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E S P E C I A L

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A BIOGRAFIA MAIS ESPERADA DO ANO CHEGOU!


APOSTA

MEMÓRIA

Os bastidores da história da comunicação brasileira narrada por seu grande mestre. Pode-se dizer sem medo de erro ou exagero que José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, mais conhecido como Boni, é o responsável pela criação da televisão brasileira, tal como a conhecemos hoje. Foi ele quem ditou um padrão de excelência que colocou a produção televisiva nacional girando em telinhas pelos quatro cantos do planeta. Boni, porém, fez muito mais, como apresenta este livro, que reúne uma série de histórias inéditas de sua vida e profissão, em que têm como protagonistas alguns dos nomes mais importantes e conhecidos da comunicação do país: seja do rádio, onde ingressou aos 15 anos, atuando em seguida em programas célebres, da publicidade e, é claro, na televisão – não apenas da TV Globo, onde se notabilizou, mas também da TV Tupi, onde ingressou em 1952, TV Paulista, TV Rio, TV Excelsior.

O livro do Boni

José Bonifácio de Oliveira Sobrinho R$

¬ ISBN: 978-85-7734-226-6 ¬ Formato: 16 x 23 cm ¬ Páginas: 352 ¬ Gênero: Memória

44,90

Os grandes autores, como Janete Clair e Dias Gomes, humoristas, como Chico Anysio e Jô Soares, e atores que se transformaram em referências nacionais, como Tarcísio Meira, Glória Menezes, Regina Duarte e Tony Ramos, além de notáveis jornalistas e diretores, acompanham as histórias de Boni, que refaz nesse livro definitivo o caminho de sua infância à “vênus platinada”. Uma trajetória de grandes encontros, desafios e sucesso. Com bom humor e riquezas de detalhes, o leitor terá a chance de conhecer em O livro do Boni mais de 60 anos de história da comunicação brasileira narrada por seu grande mestre. Ao fim, verá que o melhor de todos os enredos é, sem dúvida, o de sua própria vida.

SOBRE O AUTOR: José Bonifácio de Oliveira Sobrinho começou no rádio em 1950. Em 1952 ingressou em televisão na TV Tupi de São Paulo. Foi diretor da TV Paulista, TV Rio, TV Excelsior, TV Tupi (Telecentro) e Rede Globo, onde permaneceu como consultor da emissora até 2001. Publicitário, trabalhou na Lintas, Multi, Alcântara Machado. Fundou a RGE – Linx Film e a Agência Proeme. Desde 2003, é sócio, com seus quatro filhos, da TV Vanguarda, afiliada à TV Globo no interior de São Paulo.

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O terremoto que assolou Lisboa mudou o destino de um pirata, uma freira, um capitão inglês, um menino de 12 anos e sua irmã gêmea. Após o violento terremoto que atingiu Lisboa em 1755, incêndios colossais se espalham pela cidade durante vários dias. Enquanto as autoridades começam a reorganizar a cidade, um pirata e uma freira fogem da Justiça, um capitão inglês tenta encontrar seu dinheiro e um menino de 12 anos procura por sua irmã gêmea, soterrada sob os escombros. A catástrofe ocorrida no dia de Todos os Santos mudará a vida desse pequeno grupo de pessoas para sempre. Suas histórias, narradas de forma peculiar pelo pirata Santamaria vão se cruzar em meio ao desastre que assolou Lisboa.

Quando Lisboa tremeu Domingos Amaral

R$

48,00 ¬ ISBN: 978-85-7734-207-5 ¬ Formato: 16 x 23 cm ¬ Páginas: 480 ¬ Gênero: Romance histórico

Dividido em quatro partes – Terra, Água, Fogo e Ar – Quando Lisboa tremeu é um belíssimo romance, ambientado em um acontecimento real, sobre a destruição e o poder das forças da natureza e do destino. São essas forças que guiam o leitor através da história de vida de cada um de seus personagens que se questionam se a tragédia foi punição divina ou casualidade.

SOBRE O AUTOR: Domingos Freitas do Amaral, nascido em Portugal, formou-se em Economia pela Universidade Católica Portuguesa e fez mestrado em Relações Internacionais na Universidade de Columbia, em Nova York. Seguiu a carreira jornalística, trabalhando no jornal O Independente, e hoje é diretor da revista portuguesa GQ. É autor de cinco romances de sucesso pela Casa das Letras, em Portugal: Amor à primeira vista (1998), O fanático do sushi (2000), Os cavaleiros de São João Baptista (2004), Enquanto Salazar dormia (2006) e Já ninguém morre de amor (2008).

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Uma viagem pela efervescência de Paris na companhia de alguns de seus mais ilustres moradores. Muito mais que um simples roteiro de viagem, em E foram todos para Paris – um guia de viagem nas pegadas de Hemingway, Fitzgerald & cia o jornalista Sérgio Augusto nos leva de volta à cidade-luz dos anos 1920 onde a cultura, a arte, a arquitetura e a liberdade eram o cenário de artistas que moravam na capital francesa e mais tarde se tornaram grandes nomes da história, como Ernest Hemingway, Picasso, Zelda e Scott Fitzgerald, Kiki e Josephine Baker. Se você teve a sorte de viver em Paris, quando jovem, sua presença irá acompanhá-lo pelo resto da vida, onde quer que você esteja, porque Paris é uma festa móvel, escreveu Ernest Hemingway, em carta a um amigo, em 1950.

E foram todos para Paris

Um guia de viagem nas pegadas de Hemingway, Fitzgerald & cia. Sergio Augusto

¬ ISBN: 978-85-7734-225-9 ¬ Formato: 12 x 19 cm ¬ Páginas: 90 ¬ Gênero: Memória / Viagens

R$

39,90

O livro retrata com nostalgia um passado onde a festa parecia não ter fim. “A Paris de Hemingway & cia. — mais conhecida como a Paris da Geração Perdida — ganha qualquer concorrência, sem desdouro da Paris do imediato pós-guerra, também formidável (muito jazz, existencialismo, caves esfumaçadas, cinemas de arte), e com uma vantagem nada negligenciável sobre as anteriores: penicilina em qualquer farmácia”, escreve o autor. Sérgio levantou endereços, montou mapas e itinerários, e saiu em busca de um tempo perdido, com sua inseparável Canon analógica e um caderno de notas. A reportagem original, publicada em 18 de janeiro de 1990 nas páginas de Turismo do jornal Folha de S. Paulo, se entitulava “A geração perdida ainda está em Paris” e tornou-se um guia de viagem sui generis para aqueles que não vão à capital francesa só para comer, beber, fazer compras e subir na torre Eiffel.

SOBRE O AUTOR: Sérgio Augusto nasceu no Rio de Janeiro em 1942, é jornalista e escritor. Começou sua carreira como crítico de cinema do periódico Tribuna de Imprensa, em 1960. Trabalhou também nos jornais Correio da Manhã e Jornal do Brasil, nas revistas O Cruzeiro, Fatos & Fotos, Veja e IstoÉ e nos semanários O Pasquim, Opinião e Bundas. Foi repórter especial da Folha de S. Paulo de 1981 a 1996 e, atualmente, escreve no Caderno 2 de O Estado de S. Paulo e na revista Bravo!

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O futuro visto por autores brasileiros em diversos momentos da história. Depois do sucesso das antologias Páginas de sombra: contos fantásticos brasileiros (2003), Contos fantásticos no labirinto de Borges (2005), Freud e O Estranho – contos fantásticos do inconsciente (2007) e Contos obscuros de Edgar Allan Poe (2010), Braulio Tavares reúne em Páginas do futuro 12 contos de literatura fantástica de autores brasileiros, como Joaquim Manuel de Macedo, Rachel de Queiroz, Rubem Fonseca, Fausto Fawcett, apresentando o melhor desse gênero que atravessa a história da literatura mundial há mais de 150 anos, em um instigante jogo de ciência, criação e imaginação. Nesta edição estão representadas épocas sucessivas do conto de ficção científica, passando por narrativas épicas, fantásticas e aventurosas que incluem histórias de seres sobrenaturais, deuses, monstros, artefatos mágicos, cidades encantadas, excursões a outros mundos, mitos de criação do mundo e dos seres.

Páginas do futuro

Contos brasileiros de ficção científica Braulio Tavares (org.) Ilustrações: Romero Cavalcanti Contos: Joaquim Manuel de Macedo,

R$

34,90

Uma literatura na tênue fronteira entre o real e o imaginário, indo dos romances científicos até a literatura pulp, passando pela especulação filosófica e pela projeção dos avanços científicos de criogenia, robótica e informática.

Conheça os outros títulos da coleção Literatura fantástica

Luiz Bras, Rachel de Queiroz, Rubem Fonseca, Finísia Fideli, André Carneiro, Ademir Assunção, Fábio Fernandes, Ataíde Tartari, Fausto Fawcett, Jeronymo Monteiro e Oswaldo Beresford.

¬ ISBN: 978-85-7734-203-7 ¬ Formato: 16 x 23 cm ¬ Páginas: 152 ¬ Gênero: Literatura

Páginas de sombra Contos fantásticos brasileiros

SOBRE O organizador: Braulio Tavares nasceu em 1950, na cidade de Campina Grande, Paraíba. Escritor e compositor, ganhou a premiação portuguesa Caminho da Ficção Científica pelo livro de contos A espinha dorsal da memória (1989). É autor dos livros A máquina voadora (1994), Mundo fantasmo (2002) e ABC de Ariano Suassuna (2007). Publicou as antologias Páginas de sombra: contos fantásticos brasileiros (2003), Contos fantásticos no labirinto de Borges (2005), Freud e O Estranho – contos fantásticos do inconsciente (2007) e Contos obscuros de Edgar Allan Poe (2010), todos pela Casa da Palavra e com ilustrações de Romero Cavalcanti.

Contos fantásticos no labirinto de Borges

Freud e O estranho Contos fantásticos do inconsciente

Contos obscuros de Edgar Allan Poe

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O melhor da poesia de Ferreira Gullar em textos manuscritos e ilustrados por colagens e desenhos inéditos. Maior poeta brasileiro da atualidade, Ferreira Gullar apresenta neste livro, em textos manuscritos, uma reunião de seus poemas intitulados “Bananas podres”, acompanhados por uma série de pinturas e colagens inéditas feitas por ele especialmente para esta edição. “Embora já houvesse surgido antes a ideia de reunir os poemas sobre bananas podres num livro ilustrado, só recentemente fui levado a inventar este pequeno álbum. É verdade que, faz alguns anos, escrevi mais alguns poemas sobre o tema, mas o fator decisivo foi ter percebido que as folhas de jornal, que uso para limpar o pincel, lembravam, com suas manchas escuras, a cor das bananas quando começam a apodrecer”, explica o poeta.

Bananas podres Ferreira Gullar

R$

¬ ISBN: 978-85-7734-228-0 ¬ Formato: 25 x 23 cm ¬ Páginas: 64 ¬ Gênero: Literatura

55,00

OUTRO LIVRO DO AUTOR Zoologia bizarra

Resultado das colagens criativas de Ferreira Gullar, assim nasceram a “lhama bailarina”, o “pássaro tenista”, o “dragão bonzinho” e todos os outros bichos que compõem esta “Zoologia bizarra” que encanta leitores de todas as idades.

Laureado com o Selo Altamente Recomendável FNLIJ 2011 e vencedor do Prêmio ABL 2011, na categoria infantojuvenil.

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O tema das Bananas acompanha a produção poética de Gullar desde os anos de 1970 e está ainda presente em seu último livro de poesia, Em alguma parte alguma, recentemente premiado como o melhor do ano na categoria pelo Jabuti. A infância em São Luís, a família, a passagem do tempo, a desordem e a tentativa de reter sensações estão presentes nesses poemas que refletem o melhor da poesia de Ferreira Gullar e suas próprias interpretações visuais sobre sua vida e expressão. SOBRE O AUTOR: Ferreira Gullar é poeta, crítico de arte, tradutor e ensaísta. Publicou seu primeiro livro de poesia, Um pouco acima do chão, aos 19 anos. Dois anos depois, se mudou para o Rio de Janeiro, cidade em que mora até hoje. Colaborou em jornais e revistas e foi um dos criadores do movimento Neoconcreto, lançado no fim da década de 1950. Nos anos 1960 dedicou-se também à dramaturgia. Entre 1971 e 1977, durante a ditadura militar, viveu no exílio. Nessa temporada fora do país, escreveu o Poema sujo, considerado um dos pontos mais altos da literatura brasileira. Também publicou outros títulos importantes de poesia, como A luta corporal, Dentro da noite veloz, Barulhos e Muitas vozes. Entre seus ensaios mais conhecidos estão Vanguarda e subdesenvolvimento e Argumentação contra a morte da arte. Recebeu em 2010 o prêmio Camões pelo conjunto de sua obra. Em 2011, com Zoologia bizarra (Casa da Palavra) foi laureado com o selo Altamente Recomendável FNLIJ e foi vencedor do prêmio ABL, na categoria infantojuvenil, e, com o livro Em alguma parte alguma (José Olympio), na categoria poesia, venceu o 53º prêmio Jabuti.


A trajetória visceral do artista plástico incomparável Victor Arruda. O livro reúne toda a trajetória do artista plástico Victor Arruda, um dos mais destacados nomes do cenário da arte contemporânea brasileira. Assinada por grandes curadores e críticos de arte, como Adolfo Montejo Navas, Frederico Morais, Paulo Sérgio Duarte, além do psicanalista Chaim Samuel Katz e do poeta Eucanaã Ferraz a edição perpassa quatro décadas a obra marcada por forte crítica social, atualidade, sensualidade, ironia e imagens viscerais.

Victor Arruda

Adolfo Montejo Navas (org.) R$

¬ ISBN: 978-85-7734-227-3 ¬ Formato: 25 x 29 cm ¬ Páginas: 300 ¬ Gênero: Arte

130,00

Edição bilíngue português-inglês

SOBRE O organizador: Adolfo Montejo Navas é crítico de arte, curador e poeta nascido em Madri, Espanha, e radicado no Brasil. Colaborador de diversas publicações culturais da Espanha e do Brasil, possui textos críticos em livros e catálogos de Waltercio Caldas, Arthur Omar, Efrain Almeida, Artur Barrio, Regina Silveira, Nelson Leirner, Miguel Rio Branco, Anna Bella Geiger, Eduardo Coimbra, Victor Arruda e José Rufino. Tem realizado numerosas curadorias na Espanha e no Brasil. Foi idealizador e organizador do livro de Anna Bella Geiger – Territórios, passagens, situações (Casa da Palavra, 2007) e autor de Marcos Chaves (Casa da Palavra, 2007).

A pintura de Victor Arruda não poderia ser de outra forma, pois abriga várias circunstâncias, pulsões e reflexos encontrados. É crítica no sentido artístico, no sentido sociocultural e no campo da recepção estética. Um livro imperdível de um artista incomparável, com mais de 400 obras, entre pinturas e desenhos.

Muitos dos artistas não querem poluir seu trabalho com nenhum comentário do cotidiano. Hoje, a obra de arte, seja conceitual ou não, é muito mais presa às linguagens da própria arte. E a minha pintura sempre foi muito ligada à sociedade, especialmente à hipocrisia. Desde o começo de meu trabalho, quis marcar que a hipocrisia atrapalha o desenvolvimento da arte – Victor Arruda.

SOBRE O artista: Victor Arruda nascido em Cuiabá, Mato Grosso, em 1947, e radicado no Rio de Janeiro. É desenhista, pintor e professor de História da Arte. Na década de 1970, participou de coletivas como o “Salão de Verão”, no MAM-RJ (1975) e “Salão Nacional de Arte Moderna” (1976), quando mostrou obras em que citava, à sua maneira, as revistas clandestinas de Carlos Zéfiro. Foi o primeiro artista a fazer referência ao já famoso desenhista de cunho pornográfico, então apenas conhecido por seu pseudônimo. Integrou o movimento chamado “Geração 80” e participou de inúmeras exposições no Brasil e exterior. Suas obras integram importantes coleções particulares e de museus e galerias nacionais e internacionais.

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Da Úmbria a Toscana, uma saborosa turnê gastronômica italiana na busca dos azeites mais especiais.

Viajar por um roteiro charmoso, em boa companhia, por um motivo muito nobre e saboroso: visitar belas cidades, conhecer a culinária regional e os seus azeites. O livro Um fio de azeite – No cenário da Úmbria e da Toscana, da jornalista e escritora Rosa Nepomuceno, faz isso numa linguagem sedutora, trazendo muita informação. Com um roteiro que parte da região da Úmbria em direção à Toscana, Rosa passa por cidades interessantes como Perugia, Assis, Massarosa, Lucca e, entre degustações de pratos e azeites, conta a história do óleo de oliva e dos seus processos de produção - nos antiqüíssimos moinhos de pedra ou nos modernos tanques de aço inox.

Um fio de azeite

No cenário da Úmbria e da Toscana Rosa Nepomuceno

¬ ISBN: 978-85-7734-134-4 ¬ Formato: 14 x 21 cm ¬ Páginas: 160 ¬ Gênero: Gastronomia

R$

34,90

NOVA EDIÇÂO

Escrito como um diário de viagem, a narrativa desperta os sentidos e nos liga de forma afetiva à Itália, deixando o didatismo em segundo plano. Mais que informativo, Um fio de azeite é um livro saboroso, que valoriza a reputação gastronômica do país e mostra porque a Itália é um fantástico produtor de azeites.

SOBRE A AUTORA: Rosa Nepomuceno é jornalista e escritora. Paulista radicada no Rio de Janeiro, desde a década de 1970, trabalhou em várias publicações e suplementos, como no Segundo Caderno de O Globo. Dedicou-se ao estudo das especiarias e condimentos, sua história e usos e, por isso, colabora para publicações de gastronomia, ministra oficinas e cursos sobre condimentos e é consultora de empresas de alimentos. Pela Casa da Palavra é também autora do livro O Jardim de D. João (2008), livro comemorativo dos 200 anos de chegada da família Real ao Brasil.

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PEDIDOS: pedido@casadapalavra.com.br INFORMAÇÕES: marketing@casadapalavra.com.br LeYa PRIMEIRO > Novembro/2011

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