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Expediente

UNIBH - TECNÓLOGO EM DESIGN GRÁFICO Coordenação: Cynthia Enoque Processos de Pré-Impressão Prof. Leandro Canabrava Damas EDITORAÇÃO ELETRÔNICA & FINALIZAÇÃO Aldeir Amâncio Dos Santos Bruna Thamiles Ramos Josiane Ferreira Santos Charles J. Costa

Ficha Técnica MIOLO 36 págs - 130x190mm Impresso em papel apergaminhado (115g/m²) CAPA 130x380mm Impressa em papel couchê fosco (180g/m²) IMPRESSÃO Nome da Gráfica | (XX1) 0000-0000 | www.homepagedagráfica.com.br

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Este guia foi Desenvolvido para esclarecer as demais duvidas sobre Pré Impressão , onde saber Sobre Sistema de cor, Fontes, Softwares e Fechamento de arquivo, são informações essenciais para um projeto grafico bem sucedido.

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ÍNDICE

Fluxo de Trabalho.............................................................................07 Arquivos............................................................................................08 Fontes...............................................................................................09 Software............................................................................................12 Cor.....................................................................................................15 Dicas.................................................................................................20 Problemas Frequentes......................................................................22 Tipos de Imagens..............................................................................24 Extenções..........................................................................................26 Exportar em PDF ..............................................................................28 Bibliografia..........................................................................................35

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Fluxo de Trabalho em DTP

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Arquivos 06

Arquivos Abertos X Arquivos Fechados Antes da pré-impressão digital, os arquivos eram enviados impressos para gráfica que se utilizava da préimpressão convencional. Hoje em dia numa pré-impressão digital, o arquivo é entregue em disco podendo estar num regime aberto ou fechado. O arquivo aberto é o arquivo criado pelo profissional (.cdr / .p65 / .ai / .qxd) que pode ser aberto em qualquer computador que tenha o aplicativo que o gerou. Dessa maneira é necessário que se envie, na mesma pasta, o arquivo original, todas as fontes utilizadas e todos os vínculos. Esse sistema é mais demorado, pois na gráfica todos os vínculos serão checados, fontes instaladas e o original fechado. Essa demora gera um custo maior e, o que é pior, uma falta de segurança, pois o arquivo pode ser manipulado. Um arquivo fechado nada mais é que um arquivo de impressão que ao invés de ser enviado para a impressora é gravado em disco. Esse arquivo é escrito na linguagem PostScript, que foi desenvolvida pela Adobe Systems e tem a finalidade de descrever às impressoras como os tipos (Fontes e letras) e as ilustrações devem ser posicionados na página a ser impressa. Inclui também informações sobre os ângulos e lineaturas das retículas. Os image setter s (impressoras de filme ou fotolito) possuem um dispositivo chamado RIP (Raster Image Processor) que tem a função de receber as informações na linguagem PostScript, interpretá-las e transformálas em pontos que serão então impressos no filme. Quando o usuário fecha um arquivo, ele está usando os parâmetros e fontes de sua própria máquina (diminui o risco de troca de fontes), torna a impressão do filme muito mais rápida e evita ter de pagar taxas adicionais que são cobradas quando o cliente envia o arquivo aberto. Sem contar na total segurança, pois na gráfica o arquivo só poderá ser visualizado e impresso. A vantagem de enviar arquivos abertos é que ele permite correções de última hora. Ao encaminhá-lo no regime fechado o cliente conta com menor prazo de entrega, descontos maiores, uso de fontes e vínculos do seu próprio equipamento e acima de tudo segurança. Apesar disso, estima-se que apenas 20% dos arquivos entregues para a impressão nos bureaus estejam no regime fechado. Vários fatores ajudam essa estatística, como por exemplo: falta de conhecimento para gerar arquivo fechado, expectativa que o bureau corrija eventuais erros na construção do arquivo, tamanho do arquivo fechado que por ser maior dá mais trabalho para transportar e principalmente por não querer assumir responsabilidade.


Fontes

Fontes

As fontes são conjuntos de caracteres e símbolos desenvolvidos em um mesmo desenho. Esse desenho de letra ou caractere é chamado de tipo. Atualmente, na área de editoração eletrônica, utilizamos as fontes redimensionáveis, ou seja, que podem ser ampliadas e reduzidas sem que percam a qualidade (vetoriais). Existem atualmente duas principais tecnologias de fontes para a área de editoração eletrônica: o padrão Adobe e o padrão True Type.

Fontes True Type Foram desenvolvidas pela Apple e Microsoft e incluídas como fontes de sistema tanto no Windows como no Mac OS. Por não serem diretamente compatíveis com a linguagem PostScript, têm de ser convertidas no padrão Adobe no momento da impressão em uma impressora profissional.

Fonte Adobe Também chamadas de fontes Tipo 1 ou PostScript, foram desenvolvidas pela Adobe Systems para serem absolutamente compatíveis com a linguagem PostScript. Apesar disto, nada impede sua utilização em impressoras de linguagem PCL.

Aplicar uma fonte ao texto Ao especificar uma fonte, você pode selecionar a família de fontes e o estilo de tipo de maneira independente. Quando você muda de uma família de fontes para outra, o InDesign tenta fazer com que o estilo atual corresponda ao estilo disponível da nova família de fontes. Por exemplo, ‘Arial negrito’ mudará para ‘Times negrito’ quando você alternar de ‘Arial’ para ‘Times’.

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Fontes 08

Estilos de Tipográfico Todos os textos, letras e elementos tipográficos (pontos, vírgulas, acentos, marcações, etc.) são definidos por vetores. žAs letras digitais (fontes de computador) tem desenhos e características próprias e controles que definem sua relação com as demais letras em um texto. žAlgumas das características básicas de texto são: tipo (arial, garamond, times, etc) tamanho de corpo (altura), estilo (normal, negrito, itálico), espaço entre letras (“kerning”), espaço entre palavras, espaço entre linhas (“leading”), alinhamento, etc...žOs textos e letras podem ser convertidos em curvas comuns no programa Corel Draw, e podendo então serem deformadas. No entanto, quando são “quebradas” em curvas, as letras perdem suas características específicas. Nos programas de imagem bitmap, como o Photshop, os textos também podem ser “quebrados” e manipulados como se fossem objetos comuns.


Existem bureaus de pré-impressão que não fazem restrições a nenhum dos dois padrões, outros que recomendam a seus clientes a só utilizarem fontes de padrão Adobe e outros, ainda, que se recusam a aceitar trabalhos nos quais foram utilizadas fontes True Type.

Fontes

Restrições

Onde obter fontes Gratuitamente, as fontes estão disponíveis nos CDs do Corel Draw (cerca de 1200) e nos CDs que acompanham o PageMaker e Adobe Illustrator. Elas podem, também, ser adquiridas por meio do Adobe Font Folio e Adobe Type and Call. Pela Internet você encontrará uma listagem das principais Font Houses no site da publish (www.publish. com.br). Nunca adquira fontes em banca de jornal, na Internet (a não ser em sites de fabricantes), fóruns de discussão ou de qualquer outra origem desconhecida. Na dúvida, faça um teste antes no seu bureau.

Quantidade de fontes habilitadas É muito comum os usuários possuírem centenas e até milhares de fontes habilitadas em seu sistema, com o intuito de poder escolher fontes para um determinado projeto. Acontece que cada fonte ocupa cerca de 64Kn, logo 100 delas ocuparão preciosos 6.4Mb da memória RAM. Isto afeta profundamente a performance da máquina, podendo até causar problemas, tais como: o Page Maker não abrir acusando um erro de DLL.

Cuidados que devemos ter Durante a criação do original e seu respectivo envio para o bureau de fotolitos, devemos ter conhecimentos e cuidados com algumas questões que serão detalhadas. O processo de impressão offset introduziu a utilização de originais fotográficos. Ao conjunto de operações desde a produção de textos até a gravação de matrizes ou chapas para a impressão chama-se pré-impressão. Neste processo, pode-se reproduzir trabalhos a traço (textos e ilustrações em branco e preto), e tons contínuos (fotos e ilustrações desenhadas).

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Softwares

Editores De Texto Editores de texto orientados para usuários profissionais não tem limite no tamanho do arquivo a ser aberto. Em particular, eles começam rapidamente, mesmo quando a edição de arquivos grandes, e são capazes de editar arquivos que são demasiado grandes para caber na memória principal do computador. Editores de texto mais simples, muitas vezes lêem arquivos em uma matriz na memória RAM. Em arquivos maiores é um processo lento, e arquivos muito grandes, muitas vezes não se ajustam. Sistemas Microsoft Windows vêm com o Bloco de notas muito simples, embora muitas pessoas, especialmente programadores preferem usar um dos muitos outros editores de texto do Windows com mais recursos. O Macintosh da Apple Inc. com seu clássico Mac OS tinha um editor nativo o SimpleText, que foi substituído no OSX pelo TextEdit.

Microsoft Word Microsoft Word e o mais conhecido como o mais popular editor de textos do mercadochega para manter o programa na posição de uma das melhores opções quando o objetivo é compor trabalhos ou até mesmo fazer postagens em blogs

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Os Progamas de Diagramação tem a função de distribuir os elementos gráficos no espaço limitado da página impressa ou outros meios. Adobe InDesign é um software de diagramação profissional da empresa Adobe. Com recursos e ferramentas variados, ele proporciona um ambiente ideal para a criação de layouts de sites da internet, revistas, jornais e qualquer outro material gráfico que precise ter vários elementos organizados numa página.

Softwares

Diagramadores

Layout A diagramação (ou layout) é quando o designer dispõe de forma harmoniosa todos os elementos gráficos que vão ajudar compreensão de uma história, utilizando fundamentos visuais no uso das cores e tipografia. Como dito antes não basta apenas o designer distribuir o que tem a disposição de forma agradável, abusar de cores e tipos que teremos uma boa diagramação. Obviamente o valor estético nesse momento deve ser contemplado e não há ninguém melhor que o profissional de design gráfico para fazer com que isso se torne realidade. Mas seguindo o briefing inicial e já tendo em mente a importância de infográficos e fotografias o designer deve procurar distribuí-los de forma que o conteúdo do texto seja enriquecido pelos elementos visuais. A diversão fica por conta da criação de grafismos que colaborem com isso, mas nunca se tornem competitivos com a informação. Contextualizar e dosar essa utilização é que torna o design de uma matéria elegante e inteligente. Recorrer a ilustrações ou ícones sempre é bem-vindo, desde que se observe as mesmas regras aplicadas a todos os outros elementos gráficos. Em outros dois aspectos o designer editorial pode se tornar uma peça importante e, muitas vezes, definitiva para edição visual de uma matéria: na concepção da abertura de uma matéria e na microedição.

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Softwares 12

Abertura É a porta de entrada para qualquer matéria. O leitor costuma avaliar se mergulha ou não em uma reportagem pelo primeiro impacto, que geralmente é visual. Só depois disso ele decide se começará a ler ou não. Outros fatores pesam muito nessa decisão, é claro. Um bom título e uma linha fina (olho) instigante contribuem muito também. Mas se isso estiver aliado a uma boa ideia visual o poder de atração se torna instantâneo. Em muitos casos uma boa foto criativa e bem executada resolve, mas quando uma solução meramente fotográfica se torna insuficiente para definir como se iniciará a história vale a pena investir em uma obra conceitual, que exprima um conceito geral do que estará abordado na materia. Para isso o designer pode contar com todo o seu know-how criativo e elaborar alguma montagem fotográfica, usar uma ilustração ou mesmo partir para algo tipográfico, dando força ao título (conhecido como all type)


Cor A vida sem cores é impensável. Consciente ou inconscientemente, as cores têm uma grande influência nas nossas vidas, nos seus mais diversos campos, afinal nós vivemos num mundo colorido. Mesmo sem nos apercebermos, a cor está presente no nosso quotidiano e desempenha um papel importante na criação de ambientes. O potencial do uso da cor, aliado à qualidade, inovação e técnicas de aplicação, fazem da pintura um elemento chave para a decoração, podendo proporcionar às pessoas a sensação de bemestar. Os padrões apresentados pelo cliente para o acerto de cores na indústria das tintas é quase sempre um problema porque os profissionais que se relacionam com os clientes e os próprios clientes por vezes desconhecem as dificuldades que existem em se reproduzirem as cores. Não é rara a solicitação de uma cor de tinta por meio de um catálogo envelhecido ou de um pedaço de metal, cartão ou papel pintados. O resultado é que após a pintura, a cor não está de acordo com o que o cliente pediu. Os pedidos de cores deveriam ser sempre feitos a partir de um padrão ou código existentes, de catálogos de cores dos próprios fabricantes de tintas, ou catálogos universais, como por exemplo: RAL, NCS, PANTONE, para evitar problemas com os clientes e perca de tempo e dinheiro. Alguns factores devem ainda ser considerados na avaliação e comparação de cores, como:

BRILHO Se o brilho estiver diferente entre duas tintas que estão sendo comparadas, a cor pode ser exactamente a mesma, porém o aspecto visual pode induzir o observador em erro. É necessário que as duas superfícies estejam a um mesmo ângulo de observação e de preferência que se elimine o reflexo da luz incidente. O reflexo pode clarear a cor e provocar enganos. Na comparação de tintas com brilhos diferentes o cuidado é o mesmo, isto é, na observação, deve-se procurar um ângulo que elimine o brilho.

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Cor

ESPESSURA Espessuras baixas da camada de tinta podem provocar erros em virtude de ficarem finas e deixarem transparecer a cor da superfície onde foram aplicadas. Espessuras muito baixas podem provocar também mudanças no brilho das tintas.

COBERTURA A baixa cobertura de uma tinta também pode conduzir a erros, pois a cor da superfície na qual foi aplicada transparece e prejudica a comparação de cores. É possível que aplicando camadas adicionais, ou em espessuras maiores a cor possa ser comparada sem problemas, mas para isto há necessidade de usar mais tinta do que o previsto.

AFINAÇÃO DE CORES Na industria das tintas a afinação de cores é basicamente sempre feita da mesma forma, através de máquinas de afinação, sistema tintométrico, assistidas por programas informáticos, às quais cada marca lhe dá um nome próprio, mas o resultado é idêntico. Para além deste tipo de afinação que se faz geralmente em qualquer boa loja de tintas, normalmente para pequenas quantidades de tinta, existe também as máquinas industriais de afinação de cores, que podem afinar uma grande quantidade de baldes de tinta da mesma cor, sendo o ideal para encomendas a partir de 10 baldes já se proceda à afinação nestas máquinas, pois além de ser muito mais rápido, o resultado final, (cor), será com toda a certeza muito mais fiel e uniforme em todos os baldes. Isto deve-se à calibragem e tecnologia deste tipo de máquinas e também ao tipo de pigmentos usados.

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Cor Exemplo de uma máquina de afinação de cores (sistema tintométrico)

SISTEMA NCS A sigla NCS quer dizer: Natural Color System. O sistema NCS é possui 1950 cores, o que possibilita ao cliente a escolha de uma determinada cor numa grande variedade de tons. O sistema de notação NCS é fácil de usar e pode ser usado com qualquer produto. NCS facilita a comunicação entre o design e as indústrias de produção. Usando o NCS é fácil pesquisar referências em produtos diferentes como por exemplo: tintas, tecidos, couro, papel de parede, cerâmicas, etc. Na base do sistema natural da cor (NCS), estão 6 cores elementares. Elas são; Branco (W), Preto (S), Amarelo (Y), Vermelho (R), Azul (B) e Verde (G). As notações de cores do NCS, têm como base, quanto uma determinada cor se assemelha a estas 6 cores primárias.

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Cor

SISTEMA PANTONE

PANTONE® é conhecida em todo o mundo como a linguagem padrão para a comunicação da cor nas seguintes actividades; Gráfico, Design, Desgin Gráfico, Têxtil, Moda, Internet, Plásticos, Borracha, Hot-Stamping, Flexografia, Rotogravura, Estamparia, Tinturaria, Serigrafia, Sinalização, Editoração Eletrónica, Multimédia, Revestimentos, Arquitectura, Decoração, Design de Interiores, Acrílicos e muito mais. Apesar deste catálogo de cores não ser muito usado na indústria das tintas, ainda assim é possível encontrar algumas marcas que produzem algumas destas cores.

CMYK e RGB Em um projeto gráfico as cores são responsáveis, assim como o texto, por comunicar uma mensagem. A escolha dessas cores possui umembasamento psicológico que nos orienta sobre os efeitos de cada cor.Por exemplo, as cores verde e azul transmitem calma, assim como o vermelho para a ansiedade, sendo assim é possível com o uso ade-quado das cores, transmitir diversas informações de Norma muitoprecisa.Do ponto de vista do processo gráfico, é importante escolher as es-pecipicações das cores para que possam ser reproduzidas industrial-mente com o mesmo tom que havia sido planejada desde o início doprocesso criativo. Em artes gráficas trabalha-se com dois espaços de cor principais: RGB e CMYK. O RGB são as cores derivadas da emissão de luz,utilizadas nos scanners, nas câmeras digitais e nos monitores.

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Cor

O CMYK são as cores de pigmento, resultantes da reflexão da luz nastintas e substratos. Este é o espaço de cor principal utilizado paraimpressão em processos industriais.Ainda no sistema de impressão, a composição das cores em CMYK é limitada dentro do espectro de cores que podem ser reproduzidaspela combinação destas cores. Caso seja necessário a obtenção de cores mais específicas, tais como fluorescentes e metálicas, por exemplo se faz necessário o uso decores especiais ou Spot.

Adobe InDesign CS5 - Layout & Diagramação Essas cores estão dispostas, por exemplo, em catálogos comerciais decores que servem de referência para denominação de determinadascores, uma das mais populares é o Pantone. Cores - procedimentos físicos. No InDesign é possível trabalhar com qualquer espaço de cor con-ceituados anteriormente.A paleta Colors contém as cores básicas: Cyan, Magenta, Yellow,Black, Blue, Green e Red além do Registration (preto composto pelas4 cores), White e None (sem preenchimento). Lembre-se que o elemento de página deve estar selecionado, alémdisso, deve-se determinar se a cor deve ser aplicada no preenchi-mento ou no contorno do elemento, utilizando a opção disponívelpara isso na parte inferior da barra de ferramentas ou nas paletas quepermitem escolher a cor. Cores - procedimentos passo-a-passo. 1. O InDesign possui duas paletas que permitem escolher a cor dedeterminado objeto: a paleta Colour e a Swatches. Selecione umobjeto e abra a paleta Colour no menu Window >Colour .2. Note que as cores podem ser escolhidas no espectro posicionado na parte inferior da janela, colocando os valores numéricos referente a porcentagem das cores ou acionando o dial de cadauma das cores.3. É possível na paleta, escolher se esta cor será aplicada no preen-chimento ou no contorno, além de determinar se a cor será aplicada em um frame ou em um texto.

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Dicas Gerais

Cor e Resolução • Todas as imagens devem estar no modo CMYK com resolução de 150 ppi à 300 ppi, já nas dimensões finais; • Imagens no modo RGB não podem ser reproduzidas no processo de impressão, as cores podem ser subistituidas ou saturadas no momento da impressão resultando em imagens com cores distorcidas e diferentes das que foram tratadas no arrquivo digital . • Imagens P/B devem estar no modo GRAYSCALE com a mesma resolução acima, já nas dimensões finais; • Imagens a traço devem estar no modo BITMAP com resolução mínima de 600 ppi, já nas dimensões finais; • A qualidade final das imagens depende da captura, da qualidade dos originais e/ou da digitalização; • Rotacione, recorte ou redimensione as imagens nos programas de ilustração ou de tratamento de imagens antes de importar para um programa de layout (PageMaker, QuarkXPress ou InDesign). Esta operação reduz o tempo de processamento do arquivo, diminui o seu tamanho e previne contra possíveis erros em seu trabalho; • Simplifique ao máximo o recorte de imagens, efetuando com o menor número de pontos possíveis. Prefira a utilização da ferramenta “Path” do Photoshop para efetuar os recortes; • A criação de Duotones e Tritones deve ser feita com cores do modo CMYK; • Evite criação de cores combinadas que resultam próximas ao gris. Estas, ao mínimo desvio, poderão sofrer mudanças significativas na cor. Caso necessário, prefira a utilização da tinta preta pura.

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Um perfil ICC é um arquivo que descreve as capacidades e limitações dos dispositivos que geram cor. Ele pode ser usado em conjunto com a tecnologia ColorSync da Apple e aplicações como por exemplo o Adobe Photoshop para corrigir imagens de cores, igualar cores tão próximo quanto possível do scanner ao monitor e à impressora e provas, e também simular a aparência de imagens de máquinas impressoras. ICC significa International Color Consortium – Consórcio Internacional de Cores, o qual é um grupo de fabricantes lideres de produtos de imagem digital que inclui Adobe, Agfa, Apple, Fuji, Microsoft e outros. O ICC tem desenvolvido especificações para descrever como os dispositivos criam cor e esta informação está incorporada na estrutura de um perfil ICC.

Dicas Gerais

Perfil de Cores(ICC)

Color Settings do Photoshop Para configurar o Color Settings do Photoshop com perfil ICC disponibilizado pelo jornal efetue os seguintes procedimentos: 1- Solicite os perfis na grafica onde você costtuma imprimir de acordo com osuporte escolido e a maquina que vai rodar o impresso 2- Insira os perfis no diretório do seu sistema onde ficam os perfis (solicite também os procedimentos para inserir os perfis no photoshop); 3- No Photoshop escolha o menu Edit/ColorSettings e configure como na janela abaixo.

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Problemas frequentes 20

Criação de Cores

Não se pode limitar, nem dizer qual é a melhor composição de cores para ser impressa neste sistema de impressão, mas é possível orientar aos criadores a evitarem algumas composições que podem ao mínimo desvio provocar mudanças significativas no resultado final. • Evite composições de cores muito próximas ao gris (cinza); • Evite combinações de cores com valores muito altos (+ que 30%) de tinta preta; • Evite combinações de cores com valores muito altos (+ que 40%) de três ou 4 cores. Ex: Marrom escuro (50%C + 70%M + 100%Y); • A cor azul violeta tem um espaço de cor pequeno e tende a amagentar neste sistema de impressão. Caso tenha que utilizá-la, procure manter a porcentagem de ciano 25% a mais (no mínimo) do que a porcentagem de magenta. • Para visualizar a cor escolhida próxima da cor do material impresso, configure o software de tratamento de imagens com as setagens de tintas de jornal e de ganho de ponto, em um monitor calibrado, com luz ambiente adequada e observe o resultado; • O melhor procedimento em todos os casos, seria a escolha da cor através de uma carta de cores impressa neste sistema de impressão com o substrato de jornal; • Solicite uma carta de cores com o seu contato na empresa.


O overprint não é um problema, mas um recurso disponível na maioria dos softwares gráficos. É utilizado para evitar possíveis filetes brancos entre o elemento de cima e o elemento de baixo no impresso. Quando acionado significa que a cor de baixo na criação não vazará, ou seja, somará com a cor do elemento de cima. • Mantenha a configuração de fábrica (default) dos softwares; • Caso o elemento de baixo tenha cores acima de 70%, prefira por não aplicar o overprint, ou se o mesmo já está aplicado, retire-o; • Nunca aplique overprint se não tiver total conhecimento do recurso e consequentemente do resultado final; • Nunca aplique overprint em textos brancos sobre um fundo colorido.

Problemas frequentes

Overprint

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Tipos de Imagens 22

Vetor? Em computação gráfica, imagem vetorial é um tipo de imagem gerada a partir de descrições geométricas de formas, diferente das imagens chamadas mapa de bits, que são geradas a partir de pontos minúsculos diferenciados por suas cores. Uma imagem vetorial normalmente é composta por curvas, elipses, polígonos, texto, entre outros elementos, isto é, utilizam vetores matemáticos para sua descrição. Em um trecho de desenho sólido, de uma cor apenas, um programa vetorial apenas repete o padrão, não tendo que armazenar dados para cada pixel. Programas vetoriais: Illustrator, CorelDraw, Inkscape.


Imagens bitmap, ( significa mapa de bits em inglês) são imagens que contêm a descrição de cada pixel, em oposição aos gráficos vectoriais. Um bitmap pode ser monocromático, em escala de cinza ou colorido. Normalmente os pixels são formados no padrão RGB, do inglês Red, Green, Blue, que utiliza três números inteiros para representar as cores vermelho, verde e azul ou RGBA, quando o formato possui transparência (sendo A o nível de alfa de cada pixel). Para mídias impressas as imagens bitmap ou raster utilizam o modo de cor CMYK (Ciano, Magenta, Amarelo e Preto). Editores de Bitmaps Photoshop, Corel photo, Photoscape, Guimp.

Tipos De Imagens

Bitmap ?

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Extenções

Extenções Mais comuns Vetorial Pogamas vetoriasl devem ser usados para criação, seja apartir de uma imagen ja existente, de um rascunho a mão livre, possibilitando facilmente ampliaçãoredução da arte ,com isso podemos salvalas nos seguintes formatos. (.cdr) a extensão para os arquivos dos desenhos do CorelDRAW drawing file (.ai) a extensão para os arquivos dos desenhos do Adobe Illustrator

Bitmap Editores de Bitmaps são mais recomendado para fazer o tratamento das imagens, edições em arquivos , mesmo estes programas tendo ferramentas semelhantes aos progams de vetores. (.psd) a extensão para os arquivos das imagens Bitmaps do Adobe Photoshop

.EPS Quando falamos em arquivos fechados , queremos dizer que o arquivo esta pronto pra impressão, ou quais quer outra utilização que não precise de edição. Mas em meio a estes, temos a estenção .EPS que e considerada uma extenção de arquivo fechada pela codficação propria paras impressoras , mas os Arquivos EPS possibilitão edições em seu conteudo. EPS, acrônimo de Encapsulated PostScript é capaz de manipular texto e desenhos de maneira eficiente e com qualidade superior ao bitmap, mas não é capaz de armazenar imagens fotográficas, de modo que elas devem ser representadas como bitmaps. Ao contrário de outros formatos, um arquivo PostScript só pode ser impresso numa impressora capaz de interpretá-lo. Por outro lado, devido à sua popularidade, ele é muito usado para saídas

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Extenções de Imagens GIF - Graphics Interchange Format, criado para ser usado extensivamente na Internet. Suporta imagens animadas e 256 cores por frame. PNG - Portable Network Graphics, é um formato livre de dados utilizado para imagens, que surgiu em 1996 como substituto para o formato GIF, devido ao facto de este último incluir algoritmos patenteados. Suporta canal alfa, não tem limitação da profundidade de cores, alta compressão (regulável). Permite comprimir as imagens sem perda de qualidade, ao contrário de outros formatos, como o JPG. JPEG-Joint Photographic Experts Group.A extensão em DOS é “JPG”. É o formato mais utilizado e conhecido atualmente. Quase todas as câmaras dão esta opção para guardar as imagens. Arquivo muito utilizado na Internet e em multimidia, por ter uma compactação excelente, algo fundamental ao meio, e por suportar até 16.777.216 cores distintas.

Extenções

(impressoras, gravadores de filmes, plotters) e por programas de editoração (Adobe PageMaker, Quark, etc). O EPS pode ser aberto em softwares gráficos e de desenho, como Adobe Photoshop, CorelDRAW, Adobe Illustrator, etc.

Portable Document Format (PDF) PDF pode ser traduzido para português como formato portátil de documento. O PDF é um padrão aberto, e qualquer pessoa pode escrever aplicativos que leiam ou escrevam neste padrão. Há aplicativos gratuitos para Linux, Microsoft Windows e Apple Macintosh, alguns deles distribuídos pela própria Adobe.É possível gerar arquivos em PDF a partir de vários formatos de documentos e imagens, como DOC (do Microsoft Word) e PNGUm bom método para conseguir o máximo de qualidade é gerar PDFs diretamente dos programas gráficos onde as peças foram produzidas, por exemplo, no Photoshop (também da Adobe), Illustrator, Freehand ou CorelDraw.

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Exportar em PDF 26

Fechamento de arquivo InDesign Exportar em PDF Essa é a maneira mais simples de fechar um arquivo, com as páginas em sequência. File>Export.. Escolher local para salvar e o Tipo do arquivo em .pdf


Ahhh como eu amo Print Booklet! kkk . Uma maneira bem fácil de fechar arquivos como revistas e livros, tudo já na ordem de impressão correta. File> Print Booklet. Antes de tudo, confira se seu arquivo contém o número de páginas referente aos múltiplos de 4, senão o próprio programa irá criar páginas em branco para repor as faltantes.

Exportar em PDF

Salvar no Print Booklet

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Exportar em PDF

Confira uma dica de como deixar seu Print Booklet.

Vรก em Print Settings... para configurar.

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Exportar em PDF Legenda da figura

Legenda da figura

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Exportar em PDF


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Exportar em PDF


Exportar em PDF

Em Salve Preset.. você salva as configurações. Depois é só clicar em OK para retornar a janela anterior. Clique em Preview e confira se seu documento não está cortado! (aparece em vermelho e um alerta na frente do Preview). Repare e confira se o 'casamento' das páginas estão de acordo (só por garantia), ou monte um caderninho, de sulfite mesmo, com os números das páginas e vá conferindo com a tela.

E pronto! Seu arquivo está certo para impressão ;D Não se esqueça que o arquivo vai ser impresso frente e verso. É muito importante deixar as marcas de corte e de sangra nas páginas!

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http://tintasepintura.blogspot.com/2009/02/saiba-mais-sobre-cores-mesmo-sem-nos.html#ixzz1zIwNxLMo http://tintasepintura.blo http://pt.scribd.com/doc/77170402/Amostra-IDCS5-Layout-e-Diagramacao-Vol-1 http://www.bytestypes.com.br/servicos/cursos-e-treinamentos/ preparacao-de-arquivos http://tipografos.net/glossario/fontes-digitais.html gspot.com.br/2009/02/saiba-mais-sobre-cores-m-esmo-sem-nos.html http://alucasdesign.blogspot.com.br/2011/10/algumasdefinicoes-sobre-design_17.html http://brunoarena.blogspot.com.br/2010/06/dez-dicas-para-melhorardiagramacao-e.html http://pt.scribd.com/doc/77170402/Amostra-ID-CS5-Layout-eDiagramacao-Vol-1 http://www.bytestypes.com.br/servicos/cursos-e-treinamentos/ preparacao-de-arquivos http://tipografos.net/glossario/fontes-digitais.html http://pt.wikipedia.org http://baixaki.com

Bibliografia

Bibliografia

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Guia de Referencias  

Trabalho académico, Processos de Editoração

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