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chegado o momento de passar da reflexão à acção, caso contrário este tipo de organizações pode ver seriamente comprometida a continuidade da prossecução da sua missão e dos seus objectivos. A Terras Dentro tem vindo a organizar a sua estratégia de intervenção a 2 níveis: por um lado ao nível da criação de sectores operacionais que visam sobretudo a redução de custos e aumento de eficiência ao nível da organização; e por outro através da criação de áreas de actuação nos territórios onde se incluem a dinamização de projectos co-financiados, mas, e cada vez mais, a dinamização de acções que visem a obtenção de alguma rentabilidade e o aumento de obtenção de subsídios à exploração, cujos resultados serão aplicados na sua missão e de acordo com os seus valores e princípios. 3. O Alentejo é sem dúvida uma região com grande potencial de crescimento e desenvolvimento. Os seus recursos naturais, culturais e patrimoniais têm vindo nos últimos tempos a marcar uma ligeira inversão nas tendências para a desertificação, ambiental e sobretudo humana. Se antes a atractividade estava nos grandes centros urbanos, neste momento são cada vez em maior número os que tendem a regressar à terra, e a tirar proveito dela. Há que saber aproveitar esta vontade latente e facultar as condições necessárias para promover a sua fixação nos territórios. O reforço do tecido organizacional e empresarial da região poderão ser uma das vias para esta dinâmica, bem como a inovação aplicada aos processos de desenvolvimento sustentável. 4. Estamos claramente a viver tempos de mudança e a actual conjuntura política demonstra uma tendência para a redução de fundos a disponibilizar e no acesso a esses fundos. Ficarão a ganhar, na minha opinião, os factores de competitividade e inovação que os territórios melhor souberem demonstrar ■ Elsa Branco Presidente da Terras Dentro Associação para o Desenvolvimento Integrado
to. Actualmente, ha llegado el momento de pasar de la reflexión a la acción, pues, en caso contrario, este tipo de organizaciones puede ver seriamente comprometida la continuidad de la consecución de su misión y sus objetivos. Terras Dentro ha venido organizando su estrategia de intervención en dos niveles: por un lado, en la creación de sectores operacionales, que pretenden, sobre todo, la reducción de costes y el aumento de la eficiencia en cuanto a la organización; por otro, a través de la creación de áreas de actuación en los territorios en los que se incluyen la dinamización de proyectos cofinanciados, así como, cada vez más, la dinamización de acciones que busquen obtener alguna rentabilidad y el aumento de la obtención de apoyos a la explotación, cuyos resultados serán aplicados en su misión y de acuerdo con sus valores y principios. 3. El Alentejo es, sin duda, una región con un gran potencial de crecimiento y desarrollo. Sus recursos naturales, culturales y patrimoniales han señalado en los últimos tiempos una ligera inversión en las tendencias de desertificación, ambiental y, sobre todo, humana. Si antes el atractivo estaba en los grandes centros urbanos, en este momento son cada vez más quienes tienden a regresar a sus tierras de origen para sacar provecho de ellas. Hay que saber aprovechar esta voluntad latente y ofrecer las condiciones necesarias para promover su fijación en los territorios. El refuerzo del tejido organizativo y empresarial de la región podrán ser una de las vías para esta dinámica, así como la innovación aplicada a los procesos de desarrollo sostenible. 4. Estamos viviendo, claramente, tiempos de cambios y la actual coyuntura política demuestra una tendencia hacia la reducción de fondos disponibles y en el acceso a esos fondos. Saldrán beneficiados, en mi opinión, los factores de competitividad e innovación que mejor sepan demostrar los territorios ■ Elsa Branco Presidente da Terras Dentro Associação para o Desenvolvimento Integrado