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Assunto: Estudo aponta agente causador de micose em couro cabeludo de crianças Cita a FAPEAM: ✘

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Estudo aponta agente causador de micose em couro cabeludo de crianças 07 Mai 2013 . 11:16 h . Com informações da assessoria . portal@d24am.com A pesquisadora informou que os 21 pacientes que participaram do estudo foram submetidos a exame micológico que consistiu na retirada de escamas epidermicas do couro cabeludo e pelos. Manaus - Cabelos quebradiços, coceira ininterrupta no couro cabeludo e irritabilidade são alguns dos sintomas da infecção fúngica grave causada pela Tinea capitis, que acomete crianças. Em busca de um método de combate aos fungos, a estudante de Farmárcia do Centro Universitário do Norte (Uninorte), Ana Paula Garcez da Silva, desenvolveu projeto de pesquisa para avaliar a ocorrência da infecção em crianças atendidas na Fundação de Medicina Tropical Doutor Heitor Vieira Dourado (FMT-HVD), em Manaus. A pesquisa intitulada ‘Tinea capitis em crianças atendidas na FMT-HDV’ foi realizada de 2011 a 2012, com 21 pacientes da Fundação. De acordo com a estudante, os pais autorizaram o estudo. "Nosso objetivo era identificar o agente etiológico mais frequente e verificar a prevalência desta micose segundo variáveis demográficas", esclareceu Garcez. O estudo contou com aporte financeiro do Governo do Estado via Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) por meio do Programa de Apoio à Iniciação Científica (Paic). Garcez explicou que muitos pesquisadores classificam a Tinea capitis como um problema sanitário, uma vez que a doença é contagiosa tanto por contato direto como indireto. No entanto, a falta de conhecimentos das espécies fúngicas dificulta a aplicação de medidas sanitárias para combater a proliferação.


"A identificação dos agentes etiológicos é essencial para o controle da transmissão da Tinea capitis, bem como de medidas terapêuticas de combate à infecção", salientou a pesquisadora. A pesquisadora informou que os 21 pacientes que participaram do estudo foram submetidos a exame micológico que consistiu na retirada de escamas epidermicas do couro cabeludo e pelos. Segundo a pesquisadora, o material coletado foi dividido em duas partes. Na primeira parte foram feitos exames de microscopia direta e o restante foi colocado em meios de cultivo para isolamento do agente fúngico e aplicação de técnicas de identificação. "Dos 21 pacientes, sete estavam infectados com três tipos de espécies fúngicas: Microsporum canis, Trichophyton tonsurans e Microsporum gypseum. Os resultados demonstraram uma predominância do Trichophyton tonsurans como principal agente causador da Tinea capitis. Esses resultados nos indicaram que os índices do Estado estão de acordo com os estudos realizados em outras localidades e foi determinante para passarmos a pesquisar sobre o Trichophyton tonsurans para identificar os pontos fracos do agente", explicou a pesquisadora. Também chamada de micose do couro cabeludo, a Tinea capitis é um dermatofitose comum em crianças entre dois e dez anos que atinge o couro cabeludo e os cabelos, provocando descamação. O exame dos fios de cabelo sob microscópio mostra a presença de esporos fora da haste. A realização de cultura para pesquisa do agente etiológico é recomendada tanto para definição do tratamento quanto para acompanhamento e critério de cura. http://www.d24am.com/amazonia/ciencia/estudo-aponta-agente-causador-de-micose-em-courocabeludo-de-criancas/86043


Veículo: Blog do Marcos Santos

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Estudo identifica agente causador de micose em couro cabeludo de crianças Postado em 07/05/2013 - 11:49 Cabelos quebradiços, coceira ininterrupta no couro cabeludo e irritabilidade são alguns dos sintomas da infecção fúngica grave causada pela Tinea capitis, que acomete crianças. Em busca de um método de combate aos fungos, a estudante de Farmárcia do Centro Universitário do Norte (Uninorte), Ana Paula Garcez da Silva, desenvolveu projeto de pesquisa para avaliar a ocorrência da infecção em crianças atendidas na Fundação de Medicina Tropical Doutor Heitor Vieira Dourado (FMT-HVD), em Manaus. A pesquisa intitulada ‘Tinea capitis em crianças atendidas na FMT-HDV’ foi realizada de 2011 a 2012, com 21 pacientes da Fundação. De acordo com a estudante, os pais autorizaram o estudo. “Nosso objetivo era identificar o agente etiológico mais frequente e verificar a prevalência desta micose segundo variáveis demográficas”, esclareceu Garcez. O estudo contou com aporte financeiro do Governo do Estado via Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (FAPEAM) por meio do Programa de Apoio à Iniciação Científica (Paic). Garcez explicou que muitos pesquisadores classificam a Tinea capitis como um problema sanitário, uma vez que a doença é contagiosa tanto por contato direto como indireto. No entanto, a falta de conhecimentos das espécies fúngicas dificulta a aplicação de medidas sanitárias para combater a proliferação. “A identificação dos agentes etiológicos é essencial para o controle da transmissão da Tinea capitis, bem como de medidas terapêuticas de combate à infecção”, salientou a pesquisadora. A pesquisadora informou que os 21 pacientes que participaram do estudo foram submetidos a exame micológico que consistiu na retirada de escamas epidermicas do couro cabeludo e pelos.


Segundo a pesquisadora, o material coletado foi dividido em duas partes. Na primeira parte foram feitos exames de microscopia direta e o restante foi colocado em meios de cultivo para isolamento do agente fúngico e aplicação de técnicas de identificação. “Dos 21 pacientes, sete estavam infectados com três tipos de espécies fúngicas: Microsporum canis, Trichophyton tonsurans e Microsporum gypseum. Os resultados demonstraram uma predominância do Trichophyton tonsurans como principal agente causador da Tinea capitis. Esses resultados nos indicaram que os índices do Estado estão de acordo com os estudos realizados em outras localidades e foi determinante para passarmos a pesquisar sobre o Trichophyton tonsurans para identificar os pontos fracos do agente”, explicou a pesquisadora. Também chamada de micose do couro cabeludo, a Tinea capitis é um dermatofitose comum em crianças entre dois e dez anos que atinge o couro cabeludo e os cabelos, provocando descamação. O exame dos fios de cabelo sob microscópio mostra a presença de esporos fora da haste. A realização de cultura para pesquisa do agente etiológico é recomendada tanto para definição do tratamento quanto para acompanhamento e critério de cura. Sobre o Paic O programa apoia, com recursos financeiros e bolsas institucionais, estudantes de graduação interessados no desenvolvimento de pesquisa em instituições públicas e privadas do Amazonas. www.blogmarcossantos.com.br/2013/05/07/estudo-identifica-agente-causador-de-micose-em-courocabeludo-de-criancas/


Veículo: Site – Amazonas Notícias

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IEL premia projetos no BITEC 07 Maio 2013 Posted in Últimas Notícias O Programa de Apoio e Iniciação Científica e Tecnologia para Micro e Pequena Empresas (Bitec), em sua 3ª edição, premiará 34 projetos, avaliados de acordo com as áreas de gestão, tecnologia, inovação e design. O programa é uma iniciativa do Instituto Euvaldo Lodi (IEL Amazonas), em parceria com a Fundação de Amparo à Pesquisa do Amazonas (Fapeam), e será realizado em 27 de maio, às 15 horas, no Salão de Festas do prédio Raimar Aguiar, localizado na Avenida Joaquim Nabuco, 1918, Centro. Os projetos foram realizados em 2012, com seis meses de duração cada. Os estudantes receberam bolsas mensais de R$ 360,00 e os professores de R$ 461,00, todas custeadas pela Fapeam. Das 68 bolsas, 34 são para alunos e 34 para professores, com total de 34 empresas contempladas. A partir das necessidades identificadas nas empresas, os universitários selecionados e professores orientadores elaboraram projetos para gerar soluções tecnológicas capazes de trazer ganhos de produtividade, redução de custos, aumento de receitas, inovação, implantação de tecnologia, modelo de gestão e empreendedorismo para as empresas. Serão escolhidos os três melhores e o primeiro lugar será publicado na coletânea do Projeto Bitec, pelo IEL Nacional.


O Programa Bitec tem por objetivo transferir conhecimento das universidades para o setor produtivo, inserindo estudantes de graduação nas empresas, sob orientação de professores universitários, para a execução de projetos específicos que atendam as necessidades de desenvolvimento do negócio. Estes podem desenvolver projetos nas áreas de inovação, empreendedorismo, tecnologia e gestão. http://www.amazonasnoticias.com.br/mais-noticias/31690-iel-premia-projetos-no-bitec.html


Veículo: Site – Ecoem.ufam

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Assunto: Integração entre Ufam e UFPA reforça pesquisa em comunicação Cita a FAPEAM: ✘

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Integração entre Ufam e UFPA reforça pesquisa em comunicação Os 50 anos de comunicação e o cenário da pós-graduação na região Norte foi tema de uma mesaredonda durante a programação do 12º Congresso de Ciências da Comunicação na Região Norte (Intercom Norte). O evento contou com a participação da coordenadora do Programa de Pós-Graduação Comunicação, Cultura e Amazônia, Maria Ataide Malcher da Universidade Federal do Pará (UFPA), da coordenadora do Programa de Pós-Graduação de Ciências da Comunicação (PPGCCOM), Mirna Feitoza da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) e da diretorapresidenta da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (FAPEAM), Maria Olívia Simão, com mediação da Profa. Dra. Maria Emília Abbud, profesora do PPGCCOM. Em destaque na Rádio com Ciência, a integração das atividades entre Ufam e UFPA resulta no reforço do cenário da pesquisa em comunicação na região norte. E a FAPEAM tem destaque no apoio à capacitação dos profissionais que fazem mestrado e doutorado no Estado e em outras regiões. Fonte: Agência Fapeam http://ecoem.ufam.edu.br/integracao-entre-ufam-e-ufpa-reforca-pesquisa-em-comunicacao/


Veículo: Site – Cpaa.Embrapa

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Assunto: Programa de Iniciação Científica Cita a FAPEAM: ✘

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Programa de Iniciação Científica Aberto o Processo de Seleção do Programa de Iniciação Científica da Embrapa Amazônia Ocidental - 2013-2014 A Embrapa Amazônia Ocidental torna público o edital direcionado a interessados em obter bolsa de iniciação científica do Programa de Apoio à Iniciação Científica do Amazonas (PAIC/FAPEAM) e do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC/CNPq). Documentos para download: Edital Paic-Fapeam e Pibic-CNPq 2013-2014 Ficha de Inscrição 2013-2014 Formulário de plano de trabalho 2013-2014 Calendário/Atividade

Prazo Inscrição 17 a 28 de junho de 2013 Divulgação do resultado 03 de julho de 2013 Período para apresentação de recurso 04 de julho de 2013 Registro e assinatura de contrato no Setor de Gestão de Pessoas (SGP) 05 a 19 de julho de 2013 Início dos trabalhos 01 de agosto A Iniciação Científica (IC) é um instrumento que permite introduzir na pesquisa científica estudantes de graduação, colocando-os desde cedo, em contato direto com a atividade científica e engajá-lo na pesquisa. Nessa perspectiva, a IC caracteriza-se como instrumento de apoio teórico e metodológico à realização de um projeto de pesquisa e constitui um canal adequado de auxílio para a formação do aluno.


O Programa de IC da Embrapa Amazônia Ocidental tem como objetivos: • Proporcionar ao bolsista, orientado por pesquisador qualificado num grupo de pesquisa, a aprendizagem de técnicas e métodos científicos, bem como estimular o desenvolvimento do pensar e da criatividade decorrentes das condições criadas pelo confronto direto com os problemas da pesquisa. • Estimular pesquisadores produtivos a orientar estudantes de graduação, iniciando-os na produção do conhecimento. • Preparar clientela qualificada para os programas de pós-graduação e aprimorar o processo de formação de profissionais para o setor produtivo, reduzindo o tempo médio de titulação de mestres e doutores. • Contribuir para que diminuam as disparidades regionais na distribuição da competência científica no País. http://www.cpaa.embrapa.br/processo-de-selecao-do-programa-de-iniciacao-cientifica-2013-2014


Veículo: Site – Ciência em Pauta

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Estudo identifica agente causador de micose em couro cabeludo de crianças Object1

Postado em 06/05/2013 Entre os sintomas da infecção estão coceira ininterrupta no couro cabeludo e irritabilidade. Foto: Reprodução Cabelos quebradiços, coceira ininterrupta no couro cabeludo e irritabilidade são alguns dos sintomas da infecção fúngica grave causada pela Tinea capitis, que acomete crianças. Em busca de um método de combate aos fungos, a estudante de Farmárcia do Centro Universitário do Norte (Uninorte), Ana Paula Garcez da Silva, desenvolveu projeto de pesquisa para avaliar a ocorrência da infecção em crianças atendidas na Fundação de Medicina Tropical Doutor Heitor Vieira Dourado (FMT-HVD), em Manaus. A pesquisa intitulada “Tinea capitis em crianças atendidas na FMT-HDV” foi realizada de 2011 a 2012, com 21 pacientes da Fundação, devidamente autorizados pelos responsáveis. “Nosso objetivo era identificar o agente etiológico mais frequente e verificar a prevalência desta micose segundo variáveis demográficas”, esclareceu. O estudo contou com aporte financeiro do Governo do Estado via Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) por meio do Programa de Apoio à Iniciação Científica (Paic). Garcez explicou que muitos pesquisadores classificam a Tinea capitis como um problema sanitário, uma vez que a doença é contagiosa tanto por contato direto como indireto. No entanto, a falta de conhecimentos das espécies fúngicas dificulta a aplicação de medidas sanitárias para combater a proliferação. “A identificação dos agentes etiológicos é essencial para o controle da transmissão da Tinea capitis, bem como de medidas terapêuticas de combate à infecção”, salientou a pesquisadora. IDENTIFICAÇÃO A pesquisadora informou que os 21 pacientes que participaram do estudo foram submetidos a exame micológico que consistiu na retirada de escamas epidérmicas do couro cabeludo e pelos. Segundo Ana Paula, o material coletado foi dividido em duas partes. Na primeira parte foram feitos exames de microscopia direta e o restante foi colocado em meios de cultivo para isolamento do agente fúngico e aplicação de técnicas de identificação. “Dos 21 pacientes, sete estavam infectados com três tipos de espécies fúngicas: Microsporum canis, Trichophyton tonsurans e Microsporum gypseum. Os resultados demonstraram uma predominância do Trichophyton tonsurans como principal agente causador da Tinea capitis. Esses resultados nos indicaram que os índices do Estado estão de acordo com os estudos realizados em outras localidades e foi determinante para passarmos a pesquisar sobre o Trichophyton tonsurans para


identificar os pontos fracos do agente”, explicou a pesquisadora. Tinea capitis Também chamada de micose do couro cabeludo, a Tinea capitis é um dermatofitose comum em crianças entre dois e dez anos que atinge o couro cabeludo e os cabelos, provocando descamação. O exame dos fios de cabelo sob microscópio mostra a presença de esporos fora da haste. A realização de cultura para pesquisa do agente etiológico é recomendada tanto para definição do tratamento quanto para acompanhamento e critério de cura. Fonte: Fapeam, por Camila Carvalho http://www.cienciaempauta.am.gov.br/2013/05/estudo-identifica-agente-causador-de-micose-emcouro-cabeludo-de-criancas/


Veículo: Site – Ciência em Pauta

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Assunto: Estudos em Comunicação avançam no Norte com cursos de pós-graduação Cita a FAPEAM: ✘

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Estudos em Comunicação avançam no Norte com cursos de pós-graduação CIÊNCIAemPAUTA, por Séfora Litaiff

Estudos e Pesquisas na área da Comunicação tiveram avanços significativos na última década na região Norte do Brasil, principalmente com a aprovação de programas de pós-graduação stricto sensu nos estados do Amazonas e Pará. O assunto foi tema de debate durante o 12º Congresso de Ciências da Comunicação na Região Norte (Intercom Norte), na última sexta-feira (03), nas dependências da Faculdade Martha Falcão, em Manaus. Com a temática, “50 anos de Comunicação e o cenário de pós-graduação na Região Norte”, representantes dos cursos de pós-graduação da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), da Universidade Federal do Pará (UFPA) e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), debateram sobre a importância do desenvolvimento de estudos acadêmicos na área de comunicação social e a expansão para outros estados da região Norte, pois no cenário atual, os estados do Amazonas e Pará possuem o maior número de pesquisadores em virtude da implantação da pós-graduação stricto sensu. Para a diretora-presidenta da Fapeam, Maria Olívia Simão, com a expansão de recursos financeiros, a Amazônia se valoriza e contribui para a validação e consolidação do conhecimento de forma a prestar melhores serviços à sociedade. “Com o apoio proporcionado pela Fapeam aos programas de pós-graduação, o crescimento foi perceptível nos últimos anos, dando maior oportunidade aos estudantes que queiram aperfeiçoar seus conhecimentos por meio de projetos de pesquisas em mestrados.”, comentou. A coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação (Ppgccom) da Ufam, Mirna Feitoza, afirmou que a comunicação está em um momento de maturidade com seus 50 anos de pesquisa no Brasil. “Tivemos um grande avanço durante a última década no Norte, diminuindo o abismo em relação às outras regiões do país”.


CRESCIMENTO SERÁ CONSTANTE O avanço das ciências e aumento do quantitativo de pesquisadores na região Norte só foi possível a partir das políticas públicas implantadas por alguns estados, como por exemplo, o Amazonas. A criação do sistema público estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação, do qual são componentes a Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (SECTI-AM), Universidade do Estado do Amazonas (UEA), Centro de Educação Tecnológica do Amazonas (Cetam) e Fapeam, alavancou consideravelmente a formação de recursos humanos contribuindo para o menor deslocamento de pesquisadores para outras capitais. Para representante da UFPA, Maria Ataíde, a construção da comunicação da Amazônia é constante e o crescimento tende a aumentar significativamente. “Em comparação com as décadas passadas, a Amazônia nos últimos dez anos teve o seu primeiro programa de pós-graduação (mestrado) e hoje temos profissionais atuando em instituições públicas na área de comunicação que anteriormente era carente”. Outro destaque apontado por Ataíde é referente às estatísticas. “Décadas passadas a região Norte não aparecia nas pesquisas do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) em relação a de quantidades de pesquisadores. Atualmente esse cenário vem sendo modificado e o número de pesquisadores aumentam reforçando as perspectivas em relação a nossa região”, ressaltou. CIÊNCIAemPAUTA, por Séfora Litaiff www.cienciaempauta.am.gov.br/2013/05/estudos-em-comunicacao-avancam-no-norte-com-cursosde-pos-graduacao/


Veículo: Site – Associação de Leitura do Brasil

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Assunto: I SIMPÓSIO REGIONAL DE ESTUDOS LINGUÍSTICOS E LITERÁRIOS DO MÉDIO

SOLIMÕES - SIRELLMS Cita a FAPEAM: ✘

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I SIMPÓSIO REGIONAL DE ESTUDOS LINGUÍSTICOS E LITERÁRIOS DO MÉDIO SOLIMÕES SIRELLMS terça-feira, 7 de maio de 2013

O Centro de Estudos Superiores de Tefé - CEST/UEA realizará no período de 21 a 23/11/2013 o I Simpósio Regional de Estudos Linguísticos e Literários do Médio Solimões (SIRELLMS), que tem como tema “Nhengare: Diálogos e pesquisas em Estudos Linguísticos Literários”. O evento está sendo organizado por grupo de pesquisadores do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Linguística Aplicada à Educação (NEPLAE) da UEA/AM e da Cátedra Amazonense de Estudos Literários e recebe apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa no Estado do Amazonas - FAPEAM. O simpósio tem como objetivo congregar estudiosos das áreas de Estudos Linguísticos, Literários e de áreas afins para discutir e partilhar os resultados de suas pesquisas e dos trabalhos desenvolvidos. A programação será constituída de conferências, mesas-redondas, comunicação oral, relato de experiência e exposição de banners. O evento, cuja finalidade é congregar pesquisas das subáreas Letras, Teoria e Análise Linguística, Literatura Comparada, receberá inscrições de professores de Educação Básica, alunos de graduação, Iniciação Científica, Mestrado, Doutorado e professores universitários que se enquadrem nas linhas propostas para investigação em Estudos Linguísticos e Literários. Partiremos do tema: “Nhengare: Diálogos e pesquisas em Estudos Linguísticos Literários” e, de acordo com a divergência de abordagens críticas e temáticas, as apresentações serão organizadas através dos seguintes eixos temáticos: 1. Diversidade linguística e Ensino de Português


2. Línguas indígenas e saberes populares 3. Gêneros Textuais/Discursivos e Letramento 4. O ensino de Língua Portuguesa/Literatura e a Formação de Professores 5. Literatura e suas interfaces Para maiores informações acessar o Blog 1sirellms.blogspot.com.br. http://blog-alb.blogspot.com.br/2013/05/i-simposio-regional-de-estudos.html


Veículo: Site – Confap

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Assunto: Curso gratuito prepara aluno para ingressar em instituições de elite no exterior Cita a FAPEAM:

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Curso gratuito prepara aluno para ingressar em instituições de elite no exterior O número de alunos brasileiros em universidades americanas tem crescido anualmente e chegou a 9 mil em 2012. Ainda assim, ficamos em 14.º lugar no ranking dos países que mais enviam estudantes aos Estados Unidos, depois de nações como Nepal e Vietnã. Por trás desses números está o desconhecimento de muitos jovens sobre como funciona a seleção para os cursos no exterior. Para quem busca uma vaga em instituições de elite, como a Universidade Harvard e o Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), a peneira é ainda mais rigorosa. Não bastam ter um histórico escolar invejável e nota alta no SAT (espécie de Enem americano). As faculdades olham também para atividades extracurriculares nas quais o candidato se engaja – e não só as de cunho social. Por exemplo: o aluno ganha pontos se jogou no time de futebol da escola. Se foi o capitão, melhor. Dicas como essas poderão ser encontradas no novo curso online e gratuito que a Fundação Estudar vai oferecer no segundo semestre. A entidade já tem experiência em treinar jovens para processos seletivos de universidades de ponta. Criado em 2011, o Prep Program contribuiu para a aprovação de 48 brasileiros no exterior. Agora, com o Prep Course Online, a fundação quer massificar as orientações sobre como fazer faculdade fora do País. As inscrições estão abertas no site prep.estudarfora.org.br. O curso, com duração de três meses, será todo em inglês. “Os alunos vão aprender por meio de vídeos e atividades e interagindo nos fóruns de discussão”, explica a coordenadora do programa, Laila Parada-Worby, de 22 anos, americana recém-formada por Harvard em História e Literatura da América Latina. Particular. Outra opção de curso online tem à frente Gustavo Haddad Braga, de 18 anos, que começou a estudar no ano passado no MIT. Ele também foi aceito por Harvard, Stanford, Yale e


Princeton – para ficar só nas americanas. Atualmente cursa Física, Engenharia Elétrica e Ciência da Computação. Na plataforma Easyaula (http://www.easyaula.com.br/), Braga vende por R$ 49 o acesso a seis vídeos de orientações com duração total de duas horas. O estudante também administra com outros brasileiros a página Estudar nos EUA (http://www.estudarnoseua.com.br/), que reúne informações gratuitas. Quem mora em São Paulo pode contratar uma sessão particular sobre estudos nos EUA na Associação Alumni, que fica na Chácara Santo Antônio, zona sul. Ao custo de R$ 145, o interessado recebe uma consultoria de como funciona a seleção para uma faculdade americana. Fonte: Portal Estadão http://www.confap.org.br/curso-gratuito-prepara-aluno-para-ingressar-em-instituicoes-de-elite-noexterior/


Veículo: Site – Confap

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Assunto: Programa Novos Talentos divulga resultado preliminar; projeto tem foco no

desenvolvimento da cultura científica Cita a FAPEAM:

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Programa Novos Talentos divulga resultado preliminar; projeto tem foco no desenvolvimento da cultura científica A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) divulgou o resultado preliminar do Programa Novos Talentos. Voltado ao apoio a projetos extracurriculares, o programa investe em novos talentos da rede pública para inclusão social e desenvolvimento da cultura científica. O programa é coordenado pela Diretoria de Formação de Professores da Educação Básica (DEB) da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). Os projetos aprovados recebem apoio para realização de atividades extracurriculares para professores e alunos da educação básica – tais como cursos, oficinas ou equivalentes – que ocorram no período de férias das escolas públicas e/ou em horário que não interfira na frequência escolar. As atividades devem valorizar espaços inovadores, como dependências de universidades, laboratórios e centros avançados de estudos e pesquisas, museus e outras instituições, inclusive empresas públicas e privadas, visando ao aprimoramento e à atualização do público-alvo e a melhoria do ensino de ciências nas escolas públicas do país. Mais informações pelo e-mail novostalentos@capes.gov.br. Fonte: assessoria de comunicação da Capes http://www.confap.org.br/programa-novos-talentos-divulga-resultado-preliminar-projeto-tem-focono-desenvolvimento-da-cultura-cientifica/


Veículo: Site – Inpa

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Assunto: Inpa realiza Encontro sobre Desenvolvimento Sustentável em Manaquiri (AM) Cita a FAPEAM:

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Inpa realiza Encontro sobre Desenvolvimento Sustentável em Manaquiri (AM) 2013-05-07 - 13:59:11

A primeira edição do encontro também abordará o tema tecnologia social e tem a finalidade de contribuir para o desenvolvimento regional

Por Fernanda Farias Nesta quarta-feira (08) acontece o "I Encontro de Desenvolvimento Sustentável e Tecnologias sociais", na cidade de Manaquiri, 80km de Manaus (AM), onde o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI), em parceria com diversas instituições, apresentará propostas que dinamizem ações produtivas na cidade. Segundo a coordenadora de Tecnologia Social (COTS/COEX) do Inpa, Denise Gutierrez, o objetivo do encontro é contribuir para o desenvolvimento futuro de um projeto de desenvolvimento regional integrado, em que concorra a capacidade técnico-científica do Inpa, articulada a outras instituições parceiras e de diferentes secretarias e instituições de fomento à área socioambiental, incluindo a prefeitura de Manaquiri. De acordo com Gutierrez, por meio desse evento será possível apresentar alguns projetos que o Instituto desenvolve na área agronômica e bioquímica. “Temos muito conhecimento acumulado ao


longo desses 60 anos de existência na área agronômica e bioquímica, o que nos permite dar uma contribuição de peso para o desenvolvimento regional”, afirmou. Parceria O evento conta com a parceria da prefeitura de Manaquiri e também da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa), do Instituto de Desenvolvimento Agropecuário e Florestal Sustentável do Estado do Amazonas (Idam), do Centro de Educação Tecnológica do Amazonas (Cetam), do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), da Secretaria de Estado de Produção Rural (Sepror), entre outras instituições. Confira a programação. Arte da chamada: Susanna Johns (COEX/Inpa) http://www.inpa.gov.br/noticias/noticia_sgno2.php?codigo=2765


Veículo: Site – MCTI

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Assunto: Insa realiza Semiárido em Foco nesta quarta-feira Cita a FAPEAM:

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Insa realiza Semiárido em Foco nesta quarta-feira 07/05/2013 - 09:34 Indicadores de sustentabilidade para a agricultura” é o tema do Programa Semiárido em Foco que nesta semana ocorre excepcionalmente na quarta-feira (8). O tema será discutido pelo coordenador do Programa de Pós-Graduação em Recursos Naturais (PPGRN) da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), Gesinaldo Ataíde Cândido. O evento é aberto ao público e ocorre às 14h, no auditório do Instituto Nacional do Semiárido (Insa/MCTI), em Campina Grande (PB). Durante a palestra serão apresentados os resultados de um projeto de pesquisa coordenado pelo professor que visa formar uma rede de instituições e pesquisadores para explorar o tema. O projeto está sendo desenvolvido nos estados de Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte e conta com o financiamento do CNPq/Capes/Faps/Embrapa. Novo site Acaba de entrar no ar o site do Semiárido em Foco, com o objetivo de socializar e compartilhar as informações sobre as temáticas apresentadas e discutidas nos encontros realizados semanalmente com especialistas, agricultores experimentadores, representantes de instituições e organizações sociais e a sociedade em geral. Fotos, slides, textos e vídeos que resultaram das atividades realizadas estão disponíveis.


Para acessar clique aqui. Sobre o programa O Semiárido em Foco tem como objetivo despertar a reflexão sobre pesquisas, experiências e conceitos associados ao campo da ciência, tecnologia e inovação no Semiárido brasileiro. Consiste em uma das ações que integram o Sistema de Gestão da Informação e do Conhecimento no Semiárido Brasileiro, em implementação pelo Insa. Para enviar sugestões ou indicar temas de pesquisas envie um e-mail para: semiaridoemfoco@insa.gov.br ou para o telefone: (83) 3315-6400/6431/6439. Texto: Ascom do Insa

http://www.mcti.gov.br/index.php/content/view/346841/Inpa_realiza_Semiarido_em_Foco_nesta_q uarta_feira.html


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Pesquisa de Brasil e Japão encontra sinais de continente submerso 06/05/2013 - 20:32 Brasil e Japão anunciaram nesta segunda-feira (6) a descoberta de sinais da existência de um continente submerso a cerca de 1.500 quilômetros do litoral brasileiro. As duas partes se reuniram no Rio de Janeiro, para comemorar os primeiros resultados obtidos no acordo de cooperação bilateral para pesquisa científica no leito do Oceano Atlântico. O evento integra as atividades relacionadas ao projeto Atlântico Sul – Nova Fronteira do Conhecimento. A cerimônia no Píer Mauá, no Rio de Janeiro, contou com a participação do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e marcou ainda a abertura do período de visitação ao navio Yokosuka e ao submarino Shinkai, usados na expedição. Batizada de Iatá-Piúna, a expedição teve início em 13 de abril, na Cidade do Cabo, na África do Sul, e seguiu pela Elevação do Rio Grande e pela Cordilheira de São Paulo. Na elevação descobriu rochas continentais, o que indicou a possibilidade do continente submerso. Essas conclusões foram obtidas com o uso do pelo submergível Shinkai, capaz de chegar a 6.500 metros de profundidade. “Pela primeira vez, pesquisadores brasileiros fizeram um mergulho em Rio Grande. Com a ajuda de dragagem foi possível acabar com uma dúvida grande que tínhamos: a ocorrência de granito nessa região. Esse é um dado político e cientificamente importante, pois podemos caracterizar como uma área continental brasileira”, destacou o presidente do Serviço Geológico Brasileiro (CPRM/MME), Manoel Barretto. O projeto é uma parceria da CPRM com o Instituto de Oceanografia da Universidade de São Paulo (USP) e a Agência Japonesa de Ciências do Mar e da Terra (Jamstec), com o apoio do MCTI e do Ministério das Relações Exteriores (MRE). Para o presidente da Jamstec, Asahiko Taira, a parceria


nipo-brasileira trará resultados importantes para o setor. “Os dois países têm muitos pontos em comum”, disse. “Entendemos que não há parceiro melhor do que o Brasil nas áreas de ciência e tecnologia. O pesquisador-chefe dessa missão já destacou que os brasileiros são os mais dedicados e preparados. E isso tem demonstrado o grande acerto em trabalharmos com o país. Este é o primeiro passo de uma série de outros que virão.” Próxima etapa No segundo trecho da expedição, será explorado o Platô de São Paulo. Seis pesquisadores brasileiros participam do projeto, que, depois de pesquisar o Atlântico Sul, seguirá para o Mar do Caribe. “Queremos pesquisar ecossistemas nunca antes vistos”, completou o embaixador do Japão no Brasil, Akira Miwa. Ao ressaltar os avanços já obtidos, a coordenadora para Mar e Antártica do MCTI, Janice TrotteDuhá, observou que a escolha do nome da expedição já era uma forma de prever esses resultados. “O nome significa explorar o profundo e o desconhecido. Tenho certeza de que essa escolha serviu como base para que nós trouxéssemos à superfície uma quantidade de conhecimento científico que deverá fazer toda a diferença quando nós pensarmos não só nas nossas águas territoriais, mas, também, nas internacionais sobre as quais o Brasil detém interesse.” Representando o Ministério das Relações Exteriores, Ademar Seabra também comemorou os resultados. “Esse é o começo de um trabalho privilegiado”, avaliou. “Desejamos que o projeto prossiga e se desenvolva ao longo dos anos. Que essa jornada do navio e do submarino seja a inauguração de uma longa fase de cooperação na área de ciências do mar.” Em palestra sobre novas direções para a pesquisa oceânica no País, Janice Trotte-Duhá lembrou que deverá ser criado neste mês o Instituto Nacional de Pesquisa Oceânica e Hidroviária. “Esse projeto já surgirá com um novo navio de pesquisa a ele subordinado para que possamos fazer todas as pesquisas necessárias nos atlânticos Sul e Tropical”, comentou. Segundo a coordenadora, o instituto preencherá uma lacuna existente no país: “O Iatá-Piúna, por exemplo, poderia estar ligado a ele. Podemos afirmar que dará uma organicidade maior à pesquisa científica no oceano de interesse do Brasil.” Texto: Luiza Seixas – Ascom do MCTI http://www.mcti.gov.br/index.php/content/view/346847/Pesquisa_de_Brasil_e_Japao_encontra_sina is_de_continente_submerso.html


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Parque de Ciência e Tecnologia na Amazônia abre edital 06/05/2013 - 17:45 O Parque de Ciência e Tecnologia Guamá (PCT Guamá) abriu edital para empresas que desejem instalar sua estrutura no local. Os interessados têm até o dia 6 de junho para apresentar propostas ao edital de lotes. A versão eletrônica do edital está disponível no link www.comprasnet.gov.br. O PCT Guamá é o primeiro parque tecnológico em operação na Amazônia e tem as áreas de Biotecnologia, Tecnologia da Informação e Comunicação, Energia, Tecnologia Ambiental e Tecnologia Mineral como prioritárias para negócios e pesquisas de base tecnológica. O Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG/MCTI) faz parte da rede de parceiros do PCT Guamá, que também inclui a Embrapa Amazônia Oriental, Eletrobrás/Eletronorte, Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas no Pará (Sebrae-PA), da Universidade do Estado do Pará (Uepa) e Secretaria de Estado de Educação (Seduc). O Parque é gerido pela Fundação Guamá, por meio de um convênio entre Secretaria de Estado, Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), a UFPA e a Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra). O aporte financeiro é da Secretaria de Estado, Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep). Texto: Agência Museu Goeldi http://www.mcti.gov.br/index.php/content/view/346839/Parque_de_Ciencia_e_Tecnologia_na_Ama zonia_abre_edital.html


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Instituto realiza pesquisa de espécie não estudada de mico na Amazônia 06/05/2013 – 10:21 Desde 1914, quando o Marechal Cândido Rondon e o ex-presidente americano Theodore Roosevelt realizaram a expedição científica Roosevelt-Rondon, a primeira a explorar o “Rio da Dúvida” (atual Rio Roosevelt), pouco se estudou sobre uma das espécies cujas amostras foram coletadas na ocasião: o mico marcai. Em 2012, o biólogo Felipe Ennes Silva, do grupo de pesquisa em Ecologia de Vertebrados Terrestres do Instituto Mamirauá, começou a realizar expedições à região de ocorrência dessa espécie. O objetivo é determinar a diversidade de primatas na bacia do rio Aripuanã, que fica entre o sul do estado do Amazonas e o Mato Grosso do Sul, e identificar as principais ameaças e desafios para a conservação desse primata. “A distribuição da espécie é conhecida apenas pela localidade onde a expedição Rondon-Roosevelt coletou três indivíduos”, afirma Silva. “Em campo, a primeira coisa a se fazer foi verificar a presença do Mico marcai na região de confluência dos rios Roosevelt e Aripuanã. A partir daí, estamos realizando os levantamentos em trilhas para que se tenha uma ideia do limite de


abrangência da espécie na área". Em janeiro do ano passado, um exemplar foi coletado pelo pesquisador e, desde então, aspectos da taxonomia da espécie vem sendo estudada no laboratório do Instituto Mamirauá. Em março, o projeto que estuda o Mico marcai foi apresentado pelo biólogo responsável pela pesquisa durante a Student Conference on Conservation Science, na Inglaterra. Texto: Eunice Venturi – Ascom do Instituto Mamirauá http://www.mcti.gov.br/index.php/content/view/346831/Instituto_realiza_pesquisa_de_especie_nao _estudada_de_mico_na_Amazonia.html


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Assunto: Avaliação de patentes vai render pontos no currículo acadêmico dos pesquisadores Cita a FAPEAM:

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Avaliação de patentes vai render pontos no currículo acadêmico dos pesquisadores O Inpi vai fazer um experimento com 60 cientistas de engenharias mecânica, química e elétrica, que farão uma capacitação em pesquisa de patentes A partir de junho, cientistas brasileiros ajudarão no processo de análise de patentes solicitadas ao Inpi (Instituto Nacional da Propriedade Industrial). Em troca, em vez de receber remuneração, eles ganharão pontos no currículo acadêmico, o "lattes". Esses pontos, que também são conferidos ao pesquisador quando ele publica artigos científicos, serão levados em conta, por exemplo, quando o cientista fizer um pedido de financiamento ao CNPq, agência federal de fomento à ciência. A remuneração em dinheiro não está descartada. "Vamos pensar nisso no futuro", diz Júlio César Moreira, diretor de patentes do Inpi. A parceria entre o instituto e o CNPq visa a agilizar a avaliação de patentes, que leva cerca de cinco anos - isso se o pedido foi feito em 2012; pedidos anteriores levam mais tempo. A agilidade, espera-se, virá dos cientistas. Eles participarão da fase de pesquisa da patente, na qual é verificado se o pedido é mesmo novo A expectativa é que, por conhecer bem sua área, o cientista faça o trabalho de pesquisa mais rápido do que o Inpi. Esse processo hoje leva cerca de oito meses. Com os pesquisadores, o tempo pode ser reduzido em 30%. INSPIRAÇÃO A ideia da participação de cientistas na análise de patentes vem de fora: o JPO, equivalente ao


Inpi no Japão, já tem usado esse sistema. "Por lá tem dado bem certo", diz Moreira. Por aqui, o Inpi vai fazer um experimento com 60 cientistas de engenharias mecânica, química e elétrica. Eles farão uma capacitação em pesquisa de patentes em maio e começarão a receber os pedidos - encaminhados pelos examinadores do Inpi- já no mês seguinte. "A ideia é expandir a capacitação para além das engenharias no futuro", afirma Rafael Leite, chefe de propriedade intelectual do CNPq. Quem se inscreveu para o projeto inicial quer "aprender o que é patenteável", como conta a engenheira química Claudia Danielle Carvalho de Sousa, pesquisadora da UFRJ. Ela é uma das 60 cientistas que vão participar da capacitação do Inpi. "Também quero contribuir para as análises, que ainda demoram muito." Inpi e CNPq acreditam que esse aprendizado pode trazer um efeito cascata positivo no processo de inovação. A inserção dos cientistas na cultura de patenteamento pode melhorar os pedidos que chegam ao Inpi (hoje cerca de 20% são aprovados) e também as suas análises. Ainda mais porque seis das dez maiores patenteadoras do Brasil são instituições de ensino e pesquisa: USP, Unicamp, UFMG, UFRJ, Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) e Fapemig (de Minas). "A capacitação dos cientistas em patentes deve melhorar todo o processo. Haverá um subsídio melhor para as análises", diz Leite. Para o engenheiro e consultor Bruno Rondani, criador do Open Innovation Center (centro de difusão de inovação brasileiro que reúne empresários, governo e universidades), a parceria vai funcionar se o incentivo para os cientistas for bom. "Mas há muito cientista que nem sabe fazer revisão de artigo científico. Espero que essa má qualidade não se aplique ao Inpi." FILA A parceria com os cientistas é mais uma tentativa do instituto de reduzir o tempo de espera dos pedidos de proteção industrial no país. Hoje, há mais de 160 mil pedidos esperando por análise. Desde o ano passado, tecnologias consideradas "verdes" já passaram a ser analisadas com prioridade. Três pedidos "verdes" foram deferidos em menos de um ano. Já a partir deste ano, medicamentos para o combate ao câncer, à Aids e às doenças negligenciadas também vão furar a fila. (Folha Online)

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Assunto: Projeto que destina recursos do petróleo à educação é recebido com cautela Cita a FAPEAM:

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Projeto que destina recursos do petróleo à educação é recebido com cautela Para o senador Cristovam Buarque (PDT-DF), o projeto é positivo, mas insuficiente para promover uma revolução no atual no sistema educacional brasileiro O teor da nova proposta do governo que destina recursos dos royalties do petróleo para investimentos em educação foi recebido com cautela por alguns senadores. A mensagem da presidente Dilma Rousseff encaminhando o texto do Projeto de Lei 5500/2013 foi publicada na quinta-feira (3) em edição extra do Diário Oficial da União. Pela proposta, serão destinadas exclusivamente à educação as receitas provenientes dos royalties e da participação especial relativas aos contratos fechados a partir de 3 de dezembro de 2012, sob os regimes de concessão e de partilha de produção. A educação também receberá a metade dos recursos resultantes do retorno sobre o capital do Fundo Social do PréSal (Lei 12.351/10). Para o senador Cristovam Buarque (PDT-DF), o projeto é positivo, mas insuficiente para promover uma revolução no atual no sistema educacional brasileiro. O parlamentar é um dos autores do PLS 594/11, que também destina recursos do petróleo para a educação. - Eu vejo com muito entusiasmo porque essa é uma luta minha junto com outros senadores, mas me preocupo porque dizem que é 100%, mas não é 100%. Na verdade é 100% de uma parcela pequena dos recursos, aqueles que vão para a União e recursos do que se chama concessão, que é a parte menor. Então não vão ser nem 20% - disse o senador nesta sextafeira (3), em entrevista à Agência Senado. Assinado pelos ministros da Educação, Aloizio Mercadante, e de Minas e Energia, Edison Lobão, o projeto do governo substitui a MP 592/2012, que perde a validade em 12 de maio. A comissão mista destinada a examinar a medida provisória decidiu aguardar um posicionamento do Supremo Tribunal Federal (STF) a respeito de ações que questionam a nova distribuição dos royalties.


O governo argumenta, na justificativa da proposta, que os recursos do pré-sal são necessários para o cumprimento dos projetos e programas previstos no Plano Nacional de Educação (PNE), que está em análise no Senado. O texto cita como exemplo a necessidade de expansão da pré-escola e do número de creches, a implantação da educação integral e a valorização dos professores. Cristovam reiterou, contudo, que os recursos da camada pré-sal são incertos e deveriam ser utilizados apenas como um complemento para o cumprimento das metas do PNE. - Estamos achando que o pré-sal vai resolver todos os problemas do Brasil, mas não vai. Ninguém pode ter certeza que esses recursos que serão explorados serão rentáveis. Precisamos reservar agora no Orçamento da União os recursos necessários para pagar bem aos professores, construir boas escolas e implantar horário integral em todo o pais - ressaltou Cristovam. Mistificação Em pronunciamento nesta quinta-feira (2), o líder do PSDB, senador Aloysio Nunes Ferreira (SP), apontou uma "mistificação" no apelo de Dilma Rousseff pela aprovação de projeto que destina recursos do pré-sal à educação. Ele observou que a maior parte do petróleo da camada pré-sal vai obedecer a um novo regime jurídico (partilha), caso o governo consiga fazer as futuras licitações. Se Dilma quer favorecer a educação, disse Aloysio Nunes, deveria defender a aprovação do PLS 268/2008, que destina recursos futuros da exploração do petróleo a um fundo para investimentos em educação básica e inovação. - O grosso desses recursos vai começar realmente a ser extraído em 2020. E, a esta altura, a parte que diz respeito aos contratos de concessão, que é essa parte destinada à educação pela medida provisória da presidente Dilma, não é mais do que 2% do conjunto - acrescentou o parlamentar. (Rodrigo Baptista / Agência Senado)

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Reunião Magna ABC 2013: Entrevista com Eduardo Krieger

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Reunião Magna ABC 2013: Entrevista com Eduardo Krieger Um dos coordenadores da Reunião Magna que começa hoje fala ao informativo Notícias do ABC Leia a entrevista com o Acadêmico Eduardo Krieger - vice-presidente da Fapesp e coordenador do conjunto de palestras "Ciência, tecnologia e inovação na saúde" incluído na Reunião Magna da ABC - sobre a importância de se aproximar a pesquisa científica da prática médica para o desenvolvimento da saúde no Brasil. O Brasil ingressou no novo milênio com a saúde pública em um estado crítico. A dura realidade dos hospitais e da assistência médica oferecida à população tem sua gravidade demonstrada com a notícia de que conquistamos o sétimo maior Produto Interno Bruto (PIB) do mundo e que, no entanto, o país ocupa apenas a 72º posição em uma pesquisa produzida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre o investimento percentual do PIB em saúde, realizada em todos os países. Esta realidade não mudou a contento e continua afetando a vida de milhões brasileiros, para prejuízo do bem-estar e do desenvolvimento social. Entre os cientistas, está cada vez mais difundida a ideia de que a aproximação da pesquisa científica com a prática médica é uma forma eficaz de desenvolver a área da saúde, tanto no cumprimento das demandas sociais requeridas do médico e do pesquisador, quanto para o desenvolvimento de indústrias da área. Nesta prescrição, bem-estar social, progresso científico e desenvolvimento econômico são aliados da saúde no Brasil. A Academia Brasileira de Ciências defende que só haverá mudança com forte investimento em ciência, tecnologia e inovação em saúde, de forma a aumentar o número de profissionais na área, continuar a qualificar aqueles que já trabalham, melhorar a infraestrutura de todos os ambientes relacionados à saúde, desenvolver pesquisa científica, estabelecer parcerias com indústrias e estimular a criação de outras. É necessário analisar a saúde como uma cadeia que


inclui promoção, proteção, reabilitação e tratamento, e que envolve universidades, centros de pesquisa, indústrias e hospitais. Como este não é um pensamento isolado, a Reunião Magna da ABC terá o conjunto de palestras Ciência, tecnologia e inovação na saúde, coordenado pelo Acadêmico Eduardo Moacyr Krieger, que é vice-presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e ex-presidente da ABC. Haverá palestras de Carlos Morel, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Luiz Eugênio de Souza, da Universidade Federal da Bahia (UFBA), e Ogari Pacheco, da indústria Cristália. Eduardo Krieger é um dos cientistas que tem defendido a aproximação entre a pesquisa científica e a prática médica, através da medicina translacional, explicando a importância disto na entrevista a seguir. Notícias da ABC - O senhor é um dos principais defensores da proximidade entre a pesquisa e a prática médica. Por que isto beneficiaria as ações de promoção, proteção, reabilitação e tratamento das doenças? Krieger - A aproximação da pesquisa e da prática médica é essencial para a melhoria da qualidade da assistência médica prestada à população, tanto no tratamento das doenças e, muito especialmente, na prevenção das enfermidades. Neste último item, os conhecimentos recentes da genética, da biologia molecular e dos fatores ambientais que afetam a saúde (alimento, exercício, estresse etc) vem desempenhando um papel importantíssimo para aumentar a expectativa de vida e, principalmente, para prolongar os anos que vivemos com saúde, prevenindo o aparecimento de doenças. NABC - Da prevenção ao tratamento, o cuidado com a saúde do ser humano requer pesquisa científica. Sendo assim, como o senhor avalia a passagem de conhecimento do laboratório para a clínica hoje no Brasil? Krieger - Na última década, intensificou-se nos países avançados o esforço de transferir rapidamente o conhecimento obtido no laboratório para a clínica, como parte do ciclo virtuoso da interação entre a geração e a aplicação do conhecimento que promove o desenvolvimento socioeconômico dos países. Também no Brasil, cresce a conscientização da necessidade de fazer a integração interdisciplinar para obter o conhecimento mais rapidamente e com melhor qualidade, para que então o produto do conhecimento seja rapidamente aplicado em benefício da sociedade. Um exemplo dessa iniciativa é a criação dos Institutos Nacionais de Pesquisa da Rede de Pesquisa dos Hospitais Universitários e de diferentes programas de pesquisa integrados, financiados pelas nossas agências - como o Cepide, projetos temáticos da Fapesp, por exemplo. NABC - Para que a pesquisa científica seja bem sucedida, ela precisa de investimento em tecnologia e inovação (T&I). No Brasil, existe uma política pública sólida de fomento à T&I na área da Saúde? Ela tem apoiado centros de pesquisa e laboratórios das universidades, levando este conhecimento ao cuidado da população? Krieger - O moderno conceito de medicina translacional envolve não só a passagem do conhecimento da bancada para a clínica (e vice-versa), mas, também, a passagem do conhecimento obtido na pesquisa clínica para o tratamento da população em geral, incorporado ao sistema de saúde vigente no país. Aí também há que se fazer pesquisa, financiada quase que exclusivamente pelo setor público, para testar o custo-benefício dos diferentes procedimentos, tanto de diagnóstico como de prevenção e tratamento das enfermidades. É um setor ainda pouco explorado em nosso país, com necessidade de maior participação dos hospitais universitários. Há vários projetos de pesquisa clínica financiados pelo Ministério da Saúde/CNPq nesse setor, incluindo o da prevalência e melhor tratamento da hipertensão resistente, envolvendo 26 hospitais universitários coordenados pelo Instituto do


Coração (InCor - HC/FMUSP). NABC - A aproximação entre o laboratório e a clínica, além de ser indispensável para a saúde pública, é importante para o desenvolvimento econômico do país. Neste ponto, a presença da iniciativa privada faz diferença. Provam isto os países desenvolvidos, nos quais a área da saúde começa nas universidades, formando mão-de-obra qualificada, desenvolvendo pesquisas de ponta, se estende pela produção industrial de alta tecnologia, resultando em países competitivos na área de saúde dentro do contexto global. Esta atuação em cadeia está em curso no Brasil? Krieger - O grande desafio neste momento no nosso sistema de CTI é aproveitar o sucesso obtido nas últimas três/quatro décadas na produção científica e na formação de recursos humanos para promover o desenvolvimento socioeconômico do país, incrementando a prática da inovação. Foram criadas normas legais favorecendo e incentivando a parceria universidade/empresa, recentemente foi lançado um plano federal de inovação nas empresas e há vários exemplos da indústria farmacêutica nacional fazendo P&D em colaboração com a Universidade. É um início, mas é indicativo de que há possibilidade de avançar Esta é a última da série de entrevistas da Reunião Magna da Academia Brasileira de Ciências em 2013, que teve a intenção de compartilhar com os leitores a vasta experiência dos coordenadores de sessão da Reunião e sua compreensão da ciência brasileira em seus múltiplos aspectos. A primeira entrevista foi com o Acadêmico Luiz Davidovich, um dos coordenadores gerais do evento, que abordou os rumos da ciência no Brasil. A segunda entrevista foi com o Acadêmico Sergio Rezende, coordenador do ciclo de palestras Grandes Projetos, que abordou os projetos científicos de ponta em curso no país. A terceira entrevista foi com o Acadêmico Carlos Alberto Aragão de Carvalho, coordenador do ciclo de palestras P&D nas Empresas: Desafios, que abordou a importância da academia e as empresas trabalharem juntas para o progresso econômico, para o desenvolvimento do conhecimento científico e para a sustentabilidade do planeta. A quarta entrevista foi com a Acadêmica Debora Foguel, coordenadora do ciclo de palestras Estrutura de ensino superior comentando políticas públicas para o ensino superior, modelos de universidade e a carreira docente universitária brasileira. Reunião Magna 2013 Desenvolvimento científico-tecnológico: Rumo a novos patamares Veja a programação e o perfil dos palestrantes. Inscrições: São gratuitas e abertas ao público, mediante inscrição prévia por e-mail para rmagna2013@abc.org.br. (Davi Padilha Bonela / Notícias da ABC)

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Pesquisadores da USP desenvolvem cimento ecoeficiente

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Pesquisadores da USP desenvolvem cimento ecoeficiente Nova formulação do produto permite redução de emissões de dióxido de carbono, aumenta a eficiência e diminui a concentração do produto na composição de concreto e argamassa Tecnologia desenvolvida por pesquisadores da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP) pode auxiliar a indústria cimenteira a atingir dois objetivos: dobrar a produção de cimento para atender a demanda mundial e diminuir a pegada de carbono, uma vez que o setor é um dos que mais emitem dióxido de carbono (CO 2 ) na atmosfera. Os pesquisadores criaram uma formulação que substitui grande parte do material responsável pela emissão de CO 2 na fabricação do produto, diminuindo a concentração de material reativo produzido a altas temperaturas na composição de cimentos e, consequentemente, na de concretos e argamassas de revestimento, mantendo a resistência dos materiais. A tecnologia foi testada em laboratório e despertou o interesse de empresas, que analisam a viabilidade do uso em escala na fabricação do material - o segundo mais produzido e consumido no mundo, atrás apenas dos alimentos. "Em alguns experimentos em laboratório conseguimos reduzir em mais de 70% a quantidade de ligante [fração do cimento com capacidade de reagir com água] em concretos de alta resistência com um produto feito com a formulação", disse Vanderley Moacyr John, professor do Departamento de Engenharia de Construção Civil da Escola Politécnica da USP e um dos coordenadores do projeto. "Recentemente, conseguimos adaptar a formulação para concretos de mais baixa resistência com metade do ligante usado em um produto convencional." De acordo com o pesquisador, que conduziu um projeto com apoio da FAPESP, o cimento tradicional - chamado Portland - é composto basicamente por argila e calcário - materiais extraídos de jazidas, posteriormente moídos e que, quando fundidos em fornos a 1,5 mil graus Celsius, se transformam em pequenas bolotas de clínquer. Esses grãos de clínquer são misturados e moídos com gipsita - a matéria-prima do gesso - até virarem cimento. Para produzir uma tonelada de clínquer, no entanto, a indústria cimenteira emite entre 800 e


mil quilos de dióxido de carbono, incluindo aí o CO

2

gerado pela decomposição do calcário e

pela queima do combustível fóssil para manter os fornos em funcionamento. A fim de diminuir as emissões de CO

2

na produção de clínquer, nas últimas décadas as

indústrias cimenteiras começaram a substituir parte do material por escória de alto-forno - um resíduo da siderurgia - e, mais recentemente, por cinza volante - resíduo de termelétricas a carvão. O problema dessas duas soluções, contudo, é que a indústria do aço - também altamente emissora de CO 2 - e a geração de cinza volante não crescem na mesma velocidade das cimenteiras, inviabilizando as estratégias no longo prazo. "As estratégias utilizadas hoje para mitigar as emissões de CO 2 pela indústria cimenteira são insuficientes", avaliou John. "Como a escala de produção de cimento é de 3,5 bilhões de toneladas por ano e estima-se que a produção global desse material chegará a 5,5 bilhões anuais até 2050, as indústrias cimenteiras poderão ser responsáveis por até 30% do total das emissões mundiais de CO 2 , superando muitos países isoladamente", disse. Pó de calcário Segundo o professor da Poli-USP, por causa dessas limitações, a indústria cimenteira também usa desde a década de 1970 outro material candidato a substituir parcialmente o clínquer na formulação de cimento: o filler de calcário cru (pó de calcário). O filler é uma matéria-prima que dispensa tratamento térmico (calcinação) - processo que, na fabricação de cimento, é responsável por mais de 80% do consumo energético e 90% das emissões de CO 2 . A quantidade de filler na fórmula do cimento, contudo, era limitada a, no máximo, 10% no Brasil e em até 30%, em algumas situações, na Europa. Isso porque o calcário é moído junto com o cimento e, como não há controle do tamanho das partículas do material, seu limite de adição é baixo. Por meio de tecnologias de controle de granulometria de partículas, já usadas em indústrias como a alimentícia e farmacêutica, os pesquisadores da Poli demonstraram em laboratório que combinando granulometrias de pó de calcário é possível aumentar para 70% a proporção do material e diminuir para 30% a quantidade de clínquer na composição do cimento. "Atualmente, o teor de filler no cimento comercializado no mundo é de 6% e, no Brasil chega, no máximo, a 10%. Já na Europa, em algumas situações, uma tonelada de cimento tem 700 quilos de clínquer e 300 quilos de filler [incluindo outros tipos de filler, além do de calcário cru]", comparou Bruno Damineli, um dos autores da pesquisa e que realiza pós-doutorado na Poli no âmbito do projeto. "Demonstramos que é possível inverter essa composição e produzir uma tonelada de cimento com 300 quilos de clínquer e 700 quilos de pó de calcário", disse. Além de um padrão controlado do tamanho de grãos, segundo o pesquisador, as partículas de fillerde pó de calcário e clínquer precisam receber aditivos químicos dispersantes, como policarboxilatos, que impedem que elas se aglomerem e formem grumos na água. Como consequência disso, o dispersante reduz a quantidade de água e de cimento necessário para misturar à areia e pedra para produzir e desempenhar o papel de "cola" no concreto


usado na indústria da construção civil. "Os cimentos menos eficientes de modo geral apresentam grumos. Por causa disso são menos reativos e eficientes e requerem uma quantidade muito maior de água para fluir, porque são mais porosos", explicou Rafael Pileggi, professor da Poli e um dos autores do projeto. "Como o cimento com mais filler moído precisa de pouca água para fluir, é possível fazer um concreto pouco poroso e mais resistente do que o convencional", disse Pileggi. Os pesquisadores também obtiveram resultados semelhantes com outros produtos à base de cimento. Por meio do projeto realizado atualmente com apoio da FAPESP, o grupo de pesquisadores da Poli observou que também se pode reduzir o teor de cimento em argamassa de revestimento (reboco), mantendo a resistência de aderência do material. "Constatamos que é possível reduzir a quantidade de cimento de argamassa pelo cimento com maior teor de filler moído e que a resistência do material não cai. Estamos demonstrando que a resistência não depende do cimento", disse John. Viabilidade técnica A nova formulação de filler com granulometria controlada, combinada com o uso de dispersantes, abre a janela para produção de cimento com até 70% do material em sua composição, sem perder e até mesmo aumentar a confiabilidade do produto. Dessa forma, a tecnologia permitiria à indústria dobrar a produção de cimento, sem a necessidade de construir mais fornos ou produzir mais clínquer. O grande desafio, no entanto, é viabilizar a tecnologia na escala da indústria cimenteira e de forma competitiva. "A tecnologia para moer partículas com granulometria controlada já existe, mas nunca ninguém a operou na escala da indústria cimenteira", afirmou John. "Será preciso produzir entre 2 e 3 bilhões de toneladas de filler com partículas com tamanho controlado e mais finas do que talco", comparou. Segundo os pesquisadores, vários materiais podem ser usados para produzir filler. O pó de calcário, no entanto, atualmente é o melhor candidato para substituir parcialmente o clínquer na formulação de cimento porque oferece menores riscos à saúde do que outros fillersbiopersistentes. Há outros grupos tentando utilizar quartzo finamente moído para essa finalidade. Entretanto, se usado de forma descontrolada, o material pode ser aspirado e causar silicose. "Não é qualquer material finamente moído que pode ser utilizado para esse fim. É preciso levar em conta questões como a segurança do trabalhador da indústria da construção", disse Damineli. A tecnologia desenvolvida pelos pesquisadores da USP despertou o interesse de empresas como a InterCement, a holding para negócios de cimento do grupo Camargo Corrêa. A empresa financia a reforma de um prédio no Departamento de Construção Civil da Poli para sediar um centro de pesquisa em construção sustentável. Coordenado pelos professores John e Pileggi, o centro de pesquisa deverá iniciar suas atividades ainda este ano e, entre outras atividades, deverá avançar no desenvolvimento do cimento ecoeficiente.

http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=86934 Veículo: Site – Jornal da Ciência

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Bolsistas do CsF participam de competição de engenharia automotiva Bolsistas do programa Ciência sem Fronteiras (CsF) foram selecionados para participar de uma competição automobilística, o Desafio Único Feup, promovido pela Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (Feup) com o apoio da Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting (FPAK).

As provas são realizadas em diversas cidades portuguesas, como Lisboa, Braga e Algarve. Os estudantes do curso de engenharia automotiva Rafael Rodrigues e João Pedro Lottermann são responsáveis pela gestão dos automóveis nas corridas. A equipe precisa garantir que o carro esteja em perfeitas condições de funcionamento de acordo com cada circuito, levando em consideração a distribuição do peso do veículo, o melhor ângulo de camber e o ajuste de suspensão, além de dar manutenção quando há algum tipo de dano nas provas. Segundo o bolsista Rafael Rodrigues, a atividade extracurricular é uma oportunidade única de colocar em prática os conhecimentos adquiridos e aprender com o trabalho realizado. “Além de desenvolver o lado profissional na minha área de atuação devido à estrutura oferecida pela universidade, a experiência de estudar no exterior me permitiu enxergar o Brasil por uma nova perspectiva, e perceber o quanto somos capacitados – na maioria das vezes mais do que outras nacionalidades – e o quanto somos respeitados”, destaca o estudante. (Assessoria de Comunicação CsF).

Desafio Único Feup é promovido pela Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (Feup) com o apoio da Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting (FPAK) Bolsistas do programa Ciência sem Fronteiras (CsF) foram selecionados para participar de uma competição automobilística, o Desafio Único Feup, promovido pela Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (Feup) com o apoio da Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting (FPAK). As provas são realizadas em diversas cidades portuguesas, como Lisboa, Braga e Algarve. Os estudantes do curso de engenharia automotiva Rafael Rodrigues e João Pedro Lottermann são responsáveis pela gestão dos automóveis nas corridas. A equipe precisa garantir que o carro esteja em perfeitas condições de funcionamento de acordo com cada circuito, levando em consideração a distribuição do peso do veículo, o melhor ângulo de camber e o ajuste de


suspensão, além de dar manutenção quando há algum tipo de dano nas provas. Segundo o bolsista Rafael Rodrigues, a atividade extracurricular é uma oportunidade única de colocar em prática os conhecimentos adquiridos e aprender com o trabalho realizado. "Além de desenvolver o lado profissional na minha área de atuação devido à estrutura oferecida pela universidade, a experiência de estudar no exterior me permitiu enxergar o Brasil por uma nova perspectiva, e perceber o quanto somos capacitados - na maioria das vezes mais do que outras nacionalidades - e o quanto somos respeitados", destaca o estudante. (Assessoria de Comunicação CsF)

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Academia Brasileira de Ciências realiza Reunião Magna De hoje a quarta-feira, debates abrangentes e multidisciplinares combinam palestras de pesquisadores seniores com apresentações de jovens pesquisadores Um espaço para debates multidisciplinares com convidados ilustres. Assim pode ser definida a Reunião Magna da Academia Brasileira de Ciências (ABC) de 2013 que será realizada nos dias 6, 7 e 8 de maio. Este ano, com o tema Desenvolvimento Científico-Tecnológico: Rumo a Novos Patamares, o evento traz ao Brasil um vencedor da Medalha Fields e três Prêmios Nobel - Wendelin Werner, Serge Haroche, Dan Shechtman e Kurt Wüthrich, respectivamente. Além das conferências dos convidados estrangeiros, integram o evento a cerimônia de posse dos novos acadêmicos, palestras e debates com destacados cientistas brasileiros, a diplomação dos membros afiliados da ABC do Rio de Janeiro (para o período 2013-2017) e uma apresentação de pôsteres de jovens cientistas da Academia de Ciências do Mundo em Desenvolvimento, especificamente da região da América Latina e Caribe (TWAS-ROLAC). Para o presidente da ABC, Jacob Palis, a expectativa quanto à realização da reunião é excelente e a escolha do tema deste ano foi apropriada. "Escolhemos um tema que aponta para o futuro de maneira positiva, pois temos que atingir novos patamares na C&T brasileira e buscar cada vez mais o entrosamento com a indústria e a inovação", avaliou. Segundo os organizadores, a reunião foi pensada originalmente para ser um momento de confraternização entre os acadêmicos, de celebração do ingresso de novos cientistas à ABC e de recepção de diversas autoridades relacionadas à Ciência, Tecnologia e Inovação. Nos últimos anos, também se tornou uma ocasião de debates abrangentes e multidisciplinares, combinando palestras de pesquisadores seniores com apresentações de jovens pesquisadores que vêm se destacando nas diversas áreas da ciência. Em 2007, o tema da reunião foi Novos desafios; em 2008, Da vinda da Corte aos desafios presentes na ciência no Brasil; em 2009, Galileu e Darwin: luzes da ciência sobre onde estamos e o que somos; em 2010, Ciência, Saúde e Sociedade; em 2011, A ABC a caminho do seu centenário; e em 2012,


Ciência para o Desenvolvimento Sustentável. O tema de 2013 - O Brasil, em virtude do momento histórico que vive, das características de seu território, de sua matriz energética, de sua diversidade regional e cultural, do tamanho de sua população e do patamar científico que já alcançou, tem uma oportunidade única de construir um novo modelo de desenvolvimento sustentável, que respeite a natureza e os seres humanos. Este modelo deverá se apoiar na ciência, na tecnologia e na educação de qualidade para todos os brasileiros. De acordo com Jacob Palis é fundamental, de tempos em tempos, discutir os patamares da ciência brasileira. "Já evoluímos muito, mas temos que evoluir ainda mais. É importante que o Brasil tenha investimentos em laboratórios maiores e grandes projetos, sem isso não atingiremos o crescimento ideal", afirmou o presidente da ABC. Ainda segundo ele, o evento contará com a presença forte da comunidade científica e também de representantes da área governamental. "O programa está bonito e impactante", resumiu. No sentido de contribuir para que o país atinja novos patamares no seu desenvolvimento científico e tecnológico, foram selecionados alguns temas prioritários para serem discutidos na reunião. São eles: grandes projetos promovidos através de políticas científicas, melhoria do ensino de ciência e da estrutura de ensino superior, estímulo à pesquisa e desenvolvimento nas empresas e o investimento na ciência, tecnologia e inovação na área da saúde. Além de divulgar os principais esforços em andamento, a reunião pretende propor medidas complementares que, na visão da comunidade científica, possam aprimorá-los, em benefício da sociedade. Prêmios Nobel - A Reunião Magna da ABC contará esse ano com a presença de três Prêmios Nobel recentes (2012, 2011 e 2002) e um ganhador da Medalha Fields (2006), considerada o Nobel da Matemática. Wendelin Werner, Serge Haroche, Dan Shechtman e Kurt Wüthrich apresentarão conferências nos três dias do evento. "Eles irão abrilhantar ainda mais o evento. Dificilmente se reúne uma plêiade dessa categoria numa mesma reunião. Todos eles obtendo suas distinções em tempo muito recente. Estamos orgulhosos com esse evento e de termos conseguido esses convidados", ressaltou Jacob Palis. Confira o perfil dos convidados: Wendelin Werner - Vencedor da Medalha Fields 2006 - 6 de maio, 2ª feira, 16h Nascido na Alemanha, Wendelin Werner é cidadão francês. Possui doutorado em matemática pela Universidade Pierre-et-Marie-Curie (Universidade Paris VI) e graduação em matemática pela Escola Normal Superior, ambas na França, onde lecionou na Universidade de Paris-Sud, foi pesquisador do Centro Nacional da Pesquisa Científica e membro do Instituto Universitário da França. Atualmente, leciona na Escola Normal Superior. Em 2006, Werner recebeu a Medalha Fields - considerada o Nobel da matemática - "por suas contribuições para o desenvolvimento da evolução estocástica Loewner, a geometria bidimensional do movimento Browniano e teoria do campo conformal." Serge Haroche - Prêmio Nobel de Física 2012 - 7 de maio, 3ª feira, 16h Francês, possui pós-doutorado pela Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, doutorado pela Universidade Pierre and Marie Curie e graduação pela Escola Normal Superior, ambas na França, onde também foi pesquisador do Centro Nacional de Pesquisa Científica, professor na Universidade de Paris VI, na Escola Politécnica, além de ter sido chefe do Departamento de Física da Escola Normal Superior. Nos Estados Unidos, lecionou na Universidade de Harvard e


Yale. Atualmente, leciona e é administrador do Collége de France. Em 2012, foi agraciado com o Prêmio Nobel em Física junto com o norte-americano David Wineland, devido aos "métodos experimentais inovadores que permitem medição e manipulação de sistemas quânticos individuais". Dan Shechtman - Prêmio Nobel de Química 2011 - 8 de maio, 4ª feira, 13h Israelense, possui pós-doutorado pelo Laboratório de Pesquisa Aeroespecial, Base da Força Área Wright Patterson dos Estados Unidos e pelo Instituto Tecnológico de Israel (Technion), com doutorado e mestrado em engenharia de materiais e graduação em engenharia mecânica. Em 1990, o Prêmio Rothschild em Engenharia; em 1993, o Prêmio Weizmann de Ciência; em 1998, o Prêmio em Física de Israel; em 1999, o Prêmio Wolf em Física; em 2000, o Prêmio Aminoff da Academia Real de Ciências da Suécia e o Prêmio Muriel & David Jacknow para Excelência no Ensino da Technion. Em 2011, recebeu o Prêmio Nobel de Química pela descoberta de quasicristais, segundo os organizadores. Kurt Wüthrich - Prêmio Nobel de Química 2002 - 8 de maio, 4ª feira, 15h Nascido na Suíça, possui pós-doutorado pela Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, doutorado em química orgânica pela Universidade de Basel, na Alemanha, além de ter estudado química, física e matemática na Universidade de Bern, na Suíça. Foi pesquisador na Bell Telephone Laboratorie (EUA). Atualmente leciona biologia estrutural no Instituto de Pesquisa The Scripps nos Estados Unidos e biofísica na ETH Zurich, na Suíça. Em 2001, a Medalha de Honra da Sociedade para o Progresso da Ciência da França e, em 2011, a Medalha de Ouro do Presidente do Governo da Índia. Em 2002, recebeu o Prêmio Nobel de Química "pelo seu desenvolvimento de espectroscopia de ressonância magnética nuclear para a determinação da estrutura tridimensional de macromoléculas biológicas em solução." (Edna Ferreira / Jornal da Ciência) Esta matéria foi publicada na edição número 736 do Jornal da Ciência, disponível para download pelo link http://www.jornaldaciencia.org.br/impresso/JC736.pdf

http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=86921

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Assunto: INCT e Museu Goeldi criam sistema para auxílio na gestão de áreas florestais


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INCT e Museu Goeldi criam sistema para auxílio na gestão de áreas florestais 06 Mai 2013 15:25:00 -0300 O avanço do conhecimento na Amazônia permitiu a um grupo de pesquisadores criar um sistema direcionado ao auxílio da gestão ambiental nas áreas florestais. Nomeado como Sistema de Classificação do Estágio Sucessional da Vegetação Secundária e conhecido por “Capoeira Classe”, a base de dados considera o tempo de abandono incorporando informações estritamente relevantes, como os diferentes estágios de regenerações próprias das florestas, que sofreram algum tipo de intervenção, seja pelo desmatamento da cobertura primária, degradação decorrente de atividades humanas ou distúrbios naturais significativos. A pesquisadora Ima Vieira acredita que a iniciativa pode contribuir significativamente no avanço da regulamentação das políticas públicas relacionadas à gestão de recursos florestais ou até mesmo, aquelas voltadas às atividades realizadas no campo, que não costumam distinguir as florestas primárias das secundárias. “Nossa proposta considera não apenas os diferentes estágios de recuperação das florestas secundárias, como também as necessidades específicas e oportunidades de aproveitamento econômico”, informa Ima, coordenadora do INCT Biodiversidade e Uso da Terra na Amazônia. “Contrariamente ao que é verificado na Mata Atlântica, onde para cada Estado existe uma resolução específica do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) preconizando quais características das formações secundárias devem ser avaliadas para a correta classificação do estágio sucessional em que se encontram e o que pode ser suprimido, para a Amazônia não temos qualquer mecanismo


legal por parte dos governos estaduais ou federal”, explica Ima. A elaboração do sistema é uma iniciativa do INCT Biodiversidade e Uso da Terra na Amazônia em parceria com o Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG) e conta com o apoio das empresas Petrobrás Biocombustíveis e Belém Bioenergia Brasil. Pesquisa - A vegetação secundária considera três “estágios sucessionais” - expressão técnica que se refere às fases de regeneração -, o inicial, o intermediário e o avançado. “Como, até então, não havia na literatura científica nem na legislação brasileira um modelo que detalhasse para a Amazônia os aspectos a serem considerado nas avaliações técnicas, as secretarias e órgãos de meio ambiente da região até hoje apresentam sérias dificuldades para realizar, de forma adequada e precisa, o licenciamento dessas áreas para fins de supressão, manejo e conservação”, esclarece Ima. Com objetivo de preencher esta lacuna surgiu a proposta de instituir um sistema que classifique estágios sucessionais da vegetação secundária, consolidado após revisão dos estudos existentes e realização de trabalhos complementares de campo em três municípios paraenses. A pesquisa ocorreu através de inventários e da análise de 18 indicadores relacionados à flora e à estrutura da vegetação de diversas idades ou tempos de abandono. “A partir dos anos 70, quando começa a intensa modificação do uso do solo na Amazônia, temos estudado a substituição das florestas primárias e secundárias por pastagens e, mais recentemente, pela silvicultura de espécies bioenergéticas, como o dendê”, contextualiza o coordenador da pesquisa Rafael Salomão, que também aponta os produtores rurais, incluindo os agricultores familiares, como os principais beneficiários do novo sistema. “Na prática, a melhor classificação oferece mais oportunidades de aproveitamento socioeconômico e ambiental por parte dos proprietários, garantindo a oferta de produtos florestais não-madeireiros, a produção sustentável da madeira e a recomposição de passivos ambientais na região”, completa Salomão. Índices - A Organização Internacional de Madeira Tropical (ITTO, sigla em inglês) aponta que, ainda no começo da década de 2000, as florestas secundárias já representavam mais de 35% da cobertura vegetal encontrada nos trópicos. Considerando que esse tipo de paisagem costuma ser intensamente modificada pelo homem, os fragmentos de florestas secundárias podem ser essenciais para a conservação da biodiversidade remanescente e à manutenção de serviços ambientais importantes, como a estocagem de carbono, a proteção de cursos d’ água e a garantia de aspectos do equilíbrio ambiental como temperatura e umidade. “Além disso, com a inserção do Cadastro Ambiental Rural no texto do novo Código Florestal Brasileiro e de programas de regularização ambiental como o “Mais Ambiente” entre os instrumentos legais, a tendência é que para se adequar às normas - que exige na Amazônia a manutenção de 80% da reserva legal nas propriedades inseridas fora da área destinada à produção pelo Zoneamento Ecológico Econômico dos estados -, muitos abandonem terras anteriormente exploradas, gerando um contingente de vegetação secundária passível de ter seus recursos planejados e usados de forma racional. Ou ainda, suas funções ambientais integralmente restabelecidas”, observa Ima. Por esse motivo, um número crescente de pesquisadores defendem que as políticas de governo e as próprias ações de produtores rurais aprimorem suas práticas e considerem a importância de manter ou permitir o desenvolvimento desse tipo de vegetação. O pecuarista Mauro Costa, que preside o Sindicato dos Produtores Rurais de Paragominas, município localizado no Nordeste Paraense, defende que tornar mais ágeis e intensas às medidas estatais de regularização fundiária é uma forma promissora de gerar o convencimento necessário no setor sobre as questões que envolvem a recomposição florestal impostas pela lei. “O diálogo com pesquisadores e o uso de informações técnico-científicas também são essenciais no


desenvolvimento de modelos mais sustentáveis no campo”, acredita. “Considero importantíssima esta iniciativa. O que acontece conosco na atividade pecuária é um desconhecimento muito grande. Poderíamos dar mais valor à reserva se soubéssemos o valor que ela tem e como fazer para minimizar os impactos da atividade”, diz. “Toda atividade gera algum tipo de impacto. Através do conhecimento das pesquisas temos condições de diminuir essa defasagem”, completa. Coordenação de Comunicação Social http://www.cnpq.br/web/guest/noticiasviews/-/journal_content/56_INSTANCE_a6MO/10157/1014 037

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Assunto: Brasil, Índia e África do Sul lançam chamada para projetos de pesquisa conjuntos


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06 Mai 2013 19:17:00 -0300

Brasil, Índia e África do Sul lançam chamada para projetos de pesquisa conjuntos O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) recebe até o dia 31 de julho, propostas para a Chamada MCTI/CNPq Nº 16/2013, que integra o Programa de Cooperação Cientifica e Tecnológica Trilateral entre Brasil, Índia e África do Sul (IBAS). Ovalor total destinado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) para o financiamento dos projetos é de R$ 1 milhão. A chamada tem como objetivo apoiar projetos conjuntos de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (P&D&I) de interesse mútuo entre os três países. Cada proposta poderá ser beneficiada com o valor máximo de R$ 180 mil e o prazo limite para a conclusão do projeto é de 36 meses. Os temas e áreas que terão propostas contempladas são HIV/AIDS, Malária, Tuberculose, Biotecnologia, Sistemas de Conhecimento Tradicional, Energia Alternativa e Renovável e Tecnologia da Informação e Comunicação (TICs). O interessado deve consultar o texto da chamada antes da submissão da proposta, pois existem linhas de pesquisa específicas para alguns destes acima mencionados. As visitas exploratórias e a organização de workshops estão inclusas entre as despesas cobertas pelo CNPq. As missões de pesquisa devem ser limitadas a no máximo três visitantes, um pesquisador e dois estudantes por ano, para cada projeto. O recurso poderá ser utilizado ainda para pagamento de passagens aéreas, hospedagem, seguro saúde, material de consumo, entre outros. A Fundação Nacional de Pesquisas (NRF), da África do Sul, e o Departamento de Ciência e Tecnologia (DST), da Índia, serão responsáveis pelo financiamento das despesas de mobilidade e custos adicionais dos pesquisadores estrangeiros envolvidos nas propostas dos projetos conjuntos contemplados na chamada.


Coordenação de Comunicação Social do CNPq http://www.cnpq.br/web/guest/noticiasviews/-/journal_content/56_INSTANCE_a6MO/10157/1014 583

Veículo: Site – Jornal do Brasil

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Assunto: Projeto Ciência Móvel do Museu da Vida leva novidades a Miguel Pereira


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Projeto Ciência Móvel do Museu da Vida leva novidades a Miguel Pereira Jornal do Brasil A carreta do projeto Ciência Móvel – Vida e Saúde para Todos viaja até o município de Miguel Pereira, a 120 quilômetros da capital fluminense, para apresentar suas atividades, entre as quais algumas novidades. No Pavilhão da Fenart entre os próximos dias 8 e 11 de maio, no centro da cidade, o visitante terá uma série de atrações gratuitas: o girotech - uma espécie de simulador dos exercícios feitos por astronautas da Nasa -, a bancada de microscopia, a bicicleta geradora, a pilha humana, a miniusina, a casa maquete, os tubos musicais, oficinas e multimídia. Como novidades, seguem a exposição itinerante Aventura pelo Corpo Humano e a primeira apresentação artístico-cultural de 2013 como parte do projeto “Arte Ciência Sobre Rodas”, com a participação da equipe do Circo Nopok cujo trabalho aborda a relação entre a arte dos jogos malabares e a ciência. A iniciativa é uma parceria do Museu da Vida / Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz com a prefeitura local, por intermédio da secretaria municipal de Meio Ambiente e Defesa Civil. Inaugurada em 2010 como parte do projeto “Ciência para pequenos curiosos”, em parceria com o Instituto de Ciências Biomédicas da UFRJ e apoio da Faperj, Aventura pelo Corpo Humano é dirigida ao público de cinco a oito anos. Em uma das brincadeiras, o visitante – de olhos vendados – explora um grande nariz-caverna num desafio a sentir as substâncias encontradas em seu interior. A ideia é mostrar aos pequenos de modo interativo como funcionam os órgãos e sistemas do corpo humano. Em seis anos percorrendo a Região Sudeste do país, o museu itinerante visitou quase 70 municípios e recebeu público de mais de 450 mil pessoas. O projeto Ciência Móvel tem patrocínio da Sanofi e parceria da Fundação Centro de Ciências e Educação Superior à Distância do Estado do Rio de


Janeiro (Cecierj) e de Bio-Manguinhos (Fiocruz). Físico e coordenador do projeto, Diego Vaz Bevilaqua ressalta a nova fase do caminhão da ciência: “É a primeira viagem com as atividades do novo ciclo. Um grupo fará intervenções circenses, abordando o corpo, a gravidade, ciência e arte”, explica. Sobre outra novidade desta viagem, Bevilaqua revela que havia uma demanda por atividades para crianças de cinco a oito anos, o mesmo público da exposição itinerante Aventura pelo corpo humano. “É uma experiência que vamos levar para Miguel Pereira. Espero viajar outras vezes com a exposição”, conclui. A chegada do projeto Ciência Móvel é esperada com grande expectativa pela população de Miguel Pereira. Para o secretário de Meio Ambiente e Defesa Civil, Rodrigo de Azevedo Medeiros, trata-se de um “evento de qualidade” que aborda várias questões que a cidade nunca havia recebido. “É uma oportunidade para trazer coisas além dos nossos territórios”, comemora. O secretário disse acreditar que a divulgação da ciência pode contribuir para a “conservação e a prevenção” na cidade. Na avaliação de Rodrigo Medeiros, com o conhecimento, a população é inserida e entende sua importância nesse processo. Sobre a parceria com a Fiocruz / Casa de Oswaldo Cruz / Museu da Vida, que envolveu outros órgãos da prefeitura, ele afirma: “Queremos que se repita cada vez mais”. De quarta-feira até sábado, o secretário calcula um público de 5 mil pessoas no Pavilhão da Fenart. O município está localizado no centro-sul fluminense, tendo sua história vinculada à Vassouras, da qual foi desmembrado. De acordo com o IBGE, Miguel Pereira tem cerca de 25 mil habitantes. Embora seja a primeira cidade em 2013 a receber as novas atrações do projeto, o caminhão da ciência esteve em abril nos municípios de Belford Roxo e Mesquita, na Baixada Fluminense. http://www.jb.com.br/ciencia-e-tecnologia/noticias/2013/05/06/projeto-ciencia-movel-do-museuda-vida-leva-novidades-a-miguel-pereira/

Veículo: Site – Jornal do Brasil

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Assunto: Pesquisa abre caminho para nova terapia contra anemia congênita Cita a FAPEAM:

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Não Data: 07/05/2013

Pesquisa abre caminho para nova terapia contra anemia congênita Com auxílio da técnica de reprogramação celular premiada com o Nobel de Medicina em 2012, cientistas brasileiros e americanos conseguiram transformar células da pele de portadores de uma mutação genética causadora de anemia aplástica em células-tronco pluripotentes, semelhantes às embrionárias. Também conhecida como aplasia de medula, essa doença potencialmente fatal é caracterizada pela produção insuficiente de glóbulos brancos, vermelhos e plaquetas. O resultado são infecções frequentes, sangramentos e anemia grave. O objetivo dos pesquisadores é encontrar, no futuro, um meio de transformar células-tronco pluripotentes induzidas (IPS, na sigla em inglês) em células-tronco hematopoiéticas – que têm a capacidade de formar todas as células do sangue –, para então infundi-las nos pacientes e promover regeneração da medula. Atualmente, a única opção terapêutica nos casos de anemia aplástica congênita é o transplante de medula com doador, mas apenas 25% dos afetados encontram um voluntário compatível. No Brasil, estima-se o surgimento de 400 novos casos da doença por ano. O estudo foi realizado por pesquisadores do Centro de Terapia Celular (CTC) – um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) da FAPESP – na Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, da Universidade de São Paulo (USP), e contou com a parceria de cientistas dos Institutos Nacionais de Saúde (NIH), dos Estados Unidos. Os resultados foram descritos na edição mais recente do The Journal of Clinical Investigation. O método de reprogramação celular usado foi descrito em 2006 por Shinya Yamanaka, da Universidade de Kyoto, no Japão, e consiste em inserir em uma célula adulta certas proteínas que alteram a expressão do genoma celular.


“Esses quatro fatores de transcrição descobertos por Yamanaka ativam genes relacionados ao estágio embrionário da célula e desligam outros genes que deveriam estar ativos após o amadurecimento celular. Mas não sabíamos se era possível fazer essa reprogramação em portadores da mutação genética causadora de anemia aplástica”, contou Rodrigo Calado, pesquisador do CTC que coordenou a investigação. Segundo Calado, a aplasia de medula também pode ser de origem autoimune. Nesse caso, o próprio sistema imunológico destrói as células da medula responsáveis pela produção do sangue e o tratamento é feito com medicamentos imunossupressores. Mas, no caso dos pacientes que participaram da pesquisa, a causa da doença é um defeito no gene responsável pela síntese de uma enzima chamada telomerase, fundamental para manter a capacidade de proliferação celular. “Nas pontas dos cromossomos existem estruturas chamadas telômeros. Eles servem para proteger o DNA, assim como o plástico presente na ponta dos cadarços. Toda vez que a célula se divide, os telômeros diminuem de tamanho, até um momento em que a célula não consegue mais se proliferar e morre ou entra em senescência (perde a capacidade de se dividir). Isso está relacionado ao processo de envelhecimento”, explicou Calado. Mas a enzima telomerase é capaz de manter o comprimento dos telômeros intacto mesmo após a divisão celular. Por essa razão, precisa estar altamente expressa na fase embrionária e, durante toda a vida, nas células-tronco, que estão em constante divisão. Esse é o caso das células da medula óssea. Nos pacientes com a mutação genética, como não há telomerase suficiente, as células hematopoiéticas sofrem uma espécie de envelhecimento precoce e não conseguem proliferar adequadamente. Outras partes do corpo também são afetadas e, frequentemente, essas pessoas sofrem de cirrose hepática ou fibrose pulmonar. “Um dos nossos objetivos era justamente ver o que acontecia com os telômeros durante o processo de reprogramação celular. Teoricamente, eles deveriam ficar mais longos, já que a célula passa por uma espécie de rejuvenescimento, ou seja, volta a um estágio anterior de seu desenvolvimento”, disse Calado. Para fazer essa verificação, os cientistas reprogramaram as células da pele de dois grupos de pacientes: portadores de anemia aplástica com a mutação genética e voluntários saudáveis que serviram de controle. “Pudemos observar que, no grupo controle, os telômeros dobraram de tamanho após a reprogramação celular. Já nas células com o gene mutante eles continuaram praticamente iguais”, contou o pesquisador. Outro fenômeno observado pelo grupo foi que, ao reduzir o nível de oxigênio nas estufas onde as células pluripotentes estavam armazenadas, o tamanho dos telômeros aumentou 20% nos dois grupos após um mês. “Reduzimos a concentração de oxigênio de 21%, presente no ar ambiente, para 5%. Isso induziu a expressão de uma proteína chamada HIF, que por sua vez aumentou a síntese da telomerase. Além disso, com menos oxigênio, o DNA sofreu menos oxidação e houve menor produção de radicais livres”, contou Calado. Quebra-cabeça Embora o trabalho tenha levantado uma série de resultados inéditos e promissores, ainda há muitas peças do quebra-cabeça a serem encontradas antes que essa linha de pesquisa se torne uma terapia possível de ser testada em humanos.


Um dos primeiros obstáculos a serem superados é descobrir um meio de induzir a pluripotência nas células adultas sem a necessidade de usar um vírus como vetor. “Em nossa pesquisa, assim como na de Yamanaka, introduzimos em um vírus os genes responsáveis pela expressão das quatro proteínas necessárias para reprogramar a célula. O vírus então se integra ao cromossomo e a célula passa a sintetizar esses fatores de transcrição. Alguns grupos tentaram incluir diretamente os genes nos cromossomos das células, mas o resultado não foi tão eficiente”, contou Calado. A parte do DNA viral responsável por causar doenças é retirada antes do procedimento. Ainda assim, é consenso entre os cientistas que as células pluripotentes obtidas por essa técnica não devem ser testadas em humanos por causa do risco de induzir a formação de tumores. “Essas células já foram testadas em animais e, em alguns casos, houve desenvolvimento de tumores. As células-tronco obtidas de embriões já foram aplicadas em humanos e também houve casos de câncer”, contou Calado. Para minimizar esse risco, afirmou, os cientistas precisam investigar melhor os mecanismos que regulam a expressão dos genes nas células-tronco. Dessa forma, terão um controle maior sobre seu comportamento no organismo. Outro desafio, no caso específico da anemia aplástica, é encontrar uma forma de promover a transformação das IPS em células-tronco hematopoiéticas. “Hoje conseguimos induzir apenas transformação em células do sangue já diferenciadas, como leucócitos, plaquetas e glóbulos vermelhos”, disse Calado. Agência Fapesp http://www.jb.com.br/ciencia-e-tecnologia/noticias/2013/05/07/pesquisa-abre-caminho-para-novaterapia-contra-anemia-congenita/

Veículo: Site – Jornal do Brasil

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Assunto: Cientista americano alerta para novo tipo de gonorreia 'pior que a aids. Cita a FAPEAM:

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Cientista americano alerta para novo tipo de gonorreia 'pior que a aids. Publicidade

Em entrevista publicada nesta semana no site americano CNBC, o cientista Alan Christianson, fundador do centro de pesquisa Integrative Health Care, alertou a comunidade médica para a existência de um tipo de gonorreia descrito como "mais mortal que o vírus da aids" e cobrou urgência do Congresso do país para liberar US$ 54 milhões na busca por drogas que possam combatê-lo. Segundo Christianson, a "supergonorreia" H041 foi diagnosticada pela primeira vez em 2009, em uma prostituta japonesa. A doença chamou a atenção pela rápida proliferação e a resistência a medicamentos. Desde então, o cientista afirma que já houve casos confirmados em ao menos três diferentes regiões do mundo: na Noruega e nos Estados americanos do Havaí e da Califórnia. O Centro Americano de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês), porém, nega que a enfermidade tenha sido encontrada fora do Japão e desmente que já tenha causado alguma morte. De acordo com as pesquisas de Christianson, o H041 poderia ser mais devastador que o vírus da aids, que mata cerca de 30 milhões anualmente em todo o mundo: "esse tipo de gonorreia pode provocar mortes em poucos dias e é extremamente contagiosa. Há riscos maiores que os da aids, pois é uma bactéria mais agressiva e que pode afetar muitos rapidamente. É um potencial desastre", declarou. Causada pela bactéria gonococci, a gonorreia é uma doença sexualmente transmissível (DST) que costuma reagir bem a tratamentos. Sua nova variação, no entanto, teria sofrido uma mutação genética que a torna resistente. Além de feridas por todo o corpo, a complicação pode levar à infertilidade e morte, caso não seja


tratada e entre na corrente sanguínea. http://www.jb.com.br/ciencia-e-tecnologia/noticias/2013/05/07/cientista-americano-alerta-paranovo-tipo-de-gonorreia-pior-que-a-aids/

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Assunto: Expansão de universidades federais não acompanhou melhoria das condições de

trabalho de docentes, diz Andes Cita a FAPEAM:

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7/maio/2013

Expansão de universidades federais não acompanhou melhoria das condições de trabalho de docentes, diz Andes A ampliação das universidades federais com o Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (Reuni) não foi acompanhada da melhoria das condições de trabalho dos professores nem da melhoria na infraestrutura das instituições de ensino. Essa é a avaliação do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes-SN), responsável pela publicação Precarização das Condições de Trabalho I – Cargos, Vagas e Reuni: os Efeitos da Expansão Quantitativa da Educação Federal. O trabalho traz nove reportagens elaboradas a partir de denúncias feitas às sessões sindicais que integram a entidade em todo o país. Longas jornadas, más condições de trabalho e falta de número suficiente de professores são apenas alguns dos relatos coletados pela publicação. A presidenta do Andes-SN, Marinalva Oliveira, destaca que as instituições federais já enfrentavam problemas antes do Reuni. “Com o programa, eles [problemas] se aprofundaram. Faltam laboratórios, faltam professores, faltam técnicos”. Segundo ela, a entidade é favorável à expansão, “mas não sem qualidade”. A publicação utiliza dados divulgados no levantamento Análise sobre a Expansão das Universidades 2003 a 2012, feito pelo Ministério da Educação (MEC) em parceria com entidades que atuam no setor. No período, foram criados 2.428 cursos e 14 universidades. O número global de docentes aumentou aproximadamente 44%, passando de 49,8 mil em 2003 para 71,2 mil em 2012. O número de matrículas na graduação e pós-graduação nas instituições federais, entretanto, quase dobrou passando de 596,2 mil para mais de 1 milhão.


Enquanto em 2003 a média de matrículas por docente chegava a 12, em 2012, a proporção era 14,5 matrículas por professor. Apesar de a diferença não ser muito grande, o Andes destaca que a distribuição de professores e alunos é bastante desigual nos institutos de ensino do país. Entre os depoimentos que constam na publicação do Andes-SN está o do professor da Unidade Acadêmica de História da Universidade Federal de Campina Grande, Luciano Mendonça. “Antes era raro uma turma de história com 30 alunos. Hoje existem disciplinas com 80. Estamos no meio do semestre e até agora não existem professores para várias disciplinas”, denunciou. Outro depoimento é o da professora Elen Carvalho, 42 anos, do campus da Universidade Federal do Pará (UFPA) na cidade de Braves, na Ilha do Marajó, próxima à capital do estado. Por falta de docentes, ela acumulou durante quase dois anos a direção da faculdade e atividades em sala de aula, que totalizaram uma carga de 48 horas semanais. “Antes de entrar na universidade, eu era forte, corajosa e hoje tenho medo de quase tudo”, diz. Ela atribui problemas de saúde ao esforço e diz que desenvolveu ansiedade depressiva, síndrome do pânico, diabetes e hipertensão. Outra questão abordada na publicação é a qualidade das instalações. Em Capanema, no nordeste do estado do Pará, um dos campi da UFPA funciona em um pavilhão de salas cercado por prédios em construção e mato alto. Em Bragança, os alunos têm aulas em escolas públicas, “enquanto equipamentos se amontoam nos corredores do campus universitário, à espera da conclusão de obras do Reuni em atraso”, diz a publicação. Um ensaio fotográfico de conclusão de curso mostra o mato alto que toma conta dos canteiros de obra da Universidade Federal Fluminense e o descumprimento de prazos para conclusão das obras. Segundo o MEC, do total de 3.885 obras contratadas para o Reuni, 2.417 estão concluídas (62%) e 1.022 (26%) estão em execução. A previsão é que até 2014 o Brasil tenha um total de 63 universidades federais, com 321 campi distribuídos em 272 municípios. Para 2013, a pasta prevê a contratação de mais 4,4 mil docentes e 2.147 técnicos administrativos. Fonte: Agência Brasil http://www.consecti.org.br/2013/05/07/expansao-de-universidades-federais-nao-acompanhoumelhoria-das-condicoes-de-trabalho-de-docentes-diz-andes/

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Assunto: Investimento mínimo de 3% em PD&I poderá ser alterado pelo Conselho da Anatel Cita a FAPEAM:

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7/maio/2013

Investimento mínimo de 3% em PD&I poderá ser alterado pelo Conselho da Anatel O Comitê de Diretrizes Regulatórias, previsto no Regulamento de Estímulo à Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação em Telecomunicações que se encontra em consulta pública na Anatel (consulta pública nº 6), será composto por 12 membros, entre representantes da Anatel; Ministérios das Comunicações, da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e do Desenvolvimento Industrial e Comércio Exterior; do BNDES; e ainda das associações de prestadoras e de fabricantes. De acordo com o conselheiro Rodrigo Zerbone, o comitê multissetorial se reportará ao Conselho Diretor da agência e atuará como formulador de propostas para a política de estímulo à pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I) do órgão regulador das telecomunicações. “Será importante para manter um diálogo entre os setores e conseguir equilibrar a calibragem exata de cada interferência da Anatel para não causar distorções por excesso de regulação ou ausência dela”, avaliou Zerbone. O Comitê poderá, inclusive, recomendar ao Conselho Diretor alteração no percentual mínimo de investimento em PD&I a ser feito pelas operadoras para que possam ganhar o certificado da Anatel. Hoje esse percentual é de 3%, mas o Conselho poderá mudar esse percentual. Zerbone esteve em São Paulo nesta segunda, 6, participando do 33º Encontro TeleSíntese. Fonte: Teletime http://www.consecti.org.br/2013/05/07/investimento-minimo-de-3-em-pdi-podera-ser-alterado-peloconselho-da-anatel/ Veículo: Site – Consecti

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Assunto: Academia de Ciências dos Estados Unidos elege pela primeira vez brasileira Cita a FAPEAM:

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7/maio/2013

Academia de Ciências dos Estados Unidos elege pela primeira vez brasileira A médica Ruth Nussenzweig, professora na Universidade de Nova York, é a primeira cientista brasileira a ser eleita como membro da Academia de Ciências dos Estados Unidos (NAS, na sigla em inglês), em 150 anos de história da consagrada instituição. Ruth junta-se agora na NAS a outros três pesquisadores e professores brasileiros: seu filho Michel Nussenzweig, da Universidade Rockfeller, José Nelson Onuchic, da Universidade Rice, e José Scheinkman, da Universidade Princeton. Oanúncio foi feito no dia 30 de abril. Na categoria Associado Estrangeiro, o Brasil teve como representante eleito este ano Vanderlei Bagnato, professor titular no Instituto de Física de São Carlos da Universidade de São Paulo (USP) e coordenador do Centro de Ciências Ópticas e Fotônica (CePOF), um Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPID) da FAPESP. Em setembro de 2012, Bagnato foi eleito membro daPontifícia Academia de Ciências, no Vaticano. Bagnato junta-se a Aloisio Araujo, Luiz Davidovich, Sérgio Henrique Ferreira, Ivan Izquierdo, Warwick Kerr, Jacob Palis e Francisco Mauro Salzano. Incluindo Max Birnstiel, nascido no Brasil e agora cidadão suíço, a representação brasileira na NAS chega atualmente a 13 cientistas. Nova pesquisa no Brasil Professora no Departamento de Parasitologia da Escola de Medicina da Universidade de Nova York, Ruth trabalha com seu marido, o também pesquisador Victor Nussenzweig, desde os tempos de estudante na Faculdade de Medicina da USP. “Naquele tempo éramos só amigos e trabalhávamos em projeto de moléstia de Chagas. Cabulávamos muita aula”, contou. Reconhecida mundialmente por suas pesquisas pioneiras em malária, doença transmitida por mosquitos Anopheles infectados com parasitas Plasmodium, Ruth começou desenvolvendo um


modelo experimental para estudo da imunidade contra o parasita. “Ela foi a primeira a mostrar imunidade contra o esporozoíto do Plasmodium, um dos estágios de desenvolvimento do parasita”, disse Momtchilo Russo, professor no Departamento de Imunologia do Instituto de Ciências Biomédicas da USP. Em trabalho publicado na década de 1960, Ruth imunizou camundongos com esporozoíto irradiado, incapaz de se multiplicar, e em seguida infectou os mesmos animais com esporozoíto normal, retirado da glândula salivar do mosquito, mostrando que os animais não desenvolviam a malária. Foi sua primeira grande contribuição na pesquisa por vacinas contra malária. Em seguida, isolou o antígeno responsável por proteger os animais da doença, e a partir daí passou a trabalhar em vacinas e tratamentos. “O modelo experimental robusto que desenvolveu serviu como base para o desenvolvimento da vacina contra malária que está mais avançada no momento e que já foi testada em humanos, usando o antígeno CSP (circumsporozoite protein), isolado por ela”, explicou Ricardo Gazzinelli, professor na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Por seu pioneirismo, Ruth tem grande influência em diversas áreas da biologia experimental incluindo imunologia, biologia parasitária e desenvolvimento de vacinas. “Seus trabalhos na área de imunologia servem como guia para o desenvolvimento de uma nova geração de vacinas recombinantes”, disse Maurício Martins Rodrigues, professor da Universidade Federal de São Paulo que fez o pós-doutorado na Universidade de Nova York com Ruth Nussenzweig. Sempre usando técnicas de fronteira, Ruth e seu grupo foram os primeiros a clonar um antígeno de parasita e produziram o primeiro anticorpo monoclonal contra o antígeno de parasita, segundo Gazzinelli. Outro legado do casal Nussenzweig para a ciência, em especial a brasileira, tem sido o treinamento de vários estudantes e pós-doutores que hoje são importantes líderes na área de imunologia, vacinologia e parasitologia. Questionada sobre como reagiu ao receber a notícia da eleição, Ruth, perto de completar 85 anos, disse à Agência FAPESP que a distinção veio “um pouco tarde para mim, mas tomara mesmo que anime as cientistas mais jovens”. “A indicação deveria ter ocorrido há 20 anos, mas certamente é um momento ímpar para o Brasil”, destacou Rodrigues. Agora o casal Ruth e Victor se prepara para voltar a pesquisar no Brasil, após décadas radicados no exterior, em um projeto apoiado por meio do São Paulo Excellence Chairs (Spec), programa-piloto da FAPESP que busca estabelecer colaborações entre instituições do Estado de São Paulo e pesquisadores de alto nível radicados no exterior. “A FAPESP tem sido muito generosa e temos tido facilidade para trabalhar em colaboração com colegas mais jovens. Hoje em dia não fazemos mais a pesquisa, discutimos, e é dessa maneira que temos uma certa influência”, disse Ruth. Rodrigues, um dos professores que irá trabalhar com o casal Nussenzweig no Brasil, afirma que eles são sempre uma grande fonte de estímulo para os cientistas mais jovens. “Nunca param de querer saber mais e descobrir novas coisas”, disse. Fonte: Agência Fapesp http://www.consecti.org.br/2013/05/07/academia-de-ciencias-dos-estados-unidos-elege-pelaprimeira-vez-brasileira/

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Assunto: Fiat vai investir R$ 15 bilhões em inovação até 2016 Cita a FAPEAM:

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Data: 07/05/2013

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Fiat vai investir R$ 15 bilhões em inovação até 2016 A Fiat definiu um novo programa de investimentos para o Brasil, que prevê o desembolso de R$ 15 bilhões no período de 2013 a 2016. O plano será apresentado por Sergio Marchionne, presidente global do grupo italiano, em audiência marcada para as 16h com a presidente Dilma Rousseff, em Brasília. De acordo com a companhia, os investimentos vão gerar 7,7 mil novos empregos diretos, além de 12 mil empregos indiretos, principalmente nas empresas fornecedoras que vão acompanhar a expansão de capacidade da Fiat. Os investimentos previstos se referem a todas as operações do grupo no país, incluindo, além da montadora de carros, os negócios da Fiat Industrial, como a montadora de caminhões Iveco, a FPT, braço da empresa na área de motores, e a CNH, de máquinas e equipamentos agrícolas e de construção. Segundo a Fiat, os recursos serão direcionados a inovação, desenvolvimento de novos produtos e tecnologias e melhora de processos logísticos e de manufatura, assim como a expansão da capacidade produtiva e a construção de novas fábricas e linhas de produção. Em Goiana (PE), a montadora possui investimento superior a R$ 4 bilhões na construção de um complexo industrial para a produção de 200 mil a 250 mil carros por ano. Fonte: Valor http://www.consecti.org.br/2013/05/07/fiat-vai-investir-r-15-bilhoes-em-inovacao-ate-2016/ Veículo: Site – Agência Gestão CT&I

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Assunto: Políticas de CT&I estão na agenda política desta semana Cita a FAPEAM:

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Políticas de CT&I estão na agenda política desta semana Esta semana será marcada por discussões políticas para o setor de ciência, tecnologia e inovação (CT&I). Na terça-feira (07), dois eventos na Câmara dos Deputados vão tratar sobre assuntos importantes para o segmento. Às 9h30, a Frente Parlamentar de Ciência, Tecnologia, Pesquisa e Inovação irá discutir os principais gargalos na propriedade intelectual e transferência de tecnologia. Participam da reunião representantes do Instituto Nacional da Propriedade Intelectual (Inpi), da Confederação Nacional das Indústrias (CNI), da Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento de Empresas Inovadoras (Anpei), do Fórum Nacional de Gestores de Inovação e Transferência de Tecnologia (Fortec), e da Universidade de Brasília (UnB). De tarde, às 14h30, no plenário 7 da Câmara dos Deputados, a pauta será o Projeto de Lei (PL) n°2.177/2011. O encontro será a segunda audiência pública para tratar sobre a criação de um Código Nacional de CT&I. O PL propõe a instituição de uma norma que regule todas as atividades de pesquisa e desenvolvimento (P&D). Além de representantes do Fortec e Anpei, vão opinar sobre o texto da proposta de Código membros da diretoria da ABIPTI, da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) e do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-graduação e Pequisa em Engenharia (Coppe/UFRJ). Na quinta-feira (9), será a vez do Fórum de Assessorias Parlamentares de Ciência, Tecnologia, Inovação e Educação (ForumCTIE) se reunir. O encontro, que ocorre uma vez por mês, será às 14hrs, na sede do Consed. http://www.agenciacti.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=3838:politicas-dectai-estao-na-agenda-politica-desta-semana&catid=1:latest-news Veículo: Site – Agência Gestão CT&I

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Assunto: Juros para financiamento de projetos de inovação tecnológica ficam mais baixos Cita a FAPEAM:

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Juros para financiamento de projetos de inovação tecnológica ficam mais baixos

News - Latest Seg, 06 de Maio de 2013 11:27 O Conselho Monetário Nacional (CMN) reduziu de 5% para 3,5% ao ano os juros das linhas de crédito para projetos de inovação tecnológica do Programa de Sustentação do Investimento (PSI). A ação implica no financiamento de processos de pesquisa e desenvolvimento e na aquisição de máquinas com baixo consumo de energia de dois subprogramas. O total do financiamento dos projetos é de R$ 4 bilhões. O subprograma Inovação tem R$ 3,5 bilhões para financiar planos de negócios, processos de pesquisa e desenvolvimento e inovações em produtos, processos e marketing. Já para o sdubprograma Máquinas e Equipamentos, os recursos são de R$ 500 milhões para financiar a compra, o aluguel e a produção de máquinas e equipamentos com maior eficiência energética. Os financiamentos podem ser parcelados em até 12 anos. A redução dos juros deve aumentar os desembolsos feitos pelo BNDES, que registrou neste ano o melhor desempenho da história da instituição financeira num primeiro trimestre. Foram liberados R$ 37,2 bilhões em crédito entre janeiro e março, alta de 52% na comparação com o mesmo período de 2012. A maior parte dos recursos foi para a compra de máquinas e equipamentos. A indústria respondeu por 36% (R$ 13,5 bilhões) dos desembolsos totais, com forte alta de 109%. Os desembolsos para


bens de capital representaram o aumento da demanda por recursos do PSI. Em outubro de 2012, as taxas de juros dessa linha de crédito foram reduzidas, aumentando a demanda por recursos em 280%. No primeiro trimestre deste ano, os desembolsos do PSI somaram R$ 20,2 bilhões. (Agência Gestão CT&I de Notícias com informações da Agência Brasil e do BNDES) http://www.agenciacti.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=3827:juros-parafinanciamento-de-projetos-de-inovacao-tecnologica-ficam-mais-baixos&catid=1:latest-news


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Embaixada do Brasil na Itália organiza evento para auxiliar bolsistas do CsF

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Embaixada do Brasil na Itália organiza evento para auxiliar bolsistas do CsF Seg, 06 de Maio de 2013 11:27 A embaixada brasileira na Itália promove, nos dias 8 e 9 de maio, em Milão e Pádua, um encontro com bolsistas do programa Ciências Sem Fronteiras (CsF). A iniciativa pretende tirar dúvidas dos estudantes a respeito de assuntos como imigração, assistência médica e reconhecimento, no Brasil, dos créditos cursados. Esta será a segunda reunião organizada pela embaixada. Em abril, foram realizadas reuniões em Pisa e Florença. Naquela oportunidade, foi verificado que quase a totalidade dos 58 estudantes vinculados à Universidade de Pisa, no nível de graduação, participam ou já participaram de estágios em empresas ou centros de pesquisa. Além dos encontros, a embaixada disponibilizará um guia e vídeos curtos sobre temas de interesse dos estudantes. (Agência Gestão CT&I de Notícias com informações do CNPq) http://www.agenciacti.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=3826:embaixadado-brasil-na-italia-organiza-evento-para-auxiliar-bolsistas-do-csf&catid=1:latest-news


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Fundo Amazônia aprova R$ 23 milhões para combater o desmatamento em

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Fundo Amazônia aprova R$ 23 milhões para combater o desmatamento em outros países Seg, 06 de Maio de 2013 15:25 O Fundo Amazônia, por meio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), aprovou, na última sexta-feira (3), um aporte de R$ 23 milhões para combater o desmatamento em países que integram a Floresta Amazônica. Os recursos serão revertidos à Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA), associação intergovernamental composta por Bolívia, Brasil, Colômbia, Equador, Guiana, Peru, Suriname e Venezuela, que compõem o território da Floresta Amazônica. A ideia é monitorar a floresta nesses países, utilizando tecnologia e capacitação brasileiras. O treinamento será feito pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). De acordo com a legislação, 20% dos recursos do fundo podem ser aplicados em outros biomas brasileiros ou em outros países que possuem áreas com Floresta Amazônica. A OTCA é a primeira associação internacional a apresentar projeto apoiado pelo Fundo Amazônia. A instituição opera como instrumento de cooperação entre os países membros da organização, incentivando a execução de programas que promovam o desenvolvimento sustentável e a cooperação regional para a melhoria da qualidade de vida dos habitantes da Amazônia. (Agência Gestão CT&I de Notícias com informações do MMA) http://www.agenciacti.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=3836:fundoamazonia-aprova-r-23-milhoes-para-combater-o-desmatamento-em-outrospaises&catid=144:noticias


Veículo: Jornal – Diário do Amazonas Assunto:

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Pesquisa aponta evolução do vírus da dengue no Brasil

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