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Veículo: Site – D24Am Editoria: Pag: Assunto: Secti lança programação do Encontro de Bionegócios AM-França Cita a FAPEAM: ✘

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Secti lança programação do Encontro de Bionegócios AMFrança 03 Set 2013 . 13:41 h . Com informações de assessoria . portal@d24am.com Stephan Raud, diretor-geral do Institut de Recherche pour le Développement (IRD), vai proferir palestra magna. Manaus - A Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-AM) anunciou nesta terça-feira, 3 de setembro, a programação do Encontro de Bionegócios Amazonas-França. O evento tem como objetivo estimular a interação entre empresas de biofármacos, biocosméticos, alimentos e instituições de pesquisa e inovação. O encontro será realizado no dia 12 de setembro, das 8h30 às 17h, no Salão Boto Vermelho, no Hotel Quality Manaus, localizado na Avenida Mário Ypiranga Monteiro, n° 1.090, Adrianópolis. Após a abertura haverá palestra magna com Stephan Raud, diretor-geral do Institut de Recherche pour le Développement (IRD), instituto francês de pesquisa para o desenvolvimento. Na oportunidade, ele abordará o tema "A biotecnologia e a inovação à serviço da vida moderna". Também serão apresentados os seguintes painéis: "A pesquisa e a inovação como fator de competitividade no mercado mundial de biocosméticos"; "Inovação tecnológica na área de biofármacos"; e "A biotecnologia aplicada na produção de alimentos". O Encontro de Bionegócios Amazonas – França é um evento do Governo do Estado, realizado pela Secti-AM, Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado Amazonas (Fapeam) e Embaixada da França, no Brasil. O Conselho Nacional de Secretários para Assuntos de Ciência, Tecnologia e Inovação (Consecti) e o IRD apoiam a atividade. Além da oportunidade de formação de parcerias estratégicas entre empresas e instituições, o


Encontro visa alavancar o setor de bionegócios no Estado através da troca de informações e experiências entre os participantes. Inscrições Empresários e investidores do ramo de bionegócios, gestores de instituições de ciência, tecnologia e inovação, pesquisadores e estudantes de biotecnologia que desejam participar do Encontro já podem fazer suas inscrições pelos telefones (92) 4009-8110 ou (92) 4009-8107, ou ainda pelo e-mail dat@secti.am.gov.br. As vagas são limitadas. http://www.d24am.com/amazonia/ciencia/secti-lanca-programacao-do-encontro-de-bionegociosamfranca/94751


Veículo: Site – Fucapi Editoria: Pag: Assunto: Secti-AM lança programação do Encontro de Bionegócios Amazonas-França Cita a FAPEAM: ✘

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Secti-AM lança programação do Encontro de Bionegócios Amazonas-França Sala de Imprensa A Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-AM) anunciou nesta terça-feira, 3 de setembro, a programação do Encontro de Bionegócios Amazonas-França. O evento tem como objetivo estimular a interação entre empresas de biofármacos, biocosméticos, alimentos e instituições de pesquisa e inovação. O Encontro será realizado no dia 12 de setembro, das 8h30 às 17h, no Salão Boto Vermelho, no Hotel Quality Manaus (avenida Mário Ypiranga Monteiro, n° 1.090, Adrianópolis). Após a abertura haverá palestra magna com Stephan Raud, diretor-geral do Institut de Recherche pour le Développement (IRD), instituto francês de pesquisa para o desenvolvimento. Na oportunidade, ele abordará o tema “A biotecnologia e a inovação à serviço da vida moderna”. Também serão apresentados os seguintes painéis: “A pesquisa e a inovação como fator de competitividade no mercado mundial de biocosméticos”; ”Inovação tecnológica na área de biofármacos”; e “A biotecnologia aplicada na produção de alimentos”. O Encontro de Bionegócios Amazonas – França é um evento do Governo do Estado, realizado pela Secti-AM, Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado Amazonas (Fapeam) e Embaixada da França, no Brasil. Apoiam a atividade o Conselho Nacional de Secretários para Assuntos de Ciência, Tecnologia e Inovação (Consecti) e o IRD. Além da oportunidade de formação de parcerias estratégicas entre empresas e instituições, o


Encontro visa alavancar o setor de bionegócios no Estado através da troca de informações e experiências entre os participantes. Inscrições Empresários e investidores do ramo de bionegócios, gestores de instituições de ciência, tecnologia e inovação, pesquisadores e estudantes de biotecnologia que desejam participar do Encontro já podem fazer suas inscrições pelos telefones (92) 4009-8110 ou (92) 4009-8107, ou ainda pelo e-mail: dat@secti.am.gov.br. As vagas são limitadas. Fonte: SECTI http://www.fucapi.br/blog/2013/09/secti-am-lanca-programacao-do-encontro-de-bionegociosamazonas-franca/


Veículo: Site – Lubaroni Informatica Editoria: Pag: Assunto: Tecnologia: ferramenta desenvolvida no Amazonas dá suporte a autistas Cita a FAPEAM: ✘

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Tecnologia: ferramenta desenvolvida no Amazonas dá suporte a autistas A Síndrome do Autismo se caracteriza pelas anomalias comportamentais, como a limitação ou ausência de comunicação verbal, falta de interação social e padrões de comportamento restrito Como não existe um tratamento médico para curar a Síndrome do Autismo, apenas estímulos ajudam a criança a melhorar a aprendizagem e comportamento. Ainda não se conseguiu, até agora, provar nenhuma causa psicológica, ou no ambiente de convívio das crianças, que possa desenvolver o transtorno. O que a medicina explica é que os sintomas são causados por disfunções físicas do cérebro. A Síndrome do Autismo se caracteriza pelas anomalias comportamentais, como a limitação ou ausência de comunicação verbal, falta de interação social e padrões de comportamento restrito. A manifestação dos sintomas ocorre ainda na infância, antes dos três anos de idade, e persiste durante a vida adulta. Outro problema dos autistas é a dificuldade em sequenciar, pois eles têm dificuldades em se lembrar da ordem da realização das tarefas e, geralmente, nem vêem relação entre as atividades. Além disso, há ainda a dificuldade de aprendizagem. Com base nesses problemas comportamentais, a design gráfica Alice Gomes, 29, e a doutora em engenharia de produção e professora do curso de Design da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) Claudete Ruschival desenvolveram, em parceria com outros pesquisadores da universidade,


um software, chamado “Lina Educa”, para ajudar crianças autistas com a organização e dar apoio ao processo de alfabetização. “A proposta do software é organizar uma agenda das atividades diárias para as crianças autistas, como, por exemplo, escovar os dentes. Ela precisa ter essa referência. O software também vai ajudar na organização das atividades acadêmicas dessa criança”, explicou Claudete Ruschival. As atividades acadêmicas oferecidas pelo software envolvem vários fatores relacionados às palavras e às imagens, ressalta Alice. “Porque a criança autista é muito atenta ao visual”, explicou. “São essas atividades que vão servir de apoio ao processo de alfabetização das crianças autistas. Por isso, ela precisa desse apoio”, completou Claudete. O projeto se baseia numa pesquisa de análise de comportamento realizada pela Universidade de São Paulo (USP). O projeto também está recebendo apoio do Grupo de Intervenção Comportamental Gradual, de São Paulo, uma clínica de tratamento de crianças com déficit de aprendizado. Pesquisa acadêmica O software se originou a partir do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) de Alice na Ufam. Ao ser publicado como artigo num congresso de design no Rio de Janeiro, o software chamou a atenção de pais de autistas, profissionais de saúde que trabalham com a síndrome e até mesmo de cientistas. Foi a partir daí que Alice e a orientadora do trabalho, Claude Roschival, procuraram apoio para o funcionamento do Lina Educa. O software foi desenvolvido para funcionar em plataformas móveis, como tablets, e também em computadores, e será disponibilizado gratuitamente para download quando for concluído. O projeto, de R$ 183 mil, foi financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam). Também acompanham o desenvolvimento do projeto. Desenvolvimento O software Lina Educa começou a ser desenvolvido em janeiro, porém, o projeto foi aprovado pela Fapeam no ano passado. A previsão é que até novembro ele seja concluído e passe para a fase de testes com crianças autistas de São Paulo e de Manaus, com o apoio do Instituto Autismo no Amazonas. http://lubaroni-informticaeducaoespecial.blogspot.com.br/2013/09/autismo-tecnologia-suporte-aosautistas.html


Veículo: Site – Thomaz rural Assunto: CONVITE (Embrapa) Cita a FAPEAM: ✘

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CONVITE (Embrapa) CONVITE O chefe-geral da Embrapa Amazônia Ocidental, Luiz Marcelo Brum Rossi, convida para a abertura do Curso Culturas Alimentares. O curso faz parte do Projeto Estratégias de Socialização e Transferência de Conhecimentos para Adoção de Inovações Tecnológicas nas Culturas Alimentares pelos Agricultores Familiares do Estado do Amazonas, componente do Programa PRO-RURAL/ FAPEAM/SEPROR e por meio dele, técnicos de 21 municípios amazonenses receberão orientações sobre as culturas do milho, feijão-caupi e mandioca, para atuarem como agentes de transferência de tecnologia. Data: 9 de Setembro de 2013, às 8 horas Local: Inspetoria Missionária Laura Vicuña (Avenida André Araújo, 25, Aleixo, Manaus, AM) Mais informações e confirmação de presença: (92) 3303-7860 / cpaa.nco@embrapa. -Núcleo de Comunicação Organizacional (NCO)Embrapa Amazônia Ocidental (CPAA) Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) Manaus/AM cpaa.nco@embrapa.br Telefone: +55 (92) 3303-7860 / 7854 | Fax: +55 (92) 3303-7820 www.cpaa.embrapa.br | twitter.com/embrapa Confira também: www.facebook.com/agrosustentavel http://thomazrural.blogspot.com.br/2013/09/convite-embrapa.html


Veículo: Site – Grangeiro Editoria: Pag: Assunto: Secti lança programação do Encontro de Bionegócios Amazonas-França Cita a FAPEAM: ✘

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Secti lança programação do Encontro de Bionegócios Amazonas-França setembro 3rd, 2013 Grangeiro Notícias Secti lança programação do Encontro de Bionegócios Amazonas-França Stephan Raud, diretor-geral do Institut de Recherche pour le Développement (IRD), vai proferir palestra magna. Manaus – A Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-AM) anunciou nesta terça-feira, 3 de setembro, a programação do Encontro de Bionegócios Amazonas-França. O evento tem como objetivo estimular a interação entre empresas de biofármacos, biocosméticos, alimentos e instituições de pesquisa e inovação. O encontro será realizado no dia 12 de setembro, das 8h30 às 17h, no Salão Boto Vermelho, no Hotel Quality Manaus, localizado na Avenida Mário Ypiranga Monteiro, n° 1.090, Adrianópolis. Após a abertura haverá palestra magna com Stephan Raud, diretor-geral do Institut de Recherche pour le Développement (IRD), instituto francês de pesquisa para o desenvolvimento. Na oportunidade, ele abordará o tema “A biotecnologia e a inovação à serviço da vida moderna”. Também serão apresentados os seguintes painéis: “A pesquisa e a inovação como fator de competitividade no mercado mundial de biocosméticos”; ”Inovação tecnológica na área de biofármacos”; e “A biotecnologia aplicada na produção de alimentos”.


O Encontro de Bionegócios Amazonas – França é um evento do Governo do Estado, realizado pela Secti-AM, Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado Amazonas (Fapeam) e Embaixada da França, no Brasil. O Conselho Nacional de Secretários para Assuntos de Ciência, Tecnologia e Inovação (Consecti) e o IRD apoiam a atividade. Além da oportunidade de formação de parcerias estratégicas entre empresas e instituições, o Encontro visa alavancar o setor de bionegócios no Estado através da troca de informações e experiências entre os participantes. Inscrições Empresários e investidores do ramo de bionegócios, gestores de instituições de ciência, tecnologia e inovação, pesquisadores e estudantes de biotecnologia que desejam participar do Encontro já podem fazer suas inscrições pelos telefones (92) 4009-8110 ou (92) 4009-8107, ou ainda pelo e-mail dat@secti.am.gov.br. As vagas são limitadas. Fonte: D24am.com – Diário do Amazonas http://www.grangeiro.com/?p=19892


Veículo: Site – Página Rural Editoria: Pag: Assunto: AM: método que pode aumentar produção de mandioca no AM é demonstrado em feira no Careiro Cita a FAPEAM: ✘

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AM: método que pode aumentar produção de mandioca no AM é demonstrado em feira no Careiro Careiro Castanho/AM A Embrapa Amazônia Ocidental vai demonstrar – durante a 9ª edição da exposição agropecuária de Careiro Castanho (AM), a Agropec – o método que permite propagar uma quantidade até 160 vezes maior de manivas-semente de mandioca comparado ao procedimento tradicional. Esta técnica vai ser utilizada no Manareiro, projeto em desenvolvimento nos municípios de Manaquiri e no próprio Careiro Castanho, que visa à multiplicação rápida de variedades superiores de mandioca para o aumento da produção de farinha e fécula no Estado do Amazonas. Durante o evento, os visitantes da Agropec poderão entender como funciona o passo a passo do método, através da explicação de todas as etapas do processo, desde o início até o resultado final, que é a disponibilização de manivas de mandioca em quantidade e qualidade para o plantio. No Parque de Exposições da feira já está montada a estrutura de multiplicação rápida de manivas – formada por oito câmaras de brotamento e por uma câmara de enraizamento, além do viveiro para aclimatação, que possui 210 metros quadrados. Esta estrutura montada na Agropec é a mesma que será utilizada na continuidade do Manareiro em Careiro Castanho. As fases do método que ainda não podem ser visualizadas – devido ao projeto estar em seu início – serão exemplificadas através de um banner explicativo, com imagens que servirão de suporte para facilitar a compreensão dos interessados. De acordo com o supervisor do Setor de Implementação da Programação de Transferência de Tecnologia da Embrapa Amazônia Ocidental e coordenador do


Manareiro, Raimundo Rocha, o aumento da produtividade da mandiocultura passa necessariamente pela disponibilização de manivas em quantidade e qualidade genética e fitossanitária adequadas para o plantio. Método O primeiro passo do método de multiplicação rápida consiste no corte de manivas selecionadas em pequenas hastes com duas gemas. Estas “minimanivas” são plantadas nas câmaras de brotamento. Após 30 dias, é possível fazer o primeiro corte acima da primeira gema. Neste momento, os ramos cortados são transportados à câmara de enraizamento, onde permanecem por 15 dias, quando se formam os sistemas radiculares. Com o surgimento das raízes já é possível formar a muda, que passa por um período de aclimatação de mais 15 dias no viveiro. Com quatro ou cinco ciclos é possível produzir cerca de 50 mil mudas. O último passo é levar estas mudas para o campo de multiplicação, que compreende uma área de cinco hectares. Após um período de oito a 12 meses, o produto final do procedimento está pronto e, a partir das 50 mil mudas, são geradas aproximadamente 500 mil manivas-semente. O mesmo método será realizado em Manaquiri, o que totaliza um milhão de manivas-semente multiplicadas nos dois municípios. Os materiais serão entregues aos agricultores locais de forma gratuita, logo após a capacitação técnica dos produtores sobre o cultivo da mandioca. A multiplicação rápida de manivas é um método que foi desenvolvido pelo Centro Internacional de Agricultura Tropical (Ciat), da Colômbia, na década de 80, e depois adaptado às condições brasileiras por pesquisadores da Embrapa Mandioca e Fruticultura. Esse método é considerado simples e barato para propagação rápida de manivas-semente de mandioca e é avaliado como viável para o restabelecimento, em curto prazo, de uma quantidade de manivas-semente com qualidade genética adequada, que no caso do Amazonas serão priorizadas as mais produtivas. Mercado Produtos como a farinha de mandioca chegaram a índices de até 150% de aumento de preço devido à diminuição de produção da matéria-prima no Brasil nos últimos anos. No ano de 2012, por exemplo, houve redução de 24% em relação à produção de 2011. No Amazonas, o índice de aumento de valor da farinha de mandioca chegou a 500%, com registros de até R$ 20,00 o quilo do produto. “O mercado é soberano. Se tem produto o preço cai, e se não tem o preço sobe”, destacou Rocha. Iniciando pelos dois municípios contemplados, o Manareiro quer contribuir com o aumento da produção de mandioca no Amazonas, a partir de uma seleção criteriosa das manivas-semente que serão plantadas. “Uma das etapas mais importantes do plantio da mandioca é a qualidade das manivas-semente. Existe pouca disponibilidade de maniva no Amazonas e quando se encontra é de baixa qualidade. O projeto pretende ajudar a mudar esta situação”, completou o coordenador do projeto. Manareiro A mandioca é plantada por hastes da planta chamadas manivas. Embora a mandioca seja um cultivo tradicional do Amazonas, nem sempre os agricultores conseguem manter uma reserva de manivas dos seus melhores materiais de mandioca para plantio, ou aproveitar adequadamente o potencial de germinação da planta. No Estado, a multiplicação de manivas-semente pelos agricultores ocorre geralmente pelo método tradicional de propagação, no qual se tira cerca de cinco a 10 manivassemente de uma planta adulta, quando ela atinge 10 a 12 meses.


Pelo projeto Manareiro, a Embrapa propõe capacitações no método de multiplicação rápida, pelo qual é possível, a partir de uma planta adulta, selecionar manivas para produzir cerca de 160 plantas, das quais, depois de estabelecidas em um campo de multiplicação, produzirão cerca de 1.600 manivas-semente de 20 centímetros, no período total de, aproximadamente, 16 meses. Além de disponibilizar manivas-semente, a Embrapa vai montar, em Careiro e Manaquiri, Unidades de Observação onde serão expostas as mais diversas formas de produção da mandioca no Amazonas, desde os métodos mais tradicionais até as tecnologias mais modernas existentes para a cultura. Depois, os resultados serão apresentados e comparados. “Com essa didática ficará fácil a visualização dos produtores quanto à capacidade produtiva da mandioca quando são usadas tecnologias de produção adequadas”, destacou Rocha. O Manareiro é uma proposta da Embrapa Amazônia Ocidental atendendo à demanda do Governo do Estado do Amazonas, por meio da Secretaria de Produção Rural (Sepror). As atividades do projeto serão executadas pela Embrapa, em parceria com o Instituto de Desenvolvimento Agropecuário e Florestal Sustentável do Amazonas (Idam) e as Prefeituras de Manaquiri e Careiro Castanho, através de suas secretarias municipais de Agricultura e Produção. Os recursos para o projeto serão financiados pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), no âmbito do Programa de Apoio à Consolidação das Instituições Estaduais de Ensino e/ou Pesquisa (PróEstado). IX Agropec A IX Agropec acontece em Careiro Castanho de 02 a 07 de setembro, no Parque de Exposições do município. A programação do evento conta com palestras, eventos, estandes de instituições e incentivo à cadeia produtiva, além de outras atrações, como desfile das candidatas à Rainha de Rodeio, shows musicais, prova dos três tambores e rodeio. Fonte: Embrapa Amazônia Ocidental http://paginarural.com.br/noticia/194219/metodo-que-pode-aumentar-producao-de-mandioca-noam-e-demonstrado-em-feira-no-careiro


Veículo: Site – Jus Brasil Editoria: Pag: Assunto: Secti-AM lança programação do Encontro de Bionegócios Amazonas-França Cita a FAPEAM: ✘

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Secti-AM lança programação do Encontro de Bionegócios Amazonas-França Publicado por Governo do Estado do Amazonas (extraído pelo JusBrasil) - 20 horas atrás A Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-AM) anunciou nesta terça-feira, 3 de setembro, a programação do Encontro de Bionegócios Amazonas-França. O evento tem como objetivo estimular a interação entre empresas de biofármacos, biocosméticos, alimentos e instituições de pesquisa e inovação. O Encontro será realizado no dia 12 de setembro, das 8h30 às 17h, no Salão Boto Vermelho, no Hotel Quality Manaus (avenida Mário Ypiranga Monteiro, nº 1.090, Adrianópolis). Após a abertura haverá palestra magna com Stephan Raud, diretor-geral do Institut de Recherche pour le Développement (IRD), instituto francês de pesquisa para o desenvolvimento. Na oportunidade, ele abordará o tema "A biotecnologia e a inovação à serviço da vida moderna". Também serão apresentados os seguintes painéis: "A pesquisa e a inovação como fator de competitividade no mercado mundial de biocosméticos"; "Inovação tecnológica na área de biofármacos"; e "A biotecnologia aplicada na produção de alimentos". O Encontro de Bionegócios Amazonas – França é um evento do Governo do Estado, realizado pela Secti-AM, Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado Amazonas (Fapeam) e Embaixada da França, no Brasil. Apoiam a atividade o Conselho Nacional de Secretários para Assuntos de Ciência, Tecnologia e Inovação (Consecti) e o IRD.


Além da oportunidade de formação de parcerias estratégicas entre empresas e instituições, o Encontro visa alavancar o setor de bionegócios no Estado através da troca de informações e experiências entre os participantes. Inscrições - Empresários e investidores do ramo de bionegócios, gestores de instituições de ciência, tecnologia e inovação, pesquisadores e estudantes de biotecnologia que desejam participar do Encontro já podem fazer suas inscrições pelos telefones (92) 4009-8110 ou (92) 4009-8107, ou ainda pelo e-mail dat@secti.am.gov.br. As vagas são limitadas. http://gov-am.jusbrasil.com.br/politica/104296112/secti-am-lanca-programacao-do-encontro-debionegocios-amazonas-franca


Veículo: Site – Justiça.Inf Editoria: Pag: Assunto: Secti-AM lança programação do Encontro de Bionegócios Amazonas-França Cita a FAPEAM: ✘

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Secti-AM lança programação do Encontro de Bionegócios Amazonas-França Extraído de: Governo/AM - 20 horas atrás Secti-AM lança programação do Encontro de Bionegócios Amazonas-França 11:39 - 03/09/2013 A Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-AM) anunciou nesta terça-feira, 3 de setembro, a programação do Encontro de Bionegócios Amazonas-França. O evento tem como objetivo estimular a interação entre empresas de biofármacos, biocosméticos, alimentos e instituições de pesquisa e inovação. O Encontro será realizado no dia 12 de setembro, das 8h30 às 17h, no Salão Boto Vermelho, no Hotel Quality Manaus (avenida Mário Ypiranga Monteiro, n° 1.090, Adrianópolis). Após a abertura haverá palestra magna com Stephan Raud, diretor-geral do Institut de Recherche pour le Développement (IRD), instituto francês de pesquisa para o desenvolvimento. Na oportunidade, ele abordará o tema “A biotecnologia e a inovação à serviço da vida moderna”. Também serão apresentados os seguintes painéis: “A pesquisa e a inovação como fator de competitividade no mercado mundial de biocosméticos”;”Inovação tecnológica na área de biofármacos”; e “A biotecnologia aplicada na produção de alimentos”. O Encontro de Bionegócios Amazonas– França é um evento do Governo do Estado, realizado pela Secti-AM, Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado Amazonas (Fapeam) e Embaixada da


França, no Brasil. Apoiam a atividade o Conselho Nacional de Secretários para Assuntos de Ciência, Tecnologia e Inovação (Consecti) e o IRD. Além da oportunidade de formação de parcerias estratégicas entre empresas e instituições, o Encontro visa alavancar o setor de bionegócios no Estado através da troca de informações e experiências entre os participantes. Inscrições- Empresários e investidores do ramo de bionegócios, gestores de instituições de ciência, tecnologia e inovação, pesquisadores e estudantes de biotecnologia que desejam participar do Encontro já podem fazer suas inscrições pelos telefones (92) 4009-8110 ou (92) 4009-8107, ou ainda pelo e-maildat@secti.am.gov.br. As vagas são limitadas. http://governo-am.justica.inf.br/noticia/2013/9/secti-am-lanca-programacao-encontro-bionegociosamazonas-franca


Veículo: Site – G1.Globo Editoria: Assunto: Implante transparente pode criar 'janela para o cérebro' Cita a FAPEAM:

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Implante transparente pode criar 'janela para o cérebro' Cientistas afirmam que dispositivo permitirá melhor acesso ao órgão e pode ajudar no tratamento de doenças. Pesquisadores dos EUA afirmam ter projetado um implante que cria uma 'janela para o cérebro' e permite que médicos vejam através do crânio - algo que pode abrir novas oportunidades de tratamento. O dispositivo, descrito em um estudo na publicação científica Nanomedicine: Nanotechnology, Biology and Medicine, é feito com uma versão transparente de um material usado para implantes de quadril e é capaz de substituir uma pequena parte do crânio. A equipe de pesquisadores da Universidade da Califórnia em Riverside diz que a novidade pode, no futuro, permitir que raios laser sejam mais eficientemente disparados dentro do cérebro, maximizando seus efeitos para tratar distúrbios neurológicos. '(O implante) é um primeiro passo crucial em direção a novos conceitos que estamos desenvolvendo, cujo objetivo é promover formas clinicamente viáveis para acesso visual ao cérebro, quando necessário, em áreas amplas, de forma recorrente, sem a necessidade de craniectomias (intervenção cirúrgica que retira parte do cérebro)', diz o estudo. Acesso ao cérebro Os pesquisadores explicam que tomografias e novos tratamentos a laser para pacientes vítimas de câncer ou derrames requerem cada vez mais acesso ao cérebro. No entanto, esse acesso costuma ser limitado, já que parte do crânio precisa ser removida e recolocada a cada intervenção médica.


Com o implante transparente, essa exigência deixaria de existir. '(O implante) é colocado sob o couro cabeludo, temporária ou permanentemente, e permite o uso de fibras óticas para distribuir laser a partes do cérebro mais superficiais ou profundas', explicam os cientistas. O material escolhido - zircônia estabilizada con ítria, usado em alguns implantes de cerâmica para quadris e para coroas dentárias - foi adaptado para se tornar transparente. Segundo os cientistas, o material é seguro para implantes. 'Neste caso, temos uma ideia que parece ficção científica, mas que se tornou fato científico, com grande potencial para impacto positivo nos pacientes', diz o professor de engenharia mecânica Guillermo Aguilar, um dos autores do estudo. http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2013/09/implante-transparente-pode-criar-janela-parao-cerebro.html


Veículo: Site – G1.Globo Editoria: Pag: Assunto: Inpa realiza palestras direcionadas à tecnologia da informação no “Open Day” Cita a FAPEAM:

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Inpa realiza palestras direcionadas à tecnologia da informação no “Open Day” 2013-09-03 – 16:50:07 O evento oferece tanto à comunidade do Instituto como ao público, uma oportunidade para conhecer as rotinas e atividades da CTIN e do SDIN, assim como sua interatividade com a sociedade Por Clarissa Bacellar A Coordenação de Tecnologia da Informação (CTIN) em parceria com o Serviço de Documentação e Informação (SDIN), do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI), promovem nesta quarta-feira (04), a 4ª edição do “Open Day” (dia aberto), com visitas e apresentações de palestras direcionadas a tecnologia da informação. O objetivo do evento é divulgar ao público quais atividades são realizadas no âmbito da Instituição, além de realizar palestras sobre os benefícios, riscos e o futuro do público com produtos tecnológicos. De acordo com o coordenador substituto do CTIN, Ricardo Rocha, atualmente são providos infraestrutura e serviços modernos de Tecnologia da Informação (TI) para atender a comunidade do Inpa e a sociedade em geral, visando subsidiar o instituto no cumprimento da sua missão. “A Coordenação de Tecnologia da Informação convida a todos para participarem do OpenDAY 2013, pois é uma oportunidade criada com os objetivos de apresentar o aparato tecnológico de última geração utilizado e os serviços providos, bem como discutir temas atuais em tecnologia da


informação com funcionários da casa e palestrantes externos”, explica. Serão palestras com temas atuais, como “Mídias sociais”, ministrada por Durango Duarte, da The Voice Mídias Integradas; Segurança da informação; Tecnologia & Educação, entre outras. “Acreditamos que oportunidades como essa propiciem o diálogo com o público usuário dos equipamentos e serviços e, desta forma, colaborem com o melhoramento e crescimento não somente do Inpa, como da Região Amazônica de modo geral”, afirma Rocha. Confira a programação completa do evento. Arte da chamada: Gabriel Omena (CTIN) http://www.inpa.gov.br/noticias/noticia_sgno2.php?codigo=2910


Veículo: Site – Ciência em Pauta Editoria: Assunto: Método pode aumentar produção de mandioca no AM Cita a FAPEAM: ✘

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Método pode aumentar produção de mandioca no AM Postado em 03/09/2013 A Embrapa vai montar Unidades de Observação onde serão expostas formas de produção da mandioca com tecnologias modernas . Foto: Reprodução A Embrapa vai montar Unidades de Observação onde serão expostas formas de produção da mandioca com tecnologias modernas . Foto: Reprodução A Embrapa Amazônia Ocidental vai demonstrar – durante a 9ª edição da exposição agropecuária de Careiro Castanho (AM), a Agropec – o método que permite propagar uma quantidade até 160 vezes maior de manivas-semente de mandioca comparado ao procedimento tradicional. Esta técnica vai ser utilizada no Manareiro, projeto em desenvolvimento nos municípios de Manaquiri e no próprio Careiro Castanho, que visa à multiplicação rápida de variedades superiores de mandioca para o aumento da produção de farinha e fécula no Estado do Amazonas. Durante o evento, os visitantes da Agropec poderão entender como funciona o passo a passo do método, através da explicação de todas as etapas do processo, desde o início até o resultado final, que é a disponibilização de manivas de mandioca em quantidade e qualidade para o plantio. No Parque de Exposições da feira já está montada a estrutura de multiplicação rápida de manivas – formada por oito câmaras de brotamento e por uma câmara de enraizamento, além do viveiro para aclimatação, que possui 210 metros quadrados. Esta estrutura montada na Agropec é a mesma que será utilizada na continuidade do Manareiro em Careiro Castanho. As fases do método que ainda não podem ser visualizadas – devido ao projeto estar em seu início – serão exemplificadas através de um banner explicativo, com imagens que servirão de suporte para facilitar a compreensão dos interessados. De acordo com o supervisor do Setor de Implementação


da Programação de Transferência de Tecnologia da Embrapa Amazônia Ocidental e coordenador do Manareiro, Raimundo Rocha, o aumento da produtividade da mandiocultura passa necessariamente pela disponibilização de manivas em quantidade e qualidade genética e fitossanitária adequadas para o plantio. MÉTODO O primeiro passo do método de multiplicação rápida consiste no corte de manivas selecionadas em pequenas hastes com duas gemas. Estas “minimanivas” são plantadas nas câmaras de brotamento. Após 30 dias, é possível fazer o primeiro corte acima da primeira gema. Neste momento, os ramos cortados são transportados à câmara de enraizamento, onde permanecem por 15 dias, quando se formam os sistemas radiculares. Com o surgimento das raízes já é possível formar a muda, que passa por um período de aclimatação de mais 15 dias no viveiro. Com quatro ou cinco ciclos é possível produzir cerca de 50 mil mudas. O último passo é levar estas mudas para o campo de multiplicação, que compreende uma área de cinco hectares. Após um período de oito a 12 meses, o produto final do procedimento está pronto e, a partir das 50 mil mudas, são geradas aproximadamente 500 mil manivas-semente. O mesmo método será realizado em Manaquiri, o que totaliza um milhão de manivas-semente multiplicadas nos dois municípios. Os materiais serão entregues aos agricultores locais de forma gratuita, logo após a capacitação técnica dos produtores sobre o cultivo da mandioca. MERCADO Produtos como a farinha de mandioca chegaram a índices de até 150% de aumento de preço devido à diminuição de produção da matéria-prima no Brasil nos últimos anos. No ano de 2012, por exemplo, houve redução de 24% em relação à produção de 2011. No Amazonas, o índice de aumento de valor da farinha de mandioca chegou a 500%, com registros de até R$ 20,00 o quilo do produto. “O mercado é soberano. Se tem produto o preço cai, e se não tem o preço sobe”, destacou Rocha. Iniciando pelos dois municípios contemplados, o Manareiro quer contribuir com o aumento da produção de mandioca no Amazonas, a partir de uma seleção criteriosa das manivas-semente que serão plantadas. “Uma das etapas mais importantes do plantio da mandioca é a qualidade das manivas-semente. Existe pouca disponibilidade de maniva no Amazonas e quando se encontra é de baixa qualidade. O projeto pretende ajudar a mudar esta situação”, completou o coordenador do projeto. MANAREIRO A mandioca é plantada por hastes da planta chamadas manivas. Embora a mandioca seja um cultivo tradicional do Amazonas, nem sempre os agricultores conseguem manter uma reserva de manivas dos seus melhores materiais de mandioca para plantio, ou aproveitar adequadamente o potencial de germinação da planta. No Estado, a multiplicação de manivas-semente pelos agricultores ocorre geralmente pelo método tradicional de propagação, no qual se tira cerca de cinco a 10 manivassemente de uma planta adulta, quando ela atinge 10 a 12 meses. Pelo projeto Manareiro, a Embrapa propõe capacitações no método de multiplicação rápida, pelo qual é possível, a partir de uma planta adulta, selecionar manivas para produzir cerca de 160 plantas, das quais, depois de estabelecidas em um campo de multiplicação, produzirão cerca de 1.600 manivas-semente de 20 centímetros, no período total de, aproximadamente, 16 meses.


Além de disponibilizar manivas-semente, a Embrapa vai montar, em Careiro e Manaquiri, Unidades de Observação onde serão expostas as mais diversas formas de produção da mandioca no Amazonas, desde os métodos mais tradicionais até as tecnologias mais modernas existentes para a cultura. Depois, os resultados serão apresentados e comparados. “Com essa didática ficará fácil a visualização dos produtores quanto à capacidade produtiva da mandioca quando são usadas tecnologias de produção adequadas”, destacou Rocha. O Manareiro é uma proposta da Embrapa Amazônia Ocidental atendendo à demanda do Governo do Estado do Amazonas, por meio da Secretaria de Produção Rural (Sepror). As atividades do projeto serão executadas pela Embrapa, em parceria com o Instituto de Desenvolvimento Agropecuário e Florestal Sustentável do Amazonas (Idam) e as Prefeituras de Manaquiri e Careiro Castanho, através de suas secretarias municipais de Agricultura e Produção. Os recursos para o projeto serão financiados pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), no âmbito do Programa de Apoio à Consolidação das Instituições Estaduais de Ensino e/ou Pesquisa (PróEstado). Fonte: Ascom Embrapa, por Felipe Rosa http://www.cienciaempauta.am.gov.br/2013/09/46689/


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Lançada a programação do Encontro de Bionegócios Amazonas – França CIÊNCIAemPAUTA, por Marlúcia Seixas Postado em 03/09/2013 O objetivo é estimular o crescimento do setor de bionegócios no Estado nas áreas de biofármacos, biocosméticos e alimentos. Foto: Divulgação O objetivo é estimular o crescimento do setor de bionegócios no Estado nas áreas de biofármacos, biocosméticos e alimentos. Foto: Divulgação A Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (SECTI-AM) anunciou nesta terça-feira, 03, a programação do Encontro de Bionegócios Amazonas – França. O evento tem como objetivo estimular a interação entre empresas de biofármacos, biocosméticos, alimentos e instituições de pesquisa e inovação. O Encontro será realizado no dia 12 de setembro de 8h30 às 17h, no Salão Boto Vermelho, no Hotel Quality Manaus, localizado na avenida Mário Ypiranga Monteiro, n° 1.090 – Adrianópolis. Após a abertura haverá palestra magna com Stephan Raud, diretor-geral do Institut de Recherche pour le Développement (IRD), instituto francês de pesquisa para o desenvolvimento. Na oportunidade, ele abordará ‘A biotecnologia e a inovação a serviço da vida moderna’. Também serão apresentados os seguintes painéis: A pesquisa e a inovação como fator de competitividade no mercado mundial de biocosméticos; Inovação tecnológica na área de biofármacos; e A biotecnologia aplicada na produção de alimentos. O Encontro de Bionegócios Amazonas – França é um evento do Governo do Estado, realizado pela


SECTI-AM, Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado Amazonas (Fapeam) e Embaixada da França, no Brasil. Apoiam a atividade o Conselho Nacional de Secretários para Assuntos de Ciência, Tecnologia e Inovação (Consecti) e o IRD. Além da oportunidade de formação de parcerias estratégicas entre empresas e instituições, o Encontro visa alavancar o setor de bionegócios no Estado através da troca de informações e experiências entre os participantes. Empresários e investidores do ramo de bionegócios, gestores de instituições de ciência, tecnologia e inovação, pesquisadores e estudantes de biotecnologia que desejam participar do evento já podem fazer suas inscrições pelos telefones (92) 4009-8110 ou (92) 4009-8107, ou ainda pelo e-mail dat@secti.am.gov.br. As vagas são limitadas. Acesse aqui a programação. CIÊNCIAemPAUTA, por Marlúcia Seixas http://www.cienciaempauta.am.gov.br/2013/09/lancada-a-programacao-do-encontro-debionegocios-amazonas-franca/


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Projeto Espiral da Ciência aborda ‘O ato de escrever’ CIÊNCIAemPAUTA, por Marlúcia Seixas Postado em 03/09/2013 O bate-papo do Projeto Espiral da Ciência, do Programa Ciência na Escola ocorreu no Parque Municipal do Mindu, Foto: Marlúcia Seixas O bate-papo do Projeto Espiral da Ciência, do Programa Ciência na Escola ocorreu no Parque Municipal do Mindu, Foto: Marlúcia Seixas “O ato de escrever” foi o tema da palestra ministrada pelo professor Odenildo Sena, autor do livro A engenharia do texto: Um caminho rumo à pratica da boa redação, da editora Valer, na última sextafeira (30). O bate-papo com o escritor ocorreu durante o encontro do Projeto Espiral da Ciência, do Programa Ciência na Escola (PCE), realizado no Parque Municipal do Mindu, localizado no bairro Parque 10, zona Centro-Sul de Manaus. O evento que reuniu alunos e professores bolsistas do PCE foi aberto pela coordenadora Maria de Fátima Nowak, que apresentou o conceito do Projeto Espiral da Ciência e sua relação com o ato de escrever. “Escrever pra mim sempre representou um desafio muito grande”, confessa Odenildo Sena, lembrando que o principio básico da construção de um texto passa exatamente pelo conceito de espiral, que tem tudo a ver com o ato de produzir um texto, visto que a espiral, assim como o texto, inicia de um núcleo. Segundo o professor, quando se começa a ler um livro geralmente não se tem paciência de passar pela introdução, porém é na introdução que se encontra um roteiro para compreensão da obra.


Assim, no prefácio de seu livro, ele adverte: “escrever bem não é uma tarefa fácil e prazerosa!”. A afirmação, reconhece Odenildo Sena, pode parecer desconcertante para alguns professores mais tradicionalistas que trabalham com o ato de escrever. Embora, para algumas pessoas possa ser fácil escrever, ele disse que para a maioria não o é. E uma prova disso são os resultados das provas de redação dos vestibulares. MITOS Alguns mitos que envolvem o ato de escrever e que são ainda hoje reproduzidos por alguns professores foram apontados pelo autor: Escrever bem é uma questão de dom, não é para qualquer um; Escrever bem é uma competência que pode ser desenvolvida com uma boa dica; Quem muito lê, escreverá muito bem; Escrever é pouco importante no mundo moderno. Para Odenildo Sena, escrever bem é uma habilidade que pode ser desenvolvida e aprimorada com a prática e compreensão das estruturas dos textos lidos. O hábito da leitura leva, sim, à formação de um bom leitor, o que é uma contribuição enorme para o ato de escrever. “Se você lê muito, as estruturas do texto que você lê acabam sendo incorporadas ao texto que você escreve”. Para finalizar, ele observa que “quem escreve, quem se dá à perseverança de escrever e reescrever razoavelmente bem até chegar ao texto ideal, tem o direito a ter direito à palavra”. O que é uma questão de persistência e conquista da credibilidade do autor do texto. ESPIRAL DA CIÊNCIA A “Língua Portuguesa e suas Diversas Modalidades” foi o tema do Projeto Espiral da Ciência. Segundo Maria de Fátima Nowak, o projeto é uma quebra de paradigmas e fronteiras. “Estamos colocando a ciência dentro daquilo que é popular. Ninguém entra em um espiral e sai da mesma forma. Todos saem diferentes. Compare o projeto a um espiral de vento, que chega e vai arrebentando tudo”, destacou. O projeto tem como objetivo aproximar os estudantes da educação básica de escolas públicas, dos cientistas que atuam nas mais distintas linhas de pesquisa. É uma iniciativa do Governo do Estado, por meio da Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), realizado em parceria com a Secretaria de Estado de Educação (Seduc) e a Secretaria Municipal de Educação (Semed). Além de Odenildo Sena também contribuíram com o evento, o especialista em Língua Portuguesa, Leitura e Produção de Texto, Edilson Soares; o mestre em Sociedade e Cultura da Amazônia, Denison Silvan, e a jornalista Cassandra Castro. Ao final do encontro, os bolsistas do PCE tiveram a oportunidade de mostrar seus trabalhos e conquistas dos projetos. O Programa Ciência na Escola, de 2003 a 2012, já apoiou 1.096 projetos e concedeu 7.758 bolsas de pesquisa a professores e alunos da educação básica.


Odenildo Sena é mestre e doutor em Linguística Aplicada e Estudos da Linguagem, pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), e titular da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Amazonas (SECTI-AM). CIÊNCIAemPAUTA, por Marlúcia Seixas http://www.cienciaempauta.am.gov.br/2013/09/projeto-espiral-da-ciencia-aborda-o-ato-de-escreverpara-professores-e-alunos-do-pce/


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Arquivos do Hospital Adriano Jorge serão recuperados e digitalizados Postado em 03/09/2013 Hospital Adriano Jorge. Foto: Francisco Araújo Hospital Adriano Jorge. Foto: Francisco Araújo Em 1953, o Hospital Adriano Jorge surgiu para funcionar como um sanatório. Só nos anos 1970 passou a ser um hospital com 432 leitos para tratamento de pacientes com tuberculose do Amazonas e também de outros Estados do País. Não demorou muito para que nessa época a instituição se tornasse referência. Dados históricos do hospital apontam que, nesse período, chegou-se a servir 3 mil refeições diárias. Na época, o bairro Cachoeirinha, na zona sul de Manaus, onde está localizado o hospital, ainda era uma área distante e o único acesso era através de bondes. Em 2003, o hospital passou a ser Fundação permitindo assim parcerias e convênios com entidades nacionais e internacionais para o tratamento de diversas doenças. Estima-se que, desde sua criação, mais de 1 milhão de pessoas foram beneficiadas pelo Hospital Geral Adriano Jorge. Ao longo desses anos, muitos documentos foram acumulados, os quais tratam sobre a história do local. Para evitar a “perda da memória histórica” do hospital e a ação do tempo sobre os documentos, a mestre em Educação Marilene de Sena e Silva pretende recuperar, organizar e digitalizar o material. Contemplada no Edital 010/2013 (Pró-Acervo) da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), Marilene Silva concedeu entrevista à Agência Fapeam para falar sobre o seu projeto.


Agência Fapeam: Como surgiu a ideia de elaborar políticas arquivistas para a gestão documental da Fundação Hospital Adriano Jorge? Qual necessidade foi identificada? Marilene: A ideia surgiu há algum tempo, ao observarmos o grande volume de papel gerado pelos setores, tanto relacionados à internação de pacientes quanto à administração. Com o projeto, poderemos ter acesso às informações muito mais rápido e o custo de armazenagem será menor porque não precisaremos guardar o documento físico por muito tempo, como é o caso do setor de Recursos Humanos. Não sabia como fazer para melhorar, pois a Fundação não dispõe de recursos próprios. Foi quando abriu o Edital Pró-Acervo da FAPEAM e pude submeter o projeto. AF: Na proposta apresentada à Fapeam você fala que pretende melhorar, dinamizar e otimizar a conservação dos documentos da instituição com tecnologias adequadas e avançadas. Como você pretende fazer esse trabalho? Marilene: Vamos, primeiramente, levantar a quantidade de documentos dos setores, fazer a seleção e o preparo para digitalização (amassados, clips, grampos, etc.). Depois, iremos utilizar impressoras multifuncionais para a digitalização, servidores de dados para armazenagem e sistema de gestão de documentos para “indexar” os mesmo para facilitar a procura. AF: Seu projeto pretende abranger documentos dos funcionários, prontuários de pacientes das diversas clínicas, documentos históricos e bibliográficos. São muitos papéis e você conta com o apoio de mais duas pessoas. Como pretende dar conta de tantos documentos? Marilene: Vamos começar fazendo o levantamento da quantidade, depois a preparação e, por fim, a digitalização propriamente dita. Vamos ter que criar um cronograma e separar entre o acervo já existente e os documentos novos. AF: Nesse processo de melhoria, o que você pretende mudar no Adriano Jorge? Marilene: Pretendemos mudar a agilidade na busca de documentos, tanto documentos antigos como novos, diminuir o desperdício de papel e diminuir o custo com armazenagem física dos documentos, além de permitir a recuperação da informação com rapidez e eficácia. AF: Como essas mudanças vão melhorar a vida de pacientes e funcionários da instituição? Marilene: Além da busca mais rápida depois que tudo estiver pronto, os documentos poderão ser recuperados da melhor forma possível, pois serão armazenados sem que se deteriorem com o tempo. Hoje, as pessoas não têm tempo para perder com sistemas ultrapassados na busca da informação. AF: Como você avalia a ajuda do Governo do Estado, por meio da FAPEAM, para colocar em prática seu projeto? Marilene: Com certeza, o edital veio no momento certo, pois vai permitir equipar os diversos setores da Fundação com os equipamentos multifuncionais, proporcionando um melhor atendimento aos nossos pacientes/clientes, pesquisadores e a todos que necessitarem de informações sobre os nossos serviços. SOBRE O PRÓ-ACERVO


Trata-se do Programa de Restauração e Preservação de Acervos Documentais do Estado do Amazonas, que consiste em apoiar, com recursos financeiros e bolsas, projetos institucionais de conservação documental em seus diferentes suportes (textuais, audiovisuais, inconográficos, fotográficos etc.), restauração de documentos em papel, digitalização e microfilmagem, visando criar condições para o acesso ao público e pesquisadores. Fonte: Agência Fapeam http://www.cienciaempauta.am.gov.br/2013/09/arquivos-do-hospital-adriano-jorge-seraorecuperados-e-digitalizados/


Veículo: Site – Ciência em Pauta Editoria: Assunto: Sapo minúsculo escuta através da boca Cita a FAPEAM:

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Sapo minúsculo escuta através da boca Postado em 03/09/2013 Cientistas descobriram como um dos menores sapos do mundo consegue ouvir através da boca. Até então, acreditava-se que o pequeno sapo, da espécie Sechellophryne gardineri, era surdo. Mas um estudo divulgado na publicação cientifica Proceedings of the National Academy of Sciences revelou que o anfíbio utiliza a cavidade da boca para transmitir sinais de som para o cérebro. Com a descoberta, fica claro como um sapo sem ouvidos consegue produzir um alto coaxar. AUSÊNCIA DE TÍMPANO Os minúsculos sapos, que vivem nas florestas de Seicheles, no Oceano Índico, não têm a região do ouvido médio, o que significa que eles não têm o tímpano. Por isso, os pesquisadores assumiram que o animal não poderia ampliar e transmitir ondas sonoras do ambiente para o ouvido médio, via células nervosas, para o cérebro. Mas o estudo revelou que a espécie desafiava essas suposições. Os cientistas fizeram gravações dos sons emitidos pelos sapos e os tocaram para sapos selvagens com o intuito de observar como se comportavam. Justin Gerlach, da fundação pela proteção da natureza em Seicheles, e membro do time de pesquisa, explicou que o coaxar do sapo era “um dos sons característicos da floresta. É um alto coaxar”, disse. Os experimentos com as gravações mostraram que os sapos conseguiam ouvir o coaxo. “Quando tocamos o chamado, eles respondem”, explicou Gerlach. “Eles mudam de posição, se virando para a direção do som, ou coaxam em resposta”.


O responsável pela pesquisa, Renaud Boistel, do Centro Nacional de Pesquisa Cientifica da França, disse: “É muito engraçado, os sapos chegam a atacar as caixas de som”. BOCA QUE RESSOA O passo seguinte foi descobrir como esses sapos conseguiam ouvir sons. Durante a investigação, o time usou um raio-X ultra sensível no European Synchrotron Research Facility (ESRF, na sigla em inglês), em Grenoble, na França. O raio-X permitiu que eles examinassem a anatomia do sapo nos mínimos detalhes e descobrissem que partes do corpo exercem o papel do ouvido médio, transmitindo sinais de ondas sonoras através dos nervos para o cérebro. O time simulou como a cabeça do pequeno anfíbio respondia a ondas sonoras de mesma frequência que o alto coaxar do sapo. Isso confirmou que, nessas frequências, a boca do sapo rossoava como o corpo de uma guitarra, amplificando o som. Esses minúsculos anfíbios desenvolveram menos e mais finas camadas de tecido entre a cavidade da boca e o ouvido interno. Isso permitiu que as ondas sonoras fossem transmitidas de forma mais eficiente para o “labirinto” de fluido que existe dentro da cabeça dos sapos e depois para o cérebro via células nervosas. “Essa combinação de uma boca ressonante e uma condução óssea permite que os Sechellophryne gardineri percebam o som de forma eficiente sem o ouvido do meio”, disse Boistel. Ele disse ainda que espera que a descoberta desse novo mecanismo de escuta possa ser aplicado para ajudar certos tipos de surdez humana. AMEAÇADOS DE EXTINÇÃO E ISOLADOS O Sechellophryne gardineri só existe em Seicheles. ”Eles vivem em uma ilha no meio do Oceano Índico, o que os coloca entre os sapos mais isolados geograficamente do mundo,” explicou Gerlach. “E eles vivem isolados desde que Seicheles se separou da Índia, há 65 milhões de anos”. A espécie é considerada em extinção, primeiramente porque seu habitat está sendo devastado por incêndios, espécies invasoras, e atividades humanas como a agricultura e o turismo. Gerlach disse: “A possível extinção desses sapos significaria a perda de 65 milhões de anos de evolução, não só seu sistema de audição é incomum, mas eles também são um dos menores sapos do mundo”. Fonte: BBC Brasil http://www.cienciaempauta.am.gov.br/2013/09/sapo-minusculo-escuta-atraves-da-boca/


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Pesquisadores testam nova estratégia para o controle do vetor da leishmaniose Postado em 03/09/2013 Pesquisadores desenvolvem um projeto para o controle do vetor da leishmaniose visceral na região sudeste do Brasil. Foto: Reprodução Pesquisadores desenvolvem um projeto para o controle do vetor da leishmaniose visceral na região sudeste do Brasil. Foto: Reprodução Pesquisadores do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), em parceria com o pesquisador Gordon Hamilton da Universidade Keele, na Inglaterra, desenvolvem um projeto para o controle do vetor da leishmaniose visceral na região sudeste do Brasil. Nesta segunda fase, a iniciativa testa o uso do ferormônio sintético do mosquito palha: o 9-Metil Germacreno. O ferormônio é uma substância química secretada por espécies animais que promove a atração sexual de indivíduos da mesma espécie. Um kit que usa o ferormônio combinado a um cortinado impregnado com inseticida a base está em fase de desenvolvimento, segundo aponta o coordenador do projeto e pesquisador do Laboratório de Doenças Parasitárias do IOC, Reginaldo Peçanha Brazil: “O ferormônio irá atrair os mosquitos e o inseticida o eliminará. Planejamos testar o uso do kit como estratégia de controle, com o objetivo de favorecer a diminuição da densidade de flebotomíneos em determinada localidade”, explica. Financiando pela Wellcome Trust, fundação internacional que apoia pesquisas biomédicas, o projeto envolve 18 municípios do noroeste do Estado de São Paulo, região com muitos casos da doença. SOBRE A LEISHMANIOSE VISCERAL


A leishmaniose visceral é uma doença infecciosa sistêmica que compromete o fígado e o baço, além de ocasionar a perda de peso, fraqueza, redução da força muscular, anemia, dentre outras manifestações. Os sintomas podem surgir entre 10 dias a 24 meses após a infecção pelo parasito do gênero leishmania. A enfermidade é transmitida pelo inseto Lutzomyia longipalpis, conhecido popularmente como mosquito palha, sendo o cachorro o principal reservatório doméstico do parasito. Dados do Ministério da Saúde apontam que, entre 2009 e 2011, foram notificados mais de seis mil casos da doença. Fonte: Fiocruz http://www.cienciaempauta.am.gov.br/2013/09/pesquisadores-testam-nova-estrategia-para-ocontrole-do-vetor-da-leishmaniose-visceral/


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Secti-AM lança programação do Encontro de Bionegócios Amazonas-França 11:39 - 03/09/2013 A Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-AM) anunciou nesta terça-feira, 3 de setembro, a programação do Encontro de Bionegócios Amazonas-França. O evento tem como objetivo estimular a interação entre empresas de biofármacos, biocosméticos, alimentos e instituições de pesquisa e inovação. O Encontro será realizado no dia 12 de setembro, das 8h30 às 17h, no Salão Boto Vermelho, no Hotel Quality Manaus (avenida Mário Ypiranga Monteiro, n° 1.090, Adrianópolis). Após a abertura haverá palestra magna com Stephan Raud, diretor-geral do Institut de Recherche pour le Développement (IRD), instituto francês de pesquisa para o desenvolvimento. Na oportunidade, ele abordará o tema “A biotecnologia e a inovação à serviço da vida moderna”. Também serão apresentados os seguintes painéis: “A pesquisa e a inovação como fator de competitividade no mercado mundial de biocosméticos”; ”Inovação tecnológica na área de biofármacos”; e “A biotecnologia aplicada na produção de alimentos”. O Encontro de Bionegócios Amazonas – França é um evento do Governo do Estado, realizado pela Secti-AM, Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado Amazonas (Fapeam) e Embaixada da França, no Brasil. Apoiam a atividade o Conselho Nacional de Secretários para Assuntos de Ciência, Tecnologia e Inovação (Consecti) e o IRD.


Além da oportunidade de formação de parcerias estratégicas entre empresas e instituições, o Encontro visa alavancar o setor de bionegócios no Estado através da troca de informações e experiências entre os participantes. Inscrições - Empresários e investidores do ramo de bionegócios, gestores de instituições de ciência, tecnologia e inovação, pesquisadores e estudantes de biotecnologia que desejam participar do Encontro já podem fazer suas inscrições pelos telefones (92) 4009-8110 ou (92) 4009-8107, ou ainda pelo e-mail dat@secti.am.gov.br. As vagas são limitadas. http://www.amazonas.am.gov.br/2013/09/secti-am-lanca-programacao-do-encontro-de-bionegociosamazonas-franca/


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Secti-AM lança programação do Encontro de Bionegócios Amazonas-França Postado em 03/09/2013 - 15:07 Shopping Ponta Negra A Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-AM) anunciou nesta terça-feira, 3 de setembro, a programação do Encontro de Bionegócios Amazonas-França. O evento tem como objetivo estimular a interação entre empresas de biofármacos, biocosméticos, alimentos e instituições de pesquisa e inovação. O Encontro será realizado no dia 12 de setembro, das 8h30 às 17h, no Salão Boto Vermelho, no Hotel Quality Manaus (avenida Mário Ypiranga Monteiro, n° 1.090, Adrianópolis). Após a abertura haverá palestra magna com Stephan Raud, diretor-geral do Institut de Recherche pour le Développement (IRD), instituto francês de pesquisa para o desenvolvimento. Na oportunidade, ele abordará o tema “A biotecnologia e a inovação à serviço da vida moderna”. Também serão apresentados os seguintes painéis: “A pesquisa e a inovação como fator de competitividade no mercado mundial de biocosméticos”; “Inovação tecnológica na área de biofármacos”; e “A biotecnologia aplicada na produção de alimentos”. O Encontro de Bionegócios Amazonas – França é um evento do Governo do Estado, realizado pela Secti-AM, Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado Amazonas (Fapeam) e Embaixada da França, no Brasil. Apoiam a atividade o Conselho Nacional de Secretários para Assuntos de Ciência, Tecnologia e Inovação (Consecti) e o IRD.


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Secti-AM lança programação do Encontro de Bionegócios Amazonas-França Publicado: Terça, 03 Setembro 2013 16:52 A Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-AM) anunciou nesta terça-feira, 3 de setembro, a programação do Encontro de Bionegócios Amazonas-França. O evento tem como objetivo estimular a interação entre empresas de biofármacos, biocosméticos, alimentos e instituições de pesquisa e inovação. O Encontro será realizado no dia 12 de setembro, das 8h30 às 17h, no Salão Boto Vermelho, no Hotel Quality Manaus (avenida Mário Ypiranga Monteiro, n° 1.090, Adrianópolis). Após a abertura haverá palestra magna com Stephan Raud, diretor-geral do Institut de Recherche pour le Développement (IRD), instituto francês de pesquisa para o desenvolvimento. Na oportunidade, ele abordará o tema "A biotecnologia e a inovação à serviço da vida moderna". Também serão apresentados os seguintes painéis: "A pesquisa e a inovação como fator de competitividade no mercado mundial de biocosméticos"; "Inovação tecnológica na área de biofármacos"; e "A biotecnologia aplicada na produção de alimentos". O Encontro de Bionegócios Amazonas – França é um evento do Governo do Estado, realizado pela Secti-AM, Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado Amazonas (Fapeam) e Embaixada da França, no Brasil. Apoiam a atividade o Conselho Nacional de Secretários para Assuntos de Ciência, Tecnologia e Inovação (Consecti) e o IRD. Além da oportunidade de formação de parcerias estratégicas entre empresas e instituições, o


Encontro visa alavancar o setor de bionegócios no Estado através da troca de informações e experiências entre os participantes. Inscrições - Empresários e investidores do ramo de bionegócios, gestores de instituições de ciência, tecnologia e inovação, pesquisadores e estudantes de biotecnologia que desejam participar do Encontro já podem fazer suas inscrições pelos telefones (92) 4009-8110 ou (92) 4009-8107, ou ainda pelo e-mail dat@secti.am.gov.br. As vagas são limitadas. http://www.amazonasnoticias.com.br/not%C3%ADcias/3413-secti-am-lan%C3%A7a-programa %C3%A7%C3%A3o-do-encontro-de-bioneg%C3%B3cios-amazonas-fran%C3%A7a.html


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Método que pode aumentar produção de mandioca no AM é demonstrado em Careiro Publicado: Terça, 03 Setembro 2013 16:01 A Embrapa Amazônia Ocidental vai demonstrar – durante a 9ª edição da exposição agropecuária de Careiro Castanho (AM), a Agropec – o método que permite propagar uma quantidade até 160 vezes maior de manivas-semente de mandioca comparado ao procedimento tradicional. Esta técnica vai ser utilizada no Manareiro, projeto em desenvolvimento nos municípios de Manaquiri e no próprio Careiro Castanho, que visa à multiplicação rápida de variedades superiores de mandioca para o aumento da produção de farinha e fécula no Estado do Amazonas. Durante o evento, os visitantes da Agropec poderão entender como funciona o passo a passo do método, através da explicação de todas as etapas do processo, desde o início até o resultado final, que é a disponibilização de manivas de mandioca em quantidade e qualidade para o plantio. No Parque de Exposições da feira já está montada a estrutura de multiplicação rápida de manivas – formada por oito câmaras de brotamento e por uma câmara de enraizamento, além do viveiro para aclimatação, que possui 210 metros quadrados. Esta estrutura montada na Agropec é a mesma que será utilizada na continuidade do Manareiro em Careiro Castanho. As fases do método que ainda não podem ser visualizadas – devido ao projeto estar em seu início – serão exemplificadas através de um banner explicativo, com imagens que servirão de suporte para facilitar a compreensão dos interessados. De acordo com o supervisor do Setor de Implementação da Programação de Transferência de Tecnologia da Embrapa Amazônia Ocidental e coordenador do


Manareiro, Raimundo Rocha, o aumento da produtividade da mandiocultura passa necessariamente pela disponibilização de manivas em quantidade e qualidade genética e fitossanitária adequadas para o plantio. Método O primeiro passo do método de multiplicação rápida consiste no corte de manivas selecionadas em pequenas hastes com duas gemas. Estas “minimanivas” são plantadas nas câmaras de brotamento. Após 30 dias, é possível fazer o primeiro corte acima da primeira gema. Neste momento, os ramos cortados são transportados à câmara de enraizamento, onde permanecem por 15 dias, quando se formam os sistemas radiculares. Com o surgimento das raízes já é possível formar a muda, que passa por um período de aclimatação de mais 15 dias no viveiro. Com quatro ou cinco ciclos é possível produzir cerca de 50 mil mudas. O último passo é levar estas mudas para o campo de multiplicação, que compreende uma área de cinco hectares. Após um período de oito a 12 meses, o produto final do procedimento está pronto e, a partir das 50 mil mudas, são geradas aproximadamente 500 mil manivas-semente. O mesmo método será realizado em Manaquiri, o que totaliza um milhão de manivas-semente multiplicadas nos dois municípios. Os materiais serão entregues aos agricultores locais de forma gratuita, logo após a capacitação técnica dos produtores sobre o cultivo da mandioca. Mercado Produtos como a farinha de mandioca chegaram a índices de até 150% de aumento de preço devido à diminuição de produção da matéria-prima no Brasil nos últimos anos. No ano de 2012, por exemplo, houve redução de 24% em relação à produção de 2011. No Amazonas, o índice de aumento de valor da farinha de mandioca chegou a 500%, com registros de até R$ 20,00 o quilo do produto. “O mercado é soberano. Se tem produto o preço cai, e se não tem o preço sobe”, destacou Rocha. Iniciando pelos dois municípios contemplados, o Manareiro quer contribuir com o aumento da produção de mandioca no Amazonas, a partir de uma seleção criteriosa das manivas-semente que serão plantadas. “Uma das etapas mais importantes do plantio da mandioca é a qualidade das manivas-semente. Existe pouca disponibilidade de maniva no Amazonas e quando se encontra é de baixa qualidade. O projeto pretende ajudar a mudar esta situação”, completou o coordenador do projeto. Manareiro A mandioca é plantada por hastes da planta chamadas manivas. Embora a mandioca seja um cultivo tradicional do Amazonas, nem sempre os agricultores conseguem manter uma reserva de manivas dos seus melhores materiais de mandioca para plantio, ou aproveitar adequadamente o potencial de germinação da planta. No Estado, a multiplicação de manivas-semente pelos agricultores ocorre geralmente pelo método tradicional de propagação, no qual se tira cerca de cinco a 10 manivassemente de uma planta adulta, quando ela atinge 10 a 12 meses. Pelo projeto Manareiro, a Embrapa propõe capacitações no método de multiplicação rápida, pelo qual é possível, a partir de uma planta adulta, selecionar manivas para produzir cerca de 160 plantas, das quais, depois de estabelecidas em um campo de multiplicação, produzirão cerca de 1.600 manivas-semente de 20 centímetros, no período total de, aproximadamente, 16 meses. Além de disponibilizar manivas-semente, a Embrapa vai montar, em Careiro e Manaquiri, Unidades


de Observação onde serão expostas as mais diversas formas de produção da mandioca no Amazonas, desde os métodos mais tradicionais até as tecnologias mais modernas existentes para a cultura. Depois, os resultados serão apresentados e comparados. “Com essa didática ficará fácil a visualização dos produtores quanto à capacidade produtiva da mandioca quando são usadas tecnologias de produção adequadas”, destacou Rocha. O Manareiro é uma proposta da Embrapa Amazônia Ocidental atendendo à demanda do Governo do Estado do Amazonas, por meio da Secretaria de Produção Rural (Sepror). As atividades do projeto serão executadas pela Embrapa, em parceria com o Instituto de Desenvolvimento Agropecuário e Florestal Sustentável do Amazonas (Idam) e as Prefeituras de Manaquiri e Careiro Castanho, através de suas secretarias municipais de Agricultura e Produção. Os recursos para o projeto serão financiados pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), no âmbito do Programa de Apoio à Consolidação das Instituições Estaduais de Ensino e/ou Pesquisa (PróEstado). IX Agropec A IX Agropec acontece em Careiro Castanho de 02 a 07 de setembro, no Parque de Exposições do município. A programação do evento conta com palestras, eventos, estandes de instituições e incentivo à cadeia produtiva, além de outras atrações, como desfile das candidatas à Rainha de Rodeio, shows musicais, prova dos três tambores e rodeio.


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Nova legislação promete mudar a vida do pesquisador Sibá Machado - valendo set. Relator do PL 2.177/11, o deputado federal Sibá Machado explica como e por que a proposta que instituiria o Código Nacional de Ciência e Tecnologia e Inovação acabou sendo desmembrada em leis distintas. Em entrevista exclusiva para o Jornal da Ciência, ele afirma que em dezembro já estará sendo promulgado um conjunto de leis que promete mudar a vida do pesquisador brasileiro. Para ele, o impacto da nova legislação deve ser de mais de 70 bilhões de dólares na economia do país. Como nasceu a ideia de uma nova legislação para CT&I? Nasceu de uma reclamação antiga dos pesquisadores, principalmente em relação à lei das licitações, que mais engessa do que serve à pesquisa. Precisávamos substituir o princípio da Lei 8.666, que é o princípio do baixo preço, pelo principio da qualidade. Esse foi o grande ponto de partida. Mas, quando nós começamos a construir o Código Nacional de Ciência e Tecnologia, nós vimos que precisaríamos mexer em assuntos para os quais o legislativo não está autorizado. Por exemplo? Tudo o que diz respeito à redução de taxas, à tributação. Em questões ligadas à área fazendária, nós não poderíamos tomar a iniciativa, e sim o executivo. Também existiam questões consideradas cláusulas pétreas da Constituição. Será preciso promover modificações na Constituição? Exatamente. Sem amparo constitucional nós não conseguiríamos fazer nada.


Por isso é que, além do PL 2.177, há uma proposta de emenda constitucional [PEC]? Mais que isso. Chegamos à conclusão de que são necessárias cinco grandes leis. Três delas são de iniciativa do poder executivo. As duas do poder legislativo são a PEC que vai mudar a Constituição nesse assunto e o próprio PL 2.177. E quais as leis de iniciativa do executivo? O RDC [Regime Diferenciado de Contratações], que o governo vai encaminhar por projeto de lei ou por medida provisória; a legislação das fundações de apoio, que já foi aprovada na Câmara dos Deputados dentro da Medida Provisória 614; e a lei sobre o acesso à biodiversidade. Então, o PL 2.177 virou cinco leis. E o marco legal da inovação? Não vai ter lei específica para o assunto? Não. Ele será tratado no próprio PL 2.177. E também temos que alterar a Constituição nesse item porque ela sequer trata de inovação hoje. Temos que mudar artigos para criar um conceito e uma regra para inovação. Tem que ser criada a possibilidade para o Sistema Nacional de CT&I. Temos que criar linhas de diretrizes gerais para poder abrir um cenário para as relações entre as iniciativas públicas e privadas. Tendo essa base constitucional, a inovação vai ser tratada no PL 2.177 porque o que faltar nas leis específicas vai constar no PL 2.177. Por ser uma espécie de complemento, ele vai ser o último a ser aprovado. Ele vai ser a lei regulamentadora da Constituição. Dentro desses cinco eixos, qual tem sido a maior dificuldade? A biodiversidade, porque envolve a questão da segurança. Vou te dar um exemplo: um pesquisador da Amazônia que queira fazer doutorado e acaba fazendo com um laboratório do exterior. O material genético que ele colhe, ele manda para o orientador do exterior. Quando vem de lá, vem só a informação que ele precisa para fechar a tese. Mas tudo o que foi, o material que ele mandou pra lá, quem é que sabe? Aí nós estamos gerando patentes no exterior de maneira legal. É uma biopirataria legalizada. Então, a gente tem que tomar muito cuidado. Mas, por outro lado, hoje para ter licença para acesso a um material desse demora tanto… São problemas graves e contraditórios. E o RDC, como vai funcionar? Não tem segredo. Hoje o pesquisador é tratado como se trata um prefeito. A Lei 8.666 é regra para obras físicas. Isso é um problema. Na questão do preço, por exemplo, se eu vou comprar um microscópio, eu tenho que comprar o mais barato. Mas o mais barato nem sempre serve para o pesquisador. Ele quer comprar o que ele precisa. Então é uma dificuldade. Os órgãos da fiscalização são um terror nessa hora. Como serão as novas regras? Com base no que existe na lei da copa, nós estamos colocando na linguagem e dentro da visão e do interesse da ciência. Então, os prazos mudam. A pesquisa, em muitas áreas, não tem como dar um prazo, só uma estimativa de prazo. Não tem um prazo definido. O que é obra física para um laboratório? O que é material de pesquisa? Um microscópio, um computador de alta precisão? A lei diz que tudo tem que ser licitado como obras físicas. Nós vamos colocar na lei que tudo isso tem que ser contratado como material de pesquisa. O que a lei das fundações de apoio traz de novidade? As fundações de apoio voltam a ter uma importância muito grande dentro das universidades e vão poder fazer contratações diretas independentes da universidade. Claro que, em comum acordo, ela poderá contratar direto com empresas. Vamos autorizar esses contratos diretos. Não é papel do pesquisador mexer com burocracia. Para que o pesquisador não perca tempo com isso, nós propomos – e o governo já aceitou – que haverá uma equipe de administração dentro das fundações. Ele faz a pesquisa e a fundação faz a prestação de contas.


A proposta inicial era de que houvesse um Código Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação. Pelo fato de o projeto estar sendo desmembrado em leis distintas, deixa de ser considerado um código? Deixa. Formalmente não é mais um código. É inapropriado, mas continuamos chamando assim porque é um grande título. Nós não pudemos consolidá-lo numa única peça de lei porque é um conjunto de detalhes tão grandes que, algumas vezes, a velocidade de modificação é muito grande. Essa questão de inovação muda muito rápido. Então, se colocar num código não dá para mexer a qualquer hora. Por isso, os assuntos serão tratados em diferentes leis ordinárias. As audiências públicas já realizadas influenciaram na decisão pelo desmembramento? Sim. Eu propus essa metodologia e todos concordaram. O próprio governo concordou. E de que forma a comunidade científica se manifestou? Muito confiante. Você imagina cinco leis e a complexidade de cada uma delas. A gente conseguir aprovar com a rapidez com que está aprovando… Alguns não acreditavam. Isso tem motivado muito os pesquisadores. Temos tido contribuições, onde quer que a gente chegue. E vamos continuar debatendo nas audiências públicas. Quais são as próximas? Temos mais quatro aprovadas: Vitória, Salvador, Rio Grande do Sul e uma na UnB [Universidade de Brasília]. E ainda dentro da Câmara teremos ainda, pelo menos, mais duas. Cada lei dessas vai ter que organizar audiências próprias. E os deputados, como se posicionam a respeito? No início, eles não compreendiam de fato aonde eu queria chegar. Num momento, achavam que eu estava perdido; em outro, achavam que não valeria a pena. E aonde o senhor quer chegar? Como eu não tinha como ter o código numa lei só, eu tive que negociar com o governo os grandes gargalos e propor ao próprio governo que propusesse as leis de competência dele. Essa foi a grande conquista. Quando o governo concordou em desmembrar, a comissão entendeu. O senhor acha que haverá resistência por parte dos parlamentares em aprovar as leis? Não. O primeiro grande teste foi a aprovação da Medida Provisória 614 sem briga, sem confusão. Acredito que haja um amadurecimento. O pessoal entendeu que é o conjunto dessa obra que vai dar a resposta que os cientistas estão precisando. Qual a perspectiva de que essa legislação esteja em vigor? Dentro da Câmara, a gente tem cinco coisas para serem votadas até outubro. Aí temos novembro para ver se o Senado acompanha a mesma velocidade. E acho que vai. Até o Natal, estaremos promulgando tudo isso. De que forma ela vai melhorar a vida do pesquisador? Ah, é muito mais liberdade… Só o RDC, que é a espinha dorsal de tudo, vai ter um impacto enorme na área de importação e exportação. Nós estimamos que, em dez anos, o Brasil pode estar substituindo uma série de produtos de alto valor agregado, que hoje é o que tem desequilibrado mais a nossa balança comercial. Então, vai ter um impacto considerável na economia do país…


Só para você ter uma ideia, o que estamos fazendo aqui foi feito lá nos Estados Unidos. E eles têm a expectativa de dar um impacto positivo de 3% na economia americana. Aqui, o impacto deve ser de mais de 70 bilhões de dólares, de acordo com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Fonte: Jornal da Ciência | Por: Mario Nicoll Esta matéria está na página 6 do Jornal da Ciência impresso que pode ser acessado em http://www.jornaldaciencia.org.br/impresso/JC744.pdf http://www.confap.org.br/nova-legislacao-promete-mudar-a-vida-do-pesquisador/


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Programas de fomento à inovação foi pauta de encontro em Santa Catarina Programas de fomento à inovação de Santa Catarina foram tema de debate promovido pela Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (Acate), por meio de suas Verticais de Negócios. O encontro, realizado com o apoio da Fapesc, Badesc e BRDE, ocorreu ontem (2 de setembro), em Florianópolis. Durante a exposição, pesquisadores renomados na área de inovação, ciência e tecnologia apresentaram opções de recursos reembolsáveis e não reembolsáveis disponíveis no estado para investimento em PD&I, como Tecnova e o Inovacred. O presidente do Confap, Sergio Gargioni, foi um dos palestrantes, assim como o coordenador do Tecnova, José Renato Garcia Dellagnelo; o diretor de Desenvolvimento de Negócios do Badesc, Justiniano Pedroso; e o gerente de Desenvolvimento de Negócios do Badesc, Anderson Luiz Pacheco de Souza do Badesc. Participaram ainda o gerente de Planejamento do BRDE, Rogério Gomes Penetra e representantes do IEL (Instituto Euvaldo Lodi) e do Instituto Internacional de Inovação, que prestaram orientações quanto à elaboração de projetos. Pesquisa mostra queda no investimento - De acordo com o presidente da Acate, Guilherme Bernard, o investimento em PD&I, por meio de fontes públicas, pode ser uma importante estratégia para o crescimento das empresas. Contudo, uma pesquisa realizada pela associação com 55 empresas das Verticais de Negócios da entidade evidenciou forte queda nos recursos públicos como fomento para PD&I – foram captados R$ 10,5 milhões em 2011 e apenas R$ 3,5 milhões em 2012 (-66,11%). Ainda assim, o investimento privado em pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I) passou de R$ 28,1 milhões em 2011 para R$ 34,7 milhões no ano passado (crescimento de 23%). “É preciso que as empresas conheçam as oportunidades disponíveis e saibam como usufrui-las da melhor forma, por isso ações como este VerticAlmoço são importantes”, ressalta. Conheça mais sobre o Tecnova aqui. Clique aqui para saber mais sobre o Inovacred. Fonte: assessorai de comunicação da Acate. http://www.confap.org.br/programas-de-fomento-a-inovacao-foi-pauta-de-encontro-em-santacatarina/


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Pesquisadores descobrem duas novas espécies de peixe elétrico 03/09/2013 - 17:32 Duas novas espécies de peixes elétricos foram descobertas na Amazônia pelos pesquisadores Jansen Zuanon, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI), Cristina Cox, do departamento de biologia da Universidade de Massachusetts, e John Sullivan, do Museu de Vertebrados da Universidade de Cornell, ambos dos Estados Unidos. Segundo o pesquisador do Inpa, essas duas espécies – Brachyhypopomus walteri e Brachyhypopomus bennetti – produzem um sinal elétrico muito fraco, impossível de sentir ao contato. “Essas espécies não são como o poraquê [Electrophorus electricus], capaz de atordoar uma pessoa que tenha contato com ele por conta da sua carga elétrica forte”, disse. As duas novas espécies são muito semelhantes entre si e foram classificadas no subgênero Odontohypopomus, por serem as únicas com dentição no seu gênero. E, de acordo com estudo, os sinais elétricos desses peixes são utilizados basicamente para comunicação e para localizar presas e predadores. “A espécie Brachyhypopomus walteri possui carga elétrica bifásica. Já a espécie Brachyhypopomus bennetti possui carga monofásica positiva, e seus sinais elétricos irregulares se assemelham ao do poraquê”, explicou Zuanon. “Acreditamos que o Brachyhypopomus bennetti possa imitar esses sinais como forma de defesa contra os predadores, uma forma de mimetismo inédita na biologia.” Texto: Fernanda Farias – Ascom do Inpa http://www.mcti.gov.br/index.php/content/view/349480/Pesquisadores_descobrem_duas_novas_esp ecies_de_peixe_eletrico.html


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Ciência e Tecnologia em uma Amazônia sem Fronteiras é o tema da próxima SBPC A Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) já definiu o tema de seu próximo encontro, que será realizado entre os dias 22 a 27 de julho de 2014, na Universidade Federal do Acre (UFAC), em Rio Branco. A 66ª Reunião Anual vai debater sobre "Ciência e Tecnologia em uma Amazônia sem Fronteiras". Segundo o secretário geral da SBPC, Aldo Malavasi, o tema foi escolhido para que o evento possa discutir como a ciência e a tecnologia podem causar impacto no conhecimento e desenvolvimento da Amazônia. Ele explica que como a região não é só brasileira, a reunião quer estender o debate a outros oito países da América do Sul. "Por isso, queremos proporcionar discussões que ultrapassem as fronteiras políticas e demarcadas pelo homem", disse Malavasi. Diante da magnitude da questão, o secretário geral informou que a SBPC pretende trazer pesquisadores de países vizinhos como Peru, Bolívia e Colômbia, por exemplo, para enriquecer e ampliar o debate. Preparação Com a escolha do tema, o próximo passo da organização do evento é a criação e a escolha do cartaz. “Uma equipe da UFAC desenvolverá três modelos para que a SBPC possa escolher um nas


próximas semanas. O cartaz deverá ser definido em meados de setembro", adiantou o secretário geral. Diferentemente das anteriores, a 66ª Reunião Anual será realizada entre uma terça-feira e domingo e não de domingo à sexta-feira, como sempre ocorreu. "Essa mudança foi proposta pela presidente da SBPC, para que famílias inteiras possam participar do evento", explicou Malavasi. "Assim, teremos um dia da ciência para a família”. (Agência Gestão CT&I com informações da SBPC) http://www.agenciacti.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=4455:ciencia-etecnologia-em-uma-amazonia-sem-fronteiras-e-o-tema-da-proxima-sbpc&catid=1:latest-news


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8. A "Primavera Acadêmica": O Mercado de Artigos Científicos Artigo de Lilian Cristina Monteiro França* para o Jornal da Ciência Não existe pesquisa sem revisão de literatura e referencial teórico. Em um momento em que o fluxo de comunicação se acelera e a Internet disponibiliza uma vasta gama de artigos científicos, escritos sob as mais variadas perspectivas, orientações e matizes teóricos, uma nova barreira se apresenta. Se, antes da rede das redes, o acesso à produção acadêmica envolvia o deslocamento até as grandes bibliotecas e a seus acervos de livros, revistas científicas, teses, dissertações e monografias, demandando recursos consideráveis para o transporte/alojamento, hoje, a cobrança por acesso a conteúdo (paywall systems) vai surgindo como nova preocupação, mais uma vez segmentando o acesso ao conhecimento. Um pesquisador que deseje ler o artigo "n-3 fatty acids and lipoproteins: Comparison of results from human and animal studies", de William S. Harris, deve "comprar o artigo" por $39,95 (USD); aquele que quiser estudar as mudanças no jornalismo contemporâneo poderia, por exemplo, selecionar os artigos, "Dumbing down or shaping up: New technologies, new media, new journalism", "Journalism in a state of flux: Journalists as agents of technology innovation and emerging news practices", "New media and journalism practice in Africa: An agenda for research", "Coming to Terms with Convergence Journalism: Cross-Media as a Theoretical and Analytical Concept", "US Foreign Correspondents: Changes and Continuity at the Turn of the Century", e teria em seu "carrinho de compras" a quantia de $125 (USD), $25 (USD), pelo acesso a cada um dos


cinco artigos. Mas se o preço parece alto, existem alternativas, é possível alugar um artigo científico por 24h com valores que oscilam entre $1,99 (USD) e $12 (USD) ou optar pela compra de pacotes que dão direito à leitura de um determinado número de artigos por um preço mais baixo, por $9,99 (USD) ou $19,99 (USD) a depender da área. Nesse shopping de artigos, a lei da oferta e da procura também funciona, artigos mais procurados têm valor mais elevado, assim como autores mais conceituados. Como determinam as estratégias de marketing, lançamentos são mais caros e artigos com mais de dois anos sofrem deflação, alguns chegam, mesmo, a entrar no espaço de liquidação, antes de serem liberados para os espaços de acesso gratuito. Grandes portais oferecem planos individuais e institucionais e descontos especiais para quem quiser voltar a ser assinante. No site da DeepDyve-Search, Rent, Read é possível arrendar 40 artigos por $40 (USD) por mês, com a vantagem (sic) de poder manter os artigos alugados não utilizados nos meses seguintes ("Unused rentals get rolled over", afirma o site). O site promete também varrer a DeepWeb, zona não indexada da Internet, onde supostamente se encontram artigos e pesquisas raros além dos chamados materiais proibidos (como manuais terroristas, pornografia, tráfico de pessoas e drogas, entre outros) e que merece a constante vigilância dos serviços de informação. Em resumo, o DeepDyve protege (sic) o usuário que não precisa se arriscar a mergulhar nas águas turvas da "web invisível". Ironias à parte, o mercado de artigos científicos vem se tornando cada vez mais rentável. Duas das maiores editoras de artigos científicos elevaram os preços de suas assinaturas on-line em mais de 145% nos últimos seis anos. A crise promovida pelos paywall systems não atinge apenas os pesquisadores individuais. Recentemente, a universidade de Harvard publicou uma nota informando que não pode mais arcar com o custo da assinatura de revistas e portais científicos (cerca de 3,5 milhões de dólares por ano) e recomendou que seus pesquisadores passassem a publicar seus artigos em plataformas de acesso livre. Robert Darnton, diretor da Harvard Library, em entrevista ao jornal The Guardian, disse que o custo da assinatura de uma revista científica, como o The Journal of Comparative Neurology equivale ao custo de produção de 300 monografias (ver http://www.theguardian.com/science/2012/apr/24/harvard-university-journal-publishers-prices). Um movimento chamado "primavera acadêmica", uma analogia à chamada "Primavera Árabe", capitaneado pelo matemático e pesquisador de Cambridge, Tim Gowers, prega um boicote à principal editora de publicações científicas, a Elsevier. O movimento conta com um site, o The Coast of Knowledge (http://thecostofknowledge.com/), em que os pesquisadores podem declarar o seu boicote e optar por publicar apenas em plataformas de acesso livre. O grupo também se recusa a atuar como parecerista para qualquer tipo de publicação que cobre por acesso, numa estratégia que pode desmontar os sistemas baseados na avaliação do tipo peer reviewed. As três maiores editoras da área, Elsevier, Springer e Wiley, detêm mais de 20.000 publicações científicas e representam 42% de todos os artigos publicados no mundo e o lucro das três somam alguns bilhões de dólares. Submeter artigos para a publicação em alguns periódicos também implica no pagamento de taxas. A pressão para que os pesquisadores tenham seus trabalhos publicados abriu um novo nicho de mercado; o preço para publicar artigos em algumas revistas chega a $5.000 (USD), como é o caso da revista Cell Report, que destaca: "To provide open access, expenses are offset by a publication


fee of $5000 (USD) that allows Cell Reports to support itself in a fully sustainable way. This publication charge is the only fee that authors pay" (grifo meu). O valor da taxa é superior à maior parte dos salários mensais pagos a professores universitários no Brasil. A Cell Report não cobra pelo acesso aos artigos, inserindo-se no rol das publicações do tipo open acess. Algumas publicações exigem pagamento mesmo para artigos que forem rejeitados, sob o argumento de que os pareceristas são remunerados para fazer a avaliação dos artigos. A remuneração varia, em média, entre $32 e $400 (USD), para cada artigo avaliado. De todo modo, as contas não fecham. Os custos com impressão em offset não se justificam numa era em as publicações são majoritariamente baixadas pela web, os custos administrativos alegados e com os pareceristas também não justificam o fato de um artigo de vinte páginas custarem quase o dobro de um livro de cem páginas. Se a lógica fosse essa, as editoras já teriam fechado as suas portas. O chamado "fator impacto" determina o "preço do prestígio", fazendo com que os pesquisadores invistam no pagamento para publicar, ameaçados pela pressão do "publicar ou perecer". Recentemente, quatro periódicos brasileiros foram punidos pela Thomson Reuters e suspensos do ranking por um ano, em virtude da aplicação de um algoritmo que fazia elevar o "fator de impacto" através do aumento do número de citações, fator este que é considerado nas avaliações de jornais científicos. Em uma era marcada pela Web 2.0 e sua perspectiva de produção colaborativa, o mundo acadêmico parece sucumbir à lógica capitalista do lucro, monetizando a ciência e a produção do conhecimento. *Lilian Cristina Monteiro França é professora/doutora do Departamento de Comunicação Social da Universidade Federal de Sergipe (DCOS/UFS). http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=89083


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22. Inovação é destaque do próximo Fórum Nacional ConfapConsecti que acontece em Campo Grande Capital sul-mato-grossense recebe evento nos dias 10 e 11 de setembro O Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap) e o Conselho Nacional de Secretários Estaduais para Assuntos de CT&I (Consecti) se reúnem mais uma vez para promover, em conjunto, o Fórum Nacional de Ciência Tecnologia e Inovação. O encontro ocorrerá nos dias 10 e 11 de setembro, no Grand Park Hotel (Av. Afonso Pena, 5282), em Campo Grande (MS) e visa tratar de assuntos de interesse geral das Faps como agenda regular, das parcerias com as agências nacionais, além de debater acerca de projetos que estão em andamento. As Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa se congregam regularmente a cada três meses, em uma região geopolítica diferente, de acordo com um calendário estabelecido anualmente. Esta edição do fórum será sediada em Campo Grande em comemoração aos 15 anos de trajetória da Fundação de Apoio ao Desenvolvimento do Ensino, Ciência e Tecnologia (Fundect) - a Fap local no estado do Mato Grosso do Sul. "Apesar de ser uma fundação relativamente nova, a Fundect tem uma ação bastante ativa e importante, a gestão de seus processos é bem atualizada e sua direção é muito atuante. No sistema Sifaps, por exemplo, tivemos a oportunidade de compartilhar e agregar muitas experiências", afirma o presidente do Confap, Sergio Gargioni. Ele ainda acrescenta: "é fundamental que o fórum aconteça em diferentes estados, para que possamos conhecer de perto a cultura local e o modelo de gestão da Fap anfitriã e aprender as suas boas práticas. Cada fundação tem sua forma de gerir todo o processo administrativo burocrático e,


neste caso, o exemplo de uma pode servir para a outra. Portanto, conhecer a realidade local é essencial assim também como mobilizar as autoridades de cada região, para que haja uma verdadeira movimentação pela causa do desenvolvimento científico e tecnológico em cada estado". Principais autoridades da área de CT&I do Brasil e de Campo Grande já confirmaram presença no fórum. Entre elas, o secretário executivo do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luiz Antônio Elias; o secretário de Inovação do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Nelson Fujimoto; o gerente de marketing corporativo da 3M, Luiz Eduardo Serafim; o secretário de desenvolvimento tecnológico e inovação do MCTI, Álvaro Prata; o diretor executivo da Nastek, José Wanderley Scucuglia; o diretor de programas e bolsa no país - Capes, Márcio de Castro Silva Filho; os presidentes da Finep, Glauco Arbix; do CNPq, Glaucius Oliva; e da Telebras, Caio Bonilha; além do governador do estado do Mato Grosso do Sul, André Puccinelli. Inovação em pauta Além dos temas tradicionais já citados, a programação (grade completa abaixo) dá destaque a temas ligados à inovação, como o lançamento da chamada pública Tecnova-MS, a assinatura do convênio de parceria entre o Consecti e a 3M do Brasil que também apresenta a palestra "Como desenvolver o país por meio da inovação" e ainda o painel "A inovação como instrumento indutor da industrialização", que será conduzido pelo secretário de Inovação do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Nelson Fujimoto. Outros assuntos de relevo pontuados pelo presidente do Confap são o debate sobre o Código Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação e a atualização dos programas com as diferentes Faps, principalmente no que diz respeito à legislação. Para mais informações sobre o Fórum Nacional Confap-Consecti envie um e-mail para secretaria.confap@gmail.com. Outros detalhes pelo telefone (67) 3044-4444. Confira abaixo a programação completa: 10 de setembro | terça-feira 9 horas | Abertura com autoridades convidadas 10 horas | Lançamento da chamada pública Tecnova-MS e assinatura do convênio de parceria entre o Consecti e a 3M do Brasil. 10h30 | "A importância das redes de pesquisa para o desenvolvimento regional" Luiz Antônio Elias - secretário Executivo do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação - Lançamento da revista da rede de pesquisa e pós-graduação do Centro-Oeste e início do doutorado em biotecnologia e biodiversidade 12 horas | Almoço 14 horas | "Avaliação e acompanhamento do programa Tecnova/Finep" Glauco Arbix - presidente da Finep


15 horas | "Como desenvolver o país por meio da inovação" Luíz Eduardo Serafim - gerente de marketing corporativo da 3M 16 horas | "A proposta do MCTI para parques tecnológicos" Álvaro Prata - secretário de desenvolvimento tecnológico e inovação 17 horas | "A inovação como instrumento indutor da industrialização" Nelson Fujimoto - secretário de inovação no ministério de desenvolvimento, indústria e comércio exterior 18 horas | Nastek (National System of Techonology): Desafios de inovação em Mato Grosso do Sul José Wanderley Scucuglia - diretor executivo 18h30 | Encerramento 20 horas | Confraternização

11 de setembro | quarta-feira AGENDA CONSECTI 9 horas | Painel: "O papel da Telebrás para o PNBL" Caio Bonilha - Presidente da Telebrás 10h30 | Pausa para o café 10h45 | Agenda interna (deliberações) e encerramento 12 horas | Almoço AGENDA CONFAP 9 horas | Painel: "O papel da Telebrás para o PNBL" Caio Bonilha - Presidente da Telebrás OBS: Programação conjunta com o Consecti 10h30 | CAPES - Avaliação de programas com as Faps Márcio de Castro Silva Filho - Diretor de programas e bolsas no país - Capes Manoel Santana Cardoso - Assessor de planejamento e consolidação da informação


Idelazil Talhavini - Coordenadora de programas de indução e inovação 11h30 | CNPq - Avaliação de programas com as Faps Glaucius Oliva - Presidente do CNPq Liane Hentschke - Diretora de cooperação institucional do CNPq Ana Paula Reche Correa - Coordenadora de parcerias estaduais do CNPq 12h30 | Almoço 14 horas | Debate: "Desafios de gestão das Faps" - Relato dos grupos de trabalho 15h30 | Deliberações 16 horas | Encerramento (Assessoria de Imprensa Confap) http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=89097


Veículo: Jornal – Diário do Amazonas Editoria: Sociedade Pag: 16 Assunto:Nova Técnica brasileira cria pele artificial com tecido extraído do porco Cita a FAPEAM:

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Veículo: Jornal – Jornal do Commercio Editoria: Negócios Assunto:Amazonas e França debatem Bionegócios Cita a FAPEAM: ✘

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Veículo: Jornal – A Crítica Assunto:Experiência além da pauta Cita a FAPEAM: ✘

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