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INFORMATIVO DA PARÓQUIA

SÃO GERALDO MAGELA

Anúncio FUNDADA EM 07/03/2004 – 12 Anos

ANO VIII | Nº 60 | ABRIL 2017 | BAIRROS BOM JARDIM, IDEAL E ESPERANÇA

Palavra do Padre

Queridos Irmãos e queridas Irmãs, Vamos celebrar a Semana Santa. Ela marca a Páscoa que é o centro da vida de nossa fé cristã. Por esta razão, anualmente, com mais ênfase e de forma mais detalhada, celebramos a entrada triunfante de Jesus em Jerusalém, cada passo de sua entrega, desde a Eucaristia, passando pela sua paixão e morte na cruz, até a ressurreição; de forma que cada dia dessa semana se reveste de uma profunda espiritualidade. Neste ano, vamos viver a Semana Santa na Paróquia São Geraldo em dois Setores: Setor S. Lucas, que é composto das seguintes comunidades: S. Antônio, S. Francisco, S. João Batista, N. S. das Graças e Atos dos Apóstolos – esse Setor contará com a presença do Pe. Sérgio e do Sem. Rafael, e o Setor S. Geraldo, que é composto das seguintes Comunidades: Maria de Nazaré, N. S. Aparecida, S. Família, S. José, S. Sebastião e S. Geraldo, com contará com a minha presença (Pe. Hideraldo) e do Sem. Ludugério. O Pe. Efraim celebrará, ao longo da Semana Santa nos dois Setores. Teremos os momentos das Procissões: do Domingo de Ramos, do Senhor dos Passos, de Nossa Senhora das Dores, do Encontro, com o Cristo Morto e da Vigília Pascal, na Bênção do Fogo Novo.

A Semana Santa é o ponto alto do Ano Litúrgico. A espiritualidade da Semana Santa perpassa o Domingo de Ramos e da Paixão, o sacramento da reconciliação, a Quinta-feira Santa, a Sexta-feira da Paixão, o Sábado de Aleluia, a Vigília Pascal e o Domingo da Ressurreição. A liturgia da Semana Santa ajuda-nos a permitir que Jesus entre em nossas vidas. Na Semana Santa, acompanhamos o Mestre no amorsofrimento e aprendemos dele a confiar em Deus, que transforma a morte em ressurreição. E após viver este tempo da Semana Santa, viveremos o Tempo da Páscoa. A Páscoa é a exaltação ou glorificação do Crucificado. O Tempo Pascal é de 50 dias, entre o domingo da Ressurreição e o domingo de Pentecostes. É o tempo da alegria e da exultação, um só dia de festa, "um grande domingo”. São dias de Páscoa e não após Páscoa. "Os oito primeiros dias do tempo pascal formam a oitava da Páscoa e são celebrados como solenidades do Senhor”. "Ressuscitados com Cristo, cantamos sua glória, sua vitória sobre a morte. O ‘aleluia’ volta a ressoar em nossos lábios, invadindo todo o nosso ser com ardor sempre crescente, pois ‘as coisas antigas já se passaram, somos nascidos de novo’” (CNBB, Guia Litúrgico-Pastoral, p. 88). Só faz experiência do Ressuscitado quem se abre a um encontro pessoal com Ele. Acolher a Ressurreição de Cristo em

nossa vida é participar de sua glória, é realizar-se plenamente, na comunhão com Ele, pois participamos verdadeiramente da redenção. E a redenção é a libertação do homem todo, a confirmação de sua vocação divina. “Todo aquele que nele crer, tem a vida eterna” (cf. Jo 3, 16) Desejo a você e sua Família uma Santa e abençoada Páscoa! Que o Cristo Ressuscitado esteja sempre protegendo a todos e que você procure segui-lo de todo o coração. Muitas bênçãos de Deus na vida de vocês! Rezem por nós! Pe. Hideraldo Verissimo Vieira Pároco Pe. Sérgio Henrique Gonçalves Vigário Paroquial


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ABRIL 2017

em ação

É CORRETO COLOCAR-SE DE JOELHOS NA HORA DO ATO PENITENCIAL? Na estrutura da Celebração Eucarística, o ato penitencial está localizado nos chamados Ritos Iniciais e, de acordo com a Instrução Geral do Missal Romano (IGMR), a finalidade desses ritos “é fazer com que os fiéis, reunindo-se em assembleia, constituam uma comunhão e se disponham para ouvir atentamente a Palavra de Deus e celebrar dignamente a Eucaristia” (IGMR, 46). Ao dizer sobre o ato penitencial, a IGMR salienta que a absolvição dada nesse momento pelo sacerdote “carece da eficácia do sacramento da penitência” (IGMR, 51). Portanto, o ato penitencial, mesmo sendo um gesto do povo reconhecer-se pecador e, por isso, invocar a misericórdia do Pai, não se caracteriza como meio de confissão. O Código de Direito Canônico (CIC) normatiza que a confissão individual e íntegra e a absolvição constituem o único modo ordinário de reconciliação com Deus e com a Igreja (Cf. Cân. 960). Nos tradicionais confessionários, constituídos de um tablado de madeira com uma abertura gradeadausada para estabelecer o diálogo; o penitente tinha de colocar-se de joelhos para alcançar o ouvido do confessor que, do outro lado, ficava sentado à escuta atenta da confissão para, assim, emitir a penitência e absolvição in persona Christi. Tendo em conta este modo de confessar, o Catecismo dos Párocos, conhecido como o Catecismo Romano, redigido por decreto do Concílio de Trento, dava a seguinte normativa: “quem está, pois, arrependido de seus pecados, prostrase humildemente aos pés do sacerdote, para que esse ato exterior de humildade lhe faça reconhecer como é necessário arrancar da alma todas as raízes do orgulho, donde nascem e vigoram todos os pecados que agora lamenta”. Portanto, por ocasião da confissão individual, chamada também de confissão auricular, a posição do penitente era a de colocar-se de joelhos. Como o ato penitencial não constitui uma confissão individual dos pecados, mas uma confissão de toda a comunidade de fé, o mesmo não contém a eficácia do sacramento da Penitência. Assim sendo, não é possível usar a regrada posição corporal da confissão individual para o ato penitencial. A normativa para a posição do corpo para tal ocasião deve ser buscada dentro da própria IGMR. Esta nos diz que a

posição comum do corpo que todos os participantes devem observar, como sinal de unidade dos membros da comunidade cristã, no momento do ato penitencial é a de pé: “os fiéis permaneçam de pé, do início do canto de entrada ou enquanto o sacerdote se aproxima do altar, até a oração do dia inclusive” (IGMR, 43).Para aqueles que acham que tanto faz estar ajoelhado ou de pé, a Instrução Geral salienta que os gestos e posições do corpo devem contribuir antes para o bem comum espiritual do povo de Deus, do que atender ao próprio gosto e arbítrio (Cf. IGMR, 42).

Seminarista Rafael Bruno Ferreira – 3º Ano de Teologia Diocese de Itabira-Fabriciano

ISAAC, DEUS NÃO QUER A MORTE, MAS A VIDA

Gênesis 22,1-19

Antes de passar aos outros patriarcas e matriarcas, convém avaliar, nem que seja de relance, a centralidade que a tradição israelita dá a Abraão em relação a diversos povos aparentados com Israel: * Com Sara ele é "bisavô" dos "12 filhos de Jacó": israelitas e dos "filhos de Esaú": Edomitas (Gn 36); *Com Agar ele é "avô" dos "12 filhos de Ismael": ismaelitas (Gn 25, 13-16); *Com Cetura é "pai" dos madianitas e outros clãs (Gn 25, 1-4); * Por parte do irmão Haran, ele é "tio" dos amonitas e moabitas (Gn 19, 30ss); * Por parte do irmão Nacor, é "tio" dos arameus (Gn 22, 20-24). Isaac ou Isaque é uma figura mais apagada em certas tradições bíblicas: vive na órbita e como que à sombra de Abraão. Em outras tradições vamos encontrá-lo em maior profundidade. Na história de Isaque destacamos o momento em que lhe é sugerido buscar sua esposa na terra natal e o belo encontro com Rebeca, a matriarca em questão que muito influenciará no conflito entre Esaú e Jacó. Entretanto, vamos nos ater ao que nos narra Gênesis 22: * Deus pede a Abraão uma prova da sua fidelidade e quer que lhe ofereça seu próprio filho. Mas como pode isto, Isaque não representa a descendência e numerosidade prometida? * Abraão leva seu filho para o sacrifício e Isaque, que carrega os instrumentos para o holocausto, pergunta: ONDE ESTÁ O CORDEIRO PARA SER IMOLADO? - A resposta é imediata: DEUS PROVIDENCIARÁ; - Eis que no momento certo Isaque não é sacrificado; - Novamente a descendência é abençoada. O que há por trás disto tudo? Como enxergar por trás das palavras? Ora, naquela época era "normal", comum, fazia parte do cotidiano das religiões pagãs sacrificar crianças. DEUS CAMINHA COM O SEU POVO - "Não estamos sós. Deus caminha conosco. Estamos em suas mãos. Existe uma relação toda especial entre Deus e nós!" Deus não quer a morte e sim à vida. Com certeza, por trás da prova e da bênção está a proteção da VIDA. Javé é um Deus diferente: familiar, presente, que sente, então, que as práticas do Deus da Vida devem ser diferentes das práticas pagãs. Mas então isto quer dizer que os clãs eram perfeitos, não havia discórdias ou rivalidades entre as famílias? Não, já dissemos que a matriarca Rebeca muito interferiu na

trajetória de Esaú e Jacó. Assim como nós, e como já vimos na Criação, havia interesses, intrigas, ciúmes, inveja e disputa de poder. Gente passando a rasteira no outro, gente sendo enganada. Isaque dará o direito de primogenitura ao filho Jacó que passa a perna em Esaú. Ao final da sua vida, vai de novo dar a bênção a Jacó acreditando ser Esaú. Isto trará consequências enormes para os dois filhos. E é a partir de Jacó, denominado Israel, que se formarão as doze tribos, os israelitas, mas também Esaú, denominado Edom, formará os ismaelitas. São conflitos e rivalidades que representam o quanto somos diferentes, diversos até separados. Mas uma coisa nos une: o Deus da Vida. BIBLIOGRAFIA: 1. GRUEN, Wolfgang, O Tempo que se Chama Hoje, Uma Introdução ao Antigo Testamento, Paulinas, 1983 2. Panorama da História da Bíblia, Paulinas Deusdi - Comunidade S. Antônio Algemiro - Comunidade São João Batista


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PAPA FRANCISCO E A TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃO

Muitos se tem perguntado que pelo fato de o atual Papa Francisco provir da América Latina, seja um adepto da teologia da libertação. Esta questão é irrelevante. O importante não é ser da teologia da libertação, mas da libertação dos oprimidos, dos pobres e injustiçados. E isso ele o é com indubitável claridade. Este, na verdade, sempre foi o propósito da teologia da libertação. Primeiramente vem a libertação concreta da fome, da miséria, da degradação moral e da ruptura com Deus. Esta realidade pertence aos bens do Reino de Deus e estava nos propósitos de Jesus. Depois, em segundo lugar, vem a reflexão sobre este dado real: em que medida aí se realiza antecipadamente o Reino de Deus e de que forma o cristianismo, com o potencial espiritual herdado de Jesus, pode colaborar, junto com outros grupos humanitários, nesta libertação necessária. Esta reflexão posterior, chamada de teologia, pode existir ou não pois pode não haver pessoas que tenham condições de exercer esta tarefa. O decisivo é que o fato da libertação real ocorra. Mas sempre haverá espíritos atentos que ouvirão o grito do oprimido e da Terra devastada e que se perguntarão: com aquilo que aprendemos de Jesus, dos Apóstolos e da doutrina cristã de tantos séculos, como podemos dar a nossa contribuição ao processo de libertação? Foi o que realizou toda uma geração de cristãos, de cardeais a leigos e a leigas a partir dos anos 60 do século passado. Continua até os dias de hoje, pois número de pobres não cessa de crescer e seu grito já se transformou num clamor. Ora, o Papa Francisco fez esta opção pelos pobres, viveu e vive pobremente em solidariedade a eles e o disse claramente numa de suas primeiras intervenções: “Como

gostaria uma Igreja pobre para os pobres”. Neste sentido, o Papa Francisco, está realizando a intuição primordial da Teologia da Libertação e secundando sua marca registrada: a opção preferencial pelos pobres, contra a pobreza e a favor da vida e da justiça... Em 1990 havia na Argentina 4% de pobres. Hoje, dada a voracidade do capital nacional e internacional, elevam-se a 30%. Estes não são apenas números. Para uma pessoa sensível e espiritual como o bispo de Roma Francisco, tal fato representa uma via-sacra de sofrimentos, lágrimas de crianças famintas e desespero de pais desempregados. Isso faz-me lembrar uma frase de Dostoiewski: ”Todo o progresso do mundo não vale o choro de uma criança faminta.” Esta pobreza, tem insistido com firmeza o Papa Francisco: não se supera pela filantropia mas por políticas públicas para que devolvam dignidade aos oprimidos e os tornem-se cidadãos autônomos e participativos. Não importa que o Papa Francisco não use a expressão “teologia da libertação”. O importante mesmo é que ele fala e age na forma de libertação. É até bom que o Papa não se filie a nenhum tipo de teologia, como a da libertação ou de qualquer outra. Seus dois antecessores assumiram certo tipo de teologia que estava em suas cabeças e se apresentava como expressões do magistério papal. Em nome disso se fizeram condenações de não poucos teólogos e teólogas. Está comprovado historicamente que a categoria “magistério” atribuída aos Papas é uma criação recente. Começou a ser empregada pelos Papas Gregório XVI (1765-1846) e por Pio X (1835-1914) e se fez comum com Pio XII (1876-1958). Antes “magistério” era constituído pelos doutores em teologia e não pelos bispos e pelo Papa. Estes são mestres da fé. Os teólogos são mestres da inteligência da fé. Portanto, aos bispos e Papas não cabia fazer teologia: mas testemunhar oficialmente e garantir zelosamente a fé cristã. Aos teólogos e teólogas cabia e cabe aprofundar este testemunho com os instrumentos intelectuais oferecidos pela cultura em presença. Quando Papas se põem a fazer teologia, como ocorreu recentemente, não se sabe se falam como Papas ou como teólogos. Cria-se grande confusão na Igreja; perde-se a liberdade de investigação e o diálogo com os vários saberes. Graças a Deus que o Papa Francisco explicitamente se apresenta como Pastor e não como Doutor e Teólogo mesmo que fosse da libertação. Assim é mais livre para falar a partir do evangelho, de sua inteligência emocional e espiritual, com o coração aberto e sensível, em sintonia com o mundo hoje planetizado. Que o Papa deixe aos teólogos fazer teologia e ele presida a Igreja no amor e na esperança. Papa Francisco: coloque a teologia em tom menor para que a libertação ressoe em tom maior: consolação para os oprimidos e interpelação às consciências dos poderosos. Portanto, menos teologia e mais libertação. Leonardo Boff

INICIAÇÃO CRISTÃ - O QUE É? Diante da sede de infinito, presente em todo coração humano, Deus nos dá uma resposta em Cristo Jesus. Como Pedro, confessamos a nossa perplexidade e a nossa confiança nessa resposta de Deus: "A quem iremos Senhor? Tu tens palavras de vida eterna" (Jo 6,68). Consciente disso, a Igreja proclama "que a chave, o centro e o fim de toda história humana se encontram em seu Senhor e Mestre" (GS n 10,2). Com Jesus se faz presente o Reino de Deus, o Mistério revelado entre nós. Jesus, ao falar do Reino, chama-o de mistério: "A vós é confiado o mistério do Reino de Deus" (Mc 4,11). Ser cristão é participar desse mistério e se comprometer com ele que é um segredo que se manifesta somente aos iniciados. Não se tem acesso ao mistério através de um ensino teórico, ou com aquisição de certas habilidades, mas de uma maneira ou outra a pessoa precisa ser iniciada a essas realidades maravilhosas através de experiências que a marcam profundamente. A missão visa proclamar e fazer experimentar o mistério, não escondê-lo. Mas, ao mesmo tempo, não podemos banalizar o acesso ao sagrado como se estivéssemos distribuindo algo sem consequências mais sérias. Etimologicamente "iniciação" provém do latim "in-ire", ou seja, ir bem para dentro. É um tempo de aproximação e imersão em novo jeito de ser; sinaliza uma mudança de vida, de comportamento, com a inserção num novo grupo. Numa cultura moderna quase pós-cristã a Igreja se vê diante da necessidade de uma real iniciação, para formar cristãos que realmente assumam o projeto do Reino. Daí a necessidade de formas de catequese que estejam verdadeiramente a serviço da iniciação cristã. O documento de Aparecida é enfático ao falar da necessidade urgente de assumir o processo iniciático na evangelização: "ou educamos na fé, colocando as pessoas realmente em contato com Jesus Cristo e convidando-as para seu seguimento, ou não cumpriremos nossa missão evangelizadora. Impõe-se a tarefa irrenunciável de oferecer uma modalidade de iniciação cristã, que além de marcar o quê, também dê elementos para o quem , o como e o onde se realizam" (n. 287). Boa parte dos adultos católicos foi catequizada a partir das doutrinas e da

metodologia do pequeno catecismo de perguntas e respostas. Alguns, depois, se aprofundaram e tiveram outras experiências evangelizadoras; outros guardam só uma vaga lembrança do que aprenderam na infância, outros se decepcionaram pelo caminho, muitos se perderam no meio dos apelos da cultura pós-moderna. Diante desta desafiadora realidade, de uma catequese diversificada e com itinerários especiais devemos considerar as várias situações em que se encontram as pessoas a serem atendidas nos processos de iniciação. * Adultos e jovens não batizados * Adultos e jovens batizados que desejam completar a iniciação cristã * Adultos e jovens com prática religiosa, mas insuficientemente evangelizados. * Pessoas de várias idades marcadas por um contexto desumano ou problemático * Grupos específicos, em situações variadas. * Adolescentes e jovens * Crianças não batizadas e inscritas na catequese * Crianças e adolescentes batizados que seguem processo tradicional de iniciação cristã. O objetivo final, conteúdo e origem da iniciação cristã é fazer-nos chegar ao Pai, por Jesus Cristo e participar de sua natureza divina (cf DV, n. 2). A iniciação cristã é graça benevolente e transformadora, que nos precede e nos cumula com os dons divinos em Cristo. Ela se desenvolve dentro do dinamismo trinitário: os três sacramentos, numa unidade indissolúvel, expressam a unidade da obra trinitária na iniciação cristã: o Batismo nos torna filhos do Pai, a Eucaristia nos alimenta com o Corpo de Cristo e a Confirmação nos unge com unção do Espírito. Esta obra de amor de Deus se realiza na Igreja e pela mediação da Igreja. É ela que anuncia a boa nova, acolhe e acompanha os que querem realizar um caminho de fé. Fonte de consulta: Estudos da CNBB 97 - Iniciação à Vida Cristã - Um processo de Inspiração Catecumenal Conceição Soares Toledo e Gilma Neubaner - Catequese Paroquial


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Agenda dos Padres Padres Hideraldo, Sérgio e Efraim

1º DE ABRIL – SÁBADO 14h às 18h - N. S. das Graças – Formação TPC – “Espiritualidade da Semana Santa” – Pe. Roberto Baia e Pe. Hideraldo 15h00 Centro Pastoral João Paulo II – Reunião com os Coordenadores e membros da Apostolado da Oração – Pe. Sérgio 18h00 Maria de Nazaré – Celebração – Sem. Rafael 18h00 S. Francisco – Missa – Pe. Sérgio 19h30 S. Sebastião – Missa – Pe. Sérgio 19h30 S. Antônio – Celebração – Sem. Ludugério 19h30 S. Família – Confissão Comunitária do Setor S. Geraldo – Pe. Hideraldo 2 DE ABRIL – DOMINGO 07h00 Matriz S. Geraldo – Missa – Pe. Sérgio 07h00 S. José – Missa – Pe. Hideraldo 08h30 S. Antônio – Missa – Pe. Efraim 08h às 16h – Setor S. Lucas - Atos dos Apóstolos/Ideal e Esperança - (S. Antônio, S. Francisco, S. João Batista, N. S. das Graças e Atos dos Apóstolos) Estudo do Documento 105 CNBB "Cristãos Leigos" – Pe. Hideraldo, Pe. Sérgio e Sem. Rafael e Sem. Ludugério 09h às 12h – Centro Past. João Paulo II – Regional III – Comissão do Meio Ambiente 13h30 às 17h – Centro Pastoral João Paulo II – Planejamento Paroquial da Catequese – EPAC 18h00 Atos dos Apóstolos – Missa – Pe. Sérgio 18h00 N. S. Aparecida – Missa – Pe. Hideraldo 19h30 N. S. das Graças – Missa – Pe. Sérgio 19h30 Matriz S. Geraldo – Missa Paroquial de Instituição dos Acólitos Pe. Hideraldo 3 DE ABRIL – SEGUNDA-FEIRA 19h30 Atos dos Apóstolos – Reunião do Setor S. Lucas com as Equipes de Liturgia e Acólitos e com a Coordenação de Ministros, Coroinhas e Ministério de Música – Semana Santa – Pe. Sérgio 4 DE ABRIL – TERÇA-FEIRA 09h às 11h30 e de 15h às 18h – Centro Past. João Paulo II – Atendimento – Pe. Sérgio 19h30 N. S. Aparecida – Confissão Comunitária do Setor S. Geraldo – Pe. Hideraldo 19h30 N. S. das Graças – Missa e Bênçãos – Pe. Sérgio 5 DE ABRIL – QUARTA-FEIRA 19h30 S. Geraldo – Reunião do Setor S. Geraldo com as Equipes de Liturgia e Acólitos e com a Coordenação de Ministros, Coroinhas e Ministério de Música – Semana Santa – Pe. Hideraldo 6 DE ABRIL – QUINTA-FEIRA 16h00 Centro Pastoral João Paulo II – Atendimento Pastoral – Pe. Hideraldo 18h00 Centro Pastoral João Paulo II – Reunião com os Conselheiros (Francisco, Consola Vieira, Cleiton e Conceição Toledo) – Pe. Hideraldo 19h30 Centro Pastoral João Paulo II – CEAP (Comissão Financeira) Pe. Hideraldo e Equipe 19h30 Matriz S. Geraldo – Missa – Pe. Sérgio

EXPEDIENTEPe. Hideraldo Verissimo Vieira – PÁROCO

ANO VIII | Nº 59 | MARÇO 2017 Pe. Sérgio Henrique Gonçalves – VIGÁRIO PAROQUIAL PÁROCO Pe. Hideraldo Veríssimo Vieira

VIGÁRIO PAROQUIAL Endereço Fones Casa Paroquial e-mail Redação Articulistas Diagramação Impressão Tiragem

Pe. Sérgio Henrique Gonçalves Av. das Flores, 885 - Bom Jardim Ipatinga - MG (31) 3826-5213 / 3825-7195 / Celular (31) 98699-0212 (OI) (31) 3821-7628 pqsaogeraldo@yahoo.com.br PASCOM Meirevone, Patrícia, Vilton, Gislene, Conceição Toledo, Gilma, Cida Lima, Deusdi Ferreira, Algemiro, Estaylon Bandeira, Cleiton, Pe. Sérgio e Pe. Hideraldo Gráfica Diocesana (31) 3831-1098 Gráfica Diocesana (31) 3831-1098 2.500 unidades

Confira as reportagens completas e fotos no site e no facebook da Paróquia São Geraldo www.paroquiasaogeraldo.com.br | Facebook: Paróquia São Geraldo

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7 DE ABRIL – SEXTA-FEIRA SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS 07h00 Atos dos Apóstolos – Missa – Pe. Sérgio 09h às 11h30 e de 15h às 18h – Centro Pastoral João Paulo II – Atendimento Pe. Hideraldo 16h00 Visita aos Doentes – Pe. Sérgio 19h30 N. S. das Graças – Missa – Pe. Sérgio 19h30 Matriz S. Geraldo – Missa – Pe. Hideraldo 8 DE ABRIL – SÁBADO 11h00 S. Geraldo – Casamento de Alencar e Nayara – Pe. Hideraldo 15h00 Centro Pastoral João Paulo II – Reunião com os Coordenadores e membros da Pastoral da Crianças – Pe. Sérgio 18h00 S. Francisco – Confissão Comunitária do Setor S. Lucas – Pe. Sérgio 19h00 S. Geraldo – Casamento de Alone e Priscila – Pe. Hideraldo 19h30 S. Antônio – Confissão Comunitária do Setor S. Lucas – Pe. Sérgio 20h30 Atos dos Apóstolos – Casamento de Arielton e Kamila – Pe. Hideraldo SEMANA SANTA 9 DE ABRIL - DOMINGO DE RAMOS 07h00 N. S. Aparecida – Missa – Bênção dos Ramos e Caminhada para a Matriz S – Missa – Pe. Hideraldo 07h00 N. S. das Graças – Praça do Esperança – Bênção dos Ramos e Caminhada para a Igreja – Missa – Pe. Sérgio 08h00 S. Sebastião – Celebração – Bênção dos Ramos – Sem. Ludugério 09h00 S. Antônio – Bênção dos Ramos – Missa – Pe. Efraim – Sem. Rafael 09h às 11h30 – S. Geraldo – Confissão Individual – Pe. Hideraldo 18h00 Atos dos Apóstolos – Praça da Creche – Bênção dos Ramos e Caminhada para a Igreja – Missa – Pe. Sérgio 18h00 S. João Batista – Posto de Saúde – Bênção dos Ramos e Caminhada para a Igreja – Sem. Rafael 19h00 Maria de Nazaré – Missa – Bênção dos Ramos e Caminhada para a Matriz S. Geraldo – Missa – Pe. Hideraldo 20h00 S. Francisco –Posto de Saúde – Bênção dos Ramos e Caminhada para a Igreja – Missa – Pe. Sérgio 10 DE ABRIL - SEGUNDA-FEIRA SANTA - “SENHOR DOS PASSOS” 17h às 19h – N. S. Aparecida – Confissão Individual – Pe. Hideraldo 17h às 19h – S. Francisco – Confissão Individual – Pe. Sérgio 19h30 N. S. Aparecida – Missa e Procissão luminosa com a Imagem do Senhor dos Passos para a Comunidade Sagrada Família – Pe. Hideraldo 19h30 São Francisco – Início da Missa e Procissão luminosa com a Imagem do Senhor dos Passos para a Comunidade N. S. das Graças– Pe. Sérgio 11 DE ABRIL - TERÇA-FEIRA SANTA - “NOSSA SENHORA DAS DORES” 16h às 19h – N. S. das Graças – Confissão Individual – Pe. Sérgio 17h às 19h – S. Família – Confissão Individual – Pe. Hideraldo 19h30 Atos dos Apóstolos – Início da Missa e Procissão luminosa com a Imagem de N. S. das Dores para a Comunidade S. Antônio – Pe. Sérgio 19h30 S. Geraldo – Missa e Procissão luminosa com a Imagem de N. S. das Dores para a Comunidade Maria de Nazaré – Pe. Hideraldo 12 DE ABRIL - QUARTA-FEIRA SANTA 09h00 Atos dos Apóstolos – Missa para Doentes e Unção dos Enfermos – Pe. Sérgio 09h00 N. S. Aparecida – Missa para Doentes e Unção dos Enfermos – Pe. Hideraldo 17h às 19h – S. Antônio – Confissão Individual – Pe. Sérgio 17h às 19h – Maria de Nazaré – Confissão Individual – Pe. Hideraldo 19h30 N. S das Graças– Início da Procissão luminosa com a Imagem do Senhor dos Passos, levada pelos Homens e da Comunidade S. Antônio – Início da Procissão luminosa com a Imagem de N. S. das Dores, levada pelas Mulheres para a Comunidade Atos dos Apóstolos – PROCISSÃO DO ENCONTRO e MISSA – Pe. Sérgio 19h30 S. Família – Início Procissão luminosa com a Imagem do Senhor dos Passos – levada pelos Homens e da Comunidade Maria de Nazaré – Início da Procissão luminosa com a Imagem de N. S. das Dores, levada pelas Mulheres para a Matriz S. Geraldo – PROCISSÃO DO ENCONTRO e MISSA – Pe. Hideraldo TRÍDUO PASCAL 13 DE ABRIL - QUINTA-FEIRA SANTA 09h00 Itabira – Missa da Unidade – Bênção dos Santos Óleos 16h às 19h – Atos dos Apóstolos – Confissão Individual – Pe. Sérgio


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17h às 19h – S. Sebastião – Confissão Individual – Pe. Hideraldo 18h00 S. Francisco – Celebração do Lava-pés e da Ceia do Senhor Pe. Efraim – Sem. Rafael 19h30 Atos dos Apóstolos – Missa do Lava-pés e da Ceia do Senhor – Pe. Sérgio 20h00 Matriz S. Geraldo – Missa do Lava-pés e da Ceia do Senhor – Pe. Hideraldo Após a Missa – até às 0h – Adoração ao Santíssimo Sacramento , com escala das Pastorais 14 DE ABRIL - SEXTA-FEIRA DA PAIXÃO 08h00 TREVO DO PANORAMA/PARQUE IPANEMA CAMINHADA DA MISERICÓRDIA E TEATRO DA PAIXÃO 15h00 São João Batista – Celebração da Paixão – Adoração a Cruz – Pe. Sérgio 15h00 São José – Celebração da Paixão – Adoração a Cruz – Pe. Hideraldo 16h às 18h – S. José – Confissão Individual – Pe. Hideraldo 16h às 18h – S. João Batista – Confissão Individual – Pe. Sérgio 19h30 Atos dos Apóstolos – Sermão das Sete Palavras e Procissão do Enterro, com o Senhor Morto – Pe. Sérgio 19h30 Matriz S. Geraldo – Sermão das Sete Palavras e Procissão do Enterro, com o Senhor Morto – Pe. Hideraldo 15 DE ABRIL - SÁBADO SANTO 18h00 S. Família – Missa da Vigília Pascal – Pe. Efraim – Sem. Ludugério 20h00 N. S das Graças – Praça do Esperança – Missa – Bênção do Fogo Novo e Vigília Pascal – Pe. Sérgio 20h00 Praça do João Valdomiro/Bom Jardim – Missa – Bênção do Fogo Novo e Vigília Pascal – Pe. Hideraldo 16 DE ABRIL - DOMINGO DE PÁSCOA 07h00 Matriz S. Geraldo – Missa – Pe. Hideraldo 07h00 N. S. das Graças – Missa – Pe. Sérgio 07h00 S. José – Celebração – Sem. Ludugério 08h30 N. S. Aparecida – Missa – Pe. Hideraldo 08h30 S. Família – Celebração – Sem. Ludugério 08h30 S. Antônio – Missa – Pe. Sérgio 08h30 Atos dos Apóstolos – Missa – Pe. Efraim 10h00 S. Geraldo – Batizados – Pe. Hideraldo 17h00 Atos dos Apóstolos – Missa – Pe. Sérgio 19h30 Matriz S. Geraldo – MISSA PAROQUIAL DA RESSURREIÇÃO TEATRO DA RESSURREIÇÃO – Pe. Hideraldo e Pe. Sérgio 18 DE ABRIL – TERÇA-FEIRA 19h30 N. S. das Graças – Missa e Bênçãos – Pe. Hideraldo 20 DE ABRIL – QUINTA-FEIRA 15h às 18h – Centro Pastoral João Paulo II – Atendimento – Pe. Hideraldo 19h30 Matriz S. Geraldo – Missa e Bênçãos – Pe. Hideraldo 22 DE ABRIL – SÁBADO 18h00 S. João Batista – Celebração – Sem. Ludugério 18h00 S. Francisco – Missa – Pe. Hideraldo 19h00 N. S. das Graças – Casamento de Willian e Natália – Ministros

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19h30 S. Antônio – Missa – Pe. Hideraldo 19h30 Parque Samambaia/Bom Jardim – Páscoa Jovem – Pastoral da Juventude Sem. Ludugério 23 DE ABRIL – DOMINGO 07h00 Matriz S. Geraldo – Missa – Pe. Hideraldo 07h00 N. S. das Graças – Missa – Pe. Efraim 08h às 16h – Setor S. Geraldo/Bom Jardim - Maria de Nazaré, N. S. Aparecida, S. Família, S. José, S. Sebastião e S. Geraldo – Estudo do Documento 105 CNBB "Cristãos Leigos" – Pe. Hideraldo e Sem. Ludugério 18h00 Atos dos Apóstolos – Missa – Pe. Hideraldo 19h30 Matriz S. Geraldo – Missa – Pe. Hideraldo 25 DE ABRIL – TERÇA-FEIRA 19h30 Atos dos Apóstolos – Missa e Bênçãos – Pe. Hideraldo 26 DE ABRIL – QUARTA-FEIRA 19h00 Itabira – Paróquia N. S. Aparecida – João XXIII – Reunião Curso de Inverno – Pe. Hideraldo 19h30 Centro Pastoral João Paulo II – Grupão: "O olhar fixo em Jesus A vocação da família – Pastoral Familiar 27 DE ABRIL – QUINTA-FEIRA 17h00 Centro Pastoral João Paulo II – Atendimento Pastoral – Pe. Hideraldo 19h30 Matriz S. Geraldo – Missa e Bênçãos – Pe. Hideraldo 28 DE ABRIL – SEXTA-FEIRA 09h às 11h30 e 15h às 18h - Centro Past. João Paulo II - Atendimento - Pe. Hideraldo 19h00 Centro Pastoral João Paulo II – Conselho Pastoral Paroquial (CPP) 29 DE ABRIL – SÁBADO Romaria Diocesana a Aparecida 18h00 Maria de Nazaré – Missa – Pe. Hideraldo 19h30 S. Família – Missa – Pe. Hideraldo 21h00 Atos dos Apóstolos – Casamento de José Geraldo e Maria da Conceição Pe. Hideraldo 30 DE ABRIL – DOMINGO ROMARIA DIOCESANA A APARECIDA 07h00 Matriz S. Geraldo – Missa – Pe. Hideraldo 07h00 N. S. das Graças – Missa – Pe. Efraim 08h30 N. S. Aparecida – Missa – Pe. Hideraldo 10h00 N. S. das Graças – Batizados – Pe. Hideraldo 18h00 Atos dos Apóstolos – Celebração – Diác. Euder 19h30 Matriz S. Geraldo – Celebração – Diác. Euder

Alguém das comunidades onde o Pe. Efraim celebra, deve buscá-lo, meia hora antes da missa, em sua residência (R. José do Patrocínio, 201 – Cidade Nobre) - Telefone Pe. Efraim: 3821-8735

CONHECENDO NOSSA IGREJA: DIOCESE DE ITABIRA-FABRICIANO Como o maior corpo religioso cristão do planeta a Igreja Católica Apostólica Romana possui uma imensa estrutura hierárquica e organizacional que possibilita a administração e assistência a todas as Igrejas Católicas presentes em todos os lugares do mundo. O Papa (Vigário de Cristo na terra) como responsável por toda a Igreja conta com a ajuda de centenas de milhares de religiosos ao redor do mundo, de cardeais a diáconos. Essas pessoas são orientadas e seguem a mesma doutrina. A Diocese de Itabira/Cel. Fabriciano foi criada em 14 de junho de 1965, pelo Papa Paulo VI, com território desmembrado das Arquidioceses de Mariana e Diamantina. O território diocesano abrange 24 municípios, numa área de quase 9.000 Km² bastante diversificada, marcada sobremaneira pelas macro indústrias de ferro, aço e celulose. Inserida na Província Eclesiástica de Mariana, a Diocese tem como sede do Bispado a cidade de Itabira, e como Co-Sede a Cidade de Coronel Fabriciano. É dividida em 3 Regiões Pastorais, e possui 49 paróquias e 1 quase paróquia.

Nossa Diocese já foi administrada por quatro Bispos, Dom Marcos Antônio Noronha, governou a Diocese de 1965 a 1970. O Bispo sucessor foi Dom Mário Teixeira Gurgel, que assumiu a Diocese de 1971 a 1996. Dom Lelis Lara foi o terceiro bispo da Diocese, tomou posse como bispo diocesano em 1996, e tornouse Bispo Emérito com a chegada de Dom Odilon em 2003. Dom Odilon governou a Diocese por 10 anos. Atualmente (deste 2013) o governo diocesano está sob a responsabilidade de Dom Marco Aurélio Gubiotti. Você sabia? Atuam na Diocese de Itabira/Cel. Fabriciano, 75 Padres, 16 Diáconos permanentes, 1 Bispo Emérito, 15 congregações religiosas. Temos 19 seminaristas. Existem 32 Pastorais, Movimentos, e Serviços atuantes, e várias comunidades de vida (Novas Fundações). Fonte: Livro da Caminhada, Cúria Diocesana, Site da Diocese Cleiton – Atos dos Apóstolos


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EM DIA COM A LITURGIA: A MISSA É MEMORIAL Fazer memória era expressão familiar de Jesus e seus discípulos. Para compreendermos o termo “memória”, em relação a Cristo, devemos frequentar a Escola do Antigo Testamento, onde Deus dá instruções para a libertação do jugo do Egito. Imola-se o cordeiro, cujo sangue marca a porta das casas dos israelitas. Quanto a esse acontecimento, diz o Senhor: “Este dia vos servirá de memória. Vós o celebrareis como festa em honra do Senhor, em todas as gerações” (Ex 12,14). Mais adiante voltará o Senhor a dizer: “Celebrareis a memória deste dia em que saístes do Egito, da casa da escravidão” (Ex13,3). O que há de especial nesta páscoa é que em sua celebração não é vista como volta ao passado, mas como irrupção no futuro e na liberdade. Graças à celebração, garante-se e efetuase a passagem da terra da escravidão para a terra prometida. Celebração aqui significa uma nova presença, como a de antigamente. É mediante a memória que a presença se torna real. Na linha da páscoa do Antigo Testamento é que

Jesus deu aos discípulos um mandamento claro, no sentido de que fizessem no futuro o que ele acabara de fazer naquela noite. São Paulo faz referência, duas vezes (1Cor 11,24.25), a esse mandamento (“Fazei isto em memória de mim”), e acrescenta o seguinte comentário: “Todas as vezes que comeis deste pão e bebeis deste cálice, anunciais a morte do Senhor até que ele venha” (1Cor 1,26). Por esses textos, que refletem uma tradição, isto é, algo que já vinha acontecendo nas comunidades cristãs primitivas, parece ficar claro o seguinte: Jesus quis que seus gestos tivessem validade perpétua. Não se tratava, pois, de uma ceia pascal comum (libertação da escravidão do Egito), regada talvez de viva emoção por parte dos discípulos ao saber que o mestre estava preste a cair nas mãos do adversários...Aquela ceia derradeira não se limitava tampouco a ser encontro de amigos, em que Jesus pudesse extravasar suas preocupações ou angústias, embora em parte ele o tenha aproveitado para isso também. Aquela ceia, enfim, nos moldes como Jesus

celebrou, não era um fato a encerrar-se no passado. Era, sim, o primeiro elo de uma cadeia de celebrações que haveriam de realizar-se em todos os tempos e lugares nas comunidades cristãs. Ao celebrar a eucaristia, a Igreja faz Memória de Cristo, do que ele fez e disse, da sua encarnação, morte, ressurreição e ascensão ao céu. É o mistério pascal de Cristo com suas dimensões de passado, presente e futuro. Com efeito, a comunidade cristã acolhe a experiência pascal de Jesus, isto é, sua paixão, morte e ressurreição (passado), torna-se participante, aqui e agora, dessa experiência, na celebração da missa (presente), e alegra-se esperando sua vinda no término da história (futuro), a fim de associar-se definitivamente ao seu mistério de glória. Em síntese: fazer memória é atualizar, tornar presente aquilo que Jesus realizou de modo ritual na última ceia e de modo real na cruz. Celebrar a missa hoje é o mesmo que estar presente, participando da última ceia de Jesus e de sua morte redentora na cruz. Pe. Sérgio Henrique Gonçalves Vigário Paroquial

O AGIR NA CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2017 Iniciando a Quaresma, a Igreja no Brasil, já há alguns anos, propõe uma reflexão, como convite à conversão, sempre ligada a algum importante tema, de apelo à responsabilidade cristã. Tal zelo pastoral mostra que o compromisso cristão para com a conversão se dá pontualmente na vida dos discípulos e discípulas de Jesus. Trata-se de um convite a viver com mais consciência e determinação a espiritualidade pascal. A comunhão na Páscoa de Jesus Cristo é capaz de suscitar a conversão permanente e integral, que é, ao mesmo tempo, pessoal, comunitária, social e ecológica. A mudança de mentalidade significa, também, uma mudança de comportamento diante do mundo, somos chamados a ampliar a consciência que o desafio global, pelo qual toda a humanidade passa, exige o envolvimento de cada pessoa juntamente com a atuação de cada comunidade local, como foi muito bem enfatizado pelo Papa Francisco em diversos pontos na Encíclica Laudato Si’, sobre o cuidado de nossa casa comum. É nesse horizonte que o tema da Campanha da Fraternidade desse ano é “Biomas brasileiros e defesa da vida”, com o lema bíblico: “Cuidar e guardar a criação”. O objetivo da Campanha da Fraternidade deste ano, inspirado na passagem do Livro do Gênesis (cf. Gn 2,15), é cuidar da criação, de modo especial dos biomas brasileiros, dons de Deus, e promover relações fraternas com a vida e a cultura dos povos, à luz do Evangelho. Como “não podemos deixar de considerar os efeitos da degradação ambiental, do modelo atual de desenvolvimento e da cultura do descarte sobre a vida das pessoas” (LS, 43), esta Campanha convida a contemplar, admirar, agradecer e respeitar a diversidade natural que se manifesta nos diversos biomas do Brasil – um verdadeiro dom de Deus - através da promoção de relações respeitosas com a vida e a cultura dos povos que neles vivem. Este é, precisamente, um dos maiores desafios em todas as partes da terra, até porque as degradações do ambiente são sempre acompanhadas pelas injustiças sociais. O agir da campanha da fraternidade 2017 está em sintonia com a Doutrina Social da Igreja, principalmente com a Carta Encíclica do Papa Francisco Laudato Si’ e com a Campanha da Fraternidade Ecumênica de 2016, que mostram a necessidade da conversão pessoal e social em relação à Casa Comum. Para a CF de 2017, cuidar dos biomas é compromisso com o Criador que espera nossa conversão para zelar de sua criação e atende à proposta do Papa Francisco de defesa da vida na ecologia integral. A Laudato Si”, assim como a Palavra Sagrada

propõem a defesa da vida, e a CF propõe o cuidado para com os biomas para prevalecer a vida no Brasil e no mundo, celebrando também os trezentos anos da aparição de Nossa Senhora Aparecida. A paróquia São Geraldo definiu suas ações concretas a partir da CF 2017: - Divulgar pontos de coletas de pilhas, lâmpadas e remédios; - Visitar todas as escolas do setor Ideal, Esperança e Bom Jardim, com trabalhos de divulgação da campanha visando à mudança de atitude com o cuidado com a criação; - Continuar o trabalhar da recuperação e cuidado com as nascentes e os rios; - Participar e acompanhar a efetivação do Plano Diretor, sobretudo em relação ao saneamento básico; - Fortalecer parceria com o MAB; (Movimentos dos atingidos por barragens); - Apoiar a produção agroecológica camponesa com base na agricultura familiar; - Incentivar o consumo de produtos agroecológicos e sustentáveis provenientes da Economia Solidária. Papa Francisco nos mostra que precisamos de uma conversão ecológica. A Quaresma é um tempo propício para essa conversão. Que saibamos usufruir desse período numa verdadeira conversão ecológica, que exige o reconhecimento e agradecimento ao Criador por tudo o que Ele nos deu. Que façamos a nossa parte, cuidando da nossa Casa Comum! Maria da Conceição Soares Toledo (Catequese/ EPAP) Fonte de consulta: Manual da CF 2017 Carta Encíclica Laudato Si’ Papa Francisco


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PARABÉNS AOS DIZIMISTAS ANIVERSARIANTES DE ABRIL: 01/04 01/04 01/04 01/04 01/04 01/04 01/04 02/04 02/04 02/04 02/04 02/04 02/04 02/04 02/04 02/04 02/04 02/04 02/04 02/04 02/04 02/04 03/04 03/04 03/04 03/04 03/04 03/04 03/04 03/04 03/04 03/04 04/04 04/04 04/04 04/04 04/04 04/04 04/04 04/04 04/04 04/04 04/04 04/04 04/04 04/04 04/04 04/04 04/04 04/04 04/04 04/04 04/04 04/04 05/04 05/04 05/04 05/04 05/04 05/04 05/04 05/04 05/04 05/04 05/04 05/04 05/04 05/04 05/04 05/04 06/04 06/04 06/04 06/04 06/04 06/04 06/04 06/04 06/04 06/04 06/04 06/04 06/04 06/04 06/04 06/04 07/04 07/04

Glória Maria de Souza Cleuzenir Rosa da Silva Marcelino Gonçalves Horácio Gisele Fonseca Carvalho Marina Silva Moraes Castro Rosângela José da Silva Meire Vânia Teixeira de Carvalho Edisson Pereira Vernequi Maria Eva Sousa Ferreira Geraldina Regina Ferreira Guerino Raimundo Reis Filho Adair Gomes Carlos Roberto de Souza Jesus Francisco Batista Neuzeli Gomes da Silva Sândila Cristina Santos Jefferson dos Santos Claudino Jézica Aparecida de Souza Geralda Regina Ferreira Guerino João Alberto Assunção Costa André Lucas Gonçalves Adriano Maria Márcia Pereira de Paulo Paulo Cesar Peixoto Maria José Diniz João Duarte Souza Rayane Eulla Livramento Silva Rosilaine Fernandes Costa Igor Batista Menezes Jaqueline Onofre de Sousa Ikaro Vinícius de Almeida Helena Valadares Ferreira Laressa Nayara Batista Neres Wildicéia das Graças Cabral Rosely Jordão dos Reis Ilza Emanuela Alves Pinheiro José Alves Ribeiro Paulo Roberto da Silva Sousa Maria Alice Perígolo Maia Robson Vieira Andrade Lorraine Maciel Teixeira da Silva Adilson Ferreira Antônio José de Oliveira Antônio Agnaldo F.Lima Pedro de Almeida Marlene Maria de Oliveira Manoel Inácio da Silva Maria das Graças Aragoso Raquel Silva Oliveira Kemily Romualdo Lanna Sérgio Fernandes da Rocha Deusodina das Graças Santos Altasir Pinto Joel Atzori de Sá Marcilene de Oliveira Pontes Dionizia Souza Silva Irani Maria Gomes Sousa Maria Verônica Oliveira Graciano Daniele Amorim Panga Conceição Maria Amaro Souza Gustavo Oliveira Melo Rocha Maurea A. Menezes Monteiro Cleuza Maria de Lima José Reis Filho Wahanna Karla Carvalho Vasconcelos Lenir Florentino da Silva Solange dos Santos Soares José Francisco Martins Diogo Kennedy Medeiros José Francisco de Assis Maria Isolda Marinho Ribeiro Maria Furtado Dias Silva Kívia de Oliveira Barbosa Detoni Oliveira João de Paula Maria Xisto Casé Edivirges Brandão Carvalho Maria das Dores C.Machado Thaíz Silveira de Araújo Sheyla Dayane Freitas de Assis Márcia das Dores Carraro Machado Joelen Miguel da Silva Marcélio Gonçalves de Paula Gabriel Salomé Medeiros Sandra Eunice Coelho de Lima Vilmar Batista Ferreira Josefa Ventura do Santos Delmo Estevanato Marques Edismar Batista de Oliveira (Dimas) José Carlos de Araújo

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ABRIL 2017

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Ilton Rodrigues Homem Eni Maria Moura Rômulo Bragança Souza Maria das Dores Cardoso Maria Viana Reis Marley de Magalhães Carvalho Maria Luiza Ricardo e Silva Anésio Cândido Calixto Carlos Roberto Dutra Gabriel Rodrigues Coelho Ramos Wellington Gonçalves Almeida Gislaine dos R V Assis Maria Sônia Conrado da Silva Edson de Souza Martins (Edinho) Leonardo Franco Rodrigues Jane Maria Miranda Ramos Walter Ferreira Dalva Costa Ferreira Moura Stefany Horrana de Oliveira Isaura Plácida de Oliveira Pereira Iglia Moreira Carvalho Lavínia Cândida Simões Andrade Kamila Arcibes Batista Macedo Jéssica Renata de Oliveira Castro Maria da Penha Andrade Cruz Ana Marina Aparecida Pires Marinho Gislaine Aparecida Constâncio Douglas de Souza Mozer Edécio Procópio dos Santos Rita de Cássia Batista Araújo Sônia Maria de Fonseca Oliveira Fabiana Carla de Paula Silva Rosemayre Patrícia Souza Martins Itatiane Maria da Silva Martins Wilaine Mary de Oliveira Neusa Gonçalves Coelho Josefina Gomes Carvalho Marcos Vinicius Roque de Jesus Rafaela Carla Helena Reis Catarina da Costa Lenilda Maria Bastos Cruz Geovani Rodrigues Fonseca Adão Gonçalves Dias Victor Costa Gulhelmelli Francisca Sabina dos Santos Silva Marilda Fernandes Monteiro Mariana Fonseca Barbosa Santos Flávio Roberto dos Santos Maria Helena Coelho Silva Fátima dos Santos Pereira Maria do Carmo P. da Silva Univaldo Lopes da Silva Vanilda Lopes de Jesus Ellen White Oliveira Luiza Souza Amorim Alexandre Teles Vieira Israel Antônio Pereira Júnior Petrina Maria Cassemiro Lauriele Tomaz Gonçalves Fernanda Gomes da Silva Maria Helena Coelho Silva Wemerson Carlos Alves Valentino José Júlio dos Santos Kênia Cristina Pinho de Sá Carla Coelho Reis Lucimar Teixeira Oliveira Rosa Maria de Jesus Maria de Fátima Mauricio Rita Vita Madeira Michael Douglas Teixeira Martins Zildéia Marília da Silva Marieta Silva Reis José Leonardo Ramos Ivonilda Maria da Silva Daiane Paula Mendes Pires Rogério Avelino Ramos Márcio Soares Gabriel Maria Helena Santos Silva Ana Patrícia Silva Geraldo Pinheiro da Silva Severo José Alair dos Passos Juscinei Souto Moisés Jorge Fernando Carvalho Rodrigues Geiziane Moreira Silva Thalyta Machado silva Idê de Fátima Cruz dos Santos Neiraline Aparecida da Silva Yan Carlos Silva Reis

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Osmar Teixeira Carvalho Junior Rosilene Amélia Moreira Fernanda Marina Alves Oliveira Lima Maria de Lourdes Carvalhais Riciele Roberta G. de Souza Maria Imaculada dos Santos Simão Victório Ferreira Rodrigues Rodrigo Madrona Dias Edgard Gomes Martins Maria da Conceição Fernandes Pedro Henrique Fernandes das Graças Kelly Abranches Cruz Vitalino Gomes de Lima José Ferreira Filho Ozires Ferreira da Silva Alicio Nepomuceno Silva Fábio da Silva Fernandes Lenita Peixoto da Silva Mateus José Vieira Silva Lidiane Ramos Ferreira Miranda Graziela Aparecida de Lima Pinto Rosalina de Jesus Lima Edir Botelho de Macedo Estela M. Gonçalves Freitas Lúcia Margarete Bicalho Coelho Manoel Honorato Filho Neide de Cruz Fonseca Uelinton Neves Souza Sônia de Almeida Gomes Laudicéia Miguel Gonçalves Jovelina Angélica de Lisboa Roseane Xavier Paula Juvenil Gregório Valentim Eliane Matos dos Santos Maria Lúcia Honorato Leão Sandra Maria da Silva Freitas Izenira de Oliveira Matos Ana Paula dos Santos Dornelas Arthur Fillipe Oliveira Rocha Maria Celeste de Souza Oliveira Iara Delmira dos Santos Adriana Silva Gomes Quitite Thais Gonçalves de Oliveira Glacira Maria Soares Costa Amanda Rodrigues Silva Elizabeth Pereira Arruda Aladim Pereira da Silva Adair Coelho de Lana Auta Graziela Souza Martins Andrea Lopes Belarmindo Maryana Souza Santos Ana Moreira da Silva Santos Dalila Carvalho de Almeida Marly de Fátima Pereira Braz Daiane Rodrigues de Oliveira Silva Maria de Fátima Pereira Braz Talita Cristina Emérito Oliveira Alexsandro Gonçalves Silveira Anita Rodrigues da Silva Soraia Aparecida Balbino Martins Tais Duarte Lage Maria Teresinha Alves da Costa José Leão de Oliveira Nilton Rodrigues de Oliveira Mariza Biciate Lopes Ruan Magalhães Oliveira Geraldo Pereira da Silva Elaine Quirino dos Santos Geraldo Leoncio da Silva Adilson Lopes Maria das Graças Silva Arivelton Fernandes Evangelista Paulo Roberto Pereira Maura Barros de Jesus Cleber Soares Laerte Paula da Silva Vera Lúcia Maura Torres de Jesus Valdeci Silva Pontes Gilberton Figueiredo Terra Antonino Pinheiro Narciso Ferreira Maria Cezarina de Andrade Vera Lúcia Dionísio Maria Eduarda de Souza Pereira Marta Rodrigues Ferreira Maria da Penha Silva Nascimento Kelton Bruno Silva Agnaldo José de Andrade Lage Vagner Santos de Aguiar Edna Aparecida Gomes Joaquim Leite Marilda Garcia Alves Souza Jeter Adnízio Silva Rayane Aparecida Menezes Franco Alcideia Maria de Melo Araújo Vilce Suely Reis Santos Sebastião Alves Martins Maria José Perpétuo Luciano Vânia S. de Oliveira Wendel Marcos dos Praseres Gilson Gomes da Silva José Pinto de Carvalho Laurinda Oliveira Fernandes Vânia Soares Bandeira Rafaela Gomes Medeiros Nathan Soares Mello Martins José Gabriel Neto Leonardo Teixeira de Souza Gerson Leite da Silva José Geraldo Mendes Nicomede Ferreira de Souza Alexandre dos Reis Carneiro

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Geraldo Batista Elza Maria Faria dos Santos Verônica de Souza Leite Silva Maria das Graças Pereira Vitória França Alvarenga João Batista de Souza Ademilson da Conceição Onésio José Gonçalves Gomes Romero M.Lima Ademar Freitas de Assis José das Graças Firmino Gislene dos Santos Assis Johnatan Miranda Dias Júlio de Oliveira Barbosa Gislene dos Santos Assis Cunha Pedro Paulo da Silva Barreto Sarah Santana dos Reis Elma Aparecida Roza Mari Siqueira Gomes Roseny Lopes da Silva Juarez Caetano de Souza Júnior Honorina Fátima Oliveira Butta Oswaldo Maria Yolanda Maria das Dores Lima Alves Reis Geralda Gomes da Silva Vaz Alzira Cabral da Silva João Jerônimo da Silva Osvaldo Maria Jessica Oliveira Ramos Jovelina Rosa Silva Bárbara Karine Olegário de Oliveira Isaías Willian Rocha Pereira Shirley Maria de Melo Saulo Marcelino da Silva Wanderley de Assis Fraga Gleidson Martins do Carmo Marcelo Soares Pereira Eliane Eustáquio Souza Almeida Basília Dias Moreira Dolariz Ferreira de Carvalho Joyce de Assis Rodrigues Silfaney Martins Idelfonso Sabrina Alves Martins Elaine Eustáquio de Souza Almeida Maria Pedro Rodrigues Alexandre Francisco de Assis Ronilda Coutinho da Silva Adriely Rodrigues Sinayder Henrique Onofre de Oliveira Doralice Ferreira de Carvalho Jair Alves Meira Alexandre Francisco de Assis Conceição Aparecida Sib. Martins Geraldo Moreira de Melo Edmo Eustáquio Fonseca Raynia Rodrigues Maduro Elisa Peixoto Ferreira Janilson Magela da Paixão Júlia Maria V. Salles Gabriela Rodrigues Gislei Silva Oliveira Rosilaine de Oliveira Faria Ramos Lúcia Isabel dos Santos Kelle Aparecida Silva Rogério Ferreira Jussara Gomes dos Santos Maressa Saldanha Linhares Terra Wilson Martins Pereira Maristela de Pinho Ramos Cilvanete Silva Santos Maria Ana Gonçalves Ventura Vilma Leonídia Rodrigues Reginaldo da Silva Santos Wilson dos Santos Maria Pereira Lima Wilson Martins Pereira Cláudio Marzio Teixeira Rodiney Alves de Oliveira Denilza Madalena Ferreira Gerdeiana Alves da Silva Júlio Cézar Rocha Louzada (Julinho) Maria Aparecida de Melo Cruz Ronivon Cleber de Souza Bruno Silva Ramos Hercules Espanhol de Oliveira Josiane Batista Martins Pergentina Flor da Silva Gerdeiane Alves da Silva Terezinha Valadares João Márcio de Aquino Josiane Patrícia da Silva Maria da Conceição Silva José Pedro da Cruz Luciana Dalapícula Cruz Deny da Silva Viana José de Assis Maulaz Maria Alves Adriana Aparecida da Silva Maria das Dores Andrade Selma Rodrigues Silva Diniz Juliana Marcela Souza Larissa Maquilane Menezes Sabrina Oliveira Edite Damasceno Silva Célio Gonçalves Pinto Rosa Ailton dos Reis Vanderli Saturno da Silva Richard Sergio Pereira de Souza Silva Andiara Cristina Firmino José Jader de Oliveira Geralda Catarina A. Ribeiro Paulo Cesar Peixoto


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ABRIL 2017

em ação

VIVENDO A SEMANA SANTA A Semana Santa é o grande retiro espiritual das comunidades eclesiais, convidando os cristãos à conversão e renovação de vida. Ela se inicia com o Domingo de Ramos e se estende até o Domingo da Páscoa. É a semana mais importante do ano litúrgico, quando se celebram de modo especial os mistérios da paixão, morte e ressurreição de Jesus Cristo. DOMINGO DE RAMOS - A celebração desse dia lembra a entrada de Jesus em Jerusalém, aonde vai para completar sua missão, que culminará com a morte na cruz. Os evangelhos relatam que muitas pessoas homenagearam a Jesus, estendendo mantos pelo chão e aclamando-o com ramos de árvores. Por isso, hoje os fiéis carregam ramos, recordando o acontecimento. Imitando o gesto do povo em Jerusalém, querem exprimir que Jesus é o único mestre e Senhor. DE SEGUNDA A QUARTA-FEIRA – Nesses dias, a Liturgia apresenta textos bíblicos que enfocam a missão redentora de Cristo. Nesses dias não há nenhuma celebração litúrgica especial, mas nas comunidades paroquiais, é costume realizarem procissões – entre elas a do Senhor dos Passos, de N. S. das Dores e do Encontro – vias-sacras, celebrações penitenciais e outras, procurando realçar o sentido da Semana.

Fonte: www.catequisar.com.br

mensagem de que o cristão deve ser humilde e servidor. Nessa celebração também se recorda o mandamento novo que Jesus deixou: “Eu vos dou um novo mandamento, que vos ameis uns aos outros assim como Eu vos amei.” Comungar o corpo e sangue de Cristo na Eucaristia implica a vivência do amor fraterno e do serviço. Essa é a lição da celebração. SEXTA-FEIRA SANTA - A Igreja contempla o mistério do grande amor de Deus pelos homens. Ela se recolhe no silêncio, na oração e na escuta da palavra divina, procurando entender o significado profundo da morte do Senhor. Nesse dia não há missa. À tarde acontece a Celebração da Paixão e Morte de Jesus, com a proclamação da Palavra, a oração universal, a adoração da cruz e a distribuição da Sagrada Comunhão. Na primeira parte, são proclamados um texto do profeta Isaías sobre o Servo Sofredor, figura de Cristo, outro da Carta aos Hebreus que ressalta a fidelidade de Jesus ao projeto do Pai e o relato da paixão e morte de Cristo do evangelista João. São três textos muito ricos e que se completam, ressaltando a missão salvadora de Jesus Cristo. O segundo momento é a Oração Universal, compreendendo diversas preces pela Igreja e pela humanidade. Aos pés do Redentor imolado, a Igreja faz as suas súplicas confiante. Depois segue-se o

momento solene e profundo da apresentação da Cruz, convidando todos a adorarem o Salvador nela pregado: “Eis o lenho da Cruz, do qual pendeu a salvação do mundo. – Vinde adoremos”. E o quarto momento é a comunhão. Todos revivem a morte do Senhor e querem receber seu corpo e sangue; é a proclamação da fé no Cristo que morreu, mas ressuscitou. Nesse dia a Igreja pede o sacrifício do jejum e da abstinência de carne, como ato de homenagem e gratidão a Cristo, para ajudar-nos a viver mais intensamente esse mistério, e como gesto de solidariedade com tantos irmãos que não têm o necessário para viver. Mas a Semana Santa não se encerra com a sextafeira, mas no dia seguinte quando se celebra a vitória de Jesus. Só há sentido em celebrar a cruz quando se vive a certeza da ressurreição. VIGÍLIA PASCAL - Sábado Santo é dia de “luto”, de silêncio e de oração. A Igreja permanece junto ao sepulcro, meditando no mistério da morte do Senhor e na expectativa de sua ressurreição. Durante o dia não há missa, batizado, casamento, nenhuma celebração. À noite, a Igreja celebra a solene Vigília Pascal, a “mãe de todas as vigílias”, revivendo a ressurreição de Cristo, sal vitória sobre o pecado e a morte. A cerimônia é carregada de ricos simbolismos que nos lembram a ação de Deus, a luz e a vida nova que brotam da ressurreição de Cristo.

COMUNIDADE SANTO ANTÔNIO Rua Orlando Silva, 595 – Ideal

COMUNIDADE NOSSA SRA. DAS GRAÇAS Rua Centáurea, 15 - Esperança

COMUNIDADE SAGRADA FAMÍLIA Rua Jenipapo, 45 - Bom Jardim

COMUNIDADE MARIA DE NAZARÉ Rua Francisca Constância, 65 - Bom Jardim

COMUNIDADE ATOS DOS APÓSTOLOS Rua Manoel Izídio, 1174 - Ideal

COMUNIDADE SÃO SEBASTIÃO Rua Girassol, 10 - Bom jardim

COMUNIDADE SÃO FRANCISCO DE ASSIS Rua C, 301 - Esperança

COMUNIDADE NOSSA SENHORA APARECIDA Rua Papoula, 530 - Bom Jardim

COMUNIDADE SÃO JOÃO BATISTA Rua Verônica, 115 - Esperança

COMUNIDADE SÃO JOSÉ R. Joaquim Gonçalves Rosa, 1390 - Bom Jardim

TRÍDUO PASCAL O ponto alto da Semana Santa é o Tríduo Pascal (ou Tríduo Sacro) que se inicia com a missa vespertina da Quinta-feira Santa e se conclui com a Vigília Pascal, no Sábado Santo. Os três dias formam uma só celebração, que resume todo o mistério pascal. Por isso, nas celebrações da quinta-feira à noite e da sexta-feira não se dá a bênção final; ela só será dada, solenemente, no final da Vigília Pascal. QUINTA-FEIRA SANTA - Nesse dia celebra-se a instituição da Eucaristia e do Sacerdócio ministerial. A Eucaristia é o sacramento do Corpo e Sangue de Cristo, que se oferece como alimento espiritual. De manhã só há uma celebração, a Missa do Crisma que, na nossa diocese, é realizada na noite de quarta-feira, permitindo que mais pessoas possam participar. Na quinta-feira à noite acontece a celebração solene da Missa, em que se recorda a instituição da Eucaristia e do Sacerdócio ministerial. Nessa missa realiza-se a cerimônia do lava-pés, em que o celebrante recorda o gesto de Cristo que lavou os pés dos seus apóstolos. Esse gesto procura transmitir a MATRIZ SÃO GERALDO Av. das Flores, 885 - Bom Jardim Igreja aberta Missas

Segunda a sábado: 07h00 às 21h30 Domingo: 6h às 10h30 / 18h00 às 21h30 Domingo: 07h00 / 19h30 Quinta-feira: 19h30 1ª Sexta-feira do mês: 19h30

Jornal Anúncio em Ação - Abril 2017  
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