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Revista Análise | Regional - Edição n.º 3

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respectivamente) foram as ocupações do solo com mais elevados níveis de preferência para todas as actividades de recreio e também para a agricultura. Revela-se assim a importância estrutural destas três ocupações do solo na matriz da paisagem Alentejana e reforça-se a necessidade de políticas capazes de assegurar que o montado, o mosaico e o olival tradicional, para além da produção, sejam reconhecidos pelo seu valor funcional para um conjunto vasto de actividades, e também como marcos da identidade territorial Alentejana.

tografías 9, 8 y 6, respectivamente) fueron las ocupaciones del suelo con níeveles de preferencia más altos para todas las actividades de recreo y también para la agricultura. Así se revela la importancia estructural de estas tres ocupaciones del suelo en la matriz del paisaje alentejano y se refuerza la necesidad de políticas capaces de asegurar que la dehesa, el mosaico y el olivar tradicional, además de por su producción, sean reconocidos por su valor funcional para un vasto conjunto de actividades, y también como marcos de identidad territorial alentejana.

Já para os tipos de ocupação do solo relacionados com um uso intensivo tal como a vinha ou o olival intensivo (fotos 4 e 16, respectivamente) registaram-se grandes divergências ao nível das preferências entre os diferentes grupos de utilizadores. Enquanto por exemplo os turistas, maioritariamente do norte da Europa, preferem ocupações do solo mais próximas do que consideram o sistema natural (ex. mato, fotografias 14 e 15) em detrimento das ocupações que reflectem usos intensivos. Os Portugueses, excepção feita aos caçadores, tendem a preferir ocupações do solo que reflectem usos mais intensivos, e alguns, um grupo de agricultores (cerca de 5% da amostra) preferem claramente o olival intensivo. Para além destes, muitos são os resultados significativos e interessantes do projecto. Estão presentemente a ser explorados e constituem já objecto de artigos científicos em publicação.

Para los tipos de ocupación del suelo relacionados con un uso intensivo, tal como la viña o el olivar intensivo (fotos 4 y 16, respectivamente), se registraron grandes divergencias en cuanto a las preferencias entre los diferentes grupos de usuarios. Mientras por ejemplo los turistas, mayoritariamente del norte de Europa, prefieren ocupaciones del suelo más cercanas a lo que consideran el sistema natural (por ejemplo, matorral, fotografías 14 y 15) en detrimento de las ocupaciones que reflejan usos intensivos. Los portugueses, con excepción de los cazadores, tienden a preferir ocupaciones del suelo que reflejan usos más intensivos, y algunos, un grupo de agricultores (cerca del 5% de la muestra) prefieren claramente el olivar intensivo. Además de estos, son muchos los resultados significativos e interesantes del proyecto, que están en la actualidad siendo estudiados y constituyen ya objeto de artículos científicos en publicación.

9 - Montado

11 - Pinhal

10 - Eucaliptal

12 - Floresta mista


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