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Dentro da Célula

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Hershko do Technion - Instituto de Tecnologia de Israel, partilharam o prémio pela descoberta do processo de degradação de proteínas mediado pela ubiquitina. Ao anunciar o prémio, a Real Academia das Ciências da Suécia salientou que o cancro do colo do útero e a fibrose quística são exemplos de doenças provocadas por uma degradação defeituosa de proteínas. A investigação fundamental sobre o proteassoma já conduziu à descoberta de um novo e importante fármaco anti-cancerígeno. Cientistas liderados por Alfred Goldberg, da Harvard Medical School, em Boston, Massachusetts, descobriu o proteassoma na década de 1970, quando tentavam entender como, quando e porquê o corpo destrói as suas próprias proteínas. Tentaram criar compostos que bloqueassem os proteassomas, acreditando que essas substâncias pudessem reduzir a degradação excessiva de proteínas que antecede a perda de massa muscular associada a doenças como insuficiência renal e hepática, SIDA e cancro. Notaram, com surpresa, que uma das substâncias testadas tinha propriedades anti-cancerígenas. Essa substância, mais tarde baptizada Velcade ®, foi aprovada pela U. S. Food and Drug Administration em 2003, e é usada para tratar mieloma múltiplo, o segundo mais comum tipo de cancro do sangue.

Compreendeste?

Como se chama o combustível da célula?

Qual é o nome da máquina de transcrição da célula?

Descreve o processo de tradução de RNA mensageiro numa proteína.

O que é a glicosilação e porque é tão importante?

Diz três funções da ubiquitina.


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