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SEMANÁRIO

FUNDADO EM 05 DE OUTUBRO DE 1922 DIRETOR ANTÓNIO MAGALHÃES SUB DIRETOR EDUAR2DO COSTA Nº 4527 - 15 OUTUBRO DE 2013 PREÇO 0,50 € (IVA INCLUÍDO) www.correiodeazemeis.pt Taxa Paga | Devesas - 4400 V. N. Gaia | Autorizado a circular em invólucro de plástico fechado | Autorização n.º 5804/2002 DCP-2

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Distinguido pelo Governo com Diploma de Louvor de Mérito Jornalístico e Empresarial da Comunicação Social Regional e Local

FUTEBOL> OLIVEIRENSE CONSEGUIU RESISTIR AOS ‘LEÕES DA SERRA’

UDO empata antes do jogo para a Taça

Página 19

QUASE DOIS MILHÕES DE EUROS GASTOS EM ENERGIA EM 2012

> NESTA EDIÇÃO:

> DA FREGUESIA DE UL

Rancho ‘Cravos e Rosas’ assinala bodas de prata Página 16 > NO PINHEIRO E EM CUCUJÃES

Obras nas Unidades de Saúde

Página 18

> ATENÇÃO OLIVEIRENSES

Município toma medidas para diminuir os custos Páginas 04 e 05

Bombeiros não estão a efetuar qualquer peditório Página 09

‘Bolsa de €mprego’ O Correio de Azeméis publica, novamente, ofertas de emprego, em colaboração com IEFP. Consulte na página 31 PUBLICIDADE


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Terça-feira, 15 de outubro de 2013

POESIA

Uma história de amor

POSTAL DA SEMANA

As PME’s de Porter

Quando de mim te lembravas E à minha porta passavas, No intuito de me ver, Tu supunhas que me amavas E até mesmo já pensavas Que eu te iria pertencer. Mas, um dia - há sempre um dia! –, Quando de casa eu saía E nosso olhar se cruzou, Então, teu rosto sorria E, ao dares-me um bom dia, Meu coração palpitou. Mais vezes nos encontrámos, Conversámos e até criámos Laços de amor e ternura. Namorámos e casámos E, ao fim de sessenta anos, Nosso amor ainda perdura. É uma história de amor Sem vestígios de rancor, Que alimenta nossas vidas. Os anos já vão caindo, Como pétalas saindo De um ramo de margaridas.

ABERTURA

EDUARDO OLIVEIRA COSTA

As Pequenas e Médias Empresas (PME’s) estão na base da recuperação da nossa economia, através das exportações. Nos primeiros anos dos fundos comunitários, estas empresas foram postas em segundo plano. O ministro da tutela dizia: Como posso beneficiar tantas empresas com tão poucos funcionários e volume de negócios?! Os fundos europeus foram para grandes investimentos. Anos depois, o guru Porter, professor de Cavaco Silva, então primeiro-ministro, concluiu que tínhamos ouro, nas especialidades das nossas indústrias, ensinadas de geração em geração. Ele falava das nossas milhares de pequenas empresas industriais, familiares na sua grande maioria. Quis o destino que, há alguns anos, se começasse a perceber a importância de acreditar nas nossas PME’s. Sem dúvida que os grandes investimentos foram importantes para o país, como a Auto-Europa e outros. Mais uma vez, o velho ditado popular

faz sentido: ‘grão a grão enche a galinha o papo’! As pequenas empresas, individualmente, podem não exportar tanto como grandes fábricas. Mas, todas juntas, o volume de exportações e de empregados é muito superior. Também, em cenário de crise, as grandes empresas encerram portas com bastante mais celeridade, em decisões de anónimos proprietários. Estes empresários podem não ter os canudos de gestão, que seriam úteis, sem dúvida. Mas há uma ciência em que dão cartas: conhecem como ninguém o seu negócio, o seu produto e como se faz bem. Estes saberes são fundamentais no sucesso de qualquer negócio. A isto, Porter chamou ‘feeling’ e atribui-lhe uma grande importância para o sucesso das nossas indústrias. Neste momento difícil, o empenho e o trabalho de todos os que se envolvem nas pequenas empresas estão, mesmo, a ajudar o país a sair do atoleiro em que se afundou.

A. EVANGELISTA DE PINHO

ESTANTE

Comer e Amar em Paris Elizabeth Bard Uma história de amor real, numa Paris tradicional, bonita, mas simultaneamente cosmopolita. Cheia de cor, sabores doces e intensos. Com todos os ingredientes de uma boa história e que podia acontecer a qualquer mulher. Porque na Cidade das Luzes, todos os sonhos se tornam realidade. Uma jovem mulher é apanhada entre duas paixões - a primeira, a do seu novo e lindo amor Gwendal, e a segunda, a fantástica cozinha francesa. Misturadas numa das mais românticas cidades do mundo, fazem a protagonista perceber que, juntas, elas podem fazê-la descobrir quem realmente é e tornar os seus talentos a sua forma de vida e a sua nova paixão. Tudo regado com molho de vieiras e champanhe, muito gengibre, e, claro, no final, uma sobremesa de soufflé de chocolate. Uma história contada entre cores e sabores, em mercados de Paris, com cheiro a coentros e sabores intensos a canela e endro.

– Secretariado em 1942 e ficou a dever-se à iniciativa do ‘SNI O ‘Concurso das Estações Floridas’ teve início Caminhosão com a C. P. Como se pode ler na ‘Gazeta dos Nacional da Informação’ em estreita colaboraç ns de um e dos seus colaboradores transformou os jardi de-ferro’, “o carinho dos chefes das estações longo de ferro em delicadas manifestações de arte”. Ao grande número das estações do caminho de nticas relíquias, concelho premiadas. Estes azulejos, hoje autê décadas, foram várias as estações do nosso lenta agonia! recordam amargamente uma linha férrea em


ABERTURA

EDITORIAL

Terça-feira, 15 de outubro de 2013

SEMÁFORO

RECOLHA DOS LIXOS

Receita de ontem, problema de hoje! Oliveira de Azeméis não passava então de uma provinciana vila, procurando dar o salto em frente. Firmavam-se passos decisivos para a construção do edifício dos CTT e via-se no fundo do túnel a luzinha que conduziria à consumação dos sonhos de um Palácio da Justiça e da então Escola Industrial e Comercial (hoje Escola Secundária Soares Basto). Os lixos recolhidos nas principais artérias da vila eram amontoados no recinto da Feira dos Onze e depois, quando a pilha apresentasse determinado volume, vendidos em leilão. Leilões que, durante muitos anos, atraíram apreciável número de concorrentes, todos eles, naturalmente, proprietários agrícolas ou apenas caseiros que, não dispondo de mato, disputavam aquela matéria-prima para a confecção dos estrumes com que faziam a terra reproduzir-se em flores e em frutos. Quando não havia campos a monte, quando as silvas e outras daninhas espécies vegetais não desfrutavam das mais amplas liberdades de hoje, quando um palmo de terra era disputado a preço de ouro e os mais minúsculos leirões amanhados cuidadosamente até à berma. Na terra, e quase só na terra, residia a possível subsistência. A actividade agrícola ocupava a maior parte da população, porque a “revolução industrial” do nosso concelho dava ainda os primeiros e tímidos passos. A data de 6 de Janeiro de 1956, escolhida para a realização de mais uma venda pública – e anunciada nas edições do “Correio” e da “Opinião” de 22 de Dezembro - não fora determinada ao acaso. O Dia de Reis incluía-se entre os “dias santos dispensados”, que as gentes do campo ainda respeitavam. Era o último dia da quadra natalícia. As férias compreendiam-no. O chamado estrume valia um tesouro. Os adubos químicos eram desconhecidos. Pouco mais de uma dezena de anos antes desta venda dos lixos, recordo que alguns dos meus colegas de escola primária - bem mais infelizes do que eu - tinham por missão diária, logo após a saída das aulas, apanhar os excrementos com que as muitas juntas de bois de então “asfaltavam” as esburacadas estradas de macadame, os caminhos e os quelhos, utilizando como indispensáveis ferramentas o velho caldeiro e a rapa; e só quando aquele transbordasse de bosta poderiam, finalmente, brincar um pouquinho. Torna-se demasiado óbvio que os lixos recolhidos hoje nada têm a ver com os desses tempos. Nem na qualidade, nem na quantidade. Por certo pouco mais que as folhas secas que tombavam das árvores, as ervas dos passeios e sobretudo do Jardim Público, o grande amor do zelador Artur Costa, mais conhecido por Artur da Câmara. Talvez ainda os restos, poucos, das varreduras do mercado. Pois bem. Os lixos que aumentavam, embora de forma simbólica, os cofres camarários, representam hoje um brutal encargo e um gravíssimo problema.

www.correiodeazemeis.pt geral@correiodeazemeis.pt

Fundador: BENTO LANDUREZA (1922) SEDE: Edifício Rainha, 8º piso Telefs. 256049890 • Fax: 256046263 3720 OLIVEIRA DE AZEMÉIS Horário de 2ª a 6ª • 9.00/18.30H Assinatura anual : (C/IVA 6%) (Entre Douro e Vouga) 20,00 (Resto do País) 22,50 (C/IVA 6%) (Europa) 65,00 (C/IVA 6%) (Resto do Mundo) 97,00 (C/IVA 6%)

ANTÓNIO MAGALHÃES

Revivendo tradições Associações e colectividades das mais diversas áreas, autarquias, etc., vêm-se empenhando no reviver das mais belas tradições. As esfolhadas constituíam festas genuinamente populares, festas cantadas e imortalizadas por tantos dos nossos romancistas e poetas. Nos tempos em que as pessoas, não dispondo de outros recursos, teriam elas próprias que criar as suas distracções, as suas festas, os seus tempos de lazer. Também aqui se juntava o útil ao agradável: sem pagamento de salários, cumpriam-se tarefas inadiáveis da actividade agrícola. Louvem-se todos quantos se empenham na recuperação deste que é, sem dúvida, um rico património cultural.

Dia Internacional da Bengala Branca 15 de Outubro é o Dia da Bengala Branca. Foi estabelecido, em 1970, pela Federação Internacional dos Cegos, e tem por objectivo reconhecer a independência das pessoas cegas e a sua plena participação na sociedade, após a bengala ter sido definitivamente reconhecida como um instrumento precioso para a orientação e locomoção dos cegos. De entre as muitas barreiras que se lhes erguem, valerá a pena chamar a atenção, neste dia, para aquelas que condicionam a mobilidade: as barreiras arquitectónicas, o mau estacionamento dos veículos, e, em suma, todas as situações de falta de cuidado e de civismo nos espaços públicos.

Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza Celebra-se a 17 de Outubro o Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza, uma comemoração ditada pelas profundas desigualdades verificadas em todo o Mundo no que se refere à distribuição da riqueza produzida. Comemoração importante por constituir ocasião para todos os governos, mas também para todos os cidadãos comuns, reflectirem sobre esta problemática social, que, a par com o terrorismo, é uma constante ameaça à segurança e aos direitos humanos. Um multissecular aforismo popular português refere, na sua sábia filosofia, que a fome é má conselheira.

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A ‘RESSACA’ DA SEMANA Naquele que estava anunciado como “o verão mais frio dos últimos 200 anos”, as temperaturas atingiram índices elevados e baralharam as contas aos meteorologistas. Dias muito quentes e noites como já há alguns anos não se sentiam fizeram o cenário dos últimos meses, que, se não se enganarem novamente, parece que ainda vai ficar por mais um tempinho. Os incêndios florestais rapidamente agravaram os dados. De um momento para o outro, a acalmia que se vivia nesta matéria atingiu um pico elevado fora de controlo, com numerosas mortes de bombeiros a lamentarem-se. Esta semana acabaram por sucumbir mais três ‘soldados da paz’. São às dezenas os suspeitos de fogo posto. Presentes a tribunal, pouco depois estão no terreno novamente a fazer o mesmo. Até quando? É um ciclo vicioso que se repete. A vida anda mesmo ao contrário. O dia a dia corre como nunca. Num abrir e fechar de olhos, estamos a poucos meses do fim do ano. As férias ‘já eram’ e, brevemente, as nossas crianças e jovens regressam às aulas. O outono já espreita. Daí ao Natal... é um ‘saltinho de pardal’. Antes disso, temos as Autárquicas. A correr andam, literalmente, os candidatos. É preciso angariar adeptos, pois a votos vão dia 29 de setembro. O Correio de Azeméis continua a ‘dar-lhes a palavra’ para apresentarem as equipas, as ideias, os planos, enfim - o programa... eleitoral, pois então. O tempo urge e é o povo quem mais ordena. Que escolha o melhor... para que esse vença; seja lá ele quem for. Entretanto, sábado foi noite de folia. O ‘Carnaval de verão’ saiu às ruas da cidade para animar a malta. É que esta vida são dois dias e este [Carnaval] foi uma noite... intensa de samba e muita farra. Corpos roliços, pernas bem torneadas e curvas de se perderem à distância… eis que, em Oliveira de Azeméis, a termómetros subiram… muito por culpa da Federação das Associações do Município, que organizou a festança, porque sabe bem do que o povo precisa… cansado que anda de tanta ‘política troicana’. Nesta ‘ressaca’ não podemos esquecer de anunciar o balanço feito pelo executivo do Pinheiro da Bemposta, que, devido a compromissos pessoais, não nos pôde receber na altura agendada. Com esta, encerra o ciclo de entrevistas que temos publicado nos últimos meses, dando voz aos nossos autarcas, com exceção de Palmaz, que não acedeu ao nosso convite.

Diretor: António Magalhães • Subdiretor: Eduardo Costa (Cart. Prof. nº 1738) • Chefe de Redação: Ângela Amorim (Cart. Prof. nº 2855) • Redatores: • Gisélia Nunes (Cart. Prof. nº 5385) • Diana Cohen •CORRESPONDENTES: Carregosa: António Amorim: Cesar: Carlos Costa Gomes; Macieira de Sarnes: Manuel Lopes; Macinhata da Seixa: António Magalhães; Nogueira do Cravo: Alírio Costa; Ossela: A. Jesus Gomes; S. Martinho da Gândara: Arlindo Gomes e Sérgio Tavares; S. Roque: Eduardo Costa; Ul: Olímpio Costa. Fotógrafo: Alfredo Pinho • COLABORADORES: • Adelino Ramos • António Vidal • António Santos • Batalha Gouveia • Beatriz Costa • Frederico Bastos • Hugo Tavares • João Araújo • Joaquim Silva • Manuel Costa • Manuela Inês • Manuel Alves Paiva • Maria Emília Costa • Mário Rui • Manuel Laia • Marisa Gonçalves • Paulo Rui • Rodrigo da Cunha (Pe) • Rui Duarte • Samuel Oliveira • Sérgio Costa • Tavares Ribeiro. (Os artigos assinados são da inteira responsabilidade dos seus autores não vinculando necessariamente a opinião da direção) Os textos do Correio de Azeméis já obedecem às regras do acordo ortográfico, salvo os da responsabilidade de autores ainda não aderentes.

A REDAÇÃO

Propriedade: Globinóplia, Unipessoal, Lda NIF: 509 071 341 Ed. Rainha, 8º Piso • Oliveira de Azeméis Telef.: 256 049 890 • Fax 256 046 263 Impressão: CORAZE Oliveira de Azeméis Telf.: 910 252 676 / 910 253 116 / 914 602 969 e-mail: geral@coraze.com Depósito Legal nº 27755/89 Nº ICS 104639 Tiragem média: 6.500 exemplares


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Terça-feira, 15 de outubro de 2013

CONCELHO

> MUDANÇA DE POSTURA PERMITIU REDUÇÃO DE 7,3% DO CONSUMO GLOBAL DE ENERGIA EM 2012

Município apostado em reduzir fatura energética Se até 2009 o tema ‘Energia’ era tratado pelo município de Oliveira de Azeméis de ânimo leve, com a entrada do último executivo presidido por Hermínio Loureiro, prestes a cessar funções, ‘o caso mudou de figura’… para melhor. GISÉLIA NUNES

Na Avenida D.ª Maria I, em Oliveira de Azeméis, foram desligadas 50% das lâmpadas, não descurando, claro está, a segurança de pessoas e bens

Com os novos responsáveis políticos, “a Energia passou a ser encarada de outra forma”, com a importância que, realmente, merece – não custasse, na altura, ao município de Oliveira de Azeméis (MOA), 1.839.515,46 euros por ano, 561.020,67 euros dos quais gastos em instalações/ equipamentos e 1.278.494,79 euros em iluminação pública (IP) (ver também breve nesta página). Não é que, com esta mudança de postura camarária, a fatura energética tenha, agora, A Câmara também procedeu à desativação de focos de poluição luminosa como foi o caso diminuído por aí além - visdo que aconteceu na Abelheira, igualmente, na cidade to o IVA ter aumentado de 6% para 23%. Mas a verdade é que, se desde 1996 até 2011, o consumo de energia vinha centenas de relógios astronó- gia nas instalações”, desde Pedro Castanheira, acrescenaumentado 3,4% por ano, de micos que já foram instalados que a Câmara passou a olhar tando que, antes desta tomada 2011 para 2012 reduziu 7,3%. nos PT, a Câmara tem pre- para esta temática com outros de posição, esta avenida cusvisto implementar mais cem, olhos, mais conscientemente. tava ao MOA 3.200 euros por Medidas para reduzir a ficando a faltar, depois, a coano, enquanto, presentemente, fatura da energia locação de mais 13. Desligações parciais/ representa um encargo anual A instalação de relógios De salientar que os relógi- permanentes, não descude 1.500 euros. astronómicos, de modo a os astronómicos em falta vão rando a segurança Há ainda a ter em conta a controlar o horário de liga- ser colocados em freguesias Além dos relógios astronó- desativação de focos de poluição/desligação dos postos de do concelho onde os PT ain- micos, a edilidade - na pessoa ção luminosa (casos da Abetransformação (PT), é uma da são ligados e desligados de António Pedro Castanheira, lheira e de Cucujães, entre das medidas que, desde 2009, através de células fotoelétri- que acabou por vir a ser no- outros) e da instauração de vêm sendo tomadas pelo MOA cas, vulneráveis, por exemplo, meado gestor local de energia reguladores de fluxo luminoem parceria com a EDP, na se- ao nevoeiro e sujidade. Daí - diligenciou no sentido de se so e de tecnologia LED como quência de “um memorando haver situações em que os avançar com o corte parcial/ outro meio de, igualmente, de entendimento” entre a munícipes ainda se deparam permanente de luminárias. A procurar reduzir os custos EDP e a Associação Nacional com as luminárias acesas em ideia foi desligar a luz onde da IP na urbe oliveirense (ver de Municípios Portugueses. pleno dia. ela existia desnecessariamente, página 05 desta edição). A este nível, a CMOA deA título de curiosidade, re- não descurando, de modo alA aquisição de baterias de finiu como parametrização giste-se que, segundo diretor gum, a segurança de pessoas e/ condensadores para a Piscina destes equipamentos, desligar de departamento municipal ou bens. Municipal, Biblioteca Municiquinze minutos antes do nas- de Obras, Manutenção, TransAtente-se, por exemplo, à pal Ferreira de Castro e mercer do sol e ligar quinze minu- portes e Energia da autarquia, Avenida D.ª Maria I, na cidade cado municipal para compentos depois do ocaso, permitin- com quem a nossa reporta- de Oliveira de Azeméis, onde sação do fator potência, que do, assim, uma poupança de gem trocou impressões, este 50% das lâmpadas foram des- representam um investimen10% do consumo de energia último investimento em re- ligadas, “mantendo-se, claro to na ordem dos 6.500 euros e elétrica nos circuitos contro- lógios astronómicos vai ser está, os níveis aceitáveis de permitirá poupar anualmente lados desta forma. suportado “com o dinheiro luminosidade”. nestas três instalações 19.700 Aliás, até ao fim do ano em que, até ao momento, já con“Nunca se apaga a luz onde euros por ano – procedimento curso, além das mais de duas seguimos poupar em ener- faz falta”, garantiu António que está em implementação.

> NO ANO DE 2012

Custos anuais com a energia do MOA Segundo dados que nos foram facultados por António Pedro Castanheira, diretor de departamento municipal de Obras, Manutenção, Transportes e Energia, os custos anuais com a energia do município de Oliveira de Azeméis (MOA) referentes ao ano transato (1.839.515,46 euros por ano, 561.020,67 euros dos quais gastos em instalações/equipamentos e 1.278.494,79 euros em iluminação pública) encontram-se divididos da seguinte forma: 251 contratos de baixa tensão, dois contratos de média tensão, oito contratos de baixa tensão especial e 330 contratos de iluminação pública. > NO CONCELHO DE OLIVEIRA DE AZEMÉIS

Caraterização da Rede de Energia Elétrica Em termos de caraterização da Rede de Energia Elétrica e isto de acordo com dados divulgados pelo próprio gestor local de energia, existem no concelho de Oliveira de Azeméis 45 kms de rede de alta tensão, duas subestações de transformação de alta para média tensão, 294 kms de rede de média tensão, 321 postos de transformação da EDP e 1113 kms de rede de baixa tensão e iluminação pública. Ainda segundo António Pedro Castanheira, há em terras de La Salette 25.984 luminárias. “Hoje sabemos quais os circuitos de IP e instalações de maior consumo, e é nestes que temos vindo focar a nossa atenção”, informou António Pedro Castanheira. Encontram-se, também, finalizadas as peças procedimentais para lançamento de Concurso Público para ‘Aquisição de Energia’ no mercado liberalizado, situação que deverá ocorrer após a tomada de posse do novo executivo e que trará benefícios, quer ao nível do custo de aquisição de energia (melhor preço no ML), quer ao nível da aplicação de tarifas transitórias que penalizam os consumidores que não fazem esta transição para o mercado liberalizado.


CONCELHO

Terça-feira, 15 de outubro de 2013

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> CÂMARA APRESENTA CANDIDATURA PARA AUMENTAR NÚMERO DE RUAS ILUMINADAS COM TECNOLOGIA LED NA CIDADE

Investimento de mais de 533 mil euros em 1172 luminárias LED Depois da Rua Bento Landureza, Avenida Comendador Aníbal Araújo e algumas rotundas na cidade de Oliveira de Azeméis, a ideia é estender esta tecnologia amiga do ambiente e que permite reduzir os custos em iluminação pública a mais locais da urbe, cobrindo os postos de transformação (PT) de maior consumo energético. Trata-se de um investimento de mais de 533 mil euros em 1172 luminárias LED preparadas para implementar telegestão nos circuitos onde serão instaladas. GISÉLIA NUNES

O Correio de Azeméis (CA) soube, em primeira mão, que, no âmbito do POVT/Programa Operacional Temáti-

do “aumento da rede viária, o crescimento da edificação e uma melhoria e expansão da rede de IP”. Em conversa com o CA, o diretor de departamento municipal de Obras, Manutenção, Transportes e Energia da autarquia foi mais longe, chamando a atenção para o facto de, caso esta operação não venha a ser implementada no município, “estima-se que se perderá, anualmente, uma redução do consumo em 1.022.275 kWh, que, à tarifa atual, se traduNa cidade de Oliveira de Azeméis, a requalificação da Rua Bento Landureza, em 2010, zia numa redução dos custos incluiu já a instalação de iluminação LED superior a 115 mil euros”, ou seja, “com esta operação poderemos obter uma redução co Valorização do Território de consumos na ordem dos 2007/2013, o município de 10-11% ao ano em IP”. Oliveira de Azeméis submeEste responsável camarário teu, em 27 de setembro último, que interpelámos disse não uma candidatura à operação ter dúvidas que, “através das ‘Energias Renováveis e Eficiênações de instalação de lumicia Energética Iluminação Púnárias de alta eficiência, como blica’, no valor de mais de 533 são as LED (Light-Emitting mil euros, que “visa impleDiode), em substituição de mentar medidas de eficiência outras menos eficientes, irão energética na rede de ilumiresultar, inequivocamennação pública, através da te, poupanças em termos de aposta em tecnologias [LED] consumo e melhorias na quaque permitam uma boa relalidade da IP”. ção custo-eficácia e eficiência Em todo este processo e Monumento ao Centro Vidreiro, na rotunda junto ao energético-ambiental”. também em todo o trabalho quartel da GNR oliveirense, também passou a estar Segundo informações que está a ser levado a cabo iluminado com esta tecnologia adiantadas por António Peem termos do dossiê ‘Energia’, dro Castanheira, tudo isto vai há a salientar “a importância possibilitar “reduzir o consuda parceria técnica” entre a mo de energia elétrica nos tem vindo, desde 1996, a au- madamente, 70% dos custos edilidade e a Energaia – Agênsistemas de IP [iluminação mentar em média 3,4% ao com energia elétrica” - um cia de Energia do Sul da Área pública]” da Câmara, “o qual ano, representando, aproxi- acréscimo que tem resultado Metropolitana do Porto.

> EDP PROPÕE À CÂMARA “EXECUÇÃO EM PARCERIA DE UM PROJETOPILOTO”

Tecnologia LED também na Avenida Dr. António José de Almeida PUB

Fruto da “boa relação” que vem mantendo com a EDP Distribuição – Energia SA, a Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis recebeu da parte daquela, no passado mês de setembro, uma proposta de parceria tendo em vista “ensaiarmos no terreno” a tecnologia LED, a qual permite “melhorar a eficiência energética na iluminação pública” Segundo o documento a que a nossa reportagem teve “Projeto-piloto” será posto em prática na Avenida Dr. acesso, a EDP Distribuição António José de Almeida sugeriu ao município “a execução em parceria de um projeto-piloto de reduzida A título de curiosidade, dimensão”, em que a própria rem instaladas na Avenida Dr. “suportaria 80% do valor de António José de Almeida, na cada luminária tem um custo de 64,01 euros. [18] luminárias LED” a se- cidade.


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Terça-feira, 15 de outubro de 2013

CONCELHO

> NO ÂMBITO DA DISCIPLINA DE VIVER EM PORTUGUÊS  MÓDULO ‘LER A IMPRENSA ESCRITA’

Formandos do CENFIM entrevistam Violin La Mouche No âmbito da disciplina de Viver em Português, módulo ‘Ler a Imprensa Escrita’, foi proposto a Fábio Silva e Miguel Bastos entrevistar uma pessoa. João Paulo Santos, mais conhecido como Violin La Mouche, foi o entrevistado escolhido por estes dois formandos da turma AT2E, do CENFIM (Centro de Formação Profissional da Indústria Metalúrgica e Metalomecânica). Primeiro por se tratar de um músico reconhecido, depois, por ser de Fajões, a terra de onde são oriundos. Sabemos que é músico, pensamos que também é professor de música, mas gostávamos de saber se esse era o seu sonho de criança ou se gostava de ter tido outra profissão? Não era, de facto, o meu sonho de criança. Fui para música, porque os meus pais me obrigaram. Não sou professor de música, mas já ensinei duas pessoas a tocarem violino. Sendo assim, qual era, então, a profissão de sonho que tinha em criança? Era ser bombeiro ou jogador de futebol. Teve formação musical? Sim, tive. Frequentei a Academia de Música de São João da Madeira. Comecei aos 9 anos e saí aos 18 anos. Ao longo da sua vida, já deve ter tido contato com vários instrumentos. Quais foram aqueles que gostou mais, para além do violino, é claro, e quais os o cativaram ao ponto de saber tocá-los? Não tenho um instrumento que goste mais de tocar, pois

O que interessa seres bom músico se ninguém te der valor por isso? Além do mais, acho que devemos ser ambiciosos, mas, ao mesmo tempo, é preciso haver muita humildade! Considera difícil ser-se músico, seguir uma carreira musical em Portugal? Hoje não é tão difícil como foi em tempos. Acho que, agora, é mais fácil iniciar uma carreira musical em Portugal, contudo, é difícil mantê-la. De qualquer modo, reconheço que há estilos musicais que são mais difíceis do que outros para se fazer carreira no nosso país. Fábio Silva e Miguel Bastos escolheram o Violin La Mouche (ao centro) para entrevistar

sou preguiçoso. Os que me ca- Celtibéria também tivaram mais foi o clarinete e constam do seu currículo o violino. Os Celtibéria são uns dos projetos de que faz parte. Sabemos que já tocou não Quer explicar-nos como intesó em Portugal, mas também grou esta banda? no estrangeiro. Onde acha que Foi através de um amigo que tem mais sucesso e onde é mais estava na banda, da qual o vioacarinhado pelo público? linista teve de sair por motivos Em todo lado sou bem recebi- pessoais. Nessa altura, como do. Mas no estrangeiro sou mais precisavam de um violinista, acarinhado pelo público, talvez, ele convidou-me e eu aceitei. porque seja uma novidade. Gostávamos de saber qual Como surgiu o seu nome foi a sensação que sentiu artístico? quando pisou o palco pela Surgiu através de um erro primeira vez? de tradução de uns amigos. A primeira vez que pisei o palco foi aos 10 anos na AcadeAliou o som clássico do mia de Música, em São João da violino à house music. Como Madeira, a tocar música clássisurgiu essa ideia? ca. Fiquei nervoso por ser a priFoi através de um amigo meira vez, mas depois consegui que era dono do ‘Gandra Café’, controlar as minhas emoções. que organizou um concurso e eu não tinha nada preparado. No futuro, tem em em Ele disse para eu tocar violi- mente criar uma banda? no e foi assim que surgiu essa Para já não. Estou a aproveiideia. tar ao máximo a minha carreira a solo como violinista. NunPor que é que acha que as ca se sabe se será possível no pessoas receberam tão bem o futuro, mas para já não tenho seu estilo inovador? grande disponibilidade para Devido ao facto de ninguém criar ou integrar uma nova na zona Norte usar este estilo banda. e, como tal, ser, assim, ‘raro’ e também devido às minhas Que qualidades considevestes, que sobressaíam. ra essenciais para se ser um bom músico? Ao longo da sua carreira já Ter talento é obrigatório. tocou muitas músicas. Tem Depois, também é preciso alalguma que o marcou mais? guma sorte para sermos consiSim, ‘Rise Up’ de Yves La- derados bons músicos. Temos Rock. que ‘cair na graça’ do público.

Teve sempre o apoio da sua família ao longo da sua carreira musical? Felizmente, sim. Aliás, até estou na música, porque fui ‘obrigado’ pelos meus pais. O apoio da família é sempre importante seja em que assunto for, uma vez que é ela que nos dá conforto e estabilidade emocional para nos dedicarmos ao projeto que estamos a fazer. A sua vida de músico não cria conflitos com a sua vida pessoal? Claro que cria. Muitas vezes, a minha ausência é o mais complicado. Não é fácil estar a trabalhar enquanto os outros estão em lazer. Fico privado de jantares com amigos e família, algumas vezes, em momentos importantes como Natal, aniversários... Não é fácil, mas tento gerir da melhor forma esses conflitos e, felizmente, tenho uma família que me vai compreendendo. Que pessoa considera mais importante na sua vida? Há várias pessoas importantes na minha vida, cada uma com o seu valor de importância. Os meus pais, a minha namorada, familiares, etc.. Mas como se costuma dizer, mãe é mãe! (risos) Tem irmão(s)? Nunca tentou influenciá-lo(s) a seguir(em) o mundo da música? Tenho um irmão. Não foi preciso influenciá-lo para seguir o mundo da música, porque ele é mais velho do que eu e tem mestrado em composição

>NA CATEGORIA DE MELHOR MÚSICO DA NOITE

Violin La Mouche ficou em 2.º lugar Qual foi o momento mais importante da sua carreira? Estar nomeado para os prémios da Revista Noite. pt na categoria de Melhor Músico da Noite. Infelizmente não ganhei, mas fiquei em segundo lugar. Mas o mais importante foi a nomeação, a qual é sinal de reconhecimento do meu trabalho. É reconhecido na rua pelos seus fãs? De vez em quando sim. Quando estou pela zona sou reconhecido por amigos, conhecidos ou outras pessoas que conhecem o meu trabalho. Quando tenho algum tempo livre e vou visitar amigos a bares ou a discotecas é mais normal ser reconhecido. Às vezes, noto pessoas que não conheço a olharem e a comentarem, mas lido bem com isso. Até à data houve algum fã que teve algum comportamento diferente e que, por esse motivo, tenha ficado guardado na sua memória? Assim de repente, não me lembro de ninguém. O que costuma acontecer mais é pedirem para tirarem fotos, alguns autógrafos, cartazes de apoio e nada mais. É muito assediado pelas mulheres? Às vezes acontece, mas isso passa-me ao lado. Quando estou a trabalhar estou concentrado no trabalho. Felizmente, tenho namorada e estou feliz assim. Acima de tudo, sou fiel! Tem algum passatempo? Passatempos… os normais como todas as pessoas: Estar com amigos, ver TV, internet, etc.. Não sendo um passatempo, mas sim uma grande responsabilidade, sou 1.º tesoureiro da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Fajões, que me vai ocupando grande parte do tempo que tenho livre.

musical. Atualmente é o director pedagógico do conservatório de música da JOBRA, na Branca (Albergaria-a-Velha), além de tocar piano também.


CONCELHO

Terça-feira, 15 de outubro de 2013

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> TENDO EM VISTA A CRIAÇÃO DE CET DE ORGANIZAÇÃO E PLANIFICAÇÃO DE TRABALHO

Assinado protocolo entre IEFP, ESAN e SANJOTEC O IEFP, a ESAN e a SANJOTEC assinaram, na semana transata, um acordo de cooperação que tem por objeto o desenvolvimento de um projeto-piloto de criação de um CET de Organização e Planificação de Trabalho. Assinado, no passado dia 08 de outubro, pelo Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP), IP, Universidade de Aveiro, através da sua Escola Superior de Design, Gestão e Tecnologias de Produção - Aveiro Norte (ESAN), e SANJOTEC – Associação Científica e Tecno-

Momento da assinatura do protocolo de colaboração entre o IEFP, a Universidade de Aveiro, através da sua ESAN, e a SANJOTEC

lógica, o protocolo tem como destinatários todos os inscritos nos Centros de Emprego do IEFP, I.P., há pelo menos 60 dias, que reúnam as habilitações, legalmente, exigíveis e que pretendam melhorar as respetivas condições de empregabilidade, visando uma mais rápida (re)integração no mercado de trabalho. De acordo com press release que nos foi remetido pelo delegado regional do Norte do

IEFP, IP, César Ferreira, este projeto-piloto decorre entre o próximo mês de novembro e junho de 2015, funcionando das 18h00 às 22h00, num total de 1400 horas, nas instalações da SANJOTEC. Segundo a mesma nota informativa, o Entre Douro e Vouga é uma das regiões nacionais melhor posicionadas em termos de valor internacional e orientação exportadora, tendo sido considerada

como uma das mais competitivas. Contudo, é reconhecida a necessidade de aumentar os seus potenciais humano e tecnológico de forma a incrementar os seus índices de produtividade. Nesta conformidade, compete ao IEFP, IP, no âmbito da prossecução das suas atribuições, promover o desenvolvimento de políticas ativas de emprego que potenciem as qualificações e que favoreçam

um mais rápido ajustamento entre a oferta e a procura ao nível do mercado de trabalho. De salientar que os Cursos de Especialização Tecnológica (CET) visam responder às necessidades do tecido socioeconómico, ao nível de quadros intermédios especializados e competentes, capazes de se adaptar às exigências de um mercado de trabalho em acelerado desenvolvimento científico e tecnológico, apresentando-se, simultaneamente, como uma alternativa para a melhoria da qualificação das pessoas desempregadas e requalificação profissional dos ativos empregados. Nota ainda para o facto de a conclusão deste CET conferir a atribuição de um Diploma de Especialização Tecnológica e o nível 5 de qualificação do Quadro Nacional das Qualificações. PUB


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Terça-feira, 15 de outubro de 2013

CONCELHO

> VII CAPITULO DA CONFRARIA DAS PAPAS DE S. MIGUEL

Entronizados seis novos confrades Os empresários Fernando Correia, de Pindelo, José Augusto e Raul Correia, de Carregosa, José Lino e Pedro Pinho, de Fajões, e, ainda, Pedro Lopes, chefe de secção, de São Martinho da Gândara, são os novos membros da Confraria das Papas de S. Miguel. Pela sétima vez consecutiva decorreu mais um capítulo da Confraria das Papas de S. Miguel (CPSM). Este evento trouxe à nossa cidade confrades e confreiras de congregações espalhadas por todo o país, sendo, à semelhança de outros anteriores, um momento alto de celebração da vida da confraria anfitriã. Estatutariamente está previsto que o capítulo ocorra no sábado mais próximo do dia de S. Miguel. Assim aconteceu no dia 28 de setembro, véspera da celebração do dia daquele santo. A estas celebrações, tempo das colheitas e, portanto, de abundância, do pagamento das rendas com os proveitos das terras, está também associada a história da confeção e degustação das papas. Após um encontro de acolhimento e de boas-vindas, que decorreu na estalagem S. Miguel, teve lugar na Quinta de Cidacos, cedida pela confreira fundadora, Isabel Maria Calejo, o capítulo em que foram entronizados os seis novos confrades: Fernando Correia, José Augusto, José

Na ocasião, Isabel Maria Calejo(de pé) relembrou a história da confeção das papas de S. Miguel

Este ano, foram entronizados seis novos confrades

Cedida pela confraria fundadora, a Quinta de Cidacos acolheu mais um Capítulo da Confraria das Papas de S. Miguel

A animação deste dia esteve a cargo do grupo Mosaikus da Banda de Música de Carregosa

Lino, Pedro Lopes, Pedro Pinho e Raúl Correia. Uma cerimónia abrilhantada pelo Grupo Folclórico de Cidacos. Uma tradição a preservar Isabel Maria Calejo relembrou a história da confeção das papas e a sua ligação ao mundo rural, nomeadamente ao que se passava à volta da Quinta de Cidacos, e que lhe contava o seu avô, para além das vivências e evocação da sua infância. Na sua ótica uma tradição que deverá ser sempre preservada. Lindolfo Ribeiro, chanceler-mor da CPSM, referiu a

importância das confrarias na divulgação do que nos é mais genuíno, destacando a importância da preservação da identidade das papas de S. Miguel. Segundo ele, há muitas maneiras de confecionar este produto ancestral, tomando diferentes formas e variantes, bem como nomes distintos. “Porém, as que a confraria tem o dever e a obrigação de defender são aquelas que estão ligadas à tradição desta região, em particular de Cidacos”, referiu. Isidro Figueiredo, grãomestre da CPSM e vereador da Câmara Municipal, deu as

boas-vindas a todas as confrarias presentes e lembrou alguns pontos de interesse para um retorno a Oliveira de Azeméis. Desde logo os produtos regionais, na gastronomia para além das papas de S. Miguel, o famoso pão de Ul e a regueifa. Na oferta turística, destacou locais como a zona histórica da Bemposta, o parque temático molinológico, os vários parques de lazer criados, dando particular ênfase ao Parque de La-Salete. “Motivos mais do que suficientes para uma nova visita e para se darem conta das potencialidades económicas

> CASAMUSEU EXIBE FILMES DA AUTORIA DE MÉDICO VALECAMBRENSE NOS DIAS 21 E 22 DE OUTUBRO

Homenagem póstuma ao Dr. Manuel Luciano da Silva A direção da Casa-Museu Regional de Oliveira de Azeméis informa que, a 21 e 22 de outubro, vai prestar uma homenagem póstuma ao Dr. Manuel Luciano da Silva para assinalar o seu 1.º aniversário lutuoso. Nesses dois dias, vão ser exibidos filmes (documentários) inéditos da

autoria do médico valecambrense, os quais foram enviados pelo próprio para esta instituição oliveirense, bem como para a Associação Dr. Manuel Luciano da Silva, em Vale de Cambra, a 17 de outubro de 2012, e foram recebidos passados cinco dias, aquando do recebimento da notícia

do seu falecimento. ‘As inscrições portuguesas da Pedra de Dighton’ vai passar a 21 de outubro, pelas 21h00; já no dia seguinte vai ser apresentado ‘Cristóvão Colon (Colombo) era Português’. A entrada é livre.

e industriais do nosso concelho”. Um município “muito forte em áreas como os laticínios, o descasque e empacotamento de arroz, moldes e injeção de plástico, bem como na metalomecânica e calçado, para referir apenas alguns setores”, destacou. Seguiu-se a troca de lembranças e, depois de encerrado o capítulo, já em Cesar, decorreu o almoço convívio, tendo sido servida a ementa da confraria, onde pontificam as papas de S. Miguel. O sétimo capítulo de entronização foi animado, ao longo do dia, pelo grupo Mosaikus da Banda de Música de Carregosa.


CONCELHO

Terça-feira, 15 de outubro de 2013

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> NO PRÓXIMO DIA 27, PELAS 17H00, NO PAVILHÃO DO CD CUCUJÃES

‘Zumba pela Mónica’ No próximo dia 27 de outubro, pelas 17h00, o Pavilhão do Clube Desportivo de Cucujães vai ser ‘palco’ daquela que se espera vir a ser uma mega aula de zumba, iniciativa que vai reverter a favor de Mónica Ferreira, a mãe de um bebé de cinco meses, de S. João da Madeira.

cessária, ainda, uma prótese da veia que transporta o sangue do pâncreas para o intestino. Mónica Ferreira foi operada no passado dia 11 de setembro, no Hospital Curry Cabral, em Lisboa, mas, devido ao crescimento da massa tumoral, não foi possível fazer muito para a ajudar. Daí agora, não obstante as dificuldades económicas, pensar-se recorrer à clínica de Duderstadt, na Alemanha, para que ela possa fazer terapia celular. Nesse sentido, foi aberta uma conta bancária na qual os interessados podem depositar donativos [Mónica Paula da Silva Ferreira - NIB: 0018 0003 Trata-se de uma jovem à qual, 1671 0220 020 04 ou IBAN: um mês após o parto, foram PT50 0018 0003 1671 0220 020 diagnosticados tumores que 04 SWIFT TOTAPTPL (para obrigam à extração de um rim, transferências/depósitos fora baço, uma parte do pâncreas e do país)]. uma parte do fígado. Será neAlém disso, está a ser orga-

nizada esta atividade que vai ter como palco o Pavilhão do Clube Desportivo (CD) de Cucujães. Note-se que cada pulseira tem um custo de ‘3 ajudas’ e encontra-se à venda no Café Concerto, Café Neptúlia, Morangos SJM, Jardim das Travessas e junto dos professores Bruno Machado, Erika Ferreira, Sara Freitas e Vera Valente. Se bem que no próprio dia as pessoas também poderão fazer o donativo que entenderem. A organização está a contar com a ajuda e a energia de todos para ajudar esta jovem guerreira, muito querida por muita gente! Mais informações sobre esta ação solidária podem ser obtidas através dos telemóveis n.ºs 913 635 771 (Olga Ferreira) ou 912 360 150 (Andreia Gonçalves).

> COM FARDAS SEMELHANTES, OUTRA ASSOCIAÇÃO PEDE PARA AMBULÂNCIA

> EM SUBSTITUIÇÃO DE JOSÉ FRANCISCO FARIA COSTA

Atenção: Bombeiros não estão a efetuar peditório

Helena Terra é vogal no Conselho Superior da Magistratura

Alguns membros de uma alegada associação, não sedeada no nosso concelho, têm efetuado peditórios na cidade para a aquisição de uma ambulância. Quer o objetivo desta solicitação, quer a forma como se apresentam ao público, sobretudo em cruzamentos, rotundas e semáforos, têm resultado num enorme equívoco para os oliveirenses, que acabam por contribuir, pensando que o estão a fazer para a Associação Humanitária dos Voluntários de Oliveira de Azeméis (AHBVOA), o que não é realidade. Já na nossa edição de 23 de julho último, alertámos para esta situação, que, novamente, está a espoletar alguma indignação junto dos bombeiros oliveirenses, que, abordados por diversos cidadãos, que já contribuíram para a citada ambulância, solicitam-nos para voltarmos a chamar a atenção para este caso de todo inconveniente. Assim a direção e o comando da AHBVOA avisam: “Os peditórios que se vêm sucedendo, utilizando como justificação a compra de uma ambulância, com os intervenientes a trajarem em tudo semelhante à farda dos bombeiros e a fazerem paragem aos automobilistas em plena passadeira, são uma

A AHBVOA chama a atenção para uma situação que está a gerar confusão junto de alguns oliveirenses

atitude ilegal – pelo total desrespeito pelo Código da Estrada e usurpação da conduta que apenas compete às autoridades de segurança – e provocam ainda constrangimento no trânsito. As pessoas são induzidas em erro, pensando que estão a contribuir para os ‘soldados da paz’ e já aconteceu sermos abordados por algumas pessoas que nos perguntam se já adquirimos a viatura, pois já têm contribuído – algumas mesmo com verbas elevadas. Nada nos move contra quem quer que efetue peditórios, mas não podemos deixar de informar os mais incautos, pois, se não o fizéssemos estaríamos a colaborar com a ideia que vem

passando de que estas verbas se destinam aos bombeiros voluntários, o que é falso. Reiteramos a informação que só levamos a cabo um peditório anual pelo Natal, cuja receita é gerida pelos bombeiros, através de uma comissão por eles escolhida. Finalmente, damos a conhecer aos oliveirenses que esta queixa/revolta já foi tratada com a Federação dos Bombeiros do Distrito de Aveiro e, no passado dia 05, foi entregue, em mãos, ao presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses para, logo que seja possível, o problema seja abordado com o senhor ministro da Administração Interna. Vida por vida”.

Helena Terra foi designada vogal do Conselho Superior da Magistratura (CSM), no passado dia 02 de outubro, tendo esta designação já sido publicada no Diário da República a 04 também do mês corrente. A advogada oliveirense vai substituir, no cargo, José Francisco de Faria Costa, nomeado provedor de Justiça. O presidente deste órgão do Estado Atribuição de cargo teve [CSM] é por inerência lugar no início deste mês o mesmo do Superior Tribunal de Justiça, cujo processo eleitoral ainda se encontra a decorrer. Neste momento, assume estas funções o vice-presidente, António Joaquim Piçarra, presidente do Tribunal da Relação de Coimbra. Ao Conselho Superior da Magistratura está, constitucionalmente, atribuído o poder de nomeação, colocação e substituição dos magistrados, bem como o exercício do poder disciplinar. Trata-se, ainda, do órgão do Estado que garante a independência dos magistrados judiciais. Recorde-se que Helena Terra – que já foi deputada na Assembleia da República e diretora do Centro Regional de Segurança Social de Aveiro – era já vogal suplente desta entidade estatal, fazendo também parte do Conselho de Fiscalização da Base de Dados de ADN, entre outros.


10 >SÁBADO DE MANHÃ NO CINE TEATRO CARACAS

Instalação da Câmara e da Assembleia Municipais A instalação dos novos órgãos autárquicos municipais – Assembleia e Câmara – de Oliveira de Azeméis está agendada para o próximo sábado, 19 do corrente, a partir das 09h30, no Cine-Teatro Caracas. De acordo com a lei, o presidente da Assembleia Municipal (AM) cessante, Jorge Oliveira e Silva, procederá à instalação e verificará a identidade dos eleitos para a Câmara Municipal: O presidente Hermínio Loureiro, o vice-presidente Isidro Figueiredo e os vereadores Gracinda Leal, Ricardo Tavares e Pedro Marques, pelo PSD; e Joaquim Jorge Ferreira, Hélder Simões, Ana de Jesus e Manuel Alberto Pereira, pelo PS. Até que seja eleito o novo presidente da mesa da AM, compete ao cidadão que tiver encabeçado a lista mais votada – neste caso novamente Jorge Oliveira e Silva, pelo PSD – presidir à primeira reunião para efeitos de eleição do presidente e secretários (1.º e 2.º) da mesa do deliberativo. Esta é eleita, por escrutínio secreto, pela assembleia municipal, de entre os seus membros. Recorde-se que o PSD elegeu diretamente, nas Autárquicas de 29 de setembro, 13 elementos para a AM, aos quais se associam, na bancada socialdemocrata, os presidentes da União de Freguesias de Oliveira de Azeméis, Santiago de Riba-Ul, Macinhata da Seixa, Ul e Madail, e das Juntas de Macieira de Sarnes, Carregosa e Ossela, isto é, 17 no total. Já o PS viu 12 elementos eleitos, para o órgão deliberativo, de forma direta, a que se somam os autarcas das uniões de Nogueira do Cravo/ Pindelo e Pinheiro da Bemposta/Palmaz/Travanca, mais os presidentes das Juntas de S. Roque, Cucujães, Loureiro e S. Martinho da Gândara, ou seja, 18 membros no total. Do CDS-PP entraram para este órgão, diretamente, dois membros, a que se junta o presidente da autarquia de Fajões. Ainda a ter em conta o autarca Assim, no cálculo final – e tendo em conta que o autarca de Cesar é Independente, mas apoiado pelo PSD –, alegadamente, há um ‘empate’ ao nível dos dois maiores partidos, com os centristas a desempenharem, aqui, o papel de ‘fiel da balança’. Sábado saber-se-á para que lado irá ‘pender’.

Terça-feira, 15 de outubro de 2013

CONCELHO

> DA RESPONSABILIDADE DE TÂNIA PATINHA

USOA concretiza 1.ª sessão de Psicologia ‘para uma vida melhor’ Em mais uma iniciativa promovida pela Universidade Sénior e aberta a todos os seus alunos, professores e diretores, estreou-se, na tarde de sextafeira, a sessão de ‘Psicologia para uma vida melhor’. TAVARES RIBEIRO

A Universidade Sénior de Oliveira de Azeméis (USOA) promoveu, no passado dia 11, a primeira sessão de ‘Psicologia para uma vida melhor’, que decorreu nas antigas instalações da Escola Superior de Enfermagem da Cruz Vermelha Portuguesa, junto à igreja matriz, completamente apinhada de público ‘estudantil’, isto mais de oito dezenas de alunos, revelando-se, desde logo, muito motivadora. Ao dar início à sessão de abertura, João Carlos Guimarães, vice-presidente da direção da USOA, teceu breves palavras de consideração sobre a oportunidade desta disciplina, enaltecendo a pronta disponibilidade da psicóloga Tânia Patinha. Este deu justo realce à “participação, verdadeiramente, significativa” de alunos na iniciativa que, em princípio, terá periodicidade mensal. Viver a vida em pleno é uma exigência Na sua intervenção, Tânia Patinha fez, primeiramente, abreviado resumo do seu extensíssimo currículo e expôs em traços largos os objetivos e motivações das sessões que se vão encaminhar, precisamente, no sentido de todos levarmos uma vida melhor. Em seu entender, para que tal se possa verificar, só há uma forma: viver mais o presente. Com base em dados suficientemente estudados, deu a conhecer um diagnóstico

Tânia Patinha foi a palestrante convidada para esta primeira sessão de Psicologia organizada pela Universidade Sénior de Oliveira de Azeméis

Alunos compareceram em peso nesta iniciativa que visa ‘uma vida melhor’

arrasador que desvenda algo que parecia impensável: mais de 80% do que pensamos nunca se realiza, ou seja, estamos a gastar energias inutilmente. Usando este estudo como matéria-prima, é necessário ‘apontar nortes’ para outros rumos se queremos ir mais longe, porque saber viver a 100% a vida atual não é uma equação pequena! Desde logo, porque impõe barreiras à inclinação nata de realizarmos ‘filmes’, com imaginadas realidades futuras, alterando essa disponibilidade para dedicar maior atenção ao tempo presente. E

como nada é mais certo do que só temos uma vida, convém vivê-la em pleno e não ficarmos pela metade, ou nem isso. Assim formulado, até parece simples, mas é de uma exigência enorme aceitar esse íntimo compromisso connosco. Plateia atenta Noutros tópicos da sessão, os presentes foram motivados a compartilhar pensamentos, citações, comentários. Igualmente boa contadora de histórias, Tânia Patinha atraiu a atenção para o conto do elefante atado a pequena es-

taca, que dela não desprendia a grande pata, por não libertar a memória de frustradas tentativas, enquanto pequenino, habituando-se à ideia de não ser capaz. Serve para meditar! Propósito talvez pensado que, com particularidades quanto esta, conseguiu ‘agarrar’ a plateia numa grande proximidade. Assim, transita possível, quase certo, que tal predisposição comunicativa de saberes e experiências venha continuamente a alargar-se para ainda maior número de presenças motivadas.


opinião

Terça-feira, 15 de outubro de 2013

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Ditaduras

Artur Costa

vam mostras de descontentamento e, com a guerra de 1939, o trabalho era mal pago e as condições de vida difíceis. Nunca esqueci ter ouvido amiudamente dizer “pobres mas alegres”. O pouco que os trabalhadores recebiam mal chegava para “o caldo e broa” dado que uma sardinha “era dividida por três”. Felizmente neles não estive incluído, o que aconteceu a muitos outros, pois ainda nos foi dada a possibilidade de frequentar a escola e prosseguir os estudos médios ou superiores, estes em número reduzido, tanto mais que ao tempo poucas eram as moças que a eles tinham acesso. Após alguma demonstração pública coletiva popular, repelida pelas autoridades que, por obrigação e imposição, eram obrigadas a executar, foi a guerra do Ultramar que fez com que as coisas se invertessem. E assim os militares que detinham “ a força das armas”, foram tentando “os levantamentos” de que veio a resultar a “revolução de 1974”, que mais não foi do que depor os governantes civis, abandonar as colónias e tomar o poder, impondo, eles próprios, “uma outra ditadura” em que poucos se entendiam, pois, como militares, não estavam aptos para governar com agilidade. Convocadas as primeiras eleições democráticas, autêntica festa ‘sem foguetes nem canas’ e constituídos os vários governos, não foi fácil dar seguimento às necessidades por que todos estavam a passar. A adesão à UE foi um passo que poderia ter sido favorável, enquanto que a entrada no Euro foi medida que se pensava benéfica, mas resultou em autêntica desgraça. A facilidade com que nos concederam ‘remessas e mais remessas’ de milhões, todos se

esqueceram que estava ‘a hipotecar o país, sem necessidade de escritura púbica. Certo é que nada nos era dado já que a Troica e comparsas vieram cobrar a dívida, acrescida de juros altíssimos, o que fez ‘tremer’ não só a terra como o próprio céu. Dessa ‘cortesia’ resultou outra ditadura: a atual! Todos somos espoliados e aqueles que, com o seu contributo e trabalho, durante anos, veem agora os seus rendimentos, reformas e pensões sofrerem cortes sucessivos, impostos por quem pouco deu para o desenvolvimento do país, antes o destruiu com a reforma agrária, abandono das terras produtivas, abate de animais e embarcações a troco de indemnizações que depressa se esfumaram, criando uma falsa noção de bem viver, construindo estradas, pontes, edifícios de custo louco, favorecendo compras e férias, esquecendo o desenvolvimento adequado com estruturas produtivas e que dessem trabalho para que a economia prosperasse. Com tanto desperdício, falta de honestidade e de capacidade de muitos governantes e daqueles que se aproveitaram das benesses dos ‘fundos perdidos’, agora que os exigem, estamos nós a sofrer mais esta nova ditadura que com a sua mais que liberdade nos castigam nem prisões, mas com diminuições dos direitos que a todos são impostos. A situação atual é uma autêntica ‘ditadura do roubo’ e não menos castigadora do que as anteriores. Até quando se aguentará este estado de coisas? Será necessário esperar que um outro mês mesmo que não abril para terminar as imposições desastrosas a que temos estado sujeitos e sabe-se lá o que mais virá?!...

mergulhe bem fundo) talvez cure as feridas e comece a ter respeito e prazer de um simples cidadão, que tem como única virtude política, amor à sua Pátria. Não posso esquecer o ex-marido da ‘noticiária’ TVI ex-RTP, que encomendou vários afetos, ao preço de saldo, para vender por tudo quanto era canto da cidade de Lisboa. Para este apresento as minhas condolências pela ‘banhada’ que levou, tendo carimbado o passe para o país da mediocridade política, onde exerce o cargo de militante e ‘presidente honorário’. Como uma tristeza nunca vem sem uma alegria, o nosso tenista João Sousa, após sofrida e transpirada vitória no ATP da Malásia, o ténis português saiu da pré-história, democratizando este desporto em definitivo, uma vez que, com os meninos da Foz e os meninos da Linha, não vamos lá ‘das canetas’. São necessários meninos com fibra que cheguem ao ténis com a raiva dos campeões que raras vezes nasce em berços de ouro. Raras vezes sofro em frente a uma televisão, por isso verifiquei que o ténis favorece, como nenhum outro desporto, os altos e baixos emocionais. Gostava de ver a continuidade deste momento épico. O país continua a crescer e continua saudável. A gala de um independente, homem do Porto, culto e refletido, que não nascendo político, vê a política como causa nobre e não como proveito pessoal, ganhou (!!!),

por isso a sua vitória é de Portugal, abrindo espaço para afirmação de cidadania, é como um grito maravilhoso de glória, pena é que não abundem por este país fora muitos Ruis Moreiras. Acredito que esta personagem vai mudar as hostes políticas, com exemplos de boa governância. Também em Lisboa, um cidadão, com profunda ligação partidária (por isso o mal não está nos partidos, mas em algumas pessoas que deles indevidamente se aproveitam) ganha por 10-0 a Câmara de Lisboa. Parece que ser rigoroso e seletivo nas despesas não é incompatível com o crescimento que alguns querem mandar para as ‘calendas gregas’. A res-publica também pode e deve ser fator de crescimento sustentado. Assim a saibam governar. O país continua a crescer e está cada vez mais saudável. Continua a crescer saudável, apesar de alguns sinais de ‘cancro de pele’ que esperemos sejam superficiais e não malignos. Grave doença temos bem instalada; A dívida soberana, com o maldito défice que a acrescenta em ‘tormentoso e caudaloso rio’, a austeridade que nos potencia a secura da carteira. Esta tríade, que agasalhamos com ‘carinho’ como um filho pródigo que regressa a penates, é por si só suficiente para nos esconder o sol de inverno, e, não tínhamos necessidade de outras contribuições menores. Para os leitores, ficam aqui os meus desejos de uma boa semana com saúde e sorte no bolso.

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Tendo nascido em 1934, na época do Estado Novo, cresci e, na altura própria, cumpri o serviço militar que era obrigatório para qualquer cidadão com 20 anos de idade e sujeito a uma inspeção visual sobre o seu aspeto físico, sempre apurado desde que aparentasse ser normal. Terminado o tempo de tropa, onde colhi ensinamentos e comportamento disciplinar rígido, mas respeitador, no meu caso durante cerca de 30 meses, fui restituído à vida civil como funcionário judicial; pouco tempo decorrido teve início a guerra com as províncias ultramarinas, sendo nessa altura que comecei a dar conta do que era a ditadura com o enviar contra vontade da maioria dos cidadãos que haviam cumprido o serviço militar, sendo mobilizados para ir combater “em defesa da honra da Pátria” os rebeldes naturais e não só que se haviam revoltado contra “a ditadura e escravidão” a que foram sujeitos durante décadas e décadas e que “os grandes senhores” lhes impunham. Sem nunca considerar qualquer desses territórios como minha pátria, pois só Portugal é que legitimamente a é, cada vez que sabia de “mais um contingente mobilizado” para embarcar com destino àquelas terras sempre me arrepiava, pensando no seu destino, deixando suas famílias às quais muitos nunca regressariam e outros dos que vieram com tantas mutilações e doenças, nomeadamente de ordem psicológica, agravando-se a sua patologia com o decorrer dos anos. No período dos anos 60 e 70, falava-se, desde alguns anos atrás, em falta de liberdade de expressão que nunca senti. É certo que as pessoas mais humildes e com poucos meios de subsistência, por vezes da-

Rescaldo autárquico

Manuel Martins

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Vivemos recentemente um fim de semana especial marcado pelas eleições Autárquicas. Dias antes, comentava com alguma certeza da tempestade que se avizinhava, e não me enganei, pelo menos momentaneamente. O último fim de semana de setembro foi perfeito, pois permitiu-me limpar um pouco de lixo que a preguiça inteletual se instala nos nossos cérebros, derivada ao pouco uso do dito. Com a vida direcionada em várias dimensões, sim, porque ainda sou dos que contribuem para pagar as dívidas das chafurdices corruptas, dos juros dos Swaps e dos enriquecimentos ilícitos de alguns, com o rombo de um qualquer BPN. Com um candidato independente às eleições Autárquicas para a Câmara do Porto, foi como uma lufada de ar fresco na minha preguiceira aguda. Mas outros acontecimentos se acrescentaram e deram-me um cunho inaudito de grandiosidade. Refiro-me ao espanta-patrulhas, da Madeira, a pagar o desmando e desvario caraterizado por dezenas de invernos na sua despudorada autocracia. Relembrando que na semana anterior a dupla Emanuel Silva -João Ribeiro tinha-se sagrado campeã do mundo em canoagem, vejo o meu país a querer parecer que acaba de acordar com saúde e vigor. Gostei de ver o falhanço do salto duplo tentada pelo ‘baixinho’ para a Câmara de Vila Nova de Gaia e vê-lo regressar ao seu mergulho do esquecimento (esperemos que


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Terça-feira, 15 de outubro de 2013

Uma visão de futuro As pessoas sentem-se enganadas pelas notícias que entram diariamente em suas casas sobre políticos que mentem sobre o seu passado, que gerem de forma pouco responsável a coisa pública. Sentem-se enganadas quando vêm na televisão ou leem nos jornais discussões que nada têm de interesse público e que mais parecem restlings verbais onde ganha quem conseguir proferir um maior número de insultos ao opositor. As pessoas sentem-se enganadas quando os próprios agentes políticos roubam ao bom senso e ao exercício da democracia quando intitulam a oposição de “rapaziada” que “faz promessas porque sabe que não vai ter de as cumprir”. O que as pessoas esperam é que estes, a quem pagam o vencimento para tratar daquilo que é de todos, o façam com elevação e dignidade e que se deixem desta troca lamentável de galhardetes que mais parecem de colegiais aborrecidos no final de um torneio de futebol. As pessoas esperam com toda a propriedade, que o debate se faça ao nível das ideias, de números concretos, de factos fundamentados num estudo exaustivo dos dossiers. As pessoas esperam dos políticos um debate sério que vise discutir e melhorar propostas, sem demagogias: o objetivo não se centra em quem vence ou em quem é vencido no diálogo, mas antes naquela que é a solução que melhor serve os interesses das populações. Está na mão de cada um de nós sair da sua zona de conforto e agir em prol da dignificação da ação política. Está na mão das mulheres entrarem mais neste mundo que ainda é sobretudo de homens, e contribuírem para uma maior humanização da política e da gestão do que é público. Está na mão dos mais jovens trazerem para a política a sua irreverência e natural perseverança, capaz de rasgar caminho para a concretização de impossíveis. Porque para fazer política não é preciso ser político: é preciso é ter a genuína vontade de transformar para melhor a vida das pessoas e a disponibilidade de aprender a dar passos em novos caminhos. É preciso ter capacidade de entrega e, não raras vezes, de sacrifício da vida pessoal em prol da comunidade. Um dia disseram-me: “O problema não está na política mas antes naqueles que estão disponíveis para a fazer. Infelizmente, nem sempre os mais disponíveis são os melhores.” Trabalhemos para mudar esta realidade! Uma boa semana.

Inês Lamego

opinião

Causa comum Momento de reflexão

O tema da moda em Portugal é o possível 2º resgate. Sobre este tema já muitas vezes me tenho perguntado como é que é possível que no nosso país haja tanta gente a falar deste assunto, tanta gente que não percebe absolutamente nada de mercados financeiros, tanta gente com vontade que as coisas corram mal. Será por masoquismo, sadismo, ou simples vontade de dar nas vistas? Abrimos os jornais, ouvimos a rádio ou vemos televisão, e logo somos confrontados com a história do 2º resgate. Os nossos comentadores políticos deliciam-se a falar deste tema. Vivemos numa era em que a comunicação social domina, mas também já percebeu que tem de fazer notícias e quanto piores melhor, pois senão não conseguem vender o seu produto. De concreto e conclusões sobre o assunto: Nada. E entretanto o povo vai ficando mais confuso, e entretanto os mercados internacionais que começavam a acreditar nos nossos esforços voltam a desconfiar, e se calhar assim se consegue que meras especulações se tornem num fenómeno que venha a desencadear reações nos mercados internacionais negativas para o nosso país. E de certa classe política sempre pronta a criticar e a chamar de incompetentes quem nesta fase difícil do país teve coragem para enfrentar a tormenta, parece também haver uma vontade enorme de que este 2º resgate aconteça. Os partidos da oposição esfregam as mãos de contentamento quando as notícias económicas são mais negativas, e mostram-se irritados quando ouvem dizer que o desemprego está a diminuir, ou que as exportações estão a aumentar, e mais, torcem diariamente para que os juros da dívida disparem e as metas do défice fiquem longe de ser alcançadas. Tudo isto porque para a esquerda Portuguesa parece ser mais importante ganhar votos, do que o bemestar do país. Mas também da Direita Portuguesa ouvimos comentários e opiniões tão negativas em relação ao esforço que o país está a fazer que me levam a questionar os reais interesses de certos comentadores e políticos ligados ao PSD e ao CDS. A todas estas pessoas e já agora aos senhores juízes do tribunal constitucional (afinal estes poderão ficar na história como os principais responsáveis pelo eternizar da agonia financeira em que vivemos), é caso para perguntar: Têm consciência das consequências de um 2º resgate? Já pensaram que é o caminho para muitos mais anos de austeridade? Muitos mais anos de dependência, e com muitos mais cortes em pensões, salários e despesas sociais do estado?

José Campos

Estimados leitores este fim-de-semana celebrou-se mais um dia 13 de Outubro, data celebrada desde 1917 altura da aparição de Nossa Senhora na Cova da Iria, onde segundo rezam as crónicas, foi visto o milagre do sol. Esta foi a ultima da sequência de aparições que se iniciaram a 13 de Maio de 1917, dia da primeira aparição, e que durante seis meses consecutivos, se repetiram no mesmo dia. No dia do milagre prometido, ape- Miguel sar da chuva torrencial que assolava Portela o local das aparições, foi uma imensa multidão aquela que se deslocou à Cova de Iria na expetativa do que iria suceder e para assim verificar in loco se as promessas de um milagre se iriam concretizar. A materialização do milagre prometido mudou as vidas e o rumo daquela região para sempre, nunca mais a cova da iria foi a mesma, nem a vida daqueles que assistiram ao milagre. Anualmente são inúmeros os visitantes que se deslocam ao Santuário de Fátima pelas mais variadas razões, uns para cumprir promessas pelas graças recebidas, outros pela força interior que os move e outros ainda porque se sentem bem a fazê-lo. A fé move montanhas e é isso que observamos todos os anos, com grupos de romeiros que fazem o percurso a pé até ao santuário na busca da sua paz interior e aproveitando durante o caminho para refletir no sentido da sua vida. Para um país pequeno como o nosso foi realmente uma graça ter um dos maiores santuários do mundo, alvo de peregrinação constante, que coloca o nome de Portugal em relevo. Um pouco por todo o mundo se houve falar do santuário de Fátima e do seu milagre, onde a história dos Pastorinhos é também alvo de assunto e que torna este lugar obrigatório nos roteiros de turismo religioso. Ter fé é acreditar naquilo que não vemos, que não conhecemos, é entregar o nosso futuro nas mãos de alguém que acreditamos ser capaz de nos ajudar nas nossas aflições e de nos dar alento nos maus momentos. A religião é para muitos o refugio nos momentos mais difíceis, é o porto de abrigo no seu dia-a-dia, e nesse sentido torna-se essencial para a vida de muitas pessoas um pouco por todo o lado. Uns através da religião, outros não, mas cada um à sua maneira ansiamos por uma vida que faça sentido e que nos satisfaça, importante será encontrarmos esse equilíbrio e conseguirmos perceber o sentido da nossa existência. Como dizia a Madre Teresa de Calcutá; “Há males que não se podem curar com dinheiro, só com amor.” Despeço-me com amizade


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FAJÕES> ESTE SÁBADO, ÀS 21H00, NO AUDITÓRIO PETROGAL, COM O QUARTETO TROMPAS LUSAS E TRUMPET MATES GANG

Chega ao fim mais um ‘Festival Musicalidades’ Tendo como palco o auditório Petrogal, no quartel da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Fajões, na Vila de Fajões, a segunda edição do ‘Musicalidades’ chega ao fim este próximo sábado, 19 de outubro.

Quarteto Trompas Lusas

estando o início do espetáculo previsto para as 21h00. Depois dos Belinha Trio e A título de curiosidade, o Massive Brass Attack, que atua- Quarteto Trompas Lusas foi funram a 21 de setembro (primeiro dado em 2010. Na sua estreia, dia do festival), e dos Nova Blue em maio de 2010, apresentou-se Trio e Pulsat Percussion Group, com a Orquestra Filarmónica a 05 de outubro, chega a vez Cidade de Pontevedra (Espados Quarteto Trompas Lusas nha) com o Konzertstück op.86 e Trumpet Mates Gang. Cabe para quatro trompas e orquestra a estes músicos encerrarem em de Robert Schumann. Tem-se grande o ‘Musicalidades’ 2013, apresentado, regularmente, em

Trumpet Mates Gang

concerto em diferentes cidades de Portugal, Espanha e em abril de 2013 fez a sua estreia na Alemanha. Já os Trumpet Mates Gang são um ensemble de trompetes fundado em fevereiro de 2011 por dez trompetistas profissionais oriundos da região centro de Portugal. Não obstante a curta carreira, já trabalharam com trompetistas de renome inter-

nacional, como Jorge Almeida e Rex Richardson, tendo atuado, ainda, no ‘International Trumpet Guild’, o mais prestigiado evento de trompete a nível mundial.

iniciativa de Bruno Costa, diretor artístico, da Banda Musical de S. Martinho de Fajões, com o apoio de uma comunidade de músicos cujo principal objetivo é enriquecer e diversificar a Maestro Bruno Costa é o ‘pai’ oferta cultural do Norte do país, do ‘Musicalidades’ apresentando um cartaz que Recorde-se que, tal como já combina a presença de grandes publicámos em edição anterior intérpretes, de renome nacional do Correio de Azeméis, este e internacional, com novos valoevento surgiu através de uma res da música. Foto D.R.

S.M. GÂNDARA> BUSCA DOMICILIÁRIA FEITA PELA GNR OLIVEIRENSE

Detido homem com plantação de cannabis em casa Uma busca domiciliária, levada a cabo pelo Núcleo de Investigação Criminal da GNR de Oliveira de Azeméis, resultou na detenção de um homem que tinha 13 vasos com plantas de cannabis na sua residência.

A operação, que ocorreu ao final da tarde de quarta-feira, na freguesia de S. Martinho da Gândara, permitiu a apreensão dos vasos e, ainda, de nove quilos de plantas (em processo de secagem), estufas térmi-

cas, sistemas de iluminação, ventiladores e estações meteorológicas. O dono da plantação, de 33 anos, agora suspeito de tráfico de droga, foi notificado para comparecer no tribunal.

A GNR encontrou uma estufa de cannabis na habitação

DC

S. ROQUE> AUTARCA LUTADOR EM TEMPO DIFÍCIL

OLIVEIRA DE AZEMÉIS> NO CONCELHO

Faleceu José Francisco Leite Na vila de S. Roque, onde nascera há 89 anos, faleceu José Francisco Leite. Bem sucedido industrial de calçado, o saudoso extinto presidiu à Junta de Freguesia de S. Roque de 1968 a 1975, período durante o qual a terra que amou e serviu conheceu período de grande progresso. Mas já antes de, em 1968, assumir a presidência da Junta, já José Francisco Leite, acompanhado por um punhado de são-roquenses, avançara com a criação da Comissão de Melhoramentos, que, correspondendo ao generalizado apelo da população, conseguira a beneficiação das principais

artérias, tornando assim possível a circulação de transportes públicos, a cargo, então, da Rodoviária do Caima. A freguesia possuía já mais de

meia centena de empresas que eram obrigadas a deslocar-se até à Margonça para utilizar os transportes rodoviárias, ou Oliveira de Azeméis e S. João da Madeira, optando pela viaférrea. Perante a inoperância da Câmara, tolhida pela escassez de meios, José Francisco Leite calcorreou, sucessivos domingos, as ruas e caminhos de S. Roque, em busca dos donativos que amealhassem parte da verba necessária, que a Sociedade Eléctrica, onde pontificava Júlio Mateiro, completaria. As instalações escolares e a criação de uma estação dos CTT foram igualmente sonho

prioritário do agora extinto. Em tempos difíceis, quando as autarquias apenas dependiam das câmaras, também estas de reduzidos proventos, os autarcas, sem quaisquer remunerações, suportando as despesas de deslocação e outras, encontravam no desenvolvimento das suas terras a única e consoladora recompensa. Assim aconteceu com José Francisco Leite. Por proposta de Amaro Simões, presidente da autarquia sanroquense, a Assembleia Municipal aprovou, por unanimidade, um voto de pesar pela morte do esforçado autarca. ANTÓNIO MAGALHÃES

Jogo ilegal na mira da ASAE A ASAE - Autoridade de Segurança Alimentar e Económica visitou o concelho, na passada quartafeira, realizando uma operação que resultou na detenção de um homem suspeito do crime de jogo ilegal. Foram apreendidas duas máquinas, no valor de seis mil euros.

DC


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LOUREIRO> CONCERTO NO DIA 19 NO AUDITÓRIO DA JUNTA DE FREGUESIA

Maestro Rui Ferreira há 20 anos no Orfeão O maestro Rui Ferreira completa duas décadas de permanência ininterrupta na direção artística do Orfeão de Loureiro. Para assinalar a efeméride, o coral apresentará um concerto, no dia 19, às 21h30, no auditório da Junta de Freguesia. O Orfeão de Loureiro mantém-se em atividade constan- Em atividade constante desde novembro de 1979, o Orfeão de Loureiro vai homenagear o seu maestro de há 20 anos te desde novembro de 1979. Como maestros conheceu, primeiro, José António Albuquerque e, depois, Abílio Pinto anos de permanência. De 1993 na mão de Rui Ferreira, hoje, Rodrigues, cada um com sete para cá, a batuta esteve sempre conceituado professor da Es-

cola Superior de Educação de Coimbra, maestro de agrupamentos corais e orquestras, e compositor. Reconhecendo prestimosos serviços deste grande profissional, para mais não natural nem residente em Loureiro, a direção da coletividade decidiu agendar um concerto para o próximo sábado, apresentando ao público o trabalho desenvolvido nos últimos meses pela agremiação loureirense. Neste espetáculo, o coro,

que canta quase sempre à capela, será acompanhado por uma orquestra formada para a ocasião e composta por músicos da Banda de Música de Loureiro e da Escola de Música de Romariz, Santa Maria da Feira. Neste serão cultural vai subir, ainda, ao palco o coro desta última entidade. De reter que este momento musical insere-se, igualmente, nas comemorações do 34.º aniversário do Orfeão de Loureiro.

cional Pelo segundo ano consecutivo, o Pólo Multigera a. antig a ‘Com Vida’ promoveu uma desfolhada à mod , ções gera A convite deste espaço destinado a todas as s ento que está sob alçada da Comissão de Melhoram scola Locais de Palmaz, cerca de 50 crianças da Pré-E a e da Escola Primária e perto de 20 seniores dest freguesia do concelho de Oliveira de Azeméis esta reviveram, no passado dia 27 de setembro, desta tradição agrícola de outros tempos. O balanço veis atividade foi “positivo”. Tanto que os responsá pelo ‘Com Vida’ fazem conta de a repetir.

Tempo frio e articulações dolorosas: Como gerir a osteoartrose • Glucosamina + Condroitina são componentes naturais da cartilagem • Glucosamina + Condroitina apresentam poucos efeitos secundários e ligeiross

Trava a deterioração da cartilagem Dra. Inês Veiga (*)

A utilização de glucosamina com condroitina, dois extractos estimuladores da cartilagem sob a forma de comprimido, pode ajudar a ultrapassar o Inverno, com menos dores e um melhor funcionamento das articulações. Se tem cerca de 50 ou 60 anos e dores nas articulações, existe a hipótese de sofrer de osteoartrose, uma perda gradual da cartilagem articular que afecta algumas pessoas em determinado momento da vida. O problema é agravado pelo tempo frio e húmido, mas existem soluções de melhoria sem recorrer a medicamentos analgésicos. A glucosamina e a condroitina, dois extractos naturais que demonstraram aliviar as dores nas articulações e melhorar o seu funcionamento quando tomadas regularmente, são utilizadas por um número crescente de pessoas com osteoartrose – principalmente por serem de origem natural, ecazes e extremamente seguros. • Glucosamina + Condroitina podem aliviar a dor tão eficazmente como o s A I N E’s (m e d ic a m e nt o s a nt iinflamatórios não-esteróides)

O facto interessante acerca deste novo tratamento é que previne efectivamente a degradação da cartilagem e ajuda a recuperar alguma da que está em falta. Até ao momento, nenhuma outra substância demonstrou efeitos semelhantes. Glucosamina é uma substância natural extraída do marisco, enquanto a condroitina é feita, normalmente, a partir da cartilagem de porco ou vaca (em alguns casos até a partir da cartilagem de tubarão). A glucosamina e a condroitina estimulam a síntese corporal de cartilagem e são constituintes da cartilagem articular. Estudos demonstram que a glucosamina e a condroitina podem prevenir a progressão da degradação da cartilagem e alguns investigadores armam que podem recuperar lentamente parte da cartilagem degradada.

Segura e ecaz A extensa investigação que tem sido realizada com glucosamina e condroitina demonstrou que estas substâncias actuam geralmente em 8 a 12 semanas. Uma vantagem muito importante é o facto de não apresentar praticamente efeitos secundários, uma vez que a glucosamina e a condroitina são componentes naturais da cartilagem e não substâncias estranhas. Teoricamente, a

única preocupação será a alergia ao marisco, mas as modernas técnicas de produção tornaram possível produzir glucosamina completamente isenta de agentes alergénicos. De qualquer modo, os produtores informam cautelosamente do risco potencial, mesmo sabendo que é insignicante. Actualmente, é seguro armar que a glucosamina juntamente com a condroitina é uma solução altamente ecaz e com efeitos comprovados na prevenção e tratamento da osteoartrose. Muitos médicos Reumatologistas estão a recomendar como terapêutica de primeira linha.. (*)

Farmacêutica

Porque se degrada a cartilagem? A cartilagem, tal como qualquer outro tecido do corpo humano, depende dum fornecimento constante de nutrientes que participam nos mecanismos de construção e recuperação que possibilitam o bom funcionamento dos tecidos. Ao contrário de outros tecidos, não existem vasos sanguíneos na cartilagem. Deste modo, um mecanismo bastante conveniente é utilizado para transportar os nutrientes para as células da cartilagem. Pense na sua cartilagem como uma esponja. Uma esponja pode absorver um líquido e libertá-lo novamente quando a aperta. A cartilagem funciona mais ou menos do mesmo modo. A cartilagem recebe a

maior parte dos seus nutrientes para reparação de um líquido que se encontra dentro da cápsula articular. Este líquido designa-se líquido sinovial e contém algumas substâncias designadas ácido hialurónico e lubricina. Quando a articulação se move na sua maior amplitude de movimento, a cartilagem (ou “esponja”) é comprimida e expandida. A compressão liberta os desperdícios materiais das células vivas da cartilagem e, quando a cartilagem volta a expandir, os nutrientes são absorvidos pelas células. Além de funcionar como um acesso para os nutrientes, o líquido sinovial actua como lubricante e amortecedor das articulações.


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CUCUJÃES> TODOS OS ESTABELECIMENTOS DE ENSINO DESTE AE FORAM GALARDOADOS COM BANDEIRA VERDE

Eco-Agrupamento Dr. Ferreira da Silva em festa Este ano, a Escola Salesiana de Manique, em Cascais, foi o espaço eleito para acolher os cerca de quatro milhares de participantes maioritariamente crianças, jovens, professores e educadores, oriundos de todo o país - para a cerimónia de entrega do galardão EcoEscolas - Bandeira Verde 2012/13. Todos os estabelecimentos de ensino do EcoAgrupamento Dr. Ferreira da Silva estiveram representados. À semelhança de anos anteriores, do programa definido para o passado dia 27 de setembro constava, para além da receção às escolas e restantes convidados e da entrega dos certificados, saco de materiais e t-shirts aos estabelecimentos de ensino, um conjunto recheado de atividades lúdico-didáticas focalizadas no ambiente, desde exposições, jogos, ateliês, etc.. A tarde ficou reservada para agradáveis apresentações em palco, tendo sido dada a conhecer, pelos alunos do 9.ºA da Escola Básica e Secundária Comendador Ângelo Azevedo (vila de S. Roque), uma bela coreografia musicada de temática ambiental designada ‘Aplicação/

As unidades de ensino do agrupemanto escolar Dr. Ferreira da Silva foram galardoadas com a bandeira verde.

A festa dominou e animou a sessão.

Revolução’, tendo como nota dominante a alegria, o entusiasmo e a criatividade dos ecoestudantes. Posto isso, seguiu-se o momento mais aguardado por todos - o da entrega da Bandeira Verde – como reconhecimento da existência, por parte das unidades escolares, de “um empenhado trabalho na área da educação ambiental”, seguindo a metodologia do Programa Eco-Escolas. Refira-se que nesta edição do

Galardão Eco-Escolas, para lá da entrega das Bandeiras Verdes, 92 estabelecimentos de ensino foram premiados pela participação em distintas atividades, designadamente ‘Brigada Verde’, ‘Coração Amarelo’, ‘Hortas Bio’, ‘Lubi BD’, ‘Poster Eco-Código’, ‘Geração Depositrão’, ‘Desafio Valorfito’ e ‘Eco-Repórter da Energia’. De entre as galardoadas, destaca-se a EBS Comendador Ângelo Azevedo, no concurso Brigada Verde 2013, com o

projeto ‘(Re)Encanto das cores e dos sentidos’, que obteve o segundo lugar. Mencione-se que a totalidade dos estabelecimentos de ensino do Agrupamento de Escolas (AE) Dr. Ferreira da Silva marcou presença no ‘Dia das Bandeiras Verdes – Galardão Eco-Escolas’, uma iniciativa da ABAE – Associação Bandeira Azul da Europa e da Fundação para a Educação Ambiental na Europa (FEE), destinada às escolas do ensino básico e secun-

dário e que visa encorajar ações, bem como reconhecer e premiar o trabalho desenvolvido por elas em benefício do ambiente. Este ano, a Bandeira Verde vai ser hasteada em 1154 escolas de 199 municípios do continente e regiões autónomas. Note-se que, de entre as escolas do concelho laureadas, sobressaiu o AE Dr. Ferreira da Silva “pelo trabalho em rede e transversal a todo o Agrupamento de Escolas” que vem concretizando ao longo dos anos no domínio ambiental, tendo conquistado oito Bandeiras Verdes e detendo o título de Eco-Agrupamento. Trata-se de um AE onde, segundo os seus responsáveis, “se formam verdadeiros guardiões do Planeta, interessados em encontrar soluções para os problemas da poluição, destruição da biodiversidade e consumo exagerado, dando, assim, um significativo contributo para a implementação da Agenda 21 a nível local”. ‘Pensar globalmente, agir localmente’ - a máxima da Agenda 21 - norteou as ações concretas desenvolvidas pela comunidade educativa do Agrupamento de Escolas Dr. Ferreira da Silva, sobretudo pelos seus alunos, no sentido da aplicação de conceitos e ideias de educação ambiental à vida quotidiana das escolas, proporcionando-lhes, deste modo, a tomada de consciência de que simples atitudes individuais podem, no seu conjunto, melhorar o ambiente global. Do AE Dr. Ferreira da Silva foram distinguidas com o Galardão Eco-Escolas - Bandeira Verde 2012/13 a EBS Dr. Ferreira da Silva, a EBS Comendador Ângelo Azevedo, a EB1 Maria Godinho, EB1/JI do Largo da Feira, JI de Nogueira do Cravo, EB1/JI de Bustelo, EB1/JI do Picoto, EB1/JI Faria de Baixo.

OLIVEIRA DE AZEMÉIS> NA PRESENÇA DE CERCA DE UMA CENTENA DE SÓCIOS E AMIGOS

GRACC comemorou 41.º aniversário O Grupo Recreativo, Associativo e Cultural de Cidacos (GRACC) completou mais um aniversário no passado dia 29 de setembro. Nesta comemoração dos 41 anos da coletividade oliveirense, perto de uma centena de pessoas juntaram-se na sede, no lugar

de Cidacos, para confraternizar. Nem as condições climatéricas adversas afugentaram os sócios e os amigos do GRACC que, não podendo festejar no recinto exterior, não hesitaram em fazer a festa dentro do edifício que alberga a agre-

miação. De salientar que, na oportunidade, houve karaoke para os mais descontraídos e ainda cantigas à desgarrada, pois os velhos amigos do GRACC, mestres da desgarrada, também apareceram, muito bem acompanhados, pelas suas

concertinas. Desta feita por intermédio do nosso jornal, o GRACC vem, uma vez mais, agradecer a todos os colaboradores e participantes deste salutar convívio e dizer um bem haja a todos os oliveirenses. JCARVALHO


16 MACINHATA DA SEIXA> EMIGRANTE QUE NÃO ESQUECEU A SUA TERRA

Faleceu Rafael Cruz

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UL> RANCHO FOLCLÓRICO EM FESTA

Bodas de Prata dos ‘Cravos e Rosas’

O Rancho Folclórico ‘Cravos e Rosas’ comemorou os seus 25 anos de existência.

Na Venezuela, para onde emigrara em tenra idade, faleceu Rafael da Silva Cruz. Contava 68 anos de idade. Nascido em Macinhata da Seixa, o saudoso extinto, quando não concluíra ainda a escola primária, acompanhou para Venezuela sua mãe, D. Maria Amélia Melo Cruz, juntando-se ao pai, Manuel Matos Cruz, natural de Vilar, há muito falecido. Ao jeito da época, quando a Venezuela foi o sonho de dezenas de bem sucedidos macinhatenses, Rafael Cruz ingressou, com êxito, no mundo do trabalho, onde sempre se evidenciaram as suas qualidades. Um sucesso que o acompanharia pela vida fora e interrompido, agora, por uma morte tão brutal como inesperada. Rafael Cruz não esqueceu nunca a sua terra, jamais regateou o seu contributo. Quando o sempre saudoso Padre Reis se deslocou à Venezuela na recolha de fundos para o Centro Social, esteve entre quantos se empenharam no êxito da viagem. E quando, há mais de duas décadas, representando o ‘Correio de Azeméis’, me desloquei a Caracas a fim de participar num encontro de oliveirenses, foi com grande amizade que Rafael Cruz e sua esposa D. Dulce me receberam em sua casa. Uma gentileza que jamais esquecerei. ‘Correio de Azeméis’ apresenta cumprimentos de pesar à família enlutada. ANTÓNIO MAGALHÃES

As comemorações das bodas de prata do Rancho Folclórico ‘Cravos e Rosas’ revestiram-se de grande importância, na noite de sábado, dia 12 deste mês, congregando, na sua sede (E.B. 1 Adães), uma significativa adesão. TAVARES RIBEIRO

Para além da satisfação por uma participação considerável, também de salientar o agrado quanto às opções do programa comemorativo, concebido pela direção em união de esforços e trabalho por todos os elementos do grupo. Desta reunião de boas vontades resultou um dia de alegre convívio, também com o grupo convidado, o Rancho Orquestra Típica de Coimbra.

>PARA CONHECER E INTEGRAR A ‘FAMÍLIA’

‘Cravos e Rosas’ de portas abertas

O Rancho Orquestra Típica de Coimbra associou-se aos festejos do grupo de Ul.

A grande família ‘Cravos e Rosas’, unida pela alegria, empenho e dedicação, é um exemplo quanto a cultura popular. mesmo concetual dos saberes adquiridos no seio do povo: trajes, cantos, músicas, danças, transmitidos de uns a outros, ao longo de gerações. E a razão fundamental tem a ver com raízes, sentimento de pertença e redescoberta de identidade, enquanto valor integrante do viver coletivo das gentes da freUma mão-cheia de cultura guesia, concelho e região. Ao longo de um quarto de Impõe-se cada vez mais preséculo, a importante coletivi- mente, no mundo dos nossos dade ulense tem-se distinguido dias – tendo como pano de – e de que maneira – não só no fundo, o mais das vezes, a gloenvolvimento e promoção de balidade incaraterística – que a eventos próprios, mas também cultura popular seja considena disponibilidade em asso- rada essencial e diferenciadora ciar-se a iniciativas por outrém de cada terra que representa, promovidas que se proponham validando-se, como fator de reforçar a componente cultu- competitividade em confronto ral, dando grande impulso à com outras terras da ‘Aldeia preservação do património no Global’. aspeto imaterial, onde surge a freguesia de Ul como terra in- Escola de música é uma vulgarmente rica e influencia- mais-valia dora. Cada geração recebe uma

herança e reconfigura-a numa noção de património que, no caso das tradições, bem pode agregar conhecimentos/informações e conceitos dinâmicos, no sentido de nortear-se por caminhos depurados de qualquer pensamento redutor que possa ter sentido de menorizar o expressivo saber popular, com usos e costumes dentro da tradição de cada comunidade. Dentro desses parâmetros, os ‘Cravos e Rosas’ de Ul têm em funcionamento, na sua sede, a Escola de Música, grande aposta de dinamização e desenvolvimento social e cultural, para a qual se encaminham redobrados esforços e dedicação, com especial realce para os seus monitores. Agradecimentos Numa breve intervenção, Evaristo Martins Tavares, presidente da coletividade, agradeceu a todos os elementos que integram o grupo e se esforçaram por proporcionar o magnífico convívio e, igualmente, a

Com a celebração das bodas de prata, este agrupamento folclórico e etnográfico completou mais uma época de atuações, mas, num futuro breve, desdobra-se em outras atividades: realização do 1.º Torneio de Sueca e da 2.ª Noite de Fados, noite de cinema (3.ª edição) e Magusto de S. Martinho, entre outras. Como foi dito “as nossas portas estão sempre abertas a todos que nos queiram visitar” e, quem sabe, integrar futuramente a ‘família’ do Rancho Folclórico ‘Cravos e Rosas’. O convite fica aqui expresso: é uma boa perspetiva. todos os ulenses e amigos, em geral, pelo carinho demonstrado ao longo de todos estes anos; também às entidades e empresas agradeceu o apoio prestado aos ‘Cravos e Rosas’; e enalteceu, em especial, a alegria que sempre consegue trazer a participação da Rancho Orquestra Típica de Coimbra, grupo fundado e constituído por estudantes de Coimbra, que representa as danças e cantares da região, de finais do século XIX, que aqui se deslocou pela terceira vez e, tal como o grupo anfitrião, proporcionou um magnífico espetáculo, para grande agrado e aplauso dos presentes.


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PINHEIRO DA BEMPOSTA> COM ESTA FOI A 43.ª EDIÇÃO

Banda de Música promove Festa Artística Anual Dando continuidade ao que é já uma tradição, recentemente, a Banda de Música de Pinheiro da Bemposta realizou, uma vez mais, a 43.ª Festa Artística Anual, na EB2,3 Dr. José Pereira Tavares (e não só), congregando centenas de participantes e uma grande adesão de público, à semelhança do que tão bem nos tem habituado, reconfirmando êxitos granjeados em anteriores edições. TAVARES RIBEIRO

Evento que resulta de uma ‘quase herança’, a 43.ª Festa Artística Anual da Banda de Música de Pinheiro da Bemposta (BMPB) decorreu ao longo de três dias, tendo sido muito importante, por manter o desafio de renovar o envolvimento com o viver quotidiano da comunidade pinheirense e continuar – e bem! – a servir de estímulo à cultura em várias vertentes. Desta feita, conseguiu harmonizar diferentes formas de arte e cultura, nomeadamente música, dança, ritmos pop/ jazz, etnografia e folclore, etc., tendo contado com a participação da Orquestra Ligeira da Banda de Música de Pinheiro da Bemposta, Banda ‘Rolling Passengers’, no dia 13 do mês passado; Rancho Folclórico do Grupo Musical Macinhatense e Grupo Musical ‘The Yankees’ – Cúria (a 14 de setembro); grupo de dança da Desafio d’Arte – Associação Cenográfica de Pinheiro da Bemposta, Classe de Conjunto da Escola de Música, BMPB e Banda Club Pardilhoense (a 15). Este envolvimento, que se converte na continuidade de passado/presente/futuro, tem

Fotos: Tavares Ribeiro

Um dos momentos altos do programa festivo deste ano

Pinheirenses (e não só) fizeram questão de, assistindo às várias atuações, participar em peso naquela que foi a 43.ª Festa Artística Anual

atrás de si uma longa história, com mais de um século, impossível de narrar em poucas linhas, tal o pendor expressivo riquíssimo de intensa vivência enquanto coletividade, dando motivos bastantes para um julgamento de excelência, que pretende manter como “sua” imagem de marca! Uma filarmónica especial Há (sempre houve) qualquer coisa muito especial na atmosfera de expetativas quando se está na presença da Banda de Música de Pinheiro da Bemposta, habituando-nos a que as notas de agrado e de qualidade voem muito, muito alto!... Compreende-se que, num anseio de perfeição sempre insatisfeito, não se contenta em fazer o seu melhor. Pretende mais, não descansando enquanto não alcançar (embora parcialmente, claro) as notas da sonhada perfeição. E os princípios que lhe servem de base são espantosamente simples (serão!?), mas representa enorme dificuldade (ultrapassada), que leva

José Rodrigues, presidente da direção da BMPB, interveio na ocasião

muitos anos de grande dedicação a aprender e aperfeiçoar numa progressão contínua, tranquila, suave e leve!... Da música produzida pela

banda principal, que possui ritmo fortemente convidativo e facilmente identificável com a excelência, chega de sublinhar com mais texto.

Quanto à juvenil, julgamos boa altura para dizer umas quantas coisas! Particularmente na formação musical para os mais jovens. Sem pôr em causa que as boas ou más escolhas pertencem a cada um de nós, não deixa de ser importante que alguém no coletivo saiba estimular os jovens a construírem alternativas de ocupação dos seus tempos livres, com enriquecimento de saberes, experiências e vida saudável!... E os músicos da Orquestra Ligeira da filarmónica pinheirense, bem como a classe de conjuntos da Escola de Música, exibiram indiscutível valor artístico musical, representando, de uma forma cada vez mais consciente, a quase perfeita harmonia rara ao serviço da sensibilidade. Ao desenvolverem o que aprenderam, todos os seus componentes, nesta 43.ª Festa Artística Anual, ‘sentiramse nas suas quintas’ tal era o à vontade com que tocaram, demonstração evidente da preparação em qualidade, dando a entender que é por aí que pretendem fazer carreira musical. Convidados de luxo Em relação às outras participações, todas elas se desenvolveram no sentido contrário ao dos ponteiros do relógio… que, por quererem permanecer em tanto agrado, avançaram, pela tarde ou noite dentro... com efusivos aplausos. A Banda de Música de Pinheiro da Bemposta tem merecido o melhor apoio da edilidade de Oliveira de Azeméis, da Junta de Freguesia de Pinheiro da Bemposta, empresas, particulares, etc.. Além diso, também tem tido o melhor acolhimento por parte do público que comparece em número sempre significativo nas suas atuações ou eventos. Num presente imediato, a música proporcionada pela filarmónica pinheirense entende-se e estende-se com agrado sem pausas! E por aqui ficamos que em nada adianta dourar diamantes que, de per si, valem com a duração da intemporalidade!


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PINHEIRO DA BEMPOSTA/CUCUJÃES> TENDO EM VISTA A SUA TRANSFORMAÇÃO EM USF

Obras nas unidades de saúde destas freguesias já arrancaram Neste momento, o ACES Aveiro Norte tem em curso “um conjunto de intervenções” nas unidades de saúde de Pinheiro da Bemposta e Cucujães. Segundo o diretor Miguel Portela, estas obras, iniciadas há pouco mais de 15 dias e que “estarão prontas muito em breve”, “visam melhorar” as condições de trabalho dos profissionais, bem como as de atendimento dos utentes. GISÉLIA NUNES

Indo ao encontro do que, em finais de março deste ano, havia adiantado ao jornal Correio de Azeméis (CA), o caso da Unidade de Cuidados de Saúde Primários (UCSP) de Pinheiro da Bemposta foi aquele que “mais preocupou” Miguel Portela quando este chegou ao Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) Entre Douro e Vouga II – Aveiro Norte para assumir o cargo de diretor. Uma preocupação

José António Silva

Unidade de Saúde do Pinheiro da Bemposta

que, segundo garantiu, na semana passada, ao CA, advinha do facto daquela UCSP “vir a receber cada vez mais utentes [situação resultante de consecutivos fechos das unidades de saúde em redor] e de as suas dimensões serem, visivelmente, insuficientes para dar resposta às necessidades que iam aumentando frequentemente”. “Não só os profissionais tinham dificuldade em dar resposta às necessidades da população, como também os utentes não tinham as condições tidas com essenciais para serem bem atendidos”, afirmou o responsável diretivo, acrescentando que, com as melhorias que estão a ser levadas na atual UCSP de Pinheiro da

Bemposta, tendo em vista a sua transformação em unidade de saúde familiar (USF), “tanto os profissionais como os utentes terão as condições condignas que há tanto tempo ambicionavam”. Ainda a propósito, o líder do ACES fez questão de “dar nota do empenho da Junta de Freguesia de Pinheiro da Bemposta”, órgão autárquico sem o qual “nada disto teria sido possível” (ver texto secundário nesta página). Recorde-se que, tal como já tínhamos noticiado oportunamente, a autarquia pinheirense “cedeu uma boa parte” das suas instalações, incluindo o seu salão nobre, no sentido da UCSP poder ser ampliada.

Unidade de Saúde de Cucujães.

Obras em Cucujães só para cumprir “critérios essenciais” Relativamente à UCSP de Cucujães, esta já dispunha de “boas condições físicas”, contudo, “a vinda de novos médicos e a sua reformulação para Unidade de Saúde Familiar (USF) é que tornaram necessárias estas intervenções”. Ou seja, no fundo, as obras em Cucujães são “para adaptar a UCSP às contingências de uma USF, cumprindo, assim, os critérios essenciais para tornar possível a sua entrada em funcionamento”.

tela, a vinda de mais dois médicos dentro de um mês para a vila cucujanense “é essencial para colmatar a carência de médicos nesta área geográfica”. Aliás, o diretor do ACES conta que, “em maio de 2014, serão mesmo muito reduzidos os casos de utentes sem médico de família no concelho de Oliveira de Azeméis”. Nesta sua conversa com o CA, Miguel Portela ainda fez questão de vincar que a Administração Regional de Saúde (ARS) do Norte “tem estado bastante atenta às carências das populações do ACES Aveiro Norte e tem sido uma Vinda de mais dois médicos parceira fundamental nas para Unidade de Saúde constantes ações de melhoria cucujanense que temos promovido na nosDe acordo com Miguel Por- sa região”.

PINHEIRO DA BEMPOSTA> PARA AMPLIAÇÃO DA UNIDADE DE SAÚDE

Junta de Freguesia cedeu parte das suas instalações Neste momento já a decorrerem há cerca de duas semanas, as obras de melhoria e ampliação da Unidade de Cuidados de Saúde Primários (UCSP) de Pinheiro da Bemposta contaram, desde sempre, com “o empenho e a disponibilidade” da Junta de Freguesia (JF) de Pinheiro da Bemposta. Segundo o autarca Armindo Nunes, “logo no início de 2010, tivemos uma primeira reunião com médicos que iriam integrar a Unidade de Saúde, a então diretora do Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) Entre Douro e Vouga II – Aveiro Norte e a

enfermeira-diretora da Administração Regional de Saúde” (ARS), na qual a JF se prontificou a colaborar. Aliás, mal foi reconhecida a necessidade de se aumentarem as instalações da UCSP, “oferecemos duas soluções: Uma que consistia em ampliar o edifício para nascente, para o que tínhamos já a concordância do proprietário do terreno, e a outra em ceder parte substancial do espaço até, agora, utilizado pela Junta de Freguesia, incluindo o salão nobre”.

so sofreu um “novo impulso”. De acordo com o presidente da JF, “em reunião com as médicas responsáveis pela estrutura e pelo ACES, fomos informados de que, na altura, havia condições para retomar o processo de criação da USF. Havia os recursos humanos, faltava o espaço”. “De imediato, prosseguiu Armindo Nunes, reiteramos a nossa disponibilidade e começaram os técnicos a estudar a adaptação do nosso edifício às novas necessidades, de modo a garantir as condições Processo sofre “novo físicas necessárias”. impulso” em finais de 2011 Posto isso, “em permaEm finais de 2011, o proces- nente e franco diálogo com

os responsáveis da saúde, em especial o Dr. Miguel Portela, diretor do ACES, a Dr.ª Lourdes Sousa e os técnicos, foi possível conciliar todas as posições e dar arranque às obras, que, presentemente, avançam em bom ritmo”. Ainda a propósito, o líder autárquico fez questão de referir que “tivemos, da parte dos responsáveis da clínica dentária, que, como se sabe, está instalada no edifício da Junta de Freguesia, uma atitude construtiva, de sensibilidade para a importância do que estava em causa, conseguindo-se um acordo que consi-

dero equilibrado e justo”. Armindo Nunes também não esquece – e deu-a a conhecer ao nosso jornal - “a posição construtiva da Assembleia de Freguesia que, em sessão de 28 de junho último, autorizou, por unanimidade, a Junta de Freguesia a celebrar os atos necessários à concretização do projeto”. “Tenho a consciência de que este é um grande passo na melhoria da qualidade de vida e do progresso das nossas populações, agora da nova União de Freguesias de Pinheiro da Bemposta, Travanca e Palmaz”, sublinhou, por último.


15 de outubro de 2013

desporto

LIGA CABOVISÃO>JOGO EM ATRASO REFERENTE À OITAVA JORNADA DO CAMPEONATO

Oliveirense lutadora segura divisão de pontos na Covilhã Foto de Arquivo

SPORT. COVILHÃ, 2 OLIVEIRENSE, 2 Sp. Covihã: Taborda; Tiago Lopes, Rocha, Edgar, Alex Kakuba, Nené (Adriano, 73), Gilberto, Carlos Manuel (Gui, 55), Tiago Martins, Báta e Forbes. Treinador: Francisco Chaló Oliveirense: João Pinho, Carela, Sérgio, Banjai, Paulinho, Godinho, Alphonse, Hélder Silva (Valdinho, 88), Rui Lima (Laurindo, 76), Ely (Carlitos, 60) e Guima. Treinador: Henrique Nunes. Jogo no Complexo Desportivo da Covilhã Árbitro: Tiago Martins (Lisboa) Cartões amarelos: Forbes (33), Alphonse (41), Carlos Manuel (41), Guima (54), Edgar (84) e Godinho (87)

A cumprir o jogo de atraso referente à nona jornada da Liga Cabovisão, a Oliveirense apresentou-se na Covilhã a suplicar por uma vitória que a distanciasse dos lugares de despromoção, mas não conseguiu mais do que um empate frente a uns ‘leões da serra’ que há oito jornadas não conheciam o sabor da derrota.

A UDO enfrentou uma equipa moralizada, mas soube resistir

este atirasse para João Pinho segurar a bola. O mesmo Báta voltou a estar em evidência, mas de novo o Covilhã perdeu a hipótese de inaugurar o marcador: primeiro atirou por cima e depois João Pinho voltou a negar o golo aos visitados, que também acabaram por ter de dar graças pela boa forma de Taborda, quando este gorou a tentativa de Ely fazer bonito e estourar-lhe as redes. Mas, reconheça-se, era o Covilhã quem apresentava um maior ascendente, com E foi com a postura de quem uma postura mais ofensiva, o não perde, que os anfitriões en- que originou uma Oliveirentraram em campo. Moralizados, se limitada a aguardar pelas os atletas da casa começaram chances de contra-ataque. E melhor, o que ficou aliás paten- foi com esta tática que logrou te ao 10.º minuto, quando Báta chegar à vantagem quando, aos – que com um bom trabalho 20 minutos, Guima aproveitou ultrapassou dois homens nas o seguimento da cobrança de linhas defensivas de Henrique um canto para chegar ao 0-1. Nunes – isolou Forbes para que A igualdade seria reposta,

A Oliveirense ficou-se por um empate, frente aos ‘leões da serra’...

logo sete minutos depois, e ironicamente de uma forma semelhante: Tiago Lopes chutou do canto e Forbes saltou mais alto na área, cabeceando para golo. Já decorria a segunda parte quando a Oliveirense, vinda do balneário com uma atitude mais determinada, conseguiu desfazer o empate, passando para o 1-2 aos 70 minutos. Godinho, aproveitando uma falha coletiva dos adversários,

isolou Rui Lima que não perdoou Taborda. Aos 84 minutos, Forbes voltou a igualar a partida, depois de tirar Paulinho do caminho e colocar a bola rasteira entre o guardião e o poste direito. Quase no final do tempo, João Pinho segurou a divisão de pontos na serra, ao negar o hat trick a Forbes, que, à boca da baliza, cabeceou forte. Os adeptos leoninos ainda gritaram golo, mas o guardião unionista foi maior. Entretanto, no próximo dia 19, a União Desportiva Oliveirense vai disputar, com o Paços de Ferreira, a 3.ª eliminatória da Taça de Portugal. O encontro realizar-se-á no Estádio Carlos Osório, em Oliveira de Azeméis Recorde-se que a Oliveirense tem encontro com o Académico, a contar para a Liga Cabovisão, no dia 23.

CNS – 6.ª JORNADA> FINALIZAÇÃO CONTINUA A TIRAR PONTOS AOS BUSTELENSES

Empate penaliza ineficácia LOUROSA, 0 S.C. BUSTELO, 0 Lourosa: Rui Pedro; António,Vitor Fonseca, Rui Jorge, André Pinho; Nelson (Xavi, 35’), Moisés (Hugo Silva, 57’), Lima;Bino,Batistae Inverno (Jonathan, 73’). S.C.Bustelo: Janita; Paivinha, Luís, Renato, Almeida,Bruno Tiago (Muge, 83’), Azevedo, Diego (Magno, 73’), Marcelo (Letz, 45’); Ayrtone Miguel. Estádio do Lusitânia FC Lourosa Árbitro:Nuno Roque (Coimbra) Cartão amarelo: Marcelo (14’), Paivinha (15’), Vitor Fonseca (18’ e 32’), Letz (48’), Azevedo (67’), Batista (72’), Bino (74’), Bruno Tiago (77’) e Hugo Silva (85’) Cartão Vermelho: Vitor Fonseca (32’ a.a.)

Depois do empate caseiro diante do Cesarense, o Bustelo procurava a 1.ª vitória fora de portas, mas encontrou pela frente uma equipa que está nos lugares cimeiros da classificação. Só por isso antevia-se uma tarefa difícil para os comandados de Miguel Oliveira. A partida até começou com algum equilíbrio que, aos poucos, se foi transformando numa evidente supremacia forasteira. Por diversas vezes o Bustelo esteve perto do golo, mas o guardião local ia dando nas vistas. E quando não era Rui Pedro a intervir, aparecia sempre um defensor local a impedir a bola de chegar à baliza da equipa da casa. O Bustelo teve sempre o ‘sinal +’ na partida e, mesmo a jogar fora de portas, assumiu as despesas do encontro. Só que desperdiçou as mais soberanas oportunidades de inaugurar o marcador, a melhor das quais na sequência de uma grande penalidade, que Marcelo não aproveitou. O intervalo chegou com o nulo que se viria a manter até ao final, dada a ineficácia forasteira, que não conseguiu materializar em golos todo o seu ascendente. Na 2.ª metade esperavase um pouco mais da equipa bustelense, mas, à semelhança do jogo anterior, em que disputou a maior parte do tempo da partida em superioridade numérica, não conseguiu traduzir em golos o seu domínio, denotando alguma falta de serenidade no último passe e na hora do remate. Resultado que acaba por ser, então, demasiado penalizador para a turma visitante, que merecia sem dúvida conquistar os três pontos nesta partida. Na próxima jornada o Bustelo recebe o Cinfães, depois da interrupção para os jogos da Taça de Portugal no próximo fim de semana.


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DISTRITAL – I DIVISÃO> CUCUJÃES VOLTA A PERDER

Faltou a sorte ESMORIZ, 2 CUCUJÃES, 0 Esmoriz: Miguel; Narciso, Ruii Emanuel, Borges, Diogo Lima, Diogo Silva, Vítor Godinho, Frederico, Samuel, Tiago Rafael, Pedro Godinho. Jogaram ainda: Micael, Pedro Pinho e Vítor. Treinador: Amadeu Cucujães: Ricardo; Rebelo; João Lamas, Paivinha, Brinca, Canelas Ricardo Nuno, Litos, Roscas, Casalinho, Hélder. Treinador: Durbalino Lima Jogo no Estádio da Barrinha, Esmoriz Árbitro: Joel Cardoso Amarelos: Narciso, Borges e Casalinho Marcadores: Roscas(3’, p.b.) e Borges (75)

A jogar fora frente a um adversário de valor, o Cucujães procurava a vitória para retificar o desaire sofrido frente ao Canedo. A verdade é que o jogo não podia ter começado da pior maneira, já que, logo aos três minutos, Roscas desvia a bola para dentro da própria baliza ao tentar o corte. Aproveitou o Esmoriz, que tentou chegar ao segundo golo, pese embora o Cucujães ter lutado por, aos poucos, conseguir crescer no jogo. Aos 25’, Ricardo Nuno até poderia ter empatado, mas o remate saiu por cima. Pouco depois, foi Ricardo que, com uma defesa corajosa, evitou o segundo para os locais. Ao intervalo o resultado era castigador para a equipa visitante. Na segunda parte, o Cucujães foi à procura do empate e, a partir do minuto 65, o jogo ficou partido com o Cucujães a ficar perto do golo, após um canto de direita. O Esmoriz, por seu turno, não deixava de aproveitar para criar perigo na baliza de Ricardo e foi aos 75 minutos que o 2-0 surgiu, numa jogada de insistência com a bola a sobrar para Borges. Depois deste golo, o Cucujães resignou-se e o jogo pouco mais interesse teve. No final fica a vitória do Esmoriz, perante um Cucujães que poderia ter ganho pontos. Só que, na verdade, faltou desequilibrar mais no último terço do terreno. SÉRGIO COSTA

DESPORTO

CNS> MUITOS GOLOS FAZEM FESTA BONITA NO MERGULHÃO

Cesarense assina a melhor exibição da época Alfredo Pinho

FC CESARENSE, 3 S. JOÃO DE VÊR, 1 FC Cesarense: Marco ©, Americo, Tiago Resende, Hugo, Tó Frangolho, Bruno Fogaça (Castro, 70’), Bruno Ansiães (Paulo Ferreira, 75’), Alex, Diogo Mota (Pedro Nunes, 86’), Zé Mário, Careca – Treinador. Rui França S. João de Vêr: Saul, Márcio, Ministro (Quim Pedro, 46´), Cancela, Ruben Gomes, Fredy, Americo © (Rui Lopes, 66’), Julio, Vitor Hugo, Machadinho (Leo, 60’), Rui Silva – Treinador: Francisco Batista Jogo no Estádio do Mergulhão, em Cesar Árbitro: Edgar Correia (AF Coimbra), assitido por Luís Henriques e Luís Sousa Cartões Amarelos: Marcio (16’), Américo (20’), Careca (27’), Rui Silva (32’), Bruno Ansiães (36’), Vitor Hugo (51’), Tó Frangolho (64’), Diogo Mota (81’) Marcadores: Alex (13’), Hugo (44’), Bruno Ansiães (55’), Quim Pedro (71’)

Uma excelente partida de futebol, com bonitos golos, que os muitos adeptos presentes tiveram a oportunidade de assistir no Mergulhão.

Nas próximas jornadas, o Cesarense terá pela frente o Grijó e o Espinho.

vés de um lance de bola parada com o esférico a passar muito perto do poste da baliza à guarda de Marco. Na resposta, o Cesarense gizou uma rápida jogada de ataR. CASTRO que pela esquerda com a bola a ser cruzada para a área onde O Cesarense realizou, sem surge Alex, pleno de oportunisombra de dúvida, a melhor dade, a abrir o ativo. exibição da época, tendo como Aos 18 minutos, através de adversário o até então primeiro um livre direto e no minuto classificado da Série D do CN seguinte, com um forte remate Seniores. Sempre mais rápidos de fora da área, Bruno Fogaça sobre a bola e tendo a baliza ad- poderia ter aumentado a vantaversária como alvo a atingir, os gem para o Cesarense. jogadores da equipa da casa não Diogo Mota, aos 24 minuderam grandes chances à exce- tos, teve nos pés uma excelente lente equipa do SJ Vêr. oportunidade para marcar, mas, O primeiro lance de grande na cara do guarda-redes Saúl, perigo pertenceu ao SJ Vêr, à não teve a frieza necessária para passagem dos 12 minutos, atra- rematar para o fundo das redes,

permitindo uma defesa difícil. Quase em cima do intervalo, o Cesarense aumentou a vantagem, através de um excelente remate de Hugo do meio da rua. No reatamento, o treinador do SJ Vêr reforçou o seu ataque, mas o Cesarense jogava bem e os seus atletas eram sempre mais rápidos sobre a bola. Aos 55 minutos, grande jogada da equipa da casa com uma fulminante arrancada pela direita de Diogo Mota. Bola muito bem cruzada para a área onde surge Bruno Ansiães a emendar para golo. O SJ Vêr arrisca tudo com a entrada de mais dois atacantes, obrigando o treinador Rui França a mexer na equipa e a

reforçar o seu meio campo. À passagem dos 71 minutos, na sequência de uma perda de bola a meio campo, o esférico é colocado rapidamente na área visitante, onde surge Quim Pedro a reduzir a desvantagem do SJ Vêr. Até final da partida, o Cesarense procurou sempre controlar a posse de bola na zona intermédia do terreno, evitando que a bola chegasse com perigo aos atacantes visitantes. Com esta importante e moralizadora vitória, e aproveitando o descanso no próximo fim de semana, a equipa do Cesarense terá melhores condições para encarar com otimismo as próximas duas partidas, a decorrer em Grijó e Espinho.

CD JUNIORES II DIVISÃO (SÉRIE B)> CESARENSE COM DEZ GOLOS MARCADOS E NENHUM SOFRIDO

Um início de época que promete Os Juniores do FC Cesarense, com uma equipa renovada, estão a efetuar um começo de época promissor, com duas vitórias em outros tantos jogos, com 10 golos marcados e nenhuns sofridos. Depois de ter vencido o Arada por 6-0, em casa deste, na 1.ª jornada, agora foi a vez do S.Vicente Pereira, que bateu por 4-0, com dois golos de Juan, um de João Marques e outro de Rui Costa. Um início de época que promete. R. CASTRO

Os júniores estão a surpreender no campeonato.


DESPORTO

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Terça-feira, 15 de outubro de 2013

2.ª DISTRITAL>

Palmaz conquista os primeiros três pontos da temporada ADRC PALMAZ, 3 GAFANHA D’AQUÉM, 2 Palmaz: Jorge, Gil, João, Pileca, Ricardo Ribeiro, Dani, Pedro Vidal (Armando, 80’), João Vilas, Xami (Cruz, 91’), Fábio e Mário Lima (Cláudio, 88’) Treinador: António Valente Beira Vouga: Flávio, Pedro, Jorge, André, Diogo, João, Sérgio (Paulo Duarte, int), António, Sandibo, Paulo Pião e Paulo Teixeira (Serifo, 87’) Treinador: Alfredo Correia Parque Desportivo de Palmaz, Palmaz, Oliveira de Azeméis Cartões amarelos: Mário, Xami, Jorge, Gil, Dani e João Vilas; Paulo Teixeira, Paulo Pião e Jorge Marcadores: 0-1 (Sandibo), 1-1 (João Vilas), 1-2 (Sérgio), 2-2 (Xami) e 3-2 (Pileca)

Em tarde chuvosa, jogo entre duas equipas a necessitar de pontos. Com uma casa razoável no Parque Desportivo de Palmaz, os comandados de António Valente apresentaram-se com algumas mudanças relativamente à última jornada em São Roque, nomeadamente na zona central do meio campo. PEDRO R. VIDAL

A partida começou bastante

O Palmaz nunca baixou os braços num jogo que decorreu numa tarde chuvosa.

dividida, com a equipa visitada a tentar colocar a bola no chão, fazendo jogo apoiado no meio campo e tentando explorar, nas alas, a velocidade dos extremos Xami e João Vilas. Mas foi a turma vinda da Gafanha que logrou chegar primeiro à vantagem, um pouco contra a toada do jogo vivida nos minutos iniciais e num lance de infelicidade da dupla de centrais palmacense. No marcador ficou um 0-1 a castigar, de forma algo injusta, a equipa da casa. Mesmo assim, o Palmaz não baixou os braços e começou a chegar com perigo ao último reduto da equipa visitante. Num canto do lado esquerdo do ataque, João Vilas – atra-

vés de um canto direto de antologia – recolocou o marcador empatado. Ainda durante a primeira parte, a equipa do Gafanha d’Aquém colocou-se novamente em vantagem no marcador, numa jogada em que, novamente, a defesa da casa não está inteiramente isenta de culpas, permitindo a um jogador visitante controlar a bola e levá-la sem oposição até à linha de fundo, cruzando para uma finalização de Sérgio à boca da baliza. 1-2 no marcador e, novamente, uma sensação de injustiça pairava em Palmaz. De novo, a equipa da casa não desanimou, perante a desvantagem e o ponta-de-lança Mário Lima conseguiu, através

de um passe a rasgar nas costas da defesa, isolar Xami, e este, mais rápido que o lateral que o marcava, com grande classe e à saída do guarda-redes contrário, conseguiu finalizar com sucesso, restabelecendo a igualdade perto do intervalo. Um bom espetáculo, entretido e muito competitivo: era este o sentimento geral nas bancadas durante o período de descanso. Pileca resolveu na segunda parte Na segunda parte, a chuva aumentou de intensidade, condicionando um pouco o desenrolar da partida. A equipa visitante, após substituição efetuada ao intervalo, manteve a mesma

toada de jogo, tentando colocar, de forma insistente, bolas longas nas costas da defesa palmacense. Contrariamente, no meiocampo da casa, era notória a tentativa de colocar a bola no chão e sair a jogar com construção desde trás. Aos 80 minutos, a equipa visitada operou a primeira substituição de forma a refrescar o meio terreno. Poucos minutos depois, e novamente na cobrança de um pontapé de canto, o Palmaz colocou-se à frente do marcador. Canto pela direita do ataque cobrado por Xami para a zona central da grande área e, depois de uma abordagem algo atabalhoada de Mário, a bola sobrou para Pileca que, na zona de penalti, rematou, em força, para o fundo das redes do guardião Flávio. Até ao final do jogo, a equipa visitante balanceou-se para o ataque, não criando, no entanto, situações de perigo eminente. Aproveitando esse ímpeto ofensivo e através de uma jogada rápida de contraataque, o recém-entrado Cláudio teve a hipótese de, isolado perante o guarda-redes do Gafanha, dilatar o marcador, não tendo tido, no entanto, a calma suficiente para desfeitear o adversário. Poucos momentos depois soou o apito final, confirmando os três primeiros pontos da equipa palmacense nesta época. Resultado que se aceita, num jogo bastante disputado e animado e com muitos golos à mistura.

2.ª DISTRITAL> DIVISÃO DE PONTOS JUSTIFICADA

Bom jogo terminou num nulo MACIEIRENSE, 0 P. BRANDÃO, 0 Macieirense: Hugo, Bernardo, Moisés, Xavi, Brunito, Samu, Miguel (Lúcio, 59’), Estrela, Catrina, Marcelo (Godinho, 45’) e Walter (Dani, 87’) Treinador: Miguel Tavares Paços de Brandão: Zé Manel, Daniel, Baptista, Fábio Ferreira, Cueca, Ramin, Nelson Feiteira, Candeias (Dani, 82’), Fausto (Sá Dias, 63’), Zé Luís e Ratinho (Peixinho, 79’) Treinador: Neto Jogo no Campo do Viso em Macieira de Sarnes Árbitro: Ilídio Matos Assistentes: Vasco Alves e Diogo Silva Cartão amarelo: Nelson Feiteira (45’), Samu (53’), Baptista (84’), Moisés (85’) e Dani (87’)

Diante de um adversário habituado a outros patamares, o Macieirense mostrou a razão de estar nos lugares cimeiros da tabela classificativa, num jogo onde a divisão de pontos se justifica plenamente. Os visitantes entraram melhor na partida, mas a equipa da casa, sempre que chegava à área contrária, causava muito perigo. Aos 8’, Marcelo, sozinho na área, não conseguiu evitar a oposição do guardião Zé Manel e, volvidos 7’, Catrina inventou um grande lance individual, onde passou por vários adversários. Só que, na hora de rematar, foi Marcelo que atirou para o corte

providencial de um adversário na linha de baliza e, na recarga, Walter viu, desta vez, outro defesa impedir a abertura no marcador. À passagem do minuto 30, Moisés assistiu Walter que cabeceou para a baliza, mas, pela terceira vez no encontro, um defesa forasteiro impediu o golo. Apesar do maior domínio por parte do Paços de Brandão, nomeadamente na posse de bola, o Macieirense bateu-se de igual para igual e já justificava estar na frente do marcador. Pouco antes do intervalo, Ratinho, em boa posição, desperdiçou um golo fácil.

O empate justificou-se neste encontro.

No segundo tempo, os visitantes voltaram a assumir as despesas do jogo, mas, do outro lado, estava uma equipa que não facilitou em nada a tarefa ao seu adversário. Em duas ocasiões quase consecutivas, Hugo, com duas enormes intervenções, impediu o golo aos visitantes. Após uma etapa inicial, onde

os locais revelaram-se sempre mais perigosos, nesta segunda parte, os forasteiros, embora através de lances de bola parada, estiveram mais perto de marcar. Num bom encontro de futebol, o empate premeia a atitude e o esforço demonstrados pelas duas equipas ao longo dos 90’. PAULO RUI


22 FORMAÇÃO> GD FAJÕES ESTREIASE NO DISTRITAL DE BENJAMINS

Competição de volta ao Campo das Cruzes O Grupo Desportivo de Fajões (GDF) quebrou, anteontem, o período de inatividade em que se encontrava, desde 2007, tendo voltado às competições. No Campo das Cruzes, em Fajões, o dia 12 de outubro foi de concretização de “uma grande vitória para os diretores, simpatizantes, encarregados de educação dos atletas e patrocinadores do Grupo Desportivo de Fajões”, assinala fonte do emblema. De novo o azul e branco voltou a correr atrás da vitória no Campo das Cruzes, desta feita através dos pés da equipa de benjamins – a primeira nos 39 anos de história do GDF – que milita na série D do Campeonato Distrital. “A atual direção do Grupo Desportivo Fajões tudo fará para que respeitem a coletividade a todos os níveis e trabalhará para repor toda a estabilidade que o Grupo precisa para evoluir”, acrescenta, concluindo: “Para isso precisamos do apoio de todos os fajoenses, e não só, mas queremos que apareçam ao campo, que tragam os vossos filhos. Temos capacidade de evoluir, temos capacidade de formar e todos juntos evoluiremos”. Na página do facebook do clube, escreve-se que “assim começaremos esta nova etapa e renascimento do Grupo Desportivo de Fajões. Esperamos que, daqui a dois ou três anos, possamos estar a competir, taco a taco, com qualquer equipa do nosso calendário, mas agora mais uma etapa do nosso projeto está concluída”. Na segunda jornada, que se cumpre a 19 deste mês, os miúdos de Fajões vão ao terreno do Cortegaça, e a 26 ao do Cesarense. A 02 de novembro recebem o Arada e a 09 visitam o Feirense. A 16 jogam em casa contra o Milheiroense e a primeira volta fecha com a deslocação a Arouca, para jogo contra os ‘Unidos de Rossas’.

Terça-feira, 15 de outubro de 2013

DESPORTO

FUTSAL>CAMPEONATO NACIONAL DA 3.ª DIVISÃO . SÉRIE B

Jogar bem e perder mal Alfredo Pinho

AZAGÃES, 4 LEÕES VALBOENSES, 7 Azagães: China, Bastos, Padeiro, Gigante, Jorge, jogaram ainda: Tiago, Diogo. Treinador: António Jorge. Leões Valboenses: David, Ricardinho, Ricardo, Nandinho, Tomas jogaram ainda Paulinho, Hugo, Bruno, Helinho. Treinador: Miguel Marinho Cartões amarelos: Bastos, Tiago, Padeiro, Jorge, Hugo, Tomas Marcadores: Tiago, Gigante, Jorge (2x), Ricardinho, Ricardo, Bruno, Helinho (3x) Árbitros: Nuno Estrela e José Correia. Cronometrista: Hugo Matos

De regresso a casa para a terceira jornada e com apenas três pontos na bagagem, a turma de António Jorge voltou a facilitar nos últimos instantes, acabando por não vencer novamente. FREDERICO BASTOS

O jogo foi, ao longo de todo o tempo, bem dividido, com uma excelente partida de futsal entre duas equipas muitos equilibradas. Primeiro foi a turma forasteira a inaugurar o marcador, mas,

O jogo começou bem dividido, mas terminou desequilibrado

no mesmo minuto, Jorge fez o empate. A três minutos do final da primeira metade, o Azagães cometeu a sexta falta, um pouco precipitada, e daí nasceu o segundo para os Leões Valboenses. Mas mais uma vez e apenas a 15 segundos do intervalo a equipa do Azagães – após enorme jogada de Jorge – conseguiu fazer o empate por Gigante, deixando a equipa do Azagães descansada.

No segundo tempo, tal como no primeiro, os visitantes adiantaram-se no marcador. Porém, o Azagães teve de seguida a oportunidade de ficar na frente até ao final só que o empate, com o golo de Tiago, e mais um golão de Jorge, não foram suficientes para deixar o Azagães com capacidade para vencer a partida. Nos últimos minutos, já com um enorme desgaste devido a algumas lesões da

equipa do Azagães, as pernas não chegaram para evitar um desnível tão acentuado. Resultado muito desnivela do para o que decorreu no encontro, numa partida onde duas equipas, muito equivalentes e com grande valor, vão ‘dar cartas’ no decorrer deste campeonato. Já a terceira equipa teve alguns erros no encontro, prejudicando sempre (em caso de dúvida) a equipa da casa.

FUTSAL FEMININO> NA DESLOCAÇÃO A ESTARREJA

Pindelo festejou goleada AMUPB FC, 1 PARC, 9 AMUPB FC: Alexandra Pinho; Cristiana Frazão, Ana Teixeira, Fani Lopes, Andreia Resende Jogaram ainda: Filipa Raquel, Cristina Reis, Vera Lopes, Vanessa Costa Treinador: Joaquim Neno PARC: Carolina; Liliana Pinho, Daniela Ferreira, Raquel, Joana Silva Jogaram ainda: Daniela Pinho, Lena, Filipa, Alice, Sílvia, Aida Borges, Tukka Treinador : Hugo Tavares Marcadoras: Raquel (3), Alice (2), Lena, Daniela Ferreira, Aida Borges e Tukka

Ao terceiro jogo do campeonato, a PARC alcançou a primeira As atletas da PARC golearam em Estarreja vitória. Na deslocação a Estarreja, as aurinegras golearam a da tabela classificativa. tada por Hugo Tavares a chegar com naturalidade aos 5-0 AMUPB FC, por uns Dois golos madrugado- ainda antes do intervalo, com esclarecedores 9-1, e res de Raquel e Aida Borges mais dois golos de Raquel e subiram ao sexto lugar deram o mote para o que se um de Lena. seguiria, com a equipa orien-

por duas vezes, Tukka e Daniela Ferreira acentuaram a goleada das pindelenses, perante uma equipa que poucas vezes incomodou a baliza adNa segunda metade, Alice, versária.


DESPORTO Classificações

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HÓQUEI> NO FINAL DA PRÉÉPOCA

Oliveirense volta a vencer Hóquei Académico de Cambra

Na primeira eliminatória, o Valongo não conseguiu superar a Oliveirense.

A Oliveirense venceu o IX Torneio Cidade de Vale de Cambra - Vítor Silva, ao derrotar na final a equipa da cidade anfitriã por 3-0. Num encontro entre vizinhos, o marcador manteve-se inalterado desde o apito inicial até ao intervalo. Só na segunda parte é que os adeptos unionistas puderam gritar golo... e, por três vezes, em reação às boas inter-

venções dos reforços Gonçalo Suissas e Rúben Pereira, tendo ainda Nélson Pereira averbado um para a sua conta. O jogo foi disputado no sábado, após os homens de Nuno Resende terem eliminado, na noite anterior, o Valongo. Tó Silva e Gonçalo Suissas assinaram os tentos que fizeram o 2-0 no marcador final. Na primeira eliminatória, o Cambra ultrapassou o recém-

promovida Hóquei Clube da Mealhada numa partida pejada de golos (8-4). Os golos da equipa da Mealhada foram de Gonçalo Louzada (2), Daniel Costa e Pedro Coelho. Pelo Cambra marcaram Bruno Fernandes (3), Carrais (2), Tomas Castanheira (2) e Viti. No jogo do 3.º e 4.º lugar, que realizar-se-ia também no sábado, a AD Valongo venceu o HC Mealhada por 6-2.

> COIMBRA RECEBE 31.ª EDIÇÃO DA SUPERTAÇA ANTÓNIO LIVRAMENTO

Oliveirense com nova hipótese para conquistar o troféu A cidade de Coimbra vai receber, a 19 de outubro, a partida da Supertaça ‘António Livramento’ de hóquei em patins. No pavilhão multidesportos Dr. Mário Mexia, o Campeão Nacional da 1.ª Divisão – FC Porto – e o vencedor da Taça de Portugal – UD Oliveirense – vão lutar pela conquista da 31.ª edição da competição.

O FC Porto procurará somar a sua 19.ª Supertaça, enquanto a UD Oliveirense irá em busca da sua primeira conquista. Na época anterior, o SL Benfica venceu a prova, derrotando o conjunto de Oliveira de Azeméis no Pavilhão Rota dos Móveis, em Lordelo. Até à hora de fecho da presente edição não foi possível apurar o horário do encontro

FC Porto-UD Oliveirense, da Supertaça ‘António Livramento’. Recorde-se que, a partir da temporada 1998/99, a competição passou a designar-se Supertaça ‘António Livramento’. O FC Porto, com 18 conquistas, é o clube com mais vitórias na prova. Seguem-se SL Benfica (7), OC Barcelos (4) e Sporting CP (1). PUB


24 FORMAÇÃO> DE HÓQUEI

Terça-feira, 15 de outubro de 2013

DISTRITAIS

Juvenis da UDO isolados na classificação No Campeonato Distrital de Juvenis da AP Aveiro/ Coimbra, a Académica veio, no sábado, a Oliveira de Azeméis perder pontos nesta 2.ª jornada, tendo sido derrotada por 6 a 0, permitindo que a UDO esteja isolada na classificação, após ter-se estreado no campeonato com uma vitória por 3-6 na Feira. A turma do CD Cucujães, que também milita neste campeonato, perdeu este fim de semana por 9-5 em casa do Bom Sucesso. Receberá, no dia 19, às 15h00, a turma do Mealhada. Segundo o calendário, os conjuntos unionista e cucujanense encontramse um dia antes: a UDO vai jogar na condição de visitante, no dia 18, às 21h00. Em iniciados, e também para o Distrital, a equipa azul e vermelha perdeu este domingo para o Pesegueiro do Vouga por 1-5. É a segunda derrota que soma, depois de na primeira jornada ter perdido contra o Cenap por 3-0. Já o Cucujães, neste escalão, só abre o ativo no dia 19, no Anadia FC. No caso da UDO, por começar estão ainda os campeonatos nos escalões junior e infantil. Os mais velhos vão no dia 22 jogar a Pessegueiro do Vouga e os mais pequenos abrem o Distrital a receber a Associação Académica de Coimbra a 20 de outubro. O jogo, no Pavilhão Dr. Salvador Machado, iniciase pelas 10h00. ESCOLINHAS> AULAS SÃO AOS SÁBADOS

Escola Livre quer mais miúdos sobre os patins A Escola Livre de Azeméis está a retomar o projeto de Escolinhas, estando a generalizar o convite a todas as crianças que queiram enveredar pelo mundo do hóquei para participarem nas aulas, que se realizam aos sábados, entre as 10h00 e as 12h00, sendo gratuito dos 4 aos 8 anos de idade.

DESPORTO

HÓQUEI EM PATINS> CAMPEONATO NACIONAL DA 2.ª DIVISÃO ZONA SUL

Escola Livre de Azeméis perde em casa do Sintra Alfredo Pinho

H. C. SINTRA, 7 E.L. AZEMÉIS, 1 H. C. Sintra: Rui Carvalho (G. Redes); João Beja (2); Diogo Dias; Nelson Chorincas (2); Paulo dias Jogaram ainda: Vasco Baptista; Fábio Quintinho (2); Gonçalo Ferrão (1); Gonçalo Reis; Escola Livre: Hélder Cereja (G. Redes);Pedro Silva, Ricardo Bastos, José Rodrigues; Bruno Andrade (1) Jogaram ainda: Alexandre Santos, Daniel Gaspar, Vitor Rodrigues; Francisco Almeida Jogo no Pavilhão do H. C. Sintra Árbitro: Jorge Carmona (Lisboa) e Hélder Fernandes (Lisboa) Marcha do marcador: 1ª Parte: 1-0; 2-0; 2ª Parte: 3-0; 4-0; 4-1; 5-1; 6-1; 7-1.

A Escola Livre de Azeméis (ELA) deslocou-se ao pavilhão Pavilhão do H. C. Sintra para disputar a segunda jornada do Campeonato Nacional da 2.ª Divisão Zona Sul.

Os escolares acabaram por ser penalizados pela dupla de arbitragem

num contra-ataque, marcar o 1-0. O resultado não se manteve por muito tempo, tendo os visitados apontado o 2-0, noutro lance de contra ataque, fixando o resultado com que se chegou ao final do meio tempo. Na segunda parte, a ELA continuou a lutar pelo objeNuma primeira parte de tivo, mas foi o Sintra a marum jogo muito rápido os es- car mais um golo. Os escolacolares foram desperdiçan- res continuaram a pressionar, do alguma oportunidades mas o adversário usava semde golo, ao ponto do Sintra, pre a mesma técnica – defen-

der em frente ao guarda-redes, impedindo os Escolares de chegar ao objetivo, e de certo modo fazendo anti-jogo, tendo conseguido chegar aos 4-0. Bruno Andrade, numa jogada bem construída, fez o 4-1. A equipa de Oliveira de Azeméis continuou a acreditar noutro resultado, mas era a equipa da casa que cunhava, chegando assim ao resultado final 7-1. Foi um jogo intenso e algo

HÓQUEI EM PATIN> CUCUJÃES PODERÁ VER AVERBADA UMA VITÓRIA POR 010

Jogo contra o CART cancelado por falta de policiamento A partida da segunda jornada entre a equipa do CART e o Clube Desportivo de Cucujães não se realizou por falta de policiamento.

A falta de policiamento poderá valer ao CART uma derrota por 10-0

CART, Lima Pereira, a não realização surpreende porque Apesar de ter sido provi- existe uma lei publicada em denciada segurança privada, a diário da republica que não dupla de arbitragem quis es- obriga as competições desperar meia hora pela presença portivas não profissionais a ter de elementos da GNR mas, na policiamento. ausência destes, os juízes deA situação já fez a direção clararam na folha de jogo que do clube reagir com indignaeste não se realizou por falta ção, argumentando que o Nade policiamento. cional da Segunda Divisão de Segundo o presidente do hóquei em patins não é pro-

fissional. Apesar disso, existe um regulamento da Federação Portuguesa de Patinagem que apenas permite a terceira divisão nacional de as partidas se realizarem sem policiamento. Citado pela imprensa, Lima Pereira já comentou que “a Federação Portuguesa de Patinagem não pode sobrepor-se a uma lei publicada em Diário da República”. Assim como assim, a equipa de Oliveira de Azeméis deverá ver averbada uma vitória por 0-10, embora o Clube Desportivo de Cucujães prefira esperar pelo comunicado da Federação de Patinagem de Portugal para a validação deste resultado.

incaraterístico, tendo a ELA desperdiçado algumas ocasiões de golo. A dupla de arbitragem penalizou os escolares, anulando um golo, enquanto o H. C. Sintra, assumido pretendente à subida de divisão, optou por não jogar uma partida de hóquei aprazível. Na próxima jornada, a Escola Livre de Azeméis desloca-se ao ringue do H.C. Grândola, com apito inicial às 18h00. > AVENTURA AZEMÉIS 2013

Campeonato Ibérico abre novembro Nos próximos dias 02 e 03 de novembro, irá realizar-se o Raid Aventura Azeméis 2013 - VII Campeonato Ibérico de Corridas de Aventura. Este campeonato constituído por diversas atividades (orientação, BTT, pedestre, canoagem, escalada, manobras de cordas, jogos de cooperação e patinagem) já tem as inscrições abertas, devendo ser efetuadas até dia 29 de outubro. As equipas poderão ter o seguinte número de elementos: Elite - Três elementos + assistência; aventura -três elementos; promoção: dois a cinco elementos.


DESPORTO

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Terça-feira, 15 de outubro de 2013

CAMPEONATO DE VELOCIDADE PORTUGUÊS>PILOTO É NATURAL DE OLIVEIRA DE AZEMÉIS

André Sousa mostra garra e talento no motociclismo André Sousa ‘deu cartas’ na sexta e última prova do Campeonato de Velocidade Português no Autódromo do Estoril. Natural de Oliveira de Azeméis, o piloto correu na classe 125GP pela equipa Racing Nery Monteiro, de Cascais. O desfecho da competição cumpriu-se no passado dia 6 de outubro, numa prova que se antevia muito renhida, pois os títulos ainda não estavam conseguidos nem decididos. Para o oliveirense, uma dificuldade acrescida e agravada pelo facto de no sábado não terem decorrido treinos privados: André Sousa não andava na mota em prova há mais de um mês. O relógio marcava as 08h30 quando se deu a entrada em pista para o warm up, com uma sessão de 20 minutos de treinos livres. O piso estava muito frio e escorregadio, e o piloto só conseguiu rodar poucas voltas para se ambientar ao circuito, pois era a segunda vez que tinha contato com o Estoril.

André Sousa mostrou toda a sua garra e talento no motociclismo.

Pouco depois de dar quatro voltas o motor da mota gripou, obrigando a uma reparação completa, com desmontagem e incorporação de peças novas, desdo o cilindro ao pistão. Mesmo nessas condições conseguiu o terceiro melhor tempo do treino. Na primeira qualificação o piloto fez a rodagem ao material novo na mota: ao fim de quatro voltas de rodagem, a equipa deu ordem para dar o máximo e testar o aquecimento da mota. Infelizmente, nessa volta, o motor voltou a gripar à entrada de um curva e, na sequência do bloqueio da roda traseira, André Sousa sofreu uma queda e ficou

com os tempos comprometidos. Na segunda qualificação, depois da novamente recuperada e devidamente aquecida minutos antes do início, a mota não pegou quando os treinos começaram e não foi possível despistar a origem da avaria a tempo do piloto entrar na qualificação. Por isso, André Sousa viu comprometida a sua posição na grelha de partida, tendo saído na última fila, pois o piloto não deu nem uma única volta na qualificação a poder acelerar. A prova teve início e piloto oliveirense teve uma brilhante corrida de trás para a frente, recuperando mais de 10 lugares e conseguindo terminar na quar-

ta posição, mostrando assim toda a sua garra e talento. André Sousa, conhecido como Cristas, já correra, em 18 de agosto, para o Campeonato de Velocidade Português, no Autódromo Internacional do Algarve. Nas cinco sessões de treinos livres realizadas no sábado anterior o team participou em quatro, tendo perdido uma sessão devido à necessidade de substituir o rolamento do balanço da cambota. Uma avaria pouco vulgar, que trouxe alguma instabilidade àquela que era a quarta prova em que o piloto oliveirense participou e o primeiro contato com o circuito algarvio.

Apesar disso os treinos decorreram razoavelmente bem e o piloto adaptou-se ao circuito. O melhor tempo que marcou foi 2:04.303, o que lhe valeu a quinta posição na grelha de partida. O melhor tempo foi de Fábio Lopes (com 2:02.509, ou seja os cinco pilotos da frente tinham um intervalo de 1.794 segundos). Assim, previa-se uma prova muito disputada, pois seria fácil de imaginar a renhida disputa para o pódio. Logo no início da prova e na primeira volta, André Sousa arriscou tentar passar os quatro concorrentes à sua frente na curva VIP, mas com o toque de um piloto pela sua direita caiu. Com grande determinação levantou-se, pegou a mota e à ordem dos comissários entrou novamente em prova, ainda que sem o vidro da carenagem, parte importante na aerodinâmica, e os comandos torcidos. Foram perdidos cerca de dois minutos. O vento diabólico que pouco depois surgiu de frente, na reta da meta, impossibilitou a mota de ajudar o piloto a recuperar, mas, mesmo assim, André Sousa não desistiu e reconquistou a sua posição inicial da grelha de partida, acabando a prova em quinto lugar.

AUTOMOBILISMO>BASTA O QUARTO LUGAR PARA DUPLA DA ROADGALAXY CONQUISTAR DESAFIO ÚNICO FEUP 3

Rebelo Martins e Tó Zé Ferreira só dependem de si para serem campeões O piloto oliveirense João Rebelo Martins, que faz par com Tó Zé Ferreira na RoadGalaxy, pode sagrar-se campeão no Desafio Único FEUP3. A negra decide-se nos dias 19 e 20 de outubro, no autódromo do Estoril. Será a derradeira prova do campeonato e a dupla, que corre com o Alfa Romeo da Vettra Motorsport, só depende de si para ser campeã: presente em todos os pódios de todas as corridas, lideram o campeonato desde o Grande Prémio da Boavista e apresentam-se com oito pontos de vantagem para os segundos classificados. Assim sendo, os pilotos da Roadgalaxy ne-

realça a vontade de “darmos a todos quanto nos apoiam esta alegria: aos nossos patrocinadores, à Vettra Motorsport, aos nossos familiares e amigos. Alcançámos o objetivo, mas podemos ter mais. Vamos fazer por isso”. A dupla de pilotos da Roadgalaxy corre com as cores da ENI, Fluidotrónica, Powercoaching, Arax Gazzo, Kartódromo de Oiã, Globaz, A dupla da RoadGalaxy pode sagrar-se campeã no próximo fim de semana Norfer, Ambienergy, Cerveja Vadia, Eumel, Ray Just Energy cessitam de um quarto lugar a tarefa não é fácil. Como se corrida difícil”. Drink, Konica Minolta, Págipara se sagrar campeã 2013 tem visto, há sempre seis carO objetivo traçado pela du- nas Coloridas, Molfil e Quindo Desafio Único FEUP 3 ros a lutarem pelo primeiro pla no início do campeonato ta do Estanho, sendo ainda Apesar disso, João Rebelo lugar em todas as corridas, era o de estar na última prova apoiados pelo Moçambique Martins é perentório ao afir- os nossos adversários são de a lutar pelo título. Tal foi al- Motorsport. mar que “nada está ganho e grande nível e prevejo uma cançado, mas Tó Zé Ferreira


26 > MARCHA E CORRIDA

‘Caminhar por Azeméis’ de regresso No âmbito do Programa Nacional de Marcha e Corrida, o Centro Municipal de Marcha e Corrida de Oliveira de Azeméis, dinamizado pela GEDAZ, está a promover o programa ‘Caminhar por Azeméis’. Este programa consiste num conjunto de caminhadas a realizar durante o ano pelas várias freguesias do município de Oliveira de Azeméis. Depois de ter arrancado em maio, as próximas ações são as seguintes: - Caminhada pela Alimentação > 16 de Outubro, 18H30 - Partida: Piscina Municipal de Oliveira de Azeméis; - Caminhada Fajões > 20 de Outubro, 9H00 - Partida: Junta de Freguesia de Fajões; - Caminhada Santiago de Riba-Ul > 27 de Outubro, 9H00 - Partida: Junta de Freguesia de Santiago de Riba-Ul; - Caminhada de Natal > 19 de Dezembro, a confirmar - Partida: Piscina Municipal de Oliveira de Azeméis. > NA ZONA DESPORTIVA DA CIDADE

Corta-Mato Intergeracional de Azeméis 2013 O atletismo marca tradição em Oliveira de Azeméis, por isso, no próximo dia 27 de outubro, irá realizar-se o Corta-Mato Intergeracional de Azeméis. A prova terá inicio pelas 9:00 horas e decorrerá na Zona Desportiva de Oliveira de Azeméis (Piscina Municipal). Os destinatários são os atletas a partir dos 6 anos, quer sejam individuais ou venham em representação de clubes/associações ou de escolas. Todos os participante terão a oferta de um certificado de participação e de uma t-shirt, e os três primeiros classificados de cada escalão serão premiados. As inscrições deverão ser efetuadas até 21 de outubro, na secretaria da Piscina Municipal de Oliveira de Azeméis.

Terça-feira, 15 de outubro de 2013

DESPORTO

FUTEBOL>2.ª DIVISÃO DISTRITAL, SÉRIE B

Pinheirense vence dérbi concelhio e chega à liderança PINHEIRENSE, 3 S. ROQUE, 1 Pinheirense: Nestor; Octávio, Caxana, Diogo (Rafinha, 3’) e Benjamim; Miguel, Fábio e Sérgio; Nuno, Figueiredo (TD, 83’) e Toninho (Pardal, 45’). Treinador: Magalhães S. Roque: Luís; Guedes, Renato, Xavi e Vasquinho; Barbosa, Tiago Pinheiro (Brunito, 81’), Dani (Hugo, 78’) e Sales (Marcelo, 72’); Joel e Diogo Costa (Talheiro, 75’) Treinador: Aurélio Fonseca Árbitro: Hélder Ferreira Auxiliares: Ricardo Melo e Pedro Gonçalves Marcadores: Nuno (10’), Sérgio (75’) e Pardal (80’); Guedes (45’+2)

Num jogo que se adivinhava equiibrado, o Pinheirense venceu sem discussão um S. Roque muito abaixo das suas capacidades.

O conjunto do S. Roque quebrou perante o Pinheirense

FÁBIO RIBEIRO

É verdade que o conjunto da casa é bem mais forte que os adversários que os canarinhos tiveram que enfrentar até agora, mas a falta de vontade que os visitantes mostraram deixou os seus adeptos desolados.

O Pinheirense anulou Dani e isso foi suficiente para o S. Roque começar a jogar um futebol directo e desapoiado, ao contrário do que vinha sendo habitual. Barbosa era o médio de contenção e nunca se impôs, Tiago Pinheiro foi uma nulidade, Renato cometeu erros infantis que não são habituais no central. As únicas vezes que os comandados de Aurélio Fonseca incomodaram Nestor foi quando Dani se sol-

tou da marcação ou quando um dos avançados tentava jogar sozinho. Foi, portanto, sem surpresa, que o Pinheirense bateu por 3-1 uma equipa sem ideias nem raça. O primeiro golo surge de uma perda de bola na pequena área que Nuno aproveitou. Guedes ainda empatou de penalty (depois de Sales falhar outro castigo máximo), mas a ineficácia de Barbosa na luta pelas segundas bolas proporcionou a

Sérgio novo golo. Renato ainda ajudou à festa e isolou Pardal, que foi derrubado por Luís e converteu ele mesmo a grande penalidade. Grande arbitragem de Hélder Ferreira, não permitindo grandes veleidades num jogo que ele próprio tornou fácil de ajuizar. Com esta vitória, o Pinheirense encontra-se no primeiro lugar da tabela classificativa, ao lado do Ovarense e do Macinhata.

> PRAÇA DA CIDADE FOI ‘PALCO’ DE UM TREINO

Minibasket da UDO saiu à rua No passado sábado, o Minibasket da União Desportiva Oliveirense saiu à rua para um treino diferente. Ao longo de toda a manhã, os pequenos atletas e todo o staff do escalão estiveram na Praça da Cidade para mostrar como se faz e,

também, aproveitar para captar novos talentos. Houve também lugar a algumas surpresas, para além de muita animação, “que é assim que o Minibasket deve ser”, enfatiza o clube, para o qual a iniciativa visou tornar “a nossa União ainda maior!”.

Além do desporto, houve muita animação

>TARDE ANIMADA E DIVERTIDA

Olimpíadas Seniores com quase meia centena de participantes A 10.ª edição das Olimpíadas seniores juntou um total de 434 participantes, sendo 422 das 19 freguesias do concelho de Oliveira de Azeméis, entre centros de dia, lares e juntas

de freguesia. Jogos de agilidade e perícia fizeram parte de uma tarde animada e divertida. A iniciativa, que acontece anualmente, tem como objetivo a dinamização da

prática desportiva entre a população idosa dos municípios do Entre Douro e Vouga (EDV), num ambiente saudável, com o intuito de proporcionar momentos lúdicos.

> A 26 DE OUTUBRO

Gala Anual da Columbófila Aveirense A direção da Associação Columbófila do Distrito de Aveiro vai realizar, no próximo dia 26 de Outubro, a partir das 18:00 horas, a sua Gala Anual. O evento decorre na Quinta dos Carvalhos, em Cucujães, e engloba um jantar que tem início às 20:30 horas, depois das formalidades protocolares, que arrancam às19:00. A entrega de prémios está prevista para as 22:00 horas.


GERAL

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Terça-feira, 15 de outubro de 2013

>NA RUA PADRE MANUEL LARANJEIRA PODE FAZER COMPRAS, ENCONTRAR PRODUTOS GOURMET E ATÉ TOMAR CAFÉ

Já abriu o ‘Cantinho da Luzia’ em Loureiro

Na Rua Padre Manuel Laranjeira, em Loureiro, existe o ‘Cantinho da Luzia’ criado a pensar em si...Aqui, o cliente “sente-se como se estivesse em casa”

Já abriu o espaço que, há muito, Loureiro merecia. Agora, na Rua Padre Manuel Laranjeira, pode encontrar tudo aquilo que precisa, a preços verdadeiramente imbatíveis. No ‘Cantinho da Luzia’ pode fazer as suas compras, encontrar produtos gourmet e até tomar um café.

No ‘Cantinho da Luzia’, situado na Rua Padre Manuel Laranjeira (a 500 metros da igreja matriz, mesmo ao lado do talho), os loureirenses e também gentes de outras paragens podem, agora, fazer as suas compras (mercearia, bacalhau, congelados, fruta, legumes, pão de Ul, vinhos, artigos de higiene, etc.), encontrar produtos gourmet, tomar um café ou um sumo natural de laranja, comer um bolinho, uma tosta mista, entre outras coisas… e tudo a preços imbatíveis. Aliás, a ideia é mesmo que haja promoções todas as semanas. Aqui o cliente “sente-se como se estivesse em casa”, “à vontade”, não faltando “os

Luzia Moreira (ao centro), juntamente com o marido e a sua funcionária, são os rostos deste novo espaço que, sem dúvida alguma, marca pela diferença

tapetes à porta” nem “as prateleiras a fazerem lembrar o Chiado, em Lisboa, de há 40 anos”. Luzia Moreira, a proprietária desta loja inédita na freguesia, pensou tudo ao mais ínfimo pormenor, fazendo questão de dar primazia ao que é produzido em Loureiro, de onde é natural, desde os legumes, o mel, etc., e até de dar emprego a quem é da terra. Além dela, o ‘Cantinho da Luzia’ conta com mais uma funcionária, também de Loureiro. Outra aposta, a curto prazo, vai ser a venda de produtos de agricultura biológica, “sem ponta de químicos”. Luzia Moreira quer fazer ver aos clientes que já não é preci-

so sair de Loureiro para encon- o meu marido é que, desde o trar artigos de qualidade a um início, esteve sempre ao meu custo acessível. lado” e a incentivou a investir na economia local, com a aberA concretização de um tura do ‘Cantinho da Luzia’. sonho de há muito A dois meses de completar Aberto todos os dias 40 anos, a jovem empresária O ‘Cantinho da Luzia’ enconvê, assim, “o sonho de ter uma tra-se aberto de segunda-feira a coisa minha” a concretizar-se, sábado, ininterruptamente, das deixando para trás quase 20 07h30 às 19h30 e, também, aos anos de trabalho no Grupo Si- domingos das 08h00 às 12h00. moldes. Faça uma visita e deixe-se tenAs palavras do seu sogro, tar pelos melhores produtos meses antes de falecer vítima aos melhores preços! de um cancro, “mexeram coNão só para encomendas, migo”. Foram como que um mas também para outro qual‘clique’, fazendo-a avançar para quer assunto, os interessados um negócio próprio, apesar podem ligar para o ‘Cantinho de, inicialmente, não ter tido da Luzia’, através do telefone n.º o apoio de toda a família: “Só 256 609 329.

> DIA 19 DO CORRENTE, NO MOSTEIRO DE CUCUJÃES

‘A Missão’ de Ferreira de Castro reeditada e encenada No próximo sábado, 29 de outubro, têm lugar a apresentação da reedição de ‘A Missão’, de Ferreira de Castro, e a representação teatral da sua adaptação, pelo CITEC, no Mosteiro de Cucujães (Acesso: porta ao lado da entrada da igreja). O editor – ‘Cavalo de Ferro’ (Lisboa) - estará presente e disponibilizará este título, esgotado desde há muitos anos, aos interessados. A entrada é gratuita e limitada aos lugares disponíveis. Programa 21h15: Apresentação da nova edição de ‘A Missão / O Senhor dos Navegantes’, por Pedro Calheiros – Universidade de Aveiro 22h00: ‘A Missão’ pelo CITEC – Centro de Iniciação Teatral Esther de Carvalho.

Conceção, dramaturgia e di- habitações em torno deste. reção de Deolindo L. Pessoa. ‘As mesmas letras que nos protegem podem represenA obra tar uma sentença de mor“França, Segunda Guerra te para os homens que ali Mundial: o frade Georges Mounier informa o superior da congregação religiosa a que pertence que, ditado por um imperativo de consciência, tomara a iniciativa de suspender a ordem de pintar a palavra Missão no telhado do convento, que permitiria assinalar o edifício pelo ar aos bombardeiros alemães. Porém, tal iniciativa equivaleria igualmente a denunciar o edifício semelhante ao lado, antigo convento de freiras transformado em fábrica que contribuía para o esforço de guerra francês, pondo em risco a vida dos operários e das famílias que viviam nas

trabalham’, explica o frade ao superior, desencadeando um aceso debate sobre a decisão mais correta: a de conservar a neutralidade da

Missão ou a de salvar vidas, colocando-se ao serviço de umas das partes do conflito. O desfecho será inesperado”.

DOUTORAMENTO

No passado dia 04 de outubro, após anos de esforço, entrega e dedicação, defendeu Tese, concluindo com êxito (Aprovada c/ Distinção e Louvor por Unanimidade) o seu doutoramento em Bioquímica, pela Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra, conjuntamente com a Faculdade de Ciências Biomédicas da Universidade de Lund (Suécia). Tânia Raquel de Magalhães e Silva Seu pais, noivo, irmão e cunhada, avós e tios orgulhosos, felicitam a sua ‘MENINA’, expressando-lhe os mais calorosos votos de sucesso na sua vida futura. PARABÉNS / CONGRATULATIONS

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Terça-feira, 15 de outubro de 2013

Necrologia/pub.

6.º Aniversário Lutuoso - 14/10/2013 Francisco Sousa

13.º Aniversário Lutuoso - 18/10/2013 Deolinda Monteiro Barbosa

Querido paizinho, avó e bisavô, há seis anos que partiste Para junto do Senhor... Pela passagem de mais um aniversário sobre o falecimento de Francisco Sousa, seus filhos, netos e bisnetos, que o adoram com amor, recordam-no com muitas saudades. Saudades

Querida mãe, já partiste há 13 anos... Longe ou perto de ti, estamos sempre a recordar-te, mas estás à beira de Jesus, onde um dia te iremos encontrar Sua filha Maria Joaquina, genro e netas recordam, com profunda saudade, este seu ente querido. Comunicam que a missa de aniversário lutuoso se celebra no dia 18 de outubro, pelas 18h00, na capela de Santo António, em Silvares, Macinhata da Seixa.

5.º Aniversário Lutuoso - 13/10/2013

Fernando Soares de Almeida - 85 Anos

- Cucujães -

Isolina Rosa de Oliveira - Picoto-Cesar -

Pela passagem do 5.º aniversário lutuoso de Isolina Rosa de Oliveira, suas filhas, netos e bisnetos recordam, com eterna saudade, este seu ente querido.

- Macinhata da Seixa -

- Rua D. Manuel II-Carregosa -

Sua família vem, por este meio, agradecer a todas as pessoas que se dignaram tomar parte nas cerimónias fúnebres realizadas em Carregosa, no passado dia 11 de outubro, ou que, de outra forma, se lhe associaram na dor. Renova profunda gratidão pelas presenças amigas na liturgia de 7.º dia, em sufrágio pela sua alma, que será celebrada na igreja matriz de Carregosa, no próximo dia 25 de outubro, pelas 19h30. Funeral a cargo de Alcino & Filho, Serviços funerários e lutuosos www.alcinoefilho.com tel: 256412007 – 917571219

João Ferreira da Silva (Tarrelo) - 75 Anos

- Natural de P. Bemposta-Residente em Albergaria-a-Velha Suas filhas, genros e netos vêm, por este meio, agra­decer a todas as pessoas que se dignarem tomar parte nas ce­ri­mó­­­­ni­as fúnebres rea­lizadas hoje, 15 de outubro, pelas 17h00, na igreja matriz de Albergaria-a-Velha, ou que, de outra forma, se lhes associaram na dor. Reno­vam profunda gratidão pelas presenças amigas na litur­gia de 7.º dia, em sufrágio pela sua alma, que se celebra no próximo dia 24, pelas 18h30, na igreja de Albergaria-a-Velha.

Almerindo Jesus Borges - 69 Anos

- Faria de Baixo-Vila de Cucujães Sua esposa, filhos, nora, genros e netos vêm, por este meio, agra­ decer a todas as pessoas que se dignaram tomar parte nas ce­ri­ mó­­­­ni­as fúnebres, ou que, de outra forma, se lhes associaram na dor. Reno­vam profunda gratidão pelas presenças amigas na litur­ gia de 7.º dia, em sufrágio pela sua alma, que se celebra, sextafeira, dia 18 de outubro, pelas 19h00, na igreja de Cucujães.

Funerária Cristino Ld.ª - Santiago de Riba-Ul - Telf.: 256 682 451 * Telm.: 919 697 374

Funerária Cristino Ld.ª - Santiago de Riba-Ul - Telf.: 256 682 451 * Telm.: 919 697 374

Adelaide Cabral - 93 Anos

Maria Rosa Pereira David - 82 Anos

A família de Adelaide Cabral, sensibilizada e reconhecida com todas as provas de carinho e pesar recebidas aquando do seu falecimento e missa de 7.º dia.

A família de Maria Rosa Pereira David, sensibilizada e reconhecida com todas as provas de carinho e pesar recebidas aquando do seu falecimento e missa de 7.º dia.

(F. 06-10-2013) - Palmaz-Oliveira de Azeméis -

(F. 07-10-2013) - Oliveira de Azeméis -

Funerária José Pina Lda. - Praça José da Costa nº 107 – 3720-217 -Oliveira de Azeméis - R. Visconde n. 2259 3700-269 S. João da Madeira - Tel. 919743670 e 256682116 - E-mail: funerariajosepina@hotmail.com

Avelino Alves de Oliveira - 80 Anos - Lugar dos Prados-Pinheiro da Bemposta -

Sua esposa, filhos, nora, genro, netos e demais família agradecem, reconhecidamente, a todas as pessoas que acompa­ nharam as cerimónias fúnebres, ou que, de outra forma, lhes manifestaram o seu pesar, assim como na missa de 7.º dia, que será celebrada sábado, dia 19 de outubro, pelas 17h00, na igreja matriz de Pinheiro da Bemposta. Agência Funerária Beira-Mar – Rua Conde Santiago de Lobão, n.º 230 – Oliveira de Azeméis Filial: Rua S. João Baptista (Lugar da Igreja) Loureiro – Telf.: 256 682 905 * Telm.: 917 533 018 (24 horas)

MUNICÍPIO DE OLIVEIRA DE AZEMÉIS

ASSEMBLEIA MUNICIPAL Secção de Atas e Apoio aos Órgãos Municipais EDITAL Dr. Jorge Manuel Freitas Oliveira e Silva, presidente da Assembleia Municipal de Oliveira de Azeméis: Faz público, em cumprimento do disposto nos n.º s 1 e 2 do artigo 43.º da Lei n.º 169/99 de 18 de Setembro, na redacção da Lei n.º 5-A/2002 de 11 de Janeiro, que a ­instalação da nova Assembleia Municipal, resultante do ato eleitoral realizado em 29 de Setembro de 2013, terá lugar no próximo dia 19 de Outubro, pelas 09h30m, no Cine-Teatro Caracas, pelo que deverão os cidadãos eleitos para aquele Órgão comparecer no local e dia indicados, fazendo-se acompanhar do respetivo Bilhete de Identidade/Cartão do Cidadão. Para os devidos efeitos se publica o presente edital que vai ser também afixado nos lugares de estilo. Oliveira de Azeméis, 08 de Outubro de 2013 O PRESIDENTE DA ASSEMBLEIA MUNICIPAL (Jorge Manuel Freitas de Oliveira e Silva, Dr.) CA n.º 4527 (15/10/2013)

Funerária José Pina Lda. - Praça José da Costa nº 107 – 3720-217 -Oliveira de Azeméis - R. Visconde n. 2259 – 3700-269 S. João da Madeira - Tel. 919743670 e 256682116 - E-mail: funerariajosepina@hotmail.com

Gormandina dos Santos - 95 Anos

- Rua Nossa Senhora do Livramento-Loureiro Sua filha, genro, netos, bisnetos e demais família, profundamente sensibilizados, vêm, por este meio, agradecer, reconhecidamente, a todas as pessoas que se dignaram incorporar-se no funeral da saudosa extinta, realizado no dia 12 de outubro, ou que, de outra forma, lhes manifestaram o seu pesar. Para todos a sua profunda gratidão.

MUNICÍPIO DE OLIVEIRA DE AZEMÉIS

ASSEMBLEIA MUNICIPAL Secção de Atas e Apoio aos Órgãos Municipais EDITAL Dr. Jorge Manuel Freitas Oliveira e Silva, Presidente da Assembleia Municipal de Oliveira de Azeméis: Faz público, em cumprimento do disposto nos n.ºs 1 e 2 do artigo 43.º da Lei n.º 169/99 de 18 de Setembro, na redacção da Lei n.º 5-A/2002 de 11 de Janeiro, que a instalação da nova Câmara Municipal, resultante do ato eleitoral realizado em 29 de Setembro de 2013, terá lugar no próximo dia 19 de Outubro, pelas 09h30m, no CineTeatro Caracas, pelo que deverão os cidadãos eleitos para aquele Órgão comparecer no local e dia indicados, fazendo-se acompanhar do respetivo Bilhete de Identidade/Cartão do Cidadão. Para os devidos efeitos se publica o presente edital que vai ser também afixado nos lugares de estilo. Oliveira de Azeméis, 08 de Outubro de 2013 O PRESIDENTE DA ASSEMBLEIA MUNICIPAL (Jorge Manuel Freitas de Oliveira e Silva, Dr.) CA n.º 4527 (15/10/2013)

Agência Funerária Resende, Lda. - Tlf. 256 502 200 - Tlm. 918 684 233 - 919 764 922

GESTOR DE TRÁFEGO (M/F)

Empresa de Transportes Rodoviários de Mercadorias localizada na região de Aveiro pretende reforçar os seus quadros na área de Gestão de Tráfego Internacional. Perfil: - Pessoa dinâmica, com idade até 35 anos, com espírito de e­quipa e capaz de trabalhar sob pressão; - Licenciatura em Gestão, Marketing ou Economia ou experiência comprovada na atividade serão fatores preferenciais; - Domínio da Língua Inglesa, falada e escrita, e conhecimento de outra língua estrangeira; - Boa capacidade de comunicação, negociação e argumentação; - Bom relacionamento interpessoal; - Boa capacidade de gerir conflitos; - Orientação para o cliente e resultados; - Conhecimentos de Informática na ótica do utilizador; - Conhecimento de legislação relevante para a atividade; Funções: - Planeamento e coordenação de Transportes Internacionais (Import/Export) e respetivos procedimentos administrativos; Condições: - Dependendo de experiência profissional e do CV

Respostas para: recrutamento_transportes@sapo.pt


SAÚDE E BEMESTAR

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Terça-feira, 15 de outubro de 2013

Litíase: Consumo de água e alterações na dieta são fundamentais para a prevenção TOMÉ LOPES*

desde que a doença é detetada até ao resto da vida. A litíase é um dos temas que, recentemente, estiveram em debate no Congresso da Associação Portuguesa de Urologia, no Centro de Congressos do Algarve, em Vilamoura. Para mais informações consulte: www. apurologia.pt. * PRESIDENTE DA ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE UROLOGIA

“As minhas articulações estão boas e posso praticar exercício físico!” “Caminho como se nunca tivesse tido problemas nas articulações e até pratico Pilates”, diz Deolinda Godinho, de 66 anos de idade. “Não posso acreditar como as minhas articulações estão novamente boas.” O seu médico e o seu fisioterapeuta falaram-lhe no BioActivo Glucosamina Duplo com glucosamina, condroitina e vitamina C e sugeriram que experimentasse o suplemento que apoia a normal formação de colagénio. Olhando para trás, Deolinda está contente por ter seguido o conselho. Melhoria da qualidade de vida Antes de ter descoberto o suplemen-

to, as suas articulações não estavam em bom estado. BioActivo Glucosamina Duplo contribui para a normal formação do colagénio que, por sua vez, é importante para a cartilagem das articulações, ossos e vasos sanguíneos. Foi isso que levou Deolinda a experimentar o suplemento. “Sem dúvida que senti óptimos resultados. A minha qualidade de vida melhorou!”, refere satisfeita.

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“Este suplemento contribuiu para a melhoria da qualidade de vida. Posso caminhar e até praticar Pilates”, comenta Deolinda que seguiu o conselho do seu fisioterapeuta que lhe falou na glucosamina e condroitina. Publicidade

BioActivo Glucosamina Duplo* actua do seguinte modo: • apoia a formação do colagénio e, assim; • fornece elasticidade e resistência à tracção nas articulações • apoia o funcionamento de ossos e cartilagens BioActivo Glucosamina Duplo – a combinação documentada de sulfato de glucosamina e condroitina. * BioActivo Glucosamina Duplo contém vitamina C que contribui para a normal formação de colagénio para funcionamento normal das cartilagens.

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A litíase urinária, também designada por urolitíase, é uma doença crónica e estima-se que afete uma em cada 100 pessoas, em especial os indivíduos do sexo masculino. Surge, sobretudo, ligada à formação de cálculos renais, vulgarmente, designados pedras nos rins. Cerca de 80% dos indivíduos elimina a pedra espontaneamente, juntamente com a urina, mas 20% necessita de alguma forma de tratamento. A formação dos cálculos urinários é uma disfunção metabólica crónica, ou seja, uma vez formado um primeiro cálculo, é frequente a formação de novos cálculos, mesmo depois de removido o primeiro. Estima-se que cerca de 50% dos doentes não tratados, aos quais foi diagnosticado um cálculo urinário, irá desenvolver um novo cálculo cinco a dez anos depois. A permanência de cálculos no aparelho urinário pode não causar qualquer sintoma, se estes forem inferiores a 2mm ou, pelo contrário, cálculos com diâmetro superior a 3mm podem desencadear sintomas muito intensos, como cólicas renais e complicações clínicas graves, que podem culminar em insuficiência renal crónica. As complicações tardias mais frequentes da litíase urinária são a pielonefrite, uma infeção da árvore pielocalicial e dos tecidos renais e a hidronefrose, uma acumulação tão significativa de urina nas vias urinárias que acaba por impedir a atividade renal. Ambas as complicações, caso não sejam tratadas em tempo útil, conduzem a uma deterioração dos rins e, consequentemente, a insuficiência renal crónica. Beber água em abundância - pelo menos, dois litros por dia - controlar o consumo de leite e derivados, de farinha, sardinhas e frutos secos são algumas das formas de prevenção. Deve moderarse, igualmente, o consumo de carnes vermelhas, alimentos em conserva, marisco, grão, café, chocolate e bebidas alcoólicas. O diagnóstico de litíase urinária é feito pelo médico urologista, que determina o tipo de tratamento mais adequado. Em 80% dos casos, o reforço hídrico e as alterações na dieta permitem evitar ou reduzir, significativamente, a formação de novos cálculos. Só nos casos mais graves se torna necessário recorrer à extração dos cálculos através de cirurgia, ultra-sons ou raios laser. A litíase exige um “compromisso vitalício” na realização dos tratamentos prescritos, dado que a prevenção deve ser feita continuamente

18-09-2013 11:01:35


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Necrologia/pub.

Terça-feira, 15 de outubro de 2013

10.º Aniversário Lutuoso - 08/10/2013

4.º Aniversário Lutuoso - 13/10/2013

Albino Gomes Monteiro

Cláudio Vieira Lopes - Cucujães -

O valor das pessoas não se mede pelo tempo que duram, mas sim pelo significado que têm na nossa vida

- Figueiredo-Santiago de Riba-Ul Pede um pouco por todos, por quem deixaste a chorar Que nós, aqui, todos juntos Continuaremos a te amar

Pela passagem do 4.º aniversário lutuoso de Cláudio Vieira Lopes, sua esposa e filhos recordam, com profunda e eterna saudade, este seu ente querido. Mandam celebrar missa em sufrágio pela sua alma no próximo dia 17 de outubro, pelas 19h00, na capela de Santa Luzia (Cucujães).

Pela passagem do 10.º aniversário lutuoso de Albino Gomes Monteiro, sua esposa, filhos e demais família recordam, com profunda e eterna saudade, este seu ente querido.

5.º Aniversário Lutuoso - 18/10/2013 Maria Ascenção Tavares Gomes

11.º Aniversário 1.º Aniversário Lutuoso - 13/10/2013 Lutuoso - 22/10/2013

- Adães-Ul -

David Maria Celeste Lourenço de Moreira da Pinho Silva

Pede um pouco por todos, por quem deixaste a chorar Que nós, aqui, todos juntos continuaremos a te amar Pela passagem do 5.º aniversário sobre o falecimento de Maria Ascenção Tavares Gomes, seu marido e filhos recordam-na, com profunda e eterna saudade. Mandam celebrar missa em sufrágio pela sua alma, no dia 19 de outubro, pelas 17h30, na igreja matriz de Ul.

- Nogueira do Cravo -

Imenso tempo já passou Muito mais passará Sem vocês junto de nós Mas sempre nos nossos corações

8.º Aniversário Lutuoso - 19/10/2013

Moisés Henriques de Almeida -Oliveira de Azeméis -

No dia em que se completa o 8.º aniversário lutuoso sobre o falecimento de Moisés Henriques de Almeida, sua esposa, filhos, nora, netos e genros recordam, com profunda e eterna saudade, este seu ente querido.

Vossa família recorda-vos, com profunda e eterna saudade, comunicando que será celebrada missa pelas vossas almas no próximo dia 20 de outubro, pelas 10h30, na igreja matriz de Nogueira do Cravo. 8.º Aniversário Lutuoso - 21/10/2013

11.º Aniversário Lutuoso - 20/10/2013

Paulo Sérgio Ferreira Dias

António Oliveira e Silva

- Oliveira de Azeméis Longe ou perto de ti, estamos sempre a recordar Estás à beira de Jesus, onde um dia te iremos encontrar No dia em que se completa o 8.º aniversário lutuoso sobre o falecimento de Paulo Sérgio Ferreira Dias, sua esposa, filha e sogros recordam, com profunda e eterna saudade, este seu ente querido. Mandam celebrar missa em sufrágio pela sua alma, no próximo dia 21 de outubro, pelas 19h30, na igreja de Oliveira de Azeméis.

-S. Martinho da Gândara Longe ou perto de ti, estamos sempre a recordar Estás à beira de Jesus, onde um dia te iremos encontrar No dia em que se completa o 11.º aniversário lutuoso sobre o falecimento de António Oliveira e Silva, sua esposa, filhos, nora, genro e netos recordam, com profunda e eterna saudade, este seu ente querido. Mandam celebrar missa em sufrágio pela sua alma, no próximo dia 20 de outubro, pelas 08h15, na igreja de S. Martinho da Gândara.

MANUEL AUGUSTO ESTEVES RAPOSO NOTÁRIO DE ESTARREJA JUSTIFICAÇÃO

Certifico, narrativamente, para efeito de publicação, que por escritura de Justificação, lavrada em quatro de Outubro de dois mil e treze, no Cartório Notarial do Notário Ma­ nuel Augusto Esteves Raposo, sito na Rua Manuel Lopes Rodrigues, n.º 6, nesta cidade e concelho de Estarreja, e exarada a folhas 94, e seguintes do livro de notas para escrituras diversas com o número 103 – E, Maria Emília da Silva Petiz Marques, NIF 161 431 879, viúva, natural da freguesia de Loureiro, concelho de Oliveira de Azeméis, onde reside na Rua Dr. António Maria, número 641, que intervém na qualidade de cabeça de casal da herança ­aberta por óbito de seu falecido marido, JOAQUIM SOARES FIRME CRAVO, e por aquela herança não possuir título formal que legitime o seu direito, invocou a aquisição por usucapião a favor dos herdeiros daquele Joaquim Soares Firme Cravo, do seguinte bem imóvel, sito na freguesia de Loureiro, concelho de Oliveira de Azeméis, do qual são donos e legítimos possuidores, com exclusão de outrém e em comum e sem determinação de parte ou direito: Cinquenta mil e cinquenta e cinco de cem mil avos do PRÉDIO URBANO composto de casa de habitação, de dois pavimentos, pátio e quintal, sito em Feital, com a superfície coberta de cento e seis metros quadrados e descoberta de mil e duzentos metros quadrados, a confrontar do norte com caminho, do sul com Herdeiros de Joaquim Soares Firme Cravo, do nascente com Manuel da Silva Petiz e do poente com José Gonçalves, inscrito na matriz respetiva, a fracção indivisa de cinquenta mil e cinquenta e cinco de cem mil avos em nome de António Marques e a fracção indivisa de quarenta e nove mil nove-

centos e quarenta e cinco de cem mil avos em nome da herança daquele Joaquim Soares Firme Cravo, sob o artigo 392. Está conforme ao original. Estarreja, quatro de Outubro de dois mil e treze. O NOTÁRIO: (Manuel Augusto Esteves Raposo) Conta registada sob o n.º 2118 C. A. n.º 4527 de 15/10/2013

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43.º Aniversário Matrimonial - 17/10/2013 Manuel Nunes Maria Alice Azevedo Soares

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Pela passagem do 43.º aniversário matrimonial de Ma­ nuel Nunes e Maria Alice Azevedo Soares, seus filhos e netos desejam-lhes muitas felicidades. Parabéns!

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Terça-feira, 15 de outubro de 2013

TRIBUNAIS E POLÍCIA

>ACUSADO DE NEGLIGÊNCIA GROSSEIRA

“Travei, mas não consegui evitar o embate” O condutor, acusado de negligência grosseira por ter atropelado mortalmente um ciclista alcoolizado e caído na estrada, alegou ter sido encadeado por sinais de luzes. DIANA COHEN

O arguido no caso do atropelamento de um homem que estava embriagado e deitado na estrada, em Loureiro, disse, em tribunal, que não conseguiu ver a vítima, porque foi encadeado por sinais de luzes. O automobilista, motorista de profissão, de 59 anos, acrescentou que, tendo o seu campo de visão sido limitado “para a frente”, só viu “o vulto a quatro ou cinco metros de distância”. Nesse momento, travou e desviou-se “o máximo

O arguido afirmou, em Tribunal, não ter conseguido ver a vítima.

para a direita”. “Mas não conse- indica, a tentar levantar-se. gui evitar o embate”, recordou. Em fevereiro passado, quase um ano depois do sinistro, Caído na faixa de rodagem o Ministério Público deduziu O acidente ocorreu no dia 22 acusação contra o condutor, de março de 2012, na Rua Padre imputando-lhe a prática de um Manuel Laranjeira. O automobi- crime de homicídio por nelista, motorista de uma empresa gligência grosseira. Concluiu de distribuição de encomendas, que, quando outros automobiatropelou um ciclista que estava listas tentaram avisá-lo, através caído na faixa de rodagem, tudo de gestos e sinais luminosos, o

arguido deveria ter previsto a possibilidade de vir a encontrar um obstáculo na estrada e imobilizar “de imediato a marcha”. No despacho surge, também, mencionado que o homem desrespeitou “as regras mínimas de prudência e cuidado na condução estradal, sobretudo à hora em causa [cerca das 20 horas], necessária para evitar

acidentes graves”. E que o pavimento da estrada estava em bom estado e existia iluminação pública, “embora de reduzida intensidade”. Testemunhas ouvidas na primeira sessão do julgamento contradisseram esta versão, ao referirem que o local estava de tal forma mal iluminado que seria difícil uma travagem atempada por parte do autor do atropelamento. A vítima, Silvino Neves, de 53 anos, que acusou uma taxa de alcoolemia de 3.24 g/l, ficou em estado muito grave, tendo sofrido lesões internas que viriam a resultar na sua morte, ao 30.º dia de internamento no Hospital de S. Sebastião, em Santa Maria da Feira. No processo consta uma contestação do arguido, em que este garante ser um condutor prudente e assegura que não circulava a uma velocidade superior a 50 km/h. A família de Silvino Neves pede uma indemnização de cerca de 200 mil euros. PUB


15 10 2013