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A CRÍTICA

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Assunto:Pesquisa afirma que quelônios morrem afogados presos em rede de pesca ( ) Release da assessoria de imprensa ( x ) Matéria articulada pela assessoria ( ) Iniciativa do próprio veículo de comunicação ( ) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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Data: 05/12/2012

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Pesquisa afirma que quelônios morrem afogados presos em rede de pesca Pesquisa realizada pelo mestre em Diversidade Biológica, Mário Quara de Carvalho dos Santos, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) verificou que a captura na rede de pesca, faz com que muitos quelônios da espécie Irapuca, morram afogados por passarem tempo demais submersos, sem conseguir respirar. Financiada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Amazonas (Fapeam), a pesquisa foi realizada no período de 2009 a 2011, na Ufam. Intitulado “Propriedades do sangue e efeito do mergulho forçado sobre o perfil hematológico dePodocnemis erythrocephala” – nome científico da Irapuca -, constatou que esta espécie de quelônio é a principal vítima do emaranhamento das redes de pesca, seja de forma acidental ou intencional.


“O objetivo do estudo foi avaliar o perfil hematológico da Irapuca em resposta a

diferentes tempos de mergulho forçado para que os resultados contribuam com projetos de manejo e na tentativa de evitar a mortalidade desses animais por afogamento”, esclareceu Quara. Ainda segundo o pesquisador, a Irapuca faz parte da dieta das comunidades ribeirinhas da região, e sua captura é realizada indiscriminadamente durante todo o ano, sem intervalo de tempo. Realização da pesquisa Foram capturadas 39 irapucas que habitavam igarapés do Arquipélago de Mariuá. Os animais foram distribuídos em três grupos e submetidos a diferentes períodos de mergulho forçado. Após o tempo de 30 a 60 minutos submergido de maneira forçada, Quara retirou amostras de sangue e realizou biometria em todos os animais. Verificando o peso corpóreo, tamanho e largura do casco. Conclusão Segundo constatou Quara, em sua pesquisa, a Irapuca é uma espécie que consegue ficar até 60 minutos de submersão forçada, realizando constantemente ajustes fisiológicos para manutenção do equilíbrio de seu corpo em situações de ausência de oxigênio. “Tempos superiores aos testados no estudo podem ocasionar distúrbios marcantes, e

exaustão dos substratos energéticos levando o animal à morte”, concluiu o pesquisador. http://acritica.uol.com.br/amazonia/Amazonas-Manaus-biodiversidade-quelonios-irapuca-mediorio-negro-comunidade-ribeirinha-dieta-quelonios-pesquisa-submersao-forcada-afogamento-redepesca-indiscriminada_0_822517831.html


Veículo: CONSECTI Assunto:

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Prêmio Vale-Capes de Ciência e Sustentabilidade recebe inscrições

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Data: 05/12/2012

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Prêmio Vale-Capes de Ciência e Sustentabilidade recebe inscrições

Teses de doutorado e dissertações de mestrado que apresentem ideias, soluções e processos inovadores para

questões como redução de consumo de água e energia, redução de gases do efeito estufa, aproveitamento, reaproveitamento e reciclagem de sólidos e rejeitos e tecnologia socioambiental com ênfase no combate à pobreza poderão ser premiadas. O Prêmio Vale-Capes de Ciência e Sustentabilidade recebe inscrições até 6 de dezembro de 2012. Os vencedores receberão quantias de até R$ 15 mil, além de bolsas e outras premiações. Podem se inscrever autores de teses e dissertações defendidas no Brasil em 2011. Esta será a primeira edição do prêmio, fruto da parceria entre a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e a empresa mineradora Vale, firmada durante a conferência Rio+20. Serão considerados na avaliação, a originalidade do trabalho e a relevância para o desenvolvimento científico, tecnológico, cultural, social e de inovação. O vencedor na categoria tese de doutorado receberá R$ 15 mil e uma bolsa para realização de estágio pós-doutorado, de até três anos, em instituição de notória excelência na área, no Brasil ou exterior. Neste caso, o estágio terá duração menor, de um ano. Já o ganhador de dissertação de mestrado receberá R$ 10 mil e uma bolsa pra doutorado no Brasil, com duração de até quatro anos. Os orientadores também serão premiados. Eles receberão auxílio


equivalente a uma participação em congresso nacional ou internacional, relacionado à área temática da tese. No caso do mestrado, o orientador receberá 3 mil reais e, no doutorado, 3 mil dólares. Segundo o presidente da Capes, Jorge Guimarães, prêmios como o da Vale são importantes porque servem de estímulo para a produção de teses no Brasil em várias áreas. “Estamos tentando outras parcerias para criar mais prêmios, por exemplo, nas áreas farmacêutica e de produção de aço”, comentou Jorge Guimarães. Fonte: Agência

Fapeam/ Capes/ Ministério da Educação / Agência Agrosoft

http://www.consecti.org.br/2012/12/04/premio-vale-capes-de-ciencia-e-sustentabilidade-recebeinscricoes/


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PLATAFORMA TERRAQUEOS

Assunto:Pesquisadores

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apontam que proteger as florestas ainda é uma das melhores ações de

mitigação ( ) Release da assessoria de imprensa ( ) Matéria articulada pela assessoria ( ) Iniciativa do próprio veículo de comunicação ( ) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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Data: 05/12/2012

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Pesquisadores apontam que proteger as florestas ainda é uma das melhores ações de mitigação

As florestas tropicais e as ações de mitigação (redução de danos) e adaptação às mudanças climáticas foram discutidas durante o segundo dia do 3º Encontro Preparatório para o Fórum Mundial de Ciência 2013, nesta quinta-feira (29) realizado na sede do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI),em Manaus (AM). O consenso entre os pesquisadores apontou que reduzir as emissões de gases do efeito estufa e proteger as florestas são as principais ações humanas voltadas para lidar com as causas do aquecimento do planeta. “Não podemos esperar a floresta Amazônica ser degradada como foi a Mata Atlântica e outras florestas para poder agir. O investimento para recuperar essas áreas será bem maior. Quando se fala de efeito estufa, o tempo tem muito valor”, destacou o doutor em ciências biológicas e pesquisador do Inpa, Philip Fearnside. A necessidade de mais investimentos em pesquisas e de uma melhor distribuição geográfica desses estudos, inclusive na Amazônia, foi destacada como desafio para o sucesso nas intervenções de mitigação* e o papel da ciência nesse processo. “Temos muita coisa feita e muita coisa por fazer, mas precisam de investimentos, de mais gente


fazendo e de melhor distribuição espacial desses estudos. É importante que isso seja levado ao Fórum Mundial de Ciência”, afirmou o engenheiro florestal e coordenador do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INCT) Madeiras da Amazônia, Niro Higuchi. O chefe de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa Amazônia Ocidental, Celso Azevedo, defendeu a necessidade de atuação em áreas florestais já degradadas por meio do manejo florestal. “É possível atuar na recuperação das áreas degradadas utilizando o manejo florestal, que possui vantagens ambientais comprovadas e também possui vantagens sociais. Precisamos trazer algo com o papel mitigador, mas também com o viés econômico”, disse. *Mitigaçao é qualquer medida, política ou ação que possa prevenir ou diminuir a emissão de gases de efeito estufa. Evitar o desmatamento, ampliar o uso de energia renovável e expandir o transporte público são alguns exemplos de medidas de mitigação. Responsabilidade de todos Higuchi chamou a atenção para a responsabilidade da sociedade em relação ao aquecimento global, devendo ser encarado como um problema da atualidade e não de futuro. “Cada pessoa que reside em Manaus emite cerca de 2.500 quilos de CO² por ano. Temos que minimizar isso de alguma forma. Esse é um problema de cada um. Os efeitos e as consequências do clima são comuns a todos e a responsabilidade também, mesmo que de forma diferenciada. Em primeiro lugar é preciso reduzir as emissões e o desperdício”, frisou o pesquisador do Inpa. Adaptação às mudanças climáticas O termo adaptação, no âmbito da Convenção-Quadro sobre Mudanças Climáticas da Organização das Nações Unidas (ONU), refere-se às medidas necessárias para adaptar atividades humanas (agricultura, abastecimento de água, geração de energia, transporte, habitação, entre outras) aos impactos das mudanças de clima. Os pesquisadores foram enfáticos ao afirmar que os efeitos e as consequências do clima já podem ser sentidos em vários campos da atividade humana e que é necessário dar atenção para a questão. Na Amazônia, a grande preocupação é com a floresta Amazônica, extremamente vulnerável a eventos extremos, principalmente se eles acontecerem com maior frequência e intensidade. “Nessa altura do campeonato, não há nenhuma dúvida de que a adaptação é mandatória e obrigatória. Esse é um problema recente. Primeiro, é preciso entender as vulnerabilidades das florestas decorrentes da mudança climática”, afirmou Higuchi. O pesquisador citou ainda dois casos extremos recentes. Um deles foi uma tempestade que aconteceu no ano de 2005, em toda a Amazônia, mas com intensidades diferentes. No meio da floresta teve lugar em que os ventos chegaram a 127 quilômetros por hora, matando milhões de árvores. “Pensar em adaptação é pensar nesses eventos. A ciência pouco consegue fazer neste momento”, expôs. 3º Encontro Preparatório Os encontros preparatórios para o Fórum Mundial de Ciência 2013 estão sendo promovidos pelo Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O Amazonas é o único estado da região Norte a sediar um dos encontros.


O evento, em Manaus, tem a coordenação da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação do Amazonas (SECTI-AM) em parceria com o Inpa e a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam). Retrospectiva O primeiro encontro preparatório ocorreu na cidade de São Paulo (SP), no mês de agosto, com o tema “Ciência para o Desenvolvimento Global: da educação para a inovação – construindo as bases para a cidadania e o desenvolvimento sustentável”. Em seguida, foi a vez de Belo Horizonte (MG) receber a reunião, que tratou sobre os “Desafios para o desenvolvimento científico e tecnológico nos trópicos”. Após o encontro em Manaus, as próximas cidades a sediar o evento serão Salvador (BA), Recife (PE), Porto Alegre (RS) e Brasília (DF). Sobre o Fórum Mundial Pela primeira vez em sua história, o Fórum ocorrerá fora da Hungria, país que deu origem ao evento. O 6º Fórum Mundial da Ciência será realizado em novembro de 2013, na cidade do Rio de Janeiro (RJ), com o tema “A Ciência para o Desenvolvimento Sustentável Global” e conta com o apoio da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco). FONTE: www.inpa.gov.br http://www.plataformaterraqueos.org.br/visualizacao-de-fique-por-dentro/ptbr/ler/612/pesquisadores-apontam-que-proteger-as-florestas-ainda-e-uma-das-melhoresacoes-de-mitigacao


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REVISTA ROTEIRO AMAZONICO

Assunto:Projeto

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estimula alunos no ensino fundamental em Parintins para práticas cientificas

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Data: 05/12/2012

Programa:PCE

Projeto estimula alunos no ensino fundamental em Parintins para práticas cientificas Nos dias atuais, o ensino de ciências naturais tem sido um desafio para a maioria dos educadores, pois é praticamente impossível aproximar o ensino da ciência a realidade do estudando utilizando apenas livros didáticos. O aluno precisa vivenciar a ciência para ter uma noção do seria o mundo cientifico. Aprender ciência sem frequentar um laboratório, sem fazer experiências pode tornar as aulas cansativas para aqueles que têm maiores dificuldades. Pensando nisso os professores da Escola Estadual Brandão de Amorim no município de Parintins,desenvolveram o projeto denominado “Aulas Experimentais: Otimizando o ensino de ciências com alunos do 7º ano do Ensino Fundamental” que tem como foco verificar e criar um manual com experimentos, para que o jovem estudante possa aprender e fazer o interesse do acadêmico pela pesquisa cientifica cresça. O trabalho foi realizado por cinco pesquisadores por meio do Programa Ciência na Escola (PCE) que é financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (FAPEAM), com a parceria da Secretaria do Estado de Educação (SEDUC


De acordo com o coordenador do projeto Edmilson França, foi realizado um levantamento bibliográfico que serviu de embasamento teórico para a composição das práticas experimentais. “Todas as atividades selecionadas foram previamente testadas para que fossem detectados antecipadamente problemas que por acaso viessem comprometer as experiências durante as aulas”, relatou. Ainda de acordo com França, é difícil pensar em ensino de ciências sem experimentação, para os participantes do projeto, a prática estimula ainda mais o aprendizado, os encontros são realizados três vezes por semana, no contra turno das aulas na escola em que estudam. O projeto também envolveu a comunidade escolar em torno da escola para que os moradores se envolvessem ainda mais com as praticas oferecidas aos alunos. Para o jovem pesquisador participando do projeto, Matheus Martins, a pesquisa mostrou que a experimentação no ensino de ciências se configura um importante recurso didático para o professor e para o aluno uma estratégia de aprendizagem, pois, além de comprovar a teoria, deixa a aula mais interessante e a aprendizagem se torna significativa. “A experimentação nos fez compreender melhor os fenômenos químicos e suas transformações, mudou o jeito de ver ciência, pois achava muito difícil de fazer, mas com a prática se aprende melhor”, afirmou o jovem cientista. Para o coordenador os resultados foram alcançados. “Durante o projeto, um dos resultados mais esperados foi à formulação de um manual de experimentos mostrando que o recurso didático para o professor e para o aluno é uma estratégia de aprendizagem pois, deixa a aula mais interessante entre outros que possibilitem a prática simples para serem aplicadas nas aulas de ciências’’.

O manual tem vários experimentos entre eles chuva de ouro, fogo na água, fogo verde, coluna de espuma entre outros.

Fonte : Asscom Pce http://roteiroamazonico.blogspot.com.br/2012/12/parintins-alem-do-boi-bumba.html


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PORTAL DA UFAM

Assunto:O

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Ethos das mulheres da Floresta” mostra cotidiano de comunidades amazônicas

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O Ethos das mulheres da Floresta” mostra cotidiano de comunidades amazônicas Organizado pela doutora em Ciências Sociais/Antropologia e professora da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), Iraildes Caldas Torres, a obra “O ethos das mulheres da Floresta” traz uma coletânea com 254 páginas, que tem como referências a preservação e o respeito ao meio ambiente que estão relacionados ao ambiente natural de homens e mulheres das comunidades Nossa Senhora de Nazaré do Barro Alto e Divino Espírito Santo do Izidoro, localizadas no município de Coari (distante a 363 quilômetros de Manaus). A obra constitui dois artigos de doutoramento do Programa de Pós-Graduação em Sociedade e Cultura da Amazônia (PPSCA), dos alunos Solange Pereira do Nascimento e Milton Melo dos Reis Filho, que fazem parte do Grupo de Estudo, Pesquisa e Observatório Social: Gênero, Política e Poder (Gepos). A obra teve apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (FAPEAM), por meio do Programa de Apoio à Publicação Científica (BIBLOS) com publicação pela Editora Valer.


Singularidade de comunidades amazônicas Para Solange Nascimento, as duas comunidades investigadas apresentam situações singulares na obra, e o leitor mais atento encontrará elementos de particularidade expostas de uma Amazônia ainda desconhecida. Problemas sociais tais quais ocorrem nas cidades, como discussões entre casais, drogas, problemas na Escola, pedofilia, conflitos agrários, migração, poder, idosos, saúde, fazem parte desse universo intrincado de diversidades, pois são situações encontradas e que estão relacionadas a essas problemáticas. “As pessoas trazem consigo histórias de vida e não se pode pensar a Amazônia sem falar das populações que vivem na Região”, comentou a pesquisadora. A interação científica no processo de investigação A doutoranda enfatizou sobre a necessidade do pesquisador ir a campo, no sentido da interação com as pessoas para a obtenção de respostas aos seus questionamentos. “É na conversa, no horário do cafezinho, durante as brincadeiras, no caminho para a roça, dentre tantos momentos singulares, que acontecem as históricas; e elas ficam mais abertas e se deixam se seduzir pela situação, pelo momento, completa a pesquisadora. A Casa de Farinha como ambiente para discussão O pesquisador Milton Reis Filho salientou que durante o processo da pesquisa foi observado que a Casa de Farinha aparece como um ambiente de coesão para as discussões da problemática relacionada ao trabalho. Nesse contexto, o local passa a ser um ambiente de tomada de decisão para homens e mulheres a partir da apresentação de suas dificuldades, projetando suas vidas em relação àquela produção, explica o pesquisador. O doutorando disse que é nesse momento que as pessoas se reinventam, se recriam e repensam no contexto daquela realidade. Ele considera que a Casa de Farinha foi um dos locus da pesquisa que trata a questão especifica das relações entre elas e seus maridos. O conhecimento tradicional, pouco conhecido na sociedade é introduzido na Academia por meio da pesquisa. O acesso traz um grande ganho, tanto para às comunidades quanto para Academia, porque mostra histórias dessas pessoas com importância política, falou o pesquisador. A obra “O ethos das mulheres da floresta” teve lançamento no III Encontro de Estudo sobre Mulheres da Floresta: gênero, etnicidade e deslocamentos na Amazônia ocorrido de 28 a 30 de novembro, na Universidade Federal do Amazonas (Ufam). http://portal.ufam.edu.br/index.php/comunicacao/48-noticias-do-slideshow/119-o-ethos-dasmulheres-da-floresta-mostra-cotidiano-de-comunidades-amazonicas


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BLOG-ANTES QUE A NATUREZA MORRA

Assunto:Pesquisadores

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apontam que proteger as florestas ainda é uma das melhores ações de

mitigação ( ) Release da assessoria de imprensa ( ) Matéria articulada pela assessoria ( ) Iniciativa do próprio veículo de comunicação ( ) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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Pesquisadores apontam que proteger as florestas ainda é uma das melhores ações de mitigação

As florestas tropicais e as ações de mitigação (redução de danos) e adaptação às mudanças climáticas foram discutidas durante o segundo dia do 3º Encontro Preparatório para o Fórum Mundial de Ciência 2013, nesta quinta-feira (29) realizado na sede do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI),em Manaus (AM). O consenso entre os pesquisadores apontou que reduzir as emissões de gases do efeito estufa e proteger as florestas são as principais ações humanas voltadas para lidar com as causas do aquecimento do planeta. “Não podemos esperar a floresta Amazônica ser degradada como foi a Mata Atlântica e outras florestas para poder agir. O


investimento para recuperar essas áreas será bem maior. Quando se fala de efeito estufa, o tempo tem muito valor”, destacou o doutor em ciências biológicas e pesquisador do Inpa, Philip Fearnside. A necessidade de mais investimentos em pesquisas e de uma melhor distribuição geográfica desses estudos, inclusive na Amazônia, foi destacada como desafio para o sucesso nas intervenções de mitigação* e o papel da ciência nesse processo. “Temos muita coisa feita e muita coisa por fazer, mas precisam de investimentos, de mais gente fazendo e de melhor distribuição espacial desses estudos. É importante que isso seja levado ao Fórum Mundial de Ciência”, afirmou o engenheiro florestal e coordenador do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INCT) Madeiras da Amazônia, Niro Higuchi. O chefe de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa Amazônia Ocidental, Celso Azevedo, defendeu a necessidade de atuação em áreas florestais já degradadas por meio do manejo florestal. “É possível atuar na recuperação das áreas degradadas utilizando o manejo florestal, que possui vantagens ambientais comprovadas e também possui vantagens sociais. Precisamos trazer algo com o papel mitigador, mas também com o viés econômico”, disse. *Mitigaçao é qualquer medida, política ou ação que possa prevenir ou diminuir a emissão de gases de efeito estufa. Evitar o desmatamento, ampliar o uso de energia renovável e expandir o transporte público são alguns exemplos de medidas de mitigação. Responsabilidade de todos Higuchi chamou a atenção para a responsabilidade da sociedade em relação ao aquecimento global, devendo ser encarado como um problema da atualidade e não de futuro. “Cada pessoa que reside em Manaus emite cerca de 2.500 quilos de CO² por ano. Temos que minimizar isso de alguma forma. Esse é um problema de cada um. Os efeitos e as consequências do clima são comuns a todos e a responsabilidade também, mesmo que de forma diferenciada. Em primeiro lugar é preciso reduzir as emissões e o desperdício”, frisou o pesquisador do Inpa. Adaptação às mudanças climáticas


O termo adaptação, no âmbito da Convenção-Quadro sobre Mudanças Climáticas da Organização das Nações Unidas (ONU), refere-se às medidas necessárias para adaptar atividades humanas (agricultura, abastecimento de água, geração de energia, transporte, habitação, entre outras) aos impactos das mudanças de clima. Os pesquisadores foram enfáticos ao afirmar que os efeitos e as consequências do clima já podem ser sentidos em vários campos da atividade humana e que é necessário dar atenção para a questão. Na Amazônia, a grande preocupação é com a floresta Amazônica, extremamente vulnerável a eventos extremos, principalmente se eles acontecerem com maior frequência e intensidade. “Nessa altura do campeonato, não há nenhuma dúvida de que a adaptação é mandatória e obrigatória. Esse é um problema recente. Primeiro, é preciso entender as vulnerabilidades das florestas decorrentes da mudança climática”, afirmou Higuchi. O pesquisador citou ainda dois casos extremos recentes. Um deles foi uma tempestade que aconteceu no ano de 2005, em toda a Amazônia, mas com intensidades diferentes. No meio da floresta teve lugar em que os ventos chegaram a 127 quilômetros por hora, matando milhões de árvores. “Pensar em adaptação é pensar nesses eventos. A ciência pouco consegue fazer neste momento”, expôs. 3º Encontro Preparatório Os encontros preparatórios para o Fórum Mundial de Ciência 2013 estão sendo promovidos pelo Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O Amazonas é o único estado da região Norte a sediar um dos encontros. O evento, em Manaus, tem a coordenação da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação do Amazonas (SECTI-AM) em parceria com o Inpa e a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam). Retrospectiva O primeiro encontro preparatório ocorreu na cidade de São Paulo (SP), no mês de agosto, com o tema “Ciência para o Desenvolvimento


Global: da educação para a inovação – construindo as bases para a cidadania e o desenvolvimento sustentável”. Em seguida, foi a vez de Belo Horizonte (MG) receber a reunião, que tratou sobre os “Desafios para o desenvolvimento científico e tecnológico nos trópicos”. Após o encontro em Manaus, as próximas cidades a sediar o evento serão Salvador (BA), Recife (PE), Porto Alegre (RS) e Brasília (DF). Sobre o Fórum Mundial Pela primeira vez em sua história, o Fórum ocorrerá fora da Hungria, país que deu origem ao evento. O 6º Fórum Mundial da Ciência será realizado em novembro de 2013, na cidade do Rio de Janeiro (RJ), com o tema “A Ciência para o Desenvolvimento Sustentável Global” e conta com o apoio da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco). http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com.br/2012/12/pesquisadores-apontam-que-protegeras.html


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SECTI

Assunto:Livro

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mostra cotidiano de comunidades amazônicas

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Livro mostra cotidiano de comunidades amazônicas Organizado pela doutora em Ciências Sociais/Antropologia e professora da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), Iraildes Caldas Torres, a obra ‘Oethos das mulheres da Floresta’ traz uma coletânea, com 254 páginas, que tem como base a preservação e o respeito ao meio ambiente relacionados ao ambiente natural de homens e mulheres das comunidades Nossa Senhora de Nazaré do Barro Alto e Divino Espírito Santo do Izidoro, localizadas no município de Coari (a 363 quilômetros de Manaus). A obra se constitui de dois artigos de doutoramento do Programa de Pós-Graduação em Sociedade e Cultura da Amazônia (PPSCA), dos pesquisadores Solange Pereira do Nascimento e Milton Melo dos Reis Filho, que fazem parte do Grupo de Estudo, Pesquisa e Observatório Social: Gênero, Política e Poder (Gepos) e contou com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), por meio do Programa de Apoio à Publicação Científica (Biblos) com publicação da Editora Valer. SINGULARIDADE DE COMUNIDADES AMAZÔNICAS Para Solange Nascimento, as duas comunidades investigadas apresentaram situações singulares que, para as pessoas que moram na cidade, são novidade. Problemas sociais tais como ocorrem nas cidades grandes como discussões entre casais, drogas, problemas na escola, pedofilia, conflitos agrários, migração, poder, idosos, saúde, dentre


outros, fazem parte desse universo intrincado de diversidades, pois, são situações encontradas e que estão relacionadas a essas problemáticas. “As pessoas trazem histórias de vida e não se pode pensar sobre a Amazônia sem falar das populações que vivem nessa Região”, comentou a pesquisadora. INTERAÇÃO CIENTÍFICA Sobre a necessidade do pesquisador ir a campo, Nascimento ressalta que, para produzir o livro, isso foi fundamental, principalmente no sentido da interação junto às pessoas para obtenção de respostas para seus questionamento. “É na conversa, é no horário do cafezinho, durante as brincadeiras, no caminho para a roça, dentre tantos momentos singulares que acontecem as histórias. Nestes momentos, as pessoas ficam mais abertas e se deixam seduzir pela situação, pelo momento”, completou a pesquisadora. CASA DE FARINHA O pesquisador Milton Reis Filho salientou que, durante o processo da pesquisa, foi observado que a casa de farinha (localtípico no interior onde a família e amigos se reúnem para produzir o alimento) aparece como ambiente de coesão para as discussões da problemática relacionada ao trabalho. “Nesse contexto, o local passa a ser um ambiente de tomada de decisão para homens e mulheres, a partir da apresentação de suas dificuldades, projetando suas vidas em relação àquela produção”, explicou o pesquisador. Reis disse que é nesse momento que as pessoas se reinventam, se recriam e repensam o contexto daquela realidade. Ele considera que a casa de farinha foi um dos locus da pesquisa que trata a questão específica das relações entre as mulheres e seus maridos. “O conhecimento tradicional pouco conhecido na sociedade se introduz na Academia por meio da pesquisa. A introdução é um grande ganho tanto para as comunidades quanto para a Academia, porque mostra histórias dessas pessoas com destaque para a importância política e social, e também para a própria pesquisa”, falou o pesquisador. SOBRE O BIBLIOS O Programa de Apoio a Publicações Científicas (Biblos) consiste em apoiar a publicação de livros, manuais, números especiais (temáticos) de revistas e coletâneas científicas nos seguintes suportes: papel, mídia eletrônica e digital. Segundo o Reis, a FAPEAM tem contribuído de modo significativo para o desenvolvimento da pesquisa cientifica na Região Amazônica. “Isso tem permitido a difusão da pesquisa no Estado do Amazonas em todos os ângulos, algo impensável sem o aporte da Fapeam, com o apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e publicação pela Editora Valer”, finalizou Reis. Fonte: Agência Fapeam, por Sebastião Alves http://www.secti.am.gov.br/2012/12/livro-mostra-cotidiano-de-comunidades-amazonicas/


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Assunto:Pesquisador

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identifica tempo máximo de submersão de espécie de quelônio

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Data: 05/12/2012

RH-Interinstitucional

Pesquisador identifica tempo máximo de submersão de espécie de quelônio Na tentativa de reduzir os índices de mortalidade de quelônios amazônicoscapturados por meio de redes, o mestre em Diversidade Biológica, pela Universidade Federal do Amazonas (Ufam), Márcio Quara de Carvalho Santos, desenvolveu um estudo que determina o tempo exato de submersão desses animais. O projeto ‘Propriedades do sangue e efeito do mergulho forçado sobre o perfil hematológico de Podocnemis erythrocephala (SPIX, 1824) (Testudines, Podocnemididae) do médio Rio Negro, Amazonas’ foi realizado no período de 2009 a 2011, na Ufam. O estudo foi financiado pelo Governo do Amazonas, via Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), por meio do Programa de Apoio à Formação de Recursos Humanos Pós-Graduados do Amazonas (RH-Interinstitucional). De acordo com o pesquisador, na Bacia do Médio Rio Negro, o quelônio ou tartaruga de nome científico Podocnemis erythrocephala é conhecido popularmente como irapuca é capturado indiscriminadamente durante todo o ano por ser uma importante fonte alimentar para as populações ribeirinhas. Essa captura acaba acarretando na morte desta espécie que já se tornou a principal vítima do emaranhamento das redes de pesca, seja de forma acidental ou intencional. “O


objetivo do estudo foi avaliar o perfil hematológico da irapuca em resposta a diferentes tempos de mergulho forçado para que os resultados contribuam com projetos de manejo e na tentativa de evitar a mortalidade desses animais por afogamento”, esclareceu Quara. MERGULHO ASSISTIDO Quara informou que para a realização do estudo, foram capturadas 39 irapucas que habitavam igarapés do Arquipélago de Mariuá, localizado na Bacia do Médio Rio Negro. Os animais foram distribuídos em três grupos e submetidos a diferentes períodos de mergulho forçado. “O tempo zero consistiu na coleta sanguínea imediatamente após a captura dos animais. Ao término de 30 e 60 minutos de mergulho forçado foram realizados coletas sanguíneas por punção da veia femoral. Em seguida, foi feita a biometria de todos os animais, com aferimento do peso corpóreo e mensuração do comprimento e largura da carapaça”, explicou o pesquisador na dissertação. A submersão foi feita próximo aos habitats naturais dos animais para evitar possíveis interferências das variáveis físicas e químicas da água sobre os parâmetros sanguíneos. TEMPO DE SUBMERSÃO Os quelônios constituem um importante recurso para as populações ribeirinhas da região amazônica, pois os indivíduos adultos e os ovos das espécies são utilizados como fonte alimentar e por isso são capturados indiscriminadamente durante todo o ano. Os quelônios são conhecidos pela habilidade de realizar longos mergulhos, entretanto, as respostas fisiológicas são adaptadas para cada espécie para sobreviver às situações de hipóxia, baixo índice de oxigênio, e anóxia, quando ocorre a ausência total de oxigênio na água. De acordo com Quara, a irapuca é uma espécie que tolera até 60 minutos de submersão forçada, realizando constantemente ajustes fisiológicos para manutenção do equilíbrio ácido-base em situações de ausência de oxigênio. “Tempos superiores aos testados no estudo podem ocasionar distúrbios eletrolíticos marcantes, além de acidose metabólica e exaustão dos substratos energéticos levando o animal à morte”, concluiu o pesquisador. Sobre o RH – Interinstitucional Programa financiado pela Fapeam, que consiste em apoiar, com bolsas de curta duração, alunos de mestrado e doutorado formalmente matriculados em curso de pós-graduação fora de sede ofertados em Manaus e credenciados pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), para desenvolvimento de atividades acadêmicas na instituição parceira. Fonte: Agência Fapeam, por Camila Carvalho http://www.secti.am.gov.br/2012/12/pesquisador-identifica-tempo-maximo-de-submersao-deespecie-de-quelonio-amazonico-2/


Veículo:

ECODEBATE

Assunto:Pesquisadores

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apontam que proteger as florestas ainda é uma das melhores ações de

mitigação ( ) Release da assessoria de imprensa (x) Matéria articulada pela assessoria ( ) Iniciativa do próprio veículo de comunicação ( ) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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Data: 05/12/2012

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Pesquisadores apontam que proteger as florestas ainda é uma das melhores ações de mitigação As florestas tropicais e as ações de mitigação (redução de danos) e adaptação às mudanças climáticas foram discutidas durante o segundo dia do 3º Encontro Preparatório para o Fórum Mundial de Ciência 2013, nesta quinta-feira (29) realizado na sede do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI),em Manaus (AM). O consenso entre os pesquisadores apontou que reduzir as emissões de gases do efeito estufa e proteger as florestas são as principais ações humanas voltadas para lidar com as causas do aquecimento do planeta. “Não podemos esperar a floresta Amazônica ser degradada como foi a Mata Atlântica e outras florestas para poder agir. O investimento para recuperar essas áreas será bem maior. Quando se fala de efeito estufa, o tempo tem muito valor”, destacou o doutor em ciências biológicas e pesquisador do Inpa, Philip Fearnside. A necessidade de mais investimentos em pesquisas e de uma melhor distribuição geográfica desses estudos, inclusive na Amazônia, foi destacada


como desafio para o sucesso nas intervenções de mitigação* e o papel da ciência nesse processo. “Temos muita coisa feita e muita coisa por fazer, mas precisam de investimentos, de mais gente fazendo e de melhor distribuição espacial desses estudos. É importante que isso seja levado ao Fórum Mundial de Ciência”, afirmou o engenheiro florestal e coordenador do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INCT) Madeiras da Amazônia, Niro Higuchi. O chefe de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa Amazônia Ocidental, Celso Azevedo, defendeu a necessidade de atuação em áreas florestais já degradadas por meio do manejo florestal. “É possível atuar na recuperação das áreas degradadas utilizando o manejo florestal, que possui vantagens ambientais comprovadas e também possui vantagens sociais. Precisamos trazer algo com o papel mitigador, mas também com o viés econômico”, disse. *Mitigaçao é qualquer medida, política ou ação que possa prevenir ou diminuir a emissão de gases de efeito estufa. Evitar o desmatamento, ampliar o uso de energia renovável e expandir o transporte público são alguns exemplos de medidas de mitigação. Responsabilidade de todos Higuchi chamou a atenção para a responsabilidade da sociedade em relação ao aquecimento global, devendo ser encarado como um problema da atualidade e não de futuro. “Cada pessoa que reside em Manaus emite cerca de 2.500 quilos de CO² por ano. Temos que minimizar isso de alguma forma. Esse é um problema de cada um. Os efeitos e as consequências do clima são comuns a todos e a responsabilidade também, mesmo que de forma diferenciada. Em primeiro lugar é preciso reduzir as emissões e o desperdício”, frisou o pesquisador do Inpa. Adaptação às mudanças climáticas O termo adaptação, no âmbito da Convenção-Quadro sobre Mudanças Climáticas da Organização das Nações Unidas (ONU), refere-se às medidas necessárias para adaptar atividades humanas (agricultura, abastecimento de água, geração de energia, transporte, habitação, entre outras) aos impactos das mudanças de clima. Os pesquisadores foram enfáticos ao afirmar que os efeitos e as consequências do clima já podem ser sentidos em vários campos da atividade humana e que é necessário dar atenção para a questão. Na Amazônia, a grande preocupação é com a floresta Amazônica, extremamente vulnerável a eventos extremos, principalmente se eles acontecerem com maior frequência e intensidade. “Nessa altura do campeonato, não há nenhuma dúvida de que a adaptação é mandatória e obrigatória. Esse é um problema recente. Primeiro, é preciso entender as vulnerabilidades das florestas decorrentes da mudança climática”, afirmou Higuchi. O pesquisador citou ainda dois casos extremos recentes. Um deles foi uma tempestade que aconteceu no ano de 2005, em toda a Amazônia, mas com intensidades diferentes. No meio da floresta teve lugar em que os ventos chegaram a 127 quilômetros por hora, matando milhões de árvores. “Pensar em adaptação é pensar nesses eventos. A ciência pouco consegue fazer neste momento”, expôs. 3º Encontro Preparatório


Os encontros preparatórios para o Fórum Mundial de Ciência 2013 estão sendo promovidos pelo Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O Amazonas é o único estado da região Norte a sediar um dos encontros. O evento, em Manaus, tem a coordenação da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação do Amazonas (SECTI-AM) em parceria com o Inpa e a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam). Retrospectiva O primeiro encontro preparatório ocorreu na cidade de São Paulo (SP), no mês de agosto, com o tema “Ciência para o Desenvolvimento Global: da educação para a inovação – construindo as bases para a cidadania e o desenvolvimento sustentável”. Em seguida, foi a vez de Belo Horizonte (MG) receber a reunião, que tratou sobre os “Desafios para o desenvolvimento científico e tecnológico nos trópicos”. Após o encontro em Manaus, as próximas cidades a sediar o evento serão Salvador (BA), Recife (PE), Porto Alegre (RS) e Brasília (DF). Sobre o Fórum Mundial Pela primeira vez em sua história, o Fórum ocorrerá fora da Hungria, país que deu origem ao evento. O 6º Fórum Mundial da Ciência será realizado em novembro de 2013, na cidade do Rio de Janeiro (RJ), com o tema “A Ciência para o Desenvolvimento Sustentável Global” e conta com o apoio da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco). EcoDebate, 05/12/2012 [ O conteúdo do EcoDebate é “Copyleft”, podendo ser copiado, reproduzido e/ou distribuído, desde que seja dado crédito ao autor, ao Ecodebate e, se for o caso, à fonte primária da informação ] Inclusão na lista de distribuição do Boletim Diário do Portal EcoDebate Caso queira ser incluído(a) na lista de distribuição de nosso boletim diário, basta clicar noLINK e preencher o formulário de inscrição. O seu e-mail será incluído e você receberá uma mensagem solicitando que confirme a inscrição. O EcoDebate não pratica SPAM e a exigência de confirmação do e-mail de origem visa evitar que seu e-mail seja incluído indevidamente por terceiros. Remoção da lista de distribuição do Boletim Diário do Portal EcoDebate Para cancelar a sua inscrição neste grupo, envie um e-mail para ecodebate@ecodebate.com.br. O seu e-mail será removido e você receberá uma mensagem confirmando a remoção. Observe que a remoção é automática mas não é instantânea. http://www.ecodebate.com.br/2012/12/05/pesquisadores-apontam-que-proteger-as-florestas-aindae-uma-das-melhores-acoes-de-mitigacao/


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American Journal of Botany

Assunto:ARTICLE-Microsatellite

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loci for tucumã of Amazonas (Astrocaryum aculeatum) and

amplification in other Arecaceae ( ) Release da assessoria de imprensa ( x ) Matéria articulada pela assessoria ( ) Iniciativa do próprio veículo de comunicação ( ) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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Data: 05/12/2012

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Microsatellite loci for tucumã of Amazonas (Astrocaryum aculeatum) and amplification in other Arecaceae1

ABSTRACT • Premise of the study: Microsatellite loci were developed for tucumã of Amazonas (Astrocaryum aculeatum), and cross-species amplification was performed in six other Arecaceae, to investigate genetic diversity and population structure and to provide support for natural populations management. • Methods and Results: Fourteen microsatellite loci were isolated from a microsatellite-enriched genomic library and used to characterize two wild populations of tucumã of Amazonas (Manaus and Manicoré cities). The


investigated

loci

displayed

high

polymorphism

for

both A.

aculeatumpopulations, with a mean observed heterozygosity of 0.498. Amplification

rates

ranging

from

50%

to

93%

were

found

for

four Astrocaryum species and two additional species of Arecaceae. • Conclusions: The information derived from the microsatellite markers developed here provides significant gains in conserved allelic richness and

supports

the

implementation

of

several

molecular

breeding

strategies for the Amazonian tucumã. Key words: •Amazon •Arecaceae •Astrocaryum aculeatum •microsatellites •tucumã •↵1 The authors thank the Fundação de Amparo à Pesquisa

do Estado do Amazonas (FAPEAM) for scholarships to S.L.F.R., P.P.S., and A.C.S.M.; the Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP) and FAPEAM for funding the project CTIAFAM (Process 01.06.0380.04); the Conselho Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento (Process

(CNPq)

for

553254/2005-7);

funding and

the

the

project

BIOPALM

Coordenação

de

Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)–Programa de Excelência Acadêmica (Proex) of the Departamento de Genética ESALQ-USP for supporting this research. •↵8 Author for correspondence: eaveasey@usp.br

http://www.amjbot.org/content/early/2012/12/04/ajb.1100607.abstract


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PORTAL.UFAM

Assunto:XXI

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edição do CONIC começa dia 10

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Data: 05/12/2012

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XXI edição do CONIC começa dia 10 Voltado ao desenvolvimento científico de acadêmicos da Ufam e outras instituições de nível superior, o XXI Congresso de Iniciação Científica (CONIC), já tem data para acontecer e vem mobilizando, igualmente, alunos dos campi do interior do Estado.

Financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa (Fapeam) e pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), o Conic acontecerá, simultaneamente, entre os dias 10 e 14 de dezembro, em Manaus, Benjamin Constant, Coari e Parintins – exceto Itacoatiara, que já expôs suas pesquisas no mês de outubro. Estão programados, além dos trabalhos, exposição de banners e mini-cursos. Em Manaus e nas demais cidades do interior, cada área do conhecimento terá local específico para desenvolver seus trabalhos (ver anexo). A abertura do XXI Conic acontecerá no auditório Eulálio Chaves, no dia 10, no horário de 08h30. O professor doutor Emílio Cantídio de Oliveira Filho é quem proferirá a palestra “A iniciação científica: novos tempos e novas possibilidades”.


Além dos bolsistas e voluntários do Projeto de Bolsas de Iniciação Científica (Pibic). Alunos inscritos, provenientes de outras instituições, integram a categoria denominada "Temas Livres". Ao fim do XXI Congresso de Iniciação Científica, será escolhido o bolsista do período de maior destaque, de cada grande área do conhecimento, em Manaus e do conjunto das áreas nos campi do interior. Os acadêmicos que mais se destacarem, receberão o prêmio professor Abraham Moysés Cohen e passagem aérea, com ajuda de custo para a cidade que sedie o congresso que tenha aceitado o projeto, conforme explicou o professor Antônio Inhamuns, diretor do Departamento de Apoio à Pesquisa (Propesp). As premiações e a cerimônia de encerramento do XXI Conic estão programado para ocorrer na própria UFAM, no auditório Alalaú, da Faced, no dia 14 de dezembro, às 09h. http://portal.ufam.edu.br/index.php/comunicacao/48-noticias-do-slideshow/123-xxi-edicao-doconic-comeca-dia-10


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CORREIO BRAZIENSE

Assunto:Cientistas

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australianos criam o AusFestival, um abacaxi com aroma de coco

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Data: 05/12/2012

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Cientistas australianos criam o AusFestival, um abacaxi com aroma de coco Sydney - Cientista australianos criaram um abacaxi com aroma de coco, que será batizado de "Abacaxi AusFestival", informou o departamento de Agricultura do estado de Queensland, sudeste da Austrália. As pessoas que participaram das primeiras degustações ficaram muito entusiasmadas com a a nova fruta, indicou Garth Senewski, um horticultor associado à pesquisa. A comercialização do novo abacaxi acontecerá dentro de dois anos, acrescentou.

http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/ciencia-esaude/2012/12/05/interna_ciencia_saude,337530/cientistas-australianos-criam-o-ausfestivalum-abacaxi-com-aroma-de-coco.shtml


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UEA

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Assunto:UEA divulga resultado da terceira fase para mestrado em Educação em Ciências na Amazônia ( ) Release da assessoria de imprensa ( ) Matéria articulada pela assessoria (X) Iniciativa do próprio veículo de comunicação ( ) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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Data: 05/12/2012

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UEA divulga resultado da terceira fase para mestrado em Educação em Ciências na Amazônia A UEA divulga o resultado da terceira fase para os interessados em concorrer a uma das 20 vagas oferecidas para a turma de mestrado acadêmico em Educação em Ciências na Amazônia, para o ano de 2013. Nesta fase, o candidato foi avaliado pela prova escrita, a etapa é eliminatória, sendo a menor nota mínima para aprovação sete pontos. Esta quarta etapa, com prova oral, será realizada nos dias 10 e 11 dezembro, no horário de 8h30 às 18h. O candidato deve comparecer à prova com antecedência de 30 minutos. È indispensável o documento de identidade original com foto e comprovante de inscrição. No ato da prova, o participante do certame argumentará diante de uma banca examinadora constituída de docentes do Programa, vinculados à linha de pesquisa de acordo com a vaga que o candidato pleiteia. O resultado final será divulgado no dia 17 de dezembro. A Escola Normal Superior (ENS) está situada na Avenida Djalma Batista, nº. 2470, Chapada. A lista completa está disponível abaixo para download. Mais informações por meio do contato (92) 3878-7726. http://www3.uea.edu.br/noticia.php?notId=24378


Veículo:

D24am

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Assunto:Descoberto gene que aumenta três vezes risco de Alzheimer ( ) Release da assessoria de imprensa ( ) Matéria articulada pela assessoria ( ) Iniciativa do próprio veículo de comunicação ( ) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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Descoberto gene que aumenta três vezes risco de Alzheimer São Paulo- Um gene que aumenta em cerca de três vezes o risco da doença de Alzheimer foi descoberto por uma equipe internacional que inclui pesquisadores da Clínica Mayo. É o fator de risco genético mais potente para o desenvolvimento da doença identificado nos últimos 20 anos. A descoberta foi relatada na edição online do ‘New England Journal of Medicine’. A equipe foi composta por pesquisadores de 44 instituições de diversas partes do mundo, incluindo dez pesquisadores da Clínica Mayo, do campus da Flórida (EUA) e de Minnesota. O estudo foi liderado pelo pesquisador e doutor do Instituto de Neurologia da University College London John Hardy, que foi professor na Clínica Mayo de Jacksonville, Flórida. Os pesquisadores usaram novas técnicas de sequenciamento para chegar ao gene Trem2, como o realizado, em parte pela cientista Aleksandra Wojtas, e Rosa Rademakers, doutora da Clínica Mayo na Flórida. Os estudos levaram à identificação de um conjunto de variantes raras do Trem2, que ocorreram com


maior frequência em 1.092 pacientes com a doença, do que em 1.107 pessoas saudáveis. A variante mais comum, a R47H, foi então avaliada em estudos suplementares de uma grande quantidade de pacientes de Alzheimer e de pessoas saudáveis. A cientista Minerva Carrasquillo, do laboratório de Steven Younkin, encabeçou a genotipagem direta e a análise da variante R47H em amostras de 1.994 pacientes com doença e de 4.062 pessoas sadias. Os estudos mostraram que a variante R47H do Trem2 aumenta o risco de doença. http://www.d24am.com/noticias/saude/descoberto-gene-que-aumenta-tres-vezes-risco-dealzheimer/75032


Veículo: PORTAL DO GOVERNO

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Assunto:Governo do Estado prepara Manaus para atendimento em caso de acidentes químicos, bacteriológicos, radioativos e nucleares durante a Copa 2014 ( ) Release da assessoria de imprensa ( ) Matéria articulada pela assessoria (X) Iniciativa do próprio veículo de comunicação ( ) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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Data: 05/12/2012

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Governo do Estado prepara Manaus para atendimento em caso de acidentes químicos, bacteriológicos, radioativos e nucleares durante a Copa 2014 O Governo do Amazonas, por meio da Defesa Civil do Estado e da Unidade Gestora do Projeto Copa (UGP Copa), está capacitando gestores das áreas de saúde e segurança pública para a prevenção e o socorro à população em caso de acidentes químicos, bacteriológicos, radioativos e nucleares, durante o período dos jogos da Copa 2014 em Manaus. O workshop “QBRN e Segurança em Megaeventos para Organizações Não Policiais” iniciou nesta terça-feira, dia 4 de dezembro, e se estende até a próxima quinta-feira, dia 6, no auditório da Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (Fieam), no Centro, zona sul de Manaus. A ação segue orientação do governador Omar Aziz de estruturar os órgãos estaduais e municipais envolvidos na realização do evento, entre eles a Defesa Civil estadual e municipal, o Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas (CBMAM), Instituto Médico Legal (IML), Serviço de Atendimento Móvel de


Urgência (Samu), além da rede hospitalar e fundações, como a Fundação de Vigilância Sanitária do Amazonas (FVS). Participam ainda representantes da Petrobras e Infraero. “O Governo do Amazonas, ciente de suas responsabilidades, trouxe essa capacitação para organizações não policiais, afim de garantir o controle na atividade portuária, aeroportuária, rede hospitalar e proteção civil de um modo geral, garantindo um nível de proteção desejada à população de Manaus e àquelas que vão prestigiar a Copa de 2014”, afirmou o secretário da Defesa Civil do Estado, Roberto Rocha. Para o coordenador do Projeto Copa, Miguel Capobiango, essa é mais uma etapa que o Governo do Estado cumpre na preparação do Mundial. “A ideia é preparar todas as intuições do Estado e Município, para que possam dar uma resposta rápida à sociedade, em qualquer situação emergencial durante a Copa”, enfatizou. Especialistas – Os dois palestrantes são bombeiros da Alemanha, especialistas em QBRN (sigla para Químicos, Biológicos, Radioativos e Nucleares). Eles fazem parte do Host City Program, programa de cooperação do governo alemão, e estão repassando aos gestores de Manaus as experiências adquiridas na organização da Copa da Alemanha, em 2006, e no Mundial na África do Sul, em 2010. “Essa será uma troca de experiências. Em 2006, estávamos na mesma situação de vocês e agora temos a prática. É baseado nisso que vamos trabalhar neste workshop”, garantiu um dos palestrantes, o tenente-coronel Hauke Speth. Sobre o Host City Program – O evento está sendo promovido no âmbito do Host City Program. O Programa é financiado pelo BMZ (Ministério Federal de Cooperação Econômica e Desenvolvimento da Alemanha), através da SKWEW, entidade que fomenta intercâmbio de experiências entre municípios em prol do desenvolvimento sustentável. A GIZ (Agência para Cooperação Internacional do Governo Alemão) é o braço executor do Programa no Brasil. http://www.amazonas.am.gov.br/2012/12/governo-do-estado-prepara-manaus-para-atendimentoem-caso-de-acidentes-quimicos-bacteriologicos-radioativos-e-nucleares-durante-a-copa-2014/


Veículo: INPA

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Assunto:Estudo avalia padrões alimentares de tartaruga-da-amazônia ( ) Release da assessoria de imprensa ( ) Matéria articulada pela assessoria ( ) Iniciativa do próprio veículo de comunicação ( ) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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Estudo avalia padrões alimentares de tartaruga-da-amazônia A pesquisa de mestrado de Guilherme Malvar da Costa, realizada pelo Programa de Pós-Graduação em Ecologia do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI), avaliou os padrões alimentares da tartaruga-daamazônia (podocnemis expansa) na Reserva Biológica do Rio Trombetas (Rebio Trobetas), em Oriximiná (PA), durante um período de seca. O estudo foi orientado por Richard Vogt, pesquisador considerado uma das maiores referências em estudos com quelônios na Amazônia. Estudos e investigações Quelônios possuem diferentes estratégias alimentares, que estão relacionadas principalmente ao sexo, idade e disponibilidade de alimentos em ambiente natural. Para Costa, os resultados dos estudos influenciarão diretamente nas ações de manejo e conservação realizadas na Reserva. O mestrando explicou que os estudos alimentares foram concentrados no período da seca dos rios. “Durante esse período, as tartarugas-da-amazônia


ocupam principalmente as calhas médias e baixas dos rios, apresentando comportamento alimentar predominantemente herbívoro”, ressaltou. Já as investigações da possibilidade da atuação das tartarugas como agentes dispersores de sementes foram realizados a partir da recuperação das sementes encontradas no trato digestivo das tartarugas, por meio de lavagem estomacal, regurgitado, peneirado e analisado em laboratório, e pelo conteúdo fecal, onde as sementes recuperadas foram acondicionadas em bandejas de germinação. Os testes de germinação obtiveram resultados negativos e, para Costa, não é possível afirmar que os indivíduos da espécie analisada atuem como dispersores de sementes na natureza. Quanto aos padrões alimentares, das onze categorias alimentares encontradas, folhas, sementes e talos estão entre a dieta alimentar mais importante para as tartarugas. O estudo concluiu ainda que não ocorrem diferenças na alimentação em decorrência a diferenciação de sexo ou idade. A pesquisa foi desenvolvida em parceria com o Projeto Tartarugas da Amazônia, patrocinado pela Petrobras, por meio do Programa Petrobras Ambiental. Foto da chamada: Wallace Abreu http://www.inpa.gov.br/noticias/noticia_sgno2.php?codigo=2642,


Veículo: A CRÍTICA.COM

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Assunto:Prefeitura diz que pesquisa Firjan não reflete a realidade de Manaus ( ) Release da assessoria de imprensa ( ) Matéria articulada pela assessoria ( ) Iniciativa do próprio veículo de comunicação ( ) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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Prefeitura diz que pesquisa Firjan não reflete a realidade de Manaus A Secretaria Municipal de Comunicação (Semcom) encaminhou nota na qual afirma que a pesquisa divulgada pela Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan), na última segunda-feira (3/12), a qual coloca Manaus como a cidade menos desenvolvida entre as capitais brasileiras, “não reflete a realidade da cidade”, uma vez que os dados analisados são de 2010, período em que foram executados objetivando reordenar os recursos públicos e a infraestrutura da cidade, “principalmente no tocante à recuperação de vias”. O estudo da federação considerou a evolução nos seguintes quesitos: Emprego & Renda, educação e saúde. Segundo a Semcom, a Prefeitura de Manaus investiu na melhoria dos sistemas de saúde, de educação – oportunizando o acesso ao ensino superior, com bolsas de estudos de 100%, 75% e 50%-, de transporte, de trânsito e todos os outros setores para atender a sociedade.


“Vale ressaltar avanços como o fim do turno da fome, a ampliação das Unidades Básicas de Saúde da Família, o SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), as Carretas de Saúde (da Mulher, Odontológica, de exames laboratoriais), a construção de complexos viários”, entre outros. Além disso, informa a secretaria, o IFDM (Índice Firjan de Desenvolvimento) analisa emprego e renda (salários médios, geração e estoque dos empregos formais), educação (taxa de matrícula infantil, abandono, distorção idade-série, entre outros) e saúde (número de consultas pré-natal, óbitos por causa mal definidas e óbitos infantis evitáveis). Todos esses setores registraram avanços nos dois últimos anos (2011/2012), como resultado dos investimentos citados anteriormente. Com relação à geração de emprego e renda, há que considerar a realização de concursos públicos geral, pela Prefeitura, e também em áreas específicas como saúde, educação, trânsito, esportes, planejamento urbano, entre outras. “A preocupação com a geração de renda também ficou patente com a criação do Banco da Gente que, desde 2009, liberou cerca de R$ 14 milhões em operações de crédito, beneficiando três mil microempreendedores que puderam, com recursos financiados as juros baixos, diferenciados, investir na ampliação de seus negócios, dando oportunidade a outras pessoas”, conclui.

http://acritica.uol.com.br/manaus/Prefeitura-pesquisa-Firjan-realidade-Manaus-AmazoniaAmazonas_0_822517839.html


Veículo: A CRÍTICA.COM

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Assunto:Estudo avalia padrões alimentares de tartaruga-da-Amazônia ( ) Release da assessoria de imprensa (x ) Matéria articulada pela assessoria ( ) Iniciativa do próprio veículo de comunicação ( ) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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Data: 05/12/2012

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Estudo avalia padrões alimentares de tartaruga-da-Amazônia Quelônios possuem diferentes estratégias alimentares, que estão relacionadas principalmente ao sexo, idade e disponibilidade de alimentos em ambiente natural. Esta é uma das conclusões da pesquisa de mestrado de Guilherme Malvar da Costa, realizada pelo Programa de Pós-Graduação em Ecologia do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI). Após avaliar os padrões alimentares da tartaruga-da-amazônia (podocnemis expansa) na Reserva Biológica do Rio Trombetas (Rebio Trobetas), em Oriximiná (PA), durante um período de seca, o mestrando chegou a esta conclusão e a outras sobre a forma de alimentação dos quelônios que, podem, servir no futuro, às ações de manejo e conservação realizadas na Reserva O mestrando explicou que os estudos alimentares foram concentrados no período da seca dos rios. “Durante esse período, as tartarugas-da-amazônia ocupam


principalmente as calhas médias e baixas dos rios, apresentando comportamento alimentar predominantemente herbívoro”, ressaltou. Dispersores de sementes Já as investigações da possibilidade da atuação das tartarugas como agentes dispersores de sementes foram realizados a partir da recuperação das sementes encontradas no trato digestivo das tartarugas, por meio de lavagem estomacal, regurgitado, peneirado e analisado em laboratório, e pelo conteúdo fecal, onde as sementes recuperadas foram acondicionadas em bandejas de germinação. Os testes de germinação obtiveram resultados negativos e, para Costa, não é possível afirmar que os indivíduos da espécie analisada atuem como dispersores de sementes na natureza. Quanto aos padrões alimentares, das onze categorias alimentares encontradas, folhas, sementes e talos estão entre a dieta alimentar mais importante para as tartarugas. O estudo concluiu ainda que não ocorrem diferenças na alimentação em decorrência a diferenciação de sexo ou idade. A pesquisa foi desenvolvida em parceria com o Projeto Tartarugas da Amazônia, patrocinado pela Petrobras, por meio do Programa Petrobras Ambiental. O estudo de Guilherme Costa foi orientado por Richard Vogt, pesquisador considerado uma das maiores referências em estudos com quelônios na Amazônia. Com informações da assessoria de comunicação http://acritica.uol.com.br/amazonia/Manaus-Amazonas-Amazonia-Inpa-Tartaruga_da_Amazoniaestudo-pesquisa_0_822517828.html


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Assunto: Cérebro virtual simula comportamento e realiza tarefas cognitivas ( ) Release da assessoria de imprensa ( ) Matéria articulada pela assessoria ( ) Iniciativa do próprio veículo de comunicação ( ) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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Data: 05/12/2012

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Cérebro virtual simula comportamento e realiza tarefas cognitivas A busca para compreender o cérebro humano acaba de dar um passo importante. Um estudo publicado na revista americana "Science" apresentou o primeiro modelo computacional do cérebro capaz de simular comportamentos humanos complexos, como realizar somas e completar séries de números. Até hoje, as simulações do cérebro se concentravam mais em replicar suas partes, conexões e organização, dando pouca atenção a comportamentos e funções. "Todos sabem que o cérebro e o comportamento humano são complexos. Mas ninguém sabe como a atividade do cérebro gera toda a variedade de comportamentos observáveis", explicou à Folha Chris Eliasmith, líder da pesquisa. "Outros modelos do cérebro, apesar de complexos, não exibem nenhum comportamento. O nosso é o primeiro que não só é complexo como também produz comportamentos sofisticados." O modelo, produzido por cientistas da Universidade de Waterloo, no Canadá, e batizado de Spaun, busca simular o cérebro computacionalmente, mimetizando


os detalhes fisiológicos de cada neurônio, os impulsos elétricos que fluem entre eles e os neurotransmissores (os mensageiros químicos cerebrais). Spaun é formado por 2,5 milhões de neurônios virtuais organizados em subsistemas conectados, comparáveis às diferentes áreas do cérebro. As tarefas são realizadas por um braço virtual, modelado por uma série de equações para simular massa, comprimento e resistência. "Talvez nunca saibamos como o cérebro realmente funciona. O modelo proposto procura formular hipóteses sobre esse funcionamento fazendo a ligação entre o que acontece no nível molecular e a geração de comportamentos complexos", diz Fábio Godinho, neurocirurgião e doutor pelo Instituto de Neurociências de Lyon. As tarefas variam de simples exercícios de percepção, como reconhecer uma letra, passando por exercícios de memória, como recordar sequências de números, até atividades cognitivas mais complexas, como adivinhar padrões numéricos que fazem parte de testes básicos de QI. Spaun tem uma precisão quase humana em tais tarefas e reproduz alguns equívocos do nosso comportamento, como a tendência de se lembrar mais do primeiro e do último termo de uma série do que dos demais. Eliasmith disse que a equipe de seu laboratório não se surpreendeu com o fato de o modelo conseguir realizar as tarefas propostas, "mas ficamos surpresos quando características sutis, como os erros cometidos por ele, foram as mesmas de seres humanos". "O trabalho é extraordinário", diz Godinho. "Envolve conhecimentos de biologia, psicologia, neuroanatomia, neurofisiologia, matemática e computação." Apesar disso, Spaun não tem a capacidade de aprender. Sua arquitetura é suficientemente flexível para se adaptar a algumas situações, mas é incapaz de aprender tarefas completamente novas. "É uma limitação importante. Todo o seu conhecimento é, por assim dizer, inato", diz Godinho. "O modelo também é unissensorial, possui só a visão, quando o nosso cérebro é multissensorial." "Além disso, o modelo é puramente cognitivo, não possui circuitos ligados a emoções, que são importantes para gerar motivações." Cérebro idoso - O modelo Spaun é uma importante plataforma de testes para hipóteses sobre como o cérebro funciona. "Spaun nos ajudará a compreender melhor a relação entre mecanismos biológicos e comportamento. Isso pode ser importante para entender o que acontece quando o cérebro sofre lesões ou quando é influenciado por drogas", disse Eliasmith. "Se destruirmos algumas partes do modelo, poderemos ver como o comportamento falha nessa situação. Ou poderíamos mudar a forma como os


neurotransmissores funcionam e ver como isso se relaciona com o comportamento", acrescenta. Os pesquisadores já submeteram para publicação um novo artigo no qual destroem os neurônios virtuais de Spaun na mesma taxa que afeta um cérebro idoso e observaram o mesmo declínio cognitivo. (Folha de São Paulo) http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=85239


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Assunto:Convite

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expõe embate ideológico na educação

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Data: 05/12/2012

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Convite expõe embate ideológico na educação Indicação de secretária de Educação do Rio a cargo no MEC gerou mobilização inédita, contrária e a favor. O convite, na semana passada, para que a secretária municipal de Educação do Rio de Janeiro, Cláudia Costin, assumisse a Secretaria de Educação Básica do Ministério da Educação (MEC) trouxe à tona o embate existente entre as duas correntes que pensam e gerem o assunto no Brasil. De um lado, estão os pedagogos - acadêmicos de instituições públicas tradicionais de ensino - e os sindicatos dos docentes. De outro, profissionais de áreas como administração e economia, além de fundações e instituições voltadas à discussão do tema. O primeiro grupo, o dos pedagogos, é o que historicamente domina o cenário da educação brasileira, desde a construção do currículo dos cursos de Pedagogia até a formulação dos concursos públicos que selecionam docentes para as redes de ensino.


O segundo, o dos "estrangeiros à Pedagogia", trouxe referências de outras áreas para a discussão do tema e defende as avaliações externas, as metas de aprendizagem e a existência de um currículo nacional. Assim que o ministro Aloizio Mercadante fez o convite a Cláudia, o primeiro grupo lançou uma petição pública contra a nomeação. O texto a acusa de autoritarismo didático e de "capitalizar" a educação. Sua gestão no Rio seria marcada pela "privatização do ensino público, a fragmentação do trabalho docente, a perda da autonomia dos professores e a submissão estrita aos cânones neoliberais". Em resposta a esse ato de repúdio, o segundo grupo publicou uma carta de apoio à secretária, com números que mostram o avanço das escolas cariocas no Índice de Desenvolvimento Educacional (Ideb) e afirmando que a gestão "ousou experimentar novas formas de aprender". Enquanto o debate fervilhava na internet, Cláudia recusou o convite por questões pessoais e o posto do MEC continua vago. Cesar Callegari, que ocupava o cargo, foi anunciado ontem como o novo secretário municipal de Educação de São Paulo. Em breve, a discussão deve sair dos holofotes, mas continuará nos gabinetes que decidem os rumos da educação brasileira. Embate - Uma das questões debatidas é a serviço de quem a escola tem sido pensada e realizada. Boa parte da academia acredita que esses novos atores no setor educacional trabalham a serviço do capitalismo, com foco em metas de empregabilidade e enriquecimento do País. "Existe um projeto neoliberal que diminuiu a importância do Estado e subordinou a educação às necessidades imediatas do mercado", diz Carmen Sylvia Moraes, da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP), que ajudou a conceber o manifesto contra a nomeação. "Esquecem-se de que a educação é a expressão e não a causa do desenvolvimento. Precisamos de um trabalhador com autonomia intelectual, crítico. E isso não se consegue com as metas que os economistas propõem." Ao se referir a metas, Carmen coloca em evidência outro motivo de discórdia: as expectativas de aprendizagem e as bonificações aos docentes atreladas ao aprendizado dos alunos. Na cidade do Rio de Janeiro, por exemplo, professores de escolas que alcançaram as metas no Ideb e no IdeRio, o índice local, são bonificados. O Estado de São Paulo tem programa similar. "A avaliação pode estar maquiada. A educação é mais que as notas de matemática e português. Essa é uma visão curta e economicista que culpabiliza o professor pelo fracasso do aluno", diz Gaudêncio Frigotto, professor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), que assinou a petição contrária.


Resultados - Os números do Ideb têm mostrado avanços no Rio. Dados recentes mostram que, enquanto o Ideb dos anos finais do ensino fundamental subiu 0,2 ponto nas escolas públicas do País (de 3,7 para 3,9), o da cidade do Rio foi de 3,6 para 4,4. Por lá, os professores têm de cumprir um currículo com expectativas de aprendizagem e o concurso público, além da prova teórica, compreende uma aula para uma banca, com o propósito de avaliar a prática de ensino, a didática do docente. "São experiências que deram certo principalmente em benefício dos mais carentes", afirma o sociólogo Simon Schwartzman, que assina carta em apoio à secretária municipal do Rio. Denis Mizne, diretor da Fundação Lemann, endossa o coro. "Conseguir esse avanço no aprendizado em uma cidade grande como o Rio não é pouco. Uma pena ela não ir para o MEC em nome desse debate antigo e de posicionamentos radicais que não ajudam, na prática, a melhorar a educação no País." Priscila Cruz, do Todos pela Educação, pondera que o debate é um bom sinal. Mostra que a educação está na pauta. Mas completa: "Enquanto se discute ideologia, o analfabetismo continua". Coragem para aprender em padrões internacionais Análise de Ilona Becskeházy F. de Sousa, consultora de educação. Recentemente, a presidente Dilma Rousseff fez um discurso em prol da igualdade de oportunidades de aprendizagem, o que poderia significar um estímulo para queimarmos etapas e quebrarmos paradigmas. Mas ela não foi específica em seu plano nem em suas ações. Mais um soluço discursivo? Vejamos... Igualdade de oportunidades de aprendizado é um conceito teórico que pressupõe a existência de políticas públicas constituídas por altas expectativas de aprendizado, mesmo para alunos pobres; por currículos com padrões muito bem definidos, que reflitam as altas expectativas; pelo monitoramento do desenrolar do currículo nas salas de aula e nas cabeças dos alunos, com avaliações padronizadas e alinhadas com o currículo; pela garantia de salas de aula apropriadas para o ensino, com infraestrutura física e didática compatível com as altas expectativas; e por profissionais da educação com competência técnica e altos padrões éticos. Sabemos que o Brasil está a anos-luz dessa estrutura de políticas educacionais, porque está preso em uma armadilha de má qualidade, sem disposição clara para desarmá-la.


A arapuca institucionalizada, que também afeta a elite, começa com um ensino básico sem padrões de qualidade definidos, que produz egressos semianalfabetos, que vão para uma formação docente inócua e descolada das necessidades pedagógicas do País, perpetuada por uma pós-graduação desatualizada e protegida por uma regulação setorial medíocre e politizada que, por sua vez, impede a melhoria de qualidade da educação básica. Viradas de jogo e mudanças radicais de rumo exigem coragem para estabelecer objetivos ambiciosos, uma clara visão de onde se quer chegar para, então, poder ser compartilhada com os envolvidos, capacidade de comunicar e de mobilizar pessoas na direção certa, competência técnica e recursos para pôr de pé os processos necessários e muita energia para enfrentar os obstáculos. Precisamos urgentemente de lideranças educacionais que reúnam essas qualidades. Vivemos sob um embate de ideologias que empobrece e radicaliza posições e ainda não conseguimos chegar a soluções de consenso. Antes, somos engolidos por diferentes grupos que não estão dispostos a ceder seu pedacinho de hoje em nome do amanhã. O futuro educacional brilhante do Brasil pode estar nas mãos de Dilma e de seu ministro da Educação. Mas eles ainda não apresentaram um plano estruturado que revele a visão de longo prazo. Então, que ao menos consigamos nos unir para perguntar: presidente Dilma, qual é o seu plano para finalmente priorizar a excelência e a equidade da educação básica? Qual o tamanho da sua ambição para os alunos brasileiros? (O Estado de São Paulo) http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=85233


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Assunto: Atlas

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disseca a Amazônia e faz alertas para o futuro

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Data: 05/12/2012

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Atlas disseca a Amazônia e faz alertas para o futuro Entre o ano 2000 e 2010, 240 mil km2 de floresta amazônica sumiram do mapa. É o equivalente ao desaparecimento do território do Reino Unido em diversidade social e ambiental, rios e florestas, culturas e tradições, que deram lugar a pastagens e exploração de madeira, hidrelétricas, indústrias, mineradoras, extração de petróleo e gás e estradas na Amazônia inteira, não só na parte brasileira. Se continuar assim, metade da floresta como a conhecemos hoje pode desaparecer em breve. A previsão está no "Atlas Amazônia sob pressão", uma publicação inédita que está sendo lançada hoje por uma rede de 11 organizações de oito países amazônicos, que fez um diagnóstico da pressão atual e das ameaças futuras que a região pode enfrentar. O atlas observa com lupa uma região de 7,8 milhões de km2, quase 1.500 municípios e mais de 30 milhões de pessoas. O foco era analisar o que ocorre nas áreas protegidas e nos territórios indígenas dos países amazônicos. "A


Amazônia está vivendo uma fase de supressão", diz o antropólogo Beto Ricardo, coordenador-geral da Rede Amazônica de Informação Socioambiental Georreferenciada (Raisg), a rede de organizações responsável pelo trabalho. "A Amazônia é flora, água doce e diversidade cultural. Esse triunvirato está desaparecendo." O "Amazônia sob pressão" alerta para os problemas que a região pode sofrer examinando seis grandes áreas e os planos e estratégias que os governos têm para seus países. São planos que envolvem estradas, exploração de petróleo e gás, mineração e hidrelétricas, além dos focos de calor e do desmatamento. O estudo examina iniciativas potenciais dos governos para a região, como a viabilidade de se construir hidrelétricas em alguns pontos, e ações planejadas, que seriam as ameaças. Obras em construção ou já em funcionamento constituem as pressões que a região sofre hoje e que colocam em risco sua integridade ambiental e os direitos de seus habitantes, tradicionais ou não. Toda a região sofre, por exemplo, pressão dos planos de interligar o Atlântico ao Pacífico por rodovias. É no Equador onde fica a maior densidade de estradas na Amazônia, construídas para abrir caminhos para a exploração de petróleo. Há 24 empresas de petróleo explorando nos países amazônicos. Nove delas controlam 78% dos lotes - hoje há 81 lotes em exploração e outros 246 com potencial. No Peru, 66,3% das terras indígenas estão sobre lotes destinados à exploração de petróleo. Perto de 21% do território amazônico tem áreas em que o setor de mineração tem interesse, mas a maioria ainda está em estudos de concessão. Essas zonas podem interferir em 15% das áreas protegidas e 19% dos territórios indígenas da Amazônia. Na Guiana, o desmatamento causado pelo garimpo de ouro triplicou na comparação entre 2001-2002 e 2007-2008. A mineração é uma ameaça às terras indígenas no Brasil - de todas as áreas solicitadas pela atividade em territórios indígenas da Amazônia inteira, 79% estão no Brasil. Às vezes, as ameaças têm outro tipo de raiz: o atlas alerta que as formas tradicionais de manejo do fogo como prática agrícola de povos indígenas tem de se adaptar à mudança do clima. Em 2010, o número de focos de calor do Parque Indígena do Xingu foi de 884 pontos, quase quatro vezes mais do que o registrado em 2007, ano que até então tinha o recorde da década. O atlas faz também uma espécie de radiografia do processo de mudança dos últimos dez anos na região, onde vivem 385 povos indígenas, alguns em situação de isolamento. As áreas protegidas e os territórios indígenas ocupam 45% da região, dividindo o espaço com proprietários rurais de todos os tamanhos, indústrias e empresas de vários ramos, institutos de pesquisa, organizações de fomento, grupos religiosos e organizações da sociedade civil.


"Se todos os interesses econômicos que se sobrepõem se concretizarem nos próximos anos, a Amazônia vai se tornar uma savana com ilhas de floresta", diz Beto Ricardo, do Instituto Socioambiental (ISA). O atlas, de 68 páginas, tem destaques contundentes. Em toda a Amazônia existem 171 hidrelétricas em operação ou em construção, e 246 planejadas ou em fase de estudo. Há pontos em comum: o desmatamento da floresta acontece nas bordas. Brasil, Bolívia, Colômbia e Equador são os países que registraram maior desmatamento. "É importante que as pessoas entendam a extensão, diversidade e complexidade da Amazônia", diz Ricardo. "Talvez o grande mérito desse trabalho seja criar uma rede de compartilhamento de informações para produzir uma visão geral da Amazônia. E, do lado brasileiro, romper com essa tendência de falarmos da Amazônia como se fosse a Amazônia toda. Não é." Ricardo diz que o atlas permite ter uma visão geral da região e do que está acontecendo ali. Por exemplo, ao chamado arco do desmatamento, expressão consagrada entre os especialistas brasileiros, "está se somando um arco de hidrelétricas, de exploração de petróleo e de mineração", destaca ele. "Essa pressão configura um futuro onde a paisagem da Amazônia será substituída por outro tipo de cenário." A Raisg foi fundada em 1996. O instituto brasileiro ISA começou a procurar instituições em outros países amazônicos que tivessem a mesma experiência com populações locais e indígenas e trabalhassem com informações georreferenciadas. A rede de 11 instituições da sociedade civil (com exceção da representação da Guiana Francesa que é um órgão ligado ao Ministério do Meio Ambiente) começou a deslanchar em 2007. Tem três institutos brasileiros e outros da Guiana, Guiana Francesa e Suriname, Venezuela, Equador, Bolívia, Colômbia e Peru. A intenção é que este seja o início de um esforço continuado de entender a região. (Valor Econômico) http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=85234


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Assunto: Cientistas querem mais apoio à pesquisa, inclusão social e redução da pobreza na Amazônia ( ) Release da assessoria de imprensa ( ) Matéria articulada pela assessoria ( ) Iniciativa do próprio veículo de comunicação ( ) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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Data: 05/12/2012

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Cientistas querem mais apoio à pesquisa, inclusão social e redução da pobreza na Amazônia O 3º Encontro Preparatório para o Fórum Mundial de Ciências, que acontecerá em 2013, no Rio de Janeiro, terminou, na última sexta-feira (30), em Manaus, com os cientistas participantes pedindo maio apoio à pesquisa, inclusão social e redução da pobreza na Amazônia. Realizado durante três dias, o evento teve como objetivo principal discutir propostas para serem levadas ao Fórum Mundial do ano que vem. O encerramento do encontro contou com a participação de sete pesquisadores, em duas mesas de debate. A primeira, sob o tema "Ética e ciência na fronteira do conhecimento", contou com a participação dos professores Socorro Chaves e Plínio Jose Cavalcante Monteiro, ambos da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), e de Geraldo Mendes dos Santos, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa). Os participantes discutiram as diferentes facetas da ética em pesquisa e do desafio de aproximá-la da ciência. Entre essas questões, foram abordadas as


relativas ao conhecimento tradicional e o conhecimento científico; a fronteira dos saberes e as áreas com pressupostos técnicos e metodológicos distintos; e a presença da academia e das demandas da sociedade na fronteira do conhecimento. Em sua fala, o professor Plínio José Cavalcante Monteiro ressaltou a importância do apoio a instituições como o Inpa e a Embrapa. "Não adianta discutirmos ética se não temos decisões políticas acertadas", lembrou. "As prioridades políticas não podem estar longe das prioridades científicas", disse o professor, complementando que as fronteiras agropecuárias estão avançando e é preciso atentar para isso. Ele citou como exemplo o aumento brutal do cultivo da soja na região. Na sequência foi realizada a mesa redonda "Ciência para inclusão social e redução da pobreza nos trópicos", com a presença de Adalberto Luís Val, diretor do Inpa, Alfredo Homma, pesquisador da Embrapa/Pará, Terezinha Fraxe, professora da Ufam, e Álvaro Diaz, representante da Comissão Econômica para América Latina e Caribe (Cepal). A mesa tratou da importância do olhar sobre a sustentabilidade visando a inclusão social e a redução da pobreza na região amazônica. A professora Terezinha Fraxe foi enfática ao defender que os conhecimentos tradicionais dos quilombolas, indígenas e ribeirinhos são tão importantes quanto os conhecimentos científicos. Ela lembrou que alguns cientistas captam com as comunidades tradicionais esses conhecimentos e não creditam a esses grupos sociais o que absorveram nessas áreas. O diretor do Inpa voltou a enfatizar no encerramento do encontro a importância do tripé educação, ciência e cultura para o processo de inclusão social e geração de renda na Amazônia. Além disso, Val destacou que é fundamental o desenvolvimento da economia verde em todos os setores da sociedade, ou seja, de forma inclusiva. Ele também falou sobre a importância do programa Ciência Sem Fronteiras para a região amazônica. "Nesta área de ciência, tecnologia e educação não basta a gente ser criativo", disse. "Temos de ser ousados e esse é um programa ousado. Podemos ampliar em quatro vezes o número de doutores na região com o Ciência sem Fronteiras." Mas também é preciso criar as condições no País para receber esse pessoal treinado no exterior de volta nas instituições brasileiras e fortalecer. Para Val, a Amazônia é uma das áreas que precisam receber uma boa parte dos pesquisadores do programa. "Nós temos pouco mais de quatro mil doutores em toda essa parte do território nacional, quase 60% da área total do País, e há uma enorme pressão sobre essa região de todas as ordens", disse. Segundo o diretor do Inpa, essa demanda pode ser contornada, em boa parte, com a fixação de recursos humanos treinados pelo Ciência sem Fronteiras.


Para Val, da mesma forma que o País está investindo no programa Ciência sem Fronteiras, precisa investir num programa de pessoal na área de ciências sociais, área de adaptação dos sistemas para poder receber esses pesquisadores. "A questão dos marcos regulatórios para ciência e tecnologia é fundamental nesse processo", alertou. "Como vamos fixar esse pessoal no País, com bolsa? Bolsa é um instrumento de formação. Nós precisamos criar as condições, por exemplo, para ter os concursos e a contratação desse pessoal nas instituições de pesquisa e ensino. Não precisamos criar outro Reuni, mas temos que expandir e consolidar o que nós já temos." Ele disse que enfatizado muito que é necessário, nos próximos anos, criar um processo de fixação acelerada de recursos humanos na Amazônia, até poder ter condições de demandar investimentos na região da mesma forma que as demais regiões do País, ou seja, se ela é responsável por 8% do PIB brasileiro, é preciso ter 8% dos recursos para ciência e tecnologia investidos lá. Segundo Val, hoje os investimentos são de 2,5%. "Se tivermos esses números gerais, isso significa ampliar a nossa capacidade de demanda aqui em quatro vezes", explicou. "Significa transformarmos quatro mil doutores que temos em 16 mil." O diretor do Inpa concluiu dizendo que, considerando a importância da Amazônia no contexto mundial e o grande fosso que separa essa região das demais áreas do País, "diria que a gente precisa de uma estratégia diferenciada para a região, até por uma questão de segurança nacional". (Evanize Sydow - Ascom da SBPC)

http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=85225


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Assunto:Energia, sustentabilidade e o papel das políticas de C,T&I no 4º Encontro Preparatório em Salvador ( ) Release da assessoria de imprensa ( ) Matéria articulada pela assessoria ( ) Iniciativa do próprio veículo de comunicação ( ) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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Data: 05/12/2012

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Energia, sustentabilidade e o papel das políticas de C,T&I no 4º Encontro Preparatório em Salvador A presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Helena Nader, participará do 4º Encontro Preparatório para o Fórum Mundial de Ciência a partir desta quarta-feira (5), em Salvador (BA), e apresentará a palestra de abertura sobre as políticas de ciência, tecnologia e inovação no Brasil. Com o tema 'Energia e Sustentabilidade: o papel das políticas de C,T&I', a cerimônia de abertura contará com as participações do secretário executivo do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Luiz Antonio Elias, e do pesquisador Elibio Rech, da Academia Brasileira de Ciências (ABC) e Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), que falarão também de energia e sustentabilidade. O evento está programado para começar às 19h no auditório da Federação das Indústrias do Estado da Bahia (FIEB) e se estende até a próxima sexta-feira (7), com diferentes abordagens sobre os desafios do setor de petróleo, gás natural e bioenergia, os impactos da produção de energia nos oceanos, o papel


das fontes renováveis de energia e as perspectivas para o desenvolvimento sustentável. O Encontro na capital baiana faz parte da programação das reuniões temáticas em sete capitais em busca de uma ampla discussão nacional para serem relatadas durante a realização do Fórum Mundial de Ciência no Rio de Janeiro, em novembro do próximo ano. Confira a programação completa do 4º Encontro Preparatório (Salvador) no link: http://fmc.cgee.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=60:programa4encontro&catid=8&Itemid=195. Fórum Mundial de Ciência 2013 - Será a primeira vez que o evento ocorrerá fora da Hungria. Focado na 'Ciência para o Desenvolvimento Global', o Fórum é organizado pela Academia de Ciências da Hungria em parceria com Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), International Council for Science (ICSU), American Association for the Advancement of Science (AAAS), a Academy of Sciences for the Developing World (TWAS), o European Academies Science Advisory Council (EASAC) e a Academia Brasileira de Ciências (ABC). A Comissão Executiva Nacional do Fórum já realizou três Encontros Preparatórios. O primeiro aconteceu na Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), em agosto deste ano e abordou a 'Ciência para o desenvolvimento global - da educação para a inovação: construindo as bases para a cidadania e o desenvolvimento sustentável'. O segundo aconteceu em outubro na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) em parceria com a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig), com a temática 'Desafios para o desenvolvimento científico e tecnológico nos trópicos'. Na última semana de novembro foi a vez de o Amazonas sediar mais um Encontro. Cerca de 500 pessoas compareceram na sede do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), para discutirem o principal tema da ocasião: a 'Diversidade tropical e ciência para o desenvolvimento'. Confira as reportagens publicadas: Serviço O quê: 4º Encontro Preparatório do Fórum Mundial de Ciência 2013 Onde: Federação das Indústrias do Estado da Bahia (FIEB) Quando: 5 a 7 de dezembro de 2012 Endereço: Rua Edistio Pondé, 342, Stiep - Salvador (BA) Inscrições: http://www.fieb.org.br/inscricaoeventos/Login.aspx Entrada franca (Ascom da SBPC) http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=85224


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Assunto:Entidades pedem novas regras para pesquisas ( ) Release da assessoria de imprensa ( ) Matéria articulada pela assessoria ( ) Iniciativa do próprio veículo de comunicação ( ) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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Data: 05/12/2012

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Entidades pedem novas regras para pesquisas Grupos de médicos e cientistas brasileiros querem mais agilidade para testes clínicos. Três instituições que representam cientistas e médicos brasileiros enviaram ontem (3) ao Ministério da Saúde uma carta pedindo que o Conselho Nacional de Saúde avalie sugestões de mudanças nas regras de aprovação de testes clínicos feitos em voluntários humanos no País. Segundo a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), a Academia Brasileira de Ciências (ABC) e a Academia Nacional de Medicina (ANM), do jeito que está hoje, a regulamentação para as pesquisas com novos medicamentos "implica em enormes prejuízos ao nosso desenvolvimento científico e tecnológico, inviabilizando inclusive estudos clínicos de fase 1 e 2 em nosso país". Os estudos de fase 1 e 2 são os primeiros pelos quais os remédios devem passar, para provar que são seguros e eficazes antes serem testados em um número grande de pessoas.


De acordo com Rubens Belfort Jr., professor da Unifesp e membro titular da ABC e da ANM, o Brasil tem sido excluído de estudos internacionais por causa da demora no processo de aprovação nos Comitês Ética em Pesquisa (CEPs), na Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep) e na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). "A duplicidade [de processos] de aprovação ou negação é crítica. Há situações em que o projeto está aprovado pela Conep mas a Anvisa demora, e viceversa." Segundo Belfort, as propostas de mudanças aguardam análise há um ano. O Ministério da Saúde informa que o tema está na pauta da próxima reunião do CNS, no dia 11. (Folha de São Paulo) http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=85226


Veículo: iSAÚDE

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Assunto:Comunidade científica do país pede mudanças em pesquisas com seres humanos ( ) Release da assessoria de imprensa ( ) Matéria articulada pela assessoria ( ) Iniciativa do próprio veículo de comunicação ( ) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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Data: 05/12/2012

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Comunidade científica do país pede mudanças em pesquisas com seres humanos A Academia Brasileira de Ciências (ABC), Academia Nacional de Medicina (ANM) e Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) encaminharam ao ministro da Saúde, Alexandre Padilha, nesta quarta-feira (4), uma carta solicitando providências para a aprovação de alterações no texto da Resolução 196/96. A resolução em questão pertence ao Conselho Nacional da Saúde (CNS) e visa normatizar as pesquisas clínicas com seres humanos. A legislação está em processo de reformulação pela Comissão Nacional de Ética e Pesquisa (Conep) e por Comitês de Ética e Pesquisa (CEP). As entidades afirmam que a aprovação destas modificações pelo Conselho Nacional de Saúde vai permitir maior eficiência e competividade à ciência nacional. Veja a carta enviada ao ministro Padilha


Senhor Ministro, A Academia Brasileira de Ciências (ABC), a Academia Nacional de Medicina (ANM) e a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) vêm solicitar a Vossa Excelência providências urgentes no sentido de fazer aprovar as modificações à Resolução 196, conforme nossos entendimentos anteriores. A aprovação destas modificações pelo Conselho Nacional de Saúde é uma necessidade premente para modernizar e permitir maior eficiência e competividade à ciência nacional. Em sua redação atual, a Resolução 196 implica em enormes prejuízos ao nosso desenvolvimento científico e tecnológico, inviabilizando inclusive estudos clínicos de fase 1 e 2 em nosso país. Faz exatamente um ano que a sociedade brasileira apresentou sugestões e contribuições a estas modificações tão ansiosamente aguardadas por nossa comunidade médica e científica. Em todo esse longo período, a posição de Vossa Excelência defendendo regras mais modernas, eficientes, e comparáveis às de outros países com os quais competimos, manteve acesas as nossas esperanças. Vimos agora respeitosamente apelar para que Vossa Excelência, com o apoio de sua equipe, lidere a etapa final desse longo e sofrido processo. Na expectativa de uma breve solução, manifestamos o nosso irrestrito apoio e confiança em suas providências quanto a um exitoso encaminhamento deste nosso pleito. Atenciosamente, JACOB PALIS Presidente Academia Brasileira de Ciências MARCOS F. MORAES Presidente Academia Nacional de Medicina HELENA B. NADER Presidente Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência http://www.isaude.net/pt-BR/noticia/32492/geral/comunidade-cientifica-do-pais-pede-mudancasem-pesquisas-com-seres-humanos


Veículo: iSAÚDE

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Assunto:Cobre reduz propagação de bactérias resistentes a antibióticos ( ) Release da assessoria de imprensa ( ) Matéria articulada pela assessoria ( ) Iniciativa do próprio veículo de comunicação ( ) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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Data: 05/12/2012

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Cobre reduz propagação de bactérias resistentes a antibióticos Pesquisadores da Universidade de Southampton, no Reino Unido, descobriram que o cobre pode prevenir a transmissão horizontal de genes (HGT), que contribui para o aumento do número de infecções resistentes a antibióticos em todo o mundo. A pesquisa mostra que, enquanto HGT pode ocorrer no meio ambiente, em superfícies frequentemente tocadas, como maçanetas, carrinhos e mesas, que são feitas de aço inoxidável, o cobre impede que este processo ocorra rapidamente e mata as bactérias em contato com ele. Embora os estudos se concentraram em HGT in vivo (experimento feito no corpo de um organismo vivo), o trabalho investigou se a capacidade de patógenos em persistir no ambiente também pode desempenhar um papel importante na transmissão de infecções. O pesquisador Bill Keevil e seus colegas mostraram a sobrevivência prolongada de cepas multirresistentes de E. coli e Klebsiella pneumoniae em superfícies de aço inoxidável durante várias semanas. Entretanto, eles notaram a morte rápida de


ambas as cepas resistentes aos antibióticos e a destruição do DNA do plasmídeo nas superfícies de cobre e liga de cobre. Segundo os pesquisadores, a descoberta pode ser útil na prevenção da disseminação da infecção e da transferência de genes entre bactérias. "Sabemos que muitos patógenos humanos sobrevivem por longos períodos no ambiente hospitalar e podem levar a infecção e morte. Neste trabalho mostramos o potencial para estrategicamente revestir superfícies de toque com cobre antimicrobiano, não só para quebrar a cadeia de contaminação, como também ativamente reduzir o risco de desenvolvimento de resistência a antibióticos, ao mesmo tempo", afirma Keevil. A equipe acredita que, se fornecida limpeza adequada e contínua em ambientes críticos, o cobre pode ser utilizado como um instrumento valioso na luta contra os agentes patogênicos. Além do ambiente de saúde, o cobre também tem um papel mais amplo no controle de infecções. "Superfícies de toque de cobre têm potencial para impedir a transferência de cepas resistentes a antibióticos em prédios públicos e sistemas de transporte de massa, que levam a rápida disseminação de superbactérias. Os pesquisadores concluem que a pesquisa proporciona evidência adicional para a implantação do cobre e ligas de cobre sob superfícies de toque para proporcionar uma proteção adicional às práticas de higiene convencionais. http://www.isaude.net/pt-BR/noticia/32509/saude-publica/cobre-reduz-propagacao-debacterias-resistentes-a-antibioticos


Veículo: EXÉRCITO BRASILEIRO

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Assunto:Cientista brasileiro avança em pesquisas sobre Aids ( ) Release da assessoria de imprensa ( ) Matéria articulada pela assessoria ( ) Iniciativa do próprio veículo de comunicação ( ) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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Data: 05/12/2012

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Cientista brasileiro avança em pesquisas sobre Aids Uma equipe de cientistas brasileiros liderada pelo farmacêutico Luiz Pianowski está perto do que pode ser um sinalizador para a cura da Aids. As pesquisas conduzidas por esse grupo já se encaminham para a fase de conclusão de estudos pré-clínicos. No jargão farmacêutico, isso significa que testes serão realizados em animais - nesse caso, em macacos Rhesos, a mesma espécie de primatas na qual foi testado e descoberto o fator Rh do sangue - para apurar a eficácia e saber as contraindicações desse possível medicamento. A pesquisa começou meio que por acaso, quando o empresário cearense Everardo Ferreira Telles, ex-dono da cachaça Ypióca (cuja marca e uma parte dos ativos da companhia foram vendidos para grupo britânico de bebidas Diageo), decidiu financiar estudos científicos sobre a eficácia da planta aveloz no tratamento de câncer. "Ouvi vários relatos de pessoas do Nordeste que foram curadas pelo aveloz. Decidi encarar esse desafio e financiar as pesquisas", disse o empresário ao Valor. No Norte e Nordeste, feiras livres e até farmácias vendem "garrafadas", poções compostas de ervas, com fama de curar os mais diferentes males. Entre elas está a "garrafada" de aveloz - Euphorbia tirucalli, planta nativa da África do Sul que lembra um cacto - também conhecida como árvore-do-lápis, cega-olho e espinho-italiano, considerada eficaz para os casos de câncer. A crendice é alimentada com a


argumentação de que alguns medicamentos desenvolvidos por grandes multinacionais voltados para o tratamento do câncer têm origem em moléculas extraídas de plantas. Importantes remédios, como o Tamiflu (da suíça Roche), para o combate da gripe H1N1, vêm do anis estrelado, por exemplo. Alguns produtos para o coração, e até a famosa Aspirina, da alemã Bayer, fazem parte da extensa lista de produtos extraídos de plantas. Pelo sim, pelo não, Telles decidiu levar o projeto adiante. O empresário, que não tem nenhuma familiaridade nessa área, criou a empresa Amazônia Medicamentos Ltda., na qual é o maior acionista, para bancar os estudos. "Já investimos cerca de R$ 50 milhões e podemos colocar mais outro tanto para financiar as pesquisas." O empresário contratou o cientista paranaense Luiz Pianowski, farmacêutico de formação, com especialização em fitomedicamentos (de origem vegetal) na cidade do Porto (Portugal), para conduzir as pesquisas no Brasil. Alto e "um tanto gordo", como ele mesmo se define, o pesquisador passou por importantes empresas farmacêuticas no país, antes de montar seu próprio QG de pesquisa, a Kyolab, em Valinhos (SP), onde foi contatado por Telles. Antes de seguir carreira solo, Pianowski desenvolveu fitomedicamentos para o laboratório Hebron, de Pernambuco, e para a farmacêutica Aché, uma das maiores de capital nacional, cujo carro-chefe é o anti-inflamatório Acheflan, de que é um dos detentores da patente. Ao Valor, Pianowski disse que começou a pesquisa focada no câncer em 2003. Mas, no meio do caminho, percebeu que as moléculas extraídas do aveloz também apontavam para outras duas linhas de tratamento - combate ao vírus HIV e à dor crônica. O estudo, então, se dividiu em três - AM10 (câncer), AM11 (dor) e AM12 (Aids). Para ajudá-lo nesse trabalho, o pesquisador se cercou de acadêmicos brasileiros - João Batista Calixto (Universidade Federal de Santa Catarina, UFSC), João Ernesto Carvalho (Unicamp), Odorico de Moraes (Universidade Federal do Ceará, UFCE), Vera Redher (Unicamp), Auro Giglio (vinculado ao Hospital Albert Einstein). No caso do AM12, voltado para a Aids, os pesquisadores detectaram que a substância extraída da planta (ingenol) age deslocando o vírus de dentro da célula infectada, levando-a à morte (apoptose). Com isso, o vírus é exposto aos antirretrovirais existentes. Em tese, isso poderia significar a cura da Aids, uma vez que a substância mata a célula infectada. "Os atuais tratamentos só agem matando o vírus quando ele se multiplica e sai da célula invadida para entrar em outras", disse Pianowski. Estudos começaram com foco no câncer e se desdobraram em duas novas linhas de tratamento: HIV e dor Grupos farmacêuticos internacionais já pesquisaram mais de dois milhões de substâncias tentando chegar a essa mesma ação. Porém, as poucas moléculas que conseguiram quebrar a latência da célula, ou seja, extrair o vírus, foram consideradas altamente tóxicas. O AM12 tem demonstrado baixa toxicidade na dose eficaz. Para levar o estudo adiante, a equipe de cientistas contatou as empresas americanas Bioqual e o conceituado centro de virologia do Instituto Johns Hopkins para conduzir os testes em animais. Se ficar comprovada a baixa toxicidade no organismo do animal, a pesquisa passa para a próxima fase, quando são feitas experiências em humanos. Paralelamente a essa linha de estudos, a equipe também observou que a substância AM12 pode se ligar a receptores celulares, impedindo que o vírus HIV "ataque" outras células de defesa sadias. De acordo com Lúcio Gama, professor instrutor do Departamento de Patobiologia Molecular e Comparada da Escola de Medicina do Instituto Johns Hopkins, em Baltimore


(EUA), serão testadas duas drogas isoladas pela equipe do Pianowski. "Vamos usar células de macacos para que possamos utilizar essas substâncias no futuro em animais infectados com o SIV [o HIV dos macacos] em combinação com o coquetel antirretroviral." Segundo Gama, o laboratório está fazendo os experimentos "in vitro" apenas nas células. "A Bioqual [companhia privada americana] fará os experimentos em macacos. Vai providenciar macacos infectados pelo SIV e em tratamento antirretroviral, administrar a nova droga em conjunto com o coquetel, além de monitorar os animais. Amostras de sangue serão coletadas semanalmente e uma pequena quantidade será mandada para nós aqui no Hopkins para algumas avaliações", afirmou. Procurada, a Bioqual não retornou aos pedidos de entrevista. A evolução desses estudos somente será levada adiante se as contra-indicações não forem mais danosas que os benefícios que o possível medicamento poderá trazer. A expectativa dos cientistas brasileiros é grande. Nos próximos quatro a seis meses, esses resultados serão divulgados. Se forem positivos, um grupo de pacientes voluntários testará o medicamento. http://www.exercito.gov.br/web/imprensa/resenha/-/journal_content/56/18107/2368884#.U L9LxXc4waA


Veículo: MCTI

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Assunto:Pesquisadores apresentam novidades para pessoas com deficiência ( ) Release da assessoria de imprensa ( ) Matéria articulada pela assessoria ( ) Iniciativa do próprio veículo de comunicação ( ) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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Data: 05/12/2012

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Pesquisadores apresentam novidades para pessoas com deficiência Uma bengala que identifica poças de água; mouses adaptados e de baixo custo para facilitar o manuseio de computadores por pessoas com dificuldades físicas ou motoras; órteses mais leves e confortáveis; programas voltados para a área de acessibilidade virtual e para a prevenção de doenças oculares. É o que o visitante pode encontrar no estande do Centro Nacional de Referência em Tecnologia Assistiva (CNRTA), até a quinta-feira (6), na tenda da 3ª Conferência Nacional das Pessoas com Deficiência, no Centro de Convenções Brasil 21, em Brasília. O estande reúne projetos e o resultado de pesquisas núcleos que compõem a Rede Cooperativa de Pesquisa Desenvolvimento e Inovação em Tecnologia Assistiva, articulada por meio do CNRTA, coordenado pelo Centro de Tecnologia Renato Archer (CTI/MCTI). O novo centro é uma das ações previstas no âmbito da ciência, tecnologia e inovação do Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência – Viver sem Limite, do governo federal. O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) integra a iniciativa por meio da Secretaria de Ciência e Tecnologia para a Inclusão Social (Secis). A Rede Cooperativa de Pesquisa Desenvolvimento e Inovação em Tecnologia Assistiva do CNRTA é composta por 29 núcleos, que são unidades, obrigatoriamente de natureza multidisciplinar, formadas por grupos de pesquisa da mesma instituição ou de instituições diversas em torno de projetos voltados para a melhoria da qualidade de vida de pessoas com deficiência.


Bengala e acionadores O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul (IFRS/Bento Gonçalves), que possui dois núcleos na área de acessibilidade e TA, levou para o evento a bengala que identifica poças de água e alerta o usuário por meio de um sistema eletrônico de vibração instalado na ponteira. Mostra ali, também, novidades como a central de automação residencial, um mouse de botão e diversos modelos de acionadores. Esses dispositivos adaptados ao mouse, construídos com materiais simples como bolas de borracha, CDs, papel alumínio e frutas, substituem funções como a do clique de maneira a aproveitar o movimento voluntário do usuário. “São acionadores de baixo custo que podem ser usados com dispositivos que já estão no mercado e podem ser produzidos por qualquer pessoa, mesmo sem o conhecimento de eletrônica”, explicou o técnico de informática Rodrigo Cainelli. No espaço do núcleo de Tecnologia Assistiva, Acessibilidade, Automação e Inclusão Interdisciplinar (TAAAI), da Universidade de Brasília (UnB), o visitante pode conhecer tecnologias como a palmilha sensível a pressão, um software que sinaliza a desocupação de leitos em hospitais e vídeos com legendas e audiodescrição para pessoas com deficiência auditiva e visual, respectivamente. Diagnóstico na escola Já o núcleo da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) apresenta no estande dois projetos inovadores: uma órtese funcional com materiais leves para auxiliar no movimento das mãos e o Programa Bom Começo, que visa implantar em escolas públicas o diagnóstico da saúde visual e o posterior encaminhamento dos estudantes a especialistas. A iniciativa é desenvolvida pelo Laboratório de Pesquisa Aplicada à Neurovisão, que resulta de uma parceria entre a universidade e o Hospital de Olhos Ricardo Guimarães. “É um projeto de detecção para atuar antes das crianças se tornarem deficientes. Alguns problemas oculares, se identificados precocemente, podem ser tratados”, justifica a coordenadora do programa, Clarissa Mendes. http://www.mcti.gov.br/index.php/content/view/344403/Pesquisadores_apresentam_novidades_para _pessoas_com_deficiencia.html


Veículo: SECTI

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Assunto:Programa da SECTI amplia divulgação de oportunidades em CT&I para população ( ) Release da assessoria de imprensa ( ) Matéria articulada pela assessoria ( ) Iniciativa do próprio veículo de comunicação ( ) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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Data: 05/12/2012

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Programa da SECTI amplia divulgação de oportunidades em CT&I para população Instituições de Ciência e Tecnologia (ICTs), empreendedores, pesquisadores, estudantes e a sociedade em geral interessados em eventos, cursos e editais na área de Ciência, Tecnologia e Inovação têm à sua disposição o Radar de Oportunidades. Idealizado pela Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação do Amazonas (SECTI-AM), o programa ampliou, recentemente, a sua área de abrangência, passando a atender um público maior. O Radar é uma ferramenta que tem por objetivo a divulgação de editais, programas, cursos e eventos referentes à Ciência, Tecnologia e Inovação, além de oferecer orientação quanto a demandas específicas relacionadas à área. A busca por informações é feita por meio de um mapeamento de sites, revistas e jornais, além de interação por telefone com as principais instituições da área científica nacional. As informações sistematizadas são enviadas aos cadastrados por meio de mala direta e disponibilizada na seção Serviços do CIÊNCIAemPAUTA , portal de divulgação científica da SECTI-AM. O atendimento aos cidadãos também é feito por meio do telefone (92) 4009-8110 e pelo e-mailradardeoportunidades@secti.am.gov.br.


A atividade, inicialmente, foi desenvolvida para atender empresas que tinham interesse nesse campo de informações e recebiam as novidades via e-mail, após cadastro prévio. Contudo, a grande procura por parte de outros públicos foi o que motivou a ampliação do atendimento. “Era uma demanda ampla de pesquisadores e outras pessoas que entravam em contato para obter informações sobre programas, capacitação, então resolvemos abrir espaço para esse público de maneira a beneficiar um maior número de pessoas”, disse o coordenador do projeto pela SECTI-AM, Kleber Sousa. PROJETO ESTRATÉGICO O coordenador também ressaltou a importância estratégica desse projeto para a consolidação do sistema público de CT&I no estado do Amazonas. Segundo ele, a SECTI-AM atua gerindo e formulando políticas públicas, mas também considera de grande relevância a divulgação efetiva de oportunidades surgidas tanto em nível regional quanto nacional em CT&I para a população. “Daí, a relevância desse projeto”, afirmou Sousa, destacando ainda que “o propósito é tornar a ciência, tecnologia e inovação uma realidade na agenda das pessoas”. DADOS DE ATENDIMENTO No período de janeiro a novembro de 2012, foram realizados 87 atendimentos pelo programa Radar de Oportunidades. Desse total, 33 atendimentos foram voltados diretamente a empresas e 54 a outras entidades, incluindo Instituições de Ciência e Tecnologia, empreendedores, pesquisadores, estudantes, entre outros. Edição: Lisângela Costa http://www.secti.am.gov.br/2012/12/programa-da-secti-amplia-divulgacao-de-oportunidades-naarea-de-cti-para-a-populacao/


Veículo: CORREIO BRAZILIENSE

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Assunto:Médicos e dentistas usam internet para incentivar hábitos saudáveis ( ) Release da assessoria de imprensa ( ) Matéria articulada pela assessoria ( ) Iniciativa do próprio veículo de comunicação ( ) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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Data: 05/12/2012

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Médicos e dentistas usam internet para incentivar hábitos saudáveis Brasília - Médicos e dentistas lançaram nesta terça-feira (4/12) a campanha Salve Saúde. O futuro promete. Chegue bem lá. A ideia é promover, por meio do site www.salvesaude.com.br, uma ação educativa permanente e incentivar a mudança de hábitos entre os brasileiros. Leia mais notícias em Ciência e Saúde A coordenadora da campanha, Nise Yamagushi, acredita que as pessoas sabem o que é preciso fazer para mudar hábitos, mas não o fazem. Ela disse buscar "um momento novo, onde todos modifiquem seus hábitos e, realmente, tenham uma vida mais saudável". Para o presidente da Associação Médica Brasileira (AMB), Florentino Cardoso, o projeto é ousado porque envolve diversas instituições da saúde. "Queremos criar um conceito, por meio de uma linguagem científica de credibilidade, mas que as pessoas entendam perfeitamente bem o que estão lendo", explicou. O presidente da Associação Brasileira de Cirurgiões Dentistas, Sílvio Cecchetto, avaliou como importante que os profissionais de saúde se unam pela promoção de hábitos saudáveis. Ele diz que "a odontologia faz parte desse contexto. Há muito tempo sabemos que a saúde começa pela boca". http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/ciencia-esaude/2012/12/04/interna_ciencia_saude,337353/medicos-e-dentistas-usam-internet-paraincentivar-habitos-saudaveis.shtml


Veículo: CORREIO BRAZILIENSE

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Assunto: Técnica italiana de tratamento de hemorroidas é divulgada no Brasil ( ) Release da assessoria de imprensa ( ) Matéria articulada pela assessoria ( ) Iniciativa do próprio veículo de comunicação ( ) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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Data: 05/12/2012

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Técnica italiana de tratamento de hemorroidas é divulgada no Brasil Belo Horizonte — Depois de conviver durante anos com os incômodos sintomas da doença hemorroidária (DH) e de adiar a intervenção cirúrgica por medo do desconforto no pós-operatório, o representante comercial Alberto Fontich finalmente encontrou um procedimento que atendia as suas expectativas. Há pouco menos de três meses, ele se submeteu a uma técnica que ainda é novidade no Brasil, mas que, desde 2003, vem sendo amplamente usada em toda a Europa.

“Minha vida mudou, pois não tenho mais os inconvenientes relacionados à doença. Pude voltar a andar de bicicleta, o que faço três vezes por semana, e não tive mais nenhum episódio de sangramento ou de dor. Minha qualidade de vida melhorou muito”, comemora Alberto. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a hemorroida acomete mais de 50% da população mundial acima dos 50 anos. Vista como uma doença constrangedora por seus portadores, ela se dá em função da dilatação das veias que se encontram na parte final do intestino. Com medo ou vergonha de procurar um médico e um tratamento, muitas pessoas acabam recorrendo a soluções caseiras de controle do problema. No entanto, segundo as especialistas, tal comportamento só piora o estado da doença e atrasa o tratamento. http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/ciencia-esaude/2012/12/05/interna_ciencia_saude,337449/tecnica-italiana-de-tratamento-de-hemorroidas-edivulgada-no-brasil.shtml


Veículo: SECTI

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Assunto: AM participa da inauguração da Rede de Gestão Integrada de CT&I em Brasília ( ) Release da assessoria de imprensa ( ) Matéria articulada pela assessoria ( ) Iniciativa do próprio veículo de comunicação ( ) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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Data: 05/12/2012

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AM participa da inauguração da Rede de Gestão Integrada de CT&I em Brasília A Rede de Gestão Integrada de Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I) foi inaugurada em Brasília, nesta terça-feira (04). O evento contou com a presença do Ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antônio Raupp, e de diversas autoridades, como o presidente do Conselho Nacional de Secretários Estaduais para Assuntos de CT&I (Consecti) e titular da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação do Amazonas (SECTI-AM) , Odenildo Sena. “Essa ferramenta vai trazer mais articulação entre as próprias secretarias e com o Ministério também.Com o funcionamento da Rede, não será preciso nos deslocarmos tanto para reuniões. Poderemos discutir com mais frequência os assuntos que nos interessam e ganhar mais tempo”, disse Sena. Durante a inauguração, todos os Estados estiveram conectados, sendo que seus representantes tiveram a oportunidade de acompanhar a cerimônia. O Amazonas montou o link para receber o sinal da rede no Instituto Nacional de Pesquisa da Amazônia (Inpa). A Rede de Gestão Integrada de CT&I é resultado de dois anos de trabalho realizado em parceria entre o Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) , o Conselho Nacional de Secretários Estaduais para Assuntos de CT&I e a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP).


O objetivo é modernizar a infraestrutura das Secretarias Estaduais da área e Fundações de Amparo à Pesquisa por meio da criação de uma rede de videoconferência em âmbito nacional. Com isso, pretende-se fortalecer a gestão integrada de CT&I por meio da realização de atividades à distância em colaboração e a promoção de cursos de capacitação de maneira a elevar o nível de profissionalização do quadro funcional dos órgãos. http://www.secti.am.gov.br/2012/12/am-participa-da-inauguracao-da-rede-de-gestao-integrada-decti-em-brasilia/


Veículo: G1.com

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Assunto: Contaminação por mercúrio dobra nos mares em cem anos, diz estudo ( ) Release da assessoria de imprensa ( ) Matéria articulada pela assessoria ( ) Iniciativa do próprio veículo de comunicação ( ) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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Data: 05/12/2012

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Contaminação por mercúrio dobra nos mares em cem anos, diz estudo Uma série de nove estudos elaborados por uma equipe de 70 cientistas especializados em vida marinha indica que peixes, crustáceos e demais animais de oceanos do planeta estão cada vez mais sendo contaminados por mercúrio lançado no ar pelo homem, que acaba depositado nas águas marítimas. Em cem anos, ao longo do século 20, a poluição na superfície dos mares pelo metal mais do que dobrou, apontam as pesquisas, publicadas em uma edição especial do periódico "Environmental Health Perspectives", nesta segunda-feira (3). A poluição por mercúrio é resultado de ações como mineração, queima de carvão e outros processos industriais, afirmam os cientistas. Os estudos foram realizados por pesquisadores de várias instituições, reunidos no Centro de Pesquisa Colaborativa sobre Ecossistemas, Vida Marinha e Mercúrio, sob a liderança da Universidade Dartmouth, nos EUA. As pesquisas sugerem que o mercúrio lançado no ar acaba se depositando na água dos oceanos e em regiões costeiras, contaminando animais marinhos. Cerca de 90% do metal encontrado em mar aberto e 56% do identificado em grandes áreas de golfos têm origem no mercúrio emitido na atmosfera, que tem a ação humana como uma das origens.


"Os oceanos abrigam grandes atuns e peixes-espada, que juntos respondem por mais de 50% do mercúrio com origem marinha consumidos pela população dos EUA", afirma a pesquisadora Elsie Sunderland, da Universidade Harvard, uma das coordenadoras dos estudos. No Atlântico Norte, a estimativa é que "uma redução de 20% do mercúrio depositado nos oceanos após ser lançado no ar traria um declínio de 16% nos níveis do metal encontrados nos peixes da região", diz o professor Robert Mason, da Universidade de Connecticut, que também integra as pesquisas.. Um terço de todas as emissões de mercúriona atmosfera estão ligadas à indústria ou outros fatores humanos que poderiam ser controlados, afirmam os cientistas. Primeira vez "Apesar de sabermos que a maioria da contaminação das pessoas por mercúrio se dá pelo consumo de peixes marinhos, esta é a primeira vez que cientistas trabalharam juntos para sintetizar o que se sabe sobre o 'caminho' do metal", ressalta a cientista Celia Chen, da Universidade Dartmouth, referindo-se ao "mapeamento" feito nos estudos. A ideia de "mapear" o caminho do mercúrio é buscar suas "fontes para diferentes áreas do oceano, e depois rumo à cadeia alimentar, para chegar na maioria dos frutos do mar que consumimos", afirma Chen. A contaminação por grandes doses de mercúrio pode causar problemas neurológicos, dores de cabeça, déficit de atenção e outros efeitos, além de ser prejudicial para grávidas e poder afetar bebês em formação no útero. A exposição ao metal é feita em grande parte pelo consumo de alimentos vindos do mar, afirma a pesquisa. Estudos recentes apontam problemas de saúde em concentrações cada vez menores do metal pesado. http://g1.globo.com/natureza/noticia/2012/12/contaminacao-por-mercurio-dobra-nos-mares-emcem-anos-diz-estudo.html


Veículo: AGÊNCIA FAPESP

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Assunto: Prêmio Fundação Conrado Wessel 2012 anuncia vencedores ( ) Release da assessoria de imprensa ( ) Matéria articulada pela assessoria ( X) Iniciativa do próprio veículo de comunicação ( ) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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Data: 05/12/2012

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Prêmio Fundação Conrado Wessel 2012 anuncia vencedores Agência FAPESP – A Fundação Conrado Wessel (FCW) divulgou os vencedores do Prêmio FCW de Ciência, Cultura e Medicina 2012. A cerimônia de premiação será realizada no dia 17 de junho de 2013, na Sala São Paulo, na capital paulista. Após a análise das indicações feitas por instituições de ensino e pesquisa de todo o país, os nomes escolhidos pelas comissões julgadoras das três categorias da premiação foram: •Ciência: Sérgio Rezende (professor da Universidade Federal de Pernambuco). •Medicina: Marcos Moraes (presidente da Academia Nacional de Medicina). •Cultura: João Carlos Martins (maestro). Os vencedores são escolhidos por comissões julgadoras compostas por representantes das dez instituições parceiras do Prêmio FCW: Academia Brasileira de Ciências (ABC), Academia Brasileira de Letras (ABL), Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico


(CNPq), Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP), Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA) , Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap), Marinha do Brasil e Fundação Conrado Wessel (FCW). Promovido anualmente, o Prêmio FCW de Ciência e Cultura reuniu, ao longo dos anos, uma coleção de grandes nomes na sua galeria de homenageados. Em Ciência, as premiações já foram concedidas a pesquisadores como Aziz Ab’Saber, Carlos Henrique de Brito Cruz, Carlos Nobre, Hisako Gondo Higashi, Isaias Raw, Leopoldo de Meis, Philip Fearnside e Sérgio Mascarenhas. Em Medicina, já foram premiados Adib Jatene, Angelita Habr-Gama, César Gomes Victora, Miguel Srougi, Maria Inês Schmidt e Ricardo Renzo Brentani, entre outros. A categoria Cultura já homenageou autores como Ariano Suassuna, Ferreira Gullar, Lya Luft, Nelson Pereira dos Santos, Paulo Vanzolini e Ruth Rocha. A Fundação Conrado Wessel (FCW) foi criada em 1994, após o falecimento do fotógrafo Ubaldo Augusto Conrado Wessel, que explicitou em testamento seu desejo de criar uma fundação voltada para a filantropia, o fomento e apoio às atividades culturais, artísticas e científicas no Brasil. A Fundação distribui, anualmente, desde 2003, mais de R$ 1,2 milhão em prêmios, por meio do Prêmio FCW de Arte, Ciência e Cultura. http://agencia.fapesp.br/16565


Veículo: CORREIO DO BRASIL

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Assunto: Tecnologia do Ministério de Ciência e Tecnologia aumenta integração com secretarias estaduais ( ) Release da assessoria de imprensa ( ) Matéria articulada pela assessoria ( x) Iniciativa do próprio veículo de comunicação ( ) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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Data: 05/12/2012

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Tecnologia do Ministério de Ciência e Tecnologia aumenta integração com secretarias estaduais Brasília - A Rede de Gestão Integrada de Ciência, Tecnologia e Inovação, a Rede Ipê, desenvolvida pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), vai intensificar as relações entre as secretarias estaduais de Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I) de todo país, possibilitando um maior número de reuniões entre ministério, secretários e técnicos da área. A primeira videoconferência da Rede Ipê ocorreu hoje (4) com a participação de secretários de todos os estados brasileiros e do Distrito Federal. De acordo com a Rede Nacional de Pesquisa (RNP), foram investidos R$ 700 mil para implementação da tecnologia, que incluiu também a capacitação dos profissionais e ampliar a participação dos gestores estaduais na elaboração de políticas públicas. Para o diretor-geral da RNP, Nelson Simões, o maior benefício da rede é facilitar a integração entre os secretários estaduais de CT&I, permitindo ampliar o número de reuniões no setor. “Federação para nós é essa possibilidade de encurtar as distâncias, usando a tecnologia para uso da ciência do país”, disse durante a solenidade de lançamento. O ministro da Ciência Tecnologia e Inovação (MCTI), Marco Antonio Raupp, disse que o objetivo principal da rede de gestão é proporcionar um ambiente de cooperação entre os


estados. “Esse é um forte exemplo de como usar a tecnologia disponível para diminuir as barreiras físicas”, disse Raupp. A Rede Ipê é uma infraestrutura de internet voltada para a comunidade brasileira de ensino e pesquisa e, segundo a RNP, as principais universidades e institutos de pesquisa do país também estão conectadas à nova tecnologia. A novidade é resultado de um projeto conjunto do Conselho Nacional de Secretários para Assuntos de Ciência, Tecnologia e Inovação (Consecti), do Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap) e do MCTI, coordenado pela RNP. Edição: Fábio Massalli http://correiodobrasil.com.br/tecnologia-do-ministerio-de-ciencia-e-tecnologia-aumenta-integracaocom-secretarias-estaduais/554767/#.UL-OdYNQWi1


Veículo: NOTÍCIAS UOL

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Assunto:Descobertas em veneno de jararaca podem contribuir para criação de remédios ( ) Release da assessoria de imprensa ( ) Matéria articulada pela assessoria ( x) Iniciativa do próprio veículo de comunicação ( ) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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Data: 05/12/2012

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Descobertas em veneno de jararaca podem contribuir para criação de remédios Trinta novas moléculas, algumas com potencial ação farmacológica, foram descobertas no Instituto Butantan, em São Paulo, durante uma pesquisa que mapeou o conjunto de peptídeos existente no veneno de três espécies de serpentes do gênero Bothrops, entre elas a jararaca, informa a Agência Fapesp Foram sequenciados 44 peptídeos, dos quais 30 ainda eram desconhecidos. Entre as novas moléculas, pelo menos quatro já testadas apresentaram atividade de potenciação da bradicinina e inibição da atividade da enzima conversora de angiotensina, substâncias envolvidas no controle da pressão arterial. As serpentes do gênero Bothrops são responsáveis por cerca de 90% dos acidentes ofídicos que ocorrem no país, revela o estudo. A grande maioria dos casos envolve a jararaca, comum no país inteiro. Já a B. cotiara está presente apenas nas regiões de mata araucária e a B. fonsecai, na Mata Atlântica. O primeiro peptídeo potenciador de bradicinina isolado no veneno da jararaca, ainda nos anos 1960, deu origem a toda uma classe de medicamentos anti-


hipertensivos à qual pertence, por exemplo, o Captopril. Os resultados do estudo, considerado o mais profundo já realizado sobre peptidomas de venenos de serpentes, foram divulgados em artigo publicado na edição de novembro da revista Molecular & Cellular Proteomics.

http://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/estado/2012/12/04/descobertas-em-venenopodem-contribuir-para-criacao-de-remedios.htm


Veículo: CNPQ

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Assunto:Ciência sem Fronteiras e políticas da América Latina são destaques na Science ( ) Release da assessoria de imprensa ( ) Matéria articulada pela assessoria ( x) Iniciativa do próprio veículo de comunicação ( ) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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Data: 05/12/2012

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Ciência sem Fronteiras e políticas da América Latina são destaques na Science O avanço da ciência na América Latina e o Programa Ciência sem Fronteiras são temas do editorial da última edição da Revista Science, de 30 de novembro. Com o título Growing Latin American Science, o texto destaca a necessidade de investir nas pessoas e que o Brasil tem desenvolvido esforços por meio de intercâmbio internacional, maior mobilidade para ampliar a quantidade de pesquisadores e tecnólogos altamente qualificados, sendo um dos programas principais o Ciência sem Fronteiras. “A Argentina aumentou o número de bolsas de doutorado e está se concentrando em recrutar os cientistas argentinos que trabalham no exterior para retornarem e promover o desenvolvimento da pesquisa básica e da indústria. No Chile, programas especiais têm financiado bolsas para estudantes obterem o grau de Ph.D em ciências no exterior. Essas atividades mostram o crescente desejo dos países latinoamericanos de treinar uma força de trabalho formada nas melhores instituições do mundo e promover a ciência "globalizada" no continente”, afirmam os autores do Editorial da Science, Glaucius Oliva, presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Celia Garcia, do Departamento de Fisiologia da Universidade de São Paulo (USP), Armando Parodi, do Conselho Nacional de Pesquisas da Argentina e presidente da Fundação Instituto Leloir, também deste país. Os países latinoamerianos estão aumentando o número de bolsas de estudo para atrair estudantes talentosos de países em desenvolvimento, incluindo a África e a Ásia. No


Brasil a ação é realizada em parceria com o ministério brasileiro do exterior e organizações internacionais, como a Academia de Ciências do Terceiro Mundo (TWAS) e a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). O Programa Sul-Americano de Apoio às Atividades de Cooperação em Ciência e Tecnologia(Prosul) concede apoio a todos os países da América do Sul, com o financiamento de projetos conjuntos de pesquisa e para a realização de eventos científicos e formação de redes de investigação. Ciência sem Fronteiras- Os autores destacam, ainda, que as nações devem formar futuros líderes na ciência, tecnologia e inovação para competir economicamente no cenário internacional e que o governo brasileiro incorporou este desafio com o lançamento do programa Ciência sem Fronteiras (CsF), em julho de 2011. O Programa concederá, até 2015, 100 mil bolsas de pesquisa no exterior. “O Ciência sem Fronteiras tem atraído o interesse de universidades de todo o mundo ansiosas por receber estudantes qualificados de graduação e pós-graduação e, assim, estabelecer colaborações para o rápido desenvolvimento econômico”, afirmam os autores. De acordo com o editorial,a América Latina deve continuar a reforçar a internacionalização de sua ciência, assim como explorar a sua excelência local por meio de parcerias intracontinentais, para que o continente se torne líder mundial em ciência, tecnologia e inovação. http://www.cnpq.br/web/guest/noticiasviews/-/journal_content/56_INSTANCE_a6MO/10157/7322 27


Veículo: CANALTECH

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Assunto:Cientistas britânicos criam robô alimentado por fezes e resíduos de esgoto ( ) Release da assessoria de imprensa ( ) Matéria articulada pela assessoria ( x) Iniciativa do próprio veículo de comunicação ( ) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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Data: 05/12/2012

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Cientistas britânicos criam robô alimentado por fezes e resíduos de esgoto A robótica tem ampliado consideravelmente sua presença e eficiência no mundo da tecnologia, mas como tornar os robôs sustentáveis? Cientistas do Bristol Robotics Laboratory, no Reino Unido, desenvolveram um robô alimentado por fezes humanas - isso mesmo, o que é dejeto para você pode ser uma fonte rica de energia. As informações são da BBC. O EcoBotIII, que levou três anos para ser construído, utiliza os resíduos presentes no esgoto de grandes cidades e os transforma em energia elétrica - energia esta utilizada pelo próprio robô para se mover e realizar suas atividades. Ele é equipado com baterias que produzem e são capazes de armazenar a energia limpa, bandejas que evitam o desperdício de material e energia, e até um chapéu para capturar moscas. Espera-se que a criação do EcoBotIII ajude a melhorar a forma como o esgoto é tratado nas estações e, claro, gerar uma nova opção de energia limpa e renovável. Os pesquisadores também trabalharam em conjunto com a Wessex Water, companhia de tratamento de água e esgoto, para criar o robô e fornecer os resíduos para sua alimentação. http://canaltech.com.br/noticia/robo/Cientistas-britanicos-criam-robo-alimentado-por-fezese-residuos-de-esgoto/


Veículo: AGÊNCIA BRASIL

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Assunto:Tecnologia do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação aumenta integração com secretarias estaduais ( ) Release da assessoria de imprensa ( ) Matéria articulada pela assessoria ( x) Iniciativa do próprio veículo de comunicação ( ) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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Tecnologia do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação aumenta integração com secretarias estaduais Brasília - A Rede de Gestão Integrada de Ciência, Tecnologia e Inovação, a Rede Ipê, desenvolvida pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), vai intensificar as relações entre as secretarias estaduais de Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I) de todo país, possibilitando um maior número de reuniões entre ministério, secretários e técnicos da área. A primeira videoconferência da Rede Ipê ocorreu hoje (4) com a participação de secretários de todos os estados brasileiros e do Distrito Federal. De acordo com a Rede Nacional de Pesquisa (RNP), foram investidos R$ 700 mil para implementação da tecnologia, que incluiu também a capacitação dos profissionais e ampliar a participação dos gestores estaduais na elaboração de políticas públicas.


Para o diretor-geral da RNP, Nelson Simões, o maior benefício da rede é facilitar a integração entre os secretários estaduais de CT&I, permitindo ampliar o número de reuniões no setor. “Federação para nós é essa possibilidade de encurtar as distâncias, usando a tecnologia para uso da ciência do país”, disse durante a solenidade de lançamento. O ministro da Ciência Tecnologia e Inovação (MCTI), Marco Antonio Raupp, disse que o objetivo principal da rede de gestão é proporcionar um ambiente de cooperação entre os estados. “Esse é um forte exemplo de como usar a tecnologia disponível para diminuir as barreiras físicas”, disse Raupp. A Rede Ipê é uma infraestrutura de internet voltada para a comunidade brasileira de ensino e pesquisa e, segundo a RNP, as principais universidades e institutos de pesquisa do país também estão conectadas à nova tecnologia. A novidade é resultado de um projeto conjunto do Conselho Nacional de Secretários para Assuntos de Ciência, Tecnologia e Inovação (Consecti), do Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap) e do MCTI, coordenado pela RNP. Edição: Fábio Massalli http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2012-12-04/tecnologia-do-ministerio-de-cienciatecnologia-e-inovacao-aumenta-integracao-com-secretarias-estaduai


Veículo: CONFAP

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Assunto:Cientistas da Universidade de Cambridge criam células-tronco do sangue ( ) Release da assessoria de imprensa ( ) Matéria articulada pela assessoria ( x) Iniciativa do próprio veículo de comunicação ( ) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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Data: 05/12/2012

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Cientistas da Universidade de Cambridge criam células-tronco do sangue Cientistas da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, desenvolveram uma forma de criar células-tronco a partir do sangue e da pele. A pesquisa mostra que essas célulastronco podem ser usadas no combate às doenças de circulação e do coração. O cientista Amer Rana, do Departamento de Medicina da Universidade de Cambridge, disse que a descoberta aumenta a esperança dos doentes que sofrem com os problemas cardiovasculares. A pesquisa foi publicada na revista científica Stem Cells: Translational Medicine. “Estamos entusiasmados por ter desenvolvido um método prático e eficiente para criar células-tronco”, disse Rana.


O estudo, financiado pela Fundação Britânica do Coração (cuja sigla em inglês é BHF) e pelo Conselho de Pesquisa Médica (MRC), faz uma série de experiências a partir das amostras de sangue e tecidos da pele e a aplicação de diferentes de produtos químicos. De acordo com as pesquisas, as células de sangue podem ser congeladas e armazenadas, depois transformadas em células-tronco. Segundo os cientistas, essa possibilidade é considerada essencial, pois o material não perde a validade. Shannon Amoils, do BHF, disse que há, ainda, expectativas de que, futuramente, essas células-tronco desenvolvidas a partir do sangue e da pele possam colaborar para reparar o tecido danificado, sem ser atacadas pelo sistema imunológico do corpo. Mais informações podem ser obtidas no site da Universidade de Cambridge. Fonte: Portal Estadão.com


Veículo: CONFAP

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Assunto:Programa pretende dar nova mentalidade para estudantes sobre a importância da ciência ( ) Release da assessoria de imprensa ( ) Matéria articulada pela assessoria ( x) Iniciativa do próprio veículo de comunicação ( ) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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Data: 05/12/2012

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Programa pretende dar nova mentalidade para estudantes sobre a importância da ciência Integrantes do programa de Pesquisas em Caracterização, Conservação, Restauração e Uso Sustentável da Biodiversidade do Estado de São Paulo (BiotaFapesp) definiram como prioridade para 2013 a ampliação da comunicação com professores e estudantes do ensino médio e fundamental. Entre as iniciativas, destaca-se um ciclo de conferências gratuitas voltadas a professores e estudantes do ensino médio que será realizado ao longo de todo o ano com o objetivo de contribuir para o aperfeiçoamento do ensino de ciência.


A programação prevê nove conferências que, além de apresentar conceitos e valores relativos à área de biodiversidade, abordarão de forma aprofundada cada um dos biomas brasileiros. As palestras serão gravadas e o conteúdo ficará disponível no portal do Biota e no portal da Fapesp, assim como outros textos e recursos didáticos que possam ser usados em aulas, pesquisas e trabalhos de grupo. Ainda com o intuito de transferir conhecimento a um público cada vez mais amplo, a coordenação do programa planeja organizar exposições e ampliar a participação em redes sociais como Twitter e Facebook. De acordo com a integrante da coordenação do programa, Vanderlan da Silva Bolzani, a iniciativa contribuirá para despertar a importância da ciência para os jovens. “Como cientistas, temos também a missão de motivar crianças e adolescentes a ver o conhecimento científico não como uma obrigação curricular, mas como instrumento fascinante de descoberta do mundo em que vivem”, afirmou. Fonte: Agência Gestão CT&I de Notícias com informações da Fapesp http://www.confap.org.br/programa-pretende-dar-nova-mentalidade-para-estudantes-sobrea-importancia-da-ciencia/


Veículo: CONSECTI

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Assunto:Rede de Gestão Integrada de CT&I é inaugurada em Brasília ( ) Release da assessoria de imprensa ( ) Matéria articulada pela assessoria ( x) Iniciativa do próprio veículo de comunicação ( ) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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Data: 05/12/2012

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Rede de Gestão Integrada de CT&I é inaugurada em Brasília A Rede de Gestão Integrada de Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I) foi inaugurada em Brasília, nesta terça-feira (04.12). O evento contou com a presença do Ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antônio Raupp e de diversas autoridades, como o presidente doConselho Nacional de Secretários Estaduais para Assuntos de CT&I (Consecti) e titular daSecretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação do Amazonas (SECTI), Odenildo Sena. “Essa ferramenta vai trazer mais articulação entre as próprias secretarias e com o Ministério também. Ela vai permitir avanços mais rápidos, principalmente nos deslocamentos. Com o funcionamento da Rede, não será preciso nos deslocarmos tanto para reuniões. Poderemos discutir com mais frequência os assuntos que nos interessam e ganhar mais tempo”, disse Sena. Durante a inauguração, todos os Estados estiveram conectados e participaram da cerimônia. OAmazonas montou o link para receber o sinal no Instituto Nacional de Pesquisa da Amazônia (Inpa). A iniciativa é o resultado de dois anos de trabalho da parceria entre o Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), o Conselho Nacional de


Secretários Estaduais para Assuntos de CT&I (Consecti) e a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP). O objetivo da Rede de Gestão Integrada de CT&I é modernizar a infraestrutura das Secretarias Estaduais da área e Fundações de Amparo à Pesquisa por meio da criação de uma rede de videoconferência no âmbito nacional. Com isso, pretende-se fortalecer a gestão integrada de CT&I por meio da realização de atividades à distância em colaboração e a promoção de cursos de capacitação de maneira a elevar o nível de profissionalização do quadro funcional dos órgãos. Fonte: Ciência em Pauta http://www.consecti.org.br/2012/12/04/rede-de-gestao-integrada-de-cti-e-inaugurada-embrasilia/


Veículo: CONSECTI

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Assunto:Presidente do Consecti trata sobre Plano de CT&I para a Amazônia com CGEE ( ) Release da assessoria de imprensa ( ) Matéria articulada pela assessoria ( x) Iniciativa do próprio veículo de comunicação ( ) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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Presidente do Consecti trata sobre Plano de CT&I para a Amazônia com CGEE Tratar sobre o Plano de Ação em Ciência, Tecnologia e Inovação para a Amazônia (PCTI/Amazônia) é o objetivo de reunião a ser realizada nesta terça-feira (04), em Brasília (DF), entre representantes do Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE) e o presidente do Conselho Nacional de Secretários Estaduais para Assuntos de Ciência, Tecnologia e Inovação e secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação do Amazonas, Odenildo Sena. O CGEE ficou responsável pela coordenação técnica da elaboração do PCTI/Amazônia. As linhas gerais de abrangência do plano já foram definidas, entre as quais, pode-se destacar o aprimoramento de instrumentos e mecanismos de apoio à área de CT&I, desenvolvimento de produtos e/ou de processos que possam valorizar a produção regional e apoio à ampliação da infraestrutura. A intenção é que, até o mês de janeiro, o CGEE apresente um conjunto de propostas de ações de curto e médio prazos para a Amazônia. Para isso, encaminhou uma série de perguntas aos secretários estaduais de CT&I, presidentes de Fundações de Amparo à Pesquisa (Faps) e dirigentes de CT&I da região com o objetivo de colher subsídios para a elaboração do plano geral.


Após o retorno das informações, o CGEE pretende elaborar um plano de ação a ser apresentado na segunda quinzena de janeiro de 2013. Se for aceito pelo Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), a ideia é lançar um programa de ações ainda no início do ano. A proposta do Plano foi uma iniciativa do Consecti em parceria com o Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap). IDEIA DO PLANO FOI DEFINIDA EM OUTUBRO, NA VINDA DO MINISTRO DO CT&I A apresentação de propostas para o desenvolvimento da ciência, tecnologia e inovação na região Norte marcou o primeiro encontro do ministro de Ciência e Tecnologia e Inovação, Marco Antônio Raupp, junto aos secretários estaduais da área e os presidentes de Fundações de Amparo às Pesquisas da região Norte. Naquela ocasião, o ministro disse que o próximo passo era sistematizar as propostas e realizar uma nova reunião para definir ações concretas. Segundo Raupp, a obtenção de um entendimento comum entre as instituições é tida como fundamental para uma parceira de longo prazo visando o desenvolvimento de ações para a Amazônia, sempre de forma cooperada entre Estado e Governo Federal. Entre as propostas apresentadas, destacaram-se o estabelecimento de cotas de recursos para a Amazônia e o incentivo à implantação de parques tecnológicos na região. Fonte: Ciência em Pauta http://www.consecti.org.br/2012/12/04/presidente-do-consecti-trata-sobre-plano-de-cti-paraa-amazonia-com-cgee/


Veículo: MCTI

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Assunto:Rede une pastas de ciência e tecnologia das 27 unidades da federação ( ) Release da assessoria de imprensa ( ) Matéria articulada pela assessoria ( x) Iniciativa do próprio veículo de comunicação ( ) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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Data: 05/12/2012

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Rede une pastas de ciência e tecnologia das 27 unidades da federação O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antonio Raupp, inaugurou nesta terça-feira (4), na Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), em Brasília, um projeto que conecta as secretarias de ciência e tecnologia das 27 unidades da federação, por meio da rede Ipê, infraestrutura baseada em transmissão óptica. Além de personalidades presentes em Brasília, entre elas o secretário executivo Luiz Antonio Elias, a cerimônia teve participação de titulares das pastas estaduais, por videoconferência. “Essa plataforma é importante como símbolo de uma iniciativa que tomamos com bastante força, em conjunção com todas as secretarias, com vista a implantarmos uma política de Estado para ciência e tecnologia”, disse Raupp. “Uma política de Estado significa que eu não vou, como ministro, só contar para vocês o que o governo federal está fazendo, mas que vamos escutar o que vocês acham que devemos fazer. Precisamos todos decidir em conjunto quais são os nossos objetivos comuns. Estamos grandemente estimulados a fazer brotar nas regiões ideias de como atuar globalmente.” A Rede de Gestão Integrada de Ciência, Tecnologia e Inovação é resultado de projeto conjunto do MCTI com o Conselho Nacional de Secretários Estaduais para


Assuntos de CT&I (Consecti), sob coordenação da RNP, organização social supervisionada pelo MCTI. A iniciativa busca ampliar a comunicação entre as pastas, inserir os gestores regionais na elaboração de políticas federais e reduzir custos de reuniões e viagens. O diretor geral da RNP, Nelson Simões, ressaltou o papel das secretarias estaduais na estratégia de criar infraestrutura de pesquisa Brasil adentro. “Temos na federação uma possibilidade de trabalhar colaborativamente, encurtando distâncias para o desenvolvimento da ciência no país”, afirmou. “O que nós podemos fazer agora depende basicamente da nossa capacidade de criar projetos conjuntos, utilizar as ferramentas de cooperação e aprender uns com os outros como desenvolver melhor ciência, tecnologia e inovação.” Já o presidente do Consecti, Odenildo Sena, enfatizou o tempo de amadurecimento do projeto. “Houve percalços ao longo desses dez anos em que nós construímos essa parceria com o MCTI e seus institutos, mas nos demos conta de que o compartilhamento é fundamental para fazer a ciência avançar no Brasil”, disse. “Com esse sistema, temos mais descentralização e desconcentração. Eu diria que vai ficar difícil alguém faltar a uma reunião.” http://www.mcti.gov.br/index.php/content/view/344400/Rede_une_pastas_de_ciencia_e_tec nologia_das_27_unidades_da_federacao.html


Veículo:MCTI

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Assunto:Reunião de fundo setorial avalia prioridades para setor elétrico ( ) Release da assessoria de imprensa ( ) Matéria articulada pela assessoria ( x) Iniciativa do próprio veículo de comunicação ( ) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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Data: 05/12/2012

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Reunião de fundo setorial avalia prioridades para setor elétrico A Secretaria de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (Setec/MCTI) realizou nesta terça-feira (4) reunião extraordinária para definição das propostas do setor elétrico que receberão apoio financeiro do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) em 2013. O recurso destinado aos projetos faz parte do Fundo Setorial de Energia (CTEnerg). A reunião tem como objetivo fornecer informações sobre o estado da arte e a necessidade de pesquisa e desenvolvimento (P&D) nos temas de interesse, que sirvam de subsídio para a definição do comitê gestor do fundo. “Nos esforçaremos para diminuir o hiato entre as áreas científicas e industrial. A tendência é que os recursos do CT Energ sejam aplicados cada vez mais em projetos que estejam bem definidos”, definiu o secretário Alvaro Prata. “Queremos agregar nossa produção de conhecimento à tecnologia, como ocorreu com o setor agrário nos últimos dez anos”, lembrou Prata. “Temos seis áreas estruturantes e estratégias no MCTI e todas elas têm algum tipo de ligação com o setor: energias renováveis, nanotecnologia, minerais estratégicos, parques tecnológicos e incubadoras, Sibratec e Embrapii.”


O responsável pela área de energias da Setec, Eduardo Soriano, explicou quais são os critérios de definição das políticas públicas estabelecidas pelo MCTI: “Consideramos os estudos prospectivos, reuniões setoriais, demandas e participação em eventos”. Ele mencionou em seguida, alguns dos estudos considerados para a definição. “Química Verde e Combustíveis Aeronáuticos foram produzidos para estabelecer um diagnóstico das áreas. Energia Fotovoltaica no Brasil: Subsídios, para apoio às decisões; Roadmap Tecnológico para Produção, Uso Limpo e Eficiente do Carvão, avaliação do estágio atual e a meta para a área; Análises e Percepções para o Fomento da Energia Eólica no Brasil; Redes Elétricas Inteligentes: Contexto Nacional. Todas as publicações foram produzidas pelo Centro de Gerenciamento de Estudos Estratégicos [CGEE, organização social supervisionada pelo MCTI].” Programa de P&D O representante da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Aurélio Calheiros, lembrou sobre o percentual da receita operacional líquida do Programa de Pesquisa e Desenvolvimento do Setor de Energia Elétrica, destinada a P&D e ao Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico Tecnológico (FNDCT). “As distribuidoras destinam 20% P&D e mais 20% para o FNDCT. Já os geradores e transmissoras, 40%”, explicou. Foram propostos a redução do grau de dispersão dos investimentos realizados e a alocação dos recursos em temas prioritários e projetos que gerem produtos, com a necessidade do envolvimento do setor produtivo. Segundo Calheiros, a Aneel destinou R$ 788 milhões ao apoio a pesquisa e desenvolvimento, por meio de centros de pesquisas e universidades, em 2011. O investimento é fiscalizado pela Aneel. Ele disse ainda que a reguladora estuda incluir o programa Ciência sem Fronteiras (CsF) no montante do apoio a P&D e avalia publicar um edital de avaliação para o desenvolvimento de tecnologia destinada a energia eólica, em 2013. O representante da Cepel/Eletrobrás, Orsino Oliveira, propôs modelos meteorológicos divididos pela característica do território para melhoria da confiabilidade de transmissão e o desenvolvimento tecnológico para condutores de transmissão. Ele mencionou os projetos apoiados pelo CT Energ até o momento através da Cepel – o Helioterm, que visa à implantação de planta para futura plataforma de pesquisa de energia eólica em Petrolina (PE), e o LongDist, voltado a pesquisa experimental para desenvolver uma rede voltada à transmissão de alta tecnologia de ultratensão, em Nova Iguaçu (RJ). Smart grids O representante da Universidade de Brasília (UnB), Anésio Leles, comentou que a região Sudeste oferece maior qualidade de serviços no setor de smart grids (redes inteligentes) no país. “O universo é gigantesco, esperando para ser explorado.” Ele comentou que 80% da matriz da fonte primária é oriunda de fonte renovável e que a adoção dessa tecnologia possibilitaria a redução dos custos operacionais da produção. “Podemos chegar à conclusão que este tipo de energia é praticamente limpa”, avaliou. Segundo Leles, as áreas que necessitam de investimentos incluem automação da distribuição, telecomunicações e informação tecnológica. Foi citada ainda a intenção da UnB de organizar um workshop em abril de 2013, para produzir um diagnóstico mais preciso sobre o setor. Já o representante da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Saulo Güths, lembrou que o Brasil está incluído no acordo internacional destinado a reduzir as


emissões de gás carbônico em 50% até 2050. “É necessário investir em P&D para alcançar essa meta. No Brasil, a indústria é responsável pelo consumo de 43,7% da energia, o comércio e as residências, 47,6%. Neste último, 24% corresponde à utilização do chuveiro, 22% refrigerador, 20% ar-condicionado, 14% são referentes à iluminação e 9% à TV”, listou. “Com o aumento do poder aquisitivo a tendência é o aumento do consumo.” O estudo de estratégias bioclimáticas e a melhoria da base de dados foram apontados como áreas que podem impulsionar o impacto do consumo nas edificações brasileiras, que são caracterizadas pela falta de ventilação. “Falta conhecimento de engenheiros e arquitetos especializados na construção que privilegiem a melhoria do consumo energético”, afirmou Güths. A seu ver, a falta de estudos e pesquisas é um dos fatores determinantes para a falta de subsídios ao setor. O coordenador de Nanotecnologia do MCTI, Flávio Plentz, destacou a tecnologia LED para iluminação. Ele relatou que a Setec considera prioritário o programa que trata do assunto. “Essa é uma tecnologia que decolou nos últimos dez anos no Brasil. Ela está organizada em nível mundial.” Segundo Plentz, existe grande potencial de aplicação de luz LED nos agronegócios, como para o desenvolvimento das microalgas que podem ser destinadas ao biocombustível. “Teremos uma pressão muito grande para importação desta tecnologia se não houver P&D no país que desenvolva produtos”, alertou. A criação de um centro que promova a produção de produtos em escala industrial foi citada como meta para o setor. Biocombustíveis Nelson Antoniosi, da Universidade Federal de Goiás (UFG), explicou que o etanol, o bioetanol e o biodiesel são os biocombustíveis mais consolidados no Brasil, acrescentando que há um vasto mercado para ampliação do último. Entre as dificuldades para o desenvolvimento da cadeia produtiva, ele elencou a falta de inserção social do programa, que não foi atingida conforme a proposta original; a produção concentradas em regiões distantes das bases de distribuição; e o custo elevado do biodiesel, que, segundo informou, chega a ser 60% a 70% superior ao do diesel. Antoniosi destacou que as microalgas possuem enorme potencial para a produção da matéria-prima do biodiesel e podem ser uma opção para o aumento da cadeia produtiva. “O crescimento chega a ser duas ou três vezes mais rápido do que a soja”, observou. Foram sugeridas a criação de um banco de microalgas, avaliação da produção em larga escala em parceria com setor industrial e estudos de qualidade como solução. http://www.mcti.gov.br/index.php/content/view/344402/Reuniao_de_fundo_setorial_avalia_priorida des_para_setor_eletrico.html


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Óleo de cozinha é transformado em biodiesel e sabão no Amazonas

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Data: 05/12/2012

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Óleo de cozinha é transformado em biodiesel e sabão no Amazonas Estimativa para produção é no próximo ano. Com o combustível ecológico, a fumaça tem 78% menos de carbono (CO2). O conceito ‘ecologicamente correto’ permeia o cotidiano da população da Amazônia. No Amazonas, duas instituições de ensino superior realizam pesquisa para reutilizar o óleo de cozinha (geralmente jogado na pia) e transformar o líquido em combustível, sabões e detergentes. O graduando em Engenharia Ambiental da Universidade Luterana do Brasil (Ulbra), Adilson Jardim, usa o processo de transesterilização: álcool com hidróxido de sódio (que inclui soda cáustica) usado como catalisador. A união dos elementos resulta em metóxido que, em contato com óleo aquecido, produzirá metanol inflamável. Com isso, é possível separar o glicerol, utilizado para fabricar sabões e detergentes. “Unimos os produtos, agitamos por 40 segundos e deixamos reagir. Depois são feitas lavagens aquosas e então o produto fica pronto para ser usado. Atualmente, são precisos de dois a três dias para transformação, mas em grande escala, isso deverá ser reduzido”, explicou o estudante. De acordo com Jardim, a pesquisa também visa uma norma da Agência Nacional de Petróleo e Gás (ANP). Hoje, todo o diesel consumido já tem um percentual de 2% a 3% de biodiesel inserido no petróleo convencional. Existe um planejamento que, até 2020, nosso combustível deve ter ao menos 20% de biodiesel. Dentre as vantagens da reutilização do óleo de soja, há dois destaques. Com o reuso do líquido –


cotidianamente jogado no ralo da cozinha – não haverá formação de placa de gordura ou necessidade de maior tratamento biológico do esgoto, devido à contaminação das águas. O combustível ecológico também deve ajudar na redução do Efeito Estufa. Com o biodiesel, a fumaça dos veículos tem 78% menos de carbono (CO2), se usado de forma pura. O projeto de pesquisa do graduando tem duas vertentes. O primeiro é o desenvolvimento de equipamentos para produção em grande escala do novo produto. Em seguida, o processo de credenciamento da instituição para atuar como captador de óleos usados, para utilizar na fabricação do biodiesel. “Acreditamos que no próximo ano já estaremos mais avançados nestes parâmetros”, afirmou Jardim. Sabões artesanais A ideia de reutilização do óleo de cozinha também é objeto de pesquisa de estudantes do Ensino Médio. A destinação correta do líquido e seu reuso na fabricação de sabões e detergentes são propostas do projeto ‘A reutilização de óleo de soja na produção de biocombustível e outros produtos como sabões e detergentes’, de três alunas da Fundação Centro de Análise, Pesquisa e Inovação Tecnológica (Fucapi). A pesquisa tem o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa no Estado do Amazonas (Fapeam) e foi um dos mais de 70 apresentados este mês, durante a 9ª Edição da Feira Tecnológica da Fucapi. Durante seis meses de trabalho, sob orientação da professora de Química Ariany Santos, as estudantes Camila Galvão, Jéssica Ribeiro e Luena Guimarães desenvolveram várias atividades como pesquisas bibliográficas, questionários e visitas técnicas, até chegarem na parte prática, de transformar o resíduo em produto. “Na primeira fase, aplicamos questionários para saber o conhecimento da comunidade escolar sobre a prática de reuso do óleo de cozinha. Muitos disseram saber que ele pode ser reutilizado, mas não sabem como. E, o que é mais triste: a maioria diz despejar o líquido na pia, um grave problema para a contaminação das águas”, explicou a bolsista Camila Galvão. A professora orientadora do projeto informou que as estudantes foram até as secretarias de Estado de Meio Ambiente (SDS) e a Municipal de Limpeza Pública (Semulsp), na busca de algum projeto ou iniciativa nesse sentido. “Chegamos até uma associação de mulheres no Japiim que, por iniciativa própria, fabrica sabão usando o óleo de soja usado e vende o produto para gerar renda. Elas nos ajudaram a aperfeiçoar o processo”, explicou a professora. A partir dessa fase, as alunas iniciaram a coleta de óleo de cozinha usado junto aos colegas e também em um restaurante. Daí, iniciaram a fabricação dos sabões e detergentes no laboratório de Química da Escola. As estudantes realizaram vários testes e chegaram ao produto final usando basicamente o óleo filtrado, soda cáustica diluída na água morna, essência e corante. “Dependendo da concentração, o produto fica pronto em até três dias”, afirmou Camila. Conscientização A expectativa com a realização do projeto é promover ações práticas de conscientização ambiental, o que inclui a distribuição de folders informativos sobre a importância da destinação correta do óleo de cozinha usado. “É muito bom fazer parte de uma pesquisa como essa, pois além da gente estar aprendendo na prática, vamos transmitir para outras pessoas e ainda ajudar o meio ambiente”, comemoram a estudantes. Texto de Juçara Menezes, no Portal Amazônia. http://www.fucapi.br/educacao/2012/12/oleo-de-cozinha-e-transformado-em-biodiesel-e-sabao-no-


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Jornal A Crítica

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A Base Científica do desenvolvimento

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Leitura para alfabetização

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Quando comer fica difícil

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Nota – Telessaúde no Am é exemplo em Cuba

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Jornal Commercio

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Editoria: Bem viver

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dos vegetais são arma da dieta anticâncer

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