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eu que fiz!

Caderno do PET Arquitetura | Nº 18/Ano XV

O MELHOR DA GRADUAÇÃO

editorial

Entrevista com o aluno Silas Maia Exposição Fotográfica: Veredas da Cidade

Em 95 nascia o CaPETa. Batizado pelo professor Léo, seu primeiro editorial fazia uma breve apresentação do grupo PET Arquitetura. Mas após 18 edições isso já é dispensável. Você já conhece este grupo e espera por nossas publicações. E para comemorar sua maioridade, o CaPETa mudou de cara. Mexemos no formato, no layout e incluímos seções que permitem uma maior interação, continuando com sua habitual informalidade. Queremos ser um informativo cada vez mais perto de você, mais do SEU JEITO. P o r i s s o , PA R T I C I P E ! Aguardamos criticas e sugestões para incrementar o nosso caderno.

SOBRE LIVROS E FILMES Top 10 dos arquitetos no cinema (500) dias com ela Will Eisner

O GOSTO PELA ARQUITETURA PET Arquitetura no Globo Universidade Lançamento da revista Ímpeto

NÃO PERCA! Ivan Ramos é aluno da FAU. Cursa o oitavo período e mandou essa charge pra gente.

Fórum sobre mobilidade nas cidades III Concurso universitário de fotografia ENEA 2010

EU QUE FIZ! Charge do aluno Ivan Ramos

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Expediente: Petianos: Bruno Lopes, Diógenes Batista, Flora Paim, Jordana Texeira, Kamilla de Souza, Laura Calheiros, Lívia Wanderley, Luanne Amorim, Manuella Ferreira, Renata Camelo, Paula Santos e Wevila Fontes. Tutora: Roseline Oliveira. CAPES


Nele, os alunos deveriam projetar uma praça de sua infância, fictícia ou não. Contou para a seleção, também, o coeficiente dos alunos. Já no Workshop, Silas trabalhou com mais três alunos (Tatiana Yano, da Unicamp, Pedro Varela, da UFRJ, e Flávia Lamare, da UFMG e da UEMG). Juntos, criaram um playground temático para a cidade de Malmo, para recreação ao ar livre. Para isso, foram ministradas pela Prefeitura de São Paulo, aulas sobre legislação e sobre como deveria ser um parque implantado naquela cidade. Foram oferecidos aos alunos materiais para produzirem seus produtos. O resultado foi exposto, e à prefeitura paulista se concederam os direitos para a construção. Enfim, uma dica é ficarem ligados no mural da Coordenação do curso. Oportunidades assim, como nas palavras do Silas, “não podemos deixar passar”. Fazem parte do melhor da graduação e colocam a nossa faculdade no páreo com as melhores do país.

Por André Áquila.

Horas e sensações. Horas de sensações. O que eu sinto quando passo pelas paisagens durante as horas que se passam?

eu que fiz

O tempo com os olhos

Poderia eu dizer que seria a mesma hora aquela que me senti bem ao acordar e ver o sol nascer e aquela em que cheguei à Universidade e ouvi os pássaros cantarem sobre a imensa fileira de verde que percorre o caminho a minha frente? Sim, assim gosto de pensar. É a mesma hora, a hora de me sentir bem. Cada canto possui sua hora, não qualquer hora, mas aquela em que tudo tende ao perfeito. E em horas diferentes cada canto tem a mesma hora, a hora “mágica” eu diria, a hora em que o lugar se transforma, aquele curto espaço de tempo em que você se pega rindo e achando que tudo está na sua ordem, ao seu modo. Ao andar pela orla da praia da Pajuçara, exatamente entre as cinco da tarde e seis da noite, encontro o sorriso em minha face. O sol se pondo, o céu alaranjado, as nuvens variando entre tons rosa, o vento do fim da tarde, aquele restinho de sombra dos coqueiros, eis minha hora de deleite, estranhamente até me dá fome. Andando em pleno sol de onze horas, o caminho que me leva até o ponto em que pego o ônibus, passo pelo bairro do Ouro Preto, duas enormes depressões me fazem descer rindo e subir chorando, chorando? Não! Minhas pernas doem um pouco, confesso, mas a paisagem me distrai. Um colorido de casas amontoadas, tão divertido quanto um conjunto de lego. O sol lá em cima faz com que as cores explodam aos olhos de quem passa. Tão perfeito o imperfeito de Ouro Preto. Eis que me pego com fome! Fome? De novo? Eu já me senti assim antes. Pajuçara, entre cinco da tarde e seis da noite. Meus olhos devoram a paisagem, aquela em que tudo está perfeito, cada detalhe, cada tempero, constrói a perfeição do lugar. É tanta fome que não quero deixar passar nada, quero tudo pra mim, meus olhos pecam, gula! O mais encantador é ver que em lugares distintos, em horas distintas temos a mesma hora.

Entrevista realizada por Paula Victória e Jordana em 14 de Dezembro de 2009.

Lugares diferentes, horas diferentes, a mesma hora. Fome!

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D

o dia 16 ao dia 20 de novembro aconteceu o Workshop “Sementes Suecas - Designing Playgrounds in Public Spaces”, uma oficina que teve como intuito principal desafiar alunos a projetar playgrounds criativos baseados em equipamentos especialmente criados para o tema e com o compromisso de atender crianças na faixa de três a nove anos de idade. O Workshop foi integralmente realizado em inglês e coordenado por dois arquitetos paisagistas suecos do Departamento de Parques e Ruas da cidade de Malmo (Suécia), Karin Sjölin e Caroline Larsson. Elas também ministraram aulas durante o evento. E, para contar como foi, o CaPETa convidou Silas Maia que em Março deste ano também participou da Expo Revestir 2009. Silas é aluno do 6° período do curso de arquitetura e urbanismo na UFAL e também faz parte do GECA (Grupo de Estudos de Conforto Ambiental). Este foi o primeiro Workshop que participou, e pretende participar de outros. Futuramente, quem sabe, fazer um intercâmbio. Para ele, a experiência foi uma oportunidade que não poderia passar, além de ter sido uma conveniente forma de adquirir conhecimento e praticar o que aprendeu até agora na graduação. O Workshop contou em sua estréia aqui no Brasil com a participação de alunos de faculdades de design e arquitetura de São Paulo, Bahia, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e Alagoas. Para participar, os alunos passaram por uma seleção em suas faculdades. Silas concorreu com mais dez alunos do curso na FAU. Os alunos passaram por testes de inglês e de desenho a mão livre, coordenados pelos professores Bianor Monteiro e Lucia Hidaka, professores desta faculdade.

Imagem: Proposta desenvolvida pelos alunos no workshop.

o melhor da graduação 02

Aluno da FAU participa de Workshop em São Paulo


Nos dias 22, 23 e 24 de março de 2010, Florianópolis será palco do maior evento de mobilidade do mundo: o I Fórum das Américas sobre Mobilidade Urbana nas Cidades. Com o objetivo principal de promover a troca de experiências entre cidades para a solução de problemas dentro dos preceitos da sustentabilidade, o encontro vai trazer profissionais especializados do mundo todo. Serão painéis sobre acessibilidade, ciclovias, transporte motorizado individual, metrô subterrâneo, mono trem, teleféricos, transporte marítimo e transporte aéreo. Serão três dias de muito debate, com a oportunidade de intercâmbio de informações a nível internacional. O Fórum acontece no Teatro Pedro Ivo Campos e está sendo promovido pelo IPUF, através do Presidente Átila Rocha dos Santos, pela Prefeitura de Florianópolis, Fecam e pelo “Cities for Mobility”, entidade presidida pelo Prefeito de Sttutgart, co-promotor do evento. Participe você deste debate e contribua para a melhoria da qualidade de vida humana. Fonte: Portal Vitruvius. www.vitruvius.com.br. Data da notícia:12/01/2010.

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ENEA 2010 O Encontro Nacional de Estudantes de Arquitetura ocorrerá neste ano, em Uberlândia – MG, e terá como tema: “Homem X Espaço: escalas da realidade contemporânea”. O eixo temático proposto para este, que será o XXXIV encontro, busca promover um debate, explorando atividades que se relacionem com as diferentes escalas e maneiras de atuação dos arquitetos e urbanistas e com as influencias interdisciplinares e culturais que influem nas concepções do projeto, na sua significação mais ampla, abrangendo o domínio todo da ambiência visível criada pelo homem, desde as coisas mais comuns até as mais complicadas articulações de uma metrópole. Mais informações você pode encontrar na comunidade do evento, no Orkut e no blog oficial (http://www.blogorgenea.blogspot.com)

A

conteceu em dezembro de 2009, no hall da Biblioteca Central, a Exposição Fotográfica “Nas Veredas da Cidade”, produto dos trabalhos realizados na disciplina de Fotografia dos cursos de Arquitetura, Jornalismo e Relações Públicas. A coordenação ficou por conta da professora Fernanda Capibaribe, recém-chegada da Universidade Federal da Bahia. A exposição teve como foco o cotidiano dos moradores dos bairros de Garça Torta, Pontal e Jaraguá. A intenção da atividade foi que os alunos tivessem um olhar diferenciado e subjetivo sobre Maceió através da fotografia. Com a orientação da professora, os alunos puderam (re)conhecer a paisagem da cidade pela linguagem fotográfica e exercitar o olhar crítico sobre o óbvio, buscando identificar a essência da realidade enquadrada. Enfim! Para quem achava que a disciplina de Fotografia era apenas lenda urbana, se enganou. A professora baiana tem pouco tempo na UFAL, mas já vem desenvolvendo trabalhos direcionados à comunidade acadêmica.

o melhor da graduação

1º FÓRUM DAS AMÉRICAS SOBRE MOBILIDADE NAS CIDADES

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Fonte: Site oficial do concurso. Data da notícia: 07/03/2010.

Foto: Garça Torta por Edjane Monteiro

A Sony do Brasil e a revista fotografe melhor se uniram em busca de um objetivo: revelar novos talentos na fotografia brasileira. Por isso, criaram o primeiro grande concurso de abrangência nacional destinado ao público universitário. Estudantes de qualquer curso de graduação podem participar, basta gostar de fotografia! O concurso é aberto a todos os universitários. Para mais informações: http://www.concursouniversitario.com.br.

Foto: Garça Torta por Camila Barros

Exposição fotográfica: Nas veredas da cidade

Foto: Garça Torta por Luanne Amorim

não perca!

III CONCURSO UNIVERSITÁRIO DE FOTOGRAFIA


Foi apontado em resumo o desenvolvimento da pesquisa de 2009, que teve como tema a Mobilidade Urbana, além de também mostrar um pouco do dia-a-dia dos petianos da nossa faculdade.

Lançamento da Revista Ímpeto

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O Grupo PET Arquitetura lançou a segunda edição da Revista Ímpeto, na Livraria e Café Livro Lido. É uma publicação anual organizada pelo Programa de Educação Tutorial, e tem como proposta oferecer um espaço de vinculação de trabalhos sobre Arquitetura e Urbanismo. A variedade de temas tratados pelas produções científicas presentes no periódico é reflexo de um universo imenso, interligado aos campos do conhecimento que essas duas áreas abraçam. O lançamento aconteceu em clima descontraído, com direito a brinde comemorativo!

Foto: Lançamento da revista Ímpeto na Livro Lido.

DEZEMBRO

Foto: Seminário do PET/ARQ na disciplina de Projeto de Urbanismo 1.

Foto: PET Arquitetura com a equipe do Globo Universidade e Prof.s Regina Coeli e Taís Normande.

O repórter André Curvello, do programa Globo Universidade, veio conhecer o PET de Arquitetura da nossa FAU. No programa, exibido em outubro do ano passado, foram mostrados projetos desenvolvidos pelo grupo, com foco na mobilidade urbana, que vão desde a preocupação com a acessibilidade no Campus até pesquisas para a melhoria do trânsito na cidade.

Eleitas no fim do ano passado,Verônica Robalinho e Gianna Barbirato são as novas diretora e vice diretora, respectivamente, desta faculdade.Desejamos boa sorte as professoras.

acontece

Em setembro de 2009, o PET/ARQ apresentou seminários sobre mobilidade urbana, tema da pesquisa coletiva de 2009, na disciplina de P.U. 1.

Nova direção da FAU

Curso de Modelos e Maquetes Ministrado pelo Prof. Hermes Campêlo, o curso de modelos e maquetes foi incluído em nossa grade a partir de março deste ano. E está disponível para as turmas a partir do 5° período.

Petianas egressas no mestrado O PET Arquitetura parabeniza as petianas Wevila Fontes e Kamila Mendonça pela aprovação no mestrado do DEHA.

2 novos bolsistas no PET Arquitetura O PET Arquitetura dá as boasvindas aos novos bolsistas Natália Rosa e André Áquila.

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Seminário do PET/ARQ na disciplina de Projeto de Urbanismo 1

OUTUBRO Foto: PET Arquitetura com a equipe do Globo Universidade.

o gosto pela arquitetura

PET/ARQ no Globo Universidade


Imagem: Cena do filme.

O

filme conta a história de Tom e Summer. Ele, o “Perfeitamente adequado”, é um carinha romântico que sonha em encontrar a mulher da sua vida, quando em seu trabalho, uma empresa de cartões comemorativos, ele vê a mulher mais linda de sua vida. Summer, uma jovem encantadora, ela acredita que relacionamento é uma coisa complicada. No entanto eles acabam se conhecendo e ficando juntos, mas a relação dos dois é cheia de idas e vindas, o que faz Tom sofrer por não entender como ela vive a relação dos dois.

500 dias com ela, é uma história simples de um amor quase real, que traz uma bela trilha sonora e direção de Marc Webb, 500 dias com ela é um filme que vale pararmos por 95 minutos e juntos com Tom acreditar no amor e sonhar que podemos ser melhores.

Imagem: Cena do filme.

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Entre as idas e vindas no tempo para contar a história, o filme nos leva a descobrir as paixões de um jovem que descobre na arquitetura uma maneira de vencer seus medos.

A

nne Cauquelin disserta neste livro sobre de que maneira a paisagem se propunha e se mantém, ou pelo menos, foi ou é pensado assim, como equivalente da natureza. Conteúdo minuciosamente destrinchado dentro do setor: Meio ambiente/Ecologia/Paisagem. Ainda critica a ampliação das esferas de atividades nesse tema, anteriormente limitadas, uma idéia bastante contemporânea. A invenção da paisagem baseia-se no aprendizado da realidade do mundo por meio das experiências daqueles que nos cercam e legitimam para nós sua presença. Mostrando, paralelamente, o quanto esse tecido de certezas é ao mesmo tempo frágil e resistente.(pág.15) Nossas opiniões, primariamente, são estudos da realidade que nos rodeia. Para Anne, esta constatação pode ser frágil por que pode parecer mentira. Já que não passam de experiências e idéias aleatórias de uma única realidade vivenciada. Mas entendo que, este mesmo estudo, tem fragmentos de uma vivência coletiva. E seu conteúdo, diversas vezes, filtrado e reciclado, no fim, por lógica, resta em sua essência alguma verdade. As crenças nos nutrem e estados de cultura nos regulam, o que assim, por outro lado, torna os conteúdos resistentes. E isto sempre é confirmado pela origem de nossas ideias sobre paisagem, e se formos pensar abertamente, sobre tudo, pois dependemos de certas verdades que só nos parecem verdades por que fazem parte de um mundo particular, que conhecemos. Atualmente, a disposição de artes visuais, sonoras e táteis, transforma e desenvolve a idéia de paisagem. É uma grande vantagem ter isto a mão e constatar isso não de uma forma qualquer. E reconhecer que da mesma forma, a experiência passará pelos mesmos caminhos. Um exemplo é que, a narrativa desde o inicio é ilustrada por pedaços de paisagens escritas que vão sendo elaboradas no imaginário do leitor. Alguns desses fragmentos mostram que a autora, anteriormente, também foi ouvinte. Agora, nós o somos.

E ela me descreveu com tamanha precisão e maravilhamento o gramado, a janela entreaberta, o muro do jardim e a luz dourada na tarde que se ia, que esse sonho era tão real quanto pode ser qualquer coisa deste mundo. E, mesmo que eu esteja, aparentemente, usurpando essa visão de outra pessoa, respiro o perfume suave do alfeneiro, ou, quando é tempo (fim de maio), o olor dos cravos-do-poeta à beira dos canteiros, olor que pertence a meu pai. Esses perfumes destinavam-se a ele, e o sentimento da beleza irremediável das coisas é dele. (pág.20) A narrativa se desenrola por vários discursos. De suas próprias opiniões, fragmentos históricos, lembranças, até pensamentos antigos e contemporâneos, de antigos e contemporâneos pensadores, da arte e literatura. Vale ressaltar a sensibilidade da autora quando descreve os jardins e quintais como fragmentos de natureza, construtores de uma paisagem. E a sutileza quando escala a janela como moderador de uma paisagem. Por esta janela é que me dou conta da paisagem. Ela está enquadrada pelos montantes de madeira que recortam dois lados paralelos no tecido continuo do exterior. Aposto que ele é continuo, mas não o vejo assim. Os postigos riscam a luz com faixas negras, ou, ao contrario, riscam de luz a obscuridade do quarto, recortam as folhas de sombra, cintilando no pálido vento de outono.(pág.136) Ainda existe crítica sobre a ameaça eminente da mudança de postura sobre quem vê paisagem, como vê e como, o que de fato é paisagem, baseando nas atuais amostras de atividades paisagísticas. E para estas novas tendências superficiais, a autora doa sua particular inspiração sobre a paisagem real. Ou que por um longo tempo, pra mim, como leitora, assim será.

sobre livros e filmes

Por Paula Victória

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Resenha do livro A INVENÇÃO DA PAISAGEM

Imagem: Cena do filme.

sobre livros e filmes

(500) Dias Com Ela ((500) Days of Summer) Por: Diógenes Ângelo


P.S.: Aqui restringimos à figura do arquiteto (o profissional) no cinema e

Chama a atenção também a representação do próprio Eisner, com um caderno na mão, captando todos esses personagens. Fecham a edição três pequenos contos gráficos agrupados sobre o título - que também serve de tema - Pessoas Invisíveis. Todos tratam da solidão, percebida por meio de personagens que preferem se esconder na massa anônima que circula pela cidade. Este é um paradoxo urbano explorado por vários escritores e pensadores das cidades, como Charles Baudelaire, Edgar A. Poe e Walter Benjamin: a solidão em meio à multidão. Sem a menor dúvida, cada uma dessas quatro obras individualmente já mereceria toda a atenção e cuidado de uma grande obra de arte. Reunidas em um único volume, então, é covardia. A edição da Companhia das letras, por intermédio de seu selo Quadrinhos na Cia., é muito boa. Sem luxos como capa dura, mas com impressão bacana, papel de qualidade, preço justo e bons extras, como a história de uma página da cidade de São Paulo, prefácio do editor original e introdução de Neil Gaiman.

o gosto sobre pela livros arquitetura e filmes

10º Colocado: Proposta Indecente,1993 Woody Harrelson faz o papel do arquiteto que aluga sua mulher por uma noite para um milionário. Só figura aqui para demonstrar a velha máxima de que Hollywood acha que todo arquiteto é otário. 9º Colocado: O Pentelho,1996 Gerador de opiniões conflitantes,mas ainda assim consta na lista por ter uma boa atuação de Jim Carrey, e pela antológica cena no "Medieval Times". A nossa querida profissão aparece na pele de Matthew Broderick, co-protagonista, que representa um arquiteto com uma vida pessoal (<-- paradoxo) complicada pelo indesejável amigo pirado. 8º Colocado: Click!, 2006 Filme que começa como uma "comediazinha" (esse é o nome do meio de Adam Sandler) e termina como um drama familiar. Justifica a lembrança porque revela ao mundo a realidade da profissão (prazos curtos, pouco reconhecimento, pouco tempo para a família, enfim). 7º Colocado: Tempo de Recomeçar, 2001 Drama sobre a complicada vida de um arquiteto (<-redundância) que recebe o diagnóstico de câncer terminal. A partir daí resolve fazer valer seus últimos dias, reaproximando-se da família e realizando um antigo sonho: construir sua casinha. Bocejo. Clichês à parte, o filme até que é assistível. 6º Colocado: A Casa do Lago, 2006 Não é nenhum Matrix, mas Keanu Reeves convence no papel do arquiteto que se comunica por cartas com uma moça em tempos diferentes. Ganhou uma menção por conseguir juntar um arquiteto e viagens no tempo na mesma película. 5º Colocado: Sem Medo de Viver, 1993 Um cara (Jeff Bridges) sofre um acidente de avião e tem sua cabeça transformada, se tornando um homem sem medo. Não, não é Lost, não é o filme do Demolidor, é apenas a história de um arquiteto que se acha um deus indestrutível. Ou seja, um arquiteto como todos os outros.

não à arquitetura em si,considerações sobre Meu Tio e Intriga Internacional,ficam pra próxima.

Adaptado de http://www.universohq.com/quadrinhos/2009/review_NovaYork.

Adaptado de :http://perdigotos.blogspot.com/2008/03/top-10-arquitetos-nocinema.html

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Por Gley Rivieri, arquiteto(UFRN)

4º Colocado: Um Caso A Três, 1999 Drama que retrata a vida de um arquiteto heterossexual (Matthew Perry) que é confundido com o sócio e passa a ser visto como gay pelo seu mais novo contratante milionário.Para não perder a grana, acaba entrando na onda e para sua infelicidade se apaixona pela mulher do chefe. Veja para saber que: 1) Arquiteto faz projetos de edificações, não de decoração; 2) Nem todo arquiteto é gay; 3) Alguns são, então desconfie. 3º Colocado: Vontade Indômita, 1949 Clássico filme baseado no romance homônimo (em inglês) de Ayn Rand (intitulado "A Nascente" no Brasil), esse filme conta a história de um ficcional arquiteto entusiasta do movimento moderno, que luta para fazer valer seu direito contra a desfiguração de seus projetos nas mãos de críticos, construtores e de outros arquitetos, que considerava "ultrapassados" (a velha história do modernismo contra o ecletismo). Apesar da atuação canastra de Gary Cooper (a cena do elevador no final é emblemática), assista este filme, principalmente se você acaba de ter uma desilusão profissional. 2º Colocado: 12 Homens e Uma Sentença, 1957 O filme foge um pouco do tema deste TOP 10, afinal trata de um júri debatendo um caso de assassinato. Mas o protagonista da história é um arquiteto (Henry Fonda) que tenta convencer todos os jurados da presumida inocência do acusado. Além de ser um excelente filme, botei na lista porque coloca na tela a notória superioridade intelectual dos arquitetos. 1º Colocado: Desejo de Matar,1974 Podem reclamar, mas um filme onde o Charles Bronson faz o papel de um arquiteto que vinga a morte de sua filha assassinando os marginais de Nova Iorque não podia ficar em outra colocação senão no primeiro lugar. Parabéns a Brian Garfield que escreveu esta inusitada porém edificante história, pois arquiteto mais testosterona do que esse só se o Chuck Norris fizesse o papel principal.

Imagem: Capa da história em quadrinhos.

o melhor graduação sobre da livros e filmes 06

TOP 10 ARQUITETOS NO CINEMA!


CaPETa