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Alma Rô

Nossa Senhora do Socorro/Sergipe, Brazil

Alma Rô, 26 anos, é artista visual socorrense que arrisca alinhavar fugas (im)possíveis através de linguagens como o desenho e a pintura — mas não só —, apostando na errância como chave para a construção de outros mundos. Suas pesquisas têm sido atravessadas pelos trânsitos diários entre as ruínas materiais e subjetivas das cidades que a circunda, pelas quais busca rasurar aquilo que se diz do corpo em seus processos de invenção cotidiana. Atuando desde meados de 2020, acumula experiências independentes e coletivas de produção artístico-cultural na região metropolitana da Grande Aracaju, a partir das quais pôde ampliar sua capacidade de elaboração criativa, a exemplo do Coletivo Inferninho. Foi uma das artistas selecionadas para a 5° Mostra FAVS: Circular Cidade 01 (Fórum de Artes Visuais de Sergipe, 2023); e para o Salão de Artes Vesta Viana, compondo a programação do 38° Festival de Artes de São Cristóvão (FASC, 2023). Nesse mesmo ano, realizou a exposição de artes visuais a céu aberto “para que do alto da ponte eu fosse sal”, com recursos da lei Paulo Gustavo. De maneira paralela, Alma Rô exerce trabalhos em design gráfico, acumulando experiências de elaboração gráfica e visual junto a coletivos independentes de produção artístico-cultural e movimentos e organizações sociais de povos e comunidades tradicionais, a exemplo do Movimento das Marisqueiras de Sergipe (MMS), do Fórum de Povos e Comunidades Tradicionais de Sergipe (FPCT-SE) e da Articulação dos Povos e Organizações Indígenas do Nordeste, Minas Gerais e Espírito Santo (APOINME). É também graduanda do bacharelado em psicologia pela Universidade Federal de Sergipe.

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