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regionais a construção de um contrato de parceria para a intervenção territorial integrada. Naturalmente importa, em primeira instância, desenhar o território.
ción para la intervención territorial integrada. Naturalmente, es importante, en primera instancia, dibujar el territorio.
Ultrapassada a fase de coesão (grande parte das desvantagens estruturais do território estão ultrapassadas) importa fazer emergir factores de competitividade do território, quer pela identificação dos produtos diferenciadores (materiais e imateriais), quer pela assumpção das vantagens competitivas das vastas áreas protegidas.
Pasada ya la fase de cohesión (gran parte de las desventajas estructurales del territorio están ya pasadas), es importante hacer emerger factores de competitividad del territorio, tanto por la identificación de los productos diferenciadores (materiales e inmateriales), como por la asunción de las ventajas competitivas de las vastas áreas protegidas.
O capital organizacional, aqui referido como o centro de um novo paradigma para os territórios de baixa densidade pode ser menosprezado com base em outras necessidades mais evidentes como a necessidade de capital humano ou a melhor definição do capital físico do território. No entanto, é minha opinião que os modelos de governo do território (como gerir e com quem gerir) serão a base da diferença entre o sucesso e o insucesso dos territórios de baixa densidade. Por sobre um território podem ser vertidas estratégias, mais ou menos ajustadas, podem proliferar actores e podem existir riquezas infinitas mas se esses recursos não existir uma certa capilaridade de relacionamentos, uma profundidade de conhecimentos, enfim! Se não existir relação o desenvolvimento pode, mesmo assim, ocorrer, no entanto, não é com base na sorte que nós devemos assentar o futuro do nosso território e sim com base na disponibilidade, na visão e no trabalho conjunto ■
El capital organizacional al que me he referido como el centro de un nuevo paradigma para los territorios de baja densidad puede ser menospreciado basándonos en otras necesidades más evidentes, como la necesidad de capital humano o la mejor definición del capital físico del territorio. Sin embargo, en mi opinión, los modelos de gobierno del territorio (cómo gestionar y con quién gestionar) serán la base de la diferencia entre el éxito y el fracaso de los territorios de baja densidad. Sobre un territorio pueden verterse estrategias más o menos ajustadas, pueden proliferar actores y pueden existir riquezas infinitas, pero si en esos recursos no existe una cierta capilaridad de relaciones, una profundidad de conocimientos… en fin, si no existe relación, el desarrollo puede, incluso así, llevarse a cabo, pero no es amparándonos en la suerte como debemos encarar el futuro de nuestro territorio, sino basándonos en la disponibilidad en la visión y en el trabajo conjunto ■ Odemira