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The Portfolios _ Os Portefólios

J a y a

S u

B e r g

[ Germany _ Alemanha ]

O s a m u

J i n g u j i

[ Japan _ Japão ]

P i m p i n

N a g a w a n

[ Indonesia _ Indonésia ]

R a f f a e l e

M o n t e p a o n e

[ Italy _ Itália ]

S a n d r a

powered by liquidimages.eu

S a c h s e n h a u s e r

[ Dubai _ Dubai ]

E o r s t e i n n

H .

I g n i b e r g s s o n

[ Iceland _ Islândia ]


What goes on in the world of photography? .............................................................................. Living for and making a living from photography for almost 12 years as editor and founder of a photography website gives me, without any kind of demagoguery, a certain perspective on the subject. To be sure, since photography went digital, the old certainties no longer hold. The only certain fact is that the photographer has become the eyes of the global consciousness, aka, the Internet. At the end of the day, though, is there anything more fantastic and honorable than this? Because of it all is well worth the effort to be photo editor and part of this wonderful phenomenon. On behalf of photography we have no limits. Today we offer the first edition of Arte Fotográfica International, an important milestone for us in what is our new direction. We hope to be broadly welcomed. A warm thanks to all who accompany us along this journey.

O que se passa no mundo da fotografia? ..............................................................................

© António Homem Cardoso

Viver de e para a fotografia há quase 12 anos como editor e fundador de um site de fotografia confere-me, sem qualquer tipo de demagogia, uma certa perspectiva sobre o assunto. Para começar a certeza que, desde que a fotografia se tornou digital, deixou de haver certezas. Certo só mesmo o facto de o fotógrafo ter passado a ser os olhos da consciência global, mais conhecida por Web. Haverá algo de mais fantástico e honroso? Por tudo isto vale bem a pena ser editor de fotografia e fazer parte deste maravilhoso fenómeno. Pela fotografia o Céu é, para nós, o limite. Hoje oferecemos a primeira edição da Arte Fotográfica Internacional, para nós um importante marco no que, cremos, seja o nosso caminho. Fazemos votos para que seja do agrado geral. Obrigado a todos os que nos acompanham.

Jorge Pinto Guedes Director jpg@liquidimages.eu

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004 DP ARTEFOTOGRÁFICA


Since the last issue, #58, of Arte Fotografica, we have introduced several major changes: - First is the international orientation that the magazine has now definitively adopted. Given the strength of the magazine’s success both within Europe as well as other countries worldwide, we came to realize that now is the time to release the magazine also in English and become Arte Fotografica International. - Additionally, we have definitively engaged our new Art Direction to firmly situate the magazine in the Fine Arts field. At this point I would like to attract the reader’s attention to two words in this sentence: Engaged and Fine Arts. The choice of these words could not be more deliberate, for their description of our new direction is fundamental in every sense of the word. Fundamental because these two words are the foundation of what what we feel, what we trust, what we stand for, and, ultimately, what we are at AFI. Fundamental because they are the proof of the respect we want to have for our readers, our artists, and our magazine. ......................................................... Desde a última edição, n º 58, da revista Arte Fotografica, introduzimos várias mudanças importantes: - Primeiro é a orientação internacional, que a revista tem agora definitivamente adoptada. Dada a força do sucesso da revista, tanto na Europa, assim como em outros países do mundo, percebemos que agora é o momento para lançar a revista também em Inglês e assim tornar-se a Arte Fotografica International. - Além disso, temos definitivamente engajada uma nova Direção de Arte para situar firmemente a revista na área das Fine Arts (ou Belas Artes, como queiram). Neste ponto, eu gostaria de chamar a atenção do leitor para duas palavras nesta frase: Engajada e Fine Arts. A escolha destas palavras não poderiam ser mais deliberado, por sua descrição da nossa nova direção é fundamental em todos os sentidos da palavra. Fundamental, pois essas duas palavras são a base do que o que sentimos, o que nós confiamos, o que defendemos, e, em última instância, o que está na “AFI”. Fundamental, pois eles são a prova do respeito que nós queremos ter para os nossos leitores, nossos artistas e nossa revista.

Thierry Gulian

Art Director & International Photographer tg@liquidimages.eu

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DP ARTEFOTOGRÁFICA 005


Arte Fotográfica Internacional | Year 5 | Issue 59 ........................................................................... Price € 15,00 (EU) | € 18,00 (Resto do Mundo) ........................................................................... Managment Society Mindaffair, lda | NIF 509 462 928 Avª de Itália, nº 375-A-1º 2765- 419 Monte Estoril • Portugal Tel/Fax + 351 214 647 358 | E-mail blueray.jg@gmail.com General Manager: Maria Rosa Pinto Guedes mrosa.br@gmail.com | +351 969 990 442

capa Jaya Su berg título koepi-blues

Director: Jorge Pinto Guedes jorgeguedes.ip@gmail.com | +351 969 990 343 Skype: jorgepintoguedes International Editor & Art Director: Thierry Gulian tg@liquidimages.eu Art & Design: Marcelo Vaz Peixoto | +351 927744527

editorial by Jorge Pinto Guedes by Thierry Gulian

04 05

Liquidimages.eu Gallery _ Galeria Liquidimages.eu Image of the Month _ Imagem do Mês Photos of the Month _ Fotos do Mês

08 10

The Portfolios _ Os Portfólios Jaya Su berg Osamu Jinguji Pimpin Nagawan Raffaele Montepaone Sandra Sachsenhauser Eorsteinn H. Ingibergsson

18 22 34 46 58 70 82

Opinion by Paulo Roberto _ Opinião de Paulo Roberto “Leni Riefenstahl, a fotógrafa do corpo.”

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Opinion by Celestino Santos _ Opinião de Celestino Santos “Em Preparação: o 1º Congresso dos Profissionais da Imagem”

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Images with Words _ Imagem com Palavras de Fátima Marques

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IT Manager: Frédéric Bogaerts IT Consultant: Nuno Couto Technical Consultant: Carlos Vasconcellos e Sá Digital Offset Printing: Snapbook through Xerox iGen4 /Fiery Publication: Monthly ERC Number 125381 | Legal Deposite Number 273786/08 ........................................................................... Total or partial reproduction of images or texts pertaining to this or other issues of the magazine is prohibited without the express permission of the publisher. The opinions expressed in this magazine are solely those of their respective authors and do not have to reflect the views of the publisher.

Arte Fotográfica Internacional | Ano 5 | Número 59 ........................................................................... Preço € 15,00 (UE) | € 18,00 (Resto do Mundo) ........................................................................... Sociedade Gestora Revista Mindaffair, lda | NIF 509 462 928 Avª de Itália, nº 375-A-1º 2765- 419 Monte Estoril • Portugal Tlf/Fax + 351 214 647 358 | E-mail blueray.jg@gmail.com Direcção Geral: Maria Rosa Pinto Guedes mrosa.br@gmail.com | +351 969 990 442 Director: Jorge Pinto Guedes jorgeguedes.ip@gmail.com | +351 969 990 343 Skype: jorgepintoguedes Editor Internacional e Director de Arte: Thierry Gulian tg@liquidimages.eu Arte & Design: Marcelo Vaz Peixoto | +351 927744527 Gestor de TI: Frédéric Bogaerts Consultor de TI: Nuno Couto Consultor Técnico: Carlos Vasconcellos e Sá Impressão Offset Digital: Snapbook em Xerox iGen4 /Fiery Periodicidade: Mensal Registo ERC nº 125381 | Depósito Legal n.º 273786/08 ...........................................................................

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006 DP ARTEFOTOGRÁFICA

É proibida a reprodução total ou parcial de imagens ou textos inerentes a esta edição, sem a autorização expressa do Editor. As opiniões expressas nesta revista são da exclusiva responsabilidade dos seus autores e não têm que reflectir a opinião do editor.


paiting with Bokeh Š Carlos Silva _


luz na praia ツゥ Rui Catarino

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010 DP ARTEFOTOGRテ:ICA

Mar Vermelho ツゥ Yaci Andrade


no title © Fernando Marques

Alvéola-amarela © José Frade


trapiche iluminado ツゥ Willian Schneide

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012 DP ARTEFOTOGRテ:ICA

Lisboa a preto e vermelho ツゥ Hugo Silva


no title © Rui Catarino

Luz na Praia © Rui Catarino


Joy and happy ツゥ Manu Lamode

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014 DP ARTEFOTOGRテ:ICA

Hugo Silva ツゥ The new generation


In-Version © Carlos Silva [ aka Avlisilva ]

no title © Yaci Andrade

historias de calcários © José M G Pereira


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Azafama © Carlos Figueiredo

Ballet in the Streets of Portugal © Leando Araújo_

Frank 1 © Paulo Trindade

my princess © Fernanda Magalhães

016 DP ARTEFOTOGRÁFICA


Field Lines © José Alpedrinha

no title © Marco Rufino

Mãos que falam © Vitor B

The fencer © Hugo Borges


th


he portefolios_ _os portefólios

Exibition

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August 2013_ _Exposição

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Agosto de 2013

J a y a S u B e r g [ Germany_Alemanha] O s a m u J i n g u j i [ Jap a n _ Jap ão] P i m p i n N a g a w a n [ Indonesia_Indonésia] R a f f a e l e M o n t e p a o n e [ Italy_Itália] S a n d r a S a c h s e n h a u s e r [ Dubai_Dubai] E o r s t e i n n H . I g n i b e r g s s o n [ Iceland_Islândia]


We believe that it is in showing the immense diversity of artistic expression within photography, with international artists from all over the world who impart compelling stories and messages with their artworks, that our magazine will play a role in correcting these misconceptions as to what is or isn’t Fine Art Photography.

| apresentação _ portfolio

| portefólio

Thierry Gulian

presentation

The incredible portfolios that follow in this issue are but the first in our series of proofs of our engagement with Fine Arts Photography.

Nós acreditamos que é na mostra da imensa diversidade da expressão artística dentro da fotografia, com artistas internacionais de todo o mundo que transmitem mensagens e estórias interessantes através das suas obras, que a nossa revista vai desempenhar um papel na correcção dos equívocos sobre o que é, ou não, a Fine Art Photography. Os incríveis portefólios publicados nesta edição são apenas os primeiros de uma longa série que provará o nosso compromisso com a Fine Art Photography.

Thierry Gulian


Read the whole text by Thierry Gulian on coming AFI issue #60.


“I was born in Hagen in 1956 and have lived since 1980 in Berlin, the first 9 years surrounded by the wall…this was the most inspiring time in Berlin for me, because here it was a melting pot of people who wanted to live a life somehow free and independent, not this pedestrian life… We had another kind of dream, not to be in a family, with nice kids, and a cool car…I have worked as an artist exclusively for the past 13 years and spend my winters in southern climes. This year, for the 5th time I was on La Gomera, one of the Canary Islands. Central to my artistic expression is the human being caught between his inner world and his outside world. In my works are melting imaginations, feelings, dreams and the “reality” of a single instantaneous impression. Most of my works show an intense human experience or situation. I am more interested in the feelings of mankind under the surface, feelings which we don’t like to feel, but we carry with us deep inside…some more, some less!.. All is inside-out, all is outside-in. The “mysterious states, ineffable longing, the elusive and incomprehensible” are the themes which most inspire me and are come across clearly in my largely surreal works. Also I understand my work as a mirror of present social conditions. My works are highly emotional. Feeling everything, transforming it and letting it all go again. Death is for me a very mysterious phenomenon, with all kinds of associated scary feelings. But I nonetheless will face it, always aware that life is precious and must end some day… This refers to my own process as an individual and at the same time to the development of cultural means of mourning and grieving all around the world. I use my own photographs: I make a connection with people, mostly women on the street, on events, on the beach, in the city, all of whom attract me… My models are multi-cultural, they are all beautiful “people of the World” - that’s also why I love Berlin and La Gomera so much, there is such an incredible mixture of nations living together…I meet them for a special shoot somewhere... I have no studio for shoots... I make photos from *everything*, walls, graffiti, floors, and so on… I use also my mixed media works, drawings, and manual collages. When I am at the computer, I open some folders and start spontaneously, I have no plan…and all works develop from moment to moment. Then I am on a trip somehow, and dive into another world, without thinking too much…and just let it happen… I started when I came to Berlin, with a diary-collage book…first with photos and personal things, and later manual collages with GEO photos…I needed to express myself just as much as I need air to breath. It helped me to transform pain and desperation. I didn’t study ART and had no idea that to be an artist would ultimately become my calling…Living in divided Berlin was and still is a blessing! From it I drew so much inspiration!... When I had my first digital camera, I started working with easy digital software. Later I honed my technique by taking lessons with a graphic designer. Before I was painting too, and visited many workshops, but I found a method in digital works and also in my mixed-media works to bring all my passions together: photography, painting, drawing, collages, and so much more… This is my life and I love it….”

http://www.jayasu-berlin.de

“Nasci em Hagen em 1956 e vivo desde 1980 em Berlim, os primeiros nove anos cercado pelo Muro... este foi o momento mais inspirador em Berlim para mim, porque então era um caldeirão de pessoas que queriam viver uma vida de alguma forma livre e independente, não esta vida de pedestres... Nós tínhamos outro tipo de sonho, diferente de ter uma família, com crianças bonitas, e um belo carro ... Eu tenho trabalhado exclusivamente como artista nos últimos 13 anos e passo os invernos em climas do sul. Este ano, pela 5 ª vez eu estiva em La Gomera, uma das Ilhas Canárias. Crucial para a minha expressão artística é o ser humano dividido entre o seu mundo interior e seu mundo exterior. Nas minhas obras eles são imaginação fundida, sentimentos, sonhos e a “realidade” de uma única impressão instantânea. A maioria dos meus trabalhos mostram uma experiência humana, intensa ou uma dada situação. Estou mais interessado nos sentimentos da humanidade sob a superfície, os sentimentos que nós não gostamos de sentir, mas que carregamos dentro de nós ... uns mais, outros menos! .. Tudo se de dentro para fora, tudo é de fora para dentro. Os “estados misteriosos”, desejo inefável, indescritível e incompreensível são os temas que mais me inspiram e que são transversias à minha obra, em grande parte surreal. Também desrevo o meu trabalho como um espelho das atuais condições sociais. As minhas obras são altamente emocionais. Sentindo-se tudo, transformando-o e deixando tudo ir novamente. A morte é para mim um fenómeno muito misterioso, com todos os tipos de sentimentos assustadores associados. Mas mesmo assim enfrento-a, sempre consciente de que a vida é preciosa e deve terminar algum dia ... Trata-se do meu próprio processo como um indivíduo e ao mesmo tempo para o desenvolvimento dos meios culturais de luto e de luto em todo o mundo. Eu uso minhas próprias fotografias: eu faço uma ligação com as pessoas, a maioria mulheres na rua, em eventos, na praia, na cidade, os quais me atraem... Meus modelos são multi-culturais, todos eles são lindas “pessoas do Mundo”- que é também por isso que eu amo Berlim e La Gomera tanto, não há como uma mistura incrível de nações que vivem juntas... conheço os meus modelos para uma sessão especial em qualquer lugar ... Eu não tenho estúdio para sessões de fotografia... Faço fotos de “ tudo” e a partir de tudo: muros, grafittis, pisos, e assim por diante ... Uso também os meus trabalhos mistos de media, desenhos e colagens manuais. Quando estou no computador, abro algumas pastas e começo a trabalhar espontaneamente, sem planos... e todos os trabalhos são desenvolvidos de momento a momento. Por isso estou numa viagem permanente, sempre a mergulhar noutro mundo, sem pensar demais... apenas deixo acontecer ... Comecei a trabalhar en arte quando cheguei a Berlim, com um Diário feito de colagens... primeiro com fotos e coisas pessoais e, mais tarde, com colagens colagens manuais com fotos GEO ... Eu precisava me expressar tanto quanto eu preciso de ar para respirar. Esse Diário ajudoume a transformar a dor eo desespero. Sou autodidata e não tinha idéia de que ser artista acabaria por se tornar a minha vocação ... Vivendo em Berlim dividida era e ainda é uma bênção! Daí fui buscar tanta inspiração! ... Quando tive minha primeira câmera digital, comecei a trabalhar com um software digital simples.Mais tarde, aperfeiçoei a minha técnica, tendo aulas com um designer gráfico. Antes eu pintava também, e visitei vários ateliers, mas acabei por encontrar um método na arte digital e também na minha mixed-media, que funciona para agregar todas as minhas paixões: fotografia, pintura, desenho, colagens, e muito mais ... Esta é a minha vida e eu adoro-a ....

http://www.jayasu-berlin.de


J aya

S u

“buybuy”

B erg


“belle de rouge”

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024 DP ARTEFOTOGRÁFICA


J aya

“polka”

S u

B erg


“RIP”

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026 DP ARTEFOTOGRÁFICA


J aya

“secreto”

S u

B erg


“mirror me”

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028 DP ARTEFOTOGRÁFICA


J aya

“the loop”

S u

B erg


“incognito”

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030 DP ARTEFOTOGRÁFICA


J aya

“dont rescue me”

S u

B erg


“the little prince”

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J aya

“Lillys second game�

S u

B erg


“Continuar a correr, lutando e ardendo; Esta é a regra da minha alma»

“Keep on Running, Fighting and Burning; It’s a rule of my Soul”

My current photo art style can be strictly defined as ‘BORDERLESS (No Border)’ a word which encapsulates the following 7 concepts: 1. A renaissance of the soul 2. Symbiosis with all this world’s phenomena 3. The eternal conflict with time and space in the universe 4. Beat myself, Beat my core and Beat my existence 5. Resistance against all invisible pressures 6. Warning against the hegemony of civilization, science and fashion 7. One love in Chaos To put it succinctly, my work is not the result of simply TAKING A PHOTO. - It is to EXCISE a precise cross-section of all times, spaces and emotions flowing in parallel with the other worlds on a subconscious level. - It is to completely REPRODUCE a part of my intrinsic poetry, as a lost piece of my puzzle, imparting a transmission of my life philosophy. - With each photo comes a REBIRTH of my soul as another piece of MYSELF and a REMINDER of my MEMORIES beyond a time and space, which would otherwise be forever lost in the many stories of my short life and its endless cycles.   Additionally, the subjects of my photographs, especially regarding my current and future worlds revolving in B&W, do not merely suggest that which is VISIBLE, but as much carry with them aspects of the INVISIBLE. This tension between that which is seen, and that which is unseen suggests the INFINITE that I try to capture with my photography.  Of course, no one has the power to confer immortality. Nonetheless, surely the minds and soul diverge from body at the point of death, and continue on in a myriad of beautiful forms. Therefore, every soul’s energy oscillates unto INFINITY. One well understood aspect of the eternal nature of the soul is that of artistic expression. This is the real power of ART: to crystallize the ultimately impermanent nature of the artist’s soul into something that can reach toward the infinite. Thus, each powerful creative expression can reach beyond the physical,, and build upon other such unexpected phenomena. Such phenomena, linking disparate places in time and space, and other important ELEMENTS like mankind, are like tiny bubbles drifting across our ephemeral nature on this planet, situated as it is in the long, long, long time and history of the UNIVERSE.  Whoever can feel it at the UNCONSCIOUS level in their day-to-day life, will be able to step beyond the BORDERS to tap into their most primitive and wildest senses, step by step, more and more, with increasing accuracy.

http://oj-climb.wix.com/osamu-jinguji

O meu estilo de arte fotográfica pode ser estritamente definido como “sem margem” (ou sem fronteiras) expressão que resume os seguintes sete conceitos: 1. O renascimento da alma 2. A simbiose com todos os fenómenos deste mundo 3. O eterno conflito com o tempo e espaço no universo 4. Provocar o ritmo em mim, provocar o ritmo no meu núcleo e provocar o ritmo na minha existência 5. Resistência contra todas as pressões invisíveis 6. Alerta contra a hegemonia da civilização, da ciência e da moda 7. Um único amor em estado de caos. Para colocá-lo de forma sucinta, o meu trabalho não é o resultado de simplesmente tirar uma foto. - É para extirpar um corte preciso de todos os tempos, espaços e emoções que fluem em paralelo com os outros mundos em um nível subconsciente. - É para reproduzir completamente uma parte da minha poesia intrínseca, como uma peça perdida de meu quebra-cabeças, levando à transmissão da minha filosofia de vida. - Com cada foto vem um renascimento da alma como uma outra parte de mim e uma lembrança das minhas memórias para além de um tempo e espaço, o que de outra forma seriam perdidos para sempre nas muitas histórias da minha curta vida e seus ciclos intermináveis. Além disso, os temas das minhas fotografias, especialmente sobre os meus mundos actuais e futuros feitas a P&B, não só sugerem o que é visível, mas também carregam consigo aspectos do invisível. Esta tensão entre o que é visto, e o que é invisível sugere o infinito que eu tento capturar com a minha fotografia. Claro, ninguém tem o poder de conferir imortalidade. No entanto, certamente as mentes e almas divergem do corpo no momento da morte, e continuam numa miríade de bonitas formas. Portanto, a energia de cada alma oscila até o infinito. Um aspect muito ierente à natureza eterna da alma é a expressão artística. Este é o verdadeiro poder da arte: cristalizar a natureza impermanente, finalmente, da alma do artista em algo que pode apontar em direção ao infinito. Assim, cada expressão criativa poderosa pode chegar além do físico, e construir sobre outros fenómenos inesperados. Tais fenómenos, ligando lugares diferentes no tempo e no espaço e outros elementos importantes, como a humanidade, são como pequenas bolhas derivadas de toda a nossa natureza efêmera neste planeta, que se situa no longo, longo, longo tempo e história do universo.  Quem conseguir senti-lo no nível inconsciente da sua vida do diaa-dia, será capaz de ir além das fronteiras de tocar em seus sentidos mais primitivos e selvagens, passo a passo, cada vez mais, com o aumento da precisão.  Isto é como eu acredito que as coisas sejam, pelo menos, enquanto eu permanecer neste mundo. “

http://oj-climb.wix.com/osamu-jinguji


O S A M U

J I N G U J I

“Funeral Procession of Time XI - Towards the Within”


“Fighting Road to The Sun - The time has come for ENERGY-SHIFT”

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036 DP ARTEFOTOGRÁFICA


O S A M U

“Funeral Procession of Time Part-III”

J I N G U J I


“Funeral Procession of Time VII - Into the Labyrinth”

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038 DP ARTEFOTOGRÁFICA


O S A M U

“Funeral Procession of Time XIV - No Border, No Hedge”

J I N G U J I


“CYBER-J”

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040 DP ARTEFOTOGRÁFICA


O S A M U

“Funeral Procession of Time VIII - Outside of the Darkness”

J I N G U J I


“Deux mondes”

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042 DP ARTEFOTOGRÁFICA


O S A M U

“Funeral Procession of Time IX - Beyond the Infinity”

J I N G U J I


“Funeral Procession of Time XII - The End of Words”

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044 DP ARTEFOTOGRÁFICA


O S A M U

“Funeral Procession of Time X”

J I N G U J I


Facing the madness of globalization, our present world has to fight against standardization. The pace of change tends to sweep away everything unfortunate enough to fall in its inexorable path: this destructive power of change all too often burns away the richness of the human being in its uniqueness and peculiarity as well as the testimonial characteristics and heritage of cultures in their plurality. We need the storytellers of traditions, the witnesses of culture, the curators of existing knowledge: we need to preserve the essence of Life. Pimpin Nagawan is one of those precious keepers and transmitters of this Memory. From his wonderful photographs, full of tact and appropriateness, of the highest technical level, Pimpin Nagawan tell us about Indonesia and its extraordinary treasure of cultural, ethnological and geographical diversity. He is one of the rare type of photographers who is able to make ethnic, landscape, and wildlife photographs within a very aesthetic approach without never falling into the easy option. This is undoubtedly because of the militant humanist message he delivers intermingled in its photography with his sensitivity of a big heart man.

Enfrentando a loucura da globalização, o nosso mundo atual tem que lutar contra a padronização. O ritmo da mudança tende a varrer tudo a infelicidade que caia no seu caminho inexorável: este poder destrutivo da mudança, muitas vezes queima a riqueza do ser humano na sua singularidade e particularidade, bem como as características testemunhais e património de culturas na sua pluralidade. Temos necessidade dos contadores de histórias da tradição, das testemunhas de cultura, dos curadores do conhecimento existente: é preciso preservar a essência da vida. Pimpin Nagawan é um desses guardiões preciosos e transmissores dessa memória. A partir das suas fotografias maravilhosas, cheias de tato e adequação, do mais alto nível técnico, Pimpin Nagawan mostra-nos a Indonésia e o seu extraordinário tesouro de diversidade cultural, etnológico e geográfico. Ele é um dos raros tipos de fotógrafos capaz de fazer fotografia étnica, de paisagem e fotografia de vida selvagem dentro de uma abordagem muito estética, sem nunca cair na opção fácil. Isto deve-se, sem dúvida, ao seu pendor humanista militante ao qual ele se entrega misturando na sua fotografia a sensibilidade de um homem de grande coração. A Arte Fotagrafia Internacional enconyrou-se recentemente com ele, que explicou:

Arte Fotagrafia International recently met with him: “I was born and raised in a country full of diversity of religion, ethnicity, culture and language, the country of Indonesia. A country consisting of thousands of islands with natural beauty and cultural uniqueness, each magnificent. I live on an island called West Java with a great diversity of people, beautiful landscapes and amazing traditional beautiful crafts as batik, puppet show, keris (or kriss: traditional Indonesian dagger), musical instruments (gongs) and so on... These West Java profusion and authenticity are for the artists, and especially photographers, an exceptional source of inspiration. Photography is an art and the art that comes from the heart. Nature and culture are close to the heart, and everywhere here, providing constantly millions sources of inspiration which enhance the creative freedom of photographers. Indonesia is not only Bali. People outside Indonesia, often only know Bali. But Bali is actually only a small part of the Indonesian state’s breadth. On my island we have our own specificities which are supplementary to the ones of Bali, themselves complementary of those of other parts of Indonesia making a very unique set of culture and nature in the world. From their youngest age, all the diverse people of our nation keep alive their own originality through education and traditions in spite of the infiltration of foreign culture and technologies brought by modernity. My photography inspiration comes from this subtle mix of nature and culture. In spite the beauty of a photograph is also supported by precision angle, composition and lighting, for which I have the greatest care and respect, what I want to show in my photographs is my interest for human beings interacting with their environment. I am not just doing portraits of people but better, by my interest for human beings, I am searching for facial expressions which presently translate their activity, their feeling in regard of their environment. This can only be immediately captured by a camera and here is the power of photography. As I have said before photography is a work of art, and art comes from the heart. Visual acuity must be accompanied by a sensitive feeling.. Without it, a photograph is just a photograph, a product with no flavour... I have been wanting to show, here in Arte Fotografica International, this specific photographs set to share this feeling, and if it happens the viewer can enjoy it, then he will be able to feel inside the deepest beauty…” Pimpin Nagawan 2013. TG

- “Nasci e cresci num país cheio de diversidade em termos religiosos, étnicos, culturais e língu, o país da Indonésia. Um país composto por milhares de ilhas com beleza natural e singularidade cultural, cada um magnífico. Vivo numa ilha chamada Java Ocidental, com uma grande diversidade de pessoas, belas paisagens incríveis e belo artesanato tradicional como batik, teatro de fantoches, keris (ou kriss: tradicional adaga Indonésia), instrumentos musicais (gongo) e assim por diante ... Esta profusão e autenticidade são para os artistas e, principalmente, fotógrafos, uma excepcional fonte de inspiração. A fotografia é uma arte que vem do coração. A natureza e a cultura também estão perto do coração, e ambas estão por todo o lado, fornecendo constantemente milhões de fontes de inspiração que aumentam a liberdade criativa dos fotógrafos. A Indonésia não é só Bali. Grande parte dos estrangeiros, muitas vezes só congecem ou ouviram falar de Bali. Mas Bali, na verdade, é apenas uma pequena parte da totalidade do Estado indonésio. Na minha ilha, temos nossas próprias especificidades, que são complementares às de Bali, e que, juntas com as de outras partes da Indonésia, fazem um conjunto muito especial de cultura e natureza no mundo. Desde sua mais tenra idade, todas as diversas pessoas de nossa nação têm como missão manter viva a sua própria originalidade, através da educação e tradições, apesar de a infiltração da cultura estrangeira e de tecnologias trazida pela modernidade. A minha inspiração vem da fotografia. Apesar da beleza de uma fotografia também ter a ver com o ângulo de precisão, composição e iluminação, pelos quais tenho o maior carinho e respeito, o que eu quero mostrar nas minhas fotografias é o meu interesse para que os seres humanos interajam com o seu meio ambiente. Não pretendo apenas fazer retratos de pessoas melhores, mas antes focar o meu interesse nos seres humanos, procurando expressões faciais que traduzam a sua atividade e o seu sentimento a respeito do ambiente em que vivam. Isso só pode ser imediatamente capturado por uma câmera e aqui entra o poder da fotografia. Como já disse antes que a fotografia é uma obra de arte, e arte vem do coração. A acuidade visual deve ser acompanhada por um sentimento sensível... Sem ele, a fotografia é apenas uma fotografia, um produto sem sabor ... Aqui, nesta edição da Arte Fotografica International, mostro fotografias específicas feitas para compartilhar esse sentimento e, se isso acontecer, e os leitores poderem apreciá-lo, então vão ser capazes de sentir a beleza interior mais profunda... “ Pimpin Nagawan 2013. TG

www.facebook.com/pinpin.nagawan www.facebook.com/pinpin.nagawan


P impin

N agawan

“Life Story”


“Rest and Relax”

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048 DP ARTEFOTOGRÁFICA


P impin

“Fish Catcher”

N agawan


“Sprayed”

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050 DP ARTEFOTOGRÁFICA


P impin

“The Plaiter”

N agawan


“The Batik’s Painter”

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052 DP ARTEFOTOGRÁFICA


P impin

“Cock Fighting”

N agawan


“Mask Maker”

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054 DP ARTEFOTOGRÁFICA


P impin

“The Wayang’s Player”

N agawan


“The Shepherd”

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056 DP ARTEFOTOGRÁFICA


P impin

“The Bat Boys”

N agawan


Henri Cartier- Bresson said: « Photographier, c’est mettre sur la même ligne de mire la tête, l’œil et le cœur. C’est une façon de vivre. » (Photography is to set the mind, eyes and heart on the same line of sight. It’s a way of life.)

Henri Cartier-Bresson disse: « Photographier, c’est mettre sur la même ligne de mire la tête, l’œil et le cœur. C’est une façon de vivre.  » (Fotogrfar é colocar no mesmo ponto de mira océrebro o olhar e o coração. É um modo de vida) E não é por acaso que Raffaele Montepaone cita o mestre francês. porque nele a fotografia existe pelos outros:

And it is not by chance that Raffaele Montepaone quotes the French Master. Raffaele’s own photography lives in him and by the Others: « Photographing is to live, to watch, to know, and so naturally comes the desire of freedom within.

- «Fotografar é viver, ver, conhecer, e assim, naturalmente, vem o desejo de liberdade.

I am always trying to get the simplest approach, the most direct contact with people. Trying to understand the needs of those I photograph, to finally get the true essence. This is how I can get the right feeling. And this allows me to offer images as close as possible to reality, somewhat like in a very reporting style, informal, natural and spontaneous. I do love portrait photography which is a way to search for the most unpredictable and hidden side of my subject »… Raffaele Montepaone 2013

Estou sempre a tentar fazer a abordagem mais simples, o contato mais direto com as pessoas, tentando entender as necessidades daqueles que fotografo, para finalmente chegar à verdadeira essência. Esta é a forma como posso obter o sentimento certo, e isso permite-me oferecer imagens o mais próximas possível da realidade, um pouco como num estilo de reportagem muito informal, natural e espontânea. Eu faço amor com a fotografia de retrato, que é uma maneira de procurar o lado mais imprevisível e escondido do seu assunto »... Raffaele Montepaone 2013

These sentiments are immediately obvious in Raffaele Montepaone’s portfolio presented here:

Esses sentimentos são imediatamente óbvios no portfolio de Raffaele Montepaone que aqui apresentados:

He is a witness of his Time, a lover of an Italy where the most simple person, by their own testimony, becomes the hero of these difficult times of incertitude and changes where traditions struggle to survive in the face of interminable assaults from intolerance, exclusion and decay.

Ele é uma testemunha do seu tempo, um amante de Itália, onde a pessoa mais simples, pelo seu próprio testemunho, torna-se o herói nestes tempos difíceis de incerteza e mudanças e onde as tradições lutam para sobreviver em face das agressões intermináveis, ​​da intolerância, da exclusão e da decadência.

Birth, life, love, joy, sorrow, loneliness, and old age; the way life bursts out, passes us by and ultimately slips away; all these little fragments of individual or collective memory are what make Rafaelle Montepaone’s majestic photographs truly unforgettable moments of Truth, each one full of sensibility, love and compassion.

Nascimento, vida, amor, alegria, tristeza, solidão e velhice, o modo de vida explode, passa por nós e, finalmente, esvai-se; todos estes pequenos fragmentos da memória individual ou coletiva são o que fazem do trabalho de Rafaelle Montepaone majestosas fotografias de momentos verdadeiramente inesquecíveis, cada um cheio de sensibilidade, amor e compaixão.

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www.raffaelemontepaone.it www.raffaelemontepaone.it


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Sandra Sachsenhauser’s photography is certainly the direct consequence of both her education and environment . Her unique sensitivity in the architectural approach of her artwork undoubtedly comes from the favorable conditions for arts her childhood provided; her mother brought her to countless art exhibitions and gallery openings ; the «  Waldorf  » education system in which she studied stimulated open-mindness and uninhibited expression; but also, later on, after moving to Dubai, she found herself immersed in a beautifully dynamic and multi-cultural town, vibrant and constantly rewarding, where the most extraordinary contemporary architectures spring up every day from the surrounding desert. As a reserved person– she often likes to define herself more as an observer and a listener – like a blotter, she is permeated by her surroundings: music, painting, sculpture, photography, and architecture… Further, as a delicate person, she translates all these perceptions into proud aesthetic emotions that are revealed in dramatic but always refined and elegant works of art. The construction, the design in each of her works is unquestionable and undisputable. When looking, one cannot think otherwise. Truly, it is self-evident. Nonetheless, this meticulous design does not lack in poetry, lyricism or romanticism and this contrast of refined precision and the more delicate artistic elements is exactly what makes Sandra Sachsenhauser’s photographs speak to the soul. Where most can see only only straight and rigid lines in architecture, she better sees light and shadow, and fascinating interactions with the elements, searching for the beauty of a piece of reflection into the waters, the magnificence of mirrored façades, the subtle evanescences of a mirage into thin air… The material coldness of metal and concrete is subsumed into the more delicate emotions of the heart. Sandra works as a painter does. The architectural reality is her canvas, not an achievement at this initial point but only the beginning. Swiftly follows the need to apply pencils, paints and brushes to this stark canvas through her own inimitable intellect, gestures and imagination… Behind her computer, she gives birth to her artworks, investing the empty spaces with ghosts and chimeras, utopias and reflections, destroying actual geometry to build new virtual symmetries, increasing ad libretto the curves toward the infinite, reworking the real to foster the beauty and elegance of her dreams. TG

www.sachsenhauser.de www.facebook.com/sasaphotographyart

A fotografia de Sandra Sachsenhauser é certamente consequência direta da sua educação e meio ambiente onde se insere. A sensibilidade única na abordagem arquitectónica da sua obra, vem das condições favoráveis ​​para as artes desde a infância, pois a sua mãe levou-a a inúmeras exposições de arte e «vernissages » em galerias ; o «Waldorf», sistema de ensino em que estudou, e que estimula a mente aberta e desinibida em termos de expressão, mas também, mais tarde, a sua mudança para o Dubai, em que se viu imersa numa cidade muito dinâmica e multi-cultural, vibrante e em constante gratificante, onde a arquitetura contemporânea mais extraordinária surge todos os dias a partir do deserto ao redor, fizeram-na evoluir de uma forma muito especial. Como pessoa reservada que é, muitas vezes gosta de definir-se mais como observadora e ouvinte - como um mata-borrão, ela é permeada pelas suas imediações: música, pintura, escultura, fotografia e arquitetura ... Além disso, como uma pessoa delicada, ela traduz todas essas percepções em emoções estéticas orgulhosas que são reveladas em obras dramáticas, mas sempre refinadas e elegantes artisticamente.   A construção, o projeto em cada um dos seus trabalhos é inquestionável e incontestável. Ao olhar, não se pode pensar o contrário. Na verdade, ele é auto-evidente.   No entanto, a este projeto meticuloso não falta poesia, lirismo e romantismo, e esse contraste de precisão refinada e os elementos artísticos mais delicados é exatamente o que faz com que as fotografias de Sandra Sachsenhauser noa falem à alma. Onde uns só veêm apenas linhas retas e rígidas de arquitetura, ela vê a luz e sombra, e as interações fascinantes com os elementos, procurando a beleza de uma obra no reflexo das águas, a magnificência de uma fachada espelhada, ou a evanescência subtil de uma miragem no ar ... A frieza material do metal e concreto está subsumido nas emoções mais delicadas do coração. Sandra trabalha como os pintores. A realidade arquitetónica na sua tela, não é uma conquista de momento inicial, mas apenas o começo. Rapidamente se segue a necessidade de aplicar lápis, tintas e pincéis nesta tela gritante através do seu próprio intelecto inimitável, gestos e imaginação ... Por detrás do seu computador, ela dá à luz os seus trabalhos artísticos, preenchendo os espaços vazios com fantasmas e quimeras, utopias e reflexões, destruindo a geometria real para construir novas simetrias virtuais, aumentando «  ad libreto  » as curvas em direção ao infinito, refazendo o real para promover a beleza e a elegância dos seus sonhos. TG

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Iceland is a country of dreams and tales, revelations and truth. A country of inner secrets behind which lurk the answers to humanity’s eternal questions. A country of stark authenticity where the earth is reborn each day in a timelessly beauteous loop. A country of unrivalled beauty still unmarred by the cruellest elements of mankind’s relentless march. A country of pure contrasts where unspoiled nature speaks for itself with unparalleled strength and vigour. From these fantastically pristine landscapes, Þorsteinn H. Ingibergsson delivers a testamentary photography that does everything but take Iceland’s spectacular scenery lightly. Though his photographs present truly idyllic visions, this results from his rare ability to capture, with total humility and respect, the undistilled essence of nature itself in one of the few places on earth it still exists as such. His photographic composition and edits present things just the way they naturally are without overstepping the bounds of nature’s own drama. In this, his work is reminiscent of the subtle delicacies of Jóhannes Kjarval’s paintings… I have seen so many pictures of Iceland where each is more grandiose than the one prior, and so one cannot attribute the subtle balance his photographs achieve to the subject matter itself. A further way this dextrous balance is evinced is the way in which he suggests the beauty of Nature through the subtle evocation of the power it has over mankind, rather than emphasizing its spectacular beauty as a benefit exclusively for the enjoyment of man. Nature is depicted as an inexorable force, which will triumph, sooner or later, over petty human conceits and contructs: empty shells of abandoned ships, ancient shelters of lost human souls, old carcasses of futile machines dispersing the last vestiges of their pretentions to permanence in rusty ashes dispersed by the winds… One cannot help but witness a certain ironic understanding in such an approach when one comes to realize that Þorsteinn was originally employed as a construction contractor! His images thus carry a poignant self-consciousness, realism and fatalism… Þorsteinn is also a discrete and solitary man who seeks a symbiosis with Nature. A photographer of infinite patience, able to wait for hours, even days to catch the elusive ideal light married to the right sky to express all the sensitivity and meaning he demands of his photography. Arte Fotografica recently had the chance to catch up with him when he wasn’t out on one of his sojourns into the wilderness: « I mostly photograph landscapes and nature and also do much to integrate it with all kinds of abandoned objects, for example houses, boats, cars, tractors etc. It is very important to me to have the best environment, and particularly I lay claim to the sky, the clouds need to be beautiful. Therefore, it can sometimes be a bit difficult to achieve a particular subject with the best sky, it can require countless trips to the same place, but it can also be very fun, and at least you can have many versions of the same subject with different clouds. This requires a lot of patience, but then you finally get lucky, and harvest, and capture something that you have already long imagined and sought. Yet it is just as often that I capture something that I did not dream of before, something infinitely beautiful, that might never be captured again, just like that, and that is what, for me, photography is about. I always find it best to be alone with myself in nature, enjoying the beauty of spring when nature awakens, summer, autumn with all its colours and winter in its diversity, snow, ice and of course the northern lights. I also enjoy listening to the sounds of nature, for example the wind, river, power of the waterfalls, waves, insects, birds and especially listening to the silence. Part of this, I have managed to capture, but of course just a small part…. » ÞHI - 2013 In conclusion, I would like to quote Þorsteinn’s famous compatriot credo, the worldwide known famous Icelandic singer Bjork, like in an incantation: “Nattura!, Nattura! ...” (Biophylia 2011). TG

A Islândia é um país de sonhos e contos, revelações e verdade. Um país de segredos internos por trás da qual se escondem as respostas às perguntas eternas da humanidade. Um país de autenticidade gritante onde a terra renasce a cada dia num “loop” eternamente belo. Um país de beleza incomparável ainda intacto dos elementos mais cruéis da implacável marcha da humanidade. Um país de contrastes puros onde a natureza intocada fala por si com uma força e vigor incomparáveis. A partir dessas paisagens incrivelmente intactas, Þorsteinn H. Ingibergsson oferece uma fotografia testamentária que fala por si, num espectacular cenário da Islândia. Apesar das suas fotografias apresentarem visões verdadeiramente idílicas, isso resulta da sua rara habilidade de capturar, com total humildade e respeito, a essência não destilada da própria natureza num dos poucos lugares na Terra onde isso ainda existe como tal. A sua composição fotográfica e forma de editar apresentam as coisas tal como elas são, naturalmente, sem ultrapassar os limites do próprio drama da natureza. Nesse sentido, a sua obra é uma reminiscência das delícias subtis de pinturas de Johannes Kjarval ... Tenho visto tantas imagens da Islândia - onde cada uma é mais grandiosa do que a anterior- mas que não conseguem captar o equilíbrio que caracteriza a própria matéria. Uma outra prova desse equilíbrio que consegue é evidenciado pela maneira como sugere a beleza da natureza através da evocação subtil do poder que tem sobre a humanidade, ao invés de enfatizar a sua beleza espetacular como um benefício exclusivamente para o prazer do homem. Aqui a Natureza é descrita como uma força inexorável, que vai triunfar, mais cedo ou mais tarde: conchas vazias de navios abandonados, abrigos antigos de almas humanas perdidas, as carcaças velhas de máquinas fúteis, a vontade de dispersar os últimos vestígios das suas pretensões de permanência em cinzas enferrujadas dispersas pelos ventos ... Não se pode deixar de testemunhar uma certa compreensão irônica em tal abordagem, quando se trata de perceber que Þorsteinn foi, em tempos, um empreiteiro de construção! Por isso as suas imagens acabam por deixar transparecer uma auto-consciência pungente, replete de realismo e fatalismo ... Þorsteinn também é um homem discreto e solitário que busca uma simbiose com a natureza. Um fotógrafo de infinita paciência, capaz de esperar durante horas ou dias, para captar a luz ideal e o cenário que pretende mostrar mais tarde. A Arte Fotografica teve, recentemente, a oportunidade conversar com ele numa altura em que não estava numa das suas saídas para a tundra: « Fotográfo principalmente a natureza e também tento integrá-la com todos os tipos de objetos abandonados, por exemplo, casas, barcos, carros, tratores, etc… É muito importante para mim ter o melhor ambiente e, particularmente, peço muitas vezes ao céu que me dê a ver nuvens bonitas. Por isso, às vezes pode ser um pouco difícil de alcançar um determinado efeito que pretendo, como o melhor céu, o que pode exigir inúmeras viagens ao mesmo lugar, o que em simultâneo também pode ser muito divertido… pelo menos fico com várias versões do mesmo assunto com diferentes nuvens. Isso requer muita paciência, mas geralmente tenho sorte, e capturo algo que já há muito tempo tinha imaginado e procurado. Contudo é também frequente capturer algo com que nunca tinha sonhado, algo de infinitamente belo, que nunca mais sera capturado. Para mim isto é a fotografia. Adoro estar sózinho no meio da natureza, apreciando a beleza da Primavera, quando ela desperta, do Verão, do Outono, com todas as suas cores e a sua diversidade, neve, gelo e, claro, as luzes do norte. Também gosto de ouvir os sons da natureza, por exemplo, o vento, o rio, o poder das quedas de água, ondas, insetos, pássaros e especialmente de ouvir o silêncio. Parte desse, eu consegui capturar, mas é claro que apenas uma pequena parte .... »ÞHI - 2013 Em conclusão, gostaria de citar famoso credo do Þorsteinn compatriota, o conhecido famosa cantora islandesa Bjork em todo o mundo, como em um encantamento: “Nattura, Nattura! ... “(Biophylia 2011). TG

http://structor.pixu.com/ http://structor.pixu.com/


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I ngibergsson

“Circles of Water�


“Tranquillity”

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“Golden Breez�

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“John Wayne’s official retirement”

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“Roofless”

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“Final Place”

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“Moonlight�

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“Icebergs II”

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“Magical Night�

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“Shipwreck (mono)”

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“Sunrise II�

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The color of light ................................................................................................. Arthur Meyerson is one of the most consistent photographers that I met in the past 15 years. He went to Portugal on several occasions and left countless fans. To its extraordinary capacity of lecturer and teacher, he has an immense talent as a photographer. Color master Arthur Meyerson is now one of the big names in the international arena. Arthur Meyerson is an award-winning photographer and highly in demand as a mentor and workshops instructor by the most reputable schools and academies. Residing in Houston, Texas, Arthur Meyerson has traveled around the world photographing for advertising and editorial. He was awarded three times by Adweek, Southwest Photographer of the Year. Arthur Meyerson is on the list of the top 10 corporate photographers, and was named one of the 30 best advertising photographers by American Photo magazine. Some of his work has become world famous like The runner on the bridge for the Nike campaign, as well as the well-known campaigns for Coca-Cola. In 1999, Arthur became a member of the “Legends Behind the Lens.” His photographs have been exhibited internationally and Arthur Meyerson published in Communication Arts, Rangefinder, Nikon World, Zoom, Camera Arts, Digital Photo Pro Graphis. Arthur Meyerson, a photographer with a strong commitment to his profession, also teaches courses and workshops in photography for more than 20 years. He makes individual coaching and participates in lectures across the United States and the rest of the world. He belongs to the Advisory Board Member of the Santa Fe Center for Photography, and the Houston Center for Photography.

................................................................................................. Arthur Meyerson é um dos mais consistentes fotógrafos que conheci nos últimos anos. Passou por Portugal em várias ocasiões e deixou inúmeros fans. À sua extraordinária capacidade de palestrante e professor, junta-se o imenso talento. Mestre da cor Arthur Meyerson é hoje um dos grandes nomes no panorama internacional. Arthur Meyerson é um fotógrafo premiado e altamente requisitado como mentor e instrutor de workshops pelas mais conceituadas escolas e academias. Residindo em Houston, Texas, Arthur Meyerson tem viajado por todo o mundo fotografando para publicidade e editorial. Por três vezes foi premiado pela Adweek, Southwest Photographer of the Year. Arthur Meyerson faz parte da lista dos top 10 corporate photographers, e foi nomeado um dos 30 melhores fotógrafos de publicidade pela revista American Photo. Alguns dos seus trabalhos tornaram-se mundialmente famosos como o runner on the bridge da campanha da Nike, assim como as conhecidas campanhas para a Coca-Cola. Em 1999, Arthur tornou-se membro do “Legends Behind the Lens”. As fotografias de Arthur foram exibidas internacionalmente e publicadas na Communication Arts, Rangefinder, Nikon World, Zoom, Camera Arts, Digital Photo Pro eGraphis. Um fotógrafo com um forte compromisso com a sua profisão, Arthur ministra cursos e workshops de fotografia há mais de 20 anos, faz orientação individual e participa em palestras em todo os Estados Unidos e no resto do mundo. Membro do Conselho Consultivo do Santa Fe Center for Photography, bem como do Houston Center for Photography.

................................................................................................. Paulo Roberto Photos © Arthur Meyerson


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DP ARTEFOTOGRテ:ICA 095


Photography every day! Last August 19th we celebrated the registration of the invention of photography. As happens today with the daily discoveries, in those faraway times, this invention was a giant leap for society! And to paraphrase Neil Armstrong when touched the lunar soil; “It was one small step for man but a giant step_for_mankind” From there to here, things and minds changed so much that description almost seems like fiction. From almost 9 hours of exposure necessary to obtain the first image that exists to the click of a mobile phone, the distance seems almost unreal, hard to explain to the “ready-made” generation of today. Photographing and recording today has become indispensable and easy for kids and adults. Taking and sharing pictures became so easy for us that we are, probably living in denial with the essence of photography. It is the weariness of plenty that sometimes ruins the history of men and peoples. The cycles of life are like that. Today we experience so many easy offers, without even questioning that we assume a natural and almost improper ignorance of the landmarks that surround us. This chronicle is, from now on, shorter and I welcome, another important structural change in DP magazine, now known as Arte Fotográfica Internacional. At last I want to refer this magazine’s director commitment, from the beginning, a struggle and delivery, almost titanic against all obstacles. My real applause, because winning in this rough sea is a piece of work, Jorge! In the Portuguese photography and within a majority of my fellow photographers I must register my disappointment. The disaffection of professionals is striking, as is inactive his surrender to collective causes, yet the only way we could escape from the wreck. Sorry, but many are unaware that there is even this date, and dates serve also to be more active instead of inactive and delivered to the cohesion of a sector. But many remain convinced that they are “wise” and “prizes” are the only honor that encompasses photography. Photography expects and deserves much more in favor of all and it’s own history! Before concluding I wish to manifest in these pages my tribute to a Master Architect and renowned photojournalist since 1978, professor of photography and photojournalism: Luiz de Carvalho, who has for quite some time now a program about photography (from technics to history), in TVI24horas Channel. In this times soap box opera, footballs and politics with many commentators everyday, this man work deserves my gratitude, and more, should give to reflect ... Never giving up hope because there is always the next day! Niépce, Daaguérre and surely had the same thoughts…

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VIVA A FOTOGRAFIA TODOS OS DIAS! Comemorou-se no passado dia 19 de Agosto, o registo da invenção da fotografia. Tal como hoje sucede com descobertas diárias, naqueles longínquos tempos, esta invenção foi um salto gigante para a sociedade! E parafraseando, Neil Armstrong, quando tocou o solo lunar; “Foi um pequeno passo para o Homem, mas gigantesco para a Humanidade” Daí para cá, mudou tanta coisa e tantas mentalidades, que a descrição quase parece ficção. Das quase 9 horas de exposição necessárias para obtenção da primeira imagem de que existe registo, até ao simples clicar de um telemóvel e fazer o registo fotográfico, vai uma distância quase irreal, difícil de se poder explicar à geração do “tudo já está!” esta empolgante realidade. Fotografar e registar hoje, tornou-se uma facilidade incontornável para cranças e adultos. Um hábito quase obrigatório dos nossos dias. Com tanta facilidade ao dispor, estamos a viver porventura a negação da essência dessa histórica descoberta, porque registamos depressa e, ainda demoramos menos a apagar momentos que mais tarde não vamos poder repetir. É o cansaço da fartura que por vezes arruina a história dos homens e dos povos. Os ciclos da vida são assim. Vivemos de tantas ofertas facilitadas, sem sequer nos questionarmos que quase assumimos uma natural e imprópria ignorância dos marcos que nos rodeiam. Esta minha crónica, é mais curta e quero saudar, mais uma importante mudança estrutural da DP, agora Arte Fotográfica Internacional. Quero referir o seu diretor, no seu empenho, desde o inicio, numa luta e entrega, quase titânica contra todos os obstáculos. O meu verdadeiro aplauso, porque vencer neste mar é obra, Jorge! Na fotografia Portuguesa e no seio maioritário dos Fotógrafos meus colegas não posso deixar de registar o meu desencanto!...O desinteresse dos Profissionais é gritante, como é inativa a sua entrega às causas coletivas, única forma que ainda nos poderia ajudar a fugir do naufrágio. Lamento, mas muitos até desconhecem que existe esta data e, que quando existem datas convencionadas elas servem também para sermos mais activos, em vez de inactivos e entregues à coesão de um sector. Porém muitos continuam convencidos que são “sábios” e que “prémios” são a única honra que a fotografia engloba. A fotografia espera e merece muito mais em prol de todos e da sua própria história! Antes de concluir manifesto nestas páginas, a minha homenagem a um Senhor Arquiteto de formação académica, e fotojornalista de renome desde 1978, Professor de fotografia e fotojornalismo: Luiz de Carvalho, que mantém já há bom tempo em antena televisiva o único programa sobre fotografia, desde a técnica à história, na TVI24horas. Em tempo de invasão de telenovelas, dos futebois e política com tantos comentadores todos os dias, o feito deste homem merece o meu reconhecimento, e mais, deveria dar para reflectir... Não desistindo há sempre esperança do dia seguinte! Assim pensaram quase de certeza , Niépcie, Daguerre e tantos outros a quem presto homenagem nesta data.

........................................................................................................................................ Celestino N. F. Santos


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DP ARTEFOTOGRテ:ICA 097


I’m in limbo at the border in s gap where I hide from all and see each one. It keep silence in exchange for the noise, and color by its absence. I carry the melody has short, thin, dismembered, it disappears, hopelessly ... I’m left with nothing but the faces, and all that I saw. Estou no limbo, na fronteira, na frecha onde me escondo e todos vejo. Nela guardo o silêncio em troca do ruido e a côr pela sua ausência. Trago comigo a melodia já curta, ténue, desmembrada, que desaparece, irremediávelmente... restam-me se não os rostos, e tudo aquilo que não vi.

................................................................................................. Reseach & Coordination _ Pesquisa e Coordenação Fátima Marques Photography & Text _ Foto & Texto Márcia Lessa


A DP-Arte Fotográfica Arte Fotográfica International é a 1ª revista de fotografia is the first photography magazine impressa em Offset Digital pela to be printed in Digital Offset by

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“koepi-blues” © Jaya Su Berg

Arte Fotográfica International  

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