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Edição 199 - Ano 4

Sexta-feira, 02 de dezembro de 2016

Sexta-feira, 02 de dezembro de 2016 - Ano 4 - Edição 199 - Santa Rosa de Viterbo / São Simão / Cajuru / Tambaú

Nando, prefeito eleito de Santa Rosa e Dr. Renato reúnem-se com futuros assessores

Prefeito eleito de Santa Rosa, vice Dr. Renato e futuros assessores, reuniram-se dia 26.11

Tambaú

Circuito Caminho da Paz será lançado em dezembro. Tambaú faz parte do circuito.

Na coluna DISCORDÂNCIA, de Mário Feitosa: O machismo precisa acabar, mas primeiro em nós mesmos!

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COLUNA DO BEM

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O JOGO E A VIDA

por João de Bem jotabem@bol.com.br Facebook: João de Bem O desastre contabilizando 76 mortes com a queda do avião que transportava a equipe de futebol da Chapecoense apresenta pontos de reflexão sobre fatores, que no tempo sequenciado contribuíram para a tragédia já consumada. O goleiro Danilo que proporcionou a ida da Chapecoense às finais, ainda durante as oitavas, não está entre os sobreviventes. Talvez, se adivinhasse ou tivesse alguma premonição, não teria defendido aqueles quatro pênaltis e, mais na frente, não teria evitado aquele gol na partida contra o São Lorenzo. De fato não há, ainda, quem ou o quê possa prever o futuro. Caso houvesse previsão não haveriam acidentes transformados em tragédias com elevado número de mortos. Muitos de nós, em momentos de introspecção, direcionamos pensamentos voltados ao questionamento sobre o absoluto sentido da existência humana e a razão prática de estar na forma corporal atrelada ao tempo, desde a concepção até a morte. Particularmente, na idade que estou isso se torna cada vez mais frequente, o que me faz produzir textos com essa temática. O que parece normal seria nos conformar com as leis que regem a vida, deixar pra lá, admitir que seja isso mesmo – seres nascem, vivem, morrem e ponto final. Não deveríamos ir atrás de respostas, as quais muitos estudiosos foram e continuam pesquisando, sem êxito. Menos para os criacionistas, praticantes religiosos aqueles que admitem a criação em todas as suas manifestações, inclusive a humana, a uma divindade absoluta! Então – questionar e querer saber o significado de existirmos e qual nosso papel, na consolidação do projeto cósmico, é parte da capacidade intelectual incorporada ao mecanismo biológico denominado cérebro. Isso se intensifica quando ocorrem acidentes da natureza desse envolvendo o time da Chapecoense. O impactante – a morte em determinadas circunstâncias! O que nos impressiona em relação ao fato inevitável? A visibilidade na mídia, o contingente atingido e o tempo de vida de cada envolvido no desastre – como esse que matou quase todos os passageiros e tripulantes do avião da LAMIA. Estaria contemplado no projeto

elaborado pelos profissionais da engenharia celeste o acontecimento em questão? Se for, toda a trajetória do time, desde a fundação, deve ter sido planejada para objetivar – no tempo presente – o impacto emocional do fato sobre os que vivem no planeta... Não, não deve ser isso. Não há como justificar, por mais que queiramos, olhando por esse ângulo. Seja lá o que for o fato está aí com repercussão mundial. Talvez por um breve período no entorno temporal desse acontecimento, nosso comportamento possa ficar mais reflexivo com relação a atitudes impetuosas no relacionamento com nossos pares, viajantes cósmicos. A vida não tem preço – por não haver retorno desta no tempo que a criou! É possível que haja volta do ser, mas em outro tempo. Mas aí é outra questão. O fato é que precisamos ter melhor relacionamento social enquanto vivos, evitando contrariedades, trabalhando melhor o lado solidário, exercitando as virtudes, não só em função de fatos impactantes, mas sim, diariamente no que durar a vida. Como não conseguimos ainda prever o futuro, o melhor que temos a fazer é

prevenir, porque remediar não é possível em casos como esse que desencarnou precocemente setenta e seis viajantes, com projetos de vida por completar no tempo terrestre! Nada que se faça agora poderá reconduzir a vida àquelas pessoas!

Homenagens, indenizações ás famílias, tudo isso não se reflete em ressuscitação daqueles que foram pra sempre do tempo! Evidente que o tempo de vida é finito, mas a morte não é tão impactante quando ocorre naturalmente! Expediente: Direção Geral Jaqueline L. de Bem contato - (16)98169.1340 - Tim contato - (16)99145.9920 - Claro email - cidadeemfocosrv@gmail.com Jornalista responsável: Alexandre Xavier - MTB: 26.599 Tiragem: 4 mil exemplares Jaqueline Lasarete de Bem - ME CNPJ: 06.024.399/0001-27 Impressão: - Gráfica Primeira Página Colaboradores: Adriana Tempesta - Tecnologia André Nader - Diversidade Cecília Pacheco - Cartórios Cristina Yasbek - Culinária Humberto Figueiredo - Segurança Isadora V. de Melo - Movimento Certo Jaquelina Orlando - Pet Mania João de Bem - Coluna do Bem Jucimara Pauda - Cultura em Pauta Mario Feitosa - Discordância Rogério Moscardin - Cidade Melhor Tais Basso - Conta Certa A opinião dos colunistas não representa, necessáriamente, a opinião do jornal.


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Discordância Mario Feitosa - Um baixista, um baixo, p... baixo, um poeta, escritor, compositor, aristotélico, o cara da TI, factótum, "barbieri di Siviglia", exmarido, ex-vocalista, ex-religioso, enfim, um ex-quisito. Me decifra ou te devoro, tal Caetano!... Leia mais em www. covildadiscordia.com.br/author/mariofeitosa/ © Covil da Discórdia

No 25 de Novembro, celebramos mais uma vez o Dia Internacional da Não-Violência Contra a Mulher. Desde 1999 essa data marca o esforço por extinguirmos a violência de gênero pelo mundo.

país de esmagadora maioria cristã. A Bíblia, o livro fundamental da espiritualidade e moral do cristianismo, possui alguns ensinamentos terrivelmente esclarecedores a esse respeito. Vejamos alguns:

No entanto, nesses dezessete anos, desde a instituição da celebra“E à mulher (deus) disse: Multição, será que tivemos algum avanço plicarei grandemente a tua dor, e a na questão? tua conceição; com dor darás à luz filhos; e o teu desejo será para o teu De fato, tivemos. Após 2006, marido, e ele te dominará.” (Gênesis com a promulgação da lei nº 11.340, 3:16) a Lei Maria da Penha, o índice de feminicídios deixou de crescer ab“O homem não deve cobrir a casurdamente, porém manteve-se com beça, visto que ele é imagem e glória números ainda assustadores, segun- de Deus; mas a mulher é glória do do dados da ONU. homem. Pois o homem não se originou da mulher, mas a mulher do No entanto, enquanto analisamos homem; além disso, o homem não os dados, uma coisa se torna patente: foi criado por causa da mulher, mas a violência direcionada à mulher é a mulher por causa do homem.” (1 causada por inimigos muito íntimos, Coríntios 11:7-9) e não completos desconhecidos, como seria de se esperar. “Mulheres, sujeitem-se a seus maridos, como convém a quem está No período 2009-2011, foram no Senhor.” (Colossenses 3:18) registrados 1.690 feminicídios, que, em 40% dos casos, foram praticados Não apresento esses versículos por parceiros das vítimas (segundo buscando uma discussão religiosa. dados do IPEA 2014). Muito pelo contrário. Ora, como podemos compreenTrago aqui, verdadeiramente, der a situação, percebendo que pra- para expor o modelo de pensamento ticamente a metade dos feminicídios que forma e rege o pensamento Ocido período recai sobre parceiros? dental, com mais ou menos força, expondo realidades que, ainda que Não é fácil, coloquemos assim, consciente, nos “programam” a permas é simples, e basta viajarmos no petuar crueldade e violência: o matempo, analisando os alicerces de chismo estrutural e o sentimento de nossa construção cultural, enquanto posse em relação à parceira.

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O machismo precisa acabar, mas primeiro em nós mesmos!


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Reflitam comigo, especialmente os homens, qual é a motivação para o ciúme senão o entendimento de que o outro alguém é “seu”? O que é o ciúme senão avareza direcionada a pessoas? E qual seria a reação iracunda do sentimento de posse, quando essa está sob ameaça, senão a reafirmação dela? E qual é a máxima expressão do “poder” de possuir senão o direito de destruir? Quando um homem agride sua parceira, não existe alienação de personalidade, como quando o faz um desconhecido. Há, no entanto, toda a bagagem emocional e experimental, de convivência, de expectativas, de humanidade, próprios de uma relação afetiva entre duas pessoas. Há o máximo nível de manifestação da crueldade, atacando alguém que, supostamente, espera-se que se ame.

O machismo promove os estu- de protetores de nossas parceiras, pros, assassinatos, moléstia, objetifi- utilizamos da confiança e da segucação, mas também promove a nossa rança de nossos lares para violentar? distorção de realidade com relação Como ensinaremos os meninos a mesmo às mulheres que “amamos”. serem homens se nós mesmos ainda O machismo existe, e é forte, Não querendo estender ainda não aprendemos? E, se não os ensienraizado. Ele nos faz, enquanto ho- mais, peço uma profunda reflexão, e, narmos, quem vai proteger nossas mens, acreditar sermos superiores com ela, encerro: filhas e netas de homens como nós, em relação às mulheres, ainda que quando não mais estivermos aqui? Como será possível extinguirmos não exista uma única motivação em Se não nós, quem vai ser o priqualquer campo do pensamento que a violência executada pelos desconhecidos, se nós, que nos gabamos meiro a compreender, definitivapossa justificar.

mente, que somos todos iguais, enquanto seres humanos, acabando de vez com esse veneno chamado machismo?

O machismo precisa acabar, mas, primeiro, precisa acabar em nós mesmos! ------------------------------------------------------------------------------


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CARTÓRIOS

TECNOLOGIA

Cecília Pacheco Registradora de Imóveis

por Adriana Tempesta Visual Midia

Poemas Mensais ISAURA CAMINHAS FASCINI: A FELICIDADE ESTÁ DENTRO DE NÓS “A Luz vem ao mundo não para zombar das trevas, mas para iluminá-las.”

Por vezes, mesquinhos. No entanto... Sei que compreendes Me dando força Pra controlar meus impulsos Abrigando no meu peito A sensibilidade A tudo que é grande Belo e nobre!

QUEM SOU EU, SENHOR?

Principalmente, Senhor, Dá-me a Paciência

“Meu Deus! Não sou santa! - Bem que eu quisera sê-lo – Muitas vezes, me deixo vencer pela impaciência A calma perdendo! Mas... se até Cristo, Um dia...

A Tolerância O Amor-Caridade!

“Cada um de nós deveria tolerar, em cada um dos outros, três defeitos. Se fizermos essa concessão, verificaremos com surpresa, que todas as pessoas são boas.”

A calma perdeu também! E, quem sou eu, Senhor? Uma pobre criatura Sujeita a sentimentos,

Ótimo mês e até o próximo poema do Livro A Felicidade está dentro de Nós de Isaura Caminhas Fasciani – “TEMPO...” – que será publicado em 06/01/2017 na Coluna Cartórios – Poemas Mensais.

Prepare o bolso: fretes em lojas online podem ficar mais caro Consumidores que aproveitam a comodidade da internet para fazer compras online precisam preparar o bolso, porque os preços dos fretes devem aumentar a partir do ano que vem. O motivo é o fim e-Sedex, um dos principais serviços de entrega de mercadorias dos Correios. O serviço de envio de entrega rápida é voltado para lojas de e-commerce que têm contrato com a estatal e oferece preço similar ao das encomendas convencionais, o PAC, mas com os

mesmos prazos de entrega do Sedex normal. A medida, que entra em vigor a partir do dia 1º de janeiro de 2017, deve atingir diretamente os consumidores. Segundo a Abrapost (Associação Brasileira de Franquias Postais), a modalidade oferecida pelos Correios responde por 30% do faturamento das lojas franqueadas, logo, o valor do frete através de transportadoras contratadas ou do Sedex convencional será repassado para os preços dos produtos ou para o próprio valor de entrega. Atualmente, a companhia enfrenta a maior crise financeira de sua história, sendo que registrou um prejuízo de R$ 2,1 bilhões no ano passado e deve apresentar resultado parecido no fechamento de 2016, o que culminou no encerramento do serviço. fonte:olhardigital


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Notícias de Santa Rosa No último final de semana, o prefeito eleito Nando e o vice Dr. Renato, reuniram-se com a futura equipe de assessores. A reunião contou com várias atividades, desde a entrega dos devidos currículos de cada assessor, apresentação individual para integração da equipe, vídeos motivacionais e contexto de mundo e até com palestra sobre “Planejamento Estratégico para Gestão Pública”, realizada pelo professor e futuro assessor Rogério Moscardin. Nando e Dr. Renato destacaram vários pontos da forma de gestão que pretendem implantar e várias exemplificações do posicionamento político, que cada um deverá se pautar a frente das pastas, objetivando alinhar a equipe, rumo aos novos desafios que estão por vir. Ressaltaram que para serem eleitos foram necessários 7.776 votos para vencerem as eleições democraticamente, através do voto. Porém, cada assessor está tendo um voto apenas de confiança e credibilidade, para bem desenvolverem seus trabalhos a serviço da população e dos servidores públicos municipais. O que afirmaram deverá ser regra essencial como linha de trabalho: Respeito e atenção aos cidadãos, bem como ouvir os servidores públicos municipais. Serem assessores atuantes, criativos, abertos ao diálogo e atentos principalmente, a cada atitude dentro e fora da prefeitura. Pois, a partir de agora são pessoas públicas, vidraças que serão constantemente cobrados e fiscalizados pelos munícipes. Nando frisou também que seu governo sempre foi voltado à participação popular, através da atuação dos Conselhos Municipais, que deverão ter total abertura e envolvimento da sua assessoria. Como também, apoio às Associações de Bairros, entidades sociais, associações, sindicatos, clubes e quaisquer organizações da sociedade, para serem parte atuante, nas parcerias e realização de eventos em uma gestão ética, cidadã e participativa. “Em momentos de crises e dificuldades, como é previsto para 2017, caminhar junto com a sociedade facilitará muito o entendimento e decisões às vezes não tão populares, que precisaremos tomar. O que dentro de uma gestão, muitas vezes acontece e é necessário” – frisou Nando. A atenção aos vereadores eleitos e abertura à imprensa local também foi ponto muito discutido, debatido e reforçado, principalmente, pelo vice Dr. Renato, que possui ampla experiência, com 16 anos de experiência como vereador. Nando foi bem enfático em afirmar que a partir do dia 01 de janeiro, a contar 100 dias de governo, cada pasta, seja ela representada por apenas um assessor ou aquelas que possuem mais de um serão rigorosamente cobrados a apresentarem seus devidos resul-

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Nando e Dr. Renato reúnem-se com futuros assessores

Prefeito eleito de Santa Rosa de Viterbo, vice Dr. Renato e equipe 2017/2020 em reunião dia 26/11 tados, dentro da proposta da palestra, ou seja, de um planejamento estratégico, com choque de gestão – com resultados de economia, eficiência e melhor prestação de serviços à população, através de políticas públicas adequadas e viáveis. Sem resultados, não há razão para estarem ocupando seus devidos cargos de confiança. Na gestão pública não cabe mais o apenas ocupar um cargo, sem ter capacidade técnica aliada à resolutividade, estudo e muita leitura da legislação pública – disse Nando. Todos os assessores receberam uma cópia na íntegra, do Plano, Metas e Propostas de Governo, que foi divulgado à população durante a campanha e apresentado à Justiça Eleitoral, de acordo com a lei. De acordo com Nando, deverá ser o manual da mesa dos gestores, ou seja, a cartilha a ser seguida e cumprida, priorizando os objetivos principais a curto, médio e longo prazo, ou seja, planejados para até 2020, final do mandato. Os assessores receberam ainda, diversos livros recebidos por Nando no Congresso Nacional dos Municípios, o qual participou recentemente em Brasília. Materiais estes atualizados e de cunho para total orientação do passo a passo, dentro da legislação em diferentes áreas. Ao final, Nando presentou aos assessores que quisessem sua biblioteca particular de décadas, para que pudessem escolher livremente quantos livros quisessem, com temas dos mais diversos possíveis. Em março de 2017, deverá acontecer a primeira reunião de trabalho, onde de fato cada assessor deverá apresentar “resultados”, conforme cobrados, mesmo antes de tomarem posse.

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CIDADE MELHOR Rogério Moscardin rogeriomoscardin@yahoo.com.br

O Tribunal de Contas do Estado de São Paulo divulgou, nesta semana, o Índice de Efetividade da Gestão Municipal (IEGM). O Tribunal de Contas leva em consideração os seguintes critérios de avaliação: Educação, Saúde, Planejamento, Fiscal, Meio Ambiente, Cidade e Governo. Para isso, o órgão classifica as cidades com as notas: A (altamente efetiva), B+ (muito efetiva), B (efetiva), C+ (em fase de adequação) e C (baixo nível de adequação). Confira alguns dados dos municípios da micro-região (Cajuru, Cravinhos, Luiz Antônio, Santa Cruz da Esperança, Santa Rosa de Viterbo, São Simão, Serra Azul, Serrana e Tambaú): Índice de Efetividade Geral: O IEGM/ TCESP é o índice de desempenho da Corte de Contas paulista, composto por 07 índices setoriais, consolidados em um único índice por meio de um modelo matemático que, com foco na análise da infraestrutura e dos processos dos entes municipais, busca avaliar a efetividade das políticas e atividades públicas desenvolvidas pelos seus gestores. Muito efetiva: Cravinhos, Tambaú Efetiva: Santa Cruz da Esperança, Santa Rosa de Viterbo, São Simão Em fase de adequação: Cajuru, Luiz Antônio e Serra Azul Baixo nível de adequação: Serrana

SAÚDE O Índice Municipal da Saúde mede o resultado das ações da gestão Pública

Municipal neste tema por meio de uma série de quesitos específicos, com ênfase nos processos realizados pelas prefeituras relacionados à Atenção Básica, Equipe Saúde da Família, Conselho Municipal da Saúde, atendimento à população para tratamento de doenças como tuberculose, hanseníase e cobertura das campanhas de vacinação e de orientação à população. Altamente Efetiva: Cravinhos, Santa Cruz da Esperança Muito efetiva: São Simão, Serrana, Tambaú Efetiva: Cajuru, Santa Rosa de Viterbo, Serra Azul Em fase de adequação: Luiz Antônio

EDUCAÇÃO O Índice Municipal da Educação mede o resultado das ações da gestão Pública Municipal nesta área por meio de uma série de quesitos específicos relativos à educação infantil e Ensino Fundamental, com foco em aspectos relacionados à infraestrutura escolar. Este índice reúne informações sobre avaliação escolar, Conselho e Plano Municipal de Educação, infraestrutura, merenda escolar, qualificação de professores, transporte escolar, quantitativo de vagas, material e uniforme escolares. Muito Efetiva: Cravinhos, São Simão, Tambaú Efetiva: Cajuru, Luiz Antônio, Santa Cruz da Esperança, Santa Rosa de Viterbo, Serra Azul Baixo nível de educação: Serrana

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Cidades da região são avaliadas em índice do Tribunal de Contas do planejamento municipal na proteção dos cidadãos frente a possíveis eventos de sinistros e desastres. Reúne informações sobre Plano de Contingência, identificação de riscos para intervenção do Poder Público e infraestrutura da Defesa Civil. Muito Efetiva: Cajuru Em fase de adequação: Santa Rosa de Viterbo, Serra Azul, Tambaú Baixo nível de adequação: Cravinhos, Luiz Antônio, Santa Cruz da Esperança, São Simão, Serrana

AMBIENTAL O Índice Municipal do Meio Ambiente mede o resultado das ações relacionadas ao meio ambiente que impactam a qualidade dos serviços e a vida das pessoas. Este índice contém informações sobre resíduos sólidos, educação ambiental, estrutura ambiental e conselho ambiental. Altamente Efetiva: Luiz Antônio Muito Efetiva: Santa Cruz da Esperança, Santa Rosa de Viterbo Efetiva: Cajuru, Serra Azul, Tambaú Em fase de adequação: Cravinhos, São Simão Baixo nível de adequação: Serrana

PLANEJAMENTO

O Índice Municipal do Planejamento verifica a consistência entre o que foi planejado e o efetivamente executado, por meio da análise dos percentuais gerados pelo confronto destas duas variáveis. Neste confronto, além dos aspectos relacionados ao cumprimento do que foi planejado, também é possível O Índice Municipal de Proteção dos identificar a existência de coerência Cidadãos mede o grau de envolvimento entre as metas físicas alcançadas e os

CIDADE

recursos empregados, bem como entre os resultados alcançados pelas ações e seus reflexos nos indicadores dos programas. Efetiva: Cravinhos, Tambaú Em fase de adequação: Santa Cruz da Esperança Baixo nível de adequação: Cajuru, Luiz Antônio, Santa Rosa de Viterbo. São Simão, Serra Azul, Serrana

TI O Índice Municipal de Governança de Tecnologia da Informação mede o conhecimento e o uso dos recursos de Tecnologia da Informação em favor da sociedade. Este índice reúne informações sobre políticas de uso de informática, segurança da informação, capacitação do quadro de pessoal e transparência. Efetiva: Santa Rosa de Viterbo, São Simão, Tambaú Em fase de adequação: Cajuru, Cravinhos Baixo nível de adequação: Luiz Antônio, Santa Cruz da Esperança, Serra Azul, Serrana

FISCAL Este índice mede o resultado da gestão fiscal por meio da análise da execução financeira e orçamentária, das decisões em relação à aplicação de recursos vinculados, da transparência da administração municipal e da obediência aos limites estabelecidos pela Lei de Responsabilidade Fiscal. Muito Efetiva: Cajuru, Cravinhos, Santa Cruz da Esperança, Tambaú Efetiva: Luiz Antônio, Santa Rosa de Viterbo, Serra Azul Em fase de adequação: São Simão, Serrana


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CULTURA EM PAUTA Jucimara Pauda Livros sem Frescura

Pensamento do dia: “O amor é a compensação da morte” Arthur Schopenhauer Luto pelas vítimas de Chapecó Acordei na terça-feira com as notícias da queda do avião da equipe do Chapecoense. Uma tragédia que abala qualquer ser humano, principalmente quem é mãe. A maioria dos mortos, jornalistas e jogadores, era muito jovem e tinha uma vida toda pela frente. Você fica imaginando que morreram no auge da carreira. Eu penso nos meus colegas jornalistas, que abraçaram uma profissão tão criticada pela sociedade, que não tem consciência de que sem o repórter seria dificil saber o que acontece pelo mundo. Seria impossível acompanhar as alegrias e as tragédias que rondam o planeta. O inconformismo bate no coração, mas ao mesmo tempo é momento de reflexão: a morte é a única certeza da vida e não estamos preparados para ela. A vida é passageira e não existe segurança. A tragédia doi, mas é preciso tirar lição dela. Para mim, a principal é cultivar o amor pelo próximo, principalmente pelos familiares, pessoas que muitas vezes são vítimas de nossas raivas e desilusões, simplesmente porque estão mais perto da gente. Pensar menos em bens materiais e absorver cada momento da vida. Admirar o sorriso do filho, o cantar do passarinho, ouvir o barulho da chuva.

Tirar da cabeça a urgente necessidade de ganhar dinheiro apenas para trocar a polegada do televisor ou andar com o carro do ano. passar mais tempo com a família e menos tempo no trabalho, na acdemia ou no cabeleireiro. Tudo que é em excesso prejudica a felicidade. A vida é mais do que status, dinheiro, roupa bonita e corpo malhado. Para viver bem basta a paz, fé em Deus e a família do lado. Este acidente me fez pensar mais uma vez que devo agradecer a Deus pela minha vida e dos meus familiares e orar para que todos os envolvidos nesta tragédia encontrem paz. Meu amor e minhas orações vão para todos os familiares das vítimas, em especial, para os colegas jornalistas que estavam no avião com o objetivo de acompanhar cada lance daquela equipe vencedora.

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O vendedor de sonhos O filme “O vendedor de sonhos” baseado no livro de Augusto Cury teve préestreia esta semana para convidados, em Ribeirão Preto. A estreia nos cinemas de todo o país acontece dia 08 de dezembro. O filme narra a história de Um psicólogo que tenta o suicídio, mas é salvo da morte quando um sábio mendigo lhe mostra um novo sentido para viver. Dan Stulbach (“Tempos de Paz”, “A Suprema Felicidade”) e César Troncoso (“O Banheiro do Papa”, “Infância Clandestina”) são os protagonistas deste drama dirigido por Jayme Monjardim.


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CULINÁRIA por Cristina Yasbek Mais receitas em: Facebook - Colher de Pau

Bolo Simples com Leite de Coco

Ingredientes 3 xícaras de farinha de trigo 3 xícaras de açúcar 4 colheres de sopa de manteiga 4 ovos 1 colher de sopa de fermento em pó 1 xícara de leite 1 vidro de leite de coco

Modo de Preparo Bater na batedeira a manteiga com açúcar até ficar claro depois coloque as gemas uma a uma batendo bem entre cada uma que for colocada Misture a farinha com o fermento à parte em outro recipiente misture o leite de coco com o leite, agora vá colocando alternadamente estas duas misturas batendo bem. Bata as claras em neve e misture delicadamente à massa Coloque em forma untada, em forno pré-aquecido por mais ou menos 30 minutos

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MOVIMENTO CERTO por Isadora Verdu Fisioterapeuta CREFITO: 3/198240-F

E se não sentíssemos mais dor? Afinal, passamos a vida tentando fugir deste incômodo.

afeta o sistema nervoso autônomo prejudicando o funcionamento dos neurônios sensoriais. Desta forma, os pacientes ficam sujeitos a acidentes por não serem “avisados” que seus tecidos estão sendo agredidos por cortes, queimaduras, etc.

Além de não sentirem dor, outros sintomas estão presentes como a inaptidão em sintetizar lágrimas, desenvolvimento lento, vômitos, convulsão, apnéia, hipotonia, severa, hipertensão Seja fraca ou intensa, é um escoliose sintoma indesejável. Considerá-la episódica e hipotensão postural. então como vilã ou uma fiel amiga a O diagnóstico se faz por meio alertar que algo não vai bem? de exames físicos que evidenciam a Ador é o mecanismo mais eficiente ausência de reflexos, insensibilidade para preservar nosso organismo, a estímulos como calor, frio, pressão, do ponto de vista neurofisiológico, etc. pois coloca nosso corpo em estado Não existe cura, o tratamento se de alerta informando ao cérebro que alguma parte está sendo lesada e que restringe a controlar os sintomas e é necessária uma resposta urgente proteger contra lesões que possam levar à necrose de tecidos ou para que isso seja evitado. incapacitação de membros. Existem patologias que tem Se por um lado a ausência de como principal característica a insensibilidade à dor. Causada dor é sinal de que tudo vai bem, sua por uma mutação genética, a presença é fator de aprendizado e disautonomia familiar (Síndrome cautela. de Riley-Day) foi descrita pela Vale a lição... ”com fogo não primeira vez pelos médicos Milton Riley e Richard Lawrence Day. se brinca” e não queremos ser Trata-se de uma patologia rara em lembrados pela dor, não é? Bom fim que o paciente não sente dor, pois de semana a todos.

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SÍNDROME DE RILEY-DAY


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SEGURANÇA

CONTA CERTA

Humberto Gouvêa Figueiredo

Taís Basso – Contadora taisbasso@uol.com.br 99170-5496 / 99994-6736

Coronel da Polícia Militar e comandante do policiamento na região de Ribeirão Preto.

“Mudou o algoritmo que rege a política” “Quem emposta a voz ou pretende esconder o jogo logo vira fake” “As orelhas andam mais importantes que a língua na política” O presidente Michel Temer, em entrevista no último domingo (27.nov), invocou a “voz das ruas”para dizer que vetaria a proposta de conceder anistia ao caixa 2 se o Congresso a aprovasse. Sua posição é duplamente alvissareira: primeiro pelo conteúdo, em si, impedindo passar uma régua rasa na forma de obtenção de recursos para as campanhas eleitorais e, segundo, por demonstrar sensibilidade ao captar o desejo dos brasileiros expresso, senão propriamente nas ruas, nas movimentadas avenidas do ativismo social que inunda a internet. No mundo todo, a forma de financiamento da democracia representativa vem sendo questionada pelas redes sociais. A própria representação, como forma de expressão da vontade popular, está em causa. Nunca mais a política será a mesma depois da internet. E esse movimento de revisão, protagonizado por novos atores, jovens especialmente, está exigindo uma completa renovação da prática dos partidos políticos e dos governos. Exigem-se novas formas de diálogo, em substituição às reuniões fechadas e aos tradicionais discursos onde um líder fala e a plateia escuta. Agora, munidos de ferramentas de comunicação extraordinárias todos querem falar, e mais ainda, querem ser ouvidos pelo mundo do poder. Goste-se ou não, é assim que está funcionando. Novas mensagens inundam as redes sociais. Elas exprimem causas e angústias nem sempre facilmente ou rapidamente, percebidas pelo status quo. São demandas e desejos oriundos de distintos grupos sociais, proposições que não se restringem à “luta

de classes” e não se enquadram na velha dicotomia “esquerda ou direita”: dependem também da definição positiva ou negativa das pessoas diante de causas e valores que se difundem na sociedade globalizada. As pessoas reagem como tal, “pessoas”, que, sendo cidadãos, não se interessam apenas pelas reivindicações típicas das sociedades democráticas, como os direitos humanos e extensão da cidadania, mas abrangem a busca da liberdade para viver diversamente, com dignidade, na sociedade de consumo.

OS SETE PECADOS CAPITAIS DO PLANEJAMENTO

“Então é Natal”, já ouvimos a Simone chegando com tudo nesse dezembro que iniciou hoje. Com isso, é dada a largada ao período de grandes desafios aos gestores. Os Querem a aceitação de sua diversidade negócios caminhando em passos de gênero, raça, comportamento religioso e largos para o encerramento de sexual. Querem participar de uma sociedade mais um exercício. Com isso se decente, que os atenda bem nos serviços pútem a busca desenfreada de que os blicos sem privilegiar uma casta de mandatários, empresários ou políticos, acostumada resultados superem os objetivos às mordomias e às facilidades do poder e, traçados para que, no final, possa pior, impunes quando suas ações contrariam obter o tão sonhado sucesso. as leis e a moral.

Mudou o algoritmo que rege a política. Acabou a era da política elitista e demagógica. Agora, quem emposta a voz ou pretende esconder o jogo logo vira fake, quer dizer, falso. Antes, tudo se escondia, agora, nada passa despercebido. Conchavos, nem pensar. Para se impor e vencer eleições, não basta apresentar ou vender boas ideias, é necessário alinhar, conversar, convencer, respeitar, escutar. As orelhas andam mais importantes que a língua na política.

Atrelado a isso, tem-se gestores também se organizando para o próximo na elaboração do planejamento. Como vivemos um momento de crise há uma grande temporada, há que se rever muitos conceitos e valores para a sua elaboração.

A chave do sucesso é um bom e adequado planejamento. Para isso, é Conseguirá a política se reinventar para acolher essa contemporaneidade da parti- importante não cair em armadilhas, cipação popular e ao mesmo tempo refor- como: mular as instituições partidárias e represen Subestimar: nosso país tativas para que se assegure a aferição da vive a imprevisibilidade no cenário vontade da maioria? Tomara que sim, mas político e econômico, isso pode levar ninguém sabe ao certo qual será a resultante dessa profunda crise que afeta o sistema de- a crer que planejar é perder tempo.  Superestimar: não se pode mocrático. Nos Estados Unidos, deu Trump, talvez pelos exageros das políticas ditas acreditar que elaborou o planejamento “identidárias”. No Reino Unido, brexit. Os e pronto, acabou, como se tudo lados perversos da “globalização infeliz” (o estivesse resolvido. Como tudo pode aumento da desigualdade e a falta de empregos) prevaleceram. E no Brasil, aonde acontecer, há que se atentar para inúmeras possibilidades de ajustes chegaremos? que poderão ocorrer ou acreditar autor: Fernando Henrique Cardoso que eles serão desnecessários, o que site: Poder 360

comprometerá o funcionamento.  Mosca no alvo: fato é que o planejamento é uma peça macro, dentro de qualquer contexto. Quando se tenta buscar subsídios em profundidade e amplitude que permita ousar acertar o centro do alvo, o processo se torna extremamente oneroso e frustrante. Em um processo de planejamento, deve-se priorizar as análises de tendências e de viés.  Colocar o time na reserva: é importantíssimo trabalhar em equipe para que o planejamento saia impecável. Acreditar que você é bom, sozinho, não te levará a caminho algum.  Não semear: Em um planejamento, é muito comum que as metas sejam semeadas, uma vez que a equipe toda deverá estar sincronizada para cumpri-las. O fato é que a falta de uma discussão mais transparente do processo tende a fazer com que os colaboradores recebam as metas como um fardo a ser carregado durante o ano, e não como consequências de uma estratégia coerente e consistente, da qual, todos fazem parte e compreendem. Enfim, é importante que todos possam trabalhar em conjunto para que possa trilhar o caminho do sucesso; além disso, que os colaboradores se sintam mais motivados tendo ciência de que o planejamento continuará a preencher um espaço importante para o desenvolvimento do negócio.


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Atendemos a região

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PET MANIA Jaquelina Orlando Facebook: Cheio de Mimos

Cão mancando: o que pode ser?

Correr, saltar ou brincar é importante para a saúde do seu cão. Um cão mancando é um claro indicador de que algo está errado, animais saudáveis, que não estejam sentindo dor, não mancam. Problemas graves nos ossos e músculos detectados de forma precoce tem melhores chances de recuperação. A claudicação canina, ou mancar, pode ter varias razões. Não há raça, idade ou sexo que tenha uma predisposição nesse caso. A maioria das vezes acontece por estiramento ou torção depois de longas sessões de exercícios, por pequenos incômodos em decorrência de espinhos na

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• Problemas degenerativos: Em animais idosos (acima de 7 anos), é importante considerar a possibilidade de algumas doenças degenerativas como as artrites/ artroses. • Doenças comuns das raças: Displasia coxo-femural em cães de grande porte (Golden Retriever, Labrador, Rottweiler) podem também se tornar mais graves, e alterações no andar podem ser observadas. Hérnias de disco (discopatias) em cães de pequeno porte (Shihtzu, Lhasa apso, Dachshund) podem ser motivos para a claudicação e posterior dificuldade para andar, podendo acometer um ou mais membros. Luxação de patela (Chihuahuas, Lulu da Pomerânia, Yorkshire) o cão manca, para permitir o alongamento do músculo para a patela retornar ao seu local de origem. • Tumores Tumores ósseos (osteossarcomas), melanocíticos e carcinomas de células escamosas também podem causar claudicações. Sendo as causas mais graves.

pata ou um problema sério como uma fratura. Qualquer diminuição na capacidade de um animal para suportar seu peso sobre um membro ou uma diminuição na mobilidade normal e função de um membro pode ser considerado claudicação. Porque um cachorro manca? • Machucados e feridas nas patas: Cortes nas patas podem ser causados por pisar em objetos pontiagudos, ou derrapar na calçada. Unhas compridas podem machucar os coxins plantares ou, ainda, quando quebradas/cortadas de forma muito curta, podem causar dor e levar à claudicação; Parasita como carrapatos podem gerar infecção (cistos interdigitais) nas patas, o que pode também causar dor e incômodo ao andar. • Traumas (luxações e fraturas): Nesse caso o seu cão apresenta uma dor aparente. Esforço excessivo, O que fazer quando o quedas e atropelamentos podem levar ao rompimento de ligamentos cachorro está mancando? a fraturas ósseas; • Nunca tente dar antiNesses casos é fundamental ir inflamatórios por conta própria ou diretamente ao seu veterinário.

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qualquer outro medicamento! • Anti-inflamatórios para dor muscular em humanos podem ser potencialmente tóxicos aos cães e gatos quando dados sem conhecer a fisiologia e as doses necessárias para cada caso. • Nessas horas o ideal é procurar por um veterinário, ele, além do exame clínico, pode precisar de exames complementares, como raios x, para saber ao certo o que pode estar ocorrendo. • Através desse método, é possível que o médico veterinário consiga visualizar o que pode ser a causa e só assim será possível descobrir qual o melhor procedimento e tratamento para o caso. • Luxações, fraturas nos membros, artrites, problemas na coluna, inflamações e/ou rompimento de ligamentos e dos tendões, deslocamento de ossos da patela e até mesmo alguns tipos de câncer que podem acometer os ossos dos animais, todos esses podem ser visualizados através de um exame radiológico. • Existem médicos veterinários especializados em ortopedia que são especialmente treinados para lidar com os casos mais complicados quando se trata da saúde dos ossos e articulações do seu pet. Fonte: Tudo Sobre Cachorros.

Click da Semana:

Simone e sua amada peludinha Babi.


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Notícias de Tambaú Caminhada Passos que Salvam em prol do Hospital do Câncer de Barretos foi realizada no último domingo em Tambaú!

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No último domingo aconteceu mais uma edição da “Caminhada Passos que Salvam”, que é realizada em 500 cidades simultaneamente, em prol do Hospital do Câncer de Barretos. Em Tambaú foram 150 inscritos e na saída da caminhada foi realizada uma benção pelo Padre Anderson, Reitor do Santuário Nossa Senhora Aparecida. Você ainda pode colaborar com o valor de R$ 30,00 na aquisição do kit (camiseta + Boné + Squeeze) até o dia 9 de dezembro e todo o dinheiro arrecado será enviado para o Hospital do Câncer de Barretos.

Para mais informações procure o Depto. Municipal de Turismo de Tambaú na Rua Coronel José Vilella, 297 – Centro ou ligue (19) 3673.9506.

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Circuito Caminho da Paz será lançado em dezembro, Tambaú faz parte do circuito. No dia 06 de dezembro de 2016 será lançado o “Caminho da Paz”, rota pela qual peregrinos a pé e ciclistas passarão com o objetivo, entre outros, de desenvolver o turismo na região Central do Estado, fomentando a economia das cidades que integram o caminho bem como dos comércios como restaurantes, hotéis e pousadas. O projeto contou com apoio e assessoria do Senac São Carlos por meio do Programa de Regionalização do Turismo, com empresários patrocinadores e prefeituras das cidades envolvidas. O Caminho tem extensão circular de 360 quilômetros e engloba os seguintes municípios: Analândia, Corumbataí, Descalvado, Itirapina, Leme, Pirassununga, Porto Ferreira, Santa Cruz da Conceição, Santa Cruz das Palmeiras Santa Rita do Passa Quatro, São Carlos e Tambaú. O evento de lançamento acontecerá no Auditório do Senac São Carlos. A partir do lançamento os peregrinos já poderão fazer o caminho em fase experimental e o próximo passo será desenvolver estratégias para transformar o Caminho da Paz em uma das principais destinos dessa modalidade turística no Estado.


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Notícias de Tambaú Escola Ambiental de Tambaú promove projetos que visam promover conhecimento sobre o meio ambiente e sua preservação para as crianças da rede municipal de ensino! Inaugurada em 29/03/16 a Escola Ambiental no Parque Ecológico “Otávio Camarotti”, um projeto totalmente

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pioneiro no que se refere a Educação. Tambaú vivenciou momentos muito difíceis com a falta d’água recentemente e foi durante esta crise que se confirmou a importância de se ter uma consciência ambiental estruturada para assim tratar com respeito os recursos naturais disponíveis. A Escola Ambiental é um projeto fundamental para gerar desde cedo em nossas crianças o conhecimento sobre o meio ambiente e sua preservação. E desde sua inauguração a Escola Ambiental vem recebendo os alunos das escolas e creches municipais que participam dos mais variados projetos como: “Dia Mundial da Água”, “Projeto Frutas e Horta”, “Projeto Dengue”, “Projeto Reciclagem”, “Projeto Germinação de Plantas”, “Projeto Alimentação Saudável”, “Projeto Visitando uma Cerâmica”, “Projeto Gincana”, “Projeto Fossa Séptica”, “Projeto Combate à Poluição”, “Projeto Dia da Árvore”, “Projeto Dia dos Animais” e “Projeto Dia do Rio”. O aprendizado extra-curricular ajuda de forma lúdica e diferenciada a tornar os futuros cidadãos mais conscientes com as mais variadas situações no dia a dia. “Investir em Educação é uma das prioridades desta Administração, Tambaú está hoje entre o seleto grupo de 8% dos municípios com a melhor educação do país e nosso objetivo é continuar agregando conhecimento e projetos inovadores para nossos alunos”, finalizou o Prefeito Roni Astorfo.

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CRAS Tambaú falar sobre o Viva Leite e informa critérios para inclusão no programa. O Programa Viva Leite é o maior programa estadual de distribuição gratuita de leite pasteurizado e o CRAS de Tambaú, que tem 331 (trezentos e trinta e um) beneficiados, vem informar os critérios para participação definidos pelo Governo do Estado de São Paulo. Criado pelo Governo do Estado de São Paulo em 1999, o Viva Leite é um projeto social de distribuição de leite pasteurizado, que atende crianças de 6 (seis) meses a 5 (cinco) anos e 11 (onze) meses de idade e deverá pertencer a uma família com renda mensal de até

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¼ de salário mínimo per capta ou seja R$ 220,00 (duzentos e vinte reais) por pessoa da família. Para a inclusão neste programa o governo exige que a família esteja cadastrada no CAD ÚNICO – Cadastro único para programas sociais e que tenha renda de até 1/4 do salário mínimo per capita. Para ingressar no Viva Leite a criança deverá ter o responsável pela criança beneficiária deverá comparecer ao CRAS para solicitar os documentos necessários para a inclusão no programa. Essas exigências são necessárias para que se priorize o atendimento às famílias e crianças que mais precisam de atenção e auxílio. A família que estiver dentro dos critérios solicitados pelo governo do Estado de São Paulo, deverá procurar o CRAS – Centro de Referencia de Assistência Social, situado a Rua Amazonas, s/n°, bairro Santa Terezinha, (antigo SESI) de segunda a sexta-feira das 08h às 17h, para maiores informações sobre os documentos necessários para inclusão no Viva Leite.


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DIVERSIDADE André Nader nadersrv@live.com

Salve galera, essa semana o assunto é em torno delas. Mulheres que têm, muitas vezes, privado o direito ao trabalho por conta de sua orientação sexual. As mulheres, em geral, enfrentam mais barreiras no mundo do trabalho. Quando se trata de trabalhadoras que fogem da heteronormatividade, os obstáculos podem ser ainda mais severos. Fazem parte desse grupo lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais. “As mulheres vivem essa condição de subjugação, tendo dificuldades em todas as frentes do mercado de trabalho, há centenas de anos, devido ao fato de termos uma sociedade fundada em modelos e morais altamente patriarcais. Então a adversidade é geral, algumas, porém, enfrentam resistências a mais por conta do espaço que habitam. É o caso das mulheres LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgêneros), especialmente as trans, que sofrem muito mais”, analisa Valdenízia Peixoto, professoraassistente do Departamento de Serviço Social da Universidade de Brasília (UnB). A mestre em serviço social pela Universidade Federal de Pernambuco (2008) e doutoranda em sociologia pela UnB justifica a afirmação, ao explicar que lésbicas e bissexuais não são obrigadas a revelar a própria condição no mercado de trabalho, enquanto travestis e transexuais são mais facilmente reconhecidas. Uma diferença entre o primeiro e o segundo grupo é o fato de que gays são atraídos por pessoas do mesmo sexo e aceitam o próprio gênero. Já trans não se identificam com o gênero em que nasceram, mas não necessariamente são homossexuais. “Existe preconceito, mas a homossexualidade é um tema debatido há mais tempo, e houve mais conquistas nesse sentido. A questão T é a mais crítica”, complementa Claudio Neszlinger, executivo de RH na Dentsu Aegis, agência de publicidade britânica no Brasil, que, durante o mestrado em gestão para a competitividade na Fundação Getulio Vargas (FGV), tem pesquisado a inclusão de pessoas trans no trabalho. Ambas as populações, no entanto, são discriminadas no mercado. “Muitas lésbicas optam por não revelar a própria orientação sexual por não se sentirem confortáveis”, afirma Valdenízia Peixoto. “No entanto, sempre surgem

questionamentos, por exemplo, ao serem assediadas por colegas de trabalho e não corresponderem, ao nunca dizerem que têm namorado, ao não levarem companhia para a festa de fim de ano da firma”, acrescenta a pesquisadora do Grupo de Estudos de Gênero, Política Social e Serviço Social (Genposs). Valdenízia Peixoto observa que, “enquanto as lésbicas são hostilizadas por serem ‘sapatonas’, as bissexuais são tachadas de promíscuas, de estarem em cima do muro ou de não terem conhecido um homem direito”. A professora da UnB alerta ainda que, quando a mulher esconde a orientação sexual, e essa é descoberta posteriormente, o caso pode acarretar tratamento preconceituoso por parte de colegas e até demissão. Na visão dela, o fato de muitas lésbicas e bissexuais preferirem esconder a própria identidade sexual demonstra que a sociedade em que estão inseridas é patriarcal e lesbofóbica. “A consequência é que a pessoa fica impedida de revelar quem de fato é, o que acarreta problemas de sociabilidade em todos os âmbitos. Assim, a mulher se torna retraída, tem que forjar uma aparência, o que implica o bem-estar”, resume. Lenne Evangelista, vice-presidente da associação Elos LGBT, com sede na Candangolândia, avalia que o mercado de trabalho tem ficado mais aberto. “Em lanchonetes e até no comércio, em lojas de perfil mais liberal, é mais comum ver gays e lésbicas. Para as trans, continua difícil.” Ela acrescenta que é comum mentir ou esconder a orientação sexual por causa de piadinhas, não necessariamente por causa de violência. “Existe também muitas vezes uma exigência do empregador para que a mulher use saia, batom, o que é difícil para as lésbicas de perfil mais masculino”, percebe. “O assédio é muito grande e, em muitos casos, ele é velado, de modo que fica mais complicado provar.” Aos 49 anos, ela faz questão de deixar claro que é lésbica. “Eu chego chegando, todo mundo vê que sou sapa mesmo. Sou madura e bem resolvida. Se alguém vem com piadinha, corto logo, e as pessoas passam a me respeitar”, diz ela, que trabalha como cozinheira e mora com a companheira e a enteada. Professora de serviço social da UnB, Valdenízia Peixoto observa que “o conhecimento é libertário”, por isso vê com bons olhos iniciativas que tentam incentivar a permanência e o avanço das mulheres LGBT nos estudos.  É o caso de cursinhos prévestibulares específicos para pessoas trans: há registros de iniciativas nesse sentido em

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Para elas é bem mais difícil...

Belo Horizonte, São Paulo, Porto Alegre, Rio de Janeiro e Goiânia — numa iniciativa da Universidade Federal de Goiás (UFG). Valdenízia cita ainda como importantes iniciativas de instituições de ensino superior, como a UnB, que tem uma Diretoria da Diversidade, que atende alunos, docentes e funcionários; e a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), uma das pioneiras a ter um serviço de assistência ao público LGBT. Gestora pública na Secretaria de Estado de Trabalho, Desenvolvimento Social, Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos (Sedestmidh), Ludymilla Santiago, 34 anos, é transexual. Formada em publicidade e propaganda, ela só atuou na área durante a faculdade, em estágios. Na visão dela, as dificuldades para pessoas transexuais no trabalho acontecem a todo momento. “Nem sempre a discriminação é dita na sua cara, mas as pessoas arrumam subterfúgios para deixar a mensagem de preconceito. Um exemplo é te chamarem para uma vaga de emprego e, quando te conhecem pessoalmente, afirmam que você não tem o perfil.” Na esfera pública, ela percebe que a discriminação é mais velada. “É mais difícil fazerem algo de forma direta, pois existem instâncias a que você pode recorrer. Mas tinha gente que questionava qual banheiro as trans podiam usar. Além disso, tentaram me tirar do cargo comissionado, alegando corte de gastos, mas não iam fechar minha vaga”, revela. A gestora pública acredita que o preconceito só não foi mais intenso porque, quando começou a trabalhar, tinha o nome social retificado.

“Assim, as pessoas têm que me respeitar.” Na adolescência, Ludymilla se via como homossexual, mas, com o tempo, se deu conta da questão de gênero. A partir daí, passou por acompanhamento psicológico até chegar a mudanças físicas. A situação não foi bem-vista por parte da família. “A relação foi quebrada. A gente convive, com respeito, mas não há vínculo”, diz. “Eu dependia financeiramente da minha mãe, então a transição foi adiada ao máximo. Saí de casa aos 27 anos, trabalhando com projetos direcionados à temática LGBT”, lembra. Ela acredita que ter adiado o processo foi positivo para que tivesse a chance de se capacitar. “Sem apoio financeiro, nossa vida pode ter outro rumo — é o que leva muitas de nós ao mercado do sexo. A prostituição não é necessariamente ruim, mas, quando a lógica é de necessidade e não de escolha, é negativa.” Ludymilla defende que o Brasil precisa de uma legislação específica para a população trans. Infelizmente, por mais que dizem que não, o preconceito ainda é muito grande e por conta dele nos tiram o direito a coisas básicas como trabalho, educação e em alguns casos até mesmo ao acesso a saúde. Vale a pena pensar sobre o assunto, deixar o preconceito de lado, no final viemos todos pelo mesmo caminho e chegaremos ao mesmo destino, se alguém no caminho tem o direito de julgar, com certeza não somos nós. Por hoje é isso pessoal, até a próxima semana. Fonte: correiobraziliense.


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