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GEC_2020_PT

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• Regras do local: espera-se que sejam consideradas questões relacionadas com: medidas de defesa do local em caso de maior afluxo de trabalhadores temporários; planos de manutenção preventiva; fluxos de produtos, especialmente se houver áreas microbiologicamente sensíveis e tiverem sido realizadas modificações para garantir o distanciamento social; garantia da segurança de novas áreas equipadas, como vestiários, para evitar a passagem de pessoas entre os turnos; planos de limpeza adaptados aos novos ritmos de produção e adequação dos produtos utilizados para a limpeza e desinfeção complementar de superfícies e lavagem das mãos; frequência das verificações para confirmar o correto funcionamento das boas práticas de higiene e a integridade das instalações; verificação da necessidade de reforço do plano de controlo de pragas devido ao maior número de aberturas para ventilação.

• Revisão de rótulos: caso não seja possível manter alguma das alegações devido a alterações na lista de ingredientes, declarações de alergénios, etc., será necessário rever os rótulos ou impressões nas embalagens para continuar a oferecer produtos de acordo com a legislação. • Mitigação de fraudes: recomenda-se monitorizar a escassez de matérias-primas e variações de preços para identificar aquelas com maior risco de fraude, acompanhar as publicações sobre fraude, rever a classificação de risco das matérias-primas e planos de contingência e aumentar as inspeções de matérias-primas identificadas como de maior risco. • Pessoal: garantir a formação dos trabalhadores temporários para cobrir ausências e quarentenas, formar adequadamente o pessoal regular em novos procedimentos, reforçar os exames médicos, reforçar os métodos de limpeza das roupas de trabalho, sejam elas lavadas pelo próprio pessoal ou por serviço subcontratado. As entidades certificadoras acreditadas asseguram a integridade dos sistemas de gestão da segurança alimentar durante as auditorias, contribuindo, na medida do possível, para que a cadeia alimentar garanta a qualidade, legalidade, integridade e segurança alimentar.

C E R T I F I C A Ç Ã O E M N O R M A S D E S E G U R A N Ç A A L I M E N TA R , A G O R A M A I S D O Q U E N U N C A |

• Homologação de fornecedores e matérias-primas de emergência: é provável que haja escassez de matérias-primas, pelo que é necessário utilizar fontes alternativas de abastecimento para garantir a continuidade da produção. Tal acarreta riscos maiores e, portanto, devem ser tomadas ações, como análises regulares com fornecedores sobre a situação dos seus stocks, entendendo a situação nos países de origem das principais matérias-primas e observando os preços das matérias-primas como uma indicação de escassez de produtos. Além disso, há que adequar os planos de fiscalização na receção da mercadoria, bem como não esquecer de informar devidamente os clientes das alterações quando a mesma for fabricada para terceiros.


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