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quais o desenvolvimento rural se associe equivocamente a atuações isoladas e habitualmente vinculadas à dinamização sem conteúdos. Imersa num novo contexto económico mundial e em pleno processo de reforma da Política Agrária Comum, a Extremadura avalia agora a eficácia do referido modelo e estabelece as bases de planificação futura, uma planificação que há de incluir, forçosamente, uma ação global em estruturas de transportes, programas de emprego, desenvolvimento da agroindústria, conservação do meio compatível com desenvolvimento económico, produção de alimentos de altíssima qualidade, etc. Por isso, defendemos um setor agroalimentar forte, como verdadeiro motor do mundo rural e como garantia de um desenvolvimento posterior da agroindústria e do tecido empresarial que em torno do mesmo se movimenta. Posto que isto não é, infelizmente, suficiente para fixar a população rural (especialmente feminina), é-nos exigido um esforço maior na captação de investimento privado gerador de emprego e de riqueza. Adotamos as diretrizes europeias que dispõem que continuemos a aplicar o modelo LEADER, baseado na tomada de decisões “de baixo para cima”, ainda que muitos casos indiciem a vantagem de proceder a uma revisão profunda das estruturas criadas em torno dos grupos constituídos com o fim de transmitir à Administração as necessidades reais do território. Apostamos no modelo multissetorial e transversal, com uma coordenação interadministrativa. Todos os setores, desde o agrário aos serviços, passando pelo turismo ou pela indústria, contribuem para gerar emprego e riqueza. Mas nas povoações rurais a existência de oferta de emprego não é suficiente para que a população jovem, especialmente a feminina, decida fixar-se num território afastado das possibilidades que uma grande cidade oferece. Os fatores de atração devem ser globais: infraestruturas, serviços de saúde, modelo educativo de qualidade, cuidados infantis adequados, compatibilidade e harmonização das esferas laboral e familiar, estrutura comercial, atividades de ócio, etc. Atualmente, contamos com ferramentas que abarcam todos os setores, sem esquecer o agroalimentar, e que pretendem contribuir para concretizar os objetivos que em 2007 foram estabelecidos: - O Programa de Desenvolvimento Rural (PDR) da Extremadura 2007-2013: este programa, cofinanciado com
damente a actuaciones aisladas y habitualmente vinculadas a la dinamización sin contenidos. Inmersos en un nuevo contexto económico mundial y en pleno proceso de reforma de la Política Agraria Común, Extremadura está evaluando la eficacia del modelo y estableciendo las bases de planificación futura: una planificación que ha de incluir, por fuerza, una acción global en estructuras de transportes, programas de empleo, desarrollo de la agroindustria, conservación del medio compatible con desarrollo económico, producción de alimentos de altísima calidad, etc. Por eso abogamos por un sector agroalimentario fuerte, como verdadero motor del mundo rural y como garantía de un desarrollo posterior de la agroindustria y del entramado empresarial que gira en torno al mismo. Como esto, lamentablemente, no resulta suficiente para fijar población rural (especialmente femenina), tenemos que hacer un esfuerzo mayor en la captación de inversión privada generadora de empleo y riqueza. Asumimos el mandato europeo de continuar aplicando el modelo LEADER, basado en la toma de decisiones de abajo arriba, si bien parece que en muchos casos cabría una revisión profunda de las estructuras creadas en torno a los grupos constituidos para transmitir a la Administración las necesidades reales del territorio. Apostamos por el modelo multisectorial y transversal, con una coordinación interadministrativa. Todos los sectores, desde el agrario hasta los servicios, pasando por el turismo o el industrial, contribuyen a generar empleo y riqueza. Pero en los pueblos tiene que haber algo más que empleo para que la población joven, especialmente la femenina, apueste por un entorno alejado de las posibilidades que ofrece una gran urbe. El atractivo ha de ser global: infraestructuras, servicios sanitarios, modelo educativo de calidad, atención infantil adecuada, compatibilidad y conciliación laboral y familiar, estructura comercial, actividades de ocio, etc. Actualmente, contamos con herramientas que abarcan todos los sectores, sin olvidar el agroalimentario, y que pretenden contribuir a conseguir los objetivos que se marcaron en 2007: - El Programa de Desarrollo Rural (PDR) de Extremadura 2007–2013: Este programa, cofinanciado con fondos comunitarios, viene a concertar en un mismo documento