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fundos comunitários, concerta, num mesmo documento de programação, a agricultura, o meio ambiente e o desenvolvimento territorial, o que favorece a reflexão conjunta e a aplicação de estratégias comuns para criar um meio rural com um setor agropecuário moderno e competitivo, um meio ambiente privilegiado e povoações nas quais as oportunidades laborais e a qualidade de vida sirvam para fixar a população; - A Lei de Desenvolvimento Sustentável do Meio Rural: é uma lei estatal sem financiamento europeu que pretende complementar as políticas comunitárias fortalecendo o efeito da metodologia “de baixo para cima” na tomada de decisões relativas às necessidades do território. Para tal, aprovou-se um Programa de Desenvolvimento Sustentável que se aplicará entre 2012 e 2016, através de Planos de Zona que acolhem as ações que o próprio território propõe à Administração e que esta, considerando as perspetivas financeiras e a sua planificação plurianual, considere oportunas. - Cooperação transfronteiriça: o que sempre se considerou uma desvantagem para a Extremadura - viver na fronteira e ser considerada uma região periférica - acabou por converter-se numa situação feliz. As sinergias entre a região e os territórios fronteiriços portugueses convertem a zona numa área geográfica com inúmeras possibilidades que ultrapassam as barreiras administrativas. Sirva como exemplo o facto de o Conselho de Agricultura ter participado como chefe de fila no projeto Deméter e como sócia no Alqueva e no Tejo Internacional. Além disso, também participa noutros projetos de cooperação transfronteiriça: ALQUEVA II, TEJO INTERNACIONAL II e TRANSFORMAÇÃO (para a melhoria da formação especializada em Agricultura e Desenvolvimento Rural). Por fim, devemos sublinhar ainda que a conceção dos programas que agora estão em andamento foi feita em 2007 e 2008, no contexto de uma conjuntura económica muito diferente da atual, pelo que, no que diz respeito à planificação futura, será necessário rever boa parte do modelo, adaptando-o às circunstâncias ■ José Luis Gil Soto
de programación agricultura, medio ambiente y desarrollo territorial, lo que favorece la reflexión conjunta y puesta en marcha de estrategias comunes para lograr un medio rural con un sector agro-ganadero moderno y competitivo, un medio ambiente privilegiado y unos pueblos donde las oportunidades laborales y la calidad de vida sirvan para asentar la población. - Ley de Desarrollo Sostenible del Medio Rural: Es una ley estatal sin financiación europea que pretende complementar las políticas comunitarias fortaleciendo el efecto de la metodología abajo arriba en la toma de decisiones acerca de qué necesita el territorio. Para ello se ha aprobado un Programa de Desarrollo Sostenible, que se aplicará entre 2012 y 2016, a través de Planes de Zona que recogen las actuaciones que el propio territorio propone a la Administración y que ésta, a la vista de las perspectivas financieras y de su planificación plurianual, considere oportuno. - Cooperación transfronteriza: Lo que siempre se consideró una desventaja, que era vivir en la frontera y ser considerada región periférica, ha acabado convirtiéndose en una gran suerte. Las sinergias entre Extremadura y los territorios fronterizos portugueses, convierten a la zona en una región geográfica con enormes posibilidades más allá de las barreras administrativas. Sirva como ejemplo que la Consejería de Agricultura ha participado como jefe de fila en el proyecto Deméter y, como socia, en Alqueva y Tajo Internacional. Además, también forma parte de otros proyectos de cooperación transfronteriza: ALQUEVA II, TAJO INTERNACIONAL II y TRANSFORMACIÓN (para la mejora de la formación especializada en Agricultura y Desarrollo Rural). Por último, cabría reseñar que el diseño de los programas que ahora están en marcha, se hizo en 2007 y 2008, en medio de una coyuntura económica muy diferente a la actual, lo que implica que de cara a la planificación futura habrá que revisar buena parte del modelo y adaptarlo, necesariamente, a las circunstancias actuales ■ José Luis Gil Soto
Diretor Geral de Desenvolvimento Rural
Director General de Desarrollo Rural
Governo da Extremadura
Gobierno de Extremadura
NOTA: Este artigo foi escrito ao abrigo do novo acordo ortográfico.