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MODO:

LAR

MUSEU DA HABITAÇÃO SOCIAL


ATELIER DE PROJETO VII Ana Luísa Rolim Amanda Alves Andrea Câmara Juliana Pereira


1. INTRODUÇÃO

2. NARRATIVA DO PROJETO

3. ANTEPROJETO


UM PANORAMA SOBRE HABITAÇÃO SOCIAL Para que se possa abordar o tema da habitação social é preciso uma sensibilidade no olhar de uma realidade presente, porém muitas vezes esquecida na cidade do Recife, as palafitas no bairro da Ilha do Leite por exemplo, fazem parte do cenário da cidade. Quem são essas pessoas? Porque dentro de uma mesma cidade nos deparamos com realidades tão diferentes? De onde nasce a desigualdade? De fato são temas muito profundos, mas não profundo demais para a arquitetura, que embora possua resultados limitados com relação à resultados psico-sociais,

é uma ferramenta sem igual para a promoção de novas realidades. Acreditamos numa arquitetura com propósito, e defendemos a busca por inovações no cenário da habitação social. Uma arquitetura que proporcione segurança, conforto e encontros é capaz de transformar uma nação, a cidade de Medellin é um exemplo perfeito disso. Por isso, vamos abordar a habitação social com muito respeito, às pessoas, suas realidades e principalmente, uma nova perspectiva de futuro.

Ações do Governo Federal limitadas pela falta de estrutura política nacional de habitação

1930 1924 - FCO | Fundação da Casa Operária 1925 - Construção da Vila de São Miguel

- Construção da Vila Popular da Macaxeira (LSCM) 1942 - Criação da Vila Cidade Jardim dos Comerciários 1945 - Extinção da LSCM | Transferências de funções para o SSCM 1946 - FCP | Fundação da Casa Popular 1948 - Conjunto Residencial do Pedregulho (RJ)

Pernambuco: pioneirismo no Brasil com relação a construção de Habitações Sociais

1920

- IAP’s | Criação dos Institutos de Aposentadoria e Pensões 1931 - Criação da Vila da Torre 1934 - IAPC | Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Comerciários 1936 - IAPI | Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Industriários 1938 - 1/3 da população recifense mora em Mocambos 1939 - LSCM | Liga Social Contra os Mocambos

1950

Crescimento da população urbana 1964 - BNH | Criação do Plano Nacional da Habitação 1965 - COHAB | Criação da Companhia de Habitação 1966 - Unificação da Previdência e dos IAP’s

Primeiros registros de estudos sobre habitação social no Brasil

1940

1957 - Construção do Conjunto Residencial Pedregulho 1958 - FCP | Extinção da FCP

g

1960


A constituição de uma política habitacional não é tarefa fácil, principalmente em um país sem tradição de políticas públicas, que pressupõem uma estrutura, planejamento e continuidade. A omissão do Estado, o desinteresse circunstancial do mercado, as dinâmicas da cidade contemporânea e o empobrecimento da população nesse momento de reestruturação da produção e do papel desempenhado pelas cidades, têm gerado conflitos importantes entre as condições colocadas pelas cidades e as possibilidades de se viver nelas. O intenso processo de metropolização brasileiro, acompanhado das características acima descritas, tem hoje, como resultado, um déficit avaliado em 7,2 milhões de moradias, onde 88,2% deste déficit correspondem a famílias com até 5 salários mínimos. Cerca de 70% da produção de habitação têm ocorrido fora do mercado formal, 4,6 milhões de domicílios estão vagos, essencialmente em áreas centrais de aglomerados urbanos, e 79% dos recursos do FGTS têm sido destinados à população com renda acima de 5 salários mínimos . Neste período, pós anos 80, os problemas ambientais intensificaram-se, a população construiu – por sua conta e risco – sua moradia e, entre 1991 e 2000, o aumento do número de domicílios em favelas foi de 717 mil ou 22,5%. Os cortiços das áreas centrais são o termômetro de um processo de desvalorização dos centros históricos – memória de um tempo da cidade que não interessa aos negócios do mundo neoliberal.

Dr. Lizete Maria Rubano (Vida Associada: habitação coletiva e cidade)

1970

Primeiras dissertações sobre Habitação Social

1990

1981 - Manual do Projeto de Habitação Popular Governo do Estado de Pernambuco 1986 - BNH | Fim do BNH

Intensificação na produção de teses e dissertações sobre Habitação Social 2001 - Criação do Estatuto da Cidade - Função social da propriedade 2007 - PAC | Programa de Aceleração do Crescimento

1993 - PROTECH - Governo Federal lança o Programa de difusão de Tecnologia para a construção de habitação de baixo custo

Impulso nos estudos graças à contribuição das universidades

1980

2010

- MCMV | Criação da propaganda federeal Minha Casa Minha Vida

2000


MODO:

LAR

O ponto de partida do MODO:LAR é, sem dúvidas, a conexão com a cidade, compreender os seus “arredores” fez com o que a forma pura retangular fosse uma escolha na busca de uma arquitetura que anuncie uma nova realidade, mas que coexista de forma harmônica com o seu entorno, pois a ideia aqui não é intimidar as pessoas, mas sim agregar e convidar, principalmente àqueles sobre quem iremos falar. Abrir vias, dar espaço ao novo, ao futuro, às relações, manter um átrio, doar uma

quadra inteira para o bairro de Santo Amaro enquanto a história acontece em cima das nossas cabeças, mas também por todo lado. Um espaço para compartilhar a história, a cultura e o conhecimento de quem precisa ser ouvido: o povo. Por isso, mais do que um museu, um palco para acontecimentos, um espaço para que se possa pensar e produzir a única coisa capaz de transformar realidades: o futuro. De que MODO faremos isso? Através do LAR. Bem-Vindos ao nosso MODO:LAR.


Rua São Geraldo

Av. Mário Melo

R. Capitão

Rua da Fundição

R. Capitão Lima

Tv. do Costa

Av. Mário Melo

Rua Rocha Pita

R. São Geraldo

R. Rad. Amarílio Nicéas

Av. Mário Melo

R. da Saudade

R. da Piedade

R. da Fu


INTERFACE URBANA

SERVIÇO

USO MISTO RESIDENCIAL EDUCACIONAL COMÉRICO

A análise do quadrlátero revela as diferente realidades presentes no bairro de Santo Amaro, onde existe o uso predominante de residências, educacional e serviços/institucional, há também a significativa presença de edifícios religiosos. Porém a densidade populacional é baixa, fato que ocorre apesar da presença de várias residências por causa da predominância da tipologia das edificações e seu gabarito, que em sua maioria não ultrapassam 4 pavimentos, com exceção dos edifícios da Rua da Aurora.

RELIGIOSO

SUBUTILIZADO

N

o Lima

01.

03. 01.Rua da Piedade, ao fundo novos prédios da Rua da Aurora, resultado da especulação imobiliária no bairro; (Autor Desconhecido) 02.Vista Panorâmica do Bairro de Santo Amaro; (Foto: Autor Desconhecido) 03. Avenida Mário Melo, (Foto: Autoras, agosto 2019)

undição

02. O território estudado está localizado no bairro de Santo Amaro, primordialmente o ambiente era preominantemente natural com uma faixa larga de recursos hídricos em meados do século XIX. Seu processo de urbanização foi conslidado a partir da construção da Av. Cruz Cabugá já no século XX. O bairro hoje localizado no centro da cidade do Recife apresenta um alto potencial construtivo, estando em constantes transformações. Em seu traçado urbano ainda é possível identificar muito do seu traçado original, tanto com relação às residêncais, nas quadras da Rua Capitão Lima, que mantiveram suas tipologias, coladas no lote, quanto com relação as quadras perpendiculares à Avenida Cruz Cabuga, com as tipologias de galpões, porém essas construções coexistem atualmente com o resultado da alta especulação imobiliária na região, que acaba por impulsionar o acelerado crescimento vertical da região, ascentuando a quebra da realidade do bairro, com predominânica de edificações horizontal, que proporciona uma relação mais saudável entre a rua e o pedestre. FONTE: DIAGNÓSTICO DE ELEMENTOS URBANOS: NÚCLEO DE ECONOMIA CRIATIVA, PRODUTO 4

R. do Hospício

R. Malaquias da Rocha


NARRATIVA DO PROJETO

2


História do Lugar

Função Predominante

Novas Histórias

Coexistência

Conexões através da memória

Multiplicidade de Usos

Leitura da cidade

Áreas Ativas

STORYTELLERS

MIXERS


Transformação Explorar vocação existente Mudança de cultura Ligação com o contexto urbano

GENERATORS A aplicação do conceito do Complex Buildings surgiu através da literatura base da disciplina, conceitos esses que somados à escolha do sistema, conforme Montaner, serviu de base para a construção de uma proposta atrativa e respeitosa. Tomando como base a perfeita união da forma e espaço, buscando traduzir uma realidade dissonante do contexto, afim de gerar o desejo de redescobrir o espaço através de uma nova leitura do local. Dentro do projeto apresentado identificamos nos mixers, generators e linkers

Conexão física ou através da memória Respeito ao existente Intervenção Analógo

LINKERS características apropriadas para serem inseridas no modo:lar. Uma vez que são através desses conceitos que buscamos projetar uma arquitura de coexistência, que convide às pessoas para serem usuárias do espaço, possibilitando uma experiência individual à casa pessoas, mas também experiências coletivas através das conexões físicas, bem como transformar a realidade de locais hinosptos, gerando uma mudana de cuoltura, seja através da construção de algo novo e dissoante ou seja através do mix de novos usos propostos.


SISTEMA MINIMALISTA OBJETUAL GEOMÉTRICO O conceito de sistema surge através da filosofia de Immanuel Kant, em Crítica da razão pura , onde a arquitetônica é difinida como a arte de construir sistemas, porém os sistemas só tornaram-se metódos na década de 1960, e surgiu no campo da biologia, desenvolvendo-se posteriormente em outras disciplinas à medida que atingia maiores complexidades, principalmente através do instrumentos da cibernética e pela teoria da informação. Nihlas Luhmann foi um dos autores que conduziu a teoria dos sistemas a uma definação mais ampla, livre de sujeitos, e passível de dinamismos complexos, aproximando sistemas de processos. Na arquitetura os sistemas comportam-se como uma oposição a todos os mecanismos e tradzuz a ideia

de complexidade, correlação e coexistência. O MINIMALISMO OBJETUAL GEOMÉTRICO O sistema adotado, Minimalista Objetual Geométrico pode ser definido como um sistema arquitetônico coerente, baseado em formas geométricas simples, que se inclina aos grandes vãos e grandes escalas; estruturas que contam com o desempenho das altas tecnologias para estruturar suspensões. Segue uma lógica racionaista porém extremamente respeitosa com a memória e seu entorno. Pode ser traduzido por edifícios sempre abertos e leves, escalonamento rítmico e uma organicidade que respeita a lógica da geometria. Formas puras e simples.

Um sistema é um conjunto de elementos hetrogêneos (materiais ou não), em distintas escalas, relacionados entre si, com uma organização interna que estrategicamente adaptar-se à complexidade do contesto, constituindo um todo que não é explicável pela mera soma de suas partes. Cada parte do sistema está em função de outra; não há elementos isolados. Dentro dos diveros sistemas que se podem estabelecer, a arquitetura e o urbanismo são sistemas do tipo funcional, espacial, construrivo, formal e simbólico.

Josep Maria Montaner, Sistemas arquitetônicos conteporâneos.

01.

02.

03.

04. 01.Cais das Artes / Paulo Mendes da Rocha. FOTO: FILIPPO BAMBERGHI E REPRODUÇÃO

02.UCLA Margo Leavin Graduate Art Studios / Johnston Marklee.

Representação da aplicação do sistema Minimalista Objetual Paisagísto no objeto proposto.

FOTO:johnstonmarklee.com

03. Museu Cais do Sertão / Brasil Arquitetura. FOTO: Nelson Kon 04.Protótipo da Praça do Patriarca / Paulo Mendes da Rocha. FOTO:Coleção arquitetura do Musée national d’art moderne


DELIMITAR

VARIAR

SUBTRAIR


PERFURAR

ESCALONAR

PERMEAR


O bairro de Santo Amaro, hoje possui uma densidade habitacional muito baixa, há muitos espaços subutilizados e monofuncionais, que funcionam apenas em horários comerciais, o que acaba por tornar o local inóspito, sem atrativos. A falta de moradias é uma dos principais fatores que contribuem para tal, mas, é certo que há muita especulação imobiliária sobre o centro do Recife, já é possível observar iniciativas do setor imobiliário com relação à moradia, principalmente na Rua da Aurora, porém, é importante que se discuta a qualidade desses espaços, será apenas uma releitura do que testemunhamos na zona norte e zona sul da cidade? É importante nos atentarmos também para o processo de gentrificação. A verticalização é uma consequência do alto coeficiente de utilização da área, ao traçarmos os eixos das maiores edificações do entorno encontramos uma linha de força que foi explorada, porém respeitando a vila de moradores, pois é de extrema importância a coexistência de naturezas distintas na cidade. Tudo irá depender da qualidade do espaço proposto, por isso, seguimos buscando atingir ideais saudáveis em todos os aspectos do MODO:LAR.


EVOLUÇÃO DA FORMA

MUSEU SERVIÇO USO MISTO RESIDENCIAL EDUCACIONAL COMÉRICO RELIGIOSO

N

RESIDENCIAL EMPRESARIAL MUSEU CAFÉ COMÉRCIO EDUCACIONAL AUDITÓRIO SERVIÇO ADMINISTRAÇÃO


anteprojeto

3


Av. Mario Melo

Av. Mario Melo

Av. Mario Melo

Av. Mario Melo

Av. Mario Melo

A forma retangular aconteceu de forma espontânea levando em consideração a análise morfológica dos lotes existentes, regulares, longilíneos, característica marcante dos sobrados recifenses. A análise morfológica também nos deu resultados com relação às frentes dos lotes que se encaixam em derivações de 2,5m , 5m, 7,5m e 10m principalmente, sendo 5m X 5m a média predominante, e uma medida confortável para nortear o desenho da quadra do museu. A partir da forma e medidas estabelecidas, o escalonamento, sobreposição, empilhamento e rotação (90º) dos blocos permitem que eles sejam replicados e acrescidos em qualquer sentido, sem perder sua linguagem inicial, um crescimento infinito, que obedece à ordem de um “catavento”. Analisando a localização da quadra proposta, claramente pudemos perceber as linhas de força, até então indiretas formada pela Rua Radialista Amarílio Nicéas, Rua da Piedade, perpendiculares à Avenida Mário Melo e a Travessa do Costa, paralela. Ao darmos continuidade a essas vi as, um novo traçado regulador se sobrepõe a malha proposta, criando um traçado regulador, definindo um novo desenho, trazendo permeabilidade e vitalidade para a vila de moradores, que resite, apesar das grandes mudanças que o bairro de Santo Amaro tem sofrido nos últimos anos.


CIRCULAÇÃO VISITANTES CIRCULAÇÃO FUNCIONÁRIOS CIRCULÇÃO CARGA E DESCARGA

CIRCULAÇÃO VISITANTES CIRCULAÇÃO FUNCIONÁRIOS CIRCULÇÃO CARGA E DESCARGA


CIRCULAÇÃO VISITANTES CIRCULAÇÃO FUNCIONÁRIOS CIRCULÇÃO CARGA E DESCARGA


A EXPOSIÇÃO QUEM MORA? O primeiro contato é um contato imersivo, áudio visual, uma sala escura, alcançada ao subir o primeiro patamar de rampa, a 1,2m do chão , com imagens e produções audiovisuais projetadas em paredes pretas, com a realidade das pessoas que se apropriam das habitações sociais, uma realidade que muitos talvez não consigam dimensionar. A intenção é gerar um impacto social, para que as pessoas possam estar atentas sobre o que está por vir, mas também gerar consciência sobre o futuro. O que podemos fazer de melhor por essas pessoas? HISTÓRIA DA HABITAÇÃO SOCIAL Após saber sobre quem estamos falando, vamos contar a história dessas pessoas. Como elas chegaram até aqui? O que aconteceu de bom e de ruim no cenário nacional com relação ao tema, no primeiro pavimento, numa sala de mesma dimensão da audiovisual, porém agora em cores claras, transparentes, para que não se esconda nada, maquetes sobre os melhores exemplares de arquitetura de interesse social e nas paredes uma linha do tempo interativa, documentos e manchetes de notícias para que as pessoas possam se situar na história.

O FUTURO DA HABITAÇÃO SOCIAL TIPOS E MATERIALIDADE HISTÓRIA DA HABITAÇÃO SOCIAL QUEM MORA? IMERSÃO NA REALIDADE

CONFIGURAÇÃO ESPACIAL Que os olhos possam ser testemunha do que está acontecendo e para onde quer que se olhe que se possa enxerga o que acontece, nem que o acontecimento seja a vontade de que aconteça alguma coisa. No Museu Nacional de Arte Ocidental, Le Corbusier se utilizou da forma espiralar para criar uma ideia de espaço sem fim, despertando nos usuários a curiosidade e a ânsia por vislumbrar o exterior. Adaptamos essa mesma narrativa, na espacialidade interna do museu, criando barreiras físicas, que formam quase que um labirinto, aguçando no visitante um sentimento de descoberta exploratória, onde não se sabe ao certo o que irá encontrar, mas no fim sempre acabará encontrando o horizonte. Como surpresas, inclusive com relação as alturas, hora pé direito duplo, hora uma sensação de aperto, inclusive para que se possa propor a experiência de quem vive em situações extremas de compartilhamento de espaço (realidade vivida muitas vezes por usuários da habitação social), a medida que se explora o espaço irá se revelando.

TIPOS E MATERIALIDADE Ao chegar no bloco principal de exposição, um pavimento com muitas surpresas espaciais, a abordagem é sobre os tipos e a materialidade das habitações, mais uma vez através de imagens, maquetes e principalmente exemplares dos materiais, para que as pessoas possam, ver, sentir, cheirar, experimentar. Esculturas e obras de arte produzidas com esses materiais, de forma inusitada, explorando os seus potenciais. Tudo isso somado a presença do vazio central, das varandas, em alguns momentos, pé direito duplo, paredes que sugerem novos caminhos a cada instante, e a curiosidade pelo o que está por vir no próximo pavimento, que em muitos momentos pode-se vê-lo parcialmente através do vazio, varandas e pé direito duplo. O FUTURO A caminhada e a descoberta que trazem o usuário até o último pavimento e após a expectativa do que está por vir, chega-se então ao futuro. Um espaço para exposições temporárias, sobre tudo o que se especula para o futuro. Com relação a arquitetura, arte, produção visual, design, materiais, e tudo mais que couber dentro do futuro, ou seja: infinitas possibilidades ainda desconhecidas. O espaço interno proposto é composto pelo espaço axial, que circunda todo o espaço, e o espaço labiríntico, onde há uma série de barreiras físicas que possibilitam as surpresas espaciais.

ESPAÇO AXIAL ESPAÇO LABIRÍNTICO


BWC

LOJA 01

BWC

LOJA 02

BWC

LOJA 03

BWC

BWC

LOJA 04

BWC

LOJA 05

LOJA 06

BW

LOJA 07

ACESSO AO RESIDENCIAL

LOJA 01

LOJA 02 BWC

BWC

BWC

BWC

PADARIA

LOJA 03 COZINHA

LOJA 04


PLANTA BAIXA - TÉRREO

BWC

WC

BWC

BWC

BWC

BWC

LOJA 08

BWC

ACESSO EMPRESARIAL

BWC

BWC

BWC LOJA 03

LOJA 04

LOJA 05

LOJA 06

LOJA 07

ACESSO EMPRESARIAL

LOJA 01 LOJA 06

LOJA 05

LOJA 07

0

1

BWC

LOJA 09

LOJA 09

ACESSO AO RESIDENCIAL

LOJA 08

BWC

BWC

BWC

BWC

LOJA 02 BWC

BWC

BWC

BWC

ACESSO AO RESIDENCIAL

LOJA 08 03 LOJA

10

LOJA 05

LOJA 04

20

LOJA 07

LOJA 06 BWC

BWC

BWC

BWC LOJA 08


ARMAZENAMENTO

DISTRIBUIÇÃO

RECEPÇÃO DOCA

FUNCIONÁRIOS

EDUCACIONAL

HALL

AUDITORIO 129 LUGARES

i: 8,33%

CABINE DE SOM

FOYER

HALL

DML


PLANTA BAIXA - TÉRREO

EXPOSIÇÃO

BILHETERIA/ GUARDA-VOLUMES

COZINHA

CAFÉ

N 0

1

5

10

20


DML

EDUCACIONAL

SALA 02

SALA 01


PLANTA BAIXA - 1º PAV. esc: 1/250

EXPOSIÇÃO

BILHETERIA/ GUARDA-VOLUMES

ÁREA DE PERMANÊNCIA

MUSEU SHOP

N 0

1

5

10

20


DISTRIBUIÇÃO

ARMAZENAMENTO


PLANTA BAIXA - 2º PAV. esc: 1/250

COPA

DIRETORIA

OFFICE OFFICE

ESTAR

BILHETERIA/ GUARDA-VOLUMES

FLIPERAMA

FLIPERAMA

LAZER

REUNIÃO

DML

RECEPÇÃO

CURADORIA

N 0

1

5

10

20


DISTRIBUIÇÃO

ARMAZENAMENTO


PLANTA BAIXA - 3ยบ PAV. esc: 1/250

BILHETERIA/ GUARDA-VOLUMES

N 0

1

5

10

20


02

02


CORTE LONGITUDINAL esc: 1/250

+23.17 +21.42

DET.02

01

+15.60

08

DET.03

01

08

10

09

08

+9.60

DET.04

07

+4.80

RUA ROCHA PITA

08

0

1

5

10

20


11

04

AV MARIO MELO

03

08

03


CORTE TRANSVERSAL esc: 1/250

+23.17 +21.42 08 12 01

+15.60 08 12

01

+9.60 08

01

+4.80

08

RUA ROCHA PITA

01

0

1

5

10

20


FACHADA AV. MÁRIO MELO esc: 1/250


FACHADA RUA DA FUNDIÇÃO esc: 1/250


0


DETALHE ESTRUTURAL esc: 1/250

Rufo Platibanda Viga Castelar Litzka

Viga Treliçada

Fachada Microclimática Tensoface (Membrana Têxtil Frontside View)

Cremalheira Sistema Facid 65 Piso Elevado Forro de Gesso

Laje Steel Deck

1

5

10

20


PERFIL DE AÇO "I" PARA FIXAÇÃO DA ESTRUTURA PLATIBANDA PANCADAS DE SEIXO COM ASFALTO MANTA ASFÁLTICA CAMADA DE CONCRETO COM TELA TELCON STEEL DECK VIGA CASTELADA LITZKA

DETALHE 02

FUNGENBAND (neoprene - borracha)

VIDRO TEMPERADO 10mm CANTONEIRA L 3" X 3"

DETALHE 01


FACHADA MICROCLIMÁTICA TENSOFACE HUNTER DOUGLAS Compõe-se basicamente de dois elementos: a membrana têxtil perfurada Frontside View 381 e o sistema de tensionamento Facid 65 MEMBRANA TÊXTIL PERFURADA FRONTSIDE VIEW 381 SISTEMA DE TENCIONAMENTO FACID 65 BRAÇOS ESTRUTURAIS PARA SUPORTE DA MEMBRANA CONTRAVENTAMENTO - VIGA TRELIÇADA

PERFIL DE AÇO "I" - VIGA TRELIÇADA

SISTEMA DE TENSIONAMENTO FACID 65 Sistema de travamento que permite a perfeita tensão da membrana têxtil. Perfis em alumínio.

DETALHE 03

PERFIS UTILIZADOS ANGULAR EXTERNO PARA PEGAS DE 90º

JUNÇÃO PARA PEGAS DUPLAS

PERIMETRAL PARA PEGAS DE EXTREMIDADES

PISO VINÍLICO EM PLACAS AUTOPORTANTES CRUZETA

CRUZETA STEEL DECK

DETALHE 04

PISO ELEVADO HD1000 HUNTER DOUGLAS Placas Metálicas modulares 60x60x3cm com enchimento de concreto, apoiados por pedestais metálicos


Š autoras


© Amanda Câmara


Š autoras


Š autoras


Š autoras


ESTRUTURA


Profile for amandalbuqrq

MODO:LAR  

Resultado da disciplina de Atelier de Projeto 7 - UNICAP / Amanda A. Albuquerque e Juliana Pereira

MODO:LAR  

Resultado da disciplina de Atelier de Projeto 7 - UNICAP / Amanda A. Albuquerque e Juliana Pereira

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