)

24

e)

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INFORMÁTICA

10. Os capitais de R$ 5.000,00 e R$ 7.000,00 foram aplicados durante 6 meses a taxas diferentes, ao ano, cuja a soma é 8%. Se o rendimento total foi de R$ 230,00, as taxas valem, respectivamente: a)

01. O Word 2003 apresenta várias ferramentas que possibilitam formatação de caracteres e de parágrafos e correção ortográfica. Com relação a essas ferramentas, julgue os itens seguintes. I.

Para alterar a fonte do texto para, por exemplo, Arial ou Courier New, usa-se a caixa Estilo . Para isso, clica-se em e seleciona-se a fonte desejada.

II.

O comando permite mudar o tamanho da fonte de 100% para 120% de forma que tanto o caractere mostrado no vídeo como o ingresso é aumentado em 20% em relação ao tamanho padrão.

III.

O botão permite formatar os números e o texto selecionado como o negrito. Clicando-se novamente sobre o botão, formatação será removida.

IV.

O menu Formatar possui a opção Parágrafo, que permite definir o espaçamento vertical entre linhas de texto.

6% ao ano e 2% ao ano.

b)

5% ao ano e 3% ao ano.

c)

1% ao ano e 7% ao ano.

d)

7% ao ano e 1% ao ano.

e)

2% ao ano e 6% ao ano.

O botão também permite alterar a fonte de todo o documento ativo. A quantidade de itens corretas é igual a: a)

1.

b)

2.

c)

3.

d)

4.

e)

5.

02. Mané percebe, utilizando o Word 2003, que digitou a palavra “cacau”, que não era necessária em seu texto. Selecionou a palavra e pressionou a tecla que permitiu deletar a palavra. Em seguida digitou a palavra “chocolate”. Para que Mané possa ter o texto como estava antes de deletar a palavra “cacau” ele poderá usar os seguintes atalhos no teclado: a)

Ctrl Z e Ctrl R

b)

Ctrl R e Ctrl Z

c)

Ctrl Z e Ctrl Z

d)

Ctrl R e Ctrl R

e)

Ctrl Z e Ctrl C

03. No Word 2003 são opções disponíveis apenas no menu Ferramentas: a)

GABARITO 01. C

02. D

03. D

04. B

05. E

06. A

07. E

08. C

09. B

10. B

Ortografia e Gramática, Quebra e Configurar Página.

b)

Régua, Colar, Classificar.

c)

Abrir, Localizar, Dividir.

d)

Idioma, Mala Direta, Macro.

e)

Autocorreção, Parágrafo, Limpar.

04. Enquanto relê um documento preparado no Word 2003, João seleciona todo o texto para alterar o tipo de fonte utilizado.

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Exercícios No entanto, deleta toda a seleção acidentalmente. Para não perder todo o texto, ele pode: a)

formatar o texto.

b)

inserir arquivo.

c)

defazer a ação.

d)

refazer a ação.

e)

galeria de estilos.

d)

seu conteúdo só pode ser visualizado em computadores que utilizam este formato como padrão para seus editores de texto.

e)

para convertê-lo para o formato DOC deve-se primeiro convertê-lo para o formato TXT.

10. A extensão “padrão” para documentos do Microsoft Word 2007, e a extensão de arquivos de “modelo” deste mesmo programa, são respectivamente:

05. João percebe que sempre que digita (c) num texto no seu computador, o Word 2003 substitui estes caracteres por ©. Para evitar que isto aconteça, João deve: a)

alterar as configurações regionais no painel de controle do Windows.

b)

mudar o idioma utilizado na correção ortográfica.

c)

formatar o estilo empregado no texto.

d)

alterar as opções de autocorreção do Word

e)

inserir novas configurações de ortografia e gramática.

06. No Word 2003 quando se deseja, a partir de um documento que já existe criar um novo documento utilizamos um comando que está no menu: a)

Salvar

d) Arquivo

b)

Salvar Como

e) Arquivar

c)

Salvar Novo

a)

.doc e .dll

b)

.txt e .dot

c)

.rtf e .txt

d)

.doc e .dot

e)

.docx e .dotx

11. São extensões de arquivos possíveis de serem abertos no Microsoft Word 2007, exceto: a)

.txt

d) .jpg

b)

.html

e) .dot

c)

.rtf

12. São teclas de atalho correspondentes aos recursos: copiar, recortar, colar e desfazer, exceto: a)

07. No Word 2003, estando o cursor no final de uma tabela (na célula mais à direita da última linha), a tecla que, pressionada, cria uma nova linha e move o cursor para a primeira célula da nova linha é: a)

Alt.

d) Home.

b)

Tab.

e) Enter.

c)

Insert.

[Ctrl]+[C]

b)

[Ctrl]+[Z]

c)

[Ctrl]+[D]

d)

[Ctrl]+[X]

e)

[Ctrl]+[V]

13. São teclas de atalho correspondentes aos recursos: Selecionar tudo, Salvar, Salvar como e Ortografia e gramática, exceto: a)

[Ctrl]+[T]

08. A criação de uma mala direta no Word 2003 pode ser feita mesclando-se uma carta modelo e uma origem de dados. Na carta modelo, os códigos de campo inseridos são responsáveis por “puxar” as informações da origem de dados para a carta modelo, sendo delimitados pelos caracteres:

b)

[Ctrl]+[B]

c)

[Ctrl]+[A]

d)

[F12]

e)

[F7]

a)

14. São teclas de atalho correspondentes aos recursos: Novo, Abrir, Imprimir e Quebra de página, exceto:

// e //.

d)

(( e )).

b)

[[ e ]].

e)

{{ e }}.

c)

<< e >>.

a)

[Ctrl]+[O]

b)

[Ctrl]+[A]

09. Os processadores de texto mais utilizados no mercado são capazes de gerar arquivos com extensão RTF. Com relação a um texto que foi salvo neste formato, é correto afirmar que:

c)

[Ctrl]+[P]

d)

[Ctrl]+[Enter]

e)

[Ctrl]+[Q]

a)

em seu conteúdo não é possível incluir uma tabela.

b)

em seu conteúdo podem existir caracteres formatados com Negrito e Itálico.

15. Para alterar os espaçamentos entre as linhas dos parágrafos selecionados (simples, 1,5 e duplo), podemos utilizar as seguintes teclas de atalho:

c)

em seu conteúdo não pode existir uma palavra formatada com uma fonte diferente da utilizada pelo restante do texto.

a)

[Ctrl]+[1], [Ctrl]+[2] e [Ctrl]+[3]

b)

[Ctrl]+[1], [Ctrl]+[5] e [Ctrl]+[2]

c)

[Ctrl]+[1], [Ctrl]+[2] e [Ctrl]+[4]

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Exercícios d)

[Alt]+[1], [Alt]+[2] e [Alt]+[3]

e)

[Alt]+[1], [Alt]+[5] e [Alt]+[2]

16. Para “quebrar uma linha” de um parágrafo, obrigando o texto que estiver depois desta quebra a começar na linha de baixo, sem, no entanto, criar um novo parágrafo, utilizamos a combinação de teclas: a)

[Alt]+[F]

b)

[Ctrl]+[Enter]

c)

[Ctrl]+[Shift]+[+]

d)

[Shift]+[Enter]

e)

[Ctrl]+[Tab]

17. Para selecionar um parágrafo do texto, podemos utilizar o seguinte procedimento: a)

b)

c)

Clicar à esquerda da primeira linha do parágrafo, pressionar e manter pressionada a tecla [Shift], utilizar a “seta de navegação” para a direita, até selecionar a última palavra do parágrafo. Clicar à esquerda da primeira linha do parágrafo, pressionar e manter pressionada a tecla [Ctrl], utilizar a “seta de navegação” para baixo, até selecionar a última linha do parágrafo. Selecionar a primeira palavra da primeira linha do parágrafo, pressionar e manter pressionada a tecla [Alt], utilizar a “seta de navegação” para a direita, até selecionar a última palavra do parágrafo.

d)

Clicar 1x à direita da primeira linha do primeiro parágrafo, pressionar e manter pressionada a tecla [Shift], clicar após a última palavra do parágrafo.

e)

Clicar 4x sobre qualquer palavra do parágrafo.

20. Em uma planilha de Excel 2003, as células apresentam os seguintes valores: A1 = 10, A2 = 12, B1 = 8 e B2 = 14. A esse respeito, pode-se afirmar que a (o): a)

média das células da primeira linha é maior que a média das células da primeira coluna.

b)

média das células da primeira linha é igual à média das células da segunda linha.

c)

média das células da primeira linha é menor que a média das células da segunda coluna.

d)

produto das células da segunda linha é igual ao produto das células da segunda coluna.

e)

produto das células da segunda linha é menor que o produto das células da primeira coluna.

21. Se a célula C3 da planilha da questão anterior contiver a fórmula =soma(B2..A1), então o valor da célula C3 será: a)

44.

d)

24.

b)

1,4.

e)

soma(B2..A1)

c)

32.

22. Os aplicativos de planilhas eletrônicas mais utilizados no mercado disponibilizam ferramentas capazes de calcular a média ou o somatório dos elementos de uma determinada coluna. Com relação a estas ferramentas, é correto afirmar que: a)

Elas só permitem a manipulação de números inteiros.

b)

O somatório de números negativos terá como resultado um número positivo.

c)

Elas não são capazes de manipular dados no formato moeda.

d)

O somatório de valores configurados com formato de porcentagem terá como resultado padrão um valor configurado com formato de porcentagem.

e)

O somatório de valores configurados com formato de data terá como resultado padrão um valor

18. Ao definir um cabeçalho ou rodapé para um documento do Word, o usuário poderá, exceto: a)

definir um cabeçalho/rodapé diferente apenas para a “primeira página”.

b)

definir um cabeçalho/rodapé diferente para páginas “pares e ímpares”.

c)

inserir “data e hora”, que serão atualizadas de acordo com a data e hora da impressão.

d)

inserir “autotexto” ou acessar a “configuração da página” do documento.

e)

inserir “notas” de rodapé no documento.

19. É possível dividir um texto em 2 ou mais colunas. Também é possível definir a largura de cada coluna individualmente. O usuário também poderá inserir uma linha entre cada coluna. Tudo isto, através da Guia: a)

Exibir- Colunas

b)

Inserir- Colunas

c)

Layout da Página

d)

Ferramentas - Colunas

e)

Tabela - Colunas

23. No Excel 2003, com uma planilha inicialmente sem dados, preenche-se o intervalo das células E1 até E10. Em seguida, preenche-se a célula F1 com Janeiro e a célula G1 com Fevereiro. Finalmente, seleciona-se a célula F1. Ao dar um clique duplo no pequeno quadrado que se encontra no canto inferior direito da seleção, o resultado da célula F10 será: a) Janeiro.

d)

Julho.

b) Fevereiro.

e)

nulo.

c)

Outubro.

24. No Excel 2003, com uma planilha inicialmente sem dados, preenche-se o intervalo das células E1 até E10. Em seguida, preenche-se a célula F1 com Novembro e a célula G1 com 2005. Seleciona-se a célula G1. Dá-se um clique duplo no pequeno quadrado que se encontra no canto inferior direito da seleção.

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Exercícios Em seguida seleciona-se a célula F1 e dá-se um clique duplo no pequeno quadrado que se encontra no canto inferior direito da seleção. O resultado da célula G10 e F10, respectivamente, será: a)

28. Téc.R.F/ESAF) Analise as seguintes afirmações relativas ao uso da Internet. I.

Todos os servidores na Internet são gerenciados, fiscalizados e de propriedade de um órgão governamental que, no Brasil, denomina-se Comitê Gestor da Internet no Brasil, acessado pelo endereço www.registro.br.

II.

Na Internet, utilizando-se o FTP, é possível transferir arquivos, autenticar usuários e gerenciar arquivos e diretórios.

III.

Na transferência de arquivos, existem situações nas quais é necessário que o serviço FTP seja acessado por usuários que não têm conta no servidor FTP. Nestes casos pode-se utilizar o serviço FTP anônimo.

IV.

A transferência de arquivos de algum ponto da Internet para um computador específico é denominada download, desde que o servidor intermediário no processo seja um servidor SMTP.

“Agosto” e Nenhum resultado.

b)

“Agosto” e “2014”.

c)

Nenhum resultado e “Agosto”.

d)

“Novembro” e Nenhum resultado.

e)

Nenhum resultado e Nenhum resultado.inteiro.]

25. No Microsoft Excel 2007, um usuário inseriu a fórmula =MEDIA(A3;A4) na célula B4 e =SOMA(A4;A3) em D2. Em seguida, por meio do comando CTRL+C, copiou as fórmulas de B4 para C5 e de D2 para D5 na mesma planilha. As fórmulas copiadas para C5 e D5 ficarão, respectivamente, com os seguintes formatos: a)

= MEDIA (A3;A4) e = SOMA (A4;A3)

b)

= MEDIA (A3;A4) e = SOMA (A7;A6)

c)

= MEDIA (B4;B5) e = SOMA (A7;A6)

d)

= MEDIA (B4;B5) e = SOMA (C4;C3)

e)

= MEDIA (B4;B5) e = SOMA (A4;A3)

Indique a opção que contenha todas as afirmações verdadeiras. a) I e II

d) I e III

b) II e III

e) II e IV

c)

III e IV

26. Ainda em relação ao Internet Explorer 6 : I.

O usuário do Internet Explorer pode escolher uma página da Web para ser a primeira que será vista sempre que o referido programa for aberto.

II.

Um clique simples em fará que a tela do Internet Explorer seja minimizada.

III.

Para acessar determinada página da Web, é correto substituir os caracteres c:\ pelo URL da página desejada e clicar em .

IV.

Um clique simples em Atualizar fará que seja aberta uma página da Web da Microsoft que permitir ao usuário fazer o Download de versões mais atualizadas do Internet Explorer.

V.

29. Analise as seguintes afirmações relativas ao uso da Internet. I.

Um serviço hospedado em um servidor na Internet pode ser acessado utilizando-se o número IP do servidor, como também a URL equivalente do serviço disponibilizado pelo referido servidor.

II.

O endereço IP 161.148.231.001 é um exemplo de endereço IP que pode ser válido.

III.

Para acessar a Internet é necessário apenas que o computador tenha uma placa de rede ligada à linha telefônica, permitindo, assim, uma conexão dial-up de alta velocidade.

IV.

Para uma conexão à Internet com alta velocidade, isto é, velocidades superiores a 2Mbps, pode-se optar por uma ADSL ligada à porta serial do computador, o que dispensa o uso de adaptadores de rede, modens e qualquer outro tipo de conexão entre o computador e a ADSL.

Um clique simples em Histórico fará que seja exibida uma página da Web com o histórico da Internet. A quantidade de itens certos é igual a:

a) 1.

d) 4.

b) 2.

e) 5.

c)

Indique a opção que contenha todas as afirmações verdadeiras:

3.

27. (Ana. Prev/CESGRANRIO) Para atualizar a página que está sendo apresentada no Internet Explorer 6, devemos pressionar o botão: a)

d)

b)

e)

a) I e II

d) I e III

b) II e III

e) II e IV

c)

III e IV

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Exercícios 30. A figura abaixo ilustra parte da tela que agrupa alguns dos recursos do Internet Explorer 6. Acerca dos recursos do Internet Explorer 6 e da figura mostrada, julgue os itens a seguir.

I.

II.

III.

IV.

V.

Uma página WWW (World Wide Web) pode possuir diversos hyperlinks, por meio dos quais o usuário pode acessar os diversos recursos e informações disponíveis na página. Caso o usuário queira acessar os hyperlinks na ordem decrescente de prioridade ou de importância preestabelecida pelo servidor, ele poderá utilizar o botão Avançar. Caso um processo de download de arquivos pela Internet, o usuário queira interromper a recepção das informações e posteriormente, retomar o processo do ponto em que foi interrompido, ele poderá utilizar o botão ; um clique com o botão direito do mouse nesse botão interrompe o processo de download em execução, enquanto um clique duplo com o botão esquerdo do mouse faz aparecer uma caixa de diálogo que permite recomeçar o processo de download do início ou do ponto em que estava o processo antes da interrupção. A partir do Internet Explorer 6, o usuário pode definir uma pagina inicial que será sempre acessada cada vez que o software for iniciado. Desde que tecnicamente possível, a página inicial predefinida pode também ser acessada a qualquer momento em que o usuário desejar clicando em . Apesar da quantidade enorme de informação e de sites que podem ser acessados na Internet, é comum que o usuário tenha um conjunto restrito de sites, de interesse que ele acessa costumeiramente. Para facilitar o acesso a esses sites preferenciais, o Internet Explorer 6, permite que o usuário os defina como favoritos e catálogos e os seus . endereços WWW para acesso posterior, recurso esse que pode ser obtido por meio da utilização do botão Caso o usuário queira acessar o seu E-mail, ao mesmo tempo em que esteja acessando o Internet Explorer 6, ele

poderá faze-lo por meio do botão , com apenas um clique, executa automaticamente o Outlook Express, software de correio eletrônico do Internet Explorer 6. VI. Quanto aos atalhos: Ctrl H – Histórico, Ctrl Y – favoritos, Esc – Parar, Alt Home – Página Inicial e F5 – atualizar. VII. Quanto aos atalhos: Backspace – Voltar, Ctrl Home - Página Inicial, Esc – Parar, F5 – Atualizar e Ctrl I - Favoritos. a)

Estão corretos apenas os itens: II e V. b) III e IV.

c) IV e V.

d) III , V e VI.

e) III, V e VII.

GABARITO 01. B

02. C

03. D

04. C

05. D

06. D

07. B

08. C

09. B

10. E

11. D

12. C

13. C

14. E

15. B

16. D

17. A

18. E

19. C

20. C

21. A

22. D

23. C

24. C

25. C

26. B

27. E

28. B

29. A

30. B

CÓD.: 0983 PETROBRÁS - TÉCNICO DE ADM. E CONTROLE ESP.: SÉRIE CONCURSOS 12/10 314

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