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SEMANÁRIO

FUNDADO EM 05 DE OUTUBRO DE 1922 DIRETOR ANTÓNIO MAGALHÃES SUB DIRETOR EDUAR2DO COSTA Nº 4529 - 29 OUTUBRO DE 2013 PREÇO 0,50 € (IVA INCLUÍDO) www.correiodeazemeis.pt Taxa Paga | Devesas - 4400 V. N. Gaia | Autorizado a circular em invólucro de plástico fechado | Autorização n.º 5804/2002 DCP-2

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Distinguido pelo Governo com Diploma de Louvor de Mérito Jornalístico e Empresarial da Comunicação Social Regional e Local

> FUNDADORES FORAM EVOCADOS NAS COMEMORAÇÕES

> NESTA EDIÇÃO:

> NAS 12 FREGUESIAS

Órgãos autárquicos tomaram posse Páginas 06 e 07 > NO SEU 15.º ANIVERSÁRIO

Misericórdia assinalou 122 anos de existência

Páginas 08 e 09

Villa Cesari atribui ‘Prémio Carreira’ a Dr. Praça Vasconcelos Páginas 14 e 15

‘Bolsa de €mprego’ O Correio de Azeméis publica, novamente, ofertas de emprego, em colaboração com IEFP. Consulte na página 31 PUBLICIDADE


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Terça-feira, 29 de outubro de 2013

POESIA >PINHEIRO DA BEMPOSTA

Passagem de testemunho Na ampla igreja, pequena para tanta gente, Dois padres estão em evidência: Um que sai… outro que entra… Envolvidos na mesma fé. Um com a certeza do dever cumprido O outro com a esperança de bem cumprir Os dois foram chamados para a Vinha do Senhor Onde o Evangelho é a Pedra Angular A começar no Tempo, válida para o Tempo. Padre Manuel da Silva Pereira Foi longa a caminhada nesta freguesia. Mais de 39 anos do seu sacerdócio Ministrando os sacramentos, [zelando pelo bem comum Seguindo os passos do Bom Pastor, No perfil da palavra que é a raiz Numa vida de alegria e de dor. Por todo o trabalho que desenvolveu [na paróquia É merecedor do nosso agradecimento. Bem-haja. Padre Simão Avelino o novo pároco. Jovem cheio de esperança e fervor Começou a máxima aventura dum ser humano Que é dar-se e unir-se ao Senhor. Disse Jesus aos seus discípulos: “Vós sois o sal da Terra” “Vós sois a luz do mundo” Que o Padre Simão seja no Pinheiro O “sal da Terra” de que fala o Evangelho. Que seja o motor dos passos do homem Que procura o Reino de Deus… Na essência da palavra de Jesus Cristo: “Vim para servir”. Seja bem-vindo.

ABERTURA

POSTAL DA SEMANA

O problema “deles”

EDUARDO OLIVEIRA COSTA

O Cardeal Patriarca de Lisboa disse mais uma coisa muito acertada: “Continuamos a reivindicar como se não soubéssemos que não há dinheiro”. Sem os empréstimos externos, o Estado, ao fim de mês e meio, deixava de pagar. Salários, saúde, pensões, etc., etc... E para emprestarem, os nossos credores exigem que se equilibrem as contas. Isto é, quem nos empresta quer ter alguma certeza que vai reaver o dinheiro. Mas por que será que o nosso povo parece não querer saber que estamos tesos? Talvez porque o Estado sempre nos tratou como “eles”, pouco se importando com o problema de cada um dos cidadãos. Assim, cada um dos cidadãos também se acha no direito de não querer saber dos problemas do Estado. “Paga o que me deves, ó Estado! Se não tens, o problema é teu! Eu cumpri contigo, paguei os meus impostos, trabalhei para ti!” Significa, assim, que o Estado são “eles”.

É assim que pensamos, porque foi e é assim que somos tratados. Se o Estado está interessado em que compreendamos a “sua” dificuldade, então que nos faça sentir e perceber que “o Estado somos nós”, que somos a mesma família, para o bem e para o mal. Para que isso aconteça, o Estado tem que respeitar cada um de nós como membros da família, prestando contas, usando bem o dinheiro que lhe entregamos para gerir e, sobretudo, tratando cada um como merece e como promete tratar. Os portugueses são um povo sensato e sábio. Compreensível. Pede que expliquem bem as coisas, saibam respeitar o que cada um pensa e o direito que tem a querer saber, sem enganar, sem falinhas mansas e habilidosas, ora escondendo a realidade, ora mentindo e promentendo o que bem sabem que nunca vão dar ou fazer. Pode ser que assim não olhemos para os problemas do Estado, como um problema “deles”!

IRENE LÚCIA AREDE

ESTANTE

A Onda Sonali Deraniyagala Na manhã de 26 de dezembro de 2004, Sonali Deraniyagala perdeu duma só vez os pais, o marido e os dois filhos. O tsunami que nesse dia atingiu o sudoeste asiático levou-lhe a família mas ela, como por milagre, sobreviveu. Neste livro corajoso, pungente e franco, a autora descreve os terríveis momentos que viveu e a sua longa jornada desde então. Num relato cativante e emocional, Sonali descreve como se debateu furiosamente, durante os primeiros meses após a tragédia, contra uma realidade que não conseguia enfrentar e simultaneamente não podia negar. Com uma escrita emocional e sincera, que torna este impressionante relato ainda mais poderoso, “A Onda” é uma memória biográfica extraordinária que se lê com comoção.

No dia 04 de novembro de 1933 – há precisamente 80 anos! – 26 bairristas pinheirenses outorgaram, perante o notário Dr. António Sá Couto, a escritura de constituição da ‘Eléctrica do Pinheiro da Bemposta, Lda’. O capital social era de 83.000$00: metade já subscrita, a parte restante surgiria de acordo com as possibilidades e as necessidades. Na mesma escritura foi nomeada a primeira direção, com mandato até 31 de dezembro de 1934: António Oliveira Tavares, Baltar Henriques Martins e Jaime da Rocha Valente. A eletricidade chegaria em breve…


ABERTURA

EDITORIAL

Terça-feira, 29 de outubro de 2013

SEMÁFORO

DOUTOR ALBERTO DE AGUIAR

Patriarca da Bioquímica Portuguesa Em edição de Abril último, e acerca da chamada “casa do professor”, em terras de Santiago de RibaUl - um imponente palacete em fase adiantada de degradação - transcrevi o seguinte apontamento que encontrei na internet: “O seu primeiro proprietário terá sido um tal Doutor Aguiar, um bem conhecido médico da região e rico proprietário que entrou para a posteridade por prestar ajuda aos mais carenciados”. Devo confessar que jamais ouvira falar nesta personalidade, uma ignorância a que poria termo o texto enviado por mão amiga, amante e estudioso das coisas da sua e nossa terra. Efectivamente, não se trata de “um tal Doutor Caldeira”, mas de um cientista eminente a quem os contemporâneos chamariam o “patriarca da bioquímica portuguesa”. De seu nome completo Alberto Pereira Pinto de Aguiar, nasceu no Porto em 22 de Setembro de 1868, estudou Filosofia e Farmácia, formou-se em Medicina, doutorando-se em 1899 com uma avançada tese sobre “a célula hepática e crase urinária”. Professor e director das Faculdades de Medicina e de Farmácia do Porto, chefiou durante cinco anos o reputado Laboratório Nobre (ligação da Escola Médico Cirúrgica ao Hospital de Santo António) e vários laboratórios particulares. Sócio correspondente de academias nacionais e internacionais, legou centenas de trabalhos científicos. Mas muito para além da vasta actividade científica, esteve à frente do punhado de figuras gradas da cidade do Porto que, seis dias após a entrada de Portugal na Guerra de 1914/18, lança o movimento de exaltação patriótica, a chamada Junta Patriótica do Norte, “propondo-se glorificar e alentar os que partiam para os campos de batalha e ao mesmo tempo amparar os filhos dos que perdessem a vida ao serviço da Pátria”. Os propósitos da instituição geraram rapidamente um movimento de simpatia, multiplicando-se as adesões, o que tornou possível, logo em 25 de Junho de 1917, a fundação da Casa dos Filhos dos Soldados, instalando-a num prédio que para o efeito aluga na Rua de Cedofeita. A jovem instituição recolhe os primeiros cinquenta órfãos de guerra, de ambos os sexos, alguns com meses de idade. Adaptada às novas realidades, mantém a sua acção solidária, agora em instalações próprias. O Doutor Alberto Aguiar faleceu, no Porto, em 1948. Em 1952, a antiga Travessa de Campanhã receberia o seu aureolado nome. Trata-se, há que reconhecê-lo, de uma figura desconhecida dos oliveirenses. A tradição refere um homem bom, generoso e solidário com quantos labutavam na sua quinta, fazendo da mansão consultório benfazejo de que ali acorriam. Ignoradas são também ligações familiares à nossa terra, omissão que algum leitor poderá, porventura, preencher. Mas, decididamente, um oliveirense adoptivo cujo percurso de vida importa recordar.

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Fundador: BENTO LANDUREZA (1922) SEDE: Edifício Rainha, 8º piso Telefs. 256049890 • Fax: 256046263 3720 OLIVEIRA DE AZEMÉIS Horário de 2ª a 6ª • 9.00/18.30H Assinatura anual : (C/IVA 6%) (Entre Douro e Vouga) 20,00 (Resto do País) 22,50 (C/IVA 6%) (Europa) 65,00 (C/IVA 6%) (Resto do Mundo) 97,00 (C/IVA 6%)

ANTÓNIO MAGALHÃES

Autores oliveirenses O nosso conterrâneo José Gomes Fernandes apresentou no último sábado, na Biblioteca Municipal Ferreira de Castro, aquele que fica, na sua já vasta obra literária, como o décimo livro e o primeiro de contos. Gomes Fernandes, arquitecto por formação e obra projectada, docente universitário, conhecida actividade política, é colaborador semanal, há já longos trinta e sete anos, do “Jornal de Notícias”, uma coluna de grande actualidade e com reconhecida audição. Desta vez, “O Paraíso das Oliveiras” é repositório de recordações vivas da terra que, mesmo ausente, Gomes Fernandes resguardou sempre no coração.

Dia de Todos os Santos e Dia dos Defuntos No Dia de Todos os Santos a Igreja pretende recordar quantos, anonimamente, alcançaram já o prémio eterno, muito para além dos canonizados, com dia próprio. No Dia dos Defuntos oferecem-se orações e sacrifícios, recordam-se com flores e lágrimas os que já partiram. Porque a primeira data era feriado, e face à proximidade dos dois dias, o Dia de Todos os Santos era geralmente aproveitado para as celebrações religiosas nos cemitérios. A extinção do feriado de 1 de Novembro, que acontece pela primeira vez, veio dificultar a vida, situação agravada pelo facto de muitos párocos assegurarem mais de uma paróquia.

Dia Mundial da Poupança Comemora-se a 31 de Outubro o Dia Mundial da Poupança. Segundo os iniciadores, o papel fundamental deste dia foi, em primeiro lugar, o de alertar para a importância de poupar, e, depois, informar os cidadãos sobre o melhor modo de aplicar as poupanças. Tempos que já lá vão! Entretanto, as circunstâncias alteraram-se profundamente e uma esmagadora maioria dos portugueses tem praticamente todo o seu rendimento comprometido com as despesas do dia-a-dia, os encargos das dívidas resultantes da aquisição de casa própria e carro. Grande e rara sorte quando, muito poupadinho, chega ao fim do mês…

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A ‘RESSACA’ DA SEMANA A cada dia que passa, o bom povo português sente-se mais baralhado. Há uns tempos atrás ouvia afirmar que a recuperação da economia portuguesa daria sinais positivos a partir de 2014, ano de todas as esperanças. Porém, não raros são, agora, os discursos que defendem que o Produto Interno Bruto só atingirá os níveis de 2007... em 2021. Há uns dias, lemos num jornal económico que, “contas feitas à riqueza anual criada em Portugal e à evolução expetável para a atividade económica nacional, só para pagar juros da dívida pública, a economia terá de crescer 4% em termos nominais”. Ora, a ser assim, isto é tudo menos... boas notícias. Vai daí... lá se vai a esperança e a fé em melhores dias, pelo menos a curto/médio prazo. Sem pretendermos ser os ‘arautos da desgraça’, convenhamos que os portugueses deviam (e merecem!), no mínimo, ser informados com verdade e sem falsas promessas. ‘Atirar areia para os olhos’ não nos parece, de todo, a melhor atitude de quem nos governa, até porque o povo deixou, há longo tempo, de acreditar... mesmo quando se lhe está a transmitir a verdade. É como a história do ‘Pedrinho e do fogo’: tanto mentiu, tanto mentiu, que, no dia em que a casa ardeu ninguém lhe ligou ‘nenhuma’. Portugal não está em ‘bons lençóis’ efetivamente e ‘tapar o sol com a peneira’ não é a melhor estratégia. Nós por cá... cá vamos andando. Oliveira de Azeméis vê as transferências do Estado diminuirem para o próximo ano, segundo a proposta do Orçamento Geral do Estado. É a crise, são os cortes... A vida não está fácil e os oliveirenses não são exceção. Não obstante o nosso concelho não apresentar índices de desemprego muito elevados, comparativamente com outras regiões e realidades, é facto que, também entre nós, este flagelo não pára de crescer. Da análise que fizemos às estatísticas, referentes ao último mês, podemos afirmar que, apesar de não ser preocupante, o número oliveirenses sem emprego aumenta a cada dia que passa. Por consequência, a pobreza ‘espreita’ e a fome já não é uma ‘raridade’ entre nós. Se muitos falam de ‘pobreza envergonhada’ e/ou de ‘pobreza de mentalidades’, o nosso município já não regista apenas esse tipo de ‘fenómenos’. Há quem queira dinheiro para uma botija de gás ou mesmo para comer... e não o tenha. Somos, essencialmente, uma população solidária, hospitaleira, amistosa, que deve estar atenta se ‘à sua porta’ há quem precise de auxílio. O papel desempenhado pelas nossas associações de solidariedade social é, cada vez mais, importante e, se nos permitem, a todas saudamos, na figura da Santa Casa da Misericórdia de Oliveira de Azeméis, que completou 122 anos de existência ao ‘nosso’ serviço. A REDAÇÃO

Diretor: António Magalhães • Subdiretor: Eduardo Costa (Cart. Prof. nº 1738) • Chefe de Redação: Ângela Amorim (Cart. Prof. nº 2855) • Redatores: • Gisélia Nunes (Cart. Prof. nº 5385) • Diana Cohen •CORRESPONDENTES: Carregosa: António Amorim: Cesar: Carlos Costa Gomes; Macieira de Sarnes: Manuel Lopes; Macinhata da Seixa: António Magalhães; Nogueira do Cravo: Alírio Costa; Ossela: A. Jesus Gomes; S. Martinho da Gândara: Arlindo Gomes e Sérgio Tavares; S. Roque: Eduardo Costa; Ul: Olímpio Costa. Fotógrafo: Alfredo Pinho • COLABORADORES: • Adelino Ramos • António Vidal • António Santos • Batalha Gouveia • Beatriz Costa • Frederico Bastos • Hugo Tavares • João Araújo • Joaquim Silva • Manuel Costa • Manuela Inês • Manuel Alves Paiva • Maria Emília Costa • Mário Rui • Manuel Laia • Marisa Gonçalves • Paulo Rui • Rodrigo da Cunha (Pe) • Rui Duarte • Samuel Oliveira • Sérgio Costa • Tavares Ribeiro. (Os artigos assinados são da inteira responsabilidade dos seus autores não vinculando necessariamente a opinião da direção) Os textos do Correio de Azeméis já obedecem às regras do acordo ortográfico, salvo os da responsabilidade de autores ainda não aderentes.

Propriedade: Globinóplia, Unipessoal, Lda NIF: 509 071 341 Ed. Rainha, 8º Piso • Oliveira de Azeméis Telef.: 256 049 890 • Fax 256 046 263 Impressão: CORAZE Oliveira de Azeméis Telf.: 910 252 676 / 910 253 116 / 914 602 969 e-mail: geral@coraze.com Depósito Legal nº 27755/89 Nº ICS 104639 Tiragem média: 6.500 exemplares


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Terça-feira, 29 de outubro de 2013

CONCELHO

> NA CIDADE DE OLIVEIRA DE AZEMÉIS

Gomes Fernandes apresentou ‘No Paraíso das Oliveiras’ Em evento cultural promovido na noite de sábado, dia 26, na Biblioteca Municipal Ferreira de Castro – a qual assume-se, cada vez mais, como espaço privilegiado onde a cultura acontece – teve lugar novo momento marcante. Falamos da apresentação pública do décimo livro e primeiro de contos de Gomes Fernandes ‘No Paraíso das Oliveiras’. TAVARES RIBEIRO

Contando, na organização, com as parcerias entre a Câmara Municipal, Biblioteca Municipal Ferreira de Castro, autor e Caima Press, a apresentação pública da obra ‘No Paraíso das Oliveiras’ decorreu num ambiente aconchegado de auditório repleto e espaço polivalente de atividades/atratividades onde a literatura também deu vez à festa, que incluiu momentos de poesia, música e canto. Celebrar o êxito da iniciativa que serviu de bom convite à fruição de leitura e mereceu assinalável sucesso em adesão de público com amizades reais ou de relações unidas pela corrente da escrita, participação e venda de livros, leva-nos ao ponto de partida que nos remete para o autor e a obra, sublinhando, essencialmente, a presença incontornável da qualidade literária de Gomes Fernandes, que é uma referência nacional! Coerentemente, neste seu décimo livro e primeiro de contos, volvidas algumas páginas de leitura,

Fotos: Alfredo Pinho

Mesa que presidiu à apresentação pública do livro de contos ‘No Paraíso das Oliveiras’

A sala polivalente da Biblioteca Municipal encheu nesta noite de literatura e animação

sentimo-nos subtilmente incluídos pelo escritor num mundo de recordações, descrito em estilo escorreito, de apurada sensibilidade, harmonioso na partilha criativa de ideias e experiências, envolvendo, no contar, pessoas e locais que moram na sua geografia de afetos, quer da cidade, quer do concelho oliveirense, vestindoas com estilo, personalidade/identidade muito próprias. Autarca desafiou Gomes Fernandes a escrever sobre Oliveira de Azeméis Na ocasião, o edil Hermínio Loureiro saudou mais esta iniciativa cultural, enaltecendo o envolvente cenário num sábado à noite para viver tão importante evento como, de facto, se distingue, a apresentação deste livro de Gomes Fernandes. Obra literária que, segundo sublinhou, teve uma gestação longa, pois o seu princípio remetenos para o tempo em que esteve na presidência da Assembleia Municipal, onde se incluía Gomes Fernandes, a quem lançou o desafio de escrever sobre Oliveira de Azeméis. Felizmente, o autor foi sensível ao apelo e germinou na escrita do livro, finalizado

há uns quatro ou cinco anos – lido, nessa altura com surpresa positiva – mas com edição recente e só agora apresentado. Escritor oliveirense sensibilizado com tão grande número de presenças Na sua intervenção, Paulo Samuel – apresentador da biografia e do livro – destacou a personalidade e percursos de vida do autor, tecendo largas considerações critico-literárias sobre o conteúdo de ‘No Paraíso das Oliveiras’. No essencial, referiu-se à importância da escrita e do trabalho literário de Gomes Fernandes, demonstrando que “não se trata apenas de alguém que tem uma vertente de interesse local e afeto por

determinadas questões e que depois veicula sobre a forma narrativa pelo romance ou novela, mas que vai mais longe na reflexão que faz de alguns problemas candentes da realidade que nos cerca”. Por sua vez, o autor – Gomes Fernandes – expressou profundo reconhecimento aos leitores e amigos presentes em tão grande número neste evento, com realce para os presidentes dos órgãos executivo e deliberativo municipais – Hermínio Loureiro e Jorge Oliveira e Silva – agradecendo também o apoio garantido à edição pela edilidade e pelas empresas Simoldes e Silampos. Em seu entender, este é um livro que significou apaziguamento consigo

próprio. No colégio oliveirense, ganhou a matriz da sua educação, depois foi viver para o Porto e hoje é “um portuense de Oliveira de Azeméis” como costuma dizer. Assim, de algum modo, estes contos servem de “acerto e compromisso de memórias que são também interpretação de épocas, situações e contextos e que essas memórias são, agora, recriadas dos factos que na altura se passaram”. Não faltou animação a esta noite A programação cultural contemplou uma segunda parte que, igualmente importante, deu oportunidade de envolver música, poesia e canto com a participação nobilitante de jovens músicos de flauta e a ‘performance’ muito ativa de dois grupos da Universidade Sénior de Oliveira de Azeméis (USOA). Os elementos do Quarteto da Classe de Flauta Tansversal da Escola de Música ‘Cravos e Rosas’ – Ul, na sua exibição musical, souberam as notas todas para mimar os ouvidos com a elevação de muito especiais, correspondendo maravilhosamente, na interpretação de temas

dos mais famosos compositores, que num melodioso compromisso com a excelência, proporcionaram uma exibição a todos os títulos magnífico! Na continuidade do espetáculo, subiram à ribalta participantes ‘jovens com alguma idade’. E foi vez de escutar jograis, quando os discentes da disciplina de ‘Património Natural Material e Imaterial do Concelho e Região’ da USOA, deram boa nota de si, numa adaptação da ‘Ode ao pão’, do universal poeta Pablo Neruda. Digna de realce idêntico também mereceu a proclamação poética e o tocar de cavaquinho, por Manuel Dias. E a finalizar, a TUNAUSOA – Tuna da USOA – que interpretou vários temas, e também distinguiu e foi distinta, quer no relativo à música e canto, quer no da sociabilidade, em nada deixando o terreno dos afetos por campo alheio. Também por isso agradou sobremaneira. E o aplauso foi ‘declamado’ em pé, para os elementos, maestro e vários elementos da direção da USOA, inclusive do seu presidente, cuja presença foi muito apreciada, porque é, como sabemos, importante e motivadora.


CONCELHO

Terça-feira, 29 de outubro de 2013

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>INICIATIVA DECORREU AO LONGO DE DOIS DIAS NA ESTALAGEM S. MIGUEL

Cidadania e voluntariado serviram de mote a II Encontro do CMJOA A estalagem S. Miguel foi ‘palco’ de mais um Encontro do Conselho Municipal da Juventude de Oliveira de Azeméis. Nesta sua segunda edição, a iniciativa do órgão consultivo criado pelo Gabinete da Juventude e Tempos Livres versou as temáticas da cidadania e do voluntariado – não fosse 2013 o Ano Europeu dos Cidadãos. Mais um ano, mais um Encontro do Conselho Municipal da Juventude de Oliveira de Azeméis (CMJOA). A iniciativa organizada por este órgão consultivo criado em junho de 2012 pela autarquia, através do seu Gabinete da Juventude e Tempos Livres (GJTL), trouxe, uma vez mais, à estalagem S. Miguel, no parque de La Salette, muitos jovens oliveirenses para desfrutarem de um programa diversificado subordinado às temáticas da cidadania e do voluntariado. O II Encontro do CMJOA teve início na noite de 18 de outubro com a tertúlia ‘Cidadania Jovem’, a qual contou com a presença do vereador Pedro Marques e de Pedro Saavedra, em representação do GJTL. Consequência do mau tempo que se fez sen-

adversas, a mesma não pôde ser levada a cabo, restando, agora, a esperança que o S. Pedro permita a sua realização nos próximos tempos.

Embora tenham sido poucos os que compareceram na tertúlia de sexta-feira 18 de outubro, quem marcou presença participou ativamente

Um dos concertos que animaram a estalagem S. Miguel no âmbito do II Encontro Municipal da Juventude de Oliveira de Azeméis

tir, não foram muitos os que compareceram, mas os que estiveram presentes fizeramse ouvir. Desta ação, concluiu-se que “todos podemos fazer muito mais pela comunidade e pelo outro e que unidos temos mais força”. Os participantes também chegaram à conclusão que “devemos privilegiar

mais o ‘nós’ do que o ‘eu’ sem, contudo, esquecer este último”. Isto, “se quisermos que a nossa descendência viva num mundo melhor, tentando compreender e agir face a problemas tão distintos como a fome, o ambiente, a guerra, bem como até a própria abstenção eleitoral e o desinteresse pela realidade

que vivemos”. Reflorestação do parque de La Salette adiada por causa da chuva Outra das atividades previstas, desta feita para a tarde do dia 19, era a reflorestação de uma área específica do parque de La Salete. No entanto, devido às condições climatéricas

‘Madastra’ estreiam-se no II Encontro do CMJOA Relativamente aos concertos que animaram o serão de sábado, atuaram os ‘Madrasta’, banda originária de Vale de Cambra, composta por um elemento oliveirense, que fez a sua estreia absoluta neste evento e que superou as expetativas do público com “uma performance inovadora e de muita qualidade”. Já os ‘Corvo Mudo’, a ‘jogar em casa’, digamos assim, consolidaram o seu nome entre nós, continuando a contagiar quem os ouve com a sua música e a sua atitude “irreverentes”. Seguiu-se, depois, o Capitão Alice, o Dj escolhido pela organização para continuar a dar música aos jovens, mantendo “o bom ambiente” pela noite dentro. No final, ficou comprovado que “o CMJOA continua a dar cartas e a demonstrar que as associações que dele fazem parte também convivem entre si em prol da comunidade juvenil”. Não só com este encontro, mas com outras organizações, igualmente, do CMJOA, a ideia é demonstrar que “todos são bem-vindos ao nosso seio”. Quanto ao futuro, haverá, dentro em breve, novidades relativamente às iniciativas que se seguem. PUB

ntude de Oliveira de Azeméis destacaDeste II Encontro do Conselho Municipal da Juve o e o Centro de Apoio Familiar Pinto de se ainda a parceria entre este órgão consultiv s) com os concertos que animaram a Carvalho (CAFPC). A receita angariada (200 euro reverteu, na íntegra, para esta instituição estalagem S. Miguel, no sábado 19 de outubro, De notar que também os vários bens não particular de solidariedade social oliveirense. am como destino o CAFPC. perecíveis que foram entregues na ocasião tiver


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Terça-feira, 29 de outubro de 2013

concelho

> assembleias instalam novos órgãos nas doze freguesias do município

Autarquias locais empossadas As atuais 12 freguesias do concelho (nove e três uniõe) já estão, oficialmente, instaladas. Os seus elementos foram, recentemente, eleitos e tomaram posse dos

respetivos cargos. Para que conste, o Correio de Azeméis fez a ‘ronda’ pelas autarquias locais e dá a conhecer os novos responsáveis políticos para 2013/2017. > Junta e Ass. Freguesia 2013/2017 de Cucujães

Simão Godinho e António Gomes presidentes

> Junta e Ass. de Freguesia 2013/2017 de carregosa

António Aguiar e Diamantino Melo presidentes A 18 de outubro reuniu-se a Assembleia de Freguesia para a eleição da sua mesa e instalação dos órgãos autárquicos da vila de Carregosa. António Aguiar (PSD) é presidente do executivo, tendo sido eleito Diamantino Melo, também do PSD, para liderar o deliberativo. Junta de Freguesia Presidente: António Manuel Fernandes Aguiar (PSD); Secretária: Paula Cristina Rocha Pinho (PSD); Tesoureiro: Marco António Guimarães Castro Azevedo (PSD)

A 21 de outubro a Assembleia de Cucujães reuniu-se para a eleição da sua mesa e instalação dos órgãos autárquicos > Junta e Assembleia de Freguesia 2013/2017 de Cesar da freguesia. Simão Godinho (PS) é o Augusto Moreira e Aníbal presidente do execuCampos presidentes tivo, tendo sido eleiA 17 de outubro reuniu-se a Assembleia de Freguesia to António Gomes, para a eleição da sua mesa e instalação dos órgãos autár- também do PS, para liderar o deliberativo. quicos da vila de Cesar. Augusto Moreira (Lista Independente - LI) é o presidente do executivo, tendo sido eleito Junta de Freguesia Aníbal Campos, também LI, para liderar o deliberativo. Presidente: Simão da Costa Godinho (PS); Secretário: Ana Susana Pinto Fonseca (PS); Tesoureiro: AlmiJunta de Freguesia ro Ribeiro Almeida (PS); vogal: Joaquim Santos Costa Presidente: Augusto Moreira (LI); Secretário: Manuel (PS); vogal: Olga Maria Vidinha Lopes Freitas (PS) Silva (LI); Tesoureiro: Pedro Barbosa (LI) Mesa da Assembleia de Freguesia (AF): Mesa da Assembleia de Freguesia (AF): Presidente: António Gonçalves Gomes (PS); 1.ª SePresidente: Aníbal Campos (LI); 1.º Secretário: José Ri- cretária: Maria Alice Almeida Oliveira Ribeiro (PS); cardo Alves (LI); 2.ª Secretária: Clara Lopes Resende (LI) 2.º Secretário: Simão Jesus Ascensão (PS)

Mesa da Assembleia de Freguesia (AF): Presidente: Diamantino Melo Almeida (PSD); 1.º Secretário: António Jesus Amorim (PSD); 2.ª Secretária: Maria Fernanda Ribeiro Pina Teixeira (PSD) Restantes membros da AF: Tânia Silva (LI); Ângelo Silva (LI); Rosário Santos Restantes membros da AF: (LI); Ricardo Oliveira (PS); Manuel Machado (PS); LurVera Luísa Melo Aguiar (CDS-PP); Henrique Pinheiro des Silva (PS) Vieira (PS); Domingos Emanuel Borges Pinho (PSD); José Carlos Figueiredo Almeida (CDS-PP); Ana Mafalda da Silva Teixeira (PS); Renato Emanuel Melo Oliveira (PSD) > Junta e Ass. de Freguesia 2013/2017 de Fajões

Jorge Paiva e Bruno Oliveira presidentes A 19 de outubro reuniu-se a Assembleia de Freguesia para a eleição da sua mesa e instalação dos órgãos autárquicos da vila de Fajões. Jorge Paiva (CDSPP) é o presidente do executivo, tendo sido eleito Bruno Oliveira, também do CDS-PP, para liderar o deliberativo.

Restantes membros da AF: José Costa Pinho (PS); Mário Silva Leite (PS); Maria do Carmo Sacramento Ribeiro (PS); Jorge Augusto Amorim Ascensão (PS); Martinho Augusto Alves Gomes (PSD); Dionísio Manuel Ferreira Correia (PSD); Sara Maria Leite da Silva Coelho (PSD); Bruno Rafael Lestre Gomes (PSD); Armindo Miguel dos Reis Brandão (PSD); Carla Maria de Pinho Rodrigues (PSD) > Junta e Ass. de Freguesia 2013/2017 de Mac. sarnes

André Ribeiro e Fermino dos Santos presidentes

Mesa da Assembleia de Freguesia (AF): Presidente: Bruno Miguel Almeida Oliveira (CDSPP); 1.º Secretário: Célio Julião de Oliveira (CDS-PP); 2.º Secretário: Floriano Francisco da Costa Paiva (CDSPP)

A 23 de outubro reuniu-se a Assembleia de Freguesia para a Rui Cabral e António eleição da sua mesa e Silva presidentes instalação dos órgãos A 18 de outubro reuniu-se a Assembleia de Freguesia autárquicos de Mac. de para a eleição da sua mesa e instalação dos órgãos au- Sarnes. André Ribeiro tárquicos da vila de Loureiro. Rui Cabral (PS) é o presi- (PSD) é o presidente dente do executivo, tendo sido eleito António Oliveira e do executivo, tendo Silva, também do PS, para liderar o deliberativo. sido eleito Fermino dos Santos, também do PSD, para liderar o deliberativo. Junta de Freguesia Presidente: Rui Jorge da Silva Luzes Cabral (PS): Te- Junta de Freguesia soureiro: Fernando Manuel da Costa e Silva (PS); SecrePresidente: André Lourenço Pereira Ribeiro (PSD); tária: Elsa Fernandes Castro (PS) Secretária: Florbela Neves da Silva (PSD); Tesoureiro: João Paulo Correia da Silva (PSD) Mesa da Assembleia de Freguesia (AF): Presidente: António Manuel Rodrigues de Oliveira e Mesa da Assembleia de Freguesia (AF): Silva (PS); 1.º Secretário: Carlos Jorge Figueiredo MarPresidente: Fermino Sousa dos Santos (PSD); 1.ª Seques (PS); 2.ª Secretária: Maria Emanuela Almeida da cretária: Joaquina Emília Pinto dos Santos (PSD); 2.º SeSilva Coelho (PS) cretário: Celestino Pereira dos Santos (PSD)

Restantes membros da AF: Jaime Manuel Silva Marques (CDS-PP); Maria Amélia de Azevedo Santos (CDS-PP); Manuel Mário Pina e Silva (PSD); Manuel Carvalho da Silva (PSD); Maria Fernanda Santos Sousa (PS); Anabela Correia Pinheiro (PS)

Restantes membros da AF: Sérgio Augusto da Silva Cabral (PS); Porfírio Carreira Martins (PS); Elisabete Costa Leite (PS); Mário de Pinho Pereira (PS); Paulo Jorge Cabral Silva e Paço (PSD); Sónia Maria Valente da Silva (PSD)

Junta de Freguesia Presidente: Jorge Fernando Rocha Pinho Paiva (CDSPP); Tesoureiro: Manuel Santos Silva (CDS-PP); Secretária: Sandra Isabel Barros Proença Correia (CDS-PP)

> Junta e Ass. Freguesia 2013/2017 de Loureiro

Restantes membros da AF: Joaquim da Rocha Silva (PSD); Carla Preciosa de Paiva Freitas (PSD); Manuel da Conceição de Almeida Jorge (PSD); Carlos António Silva Oliveira (PS); Cátia Resende Moreira (PS)


concelho

> Junta e Assembleia de Freguesia 2013/2017 de Ossela

José Santos e José Rego presidentes

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> Junta e Assembleia de Freguesia 2013/2017 de S. Martinho da Gândara

António Silva e Teresa Oliveira presidentes

A 18 de outubro a Assembleia de Freguesia reuniu-se para a eleição da mesa e instalação dos órgãos autárquiA 18 de outubro reuniu-se a Assembleia de Freguesia cos de Ossela. José Rodrigues Santos (PSD) é o presidente do executivo, tendo sido eleito José Carlos Rego, para a eleição da sua mesa e instalação dos órgãos autárquicos de S. Martinho da Gândara. António Silva (PS) é também do PSD, para liderar o deliberativo. o presidente do executivo, tendo sido eleito Teresa Oliveira, também do PS, para liderar o deliberativo. Junta de Freguesia Presidente: José Rodrigues dos Santos (PSD); Tesoureiro António Jesus Gomes (PSD); Secretária: Sílvia Su- Junta de Freguesia Presidente: António Manuel Leite Marques da Silsana Pereira Rodrigues Martins (PSD) va (PS); secretário: Fernando António da Costa Lopes (PS); tesoureiro: Álvaro de Oliveira Costa e Silva (PS) Mesa da Assembleia de Freguesia (AF): Presidente. José Carlos Correia Rêgo (PSD); 1.ª Secretária: Fernanda Elvira Fernandes Valente (PSD); 2.º Mesa da Assembleia de Freguesia (AF): Presidente: Teresa Ascensão Gomes Valente de OliSecretário: Joaquim Costa Gomes (PSD) veira (PS); 1.ª Secretária: Ana Catarina de Castro Almeida (PS); 2.º Secretário: Américo Rodrigues Neves (PS) Restantes membros da AF: Adelino Miguel Bastos Fazenda (PSD); Leonel da Costa Castro (PSD); Francisca Elisa de Oliveira Fer- Restantes membros da AF: Manuel dos Reis Lopes (PS); Paulo Jorge da Silva reira (CDS-PP); Célia Lúcia Paulos Rodrigues (CDSPP); Paulo Jorge Pereira da Silva (PS); Alberto Cunha Gomes dos Santos (PS); Pedro Manuel Ribeiro Lopes (PSD); Celina Maria Simões Dias da Costa (PSD); Pauda Silva (PS) lo Sérgio Monteiro Brandão (PSD); José Maria da Silva Monteiro (CDS)

> Junta e Ass. Freguesia 2013/2017 de S. Roque

Amaro Simões e Carla Carvalho presidentes A 14 de outubro reuniu-se a Assembleia de Freguesia para a eleição da sua mesa e instalação dos órgãos autárquicos da vila de S. Roque. Amaro Simões (PS) é o presidente do executivo, tendo sido eleita Carla Carvalho, também do PS, para liderar o deliberativo. Junta de Freguesia Presidente: Bernardo Amaro Simões (PS); Secretária: Maria Isabel Costa (PS); Tesoureira: Maria Alice Pinho (PS) Mesa da Assembleia de Freguesia (AF): Presidente: Carla Carvalho (PS); Secretária: Vítor Andrade (PS); Secretária: Isabel Barbosa (PS) Restantes membros da AF: Teresa Daniela Xará (PS); André Tavares (PS); Claudia Sofia Silva (PS); Inês Leite (PSD); João Santos (PSD); Mário Magalhães (PSD)

> Junta e Assembleia da União de Azeméis, Santiago, Madail, Macinhata e Ul 2013/2017

Carlos Silva e Adriano Duarte presidentes A 21 de outubro a Assembleia da União de Freguesias de Oliveira de Azeméis, Santiago de Riba-Ul, Madail, Macinhata da Seixa e Ul reuniu-se para a eleição da sua mesa e instalação dos órgãos autárquicos desta agregação. Carlos Silva (PSD) é o presidente do executivo, tendo sido eleito Adriano Duarte, também do PSD, para liderar o deliberativo. Junta de Freguesia Presidente: Carlos Manuel de Pinho e Silva (PSD); Vogais: Ramiro Pereira Alves Rosa (PSD); Hugo Manuel Gomes da Silva Pereira (PSD); Orlando Manuel Resende Pereira (PSD; Américo de Almeida Carvalho (PSD) Mesa da Assembleia de Freguesia (AF): Presidente: Adriano Manuel Moreira Duarte (PSD); 1.ª Secretária: Ana Margarida da Silva Moreira (PSD); 2.º Secretário: José Manuel Esteves da Silva Pinto (PSD) Restantes membros da AF: Fernando Ricardo Gomes Oliveira Bastos (PS); Ricardo Miguel Ferreira da Silva Gaspar (PS); Maria Conceição Martins Ferreira Oliveira (PS); Joaquim Manuel Monteiro Soares (PS); António Carlos Tavares Augusto (PS); Luís Filipe Bastos Soares Ferreira (PSD); Marta Alexandra Soares Monte (PSD); Hélder Manuel Martins Ramos da Silva (PSD); Pedro Miguel da Silva Carvalho (PSD); Carla Maria Fonseca de Almeida (PSD)

> Junta e Assembleia da União P. Bemposta, Travanca e Palmaz 2013/2017

Armindo Nunes e Norberto Martins presidentes

> Junta e Assembleia de Freguesia 2013/2017 da União das Freguesias de Nogueira do Cravo e Pindelo

Agostinho Tavares e Gaspar

A 21 de outubro a Assembleia da União de Freguesias Almeida presidentes de Pinheiro, Travanca e Palmaz reuniu-se para a eleição da A 22 de outubro reuniu-se a Assembleia da União sua mesa e instalação dos órgãos autárquicos desta agregação. Armindo Nunes (PS) é o presidente do executivo, tendo de Freguesias de Nogueira do Cravo e de Pindelo sido eleito Norberto Martins, também do PS, para liderar o para a eleição da sua mesa e instalação dos órgãos autárquicos desta agregação. Agostinho Tavares deliberativo. (PS) é o presidente do executivo, tendo sido eleito Gaspar Almeida, também do PS, para liderar o deJunta de Freguesia Presidente: Armindo Fernando Martins Nunes (PS); Se- liberativo. cretário: Artur Nunes da Costa (PS); Tesoureiro: Rogério Miguel Marques Ribeiro (.PS); Vogal: José Gouveia Silvestre Junta de Freguesia Presidente: Agostinho do Carmo Tavares (PS); SeAido (PS); Vogal: Sónia Fernanda da Costa Soares (PS) cretária: Maria Etelvina Costa Oliveira (PS); Tesoureiro: José Moreira Ferreira Gomes (PS) Mesa da Assembleia de Freguesia (AF): Presidente: Norberto Manuel Marques Henriques Martins (PS); 1º. secretário: Márcio José Marques de Olivei- Mesa da Assembleia de Freguesia (AF) Presidente: Gaspar de Sá Almeida (PS); 1.ª Secrera (PS); 2.ª secretária: Isabel Maria Marques Quintela (PS) tária: Maria Isabel da Costa Ferreira de Almeida(PS); 2.ª Secretária: Lígia Maria Vieira Nunes Silva(PS) Restantes membros da AF: Pedro Joaquim da Silva Ribeiro (PSD); Adalberto Manuel Nunes Caçoilo (PSD); Cátia Susana de Pinho Monteiro Restantes membros da AF Rui Gil Pinheiro Correia(PS); Ana Cristina So(PSD); Carlos de Jesus Pinho Almeida (PSD); Carla Maria Oliveira Marques (PSD); João Paulo da Silva Vieira (PSD); ares Costa (PS); Manuel da Costa Rebelo (PSD); Manuel Lopes da Costa (PS); Luzia Sobreiral Nunes (PS); José António de Pinho Santos (PSD); José DominManuel Guilherme Fernandes Soares (PS); Luísa Príncipe gos Campos Silva (PSD); Manuel Jesus Neves Silva (PSD) Henriques Martins (PS)


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CONCELHO

> MISERICÓRDIA DE AZEMÉIS COMEMORA 122 ANOS, RECORDANDO O “PUNHADO DE OLIVEIRENSES” QUE A FUNDARAM

Alexandre Vilar e Manuel Alegria evocados Precisamente a 26 de outubro, dia em que foi fundada já lá vão 122 anos, a Misericórdia de Azeméis recordou o “punhado de oliveirenses” que “se abalançou na meritória obra” de a criar. Alexandre Vilar e Manuel Alegria, respetivamente o provedor e o tesoureiro da primeira Mesa Administrativa, foram evocados na cerimónia de sábado passado.

Victor Machado e Gracinda Leal, respetivamente, o provedor da SCMOA e a vereadora da Câmara Municipal, apagaram as velas do bolo

se lançaram “na meritória obra” de criar a Santa Casa da Misericórdia de Oliveira de Azeméis “que nos compete preservar e passar à geração seguinte”.

GISÉLIA NUNES

Victor Machado evocou estes dois cidadãos “por uma questão de elementar justiça”. De acordo com o atual provedor da Santa Casa da Misericórdia de Oliveira de Azeméis (SCMOA), além de terem pertencido à primeira Mesa Administrativa, eleita em abril de 1892, Alexandre Vilar e Manuel Alegria, juntamente com a esposa deste último, Amália Alegria, “alguns anos antes, tinham concorrido em partes iguais para a aquisição dos terrenos necessários, a construção e o apetrechamento do Hospital [S. Miguel], uma benemerência difícil de imaginar nos dias de hoje”. Recorde-se que, segundo palavras de Victor Machado proferidas no último sábado, a SCMOA “foi criada, primordialmente, para gerir, precisamente, o Hospital, o qual lhe veio a ser doado por aqueles três beneméritos por escritura

Segundo Victor Machado, provedor da Santa Casa da Misericórdia de Oliveira de Azeméis, “um povo – e quem diz um povo diz uma comunidade – que não lembra e honra os seus maiores não é digno(a) de continuar a sua obra”.

Panorâmica do espaço onde teve lugar a cerimónia do 122.º aniversário da instituição oliveirense

de 04 de maio de 1892”. Também na ótica deste responsável, “sem aquele punhado de oliveirenses e sem a sua dedicação à causa do trabalho solidário não teríamos hoje esta realidade ao serviço dos mais débeis ou menos ‘robustos’ da nossa comunidade – as crianças, os idosos, os toxico-

dependentes, os alcoólicos, os desempregados”, etc. (ver texto secundário nesta página). “Poderiam os fundadores ter optado por uma outra qualquer forma de organização”, por exemplo, por uma instituição particular de solidariedade social. No entanto, “optaram por constituir uma Irmanda-

de da Misericórdia e, como tal, assente nos princípios da solidariedade e da caridade cristãs e tendo como escopo primordial a prática das Obras de Misericórdia”. Para Victor Machado, é este o “legado” que Alexandre Vilar, Manuel Alegria, Amália Alegria e todos os outros que

Câmara fez-se representar no aniversário da SCMOA A Câmara fez questão de marcar presença na festa do 122.º aniversário da Santa Casa, através da autarca que tem a seu cargo Divisão Municipal de Ação Social. Tida, pelo provedor, como “a vereadora [da edilidade] mais dedicada à causa social e ao bem-estar dos munícipes”, Gracinda Leal não só trouxe uma lembrança para a SCMOA, como também agradeceu, “de coração, todo o trabalho” que esta desenvolve em prol da comunidade. Em seu entender, a Misericórdia “foi, é e será uma instituição de referência no município e no país”.

> SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DE OLIVEIRA DE AZEMÉIS

“Para grandes pessoas uma grande instituição” Fundada a 26 de outubro de 1891, a Santa Casa da Misericórdia de Oliveira de Azeméis (SCMOA), atualmente, tem ao dispor da comunidade um vasto leque de respostas sociais. A saber: Infantário (Creche e Pré-escolar), Lar Social e Centro de Dia, Serviço de Apoio Domiciliário,

Equipa de Intervenção Direta ‘Soltar Amarras’, Centro Comunitário ‘Ser Família’, Centro de Formação e Programa de Emergência Alimentar. A SCMOA dispõe ainda de uma Unidade Residencial, com cinco suites e 25 quartos, “concebida, sobretudo, para proporcionar um repouso

ativo aos utentes”. Contas feitas por alto, são mais de 2200 os utentes desta instituição oliveirense. Uma instituição que é uma referência concelhia e também De salientar que, segundo nacional o boletim da SCMOA de julho deste ano, a que o Correio de Azeméis teve acesso, todas estas respostas sociais estão ção do Sistema de Gestão de referencial da Norma ISO em processo de implementa- Qualidade da instituição pelo 9001.


CONCELHO

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> HOMENAGEM ESTENDEUSE A TODOS OS COLABORADORES DA INSTITUIÇÃO OLIVEIRENSE

Aldina Coelho homenageada pelos seus 25 anos ao serviço da SCMOA Neste dia de festa, Aldina Coelho viu os seus 25 anos de trabalho ao serviço da Misericórdia reconhecidos. Uma homenagem que o provedor Victor Machado fez questão de estender aos restantes colaboradores da instituição, pois, na sua ótica, “todos são indispensáveis nesta ‘casa’”.

A colaboradora Aldina Coelho foi homenageada pelos seus 25 anos ao serviço da Misericórdia oliveirense

ao serviço da Santa Casa da Misericórdia de Oliveira de Este ano, houve lugar à ho- Azeméis (SCMOA). Por colamenagem de apenas uma co- borar com a SCMOA “há já laboradora pelos seus 25 anos um bom par de anos”, como

GISÉLIA NUNES

disse, nesta ocasião festiva, Victor Machado, Aldina Coelho foi homenageada. Trata-se de um reconhecimento público já feito por

> UNIVERSIDADE SÉNIOR DE OLIVEIRA DE AZEMÉIS ASSOCIOUSE À FESTA

Grupo Musical ‘Os Madrigais’ animou aniversário

Como não podia deixar de ser, à festa de aniversário não faltou animação, tendo esta ficado a cargo d’‘Os Madrigais’, da USOA. Temas bem conhecidos da numerosa assistência foram tocados e cantados, levando alguns a não resistirem a um ‘pezinho de dança’.

GISÉLIA NUNES

Depois de uma breve intervenção de Victor Machado, provedor da Santa Casa da Misericórdia de Oliveira de Azeméis (SCMOA), esta agremiação de músicos afeta à Universidade Sénior de Oliveira de Azeméis (USOA) subiu ao palco improvisado e, durante mais de meia hora, para as muitas pessoas que ali se encontravam, levando alguns até a não resistirem a um ‘pezinho de dança’. Coube também a estes animados

seniores do Grupo Musical ‘Os Madrigais’ cantar ‘os parabéns a você’ à Misericórdia oliveirense. A tarde festiva terminou na capela da instituição com a celebração, pelo Padre Albino Fernandes (pároco de Oliveira de Azeméis e também irmão da Santa Casa aniversariante], de uma missa de ação de graças pelos “122 anos de trabalho profícuo [da SCMOA] a favor da comunidade oliveirense [e não só]” e, ao mesmo tempo, “de sufrágio por todos os irmãos falecidos”.

esta instituição centenária oliveirense noutras festas de aniversário, mas que, desta vez, o provedor fez questão de estender a todos aqueles que,

diariamente, “fazem girar” a SCMOA e que, bem vistas as coisas, “são o seu rosto”. “O rosto da Santa Casa da Misericórdia não somos nós [Mesa Administrativa, em particular, e irmãos, em geral], mas, antes, os nossos colaboradores”, vincou o responsável, dirigindo, por isso, uma palavra de gratidão a “todas estas pessoas que são primordiais na prossecução da finalidade” da SCMOA. “Todos são indispensáveis nesta ‘casa’”, reforçou a ideia. Depois de receber a lembrança, entregue pelo próprio Victor Machado, Aldina Coelho não só agradeceu a distinção, como também disse que “adoro trabalhar” na Misericórdia. “Luto e vou continuar a lutar sempre” pela SCMOA, na qual “passo muitas horas”, sublinhou, não esquecendo ainda o seu marido por este “sempre me ter apoiado”.

> SUBORDINADA AO TEMA ‘JOVENS DO SÉCULO XXI…A REALIDADE QUE DESCONHECEMOS’

Tertúlia deu início ao programa comemorativo Nesta última sexta-feira à noite, véspera do dia grande da comemoração dos 122 anos da Santa Casa da Misericórdia de Oliveira de Azeméis (SCMOA), teve lugar nas instalações da instituição aniversariante situadas na Abelheira uma tertúlia subordinada ao tema ‘Jovens do século XXI… a realidade que desconhecemos’. Organizada pela Equipa ‘Soltar Amarras’, esta iniciativa, que marcou o arranque do programa comemorativo do aniversário da SCMOA, contou, como convidado especial,

com Francisco Salgueiro, o autor das obras ‘O Fim da Inocência’ e ‘O Fim da Inocência II’, escritas com base em relatos reais de jovens que com ele partilharam vivências. Segundo o que apurámos junto da organização, foi “grande” a adesão a este encontro que reuniu jovens, pais, técnicos, etc., sinal da “pertinência” desta temática nos dias de hoje. N.R.: Contamos desenvolver esta matéria em próxima edição do jornal Correio de Azeméis. GISÉLIA NUNES

O escritor Francisco Salgueiro foi o convidado especial da tertúlia organizada pela Equipa ‘Soltar Amarras’


10 >HOJE E AMANHÃ NA EXPONOR, DAS 11H00 ÀS 19H00

‘Dias europeus de emprego’ O IEFP, IP organiza, através da rede EURES, por iniciativa da Comissão Europeia, os ‘Dias europeus do emprego’, que têm como principal objetivo promover a mobilidade em segurança na Europa. Trata-se da maior feira de emprego internacional para candidatos a emprego portugueses, que pretendam trabalhar no estrangeiro, sendo uma oportunidade também para empregadores. Os candidatos a emprego podem, neste evento, contatar com empregadores e ser entrevistados, no local ou ‘online’, pelas empresas participantes. Podem também ter contato com peritos em questões do mercado de trabalho, não apenas de Portugal, mas provenientes de vários outros países europeus, aprofundar planos individuais de mobilidade ou saber mais sobre a forma como a rede EURES e outros serviços de apoio à mobilidade os podem apoiar na sua procura de emprego na Europa. Os ‘Dias europeus do emprego’ incluem um programa alargado de ‘workshops’ (cerca de 70), para aconselhamento sobre condições de vida e trabalho nos países participantes, bem como apresentações de empresas. Simultaneamente, permitem estabelecer contatos com alguns dos cerca de 40 empregadores presentes, nas áreas das engenharias, tecnologias de informação, saúde, hotelaria e restauração, ‘customer service’ e construção, podendo ainda estarem representadas outras áreas. Os empregadores têm oportunidade de contatar com centenas de candidatos a emprego qualificados, não apenas recém-graduados, mas também profissionais com experiência, que procuram ativamente um emprego na sua área de recrutamento. Podem também beneficiar do apoio da rede EURES, previamente ao evento, através da pré-seleção de candidatos que correspondam aos seus perfis de recrutamento. Têm depois a possibilidade de os contatar durante o evento, presencialmente ou ‘online’. Dias 29 e 30 do corrente na Exponor.

Terça-feira, 29 de outubro de 2013

CONCELHO

>APESAR DO AUMENTO NÃO SER SUBSTANCIAL

Desemprego continua a crescer entre nós Mais de 3.300 pessoas de Oliveira de Azeméis estavam inscritas no centro de emprego em finais do mês passado. Um crescimento face a agosto último e a setembro de 2012, mas pouco significativo.

Foto de Arquivo

ANGELA AMORIM

Em setembro último, o concelho de Oliveira de Azeméis tinha inscritos, no que usualmente denominávamos por Centro de Emprego de S. João da Madeira (CESJM), 3.312 desempregados. Como já é habitual, as mulheres foram as mais afetadas, contando-se, nessa altura, 1.905. Com menos de um ano de inscrição, registou-se 1.765 indivíduos e 262 em situação de primeiro emprego. Os restantes procuravam novo emprego. O grupo etário em que se verificaram mais pessoas sem emprego situou-se, então, entre os 35 e os 54 anos (1.453), seguindo-se pessoas com 55 ou mais anos (707). Entre os 25 e os 34 anos somavam-se 679 inscritos e até aos 25, 473. No que diz respeito aos níveis de escolaridade, com o 1.º Ciclo do Ensino Básico (CEB) verificavam-se 778, sendo este o de maior índice, sucedendo-se os que tinham o ensino secundário (697), 2.º e 3.º CEB (593 e 587, respetivamente), superior (516) e, por último, com habilitações que não completavam o ensino básico (141).

O desemprego continua a crescer em Portugal e a nossa região não é exceção.

O fim do trabalho não permanente ultrapassou todos os motivos para a inscrição no CESJM, com 157 oliveirenses a recorrerem a esta entidade no mês de setembro passado. Despedidos foram 48 e mais 15, estes últimos por mútuo acordo. Face ao mês imediatamente anterior (agosto), o nosso município revelou um crescimento de desempregados superior a 40 pessoas, repartidas por ambos os sexos. Já no que diz respeito ao período homólogo anterior (setembro de 2012) a diferença não foi significativa. O aumento quedou-se por uma dúzia de pessoas sem emprego (3.300), contabilizadas pelo CESJM. De reter que estes são os dados oficiais do Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP), que nem sempre correspondem à realidade, uma vez que muitas serão as pessoas que não recorrem a

esta entidade ou se inscrevem Oliveira de Azeméis (segundo do respetivo Centro de Em- lugar deste ‘ranking’), surge S. prego. João da Madeira (1.507), que, apesar de ter um território Santa Maria da Feira pequeno, engloba um númeocupa lugar cimeiro ro considerável de população O Centro de Emprego de S. ativa e uma área de serviços e João da Madeira, agora CTEF comércio bastante significatiEntre Douro e Vouga (EDV), va. O quarto lugar é ocupado engloba, para além do nosso, por Castelo de Paiva – que, os concelhos de S. João da apesar de não pertencer à nut Madeira, Santa Maria da Fei- do EDV, recorre a este CTEF ra, Castelo de Paiva, Vale de -, com 1.438 inscritos, Arouca Cambra e Arouca. em quinto (1.147) e, por últiNuma análise mais por- mo, Vale de Cambra com 888 menorizada às estatísticas pessoas desempregadas regisfornecidas pelo IEFP, pode- tadas no IEFP. mos adiantar que o nosso Recorde-se que o ano de município é o segundo com 2012 fechou com 3.333 oliveimais inscrições dentro des- renses inscritos, 10.172 feirente panorama regional, ten- ses, 1.345 sanjoanenses, 1.608 do em conta os números do paivenses, 991 arouquenses e mês passado. A Feira assume 840 valecambrenses, isto é, um o primeiro lugar, com 10.068 registo que diminuiu - de endesempregados registados tão a setembro de 2013 - em neste CTEF, circunstância Oliveira de Azeméis, Santa a que não está, com certeza, Maria da Feira e Castelo de alheio o número de freguesias Paiva, e aumentou nos restanque compõem este concelho tes municípios abrangidos por (atualmente 21). A seguir a este centro de emprego.

> NA GALERIA TOMÁS COSTA, PRAÇA DA CIDADE

Exposição de Onofre Varela A galeria Tomás Costa, na Praça da Cidade, tem patente, entre os dias 02 e 23 de novembro, a exposição de cartoon e caricatura da autoria de Onofre Varela. O artista nasceu no Porto em 1944 e frequentou o curso de Pintura da Escola de Artes. Exerceu a profissão de desenhador em litografias e de designer gráfico em agências

de publicidade, antes de entrar nas redações de jornais como gráfico e ilustrador, em 1970. Publicou desenhos no ‘Mundo de Aventuras’ e nas revistas ‘Flama’ e ‘Seleções Femininas’. Foi colaborador de várias publicações periódicas, destacando-se os jornais ‘O Primeiro de Janeiro’ e ‘Jornal de Notícias’. Trabalhou na televisão

(RTP) no programa ‘Às Dez’ (1986-1988), desenhando a informação meteorológica em direto. Expôs os seus trabalhos satíricos em Portugal, Espanha, França, Turquia, Macau e Brasil, esteve representado na exposição de caricaturas de Mário Soares, no Palácio de Belém. Ilustrou livros escolares, jo-

gos e contos infantis, para a Editora Educação Nacional, Majora e Porto Editora. Após a aposentação (2001) publicou desenhos na revista ‘O Tripeiro’, no jornal ‘O Comércio do Porto’, e iniciou colaboração com o semanário ‘O Gaiense’. A inauguração da exposição acontece no dia 02, pelas 16h00.


concelho

>Mais cortes nas transferências do Orçamento do estado 2014 para os municípios

Azeméis já não chega aos 12 milhões de euros São já conhecidas as verbas inscritas no Orçamento do Estado para 2014 referentes às transferências para os municípios. Excetuando os valores que seguem diretamente para as atuais 12 freguesias, Oliveira de Azeméis receberá apenas 11.799.641 euros da respetiva participação nos impostos da administração central.

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Terça-feira, 29 de outubro de 2013

frente apenas Santa Maria da Feira, com 16.764.408, valor também abaixo do transferido em 2013 para esse município (17.236.900 euros). Seguem-se Arouca com 7.839.442 (2013: 8.060.984), Vale de Cambra com 6.227.670 (6.520.690) e S. João da Madeira, por último, com 3.979.242 (4.091.516).

total de 899.424 euros para as atuais 12 freguesias. Recorde-se Angela Amorim que, no ano corrente, esta verba foi, também, superior, ou seja, A proposta de Orçamen911.811 euros. to do Estado (OE) para 2014 Para que conste, aqui ficam aponta para uma transferência os números tornados públicos, total de 11.799.641 euros para recentemente: o município de Oliveira de Carregosa - 45.443 euros Azeméis, o que corresponde Cesar - 40.925 euros a uma quebra de mais de 330 Fajões - 42.164 euros mil euros, face ao ano corrente Transferências Loureiro - 56.332 euros (12.133.128 euros). para as freguesias Macieira de Sarnes - 33.685 No conjunto dos cinco Já no que diz respeito à par- euros concelhos do Entre Douro e ticipação das freguesias nos Ossela - 41.644 euros Vouga, o nosso é o segundo impostos do Estado, o OE 2014 S. Martinho da Gândara com maior verba, tendo à sua aponta para uma transferência 35.304 euros

S. Roque - 62.283 euros Vila de Cucujães - 105.610 euros União das freguesias de Nogueira do Cravo e Pindelo 77.516 euros União das freguesias de Oliveira de Azeméis, Santiago da Riba-Ul, Ul, Macinhata da Seixa e Madail - 238.072 euros União das freguesias de Pinheiro da Bemposta, Travanca e Palmaz - 120.446 euros.

>No nosso concelho

Armas apreendidas a homem de 21 anos A GNR apreendeu armamento diverso a um indivíduo de 21 anos, “durante a execução de diligências realizadas no âmbito de um processocrime por violência doméstica”. Esta semana, no concelho, militares do Núcleo de Investigação e Apoio a Vítimas Específicas do Comando de Aveiro apreenderam uma espingarda caçadeira, um revólver, uma espingarda de ar comprimido, 76 cartuchos, 51 fulminantes e 171 chumbos. O suspeito foi constituído arguido, tendo prestado termo de identidade e residência. DC

N.R.: Em próxima edição voltaremos, com mais pormenores, ao assunto.

> Escola Básica Bento Carqueja

>Natural de Oliveira de Azeméis

Associação de Pais dá telescópio à escola

Ferido em despiste na A32

A Associação de Pais e Encarregados de Educação (APEE) da Escola Básica Bento Carqueja ofereceu, a este estabelecimento de ensino, um telescópio. De acordo com o que apurámos, esta oferta da APEE surge no âmbito do projeto ‘Bento Experimenta - PcC169 - Pais com a Ciência’, em colaboração com a Fundação Ciência Viva. A entrega do equipamento teve lugar na noite do passado dia 11 de outubro, numa cerimónia simples, pela presidente desta Associação às diretoras do Agrupamento de Escolas Saores Basto e da Escola Bento Carqueja (EBBC), para “poder ser dinamizado pelos professores e alunos”, segundo press release enviado à nossa redação. Neste, os responsá-

veis da APEE da Bento Carqueja dão, ainda, conta que esperam que o mesmo “seja usado até à exaustão”, no sentido de “incentivar o estudo da ciência”. Seguiu-se uma reunião da assembleia-geral de pais e encarregados de educação da

Um homem sofreu ferimentos na sequência de um despiste seguido de colisão contra os separadores centrais da A32, na manhã de quinta-feira, em Milheirós de Poiares, Feira. Tudo indica que o condutor, de 56 anos e natural de Oliveira de Azeméis, tenha perdido o controlo do volante do automóvel em que seguia, no sentido Sul/Norte, cerca das 10h00. Com o impacto, ficou inconsciente, mas, quando os meios de EBBC, na qual foi eleita a nova direção para o corrente ano letivo (2013/2014). Aprovados foram, ainda, três votos de louvor à direção cessante deste estabelecimento de ensino, à nova direção e à direção cessante desta Associação de Pais.

socorro (Bombeiros de Arrifana e INEM do Hospital da Feira) chegaram ao local, já recuperara os sentidos. Depois de assistido no local, o sinistrado foi transportado para o Hospital de S. Sebastião, presumindo-se que não corresse perigo de vida. O trânsito naquele sentido da auto-estrada esteve condicionado durante cerca de duas horas, tendo sido disponibilizada apenas uma faixa de rodagem. DC


12 FAJÕES> PRÓXIMAS ATIVIDADES DA BMSMF

Almoço convívio anual já no dia 10 de novembro No próximo dia 10 de novembro, a partir das 12h30/13h00, na ‘Quinta da Lavandeira’, em Fajões, a direção da Banda Musical de S. Martinho de Fajões (BMSMF) vai levar a cabo o seu tradicional almoço convívio anual. Tendo como objetivo juntar todos os músicos, dirigentes, sócios e amigos da BMSMF para “uma franca e salutar confraternização”, esta é nada mais, nada menos do que a maior organização em termos associativos que tem lugar na vila fajoense. Passados cerca de dois meses, já em janeiro, entre estreias nacionais e com um repertório bem apelativo, o órgão diretivo convida todos a darem as boas-vindas a 2014, num concerto de Ano Novo, que, certamente, vai ficar para a história da filarmónica. O espetáculo está marcado para as 15h30 do dia 05 de janeiro, também na ‘Quinta da Lavandeira’. FAJÕES> A TODOS OS QUE ‘ENRIQUECERAM’ O ‘MUSICALIDADES’ 2013

Agradecimento da direção Através do Correio de Azeméis, a direção da Banda Musical de S. Martinho de Fajões agradece à comissão organizadora, “pelo empenho e pela dedicação” demonstrados neste ‘Musicalidades’ 2013. De igual modo por intermédio do nosso jornal, faz um agradecimento aos parceiros que colaboraram, financeiramente, para que este evento se realizasse; à Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Fajões, pela cedência do espaço; aos músicos que participaram; e ao público em geral. A todos estes, o órgão diretivo diz “um muito obrigada”, visto que “contribuíram para a valorização da cultura desta região”. Faz ainda votos para que a terceira edição do ‘Musicalidades’ 2015 seja mais um sucesso.

Terça-feira, 29 de outubro de 2013

REGIONAL

FAJÕES> FESTIVAL ORGANIZADO PELA BANDA TROUXE, UMA VEZ MAIS, “GRANDES INTÉRPRETES”

“Sucesso” da primeira edição renovado Após o primeiro “sucesso”, em 2011, o Festival ‘Musicalidades’ voltou em força, este ano, com a sua segunda edição. O evento organizado pela Banda de Música de Fajões ofereceu, aos fajoenses e a gentes de outras paragens, seis concertos de “alto nível musical”. GISÉLIA NUNES

Belinha Trio e Massive Brass Attack foram os primeiros a subirem ao palco, no quartel da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Fajões, a 21 de setembro, seguindo-se Nova Blue Trio e Pulsat Percussion Group e Quarteto Trompas Lusas e Trumpet Mates Gang, respetivamente, nos sábados 05 e 19 de outubro. Segundo Bruno Costa, diretor artístico da Banda Musical de S. Martinho de Fajões (BMSMF) – filarmónica que organiza o ‘Musicalidades’ – “o programa para esta edição foi elaborado em função das parcerias previstas, assim como do espaço físico disponível”, sendo certo que “a qualidade artística foi e

O ‘Musicalidades’ regressa em 2015.

será sempre uma caraterística levada em consideração”. Em entrevista ao Correio de Azeméis, o maestro disse ainda que no ‘Musicalidades’ 2013 “contámos, uma vez mais, com a presença de artistas de indiscutível valor, como Jeffery Davis, Jorge Almeida, Sérgio Carolino, entre muitos outros”, facto que, na sua ótica, “valida e comprova o nível que identifica este festival de música”. “Desinteresse” de quem manda na cultura concelhia Relativamente aos objetivos e dificuldades que envolveram a organização deste ano, o jovem músico afirmou que “a continuidade do Festival com uma paridade artística ímpar e contemplando um cartaz que nos identificasse como promotores do evento foi, desde logo, o nosso objetivo principal”, contudo, “criar momentos de formação, pedagogia e expe-

rimentação” são ainda metas a atingir. Aliás, o “futuro” do ‘Musicalidades’ também passa por isso mesmo. Embora enaltecendo as “parcerias privadas” que estabeleceram, Bruno Costa não perdeu a oportunidade para lamentar a “falta de apoios institucionais”, a qual dificultou a ambição de ir mais além na programação desta edição, bem como “o desinteresse manifestado pelos mandatários da cultura no nosso concelho”. Novo Musicalidades em 2015 Bruno Costa adiantou que, uma vez que o ‘Musicalidades’ aconteceu em todos os anos ímpares, “será sempre minha intenção apresentar uma programação crescente em termos qualitativos, acrescendo todas as componentes pedagógicas ainda ausentes” e que, assim sendo, este festival bienal “prepara-se” para a sua próxima edição a realizar em 2015.

Por último, Bruno Costa fez questão de “agradecer a todos os participantes envolvidos no ‘Musicalidades’, desde a equipa técnica e administrativa, que me deu um apoio fantástico, até aos parceiros privados, pois, sem eles, teria sido impensável o referido festival”. Também em jeito de mensagem final, o diretor artístico da Banda Musical de S. Martinho de Fajões deixou para tema de reflexão o “aniquilamento lento e doloroso que as artes, de uma forma generalizada, têm vindo a sofrer num país que é governado sem Ministério da Cultura” e onde “vivemos congestionados à situação económica que nos assola, colocando de parte valores importantes”. Aludindo a Friedrich Nietzsche, segundo o qual “sem a música, a vida seria um erro’”, Bruno Costa disse ainda reverse no “eterno” Zeca Afonso, para quem “o que é preciso é criar desassossego. Quando começamos a procurar álibis para justificar o nosso conformismo, então está tudo lixado!(…) Acho que, acima de tudo, é preciso agitar, não ficar parado, ter coragem, quer se trate de música ou de política. E nós, neste país, somos tão pouco corajosos que, qualquer dia, estamos reduzidos à condição de ‘homenzinhos’ e ‘mulherzinhas’. Temos é que ser gente, pá!” (1985).

FAJÕES> BANDA MUSICAL DE S. MARTINHO DE FAJÕES SUPRIU NECESSIDADE CULTURAL DA REGIÃO

Um festival de música ‘à altura’ dos “grandes centros urbanos” Remontando a 2011, o primeiro ‘Musicalidades’ nasceu ‘fruto’ da determinação de Bruno Costa em “criar um festival de música” que trouxesse “os grandes espetáculos dos grandes centros urbanos à nossa região”. Após ter assumido a direção artística da Banda Musical de S. Martinho de Fajões, logo, nas primeiras reuniões em que participou, o jovem maestro manifestou, precisamente, essa “necessidade”, acabando por merecer a confiança da direção da agremiação fajoense. “Com o apoio de toda a direção, criámos o ‘Musicalidades’”, afirmou, ao Correio de Azeméis, o diretor artístico, acrescentan-

do que, na altura, “um grupo de músicos dinâmico da Banda de Música disponibilizou-se, de imediato, a dar apoio logístico e administrativo, sendo, aliás, também graças a esse conjunto de pessoas que o ‘Musicalidades’ é o que é atualmente”. De acordo com Bruno Costa, “a ausência de concertos, ateliês, cursos, ações formativas, bem como outras necessidades musicais de qualidade [quer na vila de Fajões e no concelho de Oliveira de Azeméis, em particular, quer na região norte do país, em geral]”, levaram à criação do ‘Musicalidades’, festival de música bienal que contém

seis concertos por edição. Objetivos do projeto passam pela “valorização cultural” Em ambas as edições (2011 e 2013), o evento trouxe a Fajões “grandes intérpretes, de renome nacional e internacional, cuja qualidade é inequívoca”. Segundo o responsável, associada a este projeto, “sempre esteve a valorização cultural”, “proporcionando cultura e arte de qualidade à população, que, geralmente, não dispõe, com relativa facilidade, deste tipo de eventos e ainda tentando despertar o interesse de conhecer e participar em atividades musicais e artísticas”.

“Paralelamente, é também um desígnio deste festival a articulação entre o meio profissional e amador, pretendendo reforçar e estimular o aperfeiçoamento artístico regional, bem como a promoção de jovens valores e agrupamentos consagrados nacional e internacionalmente”. “É na perspetiva de suprir uma lacuna regional em termos culturais que a Banda Musical de S. Martinho de Fajões se propõe desenvolver o ‘Musicalidades’”, visando, assim, “criar, paulatinamente, um evento de reconhecimento internacional a Norte de Portugal”, esclareceu Bruno Costa.


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OSSELA> POR OCASIÃO DA ABERTURA DO ANO LETIVO

Doadores de terrenos para EB1 de Selores homenageados Os doadores dos terrenos em Selores para a construção da unidade escolar desse lugar da freguesia foram homenageados, num preito de gratidão pela benemerência do seu gesto. ANTÓNIO JESUS GOMES

Na década de 1920 foi sentida a necessidade de construir mais um edifício escolar, que servisse as crianças dos lugares de Gândara, Valado, Mosteiro, Chousal, Selores, Penas, Paredes, Ponte Nova, Carvalhosa, Bustelo do Caima e Ribeira de Baixo, povoados muito distantes da Escola de Santo António e sem acessos condignos. José Ferreira Constante (benemérito que certamente não estará esquecido), natural desta freguesia e residen-

lores. O edifício, com duas grandes salas, foi construído, de facto, graças à benemerência de José Constante e entrou em funcionamento em 1925. Próximo dos anos 90, dado que se encontrava em profunda degradação com as paredes de tal forma arruinadas que não suportavam as placas de betão, acabou por ser demolido. Foi construído o atual edifício – presentemente o único do ensino primário a funcionar em Ossela – noutra parte da mesma quinta, em local mais apropriado e com menor volume de trânsito nas proximidades, tendo, para isso, sido oferecido o terreno necessário por David da Silva Brilhante, que viveu Um sinal de gratidão para com aqueles que foram determinantes para a construção deste parte da sua vida como emiedifício escolar osselense grante na Venezuela, filho e legítimo herdeiro de Adelino da Silva Brilhante. te no Rio de Janeiro-Brasil, totalmente a desejada escola. dade, Adelino da Silva BriO reconhecimento surgiu, não obstante estar ausente O único problema era conse- lhante, moleiro e comer- agora, com o descerramento interessava-se pelo progres- guir terreno em local o mais ciante, possuidor de várias de uma placa em “homenaso do seu torrão natal e ga- acessível possível às crianças propriedades, ofereceu uma gem de gratidão da Câmara parcela de terreno na melhor Municipal e da Junta de Frerantiu aos autarcas locais dos 11 referidos lugares. que estava disposto a custear Sabendo dessa dificul- parte da sua quinta de Se- guesia” aos dois doadores. PALMAZ> ORGANIZADO PELA COMISSÃO DE MELHORAMENTOS LOCAIS

Magusto de S. Martinho no Pólo ‘Com Vida’

boa hora, acesa em 1999 e, desde Para manter viva a chama de uma tradição, em lema Recordar é Viver, a ‘versão 2013’ então, fortalecida em cada ano, sempre sob o ada’ de 1949 congregou 26 pessoas, do aniversário conjunto dos pinheirenses da ‘forn confraternização anual de naturais do entre aniversariantes (18) e cônjuges (oito). Uma repetiu, conforme noticiámos a semana Pinheiro da Bemposta, que, recentemente, se ade, a foto não estava completa, passada. Porém, por motivos alheios à nossa vont tal facto, pedimos desculpas pelo lapso, com um dos convívas a ter ficado cortado. Por a imagem para a posteridade. especialmente ao lesado, e voltamos a publicar

No próximo dia 10, vai haver festa no Pólo Multigeracional ‘Com Vida’. A partir das 14h30, ao som da música do ‘Duo Musical Máriart’, vai ter lugar naquele espaço direcionado para todas as gerações um magusto de S. Martinho organizado pela Comissão de Melhoramentos Locais de Palmaz (CMLP). Neste domingo, além de muita animação, não vão faltar as castanhas assadas e o bom vinho. Por isso, quem aceitar o convite da CMLP e comparecer no Pólo ‘Com Vida’ vai passar, com toda a certeza, uma boa tarde de domingo. Não perca, então, esta oportunidade de se divertir e conviver com gente boa!

OLIVEIRA DE AZEMÉIS>NÚCLEO ASSINALA OS 90 ANOS DA LIGA DOS COMBATENTES E O 95º ANIVERSÁRIO DO ARMISTÍCIO

Comemorações agendadas para 10 de novembro No próximo dia 10 de novembro, domingo, o Núcleo de Oliveira de Azeméis da Liga dos Combatentes assinala, em simultâneo, o 95.º aniversário do Armistício e os 90 anos da Liga dos Combatentes. Marcada para as 11h00, a cerimónia tem lugar junto ao Monumento aos Combatentes da 1.ª Grande Guerra, na Praça José da Costa, na cidade. A direção, através do seu presidente Joaquim Cabete, vem, por nosso intermédio, convidar todos os associados, familiares, amigos e população em geral a participarem neste ato simbólico.


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CESAR> VILLA CESARI COMEMORA 15º ANIVERSÁRIO E ATRIBUI GALARDÃO A MÉDICO CESARENSE

António Praça de Vasconcelos recebe ‘Prémio Carreira’ Comemorar 15 anos de viagem significa que a Villa Cesari está em plena adolescência e a navegar em velocidade cruzeiro para a sua juventude. Paulo Silva, atual presidente da direção, na gala de aniversário e entrega do ‘Prémio Carreira’, considerou muito importantes os fundadores, mas acima tudo os ‘marinheiros’ que ‘remaram’ para que, hoje, esta associação seja o que é na freguesia e no concelho.

opúsculo, insere-se na base da atribuição de tal galardão, que se circunscreve na arguta atividade profissional e inquestionável trabalho no exercício de medicina clínica como referência local. Destaca-se, ainda, muito particularmente, o trabalho médico desenvolvido a nível solidário, na generalidade efetuado no silêncio e longe das luzes dos holofotes da vida pública, e o trabalho dedicado à paróquia como membro ativo, nomeadamente no Conselho da Fábrica da Igreja e do Benefício Paroquial de Cesar, entre outras instituições locais. De referir ainda que outros quiseram associar-se à homenagem, nomeadamente o Futebol Clube Cesarense e um grupo de amigos e pessoas singulares. Cesar esteve em força nesta homenagem e, como no passado, o povo cesarense agradeceu ao seu médico.

CARLOS COSTA GOMES

Médico recordou a receção do povo há 50 anos António de Vasconcelos recordou a homenagem que o povo de Cesar lhe prestara há 50 anos, no dia 19 de outubro de 1963, comparando a distinção do ‘Prémio Carreira’ como algo semelhante. O médico cesarense afirmou que, na sua atividade, tudo fez e faz em favor das pessoas que a ele recorriam e recorrem na doença. Sempre atento e compassivo com o diagnóstico rigoroso, considerou sentir-se bem com sua consciência de clínico no tratamento e cura dos seus doentes, mas, com humildade, reconheceu que, às vezes, não acertou como gostaria que tivesse acontecido e era seu desejo. A comunidade em peso agradeceu os 50 anos de atividade médica do Dr. Vasconcelos e a ela juntaram-se as instituições privadas e públicas, nomeadamente a Câmara Municipal e Junta de Freguesia de Cesar, que consideram meritório o trabalho do médico, que, além do rigor científico, também “é um bom conselheiro, um bom psicólogo, um bom amigo com quem se pode contar. Um homem sempre disponível para ouvir e com uma palavra certa em momentos incertos”.

A gala do 15.º aniversário da Villa Cesari, com um espetáculo digno de registo, brindou associados e amigos da associação e o homenageado com o ‘Prémio Carreira’, António Praça de Vasconcelos. Alegria e emoção andaram lado a lado numa noite festiva, que terminou com a sessão de cumprimentos ao médico cesarense. A viagem destes 15 anos da agremiação foi encenada e contada por quatro jovens ‘marinheiros’, que, em diálogo e interação com o público, geraram emoção. Em velocidade cruzeiro rumo ao futuro Os dirigentes da Associação Villa Cesari estão confiantes em relação ao futuro. Juntos saberão prover o futuro suportado pelo passado, que é a identidade e memória, e pelo presente vigoroso virado a esse futuro que não se sabe como vai ser ou acontecer, mas que sabem como querem que ele seja. Estas foram as ideias avançadas por Carlos Costa Gomes, presidente da assembleia da instituição. Villa Cesari, ao longo dos anos, sempre soube capitalizar os seus recursos e os da comunidade. Uma visão estratégica integrada foi sempre o cami-

O médico cesarense António Praça de Vasconcelos recebeu o ‘Prémio Carreira’ 2013

O auditório da Casa do Cruzeiro encheu por ocasião das comemorações do 15.º aniversário da Villa Cesari

nho seguido pelo seus dirigentes, na medida em que as instituições não precisam de ter tudo se todas, estrategicamente, souberam partilhar os seus recursos com protocolos, previamente, estabelecidos e definidos. “Nem todos teremos que ter tudo, mas tudo do que temos podemos e devemos partilhar”. A isto chama-se otimização integrada dos recursos globais da comunidade. Exemplo desta vi-

são estratégica são os diversos protocolos, alguns informais outros formais, que a Villa Cesari tem com várias instituições cesarenses, no momento, referidas por Paulo Silva, líder diretivo.

aumentando à medida que as personalidades são agraciadas com tal distinção. Este prémio visa perpetuar figuras merecedoras de reconhecimento público pelo trabalho desenvolvido ao longo da vida ativa, trabalho esse meritório Auditório da Casa do de exemplo a seguir pelas geCruzeiro cheio para rações futuras. homenagear O médico cesarense, Dr. António de Vasconcelos António Azevedo Praça de A valorização da atribui- Vasconcelos, cuja vida e obra ção do ‘Prémio Carreira’ vai está sintetizada num pequeno


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CESAR> ASSOCIAÇÃO RECONHECE PERSONALIDADES QUE ENOBRECEM A FREGUESIA

Governador do Banco de Portugal é sócio honorário da Villa Cesari No âmbito das comemorações do 15.º aniversário da Villa Cesari, no passado dia 19 de outubro, Carlos da Silva Costa, governador do Banco de Portugal, foi distinguido com o título de sócio honorário. Uma honra para esta associação, em particular, e para os cesarenses, em geral. CARLOS DA COSTA GOMES

Num quadro de participação cívica e de responsabilidade social, a Villa Cesari é a única associação cesarense que tem o mérito de reconhecer o trabalho, quer a nível local, quer a nível nacional, de personalidades ligadas à terra. No passado recente, depois de ter atribuído o título de sócio honorário ao comendador Ângelo Azevedo e ao Padre Joaquim Cavadas, pároco de Cesar, nas comemorações do 15.º aniversário distinguiu, com mesmo título honorífico, o governador do Banco de Portugal, Carlos da Silva Costa. Sessão solene de elevado nível e alto significado A investidura de tal distinção a Carlos Costa decorreu em sessão solene, no auditório da Casa do Cruzeiro, com a leitura da ata da respetiva aprovação da reunião de assembleia-geral (AG), realizada no dia 08 de fevereiro deste ano. Muitos foram os cesarenses que marcaram presença e se associaram a esta cerimónia. Carlos da Silva Costa manifestou o seu apreço pela instituição cesarense e afirmou sentir-se muito bem em Cesar, porque sabe que é bem-vindo e, “quando se sabe que os nossos conterrâneos e amigos gostam de nos receber bem, nada é melhor e gratificante”, disse. Por isso, agradeceu este

personalidade do governador como seu sócio honorário”.

Carlos da Silva Costa, governador do Banco de Portugal, é o mais recente sócio honorário da Villa Cesari - Associação de Cultura e Desporto de Cesar

> JÁ ESTÁ DISPONÍVEL AO PÚBLICO

Segunda edição do livro sobre a indústria cesarense Depois do grande interesse demonstrado pela primeira edição da obra, que esgotou, a Villa Cesari reeditou o livro numa segunda edição, revista e aumentada. A estrutura orgânica mantém-se no essencial de acordo com a primeira edição, mas com uma ‘pequena grande’ diferença, que é a inclusão de uma personalidade forte da indústria cesarense, Abílio Campos, fundador da Silampos. Aníbal Campos, filho de Abílio Campos, fez uma breve apresentação da segunda edição, congratulando o editor e o autor pela inclusão do seu pai na obra da indústria cesarense.

O autor Carlos Costa Gomes qualificou Abílio Campos como o pioneiro de uma nova cultura industrial: “Empresário e humanista. Um homem com visão de crescimento e desenvolvimento, centrada no trabalho, mas, acima de tudo, na pessoa”. Paulo Silva, presidente da direção da Villa Cesari, no encerramento da sessão, agradeceu a todos quantos tornaram possíveis as comemorações do 15.º aniversário da Villa Cesari, particularmente a Celeste Pinho, responsável da Villacul. Seguindo o mesmo alinhamento, não esqueceu as entidades públicas presentes, Câmara, Junta de Freguesia, IPDJ, Conselho da Fábrica da Igreja, entre outras, parceiros fundamentais para o bom funcionamento da instituição e das suas atividades.

‘Empresas e empregabilidade’ e o futuro dos jovens Na altura, ainda houve tempo para uma mesa redonda, moderada por Carlos Costa Gomes, com a presença do governador do Banco de Portugal, Aníbal Campos, CEO da Silampos e presidente da AIMAP, e Jorge Vicente Sousa, da empresa Fersil SA. O tema abordado foi ‘Empresas e empregabilidade: que futuro para os jovens (cesarenses)?’ Os cesarenses, presentes em número bastante significativo - mais de 200 pessoas (foto página anterior) -, evidenciaram grande interesse pela temática. Já os conferencistas centraram as suas comunicações na necessidade da formação profissional de qualidade. As conclusões deste debate assentaram, sobretudo, na mudança de paradigma educacional e cultural: Hoje é impossível responder à solicitação e às aspirações dos jovens que saem das universidades com cursos que não correspondem às necessidades das empresas. Na verdade, estas precisam de mão de obra qualificada diferenciada e, neste contexto, os cursos profissionais são aqueles que mais servem às empresas. Os jovens, ao tomar as suas opções de formação, têm de saber que ter um curso superior não é sinónimo de emprego e, por isso, os pais devem ajudar os filhos em escolhas mais assertivas para o mundo do trabalho.

Compromisso para a criação de um Observatório Local de Emprego Uma das propostas da Lista IC, eleita para a legislatura 2013-2017, é a criação de um Observatório Local de Emprego. Esta temática foi abordada Na noite de 19 de outubro, no auditório da Casa do Cruzeiro, houve lugar ainda a uma mesa por Aníbal Campos e por Jorge redonda Vicente Sousa, comprometendo-se, desde logo, a cooperarem na instituição formal desgesto da Villa Cesari - As- honorário. Portugal, foi muito incisivo te observatório. É necessário sociação de Cultura e DesCarlos Costa Gomes, pre- ao afirmar que “não é o Dr. saber quantos jovens e adultos porto de Cesar que “mui- sidente da AG da Villa Ce- Carlos Costa que fica hon- estão desempregados, os que to me honra”, declarando sari, usando da palavra no rado com tal distinção, mas estão à procura de trabalho e publicamente assumir com momento de investidura é a Associação Villa Cesari quais as suas qualificações e lealdade o título de sócio do governador do Banco de que é distinguida em ter a experiência.


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SAÚDE E BEM ESTAR

> ‘OLHE PELAS SUAS COSTAS’

Fraturas da coluna vertebral A coluna vertebral é um importante segmento anatómico. Caso seja afetada ao nível das suas funções, a qualidade de vida do indivíduo diminuiu e, por vezes, de forma irreversível. Por isso, todo o cuidado é pouco. DR. RUI DELGADO*

A coluna vertebral é um segmento anatómico com importantes funções estruturantes do tronco e, também, como elemento protetor da medula espinal. Compreende-se, assim, que as fraturas, ao afetarem estas suas funções, colocam em risco a integridade da medula espinal e, por isso, a qualidade de vida do individuo, principalmente no que respeita à sua mobilidade, mas não só, já que aquela estrutura neurológica é responsável pela transmissão e retorno da informação entre o cérebro e os vários segmentos do corpo. As fraturas da coluna ver-

No que toca à coluna vertebral, todo o cuidado é pouco...

tebral estão associadas a traumatismos de alta energia, sendo muito frequentes em acidentes de viação, quedas de altura elevada (muros, árvores em trabalhos agrícolas, andaimes na construção civil) e mergulhos. Em muitos casos, as vítimas são ainda jovens em idade laboral e as implicações sociais, económicas e familiares são significativas, se

atendermos a que em cerca de 20% dos casos ocorrem lesões graves, incapacitantes e irreversíveis. Nos casos de fratura vertebral estável e sem lesão neurológica, é viável a opção por um tratamento não cirúrgico, através de repouso e do uso de ortóteses durante um determinado período de tempo. Se a fratura comprometer a es-

pessoas idosas e mais frequentemente em mulheres. São muito comuns e, para além da dor, habitualmente, não têm consequências graves para o indivíduo. As fraturas da coluna vertebral ocorrem na sequência de acidentes, muitos dos quais possíveis de evitar se forem tomadas em conta as normas de segurança e de prevenção definidas para as mais diversas situações, desde regras de trânsito e de segurança no trabalho, como abstendo-se de comportamentos e atitudes displicentes. A campanha ‘Olhe pelas suas costas’ é uma iniciativa da Sociedade Portuguesa de Patologia da Coluna Vertebral, em parceria com a Associação Portuguesa de Médicos de Clínica Geral, Sociedade tabilidade da coluna vertebral Portuguesa de Medicina Física ou se ocorrer uma lesão neu- e de Reabilitação, Sociedade rológica (da espinal medula Portuguesa de Neurocirurgia ou raízes dos grandes nervos e Sociedade Portuguesa de Orperiféricos), então, poderá ser topedia e Traumatologia. Para mais informações connecessário recorrer à intervenção cirúrgica, para estabilizar sulte http://www.olhepelassua coluna e descomprimir as ascostas.com/ ou visite o facebook: https://www.facebook. estruturas neurológicas. As fraturas osteoporóti- com/olhe.costas *MÉDICO DA CAMPANHA cas - pequenos traumatismos ‘OLHE PELAS SUAS COSTAS’ – ocorrem, principalmente, em

> AFETA MILHÕES DE PESSOAS EM TODO O MUNDO

A dor nas costas no trabalho Trabalhos científicos mostram que, pelo menos, 50% dos trabalhadores da indústria e do comércio apresentam dor nas costas por algum período, durante a sua carreira. Em algumas indústrias mais de quatro horas por ano por operário eram deixadas

de trabalhar devido a estas dores. Acrescente-se que 85% dos portadores têm crises repetitivas. Os trabalhadores com maior risco são aqueles que carregam pesos ou que assumem posturas erradas nas posições sentada ou de pé.

Estatísticas americanas mostram que há cerca de 25 milhões de trabalhadores nos Estados Unidos que sofrem de dor nas costas e que 1,2 milhões estão incapacitados para o trabalho. O custo desta afeção tornou-se um dos mais caros e

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É fundamental a prevenção das dores nas costas, não só do ponto de vista médico, mas também em termos económicos

sérios problemas de saúde neste país entre as pessoas com idade entre 20 e 50 anos. Só em indemnizações de incapacitados por este problema, são gastos, anualmente, cerca de 4,6 bilhões de dólares. Baseados nestes dados, podemos concluir que as dores nas costas têm a mais alta importância não somente do ponto de vista médico, mas também do ponto de vista económico.

É fundamental a sua prevenção, dando-se ênfase à continuação dos estudos sobre as suas causas e também incentivando e divulgando as modernas técnicas de tratamento, através dos exercícios e orientando os responsáveis da indústria e do comércio sobre as melhores condições de trabalho para se evitar o aparecimento destas dores nos seus funcionários.


SAÚDE E BEM ESTAR

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> AFETA UM EM CADA TRÊS HOMENS COM MAIS DE 65 ANOS DE IDADE

Hiperplasia benigna da próstata A hiperplasia benigna da próstata é uma condição com um grau de prevalência bastante elevado. Esta doença corresponde ao aumento da zona da próstata que envolve a uretra. A sua incidência aumenta com a idade, afetando, de forma sintomática, aproximadamente 25% dos homens com idade superior a 40 anos e um em cada três homens com mais de 65 anos. TOMÉ LOPES*

A hiperplasia benigna da próstata (HBP) tem um impacto profundo na qualidade de vida dos doentes e é uma doença progressiva que, caso não seja tratada, pode levar a complicações, tais como a retenção urinária, infeções urinárias, litíase (‘pedras’) vesical, lesões na bexiga, nos rins, incontinência urinária e, eventualmente, cirurgia. Os sintomas estão tecnicamente agrupados em sintomas de esvaziamento e de armazenamento. Muitos deles são bastante conhecidos (micção fraca, hesi-

tes medicamentos não impedem que a doença progrida e que a próstata aumente de tamanho. Isso leva-nos a outro grupo de medicamentos: Os inibidores da 5-alfa-redutase. Esta classe de fármacos atua no balanço testosterona/dihidro-testosterona. Com o A incidência desta doença aumenta com a idade, afetando, de forma passar da idade, acredita-se que este sintomática, aproximadamente, 25% dos homens com idade superior a 40 balanço desequilibra-se o que pode anos e um em cada três homens com mais de 65 anos levar ao aumento da próstata. Com estes medicamentos é possível travar esse crescimento e diminuir em muito tação no início da micção, gotejamento descritos anteriormente. a probabilidade de complicações assoterminal, sensação de não esvaziamento ciadas à HBP (ex.: retenções urinárias completo, frequência urinária aumenta- Medicação utilizada agudas e cirurgia). Em alguns casos, da, urgência, dor/desconforto ao urinar), Os fármacos mais utilizados para estas duas classes de medicamentos mas os doentes costumam olhar para tratar sintomas são da classe ‘alfa-blo- podem ser utilizados em conjunto estes sintomas como sendo ‘normais’ queantes’, que são medicamentos que para uma maior eficácia. com o avançar da idade, não lhes dando funcionam como ‘relaxantes musculaO diagnóstico precoce da HBP pode muita importância. Visto a HBP ser uma res’. Como a próstata é constituída na ser realizado através de uma análise ao doença progressiva que pode levar a sua grande maioria por músculo liso, sangue para medir o PSA e com toque complicações (nomeadamente retenções o alfa-bloqueador vai fazer com que rectal. urinárias agudas e cirurgia), é importan- haja um relaxamento do músculo da Para mais informações consulte o site te que os homens acima dos 50 anos vi- próstata, libertando, por sua vez, um www.apurologia.pt * PRESIDENTE DA ASSOCIAÇÃO PORsitem regularmente o seu médico e que pouco a uretra e fazendo com que os TUGUESA DE UROLOGIA avisem caso sintam algum dos sintomas sintomas melhorem. No entanto, es-

> NÃO PERMITE DETETAR SINTOMAS

Cancro do testículo é o mais frequente entre os homens pénis ou nos rins. O tratamento da criptorquia até aos 4 anos de O cancro do testículo é muito idade é fundamental para prevefrequente nos homens entre os nir um futuro tumor. A heredi15 e os 34 anos. Representa cerca tariedade é outro dos principais de 2% de todos os tipos de can- fatores de risco. cro que afetam o sexo masculino. Este tipo de cancro tem uma Sintomas elevada taxa de sucesso, mais de Os primeiros sintomas de 95% dos casos são curáveis após cancro no testículo passam o tratamento. pelo surgimento de um nódulo O tumor do testículo é cau- ou uma inflamação no testícusado por células que se dividem lo – normalmente, só detetado descontroladamente e que po- quando atinge um centímetro e dem migrar para outras zonas já está em desenvolvimento. Dor do corpo, através da corrente e incómodo no escroto e sensasanguínea ou pela linfa. Numa ção de peso na bolsa escrotal são fase inicial, o cancro encontra- outros sintomas típicos, associase limitado ao testículo, mais dos a uma dor no abdómen infetarde, pode estender-se para os rior ou na virilha. Os tumores do gânglios linfáticos no abdómen, testículo metastizados podem posteriormente, para o tórax e, originar dores ósseas, sensação numa última fase, poderá esten- de falta de ar (dispneia), dores der-se para outros órgãos. torácicas e tosse. As causas do cancro testícuA prevenção passa por realilo permanecem desconhecidas, zar um autoexame de palpação mas os homens com maior risco testicular e consultar o médico de desenvolver este tipo de can- sempre que se verificar um descro são os que nascem com crip- tes sintomas. O exame testicular torquidia – o testículo permane- deve ser feito envolvendo o esce no abdómen em vez de descer croto com as mãos, de modo a para o escroto – anomalias no deixar o polegar e alguns dedos TOMÉ LOPES*

livres para conseguir tocar nas várias zonas dos testículos. É importante examinar os dois testículos de forma semelhante, para detetar possíveis diferenças. Não existe nenhum exame de deteção específico para este tipo de cancro, mas o recurso a métodos de diagnóstico complementares, como a exploração física, a transiluminação ou as ecografias permitem uma deteção precoce. Tratamento O tratamento do cancro do testículo passa pela cirurgia de remoção do órgão sendo, por vezes, o único tratamento para praticamente todos os tipos e estádios do tumor. A cirurgia é feita através de uma incisão na virilha (região inguinal) e da remoção do testículo e do cordão espermático. Poderá também ser colocada uma prótese testicular. O tratamento pode ser também combinado com radioterapia e quimioterapia. Para mais informações consulte: www.apurologia.pt *PRESIDENTE DA ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE UROLOGIA


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Uma visão de futuro 1. Exposto a pressões especulativas de grandes grupos económicos, Portugal foi obrigado a recorrer a um programa que apesar da designação em nada se assemelha a uma ajuda económica. Com uma União Europeia egoísta e “amarrada” a interesses financeiros, pagamos juros usurários a ávidos e insensíveis credores que comandam os nossos destinos. Porém, os dois anos de extremos sacrifícios e a fuga de Gaspar que já não acreditava na receita da austeridade, não impediu o governo de direita em “servir em 2014” um orçamento que castiga ainda mais a nossa economia e retira as últimas esperanças a quem ainda acreditava no benefício dos sacrifícios. Estamos cada vez mais pobres. 2. De uma entrevista de Sampaio da Nóvoa no domingo passado à TSF, retenho duas ideias que gostaria de partilhar. A primeira tem a ver com a juventude, quando afirma que «é quase “criminoso” o desperdício que o País tem feito da geração mais jovem, obrigada a emigrar por não conseguir lugar no mercado de trabalho». São milhares de jovens e menos jovens que se resignaram ao apelo de um primeiro-ministro preocupado unicamente em obter fundos para honrar os compromissos internacionais que também aprovou, mas que corta em salários e reformas, “rasgando” o pacto social a que constitucionalmente está obrigado. São estranhos os tempos em que o “capital humano”, em cuja educação e formação investimos nas últimas décadas, acompanha os fluxos financeiros dos juros que nos cobram, rumo aos países da Europa, justamente para ajudar a relançar e a desenvolver as suas economias… A segunda ideia centra-se na acusação que faz aos partidos por se terem transformado em «máquinas de poder para ganhar eleições» e aponta a necessidade de se tecerem «novos laços entre a lógica interna dos partidos e as lógicas sociais». Defender a democracia é punir eleitoralmente os partidos que possuem as tais “máquinas partidárias” que arregimentam “multidões” à custa de “cheques” ou de empregos para carregar bandeiras aquando das eleições. Zelar pela democracia é afastar do poder os que se apropriam da sociedade civil, “colonizando” a gestão de coletividades e associações, sem respeitar as suas diferenças ou potenciar dinâmicas sociais. Aceitando que, na sua essência, a democracia revela as qualidades e o grau de exigência de um povo, o seu aprofundamento resultará também do nível de educação e formação dos cidadãos para que, sem deixar de ser exigentes, se envolvam na atividade política de forma livre e consciente, exercendo uma das mais nobres causas da vida pública.

Manuel Alberto Pereira

opinião

Causa comum Momento de reflexão

O país anda deprimido. O país anda descrente. O país não acredita que a crise passe tão cedo. Estas afirmações são recorrentes por parte dos muitos comentadores televisivos e radiofónicos, que semana após semana, vão repetindo esta ideia. Pois bem, são estes mesmos comentadores que semana após semana contribuem para este estado de alma dos Portugueses. Falo frequentemente da questão da influência que certa comunicação social e certos comentadores têm na sociedade civil e nas pessoas pois o poder mediáticos das televisões, das rádios e dos chamados “fazedores de opinião” é imenso. Por esta razão o sentido de responsabilidade de certos indivíduos devia ser a sua principal preocupação, mas infelizmente não é assim que funciona. Há um ano atrás, ou até há 6 meses atrás, eram muitas as vozes que se levantavam para vaticinar que Portugal iria enfrentar em Setembro de 2013 taxas de juro da dívida superiores a 9%, taxas de desemprego superiores a 20%, taxas de crescimento trimestrais sempre negativas, e que os índices económicos iam estar cada vez piores. O oposto tem vindo a verificar-se e questiono-me se alguém se lembrou de vir pedir responsabilidades a Marcelo Rebelo de Sousa, Bagão Félix, Manuela Ferreira Leite ou José Sócrates pelo pânico injustificado que causaram aquando desses comentários? Se estamos habituados, e bem, a ouvir dizer que na política não devia valer tudo, também não devia valer tudo no mundo mediático dos comentadores políticos, apenas com intuito de se manterem na ribalta. Sinto-me desapontado por muitas das críticas injustificadas ao actual Governo surgirem com mais enfase de elementos afectos aos actuais dois partidos da governação. O principal problema é que algumas dessas criticas são tão disparatadas que outras correctas e justificadas que deveriam contribuir para melhorar a actuação do Governo passam despercebidas. Quanto ao Mestre em Filosofia, de seu nome José Sócrates, o tal que literalmente viveu à grande e à Francesa durante uns 2 anos, a mentira continua a ser a sua principal característica. É inato a Sócrates. Não é para ser levado muito a sério, mas devemos ter sempre em conta que se nada mais fosse importante, este senhor é o principal responsável pela crise que vivemos, e por isso o último com legitimidade para falar sobre a actual situação do país. Mas convenhamos que o novo estilo Sócrates, que privilegia o insulto aos seus adversários políticos, faz dele uma personagem cada vez mais interessante…

José Campos

Estimados leitores aproxima-se o dia dos fiéis defuntos, data em que os portugueses têm por hábito rumar aos cemitérios para prestar homenagem aos seus ente queridos que já partiram e aproveitar para estar perto da sua última morada terrena. O verdadeiro dia para velar os que já partiram é o dia 2 de Novembro, o facto de dia 1 ser feriado, dia de Todos os Santos, Miguel fez com que fosse naturalmente trans- Portela ferido para este dia o culto daqueles que já partiram. Apesar da ida aos cemitérios ser na data de Todos os Santos, os portugueses acabam por lembrar mais o significado ao Dia dos Finados que à celebração do próprio dia. Talvez porque esta ser uma data em que particularmente se recordam os amigos e os familiares que partiram, e assim este aspeto dominar os pensamentos do dia. Este será porventura, dos feriados retirados por imposição da Troika, aquele que mais impacto negativo irá ter para a rotina da população e no comércio local. Muitos dos feriados existentes no calendário português são aproveitados para passear, para descansar e ficar em casa, sente-se que a população reage mais ou menos como num dia de Domingo. No caso do feriado do dia 1 de Novembro apercebemo-nos que a rotina do dia pouco ou nada tem a ver com a dos outros feriados e que a população ruma em massa aos cemitérios, vai às suas terras de origem, e assim cumpre com devoção a tradição desta data. O impacto na população e no próprio país sente-se por dois aspetos totalmente diferentes, primeiro porque a população neste dia realmente ruma aos cemitérios e sente que este feriado serve para isso mesmo, por outro lado a economia local sente sempre as variações positivas deste dia pois aumenta consideravelmente a procura de muitos serviços e o aumento de forasteiros reflete-se invariavelmente. No global foram retirados os feriados de Corpo de Deus, Implantação da República, Todos os Santos e Restauração da Independência. De notar que os feriados religiosos foram suspensos durante um período de 5 anos e os feriados civis por prazo indefinido. Se este ano e os próximos dois anos o dia 1 de Novembro pode capitalizar o facto de estar junto ao fim-de-semana e assim absorver o impacto da sua perda, o mesmo não acontecerá nos dois anos subsequentes com as contingências que isso acarreta. Os feriados são uma interrupção extra na rotina do nosso trabalho e que é sempre bem-vinda, que valha a pena mais este esforço adicional de todos nós. Despeço-me com amizade.


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Terça-feira, 29 de outubro de 2013

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Políticas avariadas

A. Evangelista de Pinho

Servindo-me da gíria brasileira “estão mexendo no meu bolso”, todos nós, por natureza, fazemos parte de um povo de tal maneira acomodado e pacato que, por vezes, até nos distraímos e ficamos sem saber do que se passa à nossa volta. Não temos dúvidas de que o povo português é, realmente, sereno, mas serenidade em demasia pode resultar no pagamento de faturas bem pesadas resultantes de tranquilidades ou acomodações excessivas. Por sermos um povo ordeiro, comemos e calamos e a razão de tanta acalmia poderá ter origem nas distrações fabricadas por certos artistas com o fim de ‘nos adormecerem’, no diaa-dia, como sejam: Futebol às sextas, sábados e domingos, sendo os restantes dias da semana destinados aos respetivos comentários; certas tretas que, acarretando sono, nos convidam, muitas vezes, a ir mais cedo descansar e, como se isso não bastasse, seguem-se as telenovelas em fila indiana, simultaneamente, nos três principais canais televisivos até alta madrugada. Não somos contra esses divertimentos ou passatempos, porque até gostamos deles, mas tudo tem limites, conta, peso e medida. Recuando no tempo, quem não se recordará do “antigamente” em que uma certa “esquerda”, quando a água não corresse para o seu

moinho, alegava que o povo andava adormecido e drogado com o ópio dos três Efes – Fátima, Futebol e Fado. Ela lá sabia o porquê! Os tempos mudaram, mas a música continua a ser a mesma, apenas lhe alteraram o ritmo e acidentaram o tom à nova partitura para nos distrair. Cada povo tem e terá sempre os governantes que merece e se não arranjar cura para o sonambulismo de que padece sucumbirá. Por este andar, é urgente que procuremos o norte magnético do país sem paixões políticas ou cantos de galo, aos quais só lhes interessam poleiros para galarem sem dó nem piedade as galinhas, que somos todos nós. Que o digam os reformados, os jovens, os desempregados e tantos outros! Seria bom meditar que Portugal não é um clube que, perdendo ou ganhando, nunca interferirá no nosso bem-estar social nem nos nossos bolsos, mas é a Pátria, pela qual temos de lutar para que nela nos sintamos bem dentro dos limites das suas fronteiras e levemos o seu bom nome para além delas. Os tempos são cíclicos e, por isso, repetemse, quer queiramos, quer não e, sendo assim, equivale a dizer que uma espécie de ditadura parece estar a regressar a passos lentos, porque também elas, infelizmente, são cíclicas como os

tempos. Pelo que verificamos, certas mentalidades de um povo estão em regressão e, por essa circunstância, pareceu-me bem transcrever frases de um dos discursos de Cícero que, viveu até ao ano 42 antes de Cristo, no qual afirmava: “Uma nação pode sobreviver aos idiotas e até aos gananciosos, mas não pode sobreviver à traição gerada dentro de si própria. Um inimigo exterior não é tão perigoso, porque é conhecido e carrega suas bandeiras abertamente, mas o traidor move-se livremente dentro do governo; seus melífluos sussurros são ouvidos por todos e ecoam no próprio vestíbulo do Estado e esse traidor não parece ser um traidor; ele fala com familiaridade às suas vítimas; usa a sua face e as suas roupas e apela aos sentimentos que se alojam no coração de todas as pessoas. Ele arruína as raízes da sociedade; ele trabalha em segredo e oculto na noite para demolir as fundações da nação; ele infecta o corpo político a tal ponto que este sucumbe…”. Entre outras, foram estas as palavras escritas e proferidas por Cícero, há mais de 2.000 anos e a nós, julgando-as tão atuais, resta-nos a dúvida de saber se aquele prestigiado Tribuno Romano não teria sido um visionário ou talvez um grande profeta.

para o lugar da Cruz (antigo lugar da Mourisca) e não para Cesar, como é referido na pág. 113.Assumiu-se sempre como fajoense de adoção. A prova disso é estar sepultado no cemitério de Fajões. Seu filhos, citados na pág. 119, conhecidos empresários de calçado de Cesar, nasceram em Fajões e sempre se assumiram como fajoenses até ao fim da vida. Estes dados foram fornecidos por pessoa idónea e familiar do referido Manuel Ferreira Henriques. Algumas empresas citadas no livro, como sendo de Cesar, quer na zona do lugar do Castelo, quer na Zona Industrial do Mergulhão, estavam ou estão, respetivamente, no lugar da Cruz, pegado ao do Castelo, e na Zona Industrial de Fajões, esta contígua à do Mergulhão, mas devidamente sinalizadas como território de Fajões. Para não ferir suscetibilidades não citarei os seus nomes. Há ainda algumas indústrias que nasceram em Fajões e, posteriormente, instalaram-se na Zona Industrial de Cesar, pelo facto de, na altura, Fajões não possuir a sua zona industrial. O autor omite o berço dessas empresas, mas destaca o seu aparecimento em Cesar. Penso que o registo das empresas não deve ser o da terra dos seus donos, mas da terra onde estão implantadas. Caso contrário, seria a anarquia total. Com o recente acordo entre as duas Juntas de Freguesia sobre as ruas meeiras fronteiriças, que estava em suspenso desde 1968, data da colocação dos novos marcos divisórios, que tanta celeuma deu nos alvores dos anos 60, como seria bom que se aproveitasse a ocasião para repor tudo dentro da legalidade. Fajões e Cesar, apesar de tudo, foram e são duas terras amigas e boas vizinhs. Cabe a todos os agentes autárquicos, das Juntas e da Câmara, recentemente eleitos ou reeleitos, fazerem um esforço para que tudo seja reposto no lugar devido. Evitar levantar fantasmas

passados que não honram ninguém e só servem para dividir. Fajoenses de nascimento já deram e continuam a dar a Cesar. Falamos, entre outros, de comerciantes, industriais e até vários presidentes de Junta, atuais e recentes. Um dos grandes ‘pais’ da indústria cesarense, senão o maior, foi um fajoense, como o próprio livro reconhece na pág. 156. Deu-lhe, inclusivé, o seu primeiro professor primário, Francisco Soares Xavier Dias, pág. 85, ainda no séc. XIX.. Cesar, certamente, já deu e continua a dar, também, a Fajões homens de muito valor. Razões de sobra para, mais uma vez, dizer de “Cesar o que é de Cesar”, mas também de “Fajões o que é de Fajões”. As boas contas sempre fizeram os melhores amigos. Sobre o autor Carlos Costa Gomes, que ainda não tive a honra de conhecer pessoalmente, acho que se precipitou um pouco nas pesquisas e ascultações que fez para este exigente trabalho e, portanto, nem se trata de uma história (embora sobre a indústria) da antiguidade, nem sequer milenar, trata-se, sim, de uma história bem recente. Desconhece o historial entre as duas vilas e, involuntariamente, cometeu alguns erros, que devem ser corrigidos. Não há maior ética ou moral do que aquela de procurar sempre a verdade. Para terminar, cito uma passagem do livro (pág. 77): “O moinho a água da Ameixoeira (já perto de Fajões), que servia a Gândara. A verdade.... é “o moinho de água (que ainda conheci a funcionar) da Ameixoeira (já perto de Cesar), visto o moinho, com o nome do lugar, ter sido indiscutivelmente sempre território de Fajões. Curioso o autor, cesarense de adoção, não saber isto, uma vez que habita justamente no lugar da Ameixoeira”. * albino.pinho@sunrise.ch

História deturpada

Albino Pinho*

Sempre que vou à minha terra, Fajões, passar as merecidas férias de agosto, aproveito para comprar alguns livros, preferencialmente, clássicos portugueses, para enriquecer os meus modestos conhecimentos e manter sempre vivos os laços com as minhas raízes. Desses livros, incluo sempre os de assuntos de interesse regional. Dos que comprei, este ano, há um que me chamou a atenção, aquando da sua publicação, anunciada aqui neste jornal. Trata-se dos ‘120 anos da Indústria Cesarense’. As razões da compra, na secretaria da Junta de Cesar, desta obra de autoria de Carlos Costa Gomes, um cesarense de adoção, foram duas: A primeira, pela história, mesmo sobre a indústria, não deixa de ser quase comum, entre as nossas duas vilas; a segunda, por ter trabalhado em Cesar, de 1965 a 1985, e, portanto conhecer uma parte dessa história. Um destes dias chegou a hora de passar a ‘pente fino’ essa obra. Da leitura deste interessante livro, de um autor com formação superior, na área da ética e moral, já com muito traquejo nas lides literárias e, com o único objetivo de repor a ‘minha verdade’ histórica, ressalvo alguns ‘lapsos’ que se devem, talvez, ao facto do autor não ser filho da terra e não ter tido o cuidado nem a sensibilidade de uma recolha mais responsável. Quem escreve tem mais margem de erro do que quem lê. Escrever sobre história requer uma pesquisa profunda e cuidada, para que o trabalho final fique o mais imaculado e credível possível. Infelizmente nesta obra há vários erros, segundo o meu entender, e que não devo deixar de assinalar, pois ferem os interesses históricos da vila de Fajões. Daqueles que detetei, e segundo a ‘minha verdade’ passo a citar alguns. Manuel Ferreira Henriques veio de S.Roque


29 de outubro de 2013

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LIGA CABOVISÃO> ‘HAT TRICK’ DE RUI LIMA DECISIVO PARA A JORNADA 12

Oliveirense de regresso às vitórias OLIVEIRENSE, 3 U. DA MADEIRA, 2.

Alfredo Pinho

Oliveirense: Mamadou, Steven (Laurindo, 72), Luciano (Valdinho, 46), Banjai, Sérgio, Alphonse, Rui Lima, Godinho, Hélder Silva (Carlitos, 68), Ely e Guima. Treinador: Henrique Nunes. União da Madeira: Cristopher, Carlos Manuel, Zarabi, Ginho, Delmiro, Babo, Tiago Costa (Roberto, 70), Zé Vítor (Calico, 59), Ruben, Miguel Fidalgo (Adilson, 55) e Silva. Treinador: José Barros. Jogo no Estádio Carlos Osório, em Oliveira de Azeméis. Árbitro: Jorge Tavares (Aveiro). Cartões amarelos: Alphonse (38), Babo (18 e 32), Zarabi (53), Silva (69), Mammadou (78), Sérgio (78) e Calico (85). Cartão vermelho: Babo (32, a.a.) Marcadores: Ruben (30, g.p.), Rui Lima (55, g.p., 67 e 77), Silva (64)

Depois de um ciclo menos positivo para a UDO, a equipa de Henrique Nunes venceu em casa o União da Madeira. No fim de semana em que assinalou o 91.º aniversário, este foi um bom presente para os adeptos.

Em semana de aniversário da UDO, um bom presente para os adeptos

Melhor início de partida para os insulares, que, anteontem, vieram a Oliveira de Azeméis dispostos a lutar pela vitória. E isso percebeu-se quando – e apesar de um bom equilíbrio inicial –, os madeirenses chegaram à vantagem: Foi Ruben que assinou o primeiro golo, na cobrança de uma grande penalidade que

castigou Luciano, numa intervenção sobre Miguel Fidalgo. Não tardaria muito a que nova ocorrência disciplinar deixasse os visitantes com menos um jogador nas quatro linhas: Aos 32 minutos, o juiz da partida mostrou o segundo amarelo a Babo, mas os unionistas não conseguiram, até ao intervalo, tirar partido da su-

perioridade numérica para repor a igualdade no encontro. No regresso dos balneários, os homens de Henrique Nunes entraram mais determinados e Rui Lima acabou por assumir as despesas da partida: No final do encontro, foi ele o jogador mais valioso, até porque foi com o seu ‘hat trick’ que a UDO conquistou

três valiosos pontos. O avançado unionista marcou o primeiro de penálti, punindo derrube de Zarabi sobre Guima, e a partir daí os azuis e vermelhos bem lutaram por passar à frente. Só que numa impressionante iniciativa individual de Silva, os madeirenses recuperaram a vantagem pela diferença mínima. Numa recarga de um remate de Guima, aos 67 minutos, Rui Lima empata o desafio e, dez minutos depois, executa um remate colocado ao ângulo da baliza dos visitantes e encerra o marcador. No próximo fim de semana (03 de novembro), a Oliveirense desloca-se ao recinto do Feirense, num jogo que além de ter as caraterísticas de um dérbi regiona,l tem outros atrativos: O treinador da UDO é natural de Santa Maria da Feira, e o do Feirense – Pedro Miguel – é de Oliveira de Azeméis. Por outro lado, Pedro Miguel já esteve bastante tempo no comando técnico da Oliveirense e Henrique Nunes no do emblema da Feira.

LIGA 2> DESAIRE NA 11.ª JORNADA

Desvantagem numérica decidiu resultado ACAD. VISEU, 3 OLIVEIRENSE, 0 Académico de Viseu: Ricardo Janota, Tomé (Marco Lança 85), Tiago Gonçalves, Paulo Monteiro, Bruno Loureiro (Ibraima, 81), João Martins, Tiago Rosa, Leonel, Luisinho (Capela, 73), Ouattara e Cafu Oliveirense: João Pinho, Sérgio, Paulinho, Guima, Carela, Godinho (Laurindo, 56), Ely (Mamadu, 31), Rui Lima, Alphonse, Banjai e Steven (Valdinho, 51) Treinador: Henrique Nunes Jogo disputado no Estádio do Fontelo, em Viseu Árbitro: Pedro Ferreira (Lisboa) Cartões amarelos: Ely (20), Steven (47), Sérgio (53) e Guima (84). Cartão vermelho direto para João Pinho (29) Marcadores: Paulo Monteiro (32, g.p.), Leonel (54), Cafu (70)

Numa tarde em que a chuva fez pesar mais o terreno, a UDO acumulou a quinta derrota no campeonato e desperdiçou a hipótese de subir posições, perante um emblema pior classificado.

rense foi ao terreno do Académico de Viseu perder, por 3-0, num jogo em que os unionistas jogaram com apenas dez elementos a partir do minuto 29. Com quase meia hora de jogo, o guardião João Pinho viu a cartolina vermelha, depois de ter parado Cafú em falta. Na cobrança da penalidade, Paulo Monteiro não perdoou e abriu o ativo no estádio do Fontelo. A expulsão do guarda-redes azul e vermelho foi determiAo cumprir, a meio da se- nante para o desenrolar do resmana passada, a 11.ª jornada to da partida, uma vez que os da Liga Cabovisão, a Olivei- locais, logo, impuseram o seu

domínio sobre uma UDO que, com menos um em campo, só de quando em vez conseguiu inquietar Ricardo Janota, que teve uma tarde tranquila a defender a baliza viseense. Já o Académico carregava em força e obrigava um esforço acrescido à defensiva dos homens de Henrique Nunes, que iam conseguindo suster os vários lances perigosos desenhados pelos anfitriões do encontro. Mas o segundo golo foi inevitável, embora só tenha aparecido na segunda parte: Com 54 minutos no relógio, Leonel aponta um livre direto que não

dá chances a Mamadou, que entrara para a baliza da União após a expulsão de Pinho. O Académico de Viseu prosseguiu o seu jogo, desperdiçando algumas oportunidades de ampliar a vantagem, mas Cafú quis ‘vingar-se’ dos unionistas e fez o ‘gosto ao pé’ e fechou o resultado em 3-0. A vencer e com a tranquilidade do lado dos seus jogadores, Filipe Monteiro aproveitou para dar minutos de jogo a alguns atletas do banco. O Académico sentia que tinha garantido uma importante vitória, que afasta um pouco mais o emblema das últimas posições da tabela classificativa.


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Terça-feira, 29 de outubro de 2013

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CN SENIORES (D)> PARTIDA BASTANTE QUEZILENTA E CONFUSA

Cesarense poderia ter ido além do empate Assistiu-se a uma fraca partida de futebol no Municipal de Grijó, com ambas as equipas sem grandes argumentos para ultrapassarem as defesas contrárias e, em consequência, criando muito poucas oportunidades de golo.

para marcar. Na segunda parte, o Cesarense, com razão, reclamou grande penalidade na área do Grijó, por mão na bola que, AD Grijó: Hélder, Serrinha, Bruno Volta ©, Vitor Hugo, Artur, Cláudio (Bruno Costa, inexplicavelmente, quer o árbi68´), Pedro Ferreira, André, Manuel Pinto tro, quer o fiscal de linha, que (Amilcar, 59´), Marmelo (Penantes, 76´), João. Treinador: Guilherme Baldaia estavam perto, não assinalaram. Nos últimos 15 minutos, a FC Cesarense: Marco ©, Americo, Tiago, partida foi mais interessante, Hugo, Tó Frangolho (Castro, 83’), Bruno Fogaça (Paulo Ferreira, 73´), Bruno Ansitendo as equipas se aproximado ães, Alex, Diogo Costa (Marquitos, 86´), Zé com mais frequência das áreMário, Careca. Treinador: Rui França as adversárias, mas os remates Jogo no Estádio Municipal de Grijó saíram sempre ao lado ou para Àrbitro: Bruno Nunes (AF Viana do Castelo) defesa, sem grande dificuldade, Cartões Amarelos: Bruno Volta (29´), dos guarda-redes. Claudio (45´), Careca (63´), Vitor Hugo R. CASTRO Se tivesse arriscado mais e (66´), Bruno Fogaça (70´), Bruno Ansiães (83´) sido mais ambicioso, o CesaO jogo foi pautado por algum rense poderia ter ido além do Cesarense encontrou um Grijó receoso receio de parte a parte e com as empate, pois o Grijó foi sempre equipas a não arriscarem muito de um exímio livre apontado uma equipa receosa e evidenna frente, tendo sido disputado por Zé Mário, aos 30’, que colo- ciou pouco fulgor físico. muito a meio campo. Nem o versários. Em muitos momenPraticamente só em lances cou a bola em zona privilegiada Arbitragem razoável, apesar Grijó nem o Cesarense deram tos, o jogo foi bastante quezilen- de bola parada as oportunida- de finalização, contudo, não da grande penalidade não assimuito espaço aos atacantes ad- to e confuso. des de golo surgiram. Foi o caso surgiu ninguém do Cesarense nalada.

AD GRIJÓ 0 FC CESARENSE, 0

CN SENIORES (D)> MALAPATA DO COSTUME CONTINUA A ‘ROUBAR’ PONTOS AOS BUSTELENSES

Finalização volta a travar o Bustelo Alfredo Pinho

S.C.BUSTELO, 0 CINFÃES, 0

beceou com a bola a passar, ligeiramente, por cima da baliza de Pedro Miguel. S. C. Bustelo: anita; Paivinha, Renato, Luís, Pouco depois, o Bustelo cheAlmeida; Bruno Tiago (Miguel Bruno, 70’), gou a marcar, num remate de Diego (Aguiar,89’), Marcelo, Azevedo; Miguel (Magno, 81’) e Ayrton. Diego, que encontrou, pelo caTreinador: Miguel Oliveira minho, Tiago, o qual desviou a Cinfães: Pedro Miguel, Carlitos, Miguel bola para o fundo da baliza. Só Mendes, Hélio, Eduardo, Clodoaldo, Mário, que, segundo o árbitro assistenRuisinho (Luis Carvalho, 73’), Gomes te, o jogador local encontrava(Nuno, 85’), Bruno e Joel (Vieirinha, 64’). Treinador: João Manuel Pinto se em posição irregular. Até ao intervalo, de registar, Estádio da Quinta do Côvo. Árbitro: Sérgio Soares (Porto) ainda, um remate de Miguel Cartão amarelo: Miguel Mendes (35’), com um ângulo difícil mas que Clodoaldo (43’ e 69’), Bruno Tiago (58’), Renato (65’), Diego (75’), Azevedo (88’) e obrigou o guardião visitante Bustelo soma quinto empate da época Carlitos (90’+2) a uma boa defesa; nota ainda Cartão Vermelho: Clodoaldo (69’a.a.) para um cabeceamento de Clodoaldo à figura de Janita, que Numa partida em que o BusNos primeiros minutos, as- va-se quase somente a defender não teve muito trabalho nesta telo defrontava um dos mais sé- sistiu-se a algum equilíbrio, mas a igualdade que ia servindo os partida. rios candidatos à subida de di- as oportunidades de golo foram seus interesses. E foi com alguNa segunda metade, a toada visão, a equipa da casa voltou a surgindo e as melhores perten- ma sorte que o conseguiu, já do encontro manteve-se: Os não conseguir uma vitória, pese ceram aos locais que, por diver- que, num lance de bola parada, comandados de Miguel Oliveiembora tenha sido superior ao sas vezes, estiveram muito perto Tiago cabeceou à barra e, na ra estiveram, por diversas vezes, seu opositor ao longo de quase de inaugurar o marcador. recarga, Renato, em excelente muito perto de marcar, mas a todo o jogo. O conjunto visitante limita- posição e solto de marcação, ca- falta de eficácia na hora do re-

CD BEJAMINS> CESARENSE RECEBEU O FAJÕES

Miúdos em dérbi histórico No último fim de semana, realizou-se, no sintético do Mergulhão, um dérbi regional entre FC Cesarense e o GD Fajões, que, outrora, em tempos que a memória já perdeu de vista, criava muita emoção en-

tre os dois vizinhos. Pela primeira vez e desde a sua fundação, disputou-se nos escalões de Futebol 7, especificamente Benjamins A. A contar para o Distrital do escalão, o Cesarense venceu por 15-0.

Benjamins de Fajões visitaram os de Cesar

mate ia mantendo o nulo. A superioridade local acentuou-se ainda mais com a expulsão de um jogador visitante mas a excelente exibição do guardião forasteiro (negou, por várias vezes, o golo dos locais) fazia com que a equipa da casa fosse lutando contra o tempo na tentativa de chegar ao golo para assim poder alcançar a vitória. Mas a tarde era, de facto, infeliz para o ataque bustelense, que ainda enviou uma bola ao poste, num excelente remate de primeira de Marcelo. Depois, o guardião visitante negou o golo a Miguel, quando este apareceu isolado à sua frente. O nulo manteve-se até final, com o Bustelo a registar o quinto empate da época, ao fim de sete jornadas, num jogo com uma boa arbitragem. Na próxima jornada o Bustelo desloca-se ao reduto do Anadia.


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Terça-feira, 29 de outubro de 2013

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Distrital (B)> Pinheirense e Requeixo em jogo fraco e sem brilho

Primeira derrota vale queda para o terceiro lugar F.C. Pinheirense, 1 A. D. Requeixo, 2 Pinheirense: Nestor, Octávio (Monteiro 45’), Pardal, Rafina, João Silva, Nuno Rios, TD (Figueiredo 45’), Fábio, Benjamin, Rato (Garrido 75’), Caxana. Treinador: Magalhães Requeixo: Hélder Ricardo, Quaresma, Filipe (Batista 78’), Vítor, Marco Silva, Hélder, João Paulo, Joaquim, Heldon (Samuel 60’), Eduardo, Paulo (Fábio Gomes 93’). Treinador: Pedro Soares Estádio Jaime Rocha, em Pinheiro da Bemposta. Árbitro: Micael Almeida Auxiliares: Henrique Madureira, Rui Santos Cartão amarelo: Quaresma (2’), Ruben (17’), TD (36’), Octávio (40’), Paulo (58’), Hélder (80’, 84’), Batista (95’) Cartão vermelho: Monteiro (85’) Marcadores: Ruben Brito (80’), Paulo (84’), Figueiredo (GP 95’)

Frente a um Requeixo pouco forte, o Pinheirense deixou-se abalar por fraquezas em campo.

golo surgiu para a equipa de Pinheiro da Bemposta, logo aos 9’. Numa primeira parte ainda com lances polémicos que valeram sanções a ambas as equipas, o período de desCláudia Leite canso chegou com o marcador a zero: o corolário de um jogo Com a equipa da casa um fraco e sem grandes momenpouco adormecida, a visitan- tos de brilhantismo. te conseguiu concretizar das A segunda parte começou poucas vezes que rematou à com mais duas oportunidades baliza de Nestor. pelos pés de Pardal, que não A primeira oportunidade de foi feliz em nenhuma das suas

concretizações. Após o primei­ ro golo da equipa aveirense, o jogo tornou-se monótono, com Magalhães irrequieto e insatisfeito com a prestação da sua formação. A expulsão de Monteiro apa­nhou todos de surpresa, mas valeu-lhe um ato incorreto, perante o juiz de jogo que encontrou maldade no ‘cuspir’ de Monteiro. O Pinheirense caiu para o terceiro lugar classificativo.

2.ª Distrital (B)>S. Roque bem sucedido

Brunito volta a resolver Brunito saltou do banco para decidir um jogo que parecia bloqueado. Os canarinhos começaram Bom-Sucesso: Rodney; Paulo Batista, Joãozinho, Ricardo Branco (André Magafortes, com Joel sempre em lhães, 75’), Rato, Diogo Silva (Pimentel, ação a deixar os centrais do 53’), Paulo Sousa, Pinto, Matias, Ricardo Sousa e Luís Neves (Migas, 45’). Bom-Sucesso em grandes diTreinador: António Ladeira ficuldades. Para travar uma das suas arrancadas, Rodney S. Roque: Luís; Pedro, Renato, Xavi e Vasquinho; Barbosa (Machado, 75’), Dani, socou a bola para fora da área Tiago Costa (Brunito, 68’) e Zé Pedro; e Marcelo Pinho tentou aproMarcelo (João Marques, 58’) e Joel. Treinador: Aurélio Fonseca veitar o desposicionamento do guardião, mas o esférico Árbitro: Eunice Mortágua Auxiliares: Hugo Silva e André Ferreira embateu no poste. Marcador: Brunito (91’) A equipa da casa tentava responder sempre que possível e chegou mesmo a marcar, O S. Roque deslocou-se mas o lance foi anulado por ao terreno do Bom-Sucesso fora de jogo de Paulo Sousa. e, apesar da muita luta dada O encontro decorreu muito pela equipa da casa, conseguiu a meio-campo, com especial os três pontos. Uma vez mais, enfoque no confronto físico

Bom-Sucesso, 0 S. Roque, 1

entre os atletas, o que impediu que os visitantes mostrassem a superioridade técnica. Já nos descontos, Pedro re­cuperou a bola na direita, abriu em Machado na linha de fundo e o médio cruzou ao segundo poste onde apareceu Brunito a finalizar. O jovem formado na cantera canarinha continua a mostrar ser uma mais-valia tremenda para o clube e deu, pela segunda vez, uma vitória ao S. Roque. Vasquinho, Joel, Xavi e Pedro (este mais no segundo tempo) também se mostraram em boa forma e foram peças fundamentais num encontro mais complicado do que se adivinhava. Fábio Ribeiro

Classificações


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Terça-feira, 29 de outubro de 2013

2.ª DISTRITAL (B)> EMPATE FRENTE AO ROCAS DO VOUGA

Palmaz trava equipa sensação do campeonato ADRC PALMAZ 2 CRC ROCAS VOUGA 2

2.ª DISTRITAL (A)> APESAR DE MAIOR VONTADE PARA VENCER O ENCONTRO

Macieirense perdulário MOST. AROUCA, 0 MACIEIRENSE-0 Mosteirô Arouca: Ricardo (Paulo Vasconcelos, 20’), Luís, Ricardo Gomes, Sérgio, Marcelo, Carlos, Carlos Castro (Xavier, 45’), Paulo, Hélder, Filipe (Stephane, 89’) e Fábio. Treinador: Vasco Ferreira

Palmaz: Jorge, Gil, João, Pileca (Cláudio, 55’), Hélio (Ricardo Ribeiro, 65’), João Vilas, Dani, Armando, Xami, Fábio (Pedro Vidal, 87’) e Mário Lima. Treinador: António Valente

Macieirense: Hugo, Bernardo, Moisés, Xavi, Brunito (Dani, 75’), Samu, Miguel (Catrina, 50’), Estrela, Lúcio, Godinho e Walter (Marcelo, 60’). Treinador: Miguel Tavares

Rocas Vouga: Rui, Guilherme (Carlos, 80’), Ricardo Martins, Márcio, Martinho, Bruno, Luís (Filipe, 70’), Marco, Jorge (David, 60’), Kevin e Ricardo Pereira. Treinador: Sérgio Martins

Campo da Portelada em Mosteirô, Arouca Árbitro: Cláudio Pereira Assistentes: Pedro Paiva e Mário Santos Cartão amarelo: Carlos Castro (25’), Carlos (37’), Filipe (71’), Godinho (90’+1’) e Sérgio (90’+2’)

Parque Desportivo de Palmaz Cartões amarelos: Hélio e Dani; Jorge Marcadores: (Kevin, 9’), (Dani, 23’), (Mário, 27’), (Martinho, g.p. 80’)

O Rocas do Vouga não conseguiu levar de Palmaz mais do que um empate

Numa tarde quase perfeita para a prática de futebol, com temperatura amena, o Palmaz tencionava regressar às vitórias, após o resultado desapontante da passada jornada. A equipa visitante, o Rocas do Vouga, apresentava-se como a grande sensação do campeonato, encontrando-se no 3.º lugar da classificação ao fim de cinco jornadas decorridas.

centração defensiva já presente em outros desafios, a equipa do Palmaz concedeu o primeiro golo num lance em que existiu demasiado espaço para o cruzamento da esquerda e para a finalização de Kevin, à boca da baliza, após defesa de recurso de Jorge. Mais uma vez, a equipa do Palmaz entrava cedo a perder no jogo e tinha que chamar a si as despesas do mesmo para tentar inverter o resultado. A partir dos 20 minutos, deu-se a completa reviravolta no marcador. Dani, de cabeça, num lance vindo da direita, repôs a igualdade e, em seguida, o ponta-de-lança Mário conseguiu aproveitar uma falha grave da dupla de centrais forasteira, isolandose e colocando o Palmaz em PEDRO R. VIDAL vantagem. Chegava o intervalo e o reNo decorrer dos primeiros sultado ajustava-se pela presdez minutos de jogo e man- são da equipa da casa e pelos tendo uma toada de descon- bons desempenhos do meio campo, nomeadamente de

Armando e João Vilas e através de alguns desequilíbrios de Fábio. Já no ataque, o tridente ofensivo em destaque com dois golos marcados e Xami criando perigo em velocidade pela esquerda. A partida recomeçou e o Rocas do Vouga entrou determinado a inverter o rumo dos acontecimentos: Começou a controlar o jogo, a colocar bolas em profundidade nas alas para aproveitar algum défice de estatura dos laterais da equipa da casa e conseguiu começar a criar perigo. Aos 10 minutos do segundo tempo, há a lamentar a lesão do defesa-central do Palmaz, Pileca, que, num lance de bola dividida na grande área adversária, acaba por fraturar uma costela e ter de abandonar a partida. Entra para o seu lugar Cláudio, fixando-se como médio-ala direito, tendo recuado Dani para lateral-direito e Gil para defesa-central.

1.ª DISTRITAL> CUCUJÃES VENCE MOURISQUENSE COM JUSTIÇA

Primeira vitória fora A jogar fora, frente a um adversário sempre difícil, o Cucujães procurava vencer, depois de quatro derrotas seguidas.

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sempre na senda das bolas longas, no sentido de importunar a defesa do Atlético. Aos 30 minutos, surge, porém, o golo do Cucujães, com Márcio a bater um canto de direita e Canelas a desviar à boca da baliza. Já perto do intervalo o Mourisquense esteve perto SÉRGIO COSTA do empate, mas Hugo Sousa atirou à barra da baliza de RiE o jogo começou com as cardo. equipas a não arriscarem muiNa segunda parte, o Mouto e os visitantes a controlarem risquense entrou à procura do o movimento do adversário, golo, contudo, aí valeram a ati-

tude e o espírito dos forasteiros: Estes souberam sofrer até que, aos 65 minutos, o 0-2 chegou com Canelas a servir Brinca, que, isolado, bateu David. A partir deste ponto, o encontro seguiu equilibrado e, só aos 88 minutos, o Mourisquense reduziu: Tiago Noronha bateu livre direto, sem hipóteses para Ricardo. No final, vitória justa da equipa mais esclarecida, num encontro em que o futebol nem sempre foi bem jogado.

Aos 65 minutos, nova substituição na equipa da casa: Em dificuldades físicas, Hélio solicitou a alteração ao banco e entrou Ricardo Ribeiro, passando Dani para lateral-esquerdo. Aos 80 minutos, num lance em que Gil não foi suficientemente rápido a chegar à bola, acertou em cheio no avançado da equipa adversária, dentro da área, e a juíza da partida não teve outra opção se não assinalar a marca de grande penalidade. Com frieza, o jogador Martinho converteu e restabeleceu o empate no marcador. O resultado não sofreria qualquer alteração, pese embora as tentativas de ambos os lados para conseguir o terceiro golo. Mérito para a equipa da casa, que nunca baixou os braços e foi à procura do resultado. Há, no entanto, muito trabalho a fazer de forma a tornar mais consistentes os processos defensivos.

MOURISQUENSE, 1 AT. CUCUJÃES, 2 Mourisquense: David; Estima, Brunito, Ricardo (Agi, 53), Rui, Diogo, Tiago Noronha, Hugo Sousa, Ricardo Braga, Tiago (Nelson, 75) e Renato Costa. Trinador: Bruno Miguel Cucujães: Ricardo; Rebelo, João Lamas, Brinca (Puskas, 76), Canelas (André, 89), Marco, Paivinha (Casalinho, 81), Ricardo Nuno, Litos, Roscas e Hélder. Treinador: Durbalino Lima Jogo no Estádio Castro Azevedo (Mourisca do Vouga) Árbitro: Carlos Tavares Cartões amarelos: Brunito, Tiago Noronha, Roscas, e André Marcadores: Canelas (30), Brinca (65) e Tiago Noronha (88)

Após dois triunfos em outras tantas partidas realizadas fora de portas, o Macieirense não foi além de um nulo na sua deslocação ao reduto do Mosteirô de Arouca. Num terreno de jogo tradicionalmente difícil, os locais entraram melhor no encontro mas o melhor que conseguiram foi um lance em que Hugo demonstrou toda a sua atenção. Os visitantes, depois de 25’ apáticos, começaram a assumir o controlo do desafio mas revelaram algumas dificuldades para criar oportunidades de golo. À passagem da primeira meia hora de jogo, Walter dispôs de uma ocasião para marcar mas acabou por atirar ao lado. Neste primeiro tempo, os forasteiros optaram muitas vezes pelo pontapé para a frente mas o jogo direto nunca revelou ser a melhor opção. Logo a abrir os segundos 45’, Brunito entrou na área contrária mas atirou para boa defesa de Paulo Vasconcelos. O Macieirense foi a equipa que demonstrou mais vontade em vencer este encontro mas, tal como em praticamente todos os jogos esta temporada, não revelou o discernimento necessário na hora da finalização. Já dentro dos últimos 10’, Godinho isolou-se mas não conseguiu bater o guardião contrário e pouco depois, Catrina, na marcação de um livre a 25 metros, obrigou Paulo Vasconcelos a uma nova grande intervenção. Numa partida de fraca qualidade, o Macieirense, apesar de não ter realizado um grande jogo, merecia ter conquistado os três pontos. Com este resultado, a equipa de Macieira de Sarnes continua no 3º lugar, agora acompanhado pelo Paços de Brandão. PAULO RUI


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Terça-feira, 29 de outubro de 2013

DESPORTO

FUTSAL> 1ª DIVISÃO DISTRITAL  4.ª JORNADA

FC Azeméis segue a vencer O principal objetivo do Futsal Clube de Azeméis (FCA) era, nesta partida, vencer. E conseguiu. Sabia que o adversário era muito complicado: aliás, é um dos sérios candidatos ao título. O trabalho que tem vindo a realizar, o valor do seu plantel e o grande conhecimento que o treinador tem deste campeonato e da modalidade em geral eram disso fortes indicadores. O jogo teve duas duas partes distintas. A primeira em que o FCA não conseguiu estar ao seu nível, pois entrou desatento, com alguns desacertos nos passes e no momento do remate não foi tão eficaz quanto quería ser. Do outro lado estava uma equipa muito organizada e que aproveitou da melhor

FUTSAL AZEMÉIS, 5 SAAVEDRA GUEDES, 3 Futsal Azeméis: Inácio, Spock, Hélder (1), Joel e Pipokah: Jogaram ainda: Robinho, Faria, Azevedo, Bruninho, André e Andorinha. Treinador: Ricardo Canavarro Saavedra Guedes: Oliveira, Dercio, Márcio (cap), Frank e Gila. Jogaram ainda: Ventura, Hugo, Beiças, Ricardo e Paulinho. Treinador: José Romão Cartões Amarelos: Joel, Pipokah, Paulinho (2x) Cartões Vermelhos: Faria, Hélder, Canavarro, Márcio e Dércio Marcadores: Faria, Hélder, Robinho, André e Azevedo; Márcio, Ventura e Beiças.

À quarta jornada, o Futsal Azeméis somou a terceira vitória consecutiva

forma dois contra-ataques para bater o guarda-redes da casa. Ao intervalo, o Azeméis retificou e foi com grande supremacia que fez a segunda parte da partida. O início da etapa complementar veio demonstrar que os pupilos de Canavarro corresponderam da melhor forma às indicações do técnico. E o evoluir do marcador foi-lhes favorável, sendo que pelo que o FCA fez na segunda parte e pela superioridade exibida, a vitória é

mais do que merecida, sem não passar por qualquer disqualquer tipo de contestação. sabor, demonstrando a sua competência e encarando de Atómicos cilindrados uma forma séria e humilde o Na jornada anterior, a ter- adversário. ceira do campeonato, o FutNos primeiros minutos sal Azeméis saiu para defron- a equipa oliveirense entrou tar – e cilindrar – o Atómicos, muito forte e pressionante, numa partida que acabou enquanto os locais tentavam com o placard em 3-10. sair em contra ataques rapiDe facto, já se aguardava dos, mas que eram rapidaque o encontro fosse dese- mente anulados . quilibrado, mercê da disFoi com naturalidade que o paridade de valor dos dois Futsal Azeméis abriu o marplantéis. O FCA quis traduzir cador e, pouco depois, dilaisso dentro de campo para tou para 0-2. A equipa da casa

ainda reduziu para 1-2 num livre direto, mas nos segundos finais da primeira parte os forasteiros marcaram dois golos e fixaram o marcador, ao intervalo, em 1-4. A segunda parte abriu praticamente com mais um golo dos visitantes, matando o jogo. É que apesar da entrega dos locais, pouco foi possível fazer contra a superioridade dos oliveirenses. Com o passar dos minutos o FCA foi aumentando o marcador até ao 3-10. Vitória mais do que justa e que ainda podia ter sido mais expressiva.

FUTSAL> TAÇA DE PORTUGAL  SÉRIE NORTE

Azagães fica pelo caminho AZAGÃES, 8 ERVEDEDO, 9 (APÓS PROLONGAMENTO) Azagães: Peão, Diogo, Jorge, Gigante, Padeiro. Jogaram ainda: Bruno, Beto, Helder, Braga. Treinador: António Jorge. Ervededo: Portelinho, Branco, To Ze, Domingos, Tiago. Jogaram ainda: Kevim, Estrela, Toyota, Treinador\Jogador: To Ze. Cartões amarelos: Bruno, Padeiro, Jorge, Estrela, Tiago, Toyota, Branco com amarelo. Cartão vermelho: Tó Ze Marcadores: Padeiro (2x), Gigante, Jorge, Helder, Braga, tiago (5x), Toyota (2x), Branco (2x) Árbitros: Paulo Oliveira e João Salgueiro

Na estreia na Taça de Portugal a equipa do Azagães não conseguiu seguir em frente, não por falta de vontade e determinação mas por outros fatores. Na primeira parte a turma da casa teve de correr atrás do resultado. Com alguns episódios de infelicidade e com o adversário a parecer acertar sempre nas falhas do Azagães,

mínima; depois Diogo teve, por três vezes, a possibilidade de desencadear a cambalhota no resultado. Mas o empate viria por acontecer, com Padeiro a marcar num remate que levava fogo. O Azagães acreditava e a bola chegou mesmo a pisar a linha de golo, mas esta não entrou. Beneficiou ainda da expulsão mais do que justa do jogador/treinador Tozé que, durante todo o tempo em que jogou. consumou agressões ora verbais ora físicas aos seus adversários. A jogar com mais um elemento os locais chegariam ao golo mesmo ao cair dos dois O bom desempenho do Azagães justificava uma vitória minutos de castigo. O jogo estava perto do fim e, com o o marcador entrou em dese- forasteiros, com o jogo ficar controlo da partida, o Azagães quilíbrio – uma diferença de em 2-5 ao intervalo. tentou chegar ao fim na frenquatro golos parecia difícil No segundo tempo o Aza- te mas a 18 segundos sofreu o de inverter mas, a três minu- gães entrou totalmente diferen- golo do empate. tos do descanso, Jorge e Braga te – ou, melhor, transcendente. O prolongamento surgiuainda animaram a maioria dos Marcelo e Padeiro colocaram numa altura em que ambas as adeptos da casa. Nota, entre- a equipa de António Jorge a equipas já estavam esgotadas tanto, para mais um golo dos perder apenas pela margem fisicamente. Isso não fez, po-

rém, com que ficassem menos lutadoras. No primeiro período, ambas converteram lances de livre que penalizaram faltas, pelo que o empate manteve-se. Apenas no último minuto do segundo tempo é que tudo se resolveu. O Ervededo marcou primeiro, e a 45 segundos do fim fez o nono. Nos últimos 20 o Azagães ainda conseguiu reduzir, de canto, e com ajuda de um atleta visitante, que fez auto golo. Infeliz a equipa da casa que viu o pássaro na mão e deixou-o fugir a meros segundos do fim. Quanto ao adversário, nota negativa para os maus modos que demonstrou no encontro e para com o adversário. A arbitragem poderia ter estado melhor, podendo e devendo não ter permitido a provocação dos jogadores dirigida tanto aos adversários quanto à própria assistência. FREDERICO BASTOS


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BASQUETEBOL> ESTREANTES NO CAMPEONATO PRINCIPAL FRENTE A FRENTE NA PRIMEIRA JORNADA

Oliveirense entrou a perder na Liga Na jornada inaugural do Campeonato da Liga, Maia Basket e Oliveirense proporcionaram uma partida muito equilibrada e jogada ‘taco-a-taco’. Os visitados acabaram por ser mais felizes nos instantes finais do jogo. ADELINO RAMOS

Com nítidas melhorias de jogo para jogo, a Oliveirense não conseguiu vencer na Maia por alguns pormenores. Durante os quatro períodos, com algumas alternâncias no marcador, nenhumas das formações conseguiu destacar-se demasiado, conforme comprovam os parciais. Ainda assim foi a Oliveirense que, no terceiro período, conseguiu colocar-se na posição mais folgada de vencedor (27-35), abrindo a expetativa

Foto de Arquivo

MAIA BASKET, 59 OLIVEIRENSE, 54 Maia Basket: Eric Salvador (2); Paulo Diamantino (13); Ricardo Pinto (4); Pedro Catarino (2); e Nuno Marçal (15). Jogaram ainda: André Dara (11); Pedro Tavares; D’ André Brown e Michel Diouf. Treinador: Vicente Guerrero Oliveirense: João Abreu (13), João Reveles (2); Aaron Fuller (24); João Soares (5); Nelson Costa e André Carvalho. Jogaram ainda: Renato Azevedo (5); e Mohamed Camara (2); André Pereira (3); João Barbosa; e Carlos Resende. Treinador: Rui Alves Jogo no Pavilhão Municipal do Formigueiro, na Maia Árbitros: Fernando Rocha; Paulo Marques e Jorge Cabral Por períodos: 11-14; 12-10; 18-15; 18 15

A equipa da UDO discutiu o resultado até ao final.

de que poderia vencer o seu adversário. Mas a ação teve efeitos nulos, dado uns estranhos e inaceitáveis quinze ‘turnovers’, estatísticas que mostram uma equipa a necessitar de tempo para trabalhar mais na finalização dos lances. Aliás, essa necessidade fica em evidência quando se olha para os indicadores relativos aos lançamentos de três pontos: em 26 tentativas, apenas

três foram convertidas. Todos estes fatores foram bem aproveitados pela equipa da casa, que acabou por executar com perfeição um defesa à zona. Com isso e gerindo bem o jogo, o esforço – assinalável – da equipa de Rui Alves para reduzir a desvantagem foi infrutífero. A equipa da arbitragem não esteve num bom nível, cometendo erros, penalizando os visitantes com faltas, algumas

inexistentes, o que limitou ainda mais as soluções de Rui Alves. Grande exibição de Aaron Fuller: o atleta parece estar a atingir a sua melhor forma desportiva, tendo realizado 24 pontos, adicionando 19 ressaltos, uma assistência e um desarme de lançamento à sua estatística individual. No rescaldo do jogo, Rui Alves deu ênfase ao grande equilíbrio das equipas, desva-

FUTSAL FEMININO> DÉRBI CONCELHO FECHOU COM 31

Ossela dominou P.A.R.C. OSSELA, 3 P.A.R.C., 1 Ossela: Daniela Pinto; Marta Bernardo, Diana Soares, Liliana Rodrigues; Ana Pereira Jogaram ainda: Andrea Pinho, Filipa Ferreira, Mara Soares, Bárbara Tavares, Jessi Vasconcelos Treinador - Joel Santos P.A.R.C. - silvia; Liliana Pinho, Filipa, Joana Silva, Tukka Jogaram ainda: Daniela Ferreira, Lena, Alice, Raquel,Joana Treinador - Hugo Tavares Pavilhão do GRC Ossela Árbitros - jose neves e tiago tavares Marcadoras: Joana silva, Marta Bernardo, Barbara Tavares, Jessi Vasconcelos

No passado sábado, disputou-se em Ossela mais um sempre apetecível dérbi concelhio, entre as equipas do Ossela e da P.A.R.C..

Uma primeira parte completamente dominada pela equipa da casa, chegando ao intervalo com a vantagem das visitadas por 1 - 0. Na segunda parte as comandadas de Hugo Tavares entraram com a disposição de contrariar a superioridade do Ossela, mas, logo abrir, a equipa da casa ampliou a vantagem para 2-0 no seguimento de um ressalto de bola . A cinco minutos do fim, a P.A.R.C. arriscou e jogou com o quinto elemento: aí brilhou a guarda-redes local, com três grandes intervenções. Aproveitando um desentendimento das visitantes, o Ossela chegou ao 3-0. O máximo que as visitantes conseguiram foi reduzir para 3-1, com um remate bem colocado por Joana Silva.

A equipa do GCR Ossela foi superior.

lorizando o fator casa. “Tanto o Maia como a Oliveirense pautaram-se por grande equilíbrio. Faltounos controlar o ressalto defensivo e, nos lançamentos exteriores, baixamos a eficácia”, analisou o técnico da UDO. O próximo jogo da Oliveirense será no domingo, pelas 18h00, no ‘Salvador Machado’, frente à Ovarense. Um dérbi a prometer um bom jogo.


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Terça-feira, 29 de outubro de 2013

DESPORTO

COMEMORAÇÃO> OLIVEIRENSE TEM 91 ANOS DE HISTÓRIA

UDO assinala aniversário a sonhar com um ‘novo’ Carlos Osório De parabéns, a Oliveirense luta contra as dificuldades impostas por tempos difíceis e, entre sucessos desportivos e reduções massivas do passivo, torna-se premente uma intervenção ‘à séria’ no estádio Carlos Osório. A União Desportiva Oliveirense cumpriu, na semana passada, 91 anos de existência. Um número grande, que contou com uma sessão comemorativa simples, mas digna. E não poderia ter sido de outra forma. É que “os tempos atuais são preocupantes”, acentuou o presidente do executivo da coletividade. José Godinho, que, desde há quatro anos, está a trabalhar em prol da “resolução de problemas” do emblema, o que tem impedido que os dirigentes possam pensar no presente e no futuro. Na presença de atletas e responsáveis das diversas modalidades praticadas, José Godinho foi um anfitrião portador de uma mensagem de confiança. Se mais não fosse, pelo que ele mesmo tem conseguido ao longo dos mandatos. “Há quatro anos a dívida da Oliveirense era de milhões de euros. Hoje, além dos sucessos desportivos alcançados, conseguiu-se a redução da dívida”, enfatizou, anunciando que o atual passivo ronda os 400 mil

A “coragem de quem tem assumido os destinos do clube” foi posta em evidência.

> FUNDAÇÃO

Convocaram, então, uma assembleia-geral numa casa junta à atual MOVARTE (estabelecimento de móveis) e aí resolveram fundar um novo clube. A União Desportiva Oliveirense, fundada em Estes dissidentes saíram a gritar: “A casa é 25 de outubro de 1922, é o clube mais reprevossa, mas a rua é nossa. Viva a União Dessentativo do concelho de Oliveira de Azeméis portiva Oliveirense!” Os dissidentes erguiam e um dos “grandes” do distrito de Aveiro. então em 25 de outubro de 1922, a grande Antes de 1922 terão existido outros clubes que rivalidade com o Sport Clube Oliveirense, que passaram por diversas transformações. O prificou enfraquecido até à morte, porque viu sair meiro terá sido o Sport Clube Oliveirense, que as principais vedetas. Este Quirino foi jogador começou a jogar provas distritais, ainda que de raro talento. A ele juntou outro, Carnaval não devidamente oficializado. Quirino jogava – Lourenço Praça de seu nome próprio – o únina equipa ajudado por José Moía e o cunhado co sobrevivente, em 1976, de quanto iniciaram Cândido, que facilitavam os transportes. Um em 1922 a União Desportiva Oliveirense no dia resolveram pedir ajuda financeira pelo me- velho Campo da Laje. nos para a comida, mas não foram atendidos. (Fonte:www.udoliveirense.pt)

“Viva a União Desportiva Oliveirense”

euros. Percebe-se, portanto, que o clube continue a atravessar dificuldades de gestão, “fazendo contas a cada euro que gasta”. O orçamento atual é 50% inferior ao de há quatro anos. Daí a humildade – com um “toque de dignidade” - da celebração,

que contou com a colaboração da Associação de Comandos (delegação de Azeméis), da Confeitaria Doce Oliveira, dos sócios José Caxide e Amorim, e, também, do Agrupamento de Escolas Soares Basto, que ‘emprestou’ a qualidade do serviço

prestado pelos alunos do curso de Hotelaria. Dos assuntos que estiveram em destaque neste dia de ‘parabéns a você’, nota para as “urgentes” obras de intervenção no Estádio Carlos Osório. “Dos 33 clubes profissionais,

o Carlos Osório é o pior do país”, sublinhou, acentuando mesmo que há clubes de divisões inferiores com melhores condições. “O ante-projeto já está elaborado”, lembrou, para acrescentar que a sua concretização “seria uma grande obra”. E as perspetivas são avançar com os trabalhos na próxima época. É que além de criar condições para a prática do desporto rei, Godinho tem como preocupação as questões ligadas com a insegurança e com o conforto dos espetadores. “Queremos que as famílias venham ao futebol e se sintam bem”. Godinho não deixou de trazer a lume o episódio de abril último, em que anunciou a sua saída da direção do clube. Deixou, ainda, algumas palavras especiais para Álvaro Rosinha, presidente do conselho fiscal da UDO, e José Caxide, “um amigo e benemérito do clube”. O dirigente não esqueceu, também, de referir-se a Jorge Barroso, presidente da delegação de Oliveira de Azeméis da Associação de Comandos, em cujas instalações decorreu o convívio. Registe-se que, ao usar da palavra, Álvaro Rosinha não deixou de falar na “altura difícil” que o país atravessa e à qual a Oliveirense não é alheia. Um contexto pouco convidativo para que haja quem queira pegar voluntariamente nos órgãos sociais de qualquer coletividade, pelo que expressou gratidão pela “coragem de quem tem assumido os destinos do clube”.

HÓQUEI EM PATINS> CARVALHOS COM DERROTA EXPRESSIVA FRENTA À UDO

Oliveirense entra no campeonato a vencer A União Desportiva Oliveirense deslocou-se, no passado fim de semana, ao rinque do HC Carvalhos para a jornada inaugural do Campeonato Nacional de hóquei em patins. De lá, os unionistas sacaram os primeiros três pontos da temporada, ao vencer os anfitriões por 2-6. Perante uma equipa que regressou ao escalão principal do hóquei português, a vitória da turma de Nuno Resende adivinhava-se desde o início e ficou confirmada quando, no final dos

No próximo sábado, às 17h00, a UDO recebe o Turquel.

primeiros 25 minutos, o marcador já estava nos 0-5. Marcaram André Azevedo, Tó Silva e o reforço Gonçalo Suissas. A ‘estrela’ Gonçalo Alves apontou dois na primeira parte. Na segunda metade, a equipa da casa marcou por suas vezes por Bruno Pinto e Rui Vidal. Até ao final Suissas fez o ‘bis’ e fechou o resultado em 2-6. No próximo sábado, o pavilhão Salvador Machado assiste ao primeiro jogo do calendário grande: Às 17h00 a UDO faz a receção ao HC Turquel.


DESPORTO HÓQUEI EM PATINS> EM JOGO DA 4.ª JORNADA DA 2.ª DIVISÃO SUL

HÓQUEI>2.ª DIVISÃO NORTE

Derrota Equipa de demasiado Azeméis não pesada FÂNZERES, 7 dominou CD CUCUJÃES, 3 Marítimo E.L. AZEMÉIS, 5 MARÍTIMO S.C. 7 Escola Livre: Hélder Cereja (G. Redes); Ricardo Bastos (2); Pedro Silva (3); Bruno Andrade; José Rodrigues. Jogaram ainda: Daniel Gaspar, Alexandre Santos, Francisco Almeida Marítimo S.C.: Frederico Sousa (G. Redes);Marco Resendes; Carlos Guimarães (4); Bruno Botelho (3); José Soares. Jogaram ainda: Tiago Botelho; Cláudio Sousa Jogo no Pavilhão da E.L. Azeméis Árbitros: Carlos Tadêa e Teófilo Ramalho Cartão Azul: Bruno Andrade

A Escola Livre de Azeméis recebeu o Marítimo para disputar o jogo da 4.ª jornada a contar para o Campeonato Nacional da 2.ª Divisão Sul. Na primeira parte, a equipa visitante abriu o marcador, mas os escolares não demoraram a empatar o jogo, através de Pedro Silva. A ELA continuou num bom ritmo e, apesar de ter falhado um livre direto, Pedro Silva fez o 2-1, que se manteve até ao final da primeira parte. Na segunda parte, a ELA continuou a discutir o resultado e Pedro Silva, num remate vigoroso, fez o 3-1. A partir desse momento a equipa visitante, com investidas e contra-ataques rápidos, comandou o jogo até ao 3-7. Antes de terminar a partida, a ELA ainda logrou diminuir a desvantagem, através de Ricardo Bastos, com dois penaltis marcados, fixando assim o resultado final 5-7. Foi um jogo enérgico, tendo a ELA desperdiçado oportunidades de golo nos contra-ataques e livres diretos.

Fânzeres: Leonardo Rodrigues; Cláudio Lima (2), Ricardo Couto, João Truta (2) e Eduardo Amorim (2). Jogaram ainda: Rafael Lopes (1). Treinador: Jorge Gomes

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Terça-feira, 29 de outubro de 2013

COLUMBOFILIA> ASSOCIAÇÃO COLUMBÓFILA DO DISTRITO DE AVEIRO

Gala Anual enaltece columbófilos e coletividades

CD Cucujães: Pedro Sereno; Gabriel Teixeira, Duarte Resende, Tiago Oliveira e Miguel Oliveira (2). Jogaram ainda: José Martins, Marcelo Santos e Pedro Costa (1). Treinador: Carlos Gonçalves Jogo no Pavilhão do GDC Fânzeres, em Gondomar Árbitros: Sílvia Carvalho e Sofia Ferreira (Porto) Cartões azuis: Tiago Oliveira, João Teles e Cláudio Lima

A jogar perante um conjunto acessível, o Cucujães procurou conquistar pontos para não se atrasar em relação aos seus mais diretos adversários. Só que alguns erros custaram mais uma derrota ao CDC, para a aqual contribuiu uma arbitragem bastante desequilibrada: pelo menos dois penáltis ficaram por assinalar e, ao intervalo, os locais venciam por 5-2. Mesmo assim o Cucujães criou boas oportunidades, embora com alguma infelicidade no momento da finalização. Na segunda parte, o Fânzeres optou por fazer a gestão do tempo e até conseguiu marcar por mais duas vezes. No final, um resultado demasiado pesado para os forasteiros – os homens de Oliveira de Azeméis criaram condições para trazerem de Gondomar uma derrota pelo menos não tão dilatada. Na próxima jornada, que se disputa no dia 02, o Cucujães recebe o rival de Santa Maria da Feira. RUI DUARTE

Associação Cultural e Desportiva de Azagães

Convocatória Eu, Valdemiro Valente de Bastos, presidente da mesa da assembleia-geral da Associação Cultural e Desportiva de Azagães, venho, desta forma, convocar todos os sócios, amigos e simpatizantes para uma assembleia-geral na sede da nossa associação, sita na Rua do Colégio, no próximo dia 04 de novembro pelas 21h00, com a seguinte Ordem de trabalhos 1- Apresentação de listas para a conclusão do mandato 2012/2014 2- Votação das listas existentes 3- Outros assuntos de interesse para a associação Se há hora marcada não existir quórum, esta assembleia-geral realizar-se-á 30 minutos mais tarde com o número de sócios presentes. O presidente da mesa (Valdemiro Valente Bastos)

Ambiente festivo uniu columbófilos.

Com a habitual afluência de personalidades columbófilas, familiares e amigos, teve lugar, no dia 26, no restaurante Quinta dos Carvalhos, o convívio da Associação Columbófila do Distrito de Aveiro. Foi a gala anual, na qual foram enaltecidos os feitos dos diversos vencedores – seja em que categoria for – dos campeonatos columbófilos a nível distrital. ZÉ CARLOS

Constituída a mesa de honra António Ramalho dirigiu a todos palavras de simpatia ao agradecer-lhes a presença. Com diversos autarcas presentes, destacou que na gala do próximo ano gostaria de contar com a presença do atual presidente de Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis, Hermínio Loureiro, e do seu antecessor, Ápio Assunção, pois ambos “dedicaram muitos apoios para que o edifício da Associação atingisse a atual dimensão: hoje é considerado um dos melhores do país e, quiçá, da Europa”. Chegou depois a vez de Luís Silva, presidente da direção, dissertar sobre um tema feliz - “A columbofilia não é só o número de pombos e de praticantes”.

O campeão distrital, ladeado pelos responsáveis da Associação.

Numa intervenção memorável enfatizou que no distrito há 70 coletividades que trabalham empenhadamente na ocupação dos tempos livres tanto dos mais velhos quanto dos jovens. O responsável deu nota de que está para ser inaugurado um pombal na EB Ângelo Azevedo, em S. Roque. Luís Silva terminou, pedindo a colaboração de todos para fazerem com que o pombo seja mais reconhecido, quer por entidades, quer pela população em geral. Entretanto, o direito de antena foi para Artur Costa, nome de referência na modalidade, à qual vem dedicando “todo o meu tempo livre, há mais de 68 anos”. Pelo meio, quis puxar à reflexão o que se diz, publicamente, de negativo sobre a Associação Distrital e até da própria Federação. “Fazem-no na rádio, mas nos locais certos não se pronunciam”, criticou. De seguida foi Arnaldo Palmeira, da Associação Columbófila do Porto, que não só agradeceu o convite, como também apresentou os parabéns à

organização e aos vencedores das provas do distrito, deixando ainda votos de felicidades e para que a campanha de 2014 seja normal. Já Amaro Simões quis dar conta da sua satisfação pelo relacionamento que há entre a autarquia e os responsáveis da Associação Distrital, António Ramalho e Luís Silva. Coube a Manuel Martins, presidente do congresso e que ali representava a Federação Portuguesa de Columbofilia, referir que estas reuniões são demonstrativas do bom entendimento entre todos, sem o qual quer a columbofilia quer qualquer outro desporto não se justificam. Depois do presidente da Câmara de Ovar ter deixado algumas palavras de circunstância, foi o representante da Câmara Municipal de Azeméis que falou. Pedro Marques, que tutela a pasta do Desporto no município. O responsável assegurou que a edilidade estará “sempre atenta” e que, “dentro do possível”, colaborará com as coletividades columbófilas.


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Terça-feira, 29 de outubro de 2013

necrologia/pub.

20.º Aniversário Lutuoso - 22/10/2013

Serafim Correia da Rocha - Cucujães -

Faz 20 anos que partiste, ficou connosco a recordação Tudo se tornou mais triste, viverás para sempre no nosso coração Pela passagem do 20.º aniversário sobre o falecimento de Serafim Correia da Rocha, sua família recorda, com profunda e eterna saudade, este seu ente querido.

Augusto Batista Costa - 83 Anos - Macieira de Cambra-Vale de Cambra -

Sua família vem, por este meio, agradecer a todas as pessoas que se dignaram tomar parte das cerimónias fúnebres, realizadas em Macieira de Cambra, no passado dia 25 de outubro, ou que, de outra forma, se lhe associaram na dor. Renova profunda gratidão pelas presenças amigas na liturgia do 7.º dia em sufrágio pela sua alma, que será celebrada na igreja de Macieira de Cambra, no próximo dia 02 de novembro, pelas 18h00.

Maria Rosa Pinho Gomes - 77 Anos (F. 27-10-2013) - Ossela -

Carlos Jorge Veloso Pereira - 40 Anos (F. 18-10-2013) - S. João da Madeira -

A família de Maria Rosa Pinho Gomes, sensibilizada e reconhecida com todas as provas de carinho e pesar recebidas aquando do seu falecimento. Participa que a missa de 7.º dia será celebrada domingo, na igreja matriz de Ossela. Eterna Gratidão

A família de Carlos Jorge Veloso Pereira, sensibilizada e reconhecida com todas as provas de carinho e pesar recebidas aquando do seu falecimento e missas de 7.º dia. Eterna Gratidão

Funerária José Pina Lda. - Praça José da Costa nº 107 – 3720-217 -Oliveira de Azeméis - R. Visconde n. 2259 – 3700-269 S. João da Madeira - Tel. 919743670 e 256682116 - E-mail: funerariajosepina@hotmail.com

Funerária José Pina Lda. - Praça José da Costa nº 107 – 3720-217 -Oliveira de Azeméis - R. Visconde n. 2259 – 3700-269 S. João da Madeira - Tel. 919743670 e 256682116 - E-mail: funerariajosepina@hotmail.com

Manuel Silva - 87 Anos (F. 22-10-2013) - Pinheiro da Bemposta -

A família de Manuel Silva, sensibilizada e reconhecida com todas as provas de carinho e pesar recebidas aquando do seu falecimento. Participa que a missa de 7.º dia será celebrada amanhã, quarta-feira, na igreja matriz de Pinheiro da Bemposta. Eterna Gratidão Funerária José Pina Lda. - Praça José da Costa nº 107 – 3720-217 -Oliveira de Azeméis - R. Visconde n. 2259 – 3700-269 S. João da Madeira - Tel. 919743670 e 256682116 - E-mail: funerariajosepina@hotmail.com

José da Costa Silva - 78 Anos (F. 22-10-2013) - Bustelo -

A família de José da Costa Silva, sensibilizada e reconhecida com todas as provas de carinho e pesar recebidas aquando do seu falecimento e missa de 7.º dia. Eterna Gratidão Funerária José Pina Lda. - Praça José da Costa nº 107 – 3720-217 -Oliveira de Azeméis - R. Visconde n. 2259 – 3700-269 S. João da Madeira - Tel. 919743670 e 256682116 - E-mail: funerariajosepina@hotmail.com

Laurinda da Conceição - 87 Anos

Maria Rosa Bastos - 90 Anos

Suas filhas, netos e demais família vêm, por este meio, agra­decer a todas as pessoas que se dignaram tomar parte nas ce­ri­mó­­­­ni­ as fúnebres, ou que, de outra forma, se lhes associaram na dor. Reno­vam profunda gratidão pelas presenças amigas na litur­gia de 7.º dia, em sufrágio pela sua alma, que se celebra, hoje, dia 29 de outubro, pelas 20h00, em Macieira de Sarnes.

A família de Maria Rosa Bastos, sensibilizada e reconhecida com todas as provas de carinho e pesar recebidas aquando do seu falecimento. Participa que a missa de 7.º dia será celebrada sábado, pelas 14h30, na igreja matriz de Palmaz. Eterna Gratidão

- Rua da Devesa - Macieira de Sarnes -

Agência Funerária Casa Guedes, Lda - Rua Guilherme Alves Moreira, n.º 316 | 3700-475 Milheirós de Poiares Telf.: 256 811 445 | Telm.: 965 815 114 / 968 685 709

(F. 26-10-2013) - Vilarinho de S. Luis -

Funerária José Pina Lda. - Praça José da Costa nº 107 – 3720-217 -Oliveira de Azeméis - R. Visconde n. 2259 – 3700-269 S. João da Madeira - Tel. 919743670 e 256682116 - E-mail: funerariajosepina@hotmail.com

Palmira de Jesus Neves - 80 Anos

Luís Correia de Pinho (Guerra) - 88 Anos

Seu marido, filhos, genros, noras, netos, bisnetos e demais família vêm, por este meio, agra­decer a todas as pessoas que se dignaram tomar parte nas ce­ri­mó­­­­ni­as fúnebres, ou que, de outra forma, se lhes associaram na dor. Reno­vam profunda gratidão pelas presenças amigas na litur­gia de 7.º dia, em sufrágio pela sua alma, que se celebra, terça-feira, dia 05 de novembro, pelas 19h00, em Fajões.

Seus filhos, nora, genro, netos, bisnetos e demais família vêm, por este meio, agra­decer a todas as pessoas que se dignaram tomar parte nas ce­ri­mó­­­­ni­as fúnebres, ou que, de outra forma, se lhes associaram na dor. Reno­vam profunda gratidão pelas presenças amigas na litur­gia de 7.º dia, em sufrágio pela sua alma, que se celebra, amanhã, dia 30 de outubro, pelas 19h30, em Cesar.

- Rua Cimo de Vila - Pisão - Fajões -

Agência Funerária Casa Guedes, Lda - Rua Guilherme Alves Moreira, n.º 316 | 3700-475 Milheirós de Poiares Telf.: 256 811 445 | Telm.: 965 815 114 / 968 685 709

Tribunal Judicial de Oliveira de Azeméis 2.º Juízo Cível ANÚNCIO

Processo: 2063/13.0TBOAZ Interdição/Inabilitação N/Referência: 4261540 Data: 24-10-2013 Requerente: Ministério Público de Oliveira de Azeméis Requerido: José Maria da Silva Abreu e Sousa

Agência Funerária Casa Guedes, Lda - Rua Guilherme Alves Moreira, n.º 316 | 3700-475 Milheirós de Poiares Telf.: 256 811 445 | Telm.: 965 815 114 / 968 685 709

Rosa Maria Ferreira - 88 Anos

- Rua do Ribeiro-Carregosa Sua família vem, por este meio, agradecer a todas as pessoas que se dignaram tomar parte das cerimónias fúnebres, realizadas em Carregosa, no passado dia 27 de outubro, ou que, de outra forma, se lhe associaram na dor. Renova profunda gratidão pelas presenças amigas na liturgia do 7.º dia em sufrágio pela sua alma, que será celebrada na igreja matriz de Carregosa, no próximo dia 08 de novembro, pelas 19h00. Funeral a cargo de Alcino & Filho, Serviços funerários e lutuosos www.alcinoefilho.com tel: 256412007 – 917571219

Faz-se saber que foi distribuída neste tribunal, a ação de Interdição/Inabilitação em que é requerido José Maria da Silva Abreu e Sousa, com residência em domicílio: Rua Dr. Salvador Tavares Machado N.º 18, R/c. 3720-000 Oliveira de Azeméis, para efeito de ser decretada a sua interdição por anomalia psíquica. A Juiz de Direito, Dr.(a) Liliana da Silva Sá O Oficial de Justiça, Isabel Pinho

- Rua do Outeiro - Cesar -

C. A. n.º 4529 de 29/10/2013

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necrologia 13.º Aniversário Lutuoso - 01/11/2013

Terça-feira, 29 de outubro de 2013

29

7.º Aniversário Lutuoso - 01/11/2013

Belmiro Alves de Oliveira Faz 13 anos que nos deixaste para sempre, mas nunca te vamos esquecer. Sua esposa, filhos, nora, genros e netos recordam, com profunda saudade, este ente querido. Mandam celebrar missa em sufrágio pela sua alma, no próximo dia 01 de novembro, pelas 19h30, na igreja matriz de Oliveira de Azeméis.

10.º Aniversário Lutuoso - 29/10/2013

Avelino de Oliveira - Pindelo -

No dia em que se completa o 7.º aniversário sobre o falecimento de Avelino de Oliveira, sua esposa, filhos e netos recordamno, com profunda e eterna saudade.

Joaquim Marques da Silva - 91 Anos

Fernando Silva Ferreira

- Lugar do Avenal-Ul -

- Loureiro -

Já faz 10 anos que partiste, lamentavelmente só sobram as doces lembranças dos momentos de alegria e felicidade que juntos vivemos ao teu lado. Não passa um só dia, desde que partiste, que não estejas presente em nossa oração... Tua esposa, filhos, nora, genro, netos e demais família participam a eucaristia em sufrágio pela sua alma, que se celebra amanhã, dia 30 de outubro, pelas 18h00, na igreja matriz de Loureiro.

Seus filhos, noras, genro, netos, bisnetos e demais família agradecem, reconhecidamente, a todas as pessoas que acompanharam as cerimónias fúnebres, assim como a missa de 7.º dia, ou que, de outra forma, lhes manifestaram o seu pesar. Agência Funerária Beira-Mar – Rua Conde Santiago de Lobão, n.º 230 – Oliveira de Azeméis Filial: Rua S. João Baptista (Lugar da Igreja) Loureiro – Telf.: 256 682 905 * Telm.: 917 533 018 (24 horas)

Maria Emília Ferreira Pinho Roque Neves - 58 Anos

António Dias Ferreira - 82 Anos

Seu marido, filhos, noras, netos e demais família agradecem, reconhecidamente, a todas as pessoas que acompanharam as cerimónias fúnebres, assim como a missa de 7.º dia, ou que, de outra forma, lhes manifestaram o seu pesar,

Sua esposa, filhas, genros, netos, bisneta e demais família agradecem, reconhecidamente, a todas as pessoas que acompanharam as cerimónias fúnebres, assim como a missa de 7.º dia, ou que, de outra forma, lhes manifestaram o seu pesar.

- Lugar do Outeiro-Santiago de Riba - Ul

-

Agência Funerária Beira-Mar – Rua Conde Santiago de Lobão, n.º 230 – Oliveira de Azeméis Filial: Rua S. João Baptista (Lugar da Igreja) Loureiro – Telf.: 256 682 905 * Telm.: 917 533 018 (24 horas)

José Dias de Carvalho Neves - 60 Anos - Calvário-Oliveira de Azeméis -

- Lugar das Cavadas-Vila de Cucujães -

Agência Funerária Beira-Mar – Rua Conde Santiago de Lobão, n.º 230 – Oliveira de Azeméis Filial: Rua S. João Baptista (Lugar da Igreja) Loureiro – Telf.: 256 682 905 * Telm.: 917 533 018 (24 horas)

Maria de Oliveira Marques da Silva Pereira - 70 Anos - Lugar de Clavel-Travanca -

Suas irmãs, cunhada, cunhados, sobrinhos e demais família agradecem, reconhecidamente, a todas as pessoas que acompanharam as cerimónias fúnebres, ou que, de outra forma, lhes manifestaram o seu pesar, assim como a missa de 7.º dia.

Seu marido, filhos, noras, netos e demais família agradecem, reconhecidamente, a todas as pessoas que acompanharam as cerimónias fúnebres, ou que, de outra forma, lhes manifestaram o seu pesar, assim como a missa de 7.º dia, que será celebrada quintafeira, dia 31 de outubro, pelas 18h00, na igreja matriz de Travanca.

Agência Funerária Beira-Mar – Rua Conde Santiago de Lobão, n.º 230 – Oliveira de Azeméis Filial: Rua S. João Baptista (Lugar da Igreja) Loureiro – Telf.: 256 682 905 * Telm.: 917 533 018 (24 horas)

Agência Funerária Beira-Mar – Rua Conde Santiago de Lobão, n.º 230 – Oliveira de Azeméis Filial: Rua S. João Baptista (Lugar da Igreja) Loureiro – Telf.: 256 682 905 * Telm.: 917 533 018 (24 horas)

Manuel Ferreira da Silva - 78 Anos - Barrocas-Oliveira de Azeméis -

Fernando dos Reis de Bastos - 73 Anos - Lugar da Quintã-São Martinho da Gândara -

Sua esposa, filhos, netos e demais família agradecem, reconhecidamente, a todas as pessoas que acompanharam as cerimónias fúnebres, ou que, de outra forma, lhes manifestaram o seu pesar, assim como a missa de 7.º dia, que será celebrada quinta-feira, dia 31 de outubro, pelas 19h30, na igreja matriz de Oliveira de Azeméis.

Sua esposa, filhos, noras, genros, netos, bisnetos e demais família agradecem, reconhecidamente, a todas as pessoas que acompanharam as cerimónias fúnebres, assim como a missa de 7.º dia, ou que, de outra forma, lhes manifestaram o seu pesar.

Agência Funerária Beira-Mar – Rua Conde Santiago de Lobão, n.º 230 – Oliveira de Azeméis Filial: Rua S. João Baptista (Lugar da Igreja) Loureiro – Telf.: 256 682 905 * Telm.: 917 533 018 (24 horas)

Agência Funerária Beira-Mar – Rua Conde Santiago de Lobão, n.º 230 – Oliveira de Azeméis Filial: Rua S. João Baptista (Lugar da Igreja) Loureiro – Telf.: 256 682 905 * Telm.: 917 533 018 (24 horas)

José Alberto Soares - 78 Anos - Rua do Casal-Travanca -

3.º Aniversário Lutuoso - 01/11/2013

Teresa Soares da Rocha

Seus filhos, noras, genro, netos e demais família agradecem, reconhecidamente, a todas as pessoas que acompanharam as cerimónias fúnebres, ou que, de outra forma, lhes manifestaram o seu pesar, assim como a missa de 7.º dia, que será celebrada quinta-feira, dia 31 de outubro, pelas 18h00, na igreja matriz de Travanca.

Seus filhos, nora, genros, netos, bisnetos recordam-na com imenso cari­ nho e comunicam que será celebrada missa em sufrágio pela sua alma, sexta-feira, dia 01 de novembro, pelas 19h30, na igreja matriz de Oliveira de Azeméis. Agradecem reconhecidamente a todas a pessoas que honrem com a sua presença nesta santa eucaristia.

Agência Funerária Beira-Mar – Rua Conde Santiago de Lobão, n.º 230 – Oliveira de Azeméis Filial: Rua S. João Baptista (Lugar da Igreja) Loureiro – Telf.: 256 682 905 * Telm.: 917 533 018 (24 horas)

Agência Funerária Beira-Mar – Rua Conde Santiago de Lobão, n.º 230 – Oliveira de Azeméis Filial: Rua S. João Baptista (Lugar da Igreja) Loureiro – Telf.: 256 682 905 * Telm.: 917 533 018 (24 horas)

Arlinda Lopes Pereira - 69 Anos - Santiago de Riba-Ul -

Seu marido, filhas, genros, netos e demais família agradecem, reconhecidamente, a todas as pessoas que acompanharam as cerimónias fúnebres, ou que, de outra forma, lhes manifestaram o seu pesar, assim como a missa de 7.º dia, que será celebrada quinta-feira, dia 31 de outubro, pelas 19h00, na capela do Senhor da Campa, em Santiago de Riba-Ul. Agência Funerária Beira-Mar – Rua Conde Santiago de Lobão, n.º 230 – Oliveira de Azeméis Filial: Rua S. João Baptista (Lugar da Igreja) Loureiro – Telf.: 256 682 905 * Telm.: 917 533 018 (24 horas)

- Porto Carro-Vilar-Oliveira de Azeméis -

Artur José da Silva - 99 Anos

- Gândara-São Roque Seus filhos, noras, genros, netos e bisnetos vêm, por este meio, agra­decer a todas as pessoas que se dignaram tomar parte nas ce­ri­mó­­­­ni­as fúnebres, ou que, de outra forma, se lhes associaram na dor. Reno­vam profunda gratidão pelas presenças amigas na litur­gia de 7.º dia, em sufrágio pela sua alma, que se celebra sexta-feira, dia 01 de novembro, pelas 19h00, na igreja de S. Roque. Funerária Cristino Ld.ª - Santiago de Riba-Ul - Telf.: 256 682 451 * Telm.: 919 697 374

Simão Marques - 82 Anos

Agostinho de Jesus Lopes - 61 Anos

Sua esposa, filhas, genros e netos vêm, por este meio, agra­decer a todas as pessoas que se dignaram tomar parte nas ce­ri­mó­­­­ni­as fúnebres, ou que, de outra forma, se lhes associaram na dor. Reno­vam profunda gratidão pelas presenças amigas na litur­gia de 7.º dia, em sufrágio pela sua alma, que se celebra, hoje, dia 29 de outubro, pelas 19h15, na igreja de S. João da Madeira.

Sua esposa, filha e genro vêm, por este meio, agra­decer a todas as pessoas que se dignaram tomar parte nas ce­ri­mó­­­­ni­as fúnebres, ou que, de outra forma, se lhes associaram na dor. Reno­vam profunda gratidão pelas presenças amigas na litur­gia de 7.º dia, em sufrágio pela sua alma, que se celebra amanhã, dia 30 de outubro, pelas 19h00, na igreja de Cucujães.

- Rua da Farrapa-São Roque (Natural da Devesa Velha - S. João da Madeira)

Funerária Cristino Ld.ª - Santiago de Riba-Ul - Telf.: 256 682 451 * Telm.: 919 697 374

- Av. Benjamim Araújo - S. João da Madeira - (Natural de Rebordões - Cucujães) -

Funerária Cristino Ld.ª - Santiago de Riba-Ul - Telf.: 256 682 451 * Telm.: 919 697 374


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necrologia/pub.

Terça-feira, 29 de outubro de 2013

3.º Aniversário Lutuoso - 02/11/2013

1.º Aniversário Lutuoso - 26/10/2013

José Maria Moreira Guimarães

Fernando Marques dos Santos

- Vila de Cucujães -

Longe ou perto de ti, estamos sempre a recordar-te... Estás à beira de Jesus, onde um dia te iremos encontrar. No dia em que se completa o 3.º aniversário sobre o falecimento de José Maria Moreira Guimarães, sua esposa e filhos recordam, com profunda sau­ dade, este seu ente querido. Mandam celebrar missa em sufrágio pela sua alma, no próximo dia 02 de novembro, pelas 18h00, na igreja de Cucujães.

- Loureiro -

Longe ou perto de ti Estamos sempre a recordar Estás à beira de Jesus Onde um dia te iremos encontrar

13.º Aniversário Lutuoso - 03/11/2013

José Ricardo Oliveira Nunes

Sua mulher, filhos, nora, netos e restante família recordam-no com profunda saudade. Agradecem as presenças amigas na missa em sufrágio pela sua alma, que se celebrou no passado dia 26 de outubro, pelas 19h00, na igreja de Loureiro.

- Pinheiro da Bemposta -

Faz 13 anos que partiste, ficou connosco a recordação... Tudo se tornou mais triste, viverás para sempre no nosso coração No dia em que se completa o 13.º aniversário sobre o falecimento de José Ricardo Oliveira Nunes, seus pais e irmãos recordam, com profunda saudade, este seu ente querido. Mandam celebrar missa em sufrágio pela sua alma, no próximo dia 04 de novembro, pelas 19h00, na igreja do Pinheiro da Bemposta.

2.º Aniversário Lutuoso - 31/10/2013

5.º Aniversário Lutuoso - 30/10/2013

Orlando José Marques Gonçalves

Manuel Eduardo Estrela Soares

No dia em que se completa o 2.º aniversário sobre o falecimento de Orlando José Marques Gonçalves, sua esposa, filhos e restante família recordam, com profunda e eterna saudade, este seu ente querido. Mandam celebrar missa em memória da sua alma, ama­ nhã, dia 30 de outubro, pelas 18h00, na igreja matriz de Loureiro.

Pede um pouco por todos, a quem deixaste a chorar, Que nós aqui todos juntos, continuaremos a te amar.

- Arrota-Loureiro -

- Loureiro -

No dia em que se completa o 5.º aniversário sobre o falecimento de Manuel Eduardo Estrela Soares, sua esposa e filhos recordam, com profunda e eterna saudade, este seu ente querido. Mandam celebrar missa em memória da sua alma, amanhã, dia 30 de outubro, pelas 18h00, na igreja matriz de Loureiro.

Lucília da Silva Pinho - 83 Anos

22.º Aniversário Lutuoso - 27/10/2013

Sua família vem, por este meio, agradecer a todos quantos se dignaram tomar parte nas cerimónias fúnebres, ou que, de outra forma, se lhe associaram na dor. Renova profunda gratidão pelas presenças amigas na liturgia de 7.º dia, em sufrágio pela sua alma.

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André da Silva

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Maria Rosa de Jesus - 93 Anos - Rua Padre António da Rocha-Cesar -

Sua família vem, por este meio, agradecer a todos quantos se dignaram tomar parte nas cerimónias fúnebres, ou que, de outra forma, se lhe associaram na dor. Renova profunda gratidão pelas presenças amigas na liturgia de 7.º dia, em sufrágio pela sua alma. LUZ DO HORIZONTE – Funerária, Lda. (M. Augusto Sousa & Rui Santos) – Vale de Cambra Tms. 918 712 770 / 914.542.819

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No dia em que se completa o 22.º aniversário sobre o faleci­ mento de André da Silva, sua família recorda-o, com saudade. Foi celebrada missa em memória deste seu ente querido, no dia 27 de outubro, na igreja matriz de Oliveira de Azeméis.

6.º Aniversário Lutuoso - 29/10/2013

Maria Teresa Fernandes Tavares Silva Cruz - Oliveira de Azeméis -

Uma despedida forçada, uma dor, uma luta travada, uma vida encurtada, uma felicidade inacabada. Recordamos, com saudade, o teu sorriso, a tua força, a tua bondade, agora em espírito de luz irradiante. Seu marido, filha, pais, irmãs, cunhados e sobrinho recordam, com sau­ dade, este ente querido. Mandam celebrar missa em sufrágio pela sua alma, hoje, dia 29 de outubro, pelas 19h30, na igreja matriz de Oliveira de Azeméis.

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Pela passagem do 17.º aniversário de Diana Sofia da Cruz Guimarães, um amigo deseja-lhe muitas felicidades. Pa­ra­béns!

Parabéns vos queremos dar, Um forte aperto de mão Daqueles que vos amam Do fundo do coração Pela passagem do 59.º ani­ver­ sá­rio matrimonial de Mário Mar­ ques da Silva e Maria Irene da Silva Ribeiro, seus filhos e noras desejam-lhes muitas felicidades. Parabéns!

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Pela passagem da tua terceira primavera, teus avós maternos desejam-te muitas felicidades. Parabéns!

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Diana Sofia da Cruz Guimarães Parabéns a você Nesta data querida Muitas felicidades Muitos anos de vida

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Parabéns a você 03/11/2013 Nesta data querida 73 Anos Muitas felicidades Muitos anos de vida Seu marido, filhos, noras, netos e demais família desejamlhe um feliz aniversário. Parabéns!

Bruno Alexandre Pinto Nunes - Madail -

Parabéns te queremos dar 28/10/2013 Um forte aperto de mão 5 Anos Sempre te vamos amar Amor do nosso coração Pela passagem do teu 5.º aniversário, teus pais, avós e amigos desejam-te muitas felicidades. Parabéns!


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Terça-feira, 29 de outubro de 2013

REGIONAL

PINHEIRO DA BEMPOSTA> ELE ESTÁ DESEMPREGADO E A MULHER DOENTE...

Casal vive situação difícil e precária José está desempregado e a mulher, Cristina, doente, também não pode trabalhar. Moram numa casa muito modesta, sem eletricidade, e, este mês, contam que já não lhes sobra dinheiro para comprarem uma botija de gás, nem sequer para comerem. DIANA COHEN

O casal, residente no Pinheiro da Bemposta, de onde o homem é natural, está desesperado. “Como fiz uns biscates por estes dias, comprei alguns alimentos, mas já está tudo a acabar”, diz o homem, exasperado. Cristina Silva, 39 anos, e o marido, José Carmo, de 49, conheceram-se através de um anúncio deixado pelo homem num jornal; apaixonaram-se e

Cristina e José gostavam de ter uma vida mais digna

casaram pouco tempo depois. Juntos na doença e na tristeza, dizem que, hoje, para enfrentarem as dificuldades, apenas podem contar um com o outro, queixando-se da falta de apoios. “Não temos luz em casa e, agora, acabou o gás. Vivemos os dois da minha pensão de invalidez, que não chega para nada porque grande

parte do dinheiro vai para os meus medicamentos”, explica Cristina, bastante debilitada e desfigurada por graves problemas de saúde que a afetam. Sem dinheiro para se deslocarem em transportes públicos, atualmente José conta, apenas, com a sua bicicleta. Já a Cristina, faltam-lhe forças para pedalar e, sempre que necessita

e acompanham de perto este caso. Ao Correio de Azeméis, o autarca contou que “a Segurança Social faz tudo o que está ao seu alcance para ajudar”, acrescentando que “o casal esteve a ser apoiado pela Santa Casa da Misericórdia, que lhe garantia o almoço, mas, entretanto, esse apoio foi-lhes retirado porque se queixavam da comida”. José garante que isso aconteceu, porque as refeições não eram as mais adequadas à dieta da mulher. Durante muito tempo, José recebeu o Rendimento Social de Inserção, que, ainda segundo o presidente da Junta, lhe foi cortado porque faltou a uma formação. “Tentamos ajudá-los como de ir a consultas médicas à podemos e, muitas vezes, já cidade, percorre cerca de sete lhes dei dinheiro que tirei quilómetros a pé. “Muitas ve- do meu bolso, pois a Junta zes está a chover e vou sem não pode dar-lhes dinheitomar o pequeno almoço... ro. No entanto, sempre que custa-me tanto”, desabafa a precisarem de géneros para mulher. comer, podem vir buscá-los ao centro”, afirma o Armindo Um caso já conhecido Nunes, já na qualidade de reO presidente da Junta de presentante do Centro Social Freguesia, Armindo Nunes, e e Paroquial do Pinheiro da a Segurança Social conhecem Bemposta.

LOUREIRO > SEM QUALQUER INCUMPRIMENTO EM 2012

ERSE destaca performance da Cooperativa Eléctrica A Entidade Reguladora do Setor Elétrico (ERSE) destaca a performance da Cooperativa Eléctrica de Loureiro (CEL). Ao longo dos últimos 80 anos de existência, a Cooperativa Eléctrica de Loureiro (fundada em 1933), através do empenho, persistência e profissionalismo dos seus funcionários e sucessivas direções, soube transformar-se e adaptar-se às regras e exigências do mercado onde está inserida, a ponto de ver o seu trabalho reconhecido pela Entidade Reguladora do Sector Eléctrico (ERSE). No último Relatório da Qualidade de Serviço do Sector Eléctrico 2012, publicado no seu site referente aos operadores de rede e comercializadores de último recurso exclusivamente em BT (Baixa Tensão), a ERSE destaca a CEL pela “publicação do seu primeiro relatório de qualidade de serviço”, pelo “cum-

da a percorrer, no sentido de melhorar continuamente o seu desempenho ao nível da qualidade de serviço”.

primento das obrigações de reporte periódico das informações” e pelo “esforço feito no último ano no sentido de disponibilizar mais e melhor informação”. De registar ainda que, na síntese dos indicadores individuais de qualidade de serviço comercial em 2012, a CEL não apresentou nenhum incumprimento. De acordo com os seus responsáveis, “a CEL congratulase com a apreciação positiva da entidade reguladora, estando ciente do percurso ain-

Um pouco de história A propósito, nada como recordar, um pouco, a história deste setor, até para perceber melhor o papel desempenhado pela CEL. A partir de 1944, o Estado chama a si a definição da política de eletrificação nacional, passando a dirigir, orientar e intervir no setor. Este passou definitivamente a assentar em concessões do Estado aos municípios, exploradas por sociedades privadas concessionárias, em regra participadas pelo Estado. Nos anos 50, só o concelho de Oliveira de Azeméis contava com 10 fornecedores e distribuidores de energia. Em 1975, à semelhança do que aconteceu noutros ramos

da atividade económica, assistiu-se à nacionalização do setor elétrico e, consequentemente, à criação de empresas públicas. A estas são conferidas, em exclusivo, em regime de serviço público, por tempo indeterminado, o exercício das atividades de produção, transporte e distribuição de energia elétrica: EDP, no Continente; EDA nos Açores; EEM na Madeira. Em 1995, aplicando-se uma diretiva comunitária e estabelecendo-se regras comuns para a criação do mercado interno de eletricidade, dá-se início à liberalização do setor marcado pela reprivatização da EDP e pela afirmação do princípio de liberdade de acesso às atividades de produção e distribuição de energia elétrica, através da definição de um Sistema Elétrico Nacional, baseado na coexistência de um Sistema Elétrico de Serviço Público (SEP) – Merca-

do Regulado e de um Sistema Elétrico Independente ou não Vinculado (SENV) – Mercado Liberalizado. Simultaneamente consagra-se a regulação do setor elétrico, através da criação de uma entidade administrativa independente, a ERSE. Em 2003, inicia-se o processo de liberalização global do setor elétrico; dessa liberalização e assente numa diretiva comunitária desse mesmo ano, chega-se à criação do Mercado Ibérico de Eletricidade (MIBEL), expresso nos acordos celebrados entre Portugal e Espanha. Com as diretivas de 2003 e decreto-lei de 2006 estabelecese os princípios gerais relativos à organização e funcionamento do sistema elétrico nacional, bem como ao exercício das atividades de produção, transporte, distribuição e comercialização de eletricidade. MANUEL TERRA


29 10 2013