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PRÓLOGO NÃO IMPORTAVA O CUIDADOSAMENTE que colocasse a maçã picada em seu lugar, sob a casca superior de meu bolo de maçã sempre parecia que tinha tratado de enterrar um corpo desmembrado. Meus bolos resultavam feios, mas tinham bom sabor. Este bolo em particular estava perdendo rapidamente seu último c alor. Examinei a desordem de minha cozinha. Filetes de carne de veado marinhados em cerveja, ligeiramente amadurecidos, colocados em uma panela e preparados para entrar no forno. Eu os guardava para o final, solo necessitavam dez minutos na churrasqueira. Cilindros feitos em casa agora frios. Espigas de milho de milho também frite. Batatas ao forno, se, muito frite. Tinha acrescentado uns cogumelos salteados e uma salada no caso do resto não era suficiente. A manteiga dos cogumelos estava fazendo seu melhor esforço para voltar para seu estado sólido. Pelo menos a salada se supunha que era fria. Agarrei uma nota enrugada da mesa. Fazia oito semanas, Curran, Senhor das Bestas de Atlanta, amo e senhor de mil e quinhentos cambiaformas e meu psicopata pessoal, sentou-se na cozinha de meu apartamento de Atlanta e escrito uma nota neste pedaço de papel. Tinha perdido uma aposta com ele e, de acordo com os términos da mesma, devia-lhe um jantar nu. Tinha acrescentado uma advertência explicando que se conformava com que usasse um prendedor e umas calcinhas, já que não era uma completa besta, uma afirmação totalmente aberta a debate.

Ele tinha fixado a data, em quinze de novembro, que era hoje. Sabia porque o tinha comprovado no calendário três vezes. Eu o tinha chamado à fortaleza fazia três semanas e fixado o lugar, minha casa, perto do Savannah, e a hora, as cinco da tarde. Eram as oito e meia. Havia dito que não podia esperar. Comida, comprovada. Meu favorecedor jogo de calcinha e prendedor, comprovado. Maquiagem, comprovado. Curran, em branco. Deslizei meu dedo ao longo da pálida folha de minha espada, sentindo o frio metal sob minha pele. Onde exatamente estaria sua majestade? Lhe teriam esfriado os pés a Dom “Dormirá CO nmigo e me pedirá isso por favor antes e me dará as obrigado depois”? Ele tinha açoitado um palácio te voe através de uma selva encantada e se aberto caminho através de uma dúzia de demônios Rakshasas para me salvar. Um jantar era um grande passo para os cambiaformas. Eles não se tomam a comida à ligeira, mas fazer um jantar para alguém que te interessa romanticamente eleva uma comida sencill a um nível completamente novo. Quando um cambiaformas te faz o jantar te está fazendo a promessa de cuidar de ti ou está tratando de entrar em suas calças. A maioria das vezes ambas as coisas. Curran me tinha alimentado com sopa uma vez, quando estava meio morta, e o fato de que me tivesse comido isso, inclusive sem saber o que significava, divertia-lhe em extremo. Não se perderia este jantar. Agarrei o telefone. Por outra parte desfrutava de acosánd ome. Não sentiria saudades que estivesse oculto na maleza, vendo como me retorcia. Curran tratava às mulheres como brinquedos maravilhosos, dava-lhes vinho, jantava com elas, se fazia cargo de seus problemas, e


uma vez que eram totalmente dependentes dele se aborrecia. Talvez o que percebia entre nós estava sozinho em minha cabeça. teria se dado conta de que tinha ganho e teria perdido o interesse. Chamando-o simplesmente lhe daria a oportunidade de desfrutar-se. Pendurei o telefone e olhei o bolo um pouco mais. Se abria o dicionário e procurava maníaco do c ontrol encontraria uma foto de Curran. Governava com garras de aço e quando dizia “salta” tinha muito do que responder se não saltava. Estava enfurecida e o deixei sair. Inclusive se ele não estava interessado realmente, não se perderia a oportunidade de lombriga lhe servir o jantar em roupa interior. Seu ego era muito grande. Algo devia ter passado. Oito e quarenta e quatro. Curran era primeira e Ú ltima linha de defesa da Manada. Qualquer indício de uma ameaça significativa e estaria ali, rugindo e rasgando corpos pela metade. Poderia ter resultado ferido. O pensamento me deixou geada. Faria falta um exército sanguinário para derrubar a Curran. Dos mil e quinhentos maniacos homicidas que estavam sob seu mando, ele era o filho de putas mais duro e mais perigoso. Se tinha passado algo, tinha que ser mau. Teria chamado se se tivesse atrasado por algo de menor importância. Oito e quarenta e nove. Agarrei o telefone, esclareci-me garganta e marque à Fortaleza, o bastión da Manada aos subúrbios de Atlanta. Faria-o em plano profissional. Seria menos patético dessa maneira. -chamou à Manada. O que quer?-, disse uma voz feminina pelo telefone. Pessoas amáveis os cambiaformas.-Sou a agente Daniels. Posso falar com Curran, por favor? -Ele não recebe chamadas nestes momentos. Quer deixar uma mensagem? -Está na Fortaleza? -Sim, está-o. Uma rocha pesada se materializou em meu peito e me fazia difícil respirar. -Alguma mensagem?- Disse a mulher cambiaformas. -Só lhe diga que chamei, por favor. logo que lhe seja possível. -É urgente? A mierda. –Sim. Se, é-o. -Espere.


Reinou o silêncio. Gotejava por momentos, pouco a pouco se ia fazendo mas e mas magro. -Ele diz que está muito ocupado para falar com você nestes momentos. No futuro, por favor, utilize os canais apropriados e dirija todas suas preocupações ao Jim, nosso chefe de segurança. Seu número é… Ouvi minha voz, extrañamente plaina. –Não é necessário. Tenho o número. Obrigado. -Quando queira. Pendurei o telefone com muito cuidado. Um som diminuto apareceu em meus ouvidos e tubo a absurda sensação de que era meu coração gretando-se. Pu-me em pé. Madruguei. Cozinhei uma grande quantidade de comida. Sentei-me ao lado do telefone as últimas quatro horas. Maquiei-me, pela segunda vez no último ano. Comprei uma caixa de camisinhas. No caso de. Quero-te Kate. Sempre vou vir a por ti, Kate. Que filho de puta, não? –Nem sequer teve os cojones de falar comigo. Levantei-me da cadeira. Se ele ia passar de mim depois de toda essa mierda, forçaria-o a fazê-lo em pessoa. Tomou menos de um minuto me vestir e carregar meus muñequeras com agulhas de prata. Minha espada, Assassina, tinha suficiente prata nela para fazer mal inclusive a Curran, e tinha muita s ganha de lhe fazer danifico. Rondei pela casa em busca de minhas botas com uma fúria impregnada de atordoamento, encontrei-as no quarto de banho e me sentei no chão para me pôr isso Atirei da bota esquerda para diante, coloque o salto em seu lugar e me detive. Suponhamos que chego à fortaleza. E logo o que? Se ele tinha decidido que não queria lombriga, teria que me abrir caminho através de seu povo para chegar até ele. Não importava o muito que me estivesse doendo, não podia fazer isso. Curran me conhecia o bastante bem para sabê-lo e usá-lo em meu contrário. Uma visão de minha sentada durante horas no vestíbulo da Fortaleza me passou pela mente. É obvio que não. Se o imbecil se dignava a fazer ato de presença, o que lhe diria? Como te atreve a me deixar inclusive antes de que a relação tenha começado? viajei seis horas para te dizer o muito que te odeio porque significa muito para mim? riria, logo eu o racharia e ele me romperia o pescoço. Obriguei-me a andar a provas ao estar cegada pela névoa da raiva. Trabalhava para a Ordem dos cavalheiros da ajuda misericordiosa, em conjunto com a Divisão de Atividade Paranormal (DAP) da polícia e a Unidade de Defesa Sobrenatural (UDS) formando a defesa da lei contra magia perigosa de qualquer tipo. Não era um cavalheiro mas era representante da Ordem com status de amigo da Manada, o que significava que quando havia problemas relacionados com os cambiaformas não me destroçavam imediatamente. Quando a Manada tinha algum problema


com a lei se dirigia para mim. Os cambiaformas se dividiam em dois aromas, o povo livre do código, que mantinha um estrito controle sobre o Lyc-v, o vírus da raiva em seus corpos, e os lupos, que se tinham rendido ante ele. Os lupos assassinavam indiscriminadamente, ricocheteando de atrocidade em atrocidade até que alguém o fazia um favor ao mundo e terminava com esses jodidos canibais. O DAP de Atlanta via cada cambiaforma como um lupo em potência, e a Manada tinha respondido isolando-se, elevando o nível de paranóia e desconf ianza dos estranhos a um novo e vertiginoso nível. Sua relação com as autoridades era precária no melhor dos casos e de uma aberta hostilidade na cooperação com a Ordem. Se Batalharem e eu nos encetávamos, nossa luta não seria vista como um conflito entre dois indivíduos, mas sim como o assalto do Senhor das Bestas a um representante da Ordem. Ninguéma se acreditaria que eu era tão parva para havê-lo iniciado. O status dos cambiaformas se desabaria. Tinha sozinho uns poucos amigos, mas à maioria deles lhes cresciam cabelo e garras. Converteria suas vidas em um inferno para acalmar minha dor. Pela primeira vez em minha vida tive que fazer o responsável. Tirei-me a bota e a lancei ao outro lado da habitação. Ricocheteou no painel de madeira do corredor. Durante anos, primeiro meu pai e logo meu tutor, Greg, tinham-me advertido que me mantivera afastada das relações humanas. Amigos e amantes só me trariam problemas. Minha existência tinha um propósito, e esse propósito, e meu sangue, não deixavam espaço para nada mais, tinha ignorado as advertências dos homens mortos e deixado cair meu escudo. Era o momento de assumi-lo e pagar por isso. Eu o tinha acreditado, supunha-se que ia ser diferente, a ser mais. Ele me tinha feito esperar coisas que acreditava que nunca conseguiria. Quando a esperança se quebrado me tinha machucado. A minha era muito grande, uma esperança se desesperada, e doía como uma filha de puta. A magia alagou o mundo com uma onda silenciosa. Os abajures elétricos piscaram e tiveram uma morte tranqüila, dando passo à radiação das luzes feéricas das paredes. O ar encantado em tubos de vidro brilho mais e mais até que um misterioso brilho azul alago a casa. Isto ocorria da mudança, a magia chegava em feitas ondas, negando a tecnologia, e desaparecendo tão abruptamente como tinha aparecido. Em todas partes os motores de gasolina se afogavam e as armas de fogo se ferravam. Os feitiços de defesa ao redor de minha casa se elevaram, formando uma cúpula por cima de meu telhado e sacudindo minha casa. Precisava me proteger, tinha deixado cair meu escudo e que o leão entrasse. Era hora de pagar as conseqüências. Levantei-me do chão. cedo ou tarde meu trabalho me poria em contato com o Senhor das Bestas. Era inevitável. Necessitava algo para a dor de meu sistema agora, assim quando nos encontrássemos de novo, quão único conseguiria-se ria uma fria cortesia.


Fui à cozinha, atirei o jantar ao lixo e saí. Tinha uma entrevista com um pesado saco de areia e não teria problemas para imaginar a cara de Curran nele. Uma hora mais tarde, quando ia a meu apartamento em Atlanta, estava tão cansada que fiquei dormida por momentos em meu carro depois de colocá-lo na linha lei e a corrente mágica o arrastasse aos subúrbios da cidade. CAPITULO 1 PERCORRI AS RUAS DE Atlanta me BALANÇANDO com as sadaspi de minha mula favorita Marigold, a que não lhe importava a jaula atada a sua cadeira e não se incomodava pelos pagotes de saliva de lagarto que gotejavam de meu jeans. A jaula continha um grupo do tamanho de um punho de penugem cinza, que tinha um demônio que tinha capturado e que podia ou não ter sido um coelho de pó em vida. Minhas calças continham ao redor de dois litros de saliva de dois lagartos do condado do Tremble, que me tinha arrumado para encerrar de novo em seu hábitat no Centro para a investigação mitológica de Atlanta. Levava onze horas e treze minutos em meu turno, não tinha comido nada desde essa manhã e queria uma rosquinha. Tinham passado três semanas desde que Curran me tinha plantado, durante a primeira estava tão zangada que não podia nem ver bem. A ira se acalmou agora, pesada-a pedra seguia afundada em meu peito. Curiosamente, os bolos ajudavam, especialmente os orvalhados com chocolate. O chocolate era caro em nosso mundo e não me podia permitir um tablete inteiro, mas um chorrito sobre os donuts era o bastante bom. -Olá, querida. depois de quase um ano trabalhando com a Ordem, escutar a voz do Maxine em minha cabeça já não me fazia saltar. –Olá Maxine. A secretária telepática da Ordem chamava a todo mundo “querido”, incluindo o Richter, uma nova adição ao departamento de Atlanta que era tão psicótico como um cavalheiro da Ordem podia sê-lo sem ser despojado de seu titulo. Seus “queridos” não enganavam a ninguém. Preferia correr quinze quilómetros com uma mochila cheia de pedras que me enfrentar ao Maxine na rua. Possivelmente fora o aspecto que tinha, alta, magra, e rguida, com um halo de cabelo prateado muito encaracolado e os gestos de uma professora de instituto veterana que tinha visto de tudo e não suportava aos parvos.

-Richter é um santo, querida. E há alguma razão para imaginar a um dragão com meu cabelo na cabeça e um donut de chocolate na boca? Maxine não lia os pensamentos a propósito, mas se se concentrava o suficiente, durante “a chamada”, não podia evitar recolher imagens mentais . Esclareci-me garganta. –Sinto muito. -Não há problema. Em realidade, sempre pensei em meu mesma como em um dragão chinês.


Ficamo-nos sem rosquinhas mas tenho bolachas. Mmm, bolachas. -O que tenho que fazer por uma bolacha? -Se que seu turno terminou, mas tenho uma petição de emergência e ninguém para dirigir a situação. Argh. -Qual é a petição? -Alguém atacou O cavalo de aço. -O cavalo de aço? Na linha da fronteira? -Sim. Desde que Atlanta de tinha dividido em facções, cada uma tinha seu próprio território. De todas as facções de Atlanta a Nação e a Manada eram as maiores e as duas que mais queria evitar. O cavalo de aço estava justo na fronteira invisível de seus territórios. Era um lugar neutro que atendia tanto à Nação como aos cambiaformas, sempre e quando pudessem manter-se civilizados. Em sua major parte o faziam. -Kate? – perguntou Maxine. -Tem alguma informação? -Alguém começou uma briga e se foi. Eles têm um pouco esquecido no porão e têm medo de deixá-lo sair. Estão histéricos. Há ao menos um morto. Um bar cheio de nigromantes histéricos e cambiaformas. por que eu? -vais agarrar o? -Que tipo de bolachas? -Chocolate chip com partes de nozes. Inclusive vou dar dois. Suspirei e girei ao Marigold para o oeste. –Llegaréen vinte minutos. Marigold suspirou profundamente e começou a baixar a rua na noite empapada. Os membros da Manada bebiam pouco. Manter-se humanos requeria uma disciplina de ferro pelo que os cambiaformas evitavam o contato com substância que alteravam o contato com a realidade. Um copo de vinho com o jantar ou uma só cerveja depois do trabalho era mais ou menos seu limite. A Nação também bebia pouco, principalmente por lapresencia dos cambiaformas. Eles eram um hibrido estranho entre uma religião, uma empresay um instituto de investigação que se ocupava do estudo dos não-mortos, sobre tudo dos vampiros. O Vampirus Inmortus, o, patogênico responsável pelo vampirismo, erradicava todo rastro de ego de suas vítimas, convertendo-os em monstros com uma louca luxúria de sangue e deixando sua mente agradavelmente em branco.


Os professores dos mortos, a Nação, aproveitavam-se deste fato para pilotar aos vampiros montando em suas mentes e controlando todos seus movimentos. Os professores dos mortos não eram lutadores. Bem educados, eram intelectuais generosamente pagos, mas eram implacáveis e oportunistas. Os professores tampouco visitavam um bar como O cavalo de aço, salvo com a cabeça muito baixa. O cavalo atendia aos curritos, os navegantes em formação e depois dos assassinatos do Rede Stalker, a Nação tinha estreitado o controle sobre seu pessoal. Um par de distúrbios de bêbados e seus estudos sobre os não-mortos chegariam prematuramente a seu final. Os oficiais eram muito jovens e tinham muito dinheiro para seu próprio bem mas não a carregariam em um bar de cambiaformas. Uma sombra se escabulló pela rua, era peluda e com muitas pernas, Marigold soprou e seguiu imperturbável. A Nação estava dirigida por uma figura misteriosa conhecida como Roland. Para a maioria era um mito. Para mim, era o branco. Também era meu pai biológico. Roland tinha renunciado aos filhos porque eles sempre tratavam de matá-lo, mas minha mãe realmente me desejava e decidiu que por seu bem poderia tentá-lo uma vez mais. Exce pto que ele troco de opinião e tratou de me matar no útero. Minha mãe fugiu e o senhor da guerra do Roland, Voron, fujo com ela. Voron sobreviveu, minha mãe não. Não a tinha conhecido, mas sabia que se meu pai biológico me encontrava removeria céu e terra para terminar o que tinha começado. Roland era uma lenda. Tinha sobrevivido durante milhares de anos. Alguns pensavam que era Gilgamesh, alguns pensavam que era Merlín. Ele tinha um poder incrível e eu incluso no estava lista para lutar. Ainda não. O contato com a Nação implicava o risco de ser descoberta pelo Roland pelo que os evitava como uma praga. Contatar com a Manada significava correr o risco de contatar com Curran, agora mesmo não sabia que era pior. Quem demônios atacaria O cavalo de aço de todos os modos? Qual era a idéia detrás de fazê-lo? “Aqui há um bar cheio de assassinos psicóticos aos que lhes crescem garras gigantes e pessoas que pilotam não-mortos para ganhá-la vida. Acredito que vou destroçar o lugar” Soava isso razoável? Não. Não podia evitar à Manada para sempre, solo porque seu amo e senhor fazia que me formigasse o braço da espada. Entrar, fazer meu trabalho, sair. Bastante simples. O cavalo de aço ocupava um bunker feio em um edifício de tijolo reforçado com barras de aço nas janelas e uma porta de ao redor de seis centímetros de espessura. Sabia qual era a grossura da porta porque Marigold acabava de trotar sobre ela. Alguém a tinha arrancado das dobradiças e atirado à rua. Entre a porta e a entrada, estendidos no asfalto com buracos, talheres com manchas de sangue ao azar, licores, e cristais quebrados, uns poucos corpos gemendo em distintas etapas de embriaguez e danos da briga.


Maldita seja, tinha-me perdido toda a diversão. Um montão de tipos duros estavam na porta do botequim. Não exatamente com aspecto histérico, já que o término estava convenientemente ausente de seu vocabulário, mas a forma em que se apoderaram das armas improvisadas feitas de móveis quebrados fazia que queria me aproximar deles pouco a pouco, falando em tons suaves. A julgar pela cena da batalha, acabavam de receber uma surra em seu próprio bar. Nunca se pode perder uma briga em seu bar, porque se o faz, já não é seu bar mais. Afrouxei minha mula até ir ao passeio. A temperatura se desabou na última semana, e a noite era amarga, inusualmente fria. O vento cortava a cara. Nuvens tênues de ar revoavam ao redor dos meninos no bar. Um par dos má s grandes, com aspecto de valentões, divertiam-se um pouco fazendo-os duros: o grande, um tosco homem da direita, leva uma maça, e seu amigo, o da esquerda, dirigia um facão. Gorilas. Solo aos gorilas lhes permite ter armas reais em um bar da fronteira. Percorri a multidão em busca de reveladores olhos brilhantes. Nada. Só as íris humanas normais. Se tinha havido cambiaformas esta noite no bar, ou tinham espaçoso o lugar ou mantinham sua pele de forma segura em modo humano. Não senti nenhum vampiro perto tampouco. Não havia caras conhecidas entre o público. Os currant é deviam haver-se retirado também. Algo mau tinha passado e ninguém queria ser empapelado por isso. E agora era todo meu. OH, surpresa. Marigold me levou além dos humanos expulso s e da porta. Tirei a carteira de plástico que levava em uma corda ao redor isso q, e a levantei para que pudessem ver o pequeno retângulo com a identificação da Ordem -Kate Daniels. Trabalho para a Ordem. Onde está o dono? Um homem alto saiu do interior da barra e me apontou com uma mola de suspensão, era uma mola de suspensão decente curvada e moderna, com perto de cem quilogramas de força. Vinha equipada com uma olhe de fibra óptica e era de grande alcance. Duvidava que houvesse necessidade de tanto a solo uns três metros. A esta distância o projétil não só penetraria, mas sim passaria através de mim, e se levaria minhas tripas a dar um passeio. É obvio, a esta distancia eu poderia matá-lo antes de que me alcançasse o tiro. Era difícil errar com uma faca de lançar a três metros. O homem me olhou com olhos sombrios. De média idade e magro, parecia como se tivesse passado ao ar livre muito tempo fazendo trabalhos forçados. A vida lhe tinha derretido toda a carne de seus ossos, deixando só a pele curtida, a pólvora, e as cartilagens. Uma barba escura e curta abraçava sua mandíbula. Ele assentiu com a cabeça ao gorila mais pequeno. -Vik, comprova sua identidade. Vik caminhou para mim e olhou minha carteira. -Põe que loque ela há dito. Eu estava muito cansada para isso. –Está-o meu rando mau-. Tomei o cartão da carteira e a ofereci. -Vê o quadrado na esquina inferior esquerda?


Seu olhar foi iluminada pelo quadrado de prata encantada -Coloca o polegar sobre ela e dava VAI. Vik vacilou, olhou a seu chefe, e tocou o quadrado. -VÃO. Um estalo de luz golpeou o polegar, e o quadrado se voltou negro. -O cartão sabe que não é seu proprietário. Não importa quantos de vocês o tentem com ela, manterá-se negro até que a toque-. Pus meu dedo s obre a prata. –VÃO-. O negro se desvaneceu, deixando ao descoberto a superfície clara. -Assim é como se distingue a um agente da Ordem real de um falso-. Desmontei e atei ao Marigold ao corrimão. -Agora, onde está o cadáver? O dono do bar se apresentou como Cash. Cash não mepareció que fora um tipo de confiança, mas ao menos manteve seu arco apontando ao chão enquanto me conduzia atrás do edifício e girava para a esquerda. Como a eleição dos representantes de Ordem se limita para mim e ao Marigold, decidiu arriscar-se comigo. Sempre é bom ser julgado mais competentes que uma mula. Uma multidão de espectadores formava um círculo depois do edifício. Eu preferiria ter feito isto sem uma audiência, mas não tinha vontades de discutir. Já tinha perdido bastante tempo fazendo truques de magia com meu VÃO. -Temos um cerco seguro aqui-, disse Cash. -Tranqüila. Nossos clientes habituais não querem problemas. O vento da noite arrojou o aroma azedo da decomposição do vômito em minha cara, e um toque de um aroma totalmente diferente, xarope espesso, duro, e enjoativo. Não era bom. Não havia nenhuma razão para que o corpo cheirasse ainda. -me diga o que aconteceu. -Um homem começou uma briga com o Joshua. Joshua perdeu- disse Cash Ele tinha desperdiçado sua vocação. Deveria ter sido um poeta épico. Chegamos à parte traseira do edifício e se deteve. Um enorme buraco se abria na parede de ao lado da barra, alguém tinha arrebentado para atravessá-la. Os tijolos estavam pulverizados pelo asfalto. Qualquer que fosse a criatura podia atravessar paredes sólidas como uma bola de demolição. Muito pesado para um cambiaformas, mas nunca se sabia. -Algum de seus cambiaformas assíduos fez isso? -Não. Todos desapareceram uma vez que a briga começou. -O que acontece os pilotos da Nação?


-Não vieram esta noite-. Cash negou com a cabeça. -Pelo general vêm as quintas-feiras. É aqui. Cash assinalou à esquerda, onde o terreno se inclinava a um estacionamento pintado com um poste elétrico no centro. No poste, parecido com uma alavanca através de sua boca aberta, pendurava Joshua. Partes de seu corpo estavam cobertas por farrapos de couro curtido e jeans. Todo o descoberto já não parecia humano. Vultos duros agrupados em cada centímetro de sua pele exposta, de cor vermelha escura e interrompida pelas lesões e as úlceras úmidas, estava aberto, como se o homem se converteu em um ser humano de ignorantes. A casca das chagas era tão densa em seu rosto que nem sequer podia distinguir seus rasgos, à exceção dos olhos leitosos, abertos e olhando ao céu. Meu estômago se afundou. Todo rastro da fadiga fugiu, queimado em uma inundação de adrenalina.

-Parece-lhe que foi antes da briga começasse?- Por favor, dava que sim. -Não-, disse Cash. -Isso ocorreu depois. Um grupo de protuberâncias sobre o que poderia ter sido o nariz do Joshua trocou, inchou-se para o exterior, e caiu, dando espaço a uma nova úlcera. A parte do Joshua rodou pelo asfalto e se deteve. O pavimento de ao redor brotou um magro anel de penugem cor carne. O mesmo penugem recubría o poste por debaixo e ligeiramente por cima do corpo. Concentrei-me no bordo inferior da linha de ninharia e o vi arrastar-se muito lentamente pela madeira. Joder. Mantive a voz baixa. -Alguém tocar o corpo? Cash negou com a cabeça. -Não. -Alguém se aproximou dele? -Não. Olhei-o aos olhos. -Necessito que coloque a todos de novo no bar e os mantenha ali. Ninguém pode ir-se. -por que?-, Perguntou. Pus a sua altura. -Joshua estava doente. -Está morto. -Seu corpo está morto, mas a enfermidade está viv a e é mágica. Está crescendo. É possível


que todo mundo esteja infectado. Cash tragou. Seus olhos se aumentaram e olhou pelo buraco ao interior do bar. Uma mulher de cabelo escuro, magra e com ossos de aves, limpava os atoleiros do mostrador, arrastando o cristal quebrado ao cesto de lixo com seu trapo. Olhei para trás Cash e vi o medo. Se lhe entrava o pânico, a multidão se dispersaria e infectaria na metade da cidade. Mantive minha voz tranqüila. -Se quiser que ela viva, faz que todos entrem de novo no bar e evita que partam. Ata-os se for necessário, porqu e se partirem, vamos ter uma epidemia. Uma vez que a gente esteja retida, chama o Biohazard. lhes diga que Kate Daniels diz que temos uma María. lhes dê a direção. Sei que é duro, perohay que estar tranqüilos. Não entre em pânico. -O que vais fazer? -vou tratar de contê-lo. vou necessitar sal, tudo o que tengais. Madeira, queeroseno, álcool, o que tenha que possa arder. Tenho que construir uma barreira de fogo. Tem mesas de bilhar? Ficou olhando, sem compreender. -Tem mesas de bilhar? -Sim. Deixei cair minha capa na costa. -Por favor, me traga o giz. Toda. Cash se afastou de mim e falou com os gorilas. -Muito bem-, gritou o porteiro maior. -Todo mundo de novo ao bar. Uma ronda por conta da casa. A multidão se dirigiu à barra através do buraco na parede. Um homem vacilou. Os guardas se moveram sobre ele. -Na barra-, disse Vik. O homem levantou o queixo. -Vete a mierda. Vik lhe afundou um golpe rápido e duro em suas vísceras. O homem ficou dobrado pela metade, e o porteiro maior o pendurou de seu ombro e se dirigiu de novo ao cavalo de aço. Dois minutos mais tarde um dos guardas saiu com um grande saco de sal e logo correu para a barra. Cortei a esquina da bolsa e comecei a desenhar um círculo de três polegadas de largura ao redor do poste. Cash saiu do buraco do botequim levando algumas caixas rotas, seguido pela mulher de cabelo escuro com uma grande caixa. A mulher deixou a caixa de madeira. Cheia de quadros azuis de giz de bilhar. Bem. -Obrigado. Ela alcançou a ver do Joshua no poste. O sangue fugiu de seu rosto. -chamaste ao Biohazard?- Perguntei-lhe.


-O telefone não funciona-, disse Cash brandamente. -Pode ser que algo vá bem hoje? -Tem que trocar as coisas?- Perguntou Cash -Trocou uma solução a curto prazo em uma defesa alargo prazo. -vou ter que trabalhar mais para fazê-lo que para dizê-lo. Terminei o círculo de sal, atirei a bolsa e comecei aponer a madeira em outro círculo ao redor do poste. O fogo não se manteria indefinidamente, mas me compraria algum tempo. O penugem de cor carne provou o sal e a encontródeliciosa. Imaginei. Não me sentia diferente, e eu era a mais próxima ao corpo, por isso seria e l primeira em cair. Um pensamento reconfortante. Cash tinham quebrado algumas garrafas, e arrojaram seus conteúdos nas caixas, empapando a madeira com o licor e o querosene. Um fósforo, e o anel de madeira estalou em chamas. -É isso tudo?-, Perguntou Cash -Não. O fogo o enlentecerá, mas não por muito tie mpo. Parecia como se os dois estivessem em seu próprio funeral. -Tudo vai estar bem.- Kate Daniels, agente da Ordem. Nos ocupamos de seus problemas de magia, e quando não podemos, mentimo-lhes na cara. -Tudo vai sair bem. Vós entrem agora. Mantenham a paz e sigam tentando-o com o telefone. A mulher roçou a manga do Cash com seus dedos. girou-se para ela, acariciou-lhe a mão, e juntos retornaram ao botequim. O penugem se arrastou até a metade através do sal. Comecei a cantar, passando por toda a lista de conjuros de purificação. A magia se construiu para mim ao redor, lentamente, como algodão de açúcar sinuoso na agulha de meu corpo e que FL uyó para o exterior, ao redor do círculo da chama. O penugem alcançou o fogo. A primeira que lambeu as pranchas tirou brincos de cor rosada, e se fundiu em negro com um assobio débil. As chamas apareceram com o fedor nauseabundo da queima de graxa. Assim é, filho de puta. Vete ao inferno detrás de meu fogo. Agora só tinha que manter-se quieto até que terminasse o círculo primeiro pavilhão. Enquanto realizava os canticos, agarrei o giz de bilhar e desenhou o primeiro glifo. Capitulo 2 -Santa MÃE DE DEUS-. A ALTA E MAGRA mulher que era Patrice Lane, da seção de medimagos de Risco biológico, cruzou os braços sobre seu peito. Parecia ainda mais alta de


onde estava sentada, acurrucada sob minha capa. O frio se filtrava através do tecido de minha calça e meu culo se converteu em uma parte de gelo. O poste de telefone se converteu em uma massa de carne da cor da pele. Em torno dela o estacionamento estava talher em meus glifos. Eu já tinha utilizado tudo o giz do Cash. O poste lentamente tinha chovido penugem de cor carne. A mesma mierda estava em propagação em um círculo ao redor de sua base. O fogo se reduziu a simples brasas, e o penugem se derramou sobre ela em vários lugares, a posta em comum contra o primeiro anel de glifos. Tinha talhado o cableado que foram do poste depois de terminar o segundo círculo de glifos e o meti nas guardas. O penugem os tinha tragado tão completamente, que nunca saberia que estavam ali. Medimagos e meditécnicos invadiram a cena. Risco biológico era, tecnicamente, parte da EAP, mas falando em términos práticos, tinham sua própria residência separada e sua própria cadeia de mando, e Patrice estava bastante por essa cadeia. Patrice levantou o braço e senti um débil pulso de magia. -Não posso sentir nada mais lá do giz-, disse, o fôlego lhe escapava em uma nuvem de vapor pálido. -Essa era a idéia. -Carvão inteligente-. Os estudos do Patrice obravam de minhas mãos quando sacudiu a cabeça. - Olhe que se arrasta. Deterioração persistente, não? Por isso tinha feito o segundo círculo, em caso de que o primeiro fracassasse, e logo me ocorreu que o poste de telefone podia derrubar-se. As guardas dos dois primeiros círculos se estendiam só uns oito metros de altura, e se o poste caía, a enfermidade tocaria a terra fora da barreira, assim desenhei um círculo como terceira guarda. Era um círculo muito amplo, porque o poste era dolorosamente alto, de uns quinze metros. Quatro meditécnicos caminhavam pelo perímetro do círculo exterior, ondeando incensarios que arrastavam fumaça purificadora. Tinha investido tudo o que tinha nas guardas. Neste momento um gatinho me podia tocar com uma pata e anotar um K.O. tecnico. Um jovem paramédico se agachou junto a mim e levantóuna pequena flor branca até meus lábios. Cinco pétalas de cor branca com raias de finas veias verdes que conduziam a um anel de caules difusos, cada ponta com um ponto amarelo pequeno. Uma estrela do pântano. O sanitário lhe sussurrou um conjuro e me disse em uma cadência pratica, -Respira profundamente e exala Soprei-lhe à flor. As pétalas se mantiveram branco como a neve. Se eu tivesse estado infectada, a estrela do pântano teria se tornado marrom e se teria secado. O técnico comprovou a cor das pétalas contra um cartão de papel e sussurrou em voz baixa. -Uma vez mais, respire profundo e exale. Eu obedientemente exalei. Ele apartou a estrela do pântano. -me olhe aos olhos.


Eu o fiz. Olhou profundamente a minhas pupilas. -Claras. Tem olhos formosos. -E ela tem uma espada grande, forte-. Soprou Patrice. -Vete, criatura. O paramédico se ruborizo. -Está poda-, gritou em direção do botequim. -Você pode falar com ela. A mulher de cabelo escuro, que havia me trazido o giz horas antes, saiu do bar levando a um copo de uísque. -Sou Maggie. Toma-. Ela me ofereceu o copo. -Seagram Seven Crown. -Obrigado, não bebo. -Desde quando?- Patrice levantou as sobrancelhas. Maggie me tendeu o uísque. -Necessita-o. Vimos que te arrastar-se sobre suas mãos e joelhos durante horas. Deve doer e tem que estar congelada. O estacionamento resultou um pouco mais duro do previsto. Engatinhar para trás fazendo glifos tinha destroçado minhas calças já de se por acaso gastos até um nada. Pude ver minha pele através dos buracos no tecido e estava sangrento. Normalmente, deixar rastros de sangue no lugar me teria posto em pânico. Uma vez separada do cuerp ou, o sangue não pode ser mascarada, e em meu caso, a publicidade da magia de minha linha de sangue significava uma sentença de morte. Mas eu sabia como terminaria esta noite, e não me preocupei. O pouco sangue que ficava sobre o asfalto seria destruída muito em breve. Tomei o uísque e sorri ao Maggie, o que requereu um pouco de esforço já que meus lábios estavam congelados. -Conseguiu finalmente que o telefone funcionasse? Ela sacudiu a cabeça. -Ainda não. -Como lhes puseram em contato com risco biológico? Maggie franziu os lábios finos. –Não o fizemos. Voltei-me para o Patrice. A medimago franziu o cenho para o círculo. -Pat, como sabia que devia vir aqui? -Um informante anônimo nos chamou,- murmurou, com os olhos fixos no poste. -Algo está acontecendo… Com um forte rangido, o poste se partiu. A mulher de cabelo escuro ficou sem fôlego. Os técnicos de pontos de volta, agitando os incensarios. O pau girou em seu lugar, o penugem ao redor da parte superior se cambaleou, e caiu. estrelou-se contra o muro invisível dos círculos da primeira e segunda guarda, veio-se abaixo, e


se deslizou para baixo, como um vertido de porcaria de cor carne, sobre o asfalto. O topo do poste investiu a terceira linha de glifos. A magia fluiu através de meu crânio. Uma nuvem de penugem explorou contra o amparo em uma explosiónhorrible e revoou para baixo sem causar dano até se localizar-se na linha de giz quando o poste rodou a uma parada. Patrice deixou escapar um suspiro. -Fiz o terceiro círculo de dez metros de rádio-, disse-lhe. -Não vai a nenhuma parte, embora isso é o que realmente queria. -Façamo-lo-. Patrice enrosco suas mangas. -Há puest ou algo nos amparos que possa me fritar se as cruz? -Nop. É só uma guarda de contenção simples. Senta-se livre de dançar a valsa dentro. -Bem-. Ela se dirigiu pelo pendente dos glifos, lhe agitando a mão à equipe técnica que se queixava de alguma equipe no lateral. -Não importa. É muito agressivo. vamos fazer uma investigação em vivo, é mais rápido. tornou-se para trás o cabelo loiro e entrou no círculo. Os glifos de giz se acenderam com um resplendor azul pálido. O amparo tinha mascarado sua magia, e eu não podia sentir nada dentro, mas o que Patrice estava fazendo tinha que ser exaustivo. O penugem se estremeceu. Brincos magros se estiravam para o Patrice. Perguntava-me quem tinha chamado a Risco biológico. Alguém o tinha feito. Talvez tinha sido só um bom samaritano que passava por ali. E talvez a meu sairiam asas e voaria. Maggie se inclinou para mim. -Como pôde entrar, sila enfermidade não pôde sair? -devido à forma em que fiz a guarda. Há amparos para manter as coisas dentro ou para as manter fora. trata-se basicamente de uma barreira e se pode fazer de várias maneiras. Esta tem uma soleira de alta magia. A enfermidade que causou a morte do Joshua é muito potente. Está muito saturada com magia, pelo qu e não pode cruzar. Patrice é um ser humano, o que a faz menos mágica, por definição, e pode ir e vir como lhe agrado. -Assim não podemos simplesmente esperar até que a onda mágica cai e a enfermidade mora? -Ninguém sabe o que vai passar lhe à enfermidade uma vez que a magia caíga. Poderia morrer ou poderia mudar e converter-se em uma praga. Não se preocupe. Patrice a destruirá. No círculo, Patrice levantou suas mãos. -Sou eu, Patrice, quem lhe ordena isso, eu sou a que exige obediência. te mostre a mim! Uma sombra escura se deu a volta a pele carnuda, derivando em uma pátina de manchas sobre o poste e os restos do corpo. Patrice se separou do círculo. Os técnicos a estavam enchendo de


fumaça e flores. -A sífilis-, ouvi-lhe dizer. -Montões e montões de sífilis magicamente deliciosa. Está viva e com fome. vamos necessitar napalm. Maggie olhou o uísque que seguia intacto em meu copo. Eu o levei aos lábios e tomei um sorvo para fazê-la feliz. O fogo rodou por minha garganta. Uns segundos mais tarde, pude sentir minha mão de novo. Woo, de volta nos negócios. -Estão todos limpos?- Perguntei-lhe. Ela assentiu com a cabeça. -Ninguém estava infectado. Alguns tios tinham ossos quebrados, mas isso era tudo. Todo mundo se tinha ido. Graças ao Universo pelos pequenos favores. Maggie se estremeceu. -Não o entendo. por que nós? Temo-lhe feito algo alguma vez a alguém? Ela estava procurando consolo no lugar equivocado. Eu estava aturdida e esgotada, e me doía a pedra do peito. Maggie sacudiu a cabeça. Seus ombros estavam encurvados. -Às vezes não há nenhuma razão-, disse-lhe. -Só malasuerte com os jogo de dados. Seu rosto se esvaziou de toda expressão. Eu sabia o que estava pensando: móveis quebrados, paredes rotas, e má reputação. O cavalo de aço para sempre seria conhecido como a esquina onde quase começou uma praga. -Olhe para lá. Ela olhou na direção de minha cabeça. No interior do bar, Cash separava uma mesa rota. -Está viva. Ele está vivo. Estão juntos. Todo o d emás se pode arrumar. Sempre pode ser pior. Muito, muito pior. Confia em mim nisto. -Tem razão. Durante um tempo nos sentamos em silêncio e logo Maggie respirou fundo, como se ela fora a dizer algo e logo fechou a boca. -O que acontece? -A coisa do porão-, disse. -Ah-. Pu-me de pé. Tinha descansado o suficiente. -vamos jogar lhe uma olhada. Fomos pelo buraco na parede. Os técnicos tinham avaliado e posto em liberdade à maioria dos


clientes, que estavam mais que dispue stos a ir-se. O botequim estava virtualmente vazio. A maioria dos móveis não tinham sobrevivido à briga. Um ar frio entrava pelas portas e janelas abertas para sair fora pela parede em ruínas. Apesar da ventilação não planejada, mas vigorosa, o lugar emprestava a vomito. Cash se apoiou na barra. Largas sombras se alinhavam em seu rosto gasto. Parecia esgotado, como se tivesse envelhecido um ano durante a noite. Maggie se deteve junto a ele. Agarrou-lhe a mão com a sua. Deviam ter tido suas mãos trancadas durante horas, ali sentados, durante horas, procurando nas caras os primeiros signos de infecção. Eles me estavam matando. Se tivesse podido encerrar a Curran em um buraco nesse momento, lhe teria golpeado na cara por me fazer pensar que poderíamos ter algo e logo afastar-se de mim. Na porta, dois técnicos de Risco biológico empacotavam um m-exploratório. O m-exploratório registrava magia residual no lugar e o cuspia em várias cores: violeta para o vampiro, azul para os humanos, verde para os cambiaformas. Era impreciso e fastidioso, mas era a melhor ferramenta para a análise da magia que teníam vos. Detive-me junto à equipe e ensinei meu VÃO da Ordem. -detectou alguma coisa? A técnico me ofereceu um montão de folhas impressas.- Patrice disse que quereria uma cópia. -Obrigado-. Dava-lhe a volta às folhas. Cada um mostrava um risco de cor azul brilhante cruzando o papel como um raio, atravessando os traçados de cor verde pálida. O verde eram os cambiaformas, e a julgar pela cor clara das assinaturas, partiram-se ao princípio da briga, deixando só uma magia residual fraco. Não era de sentir saudades. A Manada tinha uma política estrita em relação à conduta ilegal, e nada bom teria saído nunca de uma briga de bêbados em um bar da fronteira. Estudei o azul. Magia mundana, basicamente humana. Os magos registravam azul, igual a curandeiros, empáticos... Eu registrava azul. A meno s que tivesse um exploratório realmente bom. -Maggie, quantas pessoas diria você que estavam aqui quando aconteceu isto? Ela se encolheu de ombros no bar. -ao redor de cinqüenta. Cinqüenta. Entretanto, só há uma assinatura de magia humana. Joguei uma olhada ao Cash. -Tenho que falar com sua gente. dirigiu-se detrás da barra a uma estreita escada. Segui-a. No fundo da escada, Vik, o porteiro maior, vigiava uma porta assegurada p or um cadeado grande. Sentei-me na parte superior das escadas. -Meu nome é Kate. -Vik. -Toby.


-Obrigado-, disse-lhes. -Eu sei que teve que ser um inferno manter a todos portanto tempo e lhes agradeço como o dirigistes. -tivemos uma noite de boa gente-, disse Cash. -A maioria deles eram habituais. -Sim-, disse Vik. -Se tivéssemos tido um montão de gente de fora da cidade, teria havido sangue. -Pode-me dizer como começou? -Alguém me golpeou com uma cadeira-, disse Vik. -Aí foi quando me meti nela. -Um homem entrou no bar-, disse Toby. -Como era? -Alto. Um tio grande. A altura era um fato. Eu lhe tinha jogado uma boa olhada ao corpo do Joshua enquanto me arrastava pelo estacionamento. Joshua tinha medido quase um metro oitenta e seus pés eram de uns seis centímetros do chão. que lhe tinha parecido a esse poste provavelmente o manteve ao nível de seus próprios olhos o que fazia que o tio medisse uns dois metros. Cash desapareceu por um momento e retornou com cincovasos. Mais uísque. -O que levava o tipo grande? Os três homens e Maggie golpeado de novo seus copos. Houve caretas coletivas e pigarros. Eu bebi um pouco do meu. Foi como beber fogo enfeitado com vidro moído. -Uma capa-, disse Toby -Você gosta?- Tocou a minha, larga e cinza escuro. A maioria dos combatentes levavam capas. Se se usar adequadamente, uma capa poderia confundir a um atacante e ocultar seus movimentos. Podia ser um escudo, afogar e matar. convertia-se em uma manta em caso de apuro para uma pessoa ou uma mula. Por desgraça, também era uma declaração de moda dramática e era muito comum. Todos os valentes de três ao quarto tinham uma. -A suas era uma dessas capas com capuz, larga e marrom. E rota na parte inferior-, disse Toby. -Jogou-lhe uma olhada a sua cara? Toby sacudiu a cabeça. -manteve-se o capuz todo o tempo. Não lhe vi a cara ou o cabelo. Genial. Estava procurando a proverbial “homem com uma capa”. Ele era tão esquivo como a


legendária "caminhonete branca" de quando os carros ainda enchiam as estradas. Todo tipo de acidentes por conduzir como um louco tinha sido atribuídos à misteriosa caminhonete branca, assim como toda classe de crímenes ao azar tinha sido perpetrado por "um tipo com uma capa", com o capuz arremesso sobre a cara. Toby se esclareceu garganta outra vez. -Como hei dito, eu não lhe vi a cara. Entretanto vi suas mãos, que eram escuras. Parecidas com essa cor-. Assinalou o uísque em meu copo. -Entrou, situou-se no bar, entre a multidão, durante um momento, e logo se aproximou do Joshua. Cruzaram umas quantas palavras. -Escutou o que lhe disse? -Fiz-o-, sussurrou Cash. – Lhe disse: -Quer ser um deus? Tenho espaço para dois mais. OH, moço. -O que disse Joshua? Os olhos do Cash se entristeceram. -Ele disse, "Claro". E então o homem lhe deu um murro e todo o lugar se foi ao inferno. O inferno sim. Fabulosas últimas palavras. Um tipo misterioso entra em um bar, e te oferece a divindade. E você lhe diz que sim. Tolo. Haviam passa dou mais de trinta anos da mudança. Agora, cada imbecil devia saber o que sai de sua boca e não aceitar entendimentos com estranhos ao azar, porque quando lhe diz que sim à magia, sua palavra é lhe vincule, entenda-o ou não. Uma vida desperdiçada. Tudo o que podia fazer era encontrar ao assassino e castigá-lo. Só uma vez me tivesse gostado de estar ali antes de que este tipo de mierda chegasse para poder cortar o de raiz. -Aí foi quando todos os cambiaformas se largaram-, disse Maggie. -Isso é correto.- Cash assentiu. -Saíram correndo daqui como se suas caudas estivessem em chamas. -Estes cambiaformas, vêm freqüentemente? -Uma vez à semana durante um ano-, disse Cash. -Bebem muito? -Uma cerveja cada um,- disse Maggie. -Eles não bebem muito, mas não causam nenhum problema tampouco. Simplesmente se sintam na esquina a comer barris de amendoins. começamos a cobrá-lo. Não parece lhes importar. Acredito que todos trabalham juntos, porque vêm ao mesmo tempo. Nos tempos dos problemas, os cambiaformas tinham uma mentalidade de nós contra eles. Um mundo fraturado em Manada contra Manada que lutariam até a morte por um dos seus ou para proteger seu território. Este era um lugar de reunião, seu lugar. Deveram temer meter-se na briga, e neste caso, a Lei da Manada estaria de seu lado. Em seu lugar, foram-se. Talvez Curran tinha chegado com um pouco de ordem que proibia novas brigas. Não, isso não tem sentido tampouco.


Eram cambiaformas, não monges. Se não fizessem soar seus vapores de vez em quando, fariam-se autodestructivos. Curran sabia melhor que ninguém. Eu guardei esta parte do quebra-cabeças para o futuro. Neste momento o tipo da capa era minha principal preocupação. Joshua tinha sido assassinado com um propósito específico. O homem tinha passado por um montão de problemas, começando uma briga, que tinha arrebentado as paredes, organizando-a com o Joshua para fazer-se passar por humano, e infectem ndolo. Era pouco provável que o tivesse feito só por diversão, o que significava que havia algum tipo de plano e não se deteria para seguir adiante com ele. Nada bom podia sair de um plano que envolvia converter a um homem em uma chocadeira da sífilis -Este é um botequim tranqüilo-, disse Maggie. -Pelo general, os meninos não querem brigar aqui. Eles só querem tomar uma taça, jogar bilhar, e voltar para casa. Se houver uma briga de bêbados, vão insultar se um momento até que Vik e Toby os separem. Mas isto… Eu nunca tinha visto nada como isto. O homem lançou um murro, e explorou odat a multidão. A gente estava gritando e lutando, e grunhindo como animais selvagens Olhei ao Vik. -Lutou? -Fiz-o. -E você?- Voltei-me para o Toby. -Sim. Joguei uma olhada ao Cash. Ele assentiu com a cabeça. Dava-me conta por seus rostos que não estavam orgulhosos disso. Os valentões cobravam para manter a cabeça fria, e Cash era o dono. -por que lutaram? Ficaram olhando. -Eu estava como louco-, ofereceu-se Vik.-Realmente louco. -Furioso-, disse Toby. -por que? -Não tenho nem idéia.- Vik se encolheu de ombros. Interessantes. -Quanto durou a última briga? -Uma eternidade-, disse Toby. -Dez minutos-, respondeu Maggie.


Isso é muito tempo para uma briga. A maioria das brigas de bar não duravam mais de um par de minutos. -Sabem se piorou com o tempo? Ela assentiu com a cabeça. -Alguém viu Joshua morrer? -Tudo estava impreciso-, disse Toby. -Lembrança que golpeei a cabeça de alguém contra a parede e… Nem sequer sei por que o fiz. Era como se não pudesse parar. -Eu o vi.- Maggie se abraçou. -A luta estalou. Joshua estava em meio dela. Ele era um homem grande e sabia o que estava fazendo. Eu gritava para que deixassem de brigar. Eu tinha medo de que destroçar o lugar. Ninguém me escutava. Joshua estava amassando às pessoas com seus punhos e logo o outro tipo o agarrou e o golpeou contra a parede. O homem miserável ao Joshua ao poste, tomou uma barra de ferro, e o apunhalou. Joshua se retorcia na barra de ferro como um peixe. Esse bastardo lhe pôs a mão na cara do Joshua. Uma luz vermelha brilhou e logo se afastou. Vi os olhos do Joshua. Ele se tinha ido Isto era melhor que melhor. Maggie se abraçou. Cash pôs uma mão em seu ombro. Não disse nada mas vi a felicidade na expressão encantada da cara do Maggie, como se extraíra sua força dele Um dia eu gostaria de encontrar alguém em quem me apoiar também. Simplesmente não seria Curran. E tinha que deixar de pensar nele, porque me doía. -Viu alguma parte do homem durante a briga? Nada absolutamente? Maggie sacudiu a cabeça. -Só a capa. Técnicos do Biohazard teria tomado declaração antes de que os briguentos se fossem. Eu me apostava uma barra de chocolate a que ninguém tinha conseguido lhe jogar uma olhada à cara do John o da capa. Uma luta de dez minutos, cinqüenta testemunhas, e nenhuma descrição. Tinha que haver algum tipo de registro. -Está bem.- Suspirei. -O que acontece a criatura no porão? O que sabemos sobre ela? -Grande-, disse Vik. -Peludo. Dente grandes-. Tinha as mãos separadas, o que demonstra os dentes com os dedos. -É como um feto do inferno. -Como esse feto entrou no porão? O gorila mais pequeno se encolheu de ombros. -Eu estava tratando de me abrir caminho até a


barra, onde estava a escopeta, e logo algum gili frangas me golpeio com um pau de bilhar e me caí por esta escada e me golpeei na cabeça um pouco. Uma vez que a habitação deixou de girar, tratei de me levantar e vi essa coisa enorme que baixava. Presas malvadas, olhos brilhantes. Pensava que estava acabado. Saltou a minha direita e entrou no porão. Eu fechar a porta e isso é tudo. -Alguém viu esta besta vir com o homem que matou ao Joshua? Ninguém disse nada. Tomei como um não. -tratou que sair? Ambos os porteiros negaram com a cabeça. Pu-me de pé e tirei assassina de sua vagem. A espada apanhava a opaca luz azul das luzes feéricas. Um abrilhante luz mãe-pérola correu ao longo da folha. Todo mundo deu um passo atrás. -Fecha a porta detrás de mim-, disse-lhes. -O que acontece não sai?-, Perguntou Maggie. -vou sair-. Abri-me caminho até a pesada porta de madeira, abri-a e me coloquei dentro. A escuridão me assaltou. Esperei, deixando que meus olhos se acostumem à penumbra. A adega estava tranqüila, cheia de sombras e ao aroma espesso do lúpulo e do licor. As curvas escuras dos grandes barris de cerveja se definiam no estreito caminho. Movi-me para diante, disposto a saltar em qualquer momento. Minhas costas e meus joelhos estavam feridos. Quão último queria era me encontrar com algo grande c on os dentes do tamanho dos dedos do Vik saltando sobre mim de acima. Só a luz da lua, arrastando-se através de l a estreita fresta de uma janela alta, a minha direita. Uma sombra se agitou negra contra a parede do fundo. -Olá-. Pinjente trocado de postura. Um baixo gemido gutural me respondeu. Um gemido lastimero, seguido de um ofego molhado e pesado. Dava outro passo e me detive. Sem brilhos de dentes nem olhos que brilhassem intensamente. Meu nariz apanhou um aroma de cabelo. Interessantes. Pus um pouco de emoção na voz. -Hei aqui, moço! A sombra escura se queixou.


-Quem é um bom menino? Tem medo? Eu tenho medo. Um débil som de uma cauda de varrer o piso se ecoou do ofego. Golpeei-me a perna com a palma de minha mão. -Vêem aqui, moço! vamos ter medo juntos. Vamos! A sombra se levantou e correu para mim. Uma lenguahúmeda me lambeu a mão. Ao parecer, ele era um tipo fácil de besta demoníaca. Coloquei a mão no cinturão e fazer clique com um acendedor. Uma boca canina peluda me saudou, com o nariz grande e negra e olhos de cão imensamente tristes. Estirei a mão e lentamente acariciou seu cabelo escuro. O cão ofegou e se tornou de lado, para me deixar explorar seu estômago. Presas malvadas e os olhos brilhantes, seguro. Suspirei, apaguei o acendedor, e golpeei com meus nódulos na porta. -Sou eu, não disparem. -Está bem?, perguntou Cash. Um som metálico anunciou a abertura da fechadura. Eu entreabri a porta lentamente para me encontrar olhando a ponta de um facão. -Tenho ao feto do inferno encurralado, disse-lhes. -Podem-me conseguir uma corda? Em dez segundos tinha uma larga cadeia na mão o suficientemente grosa para sujeitar a um urso. Senti o pescoço do cão não tinha colar. Grande surpresa. Enrolei a cadeia e a meteu na cabeça, e abri a porta. A besta me seguiu docilmente à luz. Tinha perto de setenta e cinco centimetros até a cruz de seus ombros. Seu cabelo era um desastre de cor marrom escura e parda, em um patrão clássico do Doberman, com exceção de sua pelagem que não era liso e brilhante, mas sim mas bem ou na massa de cachos densos shaggy fila. uma espécie de mestiço, parte Doberman, cão pastor ou algo de corto comprido. Vik ficou da cor de uma maçã amadurecida. Cash o olhou. -É um maldito cão guia de ruas. Encolhi-me de ombros. -Provavelmente se assustou durante a briga e só correu às cegas através da barra. Parece bastante amável. O cão pressionava contra minhas pernas, esfregando-se ao pequeno exército de bactérias fétidas em minhas calças jeans. -Devemos acabar com ele-, disse Vik. -Quem sabe, poderia converter-se em algo desagradável. Dava-lhe minha melhor versão de um olhar transtornado. -O cão é a prova. Não tocarem ao cão. Vik decidiu que gostava de ter seus dentes na boca e não no chão e realizou uma retirada estratégica. –De acordo.


Podia matar a um cão em defesa própria. O teria feito e me haveria sentido mau por isso depois, mas não haveria maneira de evitá-lo. Matar a um cão guia de ruas que só me tinha gasto a mão era superior . Além disso, o cão era uma prova. Dez a um a que era um vira-lata local que tinha tido uma reação de pânico à magia do John Doe da capa tinha estado lançando ao redor. É obvio, também poderiam lhe brotar tentáculos de noite e tratar de me matar. Só o tempo o diria. Até que passassem uns quantos dias, o feto do inferno e eu estávamos unidos por um quadril. Que não era nece sariamente uma coisa boa, tendo em conta que o melhor que podia dizer era que, apesar da distância, emprestava. Levei-lhe o cão à paramédica para que o revisasse da praga que passou com grande êxito. Tiraram-lhe um pouco de sangre para seu posterior análisi s e me advertiu que tinha pulgas e que cheirava mau, no caso de eu não me tinha dado conta. Então tomei papel e lápis da alforja do Marigold e me sentei em uma das mesas para escrever meu relatório No estacionamento, o centro de meu círculo ardia com chamas de cor laranja. Três tipos com traga ignifugo agitavam os braços, lhe cantando ao fogo a l vermelho vivo pela sífilis. Nem sequer podia ver o poste ou o corpo do Joshua no interior daquele inferno. A magia se cambaleou. Simplesmente desapareceu do mundo em um abrir e fechar de olhos. O fogo no estacionamento começou a apagar-se. Os meninos dos trajes ignífugos se trocaram com os dos lança-chamas e tudo ardeu. Patrice se aproximou. -Bonito cão. -É uma prova-, disse-lhe. -Qual é seu nome? Olhei ao cão guia de ruas, que imediatamente me lambeu a mão. -Não tenho nem idéia. -Deve lhe pôr o nome do Watson,- disse Patrice. –Então poderá dizer "Elementar, querido Watson", ao resolver um caso com o resplendor de sua glória intelectual. Glória intelectual. Sim, claro. Inclinei meu relatório para ela. -Eu te mostro o meu se você me mostrar o teu. -Trato feito. Dava-lhe minhas notas. -O agressor é um homem de tez olivácea, de aproximadamente dois metros de altura, leva uma capa larga, varrendo o chão com uma prega feita farrapos, e gosta de deixá-la capuz posto. Fez uma careta. -Não me diga. Um homem com uma capa o fez. Assenti com a cabeça. -Isso parece. Outras características divertidas são a constituição preternatural resistente e força sobre-humana. Havia aproximadamente o meio centenar de pessoas no bar, mas o m-exploratório só registrou uma assinatura magia, provavelmente nosso


assassino. Cinqüenta meninos violentos e ninguém usou magia. -Parece pouco provável-, disse Patrice. -Foi uma briga brutalmente grande. Ninguém pode me explicar por que começaram a brigar, mas ao parecer se passou de zero a cem em três segundos. Acredito que nosso amigo da capa emana algo que afeta às pessoas a um nível muito básic O. Fazendo-os muito agressivos. Também é possível que os animais dele fujam, mas só temos um sujeito de prova-. Acariciei ao cão do demônio. -Seu turno. Patrice suspirou. -É uma María. Assenti com a cabeça. Marías, recebiam o nome pela febre tifóide, uma enfermidade contagiosa induzida. -Uma muito, muito forte-, disse Patrice. -Nosso homem não só infecta, não se pode dizer com segurança o que fez, já que a vítima poderia ter sido sifilítico antes da briga, mas em realidade lhe deu vida à enfermidade, por isso é mais potente e quase consciente de si mesmo . A última vez que vi isto foi durante um broto. Se Nec esita uma grande quantidade de poder para fazer de uma enfermidade uma entidade consciente. Poder divino, para ser exatos. Exceto os deuses não rondavam pelas ruas de Atlanta. Só saíam a jogar durante uma erupção, que ocorria aproximadamente cada sete anos, e tínhamos conseguido bastante da mais recente. Ad emás, se tivesse sido um deus, o m-scan o teria registrado em prateado, não em azul. -Temos que buscá-lo agora-. A cara do Patrice era sombria. -Tem potencial pandémico. O homem é uma catástrofe em curso. As duas sabíamos que o rastro se esfriou. Eu tinha perdido a oportunidade de ir atrás dele, porque tinha estado ocupada arrastando-se e tratand ou de evitar que sua obra infectasse a cidade. Ele atacaria de novo e mataria. Não era uma cuestiónde se, a não ser uma questão de quando. -vou pôr uma alerta-, disse Patrice. Encontrar a um homem com uma capa sem nenhum tipo de esboços de testemunhas e detê-lo antes de que poluísse toda a cidade. Quase nada. -Pode encontrar mais informação sobre o bom samaritano que lhes chamou?- Perguntei-lhe. -por que? -Você é um tipo qualquer. Vai caminhando por aí e me vê me arrastar pela terra desenhando no chão. Saberia imediatamente que estou tratando de conter uma praga virulenta? Patrice franziu os lábios. -Não acredito.


-que chamou sabia o que estava passando e sabia o suficiente para chamar o Biohazard, mas não ficou. Eu gostaria de saber por que. Meia hora mais tarde, deixei ao Marigold nos establ vos da Ordem e entreguei o coelhinho de pó à professora assistente do estábulo, que também era a encarregada de recolher todas as "provas" viventes. Tivemos um ligeiro desacordo sobre o estado de vida do coelhinho de pó , até que me sugeriu que o deixasse fora da jaula para resolver o problema. Ainda estavam tratando de apanhá-lo quando fui. Arrastei ao cão a meu apartamento e o meti na ducha, onde se livrou uma guerra química em sua pele. Infelizmente, ele insistia em sacudir-se cada trinta segundos. Tive que lavá-lo quatro vezes antes de que a água corresse clara, e ao final uma capa de água cobria cada centímetro das paredes de meu quarto de banho, o deságüe estava cheia de cabelo de cão, e a besta cheirava só um pouco melhor. Tinha conseguido me lamber a cara duas vezes em sinal de gratidão. Sua língua também emprestava. -Odeio-te-, disse-lhe antes de lhe dar as sobras de mortadela da geladeira. -Empresta, lhe babas, e pensa que sou uma pessoa agradável. O cão devorou a mortadela e meneou a cauda. Realmente era um vira-lata de aspecto estranho. Uma vez que o diagnóstico do Biohazard chegasse, se não era mais que um cão normal, teria que lhe encontrar um bom lar. Aos mascotes não ia bem comigo. Nem sequer estava em casa o suficiente como para não muriesen de fome. Revisei minhas mensagens, nada, como de costume, dava-me uma ducha e se meti na cama. O cão se tombou no chão. Quão último escutei antes de cair inconsciente foi o som de sua cauda varrendo o tapete. CAPITULO 3 CHEGUEI Ao ESCRITÓRIO Às DEZ Tinha tido aproximadamente quatro horas de sonho, despertei de mau humor, e minha cara devia havê-lo demonstrado porque a gente se tomou a moléstia de sair de meu caminho. É obvio, poderia ter sido devido a um cão gigante fétido trotando a meu lado e grunhindo a qualquer que se aproximasse muito O escritório da Ordem da ajuda Misericordiosa ocupava um simples edifício em forma de cubo. Quando a magia estava ativa, estava protegido por uma salvaguarda de grau militar, mas agora que a tecnologia tinha a frigideira pela manga, nada distinguia o bastión da virtude cavalheiresca de seus companheiros os edifícios de escritórios. Subi ao segundo piso, entrei em um comprido corredor cinza, e aterrissei em meu pequeno escritório, grafite de cor cinza clara. Meu fiel companheiro canino se deixou cair sobre o tapete Apertei o botão do intercomunicador. -Maxine? -Sim, querida? -Acredito que me deve duas bolachas.


-Vou as buscar. Olhei ao mascote. –São meus cookies. Você fica. Ao parecer, "ficar" na linguagem de meu fiel companheiro canino significava "seguir com alegria entusiasta”. Eu poderia ter fechado a porta de meu escritório em sua cara, mas então o mais provável seria que gritasse e estivesse triste. Eu já tinha bastante tristeza em minha vida agora mesmo. Trotamos pelo corredor e nos estrelamos no alto ante o escritório do Maxine. Contemplou o cão demoníaco por um par de aturdidos segundos, logo colocou a mão sob a mesa e tirou uma caixa de bolachas, cada una do tamanho da palma de minha mão. O aroma da baunilha me golpeou. Fiz meu melhor intento de não babar. Terá que manter uma imagem elegante e mortal, depois de tudo. Enganchei duas bolachas, rompi uma ao médio, tirei as partes de chocolate de uma metade, e a deu ao cão guia de ruas. Mordi a outra metade. O céu existia e havia nozes nele. -Alguma mensagem para mim?- Pelo general, tenho um ou dois, mas a maioria da gente que queria minha ajuda preferia falar em pessoa. -Sim. Espera-. Ela tirou um punhado de folhas de colorrosa e recitou de cor, sem consultar o documento. -Sete e quarenta e duas horas, o Sr. Gasparian: Amaldiçôo-te. Amaldiçôo seus braços para que se murchem e morram e caiam de seu corpo. Amaldiçôo seus olhos a ponto de estalar. Amaldiçôo seus pés para que se enchem até ficar azuis. Amaldiçôo a coluna vertebral para que seja roída. Amaldiçôo-te. Amaldiçôo-te. Eu te amaldiçôo Lambi os miolos de bolacha de meus lábios. -O Sr. Gasparian tem a impressão de que tem poderes mágicos. Tem cinqüenta e seis anos de idade, é terrivelmente infeliz porque sua mulher o deixou, e segue amaldiçoando a seus vizinhos. Magicamente, é um fracasso, mas tanto destrambelhar assusta aos meninos do bairro. Dava-lhe uma patada a seu caso aos melhores de Atlanta. Suponho que quando lhe fiz uma visita se molesto um pouco quando não tomei seu molho magico a sério. -A gente faz as coisas mais estranhas. Sete e cinqüenta e seis horas, Patrice Lane, Biohazard: Joshua era um cambiaformas. me chame em seguida. Engasguei-me com minha bolacha. Os cambiaformas não adoeciam, pelo menos não no sentido tradicional. A única vez que tinha visto um do os espirra foi quando tinha um pouco de pó no nariz ou quando se convertiam inexplicavelmente alérgicos às tartarugas gigantes. Seus ossos se curaram em um par de semanas. Que demônios? Maxine seguiu ao seu. -Oito e um minuto da manhã Derek Gaunt: Pode me chamar quando chegar? -Oito e cinco da manhã: Jim, não dá o sobrenome: me chame -Oito e doze, Ghastek Stefanoff: Por favor, me chame a maior brevidade possível.


-Oito e trinta e sete, Patrice Lane, do Biohazard: O cão está limpo. O Bom Samaritano era uma mulher com acento de algum tipo. por que não me chamaste? -Oito e quarenta e quatro horas, o detetive Williams, do departamento de polícia de Atlanta: Agente Daniels, fique em contato comigo a respeito de sua declaração sobre o incidente no cavalo de aço o antes possível. E isso é tudo o que tem-. Maxine me sorriu e entregou uma pilha de papéis de cor rosa Andrea saiu da armería, levando um sobre de papel manila e se dirigiu para mim. Baixa e loira, estava armada com uma cara bonita, um sorriso encantador, e um par do SIG-Sauers de 9mm. Que utilizava para disparar às coisas com uma precisão sobrenatural muitas vezes e muito rápido. Ela era também meu melhor amiga. Andrea freou a um par de metros de mim. Neguei com lapila gigante de notas na mão. -Vejo que tem mensagens. Isso está bem-. Andrea asi ntió com a cabeça e me agarrou uma bolacha da caixa. Meu companheiro canino grunhiu pelo baixo. Só por siacaso ela era um problema. -O que é isso?- Andrea ampliou os olhos. -O que é o que? -Essa besta-. Agitou-lhe a bolacha ao cão. A besta trotou a seu lado a cheirou, e moveu a cauda, o que indica que ele tinha decidido que era boa gente e que deveria lhe dar um pedaço da bolacha. -É uma evidência. -Não me interprete mal, acredito que um cão é uma grande ideia. Mas nunca imaginei que terminaria com um caniche mutante. -Não é um caniche. Ele é um cruzamento do Doberman. -Estraguem. Segue te dizendo isso a ti mesma. -Onde viu um cão de lãs de cores assim? -por que não perguntamos ao Mauro? Sua mulher de um veterinária e cria dobermans. Grunhi. -Está bem. Vamos lhe perguntar. Caminhamos pelo corredor até o escritório do Mauro, com o enigma canino a reboque. Se tivesse que associar-se para um trabalho e Andrea não estava disponível, pelo general enganaria ao Mauro para unir-se às forças. Um enorme e corpulento samoano, que era como o Peñón de


Gibraltar. Levá-lo a um trabalho era como ter seu próprio obus portátil, a gente lhe jogava uma olhada e decidia que criar problemas não lhe interessava. O escritório do Mauro era só ligeiramente maior que a minha, e seu corpo era substancialmente maior, por isso o exame da fiel companheiro canino teve que ser levado a corredor. Mauro se ajoelhou junto ao cão, apalpou us lados, olhou a sua boca, e se levantou, agitando suas mãos. Caniche. Provavelmente de raça pura, inclusive. Além de ser monstruosamente grande, em realidade é um cão muito atrativo sob todo esse cabelo. Não terá nenhum criador fazendo fila em sua porta, porque não lhe pode exibir. Ele é muito grande. Mas pelo resto, um espécime muito bom. Tinha que estar brincando. -E a cor? -O bicolor esta reconhecido para a raça. Lhes conhece como os caniches fantasma. Andrea riu. O caniche fantasma sentou a meu lado, me olhando à cara como se fora a melhor coisa que jamais tinha visto. -São cães muito inteligentes-, disse Mauro. -Einsteins caninos. São protetores e fazem guardas muito bem. -esclareceu-se garganta e disse com seu atroz acento do Samoa. -Já sabe, um alhelí jovem como você, senhora Scarlett, não deve estar nas ruas viciosas sem um acompanhante masculino. É que não é correto. Andrea se dobrou, coaxando de risada. -Ir ao diabo meninos. Mauro negou com a cabeça, olhando com tristeza ao Andrea. -Vê? As ruas lhe afetaram: tornou-se grosseira. Havia momentos na vida em que desejaria cuspir fogo. -pensou em um nome?- perguntou Mauro. -E Erik? Como o fantasma da ópera. -Não. -Tem que lhe pôr Fezzik-, disse Andrea. -Nem o pense-, disse-lhe e me levei a traidor canina de novo a meu escritório. -É possível que queira barbeá-lo-, disse Mauro detrás de mim. -Seu cabelo está tudo enredado e é incômodo para ele. No escritório, tirei minha bolsa de papel marrom. Eu tinha parado por um posto de comida de caminho ao escritório. Era um posto escuro marcado com um grande letreiro que dizia que


parasse se tinha fome, estava atendido por um homem loiro, magro. Teria que ser um homem muito, muito famintos de passar pelo chamado posto. Ao bordo da inanição. E mesmo assim, acredito que me inclinaria por um rato antes que comer nesse lugar. O aroma era o único conhecido por conseguir que a gente corresse por suas vidas. Entretanto, o cão encontrou o aroma que emana do Hungry Man, curiosamente atrativo, assim que me comprei uma bolsa de pequenas coisas redondas fritas que eram supostamente perritos em silêncio. Coloquei a mão na bolsa, tirei um objeto redondo para fora, e o atirei ao cão. Grandes mandíbulas se abriram e se fecharam, agarrou um perrito, e a fechou de repente. Devia ter acontecido algum tempo sendo cão guia de ruas, porque havia a aceso as duas coisas que todos os cães guias de ruas sabem: a comida é estranha pelo que come de forma rápida, e te pegue a quem te dá de comer. Dobrei a bolsa outra vez. Kate Daniels e seu mortal ataque de um caniche. Que alguém me matasse. Alguém. A Julie, minha sobrinha adotada, adoraria. Era uma boa coisa que ela estivesse em um internato até Ação de Obrigado. Talvez na loja da esquina tivessem cortadoras de cabelo. Deixei-me cair detrás de meu escritório e abri as not ás em sua superfície cheia de cicatrizes. Em um mundo perfeito, o assassino do Joshua tivesse pronunciado um monólogo antes de fazê-lo, durante o qual, em voz alta e clara tivesse anunciado seu nome completo, ocupação, preferência religiosa, preferivelmente com o país de seu deus, sua data de nascimento, suas metas, sonhos e aspirações, e a localização de sua guarida. Mas ninguém tinha acusado nunca a Atlanta depois da Mudança de ser perfeita. O assassino era provavelmente um devoto de alguma deidade que desfrutava das pragas como um meio para motivar aos fiéis e a discipliná-los. Um devoto muito poderoso, capaz de superar os poderes regenerativos do Lyc-V, que era prácticame nte impossível quanto a sentido comum indicava que se trate. Era evidente que a sabedoria popular uma vez mais tinha demonstrado ser errônea. É obvio, o assassino poderia ser um psicopata que acreditava que todas as enfermidades eram divinas e simplesmente desfrutava infectando às pessoas em seu tempo livre. Inclinei-me por volta da primeira teoria. O homem tinha querido especificamente ao Joshua, e o tinha matado com uma maneira muito estranha, e ele se pôs-se a andar uma vez que o ato se levou a cabo. Não se tinha ficado olhando. Tudo isto assinalava algum tipo de método a sua loucura, um propósito definido. por que começar uma briga? Se tivesse querido ao Joshua, podia havê-lo emboscado em uma rua solitária em lugar de iniciar uma briga em um bar cheio de tipos duros. por que correr o risco de que ele ou Joshua se lesassem? Era uma espécie de mensagem? Ou se acreditava que era melhor que um tipo duro? A única pista que tinha era o vínculo entre a em fermedad e o divino. Tirei um pedaço de papel da gaveta e uma pilha de livros de meu estantería. Eu queria um pouco de informação antes de começar a devolver as chamadas


DUAS HORAS DEPOIS, MINHA LISTA DE DEIDADES MORTAIS relacionadas com a enfermidade tinha chegado a proporções intratáveis. Na Grécia, tanto Apolo como sua irmã, Artemisa, infectavam às pessoas com suas flechas. Também da Grécia eram os nosoi, demônios da peste, e as enfermidades graves que tinham escapado dos limites da caixa da Pandora. Nos mitos, os nosoi eram mudos, e esse tipo sem dúvida falava, mas tinha aprendido a não tomar os mitos como um evangelho. A lista seguiu seu caminho. Cada vez que um ancião tropeçava, havia um deus disposto a castigá-lo com uma série de enfermidades agonizante. Kali, a deusa hindu da morte, era conhecida como a deusa da enfermidade, enquanto que no Japão estava infestado de demônios da peste, os maias tinham AK K ‘AK, que era o deus da enfermidade e a guerra e que parecia ser um bom candidato, tendo em conta que o assassino do Joshua teve uma briga, os maoríes se gabavam de uma deidade da enfermidade para cada parte do corpo, os índios Winnebago tratavam de assegurar as bênções do deus da enfermidade de duas caras que se chamava Doador, os irlandeses tinham os Caillech que traz a praga, e na antiga Babilônia , Nergal repartia enfermidades como se fossem caramelos. E isso sem contar as deidades que, embora não especializa-se nas enfermidades, utilizavam uma praga daqui e lá, quando a ocasião o requeria. Necessitava mais dados para reduzi-lo. Doía-me o q o de estar sentada tanto tempo. O cão tinha comido quatro perritos quentes até agora e, curiosamente, não parecia maltratado. Eu quase esperava que estalasse ou vomitasse no tapete. O ataque do caniche com o estômago de aço. Quando meus olhos estiveram frágeis, tomei um descanso e chamei o Biohazard. -Um cambiaformas? -Homem coiote-, disse Patrice. -Está segura disso? -Sem lugar a dúvidas. Vários membros cheios o saco da Manada se apresentaram em meu escritório exigindo seus restos. -Como é isso possível? Os cambiaformas não adoecem. -Não sei-. Uma nota da preocupação vibrou na voz do Patrice –O Lyc-V é um vírus ciumento. Extermina a todos os outros invasores com extremo prejuízo. -Se a praga lhe fez isso a um cambiaformas, que faria a um ser humano normal? O resto da conversação foi no mesmo sentido. O homem com uma capa agora tinha um nome, o código oficial da María do aço”. O caniche era sozinho um cão, o bom samaritano se foi para sempre, e todos estávamos fora ônibus cando pistas sobre a deidade da María do aço. As


declarações das testemunhas foram inú tiles. O medimagos se arrastou por todo o cenário em cuclillas tentando descobrir algo. Nenhum dos nomes dos deuses proibidos estava escrito com sangre na parede. Não havia caixas de fósforos de hotéis de cinco estrelas acidentalmente descartadas. Não havia rastros feitos com barro de uma classe que só se encontra em um sítio concreto da cidade. Nada. Perguntei ao Patrice se rezaria à senhorita Marple pedindo ajudaria. Ela me disse que estava farta, e pendurou. A polícia era o seguinte na lista. Williams principalmente tirou músculos e sacudiu seus sabres, porque a polícia não tinha sido chamada à cena e Biohazard tinha toda a glória, mas depois de minha vívida descrição do nariz do Joshua caindo, o bom detetive decidiu que tinha uma carga de trabalho urgente muito completa, e ao mesmo tempo que adoraria ajudar a minha investigação de qualquer maneira possível, todo humildade e pesar. Eu marquei as três notas, a do Patrice, a do Williams e chamei o Jim, porque tinha que fazê-lo. Terei que tomá-la moléstia de ser amável quando se tratava do chefe de segurança da Manada. Inclusive se esse chefe era seu amigo. Um cambiaformas chamado Jack me pôs em espera. Rabisquei uma cara feia em sua nota rosa. Jim e eu fomos amigos. antes de meu trabalho como enlace entre a Ordem e o Grêmio de mercenários e seu trabalho como espião chefe da Manada, fomos mercenários que, em ocasiões trabalhávamos juntos. O Grêmio atribuía a cada m ercenario de um território. O meu era uma mierda, e os trabalhos bem remunerados me apresentavam muito estranha vez. O território do Jim, por outra parte, gerava bons trabalhos, mas freqüentemente requeria ajuda. Pelo general, chamava-me, sobre tudo porque não podia suportar trabalhar com ninguém mais. Fazia tempo que sabia que, com o Jim, a Manada sempre era o primeiro. Poderia ter a um homem apanhado pela garganta que se recebia uma chamada da Fortaleza, ficava em marcha sem dizer uma palavra. Ele provavelmente nem imaginava. Os cambiaformas se aconteceram toda sua vida pensando que estavam livres de enfermidade. A noite anterior tinha afastado sua imunidade longe deles. Desenhei um gancho de ferro negro sob seu nariz e lhe pus uma juba de cabelo bicudo selvagem. -Kate?-, disse Jim por telefone. Parecia que Jim havia se rompeu todos os ossos durante sua vida, mas sua voz era celestial. -Que diabos te levou tanto tempo? -Você sempre me diz as coisas mais doces, osito-, disse-lhe. -Eu estava tratando de localizar à a María, que matou ao Joshua. Jim grunhiu um pouco, mas não disse nada. -Só tinha einticuatrov anos de idade. Um homem coiote, um bom tipo. Trabalhava para mim de vez em quando. Fiz-lhe ao gancho de ferro dois afiados chifres. -Sinto-o muito. -Biohazard disse que estava infectada com sífilis e que o tinha comido de dentro para fora.


-Isso é… preciso. -Queremos os restos. Eu sabia o que queria. -Doolittle quer uma amostra para analisar? -Sim. Doolittle era o médico da Manada e o melhor medimago que alguma vez tinha tido o privilégio de conduzir ao bordo da loucura. Ele era a razão por que meu amigo Derek ainda tinha uma cara. Também era a razão pela que eu seguíapor aqui. -Jim, Joshua era muito contagioso. Pedaços dele caíam, crescia-lhe penugem pálido que se arrastava pelo chão. Biohazard lhe prendeu fogo até ao esqueleto, que encerrado em um ataúde selado hermeticamente e logo incineraram. Eles teriam jogado uma bomba nuclear no estacionamento se pensassem que podiam sair-se com a sua. -Fica algo? Desenhei garras no gancho de ferro de armas. -Por desgraça, não. Código da Georgia, Título 38: em Lei da Georgia de Gestão de Emergências Sobrenaturais de 2019, no caso de uma ameaça clara de epidemia, Biohazard tem amplos poderes de emergência, que o abrangem tudo, incluindo a reclamação da Manada sobre os restos. Até onde eu sei, não quereria conservar uma amostra. Era extremamente virulento, Jim. deslizou-se sobre o sal e o fogo. Se tivesse chegado a sair, a maior parte da cidade estaria infectada agora. O caniche levantou a cabeça, um ruído de advertência baixava rodando do profundo de sua garganta. Eu o olhava. -Visitante-, Sussurrou a voz do Maxine em minha cabeça. -vou ter que pendurar em um minuto, por isso muito rapidamente- murmurei ao telefone. -Havia outros cambiaformas no bar. por que se foram? Duvidou. -Jim. passamos por isso antes: eu não posso te ajudar se seu não confiar em mi. -Eles foram expulsos. O filho de puta fez algo que lhes aterrorizou mentalmente. -Onde estão agora? Preciso interrogá-los. -Não pode entrevistar a María, ela está baixo seda ción. -E o resto?


Houve uma pausa pequena. –Estamo-los procurando. OH, mierda. -Quantos faltam? -Três. Havia três cambiaformas em estado de pânico perdido s na cidade, cada um como um assassino latente. Se se convertiam em lupos, eles pintariam de vermelho a cidade. Poderia ficar pior? Uma forma esquálida se escabulló em meu escritório com rapidez sobrenatural e se sentou na cadeira do cliente. Poderia ter sido um homem em algum momen to, mas agora se tratava de uma criatura: gasta, sem cabelo, com os músculos secos, como s i alguém o tinha metido em um deshidratador por uns dias e toda a graxa e a suavidade tinha desaparecido dele. O vampiro me olhou com olhos brilhantes e em suas profundidades de cor vermelha senti uma fome terrível. O caniche estalou em latidos selvagens. por que me incomodo essa pergunta? -Uma vez mais, sinto-o muito. Por favor, lhe dê minhas condolências a sua família-, disse-lhe. -Se houver algo que possa fazer para ajudar, estou aqui. -Eu se que o faria-. Jim pendurou o telefone. Pendurei o telefone e olhei ao vampiro. Sua boca se abriu e me mostrou suas presas: duas agulhas largas e curvas de marfim. Ver vampiros durante o dia não era estranho, mas pelo general estavam melados com um protetor solar. Tendo em conta a densa e asfixiante capa cinza das nuvens do céu e do débil sol de finais do outono, era pouco provável que hoje tivesse que preocupar-se. O vampiro jogou um sozinho olhar ao caniche e logo me olhou. Eu queria acabar com ele. Quase podia imaginar a minha espada cortando sua carne de não-mortos justo entre as sexta vértebras e sétima de seu pescoço. Assinale com um dedo ao caniche. -Você, te tranqüilize. -Um animal interessante- disse Ghastek -A voz se derramaram da boca da sanguessuga, soava um pouco apagada, como através de um telefone. O vampiro se voltou a colocar na cadeira do cliente e se acurrucó como um gato, com os braços à frente. De todos os Professores dos mortos entre a Nação de Atlanta, Ghastek era o mais perigoso, com a exceção de seu chefe, Nataraja. Mas, onde Nataraja era cruel e caótico em seu comportamento, Ghastek era inteligente e calculador, uma combinação muito pior. Cruzei os braços sobre meu peito. -Uma visita em pessoa. Não me sinto especial.


-Não devolve as chamadas de telefone-. O vampiro se inclinou para diante, agarrando meus ganchos de ferro com sua garra. -É um leão com chifres e tridente? -Sim. -Está levando um tridente? -Não, é um bolo. O que posso fazer pelo Professor principal dos mortos de Atlanta? As facções retorcidas do vampiro, trataram refletir as emoções da cara do Ghastek. A julgar pelo resultado, Ghastek estava tratando de não vomitar. -Alguém atacou o Cassino esta manhã. A Nação apresenta uma petição à a Ordenpara que seja investigado. O vampiro e eu nos olhamos o um ao outro. -Quer me contratar outra vez?- Perguntei-lhe. -Algum atrasado atacou o Cassino desta manhã, causando danos por ao redor de duzentos mil dólares, vale a pena de gasto. A maior parte do custo foi por quatro vampiros que as arrumou para fritar. Os danos no edifício são sobre tudo estéticos. -Refiro-me à parte onde a Nação lhe faz uma petição à Ordem. -Eu tinha entendido que a Ordem estendia seu amparo a todos os cidadãos. Inclinei-me para diante. -me corrija se me equivocar, mas não são a mesma gente que correr em direção oposta assim que aparece uma placa. O vampiro me olhou insultado. -Isso não é certo. Sempre cooperamos com a polícia. E os porcos se deslizam grácilmente através de ci elo espaçoso. -Faz duas semanas, uma mulher roubou a um vendedor a ponta de pistola e fugiu do Cassino. A polícia demorou quatorze horas em encontrá-la, já que invocou a algum tipo de privilégio da Igreja Católica. Até onde eu sei, o Cassino não está em terreno sagrado. O vampiro me olhou com um ar de desdém altivo. O controle do Ghastek, sobre os não-mortos era excelente. -Essa é uma questão de opinião. -Vós não cooperam com as autoridades a não ser que estejam obrigados, e recorrem aos advogados ao primeiro indício de problemas, e além t enéis um estábulo de mortos viventes capazes de perpetrar assassinatos em massa. O que lhes volta o último grupo de que esperaria uma petição à Ordem para solicitar ajuda. A vida está cheia de surpresas. Pensei-o por um minuto. -Sabe Nataraja que está a quí? -Estou aqui sob suas ordens diretas. Sinais de alarme se acenderam em minha cabeça.


O superior do Ghastek, era o mandão da Nação em Atlanta, se fazia chamar Nataraja uma das reencarnações da Shiva. Havia algo estranho nele. Seu poder se sentia muito velho para um ser humano e cheio de muita magia, mas nunca tinha sido testemunha de que pilotasse a um vampiro. Faz uns três meses, terminei participando de um torneio de artes marciais ilegal, o que resultou na luta contra uns demônios chamados rakshasas que podiam trocar de forma. Também deu lugar a meu jantar nu com Curran. Se esse filho de puta peludo deixava de entremeter-se em meus pensamentos durante cinco segundos, teria que dançar uma giga de celebração. Os rakshasas tinham feito um pacto com o Roland, líder da Nação e meu pai biológico. Ele lhes proporcionou armas em troca de destruir aos cambiaformas. A Manada se tornou muito grande e muito capitalista e Roland a queria fora de seu caminho antes de que crescessem mais. Os rakshasas tinham falhado. Se Nat araja resultava ser um rakshasas, não me surpreenderia. Roland ainda queria a Manada e Nataraja respondia ante o Roland. Talvez Nataraja tinham tramado uma espécie de um plano de vingança, e enviou Ghastek aqui para criar uma aparência de correção. Talvez eu me estava voltando paranóica… Olhei seus olhos de vampiro. -Qual é o truque? A sanguessuga se encolheu de ombros, um gesto repugnante que sacudiu todo seu corpo. -Não tenho nem idéia do que está falando. -Não te acredito. -Devo tomar isso como uma negativa a aceitar a petição? Ghastek um, Kate zero. -Pelo contrário, a Ordem estaria encantada de aceitar sua suplica-, pinjente colocando a folha de petição em uma pilha de formulários. A Nação acumulava dinheiro para financiar sua investigação. Sua riqueza extrema estava da mão de uma frugalidade severo. Eles eram notoriamente miseráveis. -Os honorários da Ordem eram uma escala móvel, de acordo a suas próprias medições da renda. Para os pobres, nossos serviços eram gratuitos. Para eles, seriam incrivelmente caros.

-O dinheiro não é problema-. Saudou o vampiro suas garras. -fui autorizado para cumprir com seus preços. Realmente queria que a Ordem investigasse. -me diga o que aconteceu. -Às seis e oito da manhã dois homens vestidos com capas andrajosas se aproximaram do Cassino. O mais desço dos homens estalou em chamas.


Detive-me com a pluma na mão. -Estalou em chamas? -converteu-se envolto em fogo. -Seu companheiro se converteu em rochas de cor laranja e não parava de gritar: “É tempo de vapulear”? O vampiro lançou um suspiro. Foi um processo misterioso: abriu sua boca, tomou um pouco o ar e o lançou em um assobio único. -Acredito que sua ligeireza tentado trivializá-lo é inadequada, Kate. -me considere adequadamente admoestada. Então, o que passou depois? -O piromante dirigiu um jorro de fogo a nosso edifício. Seu companheiro lhe ajudava com a criação de um forte vento, que levou o fogo para a entrada do cassino. O mais provável é que fossem um mago de fogo e um mago do vento. Um piromante e um assobio, trabalhando juntos. -O incêndio arrasou a parte dianteira do Cassino, queimando a parede exterior e o parapeito. Uma equipe de quatro vampiros foi enviado para tratar o tema. Sua aparição fez que os dois intrusos desviassem as chamas do Cassino para os vampiros que se aproximavam. A intensidade do fogo resultou ser major do previsto. -cagaram-se quatro vampiros? Isso era inesperado. O vampiro assentiu com a cabeça. -E lhes deixaram partir? -Não podia acreditá-lo. -Saímos em sua perseguição. Por desgraça, os dois intrusos desapareceram. Sentei-me de novo. -Assim apareceram, orvalharam um pouco de fogo, e se desvaneceram. Receberam alguma petição? Dinheiro, jóias, Rowena em roupa interior? Pessoalmente, apostava que Rowena era o amo de quão mortos dirigia o Cassino, e a metade da população masculina da cidade mataria por vê-la nua. O vampiro sacudiu a cabeça. tratava-se de uma brincadeira de algum tipo? Se o fora , classificaria-se à altura de queda de uma torradeira na banheira ou estar tratando de apagar um fogo com gasolina. -Quanto se queimam os vampiros? O vampiro gesticulou. Os músculos de seu pescoço se estreitaram, alargaram, estreitaram de novo e vomitou um cilindro de metal de quinze centimetros de comprimento em meu escritório. A sanguessuga a agarrou, girou o cilindro pela metade, e tirou unrollo de papéis. –Fotografias-, disse Ghastek, e entregou um par de folhas do cilindro.


-Isso foi asqueroso. -Ele tem trinta anos-, disse Ghastek. -Todos seus rganosó internos à exceção do coração, estão atrofiado faz muito tempo. A garganta se converte em uma cavidade de armazenamento muito bom. A Nação parece preferir o ânus. Tradução: se feliz de que não a tenha tirado do culo. Graças aos deuses pelos pequenos favores. As duas fotografias mostravam a duas ruínas carbonizadas cheias de ampolas que poderiam ter sido corpos em algum momento e agora ficavam e n só carvão. A carne de não-mortos se desprendeu em alguns lugares ao azar, deixando ao descoberto os ossos. Um mago que pudesse enviar uma rajada de calor o s uficientemente intensa para cozinhar um vampiro valia seu peso em ouro. Este não era um piromante de dois ao quarto. Este era um piromante de alto nível. Os podiam contar com os dedos de uma mão. Tendi-lhe a mão. -O m-scan, por favor. O vampiro se paralisou completamente. A muitos quilômetros de distância, Ghastek se sumido em seus pensamentos. -Há suficiente equipe de diagnóstico no Cassino para que a totalidade do Colégio Mago tenha vertigem de alegria-, disse-lhe.-Se me disser que a cena não foi m-escaneada, estarei muito tentada de fazer uma nova cavidade de armazenamento em seu vampiro com minha espada. O vampiro separou outra página do cilindro e me entregou isso. Uma cópia impressa m-scan, com raias de cor púrpura. O vermelho era a cor dos mortos viventes, o azul era a cor da magia humana. Juntos criavam o púrpura dos vampiros. Quanto m ayor seja o vampiro, mais vermelha é a assinatura. Estes quatro eram relativamente jovens, sua magia residual se registrou quase violeta. Duas linhas de cor magenta brilhante talhado através dos rastros vampírica como cicatrizes as gema. Não importa a idade de um vampiro que crescer, nunca levaria um registro de magenta. O tintura se equivocou. Chupadores de sangue correu para os tons mais profundos da púrpura. Mas ainda tinha magenta vermelha nela, o que signifi caiba… -Magos não-mortos. Mierda! -Parece que sim-, disse Ghastek. -Como é isto possível?- Estava começando a soar como um disco rajado. O uso da magia elementar humano está diretamente vinculada a c apacidad cognitiva, o que deixa de existir depois da morte. O vampiro se encolheu de ombros. -Se tivesse as respostas, não estaria aqui. Quando tinha chegado a estar a gosto com as regras do jogo, o universo decidia que era hora de


lhe dar uma patada a meu traseiro. Homens coiotes adoecendo de pragas mortais, a Nação pedindo a assistência da Ordem, e os não-mortos utilizando magia elementar. -Tem alguma idéia de quem poderia estar detrás d e isto? Nenhuma suspeita absolutamente? -Não-. O vampiro se inclinou para frente. Uma garra amarela seguiu um comprido lance de magenta através da m-scan. -Mas morro de vontades se soubesse. CAPÍTULO 4 QUANDO NÃO TIVER IDÉIA DE POR ONDE COMEÇAR, volta para o básico. Em meu caso, os conceitos básicos envolviam me pegar ao telefone e chamar as unidades de risco biológico das principais cidades ao redor de Atlanta. Estar com a Ordem tinha suas desvantagens, mas sim abria algumas leva e todo o relativo a uma epidemia de grande notoriedade entre o pessoal de alto nível do Biohazard. Às duas horas tinha uma melhor imagem e não era muito agradável. até agora, a María do aço tinha queimado pneumáticos saindo de cinco cidades : Miami, Fort Lauderdale, Jacksonville, Savannah, tinha golpeado minha terra natal e eu nem sequer sabia, e, finalmente, Atlanta. movia-se para o norte, riscando seu caminho da costa, o que provavelmente significava que tinha vindo em navio até Miami. As viagens marítimas eram arriscadas, ele se tivesse ficado fora do mar se tivesse podido evitá-lo. Várias rotas marítimas partiam de Miami. Tive uma sensação de mal-estar quando cheguei à curva descendente do África ocidental. África tinha uma magia velha, antiga, poderosa e primitiva. Em Miami, um homem com capa tinha sido visto no mercado. Uma Manada de vacas esperavam para ser sacrificadas. aproximou-se da direita do curral, levantou os braços, e a manada destruiu o curral de madeira criando uma correria através do mercado. Sua magia golpeou aos compradores, e em questão de segundosla gente fugiu do mercado, atropelavam-se uns aos outros e provocando o pânico em toda a ciud ad. Logo se desatou a varíola, que resultou ser muito forte para causar problemas. Matou a seu portador em questão de segundos e se queimou para fora. Os cidadãos do Fort Lauderdale não tinha nem idéia do tipo da capa, mas a unidade do Biohazard tinha informado de um broto de gripe muito virulenta, que afetou a todos os que visitaram uma briga ilegal de boxeio sem luvas. Fantástico. A polícia no Jacksonville conseguiu sua descrição bastante rápido, mas lhes deixou uma cepa infernal de disenteria e enquanto limpavam os corpos, largou-se. mencionava-se que tinha quatro lacaios com ele. Também se chamou com ntelación às cidades de quase toda Georgia lhes advertindo, advertência que Savannah e as unidades do Biohazard de Atlanta rapidamente tinham ignorado. Savannah o pagou com um broto de peste bubônica que começou depois de uma autentica batalha em um dos infames pubs irlandeses na rua do rio. Eu sabia que os detetives da polícia paravam ali, e três deles estavam tão doídos por tudo isto que se ofereceram a me enviar a caixa de suas provas do caso. Saltei sobre a oportunidade com os dois pés.


Cada incidente se produziu durante uma onda de magia. Cada incidente envolvia a uma multidão em bruto e uma briga, e em todo caso o má s duro combatente terminou parecido na primeira superfície dura disponível. Às vezes, a María do aço utilizava uma lança. Às vezes, um arpão ou uma alavanca. As mulheres pareciam principalmente não afetadas. Já fora que sua magia não funcionava nelas tão bem ou não estava interessado no mais perigoso dos sexos. Os animais fugiam dele. Os cambiaformas pareciam ter problemas também. Em Miami os três homens lobo no mercado se voltaram loucos. Dos enlouquecidos, a gente foi morto pela correria de vacas, e os outros dois foram detidos e postos sob custódia policial. O primeiro supervivente se arrancou sua própria garganta e se sangrou até morrer em sua cela. Os outros escaparam e os membros respeitáveis da polícia de Miami lhes arrebentaram a cabeça em pedaços e cobraram a recompensa. Havia algumas costure que nem o Lyc-V podia arrumar. Um disparo de escopeta na cabeça era um deles. O departamento de polícia de Miami emitiu uma desculpa formal à Manada local, mas estava claro que essa Manada não tinha uma posição de força frente à polícia Também eu gostaria de lhes disparar. Toquei minhas notas com as unhas. Tinha que advertir ao Andrea a respeito. Ela era uma mulher, é certo, por isso teria algum tipo de amparo contra a magia da María do aço, mas também era uma besta. O Lyc-V, infectava por igual a pessoas e animais. Às vezes, o resultado era um animal homem, uma criatura que tinha começado sua vida como uma besta e adquirido a capacidade de converter-se em um ser humano. A maioria dos animais homens eram violentos, idiotas, mudos, estéreis e incapazes de fazer frente às regras da sociedade humana. O assassinato e a violação não tinham nenhum significado para eles, razão pela qual alguns cambiaformas os matavam no ato, sem fazer perguntas. Muito de vez em quando o animal-homens desenvolvia a capacidade de raciocinar e aprender a comunicar-se. Ainda mais ocasionalmente podiam procriar. A mãe do Andrea era uma bouda, uma mulher hiena, mas seu pai era um hiena homem, o que a convertia em uma besta, a filha de um animal. Ela ocultou este fato a todo mundo da Ordem, já que a expulsariam, e também à Manada, já que alguns cambiaformas a mataria. Só um punhado de pessoas sabia o que era em silêncio e todos decidiram manter o segredo. Não se sabia o que o poder deste homem faria a ela. Se se assustava e saía correndo ou se voltava louca, todos estaríamos de mierda até o pescoço. O crescente número de lacaios da María do acer ou me preocupava. De acordo com o Toby o porteiro, este menino disse ao Joshua que tinha espaço para dois deuses mais. O que significava isso? Estava criando uma banda e queria chamá-los deuses? Esfreguei-me a cara. Seu modus operandi dizia que poderia que acontecer outra cidade, mas eu tinha a sensação de que ficaria. Era óbvio que estava construindo algo com algum tipo de objetivo, e fora o que fosse o que queria do Joshua, deixava-o com um só aspirante a deus no lugar. Algo grande ia acontecer quando enchesse suas cotas. Atlanta era o centro do Sul. A maior Manada estava aqui, o maior grêmio estava aqui, o maior centro de distribuição do sul tinha sua sede aqui. Tem muito sentido que Atlanta tivesse sido sua meta desde o começo. Não sabia onde ia passa ao seguinte, mas ao menos podia empurrar alguns paus sob suas rodas.


Tirei o telefone e agarrou a guia Telefónica. Meu passo pelo Grêmio de mercenários estava a ponto de dar seus frutos. Marquei o primeiro número. Uma voz de homem rude respondeu. -Botequim Cão Negro. -Ouça, Keith, sou Kate Daniels. -Hey, Kate da Ordem, como está? Eu quase se afogou. Kate da Ordem? Sério? -Estou bem. O que tem que ti? -Não posso me queixar, não posso me queixar. E o que está caçando para hoje? -Tenho um bagunceiro que recentemente se mudou à cidade, um homem muito alto com uma capa feita farrapos. lhe gosta de entrar em bares quando a magia esta ativa e lançar alguns feitiços de alta resistência para começar brigas. -Sonha como um menino divertido. Depende de sua definição da diversão. -Todavíatiene essa garota trabalhando para ti, Emily? -Sim, ela está aqui todas as noites. -Ao parecer, o poder deste homem passa das damas. Faria-me o enorme favor de te assegurar de que tem ao Emily trabalho durante as ondas de magia? lhe dê meu número e lhe diga que me chame imediatamente se estalar alguma briga. Ele lesestá custando aos proprietários dos bares um olho da cara em móveis quebrados. -Para que saiba, se vier aqui, ele não vai ser quem rompe meus móveis. vou ser eu quem lhe rompa suas pernas. Seguro que o faria. -Você faz isso. Mas, assegura-te ras de lhe dar à garota meu número de todos os modos? Sei que sua equipe o pode dirigi-lo, mas me pôs que mau humor e realmente quero pôr minhas mãos em cima desse tipo. -Farei-o-, disse Keith. -Obrigado-. Pendurei. Isso era o melhor que ia conseguir. Coloquei os dedos no seguinte número e marquei. -Poço do Diabo-, respondeu uma mulher. -Hey, Glenda, sou Kate Daniels. Como está? -Bem, o que tem que ti? -Atirando. Escuta, tenho a um imbecil que está cruz ando a cidade. Ao que gosta de começar brigas e quero lhe dar cabeça enquanto passa…


Em uma hora e meia, chamei a todos os buracos de rega por tipo duro que podia recordar. Também tinha chamado à polícia e lhes tinha informado da situação e dado a descrição desse tipo. Eu tinha chamado aos fofoqueiros locais e lhes tinha pedido que corressem a voz. Também tinha chamado ao Grêmio, onde o secretário agarrou o telefone. Conhecia secretário desde fazia anos. Era um homem de média idade, estava a cargo da recepção e todos os mercenários o viam duas vezes por cada encargo, em primeiro lugar, quando se consiguía o trabalho, e em segundo lugar, quando se convertia em bilhetes pela captura final. Em algum ponto do caminho tinha perdido seu nome e a multidão lhe conhecia simplesmente como "o secretário”. Soltei-lhe meu perorata e riu de mim. -Se vier aqui, lhe vou dizer os moços que considerem um encargo conseguir sua cabeça. O vão desmantelar em partes. -É um tipo difícil de tratar. Diga-lhe ao Salomón. -Seguro. Dava-me conta por sua voz que me ia soprar. Igual de bem. Eu duvidava que o fundador do grêmio me recordasse. Rede Salomón nem sequer sabia meu nome. Mas tinha que tentá-lo. –Sabe que de digo, me ponha em contato com ele. -Sinto muito, está em modo Não Incomodar. Não incomodar. Muito bem. –então me dê sua rolha de voz. -Faz o que queira. Deixei-lhe uma mensagem comprido e detalhado, que explica tudo a respeito da María do aço e sua afeição por procurar briga. Rede Salomón era uma lenda, o rei da colina do Grêmio de mercenários. Se os mercenários tivessem que escolher a um rei, provavelmente teria conseguido o trabalho, tinha um abundante cabelo cor oxido, uma mandíbula volumosa e olhos de cores diferentes, um azul e outro marrom. Vivia no grêmio, mas quase nunca o via, salvo na obrigatoriedade da celebração de Natal, quando ele pessoalmente entregava cheques de bonificação aos melhores mercenários. Em minha estadia de seis anos com o Grêmio, tinha-o visto exatamente o dobro de vezes, e não porque eu estivesse na cauda das bonificações. Eu tinha sérias dúvidas de que ele escutava minhas advertências de um chuta culos misterioso em uma capa rasgada. Chamei um par de dojos locais e ao Guarda Vermelho e a Punho e Escudo, a segurança de outra equipe de primeiro guarda. Chamei o Biohazard e falei com o Patrice para nos manter ao tanto. Ao Patrice não gostou do que tinha que dizer, ela amaldiçoou por um total de três minutos. Tampouco gostou especialmente da parte em que lhe expliquei como sua equipe tinha ignorado a advertência do Jacksonville. Deixei-a desafogar-se, não muito freqüentemente pode escutar à chefa da unidade de resposta rápida do Biohazard prometer arrancarl e as tripas de alguém.


Às dois, fui a casa. Precisava dormir e uma nova mandíbula, mas se o homem da capa mostrava o nariz em alguma barra de Atlanta, seria primeira em sabê-lo.

O CÃO E EU NOS DETIVEMOS NOS estábulos de der e comprovamos ao Marigold Eu tinha uma velha caminhonete desmantelada com o nome do Karmelion que funcionava com água encantada, mas levava mais de quinze minutos de in tensos canticos pô-la em marcha, e se o homem da capa atacava em alguma parte, eu não queria perder o tempo arrancando meu motor para começar. Meu edifício estava equipado com um conjunto de garagens que os residentes utilizavam para tudo, do armazenamento extra até estábulos improvisados. Eu usava o meu principalmente para armazenar lenha para o inverno e para pôr minhas arreios quando, de vez em quando, tomava uma emprestado dos estábulos da Ordem. Com o Marigold instalada a salvo na garagem, o cão fiel e eu fomos à loja. A loja da esquina não tinha máquinas de cortar o cabelo, por isso fiz um novo plano, um que implicava deixar o barbeado de caniches às pessoas que realmente sabiam o que estavam fazendo. O cão e eu percorremos cinco quilômetros até o cabeleireiro. Entramos pela porta, nos anunciando com uma acampa na e uma mulher sorridente e gordinha emergiu das profundidades do lugar, olhou ao mas, e sorriu ampliamente. –É um caniche precioso. Os dois grunhimos um pouco, eu pelo comentário e o caniche por um sentido do dever. A mulher feliz, que se chamava Liz, assegurou meu caniche a um poste de ferro comprido e acendeu o barbeador elétrico elétrico. No momento em que esta lhe tocou a pele, o cão se voltou e tratou de sujeitar com os dentes no braço da Liz. Em lugar disso pus minha mão sobre sua boca e o fiz me olhar à cara. -Fiu, é rápido-, disse Liz. -Eu o sustento e você curtas. Vinte minutos depois, Liz tinha tirado uma massa de emaranhado cabelo de caniche, ao mesmo tempo eu recebia um novo cão: um cão guia de ruas de aspecto atlético, com as orelhas suaves, pernas largas, e constituição similar a de um pointer alemão anormalmente grande. O cão tinha uma bolacha para cães caseiro para compensar o sofrimento de sua indignidade e fui aliviada da carga terrível de trinta dólares. -escolheste um nome?-, Perguntou a mulher. -Não.


Ela assentiu com a cabeça para o montão de pelooscuro. -Como te soa Sansón? TROTAMOS A CASA. A ONDA DE MAGIA TINHA APANHADO o EUA.. de caminho e dava as obrigado em silencio a todo aquele que estava no céu, por ter conseguido lhe cortar todo o cabelo ao caniche antes da magia fizesse o barbeador elétrico elétrico completamente inútil. Pu-lhe a cadeia como um experimento, mas o cão parecia contente de estar a meu lado. No estacionamento, demonstrou que não só tinha um estômago de aço, mas também sua bexiga estava magicamente conectada a um dos Grandes Lagos. H icimos um circuito, já que estava marcando com entusiasmo seu território. A noite de insônia, estava acabando comigo. Minha cabeça me dava voltas e minhas pernas apenas me sustentavam às vezes me lançando a uma posição horizontal. Eu tinha posto muito esforço nas guardas ao redor do cadáver do Joshua e meu corpo pedia um par de horas de sonho. O cão grunhiu. Olhei para cima. pôs-se de pé com os pés separados, as costas encurvada, e o corpo congelado e duro. Cabelos de ponta saíam de sua coluna vertebral. Olhou à esquerda, onde o estacionamento se estreitava entre meu edifício e o muro derrubado das ruínas do lado. Tirei da vagem de minhas costas, Assassina. As ruínas tinham sido um edifício de apartamentos uma vez. A magia o tinha esmagado, havia-o mastigá-lo até convertê-lo em escombros, e agora as paredes de tijolo desmoronando tinham sido adquiridos por uma hera gelado pelo frio. O verdor obscurecia minha visão. O caniche mostrou os dentes, enrugar a boca, e soltou um grunhido, tranqüilo. Dava um passo para as ruínas. Um borrão saiu por detrás da parede com uma velocidade sobrenatural, virou à esquerda, e saltou. Flutuou pelo ar, limpamente até uma parede de dois metros de altura, com um par de pés de sobra, e desapareceu da vista. De acordo, então. Corri para o lugar onde a pessoa se escondeu, e a comparei de cor com a parede. Quem quer que fosse, ele ou ela era alto, perto de metro oitenta. Envolto em algum tipo de objeto de vestir cinza. Não havia muito para seguir adiante. Perseguir à pessoa através das ruínas não era uma opção. Eu nunca poderia alcançá-lo, não com esse tipo de velocidade Quem quereria me manter controlada? Não havia forma se soubesse. Tinha incomodado a muita gente. Por isso sabia, poderia ser um dos lacaios da María do aço. Assumindo que ele tivesse lacaios. Dirigi a meu apartamento, com o cão nas costas. -Se essa pessoa me estava seguindo, ele ou ela seguirá fazendo-o. cedo ou tarde, vou a at rapá-lo-, disse-lhe. -Se for realmente bom, deixarei-te que lhe dê o primeiro bocado. O caniche moveu a cauda.


-O que necessitamos agora é algo para comer e uma boa ducha. Mais movimentos de adoração. Bom, ao menos havia uma criatura no universo a que meus planos lhe pareciam geniais. Ouvi o timbre do telefone quando abria a porta. Os telefones eram coisas estranhas: às vezes a magia os deixava funcionar e às vezes não. Quando eu o necessitava desesperadamente, a maldita coisa não ia, mas quando eu não queria ser incomodada, funcionava às mil maravilhas. Entrei e o desprendi. -Kate Daniels. -Kate- A nota frenética na voz do secretário me golpeou despajándome completamente do esgotamento. -fomos atacados. CAPÍTULO 5 SOLTEI O TELEFONO E ME LANCEI PELAS escadas, golpeando a porta e fechando-a na cara do caniche. Baixei seis lances de escadas em questão de segundos, cruzei o estacionamento, abri a garagem, montei-me no Marigold e galopei pelo estacionamento. Giramos na rua, quase chocando com um carro. Marigold derrubou uma rampa de madeira na estrada. A cidade em ruínas me frustrava, uma mancha larga de edifícios destruídos e céu nublado. O Grêmio de Mercenário ocupava o antigo hotel Sheraton no bordo do Buckhead. Atei ao Marigold às postas de ferro forjado, desci de um salto, agarrando o querosene que utilizam para destruir meu sangue, e fui, rezando para que qualquer enfermidade que o homem tivesse induzido com magia não estivesse ativa. Corri pelas portas do vestíbulo e quase me choco com o secretário. Tinha uma enorme rodela vermelha marcada em sua cara e seu olho esquerdo se estava fechando rapidamente devido à inflamação. -No salão Interior-, gritou -chamaste Biohazard? -Sim! A porta interior pendurava torcida sobre suas dobradiças. Corri para ela e entre. O Sheraton tinha sido construído como uma torre oca. Em sua outra vida, o vestíbulo interior albergava um restaurante no lugar das instalações, uma cafeteria e uma área da hora feliz, colocado em uma plataforma por cima da planta principal, e uma loja de presentes. As velhas fotografias mostravam um pequeno arroio sinuoso através de tudo, rodeado de novelo cuidadosamente selecionadas, suas águas albergavam uma grande carpa koi. Na parede do fundo, o oco do elevador de plástico transparente se e llevava até o quarto piso.


A plataforma da hora feliz agora estava mãos da bolsa de trabalho, a loja de presentes continha um dos numerosos arsenais, e o restaurante se converteu em um comilão, onde mercenários cansado enchiam seus estômagos entre trabalhos. O elevador não funcionava, as novelo, o arroio, e o koi tinha desaparecido anos atrás, e o chão principal estava nu. O primeiro que vi foi o corpo de Rede Salomón, parecido no oco do elevador por uma lança através de sua garganta. Três mercenários rapidamente tiraram seus gizes e CO njuraron semicírculo ao redor do corpo. Outra dúzia abraçou as paredes. Agarrei à primeira pessoa que encontrei. -Onde está? -foi-se-, disse a mercenária. –Faz uns cinco minutos. Maldita seja. Tinha chegado muito tarde. O corpo do Salomón se inchou como se fora a explorar. -lhes aparte!- Gritei, em sintonia com outras duas vozes. Os mercenários se dispersaram. Uma corrente de sangue e sedimentos empapou o plástico transparente, que estava no estou acostumado a formando um grande atoleiro. O fedor nos golpeou. A gente teve arcadas. O corpo se encolheu, secando-se ante meus olhos como uma espécie de múmia. Eu não tinha necessidade do Patrice para diagnosticar o que era. Tinha-o visto antes. Tinha o mesmo nome em Inglês, espanhol e russo, cólera. Só que esta tinha esteroides mágicos. O atoleiro sujo se voltou negro. Um calafrio percorreu a superfície. O líquido se deslizou, provando o bordo do círculo de giz e rodou por cima dele, para a direita. Olhei nessa direção e vi a velha drenagem no chão, um remanescente do arroio koi. O cólera se propagava através da água. -Vai para o deságüe-, pinjente correndo a verter o q ueroseno sobre o azulejo. detrás de mim, Bob Carver acendeu um fósforo, acendendo um caudal de fogo. O atoleiro chegou à chama, retrocedeu, e rodou haci a esquerda. Ivera, uma mulher alta, grande, cruzou as mãos, deixou escapar um chiado penetrante, e se sacudiu suas mãos, com as Palmas para fora. A magia me golpeou. Jorros gêmeos de fogo rodaram das mãos da Ivera e lamberam o atoleiro. tornou-se para trás, à meia lua da queima de querosene. Eu verti mas, tratando de encurralá-lo. Os braços Ivera se estremeceram. ficou sem fôlego. Chama-a se desvaneceu e se cambaleou para trás, havia sangre em seu nariz. O atoleiro gotejava da armadilha de fogo.


Tomei uma respiração profunda, Me preparando para a dor de uma palavra de poder. Eu não sabia se uma palavra de poder a deteria, mas não tinha opção. Um canto se levantou de detrás dos mercenários, um suave murmúrio a meia voz de palavras em chinês em uma melodia de monótona prática. Uma cinta larga de escamas estava na mão do mercenário, uma serpente. A serpente provou o ar com sua língua e se deteve, balançando-se ligeiramente em sintonia com o canto. Ronnie MA saiu à luz. Seu verdadeiro nome era MA Ning Rui, mas todos o chamavam Ronnie. O antigo arrulho contínuo. Ronnie era um dos mercenários em perigo de extinção que tinha conseguido chegar à aposentadoria. Fazia seus vinte anos e conseguido sua pensão. Sua casa estava a só um minuto e passava a maior parte de seu tempo livre no grêmio, bebendo chá e assentindo com a cabeça à multidão com um pequeno sorriso. Deu voltas ao atoleiro, levando várias bolsas pequenas, enquanto o cantico brotava de seus lábios.

O atoleiro foi direito para o deságüe. De algum jeito Ronnie chegou primeiro, colocou a mão em seu saco, e baixou algo no chão. Um escorpião. O aracnídeo dançou em seu caminho, e encrespou a cauda. O atoleiro se apartou. Ronnie deixou cair a bolsa no chão e seguiu adiante. Uns passos mais, e colocou a mão em outro saco, e depositou uma grande sapo. Flanqueado por três lados pelos animais, o atoleiro reverteu seu curso e quase tropeçou com a quarta criatura, um milpiés que se retorcia muito, Ronnie o tinha deixado cair ao chão. Uns passos mais, e o velho esvaziou o último saco no seu elo, revelando uma grande arranha As criaturas se balançavam em conjunção com sua voz. O atoleiro se abatia no centro, apanhado. Ronnie agarrou uma pequena lata de sua cintura e se aproximou da poça. Seus dedos oscilavam, muito rápido, e ele tirou uma pequena parte de papel amarelo de sua manga. O documento revoou até atoleiro, tinha um pequeno símbolo chinês escrito em vermelho para cima. Ronnie desentupiu o frasco e derramou seu conteúdo sobre o papel, era um fluxo de cobre em pó. O escuro miasma subiu do atoleiro e se desvaneceu, como se fora queimada. O desagradável líquido estava tranqüilo. Ronnie MA sorriu.

-É UM RITUAL CHINÊS ANTIGO-, DISSE PATRICE enquanto dois paramédicos fumigavam com fumaça de artemisa, enquanto eu estava detrás da l ínea de sal desenhado no chão. -Cinco criaturas venenosas para manter a enfermidade sob controle. Sabemos porque era parte do Festival da Quinta Lua. O Festival coincide com o solstício do verão e com um clima quente, úmido e um aumento nas infecções -O que derramou sobre o cólera?


-Se tivesse que adivinhar, diria que veio com cinabrio-. Patrice olhou ao Ronnie MA, que não deixava de sorrir serenamente enquanto dois técnicos, tratavam sem êxito que exalasse na flor de diagnóstico. –sempre havemos procurando a alguém que soubesse como levá-lo a cabo. Crie que deveria trabalhar para mim? -Eu diria que sim. Ao Sr. MA gosta de ser útil. Pue dou ir ?Sinto-me bem, sem dor, sem moléstias Patrice pôs sua mão sobre minha frente. A magia me golpeou. Círculos nadavam em meus olhos. Minha pele se sentia arder. Contive o fôlego e sacudi a cabeça, tratando de me esclarecer. -Agora pode ir -,disse-me Patrice. -Estava infectada? -Não. Só era uma medida de precaução. Cinco criaturas venenosas-, disse, assinalando aos cinco animais que seguem sentados em seus lugares. -Puseram todas as enfermidades a dormir. Mas uma vez longe deles, poderia despertar e não quero correr riscos. É bom sabê-lo. Passei por cima da linha de giz. A mim ao redor reinava um caos controlado, a equipe do Biohazard tinha varrido a cena, examinado a duas dúzias de mercenários e tomado amostras do atoleiro. Inclinei-me para o Patrice. -Esse atoleiro foi diretamente para o deságüe. O que implica inteligência ou instinto. Ou se sabia que a drenagem que conduzem à água ou detectou a umidade. Como pode sentir nada uma enfermidade? Patrice negou com a cabeça. –Não sei. Não estou sugiriendo que esteja equivocada. Eu só não tenho respostas. Posso-lhes dizer que é instinto, mais que intelecto. Os organismos que causam enfermidades são muito primitivos para desenvolver inteligência. Há limites, inclusive para a magia. E neste caso, acredito que poderia tratar-se de física-. Assinalou o chão. –inclina-se para o deságüe. O atoleiro pode simplesmente ter tratado de tomar o caminho de menor resistência. CAPÍTULO 6 Demorei quinze minutos de perguntas em me assegurar de que ninguém na sala tinha visto como tinha começado o ataque ao Salomón. Duas pessoas viram a María do aço entrar. Tinha permanecido com o rosto oculto. Em um salão cheio de bravos, ninguém lhe emprestou atenção. Os homens cruzaram o vestíbulo e disparando pelas escadas até o quarto piso, onde Rede Salomón tinha seu quarto. A briga se produziu alí, mas as testemunhas pressente não se deram conta até que o estranho e Salomón haviam salidoal corredor e caíram ao quarto caindo em picado sobre o corrimão e entrando na sala interior. De acordo com o Bob Carver, o homem caiu de pé, sujeitando a garganta de Rede Salomón. O que atraiu a atenção de todo o mundo, já que Salomón Rede media um metro noventa de altura e pesava perto de cento e dez quilogramas. A briga em si mesmo foi breve e brutal.


-Algum de vocês o poderia descrever? Os quatro Mercenários na mesa negaram com a cabeça, todos exceto Ivera, que ainda tinha uma gaze dentro de seu nariz. Bob Carver levava doze anos no grêmio, e Ken e Ivera sete anos cada um, e Juke se aproximava de seu quinto. Os quatro estavam treinados, eram experimentados, duros, e trabalhavam bem em equipe. Eles eram conhecidos no grêmio como “Os quatro cavaleiros”. A maioria dos negocia eram solitários, trabalhar com um sócio ocasionalmente quando não tinha outra opção a respeito. Os cavaleiros trabalhavam quando o encargo requeria mais de duas pessoas e eram muito bom no que faziam. -Era bom-, disse Bob. –Isso ficou claro dele. -Ele não fez nenhuma mierda de luxo-, adicionou Juke, rotandof sua mão pelo cabelo negro de puas. Provavelmente tinha medo, com o cabelo negro e os olhos defumados, mas com os rasgos muito forte e delicados, e terminou parecendo-se com uma cheia o saco campainha gótica. –Nada de patadas de redemoinho ou coisas como látegos qiang. Golpeou contra o elevador ao Salomón e lhe cravou a lança na garganta. Zas, zas e obrigado, senhora. Adeus a um valente líder -Foi um golpe de demonstração-, adicionou Ivera. -Não há dúvida, não tinha nenhum objetivo, nenhum. -Que ocorreu depois de que acrescentasse ao Salomón a us coleção de mariposas? -A magia Golpeou-, respondeu Ivera. A María do Aço sentia quando a magia que aproximava? Esse seria um truque infernal. -E então? Bob olhou ao Ken. Ele era alto e magro, o húngaro era o perito em magia do grupo. Ken tinha o costume de estar muito quieto, tão tranqüilo que se esquecia que estava ali. Seus movimentos eram pequenos, em contraste direto com seu corpo desajeitado, e usava as palavras como se fossem feitas de ouro. –Extração. -Poderia explicar, por favor? Ken refletiu sobre isso, com o peso do benefício da humanidade contra o esforço dos impostos ou terrivelmente produzido umas quantas palavras mais. -O homem pôs sua mão na boca do Salomón. Manteve seus dedos estendidos para me mostrar como. Disse uma palavra e lhe tirou sua essência. Que demônios significa isso?-Poderia definir essência? Ken o considerou durante um comprido minuto. -O brilho de sua magia-. Isso não tinha sentido. -Pode descrever o brilho? Ken deteve, perplexo.


-Parecia uma bola de caramelo de algodão vermelho brilhante-.Acrescentou Juke. -Brilhante, como a magia do Salomón. Senti-o. Foi de grande alcance-. Ken assentiu com a cabeça. -O homem teve em suas mãos sua essência, e logo se foi. -Ele acaba de sair daqui? -Ninguém foi tão parvo para detê-lo-, disse Juke. E essa era a diferença, em essência, entre o grêmio e a Ordem. Se o casulo com capa tivesse entrado no complexo da Ordem, todos os cavalheiros sabiam que teria que estar morto antes de que saísse. -Ela-, disse Ivera. Bob a olhou. -IV, era um homem. Ela sacudiu a cabeça. -Era uma mulher. Bob se inclinou para frente. -Vi suas mãos. Eram as mãos do homem-. O menino media quase dois metros. -Não, dois metros cinco, disse Juke. -Era uma mulher-, disse Ivera. Joguei uma olhada ao Juke. Ela levantou os braços. -Não me olhe. Eu só o vi de um lado. Parecia um menino para mim. -Ken? O mago cruzou seus largos dedos diante dele, pensóun comprido tempo nisso, e com o olhar. Disse -Não sei. Esfreguei-me a cara. As declarações de testemunhas deviam reduzir a lista de suspeitos, não ampliá-la. -Obrigado-, pinjente, fechei meu bloco de papel de notas novo. Levava-o porque o necessitava. Isso me fazia sentir estúpida. Poderia estar em uma habitação durante segundo meio e te dizer quantas pessoas havia nele. Todos os que eram uma ameaça, e as armas de interesse. Mas na hora de entrevistar às testemunhas, se não o escrevia, me teria esquecido em um par de horas. Gene, o cavalheiro inquisidor da Ordem e um ex de Escritório de detetives de investigação da Georgia, era a quem me esforçava por emular, porque sabia o que estava fazendo e eu não, ele podia escutar a uma testemunha ou a um suspeito uma vez e recordar o que haviam dito com uma precisão perfeita. Mas eu tinha que escrevê-lo. Me fazia sentir como se tivesse um buraco em minha cabeça. Já era hora de rematá-lo. -Em nome da Ordem, agradeço-lhe sua colaboração e todo isso.


Juke me olhou mau. Ela era como uma versão anterio de mim, mas apesar de Juke era boa, por sua idade a tinham deixado fora da Academia da Ordem. Eu poderia me comer ao Juke para o café da manhã, e ela sabia, mas estava ressentida de todos os modos. -Assim está nas grandes liga agora. A inves tigación da Ordem e todo isso. Sinto-me como se devesse fazer uma reverência ou algo assim. Olhou-me fixamente com meu sorriso um pouco desenquadrada. -Não é necessário. Não lhes partam. Os olhos Juke se aumentaram. -por que? Estamos sob arresto ou alguma outra mierda? Eu seguia sonriendo. Olhamo-nos uma à outra durante um comprido momento Juke olhou em sua taça antes de torcer para baixo à boca. -Vete ao diabo! -Agora vamos, doçura, você sabe que eu não o faço d e essa maneira. -O que seja! Os hábitos alfa de Curran deviam haver-se me cont agiado. Curran. Entre todas as pessoas, por que estava pensando dele? Era como se não pudesse me encolher de ombros sem ele. -Aí vem-, murmurou Ivera. Mark vinha trotando através da multidão para mim, via-se bem em seu traje azul marinho. Os quatro cavaleiros o fulminaram com o olhar ao uníssono. Mark tinha um sobrenome, mas ninguém o recordava. Quando alguém considerava dignou acrescentar um mote a seu nome de pilha, pelo general era "gilipollas corporativo" ou "esse filho de puta", e se o orador não eram do agrado particular, "de massas". Pelo menos ele não tinha que manter a ninguém em particular, a diferença do secretário. Oficialmente, era o secretário do grêmio, Mark era mais que um gerente de operações ou um administrador. Rede Salomón tinha criado o grêmio e tinha ganho a maior parte de seus benefícios, mas era Mark quem resolvia os problemas do dia a dia e a forma em que fazia não lhe granjeava nenhum amigo. O universo o criou com sua "compreensão" de forma permanente ao ajuste a zero. Nenhuma emergência nenhuma tragédia, real ou fabricada, faziam racho em sua armadura enquanto corria para um benefício maior. Seu aspecto era parte disso, também. Tinha a pele manchada pelo sol e generosamente hidratada. Seu corpo tonificado o marcou como um homem acomodado que emprestava atenção a sua aparência, em lugar de um lutador que abusa de seu corpo para ganhá-la vida. Sua cara estava meticulosamente arrumada. Em um grupo de valentões de pescoço azul, destacava como um lírio em uma cama de flores silvestres cheio de más ervas, e o transmitia "Sou melhor que você" alto e claro.


Ele veio a deter-se bruscamente diante de mim. -Kate, tenho que falar contigo. -É em relação à morte do Salomón? Fez uma careta. -É respeito a suas conseqüências. -Se não estar relacionam diretamente com a investig ación, terá que esperar. Os olhos do Bob se estreitaram. -Move-te rápido, verdade, Mark? Sem perder o tempo. Mark não fez conta. Tenho que pedir uma entrevista? -Sim. Chama pela manhã à Ordem e que nos consertem uma entrevista-. Fui para as escadas, a examinar os quartos do Salomón. detrás de mim, Bob disse: -Amanhã a primeira página d o Atlanta Journal-Constitution Gritará tudo a respeito de como Rede Salomón esvaziou seu intestino e logo os negocia tiveram que perseguir seu atoleiro de mierda pelo chão. Seriamente não se preocupa isso? -te ocupe do teu, e eu do meu-, disse Mark. A morte do Salomón criou um vazio de poder, alguém tem que enchê-lo e já se estavam desenhando as linhas de batalha. Tudo se apóia em obter apoios. Não me pagavam o suficiente para me envolver nisso. Subi as escadas, superando ao secado Salomón. O líder do grêmio se afundava na manga da lança, reduzido a um saco de ressecada a pele sobre seu esqueleto. O homem que tinha constituído se por acaso mesmo uma lenda vivente tinha morrido com grande indignidade. O universo tinha um perverso senso de humor. A equipe de risco não emprestava atenção a Salomón.Toda a enfermidade tinha terminado no atoleiro, tudo estava sob a custódia do Biohazard. O cadáver do Salomón já era simplesmente uma mera casca inerte. Mark devia havê-los com vencido para que lhe cedessem o corpo ao Grêmio para o enterro. Subi ao terceiro piso e entrei na escada interna que conduzia aos quartos do Salomón. Uma grande variedade de armas decoravam as paredes: tochas com franjas, espadas japonesas polidas, simples espadas européias elegante e moderno armamento tático… Cheguei a um espaço vazio entre dois ganchos de ferro padrão. Era o sufici entemente grande para uma lança. A esperança de que a lança no pescoço do Salomón pertencesse à a María do aço ardeu em chamas. Hey Poderia ter o que quisesse, mas escolheu a lança. por que uma lança? As escadas me levaram a um corredor bordeado por um balcão. Quatro pisos mais abaixo, no corredor principal, os mercenários refletiam a respeito do ocorrido, ainda traumatizados pela luta. A porta de entrada dos quartos do Salomón pendurava entreabierta, seu lado esquerdo estilhaçado. A María do aço devia ter destroçado a madeira ao redor da fechadura com uma só patada.


Entrei. Paredes nuas me saudaram. Não havia fotografias sobre o verde malaquita. O mobiliário era singelo, quase cru, sem quinquilharias. Tampouco havia fotografias no suporte da pequena chaminé. Não havia revistas sobre a mesa. Não havia livros. O lugar parecia uma habitação de hotel na espera de um hóspede, em vez de estar habitada. Aproximei-me da esquerda para entrar no dormitório. Uma cama simples, uma mesa singela com um montão de papéis. Havia uma banqueta no chão. A perna do Salomón devia ter sentado ali, quando a María do Aço a rompeu. Havia um vídeo sobre a mesa. Agarrei-o e o pus. -Sete linhas mais abaixo. Assinar-, dizia a voz de M ark. -Conta três páginas. A página seis. Contar com três linhas da parte inferior da página. Assinar O que no mundo… Eu rebobinado durante uns segu ndos. -É como o velho contrato-, dizia Mark. –Lhe deveu ficar a cinta. Era a número trinta e quatro. -Quão único fizemos foi trocar as data s e os parágrafos de participação de dois novos regulamentos municipais. A primeira está na págin a três. Conta atrás dois parágrafos. Agora lê… Rede Salomón não sabia ler. E Mark o havia encoberto todos estes anos. Nenhum mercenário sabia. -Kate?- Chamou-me a voz do Mark. E agora o que? Saí da habitação e olhei para baixo. Mark estava no piso de abaixo. junto a ele, esperavam duas pessoas. O primeiro era escuro e musculoso. Em realidade não necessitava ajuda no departamento de ameaça, mas ele tinha eleito amplificar seu estado rude com o uso de um casaco comprido negro com bordos inferiores de pele de lobo. Olá, Jim. O homem a seu lado levava um moletom da Manada . Para os cambiaformas, o moletom era roupa de trabalho e como se conceberam para ser fáceis de arrancar antes de uma briga. O homem tinha essa graça animal especial dos mais fortes. Inclusive desde essa distância, sua pose telegrafou a violência, bem sujeita e contida, mas a ponto de explorar a menor provocação. Os mercenários o sentiram e lhe deixaram um grande espaço como carroñeros que reconhecessem um depredador entre eles. O homem elevou a vista, inclinando sua cabeça de curto cabelo loiro. Seu rosto unia o capitalista e o agressivo. Mandíbula quadrada, maçãs do rosto proeminentes, ponte do nariz deformado por uma fratura que nunca tinha curado bem. Olhar cinza sob suas espessas sobrancelhas, olhava-me com um pouco de ouro encerrado nela. Curran.


CAPÍTULO 7 O TRUQUE ERA A INDIFERENÇA, DECIDI Tomei meu tempo para baixar as escadas docemente. Atuando fríamente. Com independência. Algo capitalista e violento fervia dentro de mim e me esforcei com cada nervo de meu corpo para mantê-lo sujeito. Podia fazê-lo. Tinha que manter a calma. Zen. Nada de murros na cara. Os murros não eram zen. As escadas se terminaram. Tivesse-me gostado de saber que idiota tinha feito a escada tão curta. Eu teria atirado pelas escadas ao maldito de cabeça. Entrei no chão e me aproximei dos dois cambiaformas, olhando diretamente ao Jim. -Jim, que agradável surpresa! – Sorri com cordialidade. Mark fez uma careta. Eu alcancei a ver meu sorriso no espelho da parede. Muito pouca cordialidade, mas um montão de mania homicida. Deixei cair o sorriso antes de que causasse um incidente entre as agências. Jim assentiu com a cabeça. Pela extremidade do olho vi a cara de Curran. Parecia uma geleira. -Por favor, lhe dê minhas saudações ao Senhor das Bestas-, disse-lhe. -Aprecio sua vontade de modificar sua agenda extremamente ocupada e fazer ato de presença. Curran não mostrou nenhuma emoção. Não se desfruto, nomostro ira, nada de nada. Jim me olhou, olhou a Curran, e de novo a mim. -Kate diz olá-, disse finalmente. -Estou enlevado-, disse Curran. Minha mão se moveu para tocar o punho de Assassina que me sobressaía por cima do ombro. O silêncio se prolongou. -O que posso fazer por ti?-, Perguntei finalmente. Jim olhou a Curran de novo. O Senhor das Bestiaspermaneció estóico. Seu o começou, filho de puta. Se saía desta de uma só peça, ia necessitar algum tipo de medalha para comemorar este dia. -À Manada gostaria de estender uma oferta de ajuda à Ordem no assunto da María do aço-, disse Jim. Não me podia acreditar isso. A Manada só cooperava quando se via forçada a isso. Os cambiaformas quase nunca o faziam voluntariamente. -por que?


O por que é irrelevante-, disse Curran. -Estamos dispostos a pôr nossos recursos a disposição da Ordem. Olhamo-nos uns aos outros. Se acrescentava uns assobios e uma planta rodadora, e estaria tudo preparado. Um brilho verde cintilou nos olhos do Jim em resposta à tensão. Um par de negocia ficaram a certa distância de nós. Um terceiro se deteve. Eles esperavam uma briga e não queriam perder-lhe Tínhamos que nos afastar da audiência. Assinalei com a cabeça uma pequena habitação de treinamento, separado da planta principal por uma parede de vidro esmerilhado. O hotel tinha outro excesso para os jantares privados. Os mercenários a tinham esvaziado, atiraram algumas esteira em uma esquina, e a tinham convertido em um dojo improvisado. –Cercamos a um lugar mais priva dou. Transladamo-nos fora da planta principal. Curran espreitava entrar na sala como se lhe pertencesse, voltou-se e cruzou os braços sobre supecho. Seus bíceps se avultados e as mangas de sua camiseta se estenderam. Se houvesse alguma justiça no mundo, ele devia ter sido calvo, ter perdido todos seus dentes, e ter desenvolvido uma terrível erupção na pele. Mas não, o filho de puta se via bem. Em perfeito estado de saúde. Só manter a calma. Era tudo o que tinha que fazer. Fechei a porta de cristal e joguei a chave. -A Manada tem um interesse pessoal no assunto-, disse Jim. -Não vejo nenhuma base para a participação da Manada. - Rede Salomón era um cambiaformas no armário-, disse Jim em voz baixa. O mundo estava em minhas mãos e me dava uma patada na cara. -O homem era profundamente religioso. A coisa era difícil para ele. Ele não trocava, mas sim tinha que viver com as ânsias. Tinha uma permissão especial da Manada para operar por sua conta em troca de uma percentagem dos benefícios do Grêmio. Primeiro Joshua, Agora Salomón. Havia um patrão. Que percentagem? -Dez por cento. Dez por cento do Grêmio era um montão de dinheiro. Alguém tinha matado a dois cambiaformas e uma grande parte dos ganhos da Manada. Curran seguia me olhando e eu não podia ignorá-lo-o suficiente para concentrar-se adequadamente. -Quem mais sabia do Salomón?


-O Conselho. Quatorze pessoas, dois alfas de cada clã. -Assim ou isto era uma coincidência ou tinham um traidor entre os alfas. Os olhos do Jim se iluminaram de cor verde. -Não há traidores no Conselho. Suspirei. -É obvio que não como se atreveriam osl poderosos cambiaformas a ter vícios humanos? Curran se inclinou para frente de meia polegada. -Não somos mercenários, Kate. Não nos MIDAS com seus padrões. Obrigado, Sua Majestade. Olhei ao Jim. -A Ordem agradece o oferecimento de ajuda da Manada, mas dada a natureza sensível de nossa investigação, abstemo-nos de sua ajuda neste momento. Curran me mostrou o bordo dos dentes. -Está dando a entender a meu povo não pode ser circunspeto? Olhei ao Jim. -Por favor, transmita minhas felicitações a Sua Majestade por aprender uma palavra tão larga por si mesmo. Se Jim tivesse estado em sua forma felina, sua barba e seu cabelo estariam arrepiados. Segui adiante. -Além disso, por favor poderia explicar-lhe que, ou tem um traidor nas filas, o que significaria que não todos em seu povo são tão circunspetos, ou o assassinato do Salomón foi uma coincidência pelo que a Manada não tem nenhuma razão para interferir na investigação da Ordem. -por que não fala comigo?- Curran deu um passo para as palhinhas. -Estou seguindo suas ordens a rajatabla. Disseram-me que devia fazer todas as consultas através de seu chefe de segurança. Mas se deseja falar comigo diretamente, vou estar feliz de fazê-lo. Os olhos de Curran se estreitaram. -Quando disse isso? -Não seja tímido. Não te pega-. Manter a calma, manter a calma. Negou com a cabeça. -Não importa. Você tem pouco poder e o usa em excesso. Utiliza-o enquanto possa. Ao final, fica a Ordem. vou passar por cima de ti. Jim deu um pequeno passo adiante. Seus dentes estavam apertados em sua mandíbula lhe destacavam os músculos. De fato, senti pena por ele.


Manter a calma. Não lhe dê a satisfação de ver que a perde. Afrouxei os dentes. -Neste momento não há nada que justifique sua participação. Se aceitar seu oferecimento de cooperação, vou ter que falá-lo com o Ted, que te vetará, porque ele desconfia de ti por princípio. Está em seu melhor interesse esperar, até que lhe possa dar uma prova irrefutável de que a Manada está sendo o branco, obrigando ao Ted em trar em um rincão. Se desejas ter acesso direto ao cavalheiro protetor, é, é obvio, bem-vindo. Mas, por favor tenha em conta que espera compreensão por parte do Ted Moynohan é como esperar fazer vinho das pedras. Eu, por outro lado, simpatizo com as necessidades da Manada como um tudo, não importa quanto poderia me desgostar interactuar contigo pessoalmente. -devido ao Jim, Derek, Raphael, e Andrea, ainda podia me pôr do lado da Manada, mas aí terminava tudo. -Assim agora te desgosto? Irônico, tendo em conta que te conectou conosco. -me conectar? Você me convidou, arrogante gilipolla s! -Fugiu!- Ele se tinha movido para mim. -Me merezcouna explicação. Assassino deixado seu envoltório quase por si só. Foi o desencape mais rápido de minha vida. Havia um espaço vazio entre nós e em um instante, minha espada de luz tinha saltado a minha mão. –Você não merece nada. Os olhos de ouro de Curran me deslumbraram, assim tive que piscava brevemente, Perdi-o. Seu rosto ganhou ligeiramente uma expressão aborrecida. -De verdade acredita que seu palito de dentes pode me fazer danifico? -Veremo-lo. - Não o veremos- Jim se interpôs entre nós. Curran lhe olhou. Sua voz era áspera com o início de um grunhido. -O que está fazendo? -Meu trabalho Ele tinha perdido a razão. Curran se abatia sobre à violência e Jim acabava de fazer-se a si mesmo um objetivo -Jim, Quer dar um passo atrás? Jim ficou parecido no chão. O olhar de Curran estava fixa em mim, o fogo nela era abrasador. Era como olhar aos olhos a um leão faminto e dar-se conta de que foi comida. Meu corpo se bloqueou, os diminutos cabelos na parte traseira de meu pescoço se arrepiaram, e uma pequena voz interior me sussurrou com desespero, -Não respire, faz como se não estivesse aqui. Senti meu sabre de luz esquentar-se em minha mão. -Seus faróis não me assustam. Seus ombros do Jim se quadraram. -Não pode fazer isto. Nem aqui nem agora. A voz de Curran se deslizou entrar em uma calma glacial. -Tenha muito cuidado, ou poderia


começar a pensar que me está dizendo o que fazer. Se Batalharem lhe ordenava que se movesse, e Jim se negava, seria uma provocação. Curran teria que lutar contra seu próprio chefe de segurança e seu melhor amigo. Ambos sabiam. Por isso eu estava no extremo receptor do olhar de alfa de Curran. Se se fixasse ao Jim, não seria uma briga. Esquivou-me. Jim se mudou comigo. Fiquei olhando o teto e grunhiu. -Precioso-, disse Curran. -por que não vem aqui e te mostrarei o que é precioso? -eu adoraria, mas está no caminho. Além disso, tuv esteja sua oportunidade para me mostrar tudo o que queria. Mas acabava de fugir de novo. Pelo amor de Deus. -Não saí correndo. Fiz-te o jantar maldito, mas não teve a decência de aparecer. As sobrancelhas do Jim se elevaram. -O jantar? -Os olhos de Curran brilharam –Seu fugiu. Pude te cheirar. Esteve ali e logo te jogou atrás e saiu correndo. Se não queria fazer isto, tudo o que tinha que fazer era levantar o telefone e me dizer que não apareceria. De verdade creíste que te faria me servir o jantar nu? Mas nem sequer te incomodou. -E uma mierda de Touro! -Hey!- Jim ladrou. -O que?- Curran e eu dissemos quase ao mesmo tempo. Jim me olhou. -Fez-lhe o jantar? Ele ia ou seja o cedo ou tarde. –Sim. Jim girou sobre seus pés, saiu da habitação e erróc a porta detrás dele. De acordo, então. -Ele pensa que estamos emparelhados-. Curran avanzó,demasiado ligeiro em seus pés para um homem ou seu tamanho, seu olhar estava fixo em mim, um depredador espreitando a sua presa. -Na Manada, um não se entremete nos assuntos dos casais. Ele está sendo educado. Não se dá conta que seu o danificou. -Não. Eu não o danifiquei! Você teve sua oportunidade e a estragou. A máscara de Curran se rompeu. –Ao inferno se eu o fiz.


Toda a dor e a ira do mês passado se estrelaram contra mim. o ter perto do vestuário era como abrir uma ferida aberta. As palavras só saíram para fora e não podia parar. -Assim é minha culpa? Fiz-te o jantar. Não te apresentou. Simplesmente não podia deixar acontecer a oportunidade de me humilhar, verdade? Curran tomou ar como se tivesse presas. –Fui desafiado por dois ursos. Rompi-me duas costelas e me desloquei o quadril. Quando Doolittle finalmente terminado de recompor meus ossos, tinha quatro horas de atraso. Perguntei se tinha chamado e me disseram que não. Tinha dado a suficiente gravidade ao "não" para derrubar um edifício. -Se tivesse chegado tarde tivesse atravessado a cidade para te buscar. Chamei-te. Você não respondeu. Eu estava tão seguro de que algo te tinha passado que o deixei tudo e arrastei a sua casa. Eu fui comprovar que te tinha passado e não estava ali. -Está mentindo. Curran grunhiu. –Deixei uma nota em sua porta. -Mais mentiras. Esperei-te durante três horas. Chamei à Fortaleza, porque pensava que havia te aconteceu algo, e seus lacaios me disseram que O Señorde as Bestas estava muito ocupado para falar comigo-. Eu estava tremendo de raiva. -Que no futuro, dirigisse todas minhas preocupações ao Jim, porque Sua Majestade declarou que não queria falar comigo. -Essa chamada Telefónica ocorreu em sua cabeça. Está delirando. -Plantou-me e logo te desfrutou nisso. Algo assobiou atrás do vidro esmerilhado na sala principal. Curran se equilibrou para mim. Eu deveria empurrar direto através dele. Em lugar disso fiquei ali, como uma idiota. Ele nos sujeitava, nos girando de costas à parede. A parede de cristal estalou. Fragmentos caíram sobre o comilão detrás de nosot ros, rompendo contra as costas de Curran. Um jaguar negro e dourado se estrelou contra a parede oposta. Jorros gêmeos de água irromperam na habitação da planta principal. O primeiro deu um tombo na parede, sujeitando ao Jim. O segundo se estrelou contra a coluna vertebral de Curran. Ele grunhiu e me apertou mais a ele.

Estávamos apanhados ao descoberto. Não havia lugar onde esconder-se. OH, estúpido imbecil. Ele me estava protegendo. Jim grunhia, tratando de ficar em pés, mas a água lhe deu uma palmada para baixo e o manteve


ali. Os olhos de Curran se alagaram. Seu grande corpo se estremeceu. Joguei-me à esquerda, tratando de ver sobre o ombro de Curran. Um homem de pé em meio da sala principal, as mãos levantadas. detrás dele, um tubos rota me sobressaía da parede, derramando a água sob seus pés. Dois jorros a pressão saíam da água, seguindo a direção de seus braços. Um mago de água. Mierda. Apertei-me mais a Curran para lhe falar com ouvido. -Um h ombre da brigada de bombeiros, no ponto morto da habitação. Tem quebrado o tubos principal e está esvaziando os depósitos do grêmio no vestíbulo. me solte. -Não-. O abraço de Curran se estreitou. -Muito arriscado. -Ele te está arrancando a pele das costas. -Eu me curarei, você não. Até que me soltasse, não poderia manobrar. Se o fizesse, o mago me derrubaria. O jorro se fixou em nós só tinha um palmo de largura. Tirei uma faca de lançamento. Assassina era muito larga para esta luta. –me lance. Uns olhos de ouro se fixaram em meus. -me lance para ele. Ele sorriu, me mostrando os dentes. -Por acima ou por abaixo? -Abaixo. -Dava por favor. Um aerossol vermelho golpeou meus lábios. A magia correu através de mim, senti o sabor do sangue cambiaformas. A água estava raspando a pele de suas costas, mas ele não cedia um ápice. Quando isto terminasse, eu gostaria de lhe cortar a cabeça. -me lance, por favor! -Pensei que nunca o diria. deu-se a volta, e me arrojou como uma bola de boliches. Deslizei-me através da umidade do chão e os cristais quebrados, os dois jorros de água disparos sobre minha cabeça, justo ao pé do mago em um redemoinho de vinte e cinco centímetros. A água me empapou a cara. Os pés nus do mago apareceram diante de mim. Agarrei-lhe o tornozelo esquerdo. O impulso detrás dele me deu um empurrão, cortei-lhe o tendão do Aquiles da piernaderecha.


O mago caiu sobre o joelho direita, de costas a mim, com sua capa suja ao redor dele. Golpeei a perna esquerda por debaixo dele e lançando a faca o afundei profundamente nas costelas. voltou-se para mim. Vi vir o punho, mas não pôde fazer nada para evitá-lo. O golpe se estrelou em minha mandíbula, como o golpe de um martelo. Deslizei-me pelo estou acostumado a molhado, através da voragem, e me enrolei por instinto. O mundo se estremeceu e se expandiu em uma nuvem de dor. Incorporei-me de novo, movendo a cabeça. Algumas costure se estrelaram contra mim. O mago sorriu a doze metros de distância. O cabelo claro emoldurava seu rosto estreito. Em meados da vintena, talvez um pouco mais jovem. Sua capa andrajosa estava aberta, Revelando o corpo de um artista marcial: duro, perfeitamente definido, e nu por completo. Muito baixo. Um metro cinqüenta e dois no máximo. Eu tinha um tio em uma capa, que estava nu, e ele não era a María do aço. Só eu podia ser tão afortunada. Os jorros de atrás do mago, trocando de direcc ión. Ainda perseguiam o Jim e a Curran. Como diabos fazia isso? A água se formava redemoinhos ao redor de seus pés, subindo para acima. Um jorro como uma agulha fina me golpeou, me queimando de minha coxa esquerda. Tinha talhado meu vaqueiro e penetrado em minha pele, como uma folha de bisturi. Outro jorro queimava minhas costelas. Ele estava jogando comigo. Se me golpeava totalmente com uma dessas, a água me atravessaria. Enquanto não golpeasse meu coração ou meus olhos, ia sobreviver. Todo o resto o pude a arrumar a medimagia. O mago tirou a faca de seu lado e o olhou. –Bonita faca. A voz era profunda, mas feminina. Atirei minha segunda faca. Um pedacinho da folha estava no peito do mago. Mierda. perdeu-se o punho. –Se você gostar, tenho outro. O mago pôs-se a rir. Definitivamente, uma voz feminina. A única maneira em que ele podia soar como uma mulher era se ele… Uma forma demoníaca saltou por cima do homem, um monstro de dois metros trinta, musculoso, embainhado na pele de cor cinza, metade humano, metade besta, um pesadelo. Chegou navegando sobre a água como se tivesse asas, com seus enormes braços abertos, o ardor de seus olhos conferia uma força terrível a seu rosto. Maldita seja. -Não! O mago girou. Água saltou dele em dezenas de fuertechorros estreitos. Curran lhes rompeu o pescoço. Seus ossos rangiam. A cabeça do mago girou sobre seus ombros, dando a volta por completo: cabelo, cara, cabelo outra vez. O corpo do mago ficou imóvel, rígido. Derrotado calou para trás como um vulto, estrelando-se no estou acostumado a molhado com um chapinho. E l torvelinho se veio abaixo.


Pescoço quebrado, a coluna vertebral seccionada, morte foto instantânea. Aí vai minha oportunidade de conversar um momento. Disse-lhe. -teve que matá-lo? Seus olhos cinzas me devolveu o olhar. Mandíbulas pré-históricas se abriram, revelando uns dentes enormes. -Sim, tinha que fazê-lo-. As palavras saíram perfeitamente. O controle de Curran sobre sua forma de guerreiro era absoluto. -De nada. De nada, meu culo. Tirei da vagem de minhas costas a assassina e me dirigiu para o cadáver. por que diabos estava tão aliviada de que Curran estivesse principalmente ileso? Deveria estrangulá-lo, não celebrar o fato de que ele estava em uma só peça. -Obrigado por ter matado a meu suspeito antes de que pudesse falar com ele. -Não há de que. Jim trotou e farejou o corpo do mago.

Chegou a eles e se agachou junto ao cadáver. Jim decidiu que era um bom momento para sacudir-se. Rocio de água me golpeou na cara. -Obrigado. Isso é só uma cereja em meu dia-. Limpei-me a umidade do jaguar dos olhos e apunhalei no estômago ao mago assassino. -Já está morto-, disse-me Curran. -O Cassino foi atacado esta manhã-. Inclinei-me mais perto, para ver a pele ao redor da folha de Assassina. –Foram dois magos elementares, alguns vampiros e algumas parte do cassino foram fritas com um desenho de queimaduras encantadoras. Curran encolheu seus ombros monstruosos. -Estúpido, mas não extraordinário. -registraram-se no m-exploratório em magenta. Jim grunhiu. Curran enrugou o focinho. -Magos não-mortos? Era meu turno de fazer caso omisso. -vamos ver o em um minuto. Fogo, ar e água, são parte da mesma marca da magia. O mago tinha falado com uma voz feminina. A habitação era ruidosa com o som de água corrente, mas tinha ouvido rir a uma mulher. O corpo diante de mim era inequivocamente masculino. A única maneira de que pudesse falar CO mo uma mulher seria se ele era não-mortos, e sua navegante feminina Sua mente viajava. Mas eu nunca tinha ouvido falar de qualquer outro tipo de mortos viventes com piloto. Vampiros, sim. Mas nada mais Bom, não, espera, eu tinha visto sereias pilotar mortos também, mas não eram mortos no sentido tradicional da palavra.


Inclinei-me para examinar a ferida. Meu sabre liquidificava de carne não-mortos e a consumia, derretendo-a sobre a grossura da folha. Se se tratava de um vampiro, a ferida já se teria fundo. Uma rajada de fina coluna de fumaça negra encaracolada da folha. Poderia ser algo, ou poderia ser só Assassina Em resposta a minha estado hortelã molesto. -Clerk?- Gritei. -Hey!- Apareceu a cabeça do secretário por cima do corrimão do balcão do terceiro piso. Um momento depois, lhe uniram mais cabeças. Isso é o Grêmio para vós. Matam a um dos seus e lhe fazem uma reverência. Não o disse em voz alta. teriam se rido. As pessoas que ajudam a outros tendem a acabar na Ordem ou na polícia. Estes meninos estavam exatamente onde queria estar. A menos que houvesse dinheiro eles não se envolviam. Não lhes estavam pagando, por isso para que incomodar-se? -Todos estão bem aí? -Estamos bem-, Juke retrocedeu. Assassina vaiou. Toquei a ponta da espada de luz com o dedo indicador. torceu-se para um lado. Borde-os da ferida se inclinaram, como se a carne do homem fora de cera quente. Belisquei o músculo perto da ferida e viu um líquido revelador, fluido burdeos no corte. Curran inalado junto a mim, um farejo de comprovação. Sua careta de pesadelo indicava problemas. -Não morto. -Sim. Ao igual aos dois magos não-mortos que tinham atacado o Cassino com magia elementar. Seria um milagre se não estivessem conectados. Havia coisas que podia fazer com um corpo de não-mortos que não podia fazer com qualquer outro cadáver. Tinha que me dar pressa. ia necessita r magia e ervas para isto. Tinha as ervas em meu apartamento e não se sabia de quanto tempo du raría a onda de magia Olhei para cima ao secretário. -O que aconteceu? -Entrou pelo fronte-, gritou o mercenário. -Vi queestaba nu e limpei tudo. rompeu-se o tubos e foi detras de ti. Exceto não era para mim a quem estava procurando. Era certo que a Nação me tinha contratado para investigar o ataque, mas não tive a oportunidade de fazer algo que justificasse este tipo de represálias. Não, foi imediatamente detrás de Q rran. Ele e Jim eram os objetivos principais. Eu era um espectador. -Queima ao inseto do chão e chama à polícia.


-Quem vai pagar pelo incêndio?- Perguntou Mark . -O grêmio, Mark, a menos que vocês gostem de estar caminhando entre o sangue de não mortos. Se Mark tinha tido alguma outra objeção, decidiómantener para si mesmo. Havia pelo menos uns poucos talentosos pirománticos, e uma vez que h ubiesen baixado todos os rastros do sangue de não-mortes se teria ido. Levantei assassina e cortei o pescoço do cadáver. Necessitei de um só corte, Curran lhe tinha quebrado o pescoço e o musculo deixando para mim solo a pele para cortar. Agarrei a cabeça pelo cabelo e me levantei. -A Ordem aceita a oferta de ajuda da Manada-, disse em voz baixa. Tivemos uma audiência e não era algo que eu queria ouvir. Estava a ponto de me alinhar com as forças de Curran, e ao mesmo tempo poderia chegar a um acordo com ele em público, em privado se negaria imediatamente. -Com o entendimento de que a Ordem se encontra na posição de autoridade e que nosso lembro se pode terminar a vontade. Isto é meu. -Mostrei-lhe a cabeça a Curran. -O resto é teu. Compararemos os resultados mais adiante. -trocaste que opinião?- Os olhos de ouro cintilaram muito perto, mas manteve sua voz baixa. Depois da animação anterior, parecia uma conversação agradável. -Agora posso levar isto ao Ted. É difícil refutar testemunhas. Se a luta não for suficiente, ele o deixará estar. Por favor, que Jim me chame quando Dou olittle acabe com o corpo. -Eu te chamo. -Melhor Jim. Curran se inclinou para mim. Sua pele se meteu debajode os ossos. Suas mandíbulas se reduziram, seu focinho se cortou e suas garras retrocederam. A pelagem cinza se fundiu com sua pele humana. Em um abrir e fechar, ficou nu diante de mim. Faz um mês teria necessitado um momento para lhe fazer frente. Hoje o olhei diretamente a sua cara. -Chamarei-te-, repetiu. -Se me chamarem, não vou agarrar o telefone. -vais esperar minha chamada, e quando soar, estará disposta a agarrá-lo. vais falar comigo de uma maneira civilizada. Se não saber como fazê-lo, pede ajuda a alguém. Que o fizesse. Girei-me para ele. Minha voz saiu tranqüila e fria. -Quer que te faça uma gráfica? Você me plantou. Fez-me pensar que havia algo e ntre nós. Fez-me sentir coisas, coisas que nunca pensei que poderia sentir, e logo o esmagou. Não te aproxime de mim, Curran. Não chame. terminamos. Dava-me a volta e me afastei em direção às bilheterias do Grêmio, onde ainda conservava roupa em um armário. Tinha que me tirar meus trapos empapados, lombriga os cortes e me arrastar a


casa de cabeça. Precisava me fazer algumas pergunta. CAPÍTULO 8 O TEMPO TINHA DECIDIDO QUE JÁ NÃO SERIA AGRADABLEPor. o general, os invernos são chuvosos e tristes. de vez em quando nevava, mas geralmente não coalhava. Por alguma razão, durante os últimos anos em Atlanta o inverno se decidia em uma jogada à roleta russa: três de cada quatro vezes obtinha o lodo de costume, mas ao redor da quarta parte das vezes recebia um duro golpe da neve e frio. Alguns diziam que era pela magia, alguns diziam que era um efeito secundário do aquecimento global. Qualquer que fora sua causa, eu não gostava. No momento em que chegava a meu apartamento, cada polegada de mim corpo se congelou. Arrastei-me pelas escadas e cheguei à porta. O feitiço de amparo caiu e me lambeu a pele para baixo em uma onda de cor azul, relaxei-me. Abri a porta e vi um montão de vomito de cão petrificado e viscoso no centro de meu tapete do corredor. O caniche estava sentado perto, com uma expressão de perfeita inocência de sua estreita cara. Assinalei o vômito. -Esse foi um movimento idiota. Sua cauda de caniche se moveu. Passei por cima dos vômitos e me dirigi à cozinha. A magia seguia ativa mas a onda poderia terminar em qualquer momento. Se a magia caía, quão único poderia fazer com a cabeça seria jogar futebol. Sequei uma bandeja de prata grande de uma gaveta, pô-la no centro da mesa com as ervas compiladas. Tinha-as premezcladas mas algumas tinham que combinar-se ao momento ou seus efeitos se teriam desvanecido com o tempo. Ver Curran me tinha feito mal. A pedra em meu peito era cada vez mais e mais pesada. Era um filho de puta e um mentiroso. Teria vindo a te buscar com os ossos quebrados... Em dez minutos, estendi a mescla de ervas na bandeja, recuperei a cabeça, e a pus na mescla aromática, com o pescoço para baixo. O hec fez de magia nigromántica veio para mim com naturalidade. Eu a rechaçava, mas ainda assim gravitab a para ela, como se se tratasse de um comichão que tivesse que arranhar. A repulsão deveria me resultar natural, a maior parte do tempo me nutria dela. Voron fez todo o possível para suprimir esta parte de mim, desde que era um bebê. É estranho que me encontrasse precisando fazer caso omisso de seu treinamento mais e mais freqüentemente. Pus um molde de assado pouco profunda no prato e joguei uma polegada de glicerina nele. O caniche me olhava com uma expressão muito concentrada. –Cuidado-, disse-lhe. –Isto vai se pôr feio.


Cortei o extremo de meu polegar com a ponta de uma faca e deixei que uma gota de meu sangue callera sobre as ervas. A magia se apoderou das ervas secas, como o fogo ao longo de um cabo de detonação, e explorou na cabeça. A carne morta se estremeceu, revivido pela explosão da energia. Toquei com meu dedo polegar à frente do não-morto, Foi como colocar um prego mágico em seu cérebro. –Acordada. Os olhos da cabeça se abriram de repente, centram dou-se em mim. Sua boca aberta, contorsionarse. A magia estalou em um voltado de malícia, furiosa e fome. O caniche girava como o Correcaminos dos velhos desenhos animados. Esperei um segundo para ver se lhe prendia fogo ao tapete mas não passou nada. Felizmente, a equipe de extinção de incêndios que usávamos não era marca ACME. Apoiei-me na cabeça. -me mostre a seu senhor. As palavras eram necessárias. A anciã árabe que me tinha ensinado o ritual quando tinha onze anos me disse que me ajudaria a me concentrar, assim que o fazia tudo igual. A magia convulsiono. Um aroma fétido se levantou das ervas. A cabeça se estremeceu. Sangre burdeos espessa se deslizou de suas vias lagrimais, goteja pelas bochechas entrou nas ervas, continuando, no molde a glicerina dispersando-se e formando uma mancha escura e grosa. -me mostre a seu senhor. A mancha se formava redemoinhos. Vislumbre fracos de uma cara apareceram em suas profundidades. -mostre-me isso A magia se degradava e fervia. A imagem se queimava, imprecisa, mas o suficientemente clara para que a reconhecesse. Minha cara me olhava da mancha. O que no mundo… Esquadrinhei a imagem fantasmal. distorcia-se, mas vi o igualar os tons de pele, o cabelo comprido e escuro, e olhos escuros. Eu Deixei-a ir. A magia se derrubou por si mesmo. Apoiei o cotovelo sobre a mesa, apoiei o queixo no punho, e olhei à cabeça. Fazia o ritual seis vezes em minha vida. Sempre com vampiros. Nunca tinha falhado. por que me mostrava ? O chefe me olhou com olhos que não vêem. O fluxo da magia ritual consistia em cozinhar ao Vampirus Immortus o patogênico, e uma vez que desaparecia, a cabeça do vampiro se decompunha em questão de minutos. Notando neste, ele não se desfazia. Eu necessitava a alguém com mais experiência. Levantei-me e chamei por telefone. Não há tom de chamada.


Argh. Latidos de entusiasmo saíram de debaixo de minha cama. Um momento depois, alguém chamou. -Quem é? -Kate?- Era a voz do Andrea a que falava. -Está em casa? -Nop-. E abri a porta. Andrea me sorriu enquanto eu sustentava uma mão sobre o bracelete da porta. –supõe-se que agora tem que me deixar entrar. O que é esse aroma? -Algo que tenho na cozinha-. Dava um passo para um lado respondendo a seu movimento. –Tem vomito no chão. Agora não têm desculpa para não limpar. Ela deu um passo mais para o sacrifício do cão aos deuses do Aparelho Digestivo, viu a cabeça e as ervas assentadas na bandeja na cozinha. Seu rosto estirado. -Isso não está bem. Isso é sobre o que está mentindo? -Ervas. Romero, coentro, Os olhos azuis do Andrea se aumentaram como pratos. –Você cozinhaste e tem feito vomitar ao cão. -por que ia cozinhar? -Bom, era uma brincadeira não é como ter um peru em um forno torrando-se com ervas debaixo dele. Girei para a cozinha, agarrei a cabeça, e a meti na bolsa de plástico. A bolsa foi à geladeira, e o resto ao lixo. -Melhor? -Sim. Me fui limpar o vômito, enquanto que se esquentava a água para o chá na cozinha de querosene. A magia nos tinha roubado a eletricidade, mas ainda tínhamos o querosene e tinha um pequeno bujão em minha casa para trabalhos pequenos. Uma vez me salvou a vida e a da Julie. logo que as provas de sua vergonha foram retiradas, o caniche considerou a zona segura. Saiu de debaixo da cama e lambeu a manode Andrea. -Ele se vê bem com o cabelo curto-, disse. -Ele acredita que sim. O caniche lhe lambeu a mão de novo. Andrea sorriu. -Não te importa meu aroma, verdade,


Caracán? Talvez foi criado ao redor de cambiaform ás. -Você não troca da forma regular. encolheu-se de ombros. -Ainda cheiro a meu pai. Tendo em conta que o pai do Andrea era uma hiena, o caniche mostrava uma considerável moderação. Entramos na cozinha, onde nos servimos uma taça de chá. -antes de fazer qualquer outra coisa, me deixe te contar sobre o tio da capa. Quinze minutos mais tarde, ela franziu o cenho. -portanto os cambiaformas masculinos se voltam loucos. Assenti com a cabeça. -O que acontece os cambiaformas mulher? -Não sei. Ela tocou o bordo da mesa com o sobre. -Assim há uma boa probabilidade de que isso me afete. É evidente que minha vida não era o bastante complicada. -Justo o que eu sinto. Não deixe que Ted ponha nessa situação se eu fracassar. Seus olhos me disseram que se me houvesse isso dito poderia meter-se sua opinião onde não brilhasse o sol. Andrea tinha suprimido sua parte besta. Ela tinha ido à Academia, obteve o título de cavalheiro, serve com distinção durante cinco anos. Levava um punhado de medalhas e o manopla de ferro, a quarta condecoração mais alta que a Ordem podia outorgar a seus cavalheiros. Faz um ano estava em caminho a dar o passo de cavalheiro defensor a professor de armas, armas de fogo. Para obter a designação de um professor em uma arma mágica ou o uso foi um grande lucro. Tudo se veio abaixo em uma noite, quando Andrea e outro cavalheiro tinham saído a comprovar o relatório do avistamiento de um lupo. Tudo tinha terminado com vários mortos a causa do lupo, incluindo o companheiro do Andrea, quem se contagio com o Lyc-V e tratou de lhe tirar o estômago do Andrea como se estivesse em um bufê de come tudo o que possa. O procedimento padrão depois de um encontro com um lupo requer provas exaustivas para confirmar a humanidade. Andrea passou a exploração e as provas. Fez-o por meio de um amuleto encravado no crânio e um anel de plat a sob a pele de seu ombro, todos isso quase lhe custa o braço. Foi declarada livre do vírus e de ser uma cambiaformas, lista para o serviço ativo, e logo a enviaram a sua sede de Atlanta para aliviar o trauma. Em Atlanta, tropeçou-se com um muro de tijolo chamado Ted Moynohan. Ted sabia que havia algo mau nela. Sentia-o em suas vísceras, mas carecia de provas, por isso a reasignó a ajudante. Não tinha escritório, não levava casos ativos, e a única vez que veia a ação era quando ninguém


mais podia chegar a tempo. Apesar de tudo, ela estava decidida a servir. Assinalando que se a María do aço se apresentava, não abandonaria sua posto e correria em sentido contrário só para não voltar-se louca. Assim mantive a boca fechada e não disse nada. Guardaria seu segredo. Só duas pessoas além de mim sabiam que minha ascendência e Andrea era um delas. Se tivesse que escolher, a teria mantido à margem, mas ela o tinha descoberto por si mesmo. -Obrigado pelo aviso-. Andrea entregou um sobre manila. Agora me toca . me abri-lo levou um momento e logo tirei uma pilha de papéis na mão. Havia uma fotografia em cima de tudo. Mostrava a um homem alto, completamente erguido, de pé junto a um cavalo ruano, com uma mão em sua crina. Tinha um formoso rosto, muito masculino, uma altura medeia, com uma mandíbula forte e queixo com uma pequena covinha. Seu nariz era largo e reta, sua boca, seu cabelo comprido negro quase azul. Seu rosto era atrativo, honesto e forte, Inspirava a confiança de um menino e te convenceria para que o seguisse à batalha. As poucas vezes que o tinha visto, tinha uma expressão agradável, afável. Esse angulo o fazia aparecer acessível. Deve haver sentido a presença do fotógrafo e se voltou para ele para que a foto fosse tomada, já que a câmara o surpreendeu com seu másca ra de abaixo. Olhava diretamente à lente. Seus olhos, eram surpreendentemente azul ou negro debaixo das sobrancelhas retas, irradiava uma potente arrogância. Era um olhar que grunhia uma advertência. O resplendor de um depredador que tinha sido perturbado. Indignado, exigia saber quem se havia atravido e se via como se estivesse recordando sua cara, assim se por acaso o encontrava de novo, recordaria-o e o mataria. Sentei-me em minha cadeira. Os olhos azuis me olhavam. Hugh d'Ambray. Preceptor da Ordem do Cão de Ferro, chefe do guarda pessoal do Roland. Senhor da guerra dos exércitos do Roland. O melhor aluno de meu pai. O documento tinha uma cópia da Ordem classificada um campo de jogo com a arma de haste maça cruzadas sobre um escudo. Estes documentos estavam muito por cima da autorização do Andrea, por não falar da minha. Folheei o resto das folhas. Estavam cheios de dados da vida do Hugh. Um resumo condensado de tudo o que sabia a Ordem sobre o Senhor da Guerra do Roland. -Como o conseguiu? Andrea me deu um sorriso de suficiência. Se Ted descobria que tinha consultado a base de dados da Ordem para obter esta informação, acabaria com sua vida. -Não deveria ter feito isto por mim. cruzou-se de braços. -OH, obrigado, Andrea! É elmejor! O que faria eu sem ti? Sei o muito que trabalhaste para obter esta informação, vital para minha sobrevivência.


-Já está em lista de negra do Ted. Se se inteira disto… -Não o fará-, disse. –fui muito cuidadosa. Os adm inistradores dos jogos mantêm registros muito detalhados. O nome de cada patrão se registra. Eu estava fazendo meu relatório e me encontrei com o Hugh. O nome do Hugh aparece muito freqüentemente mencionado em minha informação de segurança avançada. As coisas têm sentido: os Rakshasas tinham que ter conseguido a espada do Roldán de algum lugar, e q uién melhor para dar-lhe que o Senhor da Guerra do Roland? Hugh. Somei dois e dois e comecei a escavar, tomei o caminho mais largo, pelo que me levou muito tempo conseguir isto. Sabia que fazia Hugh na areia antes de que aparecesse? Na areia de os Jogos de meia-noite apareceu ante mim. Hugh tinha a vista posta na luta final. -Sim. Sabia. -Rompeu uma espada inquebrável feita com o sangue do Roland. Hugh é o Senhor da Guerra do Roland. Não o vai deixar passar, Kate. -Dou-me conta disso-. Bebi meu chá. -Não tinha outra opção. -É obvio que sim. Poderia haver-se feito algo antes de que a briga começasse. Não tinha que tratar de te matar para romper a espada. -Não estava pensando em suicidarme-, grunhi. Andrea me saudou. -Detalhe. O ponto é que você te sacrificou para nos salvar. Para mim isso vale dobro. -Você estava no fosso por minha culpa. Pedi-te que viesse-. E sempre arrastaria a culpa por isso. Andrea negou com a cabeça. -Eu fui para que a Manada sobrevivesse, os Rakshasas tinham que ser sacrificados e sou boa matando. Não posso ser igual ao resto dos cambiaformas, e pode que alguns me desprezem mas sigo tendo dentes grandes e sou peluda. Eu fui pelo bem comum. Mas você não foi por sua pelagem, Kate. Foi porque queriam ajudar a seus amigos. É meu amiga e agora vou ajudar te. E seguirei ajudando-te. Não têm outra opção a respeito. Golpeei-a com a melhor versão de um olhar duro que podia dirigir. -Manten fora disto. Não necessito sua ajuda. Ela soltou um bufido. -Bom, má sorte. Não sempre se pode escolher o que seus amigos fazem por ti. Pu-me a tomar o chá e me esfreguei a cara. No Savannah, Voron se retorcia em sua tumba. O que ia fazer com ela?


Mata-a, disse a voz Voron do fundo de meu estúpido ria. Mata-a agora antes de que ela te exponha. Esmaguei esse pensamento e o fiz pedaços. Se eu fosse Hugh, estaria-me esperando uma oportunidade para te submeter e lhe te levar a algum lugar onde possa ser interrogada discretamente-, disse Andrea. -Não. Ele não o fará. Ele reunirá tanta informação como posso a respeito de mim e logo, quando estiver seguro de que sabe o que tenha me aproximará. O seqüestro não é seu estilo. -Como pode estar segura? Levantei-me, a voz do Voron não parava de me advertir a gritos, entrei no dormitório de convidados que Greg tinha convertido em uma biblioteca e uma sala de armazenamento, e tirei um velho álbum de fotos e um caderno com tampas de couro. Se podia convencê-la para que se mantivesse a distância, valeria a pena. -Eu posso estar segura, porque sei como pensa Hugh. Pus o álbum sobre a mesa, abri à página da direita, tomei uma faca, e separei a costura invisível entre das duas páginas. Dois hoj ás magras se deslizaram para a luz. Entreguei a primeira ao Andrea, uma foto. Ela a olhou. Suas sobrancelhas se uniram. -É do Hugh d'Ambray quando era adolescente? Assenti com a cabeça. Ela estudou a foto. -Bom, cresceu para converter-se em um filho de puta muito bonito. Quem é esse a seu lado? -Voron.

-Voron, o corvo? O ex-senhor da guerra do Roland?- Os olhos do Andrea se ampliado. - Pensei que ele tinha morrido. -Fez-o, com o tempo-. Olhei-a. -Ele me criou. Erami padrasto -Mierda!- Ela piscou ante mim. -Bom, isso explica todos os arquivos… Ela sacudiu a colherinha de forma selvagem, como se tratasse de sacudir coisas dela. Levantei as sobrancelhas. -Todo o que? -A esgrima. Deslizei-lhe a segunda foto. Nela, via-se o Voron com o braço ao redor de uma pequena mulher loira junto ao Greg e Ana, a ex-mulher de meu tutor. -Sua mãe?- Andrea assinalou à mulher loira.


Esta é a única foto que tenho dela. A encontr É entre as coisas do Greg depois de sua morte. Roland amava a minha mãe. A gente pensaria que depois de seis mil anos teria perdido toda capacidade de emoção humana, mas pelo que Voron me disse, Roland é tão volátil como o resto de nós. Ele se apaixonou por minha mãe. Queria fazê-la feliz, e ela queria ter um filho, assim apesar das monstruosidades que tinha engendrado antes, decidiu provar de novo. -O que tem contra os meninos?- Andrea cuidado pasóa ser a fotografia de minha mãe, à luz. -Todos saem a ele-. Minha risada gotejava amargura. -Teimosos e violentos. Imagina um montão de gente como eu, carregado de um poder inimaginável e com a vontade de usá-lo. O cara do Andrea empalideceu. -cedo ou tarde todos vamos à guerra contra ele-, disse-lhe. -E ele nos mata de uma vez que destrói o mundo. Algumas das piores guerras que este planeta viu foram iniciadas por minha família. Roland renunciou a sua origem. Causamos muitos problemas. Por isso, quando fez uma exceção no caso de minha mãe, trocou de opinião antes de que eu nascesse. Ela se deu conta de como soprava o vento e escapou com o Voron. Muito poucas pessoas sabem a respeito disto e nenhuma delas é tão parva para chamar a atenção do Roland abrindo a boca. Andrea olhou a minha mãe. -Ela era formosa. -Obrigado. -Crie que ela amava Voron? -Não sei. Não a lembrança. Às vezes eu gostaria de recordar alguns detalhes como um aroma, um som, algo, mas não tenho nada. Não a lembrança, não as lembrança juntas. Acredito que deve ter cuidado dele, porque os dois estiveram algum tempo juntos antes de que Roland os encontrasse, e tivessem que fugir, quando Voron falava dela, tudo nele trocava. Sua voz, seu rosto, o olhar de seus olhos. Era como uma pessoa diferente quando pensava nela. Ele não falava dela freqüentemente. -Não tem idéia de quão genial é- disse Andrea. -É como tomar o chá com o Wyatt Earp e escutar o que diz a respeito do Dodge City e o doutor. Este material é uma lenda. Não, nem sequer um pouco. -Minha mãe deixou que Roland a encontrar-se para que Voron pudesse ganhar tempo para escapar comigo. Não sei o que aconteceu meus pais, mas minha mãe ficou uma adaga entrar os olhos ante o Roland e ele a matou. Tinha assassinado à única pessoa que amava só para poder espremer meu pescoço. me matar era mais importante. Eventualmente Roland me encontraria. Isso não ia ser um momento para dar gritos de alegria. Ele me vai matar, Andrea. Ele vai arrasar toda a cidade só para poder pôr suas mãos em minha garganta e ver o fundido de luz em meus olhos. Ele vai destruir a todos meus amigos, vai eliminar a meus aliados, e vai matar a qualquer que se atreveu a mostrar um pingo de bondade comigo. Diabos, provavelmente sai o chão, para que nada volte a crescer aqui. Não estou brincando. Isto não é um exagero. Pode que seja material de lendas, mas a tese das lendas cobram vida em uma forma muito dolorosa.


Ela me deu sua própria versão de um olhar duro. A loira divertida desapareceu e em seu lugar havia um cavalheiro da Ordem: dura, perigosa, e controlada. -É por isso pelo que me necessita. Não pode fazê-lo sozinha. -ouviste alguma palavra do que hei dito? -Ouvi-o alto e claro. Não vais fazer trocar minhas decisões sobre ti, Kate. Que eu saiba, eu ainda controlo minha vida. Que me jodan. Levantei a mão. -Dou-me por vencida. -Bem-, disse. -Isto significa que podemos voltar para o do Hugh? Suspirei. -Está bem. te ate sua própria soga. -O que sabe dele?- Andrea atirou do arquivo da Hughhacia ela. Passou-me o álbum. -Tudo o que terá que saber até os últimos vinte anos. Foi encontrado pelo Voron Quando tinha seis anos. Roland viu potencial nele. Voron era um espadachim genial, de um entre um milhão, e um comandante decente, mas Roland queria um Senhor da guerra verdadeiro. Passei-lhe um pedaço de papel. -Meu pai ensinou a ravést de uma variedade de ensaios. Eu lutei no anel de gladiadores, sobrevivi no deserto, recebi treinamento em artes marciais. Fez o mesmo com o Hugo. Em certo modo, Hugh foi um ensaio para mim. Enchi minha taça. -Voron me treinou para ser um lobo solitário. Eu sou uma assassina auto-suficiente. Estou desenhado para cortar através das filas e matar a meu objetivo. esta Hugh preparado para liderar exércitos. Lutou em dúzias de regimentos em centenas de conflitos, em todo mundo. A magia do Roland o mantém jovem. Faz-o mais forte que um ser hu emano comum e mais difícil de matar. Hugh é o guerreiro definitivo. Ele é paciente, ardiloso e desumano. -Se está tratando de me assustar, não está funcionand ou-, disse Andrea. -Estou tratando de lhe explicar que classe de inimigo é Hugh. Hugh não se permite a si mesmo o que o envergonhem. Ele vai reunir tanta informação como posso, por isso quando revelar minha existência ao Roland, terá um muro de feitos que l ou respaldassem. Ele não se moverá até que tenha uma prova absoluta de meus ancestros. Suponho que por isso está agora mesmo fazendo círculos ao redor de mim, reconstruindo minha vida. Ele tem paciência e tempo. Não o posso comprar, intimidar, ou convencer para que me deixasse em paz. E não estou segura de ser o suficientemente forte para matá-lo. A cara do Andrea se voltou azeda. -Você não quer matá-lo. Se o fizer, Roland alagará a zona com sua gente, tratando de averiguar quem derrubou a seu chefe militar.


-Exatamente- Bebi-me meu chá morno. -Minha única opção era passar desapercebida e tratar de não chamar a atenção sobre mim mesma. Voron esteve morto durante mais de uma década. Não muita gente o recorda. Minha trajetória é medíocre, trabalhei muito duro para que siga sendo assim. Não devo ser vista como algo fora do comum. -Isso está bem, mas não foi o que aconteceu o da espada-, disse Andrea. -Sim-. Não era a espada rota. Não importa o que eu dissesse, não podia esquivar essa bala. Havia um preço para tudo. O preço para proteger a meus amigos era ser encontrada com vida e o pagaria. Nesse momento, eu estava segura de que ia correr o risco do descobrimento e não me pareceu grande coisa. -Se a mierda golpear o ventilador, sempre posso desaparecer- disse-lhe. -O que acontece Curran?-, perguntou Andrea. -O que acontece ele? -Mil e quinhentos cambiaformas em um maldito castelo fariam que qualquer pessoa o pensasse duas vezes antes de ir a por algo de Curran Vós são… -Não há um Curran e eu-. Me dizê-lo doía. Não havia saco de areia que pudesse aliviá-lo. Em lugar disso sorriu e nos serve outra taça de chá. Andrea revolveu com uma colher. -Passou algo? O contei tudo, inclusive o que aconteceu o Grêmio. quanto mais falava, pior cara punha. -Isso foi muito idiota de sua parte-, disse quando já tinha terminado. -Não lhe discuto isso. -Mas não tem sentido. Quando ele te resgatou dos Rakshasas, quase mata ao Doolittle porque ele não poderia te curar o suficientemente rápido. Acredito que em realidade poderia estar apaixonado por ti. Talvez foi o que o fez vir a sua casa para te buscar. -Não importa. -Se. Devem falar. -Já terminamos que falar. -Kate, não lhe leve a mal, mas não foste a mesma desde que isso ocorreu. Estas… Lancei-lhe meu olhar da advertência. Escorregou-lhe.


-…sombria. Realmente sombria. É quase doloroso. Não é brincadeira, não te ria, estamos mantendo um bate-papo profundo-. Andrea esfregou o bordo da taça de chá. -Teve amigos enquanto crescia? -Ouch-. Pinjente me esfregando o pescoço. -Isso é um cambi ou brusco na direção desta conversação. Acredito que tenho uma chicotada. Andrea se inclinou para frente. -Amigos, Kate. Teve algum? -Os amigos lhe fazem débil-, disse-lhe. -Assim, sou sua primeira verdadeira amizade? -poderia-se dizer que Jim é um amigo também, mas não é o mesmo. -E Curran é seu primeiro amor? Pus os olhos em branco. -Não sabe como lhe fazer frente-, disse Andrea em voz baixa. -Estive-o fazendo bem até agora. Está desti nado a desaparecer com o tempo. Andrea se mordeu o lábio. -Sabe que sou uma garota grande e posso cuidar de mim mesma, não necessito um homem para lutar minhas guerras por mim. E se eu não estivesse com o Rafael, eu ainda estaria totalmente bem e bem em meu trabalho, e feliz-. Ela tomou uma respiração profunda. -Com isto em mente… Um coração quebrado de verdade nunca se vai. Pode te recompor e funcionar, pode-se, mas não é o mesmo. Eu não podia arrastar este machuco para mim ao redor para o resto de minha vida. Mataria-me. -Obrigado pelo bate-papo. -Eu não terminei. A coisa é que as pessoas têm um notável potencial de causar dano, mas também têm um grande poder para te ajudar a sanar. Eu não entendi isto durante muito tempo. inclinou-se para diante. -Rafael é quente e carinhoso, e o sexo é genial, mas não é por isso que estou com ele. Quero dizer, essas coisas não fazem mal, mas isso não é o que me mantém aí Se tivesse que adivinhar, diria que era pela perseverança do Rafael. Rafael, era uma hiena, ou bouda como eles preferiam ser chamados, amava ao Andrea além da razão. Cortejou-a durante meses, algo sem precedentes para um bouda e se negou a ceder até que finalmente lhe permitiu entrar em sua vida. O fato de que ele erael filho da tia B, a alfa dos boudas, complicou as coisas, mas nem ao Rafael nem ao Andrea parecia lhes importar. Andrea sorriu. -Quando estou com ele, sinto-me cada vez melhor. É como se estivesse recolhendo os pedaços de mim e os pusesse de novo juntos, e eu não sei nem como o está fazendo. Nunca falamos disso. Nós não vamos a terapia. Ele me ama e isso é suficiente.


-Estou feliz por ti-, disse-lhe com sinceridade. -Obrigado. Sei que me dirá que vá a mierda, mas acredito que Curran te ama. Quer-te de verdade. E acredito que você o ama, Kate. Isso é estranho. P iensa nisso um momento, por que se não ia estar zangado por todo o assunto? Os dois podem ser idiotas de primeira ordem, assim não o joguem tudo pela amurada. Se for te afastar dele, ao menos conhece o panorama completo. -Tem razão. Vete a mierda. Não necessito isto-, disse-lhe. Andrea suspirou em voz baixa. -É obvio que não. -Mais chá? Ela assentiu com a cabeça. Servi-lhe outra taça e o bebeu tranqüilamente em minha cozinha. Mais tarde se foi Tomei um prato pequeno do mostrador, cravei-me o braço com a ponta de minha faca de lançamento, e deixei cair umas gotas de cor vermelha no prato. Meu sangue se encheu de magia. Percorria-a um pouco além da superfície. Empurrei-a. O sangue se moveu, obedecendo a minha chamada, cada vez se movia umas polegadas de comprimento, fazia agulhas, e a seguir se derrubava. As agulhas tinham durado segundo meio? Talvez menos. Ao final dos jogos da meia-noite, quando me estava morrendo em uma jaula de ouro, meu sangue se sentia como uma extensão de mim. Podia girá-la e lhe dar forma, pregando-a a minha vontade, consolidando-a uma e outra vez. Havia lutando para replicá-lo durante semanas e não tinha chegado a nenhuma parte. Tinha perdido o poder. O sangue era a maior arma do Roland. Não valorava a possibilidade de enfrentar Hugh d'Ambray sem ela. O caniche me olhou espectador. Atirei o sangue pelo deságüe, por isso me sentei no chão e ele ficou a meu lado e acariciei suas costas barbeada. Se fechava os olhos, podia recordar o aroma de Curran. Em minha cabeça, ele me agarrou e me deu a volta, me blindando como seu corpo que se estremecia sob o impacto dos fragmentos de cristal. Sentia-me terrivelmente sozinha. O caniche deveu intui-lo porque ele pôs sua cabeça em minha perna e me lambeu uma vez. Não serve de nada, mas mesmo assim estava agradecida. CAPÍTULO 9 UM RUÍDO DE MASTIGAÇÃO DESIGUAL INTERROMPEU meu seu eño. Meus olhos se


abriram de repente. Pedaços de lixo estavam pulverizados pelo tapete, junto ao cubo derrubado. No meio dela, o caniche metodicamente devorava meu lixo. Enquanto observava, tirei-lhe uma parte de exumação de batata, que levava sobre o focinho, mastigava como se tivesse o nirvana impresso em seu rosto, e necessitasse mais. Uma substância negra tingia suas patas e seu focinho. Tinha que ser a pintura. Julie se havia posto gótica fazia um par de meses. Quando não estava no internato, ela ficava comigo. Tinha escolhido a biblioteca como seu dormitório e lhe deixei pintar a de negro. O caniche se colocou em sua lata de pintura. -Está morto. Chomp, chomp, chomp. A onda de magia ainda estava de pé e meu apartamento estava gelado. Custou-me muito dormir com as calças do moletom tinha suado sob um a manta e não estava cômoda, mas esta manhã me tinha arrependido de minha decisão final. Os dedos de meus pés estavam tão congelados, era um milagre que não se desprendessem. Agarrei a manta, pu-me de pé em minha cama, e pus minha mão contra o ralo de ventilação. Nada. A caldeira do edifício estava agonizando. danificou-se duas vezes no último mês. Inc luso se todos os inquilinos juntavam nosso dinheiro, ainda não podíamos nos dar o luxo de substituir à maldita coisa. Sobre tudo tendo em conta que já tínhamos comprado carvão para o inverno. Isso me deixava com o plano B. Jogou uma olhada pela habitação até uma pequena estufa de lenha, meio coberta por pilhas de livros. Acender um fogo de lenha nestes momentos parecia impossivelmente difícil, assim com valentia deixei cair a manta e me pus em movimento tão rápido como pude. Uma vez vestida, coloquei a cabeça na geladeira. Ainda não havia decomposição. Esta investigação se estava levando toda noção de comportamento "normal" dos não-mortos por diante voando seus miolos com uma escopeta de canhões recortados. Aproximei-me do cão, reuni o lixo, isso se levou quase vinte minutos, e me pus ao telefone. Deu tom. Não tinha sentido, mas era como um presente. Chamei o cassino antes de que a linha Telefónica decidisse desaparecer. Em dez segundos Ghastek ficou ao telefone. -Sinceramente espero que haja notícias, Kate. foi uma larga noite e eu estava descansando. Este era provavelmente o mais estúpido que podia há ber feito, mas não tinha nem idéia da quem mais perguntar. -Está familiarizado com o ritual Dubal? Houve uma pequena pausa antes de que respondesse. -É obvio. Realizei-o em várias ocasiões. Entretanto, surpreende-me que você o cone zcas. Não me perguntou como sabia, mas tinha que estar morrendo de curiosidade. Ninguém, exceto a ex-mulher de meu tutor sabia que eu era capaz de pilotar aos não-mortos. O ritual Dubal requeria uma grande quantidade de poder e uma grande quantidade de conhecimento. Ghastek me viam como um valentão. A idéia de que eu fora capaz de fazê-lo nunca lhe cruzaria pela


mente e essa era a forma em que o prefira. -O que faria que o ritual ao fracassasse? -Descreve a forma em que falhou. -Em lugar da identidade ou localização do navegante anterior dos não-mortos, a pessoa que realizou o ritual se viu no sangue. Ghastek emitiu um comprido suspiro. -O ritual do Dubal levanta uma impressão da mente do piloto do cérebro dos não-mortos. O sangue emanando da cabeça não é fundamental para o ritual, de fato, qualquer superfície escura serviria. O fundo escuro, simplesmente faz que a imagem se destaque mais. Se miras fixamente durante uns se gundos em um abajur, e logo fechar os olhos ou olhar um objeto escuro, verá a silhueta cabeça de gado plandeciente do abajur. Este fenômeno se denomina post-imagem negativa. O mesmo princípio se aplica aqui, exceto a imagem se obtém a partir do rastro mental no cérebro dos não-mortos. Guardei esse fofoco para futuras ocasiões. –Estraguem-. -Há dois fatores que poderiam fazer que a pessoa que realizou o ritual se visse se mesma. Um, tinha passado muito tempo ou dois, o não-mortos não ia tripulado. Como de rápido se realizou o ritual? -dentro das duas horas da morte. -Hmmm. O lapso de tempo não deveria ser um problema. fui capaz de tirar uma imagem bastante decente seis horas depois da extinção dos não-mortos. Neste caso ficamos com a possibilidade número dois: que o nave gador era muito mais forte que quem faz o ritual. Se o navegador se deu conta de que o não-morto estava a ponto de ser quitado, ele ou ela poderiam atacar com um aumento mental. Referimos a isso como abrasador. Um cérebro chamuscado é difícil de ler. O levantamento da imagem se converte em uma questão de força bruta em lugar da habilidade. Há alguma possibilidade de que o navegador seja muito mais forte que o ritualista? -É pouco provável-. Tinha pouca habilidade, mas no departamento de poder puro e duro, poderia me sair da escala do Ghastek. -por que crie isso? -Eu sei quão poderoso é este profissional. -Assim é alguém que conhece pessoalmente? Fina capa de gelo. Proceder com cautela. –Sim. -Devo entender que estava em posse de uma cabeça de não-morto e que não me chamou para a identificação? -Sim-. OH, moço. Reinou o silêncio. -Há quatro pessoas em Atlanta, além de pessoal da Nação, capaz de levar a


cabo o ritual do Dubal. Tenho seus números diante de mim. Dos quatro Martina é a melhor, mas ela não me pode me igualar em nenhuma sutileza ou poder. por que usar a alguém que não eu seja? -Eu tinha minhas razões. -Estou esperando às escutar. -Prefiro as guardar para meu mesma. -Decepciona-me. Fiz uma careta. -por que deveria me incomodar? -Foi um líder vampiro? Isto não estava passando. -Não. Mais silencio. Finalmente, suspirou. -Ainda a tem? Se lhe levava a cabeça, levantaria meu rastro de sua mente. -decompôs-se. Ghastek suspirou de novo. -Kate, havia um exemplar único de não-mortos e me negaste a oportunidade de examiná-lo. Em seu lugar, o levaste a um clandestino, que é obviamente ignorantes dos princípios básicos nigrománticos, do contrário não estaríamos envoltos nesta chamada Telefónica. Confio em que não vás cometer o mesmo engano no futuro. Havia algo mais? -Não. Um sinal de desconexão soou em meus ouvidos. Olhei ao caniche. -Acredito que ferido seus sentimentos. Esta trabalho se estava complicando a toda pressa. Por um lado, a María do Aço atacou aos cambiaformas. Por outro lado, os magos não-mortos fizeram um andaime com o Cassino e alagaram o Grêmio. Não pareciam conectados, à exceção de que tanto a María de aço e os não-mortos atacaram o grêmio. Talvez Roland tinha aberto a vedação para a Manada e nos ia chegar uma avalanche de caçadores de recompensas que pensavam que podiam fazer seu agosto com os cambiaformas. Mas então o ataque contra o Cassino não tinha sentido. Soou o telefone. Recolhi-o. -Kate Daniels. -Sou eu-, disse Curran. Pendurei o telefone.


O telefone soou de novo. Desligado-o da parede. Falar com Curran era muito para mim neste momento.

QUANDO CHEGUEI Ao ESCRITÓRIO, A MAIORIA do café yase tinha terminado e o que ficava era uma mescla de xarope espesso que cheirava e sabia a tóxico como o veneno. Agarrei uma taça de todos os modos. Também roubei um donut amarelo pequeno da caixa de donuts do Duncan na sala de recreio e alimentei ao caniche em meu escritório. Fez um grande espetáculo com ele. Em primeiro lugar, grunhiu-lhe à rosquinha, só para mostrar quem era o chefe. Logo o empurrou com o focinho. Logo o lambeu, até que finalmente o enganchou na boca e o mordeu com grande prazer, deixando miolos por tudo o tapete. lhe ver comer me fez sentir um pouco melhor, mas por muito pouco.

Mauro entrou em meu escritório, com uma caixa grande de papel pego com cinta adesiva. O caniche grunhiu e ensinou os dentes. Mauro sorriu. -É um bom perrito. Tão feroz. -Ele tem uma paixão louca pelo lixo. -É provável que vivesse dela durante um tempo. Sabe seu nome?- Mauro deixou a caixa sobre a mesa. -Não. -Deve lhe pôr o nome do Beau. Beauregard. parece-se com o Beau. De todos os modos, isto lhe mandam isso do Savannah -Obrigado. foi e registrei o manifesto de embarque. Prova relacionada com a María do Savannah numero sete, também conhecido como A María do aço, também conhecido como o menino na capa. OH surpresa. Estirei a mão para levantar a pilha de papelada e meus dedos roçaram algo sólido. Hmm. Tirei-me para a luz. Uma caixa de chumbo, seis polegadas de comprimento, de quatro polegadas de largura e três polegadas de fundo. No comércio da magia, a gente freqüentemente se refere a isto como ouro negro. O ouro, ao ser um metal nobre, era inerte. Não se oxida, nem se empanar, nem corroía ou deslucía, e a maioria dos ácidos não tinham nenhum efeito sobre ele. Por arte d e magia, o chumbo imitava ao ouro. Resistia encantamentos, ignorava os amparos, e absorvia as emissões da maioria de magia, sem sofrer nenhuma conseqüência.


Uma caixa de provas tinha que conter um pouco de chumbo. O pequeno adesivo na esquina declarava, o Anexo A, María # 14, 9 de outubro. Procurei na documentação. 5 de outubro, 8 de outubro…. 9 de outubro. Aqui estava. Encarapitada à esquina de meu escritório examinei o relatório. A María do aço tinha aparecido fazia um mês na planta baixa do Barbwire, um buraco de álcool no extremo sul do Sabannah. O proprietário do Barbwire, Bárbara "Bar b" Howell, informou sobre um tipo de dois metros dez de altura, um homem peludo que entrou através da porta, levando nada mais que um manto feito farrapos e o que descreveu como de pele bermuda. Barb procedeu a comunicar sua negativa a servir ao intruso lhe ensinando um Remington 870 ao homem, lhe dizendo "Sem camisa, nem sapatos, não há serviço". Já eu gostava de Barb. O homem riu. Neste ponto, o gorila chefe decidiu envolver-se. O homem pôs a cabeça do porteiro através da barra de madeira, o que indicou ao Barb que devia utilizar sua escopeta. Infelizmente, a onda de magia tinha golpeado e a escopeta falhou. O homem lhe confiscou a arma e golpeou ao Barb na cabeça com ela. Sua lembrança dos acontecimentos seguintes parecia comprensiblemente turvo. Um dos clientes habituais, um tal Ori Cohen, de vinte e um anos, levantou-se de sua cadeira e se levantou, seu medalhão para o homem peludo. Segundo Barb, o homem “grunhiu como um cão" e se apartou. Ele continuou retirando-se e o pensamento do Barb foi que “Ori o tinha contido”. Infelizmente, uma pessoa alta com um manto entrou no bar pela porta traseira e deu uma machadada ao Ori no pescoço. O homem peludo procedeu a demolir o lugar, enquanto que o segundo intruso observava. As descrições eram vagas no melhor dos casos. De acordo com o Clint, Barb "o segundo estava ao mando”, o primeiro homem era um “filho de puta gigante, peludo, com olhos brilhantes… com veias nos braços do tamanho dos cabos elétricos”. Não é exatamente uma descrição da qualidade. Olá, eu gostaria de uma ordem de captura em um filho de puta peludo gigante… O segundo homem foi descrito como alto. Ninguém viu sua cara. devido à altura incomum e o estado próximo à nudez do intruso, o incidente foi classificado como um possível avistamiento da María do aço. A María de aço tinha golpeado no Savannah a noite anterior, e o Biohazard do Savannah preferida pecar de precaução. O relatório vinha equipado com várias fotografias. Eu as estendeu sobre a mesa. Ori, um homem magro, ligeiro, parecia um novelo em meio de um chão cheio de lixo. A segunda foto mostrava o corpo da parte posterior. Frente a Ori, à direita na câmara, a bochecha apoiada em um atoleiro de sangue coagulado. Olhava-me com os olhos leitosos dos mortos. Sua cara estava bem barbeada e era surpreendentemente jovem. Realmente solo era um menino. Um menino que viu um valentão, enfrentou-se a ele, e foi esmagado. Os bons não sempre ganham.


A terceira foto mostrava a caixa de ferramentas do Ori, bem ocultas sob a barra. De algum jeito sobreviveu à destruição. dentro da caixa estava cinzéis e paletas de tijolos, empilhados, poda e organizada. Uma caixa de vime atada com um laço rosa se assentava na parte superior das ferramentas. Primeiro plano da caixa. Morangos banhados de chocolate. Os pedreiros ganhavam um bom dinheiro, mas logo que tinha idade suficiente para ser um oficial. O chocolate era caro e os morangos estavam fora de temporada. Devia ter economizado durante semanas para comprar. Era provável que planejasse dar-lhe a alguém especial. Em seu lugar, terminou em um chão sujo, descartado como um pedaço de lixo. -Temos que encontrar a este filho de puta-, disse-lhe ao caniche. -O vamos encontrar e então vou fazer lhe danifico. Passei através da pilha de fotos. Um primeiro plano da mão do Ori. Uma cadeia de prata rota ao redor da ferida com os dedos mortos. Devia haver algo que lhe pendurasse. Um amuleto, um ídolo, talvez um encantamento de algum tipo… Algo que fez retroceder à a María. Passei através do relatório da entrevista da Bárbara. Que reflete o resumo do relatório até que cheguei aos -Sem camisa, sem sapatos, não há serviço. Barbara Howell disse que o homem peludo pôs-se a rir como uma mulher. O telefone me gritou. Recolhi-o. -Kate Daniels. -Já terminei com este jogo-, espetou Curran. Apertei o botão de desconexão e pressionei a extensão do Maxine. -Maxine, se voltar a chamar, por favor, não me passe isso. -Querida, era o Senhor das Bestas. -Sim, sei. Por favor, filtra suas chamadas. -Muito bem. Olhei para trás no papel. O homem peludo se e chó a rir como uma mulher. Ao igual ao mago não-morto. por que demônios me tinha chamado Curran de todos os modos? Agarrei o telefone e marquei o número do Christy. Christy era minha vizinha mais próxima, que vivia a só uns minutos pelo caminho de minha casa perto do Savannah. Ela respondeu à primeira. -Hey, sou Kate. Como está? -Bem, bem. O que acontece? ia lamentar o mais tarde. -Necessito um favor. Correio dría ir a minha casa e ver se houver uma


nota em algum lugar de minha porta? Tinha passado um mês. A menos que se incrustou na porta de tecido metálico, embora a nota tivesse estado ali, que seria coisa do passado. -É obvio. Já te chamarei de novo em uns minutos. Ao número do trabalho, verdade? -Não, melhor a casa. Obrigado. Pendurei o telefone. Inclusive se havia uma nota, não trocaria nada. Nada absolutamente. Se o homem grande e peludo que atacou o bar da Bárbara riu como uma mulher, e se o segundo intruso era a María do aço, significava que estavam bateando para a mesma equipe. Era uma nova facção tratando de fazer um território em Atlanta? Argh. quanto mais profundamente escavava, mais confusa me sentia. Voltei para as fotos das provas. Uma imagem panorá balance da barra. O interior do Barbwire tinha sido demolido. Tudo o que se podia romper tinha sido quebrado. Cadeiras estilhaçadas. Pranchas partidas. Cristais quebrados. Buracos nas paredes. Um naufrágio caótico retorcido que poderia ter sido uma mesa de bilhar em algum momento. A defini ción de "fúria" no dicionário tinha esta imagem debaixo. Uma das fotos capturava um amuleto, fotografado sob os escombros de madeira. Duas polegadas de comprimento, o amuleto se assemelhava a um deslocamento de prata oco com uma parte de papel que aparece por um lado. Era um amuleto comum: o livro contém uma folha de papel ou pergaminho com um feitiço de amparo. A lenda sob a foto diz: VER ANEXO A. Abri a caixa de chumbo. No interior, em uma pequena bolsa de plástico, esperou uma parte de pergaminho. tratava-se de duas polegadas de largura e perto de quatro polegadas, com farrapos bordos amarelos que se enrugaram e quebrado muitas vezes. Brandamente se derrubou. Em branco. Só uma vez, só por uma vez me tivesse gostado que uma evidência não me hiciere passar por um calvário. A anotação indicava que o pergaminho tinha sido achado no interior do amuleto e estava em branco. Yupi. De acordo com o seguimento, Ori vivia sozinho. Uma das carpinteras que tinham trabalhado com o Ori disse que tinha medo de adoecer e levava o amuleto como amparo contra a enfermidade. Ela não sabia que classe de magia fazia, ou como a tinha obtido. Procurei até que descobri o relatório do laboratório. Não o teria levado o vento, tinha cinco centímetros de espessura. Comecei com a primeira prova. Todas as evidências tinham que ser rotineiramente m-escaneadas. O m-escan recolhia restos de resíduos mágicos e os registrava como cores: azu l para tons humanos, vários de vermelho e


púrpura para não-mortos, verde para a maioria de l vos cambiaformas. O m-scan de meu pergaminho estava em branco. Encantador. O seguinte ponto estava titulado "Franco prova de emissões (FET)." Não tinha nem a menor ideia do que significava. Tirei um volume de referência do procedimento do laboratório mágico fora da plataforma. Ao parecer, FET consistia em colocar o objeto de interesse em uma folha branca de papel, expô-lo a intensos canticos ou a um elemento emissor de alta resistência mágica, e logo explorá-lo. Se o objeto de prova não tinha encantamento, saturaria-se com a magia, embora só seja por uns momentos, o suficiente para ser recolhidos por m-scan. A cópia da post-FET do m-scan mostrava um pedaço de papel de cor azul pálido CO n um bonito espaço em branco igual ao tamanho do pergaminho no centro. O pergaminho tinha um encantamento. Sem dúvida, uma das provas o demonstrava. Trinta minutos mais tarde tinha aprendido muita s coisas inúteis a respeito do que o aborrecido departamento de polícia do Savannah fazia por diversão. Suas conclusões depois de dezessete provas no pergaminho subiam a: que está em branco, foi mágico, não sabiam o que era, e não podiam lê-lo. Algo bom tinha que haver no pergaminho, algo que tinha feito que Ori se jogasse sua vida com ele. Agarrei a bolsa de provas e a elevei até a janela, deixando que a luz brilhasse através dele. Nada a não ser o grão próprio do pergaminho. Uma porta à esquerda se fechou, seguida pelos passos pesados ecoando no corredor. O cavalheiro protetor entrou em meu escritório, meu caniche grunhiu, ele se sentou na cadeira do cliente. A madeira e o metal se queixaram ao aceitar seu peso. Ted me cravou um olhar plaina. -O que tem? CAPÍTULO 10 -NÃO TEM MUITO-, DISSE Ted depois de lhe haver exposto meu caso. -tive o caso só trinta e seis horas. -Trinta e oito-.Ted se inclinou para diante e me olhou com seus olhos de chumbo. Ted tinha afeição pela roupa do oeste. Hoje levava calças jeans, botas de pele de vaca, e uma camisa de cor turquesa com emplastros negro sobre os ombros, cada um bordado com a estrela branca do Texas. Ted Moynohan, era como ter a um cuatrero no baile. O problema era que ao cavalheiro protetor lhe sobravam vinte quilogramas para que o conjunto ficasse bem. Não era exatamente graxa, mas começava em seu peito e chegava até suas tripas, Ted tinha a constituição de um boxeador de peso pesado envelhecido. Ele não encaixava em nenhuma escala de diversão mas se lhe fechava a porta nos narizes a derrubaria de um golpe. Apesar da roupa, estar no extremo receptor desse olhar era como olhar dentro do canhão de um quarenta e cinco. Perguntei-me o que faria se eu gritava e me deprimia.


Falava em voz baixa, quase preguiçoso. -Qual é a diretiva principal da Ordem? Garantir a sobrevivência da raça humana. Ele assentiu com a cabeça. -Nós mantemos a ordem. Forçamos aos monstros a coexistir. Nós asseguramos a paz. A cidade funcionava quarenta e oito horas. Enquanto estamos aqui sentados, a Nação está paranóica porque alguém tem melhores não-mortos que eles e vão detrás de sua parte do bolo. Os cambiaformas est án considerando sua própria mortalidade e em sua imaginação seus meninos morrem em epidemias. Os mercenários do Grêmio brigam porque sua cabeça foi atalho. Biohazard quer declarar uma quarentena em toda a cidade e a polícia está interrogando a todas as pessoas sem lar CO n uma capa suja. A cidade se dirige ao inferno em uma cesta. Sabe o que passa quando os monstros, ladrões, policiais têm medo? Conhecia a resposta. -Deixam de jogar limpo. -Temos que restabelecer a ordem. Temos que cozinhar a fogo lento para que Atlanta não se transborde pelo pânico e o caos. Se eu tivesse cAB alleros mulheres mais competentes, com mas e melhor experiência e um histórico mais largo, tira-te estuário este caso e o daria a ela. O que era Andrea, fígado picado? -Obrigado pelo voto de confiança. -A atribuição disto a um homem está fora da questão. Tenho que confiar em alguém que abandonou a Academia por um problema de disciplina e uma boca muito grande. Eu queria saltar sobre a mesa e lhe chutar a boca. -Meu coração sangra de simpatia. Ted não me fez conta. -Tem todo o poder de Atlanta te respaldando. Arrumar esta confusão. O que necessita para que isso ocorra? O impulso de me tirar vão e ficar a na mão era muito forte, tive que lutar para não tocar a corda ao redor do pescoço. Aí estava. Tentando escorrer o vulto da responsabilidade de uma possível pandemia sobre mim, me carregando a cabeça de gado ponsabilidad de pessoas que podiam morrer, e ele se sentaria e me diria onde me tinha ficado curta. Faz um ano eu poderia havê-lo deixado. A memória do corpo enrugado do Ori passou ante mim. Mas agora não. Esmaguei meu orgulho em uma bola, sentou-se sobre ele, e arrebatou o caso de chumbo da caixa de provas. -Este é o pergaminho que o deteve antes. Preciso saber o que estava escrito nele. Preciso saber o que lhe dói e o que é. -necessita-se um perito. Assenti com a cabeça. –Necessitamos ao Saiman. -O poliforme. nega-se a trabalhar com a Ordem. -É o melhor…-, narcisista perverso, pervertido sex ual, ambiciosos hedonista, -perito na cidade. Não temos tempo para importar a ninguém e a polícia do Savannah esgotou todas as


possibilidades de prova padrão. Tendo em cuent ao incentivo financeiro adequado, estou seguro do Saiman trabalharia comigo. Está segura? -Muito segura-.Ele queria entrar em minhas calças e me tinha estado lançando flores a distância. Estaria muito contente se o chamar. -Mas não será bar ato. Ted escreveu algo e o pôs diante de mim: $ 100.000. Era uma soma exorbitante, inclusive para o Saiman. -Este é seu limite. Chama-o. Agora. Ele não mostrou signos de movimento da cadeira, porlo que estava muito claro: ele não me acreditava. Agarrei o telefone. Saiman respondeu à segunda. -Kate-, uma voz masculina conhecida soprou no receptor. -Pensei que me tinha esquecido. Ugh. -Não, só te evitava-. Pu-lo em mãos livres. -É tão contundente como sempre. Está chamando pelo que saiu do interior de Rede Salomón e tratou de infectar o fornecimento de água da cidade? -Sim-. Isso era de esperar. Saiman negociados com a informação, pagava bem por ela, e os mercenários sempre tinham pouco dinheiro. Sua voz poderia ter derretido a manteiga. -requer-se minha experiência? -A Ordem requer de sua experiência. -OH, mas não vou trabalhar para a Ordem-. Riu. -São muito legitimistas para meu gosto. -Minhas desculpas por te incomodar, então. Pensei que poderia estar interessado. Estava equivocada. -Mas vou trabalhar para ti. A minha maneira. Aqui vamos. -De fato, eu estaria contente de trabalhar contigo. Sua chamada não podia ter chegado em melhor momento. Sua voz soava feliz por toda parte. Isto me sairia caro. -vamos simplificar as coisas-, declarou Saiman. -Para facilitar a contabilidade, a tua e a minha, vou exigir uma tarifa plaina de cinqüenta mil dólares por meus serviços. -Essa é uma cifra bastante grande.


-Sou um consultor bastante caro. -Trinta mil. -OH, por favor, Kate, não regateie. Ted Moynohan provavelmente autorizou o dobro desta quantidade. Sei porque ele me chamou esta manhã e meofreció cinqüenta mil como consultor do caso. Eu me neguei, é obvio, já que me desgosta pessoalmente e encontro à Ordem "fanáticamente restritiva". A cara do Ted era granito puro. Tinha-o feito a minhas costas. Minha memória se desviou ao Mauro, me dando a caixa de provas. por que a tinha Mauro? Todos os vultos chegavam à mesa do Maxine e ele nenhuma só vez me tinha dado isso. A menos que pacote estivesse no escritório do Ted, e Ted lhe houvesse dito que o fizesse. Ted tinha revisado minhas provas e logo se sentou ali com uma cara séria para voltar a escutar minhas conclusões. -Kate?- disse a voz do Saiman. Tomei minha taça e agitei o café com uma colher. Habíaleído em algum sítio que fazendo pequenos movimentos repetitivos, como agitação ou ganchos de ferro ajudou a reduzir o estresse e tinha que reduzir meu estresse ou entraria em erupção e destruiria ao Ted Moynohan como uma tonelada de tijolos. - Estou pensando. -notaste que seu criminoso não se dirige às mulheres? Ou possuem uma imunidade natural a seu poder ou é que simplesmente não sentem que sejam uma ameaça. -Dei-me conta. -Então deve te dar conta de que as opções do Moynohan consistem no Nash e em ti. Moynohan despreza ao Nash, não estou seguro por que, mas com o tempo se dará conta de que é a única solução viável. De fato, eu não estaria surpreso se ele estivesse sentado em seu escritório agora mesmo escutando a conversação sólopara que possa estar seguro de que te asseguraste que minha cooperação. Suas costas está contra a parede, Kate. Baixo estas circunstâncias, uma cota de cinqüenta mil é um presente. Aceitá-lo com graça. A colher se dobrou sob a pressão de meus dedos. Tirei-a e comecei a dobrá-la com as duas mãos, de ida e volta, de ida e volta. -Muito bem-, disse-lhe. -Te pagará a soma de cincu enta mil dólares quando tivermos provas concludentes de que a María morreu ou foi capturada. -Ou saiu que sua jurisdição. Não valoro a possibilidade de persegui-la por todo o país Dobrei a colher um pouco mais. -De acordo. Qual é o preço real, Saiman?


-Vais acompanhar a um evento, Kate. Será uma função pública, usasse um vestido de noite, e te exibirá de meu braço. Pensa uma data. A colher se quebrou em minhas mãos. Atirei-a ao cesto de papéis. -A última vez que o tentamos, terminei banhada em sangue demoníaco. -Asseguro-te que será completamente seguro. De fato , a função em questão se leva a cabo em um dos lugares mais seguros em Atlanta. Não é minha segurança que me preocupa. É sua companhia. Parece muito alegre ante a perspectiva de me exibir. Há um motivo oculto? -Sempre há um motivo oculto-, assegurou-me Saiman. -Mas além disso, acredito que sua presença é encantadora. Eu encontrava sua presença irritante. Deu um suspiro exagerado. -Não vou obrigar te a uma relação sexual. Quero te seduzir. O que requer muita mais habilidade. Temo-me que quero um a resposta. Sim ou não? -Se-. Saboreei a palavra babosamente, como se tivesse mordido uma laranja podre. -Diz-o com tanto desgosto que me considero afortunado de estar fora de sua fila de ataque neste momento. Temos um acordo? -Temo-lo. -Maravilhoso. Recolherei-te amanhã às 21:00 vou enviar o traje a sua casa. Estará ali às oito da noite com um par de sapatos a jogo. Necessita algo mais? Objetos íntimos…? Acompanhar aos desviados sexuais a festas não estava em minha agenda no futuro próximo. –Avisaste-me com pouco tempo. Estou um pouco ocupada com a perseguição de uma maníaca que trata de destruir a cidade. Pode isto ser adiado? -É obvio que não. Tem que ser amanhã de noite ou não há trato. Que demônios era tão importante? -Está bem, mas usarei minha própria roupa-. Ou seja com que conjunto louco quereria me vestir. -Asseguro-te que o vestido que escolhi é delicioso. Talvez você deveria levá-lo em meu lugar. Estou seg ura de que sérias a reina da festa. Saiman suspirou. -Questiona meu gosto? -A última vez me vestiu como uma princesa vietna coloque. Usarei meu próprio vestido.


-Levar o vestido adequado é imensamente importante para mim. Estou tomando um risco enorme -Meu coração sangra por ti. Se quisesse que me ponha esse vestido, deveria havê-lo talher em nosso acordo. -Proponho uma mudança-.A voz do Saiman era suave como o chocolate derretido. -Responde a minha pergunta, e vou deixar o assunto do vestido. -Dispara. -Como me reconhecem sempre sem importar a forma que tenha? -Os olhos-, disse-lhe. –Sempre à mesmo olhar. ficou em silencio durante um comprido minuto. -Já vejo. Muito bem. Eu deveria estar livre em umas três horas. Eu gostaria de começar minha avaliação com a cena da aparição da María de aço. vou requerer a presença da menos cinco testemunhas. -Arrumarei-o-, disse-lhe. -Verei-te no Grêmio em três horas. -vou trocar minha cara nestes momentos. Adeus-. Conseguiu infundir tantas insinuações em suas palavras que necessitaria um trapo para limpar o telefone. Pendurei o telefone e dirigi ao Ted. –Passou as evidências por cima de mim. Ele fez a sua melhor imitação de uma estátua deal Ilha de Páscoa -Não confia em mim. O caniche grunhiu, matizando minhas palavras. Olhou-me yse deitou. Ted se tornou para trás. -Eu não confiei em ti, nenhuma puta vez. Não aprende rápido e não tenho tempo para lhe ensinar, por isso te põe ao limite. A irritação constante em meu interior estalou em cóleraen toda regra. Tinha trabalhado duro. Tirei meu próprio peso. Tinha-me ganho certa confiança de mierda. -Não posso trabalhar se você estiver sempre sobre meu ombro. -Esse é seu problema, Daniels. Tem ego. Cada dia que entra neste escritório, como se te pertencesse. Como se lhe tivesse ganho isso. A verdade é que não poderia percorrer a distância na Academia. Não tem a educação e a disciplina necessária para o trabalho. Não é um cavalheiro e nunca o será. Até tem que me demonstrar que serve s para algo. -Eu o provei. -Lutou nos Jogos da meia-noite e te levou ao Nash.


Olhei-o fixamente. -Os dois de verdade crie que poderia brigar em frente de centenas de testemunhas e não me impor? -Era necessário. Ted se levantou. Baixou a voz. -O mundo está cheio de monstros. São mais fortes que nós. Têm melhor magia. A única razão pela que os seres humanos, permanecem na parte superior se deve a nossos números e porque os mo nstruos nos temem. Essa é a ordem das coisas. Essa é a forma em que sempre foi e é a forma em que deve permanecer. Sabe o que eram os Jogos da meia-noite em realidade? Uma forma dos monstros para que os seres humanos sejam suas presas. Seguem vendo morrer na areia, e muito em breve vão ter uma idéia de que servimos de alimento e são fáceis de desmontar. vão deixar de nos temer e lançar este mundo ao caos. E entrou no anel e lutou no bando dos monstros. Seu traiu tudo o que a Ordem representa. Que lhe jodan! -Eu lutei no lado dos cambiaformas. -Os cambiaformas são latas de dinamite, preparado para converter-se em lupos em qualquer momento. Eles não são humano. É conveniente para nós que criam que são humano, no momento, mas ao final, não há lugar para eles em nossa sociedade. Eles devem manter-se separados. O mundo caiu na claridade cristalina. Eu estava a um cabelo de distância de desenvainar minha espada e lhe esculpir uma nova boca através da garganta ao Ted. -Assim que os mandaria ao exílio. Seriam reservas ou campos de trabalho? -Eu lhes tiraria da foto por completo. São uma ameaça para nós. Podem-nos matar e nos infectar. Para sobreviver, temos que manter nosso domínio. Ele exterminaria aos cambiaformas. Mataria a grande quantidade deles. Podia vê-lo em seus olhos. Ted se endireitou. -Dei-te a oportunidade de dar significado a sua vida. Crie que tem isto porque é boa? Não. Dava-lhe isso, porque eu respeitava Greg Feldman. Foi um dos melhores, e para honrar sua memória, assegurei-me de que não prejudique a seu nome. E cada vez que o esqueça, e esqueça nossa missão, e comece a pensar que somos mierda quente e seu é melhor, vêem ver-me e ficarei reta. deu-se a volta. Exalei fúria lentamente. -Ted? deteve-se, me dando suas largas costas. -Quando leva a um cão com uma correia curta, está o suficientemente perto para te morder. Ten em mente.


Saiu. Fiz um trompo para a janela, tratando de conter as vontades de romper algo. Nos Jogos da meia-noite, de volta à areia com o Hugh, ele me perguntou por que recebia ordens da gente mais fraco que eu. Nesse então tinha uma resposta. Me tinha esquecido e agora estava lutando com minha memória tratando de encontrá-la, porque a necessitava. Tinha que matar à a María do aço. Era algo pessoal, e o terminaria. Mas poderia segui-la por minha conta, sem ajuda da Ordem. Tinha ao Saiman para analisar meu pergaminho e então eu poderia deixar a Ordem. sentia-se bem. Se ia, o caso iria ao Andrea. Ted não tinha a ninguém mais. Se a María lançava sua magia, uma metade do Andrea poderia assustar-se e sair correndo. No melhor dos casos, a cidade se queimaria em uma epidemia, e os expostos seriam arrasador pela Ordem. No pior dos casos, influiria nos cambiaformas, que se voltariam lupos e seriam caçadores e assassinos. Minha mente pintou o quadro sangrento do corpo de besta do Andrea acribillado a balaços, com a polícia sobre ela “Ela se tornou um lupo. Nunca tinha visto nada igual. Tivemos que abatê-la. Não. Era meu problema. Dirigiria minha própria mierda. Soou o telefone. Provavelmente foi Christy. Recolhi-o. -Kate Daniels. -Estou no cárcere do condado do Milton-, disse An drea. -Vêem me buscar. CAPÍTULO 11 UM PAR DE HORAS DEPOIS ENTREI NO ESCRITÓRIO BEAU Clayton, com um pacote comprido envolto em panos. Beau me sorriu desde detrás de seu escritório. Em 1066, os antigos saxões se uniram aos noruegueses antigos em uma sangrenta batalha no Stamford Bridge. A lenda diz que os saxões surpreenderam a seus inimigos, e quando os noruegueses trataram de fugir, um de seus guerreiros, um homem gigante, subiu à ponte e se manteve ali, matando a mais de quarenta os saxões, até que alguém foi inteligente e o apunhalou com uma lança de abaixo, através dos tablones da ponte. Quanto ao Beau, poderia imaginá-lo nessa ponte blandiendo uma tocha gigante ao redor. Corpulento, de um metro noventa, com uns ombros que tinham problemas para passar através das portas, o delegado do Milton tinha a cara de um interruptor de osso. sentou-se detrás de um escritório com cicatrizes organizado a l milímetro. O único ponto desconjurado era uma lata grande. A etiqueta da lata, dizia, AMENDOINS COZIDO EM CONSERVA Sentei-me em uma cadeira diante de seu escritório e me pus o pacote no regaço. -Amendoins fervidos em conserva. Isso te mantém em forma? -Com um nome como Beau, um homem tem que tomar cuidado-, disse. -Alguém me poderia confundir com um dos meninos do norte. Os amendoins ajudam a evitar maus entendidos.


Passou-me a lata. Joguei uma olhada. Casquilhos. -Cada vez que me disparam, a gente cai na lata-, disse Beau. -superaste a metade do caminho. -A última vez que nos vimos, disse-te que algum dia necessitaria um favor de mim-. Estendeu seus enormes braços. -E aqui estamos. Tínhamos trabalhado no mesmo caso antes, de um lado a Ordem e de outro lado o xerife. Ele me pediu que lhe fizesse um favor, com o argumento de que um dia ia necessitar um dele, e estive de acordo. Nunca se sabe em cuja porta pode que tenha que tocar a seguir. -O que fez Andrea? Abriu uma pasta de manila e lhe jogou uma olhada. -ouviste falar da Missão Paraíso? -Não. -É um hotel de primeira classe. Construído como uma missão espanhola, com o pátio central. O teto é de cristal para manter uma temperatura agradável e constante. -Como um estufa. -Basicamente. O pátio é um lugar formoso. Flores por toda parte, uma piscina, banheiras de hidromasaje. O destino favorito para os casais ricos da cidade. Estive ali com a Erica uma vez. Costa um olho da cara, mas vale a pena. Tinha que estar na lista de espera de quatro meses antes de que nos admitissem. Beau não tinha pressa. lhe gritando só o faria mais l ento, assim assenti com a cabeça. -Por isso entendo, sua garota se estava ficando no lugar com seu casal. Tenho-o na cela contigüa à sua. Agora, bonita, mas ele é, provavelmente, o homem mas bonito que vi nunca. Raphael. Ele devia ter planejado uma grande noite romântica. Provavelmente tinha reservado uma reserva de uma semana no hotel. -Ao parecer, ambos estavam na piscina climatizada. -Os banhos quentes não dão mais que problemas-, disse-lhe. -OH, não sei-. Beau se encolheu de ombros. -Com uma cerveja e boa companhia, não são maus. Relaxante. Calmante, inclusive. Neste caso, entretanto, não puderam levar a cabo a relaxação desejada. A senhorita Nash se levantou para ir ao banho e obter algumas bebidas. Quando a retornou, encontrou-se com uma moça falando com seu casal-. Seus olhos brilharam um pouco. Fingia comprovar seu relatório. -Ao parecer, a mulher estava vestida com pouca roupa.


Ele devia ter esperado anos para pôr isso em nu relatório. -Adiante. -De acordo com o pessoal do hotel, o pobre homem tratou de dissuadir à mulher fatal o melhor que pôde, mas ou esta se pôs realmente intensa ou realmente esperava que ele a levasse a dar um passeio. Ao havê-la visto, eu diria que ambas as coisas. Suspirei. Sabia do que ia isto. -Quando a senhorita Nash se aproximou, O menino informou à mulher com pouca roupa que a senhorita Nash e ele estavam juntos. Ele diz que a mulher aprecio à senhorita Nash como “nona" Joguei minha cabeça para baixo e a fiz se chocar com a mesa um par de vezes. As duas larvas peludas que Beau utilizava como sobrancelhas se deslizaram para cima. -Necessita um minuto? -Não, estarei bem. Continuemos. -Parece que a jovem fez alguma sugestão delicada de um trio. Ninguém está muito seguro do que passou depois, mas todo mundo está de acordo em que foi malditamente rápido. Quando cheguei ali, a senhorita Nash estava na piscina de água quente com um pequeno biquíni, apontando com o canhão de uma SIG-Sauer P-226 a seu menino e aos lhes afetar membros do pessoal do hotel, enquanto que inundava a cabeça da mulher com pouca roupa no bordo da água e perguntava, -Quem está mergulhando em busca d e almejas agora, puta? A dor deveu haver-se refletido em minha cara, porque Beau abriu a gaveta do escritório e entregou um pequeno frasco de aspirina. Coloquei duas pastilhas na boca e as traguei, fazendo caretas frente à amargura. -Logo, o que? -Bom, a senhorita Nash e eu tivemos uma conversação. Arrumado a que não ia rodar uma placa e ganhou a aposta. Ela não tinha nenhuma identificação nela, que estava em um biquíni muito pequeno pelo que a convidei a ela, a seu menino, e à parte ofendida a nossos clientes aqui a este encantador cárcere. Passar a noite com nosotro s a acalmou. OH, moço. -Ela não tinha nenhuma identificação, mas não tinha uma arma? -Trouxe uma toalha, por isso entendo. por que não me surpreendia? -Ela é um cavalheiro. -Dava-me conta que quando chamou à Ordem. Tomei o pacote de meu regaço, colocou-o sobre seu escritório, e cuidadosamente desembrulhei os trapos. Beau tragou uma baforada de ar em uma respiração forte. Um formoso estoque estava entre os panos.


-O Schiavona-, disse-lhe. -A arma preferida dos eslavos da Dalmacia, que serviam no Guarda Ducal de Veneza no século XVI. Punho de cesta de profundidade. -Segui o tecido de aranha brilhante das tiras de metal engañosamente estreitos que formavam o amparo da espada. -Trinta e seis pontos e sete polegadas de folha, eficiente, tanto para atacar e defender. Uma verdadeira espada Sonho Ragnas. Tendi-lhe a Schiavona pelo punho, deixando que a luz feerica percorresse o estilizado pomo ornamentado. Sonho Ragnas não fazia espadas, criava obras professoras. O Schiavona se por acaso solo pagaria a hipoteca de meu apartamento e da casa de meu pai no Savannah por um ano. Greg, meu tutor falecido, tinha-a comprado anos atrás e o tinha pendurado em uma parede em sua biblioteca, a forma em que alguém mostra uma obra de arte entesouradas. Era o tipo de espada que fazer um olhar pacifista de toda a vida ficasse botas altas e um chapéu com plumas. A cara do Beau adquiriu um tintura esverdeado. -Respira, Beau. Exaltou de forma apurada. -Posso? Cada pessoa tem sua debilidade. a do Beau eram os estoques. Eu sorri. Uma vez que o tocasse, teria-o. -Sinta-se libere. levantou-se, tomou a espada com cuidado, como se fossem de cristal, e deslizou seu grande emano ao redor do punho de couro. coloco-se em ponto de espada, admirando a folha de aço elegante. Uma profunda serenidade afirmou seu rosto. Beau fez um impulso, em um perfeito movimento de livro de texto, líquido, elegante e preciso, e em completo desacordo com seu enorme corpo. –Cristo., murmurou. -É perfeito. -Ela nunca esteve aqui-, disse-lhe. –Seu menino não esteve aqui. Seu não sabe seus nomes e nunca os viu antes. Beau era um policial honrado, porque isso lhe fez pôr a espada para baixo. -Está tratando de subornar a um oficial de polícia, Kate? -Estou tratando de lhe mostrar meu agradecimento a um oficial de polícia por seu delicado manejo dos temas do pessoal da Ordem. Os Cavalheiros da Ordem se encontram sob muita pressão. Andrea Nash é um dos melhores cavalheiros que conheci. Beau olhou à a Schiavona. O seguinte minuto se prolongou até a eternidade. Sorriu ampliamente. -Ah, e uma coisa mais-. Alcancei a espada e toquei os limites de opala na base do punho. Três. Dois. Um.


A espada zumbiu em um só timbre perfeito, como uma campainha de prata. Uma fina linha de cor vermelha passou do punho até a folha, ramificou-se em espiral como uma videira adornada até que finalmente se apagou. Beau ficou pálido. -A folha está encantada. Não precisa ser afiada ou engordurada. Esqueci-me de te mencionar essa parte-, disse-lhe. Beau apartou seu olhar da Schiavona. -levá-los e assegurar-se de que não voltam. Dez minutos depois, Andrea, Rafael, saíam do cárcere em um dia nublado e gelado. Eles levavam os sacos de batatas de cor laranja que passavam por uniformize do cárcere do condado do Milton. -Assalto-. Contei com os dedos de minhas mãos. -Assalto com uma arma mortal. Conduta imprópria de um cavalheiro. Pôr em perigo a civis. O uso imprudente de uma arma de fogo em um lugar público. Resistência ao arresto. Embriaguez e escánda o. -Não estava bêbada, nem alterei da ordem pública-. Andrea apertou os dentes. -Não, estou segura de que estava afogando à outra mulher de uma forma completamente acalmada e profissional. Beau Clayton é um excelente atirador. Tem sorte de que não esvaziasse seu carregador em sua cabeça. por que levou uma arma à banheira de hidromasaje? Quem faz isso? Andrea cruzou as mãos sobre seu peito. -Não me incomodam minhas armas. Você arrasta essa espada por toda parte. Tudo isto foi idéia dela. Eu queria ir de fim de semana. Olhei ao Rafael. Golpeou-me com um sorriso deslumbrante. Se eu tinha alguma capacidade de me deprimir me teria cansado ao chão como um vulto inerte. Alguns homens eram bonitos. Alguns eram sexys. Rafael era um fogo abrasador. Não tradicionalmente bonito, tinha os olhos azuis escuros, intensos e agitados de dentro por um fogo que imediatamente te fez pensar nas folhas e a pele. junto com seu comprido corto negro e o corpo tonificado e flexível de um cambiaformas, o efeito era lhe impacte para todas as mulheres. Desde que era o coelhinho de meu melhor amiga, estava bastante imunizada a seus poderes maléficos, mas de vez em quando me surpreendia com o guarda baixo. -Era a única noite que estava disponível nos PR óximos seis meses-, disse, -e tive que pedir um favor para consegui-la. Andrea agitou as mãos. -E o passamos em um cárcere . Tem alguma idéia de quão difícil é sair em público com ele? Não podemos ir a nenhuma parte, não podemos fazer nada, porque ele é acossado todo o tempo. Às vezes as mulheres lhe aproximam como se eu não estivesse ali! -Eu simpatizo contigo, mas não se pode ir afogando às pessoas, Andrea. Está treinada para matar e não é exatamente uma briga justa. -A mierda o justo! Vete a mierda e a mierda com ele, e o que seja.


Ela partiu. Rafael estava sonriendo de orelha a orelha. -Bom, está-o tomando bem. Seus olhos brilhavam com um ligeiro brilho rubi. -O emparelhamento do frenesi. -O que? -Quando dois cambiaformas se emparelham, voltam-se loucos por um par de semanas. É tudo a respeito da agressão irrazonable e irracional grunhindo a qualquer que olhe a seu companheiro um segundo muito comprido. -E você está desfrutando de cada momento disso. Ele assentiu com a cabeça acima e abaixo. -Me o heganado. Andrea deu a volta e se aproximou. -Sinto muito, foi uma idiotice. Obrigado. Devo-te uma. -Uma pequena- disse-lhe. Ela olhou ao Rafael. -Eu gostaria de ir a casa. inclinou-se com uma exagerada floritura. -Seus desejos são ordens para mim, minha senhora. Temos que voltar para hotel, escala a parede, e roubar o carro de novo. -Isso sonha bem. afastaram-se. Emparelhamento de frenesi. O mundo se tornou completamente louco para mim. Suspirei e fui procurar ao Marigold. Eu tinha uma entrevista com um pervertido sexual e não queria chegar tarde. CAPÍTULO 12 Quando disse ao Saiman que o reconhecia pelos olhos, não estava mentindo. Ele olhava o mundo através de um prisma de inteligência, arrogância e desprezo sutil, mas com ar satisfeito, e não podia ocultá-lo. Demorei justo dois segundos em encontrá-lo em um salão semidesierto do grêmio, mas esta vez não foi o olhar que o fez. Esse dia tinha eleito aparecer como um homem magro de uns trinta anos. Quando entrei, levantou-se com o rosto de perfil, casualmente falando com o Bob, Ivera, Ken, e Juke sentado em uma mesa. A jaqueta negra do Saiman mostrava uma influência do mandarim com um pescoço alto e um corte formfitting que acentuava sua estreita cintura e a linha reta dos ombros. Calças escuras abraçavam a suas pernas, mostrando suas coxas musculosas, mas o seu era o músculo liso, comprido, de um atirador ou um corredor, não o grosso de um levantador de pesos ou a grande definição de um artista marcial. Seu cabelo, cor escura como madeira de aliso, caiu até a


cintura sem deixar rastro de um cacho. Saiman reconheceu meu olhar, me mostrando o ovalóide bem definido de uma cara: com mandíbula rangente, um nariz largo com uma ponte de pouca profundidade, e de forma amendoada, com os olhos ligeiramente com capuz e lírios surpreendentemente verde. Que gotejava o profissionalismo e a experiência de tal forma que às vezes emanava ameaça. Desde não ter sabido quem era e o tivesse encontrado na rua, tivesse-o tirado de um dos magos de alto nível da universidade local, o tipo que pôde decifrar de três mil anos de idade, as runas, falam uma meia dúzia de línguas mortas, e destruir os edifícios da cidade com um varrido de sua mão. Destacava entre os mercenários presentes na Sala como um professor de estudos medievais em um bar de culturista. Saiman sorriu, mostrando dentes brancos, e veio para mim, com graça caminhou até a um baú de madeira. -Kate-, disse, sua voz de tenor era suave. -Vê-te formosa. O casaco, em particular, é um toque intimidatorio. -Me esforço por ameaçar-, disse-lhe. -Você gosta de meu aspecto de trabalho?-, perguntou em voz baixa Saiman. -Uma combinação estética da inteligência e a elegância, não te parece? Não estamos satisfeitos conosco mesmos. -É chinês, japonês, médio branco? Não posso dizê-lo, suas características não são nem aqui nem lá . -Estou inescrutável, misterioso e intelectual. esqueceu-se de vaidoso. -Teve problemas para conseguir que seu ego atravessasse a porta? Saiman nem sequer pestanejou. -Não, absolutamente. -foste capaz de recolher toda a informação das testemunhas com seu intelecto misterioso? -Ainda não. Parecem com desgosto neste momento. Os quatro cavaleiros parecia que queria estar em qualquer lugar mas neste caso. Revisei a sala. Da vintena de chamadas que tinha feito esta manhã, quatorze pessoas estavam pressentem, incluindo o Mark, que estava apoiado contra a parede, com um olhar amargo no rosto. Um montão de caras conhecidas. Os que movem os fios do grêmio se voltou para ver o Saiman trabalhando comigo. Coloquei a mão em minha capa e tirei uma bolsa de plásti CO com uma parte de pergaminho no mesmo. -O que é isso? -Este é um pergaminho mágico.


Saiman tomou a bolsa com os dedos largos e magros, que se colocou o pergaminho à luz, e franziu o cenho. -Em branco. Que despertou tucuriosidad? Tomei uma parte de papel de meu bolso. -Esta é a lista de ensaios realizados no pergaminho pela polícia. Saiman olhada à lista. Um sorriso curvou seus lábios estreitos. -Divertido. me dê vinte e quatro horas. e vou dizer te o que está escrito nele, ou te direi como o pode ler-. ficou o pergaminho no bolso interior. -De acordo? Voltei-me para os mercenários. -Necessitamos cinco voluntários. Não serão voluntários se não conseguiram um bom olhar do sujeito. Bob levantou a mão. -Nós quatro o faremos. -Necessito um mais-, disse-lhes. Mark se aproximou. -Eu o farei. Juke o desprezo como uma Campainha gótica com o nariz decorado com um pequeno pendente. -Nem sequer estava aqui. Mark lhe lançou um olhar sombrio. -Eu estava aqui ao final. olharam-se o um ao outro. -Não discutamos- disse Saiman. -O quinto é o que vai fazer maravilhas. ajoelhou-se junto ao baú. Era um grande, retangular, de madeira velha com cicatrizes reforçado com tiras de metal. Saiman sacudiu os dedos e sacóun parte de giz com a graça de manteiga de um mago treinado. Desenhou um símbolo complexo na parte superior do baú. Um som metálico seco soava do interior. Pouco a pouco e com muito cuidado, Saiman levantou a tampa e tirou uma bola de boliches. Azul e verde, formavam redemoinhos se com um patrão oro maravilhoso, a bola tinha visto tempos melhores. -Alguma vez ouviste falar do David Miller, Kate?-, Perguntou Saiman. -Não. Saiman colocou a mão no baú e recuperou uma jarra de plástico tingido de verde escuro. -David Miller era o equivalente à magia de um idiota savant. Todas as provas mostraram que tinha um poder mágico sem igual. Constantemente o emanava d e a mesma forma em que um abajur elétrico emana calor-. Pôs a jarra junto à bola de boliches. -Entretanto, apesar de numerosos intentos para treiná-lo, Miller nunca aprendeu a usar seu dom. Levou uma vida perfeitamente normal e uma morte perfeitamente normal da insuficiência cardíaca à idade de sessenta e sete. depois de que ele tivesse morrido, tirou o chapéu que os objetos que tinha dirigido durante a maior parte sua vida tinha adquirido um significado mágico. Mediante a manipulação deles, seu


proprietário pode obter um efeito surpreendente e útil de vez em quando. Interessantes. -me deixe adivinhar, Leiloaram os objetos e você os comprou? Não todos eles-, disse Saiman. –Os descendentes do Miller realizaram um esforço conjunto para dispersar os objetos, venderam-nos a diferentes compradores. Estiveram de acordo em que a concentração de todo esse poder em mãos de uma só pessoa era temerário. Mas vou conseguir os todos, com o tempo. -Se eles estavam preocupados, por que vender os objetos absolutamente?-, Perguntou Mark. Saiman sorriu. -A falta de dinheiro é a raiz de todo mal, senhor Meadows. Mark piscou. Em minha opinião, porque ninguém o chamava por seu sobrenome. -Pensei que era o amor ao dinheiro. -Falas como um homem que nunca aconteceu fome-, disse Ivera. -Além disso-, continuou Saiman, -a família estava preocupada com sua segurança. Eles tinham medo de ser roubados e assassinados por parte de empreendedores interessados na coleção do Miller. Tendo em conta o valor dos objetos, suas preocupações eram perfeitamente válidas. Ele extraiu um chaveiro do baú e cuidadosamente fechado. -vou necessitar uma jarra de água e cinco copos, por favor. Um par de mercenários trouxeram uma jarra de cristal cheia da cafeteria e os cinco copos. Saiman os pôs o chão e se dirigiu à porta principal, giz em mão. Assinalou a um semicírculo de uns três metros da porta, a curva para o centro da habitação e giz um símbolo estranho nele. Logo cruzou para o lugar da morte do Salomón, assinalou outro semicírculo maior, a ras lado direito contra o oco do elevador, e o encheu com os círculos perfeitamente redondos. Contei. Dez. -Boliches? Perguntei-lhe. -Precisamente. Saiman voltou para a mesa, liberou as chaves do chaveiro, e entregou a cada uma das cinco aos quatro cavaleiros e ao Mark. –Devem tratar de recordar o evento enquanto as têm nas mãos. O que viram? O que ouviram? Que aromas flotandoen o ar? Saiman verteu a água da jarra de cristal na de plástico do Miller. Ken, o mago húngaro, estudou a chave. -Que classe de magia é esta? -Magia moderna-, disse Saiman. -Cada idade tem sua própria magia tradicional. Esta é a nossa. É pouco provável que a maioria de vocês vejam repetição deste ritual em sua vida. Esta magia é extremamente estranha e muito física. Eu só o realizo para clientes muito especiais-.Sorriu-me…


Ah, bem. Acabava de lhe dizer a todos quão envoltos estávamos dormindo juntos. Devolvi-lhe o sorriso. -vou assegurar me de informar ao cavalheiro protetor de que deve ser muito generoso em sua compensação-. Devolvi-lhe. Teríamos que nos esfregá-la imagem do Ted Moynohan nu de nossos cérebros. depois do meio minuto, recolheu as chaves, as pôs de novo no chaveiro, e o deixou cair na jarra. As chaves se afundaram até o fundo. A magia pulso na jarra, chocando-se contra mim. sentia-se como se alguém tivesse sujeito uma pata peluda suave sobre meus olhos e ouvidos, e logo se desvanecesse. Saiman derramou uma polegada de água em cada copo e olhou às testemunhas. -Tomem-na, por favor. Juke fez uma careta. Esta mierda não é higiênica. -Estou seguro de que tragou coisas muito pior, Amelia-, disse Saiman. -Amelia-, disse-lhe. -Que nome tão bonito, Juke! Ela me franziu o cenho. –Morra. -Bebe a água-, disse-lhe. Ela desviado sua cara. -Já te disse tudo o que vi. -Nossa memória é muito mais detalhada que nossa lembrança-, disse Saiman. -Talvez te surpreenda o muito que recorda. Juke o tragou. Bob bebeu com uma expressão estóica. Ivera se asomóa a sua e a esvaziou. Lançou sua marca para baixo como se fora uísque. Ken foi o último. Se b ebió a água muita lentamente, a sorvos, saboreando de cada gota em sua boca, provavelmente tratando de recolher algum tipo de conhecimento dela. Saiman recolheu a bola de boliches. -Por favor, permaneçam sentados durante o evento. Não interfiram com a ilusão de maneira nenhuma. Kate, seu pode te mover se o desejar, entretanto, não cruze a imagem. Tem-no todo mundo claro? Uma variedade de ruídos lhe respondeu afirmativamente. dirigiu-se ao primeiro semicírculo, que se colocou a bola junto ao peito durante um comprido momento, inclinou-se, e o enviou a toda velocidade pelo piso da sala. À medida que a bola rodava, uma realidade diferente floresceu em sua esteira, como se alguém tivesse atirado uma cremalheira no mundo, revelando o passado. O assassinato do Salomón teve lugar na tarde, e a luz inclinada em um ângulo diferente do sol de meia amanhã a atualidade, marcando claramente os limites da ilusão: um ovalóide de uns trinta pés em sua parte mais larga se estende através da sala


O balão se estrelou no segundo semicírculo, deribando os boliches imaginários. Tivesse sido um golpe perfeito. Dois homens caíram de acima no ovalóide. Um deles era Salomón, seus olhos saltados, a cara vermelha brilhante. Caiu mal sobre suas costas, mas ficou de pé. Seu oponente caiu em cuclillas. Uma lança caiu junta ele. A María do aço se elevava até os dois metros. Uma capa pendurava sobre seus ombros. Seu capuz estava ascensão. De onde eu estava, só podia ver o tecido escuro. Percorri a borda da ilusão para o oco do elevador. Salomón tinha martelado uma patada ao flanco da María, que se inclinou a um lado, arrastando sua capa sobre ele. O pé do Salomón passou a um cabelo de sua cara. Salomón girou para uma patada, e a María do aço o esquivou. Salomón voou pelo ar, estrelando-se contra o oco do elevador justo quando freava a seu lado, no bordo da ilusão. A María do aço recolheu a lança e se dirigiu a nós, cada passado um ponto deliberada, ao igual ao número de vítimas de um sino fúne bre. O capuz se moveu e pude ver os grandes olhos, escuros, quase negro, emoldurados no veludo grosso de suas largas pestanas transbordantes de energia. Uma mulher. Fiquei geada. Havia algo tão inquietantemente familiar em seus olhos. Se tão somente se detivera, eu podia entendê-lo. A María de aço abriu a boca. As palavras que disse ressonaram através de mim. -Ofereço-te a divindade, imbecil. Aceita-a com graça. Perfeito inglês. Sem acento. Não proporcionava pistas de sua nacionalidade. Maldita seja. A María de aço agarrou a camisa do Salomón com a mão esquerda, Sacudiu-o contra o oco do elevador, e o empurrou. A ponta da lança entrou através da traquéia do Salomón. O sangue brotou. Salomón gritava, retorcia-se na lança. Vermelho carmesim brotou de sua boca. A María de aço levantou a mão direita, os dedos rígidos como garras, e o meteu no peito do Salomón. –Hessad-. Meu. A palavra poder se aferrou ao Salomón. Seu corpo setensó, suas costas se arqueou. Gritou outra vez, um bramido rouco, terrível, de dor pura. O sangue brotou de seu peito e se desabou para trás, retraído pela ferida. Um comprido suspiro esgotado saiu dos lábios do Salomón. Ele se afundou. Os olhos lhe puseram em branco. Seu corpo se estremeceu uma vez e ficou quieto. A María do aço tirou sua mão do peito do Salomón, uma bola de luz vermelha descansava sobre sua palma. Não podia sentir, mas instintivamente eu sabia exatamente do que se tratava. Era sangue. Sangue condensado. Todo o poder do Salomón, toda sua magia, sua essência contida em um pequeno globo brilhante tremendo, enjaulado, no punho da María.


A María de aço sorriu. -Por fim. Seus lábios se estiraram em um sorriso. voltou-se, levando o sangue, e vi os artigos torcidos de uma tatuagem no interior de seu antebraço. As letras estalaram em minha mente, imensas. Uma palavra de poder. O mundo ardia para mim ao redor. O calor se apoderou de meu sangue, difundindo-se através de todas minhas veias e capilares. Estava apanhada em meu corpo, lutando para superar o shock. A María do aço se voltou, lentamente, como se estivesse sob a água, e se afastou, fundindo-se em um nada. A dor me estava destroçando. Não podia me mover, não podia falar, não podia respirar. Através do ritmo dos batimentos do coração de meu coração um ruído surdo, como um martelo em meus ouvidos, ouvi a voz do Juke. -Deu-lhe uma puta palmada a Rede Salomón .Me ol tinha perdido a primeira vez. Minha visão se desvaneceu, substituída por uma nieblade sangre. A palavra poder me estava matando. Sujeitava-a, tratando de romper suas defesas. Doeu-me. Deus, como me doía. -Sem dúvida é interessante-, disse Saiman. -Não lhe parece, Kate? Kate? -O que acontece ela?-, Perguntou Ivera. A palavra poder se gretava sob pressão. Luz pulsada do fogo estava antes mim e de repente minha visão se limpou, Saiman estava me olhando do outro lado da habitação. A palavra de poder martilleaba em mim do interior, ameaçando me rompendo. Tinha que dizê-la para que fora a minha. Algo se acendeu nos olhos do Saiman. -Corram! Muito tarde. Abri a boca e a palavra poder estalou em uma corrente de magia. -Ahissa! A magia se estendeu pela sala. A gente gritou yhuyó, atropelavam-se uns aos outros. As garras do Bob o sujeitavam sobre a mesa, seu rosto era uma máscara enviesada de medo, e bramava como um touro pela dor. Ivera se tinha derrubado no chão. Sentia-me ligeira como uma pluma. Os últimos ecos d e a magia batiam sobre mim, com o que o verdadeiro significado da palavra em minha mente. Ahissa. Fugir. Toda minha força se filtrou através de meus pés. Afundava-me para baixo e me deslizei contra a parede. A sala estava vazia, exceto pela respiração do Bob como se tivesse uma bigorna sobre seu peito, Ivera chorava tranqüilamente no chão, e Saiman se pressionava contra a parede oposta.


Com os braços talheres de gelo. Suas sobrancelhas se tornou azuis esverdeadas e os olhos que me olhavam de debaixo eram os de um gigante de gelo: frios, azul penetrante, como um diamante apanhado em uma capa de salmoura. Os olhos que pertenciam à forma original do Saiman. Olhamo-nos o um ao outro com seu rosto secreto. Me ocorreu que tinha feito fugir de medo a crème da crème do Grêmio. Não o esqueceriam. Para cúmulo, tinha mostrado o controle de uma palavra de poder frente a Saiman. Seus olhos me disseram que ele entendia exatamente o que havia ocorrido e se surpreendia por isso. Em uma escala do um aos dez, este desastre se encontrava no vinte. Se eu pudesse me mover, estaria golpeando minha cabeça contra o duro piso agradavelmente. Saiman se separou da parede. O gelo em seus braços se rompeu em mil pequenos flocos de neve. A cor azul esverdeada de suas sobrancelhas caiu, cada cabelo revoando ao chão. Nova sobrancelhas escuras brotavam, igualando seu cabelo. A intensidade selvagem de seus olhos de gigante do gelo se dissolveram na calma verde de sua íris. -Parece que sofremos um problema técnico menor-, disse com alegria forçada. -Minhas desculpas pelas moléstias. Este tipo de magia está ainda por demonstrar. Bob se agachou e recolheu Ivera do chão. Seu rosto, disse que não ia comprar nada disso. Grunhiu, colocando o peso da Ivera em seus braços e ao tirou da sala. Saiman me aproximou e se ajoelhou. Se tratava de me matar agora, não haveria muito que pudesse fazer a respeito. Respirar era um esforço. A primeira vez que assimilei uma palavra de poder, estive a ponto de morrer. A segunda vez, tinha perdido umas três horas. A terceira vez que aconteceu durante a erupção foi uma quebra de onda de dor. Agora, com a magia normal, senti-me completamente esgotada. Não me deprima e não perdi lapsos de tempo, assim tinha que estar melhorando nisso, mas me tinha deixado as reservas baixas. Saiman me roçou o braço esquerdo com a ponta de seus dedos. –Havia palavras-, sussurrei-lhe. - Centenas de palavras escritas em tinta negra em sua pele. -Palavras? Que palavras? O que? conteve-se e se levantou. -Nada. É melhor que vamos. vou recolher os artigos Vi-o empacotar a coleção do Miller em seu baú e levar-lhe No momento em que retornou, arrumei-me isso para assumir uma posição vertical e arrastar os pés sobre a da sala à luz do dia. Eram meu corpo e minhas pernas, e eles me obedeceriam, maldita seja. Fora, um grupo de caras pálidas de mercenários é peraban, reunidos em torno dos quatro cavaleiros e ao secretário. Alguns fumavam, aferrando-se aos cigarros com dedos trementes. Ninguém falou, mas me olhavam como se eu fora um pit bull raivoso. Ivera olhava a todos. Tinha que sair apitando dali, porque agora eu era uma presa fácil e meu público se sentia hostil.


-O que aconteceu?-, Perguntou o secretário. -Um enguiço técnica ligeira com o feitiço-, disse Saiman. -É culpa minha por completo. Ele estava me cobrindo. Saiman negociava na informação e o preço de um segredo de uma relação inversa com o número de pessoas que sabiam. Menos pessoas possuem a informação, em mais valiosa que se converte Eu sabia, porque Saiman me tinha explicado isso pacientemente por meu bem. -Sinto-o pelas moléstias, meninos-, disse-lhe por dizer algo. -Pelo menos conseguir o que procurava?-, Perguntou o secretário. -Temo-lo. Obrigado-, disse-lhe. -Quando quiser-, disse Bob sombrio. -O grêmio está sempre disposto a cooperar com a Ordem-, disse Mark. Saudou-me com a mão e saímos ao estacionamento. Uma mulher. Olhos escuros. Tivesse-me gostado de ter visto sua cara. Um staccato rápido de passos vinha detrás de mim e se ecoou do Saiman, tinha-me apanhado. eu adoraria que viesse comigo-, disse. -O motor de meu Volto está envolto em uma capa de massa de vinil, apanhada entre duas capas de espuma de poliéster. O necessário para atenuar o ruído de baixa freqüência. -Fascinante-. A maioria dos carros de água fazem suficiente ruído para causar um dano permanente na audição. Saiman me favoreceu com um sorriso estreito. -Meu carro é relativamente tranqüilo para os padrões do motor encantado. Se subidas nele, correio drás descansar. E ele me podia fazer todo tipo de perguntas interessantes. Estava cansada, mas não tanto como para arriscar-se a uma viagem em carro com o Saiman. -Obrigado, mas não. Não posso abandonar a minha mula. Além disso, eu venho com um passageiro. Suas sobrancelhas se juntaram. -Um passageiro? Assobiei e o cão saiu de seu esconderijo detrás do Marigold. Saiman olhava a meu companheiro canino com uma expressão de puro horror. -O que é isso? -Este é meu caniche.


Saiman abriu a boca, fechou-a, abriu-a de nuevo.Una careta se apoderou de seu rosto. Uma luta violenta de algum tipo obviamente que têm lugar no interior. -Está tratando de encontrar algo bom que dizer? Olhou-me sem poder fazer nada. -Não posso. É uma criatura horrível. -Se quiser que viagem contigo, esta criatura horrível tem que entrar em seu carro. A dor em seu rosto não tinha preço. -Não podemos simplesmente… -Temo-me que não posso. O caniche trotou ao redor de mim e começou a vomitasse um centímetro de minha bota esquerda. -Delicioso-, refletiu Saiman vendo como o cão, depois de ter vomitado suas vísceras, urinava na parede mais próxima. -É um cão de prazeres simples-, disse-lhe. Saiman se tornou para trás, olhou ao céu, exalou, e disse: -Muito bem. Seu gosto em cães é tão terrível como seu gosto em vinho. É um milagre que não a chame Boone. Tinha passado um comprido tempo desde que tinha provado Granja do Boone. Beber já não era meu entretenimento preferido. -É um ele. Por favor, não insulte a meu companheiro canino fiel. Saiman deu a volta e se dirigiu a seu elegante carro, com forma de bala, desfigurado pela parte dianteira torcida que contém o motor de água encantada. Acariciei ao cão. -Não se preocupe. Permitirei-te lhe morder se é que se passa da raia. O cão moveu a cauda. Já fora que Saiman cheirava delicioso, ou que meu caniche tinha bons instintos. Montei, me balançando um pouco, e deu uma cotovelada ao Marigold para que se movesse. Inclusive se me caía pelo caminho, provavelmente estaria nevado. Qualquer queda te pode levar longe de uma boa aterrissagem. CAPÍTULO 13 A ONDA MAGICA SEGUIU SEU CAMINHO. MEU APARTAMENTO podr ía servir como camara frigorifica Não podia evitar a estufa de lenha para sempre. Eu tinha estado pensando na María enquanto trotava para meu apartamento sem conseguia nada. Uma voz de mulher tinha saído da boca do mago de água não-morta, mas não podia recordá-la-o suficientemente bem para compará-la com a María do aço. Assim, ou havia duas mulheres que trabalham em conjunto, ou só havia uma mulher, de dois metros de altura, perita


com uma lança, com as habilidades de pilotar aos mortos viventes, usar palavras de poder, e criar uma pandemia. Nada do que tinha lido nem remotamente forma esse cenário. Teria que confiar na capacidade do Saiman para ler o pergaminho. Tirei-me os sapatos e caminhei para a cozinha. A uzl vermelha da secretária eletrônica piscava. Apertei o botão. -Encontrei sua nota-, disse a voz do Christy. -Alguém arrancou a mosquiteira e fixo o papel a sua porta com um prego. A chuva a descorou, mas acredito que diz: "Eu estou aqui, mas seu não. me chame. Ele veio para ver-me com os ossos quebrados. Um dia tardey curto de um dólar. A segunda mensagem era do Andrea. -Hey. Sou eu. Raphael diz que Curran foi um autentico bastardo, desde meados de novembro. Está de mau humor, grunhe a todos por tudo, e deixou de escutar as petições. Nos grandes tema tem que fazer um esforço, mas nenhum novo projeto foi aprovado. Rafael esteve tratando de conseguir o financiamento da Manada para a comprar uma empresa da competência. Diz que a última vez q UE o mencionou, Curran quase lhe arranca a cabeça. Ao parecer, vaga pelas salas de noite, procurando a alguém a quem comer-se. -Ele tem que jogar um pó!- Disse a voz do Rafael por detrás. -Shhh. Raphael está como louco porque não pode conse guir a aprovação para seu cosita. -Meu cosita faz dinheiro-, gritou Rafael. -Não conseguir sua aprovação nos está custando dinheiro que poderíamos estar ganhando. -De todos os modos-, disse Andrea, -pensei que deveria sabê-lo. A mensagem terminava. A secretária eletrônica estava piscando. Não há bía outra mensagem e eu tinha uma idéia bastante boa de quem era. Durante um tempo me sentei na cozinha e acariciei ao cão, para decidir se deveria escutar a mensagem ou simplesmente apagá-lo. Por último, apertei o botão e a voz de Curran encheu a habitação. -Pode correr, mas não importa. Eu te encontrarei e falaremos. Eu nunca pedi nem esperado que me faça frente em términos de cambiaformas, mas isto é rasteiro inclusive para os padrões humanos. Deve-me uma resposta. Assim vou fazer o mais fácil para ti. Se me quiser, te encontre comigo e te darei minha versão do acontecido. Ou se não pode fugir de mim da forma em que sempre o faz, e esta vez não te perseguirei. Decide.


-Você perdeste a cabeça-, disse-lhe à secretária eletrônica. Escutei a mensagem um par de vezes mais, para escuch ar sua voz. Tinha tido sua oportunidade e o tinha quebrado. Estava pagando por isso. Seria estúpido correr esse tipo de risco outra vez. Estúpido. Desabei-me em minha cadeira. A pedra de meu peito se rompeu em pedaços afiados. Pensei em deixá-lo ir ferido. Mas então seria eu quem o tivesse quebrado. Meu pai me ensinou muitas coisas. te cuide. Nunca conecte com ninguém. Nunca tome uma oportunidade. Nunca tome um risco se não ter que fazê-lo. E mais freqüentemente que o contrário lhe tinha dado a razão. Tomar riscos estúpidos só fazia que caísse em águas turbulentas. Mas se deixava Ir Curran sem antes um enfrentamento, arrependeria-me pelo resto de minha vida. Eu preferiria arrastar uma dúzia de rochas no peito e saber que ele não era minha oportunidade de ser feliz, a não estar segura. E isso é tudo o que necessitava para estar segura. Os dois merecíamos sabê-lo. Por muito que me doesse admiti-lo, Curran tinha razão. Nunca o fazia concessões por ser um cambiaformas. Eu sempre esperava que ele me fizesse frente como um ser humano. Ele não acreditava que pudesse me reunir com ele em seu próprio terreno e jogar segundo suas regras. Grande engano, Sua Majestade. Quer que atuar como um cambiaformas? Bem, eu posso fazer isso. Tirei o telefone e marquei um número da memória. -Sim?- Respondeu Jim. -Hão-me dito que os cambiaformas declarar seu interesse romântico ao irromper no território do outro e reorganizar as coisas. Houve uma ligeira pausa. -Isso é correto. -O clã felino utilizam este ritual? -Sim. aonde quer chegar? Quando está negociando em terreno instável, a q lpa é a melhor arma. -Recorda que me mantive firme a seu lado durante os Jogos da meia-noite, apesar de que estavam equivocados e de que sua gente me atacou? -Grunhiu em voz baixa. –Sim. -Necessito o acesso ao ginásio privado Curran durante quinze minutos. O silêncio se prolongou.


-Quando?-, Perguntou. -Esta noite. Outra pausa. -depois disto, estamos em paz. Jim era um burrico, mas pagava suas dívidas.-Trato feito. -Esta noite estará na cidade. vou acompanhar o. Derek se reunirão contigo na Fortaleza em duas horas. Pendurei o telefone e marcou o segundo número. Cómosabrá se realmente o faço? -Teddy Jo-, respondeu uma voz rouca. -Deve-me uma pelo das maçãs-, disse-lhe ao telefone. Esta noite estava chamando para cobrar favores. -Certo. O que posso fazer por ti? Eu sorri. -Necessito que me Prestes sua espada.

A NOITE ESTAVA GEADA E TOMEI Ao KARMELION, meu viejoy desmantelado caminhão de cor verde bílis. Faltava-lhe uma luz dianteira e parecia uma lata da Coca Cola esmagada, mas funcionava durante as ondas da magia e me mantinha quente. Também fazia um ruído o suficiente alto para despertar aos mortos, mas não me importava. Em um ambiente agradavelmente ganho. Levou-me duas horas conseguir a espada e deixar detrás Atlanta. Antes da mudança, muitos dos residentes de Atlanta se davam o luxo de ir e vir dos povos próximos, conduzindo pelo campo. Com a ajuda da magia, a natureza tinha reclamado estes lances não desenvolvido a uma velocidade alarmante. Os seres vivos geram a magia pelo simples feito de está-lo, e quando ficavam em contra do concreto inerte e o aço, as novelo tinham a vantagem. O que alguma vez foram campos agora se converteu em um denso bosque. tragou-se os postos de gasolina e as granjas solitárias, obrigando às pessoas a mover-se mais perto. As árvores flanqueavam a estrada, seus ramos nagras e sem folhas, desenhavam-se como carvão na neve. Apareci na escuridão e acariciei ao caniche. Tive que deitar um assento dianteiro para ele, porque era muito grande. -Sempre perco o maldito caminho. O caniche fez um pequeno ruído grunhindo e se acurrucó mais forte. Um comprido uivo de um sentinela solitário rodou durante toda a noite, anunciando nossa chegada.


Fiz um giro brusco, agarrando um caminho estreito apenas perceptível entre a espessura dos carvalhos. O caminho virou à esquerda, direita, as árvores velhas se separaram, e saímos a um largo claro. O enorme edifício da Fortaleza se elevava diante de nós. Um híbrido entre um castelo e uma fortificação moderna, que sobressaía por cima do bosque como uma montanha, impenetrável e escura. Estava sendo construída à antigo uso, com ferramentas básicas e força sobre-humana, o que a fazia a prova de magia. Desde que eu tinha estado aqui no passado, a maioria da asa norte se completou, e a parede do pátio agora se elevavam uns cinco metros. Atravessei as portas no pátio. Uma figura familiar esperava à caminhonete. Derek. Reconheceria-o entre qualquer lobo. Faz três meses, Derek era bonito. Tinha tido uma dessas caras perfeitas, masculina e fresca, quase muito, e olhos escuros eram aveludados, e faziam que as mulheres desejassem ser adolescentes de novo. Logo os rakshasas tinham vertido metal fundido em seu rosto. curou-se. Não estava desfigurado, embora seu rosto tinha perdido suas linhas perfeitas. Seu nariz era mais grosa, sua mandíbula volumosa. E l bordo de suas sobrancelhas se sobressaíam mais, por isso seus olhos pareçam mais fundos, era o resul tado do engrossamento que o Lyc-V tinha feito de seus ossos e suas cartilagens em resposta ao trauma. A pele ao longo de seu cabelo na têmpora esquerda mostrava cicatrizes permanentes, onde os fragmentos de seu crânio destroçado se havia alojar-se no músculo. Havia-o meio doido um a vez e se sentia como grãos de sal na superfície da pele. Com o cabelo mais largo, seria virtualmente invisível, mas Derek tinha mantido seu cabelo curto. Havia outras cosillas, uma ligeira mudança na forma da boca, a rede de pequenas cicatrizes na bochecha direita. Seu rosto fazia querer pedir reforços. parecia-se com o de antes, com cicatrizes, uma versão viciada de si mesmo. E seus olhos já não eram de veludo. Um olhar a seus olhos e sabia que seu dono tinha passado por muita mierda e, se ele se enchia o saco, quereria estar a quilômetros de distância. Apaguei o motor. O repentino silêncio foi ensurdecedor. Derek me abriu a posta. -Hey, Kate-. Tinha uma voz de lobo, áspera, dura ao redor dos borde, e sardônico de vez em quando. A prova de que os Jogos da meia-noite tinha prejudicado permanentemente suas cordas vocais, assim como seu rosto. Ele nunca poderia uivar à lua de novo, mas seu rugido faria tremer. -Já saio-. Saí, levando a espada do Teddy Jo envolta em um tecido ignífuga, e fechando o carro na cara do caniche. –Espera aqui Derek assinalo o carro com a cabeça -Quem é? -Seu substituto. Ele me afastou da porta de principal para a porta lateral estreita. -Substituíste-me por um caniche barbeado?


-Tem grandes habilidades. As sobrancelhas do Derek se elevaram. -Pode vomitar e urinar ao mesmo tempo e não se burla de meu carro. Ele riu pelo baixo. Entramos pela porta e começou a subir uma larga escada de caracol. -me deixe adivinhar, está no mais alto. Derek assentiu com a cabeça. -Curran tem o último piso para ele. -O melhor para o Senhor das Bestas. Seguimos subindo. E subindo. E subindo. Cinco minutos mais tarde, as escadas, finalmente terminaram em uma grande porta. Derek a abriu, dava a uma habitação pequena, de dez por dez. Outra porta estava fechada na parede do fundo. Derek esperou um momento. A segunda porta se abriu, deixando ao descoberto dois cambiaformas, um homem maior e calvo e uma mulher de minha idade, em uma excelente forma. Olharam-me mau. Derek lhes assentiu com a cabeça. Eles simplesmente não queriam me deixar entrar Um brilho dourado surgiu dos olhos do Derek. –lhes mova-, disse em voz baixa. fizeram-se a um lado. Derek me fez o gesto de entrar, -Por favor. O menino maravilha se transladou às filas de Curran. Passamos entre os cambiaformas por um corredor. À esquerda havia uma pequena habitação. Um terceiro cambiaformas, um homem da idade do Derek, sentava-se ali. Dirigiu-nos pelo corredor, o homem de mais idade e a mulher foram nossas sombras. Os guardas de Curran definitivamente tinha dúvidas a respeito de minha presença ali. Eles estavam no certo. Eu não tinha ido para nada bom. -O ginásio se encontra à esquerda-. Derek o assinalou com a cabeça do corredor, onde a parede de pedra era substituída por vidro. -Suas habitações estão acima. Há uma pequena escada no corredor. referiu-se às portas quando als passam. -Sala de reuniões privada. Sauna -Mas como? Assinalei com a cabeça a outra porta.


Parecia como se aos guarda-costas alguém tivesse amassado os pés. A cara do Derek se voltou totalmente neutra. -Está reservada para as hóspedes femininas. Abri a porta. Uma cama com dossel enorme ocupava a maior parte da habitação, as cortinas de gaze formavam como nuvens por cima da colcha branca como a neve. Os móveis eram de carvalho claro, dourado, com brilhos de ouro, elegantes e ligeiros, quase flutuavam sobre o chão de madeira polida. Um grande armário estava contra a parede, ao lado de um penteadeira com um espelho de três painéis. O centro da habitação estava ocupado por um sofá fofo frente a uma chaminé com uma grosa atapeta branca ante ela. Uma tela plaina pendurada na parede sobre a chaminé. A parede do fundo era de cristal esmerilhado, estrategicamente interrompido por trechos desenhos de bambu. A porta estava entreabierta e por ela vi um hidromasaje antigo. -Onde está Barbie? A mulher emitiu uma risada afogada. -Há uma barra de striptease? O ancião fez uma careta. Derek pareceu doído. –Não-. -Alto-falantes para a música de fundo? Derek assinalou na esquina por cima de um pequeñorefrigerador. Arrumado a que havia champanha frio na geladeira. Saí, fechei a porta, e me pus uma luva de forno. Os cambiaformas me estavam olhando com grande interesse. Desatei a corda que assegurava o tecido ignifuga da espada do Teddy Jo e a entreguei ao Derek, deixando ao descoberto uma grosa vagem de amianto. -Espera, por favor. Ele tomou. Agarrei o punho da cor do ônix e atirei deal espada. Era a forma clássica das espadas hoplitas de perto de oitenta centímetros de comprimento. Uma faísca correu pelo metal, do punho à ponta. A folha estalou em um fuegoblanco cegador. Os cambiaformas se tornaram para trás. Os olhos do Derek se desviaram. -De onde tirou isto? -É um empréstimo do anjo grego da morte-. Dir igí a espada na porta e toquei a fechadura. Faíscas azuis voando. -O que está fazendo? Grunhiu a guarda-costas. -Estou soldando fechada a sala das tontitas.


Abriu a boca e a fechou sem dizer uma palavra. Levantei a espada. O bloqueio se fundiu em uma massa de metal que se esfriava rapidamente. Bonito. Eu sustentei a espada para arr ia e me voltei para o Derek. -Onde disse que estava o ginásio? Conduziram-me pelo corredor a uma habitação grande. O ginásio era uma obra de arte: um bastidor de peso livre, cheio de pesos personalizados, uma barra de cacho para trabalhar os bíceps, um posto para as flexão e o levantamento de pernas, e em meio da sala um banco, um banco de pesos forrado de couro com uma barra. Ele se tombava no banco e levantava uma barra carregada com pesos por cima de seu peito. A barra de Curran já estava carregada. Comprovei os números gravados nos discos, por encargo, cento e quatorze quilos cada lado a cada lado. Duzentos e vinte e oito quilogramas. A barra tinha que ser especial para suportar o peso. Curran era realmente um bastardo que dava medo. Sorri e baixei a espada de fogo.

O TELEFONE SOOU. ESFREGUEI-ME OS OLHOS. Doze minutos depois das duas tinha conseguido umas duas horas de sonho. Teddy Jo queria falar, e enquanto conversávamos, a magia caiu. Levou-me uma eternidade chegar a casa, ymi cabeça zumbia como se alguém estivesse golpeando um timbal entre minhas orelhas. Bocejei e agarrei o telefone. -Kate Daniels. -Esse era um banco de pesos personalizado!- Grunhiu Curran. Minha voz gotejava inocência desconcertada. -Perdoa? -soldaste a barra de pesos de meu banco. -Possivelmente ajudaria se começasse pelo princípio. H e de supor que alguém entrou em seu ginásio privado na Fortaleza? -Você! Sei que foi você. Seu aroma está por todo o BA nco. -Não tenho nem idéia do que está falando. por que ia eu a destroçar seu banco de pesos?-Pensa, Curran. Pensar, idiota. Um rugido de leão irrompeu através do telefone. Separei-o da orelha até que terminou. -Muito terrorífico. Sinto que é meu dever te recordar que ameaçar a um representante da lei é um delito. Se deseja apresentar uma petição com respeito ao incidente, a Ordem estará encantada de estudar o assunto para você.


O telefone ficou em silêncio. OH Deus, lhe teria provocado um aneurisma? Curran fez um ruído estranho, a meio caminho entre um grunhido e um ronrono. -Há erva gatera por toda minha cama. Sei, meu objeto era atirá-lo sobre o edredom. Era uma cama infernal, enorme, com montões de colchões muito grossos, até que foi quase um metro vinte de altura. Tive que subir, literalmente, nela. -erva gatera? Que peculiar. Talvez deveria falar com o chefe de seu serviço de limpeza. -Tenho que te matar-, disse Curran, sua voz extrañamente tranqüila. -Essa é a única solução razoável. Ao parecer, tinha que explicar-lhe ao detalhe. -Não terá que ser tão dramático. Eu entendo que o que alguém entre em seu território privado muito bem custodiado, cause estragos nele, e logo escapamento ileso, pode ser bastante molesto. Ele não disse nada. Não o entendia. Eu o estava tratando em seus próprios términos e não o entendia. Acabava de fazer o ridículo de novo. -Sabe o que?, não importa. É duro de moleira-. Estava-o perseguindo como ele me tinha açoitado e ele nem sequer podia entendê-lo. vou deixar a erva gatera onde está-, disse. -É necessário tirar todas as peças e você vais fazê-lo. -Só em seus sonhos-. Disse-o a sério. -É obvio sabe que isto significa a guerra. -O que seja-. Pendurei e suspirei. O caniche me olhou desconcertado. -Estou apaixonada por um idiota. O cão voltou a cabeça para um lado. -Espera que se dê conta de que soldei a porta de sua choça de putas. O caniche se queixou em voz baixa. -Não necessito nenhuma crítica por sua parte. Se pudesse acontecer um dia sem vomitar ou sem destruir minha casa, então poderia escutar o que tem que dizer. Até então, manter suas opiniões para ti mesmo.


Caí-me de novo em minha cama e me pôs um travesseiro sobre minha cabeça. Eu acabava de ter uma conversação com um caniche e o tinha acusado de criticar-me. Curran finalmente havia me tornado louca. CAPÍTULO 14 DESPERTEI CEDO E ESTIVE na cama durante uns dez minutos, pensando em maneiras diferentes nas que poderia matar a Curran. Infelizmente, ainda tinha que capturar à a María do aço, assim saí da cama e me vesti. Fora o mundo se tornou completamente branco. A neve devia ter começado pouco depois de que chegasse, pelo menos três polegadas de pó cobriam o asfalto. Espessas nuvens cinzas sufocavam o céu. O frio me queimava a cara. O inverno tinha tomado Atlanta duramente. Olhei ao caniche. -Tem frio? Ele moveu seu culo barbeado para mim. Voltei a entrar e me pus uma camiseta debaixo de meu pescoço e uma camiseta verde na parte superior da mesma. junto com meu velho manto, as capas de roupa me manteriam quente. Continuando, recuperei um velho e despedaçado suéter negro do armário, cortei as mangas, e colocou ao cão nele. Desde que o tinha barbeado, tinha que lhe pôr uma pele artificial. O que parecia…. bonito. Há pessoas com o Dobermans viciosos . Eu tenho um caniche barbeado com um suéter negro. Era difícil que desse uma imagem infernal, mas ao menos estava quente. Dirigimo-nos à Ordem. A neve rangia sob meus pés. Ao Saiman adoraria. Ao ser um gigante de gelo, que vivia durante o inverno. Para mim, o inverno significava elevadas faturas de calefação, comer com graxa, e o congelamento comoterminaban as tempestades de neve. quanto mais frio era o clima, mais gente pobre morria pela expos ición. Ao dobrar uma curva em um caminho estreito entre duas fileiras de edifícios de escritórios decrépitos. A magia tinha dado um duro golpe aqui. Algumas escritórios se derrubaram havia a rua, em enormes montões de tijolos e cimento. Alguns se cambaleavam ao bordo do colapso, olhando por cima do bordo, mas não muito disposto a dar um mergulho. Uma vez que a rua inteira se derrubou, a cidade retirou os escombros e reconstruiu o lugar, estava muito perto do Capitólio para permanecer esvazio por muito tempo. Uma voz de homem flutuou detrás da curva. -…só caminha. Tem que pagar. Um ataque. Agarrei velocidade e dava a volta a uma pilha de escombros. Dois homens e uma mulher levavam a uma mulher maior para um edifício de concreto, os três com o aspecto familiar dos famintos em seus olhos. Não era valentões profissionais, eram oportunistas, tinham visto um branco fácil e aprove chado a oportunidade. Má idéia. A mulher maior me viu. Baixa e fornida, estava envolta em um manto escuro. Uma rede para cabelo anil cobria seu cabelo escuro e sua frente. Dois profundos olhos me olharam de um rosto da cor noz. Não mostrou nenhuma expressão. Não tinha miedo.Ni ansiedade.


Dirigi-me para eles. O caniche trotou junto a mim, divertido.

-É nosso território-, gritou a jovem. -Em realidade é meu território. Os valentões giraram para mim. -vamos ver… Está incomodando às pessoas em meu ter ritorio, por isso me deve uma cota. Um par de dedos deveriam bastar. Algum voluntário? O valentão tirou uma pequena faca de caça de uma capa na cintura. Segui me aproximando. -Isso foi um engano. O valentão se agachou. Apertou a faca, Uma luz unpoco louca dançava em seus olhos. -Vamos, puta. Vamos. O mais antigo farol no livro: pôr um brilho l oco em seus olhos, olhe como se estivesse preparado para lutar, e o outro retrocederia. Ja. Isso poderia funcionar melhor se sustentasse a arma corretamente. Estava-o fazendo bem até que tirou a cuchilla. Agora sei que não tem nem idéia de como usá-la e vou ter que te cortar a mão e te colocar a faca no culo só para te dar uma lição. Não é nada pessoal. Tenho uma reputação que manter. Tirei assassina. Tinha anos de prática e fiz o rápido desencape. Os dois valentes de atrás do valentão que empunhava a faca retrocederam. Olhei a folha de Assassina. -Bom, olhe isto. A meu é maior. Vamos, professor fabricante de facas. Não tenho todo o dia. O valentão da faca retrocedeu um pequeno passo, girou sobre seus talões, e correu como se sua vida dependesse disso. Seus amigos o perseguiram pelo beco. Eu embainhei a Assassina. Sua possível vítima não se moveu. Seus olhos olhavam diretamente para mim, sem pestanejar, sua íris eram muito escura, eu não sabia de onde eram suas pupilas. Ela sorriu, estirando os lábios de largura, abriu a boca, e riu. Era uma risada gutural, genuína e profunda para uma mulher. Ela não se estava rendo dos valentões. Ela se estava rendo de mim. -Está bem, senhora? Ela não deu nenhuma indicação de que me tivesse escutado.


Negou com a cabeça e seguiu seu caminho. O ataque selo estava produzindo o caniche. A risada da mulher flutuava detrás de mim. Inclusive depois d e sair do caminho lateral, ainda podia ouvi-la. -Não importa se ela for uma anciã arrepiante-, disse-lhe caniche. -Ainda temos que fazer nosso trabalho. Dez minutos mais tarde entramos pela porta do e dificio da Ordem. Andrea estalou fora da escada, com os olhos enormes. -Alguém irrompeu nas habitações privadas de Curran na Fortaleza e soldou seu banco de pesos. Também fundiu a fechadura da habitaciónen a que entretém a suas mulheres. Foi você? -Está molesto porque nunca me comporto como um camb iaformas. Assim que o fiz. -Está louca? Não está bem mentir a seu melhor amigo. -É uma posib ilidad. -Desafiaste-o. Tenta olhá-lo com perspectiva. Terá que tomar represálias. É um gato, Kate, o que significa que é estranho, e nunca cortejou a ninguém dessa maneira. Não se sabe o que vai fazer. Ele não funciona no mesmo modo em que você o faz. Poderia fazer estalar sua casa porque pense que é divertido. Pô-me a mão o braço. -Não importa. Ele não o haentendido assim. Andrea negou com a cabeça loira. -OH, não! Ele o haentendido. -Como sabe? -Seu escritório cheira a ele. OH, mierda. -Pode cheirar o que fez? Andrea fez uma careta. -Posso tentá-lo. Mas não te prometo nada.

O ESCRITÓRIO PARECIA PERFEITAMENTE NORMAL. Andrea enrugou o nariz e examinou meu espaço de trabalho. -Bom, definitivamente esteve aqui. Eu diria que fará umas duas horas.


Fechou os olhos e foi a meu escritório. -ficou de pé aqui um momento-. Deu-se a volta, com os olhos ainda fechados, e se deteve junto a minha biblioteca. -Sim, aqui, também-. Ela abriu os olhos e tirou um livro do outro extremo. A coberta mostrava um desenho de um leão convexo em um afloramento rochoso-estiveste lendo a respeito dos leões? -Investigação-, disse-lhe. -Em defesa própria. -Bom, folheou-o. Provavelmente riu de si mesmo, também. -Não estou segura de como chegou a…- Andrea franziu o cenho. -Através da janela-, disse-lhe. Suas sobrancelhas loiras se juntaram. -Como sabe? -Os barrotes desapareceram-. Deveu ter desativado o alarme, também. Se a magia tivesse estado funcionando, não teria conseguido atravessar as guardas nem em um milhão de anos. ficou olhando a janela, onde os fechamentos de metal, uma vez poderoso ralo me sobressaía por desgraça no espaço vazio. -Boa idéia. -Obrigado, senhora. Sou um investigador capacitado e todo esse cilindro. Andrea fechou os olhos. -Se fez algo, eu não o vejo. Sinto muito. -Obrigado de todos os modos. foi. Caminhei para a sala de gravação e conseguiu um donut e uma pequena taça de café. A minha volta ao escritório não notei nada diferente. Nada desconjurado. Nada saltou sobre mim. Que demônios teria feito? Talvez lhe tinha feito algo a meu escritório. Sentei-me em minha cadeira e comprovei as gavetas. Não, toda meu mierda magica ainda estava onde se supunha que devia estar. Soou o telefone. Recolhi-o. -Está sentada?-Perguntou a voz de Curran. -Sim. -Bem. Pendurou. Escutei o sinal de desconexão. Se queria que me sentasse, então eu me poria de pé. Levantei-me. A cadeira se levantou comigo e acabei inclinada sobre meu escritório, com o assento pego ao culo. Agarrei o bordo da cadeira e tratei de separá-lo. ficou pego.


Eu gostaria de matá-lo. Pouco a pouco. E desfrutaria de cada segundo. Voltei a me sentar e tratei de empurrar da cadeira. Nada. Sujeitam aos lados da mesa e tratei de girar. Os patas da cadeira chiaram, raspando o tapete. Bem. Agarrei o telefone e marquei a extensão do Andrea. -Sim? -Pegou-me a cadeira ao culo. Silêncio. -Ainda o tem… pego? -Não posso separá-lo. Andrea fez alguns ruídos de asfixia que soava sospechosamente parecido a uma risada. -Dói-te? -Não. Mas não posso me levantar. Gemidos convenientemente afogados. -Visitante-, murmurou Maxine em minha cabeça Isso era simplesmente perfeito. Pendurei o telefone e cruzei os braços sobre meu peito. Quando seu traseiro está conectado permanentemente a uma cadeira, quão único pode fazer é sentar-se e ter a um aspecto profissional. Um homem familiar entrou em meu escritório. De estatura média e construção médio, tinha uma cara agradável sem complicações, bem formada, mas não aposta, tampouco refletia uma forte emoção. Se o visse em uma rua, é possível que o ignorasse da mesma maneira que passaria por cima um edifício familiar. Ele era uma piçarra em branco perfeito, exceto pelos olhos e seu casaco negro. Elegante e suave, que era de uma classe de lã que nunca tinha visto antes. -Olá, Saiman. -bom dia. Fez uma pausa, provavelmente com a esperança me levantava para lhe dar a bem-vinda. Perdia o tempo. -O que posso fazer por ti?


Saiman se sentou na cadeira do cliente e examinou meu escritório. -Aqui é onde trabalha? -Este é meu quartel geral secreto. -A Baticueva?" Assenti com a cabeça. –Agora tenho um Robin. O caniche ensino os dentes ao Saiman -Ele é muito agradável. -Do que parece seu casaco? Saiman pôs os olhos em branco. –De cachemira. Eu não sabia que se fizessem casacos de cachemira. -É quente? -Muito-. Reclinou-se para trás. -Então, por que o necessita?- Eu lhe tinha visto dançar nu na neve justo antes de que perseguisse flocos de neve totalmente feliz. encolheu-se de ombros. -As aparências o são tudo. Falando das aparências, seu Baticueva se vê… Qual é a palavra que estou procurando? -Escassa, funcional… -Deteriorada. Lancei-lhe um olhar duro. -Deteriorada? -Danificada. O que me leva a meu ponto-. Colocou a mão em sua jaqueta e tirou o relatório denuncia que lhe tinha dado no dia anterior. Meu resumo do caso até o momento, os fatos incluídos, a investigação e as teorias. –Tenho lido seu resumo. -E? -Não é incompetente. Tranqüilo coração, não te debilite por esse grande elogio -Esperava que estivesse escrito a lápis? Saiman fez uma careta e levantou a mão. -me escute. Surpreendeste-me. Esta análise carece, graças a Deus, do entusiasmo dos aficionados e do raciocínio errôneo que eu esperava de ti. pode-se perdoar o término coloquial, que projeta uma imagem da força física sobre a intelectual. O qual não quer dizer que sua inteligência natural, não seja evidente, pelo contrário, mas há uma grande diferencia entre uma mente ágil e, naturalmente, uma mente treinada na dedução lógica Esfreguei-me a cara. -Para ser um homem formado na dedução lógica, deveria ser capaz de deduzir as conseqüências de insultar a uma pessoa com a força física em seu deteriorada


escritório. Ele negou com a cabeça. -Sabe o que poderia ser,Kate? Uma perita. Tem o potencial para converter-se em uma verdadeira profissional. Tudo o que precisa são as ferramentas adequadas e a liberdade para as usar. Aqui está minha oferta par a ti: vou arrendar te e a te proporcionar um espaço, proporcionando capital inicial de, digamos, seis meses a um ano. O principal virá em forma de equipamento. Necessitará um m-scan de cali dêem-, contou com os dedos, -Uma equipe de trabalho com uma estação da impressora, e uma sala de fornecimento bem sortido de ervas e químicos, e um arsenal, tudo o que possa necessitar. vamos configurar um calendário de pagamentos depravado. Pode ser completamente independente. Pode escolher e escolher a seus clientes, sempre que, quando for necessário, minhas necessidades profissionais tenham prioridade sobre o resto de sua lista de clientes. Tem uma sólida reputação, ycon todo meu apoio, pode tirar proveito dela e ser um grande êxito. Esta é uma oferta profissional, Kate. Estritamente comercial, sem nenhuma condição pessoal anexa. -Vá, obrigado, que junto à encantadora propriedade costeira em Kansas que me está vendendo sonha maravilhoso. -Sua capacidade complementa a minha. Eu posso te usar, e você gostaria muito mais que confiar nas pessoas que tenho empregadas agora, já que pode fazê-lo melhor e tem um código de ética, que, embora desconcertante, te impede de me trair. Minha oferta tem mais sentido que trabalhar largas horas para uma organização que se nega a te proporcionar os recursos e a autoridade para fazer adequadamente seu trabalho. Uma pequena parte de mim realmente, o pensou: Soava bem. Ted devia haver-se metido em minha pele sem que me tivesse dado conta. No fundo, Saiman estava no certo. Pagavam-me uma fração do que um cavalheiro cobrava, meu título profissional era precário no melhor dos casos, e meu estado intermédio me proibia a maior parte dos recursos disponíveis para um membro de pleno direito da Ordem. Se eu tinha uma visão cínica, provavelmente tinha razão sobre o dinheiro, Ted me tinha colocado nesta posição de "nem aqui nem lá" a propósito. Era uma ceva e estava esperando. me mostrando o que poderia haver, me fazendo desearl ou, e esperando até que me frustrasse o suficiente para pedir a apimentada completa e estivesse de acordo me unindo à Ordem de forma permanente. Salvo que ele tinha decidido que tinha traído à raça humana nos Jogos da meia-noite. Olhei ao Saiman. -Como se decide se alguém é humano? Entrelaçou seus compridos e magros dedos em seu joelho dobrado. -Eu não o faço. Não me corresponde avaliar a humanidade de alguém. Ser humano em nosso mundo é sinônimo de ser incluídos no marco da sociedade. A humanidade dá direito a certos direitos e privilégios, mas também implica a aceitação voluntária das normativas e regras de conduta. Vai além da mera biologia. É uma eleição e portanto pertence exclusivamente à pessoa. Em essência, se uma pessoa sentir que é humano, então o é. -Sente que és humano? Ele franziu o cenho. -É uma pergunta complexa.


Tendo em conta que ele era parte deus nórdico, um gigante das geadas, e parte humano, sua vacilação era compreensível. -Em um sentido filosófico do conceito, considero-me uma pessoa, um ser consciente de sua sensibilidade. No sentido biológico, possuo a capacidade de procriar com um ser humano e produzir uma descendência viável. Assim sim, considero-me um tipo de humano. De uma classe diferente de humano talvez, mas entretanto, humano Eu me considerava humana. Sabia que Andrea também o fazia. Derek era um ser humano para mim. Assim como Jim e Dalí. E Curran. Ted Moynohan não os vêem como seres humanos. E não estava sozinho. Eu tinha vislumbrado pontos de vista similares na Ordem durante minha estadia na Academia. Que, mais que nada, me deu vontade de associação Americana de Advogados ndonarla. -Voltando para minha oferta, ser seu próprio chefe tem suas vantagens-, disse Saiman. -O dinheiro não compra a felicidade, mas sim proporciona comodidade, casacos de cachemira e chocolate. Pensa nisso. Obrigado pela demonstração da armadilha de acero-de a memória. A única vez que me viu babando sobre o chocolate tinha sido fazia quase três anos, quando nos conhecemos. Saiman não esquecia nada. -É uma boa oferta. Mas prefiro ser um mercenário com uma correia da Ordem a estar em dívida contigo. Sua voz ganhou uma qualidade suave veludo. -Estar em dívida comigo, não implica impostos. Eu joguei com minha voz. -OH, acredito que o faria. Uma correia é uma correia, já seja de seda ou uma cadeia. Saiman sorriu. -Não teria que ser de seda, Kate. Ponto e à parte. Mudança de tema antes de chegar a um lugar que não queria ir. -Foi capaz de decifrar meu pergaminho? Saiman assumiu uma expressão de mártir. -Devo me sentir insultado se depois de todo este tempo ainda alberga dúvidas. Sabia o que ia vir, o espetáculo Saiman. Tinha-o incomodado, e agora queria exibir-se. Saiman colocou a mão em sua jaqueta e tirou uma cajade chumbo estreita. -Está familiarizada com os Cilindros do Monge Cego? -Não -Faz doze anos, um monge ortodoxo com o nome do Voroviev tratou de exorcizar o que percebia como um demônio, que se tinha feito cargo da escola local. Tratou de desterrar à deidade. A criatura lhe tinha atacado durante o exorcismo, cegando-o, e ele se defendeu por meio de um antigo pergaminho que continha uma oração religiosa. Quando o exorcismo se completou, o livro


ficou em branco. Foi colocado em uma urna de cristal, e no transcurso dos seguintes três anos, a escritura reapareceu pouco a pouco. -O que aconteceu o monge? -Ele morreu de suas feridas. Pergunta-a para nosotroses por que a escritura no livro desaparece? Franzi o cenho. -Imagino que o livro de feitiços se esgotou ao entrar em contato com a criatura. Se a escritura mesma era mágica, se desv anecería. -Precisamente. A magia se absorve lentamente do meio ambiente, e quando se repôs o depósito de magia, apareceu a escritura. Seu pergaminho é da mesma índole. A escritura ainda está ali, está simplesmente debilitada mais à frente do nível de nossa detecção. -Fez estalar os dedos. Uma pedra retangular negro do tamanho de meu dedo médio apareceu em sua mão. Saiman o mago. Oy. voltou-se a pedra. Um arco íris dançaram toda a superfície de cor negra lisa. Ele queria que eu fizesse a pergunta. Estava obrigada. -O que é? -Uma lágrima de arco íris de obsidiana recuperados de debaixo de uma linha lei. Muito estranho. Quando se coloca corretamente, recolhe a magia residual, amplifica-a e a emite. Eu pus o pergaminho em um lado dela e uma parte de pele de bezerro ao outro lado do verdadeiro pergaminho. O pergaminho se curou com um cantico durante um período de dois meses. É extremamente sensível à magia. Um cilindro deste pergaminho custa mais de cinco mil. Como hei dito, meus honorários são uma miséria. -Está cobrando mais por este trabalho que eu em um a ño. -Uma disparidade a que me ofereci a pôr remédio Não nesta vida. -Assim que a obsidiana recolheu a magia débil do pergaminho e se irradia para o outro pergaminho. Qual foi o resultado? Saiman abriu a caixa e tirou um pequeno quadrado depapel vitela. Em branco. Todas, exceto uma esquina, onde oito pequenas linhas cruzadas entre si, quatro horizontais e quatro verticais, formando um esquadro dividido de fato em nove quadrados mais pequenos, como um campo de tic-tac-toe. Números enchiam as casil as: 4, 9, 2, 3, 5, 7, 8, 1, 6. Eu tinha visto isto antes. A soma de cada fila, coluna ou diagonal seria igual. -Zahlenquadrat. Quadrado mágico. Saiman se esclareceu garganta. Devi ter esperado que se sentisse desconcertado e me incomodou. -Sim. O quadrado mágico é bastante velho. Foi util içado por gregos, romanos, chineses, hindus. As rodas em minha cabeça começaram a girar. Esta era a área da magia que conhecia muito


bem, já que se referia a meu pai biológico. -É um quadro de nove quadrados, de três em três. O cinco está no meio, a soma é de quinze. O s judeus empregavam letras hebréias como números. O número do centro, cinco, corresponde à letra hebréia jeh, que é um símbolo de Tetragrámaton, YHWH, o mais sagrado dos nomes de Deus. A soma, quinze, é o yah hebreu, que é em si mesmo um nome de Deus. Este é um quadrado mágico judeu. Formoso rosto Saiman se sacudiu. -Não tinha nem idéia de que tivesse estudado o misticismo judeu. Que interessante…- Ele deixou que sua voz no silêncio Os eruditos judeus escreviam tudo e entesourava seus registros como se fossem de ouro. A metade do que sabia a respeito de minha família vinha de seus pergaminhos e os tinha estudado desde que Voron me tinha ensinado a ler. Eu o olhava. -Há alguma maneira de restaurar o resto do pergaminho agora que sabemos a quem pertence. tornou-se para trás. -O Templo do Peachtree tem uma habitação secreta. Na sala há um círculo mágico. Se te está parado dentro do círcul ou, sempre que ser o suficientemente forte, utilizará sua magia para restabelecer a escritura a sua forma original. As possibilidades de êxito são muito majores se a escritura for de origem hebréia. Por fim. Tinha conseguido uma pista da María do aço. Já era hora. -É obvio, tem que esperar até que a magia esteja ativa, e dado que a onda terminou cedo esta manhã, diria que entrar no templo hoje não é provável. Uma palavra de advertência. Em primeiro lugar, o círculo pode esgotar um corpo até secá-lo, em segundo lugar, há um preço para o uso do círculo, e não vou ser capaz de te ajudar. Temo-me que sou uma pessoa non grata nas casas do culto judeu. Suspeito que se eu tivesse que me aventurar em suas colinas e me descobrissem, teria que lutar por minha saída Pisquei. -O que fez? Saiman se encolheu de ombros. -Digamos que certo jovem rabino era bastante ciumento em seu estudo do pecado. Estava contente com o comércio de informação privilegiada de conhecimento e eu estava feliz de lhe dar instruções. Ugh. -Seduziu a um rabino. Saiman sorriu. -Seduziu a vários. Mas o assunto passado é o único que estalou no olho público. Uma lástima, também. Ele era a fonte proverbial de informação confidencial. Quase me ri. -Então, por que não procura a alguém mais? Saiman franziu os lábios com desgosto. -Eles têm um golem. Cheira sua magia, e é, por desgraça, infalível. Tentei-o. demonstrei minha utilidade a sua satisfação? -Sim. Não se preocupe, recordo-o. Vestido, esta noite, Seu negócio.


-Em realidade isso não era o que tinha em mente. Espero receber uma resposta a uma pergunta. Arqueei minha sobrancelha. -O que está mal com sua cadeira? Filho de puta perceptivo. -Perdoa? Saiman se inclinou para frente. –Sempre te move enquanto está sentada, Kate. Toca seu respaldo para te assegurar de que está aí, troca e l ângulo de seu corpo, e assim sucessivamente. É cronicamente incapaz de te estar aquieta. Mas não lhe moveram desde que começou nosso bate-papo amistoso. Levantei a cabeça. -Meu traseiro está pego a sil a. -Literal ou figurativamente? -Literalmente-. Dava algo. me alegre o dia. Ainda podia lhe chutar o culo, inclusive com a cadeira em meu traseiro. um pouco de luz dançou nos olhos do Saiman. -Que peculiar. Foi uma brincadeira? -Sim, foi-. E o curinga seria pensar algo logo que me arrumei isso para me desprender dos móveis. -Dava-me conta de que, em casos como este, o caminho mais fácil é tirar as calças. É obvio, poderia ser uma cola solúvel. Gostaria que jogar uma olhada? -Não, eu não gostaria. Os lábios do Saiman tremeram um pouco. -Se positiva. -Eu sou. -Realmente não é nenhum problema. -Examinar meu traseiro não está incluído em nosso CO ntrato. Meu pergaminho, por favor. Saiman me passou a bolsa de plástico e se levantou. -me conte como resulta. -Vete. Ele riu entre dentes e se foi. Tomei um sorvo demi café. Frio. Né. Pelo menos minha rosquinha de arándanos deva igual a estivesse quente ou fria. À exceção de um pequeno problema; Tinha deixado o donut na parte externa da mesa e para chegar a ela seria necessário que me levantasse.


Soou o telefone. Recolhi-o. -Acetona-, disse a voz do Andrea. -Dissolve-o tudo. Encontrei com um galão na armería. Empapamos a cadeira e já está para… o OH, mierda. Qu e vem! Deixei cair o telefone e agarrei a espada. Curran cruzou a soleira. -Você! Meu caniche se levantou e mostrou os dentes. Dos olhos De Curran surgiu ouro. Olhou ao caniche.El cão retrocedeu, grunhindo pelo baixo. Eu murmurei entre dentes -Deixa a meu cão tranqüilo. Batalhem ficou olhando. O cão se apoiado na parede e se deitou. Curran passeou, levava algum tipo de objeto na mão.-Bonito cão. Um suéter encantador. ia fazer o pedaços, em partes muita, muito pequenos… -troquei que opinião a respeito da erva gatera-. Levantou o objeto. Um uniforme de donzela francesa, com um avental de encaixe. O punho de assassina era suave em meus dedos. ia fazer sangrar ao Senhor das Bestas. O caniche grunhiu. Curran pendurou o traje na parte posterior da porta e se aproximou de meu escritório. Assim, que se aproximasse. Mais perto. Mais perto… Golpeou no escritório, inexplicavelmente rápido. Me arrepiaram os cabelos do cangote. Apenas o tinha visto. Suas mãos estavam vazias e ao momento tênia a rosquinha. Tomo um trocito. -Mmm, arándanos. Em minha mente, sua cabeça estalou. -É difícil proteger a comida com o culo pego-. Saudou-me com a rosquinha. -Quando estiver lista para falar, me chame. Tem meu número. Saiu. CAPÍTULO 15


Andrea TINHA ESTADO lhe JOGANDO CHOROS DE acetona a minha cadeira com uma seringa, a cauda decidiu me provocar uma reação alérgica, quele prendeu fogo a meu traseiro. Levou-lhe menos de cinco segundos atravessar minhas calças. Demorei aproximadamente meia hora em me atrever a me sentar de novo e tive que passar o dia sentada em uma bolsa de gelo, que tinha comprado na rua. O gelo estava frio e me doía o culo. A tecnologia funcionou durante todo o dia. Chamei o Templo e lhes pedi uma entrevista, programada para o meio-dia de amanhã, se a magia voltava. depois de me deixar em espera duas vezes, disseram-me que os rabinos me receberiam. Kate Daniels, ama do telefone. Passei todo o dia estudando atentamente os informe da caixa da María do aço e não tirei nada novo. As comprovações com o Biohazard e PAD não revelaram novas pistas. A magia tinha caído e a María estava latente. Todos nos sentamos sobre nossas mãos, ou em meu caso sobre gelo, e esperamos a que começassem os problemas. Ao final do dia fui a casa e tomei uma sesta. Quando despertei, o sol se pôs. A cidade além de minhas janelas com barrotes estava em silêncio, congelada na escuridão do inverno. Hora para a entrevista com o Saiman. OH alegria. Eu tinha só um vestido formal. Me tinha comprado isso fazia uns anos, e a ex de meu tutor, Anna, tinha-me ajudado a escolhê-lo. O vestido me esperava no armário. Tirei-o, envolto em plástico, e o pus na cama. A fina seda brilha BA à luz do abajur elétrico. Era de um penetro r estranho, nem amarelo nem ouro, com um toque de pêssego. Um toque de cor amarela e também estava a fronteira do limão, um toque de ouro mas, e tivesse sido chamativo. Mesmo assim, via-me radiante e formosa. Pu-me isso. Engenhosamente costurado, a parte dianteira do vestido se aferravam a meus peitos, em cascata para baixo em forma de V antes de girar à cintura e cai ao chão em uma cascata de tecido. A seda em capas acrescentava suavidade a meu corpo, enganando ao olho para que visse as curvas em lugar dos músculos. O vestido da luz do sol, tinha-o chamado Anna. Ainda ficava bem, um pouco mais ajustado do que estava acostumado a, que não era uma coisa má. Graças à Ordem, não me estava morrendo de fome. A última vez que tinha usado o vestido, ia a uma entrevista com o Max Crest. Agora eu o usaria para ir com o Saiman. Só por uma vez me tivesse gostado de usá-lo com um homem ao que realmente queria ver. Tirei-me o cabelo das têmporas. Isso fez que meu rosto se visse horrível e mostrava uma cicatriz perto de meu ouvido esquerdo. Dois pelo preço de um. Conformei-me desfazendo a todos os enredos e colocá-lo em seu lugar com gel de penteado. Caía-me sobre minhas costas em uma onda brilhante e larga. Eu nunca me tinha perfurado as orelhas; tinha arrancado pendentes suficientemente longe das orelhas da gente para saber quanto podiam doer. Não tinha nenhuma jóia, mas tinha um par de sapatos a jogo com o vestido, amarelos e estreitos, estão equipados com pequenas plataformas em lugar de saltos. Tinha-os comprado para o vestido. Quanto a me fazer danifico. Andar neles era comparável à tortura a China da água. Teria que fazê-lo.


No último ano, tinha tido a oportunidade de me maquiar exatamente duas vezes, por isso os níveis mais altos da arte estavam fora de meu alcance. Pu-me o rubor, escurecido minhas pálpebras com sombra marrom, e um pôs a rímel. Não importava que sombra tivesse eleito, a máscara sempre me tinha catapultado para o terri tório do exótico. Pintei-me os lábios de cor rosa e olhei minhas pinturas de guerra a distância. Sem espada. Sem lugar para esconder minhas agulhas. Deveria me haver preocupado, mas não o fiz. A maior ameaça poderia vir com a onda da magia e estranha vez golpeava duas vezes em um período de vinte e quatro horas. Qualquer outra coisa estava disposta a tomá-la com minhas próprias mãos. De fato, fazer mal a alguém com meus puñospodía resultar terapêutico, tendo em minha conta estado de ânimo atual. Às sete e cinqüenta e seis um golpe ressonou em meu apartamento, levando a cão a um estado de histeria. Meti-o no banheiro, onde poderia causar um dano mínimo, e abri a porta. Saiman levava um traje e uma versão atualizada do Thomas Durand. O Durand original, que era dono de os Jogos da meia-noite, era de uns cinqüenta anos. Esta versão tinha uns trinta anos, tudo nele era, masculino, e perfeitamente arrumado. Ao igual a antes, o aura de riqueza emanava dele, desde seus sapatos caros a seu perfil de patrício e o artístico corte de seu cabelo loiro escuro. via-se como o filho favorito de seu antigo ser. Abriu a boca e simplesmente se deteve, como se alguém tivesse apagado um interruptor. Terra para o Saiman. –Olá. Ele piscou. -boa noite. Posso passar? Não. -É obvio-. Dava um passo a um lado e entrou em meu apartamento. Tomou um comprido momento de estudo de minha asa. Seu olhar se deteve em minha cama. -Dorme no salão? -Sim. -por que? Porque eu tinha herdado a casa do Greg, meu tutor. Que tinha convertido a moradia em um apartamento de um só dormitório convertendo a habitação de convidados em uma improvisada biblioteca/sala de armazenamento e dormia ali, rodeado de seus livros e artefatos. Greg tinha sido assassinado fazia menos de um ano. Dormindo em sua cama estava fora da questão, assim comprei um sofá-cama e o pôs na sala de est ar. Aí dormia, com a porta da habitação autentica bem fechada. E quando Julie apareceu, o dava a ela. Explicar tudo isto era tedioso e desnecessário. Encolhi-me de ombros. -É um hábito.


Perecia que Saiman queria dizer algo mais, mas camb ió de opinião. Pu-me meus sapatos, envolvi um xale de agulha de crochê a meu redor, e recolheu a Assassina. -Estou preparada. Saiman não parecia querer ir-se. Abri a porta e saí ao patamar. Ele me seguiu. Fechei a porta. Ele me ofereceu seu braço e eu apoiei os dedos nele. Estava talher por nosso acordo, depois de tudo. Baixamos as sujas escadas. Fora, o frio me tocou. Pequenos flocos brancos foram à deriva no céu noturno. Saiman levantou o rosto ao céu e sorriu. -O inverno-, disse em voz baixa. Quando se voltou para mim, seus olhos refulgiam, como duas partes de gelo iluminado por um fogo interior. Abriu a porta do carro para mim com um gesto profundo que se assemelhou a uma reverência. Subi-me e pôs o sabre sobre meu regaço. Fechou a porta e se deslizou no assento do condutor, tinha uma caixa de madeira esculpida. -trouxe isto para ti, disse. -Mas não os necessita. Vê-te divina. Abri a caixa. Um bracelete de topázio amarelo, pendentes e um colar descansavam sobre veludo verde. O colar era de longe o mais imp resionante, uma cadeia magra e elegante coroada com a gota de fogo de uma pedra. -Parece o diamante Wolf-, disse-lhe. -Em efeito. trata-se de um topázio amarelo. Pareceu-me que era adequado, mas seu pescoço nu é lhe impacte. Pode usá-lo é obvio. Fechei a caixa. -Será melhor que não. Saiman se afastou na noite. Deslizando-se pela cidade. Os edifícios em ruínas me olhavam com os buracos negros de suas janelas. -Você gosta do inverno, Kate? -Em teoria. -Ah, sim? -De pequena eu gostava da neve. -E de adulta? -A adulta pensa: a fatura de calefação é alta, a gente se está morrendo de frio, congelam-se as tuberías de água, e as estradas se obstruem. É isso te gostar de? -Parece-me imensamente entretido-. Saiman me olhou. -por que persistem com esta tolice? Deixei-te claro que eu não gosto de maneira romântica e nunca eu gostasse.


encolheu-se de ombros. -Eu não gosto de perder. Além disso, eu não estou interessado em uma aventura. O que ofereço é imensamente mais estável: uma ás ociación. O amor é fugaz, uma relação apoiada no benefício mútuo sobreviveria anos. Ofereço-te estabilidade, lealdade, meus recursos, e a mim. Nunca vou aborrecer te, Kate. Eu nunca te trairia. -A menos que convenha a seus interesses. encolheu-se de ombros. -É obvio. Mas as lucros teriam que ser maiores que os riscos. te ter a meu lado teria muito valor para mim. Se encontrarmos algo mais valioso, teria que assegurar-se de que nunca se inteirasse do cancelamento de nosso acerto. É uma mulher muito violenta, depois de tudo. -Em outras palavras, que me mataria, assim não podia te castigar por sua traição. -Matar é uma palavra muito feia. Eu simplesmente me asseguraria de estar fora de seu alcance. Neguei com a cabeça. Estava desesperada. -Que mulher não saltaria sobre essa oferta? -Nunca te mentiria, Kate. É uma das vantagens que te ofereço. -Estou afligida pela gratidão. Alguma vez quiseste a alguém, Saiman? -Não. Esta era uma conversação sem sentido. -Conheço um homem que está apaixonado por meu amiga. Ele a ama absolutamente. Quão único quer em troca é que ela o ame. Saiman arqueou as sobrancelhas, me imitando. -E? -É o oposto exato dele. Que carecem da capacidade de amar, por isso deseja apagar a minha também. pôs-se a rir. Sua risada ressonou no interior do veículo, uma banda sonora inquietante à cidade em ruínas. CAPÍTULO 16 QUARENTA MINUTOS MAIS TARDE SAIMAN SE DETEVE em um e stacionamiento diante de uma grande mansão. Estávamos no norte, longe na parte opulenta de Atlanta, mas esta casa fazia que "ricos" soasse como um insulto. Muito grande para sua sorte, o edifício se estendia, o aumento de dois novelo de grande tamanho na noite e o canto de seus vizinhos do sul do caminho. Quando os ricos construíam novas casas em Atlanta, pelo general imitavam o estilo do sul antes da guerra, mas este monstro era decididamente Inglês: de tijolo vermelho e grandes ventanales, escura hera geada com neve recém queda, e um balcão. Tudo o que precisava era um rosto virilhas “freco” com um vestido de encaixe. -O que é isto?- Os olhos que as janelas que se derramou a luz elétrica amarela sobre a neve.


-O Bernard-. Saiman lhe afundou um mundo de significado à palavra, que assobiava alegremente por cima de minha cabeça. Joguei- uma olhada a ele. -É uma casa para festas. -Espero por seu bem que seja uma festa muito tranqüila-. Se ele me tinha levado a uma espécie de orgia de sexo, atravessaria uma dessas bonitas janelas, de cabeça. -Não é desse tipo-, assegurou-me. -É um lugar onde se reúnen os ricos e influentes de Atlanta para ser visto socialmente. Tecnicamente se trata de um restaurante, mas os clientes são o verdadeiro atrativo, não a comida. O ambiente é informal e a maioria da pessoas se mesclam, bebida em mão. OH, moço. Rica e influente. Precisamente, a multidão que queria evitar. -E me trouxeste aqui? -Adverti-te que seria uma cristaleira. Por favor, não chie os dentes, Kate. Faz que sua mandíbula tenha um aspecto mais quadrado. Saiman estacionou ao final do estacionamento. -Não há aparcacoches? As pessoas que freqüentam Bernard estranha vez renunciar ao controle de seus carros. Deslizei a Assassina entre os assentos e abri a porta de meu lado. Sair sem agarrar o salto de meu sapato em minha prega tomou um momento, e no tempo que tinha obtido esta façanha de destreza, Saiman estava ali com seu braço e seu sorriso. por que tinha estado de acordo nisto outra vez? Aaah sim. Porque eu não tinha outra opção. Deixei que Saiman me ajudasse a subir as escadas. por cima de nós um casal no balcão riu de algo. A risada da mulher tinha untono ligeiramente histérico. Cruzamos um vestíbulo e uma escada de luxo, e Saiman me acompanhou até o segundo piso, onde uma série de quadros pequenos destacavam em uma ampla habitação. Uma aeromoça sorridente com um vestido negro diminuto conduziu a uma mesa. Sentei-me e pude ver a porta e observar à multidão. Mulheres e homens ricos, riquíssimos, gastando brincadeiras. Uns poucos nos olharam. -Onde estão os guardas?-, Murmurei. -O Bernard é um santuário-, disse Saiman. -A violência está estritamente proibida. Se alguém romper a regra, a totalidade da élite de Atlanta se elevaria a derrubá-lo. Em minha experiência, quando estalava a violência, a totalidade da élite de Atlanta se dispersava e correram por sua vida.


Saiman ordenou conhaque, pediu-me água. Chegaram as bebidas quase imediatamente. Saiman agarrou o copo de cristal pesado, o aquecimento do líquido de cor âmbar que manteve com sua Palmas. Déjà vu. Já tínhamos dançado esta canção nos Jogos da meia-noite. -Para que saiba: se aparecer um rakshasas, deixei minha espada no carro. A expressão afável do Saiman ganhou uma vantagem. -Foi um assunto terrível. Graças a Deus que ficou atrás. Esvaziou seu copo. Em questão de segundos teve outro, ol esvazio de novo, e foi levado um novo. Inclinei-me para diante e assinalei com a cabeça elcoñac que perseguiu a seus companheiros pela garganta do Saiman. -Qual é a pressa? -trata-se simplesmente de açúcar-.Encolheu-se de ombros e esvaziou o copo. -Exercitei-me hoje e preciso repor meus recursos. O garçom revoava ao redor e depositou uma enorme garrafa quadrada de conhaque sobre a mesa. -Com nossas felicitações, senhor. Saiman assentiu com a cabeça e se tornou no copo de conhaque. Sua mão tremia um pouco. Saiman estava nervoso. Examinou a linha de sua mandíbula. Não só nervoso, estava zangado. estava-se preparando psicologicamente para algo e abastecimento de valor líquido como combustível. Não é bom. deu-se conta de que lhe olhava. Nossos olhos se encontraram. Seus lábios se curvaram em um sorriso. A diferença do sorriso de satisfação de um perito ao sentir-se orgulhoso de um lucro, esta foi o sorriso de um homem olhando a uma mulher e fantasiando. Dava-lhe meu olhar plaina. Moço. -Vê-te tão surpreendentemente chamativa, Kate-, murmurou Saiman e se bebeu o conhaque como se fora água. -Mais devagar. Saiman se inclinou para frente. -Eu gostaria de comprar um vestido novo cada fim de semana só pelo privilégio de deslizá-lo fora de ti. Não nesta vida. -Está bêbado. -Tolices-. Serve mais licor. -É meu terceiro copo. -O quinto. Ele estudou o líquido de cor âmbar. -Os homens freqüentemente lhe dizem que é encantadora?


-Não. Os homens freqüentemente me dizem que golpeio muito duro. -Todas as mulheres devem saber que são atrativas. Os homens se deixam seduzir pelos olhos, as mulheres pelas orelhas. Eu lhe diria isso cada noite e cada manhã. Ele seguia e seguia. -Isso está bem. -você gostaria-. A metade do conhaque se foi. Inclusive com seu metabolismo de cavalo de carreiras, era um desperdiçado. –Quereria as coisas que te faria. As coisas que eu faria. -Claro, eu o faria-.Talvez se o senhor Casanova bebia até cair da mesa, poderia lhe pedir a um garçom que me ajudasse a levá-lo até o estacionamento e desapareceríamos na noite. A preocupação me chateava. Eu nunca havia visto bêbado Saiman. Beber, sim, mas não bêbado. Olhei detrás de mim. Na parede do fundo estava são tada uma grande mesa cheia de canapés. Se não podia evitar que bebesse, talvez poderia distrai-lo com a comida. -Importaria-te me agarrar alguns? Ele se levantou, como esperava. Bêbado ou não, os maneiras Saiman eram impecáveis. -me permita que lhe acompanhe. Demos um passeio até os aperitivos. Coloquei-me para que eu pudesse ter uma melhor visão da planta. Saiman rondando junto a mim. -Não tem fome?- Perguntei-lhe. -Não particularmente. -O que acontece a reposição de seus recursos? -Ah, sim! Obrigado por me recordar isso Levantou seu copo vazio e em questão de segundos a um garçom trouxe uma enche. Bernard seis, Kate zero. Examinei a comida. Diretamente em frente de mim estava uma bandeja de prata cheia de pequenos quadrados fritos. Cada quadrado apoiado um cubo de carne picada, salpicado de pequenas partes de cebola verde, sementes de sésamo, e o que poderia ter sido gengibre ralado. -Tartar de atum-, disse-me Saiman. -É delicioso. Agarrei um quadrado e me meti isso na boca. O olhar do Saiman se enganchou em meus lábios. Um par de taças mais e poderia despir-se e ou frecer a dançar comigo na neve caindo fora. Como diabos me tinha metido nisto?


-Você gosta?-, Perguntou. -É ir.. Jim entrou pela porta, vestido com um casaco negro e o cenho franzido. OH, diabos deteve-se na porta, observando à multidão e irradiando ameaça. Na reunião da brilhante elite de Atlanta, o alfa de clã dos felinos destacava como um bloco sólido de escuridão. Viu-me e se cambaleou para trás, com os olhos abertos, me olhando como um gato que tinha sido inesperadamente pilhado em-shock e indignação, ao mesmo tempo. Eu nunca o tinha visto assim. detrás dele, Daniel e Jennifer, o casal alfa de lobos, aproximou-se da porta. Interessantes. Ao Jim brilhavam os dentes. Um homem jovem logo se separou do lado oposto da habitação e correu. Uma forma avultada bloqueou a porta seguinte. Mahon. O Urso de Atlanta, o alfa do clã pesado, e o verdugo da Manada. Que demônios estava passando? Jim tirou o jovem a um lado. O verde rodou em seus olhos. Ele disse algo. O homem me olhou . Seus olhos se abriram. Um homem alto, bonito entrou pela porta, ao lado de um homem magro, mais escuro e uns anos mais jovem e bonito para ser impressionante. Robert Thomas e Ionesco, os ratos alfa. Mas pessoas seguiram, todos com a graça liquida dos cambiaformas. Houston, temos um problema. -Temos que ir. -OH, não!- Queimado os olhos Saiman com uma luz louca. -Não, temo-nos que ficar. Jim continuou seu feroz resmungar. Foi uma conversação unilateral. A gordinha mulher de média idade entrou pela porta do lado, reconheceu-me, e franziu os lábios. Tia B, o alfa da boudas. Saiman me tinha miserável a um restaurante no que o Conselho da Manada ao parecer tinha o jantar. Os alfas de todos os clãs estavam pressentem… Meus ouvidos captaram uma voz que conhecia muito bem. Eu não podia havê-la ouvido do outro lado da habitação, mas a senti de todos os modos. Meus dedos se voltaram muito frios. Uma figura musculada e familiar entrou pela porta. Curran.


Voltou a cabeça loira. Olhos cinzas me olhavam. O tempo se deteve. O chão se abriu sob meus pés e eu flutuava, desconectada, vendo-o só a ele. Por um momento parecia como se o tivessem esbofeteado. Pensava que o tinha rechaçado. O olhar de Curran trocou ao Saiman. Ouro fundido alagou sua íris, a queima de toda razão e convertê-la em raiva. Mierda. Jim disse algo ao lado de Curran, e logo disse outra coisa. Curran não deu indícios de que ele o escutou. Vestia calças de cor cáqui, um pulôver negro e uma jaqueta de couro. Para ele, era o equivalente de roupa formal. Devia vir aqui para alguma ocasião especial. Talvez por isso não rasgar em pedaços ao Saiman em público. Talvez os porcos a voavam. A meu lado, Saiman sorriu. -Todos queremos o que não podemos ter, Kate. Quero-te, quero-te amor, e ele quer me romper o pescoço. Querido Deus. O parvo em realidade tinha orquestrado todo o assunto. Eu estava em exibição para o benefício de Curran. Eu abri minha boca, mas as palavras não saliron. -Ele não pode fazer nada aqui-. Saiman tomou um sorbode seu copo. -Depois do assunto do Stalker Rede, a Nação e a Manada instituíram uma entrevista mensal em território neutro, para manter as linhas de comunicação aberta e falar de negócios. Qualquer separação do protocolo significaria a guerra. Não pode mover um dedo desconjurado. Jim seguia falando, mas Curran não estava escutando. Ele nos olhava com esse olhar fixo concentrado. Finalmente obriguei a minha voz a funcionar. -Trouxeram-me aqui para humilhar ao Senhor das Besta? Está louco? Uma feia careta torceu as facções do Saiman. A máscara civilizada se deslizou de sua cara. Sua voz era um grunhido áspero. -Você gostaria de saber o que é humilhação? Humilhação é ver-se obrigado a sentar-se em silêncio e cuida suas maneiras intercalado entre dois animais brutos em sua própria casa. Humilhação é quando lhes pede que saiam e encerram a suas habitações, e tem garras em seu pescoço a mais mínima desviaci ón de seus desejos. Que é o que me fez nos Jogos da meia-noite. Saiman tinha passado o torneio sentado entre a tia B e Mahón. Assim disso é do que se tratava tudo isto. Sua arrogância não podia suportá-lo. Deveu sofrer uma semana, e eu tinha jogado bem neles. É por isso que tinha bebido seu peso em álcool. Curran era a violência sob pressão e Saiman esperavam uma confrontação.


-É obvio, você sabe o que ele quer-. Saiman sorriu, revelando grosseiramente os dentes. -Ele pode te ouvir-. A audição dos cambiaformas era superior à humana e Curran não tinha que esforçar-se para captar nossa voz. -Quero que escute. Sou um perito em sua luxúria por ti. Ele é possessivo. Ele tratou que te reclamar e você o rechaçaste, do contrário n ou estaria disponível para te unir a mim aqui. Eu queria que ele o visse. Para que veja que eu te tenho e ele não o faz. Idiota. -Saiman, te cale. A cara de Curran era indecifrável. Saiman se inclinou para mim. -me deixe te dizer sobre o amor. Uma vez seduzi a uma noiva o dia de suas bodas. Tive-a antes da recepção e depois deella. Fiz-o só por diversão, para ver se eu podia fazê-lo. Duas pessoas no início de sua nova vida juntos, que acaba de prometer que renuncia a todo o resto. Se isso não for prova da transitoriedade do amor, o que o é? Curran me lançou um olhar totalmente alfa. Era de um resplendor primitivo, sem piedade, como um depredador olhe a sua presa. Golpeou meus sentidos. Olhei de novo sua íris de ouro. Atraindo-os. Tenho um montão de agressão reprimida guardada sólopara ti. Tia B se voltou por volta das dois ratos, disse algo com um sorriso, e juntos entraram na habitação do lado assinalada como festa privada. Um a um os alfas a seguiram. Saiman riu brandamente. Sem dissimulações, Curran e eu. Os duas presa da luxúria. Os dois guardiães nosso orgulho e sofremos de ciúmes. Os dois utilizamos nossos recursos para conseguir o que queremos: Eu uso minha riqueza e meu corpo e ele utiliza sua posição de poder. Você diz que só te quero porque você te negou. Ele te quer pela mesma razão. Lembrança quando se converteu no Senhor das Bestas. O rei menino, o adolescente perpétuo, de repente à cabeça da cadeia alimentara, com acesso a centenas de mulheres que não podiam dizer que não. Crie que as obriga a ir a sua cama? Tinha que havê-lo feito ao menos um par de vezes. Um músculo se sacudiu na cara de Curran Na esquina Jim assentiu com a cabeça, e um par dos de nossa esquerda e o destinatário das falações do Jim seguiram ao concílio da Manada. Jim se tinha retirado com sua gente dentro Lhe estavam dando Curran um campo de jogo limpo. Não havia testemunhas da Manada, por isso nenhum cambiaformas podia ser obrigado a dez larar contra o Senhor das Bestas. Precioso. Os olhos de Curran prometiam um assassinato. Eu quase podia ver o titular: CONSULTORA DA ORDEM RASGADA PELO SENHOR DAS BESTAS EM UM RESTAURANTE EXCLUSIVO DO NORTHSIDE. Tinha que manter vivo ao Saiman. Eu o necessitava para que me ajudasse com meu trabalho, e se tinha estendido o amparo da Ordem sobre ele quando estive de acordo nesta data idiota. Não tinha nem espada, nem agulhas, nem nada.


Saiman pediu uma nova bebida. -Só há uma diferença entre nós. O Senhor das Bestas te vai mentir. Ele te dirá que te ama, que sempre vai ser o único, que o sacrificará tudo para estar contigo e te manter a salvo. Eu não vou mentir te. Não vou fazer promessas que não possa cumprir. Honestidade, Kate. Eu ofereço honestidade. Como podia um homem tão inteligente ser tão estúpido? Era como se ele não pudesse conter-se. Tinha ido mais à frente do ponto da razão. -Saiman, te calar. -Todos vós esta noite são meus. me beije, Kate. me deixe acariciar seu pescoço. Arrumado a que o faria estalar. Saiman me aproximou. Esquivei-o. Algo se rompeu nos olhos de Curran. dirigiu-se para nós, movendo-se de uma maneira pausada, deliberada, com o olhar fixo no Saiman. Se Curran punha suas mãos sobre ele, mataria-o. Tive uns segundos para acautelá-lo. Dava um passo à frente do Saiman. -Manten detrás de mim. -Não me fará mal. Não aqui. Significaria repercussões. -Não lhe importa-. Saiman sabia que a sociedade opera baixo certas regras, e enquanto se aferrava a essas regras, estariam a salvo e seria respeitado. Não há emoção cada vez lhe tocou o suficientemente profundo para contemplar romper essas regras. Não podia compreender o fato de que Curran poderia arrojar tudo pela janela só para ter a oportunidade de agarrar a garganta do Saiman. Curran se abriu caminho entre as mesas. Comecei a caminhar para ele. Arma. Necessitava uma arma. A minha direita um casal se estava rendo na mesa, uma garrafa quase vazia de vinho sentado na toalha branca ao lado deles. Roubou a garrafa e se mantém em movimento. Os olhos de Curran brilhavam. Mostrei-lhe a garrafa. Não pode ter ao Saiman. Estou-lhe protegendo. Agarrou velocidade. Não me importou. Levantei a garrafa e tomei um lugar entre duas mesas. Muito bem. Segue te aproximando. Quer falar. vamos falar. Um homem entrou na habitação. De compleição magra, levava um sherwani, um casaco comprido índio, ricamente bordado com seda escarlate e fio de ouro. Gemas brilhantes pontuado os giros dos bordados. Sua cabeça escura estava nua. Levava um fortificação com ponta de ouro com uma cabeça de cobra, que, conhecendo-o, provavelmente era o artigo genuíno. Nataraja, o grande kahuna residentes da Nação. Dirigia os interesses do Roland em Atlanta, e apresentava informa ao círculo interno da Nação.


detrás dele, a figura enxuta do Ghastek apareceu, junto à Rowena, uma ruiva impressionante, envolta em um vestido abrumadoramente formoso de cor azul. Outros Professores dos mortos continuaram. A Nação tinha chegado. Nataraja viu Curran, fez uma careta, e chamou com uma voz um pouco aborrecido, -A Nação saúda o senhor das Bestas. Curran se deteve metade de um passo. A fúria em seus olhos estava a fogo lento. Ele a afogou, com seu próprio autocontrol. Deveu ter sido um monumental esforço de vontade. Assustou-me. A boca de Curran me disse uma palavra. “Mais tarde”. Golpeei a garrafa contra a palma de minha mão, e com a boca para trás. Em qualquer momento. Pouco a pouco Curran nos deu as costas. Sua voz era uniforme e clara. -O Senhor das Bestas saúda a Nação. Estendeu a mão para a habitação privada e juntos, ele e Nataraja, foram-se. -Temos que viver-, grunhi. Saiman se encolheu de ombros com indiferença elegante. -se preocupa muito. Vinte minutos tinham acontecido desde que a Nação e o Conselho da Manada tinha entrado em sua habitação privada e não pudía me liberar-se Saiman nem com alavanca. Não deixava de beber. Antes estava "bêbado para construir seu valor”, agora estava bebendo em comemoração por sobreviver a terrível experiência. Saiman vivia na borbulha de seu próprio egocentrismo. Nada era mais importante para ele que o dinheiro e a influência. Romper as regras da élite de Atlanta lhe custaria muito ao infrator. Nenhuma emoção poderia perturbar tanto ao Saiman para romper as regras. Ele simplesmente não podia compreender que Curran o sacrificaria tudo pela oportunidade de afundar suas garras na garganta do Saiman. Mas, Curran se tinha visto obrigado à violência. Saiman lhe tinha feito um insulto colossal frente a membros da Manada. Neste momento Curran se sentava nessa habitação privada, fantasiando com a redecoración da sala com grinaldas das vísceras do Saiman. Mais logo ou mais tarde, ia sair e eu não confiava em mim meu MA para manter Saiman seguro. Eu queria uma confrontação. Queria romper a expulse-a na cabeça de Curran. Mas uma vez que começamos nisso, Saiman nem sequer estaria ali. Queria machucar a Curran, nada mais me importava. Havia uma razão pela qual a primeira regra do guarda-costas dizia: "Saber onde está seu protegido em todo momento" No momento qu e perdia de vista o corpo que estavam protegendo, convertia-se em vulnerável. Curran era um bastardo letal. Não podia permitir o luxo arriscar a segurança do Saiman. Tratei de raciocinar. Tratei de ameaçar. Saiman ficou parecido em sua cadeira, empenhado em


assegurar-se de que terminasse a noite embalando a seu cadáver. lhe deixando a ele já saindo, esperando que me seguisse, estava fora de questão. Por isso sabia, Curran ia estalar, sairia dessa habitação no momento em que o perdesse de vista. E Saiman era muito pesado para fazê-lo. Agora mesmo desejaria ter uma força sobrenatural. Se tivesse a força do Andrea, poria-me isso por cima do ombro e arrastaria seu culo para fora. Jim saiu da habitação privada e se dirigiu ennuestra direção. movia-se com graça casual, só um tipo simpático e duro à espreita. As pessoas se afastaram discretamente dele. Era difícil escolher-se quando se estava sentado mas o fizeram. deteve-se junto a nossa mesa e ficou olhando ao Saiman. A voz do Jim era suave e melodiosa quando lhe falou em voz baixa, mas suas palavras gotejavam malícia. -Se for agora, sozinho, o Senhor das Besta te outorgará uma passagem segura. Saiman riu, um som sem senso de humor, tranqüilo. -Não necessito suas garantias. Estou desfrutando muito de meu casal, e tenho a intenção de desfrutar do resto de minha noite em companhia do Kate. Jim se inclinou para mim, pronunciando as palavras com exatidão rangente. -Necessita ajuda? Sim. Sim, sei. Por favor, lhe pegar ao imbecil do lado com a cabeça ao reverso, nocauteia-o, e me ajudam a levar-me o daqui. Me afrouxaram os dava entes. -Não. Um sorriso triunfal brincou nos lábios do Saiman. Só um murro nos focinhos e ele se limparia os dentes com o perfeito cabelo de seu cangote. Jim se aproximou mais. -Se quer sair sem ele, farei que aconteça-.Um brilho verde cintilou em seus olhos. -Estou obrigada a permanecer com ele durante a noite. Mas agradeço a oferta. Jim assentiu com a cabeça e se retirou. Se a fúria gerasse calor, estaria fervendo de dentro para fora. Em tempos se desesperados, medidas desesperadas. Juntei todas minhas armas de mulher e toquei a mão do Saiman. -Saiman, por favor, vamos. Como um favor para mim. Fez uma pausa com um copo a meio caminho de sua boca. -Estou esperando a atormentá-lo um pouco mais, quando sair. Idiota, idiota, idiota. –Já o deixaste claro, e estou cansada e estresada. Só quero ir tomar uma taça de café a minha cozinha. Sua mente se tomou um momento para funcionar pelo atordoamento do álcool. Ele arqueou as sobrancelhas. -Convida-me a tomar uma taça de café em privado em sua casa? -Sim-. Eu lhe daria uma taça de café e uma boa ração de um sandwich de nódulos. A generosidade é uma virtude e eu estava de humor para ser extremamente virtuosa.


Saiman fez um exagerado suspiro. -Reconheço que é um suborno, mas seria um parvo se declinasse. -Seria-o. Pagou a conta. Com sorte, a Nação e a Manada estariam encerrados durante um bom momento. Quando começamos a baixar a escada. Eu o olhava como um falcão, esperando que viaje nas escadas, mas as arrumou para baixar com sua habitual elegância. Externamente não mostrava signos de embriaguez. Não tropeçava e seu discurso não era insulto, isso ia em seu contrário. Curran poderia ser capaz de perdoar a um homem bêbado, mas não a um sóbrio. Fora, a neve caía do céu negro, ocultando o chão com uma manta branca e suave. Saiman levantou a mão, e os flocos de neve se formaram redemoinhos em sua pele, detrás de seus dedos. -Bonito, verdade? -Muito bonito-.Eu lhe dirigi para o veículo. Por fim encontrou a praça de estacionamento. Saiman estalou os dedos, as chaves saíram de um nada. -Não deveria conduzir-, disse-lhe. -Pelo contrário, deveria. Um ser humano normal já estaria morto de intoxicação etilica. Ele queria conduzir. -me dê as chaves. Ele o considerou e pendurou as chaves antes de mim. -O que ganho eu se te deixo conduzir? Senti o peso do olhar de alguém, como se um franco-atirador tivesse avistado umas costas através de uma olhe telescópica. Voltei-me. O edifício se elevava uns trinta metros de distância. As portas dobre de cristal que dão ao balcão se abriram e Curran saiu. -O que ganho eu se te deixar o carro, Kate? Agarrei as chaves de sua mão. -Viver! Entrar no carro. -Agora, agora… Abri a fechadura aberta, atirei da porta entreabierta dos passageiros, e o empurrou para o assento. Os olhos de Curran brilharam como o ouro. encolheu-se de ombros em sua jaqueta de couro, agarrou o pescoço de sua jaqueta com ambas as mãos, e a rompeu pela metade.


Mergulhei-me no carro e pisei no pedal do acelerador. No espelho retrovisor Curran rasgou sua calça. Sua carne fervida, e o monstro se estava derramando para trás. -Qual é a pressa?-, Perguntou Saiman. -Olhe para trás. O homem se foi. Em seu lugar havia uma besta, cinza escuro e com os músculos marcados. Alcancei a ver as enormes presas na cara que nem era leão nem humana, e logo saltou pelo balcão até o telhado vizinho. -Está-nos perseguindo-. Saiman olhou pela janela traseira. -Ele realmente nos está perseguindo! Ele te está perseguindo. Ele não me faria mal. -Bom, o que esperava? O shock se refletia na cara do Saiman. -abandonou todas as pretensões da humanidade. Tomei uma curva fechada. Os pneumáticos derraparam. O veículo derrapou, levantando um montão de neve. Lutei com o volante, corrigindo o carro, e me precipitei pela rua. Curran apareceu sobre os edifícios detrás de nós. Navegou pelo céu noturno como se tivesse asas e caiu sobre as telhas. A luz da lua se aferrou a sua juba hirsuta. Tomou carreirinha, limpou outra brecha entre os edifícios, e nos seguiu, saltando de coberto em coberto com grandes saltos. Tratei de falar com claridade, com a esperança de que penetrar na névoa do cérebro do Saiman. -Vamos a minha casa. Saio. Põe-te ao volante e conduz tão rápido como pode. É sua única oportunidade-. E minha única oportunidade de resol ver tudo o que me afligia, sem interferências externas. Saiman não respondeu. A carne fluía na cara e as mãos, transformando-se em uma nova forma e imediatamente de trocar a outro, como se seu corpo se tornou líquido. -O que está fazendo? -Queimar o álcool-. Olhou para trás. -Ainda está ali! -me ajude a conduzir. Não sei onde estou. -Seguinte à esquerda. Verá uma ponte. Vê por acima. Fiz um giro, rezando para que a tecnologia se mantivera. Se a magia nos golpeava, nós gostaríamos de estar de mierda até o pescoço. CAPÍTULO 17


TRINTA MINUTOS DEPOIS PAREI em seco antes de meu edifício. Saltei à neve, com Assassina na mão. Saiman se lançou ao assento do condutor. As rodas pulverizaram flocos de neve. Dava um salto para trás. O carro deu a vue lta, rodando sobre o lugar onde meus pés tinham estado segundo meio antes, e se apressou na noite. Quase me tinha atropelado. Covarde. vamos ter uma associação, Kate. Ofereço honestidade, Kate. Não tenho que correr mais rápido que o Senhor d e as Bestas, isso me incomodou, Kate. Eu só tinha que correr mais rápido e golpeá-lo com o coch e no traseiro e sair dali. Os cães guias de ruas exploraram em latidos frenéticos. Falando do diabo… Tinha que atrair a atenção de Sua Majestade e tirar o da rua. Ao ar livre, ele poderia tomar impulso e arrasar mais de mim. Em meu departamento, você ndría uma maniobrabilidad mais difícil e eu teria a vantagem de meu próprio terreno. Subi meu vestido e correu para o edifício, Subi as escadas de dois em dois. Levou-me três preciosos segundos abrir a porta. Meti-me no interior, deixei cair a espada, correu para a janela do salão, e a abri. Uma grosa grade de barras de aço e prata guardada minha janela. Agarrei as duas asas e as girei. As fechaduras se abriram de repente. A grade se voltou para a esquerda e o vi, uma besta de pesadelo sobre um telhado da rua, como um demônio apanhado entre o céu negro e o branco como a neve. Santo Deus. Viu-me e trocou de direção ao meio salto. Isso estava bem. Vêem que te dê um beijo com meu punho, bebê. Separei-me da janela. Sapatos. Davam-me espetadas nos talões. Tirei-me isso e os joguei no corredor. Se tivesse que lhe dar uma patada, o salto entraria no corpo como uma faca. Doeria-lhe, mas não o suficiente para detê-lo, e eu gostaria muitíssimo ser livre. Curran caiu do terraço e se lançou através de lacalle a meu edifício. Afastei-me, me dando espaço para chutar. Meu coração golpeava. Minha boca se secou completamente. Um segundo passou. Vamos. Vamos. Umas patas com garras se viram. Curran se lançou pela janela. Era enorme, nem homem, nem leão. A forma habitual de guerreiro de Curran se colocou em posição vertical. Esta criatura se movia a quatro patas. Enorme, repleto de músculo sob uma pele de cor cinza a raias com marcas de chicotadas de um cinza mais escuro, duzentos e setenta quilogramas pelo menos. Sua cabeça era de leão, seus olhos eram humano, e suas presas eram monstruosas. Assim que isso é o que o Senhor das Bestas sem freios parecia.


Aterrissou no chão de minha sala de estar. Seus músculos se retorceram e se arrastaram, estendendo-se e ajustando-se. A pelagem cinza se fund ió com sua pele humana, e Curran se levantou em meu tapete, nu e furioso, com os olhos brilhando de ouro. Sua voz era um grunhido profundo. -Sei que ele está aqui. Posso cheirá-lo. Senti um desejo irresistível de golpear seu cérebro com um pouco pesado. -perdeste seu sentido do olfato? O aroma do Saiman é de faz horas. Olhos dourados arderam. -Onde está? -debaixo de minha cama. A cama voou pela sala e se estrelou contra a parede com um ruído surdo. Já tinha bastante disso. -Que diabos crie que está fazendo? -Esta vez está metida em uma confusão. por que eu? -Não há confusão! É um acerto profissional. -Ele te pagou?- Grunhiu Curran. -Não. Eu lhe estava pagando a ele. -Rugiu. Sua boca era a de um ser humano, mas a explosão de som que saíam dela era como um trovão. -ficou-se sem palavras, Sua Majestade? -por que ele?- Grunhiu. -De todos os homens que poderia ter, por que o contratou para isso? -Porque tem a melhor equipe da cidade e sabe como usá-lo! logo que o disse, dava-me conta de como tomaria. O começo de outro rugido ensurdecedor morreu na garganta de Curran. Olhou-me, mudo. OH, isto era muito bom. Mostrei minhas mãos. -O laboratório! Estou falando de seu laboratório, não de sua franga, idiota. O é o único que conheço com um laboratório de classe quatro na cidade. Pode agarrar um pedaço de papel em branco e ler um encantamento invisível nele. Devia havê-lo entendido, já que recuperou sua capacidade de falar. -Isso não é o que me disseram. Não me minta, Kate. -Fora de meu apartamento! -Eu sei que ele estava planejando uma noite larga e que não tinha outra opção a respeito.


A próxima vez que visse o Jim, ia lhe dar uma patada na garganta-. Vê-me como uma frágil florecilla? Posso matar ao Saiman três vezes antes de que seu corpo chegue a tocar o chão. Se eu não quero dormir com ele, não há força na terra que me obrigue a fazê-lo. Veras, em nosso mundo, temos esta costure chamada realidade. antes de liberar sua glória bestial para me resgatar, te passou pela cabeça? Abriu a boca -Não!- Grunhi, ia seguir. -Não terminei. Necessito-o para a investigação da Ordem. Fez-me sair com ele como condição para seus serviços, já que lhe fez acontecer os Jogos de meia-noite entre o Mahón e Tia B e esta é seu pequeñaversión da vingança. Sabia que o estava protegendo, e ainda assim foi atrás dele. Há jodido minha vida pessoal, e agora está tratando de destruir minha vida profissional. Se o matas esta noite, juro-te Por Deus que te assassino. -ia obrigar te a dormir com ele? Darei-te uma pista, Sua Majestade. -Não. Mas inclusive se eu queria fazê-lo com ele até lhe derreter os miolos, não tem direito a opinar a respeito. A fúria se estremeceu nas esquinas da boca de Curran. O espreitava como um gato enjaulado. -Tenho todo o direito. -Quem o diz? -Você. Você me disse isso quando deixou erva gatera por toda minha cama. Eu abri minha boca, mas não saiu nada. Tinha-me pilhado. -troquei que opinião. -Outra vez? por que não me surpreende? -O que quer dizer com outra vez? Você me plantou, recorda? -Expliquei-lhe isso. Não te plantei. Argh. -vamos comprovar o. Eu tinha cozinhado o jantar. Fiz-te um bolo. Pus a mesa. Dava-me uma ducha. Maquiei-me. Tinha comprada camisinhas, Curran. E logo me sentei na cozinha durante horas, te esperando. Sentei-me e esperei durante três horas. Então chamei à Fortaleza e me disseram que não me pusesse em contato outra vez. E tem a audácia de me grunhir? Ele me mostrou os dentes. -A chamada Telefónica se produziu quando Doolittle estava me colocando os ossos. Foi desviada ao Mahón, que pensava que não era importante. Nunca me disse isso. Não tinha nem idéia de que tinha chamado. Foi uma cagada por minha parte, e aceito toda a responsabilidade por isso. Sinto muito. Não voltará para s uceder. -Nisso estamos totalmente de acordo. Seus olhos brilharam. -Mas você, nem sequer tratou de me localizar e entender o que tinha


passado. -Fez-me sentir tão pequena-. Mantive meu polegar e meu índice logo que separados. -Tinha que arrastar-se até a Fortaleza, me ajoelhar e te pedir audiência? Grunhiu. -supunha-se que viria à fortaleza e Melo dirias na cara. Isso tivesse estado bem. Mas fugiu. A fúria em seus olhos fez que me arrepiasse os cabelos da nuca. -Estava tratando de evitar um conflito entre a Manada e da Ordem, estúpido idiota! -E uma mierda de touro!- disse Ele atuou como se não me tivesse escutado. –Poderia me haver localizado. Poderia ter exigido uma explicação. Em seu lugar sua idéia de fazer frente a este desastre não foi falar comigo. E te apóia em que me perseguem desde que tinha dezesseis anos de idade? -Dos doze mas bem-. Dezesseis era lhe dar muito crédito. Ele mordeu o ar. –Olhe quem fala. Minha voz era tão amarga que podia saboreá-la. -Não importa. Pensei que queria estar comigo. Fez-me desejar coisas com suas palavras, coisas que acreditava que nunca teria. Pensei que tínhamos uma oportunidade. Mas já passou. Obrigado, Sua Majestade, pela cura de minha loucura temporária e por me mostrar que tudo foi minha culpa. Peço desculpas por destroçar sua equipe do ginásio. Foi um engano por minha parte. vou substituir seu banco e seu edredom. Pode ir agora. Ficou olhando. Se ele não se ia, mataria-o. -Quer que lhe explique isso? vou falar lentamente. Rompeu-me o coração e agora o está pisando fortemente. Odeio-te. te largue de minha casa, ou te juro te golpearei até que sangre. Seu rosto era escuro. -Quer me humilhar? É isso? -Agora que o menciona, te humilhar estaria bem, mas não, só quero que vá. Sal daqui. Seus olhos brilhavam para mim. –Faz-o. Lancei-me à esquerda e o chutei. Ele não fez nadapara me evitar. Meu pé se estrelou em seu estômago. Foi como chutar uma árvore forrada de borracha. Golpeei-lhe as costas um par de vezes. Ele lançou um grunhido. -Isso é tudo, neném? Cobrei impulso, e lhe dava patadas na cabeça. cambaleou-se para trás, seu olhar estava um pouco fora de foco. Forcei um sorriso. -soou um sino, nenê?- Mierda. Tinha-lhe golpeado com tudo o que tinha e não tinha cansado. Deveriam haver lhe apagado as luzes.


Curran negou com a cabeça e cuspiu sangue sobre mialfombra. O ouro em seus olhos me queimava. dirigiu-se para mim, com a mandíbula tensa. Ele não aceitaria outra patada na cabeça e lhe dar patadas em seu corpo era inútil. Tirei o joelho. Apartou meu pé a um lado e me agarrou. Esquivei-o e o dava um golpe no flanco. deu-se a volta nela e meu punho ricocheteou nas costas. Ai. Afundei meu alónt atrás de seu joelho outra vez com todas minhas forças. Ele grunhiu, mas seguiram aproximando-se. Cogíuna abajur da mesinha de noite e lhe golpeei com ela. Ele a agarrou, rompeu-a com suas mãos e a jogou em um lado. Eu estava quase contra a parede. Minha margem de manobra se reduziu a um nada. Rompi meus nódulos em seu plexo solar. Exalou uma baforada de ar forte e me empurrou até a parede. Seu antebraço sujeitava meu braço esquerdo. Martelei-lhe o punho direito em seu ouvido. -Grunhiu, agarrou-me a boneca, e o fechou contra a parede porencima de minha cabeça. Não tinha espaço para mover-se. O jogo se terminou. Esmagou-me contra a parede, apoiando em mim seu corpo. Esforcei-me, tratando de liberar-se. Poderia ter sido de pedra por todo o efeito que lhe fez. Exceto que era de carne e estava completamente nu. Esforcei-me com todos os músculos que tinha. Nada. Sem músculos, ele estava além de mim. -Sente-se melhor?, Perguntou ele. -te apóie à esquerda, Sua Majestade. -Quer um tiro a meu jugular com os dentes?- Ele se inclinou para a direita, deixando ao descoberto seu pescoço grosso. –A carótida é melhor. -Meus dentes são muito pequenos. Não posso causar suficiente dano como para que te sangre. Jugulá-la é melhor se a rasgar um pouco e obtém borbulhas de ar na corrente sangüínea, vão estar em seu coração em duas respirações. Que me passava-. Um ser humano normal morreria, mas uma embolia pulmonar demorava mais em ser permanente em um cambiaformas. -Aqui tem-. Inclinou sua cabeça para mim, com o pescoço tão perto de meus lábios, senti o calor de sua pele. Seu fôlego era quente contra meu ouvido. Seu v oz era um rugido irregular. -Você estranho. Isto não estava acontecendo. -Preocupo-me com ti-. Baixou a cabeça e olhou aos olhos. -Preocupa-me que algo estúpido vá passar te e não estar ali e morra. Preocupa-me que não sempre terá uma opção e isso me está tirando de minhas casinhas. Não, não, não, não…


Olhamo-nos o um ao outro. O pequeno espaço entre nós se sentia muito quente. Os músculos avultavam em seu corpo nu. Olhou-me grosseiramente. Dourados olhos loucos se fixaram em meus. -Me sentiste saudades, Kate? Fechei os olhos, tratando de negá-lo. Poderia mentir e logo voltaria a começar desde zero. Nada estaria resolvido. Ainda estaria sozinha, odiando-o e querendo-o. Agarrou-me os ombros e me sacudiu uma vez. -Me sentiste saudades? Armei-me de valor. –Sim. Ele me deu um beijo. Seu sabor foi como uma explosiónde cor em uma habitação cinza. Foi um beijo forte, possessivo e me fundi nele. Sua língua roçou a minha, ansiosa e quente. Lambi-o, degustando-o. Meus braços se deslizaram ao redor de seu pescoço. -Grunhiu, atirando de mim para ele, e me beijou nos lábios, bochechas, pescoço… -Não me obrigue a ir. De maneira nenhuma. Traguei saliva para recuperar o fôlego. -Se for, como vou estrangular te? Elevou-me em seus quadris e moldei a ele e o beijou na boca, roubei-lhe o fôlego. Eu não queria deixá-lo ir. Suas mãos se deslizaram sobre meu corpo, acariciando meu pescoço, passando a minhas costas, logo a meus peitos. Seus dedos roçaram meus mamilos, enviando calafrios através de mim. Arqueei meu corpo, açulando-o, cada vez mais rápido. Fez um ruído, a meio caminho entre um grunhido e um ronrono. Desencadeou algo no profundo, a nível primitivo, feminino, e me apertei com mais força a ele, percorri as mãos sobre as cordas dos músculos em suas costas, lambendo seu pescoço, beijou-o uma e outra vez, talvez o fizesse de novo. Curran me apartou à parede e me levou pela habitação, chocando-se com as coisas. Tropeçamo-nos na cama, fazendo-a cair. Curran me sustentou com uma mão e me jogou sobre ela, seu grande corpo estava em cima do meu. Arrastou sua boca desde meus lábios e me beijou no pescoço, desenhando com o calor de minha garganta. Os mamilos me doíam. Tirou-me o vestido dos ombros, e me chupou o peito. O calor se disparou através de mim, me fazendo hiperactiva e impaciente. Sentia-me vazia e queria estar cheia dele. O aroma e o calor que vinham dele me estavam embebedando. Curran agarrou meus braços e os empurrou em cima de minha cabeça. Sua mão esquerda fechada ao redor de minhas bonecas. Beijou-me com um grunhido gutural faminto, seus dentes me mordiscaram a pele. Sua mão quente se deslizou por minha coxa, estava-me fazendo tremer, e ouvi como se rasgava minha roupa interior. Ele se tornou a um lado, colocou a mão debaixo de meu culo, levantando meus quadris, e se agachou entre minhas coxas. OH, Meu deus.


Eu gritei. Passou-me a língua, sugou-me, e todo isso me perdeu, exceto o nó quente de prazer de abaixo. Cada movimento, cada toque de sua língua, fez-me estar mais e mais quente, aumentando a pressão, fazendo-a insuportável, maravilhosa, assustadora. Por último, irrompeu através de mim em uma sacudida ardente, do interior de todo o caminho até minha pele. Curran me soltou. Eu gritei e agarrei a ele. O calor se dissolveu em unacascada de ondas. -As camisinhas-, suspirei. -Onde? assinalei além da cama, onde estavam acostumados a estar . partiu e quase grunhi. Eu não queria que ele me soltasse. O mundo se cambaleava. Estava enjoada, como se estivesse bêbada. Curran reapareceu com uma camisinha. Tirou um pacote aberto. Por um segundo tive o pensamento absurdo de que a camisinha não lhe serviria. De algum jeito o conseguiu pôr, se nclinó sobre mim, e me beijou no pescoço. Seus dentes roçaram minha pele. Ele apertou a ele. Levantei minhas pernas ao redor de seus quadris. Os enormes músculos de suas costas se sobressaíam sob minhas mãos. O empurrou, e voltei a gritar enquanto se deslizava dentro de mim, encheu-me, quente e duro. Meu corpo se estremeceu. meteu-se uma e outra vez, construindo um ritmo suave, e me movi com ele, me balançando e tratando de não perder o conhecimento da felicidade. Outro orgasmo explorou em mim, arrancando um grito de minha garganta. Curran se afundava. Meu corpo se apertava ao redor dele. -Grunhiu e se correu, e se derrubou sobre as mantas. Eu estava sem fôlego. Tinha que ser uma alucinação, mas estava tão feliz que não me importava. Atraiu-me para si, e pôs minha cabeça sobre seu peito. Sua mão acariciava meu cabelo. Os batimentos do coração de seu coração eram ainda fortes. Deitamo-nos juntos enquanto o suor se esfriava lentamente em nossa pele. Dava-me a volta e lhe dava um murro nas costelas. Ele lançou um grunhido. -Isso é pela maldita chamada de telefone. Pilhou-me em um abraço, sujeitando os braços. -Acredito que me picou um mosquito. Tratei de me apartar, mas ele me tinha abraçado.


Seus olhos cinzas se centraram em meus. -por que não veio à Fortaleza? -OH, pensei em fazê-lo. Tinha as botas postas, lista para ir, quando me lembrei de que poderia causar um desastre entre as agências. Estava sendo responsável. Ele negou com a risada. -O que? -Você? Responsável? -te cale. Como ia eu ou seja que você deixaria que dois ositos lhe fizessem mal como ao Ricitos de Ouro? -Ah, sim. Essa boca. Tinha-a sentido saudades-. Me aplastóen um abraço feroz. -Toda minha agora-. Meus ossos se queixaram. -Não posso… respirar, chiei. -Sinto muito-, sussurrou, deixando ir o suficiente para inalar. Deitamo-nos juntos por um tempo, até que o ar frio da janela aberta, afetou-me e me estremeci. -Tem frio-. Levantou-se e foi fechar a janela. Meu vestido se aferravam a minhas pernas e se enrolava ao redor de minha cintura. Retorcia-me e o tirei. -estragamos seu vestido de princesa-, disse. -Tenho a pior sorte com esse vestido-. Incorporei-me no cotovelo para me levantar e olhei meu apartamento. Tínhamos destruído o lugar. -Pelo menos o edifício segue em pé. -Orgulho-me de minha moderação-, disse. Pus-se a rir. Agarramos os travesseiros e encontramos a manta. deslizou-se na cama junto a mim, e me envolveu em torno dele, minha cabeça sobre seu peito. -O que o fenômeno, disse, não é assim-, disse Curran. -Sei-, disse-lhe e lhe beijou a comissura da mandíbula. -Nunca obriguei a ninguém e não é mentira. -Sei.


Um gemido comprido e triste rodou pelo piso. Curran franziu o cenho. -Isso é seu vira-lata? -Ele é um caniche de raça. Encontrei-o em uma cena do incidente, lavei-o, barbeei-o, e agora guarda a casa e vomita no tapete. -Qual é seu nome? Estirei-me contra ele. –Grendel. -Nome estranho para um caniche. voltou-se, aproveitando ao máximo o fato de que meus peitos eram esmagados contra ele. -Entrou em uma sala de aguamiel cheia de guerreiros no meio da noite e aterrou na metade de morte. -Ahh. Isso o explica tudo-. Sua mão acariciou meu ombro, e logo minhas costas. Foi uma carícia aparentemente casual, e me deu vontade de me esfregar contra ele. inclinou-se mais perto e me beijou. Seus dentes me roçaram o lábio inferior. Beijou-me no queixo e começou a trabalhar seu caminho no pescoço. Mmmm… -Tenho lido que os leões podem ter relações sexuais trinta vezes ao dia-, murmurei. Ele levantou uma sobrancelha. -Sim, mas só dura segundos meio. Quer um segundo intento? Pus os olhos em branco. -Que mulher poderia passar dessa oferta? Sua mão estava cavada de meu peito. Seus dedos roçaram meu mamilo e me estremeci. -Não sou todo leão-, disse Curran. -Mas se que me recupero rapidamente. -Como de rápido? encolheu-se de ombros. -Dois minutos OH, moço. -Mais lentamente com o tempo-, disse. -Depois do primeiro par de horas mais ou menos. Um par de horas… Deslizei minha mão de seu peito a seu estômago, sentindo as cristas de seus músculos duros. Eu queria fazer isso durante tanto t iempo. -É bom que tenhamos toda uma caixa de camisinhas. riu pelo baixo, como um felino depredador satisfeito, e me subiu sobre ele. CAPÍTULO 18


ABRI OS OLHOS, VI A LUZ, E ME LEVANTEI. A magia ainda estava abaixo. Graças ao universo. A cama estava de volta no lugar que lhe correspondia. OH, bom. Tinha sonhado todo o assunto. Curran entrou na habitação. Levava calças da Manada que deviam ter saído de meu quarto e nada mais. Músculos tonificados avultava n em seu peito e seus braços, endurecidos pelo esforço constante. Tinha a construção de um homem que lutava por sua vida, nem muito volumosos, nem muito magro, uma combinação perfeita de força e rapidez flexível. E ele sorria como um homem que tinha tido uma noite bastante larga e emocionante. Nop. Não tinha sido um sonho. Tinha-me deitado com ele. Querido Deus. Os olhos cinzas de Curran riam de mim. –bom dia. -me diga que estou sonhando. Mostrou-me o bordo dos dentes. -Não. Joguei-me atrás e atirei do lençol em cima de mim. Eu não podia ter sido tão imprudente. -É muito tarde para isso-, disse. -Já o vi tudo. Em realidade estou bastante seguro de que já hei meio doido e provado tudo, também. -Só necessito um momento para fazer frente a isto. -Tome seu tempo. Eu não vou a nenhuma parte. Isso era o que me temia. Me ocorreu que não estava escutando nenhum latido. -Onde está meu cão? -Deixe-o sair Levantei-me. -Sozinho? -Ele vai voltar assim que termine. Sabe onde está a comida. Curran se aproximou da cama, movendo-se em silêncio, seus pés nus se agarravam ao chão enquanto caminhava à ligeira, como se ainda tivesse garras. Realmente era um filho de puta muito atrativo. inclinou-se sobre a cama. Seus lábios roçaram meus. Ele me deu um beijo. E eu lhe devolvi o beijo. Sabia a Curran e a pasta de dente. Evidentemente, eu tinha perdido a cabeça.


-Fiz-te mal ontem de noite? Eu poderia ter utilizado muitas palavras para descrever a última noite, mas a dor não era um deles. -Não. -Eu não estava seguro de que me dissesse isso. -Sim, às cinco da manhã-. Ele seguia e seguíay, por volta das cinco, meu corpo deixou de funcionar. -Tinha que dormir. Mas estou bem e descansada-. por que acaba de sair isso de minha boca? Tinha o aspecto de um gato que se colocou em uma despensa e se comeu a nata e tido uma festa com nébeda. -É um oferecimento? -Você gostaria que o fora?- Simplesmente não o podia evitar. Ele sorriu e se deslizou na cama junto a mim. –Sim. Meia hora mais tarde, escapei-me e comecei a procurar minha roupa. O ar cheirava ao Java. -Fez café para mim? Vesti-me e fui à cozinha para fritar uma omelete e Andrea chamou com as últimas notícias. -Chega duas horas tarde-, disse-me. -Está bem? Nu nca te atrasa. Necessita que vá? -Não. Estou bem. Cansada. Curran colocou pão na torradeira. -Alguma notícia de minha María?- Perguntei-lhe. -Nada. Tinha esquivado a bala. –Obrigado. -Espera, não pendure. -Sim? Andrea baixou a voz. -Rafael se inteirou de mais intrigas sobre o do ginásio. Curran me olhou. Tive que baixar a cabeça e dizer algo antes de que Raphael acabasse arrependendo-se. -Agora não é o melhor momento… -Olhe, estou escondida no arsenal com o telefone, olhando a porta, e sussurrando para que


ninguém me vá escutar. Sinto-me como uma menina escondida no banheiro durante o recreio. O menos que pode fazer é me escute. Raphael dic e que Curran estava ali no banco de pesos durante quinze minutos inteiros tratando de levantar a barra de mierda, apesar de que estava soldada. Curran me olhava com uma expressão inescrutável. -Estraguem-, disse-lhe. "Estraguem" era uma boa palavra. Sem o CO mpromiso. -Ele a rompeu. -Desculpa? -Separou a barra. E logo destroçou os bancos com labarra. Fez-a pedaços. Que alguém me mate. -Estraguem. -Devia ter um montão de frustração. O homens instável. Assim te cuide as costas, de acordo? -Farei-o. Obrigado. Pendurei o telefone e o olhou. -Rompeu o banco. -Você o rompeu. Eu acabei de terminar o trabalho -Não foi um de meus momentos mais brilhantes. encolheu-se de ombros. -Não. Eu não o entendi até que vi a erva gatera. Pensei que te estava burlando de mim. Foi inesperado-. Grunhiu parasus adentros. -vou pôr uma focinheira ao Rafael -Ele só quer que suas maquinações financeiras sejam passadas. -Está-me dizendo que fez isto por ele? -Não. Acendi o gás e tirei dois pratos azuis de metal. Tinha-me dado de romper os pratos depois da última vez que a porta de minha casa f ora destroçada por demônios marinhos que a tinham tomado com minha cozinha. Eu dividi a omelete entre os pratos e me detive quando os braços de Curran se fechado sobre mim. Ele me aproximou dele, resionandop minhas costas contra seu peito. Ouvi-lhe respirar meu aroma. Seus lábios roçaram minha têmpora. Ali estamos nós, sozinhos, na cozinha, nos beijocando enquanto o café da manhã se esfriava na mesa. Esta era uma espécie de universo alternativo, com uma diferente Kate a que não lhe estavam dando caça como a um animal selvagem e que poderia ter este tipo de coisas. -O que acontece?-, Perguntei em voz baixa.


-Só me assegurava de que sabe que está apanhada. Beijou-me o pescoço e me apoiei nele. Poderia permanecer durante vários dias abraçada por ele dessa maneira. Tinha-me fundo em forma muito ráp ida e muito profunda. Sim, isto estava muito bem mas, o que aconteceria quando visse sua próxima conquista no horizonte? Pensaria em cortar comigo. Ao parecer, estava sendo frágil. - Não te rompi nenhum osso ontem à noite, verdade? -Não. Mas foi uma patada infernal. Vi muitos luzes por um momento. -Agüentou bem Separamo-nos. Registrou a geladeira. -Há algum bolo? No cesto Tirou o bolo da caixa e farejou a casca. -Maçã. -Fiz-o ontem-.Maçãs mágicas, sabem bem. -Para mim? -Talvez. -Antes ou depois da cadeira? -Depois. Apesar de que estava realmente furiosa contigo. Que demônios usou? -Cola industrial. É inerte até que lhe adiciona um catalisador. Tirei o tecido e enchi a cadeira com uma bolsa de cola em um plástico do gado, talher de plástico com o catalisador, pôr as esponjas na parte superior, e retapicé a coisa. Por isso não o notei estranho ao me sentar. No momento em que me tinha sentado, a bolsa se rompeu, a cola e o catalisador se mesclaram, e as esponjas se pegaram a meu culo. -Isso deveu te levar muito tempo. -Estava muito motivado. -Sabia que a cola produz calor quando se mescla com a acetona? Seus lábios se curvaram. –Sim. -Te teria matado o mencioná-lo? riu entre dentes. -OH, vêem aqui-, grunhi.


Curran colocou a mão em omelete. Bebi-me o café e o vi provar minha cozinha. A maioria dos cambiaformas evitavam a comida picante. Embota seus sentidos. Tinha usado a metade do sal que normalmente lhe jogava, e nenhum dos jalapeños habituais. Por alguma razão, era muito importante que gostasse. Agarrou um pedaço de omelete com o garfo e o mastigou com evidente prazer. -Doolittle falou contigo sobre o corpo? -Não. Alguma informação sobre o cambiaformas que falta? Curran assentiu com a cabeça. Seu rosto se escureceu. -Más notícias?- Supus. -voltou-se louco. Detive-me com a taça de café a meio caminho de minha boca. Freqüentemente se dizia que o cambiaformas só tinha duas opções: seguir o código ou ser um lupo. O primeiro significa sacrifício e a disciplina de ferro, o segundo catapultar-se pelo caminho de desenfreio, para converter-se em assassinos loucos e canibais. Mas havia uma terceira opção que quase nunca acontecia. Um cambiaformas podia esquecer sua humanidade por completo. voltava-se selvagem. Não era lupismo no sentido estrito, porque os lupos trocavam à forma humana com freqüência, embora só fora para burlar-se de suas vítimas enquanto as esquartejavam. Os cambiaformas selvagens retrocediam tão profundamente a suas formas de animais que perdiam a capacidade de transformar-se, de falar, e provavelmente a forma coerente dos pensamentos humanos. Voltar-se selvagem era tão estranho, que podia contar os casos conhecidos nos dedos de uma mão. Pelo general, ocorre quando um cambiaformas se via obrigado a manter a forma animal durante compridos períodos de tempo, meses, inclusive anos. Infelizmente os cambiaformas selvagens ainda levavam Lyc-V. Se atacavam a um ser humano e o ser humano se convertia em um lupo, a Manada teria que assumir a responsabilidade disso. Essa era a maior carrega dos alfas. Às vezes tinham que matar a seu próprio povo. -Há…? -Não fui eu, mas já parece. Os corpos estão s iendo levados a Fortaleza. -O que lhes faria enlouquecer?- Agita-me meu café. Curran se aproximou e me roçou a mão com os dedos. -Às vezes o medo o faz. Quando os meninos pequenos se sobressaltam, freqüentemente se voltam peludos para fugir. -Assim que ela os aterrorizou até o ponto que se esqueceram de que eram seres humanos? Curran se deteve. -Ela? Fina capa de gelo. Proceda com extrema precaução. Se mencionava ao Saiman, era possível


que ele ficasse em marcha. -Acredito que poderia ser uma mulher. Ela pilota aos magos não-mortos como os navegantes aos vampiros. -É do Roland?- Resmungou. -Não sei ainda. Direi-lhe isso no instante em que me inteire. Curran cortou dois pedaços de bolo e pôs um em frente de mim. -Quanto tempo necessitará à Manada? E à manhã feliz parou em seco. -por que preciso levá-la?-, Perguntou cautelosamente. -Porque vais vir à Fortaleza comigo-. Disse-o como se fora um fato. Seu rosto tinha a expressão familiar que tinha chegado a definir como “O Senhor das Bestas: Fará-se o que digo e como o digo" -por que? Vi-te no Grêmio. Poderia te atacar aqui. Não está segura. -Bom intento. Ela ia a por ti-. Não havia nenhum indício de que Roland fora em detrás de mim, não ia esconde me em uma habitação blindada. -Quero-te comigo-, disse. -Não é uma petição. -É uma pena. Deve ter esquecido, está claro, que não vai bem com as ordens Enfrentamos nossos olhares sobre a mesa. -Não tem sentido da autopreservación. -E esperas que viajei duas horas em cada sentido da Fortaleza à Ordem-. Segui com voz suave. -Suponho que não vou necessitar meu trabalho, minha casa, ou minhas roupas mais. -Não hei dito isso. Apesar de que o da roupa ainda está sob consideração. -Olhe, você não dirige minha vida. Dormimos juntos algun a vez… Levantou sete dedos. -Bem-, disse através de meus dentes. -tivemos relações sexuais sete vezes em um período de vinte e quatro horas. Só porque sou seu amante… -Companheira. As palavras morreram em minha boca. Em términos cambiaformas, companheira significava monogamia, família, meninos, uma união civil, físicay espiritual. Significava matrimônio. Ao parecer, não tinha renunciado a essa idéia.


-Companheira-, pinjente finalmente, saboreando a palavra. Me piscou os olhos um olho. Querido Deus. Olhei-o duramente. -Você é um fanático do controle e eu luto contra toda autoridade. E quer que seja sua companheira? Uma faísca iluminou seus olhos malvados. -Muitas, muitas vezes. -O que te passa? Golpeei-te muito duro na cabeça? -Companheira de vida comigo-, disse. -Na Fortaleza. -teve muitas companheiras antes? Ele me deu um olhar reservado para discapacitadosmentales. -tive amantes. -Assim que esta é uma nova regra que te inventaste sobre a marcha? -Isso é um dos benefícios de ser o Senhor das Bestas. Tem a oportunidade de fazer as regras. -Ir à Fortaleza está fora de questão. Já estavam em perigo, mas não seria nada comparado com o que aconteceria me mudava e Curran tinha que protege a seu povo, e a mim, poria-lhes em perigo de extinção. Obriguei-me a que minha voz soasse normal. -Alguma outra normatiza de Curran que tenha que saber? Também poderia as tirar agora, assim já as veto todas juntas-. -Não se vetam minhas regras-, disse. Pus-se a rir. -Isto não vai funcionar-. Olhamo-nos o um ao outro. -Negociemos-, disse. -Você me diz o que quer tenha er e eu te direi o que desejo. Ele estava tratando de negociar. Devia ter obtido uma vitória em alguma parte. Ou isso, ou ontem de noite tinha sido tão bom para ele como o tinha sido para mim. -De acordo. Convidou-me com um gesto de seu garfo. –Começa você. -A Ordem-, disse-lhe. -Não a vou deixar. -Eu não disse que tivesse que fazê-lo-. Igualados. Ele me olhou fixamente. -Mas já que insiste, estou de acordo. A Ordem está fora da mesa. Toca-me . Perigo, perigo… -De acordo.


-Monogamia-, afirmou rotundamente. -Enquanto esteja comigo, sou o único. Ninguém te toca ou o Mato. -O que acontece tropeçasse acidentalmente com alguém? Ouro brilhou em seus olhos. –Não o faça. Ao parecer, não tinha senso de humor a respeito desta situação. -Terei-o em conta. -Você mesma há dito, que “sou um fanático do contro L. Um ciumento bastardo, possessivo e não tão humano como penso”. Não tem idéia do que a noite anterior me custou não me trair mesmo e matá-lo. Se não querer estar comigo, dizem-me isso. Não irei detrás de ti. Estou tratando de ser o mais honesto que posso. Assim não haverá surpresa S. -Dá-te conta de que matar a outros homens não tem sentido? Se eu te enganasse, eu seria a culpado, não ele. Ele não te prometeu nada. -Não se trata de lógica. Essa é a forma em que a Manada funciona. Eu estaria em meu direito de matar a alguém que está tratando de tomar a meu com pañera. esperaria-se que o faça, eu gostaria de fazê-lo, e o faria. Assinalei o garfo dele. -Está bem. Entretanto, o desfile se detém agora. -Que desfile? -O desfile de suas noivas. Suas sobrancelhas se deslizaram para cima. -Desfile de noivas? -Curran, se me enganar, teremos terminado. Isso é justo. -Kate, isto funciona em ambos os sentidos. Se alguém tratar de me afastar de ti, atira a sua garganta. -Não me importa que a gente queira nos separar. Só me importa que você te aparte. -De acordo. O desfile de noiva se detém-. Mostrou os dentes em uma careta grosseiramente feliz. Meu psicopata pessoal. -Dava-me conta disso quando derreteu a fechadura de minha habitação em um ataque de ciúmes. -Não me mencione isso!-.Tomei uma parte de minha omelete. -Toca-me . Não volte a fazer isso de “não voltaremos a falar disso” -Vá, isso realmente te incomoda, verdade? -Grunhi. -Sim, faz-o.


-Está bem. Prometo não deixar de falar contigo. Pue de chegar a te arrepender disso. Fiz uma careta. -Estou segura. Podemos discuti-lo com mais detalhe na Fortaleza. -E o que o resto dos pessoas pensem disto? encolheu-se de ombros. A Manada funciona melhor quando a hierarquia está clara. Neste momento a maioria da gente não sabia por que estava irritável, e os que sabiam não estavam seguros de como estávamos, por isso todo mundo estava caminhando sobre cascas de ovo. Será melhor uma vez que a Manada nos veja jun tosse. Não importa o que as rochas que jogou nele, negou-se a desviar-se de seu curso. Eu escolhi minhas palavras com muito cuidado. -Preferiria que não o fizessem. ficou completamente imóvel. Sua voz ganhou um bordo perigoso baixo. -Dá-te vergonha estar comigo? -Não. Seu rosto se deslizou em uma expressão indescifrableplano. -É porque sou um cambiaformas? -Não, é porque você é o Senhor das Bestas. tornou-se para trás. -Medo ao o que dirão? -Meu valor está em minha imparcialidade. Posso me aproximar às pessoas, A Manada, os druidas, ou a bruxa do Oráculo, já que não estou em nenhum bando. Sou capaz de funcionar eficazmente só se for neutro. Dormir contigo destrói minha imparcialidade. Você não toleraria a alguém que não lhe fora leal, assim no momento em que reconheça estar contigo, todos o que alguma vez tenha tido um problema com a Manada vai deixar de falar de mim. Isso é só parte do problema. -Há mais? Se tivesse alguma esperança para nós dois, eu teria que lhe dizer tudo. A idéia me congelou em meu assento. -Kate-, perguntou em voz baixa. Abri a boca e tratou de fazer que as palavras saíssem. Não o fizeram. aproximou-se e me tocou com sua mão. Não podia dizer-lhe Ainda não. Tinha que encontrar alguma outra razão e assim fiquei com as coisas que me tinha conseguido através da miséria das últimas semanas. -Com quantas mulheres te deitaste?


Retrocedeu e se cruzou de braços, por isso seus bíceps se avultaram. -Não faça isso. -É uma pergunta legítima-, disse-lhe. -Com quantos homens deitaste? -Você é o terceiro. Respondi à pergunta. -Bom, estamos contando amigos a longo prazo ou de uma só noite? Suspirei. Você gostaria de contar sozinho com amigos a longo prazo? Fez uma careta. -menos de vinte. -Importaria-te explicá-lo melhor? Ele estava avermelhado. –Dezoito. -E quantos deles viviam na Fortaleza contigo ? A resposta chegou um pouco mais rápido. -Sete, mas não compartilhava minha habitação. -O que quer dizer, que não compartilhavam sua habitação? Onde… -Em seus quartéis. Pus-se a rir. -OH, assim que as agraciadas compartilhavam sua presença noturna na sala de as tontitas, Sua Majestade? Ao igual a Zeus, em um resplendor de luz dourada? Mostrou-me o bordo dos dentes. -Gostavam. Culo arrogante. -É obvio. Assim por que não deixar que as mulheres entrem em suas habitações? -devido a estar em minha casa significa estar em uma posição de poder-.Se ele pensava que ia permanecer em uma habitação das tontitas quando isto tivesse terminado, ele não estava de sorte. Ele estaria morto quando isto tivesse terminado. Nos olhos do público, há um enorme desequilibri ou de poder entre você e eu. Se eu fosse à Fortaleza contigo, Atlanta deixaria de lombriga como Kate Daniels, agente da Ordem, e me perceberiam como a noiva do Senhor das Bestas numero dezenove. Ou a número de oito, dependendo de como escolhesse vê-lo. A pouca reputação que me ganhei acabaria e pode apostar a que a Ordem me tiraria o caso atual mais rápido do que pode grunhir. -Os dois temos que renunciar a algumas costure-, disse.


Cruzei-me de braços. –Alegra-me que o veja minha maneira, Sua Majestade. Deixa de ser o Senhor das Bestas, renunciar à Manada, e lhe vejam viver comigo em meu apartamento. Você sabe que não posso fazer isso. Sorri-lhe. -Entendo-o-, disse. –Esse era o objetivo. Não é justo. Entretanto, a Manada é o que sou. Construí-a para meu povo. A Ordem não é o que é. A metade do tempo está tratando de encontrar a maneira de lhes ocultar o que descobre. Tenho lido seu relatório dos Jogos. Se houvesse um concurso de mentir, ganharia seguro. Isso golpeou muito perto de casa. -A ordem é quem eu escolho ser agora mesmo. Se me retirar deste caso a destinariam ao Andrea. Ela é meu melhor amiga. Se se chocar com a magia da da María, ela pode ser afetada. Poderia destrui-la. Em qualquer caso, eu não tenho que me justificar ante ti. -Andrea conhecia os riscos quando se converteu em um cavalheiro. Não a pôs nessa situação, fez-o ela mesma. Não faz mais que atrasar o in evitável. Ela está tratando de viver em dois mundos de uma vez e não pode. Ouch. Que golpeou! Muito, muito perto de casa. Ele continuou. –Não quer te justificar. Eu respeito isso. Mas quer que eu seja seu sujo secreto. Para te esconder e fingir em público. Não o farei. -Peço-te que seja discreto. -Não. -Você gostaria de pedir emprestado um par de calcinhas de onda em torno da próxima reunião do Conselho para obter o ponto? Seus olhos brilhavam. -Tem algumas de sobra? Eu poderia ter eleito a alguém racional. Mas não, tive que me apaixonar por este idiota arrogante. Vêem a Fortaleza comigo, será meu pri ncesa. Chora enlouquecida quando seu pai me mate. Sim, claro. levantou-se, agarrou o telefone no mostrador, e lopuso diante de mim. -Disse que ambos tínhamos que renunciar a algo. -até agora eu sou a que esperas que renuncie a certas coisas. Qual é seu sacrifício? Ele assentiu com a cabeça no telefone e recitou unúmero. -Esse é o telefone do administrador da fortaleza. Sua equipe faz todos os acertos para dormir. Chamei-o esta manhã para lhe dizer que foste chamá-lo. Para ver se eu tinha pedido que lhe preparassem uma habitação.


Soou o telefone. Os dois nos olhamos. Soou outra vez e o agarrei. -Sim? -Kate? Soou a voz do Saiman ligeiramente ansioso. Vejo que sobreviveu de noite. -Apenas. Curran recolheu seu prato vazio. -Está ferida? -Não- solo um pouco tenra em alguns lugares. -Isso está bem. O som do metal torturado gritou através da cozinha. Curran estava amassando lenta e metodicamente o prato metálico. -O que é esse ruído?- Disse Saiman. -Uma obra. -Está pensando em visitar o Templo de hoje? -Se a magia cumprir. -Eu estaria interessado em saber o que descobre. -Seu interesse se notou. Pendurei o telefone. Curran deixou cair um pedaço de metal que estava acostumado a ser um prato no mostrador. Olhou-me com os olhos cinzas. -Curran, se o atacar, vou ter que defendê-lo. Não há competência há. Se eu tivesse querido estar com ele, eu poderia ter-. Mierda. Isso não tinha divulgado bem. Tomou uma respiração profunda. -O que quis dizer foi que ele se ofereceu e eu me neguei. -Vêem comigo. -Não posso.


Uma sombra cruzou seu rosto. -Então terminamos. -Assim é tudo ou nada? -Essa é a única maneira em que posso fazê-lo-. Me d io as costas e se foi. CAPÍTULO 19 A MAGIA DE GOLPEOU DEZ MINUTOS depois de que Curr an saísse. Apertei os dentes, vesti-me, selei ao Marigold, e me dirigi ao templo. Tudo ou nada. Olá, Sua Majestade peluda. Meu nome é Kate Daniels, filha do Roland, o construtor de Torres, a lenda vivente, e casualmente, o homem que está tratando de te erradicar a ti e a seu povo. Se me levasse contigo, ele removerá céu e terra, para te matar a ti e a mim, quando se inteirasse de quem sou. Inclusive agora, estou sendo perseguida. E se segue dormindo comigo, nunca voltará a ser o mesmo. Isso era o que tudo ou nada realmente queria dizer. E eu queria ignorá-lo e ir com ele à Fortaleza. Quando tinha chegado a estar tão unida a esse filho de puta arrogante? Não tinha sido a noite anterior. Tinha sido todas as vezes que me tinha salvado de mim mesma? Ao menos, tinha claro quando tinha começado, quando tratou de negócias com a tampa que estavam procurando uma horda de demônios do mar para salvar a vida da Julie. Mataria por ficar com ele. Era um pensamento aterrador. A temperatura continuou sua queda suicida. Apesar de todas as capas de roupa, logo que podia sentir meus braços e meus pés estavam congelados. Grendel e Marigold não parecia passá-lo tão mal, mas eles tinha ido correndo todo o caminho. Limitado em três de seus lados por um edifício de tijolo baixo e por uma cerca de tijolo no quarto, o templo parecia quase alegre contra a paisagem austera dos edifícios em ruínas: as paredes vermelhas eram brilhantes, colunata branca como a neve, e as escadas também brancas terminavam sobre uma grama coberta de neve. A poucos metros à esquerda, o distrito do Unicórnio estava à espreita. Era uma área da magia profundamente violenta, o Unicórnio tinha talhado todo o centro da cidade como uma cicatriz. As coisas que evitavam a luz e se alimentava dos monstros se ocultavam ali, e quando os fugitivos fugiam se desesperados ali, nem a polícia nem a Ordem se incomodavam em segui-los. Não havia necessidade. A linha do Unicórnio, era reta como uma flecha, exceto quando chegava aos terrenos do Templo, onde girava com cuidado ao redor da sinagoga. Os versículos Mezuzot, da Torá, escritos com uma formosa caligrafia e protegidos com estanho, pendurados com o passar do perímetro da muralha do Templo. O muro em si se apoiava em tantos nomes de anjos, quadrados mágicos, e nomes de Santos, que parecia como se uma enciclopédia talismã se arrojou sobre ele. Quatro golems patrulhavam o terreno: de um metro oitenta e cinco e vermelhos como a argila da Georgia. As monstruosidades informe dos primeiros dias, justo depois da mudança, foram-se, estes meninos tinha sido feitos por um professor escultor e animada pela magia dos adeptos.


Cada um tinha o torso musculoso de um varão humanoide, coroado com uma cabeça com barba de grande tamanho. Na cintura do torso perfeitamente fundido em um corpo animal robusto, com reminiscências de um carneiro e estão e quipadas com quatro patas com pezuñas de grande alcance nos pés. Os golems rondavam de ida e volta, com lanças largas de aço e olhando o mundo com olhos brilhantes de cor rosa e débil acuosidad. Não me emprestaram atenção. Se o tivessem feito, não seriam difíceis de matar. Cada um estava animado por uma só palavra, emet, a verdade de corte na frente. Destrói a primeira letra e emet se converte em morte. O final do golem. A julgar por seu passo lento, poderia dançar uma valsa, tirar as palavras de suas cabeças, e sair apitando antes de que pudessem chegar a agarrar suas lanças. Todo mundo tinha seu próprio método de manipulação da magia. Elaborada a base de ervas e poções as bruxas, os vampiros da Nação, e os rabinos, escreviam-na. A maneira mais segura para desarmar a um mago judeu era usar s ou pluma contra ele. Enquanto me aproximava, uma mulher saiu do templo e chegou até a parte inferior das escadas. Atei as rédeas do Marigold em uma barra soldada à cerca e fui correndo para as escadas. A mulher era baixa e gordinha -Sou a rabino Melissa Snowdoll. -Kate Daniels. Este é meu caniche. -Entendo que você tem uma entrevista com o rabino Kranz. Levarei-te a ele, mas me temo que o cão terá que esperar fora. O caniche expressou suas dúvidas sobre a espera, e a cadeia gostava até menos, mas depois de que lhe grunhiu, decidiu que estava em seu melhor interesse de jogar que se esfrie. A rabino levantou a mão e deu um passo adiante. Um resplendor pálido rodeou seus dedos e drenado em uma cascata de luz, as guardas de amparo do templo para que me deixassem passar. -me siga, por favor. Ela me conduziu ao interior. Passamos pela porta aberta do santuário. Enormes janelas arqueadas derramavam a luz do dia nas filas de bancos nata, equipados com almofadas vermelhas escuras. Paredes cor nata calmante subiam altas até um teto abovedado, com desenhos dourados de ouro. Neste parede, frente aos bancos, uma luz feerica pálida iluminava uma plataforma elevada e sobre ela o arco santo, uma caixa de ouro que contém os cilindros da Torá. O contraste com o exterior sombrio foi tão surpreendente, que queria sentar-se na almofada mais próxima, e fechar os olhos, e só me sentar por um momento comprido. Em lugar disso segui a rabino Melissa pelo corredor até uma pequena escada a uma habitação estreita. Um banho com cubículos ocupa o outro extremo da habitação. Uma mikve, um lugar onde os Judeus ortodoxos faziam seus desencardir-se. A rabino se aproximou da parede da direita, pôs sua mão sobre ela, e murmurou algo. Uma seção da parede se deslizou a um lado, revelandoun passagem que se estendia na distância.


Pálido tubos azuis de luz feérica ocupavam as par edes de pedra. –Vá por aí-, disse. -Tem que ir em linha reta, não se pode perder-.Entrei. A parede se fechou detrás de mim. Não havia aonde ir, a não ser para frente.

A PASSAGEM ME LEVOU A UM ESCRITÓRIO VAZIO. Passei através dela e segui caminhando. Outro escritório esperava por diante, esta vez com um mostrador de pedra pesada e dois homens que estavam detrás dele. O primeiro era de uns cuaren lha anos, alto, magro, com uma cara larga, fez mais por uma barba curta e um retrocesso de cabe llo e os olhos inteligentes detrás de uns óculos de arame. O segundo era uns dez anos maior, e trinta quilogramas mais gordo, tinha na cara uma mandíbula quadrada e os olhos de um policial, céticos e cansados do mundo. O homem mais alto saiu de detrás da mesa para me saudar. -Olá, sou o rabino Peter Kranz. Este é o rabino John Weiss. Deu-me a mão e lhes entreguei meu VÃO da Ordem. olharam-se durante um momento e me deram isso. Peter se sentou detrás da mesa. –Sinto o ar de masmorra. -Não há problema. Como masmorras, vi coisas piores. Os dois se surpreenderam um pouco pelo comentário. Olhei por cima deles. Escritura hebréia decoravam as paredes do escritório, linhas e linhas de texto de tinta na parede, em linhas grosas de cor negra. Chamaram-me a atenção. Tratei de não olhar. -Entendo que quer acessar ao círculo-. Peter cruzou seus largos dedos em frente dele. -Sim. -Nós gostaríamos de saber por que. Explicou-me o da María de aço e tirei da bolsa o pedaço de papel. Os dois rabinos se olharam o um ao outro. Olhei à parede. Havia algo no texto hebreu. Meus olhos quase me picavam quando o observei. Se o olhava atentamente… -Você deve entender, é obvio, que desejamos cooperar com a Ordem-, disse Peter. -Entretanto, não fazemos publicidade da existência do círculo. poderia-se inclusive dizer que nos esforçamos por mantê-lo em segredo. Temos mais c uriosidad por saber como se inteirou de sua existência. Saiman tinha mencionado que poderiam me expulsar. -A Ordem tem suas fontes. -É obvio, é obvio-, disse Peter.


Os rabinos intercambiaram outro olhar. As linhas negras se mesclaram, ao igual aos estereogramas velhos que ocultava uma imagem 3-D em uma foto normal. O impacto golpeou minha cabeça e vi uma palavra, escrita em uma linguagem do poder. Amehe. Obedecer. A palavra chispava em meu cérebro. Eu já tinha esta, mas vê-lo escrito ainda fijarba minha mente inconsciente. Não tem muito sentido que estivesse escrita em uma parede cheia de nomes de Deus. Os rabinos se especializavam na magia escrita e Yahvé sabia tudo a respeito da obediência, se por acaso a Torá lhe acontecia algo. -A Nação tenta há anos acessar ao círculo-, disse Weiss. -Alguns pirralhos vieram ultimamente só pela emoção de vê-lo. -Eu não sou uma cria. Sou uma cria com uma identificação da Ordem e uma espada afiada, que está tratando de salvar à cidade de uma epidemia -. Se eles pensavam que seus mezuzot lhes protegeriam da Virgem do aço, foram sentir se profundamente decepcionados. As esquinas da boca do Pedro se afundaram. -O que o rabino Weiss quer dizer é que o sentimos terrivelmente, mas sua falta de cualificación nos impede de lhe conceder o acesso. É uma lástima. Nisso estávamos de acordo. -Quer que lhe leia o que está escrito na parede detrás de você para demonstrar que estou qualificada? Peter me deu um sorriso triste. Weiss suspirou. -Estes são os muitos nomes de Deus. Saber ler hebreu não lhe servirá, mas siga adiante se te faz sentir melhor. -Diz:" Obedecer “ Passou um comprido momento e logo Peter fechou a boca com um clique. Os olhos do Weiss ficaram frio. -Quem te disse isso? -Quer que pronunciar a palavra no idioma original?- Não sabia o que a palavra lhes faria. Eu sobre tudo o utilizava para controlar a magia, mas poderia ser utilizado para controlar às pessoas. Tinha-o feito uma vez com o Derek e eu nunca o faria de novo. Mas eles não sabia. Os rabinos empalideceram. Tinha conseguido aterrorizar aos homens Santos. Talvez poderia golpear a uma monja uma vez mais. -Não!- Levantou as mãos Peter. -Não, isso não é necessário. Levaremo-lhe a círculo.


O GOLEM ERA DE SETE PÉS DE ALTO E SEIS PÉS de largura. A diferença dos golems de fora, que tinham sido formados com delicadeza, como estátuas gregas, esta besta era pura potência. Ampla, em bruto, esculpido e com lajes de argila grosa como músculo, que se apresentava ao final de um estreito corredor frente a uma porta com forma de um pergaminho aberto. Levava um casco de aço, um Armet ao que lhe tinham tirado a viseira. Um guarda de metal coberta sua boca e uma capa de aço blindado sua frente. Perguntei-me o que fariam se alguma vez tinham que desativá-lo. lhe dispare com um tanque talvez. A meu lado, Peter assinalou ao chão, onde um pequeñopozo de pedra com fogo estava aceso ante o golem. Ao lado tinha colocada uma caixa de fósforos. -Há um preço para o uso do círculo. -O que é? Sua voz era suave. -O conhecimento. Que é o guardião do círculo. Você deve acender o fogo e contar um segredo. Se seu conhecimento for digno, o golem se abrirá a porta para você. -E se ao golem não gosta do conhecimento? Era muito esperar que me arreganhasse e me enviem à cama sem meu jantar? -Tentará te matar-, disse Weiss. -Se memore, saberá-, disse Peter. -Chama-a se Vo lverá azul. Genial. Os punhos do golem eram maiores que minha cabeça. Tudo o que tinha que fazer era me agarrar e apertar meu crânio e se romperia como um ovo. O corredor era muito estreito para manobrar. Minha velocidade não me ajudaria. -vamos esperar aqui-. Weiss assinalou um banco de pedra a poucos metros de distância. Me enfrentava ao golem teriam assentos de primeira fila se decidia me usar como um saco de boxe. -Não é muito tarde para trocar de opinião-, murmurou Peter. E olhar aos olhos mortos do Ori cada vez que fechasse meus? Não, obrigado. Cruzei o chão, agarrou os fósforos, e acendi a um. Uma pequena chama queimado. Com cuidado, levei-o a fogo e lhe deixei mastigar a parte de papel no centro de lenha de madeira. Um ruído surdo se iniciou no centro do golem, um chiado áspero de trituração de rocha contra a rocha. Dois pontos de luz forte estalaram em seus olhos cavernosos. Sentei-me no chão. O golem se estremeceu. A enorme coluna levantou a perna e deu um passo adiante, sacudindo o chão.


Boom. Boom. Boom O golem se deteve diante da chaminé e se inclinou. Ligeiras manchas de pedra ou argila seca se separaram de seus ombros e caíram no fogo, acendendo faíscas brilhantes em branco. Pouco a pouco, pausadamente, agachou-se, o protetor da boca de aço a só um metro de mim. Olhei aos olhos. -me deixe entrar no círculo, e te contarei a história do primeiro vampiro. detrás de mim, a roupa dos dois rabinos rangeu quando se sentaram no banco. Tomei um pau e aticei o fogo com ele. -Faz muito iempot vivia um homem. Era um grande homem, pensador, filósofo, e mago. Chamaremo-lo Roland. Roland teve uma vez um reino, o reino mais capitalista do mundo, o reino da magia e as maravilhas. Seus antepassados tiraram a gente da barbárie e a levaram a uma era de prosperidade e de iluminação e se sentia muito orgulhoso do que sua família tinha obtido. -Roland tinha tido muitos meninos, já que ele habíavivido muito tempo, mas seu favorito era seu filho menor, vamos chamar o Abe. Era o filho único do Roland nesse momento. Roland tinha o costume matar a seus meninos quando se levantavam contra ele, por isso Abe era o único que ficava. -Tudo tinha ido bem ao longo de muito tempo, mas a gente do reino tinha levado sua magia muito longe. Tanto que rompeu o equilíbrio entre a magia e a tecnologia. A tecnologia se impôs, interrompendo o fluxo de magia. As ondas da tecnologia do Roland atacaram seu reino, derrubando-o, expulsando a mágica de nosso mundo . Contava com seu filho para ajudá-lo. Entretanto, Abe o viu como sua oportunidade para a liberdade. No caos das ondas de alta tecnologia, Abe traído a seu pai e lutou pelo poder. A guerra entre eles reduziu seu reino a fragmentos. Abe perdeu, e levou a seus seguidores aldesierto, proclamando que ele faria sua própria nação, maior que reino cansado de seu pai. Ao final Roland tinha falhado a seu povo. O poderoso reino tinha cansado e seu governante o tinha perdido tudo. Ele se escondeu no mundo, eligiendovivir só em uma montanha, passando seus dias em meditação. -Enquanto isso, a nação nômade do Abe se fez maiores. perdeu-se a maior parte do que sabiam. A filosofia e a magia complicada já não eram importantes, a sobrevivência o era. Abe teve um filho e seu filho teve filhos, dois meninos. vamos chamar os Esaú e Jacob. Esaú era o major. orgulhava-se de ser um grande guerreiro e um caçador de homens e bestas. A verdade é que Esaú era um valentão, mas ele era mais forte e mais capitalista que os valentões ordinários e o fazia melhor. -Os nômades mais velhos contavam histórias das maravilhas do reino cansado do Roland. Havia rumores de que quando Roland se foi a sua montanha, llevou os tesouros de seu reino com ele.


Entre estes tesouros estava um conjunto de roupa feita da pele de um animal mítico e impregnada com a fragrância de um vale perdido. Um caçador que levava este objeto podia caçar e capturar qualquer animal que quisesse. Esaú, que era um hom bre empreendedor, decidido pôr suas mãos nas roupas. depois de tudo, Quantos problemas p odría causar um velho? Esaú reuniu suas coisas e se dirigiu às montanhas do Roland. -Fique nos sapatos do Roland. Aí estava ele, um homem que o tinha perdido tudo, e agora seu próprio bisneto aparecia e tratava de lhe roubar. E mais, seu bisneto, o fruto de sua árvore genealógica, é um valentão ignorante. No Esaú, Roland viu o reflexo de seu povo, o destino último de seu conhecimento perdido, todos seus lucros desperdiçados, tinham voltado para a brutalidade primitiva. -Roland o viu tudo vermelho, e Esaú morreu antes de poder dar um só golpe. Mas isso não era suficiente. Roland tinha uma grande frustração para ventilar. enfureceu-se por seu bisneto, por seu reino cansado, pelo mundo. Queria matar ao Esaú outra vez, e pelo que o arrastou de volta do bordo da morte e o assassinou pela segunda vez. Uma e outra vez Esaú morto, até que por fim Roland se deteve para tomar fôlego e se deu conta de que Esaú se foi. Seu corpo se mantinha, mas sua mente já tinha morrido. Em seu lugar Roland encontrou uma criatura sem mente, nem vivo nem morto. Um não-morto com a mente completamente vazia, como uma página em branco. -Roland descobriu que podia controlar esse cérebro vazio com facilidade infinita. Ele podia falar pela boca do Esaú e escutar o que os não-morto s ouviam. Um sem-fim de possibilidades ocorreram ao Roland e ele decidiu que seria conveniente para ele se a gente pensava que Esaú o tinha assassinado. Vestiu à criatura que estava acostumado a ser seu bisneto com o objeto mágica Esaú havia desejado e enviou ao não-morto de novo com sua família, controlando todos seus movimentos e contando contos selvagens de sua própria morte. Utilizou-os para atormentar aos nômades do Abe e do Esaú. Queria destruir ao Abe e a todos seus desc engrene. -Com o tempo ao Esaú cresceram presas e houve a desenvolvido uma terrível sede de sangue. Anos mais tarde, o rei pôs uma vez as presas a prova. Atraiu ao irmão do Esaú, a uma reunião com o pretexto de uma reconciliação, e ali desatou a fúria dos não-mortos no Jacob, Esaú tratou de rasga o pescoço de seu irmão. Mas Jacob se pôs um colar de marfim e as presas do Esaú não puderam cortar o jugular . -Com o tempo, o corpo do Esaú trocou. Cresceram-lhe garras. Seu cabelo caiu. Seu corpo aparecia gasto e caminhava a quatro patas como um animal. Roland o liberaram em uma cova, junto ao lugar onde os corpos de seus antepassados e os de seus filhos estavam enterrado. Morrendo de fome, o primeiro vampiro esteve na cova encantada até que um homem valente, finalmente, pôs fim a sua miséria. -Essa é a verdadeira história do primeiro vampiro-. Levantei-me. -Em realidade não é tudo secreto. Há ecos na Bíblia e nos escritos eruditos judeus. Abe se foi, e também seus filhos. Mas Roland, ainda vive. Sobreviveu a todos eles, o velho bastardo. Fez mais não-mortos e está reconstruindo seu poder, esperando o momento de ressuscitar seu reino.


Eu parei meu dedo por minha faca de lançamento. Uma só gota de vermelho cresceu em minha pele. Inclinei-me para o golem e lhe sussurrou em voz tão baixa, que logo que podia ouvir. -E seu sangue, permanece meu também. Toquei com o sangue o peito do golem. tornou-se para trás, como se lhe tivesse golpeado. A pedra gritou, soprando pó. O golem girou, com elrespaldo da porta, agarrou a pedra com seu enorme emano, e a empurrou a um lado, revelando um quarto escuro além dela. Passei junto a ele na escuridão. detrás de mim a porta de pedra se fechou.

PALIDAS LUZ AZUIS PISCARAM nas paredes. Contei. Doze. Que de impulsos, a descoloração e a queima de mais e mais brilhante, há ta que finalmente se ilumina o chão diante de mim: em dois círculos, os primeiros seis metros de largura, o seguinte um pé mais largo, esculpida na pedra. Doze pilares de pedra rodeavam do círculo, cada um de cinco pés de altura. Na parte superior de cada um descansava um cubo de cristal. Dentro do cubo havia um sefirot, um pergaminho. Aproximei-me do círculo. A magia pulsava entre os cilindros, como uma corrente invisivelmente forte. Uma sala muito poderosa. Guardas a protegiam e continham. Por isso sabia, entrar no círculo se traduzia em aceitar as raridades que se manifestavam em meio dele e me espremer como um suco de laranja. Tirei assassina da vagem e a coloquei à linha. Não havia runas misteriosas nas paredes, não havia instruções, nem advertências. Só a débilluz azul das lanternas, os cilindros descansavam em suas caixas transparentes, e o duplo círculo no chão. Tinha chegado até aqui. Não havia volta atrás. Deslizei a Assassina sob o braço, tirou o papel do bolsita de autocierre, e entrei no círculo. Uma luz chapeada se acendeu assim que cruzei. Era descontínua ao longo das linhas esculpidas do dobro círculo, acendendo-se. A magia corria entre os cilindros. Um muro de brilho prateado subiu para acima, me selando do mundo exterior. Tudo o que necessitava agora era que se manifestasse algum inseto monstruoso e tratasse de me comer. Estimados rabinos, sinto-o muito, eu amassei a seu amigo do círculo. Aqui está sua cabeça como uma lembrança. Sim, isso seria fantástico. A magia cravava minha pele com pequenas agulhas afiadas, como medindo o terreno. Estiquei-me. Gretas finas se propagaram através do chão. Pál ida luz se filtrava pelas frestas. Algo se aproximava. Levantei assassina, esquentando a boneca.


O poder estalou debaixo de mim. A magia penetrou a ravést de meus pés e atravessou meu corpo em uma corrente agonizante, rugia em meu interior, como se cada célula de meu corpo estivesse sendo separada. Isso me arrancou um grito e a corrente me saiu a boca em um jorro de luz, tão brilhante que me cegou. A cabeça me dava voltas. Todo dano. Débil e enjoado, apertei minha espada. Respirar. Um, dois, três… Pouco a pouco minha visão se esclareceu e vi a sala transparente e além dos pergaminhos que brilhavam intensamente em seus pilares de pedra. Correntes na profundidade azul da magia se deslizou para cima e para baixo dentro da luz. Que demônios? Olhei para cima. O último da magia arrancado de mim flutuava sobre uma nuvem de cor índiga, fundindo-se lentamente com a sala. Maldita seja. A parede do perímetro da sala não era um círculo, apesar de que se via e se sentia como tal. tratava-se de um ara, um motor de magia. Eu tinha lido sobre eles, mas nunca tinha encontrado um. Estava dormido até que algú n idiota, como eu, entrava ele e doava um pouco de suco de magia para pô-lo em marcha. Absorveu minha magia e se voltou azul. Se eu tivesse sido um vampiro, a luz seria morada. Me ocorreu que meus pés já não tocavam o chão. Pela extremidade do olho pude ver o lugar onde estava o chão e não estava ali. Olhei para baixo. O estou acostumado a tinha desaparecido. Em seu lugar se abria um fossa negro e eu flutuava por cima dela, sem peso. OH, genial. Simplesmente genial.

Abri a mão, deixando ao descoberto o pergaminho. Uma pluma de luz, varrido de palma de minha mão e a arrastou pelo ar a meu nível dos olhos. A magia me sustentava. Veias largas de anil atravessaram o ara e golpearam no pergaminho. Estremeceu-me, apanhado no tecido de aranha de tentáculos azuis. Era bom que o templo estivesse protegido por uma guarda, do contrário qualquer pessoa com um ápice de poder seria capaz de sentir esses fu egos artificiais. Os brincos agarraram o pergaminho que se voltou de um azul mais escuro. O círculo mágico recolheu o pergaminho e agora se estendeu através do resplendor. Um pulso de poderosa magia açoitou o ara. O centro do pergaminho se voltou suave. As linhas de usar o crescente papel rugoso desapareceu. Tinta apareceu, pouco a pouco, como unafotografía em desenvolvimento. Um quadrado mágico formado na esquina. Um sortido de figuras geométricas: espirais, círculos, cruzes… A magia pulsava uma e outra vez, ao igual ao nú mero de tangidos de um grande sino. Todo meu corpo vibrava com o eco. Date pressa, maldita seja.


Os bordos irregulares do pergaminho cresceram à medida que a rede o reconstruía. O pergaminho devia ter sido só uma pequena parte do rollooriginal, a esquina superior esquerda, e agora o círculo estava reconstruindo o que uma vez tinha sido. Apareceram palavras escritas em hebreu. Entre elas, umas pequenas linhas escritas em Inglês. Devastarei a terra e a reduzirei a pó, Esmagarei as cidades e as converterei em escombros, Isto me resultava familiar. Conhecia-o Desmoronarei as montanhas e causarei o pânico de seus animais selvagens, Agitarei o mar e deterei as marés, Apertei minha memória, tratando de determinar onde tinha lido isso antes. Trarei a quietude das tumbas dos lugares selvagens da natureza, Sigo a vida da humanidade, não sobrevivireis Vamos, vamos. De onde vem? por que se presentóen meu cérebro? As palavras seguiram chegando, cada vez mais rápido. Percorri as linhas. Trarei escuros presságios e profanarei os lugares sagrados, Liberarei os demônios nas moradas dos deuses sagrados, Destruirei os palácios dos reis e porei às nações no duelo, Prenderei fogo as flores dos campos e hortas, Uma frase final de aceso no extremo do cilindro. Atravessou-me a mente. O frio atendeu meus dedos. Sotaque que o mal entre. OH, não! As palavras me olharam. Sotaque que o mal entre. OH, não, não! Eu sabia que isto era parte de um antigo poema babilônico, que se utiliza como amuleto contra um homem, uma vez adorado como o deus das pragas. Tinha levado o pânico e o terror no mundo antigo e dizimado a sua população com as epidemias. Sua ira era um caos, seu elemento era o fogo, e os antigos babilonios lhe temiam tanto, que tinham muito medo de construir um templo.


Tinha lido tudo sobre ele quando tinha dez anos. Seu nome era Erra. Mas a María do aço era uma mulher. Eu estava absolutamente, positivamente, aos cem por cem segura de que ela era uma mulher. Vi-a com meus próprios olhos. Uma enorme mulher de dois metros, mas uma mulher sem lugar a dúvidas. Tinha um buraco redondo, e não importa como o universo tente-se meter uma cavilha quadrada nele isso não bai a passar. O brincos se encaracolado de novo, retirando do cí rculo. O deslocamento se ralentizó e se desintegrou em uma nuvem de faíscas brilhantes. A parte de pergaminho, uma vez mais em branco, caiu em minhas mãos. O poder do círculo se desvaneceu e caí ao chão de pedra. A porta se abriu e vi o rosto pálido do Peter. Ele ofegou, recuperando o fôlego. -Estamos sendo atacados. CAPÍTULO 20 CORRI Através DOS TÚNEIS DA sinagoga. Petercorría a meu lado. -O que quer dizer, não há uma maneira de ocultar a magia do círculo? Disse que mantinham o círculo em segredo. Ele soprou. -A existência do círculo é secreta.Su poder não o é. A gente não esconde o poder de Deus. A luz do conhecimento deve brilhar. Brilhava bem. Brilhava muito bem. Brilhava tão bem que a Virgem do aço havia sentido o pergaminho e tinha enviada à cavalaria para investigar. Um ruído surdo fez tremer as paredes do velho edifício. Corri pelas escadas, através do corredor, e segui de frente. Várias pessoas ficaram diante da porta nas escadas. Na grama nevada, um homem de um e oitenta e cinco de altura agarrava a um golem de cor vermelha sangre de uma pata traseira. Atirou para cima do golem, fez-o girar e o estrelou contra o chão, enviando neve pulverizada ao ar. O golem se deslizou, revolveu-se, e se afastou ao galope, saltando sobre o corpo quebrado de seu gêmeo. Os corpos de argila esmagados de ao redor do Templo cobriam o chão. Pelo menos eram dez, talvez mais. via-se como uma zona de guerra e só um dos lados tinha sofrido baixas. Um aura de cor vermelha emanava de um homem, rubi brilhante contra o branco como a neve. O sol era um pálido resplendor detrás das nuvens. Eram quase as cinco da tarde e se ocultaria logo. Eu não queria brigar com ele na escuridão. -Está sozinho? Ninguém respondeu. -veio sozinho?


-Sim.- disse o rabino Weiss em meu campo de visão. -O que havia nesse pergaminho? O que era? Você não quer sabê-lo. -Na antiga Babilônia havia um deus chamado Erra, também conhecido como Nergal. Era o deus das pragas e o caos-. E do medo. Exceto em realidade não era um deus. Eu tivesse preferido um deus, mas Erra era algo muito, muito pior. Outro golem galopava para suas costas e arrojou sua lança contra o homem. O homem o empurrou a um lado. -Erra tinha sete guerreiros ao seu dispor-. Tirei assassina e esquentei a boneca. -Escuridão, Tocha, Besta, Tremor, Vendaval, Dilúvio, e Veneno. Dilúvio está morto. O Senhor das Bestas o matou faz três dias. O golem alcançou ao homem de pele-vermelha e o golpeócon as pezuñas de suas patas. Vi a carga. -Este deveria ser… O homem caiu ao chão. Um trovão retumbou a travésdel pátio, como o som de um martelo colossal. A terra se abriu. Agarrou ao golem e o meteu no buraco que se formou. Afundou-o até a cintura, ainda abanando o rabo. O homem colocou seu enorme punho e golpeou um murro no esterno do golem. O peito destroçado de argila era como uma casca de ovo. A cabeça do golem caiu ao chão. -Tremor-. O poder da terra. Encantador. Atendendo à razão, não deveria ter sido capaz de abrir poços, dado que o estou acostumado a estava congelado, mas ao parecer alguém se esqueceu de mencionar-lhe a ele. Tremor estava comprovando nossos movimentos, procurando o seguinte objetivo. -Nunca vai romper a guarda-, disse alguém a minha direita. OH, sim, fará-o. Confia em mim nisto. -Eu não conta estuário com isso. Seus amparos são muito fortes, mas sua magia é muito jovem para ele Uma mulher de cabelo cinza me deu um olhar de lást ima, pelo general reservada para os imbecis. -Nossas salvaguardas estão escritas em uma linguagem que data de 1200 anos de antes de que nossa era começasse. Nem sequer o distrito Unicórnio pode as violar. Assinalei a Tremor. –Mil e duzentos anos antes de nossa era, Erra era uma jovem de trinta séculos. Ele é anterior a seu idioma. Um episódio de latidos histéricos chegou da zquierda. Cão idiota, convertia-se a si mesmo um objetivo. -Abram o amparo. -Comecei a baixar as escadas.


-Isso não é aconselhável-, disse Peter. -O feitiço se manterá. -Não ia discutir o. Era muito perigoso-. A mulher maior se cruzou de braços. -Nós não seremos responsáveis por sua morte ou dos danos no templo. Tremor deu um passo para meu caniche. -Abram as salvaguardas de mierda, ou as romperei! Tremor se separou do cão, roubou a cabeça do golem da neve, e a jogou no templo. Voou pelo ar, limpou a sala em um brilho de prata, e se estrelou contra a porta do Templo. É obvio, os golems pertenciam ao Templo e os amparos os reconheciam, para que pudessem passar através delas. Havia pele do templo nos restos de golem, e quando tivesse acabado de atirar os corpos, passaria ele mesmo. Os rabinos ficaram olhando os pedaços da cabeça rota. Tremor alcançou outro corpo. A mulher de cabelo cinza elevou a vista. -Peter, abre os amparos. A luz branca se abriu. Atravessei-a, e a guarda se fechou detrás de mim. Comecei a caminhar para o Tremor, atirando do fechamento da capa. Tremor se voltou para mim. Tinha o rosto de Rede Salomón. Surpresa, surpresa. O manto se deslizou de meus ombros e caiu sobre lanieve. Segui caminhando. Agradável e lento. Salomón me olhou com um sorriso condescendente. Nunca sorria. Como um bêbado forçando todos os músculos para parecer sóbrio, Salomón fez todo o possível para ocultar o fato de que não sabia ler detrás de uma máscara de grande importa ncia. Mas agora me estava sonriendo com evidente desprezo. Uma inteligência ágil iluminava seus olhos. A inteligência de Ra. Salomón abriu a boca. Uma voz feminina conhecida sederramó para fora. -Você outra vez. Isto é o melhor que os sacerdotes pode fazer? Ou está n tratando de me entreter? Levantei minha espada, minha boneca já estava quente. -por que foi uma mulher? -por que não posso ser uma mulher? Devido a jode minha árvore genealógica. -devido a que o poema de Ra diz que é um homem. Salomón se encolheu de ombros. -Você não deve pôr sua confiança nas divagações de ratos senis de templo. -Terei-o em conta. Algumas outras pérolas da sabedoria? -Todas as que possa aprender no próximo minuto-. Salomón estendeu seus braços e os pôs juntos como se empurrasse um grande peso frente a ele.


O estou acostumado a tremeu sob meus pés. Saltei para cima e para a esquerda. Um deslizamento de terra se abriu aonde tinha tido meus pés. Aterrissei e saltei de novo, logo que evitando outra fossa. Todos esses buracos a meu redor se estavam abrindo, como ambiciosas boca negros na neve, e me movia entre eles como um frango em uma lata quente. Corri para a direita, logo à esquerda. A menos que aprendiase a voar nunca ia chegar a ele. Salomón se pôs-se a rir com a voz de Ra. Pelo general, eu recorro à magia como último r ecurso, mas este era um poder antigo e agora não podia perder o tempo. Tinha que golpear agora e fazê-lo duramente. Tomei uma respiração profunda e soltei uma palavra de poder. "Ossanda." Ajoelhar-se. O mundo se cambaleou em uma nuvem de dor. Era como agarrar um punhado de minha própria carne e arrancá-la. Cambaleei-me, mas não caí. Boca do Salomón se aberto. Um rugido surdo como o som de um desprendimento de rochas derramada de seus lábios. Seus joelhos golpearam a terra. Quem ri agora? Os buracos no terreno se fecharam. Corri. A palavra de poder consumiam muita de minha magia, e cada passo se convertia em uma batalha de vontade. Como arrastar umas cadeias de chumbo. Segui correndo. A neve voou sob meus pés. Salomón se estremeció.Cordones grossos dos músculos avultavam em suas coxas. Dez pés. Seis. Três. Golpeei-o na cabeça com a espada com um golpe clássico desenhado para separar o pescoço. Como já me estava balançando, a sujeira se interpôs entre nós. A folha do sabre fez uma rodela em seu pescoço e saiu poda. Tinha falhado. Mierda. Um montão de terra me sobressaía de onde Salomón se ajoelhou. Tratar de empurrar a folha através dele faria que se rompesse e não obteria nada. -Em primeiro lugar, ajoelha-me, logo me golpeia. Até o momento não estou impressionada. O montículo estalou. Partes de terra caíram sobre a neve. Salomón se equilibrou sobre mim, rendo.


Esquivei-o e o apunhalei por um flanco. Assassina locortó em uma estreita linha justo debaixo das costelas de Rede Salomón. Sangrou. Salomón me golpeou. O murro se estrelou contra meu peito. Voei, me deslizando pela neve, e me estrel lé contra algo. Senti algo realmente frio em meu flanco, como se alguém tivesse parecido um tempano em meu rim. Os pulmões me queimavam. Círculos de cores nadavam diante de meus olhos. Devia me haver golpeado na cabeça. Olhei, era o corpo de um golem quebrado. Tinha líquido pegajoso, quente e úmido em meu flanco. Queria me dar uma ducha… Sim, definitivamente me houve a golpeado a cabeça. -Tira-a fora-, disse Erra. -Vamos. Até que saia. Levantei-me. A lança do golem me sobressaía, apoiada em seu corpo, e sua ponta era vermelha com meu sangue. Justo o que necessitava. -Já tem a vista limpa? -Para o carro. Já vou-. Se claro. -Desde meu ponto de vista, só está respirando trabalhosamente. A neve escorregava e via desfocado. –Estou respirando com dificuldade. -vais vir ou simplesmente seguirá ofegando? Tien é seu direito a réplica. -Obrigado. Terei-o em conta. A bruma imprecisa se esclareceu e vi o Salomón cargandohacia mim a quatro patas. Não havia tempo. Eu apoiei minhas costas contra o golem e me sujeitei de Assassina com ambas as mãos. Salomón se abatia sobre mim. Era a hora de rezar. Dava-lhe uma patada com minha perna, cravando-lhe na barriga e colocando-a até o peito. Assassina se deslizou na carne entre as costelas. Encontrei um ponto de resistência e o venci. As enormes mãos do Salomón trataram de me agarrar, mas meu pé em seu estômago o impedia. Senti a pressão sobre do chão em meus ossos. Deus, era um bastardo. Retorci a folha tratando de romper seu coração. -dêem-me isso e termina-, pinjente. -Golpeei-te o coração. Erra soprou. -Sei. Tem alguma idéia de quantos corpos tive que procurar até conseguir este? A luz se contraiu. A terra se empilhava ao redor de nós. Uns minutos e nos enterraria. A ferida roía em meu flanco. Meu sabre estava apanhado, e afundar agulhas de prata nos não-mortos seria como lhe cravar palitos de dentes, um pouco doloroso, mas em última instância,


inútil. Salomón escavava com seus pés Seus dedos se arranharam a nuca. Não havia suficiente ar. -Deixará-lhe morrer já? -Não fica muito, não se preocupe. Falas muito. Ao igual a um esquilo em uma árvore, chiado, chiado, chiado. Logo que via a luz por cima de nós. Se a terra nos tragava mais, Salomón se viria abaixo sobre mim quando ele morrera pela segunda vez. Asfixiaria-me, me enterrando viva. -Suas habilidades animais era impressionantes. Salomón se sacudiu direito. Sua mão me agarrou por braço, agachou a cabeça e a dor constrangeu meu antebraço. Ela tinha feito a seus não-mortos me morder. -Que demônios? Salomón sorriu. -Pequeno esquilo! Tem o saborde a família. OH, mierda Uma forma peluda golpeou ao Salomón, grunhindo e ensinando os dentes. Salomón se sacudiu o peso extra pressionando sobre mim quando o cão subiu nas costas do Salomón. Gritei. Salomón soltou a mão, para apartar ao caniche a um lado. Com seu peso trocado lhe dava uma navalhada. -Não toque a meu cão. Salomón se pôs-se a rir. -Que curioso. Hugh esteve guardando secretos. Não é de sentir saudades. Esse é o problema com a ajuda contratada: sem ambição, não servem para nada, com ambição… Apunhalei a garganta do Salomón. -Carótida seccionad. Desfruta-a. O sangue brotava da boca do Salomón, empapando meu rosto. -Veremo-nos logo-, ferveu. Os olhos do Salomón, ficaram em branco. estremeceu-se uma vez e se estrelou contra meu peito. Erra se tinha liberado. Esforcei-me e empurrei o cadáver do Salomón a um lado, na terra. Um momento depois, uma língua fedorento me lambeu a cara, cobrindo minha pele com o fino perfume de um pouco atropelado no dia anterior. Abracei o pescoço peludo. -Vale, vale. me deixe agora.


O caniche se apartou, emocionado. Pu-me de pé. O corte no flanco gritou em sinal de protesto. Uma parede de terra se levantava até minha cintura. Agarrei a ele, assim não se desmoronaria. Salomón jazia de barriga para baixo. Dava-lhe uma patada. Não me fez sentir muito melhor. Dava-lhe uma patada uma vez mais, no caso de, e me deu conta que esta BA vendo uma lança que se sobressai de suas costas. A salvaguarda baixou. A gente correu do templo, endirección para mim. De onde demônios veio essa lança? Um homem chegou junto a mim. -Tem-te feito mal? -Quem arrojou a lança? Ele se tornou para trás. -Sou médico. Posso-te ajudar. Tratei de falar pouco a pouco com voz ameaçadora. -De onde veio essa lança? Ele piscou. -Não sei, não o vi. Agarrei a lança e atirei. Filha de puta, estava realmente dura. Pus um pé no corpo e atirei com força. A lança se soltou. Pertencia de um dos golems. Alguém a tinha recolhido e arrojado. Alguém com grande força. Alguém tinha informado sobre mim subindo pelo poste com o corpo do Joshua parecido nele. Alguém me estava vigiando nas ruínas. E agora alguém tinha trespassado ao Salomón e desaparecido. Estava cansada de tão secreto. Pequeno esquilo. Sabe como a família. Vemo-nos mais tarde. Reconheceu o sangue, mas ela não sabia quem era eu. Se eu fosse ela, seguiria minha pista. Meteria-me em minha casa, para aprender tudo o que pudesse de mim, e procuraria algo que pudesse utilizar como alavanca. Sabia que isto ia passar com o tempo e finalmente tinha ocorrido. Todos meus amigos tinham um enorme alvo nas costas. Julie. Havia fotos da Julie em casa. Tinha que chegar a casa. Tinha que advertir à Manada. Dava-me a volta e vi o Marigold deitada de lado na neve vermelha. OH, Deus. Pus-se a correr. -Espera!- Ele medimago me perseguiu.


Marigold jazia imóvel, sacudi a cabeça. Os restos do naufrágio da lança de um golem se sobressaíam de seu pescoço. Ela devia ter sido alcançada quando haviam a lançando a Erra. Tudo isto era uma mierda. Deixei-me cair na neve e lhe sustentei a cabeça. Seus olhos se ficaram escuros. Suas largas pestanas não se moviam. -Pode curá-la? -Está morta-, disse o medimago. Ela tinha matado a meu Marigold. A cadela tinha matado a meu Marigold. Tinha utilizado esta mula durante um ano. Eu estava acostumado a lhe levar cenouras, ao fim e ao cabo ela me levava às brigas e nas tormentas. Agora estava morta, assassinada no últ imo momento. Cambaleei-me sobre meus pés. Tinha que chegar a um telefone. A gente saiu de meu caminho. Caminhei pelas escadas e parei ao primeiro que acontecia. -O telefone? -No interior, à direita. Entrei, à direita em uma pequena habitação estab o telefone. Que funcione. Funciona, maldita seja, funciona, funciona. Marcação por tons. Sim! Chamei à Fortaleza. Um homem recolheu. Gritei-lhe,- Curran! Agora! -Quem é você? -Kate Daniels. Sou o agente de… O telefone fez clique e voz Curran encheu o teléfon. -Deixa uma mensagem. -O nome da María do aço é Erra. Se alguma de sua gente luta contra ela, fará-os voltar-se loucos. É sua especialidade. Ela serve ao Roland, o que significa que vieram aqui para matar à Manada. Tomem cuidado. Não lutem contra ela diretamente se o puderem… A chamada se cortou. Eu tinha chegado ao limite da mensagem. Chamei à Ordem. Maxine ficou ao aparelho. -Necessito uma caminhonete no templo. -Sinto muito, querida, mas todas estão fora.


-Andrea? -Ela está fora ajudando ao Mauro. Pendurei o telefone e marquei o número do Jim. Agarrou ao segundo tom. -Necessito ajuda. -Acaba-te de dar conta? Tratei de falar com calma. -Estou no Templo. Encontrei-me com a María do aço e preciso chegar a minha casa antes de que o ela faça. -vou ter um carro aí em vinte minutos. -Obrigado. Saí. Três rabinos se aproximaram de mim. A mulher maior, Weiss, e um homem que tinha que ter uns setenta anos. Com o cabelo comprido de cor branca pura e uma barba igualmente branca, olhos positivamente antigos, caminhava com uma claudicação, apoiada em um baston adornado. -trouxeste isto ao templo-. Indicou o cemitério de golems com o movimento de sua mão. -Já não é bem-vinda aqui. Parte. OH, isso era perfeito. Assinalei ao Salomón. -Queimem elcuerpo. Não toquem o sangue. Se você experimentar qualquer sintoma de enfermidade, comunique-se imediatamente com risco biológico-. Assinalei ao médico. -Você! me remende. -Não ouviste?- A mulher me olhou, incrédula. -Tenho uma María com potencial pandémico que tem magos não-mortos e os pilota que se prepara para atacar minha casa. Todo mundo que conheci está a ponto de converter-se em um objetivo. Que se me prohíba a entrada no templo é a menor de minhas preocupações.

CADA PASSO QUE DAVA ERA UMA NAVALHADA DE DOR surda e fria em meu flanco. Minha pele estava úmida debaixo da vendagem. A ferida se guia aberta. O médico do templo era muito bom, mas o corte simplesmente não tinha tido tempo suficiente para sanar. Pela menos a vendagem tinha sido bem aplicado, por isso o sangue devia ficar onde estava. Esperei na ponte e me deixei cair em um montão denieve. Grendel me lambeu e escapou para pintar de amarelo a neve. Tinha que chegar a casa.


Um carro atravessou a ponte de maneira muito rápida. Era negro metalizado, tinha um raio atravessando o corpo da carroceria, tinham brotado das rodas dianteiras de algum jeito ao estilo das carreiras do Indianápolis. P intados de cor vermelha fogo se estendiam da parte frontal por cima do capô, lambendo um crânio com chifres estranhos com o relâmpago. A palavra DEMON estava grafite sobre ele. Sua parte traseira borbulhava, lutando por conter um motor de água encantada monstruoso. O carro se precipitou por diante de mim, freou conuna chuva de neve, e se deteve dois metros de distância. A janela do lado do condutor se deslizou para baixo, deixando ao descoberto uma diminuta mulher o Indonésia. Eu a conhecia de antes. Ela era a residente perita em mitologia da Manada. Ela também era vegetariana, e quando se convertia a sua forma animal, que resultava ser um tigre branco vesgo, negava-se a morder algo que sangrasse com sua boca. Também era cega como um morcego. Dalí me olhou através de seus óculos e assinalou com lacabeza o carro. -Entra! Eu abri minha boca, mas não saiu nada. -Entra, Kate! -Que diabos é isso? -É um Plymouth Prowler do 1999. Também conhecido como Pooki. -Arrumado a que Jim pensava que era gracioso. -Dalí, logo que pode ver. Não pode conduzir. Dalí levantou o nariz. –me olhe. Não havia opção. Gritei ao Grendel, acomodei-o enel carro, entrei, e me grampeei o cinto de segurança. Dalí pisou a fundo. A neve saiu desviada a ambos os lados do carro e saímos disparadas para frente. Os tablones de madeira retumbavam sob o peso do Prowler. A ponte fazia uma curva mas adiante. Dalí não mostrou indícios de desaceleração. -Dalí, há uma volta. Equilibramo-nos sobre a curva. -Dalí… O Prowler acelerado, reto como uma flecha. -Excursão! Gira à esquerda! O corrimão de madeira se elevava diante de nós. O Prowler virou à esquerda, girou tão bruscamente que quase derruba. Contive a respiração. Por um segundo, flutuamos, e logo as quatro rodas aterrissaram em terra firme.


-Já a tinha visto-. Dalí colocou seus óculos de cuco de garrafa sobre a ponte do nariz. -Já sabe que não estou cega. te agarre a seu assento, não há mas curvas. Se sobrevivia a isto, mataria Jim com minhas próprias mãos. O carro chiou e não se saiu do sulco por um cabelo. A cara do Dalí era totalmente feliz. -Sei qual é t ou kriptonita. -O que? -Kryptonita. É a rocha que podia acabar com o Superman? Olhei-a fixamente. Dalí fez uma careta. -Tem medo de minha forma de conduzir. Não estava conduzindo. estava-se suicidando com um carro. Tenho que te falar sobre Erra-. Apertei os punhos quando se terminou o sulco. -Asípodrás dizer-lhe ao Jim. Dalí fez uma careta. -por que tenho o privilégio? -Porque você é a perita da Manada com um hist orial provado e pode fazer cópias do que digo para sua própria investigação. Ele te escutará e eu não tenho tempo para lhe explicar as coisas a ninguém agora mesmo. Ela me olhou. -Kate? É isto algo muito, muito mau? Porque tem os dentes apertados… -Olhe o caminho! Ela se desviou, para esquivar o acidente de um caminhão derrubado. Tenho-o tudo sob controle. -O que sabe a respeito de Babilônia? -Não muito. Minha especialidade é a região da Ásia. Foi uma ciudad-estado da Mesopotamia que surgiu ao redor do terceiro milênio a.C. e finalmente se converteu em um império. Sargón do Akkad afirmou que o tinha construído. Mesopotamia é considerada como o berço da civilização e Babilônia é conhecido sobre tudo pelo Código do Hammurabi, que foi o primeiro código escrito de leis, e os Jardins Pendentes, que era a primeira vez que um homem reestruturou uma cidade para ter sexo. Acredito que o nome significa "Porta dos Deuses", embora ninguém tem sabor de ciência certa por que. Sua definição de "não muito" precisava ser trabalhada. -chamava-se de porta do portal, já que era a primeira cidade construída depois do Éden. voltou-se para o pára-brisa. -Babilônia se remonta a três mil anos antes de nossa era. É muito recente.


-Essa era a nova Babilônia. A antiga Babilônia foi quase totalmente construída com magia, e quando chegou a tecnologia, derrubou-se no chão, como se nada-. Assinalei o cemitério da arquitetura do centro através da janela. -A antiga Babilônia foi faz mais de doze mil anos antes de nossa era. -Como sabe isso? -Não é importante. Tem lido o poema de Ra? -Não. -É um poema que atua como um amuleto contra as e nfermedades em geral e de um deus chamado Erra, em particular. encontrou-se esculpido em pranchas de pedra em toda Babilônia. Existem mais cópias dele que da epopéia do Gilgamesh. Dalí assobiou. -Gilgamesh era um peixe gordo. -Sim, mas não estavam tão assustados dele. Estavam muito assustados de Ra, esculpiam o poema em todas as superfícies de pedra disponíveis. Segundo a história, Erra era o deus das pragas, o medo e a loucura. Tinha sete guerreiros ao seu dispor: Tocha, tremor, Dilúvio, Vendaval, Besta, Veneno, e Escuridão. As quatro primeiras tinham poderes elementares. -Fogo, Terra, Água e Vento-. Assentiu Dalí. -Besta era um monstro. Veneno se explica por si mesmo. -E Escuridão? Neguei com a cabeça. -Ninguém sabe. Ela enrugou o nariz. -Você não adora quando isso acontece? -O poema continua sobre como Erra e seu ajudante chamado Ishum chegaram a Babilônia, e a destruíram. O poema é também errôneo. Erra não estava ao mando, a não ser Ishum. Os babilonios estavam tão aterrorizados de Ra, que o puseram ao mando só para estar a salvo. Também o fizeram homem. -Espera, Erra era uma garota? -Sim. Erra é uma mulher e Ishum é Roland. Dalí não disse nada. Apertou o volante, seus nódulos se voltaram brancos. Segui adiante. -Sobre o 6200 a.C., Roland e Ra percorriam e conquistavam Mesopotamia. Eram jovens e esta foi sua primeira grande guerra. Eles foram até Babilônia, que era governada por Marduk, que era incrivelmente ancião neste ponto. Estava acostumado a ser monstruosamente


poderoso, mas se tinha feito velho e senil. O mundo seguia seu caminho, Marduk não e ele sabia. contentou-se com a regra de Babilônia, a última cidade, a jóia do mundo antigo. Foi uma grande metrópole próspera, construída quase em seu totalidadcon magia de profundidade, e ele estava muito orgulhoso dela. Conhecia esta história muito bem. Voron me tinha contado isso fazia muito tempo, exceto em sua versão Erra era um homem. Nem o senhor da guerra do Roland Sabia tudo sobre ele. -Roland decidiu que não tinha as forças para tomar a cidade. Marduk era venerado em grande medida, por isso teriam que suportar uma grande quantidade de resistência indígena e sua infra-estrutura era muito complexa para facilitar a substituição. Roland fazia a guerra para conquistar, não para submeter. Ele quer tomar as cidades com um dano mínimo, instalar seu próprio governo, e fazê-los crescer para que fossem melhores. Ele seguiu seu caminho. Mas Erra cravou os talões. Queria apagar ao Marduk. -Erra tomou uma parte de exército do Roland, seus juntocon sete e invadiram Babilônia. Ela tomou a cidade e expulsou ao Marduk, mas os babilonios se negaram a inclinar-se e a aceitá-la. Erra decidiu destruir Babilônia. Ela lhes bombardeou conlas infesta e deixou que os sete se movessem inverificado pela cidade. Reduziu na metade a população, destruiu o santuário e fez a atrocidades incríveis. Foi um inferno na terra. Quando já não ficava nada para destruir, foi. Marduk mais tarde retornou à cidade e a reconstruiu, mas se necessitaram séculos para que se elevasse à proeminência de novo. O que conhecemos agora como a Babilônia dos registros arqueológicos é uma pálida imitação do que tinha sido-. Olhei ao Dalí para assegurar-se de que entendia. -Eles tinham defesas mágicas que não pod emos nem sequer sonhar. Erra as esmagou e partiu rendo. Necessito-te para lhe contar esta historia ao Jim. Dalí tragou. -por que? -devido a que Erra está aqui. Curran matou a Dilúvio e eu a Tremor. -Ela está detrás de nós? -Acredito que sim. Tem a seus sete guerreiros com ela. São não-mortos. Os pilota como aos vampiros. Dalí se encolheu de ombros, para sacudir o medo. -Como de segura está disso? -Estou muito segura. Erra causa infesta. Nos tempos antigos, era a vanguarda do exército do Roland. Passava por um lugar e à manhã seguinte não havia nada mais que cadáveres. Uns dias mais tarde, uma vez que a terra se ventilava, as tropas do Roland a atravessavam Sabemos que Roland quer acabar com a Manada. Erra é a pessoa perfeita para fazê-lo. Ela tem o poder para causar o pânico nos cambiaformas e c onvertirlos em animais. -É uma brincadeira? Citei-lhe: “Devastarei a terra e a reduzirei a pó, esmagarei as cidades e as converterei em escombros, derrubarei as montanhas e desatarei o pânico em suas bestas selvagens”. Ela volta para os cambiaformas loucos, Dalí. Faz-te enlouquecer. ouviste falar das testemunhas da briga


no Cavalo de aço. Todos eles se voltaram loucos. Não a pode combater. Explica isto ao Jim. Não sei se for seu poder pessoal, ou se está utilizando um dos de seus guerreiros para fazê-lo, mas ela tem magia, uma de um tipo que a Manada não pode rebater. Não podem participar, porque vai realizar todo tipo de loucuras. O carro patinou até deter-se e me dava conta de que tinha chegado a meu apartamento. Abri a porta e saltei. Grendel me seguiu. -Kate?- Os olhos do Dali eram enormes em sua cara. -Como podemos lutar contra ela? -Não sei. Não podeis lutar contra ela diretamente e vou fazer todo o possível para assegurar-se de que não tenham que fazê-lo. Fechei a porta e entrei em meu edifício. CAPÍTULO 21 CORRI PELA ESCADA DE MEU APARTAMENTO, Assassina estava em minha mão e meu doce demônio ia a reboque. A porta de meu apartamento. Estava de uma só peça. Não havia sinais de um roubo. Obriguei-me a frear, deslizei a chave na fechadura e abri a porta. O caniche trotou dentro brandamente, sobre meus dedos dos pés. Cozinha. Limpa. Dava-lhe um golpe à porta do banho com meus dedos. Espaçoso. Sala de estar. Limpa. A biblioteca / habitação da Julie. Limpa. Espaçoso. O apartamento estava espaçoso. Tinha que esconder a Julie. Percorri o apartamento. Muito. Poderia atirar as fotos, mas os signos dela estavam por toda minha casa. Roupa, urso de peluche com dentes de vampiro, a metade do dormitório pintado de negro com um grande MANTER-SE FORA pintados na parede… Tard e ou cedo Erra localizaria meu apartamento, e poderia encontrar algo que me tivesse passado. Procuraria a Julie, e se ela a encontrava, mataria a minha filha e o faria pouco a pouco para me torturar com isso. Pensa, pensa, pensa, pensa… Agarrei as tesouras, entrei no armário da Julie, e tirei seu vestido gótico favorito. Duas tesouradas, e tinha dois pedaços de cinta de cor negra. Agarrei cola da gaveta de trastes e fixei laço negro nas esquinas de dois Marcos de fotos.


Imagens funerárias. Isso era o que tinha feito Vor on quando Larissa morreu. Ela era uma mulher rato, que viajou conosco por um tempo, e quando morreu, ele fixou as cintas a uma foto. Eu tinha tido uma filha, mas ela tinha morrido e eu tinha suas fotos funerárias à vista. Abri o arquivo, tirei a pasta com os papéis da escola da Julie, e os empurrou à estufa de lenha. Minutos depois com um pouco de querosene, alguns se enrugavam, e duas mais tarde os registros da escola da Julie ardiam em chamas. Bom. Sabia o número de telefone da escola de cor. Não estava escrito em nenhum sítio. E se Erra pensava que Julie estava morta, não a buscaria. Agarrei o telefone e marquei o número da escola. Em dez segundos estava conectada de forma segura e dava instruções detalhadas: Julie não podia sair das instalações. Ela não ficaria em contato comigo até que eu a contatasse. Terminei a chamada, chamei à Ordem, e pendurei. Se Erra sabia como usar a rellamada, tampouco ia chegar a Julie. Os papéis queimados eram cinzas. Sentei-me no chão e ficou olhando as chamas. Golpeei-as. romperam-se ao momento, Julie estaria a salvo. Grendel se aproximou de mim e se queixou em voz baixa. -me dê um minuto-, disse-lhe. Toda minha vida se centrou em evitar este momento. Minha família me tinha encontrado. Inclusive se eu a matava, o que implicava um grande "se", não desapareceriam exatamente. Tinha que ir. Tinha que me levar meu mierda e desaparecer rumo ao deserto, onde não me podiam seguir a pista. Eu sabia onde esconder-se. Voron e eu tínhamos planejado rotas de escapamento durante anos. O que aconteceria Julie? Estaria a salvo na escola, mas não o entenderia. Poderia pensar que a tinha abandonado. Levar me estava isso fora de questão. Julie não era eu. Eu poderia tomar uma faca, me internar no bosque, e sair à semana ao outro lado, mais ágil, mas não é pior para o desgaste. Julie não seria capaz de dirigi-lo. O mais responsável seria deixá-la onde estava. Ela ia escapar e ia me buscar. Fugiria rapidamente. Tudo o que podia fazer era enviar uma mensagem à escola e lhe dizer que tinha que ir e ela tinha que ficar e confiar em que isso para mantê-la ali. Não há boas opções. Quando se preocupa pela gente, ata-te. Supus que se desaparecia e Erra perderia meu rastro, a Manada ia ser seu próximo objetivo. Destruiria aos cambiaformas. Uma vez que se feito com eles, teria toda a cidade para jogar. Se realmente fazia aquilo que a tinha feito famosa, Atlanta se converteria na terra dos cadáveres doentes.


Erra me tinha provocado pesadelos durante a infância. Pela primeira vez desde que tinha chegado à idade adulta, desejava que meu pai estivesse vivo, da mesma forma em que um menino quer a seu pai para que entrar em uma habitação escura e acenda a luz. Exceto Voron estava morto. Além disso, eu sabia qual seria seu esta respu: Corre tão rápido e tão longe como posso. Havia uma janela de oportunidade agora, antes de que ela me encontrasse de novo. Uma vez que me localizasse, minha via de escapamento se teria ido para sempre. Demonstrado. Tomei a Assassina do chão e arrastei meus dedos através da folha, sentindo a magia cortar minha pele. A necessidade de matar se apoderou de mim. As paredes se aproximavam, como se minha casa se reduziu. Esta não era eu. Não entrei em pânico. Tinha que ser f uerte para isto. Fechei os olhos e deixe que tudo saísse. Imaginei o pior cenário possível. Julie morta, sua pequena cara ensangüentada. Curran morto, seu corpo quebrado, seus olhos, cinzas olhando a um nada, todo o ouro se foi. Jim, Andrea, Rafael, Derek, mortos, seus corpos destroçados. Minhas mãos se voltaram muito frite. Meu pulso se acelerou. Os batimentos do coração de meu coração golpeavam em meus ouvidos, muito forte. Atlanta morta. Cadáveres nas ruas. Os abutre s sobrevoavam a terra, mas não devoravam os corpos porque os cadáveres eram veneno. Empapei-me de tudo. Doeu-me. O suor estalou em micara. Passou um comprido momento. Pouco a pouco meu ritmo cardíaco se voltou mais lento. Aspirei fundo e deixou escapar o ar. Uma vez mais. Uma vez mais. A fadiga rodou sobre mim em uma on dá lenta. O caniche me lambeu a mão. Minha mente me enganou ao pensar que o pior tinha passado e que o tinha vivido. Todo mundo estava ainda vivo. Eu ainda tinha uma oportunidade p altar lhes proteger. Minha respiração se igualou. Medo e temor se apoderaram de mim. O medo drenou os recursos. A gente pode ter medo só como um mecanismo de defesa. Tinha sobrecarregado os circuitos. A calma chegou. Minha mente começou a funcionar lentamente, como um relógio oxidado. -Tinha-me divertido. Fazia amigos, adotou uma menina, tinha-me apaixonado. Era hora de pagar as conseqüências. Grendel inclinou a cabeça. -Além essa cadela matou ao Marigold. Temos que nocauteá-la. Participa? O caniche se deu a volta, correu para a cozinha, e me trouxe seu prato de comida. -O que aconteceu seu altruísmo? Muito bem. Te vou pagar em carne se me ajudar a matá-la.


O cão ladrou. -Temos um acordo. Aqui, vamos ver o que puderem conseguir para acima-. Sorri e caí ao chão. Havia-me facho danifico. Me passaria. A palavra poder e a luta me tinha debilitado e a ferida tampouco ajudava. Sentia-me como se estivesse arrastando cadeias de aço. Levei-me minhas cadeias à cozinha. Abri o refrigerador, jogou a cabeça de não-morto no lixo, e tratei de encontrar algo que comer. Bateram na porta de meu apartamento.

COLOQUEI Ao GRENDEL NO BANHEIRO E ABRI A PORTA. Erra estava no patamar, envolto em uma capa de pele, tinha o rosto oculto por um capuz. Eu media um e setenta e ela me superava por vinte e cinco centímetros. Lhe teria matado esperar um par de horas e deixar tomar fôlego? Abriu a porta. -Tenho uma visita em pessoa. Estou honrada. -Deve ser você. Há uma salvaguarda na porta. E s tua ou pagou a alguém? -É minha. Ela tendeu a mão, e vi os calos na base dos dedos-de usar a espada. Mãos de homem, havia dito Bob. Pude ver por que o tinha pensado. O amparo se aferrou a sua pele com um brilho de cor azul. Tinha que doer como o inferno. Apertou o punho. O resplendor azul se solidificou ao redor de sua mão. Gretas finas se abriram através dela. Por um segundo o tempo se parou, ao igual a um cristal translúcido de cor azul, e logo se rompeu. A magia retumbou dentro de meu crânio, estalando em uma dor de cabeça lhe incapacitem. Mensagem recebida. Algo que tivesse feito poderia rompê-la. Sutileza "R" Us. Partes da guarda revoaram para baixo, fundindo-se com o ar. Erra colocou a mão pelo oco. -Não está mau. Minha cabeça tinha muitas vontades de abrir-se. -Lutaremos agora ou mais adiante? -Mais tarde-. Ela entrou em meu apartamento. Ao parecer, ela queria falar. Isso estava bem. Sempre poderia fazê-la sangrar mais tarde. Fechei a porta.


Erra jogou para trás o capuz, revelando uma massa de cabelo cor marrom escura, quase negro, deslizou-se fora de seu manto, e o atirou em meu cama.Vestía calça negra solta e uma jaqueta de couro a medida salpicada de metal. Uma espada larga e singela pendurava a sua cintura. Não tinha um punho luxuoso, era funcional, a folha era de dobro fio de setenta centímetros de comprimento. Boa para empurrar ou cortar. O tipo de espada que ia. Seus calos diziam que sabia como usá-la. Minha visão de lhe fazer frente ao lutador da lança ardeu em chamas. Tinha aberto a guarda como se fosse uma noz, era gigante, e sabia como usar uma espada. -Não cospe fogo, verdade? -Não. -Só o comprovava. Erra me enfrentava. Parecia dez anos maior que eu. Seu nariz afiado me sobressaía mais, quase em forma romana, e seus lábios eram mais amplos que meus. Olhá-la a seus olhos escuros era como receber descargas de um cabo de alta tensão. A magia açoitava seus olhos, alimentando uma torre de soberba inteligência e um temperamento ao vermelho vivo. Me puseram os cabelos de ponta. Seus olhos se estreitaram. Ela me examinou. Elevei o queixo e lhe devolveu o olhar. Erra riu brandamente. -Quem o diria? A te sangre percorre, certo. Logo que é uma vulgar mortal. Eu tenho milhares de anos e poder divino, e aqui estou, sendo desafiada por uma menina que se parece comigo. Ela me tinha ali. Ninguém com um ápice de sentido t endría nenhuma dúvida de que estávamos aparentadas. O mesmo tom da pele, os mesmos olhos, a mesma forma da cara, o mesmo sorriso, a mesma versão, salvo que ela era enorme. Inclusive levávamos roupa similar. O ritual Dubal de repente tinha sentido. Não me tinha visto no líquido turvo. Tinha-a visto ela. Se outra pessoa nos via jutas a farsa se terminaria. Erra inspecionou o apartamento. -É aqui onde vive? -Sim. -É um tugúrio. a que vinham ultimamente todos esses comentários sou bre meus alojamentos? Meu escritório estava em mal estado, meu apartamento era um tugúrio… -Quantos anos tem?


-Vinte e seis. Ela piscou. -É só um bebê. Quando eu teníatu idade, tinha um palácio. Criados, guardas e professores. Nunca se esquece o primeiro. -Em primeiro, o que? -O primeiro palácio. Pus os olhos em branco. –Obrigado. -De nada-. Erra se deu a volta e jogou uma olhada à biblioteca. -Eu gosto de seus livros-. Tomou as fotos da Julie da estantería. -Quem é a menina? Ela não é da família. -Era órfã. Os dedos de Ra se deslizaram através do laço negro. -O que aconteceu? -Morreu. -Os meninos freqüentemente o fazem-. Ela se voltou e assinalou com a cabeça a cozinha. -Faz frio. Tem algo de beber? -Chá. Este era surrealista. Talvez se eu lhe dava de comer umas bolachas, pospor converter Atlanta em um deserto. -Isso é quente?, Perguntou Erra. -Sim. -Vale. Fui à cozinha, preparou um chá, servi duas taças, e me sentei. Assassina me estava esperando na cadeira. Deslizei-a em meu regaço e olhei a Erra. Ela se dobra em uma cadeira frente a mim e esvaziou meio frasco de mel no chá. De todas as pessoas que conhecia, eu tinha a melhor oportunidade de vencê-la. Não estava em meu melhor momento agora mesmo, mas não podia deixar acontecer a oportunidade de lutar por nossas vidas. -O que está pensando?, Perguntou. Pensando que tem melhor alcance, mas eu sou mais r ápido. -por que uma espada e uma lança, não? -A lança é bom para fixar as coisas em um lugar. Espadas tendem a romper-se pelo peso. Vi-te lutar e te merece uma espada. -Um rincão de sua boca se deslizou para cima-. A menos que


planeje ficar quieto enquanto te cravo. Encolhi-me de ombros. -O pensamento cruzou minha mente, mas tenho uma reputação que manter. Erra riu entre dentes. -Dava-me conta de quem é. Você é seu bebe perdido do que fala quando lhe dão seus ataques de melancolia. Melancolia, seguro. lamenta-se o fato de não me haver matado, Que encanto -Eu? -Tão infantil como seu pai. Sabe quem sou? -O flagelo do mundo antigo. A lançadora de pragas. A Devoradora de cidades. Minha tia. –A Irmã maior do Roland. Erra levantou a taça. -vamos celebrar nossa reunião familiar? Elevei a colher e a fez girar no ar um par de vezes. –Yupi… Ela sorriu. -É muito divertida para ser dele. Seus filhos tendem a ser absurdamente sérios. Tomei um sorvo de chá. quanto mais tempo conversássemos, mais descansava. -Não me diga! -É muito mais parecida com minha prole, mas só despertei faz seis anos, por isso não pode ser minha. É uma pena. Outro tempo e outro lugar, e te teria convertido em alguém adequado. Não me pude resistir. -Como foram seus filhos? -Impulsivos. Violentos. Sobre tudo tive meninos, e tendem para os prazeres simples da vida: bebida, prostituição, e luta, preferivelmente os três de uma vez-. Moveu os dedos. Seus filhos olhavam as estrelas e faziam relógios para calcular acontecimentos inúteis como o ângulo das garras de um falcão, ao golpear a sua presa. Eles lhes ensinavam seus artefatos e maravilhas a todo mundo. Meus filhos se embebedam, confundiam um rebanho de vacas com um regimento inimigo, e as massacravam em lote, gritando como loucos até que todo o exército entrava em pânico. Aquilo soava como o grande Ajax, um de quão gregos sitiaram Troya. Deve ter sido durante seu período grego. Erra tomou um gole. -Um imbecil arrastou as portas da cidade a um monte. Perguntei-lhe por que o tinha feito. Ele disse: -Pareceu-me uma buenaidea nesse momento. Pisquei. Também se negava a cortar o cabelo? Erra fez uma careta. -estava ficando calvo. Esse era seu plano professor: deixar-se juba para que ninguém se desse conta. Seu pai era muito bonito. Parvo como uma pomba, mas formoso. Pensei que meu sangue poderia compensar sua falta de cérebro.


-O que sentiu quando se voltou contra ti? Minha tia fez uma careta. -Foi o filho mais parvo que h e tido. Matá-lo foi como curar uma dor de cabeça. Tomei um sorvo de chá. Matou a seu próprio filho? -Era um engano, e quando se comete um engano, deve ser corrigido. -Pensei que se havia suicidado-. Pelo menos isso dizia a Bíblia. -Fez-o. Só lhe ajudaram no caminho. -Ajax se tirou a vida, também Bebeu um sorvo de chá em um gesto muito similar ao mijo, tive que lutar para não olhar. -Não me diga! Isso era a família para ela. OH, que agradável. Enchi-me a taça. Minha tia me olhou. -Sabe o que faz seu pai quando seus filhos lhe decepcionou? -Estou seguro de que me dirá isso. -Chama-me. Ele é muito sentimental para remedeia seus enganos. Tem-no feito um par de vezes, eles têm que fazer algo realmente estúpi dou para que os mate pessoalmente. -Sou excelente em estupidez. Ela sorriu, Seu sorriso foi o bastante afiada para cortar. Como uma espada que sai de uma vagem. -Isso não posso acreditar. Olhamo-nos a uma à outra. -por que a Manada? Perguntei-lhe. -Cinco mestiços são fáceis de eliminar. Manda sufi cientes tropas contra eles e eles se sentirão afligido. Cinqüenta mestiços podem superar a cinco vezes seu número. São rápidos e os que não matam, entram em pânico. Quinhentos mestiços pue dêem tomar em um exército dez vezes de seu tamanho e triunfar-. Ela tomou um sorvo de chá. Seu rosto ficou frio. -Vi-o passar milhares de anos atrás. Este novo reino dos mestiços está em sua infância. Devem ser esmagados antes de aprender a caminhar. Olhou aos olhos. Uma inteligência implacável olhou para trás. -por que os chamam mestiços?


-É um término conveniente. Goteja desprezo. É um soldado que se enfrenta a uma monstruosidade. É mais forte e mais rápido que você, s e vê como um pesadelo, e quando tem uma ferida que poderia matar a um homem normal, seus companheiros lhe empurram para trás e quinze minutos mais tarde a criatura que feriste está d e novo em pé. Onde está sua valentia? Inclinei-me para ela. -Mas se pensar que a criatura é uma abominação, um mestiço, que é menos do que, é possível chegar ao mais profund ou e evitar que encontre um casal. Erra assentiu com a cabeça. –Exatamente. -por que não os declaram impuros e o convertem e n uma cruzada, então? Assinalou-me com a colher. -A gente quer manter-se afastado da religião. Uma vez que chega a oração e a adoração, suas tropas começam a pensar que é um deus. A fé tem poder sobre a magia. Que a comece a receber significa que não é tua. É por isso que adverti a Babilônia, que se alguma vez construíam um santuário para mim, arrasaria a cidade sem deixar nada e a salgaria a terra. Em qualquer caso, os mestiços devem ser dispersados. Estão muito organizados e têm um primeiro. Joguei com minha taça. -O que é um primeiro? Os primeiros foram os primeiros. Têm mais potenc IA, melhor controle, e o resto dos mestiços vão a eles. Curran. Os olhos de Ra se estreitaram. -Você gosta. Eu arqueado as sobrancelhas. -Você gosta do leão. -Não o suporto. É um asno arrogante. -Sua cama está desfeita e há marcas de garras no batente da janela e no marco da porta interior. Está de zelo com ele? Joguei-me para trás e cruzou os braços. -A ti que te importa? -É uma puta? Olhei-a fixamente. -Não é uma puta então. Bem-. Assentiu com a cabeça. -Nosso sangue é muito preciosa para esbanjá-la com todo homem bonito. Por outra parte, estar só é procurar a angústia. Tem que te proteger ou nunca vai sobreviver a seu primeiro século. A dor por outros pode te rasgar.


-Obrigado pela lição. -Sobre o mestiço. Eles são uma grande diversão na cama, pequeno esquilo, mas sempre querem ter filhos e família. A família não é para ti. Eu arqueado as sobrancelhas. Estava decidindo por mim, verdade? -Como sabe o que é para mim? Ela riu. -Sabe o que é? Foi uma pálida imitação de mim. Mais débil, mais lenta, mais pequena. Veste-te como eu, falas como eu, e pensam como eu. Vi-te lutar. Você gosta de matar. Ao igual à mi. Ataca quando está asust ada, e agora se perguntam se poderia ter destroçado a guarda da porta da maneira que eu o fiz. Conheço-te, porque me conheço. E sou uma mãe terrível. Acariciei a Assassina em meu regaço. -Eu não sou você. Sim. E isso será sua perdição. A chave para sobreviver é a moderação. Não aprendeste e já não o fará Havia uma conferência sobre a contenção da mulher que durante um manha de criança tinha feito desaparecer Babilônia. Que riqueza. -Falando da moderação, o Cassino pertence à Nação. Meu pai sabe que atacou uma de suas bases? Erra se encolheu de ombros. -Não a passava. Era…. -. Ela franziu o cenho, obviamente, procurando uma palavra. -Chamativo. Isso é o que eu não gosto desta época: muito alto, muito brilhante, muito chamativo. Ninguém se dá conta da beleza do edifício detrás de todas as luzes de cores e bandeiras. A música sua n como uma banda de macacos golpeando o interior de panelas. -Informaram às autoridades. Erra olhos se abriram como pratos. -Fizeram-no? Pobrecitos Ghastek não sabia quem era, mas Nataraja poderia ter estado o suficientemente perto do Roland para havê-la conhecido e sabia que ela era o suficientemente errática para reduzir o Cassino a pó por um capricho. Não deveria correr nenhum risco. Errática Ra. Santo Deus, talvez a palavra se in ventó para descrever a minha tia. Isso seria uma loucura. -O que fez o grêmio para te ofender? Erra pôs os olhos. É este meu dia para dar lições? -Com que freqüência chega a ensinar? pôs-se a rir outra vez. -Muito bem. Quando desejar te fazer carrego de um exército, aproxima-te deles e diz: -Envia seu homem mais forte-.Eles l ou fazem, e seu o matas, enquanto que eles olham. Faz o de forma rápida e brutal, preferivelmente com suas mãos. E enquanto estão recuperando-se disso, lhe dispare ao homem pequeno com uma grande boca que te interrompeu a primeira vez que te aproximou. Mostra que poderia ter disparado ao homem grande, mas erigiu


não fazê-lo. Assenti com a cabeça. Soava razoável. -Quando queira fazer-se carrego de uma cidade, tem que destruir a ilusão de segurança que proporciona. Tem que golpear ao mas grande e bem protegido dos estabelecimentos, encontrar às pessoas poderosas que as dirigem e são considerados invencíveis, e matá-los. Quer destruir a moral em primeiro lugar. Uma vez que resolver a gente se foi e todo mundo tem medo de sua própria pele, a cidade é dela. O grêmio está cheio de pessoas pequenas que pensam que são grandes. Poderia ter matado a sua líder em suas habitações, mas o arrastei e o assassinei diante de seus olhos. Não só não me vão opor resistência agora, mas semeasse o pânico cada vez que abra a boca. E logo, é obvio o principal, estava provando a meus meninos. Era muito tentador como para não tomar uma foto. portanto o estado do Salomón como cambiaformas era uma coincidência. Lhe tinha eleito, porque ele era o chefe do Grêmio, não porque se voltasse peludo. -Mas logo fez a Tremor como Salomón. por que? Erra pôs os olhos. -Seu pai tem armas e armaduras. Eu posso fazer isso também, mas sobre tudo faço golems de carne. Entretanto, um golem deve ser infundido com o combustível de sangue antes de que se possa mover. Quando o sangue se introduz no corpo, toma o rosto do doador de sangue. quanto mais forte seja a magia, melhor se move o golem e mais se assemelha aos doadores. Os primeiros sete que tinha feito se prolongaram durante um par de séculos, porque eu tinha usado a meus filhos. Agora tenho que confiar no talento de encontrar, e as lucros foram escassas. Engasguei-me com um pouco de chá. -me deixe ver se eu ol tenho claro: Matou a seus filhos e pôs a prova seus corpos mortos. Sim. O que faz que te choque? -Nada. É uma psicopata -O que significa isso? Levantei-me e lhe traga um dicionário. Ela leu a definição. -Isso o resume muito bem, sim. A idéia das normas sociais é falsa no centro. Só há uma regra neste mundo: se for o suficientemente forte para fazê-lo, tem o direito de fazê-lo. Todo o resto é uma defesa artificial da maioria dos fracos criado para proteger-se dos fortes. Entendo o medo, mas me deixa fria. Ela era o que Voron queria que eu fora. Sem arrependimento, sem vacilação, sem apegos. Sorri-lhe. Ela me devolveu o sorriso. -por que ao grande sorriso? -Estou contente de não ser você. -Sua mãe era muito poderosa, por isso ouvi-. Erra acrescentado mais mel da taça. -Mas seu espírito era débil. Que classe de mulher se suicida e deixa a seu filho a valer-se por si mesmo? Precioso. -Prova meus pontos débeis?


-Deve ser duro crescer sem uma mãe. -É bom saber que seu pai a matou-.Tomei meu chá frio. -Mantém-te motivado. Erra me olhou por cima da bordo da taça. –Tive peixes quando era menina. Eram desses peixes com aletas brilhantes e formosas cores vivas gastas em especial para mim desde muito longe. Eu os amava. A primeira era de cor azul. Viveu só dois anos. Quando morreu, chorei durante dias. Então tive outro. Amarelo, acredito. Minha memória é imprecisa. Ele também morreu uns meses mais tarde. Então tive outro. Ao final, que os peixes muriesen se converteu em rotina. Sentia uma pontada de tristeza, queimava seus corpos com um pouco de incenso, e obtinha um nova quando me dava a vontade. -Há um ponto nesta triste historia? Erra se inclinou para frente. -As pessoas são peixes para nós, menina. A morte de sua mãe, dói-te, porque ela era sua mãe e te roubou a segurança e a felicidade em sua infância. Está justificada em sua vingança. Mas para ele, era só um peixe. Vivemos muito tempo e eles não o fazem. Não faça seu crime maior do que l ou foi. -vou matar o. As sobrancelhas de Ra se elevaram. -Teria que passar sobre mim primeiro. Encolhi-me de ombros. -Tenho que fazer um pouco de aquecimento. Ela riu brandamente. -Esse é o espírito. Acredito que poderia ser minha sobrinha favorita. -Me alegra o coração. -Desfruta da sensação, enquanto que ainda tem um. vou desfrutar de seus livros depois de sua morte. Não importa o que faça, é mais déb IL que eu. Se vir sua mãe no outro lado, lhe dar uma bofetada de mim parte por pensar que podia ter um filho para nossa família. Assim só se tratava disso. Fiquei olhando a seus olhos erguida. -vais perder. -O que te faz estar tão segura? -Não tem disciplina. Tudo o que faz é uma mierda. Meu pai é um filho de puta, mas ao menos ele constrói coisas. Você comete o engano de deixar cidades fumegantes como se fosse um menino hiperactivo, destroçando tudo o que vê. E logo se sinta aqui e te pergunta, -por que todos meus filhos se converteram em idiotas violentos? É um mistério da natureza. Levantamo-nos o mesmo tempo, espada em mão. Grendel investiu a porta do banho, gritando em um frenesi de histeria. O poder se formou redemoinhos ao redor de Erra, como um manto de magia. -Está bem. vamos ver o que tem.


Assinalei a porta. -A idade antes que a beleza. -Pérolas aos porcos-. Ela saiu e eu a segui. Pérolas aos porcos. Bla-bla-bla. Saímos do apartamento e baixamos as escadas. Meu flanco doía como o inferno. O estacionamento estava talher de neve. Levantei minha espada, esquentando. -Como está sua ferida?-, Perguntou. -Dói-te? Eu estirei o pescoço à esquerda, logo à direita. -Quando feri o Salomón, sua voz grunhiu como um porco. Dói-te quando os sete estão feridos, não? OH, sim, desculpo-me. Não são sete. São cinco. -Ponha em paz-. Ela me saudou com a mão. -vamos fazer isto, ou vais seguir falando? Minha tia chegou através da neve, espada em alto. Rápida. Muito rápida. Uma mulher tão grande deveu ter sido mais lenta. Baixou sua folha. Rápida. Esquivei-a e golpeei seu flanco. Ela o parou. Nossas espadas conectaram. O choque golpeou meu braço. era forte como um touro. Erra cortou meu ombro, bloqueou-me, deixando passar lahoja de minha espada, girou e lhe deu uma patada. Saltou para trás. Separamo-nos. Minha tia lançou sua jaqueta de couro na neve e fez um gesto para mim com seus dedos. -Sinto muito, supõe-se que eu levo. -O que? Atacou-me e a empurrei. Ela me parou, girando. Enganchei-lhe a perna com a minha e lhe afundou os nódulos da mão esquerda nas costelas. Seus ossos rangeram. Ela chocou contra o cotovelo, com as costelas. Girei-me quando golpeava e apenas me roçou. A dor atravessou meu interior. Separamo-nos de novo. Líquido empapado de calor a meu flanco. A ferida se aberto. Grandioso. Vi como os músculos em suas pernas se esticavam. Não s enfrentamos. Golpear, golpear, parar, golpear, esquerda, direita, esquerda, vamos. Eu dançava sobre a neve, unindo meus movimentos a seu ritmo e indo mais rápido, obrigando-a a seguir o meu. Meu flanco ardia. Cada pequeno movimento cravava uma agulha ao vermelho vivo em meu fígado. Apertei os dentes e lutei contra ela. Tinha uma força e rapidez desumanas, mas eu era um cabelo mais ágil. Lançamo-nos para trás e adiante. Golpeou uma e outra vez. Esquivei o que pude e parei o resto. Bloqueá-la era como tratar de deter um urso. Tinha banguela meu ombro. Pus a seu alcance, atrasou sua coxa,


e se retirou. Erra levantou a folha para cima. Uma gota de vermelho se deslizou pela espada. Ela a tocou. -Sabe um montão de truques. -Não sabe-. Ela era muito hábil, mas todos os a taques tinham sido singelos. Por outra parte, não tinha que depender dos truques. Não quando golpeava como um mazazo. -aprendeste a lutar quando a magia era uma certeza, por isso depende dela para lhe ajudar em uma briga. aprendi a lutar quando a tecnologia ainda tinha a frigideira pela manga e me apóio na velocidade e a técnica. Sem feitiços nem magia, não me pode ganhar. -Não é melhor que eu, buu buu, buu-. Cai na armadilha, Erra. Na armadilha. -Lista, lista ardillita. Muito bem. Te vou cortar em pedaços à mão, sem necessidade de utilizar meu poder. depois de tudo, somos família e terá que ter em conta aos parentes de sangue. Enfrentamo-nos de novo. A neve voou, o aço brilhou. Cortei e fui atalho em cubitos, pondo tudo o que tinha em minha velocidade. Defendia muito bem seu corpo para feri-la, assim fui a por seus braços. Se ela não podia sustentar uma espada, não poderia lutar. O joelho me falhou. O golpe me atirou para trás. Bastante estrela bloqueado minha visão. Voei e golpeei a neve. te levante, te levante, te levante. M e arranhou na consciência e rodou a meus pés, bem a tempo para bloquear sua espada. Erra sangrava de meia dúzia de cortes. Sua manga de cor vermelha gotejava na neve. Ela me empurrou para trás, golpeando sua espada contra Assassina. Meus pés se deslizaram. -Onde está sua armadura de sangue, filha de puta? Onde está sua espada de sangue? Sigo esperando a que apareçam parada nunca o faz. -Eu não necessito a meu sangue para te matar. -Está sangrando-. Ela assentiu com a cabeça a meu lado. Minha camisa pega a meu corpo, empapado de rápido esfriamento do calor. Deixou-me uma esteira de cor vermelha sobre a neve. As duas sabemos como terminará isto. Você é melhor mas estas ferida. Embora sangre mais devagar morrerá. Bom plano. Neste momento me parecia muito plausível. Erra assentiu com a cabeça no rastro de sangue. -Utilizar o sangue enquanto possa assim ao menos saberei que valia algo. -Não o necessito. -Não o pode fazer, verdade? Não sabe como manipular o sangue. Que tola, menina tola. E você crie que me pode ganhar? Deixei cair meu guarda e girei a um lado. Deu um pequeno passo para frente, desequilibrada, e


lhe golpeei o braço esquerdo para cima e impulso. Erra se tornou para trás. Assassina se deslizou em sua axila esquerda, rápida como o beijo de uma serp iente, e se retirou. Ela gritou. O sangue brotou, mas não rapidamente. Não era o suficientemente prof undo. Maldita seja. Afastei-me. Ela se pôs-se a rir, mostrando seus dentes, seu cabelo caiu sobre seu rosto. Estava movendo seus lábios, sussurrando. Um cantico de cura. Bem, as duas podiam jogar esse jogo. Murmurei o encantamento em voz baixa, cantando para regenerar meu flanco. -Eu gosto. É tola, mas valente. Se fugir agora, darei-te vantagem-, disse. -Dois dias. Talvez três. -Utilizaria o tempo para assassinar a todos aos que conheci e me esfregaria isso na cara. -Ja! Deveria ter sido minha filha. Ensinou-me os dentes. -Se fosse sua filha, eu mesma me teria afogado no ventre com o cordão. Ela riu. -vou matar a seu bonito leão e usarei seu crânio como um chapéu quando voltar com seu pai. -Não coloque ao leão nisto. trata-se de ti e de mim. Ataquei. Parou-me e me levou a outro lado da neve. Golpe. Golpe. Golpe. Meu braço se ia intumescendo. Tinha-me enganado. O edifício de apartamentos se sacudiu, dançando a meu redor. A força do impacto me fez girar. Cambaleei-me para trás, degustando o sangue em minha boca, e a cuspi vermelha na neve. Erra grunhiu. Seu braço esquerdo pendurava. Por fim sangrava o suficiente para lhe causar algum dano. -A dor é uma cabronada, né?-. Ri-me. -Esse é o problema de estar no topo muito tempo, perde-se tolerância-. O mundo se cambaleava a meu redor. Minha cabeça ressonava. Não podia agüentar muito mais. Estava-me desgastando, e comecei a sangrar como se não houvesse amanhã. Podia utilizá-lo. Cambaleei-me e deixei escapar a Assassina um pouco em meus dedos. Tendo em conta que uma pinta de meu sangue decorava a neve em um patrão de cor muito vermelha, cambalear-se não resultou difícil.


Erra levantou a espada. –Pára de te mover e tomar seu último olhar. Qualquer pessoa pode matar a qualquer, sempre e quando não lhe importar se viver ou morre. A Erra lhe importava muito se ela vivia. A mim também, mas a dor não me assusta a forma em que dava medo a ela. Eu era melhor. Se o sincronizava bem, inclusive poderia sobreviver a isto. Só tinha que conseguir um golpe bom e conservar minhas forças o suficiente para devolvê-lo. Permitiria-lhe fazer a maior parte do trabalho. -Bla bla bla. Tagarela sem cessar, como uma mulher senil. Está caindo em sua velhice? Tinha-a cheio o saco. Vi-o muito claro, correndo pela neve, com os olhos exagerados, espada em alto para a matança. Desdobrar a espada e a lhe empurrar até debaixo das costelas. O caminho ao coração de uma mulher é através de seu estómago.Si lhe cortava o coração, ela não se recuperaria. Poderia ser minha tia, mas era mortal, maldita seja. O mundo se reduziu a minha tia e à ponta de minha espada. Curran, eu gostaria que tivéssemos mais tempo. Julie, Amo-te. Ela me viu. O braço da espada estava muito alto. Se esquivava o primeiro golpe, era minha. Algo me golpeou da esquerda. Esvaziando meus pulmões em um único estalo doloroso. Dava um grito afogado, tratando de respirar, e viu o estou acostumado a desaparecem abaixo. Algo me sujeitam em um punho de aço e me arrastou até o edifício. Um bramido de pura raiva nos perseguiu. -Volta aqui! Arrumei-me isso para aspirar um pouco de ire em meus pulmões. O braço que me apertava tinha escamas nele. Retorci o pescoço. Com os olhos avermelhados fiquei olhando umas pupilas em fenda. debaixo dos olhos enormes mandíbulas se sobressaíam, largas e adornadas com dentes triangulares. Escama oliváceas fraturavam sua pele. Um cambiafo rmas? Os cambiaformas não se transformavam em répteis. Meus braços estavam sujeitos. Nem sequer podia tossir. -Que demônios está fazendo? Tinha-a! As mandíbulas se aberto. Uma voz feminina profunda grunhiu para mim. -Não. Não se pode lutar contra ela. -me deixe! Não. -Quem é você?


O teto se equilibrou sobre nós. O bordo se elevava, e logo estávamos no ar. Chegamos ao seguinte teto e se precipitou através dele. -Baixa me -Muito em breve. A criatura saltou de novo. A cidade em ruínas era nosso percurso. -por que faz isto? -É meu trabalho. Me encarregou que o protejiera. -Quem? Quem te disse que me protegesse? Um edifício familiar passou por minha vista. A casa segura do Jim, acreditava. Jim tinha posto uma babá para mim. ia matar o. Aterrissamos em um terraço com um ruído surdo. Um homem se equilibrou sobre nós. Lhe investiu, chamando-o do telhado, e se sujeitou com uma mão com garras nas telhas. A madeira chiou. Ela lançou um pedaço de teto a um lado ysaltó no buraco. Caímos e aterrissamos na mesa do comilão, golpeando os pratos a um lado. Umas caras se nos quedqron olhando: Jim, Dalí, outras pessoas que não conhecia… A criatura me soltou. Um rugido profundo rodou por sua boca. –Cuida-a .Ela se aproxima. Uma cauda pesada girou sobre mim, e saltou, desaparecendo através do buraco no teto. CAPÍTULO 22 Jim FICOU OLHANDO. -QUE demônios era isso? -diga-me isso você-. Dava-me a volta na mesa, me sacudindo as estrelas da cabeça, e me cambaleei para a porta, onde um corredor dava acesso à porta. Tinha que sair dali. -Está sangrando-, gritou alguém. Os olhos do Jim se voltaram verdes. -Dalí, procura o Doolittle. Dalí saiu correndo. Jim apertou a mão em meu ombro. -Quem era ela? O edifício se balançava a meu redor. -Não sei. Jim assinalou detrás de mim. –Você, você e você, um perímetro de quinhentos metros. Vós não a conhecem, entrou pelo teto, encontrem ao Carlos. Brenna, que Kate não vá a nenhuma parte.


Sente-se sobre ela se for necessário. Se não estar de volta em meia hora, evacua-os ao escritório do sudeste. esticou-se e saltou para cima e para a direita, ebotór contra a parede através do buraco no teto. Uma piscada e se foi. Uma mulher me apanhou em um abraço de urso. Olhei-a à cara, tratando de enfocá-la. Cabelo curto, cabelo castanho avermelhado, olhos verdes, peca… Brenna. Uma das lobos que trabalhava para o Jim como rastreadora. A última vez que nos vimos, o h abía posto uma agulha de prata no pescoço e ela me tinha mordido a perna. Agarrou-me o braço direito e uma mulher loira que não conhecia do esquerdo. Fixei meu olhar na Brenna. Seu rosto estava manchado. –Deixe ir. -Não posso fazer isso-. Ela sacudiu a cabeça. -Brenna, me tire suas mãos de cima ou te vou machucar-. Se a sala deixava de dar voltas, estaria a ponto. -Está bem, Kate. Acredito que poderei suportá-lo. Todo mundo era parvo do culo. Dalí entrou na habitação. Um homem negro de uns cinqüenta anos a seguia, limpando-as mãos com uma toalha. Doolittle. -E o que te tem feito agora? Seu rosto se arrastou para um lado. Meu estômago estava fechado em uma bola apertada e vomitei no chão. -Soltem!, espetou Doolittle. Os lobos me soltaram. Isso estava bem. Não se incomodava a um homem texugo. Doolittle se inclinou sobre mim. -Enjoada? Assenti com a cabeça. A dor rodou dentro de minha cabeça como uma bola de chumbo. Tocou-me a cara e me jogou para trás. -Tranqüila, te tranqüilize agora-. Os dedos do Doolittle apertaram minha pele, com meu olho esquerdo aberto. -Dilatação irregular. Visão imprecisa? Conhecia os signos. Tinha sofrido um golpe, mas não parecia importante. Pouco a pouco me desmoronei: Erra se tinha ido. Eu tinha perdido minha oportunidade com ela. -Quase a tinha. Eu poderia havê-lo feito.


Deitem sobre as costas, brandamente. Brandamente agora. Umas mãos me sujeitavam e me baixaram ao chão. -Quase a tinha-. Disse ao Doolittle. -Já sei, menina. Sei. Quis me levantar, mas não estava segura de que caminho tomar e algo me disse que não poderia resolvê-lo no curto prazo tampouco. -Tenho uma comoção cerebral. -Sim, sei-. Doolittle cortou minha camiseta. -Brenna, ponha suas mãos sobre a cabeça e mantê-la em quieta. -Quase a tinha. Eu poderia havê-lo conseguido. Alguém, provavelmente Brenna, levou-se as mãos aos lados de minha cara. -por que segue dizendo isso? -Isso é só um pouco de perseverança. As pessoas com lesões na cabeça fazer isso. Nada do que preocupar-se-. Doolittle separou a camiseta de meu corpo. O frio monte minha pele. -Tem uma voz tranqüilizadora-, disse-lhe. -Isso significa que estou seriamente jodida. -Nada de palavrões agora. Quem te enfaixou? -Um rabino no templo. -Fez um bom trabalho. -Quase a tinha. Havia-lhe isso dito? -Sim, fez-o. Cala agora-. Doolittle começou um cantico, a magia se moveu em mim, lenta e espessa. Ele sussurrava, vertendo o poder nas palavras. Pouco a pouco, como cera fundida, a magia cresceu líquida e quente e se difundiu através de mim, saindo de meu peito para minha cabeça e meus pés.

-Isso é agradável-, disse-lhe. -Disse que te calasse-.A mão da Brenna roçou meus lábios. -Eu quase… - …a tênias, sabemos-, murmurou Brenna. -Tem que estar em silêncio, Kate. Shhhh Fechei os olhos. Sentia-me como flutuando em um mar quente. Pequenas agulhas quentes apunhalaram minha ferida e dançavam dentro de meu couro cabeludo. O flanco me picava.


-Preciso falar com ela-, disse a voz do Jim através de canto do Doolittle. Um chiado agudo, a meio caminho entre o rugido e o bate-papo, interrompeu-o. Soava bem, como um esquilo gigante cheia o saco ou um urso pequeno, mas igualmente molesto. O cabelo na parte posterior dos braços me arrepiou. Havia uma palavra para isso… -Horripilante-. Escutei minha própria voz. Parecia falar. -Se houver algo que vem a por ela, tenho que saber o que é-, disse Jim. -Que seja rápido-, disse Doolittle. Jim se inclinou sobre mim, sua cara era uma mancha imprecisa. Assim é, aproximava-se, assim que lhe podia dar um pedaço de minha mente. -Quem te trouxe aqui?-, Perguntou Jim. -Quase a tinha-. -Aqui vamos outra vez-, murmurou Brenna. Agarrei-o pela camisa e atirei de mim mesma. -Mierda!- Os dedos da Brenna sujeitaram minhas bochechas. -Eu quase a havia-, resmunguei através de meus dentes. -Eu estava a um segundo de golpeá-la e sua babá me agarrou e me arrastou até o edifício. Causaste-me a morte. Agora todo se há jodido. -Maldita seja, Jim-. Doolittle agarrou meus ombros e me empurrou para baixo. -Mantenham a cabeça estabilizada-. Os dedos Jim apertaram meu punho. -Ela não era minha-. -Tolices. Ela era uma cambiaformas e me trouxe para sua casa franco. -Disse a ela onde estava a casa? Jim me apertou a mão, mas estava muito zangado. -Disse-lhe que me deixasse. Ela disse que era seu trabalho era me proteger. Quem mais poderia lhe pedir a um cambiaformas que me proteja? Como ia encontrar seu esconderijo? puseste um pôster sobre a porta principal que ponha, “CAMBIAFORMAS DESCONHECIDOS TRAGAM APERITIVOS HUMANOS”? Doolittle pressionou um ponto debaixo de minha boneca, cortando a circulação à mão. Meus dedos se adormeceram.


Jim se liberou. -Estamos limpos-. Doolittle me empurrou para baixo. -Não se pode mover. -Um cambiaformas desconhecido abriu um buraco através do teto e se foi antes de que pudesse alcançá-la. A casa está em perigo. Cuánt ou tempo se necessita para estabilizá-la? -Dez minutos. -Tem-nos, depois nos movemos. Doolittle se inclinou sobre mim e começou a cantar. Dez minutos mais tarde Doolittle me sujeitava o cue llo com um colarinho e Brenna me carregava. Ela me levava pelas escadas como se fora uma menina. As escadas eram incrivelmente altas e giravam, como uma espiral. Retorci-me, tratando de escapar, mas Brenna só se apoderou de mim mais forte. -Não se preocupe, Kate. Não vou cair. Levavam-me em um pequeno trenó. Pessoas da equipe do Jim se movia a nosso redor. Doolittle me atava ao trenó, Brenna tomou as rédeas, e fomos. EU ESTAVA EM UMA CAMA, TINHAM-ME TIRADO o prendedor e a roupa interior, e havia a bolsa da Ou-negativa esvaziando-se em minhas veias. Meu intento de explicar que minha cabeça se limpou e que não necessitava uma atenção especial, e definitivamente não o excesso de sangue, ricocheteou do Doolittle como as ervilhas secas da parede. Assinalou que ele me tinha resgatado ao bordo da morte segura em três ocasiões, e ao parecer me tinha dado uma transfusão de sangue antes e que poderia ser só um médico ignorante, mas pelo que se poderia dizer, eu respirava ainda e lhe alegraria o dia se podíamos economizar um pouco de tempo e assumir que ele sabia o que estava fazendo. Sua vida seria muito mais fácil se c abezotas suicidas tivessem isso em conta, muito obrigado. Minhas costelas ainda estavam doloridas, mas em lugar de sacudidas punções e agudas que me faziam grunhir, a dor se fundia em uma forte pressão sólida. Doolittle caminhou ao redor de minha cama. -Será minha morte. -Estou bastante segura de que morrerei antes que você, doutor. -Isso não o duvido. Agarrou um espelho da mesa e o sustentou em alto para mim. Para que me visse. A maior parte de mim estava pálida e atirando um poc ou a verde. Uma pátina de cor púrpura escura cobria a esquina da mandíbula, com a promessa de converter-se em um golpe espetacular. A segunda mancha cobria minha cintura, onde minha tia me tinha chutado. Tinha flexionado meu estômago, por isso minhas vísceras não se converteram em mingau, e os músculos abdominais se levaram a pior parte do castigo.


-Verde e púrpura, uma combinação impressionante. Doolittle negou com a cabeça, desconectou-me da bolsa de sangue vazio, e me deu um copo cheio de líquido de cor marrom, parecido a chá gelado. -Parece que tiveste um desafortunado encontro com uma das bandas do Warren. -Deveria ver os outros, não, espera, menina, mulher, "pessoa."-. De algum jeito que não acabava de ter o impacto rápido que eu havia pla neado originalmente. Doolittle me olhou com um olhar. -Repouso em cama durante as seguintes vinte e quatro horas. -Não posso fazer isso, doutor-. Conhecendo-o, ia tratar de me sedar. Até esse momento tinha vigiado meu via como um falcão. Se pudesse fazer as coisas a minha maneira, já estaria em marcha. Neste momento Erra estava ferida e era vulnerável. Era um bom momento para sua derrota, mas as possibilidades de encontrá-la, inclusive armada com cambiaformas, eram nulas. Minha tia era psicopata mas não estúpida. Doolittle suspirou. -Tome o chá. Olhei meu copo. Tinha tomado o chá sorvete do Doolittle antes, e a cautela extrema estava justificada. Eu bebi um poquito. Sobrecarga de azúc ar. Esperei para ver se meus dentes se desintegravam imediatamente pelo choque. Nada. Minha boca era mais forte que eu, dava-lhe o crédito correspondente. Doolittle se sentou em uma cadeira e me olhou, e pela primeira vez seus olhos estavam vazios de seu habitual humor. Sua voz era suave. -Não pode seguir fazendo isto, Kate. Crie que vais viver para sempre. Mas cedo ou tarde todos temos que pagar as conseqüências. Um dia te vais rir e a brincadeira te prostrará na cama. E então não serão três dias de repouso em cama. Serão três meses. Estirei a mão e lhe toquei a mão. -Obrigado por me curar. Não quero te causar dor-. Fez uma careta. -Bebe. Necessita líquidos. Alguém chamou. -Sou eu-, disse a voz do Jim Doolittle me ofereceu uma sudadera. Pu-me isso e Jim se aproximou. Jim parecia que tinha mastigado e cuspido tijolos e cascalho. Agarrou uma cadeira, pô-la junto a minha cama, se sentóy me olhou. Voltei a vista para ele. -Sinto muito, pus minhas mãos sobre ti. Não voltará a acontecer. -Está bem. Não foi você mesma. Está melhor que ahor a?


-Sim. -vamos tentar isto de novo, então. me fale da luta. -Informou-te Dalí sobre Erra? -Fez-o. Descrevi a luta contra ela, deixando nossa conexão familiar, e lhe descrevi meu resgate. -Escamas-, disse Jim. -Sim. Eu sabia o que estava pensando. Os cambiaformas eram conseqüência da infecção pelo vírus Lyc-V que solo afetava aos mamíferos. Havia vários casos de humanos que se converteram em répteis ou aves, mas todos ocorreu por causa de fatores externos mágicos, não à infecção pelo Lyc-V, e nenhuma dessas transformações havia uma no meio cenário. O cambiaformas que me agarrou era uma forma guerreiro. Metade humano, metade algo com escamas. -Que classe de olhos tinha?-, Perguntou Doolittle. -Íris cor oliva, a pupila fendida. Resplendor avermelhado. -O brilho não é um bom indicador-, disse Doolittle. Os olhos das hienas refletem a luz de qualquer cor, mas os olhos bouda sempre são vermelhos. Mas a pupila em fenda é interessante. -Olhou ao Jim. -Havia um homem no telhado-, disse-lhe. -Ela o deixou K.O. Está bem? Jim assentiu com a cabeça. -Ele diz o mesmo: escamas, enrojecimiento dos olhos, cauda. cheirei algor similar antes. -O que era? Jim fez uma careta. -Um crocodilo. Cambiaformas crocodilos. Em que mundo vivemos? -Coisas mais estranhas aconteceram-. Doolittle señalómi copo. –Bebe-. Mostrei- o copo ao Jim. -O bom doutor pôs uma colher de chá em meu mel. -Está bebendo chá de mel feito por um texugo-, disse Jim. -O que esperava? Doolittle soprou e colocou as gazes e os instrumentos em sua maleta. -Se não a pôs a me cuidar, então quem o fez?


-Não sei-, disse Jim. Não tinha sido Curran. A segurança era território do Jim, se Curran sentia que necessitava um guarda-costas, lhe teria pedido ao Jim que me cuidasse. Curran. Oy. -Onde estamos?- Perguntei-lhe. Em uma das casas satélite do Lobo Clã-, disse Jim. –A casa do clã Lobo está fora da cidade, mas têm uns poucos pontos de reunião nos limites de Atlanta. Este era o mais próximo. -E Curran? -Na Fortaleza. -Há-lhe dito algo a respeito disto? -Ainda não. Há algo mais que tenha que me dizer? -Não Ele não mostrou signos de movimento. -Há algo que queira me dizer? Alfa felino e espião, combinação letal. -Não. Que et faz pensar isso? Jim se inclinou para trás. -É uma mentirosa péssima. -Isso é verdade-. Doolittle agarrou seu estetoscópio. -joguei pôquer contigo, senhorita, e toda a mesa sabia cada vez que tênias uma boa carta. -O engano te faz sentir incômoda-, disse Jim. –Hetrabajado contigo na rua, porque quando você te compromete a fazer mal a alguém, não há dúvidas em sua mente. Mas se você vinha a me buscar para uma tarefa, tinha-te em cima depois do primeiro minuto. -Está bem. Sou uma má mentirosa-. Olhei ao Jim dê de acima o bordo de meu copo. -Isso não quer dizer que esteja ocultando algo. Talvez não há nada mais a essa história. -puseste o copo entre nós e o mantém pressionado contra sua boca para que as palavras não saiam-, disse Jim. Pus o copo sobre a mesa. -É uma coisa da Ordem?-, perguntou Jim. -Não, é meu. Não tem nenhuma relevância para a Manada.


-Está bem-, disse Jim. -Se as coisas trocarem e quie cabeça de gado me dizer isso ou se necessitar ajuda, já sabe como me encontrar. levantou-se e se foi. Olhei ao Doolittle. -por que essa boa vontade de repente? -Quem sabe por que os gatos fazem coisas? Minha conjetura é que o ter pego uma espada para ele pode ter algo que ver com isso…-. Doolittle levantou a cabeça e fez uma careta. -Eles simplesmente não podem deixar as coisas assim. Chamaram à posta. -Quem é?- Perguntou Doolittle. -vim a ver a paciente!- Disse uma voz de mulher. -Está nua?-, Perguntou outra voz feminina. -Sempre quis vê-la nua. -Venha. George, manterá-me levantada todo o dí a? Olhei ao Doolittle. -Isso foi o que acredito que foi? Ele se arrepiou e se dirigiu à porta. além de Curran, só dois cambiaformas da Emana dá me davam que pensar: Mahon, o Urso de Atlanta e o verdugo da Manada, e a tia B, alfa da boudas e a mãe do Rafael. O resto eram perigosos, mas esses dois me fariam tomar um minuto ou dois para pensar as coisas antes de cometer um engano com eles. Eu tinha visto tia B em ação com a pele humana fora. incomodá-los não estava em meus melhores interesses não importa quão zangada ou débil estivesse. -Vê-te muito bem, George-, disse a tia B. Estirar a cabeça para vê-los teria destruído a pouca aparência de dignidade que ficava, assim que fiquei onde estava. -O que quer?- A pesar do acento do Doolittle da costa sul da Georgia, a voz do bom doutor perdeu todo seu encanto. -O que quero? Pois ver o Kate, é obvio. -A menina tem uma comoção cerebral. Seus intrigaspueden esperar até que sua mente esteja clara. -Não estou aqui para tomar vantagem dela, George. meu deus. Estirei o pescoço. Doolittle lhe tinha proibido a entrada, o dedo apontando à primeiro andar por cima de nós. -Lá encima está a alfa da boudas. Aqui estas em meu território.


-por que não lhe pergunta à garota se quiser lombriga? Se estiver muito fraco ou inquieta virei em outro momento. Ela era a mais hábil das duas. Se me negava a vê rla agora, poderia muito bem estar em minha cama com um letreiro de néon gigante: TENHO MEDO DA TIA B. Doolittle se aproximou de minha cama. A bouda deseja falar contigo. Não tem que dizer que sim. Sim, sei, e ambos sabemos. -Está bem, vou vê rla. Doolittle olhou para cima. -Trinta minutos, Beatrice. Tia B entrou, detrás dela uma moça bouda levava um prato. O aroma das especiarias e a carne cozida se formaram redemoinhos ao redor de mim, imediatamente me encheu a boca com saliva. A fome era boa. Significava que os feitiços do Doolittle estavam funcionando e meu corpo estava queimando os nutrientes a um ritmo acelerado. A jovem bouda pôs o prato na cama, Jogou-me a língua, e se foi. Tia B olhou ao Doolittle. -Importaria-te nos dar um pouco de privacidade? -Ele grunhiu em voz baixa e partiu. Tia B aproximou uma cadeira e se sentou junto a meu seus cama.En quarenta e muitos ou cinqüenta anos, parecia uma típica avó jovem: um pouco gordinha, com um sorriso fácil e olhar bondoso que convenceria a um menino em problemas que a escolhesse entre uma multidão de desconhecidos. Levava um pulôver cinza volumoso. Seu cabelo castanho estava sentado em um coque em cima de sua cabeça. Se se acrescentasse um prato de bolachas, estaria todo istol. Recebeu-me com uma cálida sorriso. A gente nunca pensaria que detrás desse sorriso aguardava um monstro de sete pés de altura, com as garras do tamanho de garfos de servir. -Parece com o limite, querida-, disse. -Lesou-lhe muito? Olá, avó, o que dente tão grandes tem… -Nada importante-. -Ah. Bem, então-. Assentiu ela olhando o prato. Carne de cabeça de gado, pão de pita, e o molho Tzatziki. –te sirva você mesma. O almoço é em ti. Não tomar um bocado seria um insulto. Tomá-lo poderia obrigar a algo e eu prefiro estar em dívida com o diabo que com a tia B. me conformei tomando o chá. -Não me está fazendo proposições, verdade? -É curioso que diga isso. Detive-me com um copo na mão. Justo o que necessitava. -Não vão ser esse tipo de proposições-. Tia B me deu de presente um sorriso brilhante.


Esmaguei um estremecimento. -Vou diretamente ao grão para fazer as coisas mais fáceis para as duas-. Tia B empurrou o prato para mim. -Curran não retornou à Fortaleza ontem de noite. Não estou nem cega nem sou tola e passei mais anos descobrindo as mentiras dos cambiaformas que você tem de vida. Por favor, mantenha isto em memore antes de responder. Passou a noite contigo? Pôr as mãos em sua garganta não era uma boa idéia. Sorri. -Não é teu assunto. -Assim que o fez. Uso a palavra “companheira”? -O que passou entre Curran e eu é nossa coisa. Tia B arqueou as sobrancelhas. -Felicitações. Então, de fato, é seu casal. por que eu? -Isso seria uma notícia nova para mim. -Não me surpreenderia se fosse a última em enterart E. soube que ele cairia sobre ti desde que te alimentou com aquela sopa. Foi muito divertido ver como vós demoravam tanto tempo em averiguá-lo. -Vivo para servir de entretenimento. -Não há necessidade de ser tão hostil-. Tia B beliscou uma pequena parte do pão de pita. -chamei à Fortaleza. Não há habitações listas para ti. Sabe o urso algo a respeito de ti? -Mahón? Não. -está-se voltando lento em sua velhice-. Ela se pôs-se a rir, mostrando seus dentes. Uma luz depredadora estalou em seus olhos. O efeito foi arrepiante. -O que têm que ver as habitações com nada?-, Perguntei-lhe. -Curran tem a intenção de compartilhar sua habitação. -Receberei de serviço noturno e uma pastilha de hortelã em meu travesseiro? -Tem a oportunidade de ser a alfa feminina da Manada-, disse a tia B. Me cortou a respiração. -Toma, bebe seu chá, querida. Honestamente, o que crie que quer dizer?-, Perguntou. Bebi-me o líquido. De algum jeito, quando Curran disse “companheira," minha mente não o traduziu como “Senhora da Bestas da Manada”. -Não estou preparada para ser uma alfa.


Tia B sorriu. -Assim não quer o poder? -Não o quero-.E não queria essa responsabilidade. -O que é o que querem?-perguntou-me. -Quero matar à cadela louca que está espreitando ao redor dos cambiaformas de Atlanta para matá-los. -E além disso? -Quero-o a ele. -Sem a Manada? -Sim-. Não tinha nem idéia de por que seguia respondendo a suas perguntas. Havia algo em seus olhos que me deu vontade de lhe dizer tudo o que sabia para que ela me desse um tapinha na cabeça e me dissesse: "Boa garota". A adolescência no clã bouda seria o inferno com a tia B ao redor. -Não o pode ter só a ele. Os olhos da tia B eram desumanos. -Curran pertence à Manada e não vamos permitir que o afaste de nós. Necessita-o para ser feliz, mas nós o necessitamos para sobreviver. Se ele tivesse que deixar a Manada, os alfas lutariam pelo poder. Nenhum dos alfas agora poderia ocupar seu lugar e mantê-lo. Seria caótico e sangrento. Com o tempo o mais forte ganharia, mas o mais forte não é sempre a melhor pessoa para o posto. Ela se tornou para trás. -Tivemos sorte com Curran, e todos sabemos que nossas possibilidades de conseguir outro Senhor das Bestas como ele são escassas. Eu gosto, mas se tráficos de afastá-lo, eu seria primeira na fila para te matar. Hoje era o dia equivocado para me ameaçar. -Crie que me venceria? -Tem muito poder, mas nós temos o númer ou, assim sim, podemos. Não estou dizendo isto para conseguir que te arrepie o cabelo. É necessário que compreenda claramente a situação. Curran pertence à Manada. Se te interpuser entre ele e seu povo A vontade da Manada te fará pedaços. Sua carne se está esfriando. Come. Ela estava no certo. Eu sabia que ela tinha razão. Não deixariam Ir Curran. E inclusive se o fizessem, ele nunca o faria. Era um cambiaformas e eram seu povo. Eu tinha que encontrar uma maneira de evitá-lo. -por que não posso estar com ele, mas não é a alfa? -Quer guardar o bolo e também lhe comer isso Simplesmente não funciona assim. Não pode casar-se com o rei e não converter-se em reina. Você será a que lhe grunha palavras de amor na cama, e a que acuda procurando conselho. vais ter uma influência sem precedentes sobre suas decisões, mas não quer saber nada da responsabilidade que vem com ele. Isso é covarde e não é próprio de ti. É tudo ou nada, Kate. Esse é o trato e não é negociável.


-Assim não tenho voz nisto? Tia B franziu o cenho. -É obvio que sim. Não tem que te emparelhar com ele. Sempre pode rechaçá-lo. Mas se te emparelha, a carga da alfa vem com ele. te pergunte a ti mesma, de verdade me conformaria com uma aventura? Ou quer que seja teu para sempre? Fiz um esforço valente para não me fazer essa pergunta. Eu estava bastante segura de que sabia a resposta. Dessa maneira abandonaria todo sentido comum. -Eu não sou um cambiaformas. É certo. Pode converter-se em um? Neguei com a cabeça. -Não é fisicamente possível. Sou imune ao Lyc-V. -Excelente. Tinha-me perdido. -Se te convertesse em uma cambiaformas, teria que escolher a espécie de besta. Teria que escolher a um clã e que alguém te doasse Lyc-V, o que significaria que seis clãs se sintirian menosprezados e que o clã poderia esperar um trato preferencial. É uma caixa da Pandora que ninguém quer abrir. Este é um desses estranhos casos em que ser imparcial é realmente vantajoso. -estiveste pensando muito nisto-, murmurei. A pergunta dos sessenta e quatro mil dólares é por que. -Olha-o desde nosso ponto de vista. Queremos que tenha companheira. Como sua companheira, terá o direito a questionar suas decisões, alg ou que nós não podemos fazer. Se os membros da Manada tivessem um problema com ele, poderíamos ir a ti e te pedir ajuda. Se emitir uma ordem, tecnicamente poderia anulá-la, mas não estaria disposto a fazê-lo. À Manada lhe negou essa via de apelação por muito tempo. Agitou a pita ao redor. -Curran é um alfa justo, um dos melhores. Mas também tem seus maus momentos e agora mesmo ninguém se atreve a lhe levar a contrária. Claro, há gente que não o vai aceitar, mas isso é normal. Sempre que há uma mudança de poder, a gente arma animação. depois de matar aos dois primeiras rivais, tudo irá bem. Ela definitivamente tinha pensado nisso. -Ninguém põe em dúvida seu poder, querida. Os alfas lhe vimos brigar e é um bom ativo. Qualquer pessoa capaz de pôr de joelhos a duzentos demônios com uma só palavra não é tomado à ligeira. Mordeu o pão. -Além disso, se Batalharem não acreditasse que pode fazê-lo, não te teria feito a oferta. Sim, está obcecado contigo, mas é o suficiente mente ardiloso para tomar em conta suas habilidades. Os alfas geralmente se sentem atraídos por outros alfas. Eu não me emparelharia com um fraco, e ele tampouco o faria.


-Não é tão singelo-, grunhi. Ela riu brandamente. -Sabemos que tem uma história, querida. Tanto poder não vem sem bagagem e Curran não é idiota. Se ele lhe tiver proposto isso, tem que ver o passado como um risco aceitável. Tinha uma resposta para tudo, verdade? -por que te interessa saber se posso ser sua companheira? Não vieste aqui pela bondade de seu coração. Fez uma pausa. Sua cara ficou triste. -Rafael é meu terceiro filho. Os dois primeiros se converteram em lupos na puberdade. depois dele, disse-me que não haveria mais. Não podia seguir matando a meus bebês. Meu filho o é tudo para mim. Destroçaria o mundo por ele. Você e eu conhecemos o nome de sua felicidade. -Andrea. Ela assentiu com a cabeça. A dor em seus olhos se fundiu no orgulho. -Meu Rafael poderia ter a qualquer mulher que ele desejasse. Se te quisesse, não seria capaz de resistir. -Não o deixo tão claro… -Confia em mim. fui cortejada por seu pai. Rafael fez sua eleição, mas ele escolheu a uma garota que é uma besta. Porque minha vida não era o bastante complicada. -Andrea lhe ama. Ela é inteligente e capaz. Ela levantou a mão. -Não tem que me cantar seus louvores. Sei mais dela que você. Mas o fato é que ela é uma besta e será a companheira de meu filho. É dominante, forte e ardilosa. Não tenho nenhuma dúvida de que pode lutar contra todas as candidatas, o que significa que quando mora, as rédeas do clã bouda passará ao filho de um animal. Os boudas a aceitassem. Mas a Manada pode que não. -Curran me prometeu que não seria perseguida. Ela franziu os lábios. -Uma coisa é fazer caso omisso da presença de um animal nas filas. Outra coisa é que a esfregue na cara dos alfas. Outros clãs não nos querem, não gostam de nossa incerteza e temem nossa raiva. Como o casal do alfa bouda, Andrea e Rafael se sentariam no Conselho da Manada. Isso não vai parecer lhe bem a algumas pessoas. Os lobos são um clã duro, em particular, encontram nossa presença difícil de tragar. Há quatrocentos lobos e só trinta e dois de nós. Mas o urso é de longe a maior ameaça. Está antiquado e se aferra a seus prejuízos. Ele virtualmente criou a Curran e tem muita influência sobre ele. Se tiver alguma esperança de proteger o futuro de meu filho, tenho que rebater ao Mahon. Por último. Tudo ficou claro. -E você crie que se m e converto na companheira de Curran, poderei interceder a favor do Andrea? -Não só em seu nome, mas também em nome de todos boudas. Há seis meninos no clã agora,


quatro deles são adolescentes, todos passaram a puberdade sem rastros de lupismo. Se você pensar que os adolescentes normais são selvagens, encontrará-te com uma surpresa. A última vez que tivemos a muitos jovens, Curran estava formando a Manada e era também bastante jovem. Ele escolheu ser indulgente quando meus filhos se passaram da raia. Ele estava seguro de seu poder e agora não pode ser tão indulgente. O Senhor das Bestas indulgente. Não veria o dia. Tia B se inclinou e me olhou fixamente. -Suponhamos que te converte em alfa. Qual é a distância mínima aceitável entre uma cambiaformas e Curran? -Não sei. -Três pés, a menos que deseje uma briga. Mais perto é um desafio. Entra em uma habitação, em uma reunião formal, os cambiaformas se levanta ou ficam sentados? -Não sei. -Os alfas se levantam para reconhecer sua superioridade, o resto ficam sentados, mostrando submissão. Se um cambiaformas te mostrar os dentes, sorria-te ao saudar ou estava tratando de te intimidar? -Não sei-. Parecia um disco rajado. -Se a cabeça está inclinada, está sonriendo. Se se sustenta erguido, é um grunhido. Tinha tido suficiente. -Qual é o ponto de tudo isto? -Não tenho nenhuma dúvida de que te converterá na companheira de Curran. Ama-o, esteve a ponto de morrer por ele, e não será capaz de deixá-lo ir. Quando isso aconteça, precisará sabê-lo, querida. Deve jogar com nossas regras e não as conhece-. Sorriu triunfalmente. -Aqui está minha oferta para ti: vou dar a dois de meus meninos. São muito bons, estáveis e qualificados. Não se voltarão loucos se não lhes der permissão. Sua lealdade se rá só tua e vão ter seus melhores interesses no coração. Evitarão-lhe cometer enganos grandes. Ainda vais cometer os pequenos, mas não se pode fazer nada. Em troca, compromete-te a manter ao clã bouda em especial consideração. Não te vou pedir que romper as regras, mas te posso pedir que sejam estendidas de vez em quando. É uma muito boa oferta, Kate. Encontrei-me com seu olhar. -Não faz falta que me suborne. Eu não deixava que ninguém toque Andrea de todos os modos. -Você pode pensar isso agora, mas as amizades ter minam e se secam, enquanto que os acordos comerciais persistem. Sou uma alfa antiquada também, e prefiro fazer um trato. Havia algum inconveniente com isto? Tinha razão, eu não sabia nada dos costumes. Se optava por aceitar a oferta de Curran… Em que demônios estava pensando? -Se chegar a ser sua companheira, temos um acordo, o pinjente. -Isso é uma colossal se…?


Os olhos da tia B se iluminaram. -Excelente, querida. Excelente -Direi-te algo a respeito. -Espero que o faça. -Dá-te conta de que podia ter trocado de opinião? Não terminamos em bons términos. Ela franziu os lábios. -O emparelhamento é um momento volátil para nossa espécie. Os cambiaformas recém emparelhados são ciumentos, possessivos, e propensos à violência. Seus instintos estão em marcha. Deseja refugiar-se com seu casal em algum lugar seguro, e se alguém lhe olhe por mais de dois segundos, terá que lutar com sigo mesmo para não lhe afundar suas garras na garganta. Não é o momento mais racional na vi dá, que é a razão pela que a lei dos cambiaformas contém disposições sobre o frenesi do emparelhamento. Colocou a mão em sua bolsa e tirou um livro de couro com uma fivela. Abriu o fechamento, deixando ao descoberto as páginas protegidas por plástico tra nsparente. Um álbum de fotos pequenas. -Estes são todos meus vândalos-. Tia B folheou as páginas e as voltou para mim. Um jovem me sorriu da fotografia. Magro até o ponto de ser fraco, tinha o cabelo escuro brilhante e sorriso de menino: ampla e feliz. -Alejandro-, disse. -Nós o chamamos camundongo, porque sempre estava muito tranqüilo, não saberia que estava na habitação. Um e sessenta e sessenta quilogramas molhado. Os braços, como palitos. Come como um cavalo, mas nada se pega a ele. É doce e tímido. Olhe esse sorriso-. Sorriu. –Já não é um menino. casou-se o ano passado com um jovem rato muito agradável. As meninas, brincaram um pouco: camundongo se casou com um rato. Em suas bodas, Curran indicou que sua esposa era muito bonita. Alejandro saltou sobre a mesa e tratou de cortar a garganta de Curran com a faca do jantar. Pisquei. -O que aconteceu? -Bom, o que crie que aconteceu? Curran lhe agarrou pelo pescoço e tivemos que ir procurar uma jaula de lupos para colocar ao noivo até que se acalmou. Assim foi como passou sua recepção, em uma jaula de lupos, em outra habitação, gritando maldições. Sua noiva se sentou junto à jaula até que se esfriou o suficiente para raciocinar e logo colocou com ele. Não gritou depois disso. Tia B esfregou a foto com o polegar. Seus olhos eram quentes. -Ele está muito envergonhado por tudo isto agora. Não sabia que a lei muito bem, mas sabia o suficiente para reconhecer um desafio. - Curran poderia havê-lo matado. -OH, sim. Tivesse estado em seu direito, também. A lei da Manada é muito cuidadosa. Não diz que não se pode castigar a um cambiaformas durante o frenesi de emparelhamento. Só diz que não tem que castigá-lo. Se desejas passar por cima sua infração, não será visto como um signo


de debilidade de sua parte. Isso sim, Curran não estava tratando de tirar de gonzo a Camundongo. Ele tem que ir a todas as bodas, porque sempre o convidam, e o odeia. Está acostumado a ser muito cuidadoso com o que diz, mas estava cansado esse dia e disse a primeira coisa amável como felicitação que lhe veio à cabeça. -Tem uma bela esposa, Alejandro. -Isso foi tudo? Ela assentiu com a cabeça. -Sim, isso é tudo o que se disse. Este é o tipo de loucura com que está tratando, querida. À exceção de que contigo é muito pior. Curran o tem mais dificuldade para controlar seus instintos possessivos que a maioria. Ele esta... doído. -O que quer dizer? Fez uma careta. -Não tenho direito a te explicar isto. O que tem que saber é que seu impulso de amparo é muito forte. Surpreende-me que não te tenha envolto em uma manta e miserável à Fortaleza. Ele esteve insuportável desde que foi. Ama-te, Kate, e é por isso que está esperando pacientemente a que te digam ás. -Sei que pode ser um shock, mas somos uma espécie que considera de boa educação esperar até o consentimento da mulher. De fato, estou bastante segura de que se não ir, pode que tenha que lutar com molestos cargos criminais, como o seqüestro e a violação. Tia B pôs os olhos em branco. -O menino não é um maniaco, ele o entende. Obrigar iria contra tudo o que ele representa e você sabe tão bem como eu. Para tudo há um preço neste mundo. Seu preço somos nós. te pergunte a ti meu sma, vale a pena converter-se na alfa da Manada? Você gosta do suficiente? E lhe diz isso alguém que enterrou a dois de seus companheiros: é possível que deseje te decidir rápido. Vivemos em um m undo perigoso. Se vir uma oportunidade de ser feliz, tem que lutar por ela, ou te arrependerá s mas tarde. CAPÍTULO 23 TIA B PODIA SER SINISTRA. ESPEREI UM PAR de respirações. Encontrei meus sapatos, e subi as escadas. Encontrei ao Jennifer no patamar. Parecia que tivesse dedicado sua vida ao deus de atletismo: pernas largas, corpo comprido, a cara larga. Dente compridos. Especialmente na forma animal. Jennifer e seu marido, Daniel, dirigiam ao Clã do Lobo. Por isso tinha ouvido, dos dois, Jennifer era a mais agressiva e a mais cabezota. Com o Daniel se podia raciocinar, mas se incomodava ao Jennifer, tudo teria terminado. -Vai a algum lado?- A lobo alfa se cruzou seus magros braços. -Fora. -Não posso deixar que faça isso. Olhei-a aos olhos azuis. -É possível que deseje isso reformular.


Jim saiu da cozinha e se apoiou no marco de lapuerta. Jennifer levantou a cabeça. Tinha um par de polegadas de altura mais que eu e o espremia sempre que podia. – É a companheira do Senhor das Bestas e está sob meu amparo. -Onde ouviste isso? -O clã do lobo tem suas fontes. Bom, não era tão especial. -Então, o clã de lobo também sabe que meu estado como sua companheira ainda está em dúvida. Eu incluso no hei dito que sim. Seus olhos se estreitaram. –Jogou erva gatera em sua cama e soldou seu banco de pesos. Jennifer dois, Kate zero. -Esse é um assunto privado entre minha pessoa e de Seu Pilosidad. Inclusive se nos emparelhamos, tenho meu próprio nome e me represento mesma. Não acredito que o término “companheira" deva estar por cima tudo o que tenho feito. Ganhei-me mais que isso. Jim riu entre dentes. Jennifer deu um passo atrás e eu me endireitei. -Bom ponto-, disse finalmente. -Mas se cruzamentos por essa porta, vou ter que lhe explicar a Curran que te tinha assegurado e te deixei ir. Teria muito do que me preocupar. Ela tinha razão. -Tenho trabalho que fazer. A magia se foi, por isso é pouco provável que Erra ainda me esteja procurando por aí. Não gosta de muito a tecnologia, e a última vez que a vi, ela estava tratando de decorar a nevada em torno de minha casa de um precioso vermelho. -Não. Olhei ao Jim. -Estou um pouco confusa de minha posição dentro da Manada. -Tecnicamente, não tem nenhuma-, disse. -Dormir com um cambiaformas não te outorga o privilégio de fazer as malas. Sorri ao Jennifer. -Como não tenho status oficial na Manada, não têm poder para me deter. Sou um agente legal da Ordem e necessito que faça a um lado. Olhei ao Jim. -Você gostaria de opinar sobre isto em algum momento? Jim se encolheu de ombros. -Se te danificar quando sair daqui isso faria que Jennifer e outros lobos não ficassem bem. E tem o record de te colocar em situações seriamente jodidas. Obrigado, senhor útil. -Olhe, eu aprecio a dificuldade de sua posição, mas não vou sentar me aqui agradavelmente, enquanto que meu cão morre de frio-. E a partir de agora, eu era o objetivo principal de minha tia. Quanto mas espaço pusesse entre mim e os cambiaformas, mais seguro seria.


-te leve uma escolta-, disse Jim. -Oferece-te para cuidar de mim, Srta. Poppins? -Nop. Vou dar um veículo e pode te levar os lobos do Jennifer contigo. Brilhante. Se me atacavam, eu gostaria de ter alguns homens lobo homicidas para proteger. Jennifer olhou ao Jim. -Vá, obrigado por oferecer a meu povo, gato. Qualquer outra ordem para mim? Jim a olhou duramente. O lábio superior do Jennifer se levantou, mostrando uma visão dos dentes. Dava um passo atrás. -Por favor, sentíos livre para ré solver suas diferenças-. E enquanto estão fazendo isso, vou seguir meu caminho em silêncio… Jennifer fez uma pausa evidente durante um segundo. -O gato tem razão. Toma a meus lobos. -Não conheço seus lobos-. Olhei ao Jim. -por que não vem você se estiver tão preocupado? Suspirou. -Devido a certa pessoa não é de tudo racional neste momento. Se for contigo, terei que responder a perguntas incômodas. Fará perguntas, que não quero responder. -Que tipo de perguntas? -por que estava Kate só em um carro? O que tinha posto? O que levava ela posto? Quanto tempo esteve aí? Fizeram algo ou hab éis falado? Qual foi a natureza de sua discussão? Poderia ter sido evitado esta viagem? Esfreguei-me a cara. -Assim, basicamente, dá-te mije dou que sua senhoria possa te agarrar pelos ovos? -Essa é uma forma de dizê-lo. A outra forma seria que estou dedicado à observação de protocolo social da Manada. Se estivesse "oficialmente" emparelhada e instalada em suas habitações na Fortaleza, seria um problema menor. Entretanto, tecnicamente ainda está disponível, já que ainda não consentiram. Fiz um esforço para articular minha resposta com muito cuidado. -Disponível? -Em jogo. No mercado. Lista para a ação. Vibrando no ambiente. Só faltava que agora sacudisse os quadris. Os dois podíamos jogar esse jogo. -Está bem, não me importa, levarei-me uma escolta, me envie em um carro ou um carro ou o que seja. Isso sim, não envie a sua noiva como chofer. Um silêncio de assombro nos envolveu. As sobrancelhas do Jim se juntaram. A julgar por sua


expressão, se Jim tinha estado em forma de gato, cada corto em suas costas haveria se pôs de pé. -Minha noiva? Jennifer manteve uma cara totalmente séria. Justo no branco. -Já sabe, baixa, do Indonésia, que conduz como um demônio saindo das vísceras do inferno. -Ela não é minha noiva. -OH, ainda está em jogo? No mercado? Fazendo vibrar o ambiente?-, Adicionou Jennifer. Jim se voltou e se afastou sem dizer uma palavra. Mierda, havia meio doido uma fibra sensível. Não tinha nem idéia de que houvesse algo ali. Foi um tiro total na escuridão. Jennifer me olhou. -Vou dar três lobos. -por que três? -Se houver problemas, alguém te protegerá e procurará uma s alida, enquanto que os outros dois atrasam a seu perseguidor. Minha mandíbula se abriu tanto que quase toco o chão. Se foi fisicamente possível, estaria recolhendo os dentes do tapete. –Conhecemo-nos, verdade? Acredito que sim. -Então sabe que se seu lobo tenta me tirar da batalha, vou cortar os braços? -Do que estão falando?- perguntou a tia B vindo da cozinha. -Acabo de ver o Jim e tinha um olhar peculiar em seu rosto. -Jennifer quer que saia com uma escolta. supõe-se que me agarrarão e correrão como alma que leva o diabo se alguém espirrar em minha direção. Tia B arqueou as sobrancelhas. -Não há necessidade. O boudas te proporcionará a escolta. Os olhos do Jennifer se voltaram como duas partes de gelo. -Está dando a entender que há algo mal com minha gente? Agora sabia por que Curran estava louco. -É obvio que não, querida-. O sorriso da tia B é tão doce, que podia ter sido lubrificada em pão torrado. -Mas o clã Bouda e Kate tem um vínculo especial.


A voz do Jennifer se voltou igual de doce. –O clã do Lobo e Kate têm um vínculo especial também. O aço se deslizou em um sorriso tia B. Sua voz seguia sendo doce. -Deve deixar que organize a escolta. Os olhos do Jennifer queimaram amarelos. Lhe deu a tia B um sorriso feliz. -Tome cuidado, Beatrice. Está em minha casa. -por que, Meu deus, é uma ameaça? Se não podia ouvir o que se diziam, qualquer pensaria que se tratava de duas mulheres do Sul ficando ao dia com as intrigas locais em um picnic da igreja. Jennifer se movido para frente. -Estou cansada de que venha por aqui e metas os narizes em tudo. Um brilho rubi cobriu as íris de tia B. -É jovem e quer te fazer valer. Mas não acredito que tenha meditado meu um momento a decisão de me desafiar. Em seu melhor dia, só é tão boa como eu no pior dos mios com um braço pacote à costas. -É assim? Talvez deveríamos provar essa teoria. Dava três passos para trás e cheguei ao corredor. Detr ás de mim um grunhido vicioso anunciou que alguém se estava voltando peludo. Corri até o final do corredor. Dois cambiaformas montavam guarda na porta. -Tia B e Jennifer estão a ponto de ter um enfrent amiento- disse-lhes. foram-se. Esperei um par de segundos para que chegassem às escadas, abri a porta e saí à neve. Se queriam brigar, isso estava bem. Tinha um caniche que resgatar. A casa segura do Jim estava a só trinta minutos da minha. Apesar das nevadas, chegaria em quarenta e cinco minutos. Espera, Grendel. Já vou.

SUBI PELAS ESCADAS ATÉ MEU apartamento. Meus pés se negavam a mover-se, como se estivessem cheios de chumbo. Doía-me as costas. Estava tão cansada. Nas últimas vinte e quatro horas, tinha lutado por minha vida em duas ocasiões e tinha sido curada com a magia ambas as vezes. Os medimagos não faziam milagres, mas sim utilizavam os próprios recursos do corpo para curá-lo, e o que me fez Doolittle os tinha esgotado de tudo. Estava exausta. Meus olhos queriam fechar e um par de vezes estive a ponto de me deitar na neve, porque se via suave e acolhedora. Se não fora pelos do Biohazard que me recolheram me teriam convexo, teria jogado uma sesta na estrada e me teria congelado o culo. Assim as coisas, os paramédicos


do Biohazard me deram um passeio, cortando o tempo de viagem até um terço. Tive quinze minutos de duermevela na caminhonete de caminho, segura e calentita. Minha sorte tinha que estar trocando para melhor. Um lance de escadas e estaria em casa. Quando aterrissar frente a minha casa as lascas da porta me receberam. A fadiga se desvaneceu, queimada em uma descarga de adrenalina. Entrei pela porta aberta e deixei de respirar. Pedaços de móveis e tecido estavam pulverizados por meu chão. Fragmentos de madeira se sobressaíam da parede, marcada com cortes e buracos. A porta da biblioteca tinha desaparecido. O interior dos armários tinha sido pulverizados. Quatro dúzias de garrafas de vidro estavam rotas, seu conteúdo manchava o chão, mesclando-se com páginas arrancadas de livros estranhos e apreciados objetos do Greg, agora esmagados e destroçados. Ervas em pó se formavam redemoinhos movidas pelo vento que entrava pelas janelas rotas.

Minha casa não estava simplesmente destroçada. Tinha sido arrasada, como se um tornado a tivesse atravessado. A porta do banho tinha sido arranco de suas dobradiças. Profundos sulcos a percorriam, muito grande para o Grendel. Erra devia ter trazido para Besta. Revisei o quarto de banho. Grendel não estava. Não havia sangue tampouco. Se ela o tinha matado, tivesse deixado o corpo para que o visse. Na cozinha, havia buracos no gesso de onde tinha arrancado dos armários da parede. A madeira tinha sido rota, não atalho. Tinha-os chutado até fazê-los pedaços. Dava um passo atrás na sala de estar, caminhando sob ré o chão cheio de livros mutilados. Uma das adagas do Greg me sobressaía da parede, perfurando as fotos da Julie. Tinham talhado as fotografias. Erra tinha apunhalado os olhos da Julie e a cara, uma e outra vez. Gelo subiu por meu espinho dorsal. Se tivesse encontrado a Julie, estaria embalando o cadáver de minha filha com os olhos arrancados. Tinha que lhe fazer um favor ao mundo e matar a essa cadela. Quando Greg tinha morrido, tinha-me deixado o apartamento e tudo o que continha. Os livros, os artefatos, as armas. Não podia deixá-lo passar. Mudei-me aqui, a Atlanta, para manter viva sua memória. Era meu último enlace com um pouco parecido a ou na família. Ocupei seu lugar na Ordem, e fez de seu apartamento minha casa. Esta era meu espaço. Um rincão do mundo onde me sentia segura e protegida. Um refúgio para mim e para a Julie. Erra o tinha violado. Tinha-o destroçado. Não havia volta atrás depois disto. havia-se per dido todo. Não importava o que fizesse agora, não podia restaurar a biblioteca ou o apartamento a seu estado anterior. Ela o tinha destruído tão completamente, que nunca seria o mesmo. sentia-se um pouco como morrer. Tinha cuidadoso a morto o bastante freqüentemente para reconhecer uma tumba. Também sentia algo mas, uma tristeza profunda, um sentimento de


perda, fiquei ali, intumescida. Ela tinha tido seu êxito. Era meu momento de devolver o golpe. Um pequeno ruído flutuava pelas escadas. Grendel se precipitou no apartamento e me golpeou, me derrubando. -Hey, idiota. Agarrei-o e abracei a seu pescoço, cheirava mau, passei minhas mãos pelos flancos. Não havia sangue. Seu pulôver pendurada em pedaços, mas ele parecia não estar piorado. -Saiamos daqui. Saí pela porta com o cão atrás, não olhei para trás. Vinte minutos mais tarde chegamos junto ao Andrea, H abía usado minhas loucas habilidades de detetive para deduzir que ela não estava em casa. Sua porta estava fechada, e ela não respondeu quando a chamei. Estava provavelmente na do Rafael. Isso me deixava com uma só opção: a Ordem. A Ordem tinha o benefício adicional de possuir guardas de grau militar. necessitaria-se um pequeno exército de magos para passar através delas. Ou a minha tia. O que não era um pensamento agradável. Arrastei-me até a Ordem. O sonho ainda se aferrava para mim e o cansaço me fazia lenta e estúpida. Tomou mais de um minuto tirar a cama pl egable da armería. Pu-la em meu escritório, e me derrubou sobre ela. Grendel se deixou cair a milado e se deprimiu.

TENHO UM TEMPO EXCELENTE REAÇÃO. É por isso que não atravessei ao Andrea com minha espada quando irrompeu em meu escritório. Em lugar disso baixei a Assassina um segundo depois e me incorporei lentamente. Melhor amiga, não matar. Andrea me olhou. -Está aqui! -Onde mais poderia estar? Ela fechou a porta. -Não tem nem idéia. -Meu departamento está em ruínas. Passei por sua casa, mas não estava, assim vim aqui. É seguro, quente e há café -Esteve a passada noite com o Jim?


-Sim. Jennifer e Tia B estavam a ponto de ter uma briga e me escapei. Normalmente tivesse pago dinheiro por ver algo assim, mas tinha que ir procurar a meu cão. Onde está meu feto do inferno, no corredor? -Ele estava arranhando a porta, e lhe deixei escapar. era é como soube que estava aqui-. Andrea sacudiu a cabeça. -depois de que fosse, Doolittle as separou. Com o tempo todo mundo se acalmou o suficiente para dar-se conta de que te tinha escapado. Doolittle quase se atirava dos cabelos porque tinha carregado seu chá com sedativos e pensava que poderia te derrubar em algum lugar sobre a neve. Tanto os lobos como os boudas pentearam a neve acumulada durante horas procurando. Agarrei um livro e golpeei a frente em um par de vezes. por que eu? por que? -E ninguém pensou em chamar aqui e ver se estava? -Jim nos chamou, mas Maxine lhe disse que não estava aqui e que ela te deixaria a mensagem quando houvesse alguma mudança. É obvio. A política padrão da Ordem disse a que quando um cavalheiro estava descansando, diziam que estava fora, a menos que fora uma emergência. Do contrário os cavalheiros tendiam que trabalhar até o esgotamento completo. Concentrei-me. -Maxine? -Está fora. Ted a arrastou a alguma reunião. Não há ninguém aqui, salvo você, eu, e Mauro. -Que reunião? -Não tenho nem idéia-. Andrea moveu seus braços. -Kate! -O que? -te concentre. Jennifer, Tia B e Doolittle vão dizer se o a Curran esta manhã. Olá, Sua Majestade, drogamos a seu bollito de amor e logo a deixamos sair sozinha à escuridão, na neve. Seu apartamento está destruído e não estamo s seguros de onde está… -vai necessitar uma grande quantidade de pratos de metal. -O que? -Não importa. Não é meu trabalho ser a guarda-costas de Tia B. Eu não estava de acordo com ela. Andrea se inclinou para mim e me falou muito devagar e com claridade. -Tem que chamar o Senhor das Bestas. antes de que lhe arranque a pele à mãe de meu noivo, se for possível.


Arrastei-me até a mesa e agarrou o telefone. Chamar o Senhor das Bestas. De acordo. O problema era que não estava segura de se o Senhor das Bestas e eu estávamos bem. Chamei à Fortaleza. -Kate Dá… A linha fez clique, e a voz de Curran encheu o telefone. -Sim? Vamos lá. -Hey. Sou eu. -estive esperando a que me chamasse. Isso de espera era bom ou mau? -Como vai?- Assim sou eu, alegre. -estive melhor-. Não soava como se estivesse no meio do desollamiento de alguém. Apesar de saber que a voz acalmada de Curran não indica muito. Eu o tinha visto saltar tranqüilamente a lombos de um golem de prata e ser completamente racional sobre isso mais tarde a pesar da dor insuportável. Andrea passeava pela habitação como um tigre enjaulado. -Eu, também. Estou na Ordem. estive aqui desde ontem à noite. -Isso não é o que ouvi. Assim que lhe disse. -Fez pedaços a alguém? -Ainda não. Estou pensando nisso. Joguei-me para trás. -Andrea está fazendo um aguje ro no tapete, porque está preocupada de que possa estar molesto com sua futura sogra. Está um pouco emotiva com esse tema. Andrea se deteve de seu passeio e me deu seu olhar larguísima. Eu tinha visto esse olhar preciso em seu rosto quando olhava através da teleobjetiva de um rifle de franco-atirador avistando um objetivo. Esfreguei-me a ponte do nariz. -Posso lhe dizer que detenha o ritmo? -É isso o que você gostaria? -Sim. Como um favor para mim. -Como quer. Eu não podia entender porque esse grande idiota tinha feito o que lhe tinha pedido ou porque eu desejava deixá-lo tudo e ir direta para ele pelo que tinha feito. Esta loucura tinha que parar. –


Obrigado. -Não há de que. Um favor-, disse Curran. -Deixa-me que te recolha na Ordem hoje? Não terminou, mas eu sabia o que não dizia: me deixe que te recolha e te leve a casa, à Fortaleza. -Meu turno começou-, olhei o relógio –faz doze minutos. Termino às seis. Se toda for bem, estarei aqui te esperando. Prometo-lhe isso. -Obrigado. Sinto o de sua casa. -Eu também. Pendurei o telefone. Essa era a segunda conversacióncivilizada, que tínhamos tido desde que nos conhecíamos. Lástima que não houvesse champanha ao MA não para celebrar a ocasião. -Ele o deixará passar. Satisfeita? Andrea franziu o cenho. -O Senhor das Besta tepidió um favor? -Sim, o sozinho. E a tia B e Jennifer não? -Não sei, não acredito que os pedisse. -Arrumado a que estavam ali-. Andrea me olhou. -Curran não pede favores. Não se molesta. E ele acaba de deixar acontecer tudo isto sem nenhum argumento . Esse tipo de influência é algo que só um casal tem… dormistes juntos. Dava-lhe um olhar em branco. -Deitou-te com Curran e não me há isso dito? Sou seu melhor amiga. -Não esteve muito bem. -Que desilusão para ti! Ja, ja. -Isso não é o que quis dizer. Ela agarrou uma cadeira do cliente e se sentou sobre ela. -Detalhe. Agora. -Tivemos uma briga, gritamo-nos o um ao outro um momento, dava-lhe uma patada na cabeça, e logo passamos a noite juntos. -Isso foi tudo? Nada mas?


-Isso foi tudo. Ela agitou os braços no ar. -Como foi? Como foguetes, só que melhor. -Foi bom. -Obter informação de ti é como te arrancar os dentes. Sabe Tia B? Assenti com a cabeça. -Isso explica o ataque de pânico coletivo. Causa teis os destroços de sua casa? -Não. -O que aconteceu? Essa pergunta não era uma que eu pudesse responder com o Mauro ao outro lado do corredor. Tomei um pedaço de papel da gaveta, escreveu: "Minha tia Erra"nele, e o mostrei a ela. Andrea empalideceu. Rompi o papel em pedaços e o joguei no cesto de papéis. -A boa notícia é que sei quem é a María do aço. Seu nome é Erra. A má notícia é que sei o que pode fazer. Dava-lhe o resumo de Ra, sua história, e seus poderes, omitindo a conexão da família dela em caso de que alguém estava escutando. -Ela é completamente amoral. Não tem absolutamente nenhuma relação com qualquer outro ser humano, exceto Roland. Para Erra, o mundo se divide em família e não família. E não por ser da família joga limpo. E só porque nascer na família isso te mantém a salvo. Se ela decidir que não está à altura, vai reparar o engano de sua existência. Suas palavras, não a minha. -Ela tem uma alta opinião de si mesmo-, disse Andrea. -OH, sim. Quando ela sobe em um carro, seu ego tem que montar em um reboque. Deu uns golpecitos com os dedos sobre meu escritório. -Está pensando em um desafio direto? -Exatamente. Expor uma provocação, lançar um par de insultos, me use como ceva, já que ela me odeia, e não será capaz de resistir. Se fizermos est ou em alguma parte fora da cidade, onde não possa ameaçar à multidão, e trazer para todos os cavalheiros femininos da Ordem que possamos reunir, podemos ter uma oportunidade. -Pedi ao Ted que me deixasse lhe ajudar com isto duas vezes-, disse Andrea. -A segunda vez por escrito. Foi denegado. -Ted atuou a minhas costas-, disse-lhe. -O que quer dizer?


O esbocei. A metade de caminho, levantou-se e começou a passear-se por meu chão de novo. Descreve os pontos débeis de fantasma em sua pele. Quando terminei, ela afrouxou os dentes. -O que fez está em contra do código da cavalaria. Mas não têm nenhum recurso. Não há nada na CA rta para proteger seus direitos. Não é um cavalheiro. -Não quero sê-lo. voltou-se para mim. -Vai da Ordem? A magia alagou o mundo. Meu coração deu um vuelco.Elegí minhas palavras com cuidado. -Tenho um problema trabalhando para uma organização que não considera a meus amigos humanos. -Ted Moynohan não é a Ordem. -passaste pela Academia. Sabe que não é o úni CO-. Inclinei-me para diante. –É um prejuízo profundamente enraizado em toda a organização-. Eu entendo por que está aí, mas não estou de acordo com ele. “Não humano” é uma etiqueta periga. Se alguém for não-humano, não tem direitos, Andrea. Não há amparo. Ela se deteve e me olhou. -É por isso que tem que ficar e lutar. Se as pessoas partirem, a Ordem nunca vai trocar. A mudança tem que vir de dentro para ser eficaz. Suspirei. -Não é minha luta, Andrea. Tampouco estou em condições de trocar nada. Você mesma o disse, não sou um cavalheiro. Não sou parte da fraternidade. Sou apenas extrañamente tolerada e posso ser despedida em qualquer momento. Minha voz não importa e não vai ser escutada, não importa que tão forte grite. -Assim que o vais deixar estar? -Provavelmente. Não posso me comprometer nisto e não lutar contra toda a Ordem. É uma batalha perdida. Algumas batalha perdidas vale a pena as lutar de todos os modos, mas esta não é uma delas. Golpeá-la cabeça contra as paredes é uma perda de tempo e esforço. Não posso trocar à Ordem, mas posso me assegurar de que já não se beneficia de meus serviços. Grendel se precipitou na habitação, correu por diante de mim até um rincão. Um grunhido irregular saiu de sua boca. Mordeu o ar, gritou uma vez, e se congelou com os pés rígidos. Algo havia lhe assustando de morte. Agarrei a Assassina. Nas mãos do Andrea estava seu SIG-Sauers. Uma forte explosão ressonou no edifício, reververando em minha cabeça. Alguém estava pondo a prova a força da salvaguarda da Ordem. -Que demônios?-. Andrea correu pelo corredor.


Percorri a distância até a janela de um só passo. Os amparos cobriam o edifício como uma cásca ra externa invisível. O feitiço de amparo da Ordem era o suficientemente forte para conter a uma equipe inteira de magos, mas o ataque lhe teria aberto um buraco. Uma sólida muralha de fogo surgiu até minha janela. O azul pálido brilhava quando a barreira invisível do feitiço de amparo se esticou baixo à pressão das chamas. O fogo se apagou. Uma voz feminina se ouviu através do edifício. -Onde está, esquilo miserável? vim a queimar sua árvore Minha tia tinha chegado.

BUM! O AMPARO FOI GOLPEADA. O edifício bloqueava minha vista. Necessitava um melhor ângulo. Corri para o corredor, dobrei à esquerda, e fui correndo à mesa do Maxine. Grendel me seguiu, grunhindo. O escritório do Maxine era pouco profunda, mas larga, e sua janela era a mais perto a que podia me aproximar sem entrar na guarida do Ted. Abri a janela e apareci. debaixo de mim e para a esquerda havia um homem com uma capa feita farrapos golpeando a guarda, tratando de se separar de seu passado o feitiço da porta principal. Bum! Bum! Seus braços nus brilhavam de cor vermelha escura. Tocha. O poder de fogo. Minha tia tinha decidido não apresentar-se em pessoa. Eu esperava havê-la incomodado o suficiente como para que ela lhes desse o dia livre por uma vez. Não tinha tido sorte. Andrea entrou no escritório do Maxine com uma mola de suspensão enorme em suas mãos. Da mola de suspensão brotava metal de arma com pinta de provir de lugares estranhos, como se meia dúzia de rifles variados tivesse vomitado sobre ela. Mauro a seguia. -O tipo que está abaixo é Tocha-, disse para o benefício do Mauro. -É um mago não-morto podendo sobre o fogo. Erra controla sua mente da mesma forma em que o fazem os pilotos dos


vampiros. -Não podemos tirá-lo fora-. Mauro se inclinou para um lado, para conseguir um melhor ângulo, e assentiu com a cabeça nos edifícios de novo escritório na rua. -Se se lutar contra ele lá abaj ou, vai queimar o tudo. Os edifícios da rua são todos de madeira. vão arder como a palha. -É melhor mantê-lo concentrado em nós-. Andrea ocupou meu lugar junto à janela, viu tocha, e baixou seu objetivo. -Não é bom. Terá que mantê-lo vigiado. Foi ao corredor, levantou-se, e atirou abaixo a puertade acesso que conduzia à água-furtada. Bum! Mantê-lo vigiado. Sem problema. Deslizei-me até a janela, apartei o ar condicionado, e me sentei no batente da janela. –Rompe-a já, que me está dando uma dor de cabeça. Tocha olhou para cima. Tinha aproximadamente minha idade, seu cabelo era de uma cor negra sólido, seus rasgos nativos americanos. Parecia um Cherokee, mas não estava segura. -Aí está!-, Disse em voz de Ra. -O que te passa? Tem muito medo para vir e lutar contra mim seu mesma? -Tome seu tempo, covarde. Já vou. Bum! O edifício se estremeceu. Os amparos não aguadarían por muito tempo. Mauro se meteu no escritório. -Andy diz que faça que se aproxime de ti, para que ela possa lhe pôr a vacina. Toma-. Atirou-me um bote. -Amparo contra o fogo. Procurei em meu bolso e tirou um bilhete de cinco dólares. -Hey, Erra. Tocha olhou em minha direção. Tirei os cinco dólares e os deixei cair com um bato as asas no espaço de seis polegadas entre a salvaguarda e o edifício. -Para ti! Tocha se aproximou e ficou olhando o bilhete decinco dólares. -O que é isto? -Alguma caldeirinha para ti. Compra um pouco de roupa decente a seus lacaios. -Coloquei os dedos no frasco e me lubrifiquei a massa pestilenta na cara. Tocha franziu o cenho, refletindo a expressão da cara de minha tia. -Caldeirinha? OH, por amor de Deus. -É dinheiro. Não se utilizam metais como moeda agora, usa-se papel moeda.


Ficou olhando -Estou-te insultando! Estou-te dizendo que é pobre, como um mendigo, porque seu não-morto está em farrapos. Estou me oferecendo para vestir a t us servos por ti, porque não pode cuidar deles. Vamos, não pode ser tão estúpida. Moveu a mão para cima. Um jorro de chamas brotou de seus dedos, deslizando-se contra o amparo. Joguei-me para trás da janela por instinto. O fogo se apagou. Inclinei-me para diante. -Entende-o agora? Mais fogo. -O que te passa? Não era dinheiro suficiente? Chamas golpearam a janela. Veias azuis apareceram na guarda. Não era bom. por que demônios não lhe disparava Andrea? Esperei até que o fogo se desvaneceu e coloquei a cabeça. Tocha estava de pé com ambos os braços levantados, e sua capa estava aberta pelo meio, a imagem ante mim me dava um ponto de vista frontal. -OH, não! É hora de despir-se? Abriu a boca para responder. Um assobio agudo cortou o ar. Uma flecha de mola de suspensão brotava de sua boca aberta, sua ponta me sobressaía da parte de atrás de seu pescoço brilhando como uma estrela verde. O ar voltou a assobiar. Um segundo projétil passou através de seu peito. O terceiro lhe deu no estômago, justo debaixo do esterno. Uma luz verde pulsou uma vez, como uma esmeralda captura a luz do sol. As flechas exploraram. Uma corrente de cor verde estalou no céu. Agachei-me longe da janela. -Com que demônios lhe tinha disparado? -Cabeças explosivas do Galahad. Algo que ao galés lhe tinha ocorrido utilizar contra os gigantes. Dão um bom golpe-. Mauro piscou contra a intensa luz. -Ela conseguiu algumas depois do episódio Cerberus. Tocha finalmente se desvaneceu. A zombadora voz de Ra me chamou da rua, -É isso tudo o que tem? Não podia ser. Inclinei-me para a janela, Mauro estava a meu lado. Na rua, Tocha se tirou os farrapos da capa dos ombros. O tecido se desintegrou em umas cinzas verde brilhante quando a monte. Quadrou os ombros nus e abriu a boca.


Houve uma explosão de magia que fez estragos no feitiço de amparo, como se fosse um trovão. Os vidros das janelas estalaram. O mundo se voltou branco em sua agonia. O edifício se estremeceu e tremeu debaixo de meus pés, lhe dando a réplica ao colapso do bairro. Apertei os dentes e os punhos pela dor. Minha visão se esclareceu. diante de mim Mauro caiu de joelhos entre os fragmentos da janela rota. O sangue gotejava de seu nariz. O chupou e ficou em pé, seu rosto apanhado em uma careta. -Uma palavra de poder. -Sim- Era provável que algo na linha de abrir ou romper. Olhei pela janela. Uma parede translúcida de cor azul bloqueava a vista. Griet ás finas atravessavam a salvaguarda morta. Os fragmentos, unidos por um segundo, romperam-se, fundindo-se com o vento. Assim que isso era uma palavra de poder dita por uma mulher de seis mil anos de idade, você fazia sentir. A voz de Ra soou pelo edifício em uma canção alegre. -Um pequeno passo! Dois pequenos passos! Três pequenos passos! vou subir as escadas, ardillita. te prepare. Liberei assassina da vagem e me dirigi para o corredor. detrás de mim, Andrea calou através do painel de acesso, aterrissando em uma posição difícil no chão. A porta da entrada se abriu de repente, arrancou-se de suas dobradiças, revelando a Tocha no patamar. Seu corpo nu brilhava com uma furiosa luz rubi. Um largo colar de metal rodeava seu pescoço. Aí ia meu truque da decapitação. Ele era um não-morto, com o sangue de minha família. Tinha uma oportunidade, uma oportunidade insignificante pequena, mas os mendigos não podem escolher. Atraí à magia. Tocha levantou seu pé esquerdo, dando um passo no interior. Pequenas faíscas brotaram através de seus dedos dos pés. Seu pé tocou o chão e as faíscas estalaram em chamas, em espiral até suas extremidades em forma de cascata rápida. Mauro se preparou. As chamas lambiam o peito nu de Tocha. encontrava-se a uns quinze metros de corredor, ante nós, com quatro escritórios a cada lado. Segui atirando da sinuosa magia a nosso redor. Assim, te aproxime, querida tia. quanto mais curto seja o espaço, major será o impacto. A cadeia de mola de suspensão vibrou. Duas flechas transpassaram o peito de Tocha. Arrancou-as com uma sacudida impaciente da mão coberta de fogo. Andrea jurou. -Encantador-, ladrou Erra. -Toca-me . O fogo se formou redemoinhos ao redor de Tocha como um manto de luz e calor. Levantou os braços. As chamas dançavam sobre suas mãos. Uma grande emano me jogou para trás. Mauro se jogou diante de mim. Estava sem camisa.


Uma densa parede de tatuagens cobria suas costas e seu peito. Brilhavam com pequenas linhas de cor vermelha que se movia e fluía, como se a carne no interior do Mauro se converteu em lava. Assentou seus pés, primeiro o esquerdo, logo o direito, plantando-se no corredor, com as pernas abertas, e os braços levantados os flancos como nas danças tradicionais samoanas. -Fora de meu caminho!- Grunhi. Mauro tomou uma respiração profunda. Uma bola de fogo estalou nos braços da tocha, rugindo pelo corredor. Mauro gritou uma só palavra. -Mahui-ki! As tatuagens brilharam de cor vermelha intensa. Um muro de chamas irromperam em jorros gêmeos de cinco pés antes de que o samoano, disparando através do escritório do Mauro à esquerda e de Gene à direita. Mauro estava intacto. O fogo se apagou. Tocha inclinou a cabeça para um lado como um cão. -O que é isso? Mauro grunhiu e pisoteou, um pé, logo o outro. Lasíneasl vermelhas de sua pele ardiam. Outro muro de fogo golpeou ao Mauro e retorcido, desviado nos escritórios. Mauro temia um poder infernal mas agora 300 libras dele se interpunha entre Tocha e eu e as 300 libras não mostravam signos de movimento. O corredor era muito estreito. Tinha-me ficado apanhada. -Mauro, sal do caminho. -me golpeie!- Rugiu-lhe Mauro a Tocha. De acordo. Não havia vida inteligente aí. -te prepare-. Tocha abriu seus braços, construindo espirais de fogo ao redor de seus braços. Se eu não podia passar através do Mauro, que tinha que ir a seu redor. Meti-me na sala de descanso e chutei a parede. As pranchas de madeira velha se estilhaçaram sob meu pé. O edifício era de tijolo maciço, mas as paredes internas que dividiam o espaço interior nos escritórios eram de magra madeira. Dava-lhe uma patada de novo. A madeira fez um estalo e me abri passo ao escritório do Mauro. No corredor Mauro rugiu, um grito primário cheia de tensão. Golpeei a parede com meu ombro. O corpo do Mauro voou além de mim. Um ruído sou rdo golpeou a criação do Mauro A porta do escritório do Ted. A parede de fogo continuava, golpeou-me com o calor. Andrea gritava. Atirei a parede frente a mim e entrei através da estreita abertura.


-Onde está, cachorrilla? vais fugir de novo, verme? O estou acostumado a rangia. Ela estava movendo a Tocha em minha direção. Uma ferida no estômago não lhe faria nada e o colar não me deixava lhe cortar o pescoço. Não tinha muitas opções. Se isto não funcionava nos queimaria vivos. Tocha passou pela porta. Agora. Lancei-me fora da habitação e sujeitei meu braço zquierdo em seu pescoço, atirando de suas costas até pegá-la a mim. O fogo se disparava ao longo de sua pele. Deslizei a Assassina entre suas costelas até seu coração e lhe sussurrou uma palabraal ouvido. -Hessad-. Meu. Meu mundo se estremeceu, quando toda a magia que tinha reunido se arrancou de mim de uma vez. A dor fluiu através de meu corpo, retorcendo lágrimas em meus olhos. A mente Tocha se abriu diante de mim, quente como de metal fundido. Sujeitei-a, sufoquei as chamas, e me estrelei contra o sólido muro da presença de Ra. Sua mente me pegou e me fez me cambalear. A imensa força de sua mente se elevava sobre mim. Ninguém era tão poderoso. Ninguém. Seria isso o que encontraria na mente de meu pai? Se era assim, eu não tinha nenhuma opção de mierda. Empurrou-me para trás, um mosquito contra um colosso . Exercia uma enorme pressão em mim contra, o que me causou dor. Agarrei-me, apertando meu manoen o punho de Assassina. Se a tinha em seu coração o tempo suficiente, a folha converteria a carne não-morta em pus. Só tinha que agüentar. Tocha girou, me levantando de meus pés. O fogo lambia meu peito. -É a vergonha da família. Débil. Covarde, que foge da luta como um cão sarnento. Apertei os dentes contra a dor e o empurrei em minha mente extinguindo as chamas. -Não foi minha idéia. Eu te tinha e te teria matado. Dedos duros se apoderaram de minha boneca esquerda e a apartou, pouco a pouco movendo meu braço de sua garganta. Esforcei-me. O momento em que se liberasse, tiraria assassina e então estaríamos perdidos. -Atreve-te a lutar com minha mente? Sou A fazedora de pragas. Os deuses fogem quando me ouvem chegar. -Se minhas mãos não estivessem ocupadas, aplaudiria-te. Assassina se movia em minha mão um pouco frouxa, a malha não-mortos se liquidificava rapidamente, e a cravei profundamente na ferida. Erra grunho, foi um som áspero de dor.


-Isso te doeu? Que tal isto?- Retorci a folha. Um martelo de fogo golpeou minha mente, me fazendo gemer. O calor se disparou desde Tocha. O ar a meu redor fervia. Fogo em espiral chegou até minhas pernas. -Estas ferida, cachorrilla? Vou a ásate viva. Me r ogaras que lhe mate quando seus olhos estalem pelo fogo. Tocha se tornou para atrás, me golpeando contra a parede. Agarrei a ele como um pit bull. Uns minutos mais. Tinha-lhe feito muito dano. Só tinha que agüentar um pouco mais. Erra se estrelou contra a outra parede. Algo crujióen minhas costas. Uma forma escura surgiu do escritório do Ted e correu para nós. Erra o viu. As chamas encheram o corredor. Eu não podia vê-lo. Não podia nem respirar. Um cão negro enorme se disparo para o fogo. Vi seus olhos brilhando com um fogo azul e presas de marfim. A criatura se estrelou contra Tocha. Minhas defesas mentais se estremeceram. Estava acabada. O cão gigante apertou os dentes no braço de Tocha e fico pendurado. Tocha o sacudiu como um cão sacode um rato, mas se aferrou a ela, e a arrastou para baixo. Uma segunda forma chocou o fogo, pálida e solitária. Enlouquecidos olhos azuis me olharam de um rosto que não era nem a hiena, nem humano, a não ser uma mescla dos dois. Andrea enterrou suas garras nas vísceras de Tocha. Estrelamo-nos contra o chão, Tocha caiu, fiquei em cima. O mundo se inundou na dor, fundindo-se com grunhidos roucos. A carne na folha de Assassina cedeu. Esforcei-me, obrigando à espada a empalar o coração não-morto. O punho da cuchilla estava contra suas costelas e estalou em uma chuva de líquido escuro. O sangue morto salpicou meus lábios e me teve sabor de céu. -Te vou matar-, gorgoteaba Erra. -Te vou caçar até os limites da terra. Golpeei meu pé no pescoço da Tocha, esmagam dói a traquéia. A terrível pressão em minha mente se desvaneceu. Fechei os olhos e flutuei durante um comprido momento. A ausência de dor era a felicidade. E logo uma dor roía meus braços. Meus olhos se abriram de repente. Uma criatura elegante soltou o estômago da Tocha. Pequena, proporcionada, com elegantes extremidades largas e a cabeça bem formada, que era uma perfeita mescla da humana e a hiena.


Escuro sangue empapava suas mãos armadas com largas garras e manchavam seus antebraços até o cotovelo. Furiosos olhos vermelhos me olhavam de um rosto humano perfeito que fluía para um focinho escuro. Tinha trocado para me salvar. Os escuros olhos do Andrea tremeram, mostrando seus dentes agudos. -Maldita seja. Chutou o cadáver de Tocha, e voltou a fazê-lo, enviando-o voando contra a parede. -Cadela! Filha de puta de mierda. Sentei-me e observei como se desafogava e liberava sucuerpo, soltando blasfêmias. Era em parte bouda, lutava impulsionada pela raiva. quanto mais rápido o tirasse todo fora, mais rápido seria capaz de acalmá-lo suficiente para trocar. A criatura negro enorme se deitou junto a mim e me lambeu os pés. -Grendel?, perguntei brandamente. O cão do inferno se queixou em voz baixa ao estilo do Grendel. Meu caniche se convertia em um cão negro enorme com olhos brilhantes e a cabelo espesso. Alucina. Me fez a luz. O Cão Negro. É obvio. Era uma velha lenda de tantas culturas que ninguém sabia exatamente de onde vinha. Histórias de cães gigantes, negros, com inquietantes olhos brilhantes espreitavam na noite ao longo dos anos, especialmente no Reino Unido e o norte da Europa. Ninguém sabia muito bem o que eram, mas quando eram capturados, os exploratórios os catalogavam como "feral," a magia dos animais. A magia dos animais se registrava de um amarelo muito pálido. Quando o técnico o tinha escaneado, deveu ter falhado ao recolhê-lo. Andrea grunhiu a uns metros de distância. Grendel sequejó uma vez mais e tratou de colocar o seu nariz do tamanho de uma bola em minha mão. A nosso redor o escritório ardia. Tínhamo-la vencido de novo. Três estavam mortos. Ficavam quatro. CAPÍTULO 24 CHAMAR O HURACAN QUE TINHA ARRASADO a metade deste lacosta faz uns anos, "uma brisa suave" seria um pequeno eufemismo. Dizer que Ted Moynohan estava furioso seria um eufemismo de proporções criminais. ficou de pé no meio do corredor, contemplando as ruínas empapadas que foi os escritórios da Ordem e sua ira irradiava com uma intensidade perigosa. depois da ira do Andrea se acalmasse, ela trocou de novo. movia-se de um lado a outro como se fora um borrão. Jogamos neve e a água sobre o fogo, e o resultado não era agradável. Todas as janelas se quebrado quando a guarda desabou e o vento gelado uivava através do edifício, fazendo malabarismos com os papéis soltos.


Tinha exposto a identidade de Ra a grandes rasgos e feito um relatório, por sorte para mim tinha muita prática em mentir entre dentes. Mauro tinha estado nocauteado a maior parte da luta. Agora se sentava no meio do corredor, apertando um trapo cheio de neve contra um golpe da cabeça. Não estava em condições de dar toda a informação. Ted não disse nada. Um silêncio de morte encheu o escritório, o tipo de silêncio que pelo general só se produzia às duas da manhã, quando a cidade se afundava em um sonho profundo e descansado, inclusive para os monstros. Havia lhe retarde de chama nos tapetes e os móveis de metal tinham feito seu trabalho. O edifício tinha sobrevivido e o machuco ao escritório era principalmente cosméticos. O machuco à Ordem, entretanto, era enorme. Os cavalheiros eram intocáveis. Se feria um o resto se apresentava na porta, lançando suficiente magia e aço para te fazer pensar que o mundo tinha terminado. Erra tinha entrado na delegação, na casa da Ordem, e a tinha destroçado. Ted tinha que devolver o golpe, rápida e duramente . -O problema é que não sabemos onde será o próximo ataque de Ra-, disse-lhe. -Temos que tomar a decisão por ela. matamos a três de seus não-mortos. Ela o vê como um insulto e é tremendamente arrogante. Responderá a um desafio dava reto. Escolheremos um lugar fora da cidade, bonito e privado Era um plano simples, mas os planos simples às vezes funcionavam melhor. detrás de nós, algo golpeou. Uma seção do muro se estrelou contra o chão. Ted o olhou. O telefone soou em meu escritório. Recolhi-o. -Kate. -Ajuda-, exclamou com voz rouca da Brenna. –nos ajude… Um grito longínquo se ecoou através do telefone, seguido de um grunhido. O sinal de desconexão se lamentou em meu ouvido. OH, não! Deixei cair o telefone e corri à porta. -Daniels- A voz do Ted estalou como um látego. -Um dos escritórios da Manada está sob ataque. Tenho-me que ir. -Não. Detive-me. Ted me olhou sobre seus óculos os olhos. -Seu sítio está aqui, se for não o estará mais.


-Essas pessoas está morrendo. Chamaram-me para pedi r ajuda. -Nós somos pessoas. Eles não. Estou-te dando uma ordem direta para ficar aqui. Olhei ao Andrea detrás dele. Ela ficou imóvel como uma estátua. Seu rosto estava exangue. A voz rouca da Brenna ressonou em minha memória. Tudo o que tinha trabalhado, tudo o que tinha feito e conseguido era para manter vivo o legado do Greg, mas todo isso não valia nada comparado com uma vida. -Daniels, se fizer isto, teremos terminado. Não haverá segundas oportunidades, não haverá perdão. Terminado. Meus dedos encontraram a corda ao redor do pescoço. Arrancou-a de um puxão brutal, deixei cair meu VÃO no chão, e fui.

A NEVE SEMEADA NA CIDADE VÔO PARA MIM. Habíaagarrado ao primeiro cavaleiro que vi, atirei-o da cadeira, e lhe roubei seu cavalo, lhe dizendo que mandasse a fatura à Ordem e o deixei atrá s saindo ao galope. Dobramos a esquina a uma velocidade vertiginosa. A Casa do Lobo estava à vista. O Prowler do Dalí esperava no meio da rua. Ela estava de pé a seu lado, olhando ao edifício, com seu pequeno corpo rígido. Ouviu-me e se voltou para mim. Sua boca se abriu. Um corpo atravessou a janela do segundo piso em uma cascata de fragmentos de vidro. desabou-se pelo ar, uma forma grotesca, nem humano nem animal, com suas enormes garras a ponto de rasgar. A forma aterrissou na parte superior do carro e se estrelou contra Dali, deixando-a a meus pés com um grunhido gutural. Atirei das rédeas, tratando de reduzir a velocidade de meu cavalo. O animal lançou um grito. Deformado, retorcido, talher com manchas ao azar na pele e nos músculos expostos, a besta se fixou no Dali no chão, arranhando suas garras negras. Dalí levantou os braços, tratando de proteger a sua garganta. Saltei de meu cavalo e comecei a correr. O sangue salpicou a neve, incrivelmente vermelho contra o branco. A voz do Dalí era um frenesi de gritos histéricos. -Para, sou eu, sou eu! Dava uma patada lateral, pondo tudo o que tinha nela. Meu pé se estrelou no flanco da besta,


golpeando de novo. A criatura rodou e ficou a quatro patas. Se se tratava de um cambiaformas em uma forma jaqueta, era a pior que tinha visto nunca. Seu braço esquerdo estava muito curto, sua pélvis se inclinava para frente muito, sua mandíbula inferior se projetava para um lado, cheia de presas. por cima da mandíbula horrível, seu rosto era quase humano. Uns olhos verdes me olhavam. Me arrepiaram todos os cabelos do corpo. Tinha visto essa cara ontem, sorria-me. -Brenna? Um grunhido vicioso se derramou da boca deformada da Brenna. Estremeci-me. Corte atravessavam seu corpo, cheios de pus negro e sangue, como se sua pele se arrebentou em lugares ao azar. Dalí se arrastava pelo chão, deixando rastros de sangue na neve, até que se topou com o carro com a cabeça. -Brenna, sou eu! Sou eu. Somos amigas. Por favor, não. Brenna grunhiu de novo. -Brenna, não o faça-. Deu um passo para ela. Os olhos da Brenna estavam fixos no Dalí com a atenção constante de um depredador a ponto de carregar. -Por favor, por favor, não-. Dali se pressionou mais contra o carro. -Por favor! Brenna se lançou. Seu corpo destroçado voou por cima da neve, como se tivesse asas. Brenna ou Dalí. Não havia tempo para pensar. Joguei-me para diante e cortei com as costas. Assassina cortou carne, abortando a carga da Brenna ao meio salto. retorceu-se no ar e me golpeou. Suas enormes mandíbulas se fixaram em minha perna e minha perna ferroou de dor. -Não!-, Gritou Dalí. Cortei uma vez mais, através de sua coluna vertebral. As presas da Brenna me deixaram ir. estrelou-se contra a neve, como uma marionete de cordas de um titiritero louco. Sangue e saliva voavam de sua terrível boca. Ela grunhia e ofegava, rasgando inimigos invisíveis com os dentes. detrás de mim Dalí chorava incontrolablemente. Levantei assassina e a deixei cair. O sabre atravessou o peito da Brenna. Retorci a folha, rasgando seu coração em mil pedaços. Em minha cabeça, a voz Brenna disse: -Não se preocupe, Kate, não decaia.


Brenna se deteve pálida. O brilho em seus olhos nubl ados. Dalí gemia pequenos ruídos incoerentes. Um grunhido torturado se ecoou através da rua. Liberei assassina e girei para o edifício. Um braço com garras arranhou a janela do primeiro piso ao lado da porta. Grossos dedos se deslizou no cristal, deixando manchas de sangue. Por todos os demônios. Agarrei ao Dalí e a ajudei a ficar de pé. -Dalí!Mírame. Ela o fez, com os olhos exagerados. -Sabia, sabia que algo andava mau, chamou-me, e não me cheirou bem. -te coloque no carro. Conduz duas maçãs até a padaria e chamar à Fortaleza. Não importa o que acontecer, não saia da loja. Entende? -Não entre aí! -Tenho que ir. Se saírem, poderiam matar a alguém. -Então, irei contigo. Ela se limpou a cara com o dorso da mão. -Sou uma jodida tigresa. Uma vegetariana, vesga, médio cega tigresa que doente quando vê sangue. -Não. Necessito-te para entrar no carro e ir chamar a Curran. Por favor. Ela assentiu com a cabeça. Soltei-a. -Vou. Um momento depois o Prowler rodou pela rua. Passei por cima de seus roderas. A porta da casa estava aberta, como uma boca negra. Empurrei a porta com a mão. Um corpo estava atirado sobre o tapete a três metros de distância. encontrava-se em um matagal de roupa destroçada, manchada de pus negro. Um aroma amargo enchia o corredor, como o aroma da carne de frango que tinha começado a apodrecer-se. Eu tinha visto sangrar a cambiaformas de cor cinza antes, quando lhes golpeia com prata. A prata matava o Lyc-V, e o vírus morto se voltava cinza. Para sangrar de cor negra, o Lyc-V tinha que estar presente em quantidades sem precedentes no corpo. Os lupos têm o vírus muito estendido neles. Entrei. O tapete amortecido meus passos. Algo por cima deu um tombo. Lento e fácil.


Cheguei ao corpo. Estava tendido sobre o estômago. Lesões escuras rachavam suas costas, cheia de fluido viscoso, tão escuro que parecia alcatrão . O aroma da podridão afogava o ar. Embucei-me com a mão e lhe dava a volta ao corpo com o pé. A cabeça lhe pendurava. Seus olhos leitosos me olhavam sem ver de um rosto desconhecido. Morto. Pu-me em movimento através do comprido corredor. Habitação da direita, limpa. Esquerda, limpa. Direita, despajada. Cozinha. Uma panela fervia na cozinha. Dois cambiaformas jaziam imóveis. A gente tendido na parte superior da mesa, a meio caminho da mudança, seu corpo era uma confusão de pele e pelagem. Suas extremidades disformes se aferravam à mesa, os ossos estavam expostos, seus músculos rasgados enchiam de pus a toalha verde. Uma faca de chef me sobressaía de seu pescoço, notando-o à mesa. O outro corpo estava debaixo da mesa, no chão coberto de partes de batatas cortadas. Uma enorme greta se abria seu peito, tinha marcas de lá desgostos e uma ferida irregular de garra. O mesmo pus negro se derramava de seus lábios lhe tingindo o queixo. As náuseas me atendiam. A cena se reproduziu em minha cabeça: a cambiaformas que estava sobre a mesa, ataco a quem cortava as batatas. Seu objetivo tinha recebido um corte no peito, colocando a faca no pescoço de seu agressor e caindo. Passei à escada. Acima ou abaixo, havia porão? Inclinei-me para um lado. O sangue manchava a parede verde do fundo do patamar superior. Vamos. As escadas antigas rangiam sob meus pés. Corri e me apertei contra a parede. Curtos grunhidos roucos romperam o silêncio com um ritmo constante, cada grunhido seguido pelo chiado de unhas contra o vidro. Olhei o corredor. Algo estava escondido na penumbra, à direita, no grupo de corpos mutilados, arranhando a carne com suas garras ensangüentadas. A criatura chegou a um cadáver e se limpou a mão deformada na janela. Garras rajado o cristal. Chiando. Entrei no corredor. Chiado. Chiado.


A besta me olhou. Uma menina. Apenas maior que Julie. Olhou-me com seus olhos escuros, sangue e pus negro alquitranado caíam de sua boca. Seu rosto era quase perfeitamente humano. O resto dela não o era. Suas extremidades se sobressaíam muito longe, e terminavam umas mãos enormes. Uma corcunda torcia seu espinho dorsal, coberta com a pele de lobo de cor cinza. Seu peito era côncavo e suas costelas estavam atravessando sua pele. -Dói-me-, disse. Segui caminhando. -Dói-me-. Colocou a mão na acumulação de sangue do estômago de uma mulher de seu lado e o limpou no cristal. Chiado. -O que aconteceu?- Perguntei-lhe. Ela saltou para mim com um grunhido gutural. Esquivei-a à esquerda, e lhe cortei o flanco. Ela ricocheteou contra a parede, girou, e se equilibrou sobre mim. Passei a folha e a cortei através de seu estômago até o coração. Seus dentes humanos se ompieron a um centímetro de minha boca. Suas garras se apoderaram de meu ombro e lhe afundei mas minha espada, sua vida se sangrou. Desensarté à menina de minha espada brandamente e segui seu caminho. Os corpos jaziam atirados no corredor, um após o outro, todos olhando ao final do corredor, onde a sólida porta do escritório do Jim estava médio aberta. Deveriam haver-se machado da cidade e não o tinham feito. Olhei os rostos enquanto caminhava, temendo ver alguém a quem conhecesse. Fora o que fora o que tinha vindo entrou através da porta principal. A primeira cambiaformas se derrubou onde se encontrava. O atacante atacou a cozinha e se dirigiu para as escadas. Os cambiaformas no primeiro piso e no porão deveram ter ouvido o ruído e persiguido ao intruso. Nove mortos, entre eles Brenna e a menina que tinha matado. Jim devia ter reforçado seu número, à espera problemas. T odos eles foram atrás do intruso. Ninguém tratou de sair, até que foi muito tarde. Um ruído surdo saiu de detrás da porta. Empurrei-a Um homem nu estava sentado entre os escombros dos móveis quebrados e montões de papéis. Uma esposa de metal sujeitava seu tornozelo, unido a um aro no chão por uma cadeia tão grosa como minha boneca. A cadeia para lupos que havia em cada casa da Manada. Uma confusão de extremidades e feridas estava diante dele. À esquerda uma cambiaformas pendurada na parede, cravada por uma espada aos painéis.


O homem nu me olhou. Um brilho oleoso cobria sua pele, seu corpo magro estava tenso. Seus olhos eram amarelo escuro como a urina rançosa. O fedor da frango podre se formava redemoinhos a seu redor. -Minha sobrinha favorita-, disse a voz de Ra. -Só você poderia fazer que isto melhorasse. Bem-vinda à festa de Veneno. O corpo frente a Veneno se moveu. -Esse outra vez-. O não-morto apunhalo ao cambiaformas com uma parte de madeira e atirou dele para o segundo golpe. Agarrei o corpo pelas pernas e atirei dele haciamí, fora de seu alcance. -Muito tarde-. Soprou Erra. O corpo do cambiaformas se estremeceu em minhas mãos. Gotejava icor negro. Ajoelhei-me e vi seu cabelo de cor vermelha brilhante. Dingo, um dos homens do Jim. OH, não! Um buraco sangrento ocupava o lugar onde teria que estar seu olho esquerdo. Seu direito me olhava, completamente destroçado contra a desordem de seu rosto. -Colhi-o com a cadeia-, sussurrou. -Fez-o-, disse-lhe. Sua voz era um rouco gemido de dor desatada. –Mat... me mate. Levantei a espada, deixei-a cair, e logo não lhe doeu nada mais. -Asqueroso-, disse Erra través da boca de Manancial. Nenhuma das duas nos ríamos agora. -Estas pessoas eram meus amigos. Tem-me feito matar isso. Tem-me feito matar a uma menina-. Ainda podia ouvir a voz da Brenna em minha cabeça. -Deixa de choramingar. Não tenho paciência para os covardes. Levantei-me e deslizou a porta do armário aberto. Com o baile de tecnologia e magia indo e vindo, a maioria da gente mantinha perto as coisas que sempre funcionavam por segurança. Papéis, caixas, nada de interesse. Troque-me à caixa mais pequena à direita. -Descobri por que não ataca às mulheres. -As mulheres são o futuro. Um homem pode engendrar uma nação, mas matar a uma mulher é matar a um povo. -Não, não é isso. Foram treinados para destruir exércitos. Os exércitos antigos não continham mulheres.


-Surpreenderia-te-, disse Erra. Um galão de querosene em vidro, a três quartas partes de sua capacidade, sentei-me na esquina. Tirei-a e girei da tampa. -por que não morder sua perna e escapar?- Perguntei-lhe. -E me perder sua miséria? -OH, estou bastante segura de que estaria encantada de lhe perder isso vais perder a um de seus brinquedos não-mortos, terá que procurar outro corpo ao que drenar o sangue. Não escapou, porque o que ele sente em seu pé te dói. E eu não gosto da dor. Dirigi-me ao não-morto. Veneno se equilibrou sobre mim. Esquivei-o, capturando sua garganta em minha mão. Meus dedos tocaram sua pele. Já havia meio doido a mente de Ra uma vez. Tomou uma fração de segundo voltar a encontrá-la. Agarrei-a e atirei o querosene sobre a cabeça de Manancial. Veneno se retorceu, com a intenção de me dar uma patada no estomago. Soltei-o e me afastei, fora de seu alcance, me aferrando à mente de minha tia. Encadeando-a ao corpo de Manancial. -Tenho uma pergunta para ti. -E?- Soprou Erra. Alguém tira de terra terrível pressão em minha mente. Afrouxou-me os dentes. -Crie que poderá sobreviver a meu? Tirei um acendedor do bolso, acendi-o, e o atirei a Veneno. As chamas subiram, lambendo sua pele. Erra gritou. Sua mente se aferrou a meu minha e a sacudiu, como um cão sacode um rato quando quer acabar com ela. Agarrei-a com tudo o que tinha. Até a última gota de fúria que tinha que esmagar porque ela estivesse nesta casa. Cada gota de culpa ao ver o sangue da Brenna salpicar a neve. Deixei cair tudo isto na mente de Ra, sujeitando-a a Veneno. Arde, cadela. Arde. O ar emprestava a cabelo queimado e a graxa carbonizada. Veneno se agitava em sua cadeia como um cão raivoso. -Te vou rasgar membro a membro! -Dói-te? me diga que te dói. O calor e a dor na ferida de minha mente eram cintas branco ardente, e apertei. As lágrimas incharam meus olhos. Veneno ardia como uma vela humana, e me aferrei à mente de Ra.


As cintas se converteram cuchillas e me cortavam, me empurrando. Senti-me desentranhar, senti que me desenredava fio por fio. Tive uma visão absurda de minhas veias sendo tiradas de meu corpo e a rechacei. Doía-me. Querido Deus, doía-me muito. Mas o fogo lhe doía mais. Erra uivava como um cão. -Te vou destroçar e a chupar a medula de seus ossos. Te vou caçar até os limites da terra. Não se pode ocultar o sangue, vou ou seja em qualquer lugar. Te vou localizar. vou assassinar a todos os que te conhece e te farei vê-los morrer. Terá que pagar por isso. Terá que pagar! -Deixa de choramingar. Veneno se estrelou contra o chão. Uma luz estalou em minha mente, como uma estrela de grande nitidez. Estava provando meu sangue, meu nariz sangrava. Empurrar as palavras fora de minha boca me levou muito tempo e saíram arrastando-se. –O shock da morte. Isso é o que acontece a um senhor dos mortos quando o vampiro que pilota morre antes de que possa desprender-se de sua mente. Posto que você mantém a seus não-mortos tão perto de seu coração que inclusive te dói quando são feridos… -Deixe ir!-, Gritou minha tia. -Esta é a forma em que vais morrer-, disse-lhe. -Encadeada a esta peça de carne não-morta. -Morrerá comigo-, grunhiu ela. A dor esmagava meu crânio. Apoiei-me contra a p rede. Fragmentos de pensamentos pululavam em minha mente como coelhos assustados. -Vale a pena… Uma forma pequena entrou no quarto. Me concentré.Ropa escura. Véu índigo. A velha a que lhe tinha salvado a vida de alguns maus de caminho da Ordem. Que demônios? Saltou sobre os corpos e caiu a meu lado. Erra gritava de agonia. A anciã sacudiu sua mão. Uma lança curta brilho com a luz das chamas. Seus olhos negros me olharam. -Termina isto. Vamos agora. Eu não tinha forças para lutar contra ela. Tinha-as usado todas para atar a Erra. –Não. A lança girou na mão da mulher. Lhe deu a volta e a golpeio contra o meu plexo solar. A dor explorou sob o diafragma, Me fazendo cair derodillas. Sujeitei o enlace de minha mente, mas me escapou. A pressão desapareceu. Minha tia se liberou. Veneno se sacudiu uma vez mais e morreu.


Outra vez não. Pu-me sobre meus pés e me equilibrei sobre ela. Ela não fez nenhum movimento para me rebater. Golpeei-lhe contra a parede. -por que? Um brilho vermelho rodou em seus olhos. Uns olhos como diamantes me devolveram o olhar. -Tenho que te proteger. É meu trabalho. O muro explorou. Um monstro de dois metros destrozóla habitação, sua pele era escura, os olhos verdes eram brilhantes que se fundiam em um rosto humano e lobuno. Formas mais pequenas foram à habitação. -Protejam à companheira!- Grunhiu o lobo com a voz do Jennifer. -Assegurar a habitação! Garras me sujeitaram e me tiraram da habitação junto a outros cambiaformas. Sentei-me nos degraus e observei aos cambiaformas revisar a casa. Jennifer se sentou junto a mim. Sentia-me vazia e cansada. Se não fora pela parede em que me apoiava, derrubaria-me. Se me concentrava o suficiente, podia mover os dedos. A concentração o era tudo. Kate Daniels, Professor da espada mortal. Meu dedo mindinho tinha espasmos devido ao medo. Uma cambiaformas jovem tirava um corpo disforme da casa. Ela se parecia um pouco a Brenna mas com cabelo mais claro, exceto ela estava viva e Brenna estava morta, porque eu a tinha matado. -matei a uma menina-, disse-lhe. Jennifer se girou a meu lado. -Ela era minha irmã. Eu estava tão intumescida, que tarde um minuto em registrar suas palavras. -Deixei-a ficar-. A voz do Jennifer era anormalmente tranqüila. -Atrasei a evacuação. devido a que era nossa casa. Nós somos os lobos. Não podíamos correr fora de nossa própria toca. Agora Naomi está morta. Eu não sabia o que dizer. Jennifer se voltou para mim. -Doeu-lhe quando o queimou? -Sim. -Não o suficiente-. Jennifer olhou os corpos sobre a neve. -Não. Eu queria matá-la, mas ela me deteve.


As duas olhamos à mulher. Estava sentada com as pernas cruzadas sobre a neve, com sua lança em seu regaço. Quatro homens lobo a olhavam. -Naomi tinha doze anos-, disse Jennifer. Um ano mais jovem que Julie. A fêmea alfa se voltou para mim. Seus olhos estavam úmidos. -Odeio-te por havê-la matado. Bem-vindo ao clube. Uma caravana de jipes entrou no estacionamento da Manada. -Dói e quer fazer machuco a alguém, e não importa a quem-, disse-lhe. -me machucar te fará sentir melhor. -Sim. -Não o fará. Matei a dezenas do Formorianos depois de que Bran morrera. Não serve de nada. -Eu não sou você-, disse. -Todos somos humano-, disse-lhe. Um braço me rodeou. Meu coração tratou de saltar fuerade meu peito. Curran me atraiu para ele e me beijou na frente. -Te vou pôr uma campainha-, disse-lhe. -Dessa maneira vou ter algum tipo de aviso. Olhou-me à cara. -Está bem? -Matei a Brenna e à pequena irmã do Jennifer .E ao Dingo. Além disso, estou muito bem. Tudo é estupendo. -Bem-. Olhou ao Jennifer. Ela estava congelada. -Os carros estão aqui. te leve a sua gente. Daniel está esperando na Fortaleza. voltou-se para mim. -Pode caminhar ou te levo? Que me crucifiquem se o deixava me levar a qualquer lugar. Levante-me. Minhas pernas tremiam um pouco mas se mantiveram. Cruzamos até um Jipe da Manada. Abriu a porta do acompanhante e me coloquei dentro, ele deu algumas instruções finais e fomos.


A FORTALEZA ERA FEITA DE ESCADAS. E mais escal foi. E logo, mais escadas. Só terei que seguir subindo. Um pé atrás de outro. Brenna me tinha mordido na coxa. Meus pulmões se estavam encolhendo até o tamanho de Pelotas de golfe. Não me viria abaixo na maldita escada. quanto mais alto subimos, mais gente se detinha e nos olhava, e eu não ia deprimir me, enquanto que a metade da maldita Fortaleza nos vigiava. -Um piso mais-, murmurou Curran. Apertei os dentes. Passo, passo e passo. O patamar antes de seu corredor privado. Conseguido. A porta que bloqueava o acesso aos quartos de Curran se abriu. Derek a tinha aberto do interior. Curran se dirigiu ao pequeno grupo de cambiaformasque nos tinha seguido. –Parte. Pisquei e as escadas estavam desertas. Nossa escolta se desvaneceu a uma velocidade recorde. Curran me recolheu. -O que crie que está fazendo? -Ninguém te vai ver. Sua reputação está intacta. Somos só você e eu. Olhei ao Derek. -Não viu nada-, disse Curran, me levando consig ou através da porta. -Não vi nada-, confirmou Derek e fechou a porta. Pus meus braços ao redor do pescoço de Curran e deixei que me levasse além de seu ginásio e a habitação das tontitas por outra escada até chegar a suas habitações. -aonde?-, Perguntou. À esquerda uma sala de estar esperando com um grande sofá cinza. Mais adiante estava a porta da habitação. À direita havia outra porta. -Ao Banho-, disse-lhe. Levou-me através da porta da direita. Uma enorme banheira ocupava a maior parte da habitação. Água quente. O céu.


-Importa-te se me dou banho? Depositou-me no chão brandamente. -Posso te trazer algo? Neguei com a cabeça e começou a despir-se. Esperópara assegurar-se de que me metia na banheira e se foi. Sentei-me e a água correu tão quente que estava perto da ebulição. Inclusive com a água até a clavícula, a banheira ainda tinha setenta centímetros de espaço até o bordo. Algum tempo depois Curran entrou, levando um copo de água com gelo. sentou-se junto à banheira e pôs sua mão sobre minha frente. -Tem febre. Neguei com a cabeça. -Brenna me mordeu. Deve ser um veneno muito potente. O vírus da Lyc-V se multiplicou em quantidades sem precedentes tratando de rebatê-lo, por isso os cambiaformas se converteram em lupos. O lupismo era contagioso como o inferno e havia recebeu uma dose enorme do Lyc-V da saliva da Brenna. -Não é nada importante. Meu corpo o queimará em uma hora ou dois. Curran assentiu com a cabeça. Provavelmente não deveria haver dito isso. Tomei a água e bebi. -por que é tudo tão grande? -A banheira é de tamanho de minha forma de besta. Eu sorri. -Banha-te como um leão? -Às vezes. Os lobos encontraram a um dos seu no porão da Casa do Lobo. Ele os atacou nada mas vê-los. Jennifer lhe disse isso? Estava tratando de me ajudar com minha culpa. -Ela estava um pouco ocupada. Tinha matado a sua irmã pequena e estava tratando de agüentar. Fiz o que tinha que fazer. Não tinha outra opção. Os dois sabíamos. Inclusive Jennifer sabia. Mas sabê-lo não fazia que me sentisse melhor. -Tem que estar em alguma parte?- Perguntei-lhe. Ele negou com a cabeça. Deslizei a um lado. tirou-se a roupa e se meteu na banheira comigo. Apoiei-me em seu peito,


com seu braço ao redor de mim, e me afundei na água quente. -Onde está a anciã?- Perguntei-lhe. -Na planta baixa, em uma jaula para lupos. Alguma idéia de quem é ela? -Não. Fechei os olhos. Havia um pouco de sujeira flutuando na espuma na banheira de uma das garrafas que encontrei sentado no bordo e agora cheirava a limpo e sabão, ao igual à primavera irlandesa. Por isso sabia, ele usava este material para sua juba e eu tinha esgotado suas reservas para um mês. É obvio, com minha sorte, estávamos sentados em uma banheira cheia de seu tratamento antipulgas. A pele de Curran era quente em minha bochecha. Poderia estar assim para sempre. -Não vai durar-. As palavras me escaparam antes de que tivesse a oportunidade de pensar nelas. -O que não vai durar? -Você e eu. Nós. Inclusive se ganharmos esta vez, ao go mais vai chegar e arruinará nossas vidas. Com o tempo vou perder uma briga e estarei morta. Aproximou-me mais a ele. -Outra coisa vai vir. E quando o fizer, a vamos matá-la. Logo, algo mais aparecerá. vamos acabar com ele, também, e lu ego iremos a casa. Fiz uma careta. -E subir de um milhão de escadas tratando de não cair. -Eu farei que não caia. -É obvio que não. No que estaria pensando… Sua voz era dura. -Não vivemos em um mundo seguro. Não posso te dar uma cerca branca, se o fizesse, prenderiam-lhe fogo. Certo. –E eu sairia correndo depois de incendiá-la. Ou necessitaria alguns fragmentos de madeira endurecida para meter-lhe nos olhos a alguém. Estirei as pernas. -Em realidade não queimam a madeira para endurecê-la. Lhe dá volta sobre o fogo, por isso absorve o calor, mas não se destrói. Grunhiu desço em sua garganta. -Obrigado por essa pequeñaperla de sabedoria. -De nada.


Seu braço me acariciou as costas. -Só há duas coisa que se podem interpor entre nós. Você e eu -Então estamos condenados a ciência certa. Tinha que lhe contar a respeito de minha tia. Não podia esperar mais para fazê-lo. -Meu pai era o melhor boxeador que conheci-, disse Curran. -Inclusive agora, não estou seguro de que pudesse vencê-lo. -Temos isso em comum-, murmurei. -Vivíamos nos subúrbios do Parque Nacional Smoky, nas montanhas. Não sei se era da Carolina do Norte ou Tennessee. Só as montanhas e nosotroscuatro. Meu pai, minha mãe, minha irmã menor e eu. Meus pais não queriam fazer frente a qualquer política de cambiaformas. Somos mais velhos que a maioria dos cambiaformas. Diferentes. A preocupação se arrastou até minha coluna vertebral. Os primeiros foram os que surgiram primeiro, disse Erra em minha cabeça. -O que aconteceu? -Lupos-, disse Curran. Sua voz estava desprovida de qualquer emoção. -Oito deles. Apanharam a minha primeiro irmã. Ela tinha sete anos e gostava de subir às árvores. Um dia chegou tarde para o almoço. fui procurar a. Encontrei-a em um arce a um quilômetro da casa. Pensei que ela havia se ficou dormida e a chamei. Não respondeu, assim subi, caí direito em sua armadilha. Penduraram um fio de prata e me ato à garganta, como uma soga. tornou-se para trás, deixando ao descoberto seu pescoço, e vi uma pálida linha de grossura de um cabelo na garganta. -À medida que me agitavam, tratando de evitar me afogar, envolvi-me em malha de prata. Lembrança que pendurava da árvore, me queimando por into xicación com prata na pele, e finalmente pude ver a Alice. Tinham devorado seu estômago, seus olhos e sua cara, todas as partes brandas, e tinham subido o que ficava dela no ramo para nos apanhar a nós. OH, Deus. -Que idade tinha? -Doze. Meu pai estava perto. Ele me rastreou por elolor e entrou rugindo Os lupos eram mais fortes e mais rápidos que as p rsonas do Código. Oito contra um, nem Curran teria alguma possibilidade. -Meu pai matou a três-, disse. -Vi o resto fazê-lo pedaços. Soube então que não pode sobreviver por sua conta. necessita-se o número. De spués de comer, foram-se detrás de minha mãe. O cabo no que me pendurava cortou o ramo e caí. No momento em que me liberei, ela tinha deixado de gritar. Movi-me mais perto dele. -E então?


-Corri. Perseguiram-me, mas eu conhecia as montanhas e eles não. Perderam-me. Estabeleceram um acampamento em nossa casa. Por perto de quatro meses vivi sozinho no bosque, tratando de me fazer mais forte, enquanto tratavam de me alcançar . Eu tinha chegado até os penhascos para ver seu acampamento, esperando a oportunidade de ter que tirá-los um por um. Nunca o consegui. Sempre estavam juntos. -Em outono, Mahon me encontrou. Sua primo havia hechodinero guiando as partidas de caça nas montanhas. Os lupos o encontraram. Não ficou nadiecon vida. Mahón tomou como algo pessoal e trouxe vinte cambiaformas com ele, a maioria da família, alguns de outros clãs, que lhe deviam um favor. Vi-os pentear o bosque durante quatro dias antes de deixar que me vissem. Mahon me ofereceu um trato. Se eu recebia um tiro anti lupos me tiraria do bosque. Estive de acordo. -Recebeu um disparo?- Perguntei-lhe. Ele assentiu com a cabeça. -Tenho um. Partiu-me elcuello. Foi minha primeira batalha mortal. A minha tinha sido a decima. Voron tinha pago para que me matassem. Tinha matado ao tipo em seu lugar, logo tinha provado sorte um segundo tio. Os olhos de Curran se perdiam na distância. -A gente pensa que construí a Manada, porque tenho o bem-estar de todos os cambiaformas em mente. Estão equivocados. Tudo o que tenho feito, fiz-o para que quando tivesse uma companheira e filhos, ninguém pudesse tocar a minha família. -É por isso que estabilizou aos clãs. Não mas lutas internas. Ele assentiu com a cabeça. -É por isso que se está construíram o maldito castelo. Eu luto por eles, ocupo-me de sua mesquinha política, jogo com a Ordem e a polícia e todos os outros gilipollas com uma placa. Tudo isto o faço para que meus filhos não tenham que ver o cadáver de sua irmã devorado. Meu coração se apertou em uma bola pequena dolorosa.- E eu que pensava que solo fingia que estava louco. Curran negou com a cabeça. -Não, estou-o realmente. Paranóico, violento, não menos que as coisas são felizes a minha maneira. Agora mesmo estou de volta nessa maldita árvore olhando como os lupos se alimentam de meu pai. Prometi-me que nunca me sentiria assim de novo, mas aí está, aí mesmo. construí tudo isto para poder te proteger. Preciso saber que seu o deseje. Preciso saber se te vai ficar. Sentei-me mais reta. -Há alguns papéis no bols illo de minhas calças. Procurou as calças jeans e tirou várias páginas arrancadas de um livro, dobrado em um pequeno quadrado. Tinha-os arrancado de um livro destroçado depois de que Erra destroçasse meu apartamento.


Curran abriu as páginas. A primeira mostrava a um homem alto com um manto a partir por uma rua da cidade. Brincos de fumaça, feitos com curtos traços de tinta, estendia-se do homem para o exterior, como um miasma fétido. diante dele os animais galopavam pelos campos, vacas, ovelhas, bois, cavalos, cães, todos capturados em uma correria aterradora. A lenda debaixo que diz, Erra o Pesteador. Curran o olhou durante um comprido fôlego, manchas de umidade se difundiam através do papel desde seus dedos, e o deixou cair no chão do quarto de banho. Na segunda página. A mesma figura envolta cami Nando pela rua como a gente caindo antes de que, com seus rostos desfigurados desaparecessem. Ele a descartou também. A mesma figura com outras sete pessoas em cuclillas na névoa diante dele. A quarta página, Erra de novo, representado como um homem, rendo, os braços separados, com um templo queimado detrás dele. -Erra-, disse-lhe. –Foi representada como um homem, mas em realidade é uma mulher. Tem mais de seis mil anos de antigüidade. É a irmã maior do Roland. Curran estava me olhando. Traguei. Romper vinte e cinco anos de condicionamientoera muito mais difícil do que pensava. Assinalei à página. -O que vê? -Um inimigo. Obrigado por fazer que seja muito mais difícil, Seu Maj estejam. Tinha que dizê-lo. Ele tinha posto suas cartas sobre a mesa e tinha direito ou seja no que se estava colocando. Não se pode apoiar a felicidade de uma mentira. O mundo não funcionava dessa maneira. Afrouxei os dentes. -Eu vejo minha tia. Tomou um momento. O entendimento estalou em susojos cinzas. Sim, ele o conseguiu. -Ela não se deterá até que ela ou eu estejamos mu ertas-, disse-lhe. -Não há lugar no que possa me ocultar, e inclusive se o houvesse, não vou correr. Já viu o que faz. Se não lutar, vai detrás de todo mundo que conheci. Ela é minha família e minha responsabilidade. Agora é a morte. Minha garganta estava seca, minha língua se converteu em uma folha seca na boca. -Se perder, morro. Se ganhar, Roland vai querer saber quem acabou com sua irmã. De qualquer maneira estou jodida. Há conseqüências ao estar comigo. Esta é uma delas. Com minha presença, vou pôr te em perigo a ti e a sua gente. Sei que hei dito as coisas antes de querer


calidez e uma família, mas a verdade é que estou sozinha por uma razão. Uma vez que estejamos juntos, você e todos seus conhecidos se converterão em um objetivo. Não podia ler seu rosto. Oxalá soubesse o que estab a pensando. -Nunca vou sentar me a seu lado com recato. Te vou dizer exatamente o que penso e não sempre lhe vai gostar. Não vou ser sua princesa toda cômoda e segura na torre que construíste. Isso não é para mim. E inclusive se o fora, não haveria exército no mundo que pudesse me fazer forte. Se dito ter filhos, nunca estará n seguros. Esse é o tipo de companheira que seria. Não disse nada. Eu estava divagando. Isto era importante e estava mandando-o tudo a mierda. Meus dedos se esfriaram. Toda esta água quente e me estava congelando. Minha voz saiu plaina. -Estar sem ti me faz muito infeliz. Não tenho força de vontade suficiente para me afastar. Tentei-o. portanto, se você quer romper, você ndrás que usar tudo o que te tem feito o Senhor das Bestas e te afastar. Não me diga o que pensa que quero ouvir, a menos que seja certo. Sem ressentimentos. Sairei desta banheira, Derek me encontrasse uma habitação separada, e nunca te voltarei a ver. Olhei a Curran. Seguia levando sua cara de Senhor delas Bestas: plaina e tão expressiva como uma estátua de pedra. Estava a um cabelo de lhe dar um murro na mandíbula para ver um pouco de emoção. Qualquer reação era melhor neste momento. -Algo mais?-, Perguntou. -Não. Curran se encolheu de ombros e me aproximou de novo aél. -A gente não escolhe à família em que nasce. A gente escolhe a que forma. Eu já escolhi a minha companheira e manterei seu culo pego à cadeira para me assegurar de que ela saiba. Não lhe importava. Imbecil, estúpido. -Isto não se manterá pego-, disse-lhe. -Talvez uma cadeia a próxima vez. -Isso é humor de leões? -Algo assim. Dava-lhe um beijo. Ele sabia a Curran e isso me fazia absurdamente feliz. Tudo deu um passo atrás: Erra, os mortos, a culpa, o medo, a dor. Joguei-o tudo a um lado. Se um de nós morrera amanhã, ao menos teríamos essas poucas horas. Queríamos fazer o melhor, e não havia força no mundo, nem sequer a cadela de uma tia, que pudesse interferir. Passei minha mão por seu cabelo loiro. -É um parvo, seu pilosidad.


Pequenas faíscas de ouro se acenderam em sua íris. -Está na banheira de minha habitação nua e ainda tem algo do que te queixar. Esperava algo diferente? -Hey, não te dei uma patada ou um murro na garganta. Considero que é progresso. E você não me estas ahogand ou outra vez, o que é uma espécie de record para ti… Agarrou-me com um grunhido. -Isso é tudo. Estou nisso -Tenho muito medo. Estou tremendo. Fechou sua boca na minha e decidi que era um bom incentivo para calar-se. CAPÍTULO 25 DESPERTEI PORQUE CURRAN SE DESCEU da cama. Fez-o em completo em silêncio, como um fantasma, o que foi impressionante tendo em conta que a cama estava a mais de um metro vinte de altura. Saiu da habitação. Uma porta se abriu com unsuave sussurro. Uma voz apenas audível, murmurou algo. Não podia entender as palavras, mas reconheci da voz áspera, Derek. Um momento depois a porta se fechou. Curran entróen o dormitório e se deteve quando viu que lhe olhava. Ele se via… no lar. Tinha o cabelo pego em um ângulo estranho, provavelmente se tinha secado assim, já que passamos da banheira à cama. Seu rosto estava tranqüilo. Eu nunca o tinha visto tão depravado. Era como se alguém tivesse levantado um grande peso de seus musculosos ombros. Todo me veio em cima -Que horas são?-, perguntei-lhe. -Passa um pouco das cinco-. Fez uma pausa a metade de caminho e saltou sobre a cama. Esfreguei-me a cara. Recordava vagamente ter saído da banheira, me envolver em uma suave toalha, e deixar que ele me convencesse de que tínhamos que nos deitar e descansar durante meia hora. Tínhamos dormido de um puxão pelo menos dez horas. -Queria ir falar com a anciã e chamar o Andrea. Em lugar disso estava ali com ele. -Valeu a pena. havia o valido totalmente. -Não mais banheiras para mim-. Saltei da cama e ficou um moletom da Manada. -Fazem-me perder o conhecimento. Curran se tombou na cama com um grande sorriso de satiafacción. -Quer saber um segredo?


-Claro. -Não é a banheira, neném. Bom, não era presumido. Agarrei a esquina da mais baixa do colchão e tentei olhar debaixo dele. -O que está procurando? -Uma ervilha, Sua Majestade. -O que? -Já me ouviste. Saltei para trás quando me equilibrou e seus dedos me perderam por um centímetro. -Está-te voltando lento com a idade. -Pensei que você gostava de lento. Uma lembrança de ontem de noite me assaltou a mente e supôs um ponto e à parte. pôs-se a rir. Quer uma demonstração de agilidade? -Hush. Estou tratando de pensar de uma. Enquanto seguíamos o combate, podia fingir que sobreviver ao dia de hoje seria um passeio. Curran se desceu da cama. -Enquanto que você está p ensando, Rafael e Andrea nos esperam abaixo. Nash não importa, mas se sotaque à vergôntea do clã bouda esperando por muito tempo, vou ter que suavizar suas plumas, e não me dá a vontade. -As plumas? -Sim-. Curran agarrou uma camiseta branca de uma gaveta. –É o precioso pavão de Ti B. Pavoneando-se e assegurar-se de que todas as mulheres suspirem a seu passo. Arqueei minha sobrancelha. -Não é um mau tipo-. Curran se encolheu de ombros. -Quebrado e arrogante. Bom em uma briga, mas pensa com a franga. Quando as coisas não saem como lhe gosta, tem um manha de criança. Andrea é perfeita para ele, a diferença de sua mãe, não agüenta nenhuma de suas tolices. -Assim que o convido a tomar chá e massas…?


-Enquanto que seja em público, não será um problema. Mas não espere que atira. vou estar indisposto. Se o convidarem a nossas habitações, vou arrancar lhe a cabeça. -É porque está ciumento, ou porque seria uma violac ión do protocolo da Manada? -As duas coisas-. Os músculos da mandíbula Batalha n se apertaram. -É seu admirador, poderei suportá-lo enquanto que você não o dele seja. Se se passar um cabelo da raia, não viverá para arrepender-se e sabe. Deslizei a Assassina em sua vagem. -Agora é provavelmente um bom momento para mencionar que tenho feito um trato com sua mãe. Curran se deteve. -Que tipo de acordo e quando? O esbocei enquanto ficava as botas. Curran fez uma careta. -Típico. Tomou um momento em que te encontrava em seu ponto mais débil Encolhi-me de ombros. -É um bom negócio para mim. -Assim é. Mas então ela tratou de te alimentar. Esse é meu privilégio-. Curran manteve a porta aberta. -B sempre te empurrará para ver o longe q UE pode fazer que te dobre. Não vou interferir com a maneira em que o dirige, mas se fosse você, chamaria-a uma reunião uma vez que isto tenha terminado. Em um lugar público onde as duas estejam lhes exibindo. Faria-a esperar. Meia hora deveria bastar. -De verdade está sustentando a porta para mim? -Terá que acostumar-se a isso-, grunhiu. Mordi-me o lábio para não rir, entramos pela porta, e Dom Romântico e eu baixamos as escadas até a sala de conferências.

RAPHAEL CAMINHAVA Ao longo DA PAREDE, brincando com uma faca. Andrea estava inclinada sobre a mesa. Seu rosto era sombrio. Rafael assentiu com a cabeça para Curran quando entramos pela porta. -Meu senhor. Minha senhora. Andrea piscou, com os olhos muito abertos. -Kate? O que está fazendo aqui? -Ela é sua companheira. Onde mais poderia estar?- Havia um deixe amargo na voz do Rafael. Algo tinha passado entre eles e não era bom.


-Não é o mesmo para ela-, disse Andrea sem dá-la volta. -Não, não o é. Kate veio a nos ajudar quando os nossos estavam morrendo. -Ela tinha uma opção. Eu não. Os olhos do Rafael brilharam vermelhos. -Ela tinha exatamente as mesmas opções que você. -Basta-, disse Curran. Rafael se deu a volta, girou a faca e siguiópaseando. Curran me olhou. -Deixou a Ordem. -Ted me fez escolher entre atender a chamada de socorro da Brenna e manter meu VÃO no pescoço. -Assim escolheu aos cambiaformas sobre os cavalheiros-, pressionou Raphael. Andrea lhe lançou um olhar de pura fúria. -Não-, pinjente. -Escolhi a pessoas em perigo a uma ordem direta das ignorar. Agora as coisas estavam claras. Tinha ido ajudar aos cambiaformas enquanto que Andrea se ficou, e agora Rafael queria amassá-la por isso. -Tenho a seu cão-, disse Andrea. Obrigado, universo. -vomitou em algum lugar? -comeu-se meu tapete de banho, mas além disso está bem. -Devo-te um tapete, então. Ela assentiu com a cabeça. Encarapitei-me na mesa. -Qual é o plano da Ord em para lhe fazer frente a Erra? Andrea fez uma careta. tendendo uma armadilha espadas. supõe-se que é para desafiar diretamente o buraco Mói

-Ted trouxe em alguns cavalheiros femininos do Raleigh e estão lhe no buraco de Mole. Tamara Wilson está aqui. É professora armeira, uma fora de séria e imune ao fogo. Ted segue adiante com seu plano a Erra. puseram seu nome em uma bandeira e o estão agitando sobre

O buraco Mói estava acostumado a pertencer às empresas Mói até que explorou. A esbelta torre de cristal uma vez tinha pertencido à Corporação Mói, propriedade de uma das famílias mais ricas de Atlanta. O rumor dizia que os Mói tinham levado um ovo de fênix a seus porões O plano era


fazer sair ao pintinho de seu quebraram, por isso o jovem fênix os conhecesse, lhes dando uma superarma. O ave fênix fez eclosão, mas em lugar de dizer "Mami!" Fez bum. Levando-se por diante a torre Mói e o três maçãs da cidade a seu redor. Os Fênix não se acuclillan uma vez nascidos. ficam de pé, como os antigos foguetes, e vão diretamente para o céu.

Com o tempo o pó se dissipou, deixando uma cratera perfeitamente redonda. A respeito de cento e quarenta metros de largura, que se abria quase cinqüenta metros de profundidade cheio de vidro fundido e aço. Quando a cratera se esfriou duas semanas mais tarde, uma capa de um metro de espessura de vidro cobria a parte inferior. Cidadãos empreendedores esculpiram degraus na parede da cratera de barro, para convertê-lo e n um anfiteatro improvisado. Todo tipo de eventos legais e ilegais se levavam a cabo no buraco de Mole, de skate e competições de hóquei da rua até brigas de cães. -O buraco Mói está no centro da cidade-. F runcí o cenho. -A quinze minutos do Cassino da Nação, vinte das bruxas do Oraculo no Parque Centenário e a vinte e cinco da Autoridade de Aquedutos e Redes de esgoto-, disse Andrea. -Como de mau é o destroço da Ordem?-, perguntou Curran. -Ainda estava fumegando quando fui ao final do dia-, disse-lhe Andrea. -Então Moynohan precisa administrar um castigo severo e muito público-, disse Curran. -Isto tem que lhe salvar a cara. -Ele vai ter um montão de espectadores no buraco de Mole-, disse Raphael. -A última vez que estive ali, os edifícios no bordo estavam abarrotados. Pelo menos três mil pessoas, possivelmente mais. Senti o impulso de golpear minha cabeça contra a parede. –Você estava ali quando disse que a Erra adora provocar o pânico entre as multidões, n ou? -Estava aí-, confirmou Andrea. –O recordei mas o disse que não me colocasse. -E essa é a pessoa pela que você te põe em peli gro-. Raphael sacudiu a cabeça. -Mas não vai fazer o mesmo por nosso povo. -É um de muitos cavalheiros-, disse Andrea. -Ele não é a Ordem. Seus pontos de vista são obsoletos e não refletem as atitudes da maioria dos membros da Ordem. Não jurei lealdade a ele. Dava-lhe minha lealdade à missão. -E essa missão é nos apagar a ti e a mim da face do planeta!- Grunhiu Rafael. -A missão é assegurar a sobrevivência da humanidade.


-Sim, e Moynohan não acredita que encaixemos na descrição. -Não me importa o que pense-, grunhiu Andrea. -Estoyallí porque dediquei minha vida a ela. Dá-me um propósito. Algo em que acreditar. A diferença de ti, fiz algo com minha vida em vez de perder o tempo em zelo por tudo o que podia permanecer imóvel durante trinta segundos. -Passas um montão de tempo sentada sobre seu culo na Ordem tirando brilho a suas armas durante todo o dia e a única vez que poderia ter marcado uma diferença, optou por não fazer nada. Andrea fechou suas mãos sobre a mesa. -escolhi obedecer uma ordem de minha comandante. Disciplina para o mando -Eles estavam morrendo! Pediram-lhe ajuda e não fez nada! -Sim, porque Kate foi ali. A brincadeira retorceu cara do Rafael. -Assim foste deixar que callera em seu lugar? -Eu não sou ela!-, Andrea me assinalou. -Não posso rasgar meu VÃO dramaticamente e partir. Joguei-lhe uma olhada a Curran em caso de que decidisse meter-se Ele estava sentado a meu lado, com a mandíbula apoiada no punho, olhando como se estivesse vendo uma obra fascinante. Andrea continuou. -A Ordem estava ali para mim quando ninguém mais o fez. Onde estava sua Manada de preciosos cambiaformas legendários quando tinha dezesseis anos, uma mãe doente da que me ocupar e nenhuma forma de nos alimentar? Onde estava? Não vou ser uma escamosa puta bouda. Quando dou minha lealdade, dou-a a sério. -A está dando às pessoas equivocada, não pode vê-lo? Os olhos do Andrea cintilaram. -Se for, Ted ganha. Não vou deixar que esse filho de puta me force a sair me ouve? -Faz o que queira-. Raphael sacudiu a cabeça. -Já terminei. OH, moço. -Só há duas ruas principais para o buraco Mói, assim se a multidão entra em pânico Erra vai executar as já seja para o Cassino ou para a Autoridade de Aquedutos e Redes de esgoto-, disse-lhes. -Erra se entreterá em ver às pessoas correr . A rua que conduz a Água e Rede de esgoto é escura, mas a rua do Cassino está bem iluminem A. -O Cassino é mais provável-, disse Andrea. -Não só poderá encarregar-se dos atrasados, a gente assustada, naturalmente, tendem a correr para a luz. Dá-lhes uma ilusão de segurança.


E a luz lhes leva aos vampiros. -Erra poderiam ser reacia a destruir aos vampiros, o que poderia limitar as baixas. -A Nação não vai entrar na briga-, disse Curran. -Não tem nada que ganhar. -Nataraja pode ou não pode conhecer a conexão entre o Roland e Ra, mas Ghastek não sabe-, pinjente. -dá-se conta de que algo estranho está acontecendo e quer um pedaço disso. Soltou-me uma diatribe gigante me culpando quando não lhe permiti-te ner a cabeça de Dilúvio. Não vão saltar à luta se você ou eu lhes perguntamos, mas se um caball ero da Ordem lhes chama… -Ted nunca aprovaria o desdobramento de vampiros. Ele quer que isto seja só assunto da Ordem-. Andrea se cruzou de braços. -Está perdendo o tempo-, disse Raphael. -Ela não vai fazer nada para te ajudar. Poria em perigo sua carreira muito -É um asno-, espetou-lhe Andrea. Rafael executou um arco perfeito. -O Senhor das Bestas requerem minha presença por mais tempo? -Não-, disse Curran. Rafael se foi. Curran me deu uma formosa versão de "Disse-lhe isso" com o olhar. Voltei-me para o Andrea. -Se você chamar o Ghastek e o dic é que Ted está planejando um enfrentamento com o piloto dos magos não-mortos a menos de dois quilômetros do Cassino e não quer que a Nação se envolva, ele jogará espuma pela boca. -Obrigado pelo apontamento-. Andrea fez uma careta. -Nunca pensei sobre meu mesma que me passo todo o dia sentada sobre meu culo lhe tirando br illo a minhas armas-. Curran se levantou. –A Manada lhe dá as graças à Ordem por sua cooperação e boa vontade. Esperamos que as relações sejam bem-sucedidas no futuro. Isso é tudo, já parece, vete agora. Andrea se ergueu em posição vertical. -Não terminei-, disse em voz baixa. Curran não me fez conta. -Você e eu temos um entendi minto, Andrea. Não dele abuse ao insultar a seu amigo e minha companheira. Andrea se foi.


Suspirei. -Não tem que decidir quando terminei que falar com meu amiga. Curran se sentou no bordo da mesa. -A conversação não ia a nenhuma parte. Os dois estão feridos e nenhum deles estava de humor para escutar. Isso não troca nada. -Pensei que isto era uma empresa conjunta. Equivoco-me? Curran ficou em silencio durante um comprido momento, obviamente, recolhendo as palavras adequadas. -Sim, é-o. Sei que vai em contra, mas por favor não me contradiga de novo em público. Pode gritar e chutar comigo em privado, mas em público terá que apresentar um frente unido. Sempre. Algo que façamos fora das habitações de acima serão examinadas e a gente como B explorassem cada greta a seu favor. Quando tomar uma decisão, preciso saber que me vais apoiar. Fiz soar minhas unhas na mesa. -Inclusive se a decisão foi tomada sem minha participação? Exalou lentamente. -Não estou acostumado a compartilhar. Nunca tive que fazê-lo antes. Se você me der um descanso, prometo-te que vou fazer l ou mesmo por ti. vou tratar de te incluir sempre, mas não sempre será possível. Tem que c onfiar em mim. -A confiança vai em ambos os sentidos. Curran se aproximou mais. -Se ela fosse um de meus, eu teria minhas garras em sua garganta. Permito que ela te insulte, porque é seu amiga e não joga com as mesmas regras. Quero um pouco de crédito por isso. Este ia ser uma batalha custa acima. Podia vê-lo em seus olhos. -Lhe permitiu me insultar porque é um cavalheiro da Ordem e não se podem assassinar com impunidade. -Isso, também. Sempre e quando for consciente de que vou tomar minhas próprias decisões e brigar se tenta intervir. vou fazer um esforço para te incluir sempre, Sua Majestade, mas não sempre será possível. O ouro brilhou em seus olhos e se desvaneceu. -Merecia-me isso-, disse. -Estamos em paz? Olhou-me com atenção. Era importante para ele. O que dissesse sobre isto. Curran estava acostumado à obediência indisputável e eu rechaçava toda autoridade. Nunca tinha compartilhado seu poder antes e eu nunca o tinha tido. Ambos tínhamos que dar e receber. -Em paz-, disse-lhe. -Isto vai ser muito difícil para nós. -Sim. Mas vamos conseguir o, com tempo suficiente.


Se chegava a ser muito, sempre estava o ginásio. Sentamo-nos em silencio durante um comprido minuto. -O que está pensando?-, Perguntei finalmente. -A Erra ficam três não-mortos: Vendaval, Besta, e um terceiro. -Vendaval, Besta e Escuridão. E ninguém sabe o que faz Escuridão. Curran assentiu com a cabeça. -Assumindo que caia na armadilha da Ordem e estejamos no certo. -O que crie que fará?-, acrescentei. -Ela vai perseguir às pessoas para o cassino. -Temos que mantê-la afastada da multidão-. Tirei da vagem a Assassina e a pôs em meu regaço. -Não sabemos a quantos vai matar, se entrarem em pânico. -Não a muitos-, disse Curran. -A maioria das mortes vão ser por atropelamentos dentro da massa-. Obrigado, Sua Tolerância, isso me faz sentir muitíssimo melhor. -Ted não se preocupa com a perda de vidas. Ele se ocupa do bem-estar da maioria e assumirá a morte de uns poucos. Eu não posso fazer isso. -Sei-. Curran se inclinou para trás. -vamos mandar equipes de cada clã, mulheres somente. Levantei as sobrancelhas. -Quantos equipes? -Entre cinco e dez. Posicionaremo-los ao longo dos telhados. Terão que esperar na rua para o Cassino. Ela te vai perseguir. Se retroceder o suficientemente, meu… nosso povo irá a por seus não-mortos. Você e eu a por ela. Como plano, era dolorosamente simples, mas muitas coisas dependiam das ações de Ra e ela era imprevisível. -Não tem sentido-. Joguei com minha espada, percorrendo minhas mãos ao longo da folha. -Você não deve ir a esta luta. É homem e um cambiaformas, o que te faz o dobro de vulnerável a Erra. -Tenho que ir. É parte do trabalho. -Não é uma briga que se possa ganhar, Curran. -Não, tenho a melhor para as batalhas, sei que vou ganhar.


Um sorriso curvou seus lábios. Parecia mau e juvenil quase ao mesmo tempo. Algo me cravou justo debaixo do coração, onde armazenava meus medos, e me invadiram de repente. Ele era meu. preocupava-se comigo, me fazia perder o sentido, não lhe importa um cominho meu pai. Era o que queria, porque me fazia feliz. Queria-o comigo, nunca tinha amado a ninguém em minha vida. Sabia como ia ser; tinha percorrido esse caminho antes. logo que começava a me preocupar com alguém, a morte o arrebatava de meu lado. Curran ia morrer. Não havia nada que pudesse fazer para impedi-lo. ia morrer, porque isso era o que sempre tinha ocorrido. Tinha um nó na garganta. -Quero me ocupar dela. -Não. Não é o suficientemente fortes sozinha. brigastes duas vezes terminando em empate. -Quase a tinha. Curran assentiu com a cabeça. Ouvi-o. E que poderia ter morrido, também. Minha voz saiu plaina. –esfregue-me isso por que não? Ele sorriu. -Não há tempo para isso agora. Talvez mais tarde. Fechei os olhos. Não haveria nenhum depois. -Está imaginando como lhe esfrego isso?-, me pregu ntó. -Estou contando até dez em minha cabeça. -Serve-te de ajuda? -Não. -Tampouco me ajuda contigo. Estava acostumado a levantar pesos para aliviar a frustração, mas alguém soldou meu banco. Como o fez? -lhe poderia dizer isso mas então teria que te matar. Senti-me como se estivesse tratando de conter uma rocha gigante, para que não callera pela ladeira de uma montanha. Não importava o que eu fizesse, seguiria rodando, me esmagando com seu peso. Ele ia morrer


-Há outra razão-, disse Curran. -Você é minha companheira. Instalaste-te em minha habitação. Mas ainda não é alfa. Para que lhe confirmem como alfa, tenho-me que pôr à frente ao Conselho e gemer, e me arrastar como um cão, e não temos tempo. Além disso, sua verdadeira autoridade alfa, vai ser provada. Isso toma semanas, meses, às vezes, e terá que matar a vários. Porque é minha companheira, os cambiaformas lhe tratarão com cortesia, mas no campo, quando estão entre a vida e a morte, não lhe escutarão. Sete escuadron é significam sete mulheres alfa. Viu o bem que se levam por ti mesma. Era difícil discutir com ele, porque ele tercamente nsistía em lhe dar sentido. -Ponha a uma das alfas ao mando, então. As sobrancelhas loiras de Curran se juntaram. -E elevar a um clã por cima de todos outros, ao tempo que escava sua autoridade no futuro? Nunca deixariam que o esquecesse. Sustentei-lhe o olhar. -Conheço erra. Se do que é capaz. Elas não sabem. Pelo menos me respeitam o suficiente para deixar que tome a iniciativa nisto? Não se deteve. -Sim. Mas ainda estou contigo. Tenho que estar ali. Explorei de frustração. –Argh-. Soltei me pondo enpie. -A ódio por me pôr nesta situação. Quando estiver em minhas mãos vou arrancar lhe suas pernas e dar-se as de comer, as primeiro botas.

OS CAMBIAFORMAS NÃO ACREDITAVA NOS CÁRCERES. Os castigos típicos eram a morte ou o trabalho. Nos estranhos casos em que se condena ao isolamento a alguém, exilavam-no a um lugar remoto. A Fortaleza tinha várias celas de detenção, habitações amplas, equipadas com jaulas para lupos vazias. Uma delas continha a meu "guarda-costas". Curran insistiu em caminhar comigo até a porta. Por algum motivo, apesar da lhe mprana hora, os corredores da Fortaleza estavam planos de cambiaformas, que faziam impetuosos esforços para não me olhar. -Para ser gente noturna, isto está terrivelmente a ctivo à luz do dia-, murmurei. -A curiosidade os está matando. Eles seriam uma m uchedumbre se pudessem sair-se com a sua. -Isso iria muito mal para todos os envoltos. Eu não gosto das multidões. Curran ficou pensando um momento. -Tenho alguns acertos finais para fazer e sou livre. Quer ter um bom jantar comigo? -Cozinharei-, disse-lhe.


-Está segura? Posso fazer que o preparem. -Prefiro cozinhar-. Poderia ser nosso último jantar. -Ajudarei-te, então. detive-se junto a uma porta. -Ela está aí. Pued é encontrar o caminho de volta sozinha? -Tenho um misterioso sentido da orientação. Ele me pôs cara de Senhor das Bestas. -De acordo. vou trazer te um compasso, giz, um novelo de linho, e rações para cinco dias. Ja, ja. -Se me meter em problemas, pedirei-lhe ajuda à linda garota loira a que lhe designou ser minha babá. Curran olhou a jovem cambiaformas loira que discretamente nos tinham seguido desde seus aposentos. –foste descoberta. Pode vir até a porta. aproximou-se e se parou à porta. Curran tomou minha mão e me apertou os dedos. Os cambiaformas ficaram congelados. -Mais tarde-, disse. -Mais tarde-. O podia trazer uma bagagem infernal CO nsigo, mas não era um prêmio qualquer. Viver com ele significa viver em uma caixa de cristal. Curran soltou meus dedos, jogou uma olhada ao pasillo,y elevou a voz. –Continuem. De repente todo mundo tinha um lugar onde estar e realmente precisava chegar ali logo. Abri a porta e entrei na cela. Uma sala retangular se estendia ante mim, completamente vazia, exceto por uma jaula de lupos, de dois metros e meio de altura e com os barrotes do tamanho de minha boneca. A magia estava abaixo, as barras fluorescentes faziam reluzir a prata encantada. Oito vigas se estendiam do teto da jaula e ao chão, ancorando-a. A mulher estava sentada dentro da jaula, sentada com as pernas cruzadas como a última vez que a tinha visto. Sua lança estava apoiada na parede, fora de seu alcance. Aproximei-me da jaula e se sentou com as pernas cruzadas no chão. Eu poderia haver talher o chão da habitação com todas as perguntas que queria lhe fazer. A pergunta dos sessenta e quatro mil dólares era, responderia?


A mulher abriu os olhos. Completamente negro e impenetrável, como duas partes de carvão. Olhamo-nos a uma à outra. Ela tinha a cara de uma mulher que passava muito tempo fora e ria freqüentemente, sua pele era marrom pálido curtido, patas de galo se desdobraram em seus olhos e sua boca parecia ocultar perpetuamente uma risada sardônica, como se ela estivesse convencida de ser a única corda em um mundo cheio de loucos. -Ele é muito forte-. Um acento estranho coloria suvoz. -Teimoso e orgulhoso, mas muito forte. É uma boa opção. referia-se a Curran. -Qual é seu nome? -Naeemah. -De verdade troca a um crocodilo? Ela inclinou a cabeça com uma piscada a câmara lenta. -Os crocodilos são de sangue-frio. -Isso é verdade. -A maioria dos cambiaformas são mamíferos. -Isso é verdade também. -Então, como funciona? Naeemah me deu um amplo sorriso sem mostrar os dentes. -Eu não sou uma cambiaformas. Touché. -por que me protege? -Já lhe hei isso dito: é meu trabalho. Disposto atenção. -Quem te contratou? Uma cor vermelha se desatou nos olhos do Naeemah e se fundiu em sua íris antracita. -me deixem sair da jaula e te direi. Levantei as sobrancelhas. -Como saberei que não vai a darleuna punhalada a alguém pelas costas? Naeemah me jogou um olhar condescendente. -Traz a lança. Levantei-me e alcancei a lança. Era de cinco pés de comprimento, com uma cabeça de metal normal, perto de nove polegadas de comprimento e perto de três polegadas na base. Um cordão


de couro bem envolto reforçava a tomada, a união que o eixo tão bem, a ponta de lança parecia brotar da madeira. Levantei a lança nas Palmas de minhas mãos, levam dola a nível dos olhos. Torcida. Quase como se tivesse sido um ramo em um certo ponto em lugar de um poste de madeira de corte perfeitamente reto de uma peça grande de madeira. Mais pesada do esperado e muito dura. A textura era estranha também, Lisa, polida, e clara,como partes de madeira. Pequenas marcas negro salpicado da madeira, gravadas nela com arame quente. Aves, lobos, linhas onduladas, figuras geométricas… Hieróglifos, escrito para os lados no eixo. Cada conjunto de caracteres tinha sido segregado por uma linha horizontal. Pequenos traços verticais correu em um anel justo antes da linha, em alguns lugares só uns poucos, em outros tantos que deu a volta ao eixo. As marcas de queimadura terminavam a um par de metros da ponta de lança. Interessantes. -Olhe aí-. Naeemah assinalou a última série de hieróglifos. Seu rosto adquiriu um ar régio. Parecia antigo e inacessível, como uma estátua misteriosa de uma idade esquecida fazia muito tempo. -Esse é meu nome. junto a ele está o nombr e de meu pai. Depois o nome de sua mãe e logo seu irmão maior, e logo seu pai e o pai de seu pai antes que ele. -E estes?- Levei meus dedos através das cortasmarcas. -Esses som quão assassinos tomamos-. Burlou-se Naeemah. -Nós não matamos para obter lucros. Qualquer chacal pode fazer isso. Somos os caçadores de assassinos. Isso é o que fazemos. Olhei o nome. Pelo menos três dúzias de marcas, talvez mais -Quantos anos tem? -Meus filhos tiveram filhos antes de que você nascesse. Não haverá mais respostas. te decida. Fui à porta e tirei a cabeça. A cambiaformas loira me esperava no lugar preciso no que Curran lhe disse que permanecesse de pé. -Tem uma chave da jaula de lupos? -Sim, companheira-. Ela atirou da chave e me entregou isso. -Obrigado. E não me chame "companheira", por favor. -Sim, Alpha. De acordo. Naeemah riu em sua jaula. Suspirei e entrei. Abri a porta e lhe entreguei a lança. -Não é tão divertido quando está no extremo receptor da


mesma. Naeemah deu dois passados fora da jaula e se sentou de novo. Reuni-me com ela. -Deixei-te sair, e espero por algumas respostas. Quem o contratou? -Hugh d'Ambray. Me teria derrubado de um colchão. Tinha muito sentido de um modo retorcido. Hugh me tinha visto romper a espada. Ele estava recolhendo informação sobre mim de forma ativa e classificando-a e me tinha posto um guarda-costas para assegurar-se de não me passava nada enquanto isso. Com meu histórico, corria o risco de ter que ficar ante o Roland e ter que lhe explicar que tinha encontrado a sua filha perdida, mas que ela se havia suicidado antes de que pudesse reunir suficientes prova para demonstrar sua identidade. Ela tinha pronunciado o nome do Hugh com desgosto. Perguntei-me por que. -Qual é sua relação com o Hugh? -Faz alguns anos, quando meus filhos eram pequeños,mató a um homem que um de meus filhos protegia e capturou a meu menino. Troque sua vida em troca de um favor da eleição do Hugh. Não havia um amor perdido. Bom para mim, mau para o Hugh. -Onde está Hugh agora? O sorriso do Naeemah se voltou depredadora. -Não sei, não sou seu guardião. Tentaria um plano de ataque. -Quais são os térm inos exatos de seu acordo com o Hugh? Naeemah voltou a rir. -Ordenou-me te vigiar e te manter a salvo daqueles que são um perigo para ti. Não devia interferir ou me manifestar a menos que sua vida estivesse em grave perigo. Curioso. -Por quanto tempo? -Não se especificou. Tive o pressentimento de que acabava de encontrar uma fresta legal o suficientemente grande para conduzir um carro através dele. -Está Hugh excluído daqueles que são um perigo para mim? O sorriso do Naeemah se fez mais ampla. -Não se especificou. -Hugh não é tão inteligente como ele se crie. -Isso é verdade. -O que aconteceria te dissesse que Hugh é a segunda maior ameaça para mim, só superada por Erra?


-Eu diria que já sabia. -Como? Naeemah se inclinou para diante. O olhar de seus olhos negro estava fixa em mim. -Não deveria ter conversações junto a uma janela, quando a parede da casa é fácil de escalar. Tinha-nos ouvido o Andrea e a mim falando do Hugh. Provavelmente todas as palavras. -O que vais fazer se Hugh me ataca? -Protegerei-te. Minha dívida deve ser paga. Pontuação. -E quanto tempo vais continuar sendo meu guardiana? -Isso depende de ti. Ela me tinha. Naeemah se ergueu reta. -protegi a gente do poder e a gente de riqueza. Muitas, muitas pessoas. considerei que vale a pena. Não me decepcione. Isso foi tudo o que necessitava. Ao parecer, o universo tinha decidido que minha vida seria muito mais enriquecedora com uma guarda-costas que se com vertia em crocodilo. –Terei-o em conta. vou brigar esta noite contra Erra. Se me tenta resgatar outra vez, matarei-te. -Terei-o em conta. Levantei-me e Naeemah ficou de pé comigo. Eu tinha que fazer algo com ela e tinha a sensação de que conseguir que trabalhasse com o resto dos guardas não seria fácil. Necessitaria seu próprio espaço. -Vêem comigo, por favor. Temos que te conseguir uma habitação. Seguiu-me. A cambiaformas loira a olhou boquiaberta, como se Naeemah fora uma cobra, com sua extensão de sino. Naeemah não fez conta. Dirigi-me de novo aos quartos de Curran, com minhas duas babás a reboque. Ao Jim adoraria isto. Se não tomava cuidado, daria-lhe uma aneurisma antes de que meu primeiro mês aqui houvesse passando. CAPÍTULO 26 A POSTA DE SOL SANGRAVA NO CÉU, ardendo em sua agonia final. O crepúsculo tinha invadido os edifícios com uma cor negra, convertendo o manto de neve em índigo. Sentei-me na parte superior do edifício, olhando através de uns prismáticos as fogueiras que iluminavam o bordo do buraco Mói. Curran se sentava junto a mim. Estava em sua forma jaqueta: uma criatura cinza de dois metros trinta de altura na encruzilhada entre o homem e a besta.


depois de que o guarda de Curran sofresse uma apoplexia coletiva pelo Naeemah, arrumei-me isso para instalá-la em seu próprio conjunto de habitações e me fui cozinhar o jantar. O Senhor das Bestas uniu aos poucos minutos. Preparamos carne de veado, batatas fritas afogadas em queijo francês e um bolo de cabaça. Comemos, logo fizemos o amor e dormimos, nos acurrucamos juntos em sua cama de forma ridícula, e logo Curran tinha trocado a sua forma de guerreiro e eu me tinha passado duas horas desenhando o poema de Ra na pele de Curran, com um pequeno tubo de henna. Quando me cansei, fiz que chamasse o Dalí e que ela se fizesse cargo. Sua letra era melhor de todos os modos. Não tinha idéia de se isso lhe ofereceria alguma amparo, mas neste momento precisava tentar algo. detrás de nós, as cambiaformas esperavam, couve ocadas em esquadrões ao longo da rua que levava a Cassino. As lobos estavam detrás de nós, a boudas à espreita na rua, então os ratos e o clã pesado, chacais, gatos, e, finalmente, a quase três quadras, o clã ligeiro. A equipe do clã ligeiro consistiu em uma mulher japonesa de idade, que ao parecer era a alfa e quatro mulheres magras que aparentavam quinze anos como muito. Curran me disse que eram raposas. Elas tinham uma elegância severo e me mordi a língua com a esperança de que soubessem o que estavam fazendo. Em algum lugar da escuridão Naeemah se escondia. Ela tinha tomado um lugar próprio sem dizer nada. Seu aroma fazia que as cambiaformas estivessem incômodas. Olhei de novo ao buraco Mói. Uma fogueira ardia no centro da cratera, flanqueada pelos grupos de tambores de metal. À esquerda uma fila de caminhonetes do Biohazard esperavam. A gente se amontoou ao bordo da cratera, técnicos sanitários, polícia e arqueiros. A maioria eram homens. Apesar de meus informe, Ted optou por pôr aos homens na cratera, provavelmente porque não podia convocar às combatentes o suficientemente logo. Amaldiçoei-o assim que o vi. Curran se encolheu de ombros e disse: -Carne de canhão. além das fogueiras, uma multidão se havia reu ninho nos restos de edifícios de escritórios. sentaram-se nos andaimes de madeira improvisadas, na escuridão das janelas rotas, nos tetos, nas montanhas de escombros. Meia maldita Atlanta devia ter visto a bandeira e tinha vindo a ver como a Ordem se pegava com o Pesteador. Todos e cada um deles poderia morrer esta noite e não havia absolutamente nada que pudesse fazer a respeito. Meus binoculares encontraram de pé junto ao Ted a uma mulher grande, com o cabelo vermelho curto. Tinha duros olhos claros. Calça negra, jaqueta de couro negro, uma vagem em sua cintura com uma folha dentro. Havia uma cabeça de javali no pomo de sua espada A Armería do Trovão. Fabricavam falchiones, de um só fio, eram espadas de longitude medeia como bastardas de uma espada larga e uma cimitarra. De grande qualidade, mas caras como o inferno. A julgar pela espada e o traje, estava olhando Tamara Wilson. Ted tinha importado cavalheiros da Ordem para a ocasião. Ele tinha planejado tudo isto, tinha demorado menos de dois dias trazer para o pessoal da Carolina do Norte. Tivesse-me ido ou não, isto não era o que tinha pedido de todos os modos. A magia retornou em uma onda invisível. Hora do espetáculo.


Tamara começou a baixar uma escada curta no lado do buraco Mói. Cruzou o chão da cratera até o centro, onde uma grande fogueira ardi a sobre o cristal. Posicionando-se a si mesmo antes da fogueira, levantou um pau comprido com um estandarte da Ordem, uma lança e uma espada cruzada sobre um escudo. A luz da fogueira se aferrou a sua armadura negra. ficou um gorro na cabeça, ocultando seu cabelo. Uma criatura magra subiu sobre nosso telhado. Grande, encurvada, coberta de matas de cabelo cinza, moveu-se com rapidez fluida. Seus pés e mãos eram desproporcionalmente grandes, tinha garras curtas e negras na ponta de seus dedos. Um focinho cónico desembocava em um rosto quase humanoide quase, emoldurado pelas orelhas redondas de cor rosa. Um rato. Sigilosa, rápida e mortal. Elas não eram boas jaquetas, mas eram umas exploradoras excselente. E assassinas. Se escabulló junto a nós e se sentou sobre suspatas traseiras, com os braços cruzados no peito. Sua boca aberta, mostrando os incisivos de grande tamanho. -Os barris estão cheios de napalm-. Sua boca defo rmada arrastava as palavras, mesmo assim saíam bastante claras. -Têm arqueiros ocultos ao longo da borda, alguns com flechas incendiárias. Tinha sentido: Erra entrava no buraco de Mole, vai para o estandarte, porque é uma provocação. Os arqueiros tocam os tonéis com flechas incendiárias. Erra se afoga em muito fogo do napalm. Tamara por arte de magia escapa. Bom plano. Exceto pela parte que não vai funcionar. -Todo mundo vai se morrer-, pinjente. Os olhos escuros da mulher rato se centraram em mim durante um instante e logo piscou para Curran. -Além disso, a Nação montou uma festa de chupasangres. Estão acampados a uns três quilômetros detrás de nós. -Bem-, disse Curran. Andrea o tinha feito. Nunca duvidei de que o fizesse. Um guincho surgiu da escuridão da rua à esquerda. Rasgou a noite invadindo-a, um grito comprido e penetrante impregnado de terror. As cambiaformas se esticaram. Um homem saiu da escuridão. Era de média estatura, estava envolto em uma capa larga que se inflava com cada passo, caminhava pela neve, e enquanto caminhava, os flocos se levantavam no ar, girando nas nuvens brilhantes. Vendaval. O não-morto de Ra com o poder do ar. Outro homem saltou à vista e em cuclillas no bordo do buraco Mói. Nu, talher de cabelo escuro denso, tinha lâminas de músculo grosso, como um levantador de pesos embebedado de esteroides durante toda a vida. Enorme e peludo. Correto. Aqui estava Besta. Erra tinha levado pelo menos a dois. Não importava quão forte seus poderes fossem, o controle


de dois de uma vez tinha que ser duro. Era provável que se refletisse em alguns movimentos, quando atuassem em grupo. Uma terceira figura os seguia, um homem nu, tão magro que sua pele se aferrava a seus ossos, destacando as costelas e o peito lamentável. Voltou a cabeça, explorando da cratera, e vi seus olhos, cor amarela, ao igual às gemas de ovo. Escuridão. Os não-mortos estavam congelados, quietos como estátuas. Espremendo cada gota de dramatismo com sua entrada. Passou um comprido momento. Outro. -Adiante com isso-, grunhi. Outro. Isto se estava voltando ridículo. A névoa se separou. Erra se dirigiu à vista, cabeça e ombros por cima de seu não-mortos. A luz dos fogos se apoderou dela. Uma capa branca de pele caía dos ombros, a cascata de seu cabelo era uma mancha escura contra seu pescoço pálido. O silêncio caiu sobre o buraco Mói. O olhar de Ra varreu a multidão, olhando aos arqueiros, os caminhões do Biohazard, as equipes, o público nas ruínas próximas… O vantó os braços aos lados. tirou-se a capa. Malha de cor vermelha brilhante abraçava seu corpo. aferrava-se a ela como uma segunda pele de pura cor escarlate. Ao parecer minha tia tinha desenvolvido um fetiche com o spandex. Quem o houvesse dito? Vendaval colocou a mão detrás de sua capa. Seu punho se apoderou de uma tocha de grande tamanho. A luz laranja das chamas brilhava ao longo da folha de dez centímetros e a manga de um metro. A tocha provavelmente pesava sete quilogramas. Um espadachim normal seria mais lento que o melaço, mas com sua força, não importava. Ela poderia fazê-la pivotar todo o dia e logo lhe jogar um pulso a um urso. Vendaval se deu meia volta, caminhou cinco passos para Erra, e se ajoelhou ante ela, lhe oferecendo a tocha na palma da mão estendida. -Deveríamos aplaudir ou algo-, disse Curran. -Ela está batalhando-lhe muito. -Talvez poderíamos mendigar um pouco de roupa interior para lhes lançar-. Ajustei os prismáticos para me centrar em sua cara. Erra levantou a cabeça. O poder brilhava em seus olhos. Parecia real, como uma deusa arrogante suspensa sobre o abismo. Tinha que reconhecer-lhe minha tia sabia como montar um espetáculo. Tivesse sido mais dramático se houvesse sete mortos em lugar de três, mas bom, ao


menos tinha alguns lacaios para levar. Erra alcançou a tocha. Seus dedos se fecharam na manga. Levantou-a para o céu. Com um grito rouco, de potência lhe pulsem como uma onda de choque, sacudindo os alicerces das ruínas. estrelou-se contra mim, acendendo o fogo de meu sangue. Curran grunhiu. No buraco de Mole, a gente se encolheu. Agulhas estalaram no traje vermelho de Ra. Venha carmesim escuro subiram em espiral das pernas. A malha fluía, espesso, dividindo-se em formas reconhecíveis: totalmente equipada, ombreiras de pontas agudas, luvas… Não era spandex. Mierda. Inclinei-me a Curran. -Está levando uma armadura de sangue. É impenetrável às armas normais, as garras e os dentes. Seus olhos se obscureceram. -Se a golpeou o bastante duro, sentirá-o? Assenti com a cabeça. -Minha espada com o tempo abrandará a armadura, mas levará tempo. Ela não sabe que está aqui. Se esperar, pode me pôr em uma boa posição. Meu monstro pessoal se aproximou mais. -Ainda tratando de evitar que lute? Deslizei-me meus dedos pela bochecha peluda. -Tratando de ganhar. Ela não me fará nenhum casco é muito vaidosa. Antiga ou não, ela seguia sendo um ser humano e ele era um homem leão. Se o programávamos bem, poderia lhe romper o crânio como uma casca de ovo de um só golpe. -Um disparo-, disse ele. -vou manter a ocupada. Isso sim, não a remoa. Os dentes quebrados não são sexys. Ele sorriu, mostrou-me a boca cheia de presas deltamaño de um dedo. Pus os olhos em branco. Erra deu um passo adiante. Por um momento, destacava por cima da queda, o baile de luz sobre sua armadura carmesim, e logo se afundou no buraco de Mole. Vendaval a seguiu, era uma sombra silenciosa deslizando-se pelo chão de cris tal. Escuridão e Besta ficaram atrás. Estava a uns vinte metros do centro da fogueira. Quinze. Dez. Tamara desenvainó sua espada. Faíscas de fogo estalaron no bordo da cratera. Arqueiros da polícia iluminaram com suas flechas.


Oito. Os arqueiros dispararam. Os barris exploraram, golpeando meus tímpanos com um punho de ar. Um inferno se afogou no buraco Mói, emanava calor. dentro de suas profundidades vislumbrei a Tamara, ilesa, o fogo se deslizava ao longo de seu corpo, mas nunca a tocava. Os espectadores humanos aplaudiram pelo andaime. Os rugidos das chamas ganharam uma nova nota, uma melodia profunda, sibilante. fez-se mais forte e mais forte. As chamas se moveram, girand ou mais e mais rápido, subindo em espiral, como um voltado de fogo. O cone da chama se separou, deixando ao descoberto a Vendaval no coração do tornado, o cabelo de flutuava sobre sua cabeça, os braços cruzados sobre o peito. Seu corpo se inclinou para trás, completamente depravado. Tinha os olhos fechados. Isto quanto ao napalm. debaixo dele estava Erra. Um casco de cor vermelha lhe tampava a cara e o cabelo. A armadura de sangue encerrava cada centímetro dela. OH, fabuloso. devido a que, bom, não a cobria o bastante antes. Ela tinha que ir e ficar um casco. O voltado de fogo se deslocou fora de seu caminho. O casco se derrubou, deixando ao descoberto seu rosto. Sua juba de cabelo derramado sobre suas costas. Cotado. Que não utilizasse o casco era bom para nós. Com uma careta, Erra abriu sua tocha e carregou. Tamara golpeou sua espada inexplicavelmente rápido. Erra a bateó para um lado como um palito de dentes e girou com um lhe esmaguem golpe do reverso. A tocha aprofundou no ombro da Tamara, cortando através da clavícula até o final em suas costelas. Tamara gritou, um som desesperado de dor e medo. Curran apertou a mão de grande tamanho em meu ombro.- Não pode ajudá-la. Esperemos. Erra tinha apanhado a Tamara pelo pescoço e a levantava em velo. Seu rugido afogou o grito da Tamara. -É isto tudo o que me oferecem? É isto? Ela sacudiu a Tamara, uma vez, como se salpicasse água com uma mão. O ruído do fogo afogou o rangido de seus ossos, mas se deixou cair à cabeça para um lado, inerte, com o pescoço quebrado. -Onde está, menina? Sacudiu-me para frente. -Ainda não-. Curran me empurrou para baixo.


-Ela a vai matar. -Se for ali agora, todos vamos morrer. Apegaremo-nos ao plano. No ar, Vendaval abriu os olhos. -Não há escapatória. Te vou encontrar-, prometeu Erra. O cone de fogo se desdobrada como uma flor e se estrelou contra o bordo do buraco de Mole, queimando aos arqueiros. Gritos torturados tomaram a noite, seguidos pelo fedor nauseabundo da carne humana carbonizada. Vendaval se voltou, e o inferno seguiu rugindo como um animal faminto. Estava cozinhando aos sobreviventes vivos em sua fuga. Em todo o buraco de Mole, a gente na EAP e os trajes do Biohazard correu sem rumo fixo, as armas foram abandonadas. Os espectadores, idiota, ainda enchiam os edifícios. A magia de Ra não os tinha alcançado. -Lá vou!- Trovejou Erra. Calcinados, cadáveres fumegantes enchiam o lado op uesto da cratera. Uma voz feminina delicada gritou em algum lugar próximo, chorando histéricamente, uma nota aguda contra os gritos guturais. No extremo direito, Escuridão e Besta se sentavam no bordo do buraco Mói, à margem das chamas. Deviam estar ao redor do círculo enquanto os humanos eram feitos andaime. –Espera-, disse Curran. Apertei os dentes Uma rajada de ar entrou em erupção do fundo do buraco de Mole, elevando a Erra até o bordo. Um momento depois, seus três não-mortos se uniram a ela. -Vê-. Curran me soltou. Corri através do telhado, agarrei à corda atada à escada de incêndios, e me deslizei até a rua.

NEVE RANGIA SOB MEUS PÉS. DETRÁS DE MIM o Casinoflotaba em uma nuvem de luz etérea que fluía dos poderosos abajures feéricas. Tinha uma missão singela. Chamar a atenção de Era. Atrair a à rua, longe da multidão, para que as cambiaformas pudessem seguir às pessoas. Sim. Uma parte de bolo. Preparei-me. -Caperucita vermelha chamou, quer sua roupa de volta.


Erra se voltou para mim. Saudou-me com a mão. -Hey, Deditos cintilantes. Uma rajada de ar soprou de Vendaval. Agachei-me, mas não o suficiente. O vento se estrelou contra mim. O estou acostumado a desapareceu e eu voei uns metros e me estrelei contra um caminhão estacionado com um ruído surdo. Minhas costas rangia. -Não fugimos de uma briga e não nos escondemos detrás dos homens inferiores-. Erra caminhou para mim. -É jovem e débil, mas não tem medo. Eu te ajudarei. Não vou deixar que fuja e envergonhe à família duas vezes. Dava-me a volta para me pôr de pé e girei a espada, esquentando a boneca. –Envergonhar à família é seu trabalho. Nada do que tenho feito comam s se poderia comparar. -Assim me alagas. Ela se dirigiu para mim, colocando a seus valentões em uma formação triangular: Besta da esquerda, Vendaval à direita, e a escuridão no centro. Segue te aproximando, tia querida. Seguem te aproximando. -Só te estou dando o crédito que te merece. Em todas as guerras que seu irmão começou, arrumou-lhe isso para colocar a pata. Tem um histórico de milhares de fracassos ao longo dos anos-. Separei os braços. -Como poderia competir com isso? -antes de morrer, prenderei-te fogo-, prometeu. -Voya te queimar lentamente durante horas. -Promessas e mais promessas-. Comecei a retroceder de novo. Ela me seguiu. Vêem comigo, longe da gente. Vêem comigo, Erra. vamos dançar. Escuridão levantou os braços. Impulsos de magia saíram dele como uma onda de choque depois de uma explosão. O mundo se voltou blancoen uma nuvem de pânico. Não podia respirar. Meus pensamentos se fraturaram e se escabulleron, e me deixaram perdida e desequilibrada. Uma nuvem luminosa flutuava diante de mim, como uma nuvem de tormenta iluminada pelas salpicaduras de um relâmpago, e além dela senti um grande v acío. Nada mais que escuridão e vazia calma. Assim que isso era o que significava a escuridão. Medo. Que todo o consome, o medo entristecedor, tão capitalista que te arrancava de sua vida e lhe jogou no vazio, só e cega. A raiva cresceu dentro de mim. Agarrei-a como uma muleta e atirei de mim mesma, à realidade. Minha visão retornou. Sacudiu-me como um cão molhado. -Isso é tudo? Pensei que seria algo muito poderoso. Ela levantou o braço, mostrando a luva segmentada. -Onde está sua armadura de sangue, cachorrilla? por que não te corta a boneca e fazer crescer uma folha? O que te passa? Você não


pode fazê-lo, verdade? Não conhece o segredo de moldar do sangue. Eu o faço. Tudo o que fazem é falar e correr. Minha família estava cheia de poderosos gilipollas. Segui caminhando. Estávamos a quatro maçãs do buraco Mói agora. Não tinha idéia de se era suficiente. -Não importa o que faça ou quanto te esforce, nunca superará a seu irmão. Sempre a dama de honra, nunca a noiva. A magia se estendia desde Escuridão como escuras correntes transparecidas inclinando-se para trás, alagando o buraco Mói detrás dele e ext endiéndose cada vez mais longe, aos edifícios decrépitos, às centenas de pessoas que se reuniram como sardinhas nas cascas de concreto das ruínas. A enormidade de seu poder me sacudiu. -Olhe-, chamou-me Erra. Escuridão trouxe seus braços juntos. Não, maldita seja, não… Um uivo selvagem atravessou a noite. Outra voz se uniu a ela, muitas mais… Uma corrente de pessoas irrompeu de entre as ruínas detrás de Erra. Puta mierda. As pessoas caminhavam para mim, com os olhos loucos, com a boca completamente aberta, correndo como se fossem ganho enlouquecido. Escondi-me detrás de um carro. A correria humana me ensurdeceu. Os corpos se chocaram com o metal, por isso este tremia. Os gritos encheram o ar e sobre eles a risada de Ra flutuava, como a reverberação de um sino funeral. Uma explosão arrancou da magia de Escuridão. A realidade fraturada e eu flutuávamos entre as peças, sem saber quem era ou de onde vinha. Os pensamentos e as palavras se formavam redemoinhos para mim ao redor, dando voltas e voltas, em uma cascata brilhante. Escuridão fez gestos desde mais à frente do caos. Coloquei a mão na n ube e atirei de uma palavra. -Querida-. Te relaxe. um pouco de magia veio para mim como as espetadas de uma agulha. Estremeci-me, tive tremores, um choque da dor me rasgando da bruma. Um corpo caiu a meu lado, com a pele peluda. Como louca olhei os olhos de um rosto que não era nem animal nem humano. Uma mulher cambiaformas. Seu corpo se rompia, enfraquecido, sacudiu-se, e um coiote estava diante de mim. levantou-se de um salto e correu pela rua, ao galope detrás de uma manada de pessoas aterrorizadas. Ele não as tinha enviado detrás dos não-mortos? Ainda não. Que tínhamos acordado? Coloquei-me em posição vertical e vi erra no meio da rua, os não-mortos estavam a suas costas, não havia cambiaformas à vista. O cambiaformas solitário deveu ter sido golpeado pela explosão perdendo o controle. Cada centímetro de magia que me danificava se pagou muito rápido.


Você é a distração. Levantar-se e feixe de distração. Levantei-me e caminhei desenvainando a Assassina. Ela se dirigiu para mim, e me apartei. Devia percorrer meia maçã. O suficientemente perto do Cassino, o suficientemente longe do buraco de Mole, a distância perfeita para que as cambiaformas golpeassem. -Uma vez mais foge. -Não é minha culpa que caminhe muito lentamente para me alcançar-. Desde perto sua armadura parecia escamas: escamas de cor vermelha sangre, algumas grandes, outras pequenas, superpuestas sobre seu corpo. Agora por que não poderia fazer isso? Que me estava perdendo? Cruzei a tampa do rede de esgoto. O último dos frustrados atrasados. A rua estava vazia, exceto para mim e para ela, e seus três não-mortos. Ela carregou. O estou acostumado a fez ruído. Ouvi-me respirar, meu peito subia lentamente, como se estivesse sob a água. Nos três segundos que demorou para percorrer a distância entre nós, ouvi a voz do Voron de minhas lembranças. Dizia: “Se sangrar, pode acabar com ele”. Podia sangrar, sua armadura dava testemunho disso, e eu era melhor. Erra se estrelou contra mim. Joguei-me para trás, deixando que o balanço de tocha por diante de mim, agachei-me, a impulso, e a cortei sob o braço. Assassina ricocheteou. Ela se deu a volta, mas eu estava dançando. lançou-se, agachei-me e saltei limpamente. -Não pode ganhar-, grunhiu Erra. detrás dela, as sombras escuras se alinhavam no terraço. Das cinqüenta que Curran havia trazido, só estavam a metade. Tinha a esperança de que fossem suficientes. -Não estou tratando de ganhar-, disse-lhe. -O que está tratando de fazer? -te manter ocupada. Os cambiaformas caíram do terraço como fantasmas com garras. Um monstro com escamas de dois metros quinze golpeou a Besta. Eles se enfrentaram em uma confusão da pele e garras. O rugido profundo e primitivo de um crocodilo enfurecido rodou pela rua.


Pus em marcha um torvelinho de golpes. Minha espada se converteu em um látego, corte, recorte, corte em jogo de dados, esquerda, direita, esquerda. te centre em mim. te centre em mim, maldita seja. Enquanto que a mantivera ocupada, ela teria problemas para coordenar os movimentos de todos os não-mortos de uma vez que mantinha a raia. por cima do ombro de Ra, Vendaval se elevou no ar, agarrando a Escuridão em seus braços. As cambiaformas tinham falhado. Maldita seja. Erra baixou a tocha contra Assassina. Ela me levou devolvida. Vendaval disparou por cima da rua vinte metros no ar, envolta em um cone de vento. A magia de Escuridão palpitava. Um coro de grunhidos e uivos furiosos respondió,marcado pelo misterioso corte da risada de uma hiena. Erra me empurrava para trás. Virei da parede e BA ilé para trás, para Vendaval. Agachei-me e esquivei, tratando de fazê-la girar, mas ela me mirou como um trem de carga. À esquerda de mim um lobo enorme se acuclilló no pavimento. Ela tirou a tampa de registro com seus dedos com garras, fez um 360, e a jogou em Vendaval. O disco de metal cortou como um o torvelinho ao redor de Vendaval e se estrelou em Escuridão. Uma voz feminina gritou profundamente-,-Noboru! Sekasu Kodomotachi! Noboru! Noboru! Uma rede de cambiaformas peludas subiu pelas paredes dos edifícios, as raposas do Clã ligeiro. Erra me deu uma cotovelada. Voei de volta e me pus em cuclillas, bem a tempo para deslizar minhas pernas por debaixo dela. Caiu. Golpeei-a duas vezes no asfalto, e me retirei. Barras escuras marcavam sua armadura, como as greves dos lugares onde a chicotada de Assassina tinha conectado. Nenhum parecia o suficientemente profundo para fazer mal. Voron me tinha prometido que a espada poderia passar através de uma armadura de sangue, lhe dando o tempo suficiente, mas até agora Assassina não a tinha talhado. Se tivesse levado uma armadura normal, estaria sangrando como um porco. Se os desejos fossem dinheiro, o mundo não teria mendigos. Agora havia algo diferente nela. Algo… Os pregos de sua armadura tinham desaparecido. Afastei-me. Como diabos tinham desaparecido os pontas agudas? Erra Levantou sua tocha, seu rosto era demoníaco em sua fúria. Seu peito se agitava. Meus braços me doíam como se estivessem a ponto de cair. Uma dor lenta roía minhas costas, e quando me girava para o lado mau, em meu lado esquerdo sentia uma pontada de calor. Provavelmente, uma costela rota. Isso estava bem. Eu estava ainda em pé.


As raposas se lançaram sobre Vendaval do teto. aferraram-se a ele, mordendo-o e arranhando-o. A raposa à esquerda arrancou um braço. Erra grunhiu. Vendaval deixou cair a Escuridão, estremeceu-se e caiu ao chão, golpeando os edifícios ao cair, as raposas ainda se aferram a ele. Vendaval ricocheteou uma vez contra do pavimento e o resto das cambiaformas o invadiram. Erra não parecia pior pelo desgaste. Se ficar sem opções, fecha a boca. Assenti com a cabeça para Escuridão, a só vinte metros de distância. -Whoopsie. Isso dói? Agora só fica um. -Um deles será suficiente-. Sorriu Erra. Uma pequena parte de sua armadura se separou de seu ombro e caiu ao asfalto, voltando-se líquido. Vi como se afundava na neve. Uma pequena rajada de vapor escapou e logo se desvaneceu no branco. Uma migalha de sua armadura. Seu sangue. Uma gota de seu sangue. detrás de nós, a neve estava marcada pelos pés descalços, em nosso caminho-habíamos esboçado um círculo na rua e todo o tempo que lutávamos, tinha estado sangrando de sua armadura. Uma escura sombra se abatia sobre o teto detrás d e Erra. Curran. -Não!- Equilibrei-me para ela, mas já era muito tarde. atirou-se do terraço. Erra o esquivou no último momento, mas a pata de Curran está conectado a seu crânio. O golpe a levou a seus pés. Ela voou, perto de mim. -Corre!- Lancei-me para seu corpo tendido e o apunhalei com todas minhas forças, uma e outra e outra vez. -Corre, Curran! Erra rugiu. A folha de Assassina não deixava de atravessá-la. Um muro de chamas vermelhas subiu da neve, nos encerrando a quatro de nós dentro dele. Tinha-nos encerrado em uma guarda de seu sangue. Erra tinha golpeado minhas pernas por debaixo de mim. Tropecei-me de novo e ficou de pé. O sangue gotejava de sua bochecha e de sua boca. O lado esquerdo da cabeça se afundou, amolgada pelo golpe de Curran. Equilibrei-me sobre ela e corri à direita em vanguarda superando sua tocha. Cravei-a no estômago, justo debaixo das costelas. A dor estalou. Eu a soltei e ela me deu uma patada, que me conduziu de novo à neve. A tocha cravou através de meu lado esquerdo. Gritei. Tinha-me parecido ao chão.


Erra cuspiu sangue e dentes e girou, como se lançasse uma bola de beisebol. Pontas agudas saíram de sua armadura, caindo em uma linha irregular entre Curran e eu. A guarda estava feita com seu sangue, Ele carregou contra ela e se estrelou em seu contrário a toda velocidade. Tinha reduzido na metade do círculo: ela e eu, por um lado, Escuridão e Curran, por outro. -Quer te deitar com um mestiço?-, grunhiu ela. Olhe-. Te vou mostrar exatamente o que é. Curran girou para o não-morto. Uma corrente de magia brotou de Escuridão, rasgando a Curran. A salvaguarda de sangue nos separa e não senti nada. Curran havia receberam a dose completa. Tropeçou, sacudiu-se uma vez, como se estivesse sacudindo a água da pelagem. Seu corpo trocou, cada vez mais rápido, mais impermeável. Pele brotaram ao longo de suas costas. Este era o poder de Escuridão. Faria enlouquecer a Batalha. Retorcia-me sob a tocha, tratando de liberar-se. O Senhor das Bestas deu um passo adiante. As mãos de Ra eram garras no ar. Escuridão vomitou outra corrente de medo lhe paralisem. Curran se estremeceu. Suas mãos se paralisaram, cada vez eram mais como garras. Outra explosão de magia. Seguiu caminhando. Outra explosão. -Olhe!- Erra se inclinou sobre a tocha, moviéndoladentro de mim. Curran se agachou no meio da rua. Pelagem densa o cobria, Tinha uma enorme juba nas costas e a cabeça desproporcionalmente grande. Não havia rastro do ser humano nem do leão -em seu corpo perfeito, sem rastro do pesadelo mutante que não era. Seus membros apoiado durante muito tempo um corpo largo, musculoso, com raias de cor cinza escura. Seus olhos brilharam amarelos, muito brilhantes e pálidos, quase brancos. Olhei em suas profundidades e não vi pensamento racional. Não havia inteligência ou compreensão. Elevou a cabeça, separando suas enormes mandíbulas, e rugiu, fazendo vibrar a rua, todos dentes e pele. Curran havia se tornado louco. Não o perderia. Não o perderia nesta rua escura e fria. Isso não ia passar. A besta que estava acostumado a ser Curran saltou sobre o não-morto. Mãos enormes capturaram a Escuridão, atirando dele para cima. Seus músculos eram avultados e Curran os fez pedaços, desmembrando seu corpo como se fora uma boneca de trapo. O sangue brotou do


corpo grosseiramente molhando a neve. As mãos de Ra se sacudiram em sua tocha, mas seu peso me manteve abaixo. Curran se estrelou contra a guarda do sangue. A magia flutuou. Ele a golpeou uma vez mais, o impacto de seu corpo sacudia a parede vermelha e a rua de abaixo. Seus olhos ardiam brancos. A pele em seus braços desprendiam fumaça pelo contato com o amparo do sangue de Ra. Uma vez mais. Uma vez mais. Uma vez mais. Gretas se formavam na salvaguarda de sangue. Erra o olhou, seu rosto estava como esbofeteado pelo shock. Curran investiu o escudo. A parede gretada e vermelha se veio abaixo. Ele Irrompeu através dela, rugindo, sua pelagem estava em chamas, e se estrelou na neve. A magia me golpeio como um tufão de selvagem fúria. Gritei e me ecoei de Ra, dobrando-se de dor por cima de mim, seu cabelo caía como uma cortina escura. Agarrei-a por cabelo e atirou dela para baixo com odast minhas forças diretamente a minha espada. Assassina se deslizou em seu olho. Senti que perfurar o osso e a conduzi por todo o caminho. Erra vomitou sangue. Empapou-me como o fogo, minha magia se mesclou com sangue de minha tia quando escapava de seu corpo. Senti sua magia, da forma em que a tinha sentido na jaula de ouro dos Rakshasas. Lubrifiquei nosso sangue mesclado em sua cara, empujándol a, e viu um bosque de agulhas irromper através de sua pele. Ela gritou e afrouxou a tocha, gritei quando a ponta rasgou minhas vísceras. As agulhas se derrubaram e se fundiram na pele. -Você não me derrotasse-, Erra estava caindo ao chão . -Não o fará… Suas pernas não a sustentaram e caiu de joelhos. -acabou-se-, sussurrei-lhe com os lábios ensangüentados. O desespero reclamou sua cara destroçada. Ela arranhou a lança, tratando de atirar em posição vertical. Nosso sangue pintava a neve de uma cor rica cor escarlate.


-Morre-, disse-lhe. Ela caiu a quatro patas junto a mim. Seu único olho bom estava olhando meus. –Vive…muito tempo, menina-, sussurrou. -Vive o suficiente para ver todos seus seres queridos morrer. Sofre…como eu. Suas palavras me afetaram como uma maldição. Ela se derrubou na neve. Seu peito subiu por última vez. Um só fôlego escapou com um suave sussurro e a vida desapareceu de seus olhos. Olhei-a e me vi mesma, morta na neve. A ruína fumegante que era Curran levantou a cabeça ensangüentada. -Curran-, sussurrei. –me olhe. As queimaduras manchavam sua cara monstruosamente derretida. A pele brotava, correndo ao longo de seu corpo, ocultando as feridas. Seus olhos estavam ainda de cor branca pura. aproximou-se de mim, agarrou a tocha, e a saco de mim como um palito de dentes. Mãos com garras me recolheram. -Fala comigo-. Olhei a seus olhos e não vi nada. -Háb lambe, Curran. Um grunhido baixo retumbou em sua garganta. Não, não, não, não. Gastas formas retorcidas foram frustradas pela salvaguarda. Os primeiros exploradores vampíricos. Que tinha estado vendo a batalha até que tirou o chapéu quem era o ganhador. Curran viu os vampiros. Um som horrível saiu de sua boca, a meio caminho entre um rugido e um grito. lançou-se para o escudo. Uma fração desegundo antes de golpear as chamas escarlate, coloquei minha mão ensangüentada no feitiço defensivo de Ra. A magia atirou de mim. O vermelho se derrubou, e todo se voltou negro. CAPÍTULO 27 TUDO ME DOÍA. -Não te mova-. A urgência encheu a tranqüila voz do Jim. Fiquei imóvel, com os olhos fechados. A magia tinha cansado. O ar cheirava a sangue. Algo abanicó minha cara. Abri os olhos o suficiente para vislumbrar um pé com garras que passava fora de meu campo de visão. -Está no chão- disse Jim. -Estou na porta j usto em frente de ti. Quando lhe disser isso, corre para mim.


Meus olhos se abriram de repente. Jim se agachava na porta, Doolittle estava junto a ele. Derek ficou à esquerda, sua cara estava branca. além deles vi o Mahon que se abatia como uma montanha. Os olhos do Jim brilhavam de cor verde. -Ela não o entende-, murmurou Doolittle. Jim se inclinou para frente uma polegada. -Está na Fortaleza. Curran te trouxe aqui faz três horas. Está indo e vindo a seu redor. A taca a qualquer que tente entrar. Ele não está falando. Ele não me reconhece nem a mim nem a ninguém-. Fez uma pausa e agora espera. Kate, pode que se converteu em um lupo. Deve sair daqui, antes de que te mata. Se seu correr, nós fecharemos a porta logo que esteja fora. Temos a gente suficiente para contê-lo. Três horas. Não tinha falado em três horas. Sentei-me. Uma sangrenta mancha escura ocupava o chão debaixo de mim. Devia ter sangrado. Voltei-me e vi umas costas peluda cinza na parede do fundo e sobre ela uma juba emaranhada, manchada de sangue. Curran. -Kate-, sussurrou Jim. A besta que estava acostumado a ser Curran se deu a volta. Uns olhos quase brancos me olharam. Pu-me de pé. Saltou pela habitação, cobrindo a distância entre nós em um só salto. Suas mãos sujeitaram minhas costelas. Sacudiu-me até sua boca lena de dentes. -Hey, nenê-, pinjente quase em seus fauces, deixando que aspirasse meu aroma. Os olhos em branco apareceram a meus. Um grunhido profundo saiu dele. -Que medo-, disse-lhe brandamente. -Estou muito impressionada. Grunhiu. Seus dentes tocaram castanholas a um cabelo de minha garganta. -Curran-, sussurrei. –me recorde. Aspirou meu aroma. Suas orelhas se moveram. Ele estava escutando aos cambiaformas da porta. -Fecha a porta, Jim. Jim vacilou.


-Eu sou sua companheira. Fechamento a porta. Um momento depois a porta se fechou. Pus meus braços ao redor de seu pescoço. -É meu. Não pode deixar que ela ganhe. Não pode fazê-lo. Estava escutando, mas não me entendia. -Amo-te-, disse-lhe. - disse que sempre estaria para mim. Necessito-te agora. Volta para mim. Por favor, volta para mim. Pus minha cabeça contra a juba de Curran. -Volta para mim. Eu sei que está aí. Trouxe-me aqui . Não me matou. Sabe quem sou. Sua pele se deslizou sob meus dedos. ficou rígido. -Se voltar para mim, eu nunca te vou deixar-, sussurrei-lhe na orelha peluda. -Te vou fazer todos os bolos que possa comer. Toda a magia que tinha, todo o poder de meu sangue, tudo era inútil quando a magia caía. Ele me escapava, mais e mais, com cada segundo que acontecia . -Volta para mim. Por favor. Recorda que você queria que eu dissesse por favor. Estou-o diciend ou agora. Por favor, volte para mim. Nada. -Quem me vai proteger de mim mesma, se for? Quem vai brigar comigo? vou estar sozinha. Não me pode abandonar, Curran. Não pode deixar órfã à Manada. Simplesmente não pode. Apertei-me com ele. A dor explorou e gritou. Curran grunhiu e se apoderou de mim com mais força. Ele não se lembrava de mim. Curran se tinha perdido. Erra o tinha afastado de mim. Ela o arrancou de minha vida com seu último fôlego. O mundo havia se hei cho pedaços e terminado para mim. Nem sequer podia respirar. Os olhos me queimavam. Algo se rompeu dentro de mim e chorei. Abracei a seu pescoço grosso e chorei e chorei, porque se estava morrendo segundo a segundo e eu não podia fazer nada. -Volta para mim. Não me deixe sozinha. Não morra por mim, filho de puta estúpido. Que maldito jodido idiota. Disse-te que ficasse fora da luta maldita seja! por que diabos não te ocorreu escutar? Odeio-te. Odeio-te, ouve-me? Não te atreva a morrer por mim, porque te vou matar com minhas próprias mãos.


Sua pele fervia em minhas mãos e meus dedos roçaram a pele humana. Os olhos cinzas de Curran me olharam desde seu rosto humano. -me fale, carinho-, sussurrei-lhe. -Por favor falar comigo. Seus lábios se moveram. Lutou durante um bom momento e esforçando-se. -Não estou morto ainda. Os olhos se voltaram branco em sua cara. cambaleou-se e caímos ao chão. DOOLITTLE SE LIMPOU AS MÃOS COM UMA TOALHA. -Está em estado de vírgula. Seu corpo é humano, mas se sua mente voltará é um interroga nte. Entretanto, falou. Escutei-o através da porta e estava claro e coerente. Isso nos dá esperança. -Quando vai despertar? Doolittle me olhou, seus olhos inquietos. -Não sei. -Pode fazer algo? Não o pode curar? Ele negou com a cabeça e se separou de mim. –Para estono há padres. Tudo depende de seu corpo e do tempo. Jim ficou à vista. -Terá que deixar que lhe curem. Olhei-o fixamente. -O doutor vai curar te-, disse Jim, como a um menino pequeno. -Está ferida. Não é bom para ti estar ferida. Eu queria que me deixassem malditamente sozinha. -Desde quando te converteste em minha babá? Jim se agachou junto a mim. -por agora a Fortaleza inteira sabe que o Senhor das Bestas está em vírgula. Têm medo, estão molestos e querem her ir a alguém. O que necessitamos agora é à companheira do Senhor das Bestas sobre seus próprios pés. Você precisa estar em funcionamento, por isso pode caminhar através da Fortaleza para manter às pessoas afastada do pânico. -Eu não vou a nenhuma parte enquanto ele esteja desta maneira. Jim sacudiu a cabeça. –Você vais levantar te e a te pôr justo onde te digo. Esse é seu trabalho agora. -me deixe malditamente só ou vai doer te-, grunhi-lhe. -Isso é muito bonito-, disse Jim. -Mas primeiro vamos necessitar que te prepare.


Doolittle pôs o dedo em meus jeans uns cinco centímetros por cima do joelho. -Cortar daqui até o tornozelo. Jim brilhou uma navalha, cortou ao longo de meu jeans pela perna direita. Doolittle olhou para baixo. –Olhe. desenvolveu-se uma grande protuberância no lado esquerdo de meu joelho. O músculo ao redor dela se inchou, desfigurando-a . -Sabe o que é isto?-, disse Doolittle. -Luxação rótula. -Boa garota. Tem duas costelas rotas, contusões graves, uma ferida no estômago, e ao menos quatro cortes profundos que posso ver, e todos eles estão sujos. A ferida se fechará, mas se não tomarmos cuidado com ela agora, não estará aqui, se se levante. Disse "se”, não "quando”. Se se acordada. Doolittle me agarrou o tornozelo. -lhe agarre o joelho. Jim agarrou a parte inferior do joelho em sua mão. Os olhos do Doolittle se encontraram com meus. -Sabe como vai isto. Apertei os apoyabrazos da cadeira. –Faz-o. Girou a perna. Um raio vermelho de dor se disparou através de mim, me arrancando um grito. Doolittle apareceu aos olhos. -Isso deveria te haver trazido de volta à terra. Está conosco agora? Apertei os olhos fechando-os contra a dor. -Bom-, disse Doolittle. -Agora vamos ver as costelas.

DEREK BATEU NA PORTA. Eu sabia que era ele, porqu e ele sempre chamava duas vezes. Fechei o livro que estava lendo em voz alta. -Sim? Derek, o menino maravilha me olhou com um olhar de preocupação em seu rosto. -Como se sente? -Igual.


Tinham passado três dias desde que Curran se derrubou. Ele não mostrava nenhum sinal de despertar. Eu o tinha movido ao sofá, porque a cama era muito alta, e me havia facho uma cama para mim no chão junto a ele. Eu não tinha saído de seu lado salvo pelos poucos minutos que tinha que ir ao banho. O menino prodigiotenía o diabo de uma vez me levar a comer. -Julie me chamou-, disse. -Ela diz que a escola não a deixa ficar em contato contigo. -Foi uma medida de precaução contra Erra. Julie estava viva. Está zangado comigo? -Está ferida-, disse. -vou falar com ela. Dava-me conta que havia mais. -lhe dê, Derek. Que mais? -O Conselho da Manada se convoca em quatro horas. Eles vão debater o que fazer se Batalharem não acordada. -E? -fala-se de expulsar aos que compartilham os quartos de Curran, já que não são oficialmente um alfa. Minha risada ressonou na sala, fazendo soar frio e quebradiço. Derek deu um passo atrás. Seu rosto se suavizou, sua voz havia ganhando uma qualidade quase de súplica. -Kate? vê-te horripilante debaixo desse entalhe. Por favor. -Não se preocupe por isso-, disse-lhe. A magia tinha golpeado por umas quantas horas de ontem e Doolittle passou a maior parte da onda me recompondo, já que não podia fazer nada com Curran. Eu não seria capaz de lutar. Erra tinha feito um bom trabalho naquele ponto, mas tinha deixado em mim o suficiente para um bom espetáculo . -Alguma chamada do Andrea? -Não. Os cambiaformas tinham informado que Andrea tinha sobrevivido ao fogo no buraco de Mole, mas ela não tinha feito nenhum intento de correio nerse em contato comigo. Meu melhor amiga tinha-me abandonado e a sentia falta de. Mas então provavelmente não era boa companhia neste mesmo segundo. Talvez fora o melhor. -Ainda não há palavra no Naeemah?- Perguntei-lhe. Ele negou com a cabeça. -Mas há duas pessoas do clã Bouda aqui. Dizem que tem algum tipo de acordo com a tia B. Empurrei-me fora da cadeira e lhe entreguei o livro. -Página 238. lhe leia enquanto eu falo com


eles. Por favor. Derek se umedeceu os lábios. -Não estou seguro de que ele nos ouça. -Quando estava inconsciente depois de que os rakshasas quase me matassem, ouvia vozes. Ouvi Curran, a Julie, ao Andrea. Eu não sabia o que estavam dizendo, mas reconheci as vozes. Assim é como soube que estava a salvo. Quero que o as, assim ele sabe que não está morto e que não está sozinho. Derek se sentou em minha cadeira e abriu o livro. Passei pela porta da sala de reuniões. Um homem e uma mulher se levantaram a lombriga. O homem era de estatura média e construído como um jovem boxeador peso leve: ridiculamente tonificado, mas sem nenhum tipo de volume. Esses tipos eram rápidos ímpios. Poderia pensar que p odeia superá-los, e então despertaria no chão, bem fria. Seu rosto era de rasgos afiados e seu cabelo brilhava de cor vermelha intensa. Era um milagre que não pusesse a habitação em chamas. A mulher era moréia, quinze centímetros mais alta, v einte quilogramas mais, todo músculos e estava fazendo um grande esforço para não franzir o cenho. Estava fracassado miserablemente. Eles baixaram a cabeça. Os dois pareciam estar em meados dos anos vinte. -A tia B envia suas saudações-, disse o homem. -Estou Barabás. Esta é Jezabel. Arqueei minha sobrancelha. -Nomeie ambiciosos. -As mães Bouda têm grandes esperança para seus filhos-, explicou Barabás. -Nosso alfa nos diz que somos deles. Se nos encontra adequados, vamos servir a de agora em diante. Se não, vão enviar repostos. Sentei-me na cadeira. -O que lhes fez candidatos para este serviço mierda, Barabás? Ele piscou -Não vejo tia B passar uma oportunidade de matar dois pássaros de um tiro. Então, o que fizeram para que ela queira lhes expulsar do trato cotidiano com os bouda? -Minha mãe é uma bouda-, disse. -Meu pai é de Clã ligeiro. Desenhei ágil da loteria genética. Quando dois cambiaformas de diferentes clãs se emparelhavam, o que ocorreu com maior freqüência com boudas, já que só havia uma trintena deles, os meninos tinham as mesmas oportunidades para transformar-se na forma de qualquer de seus progenitores do Lyc-V. -No que te converte? Em mangosta. Há problemas de posição dominante no clã-, disse.


-Não joga segundo as regras-, disse Jezabel. Barabás suspirou. -Sou gay. Elas me vêem como a competência e eles me tratam como tratariam a uma mulher bouda, o que significa uma interferência em uma hierarquia estrita. Não encaixo muito bem e não tenho nenhum desejo de que me massacre uma carga d e minhas primos, assim posso ser um bom bouda mulher-. Olhei ao Jezabel. -E você? Jezabel empurrou o queixo para mim. -Eu desafiei a minha irmã por seu lugar no clã. -Como foi? -Perdi. Sentei-me mais reta. Os duelos pelo domínio entre os cambiaformas eram à morte. Sempre. -por que segue respirando? -Apunhalou-me no coração com suas garras. Sofri unparo cardíaco e estive clinicamente morta durante oito minutos. Quando voltei em mim, não se atreveu a me matar pela segunda vez. Seria uma mancha para ela e para mim. Sou uma morta andante, e enquanto eu esteja aqui, eu sou a prova de que ela é débil. Grandioso. Realmente tinha que admirar a tia B. Se qualquer deles deixava do clã por sua conta, poderia ter sido tomado como um signo de covardia de sua parte. Assim as coisas, sua honra estava intacto. -É bons na política da Manda? -É muito bom-, disse Jezabel. –Eu sou melhor com a força, mas sei as regras. Eu sei o que a gente pode e não pode fazer. Não sou estúpido e pue dou ser útil para você. Suspirei. -Ambos estão contratados. Tenho uma reuni ón do Conselho em quatro horas. Eles vão tratar de me apartar. Descobre o que deveria esperar. Levantei-me e voltei com Curran. Eu tinha dois terços do caminho através da princesa prometida e ele queria saber o que passava depois. Quando entrei, Derek se levantou da cadeira. -Acercade Julie… -Sim? endireitou-se, seu novo rosto olhando muito apertada em seus ossos. -Mentiu-me. Ela não te chamou. Lutei com o impulso de cair. Agora me estava mentindo. -Está ela bem? -Estou bem-, disse uma voz débil do centro da habitação.


Voltei-me. Julie se sentou no chão com seus pés baixo ela. Levava um pulôver negro e sua cara parecia muito pálida contra a lã escura, cs i transparente. Seus enormes olhos escuros me olharam. ficou de pé. -Escapei-me. Cruzei o chão e a abraçou. Derek se retirou da sala. -Fui a casa-, disse Julie com suavidade. -Estava preocupada. Não fica nada nela. Todas nossas coisas tinham sido destruídas. O que aconteceu? -É uma história muito larga-. Pelo menos, tinha-a mantido a salvo. -Estou em problemas? -Não, pequena-. Apertei-a e beijei seu cabelo loiro. -Está viva. Todo o resto se pode arrumar.

QUATRO HORAS MAIS TARDE ME SENTEI NA sala privada de reuniões de Curran. Diabinho se sentou frente a mim. Jezabel se tinha encarapitado à mesa e Derek se inclinava contra a porta. Julie se tinha devotado para ler a Curran. -Não é universalmente querida-, disse Diabinho. me diga algo que não saiba. -Há sete clãs-, continuou. -Dos sete, pode contar com o apoio do clã felino, e a menos que minha grande tia B este dando um giro completo, o boudas estão de seu lado também. Os lobos são fanáticamente leais a Curran. Normalmente te ajuda riam, mas matou à irmã pequena do Jennifer. O corpo retorcido da moça apareceu ante mim. –Isso não será de ajuda. -Ninguém está discutindo a morte-, disse Barabás. - Foi uma morte justificada, e com o tempo, Jennifer o verá. Mas agora, ela está de luto. O a tem que culpar a alguém, porque não pode culpar-se a si mesmo mais do que já o faz. Tudo isto põe ao Daniel em uma posição difícil. Ele não se oporá a ti. Isso seria desleal para Curran. Mas não pode te apoiar abertamente, porque tem que ser leal a sua companheira. O curso de ação apropriado em casos como este é a abstenção, e os lobos sempre fazer o correto. Assim não te fará mal, mas não lhe ajudasse tampouco. -Esses são três-, disse-lhe. Barabás assentiu com a cabeça. -Logo temos ao clã pesado, os grandes depredadores que não encaixam nos outros clãs. Javalis, bisões, glutões, inclusive um babuíno, mas a maioria deles são ursos e os ursos odeiam ser surpreendidos. Gostam do status quo e Mahon é um urso típico. É provável que se oponha a ti. Não é nada pessoal. Você simplesmente não encaixa em sua


descrição do que deveria ser-. Diabinho se inclinou para diante e emoldurou uma caixa quadrada imaginária com suas mãos, as Palmas frente a frente. -Aos dezoito anos, pessoas como eu temos uma opção: podemos ficar com o clã de nossos pais ou podemos ir ao clã de outras raças. Eu escolhi ficar com os boudas. Todos meus amigos estavam ali e minha família, e não conhecia ninguém no clã ligeiro. Mahon se sentou comigo pouco depois e quis saber por que. -Não tinha direito a perguntar-, grunhiu Jezabel. -Acabamos por ter uma conversação-. Barabás a olhou. -Expliquei-lhe minhas razões, mas não pude lhe fazer entender. Para ele, eu era uma mangosta e meu lugar estava junto ao Clã ligeiro, porque essa é a forma em que deveria ser. Você é um ser humano e é a companheira do Senhor das Bestas e agora, nominalmente, ocupa o lugar de Alfa da Manada. Isso não encaixa em seu cérebro e ele se manterá firme aí. -Também se referiu a Curran-, disse Jezabel. -Ele esun firme partidário do Senhor das Besta, e o Senhor escolheu. Barabás assentiu com a cabeça. -Ela tem razão. Quando Mahon olhe Curran, vê pequenos bebe, que para ele significam uma dinastia e estabilidade. Se acreditar que há uma possibilidade de que afete a Curran, ele pode decidir não seguir a corrente. -Assim poderia ir em qualquer direção? -Sim-, disse Diabinho. –O clã ligeiro é tão reserva dou como de costume, assim não pudemos averiguar nada. O clã dos ratos em problemátic O. Derek se moveu. Conhece o Lonescos. Uma luz brilhou nos olhos de depredador de Diabinho. -por que, porque todos os homens gay se conhecem? -Esteve nas patrulhas da zona norte com os ratos durante dois anos-, disse Derek. Jezabel soprou a Diabinho. -Idiota. Diabinho fez uma careta. -Está bem, entrei nisso. Os ratos são neofóbicos. Odeiam o novo, não atacam a menos que saibam que podem ganhar, e não se confiam em ninguém. Lonescos não te conhece. Não te ajudará. Até o momento, tratava-se de dar forma, decididamente, não em meu favor. -Seu maior problema são os chacais-, disse Diabinho . -São um novo casal. Eles vieram do Ocidente faz uns dois anos, esperaram o tempo requerido na Manada, e desafiaram aos alfas antigos. São desagradáveis em uma briga e ambiciosos. Eles lhe vêem como um branco fácil e estão impacientem por uma oportunidade para grunhir e mostrar a todos seus grandes dentes. Lhe vão matar e não o pense duas vezes. -Pode o Conselho me apartar?


Diabinho fez uma careta de novo. -É uma situação delicada. Tecnicamente, sim. Você está emparelhada a Curran, ninguém dúvida disso. Mas ainda têm que te demonstrar a ti mesma como uma alfa. Até que o companheiro de um alfa o demonstra, lhe trata como um membro de fila e está sujeito à autoridade do Conselho. Isto quase nunca acontece. Só pude encontrar um caso nos últimos vinte anos, quando o alfa dos lobos do clã morreu antes de que sua companheira tivesse podido ficar a prova. -O que aconteceu? -A companheira foi apartada. Eu os olhava. -Não vou renunciar. Não vou deixar os solos com Curran. Derek saiu da habitação e deu um passo para voltar a entrar -O Conselho estará preparado em dez minutos. Levantei-me. -Vamos agora. Derek, fique aqui e dobra o guarda, enquanto que não estejamos. Saímos dos quartos de Curran e nos dirigimos para as escadas, Barabás a minha direita e Jezabel a minha esquerda. -Não provoque aos alfas-, disse Diabinho. -Um alfa não pode desafiar aos de abaixo. O desafio tem que vir de um membro da Manada inferior a um superior. Já que tecnicamente não tem um status, enquanto que não desafie abertamente, se nos atacarem, é um assalto, e nós lhe poderemos ajudar. -Não se pode levar uma arma ou armas de qualquer outro para a provocação, salvo uma faca de seis polegadas-. Jezabel tirou uma faca forte de dobro fio e me passou isso. –No caso de. Se os faz lutar, lutar até a morte. Não os deixe com vida. O Conselho tinha programado a reunião, enquanto que a tecnologia estava ativa. Tratando de me pôr em desvantagem. À medida que caminhava pelo corredor, podia ouvir a voz do Doolittle. -… falou. As palavras eram claras, falou. Indica um retorno da capacidade cognitiva. -Não há garantia de que o Senhor das Bestas possa despertar-, interrompeu uma voz masculina. -Certamente a todos nós adoraríamos que se elevasse como ave fênix de suas cinzas, mas temos que enfrentar uma dura realidade: pode que não o faça. Seu suposto casal não é uma cambiaformas. Ela não tem lugar nas habitações do Senhor das Bestas. Quando a mesma situação se produziu dentro do clã lobo, a companheira se retirou. -O Clã do Lobo não está disposto a expressar seu ou pinión-, disse a voz do Daniel. -Agora é o momento para a liderança-, saltou o homem desconhecido -Ela deve ser eliminada para dar passo a uma nova alfa.


-E quem seria, Sontag?-, Perguntou a tia B. -Tegustaría sê-lo? Chegamos à porta.

-Se enfrentar a alguém, não podemos interferir-, murmurou Diabinho. -Recorda, não os provoque. Abriu-me a porta e caminhei ao interior quatorze pares de olhos me olhou ao redor da mesa. além dos alfa, outros quatorze cambiaformas espera ban, os betas de cada clã, convidados como cortesia. Olhei-os de frente a frente. -Que coño te crie que está fazendo?-, Disse a voz masculina. Terceiro homem da esquerda. Alto, enxuto. Sontag. Eu o olhava. -Está preparado para pôr suas garras aonde está sua boca, ou vais tremer detrás dos grandes e ladrar todo o dia? Seus olhos se acenderam com o amarelo. -É um desafio? -Sim, é-o. Saltou da cadeira, voltando-se peludo em pleno vôo. Eu joguei a um lado e o cortei com a faca no pescoço. O sangue saiu a fervuras da carótida atalho como o aspersor de uma pistola de água, a pulverização da mesa. Rodei. Dava-lhe uma patada no joelho. Seus ossos rangeram. Ele caiu ao chão. Agarrei-o por cabelo, lecorte no pescoço grosseiramente, e chutei sua cabeça. Seu pescoço rangeu e o crânio Sontag rodou sobre a mesa. Sua companheira se equilibrou sobre mim. Apunhalei-a em elcorazón. Ela apertou os dentes em meu braço direito e eu lhe cravei os dedos nos em seus olhos. Uivou. Atirei da faca e a apunhalei até que deixou de mover-se. Tudo isto durou perto do meio minuto. Uma eternidade em uma briga. Voltei-me para o Conselho. Seus olhos brilhavam. Suas fossas nasais se dilatavam pelo aroma do sangue. Não disseram nada. Um casal de anciões se levantou de entre os betas e se aproximou da mesa. A mulher deu uma patada ao cadáver da mulher alfa fora do caminho e os dois se sentaram nas cadeiras manchadas de sangue. -O clã chacal não tem nenhuma objeção à presença da companheira nas habitações do Senhor das Bestas-, disse o novo alfa dos chacais.


Um casal de anciões japoneses no outro extremo se agitou. –O clã ligeiro não tem nenhuma objeção ao casal-, disse o homem. -Recordaremos Myong-, seu companheiro lhe disse em voz forte acento. -Não o esqueceremos. Observei ao resto do Conselho e olhei diretamente ao Mahón. -Alguns de vós me conhecem. Alguns me viram lutar e alguns são meus amigos. Quando votarem devem ter isto em conta: se vierem a me tirar, terão que fazê-lo pela força, porque se tratais de me separar dele, matarei-lhes a todos e a cada um de vós. Minha mão não tremerá. Meu objetivo não se cambaleará. Minha cara será quão último verão antes de morrer. Cravei a faca na mesa e fui. Cheguei às escadas antes de que minha visão se nublasse e minhas pernas se voltassem de borracha. Uma mão firme se apoderou de meu cotovelo. Jezabel me sustentou em posição vertical, mantendo quase todo meu peso, e seguimos caminhando. -Você maneira de jogar os deixou gelados-, Barabás grunhia através de seus dentes. -Todo idiota que queira fazer um nome irá a por ti ah ora-, disse Jezabel. -Ela deve ser vista. Ela tem que caminhar. -Tem uma hemorragia. vai cair. É melhor que caia. Ela tem que caminhar por sua conta. -Já o tenho-, grunhi e me obriguei a subir as escadas. Cada passo me cravava uma faca no joelho. Jodidas escadas. Quando despertasse, faria-lhe me fazer instalar um maldito elevador. -Só quatro vôos mas-, disse-me Jezabel. -Está Doolittle detrás de nós? Barabás olhou para trás. –Sim. -Bem. Um ano mais tarde, Derek fechou a porta detrás de n osotros e me deixei cair sobre o tapete no corredor. Momentos mais tarde Doolittle entrou. -Recolham, rápido, rápido. Jezabel me levantou do chão e se foi correndo comigo às habitações de Curran. -O que acontece ela? -Seu joelho se fez pedacinhos e os tendões em seu braço esquerdo estão quebrados. Tomou horas para chegar caminhando corretamente. E voltou a abrir suas feridas. Insensata, Kate. É uma maldita imbecil, isso é o que é. No momento em que me levou a habitação, a adrenalina se acabou e eu estava gritando.


Quando Doolittle cravou uma agulha em meu braço, esvaziou uma seringa cheia de analgésicos em minha veia, então vi a cara da Julie. -Cuidaste-o?-, disse-lhe. –Tem-no feito. despertou-se? Ela só me olhou. -despertou-se? -Não. Fechei os olhos e deixei que a medicina me tombasse.

O CONSELHO TINHA DECIDIDO A MEU FAVOR. OS LOBOS e o clã pesado se abstiveram, os ratos votaram em meu contrário, os gatos, boudas, o clã ágil, e o clã chacal votaram por mim. Três dias mais tarde Mahon veio para ver-me. Eu estava t ode enfaixada, os cambiaformas tinha declarado aberta a temporada de caça. Este tinha sido o quinto ataque desde que tinha matado aos chacais alfa. Eu ainda estava ganhando, mas com muita dificuldade. Tinha mantido esperando ao Mahon durante uns cinco minutos. Quando finalmente saí de nossas habitações, Mahon parecia como se uma tormenta se montou em suas escuras sobrancelhas grosas. Derek estava impassível e meus dois boudas obviamente conspiravam sem dizer uma palavra para assassinar ao Mahón, se dava um passo fora da linha. -Quero vê-lo-, disse Mahon. Fiz a um lado. -Você também. Tenho algumas costure que desejo lhes dizer aos dois. Conduzi-o ao interior. Olhou a Curran. Eu o olhei também. Não deixava de pensar que ele despertava em qualquer momento, e procurava os mais pequenos indício de movimento, até que comecei a ver coisas que não estavam ali. -Não é adequada-, disse Mahon. –Não é uma cambiaformas. Não nos entende e provavelmente nunca o fará. Isto-, estendeu seus enormes braços, o que indicava o dormitório, a mim, e Curran, -está contra meu bom julgamento. O disse antes. Ele teve muitas mulheres. Pensei que ia trocar de idéia. Eu o observava. Se me atacava aqui, ia perder. Não podia ganhar no Mahon em meu melhor momento, e agora mesmo tinha que brigar para me manter em pé. -Como hei dito, isto é imprudente. Mas ele escolheu. Eu respeito ao homem em que se


converteu e respeito o que ele tem feito por nós. E te respeito por estar junto a ele-. Mahon encontrou com meu olhar. -Nunca poderá ser meu alfa. Terá que viver com isso. Mas sempre será minha Senhora. Senti-me como uma pretendente ao trono de um drama medieval. Mahon se inclinou sobre Curran e lhe tocou o ombro. -Que durma bem. Não vou desafiar a e tampouco o fará meu povo. Falaremos mais quando despertar. Saiu.

ENTREI NA HABITAÇÃO, COM UMA TAÇA de chá e apoiada em minha fortificação. Derek se levantou da cadeira, assentiu com a cabeça, e se foi dizer uma palavra. Sentei-me no bordo do sofá e dava um sorvo a meu chá. Curran estava imóvel, uma via intravenosa lhe pendurava do braço. Tinha perdido peso. Quinze quilogramas, pelo menos. Tinha a pele pálida. Doía vê rlo. Apartei o medo a um lado. -Não tive que matar a ninguém hoje. Lembrança, o primeiro par de dias, quando vinham três vezes ao dia, logo dois, logo um. Hoje ninguém me desafiou. Já é tarde, assim se alguém se apresenta, o guarda lhe dirá que volte pela manhã. Talvez estejam fazendo o vago. Tirei-me as botas, fazendo uma careta por uma pontada de dor. -Julie se apropriou que sua habitação das tontitas. Fiz atirar todas as savanas, ou seja que loucuras tinham acontecido o elas, agora tem umas novas. Negras. Ela pintou as paredes de negro. As cortinas são de encaixe negro. Tratei de convencê-la para manter os móveis brancos, mas a vi levar uma lata de pintura ali, assim acredito que serão de cor NE gro pela manhã. É como uma maldita masmorra. Tirei-me a camiseta e deslizei a seu lado. Minha voz era suave. -Essa é a boa notícia. A má notícia é que aconteceram onze dias desde que ficou dormido e estou começando a ter medo que não desperte. Contive a respiração, mas ele ficou quieto. -vamos ver… Que mais? Estou farta de matar. Dooli ttle diz que poderia haver um dano permanente em minha perna esquerda. Curará-se com o tempo, inclusive se ele não crie assim, mas enquanto isso me dói como o inferno. Quer que deixe de me apoiar nela, assim que me deu este formoso fortificação. Só o posso utilizar aqui para que o resto da Fortaleza não me veja débil. Só queria que despertasse. É obvio, não o fez, assim segui falando, tratando de manter o pânico encurralado.


-Ainda não chamou que o Andrea. Jim se mantém a distância, coisa que posso entender. Derek diz que está ajudando entre bastidores, sign ifique o que signifique. Os lobos seguem encontrando maneiras de parafuso comigo. Têm-me feito mediar em um divórcio. Assim, pediram-me que o fizesse, e segundo Diabinho, não podia dizer qu e não. trata-se de um casal de japoneses. Eram membros de uma pequena Manada e se casaram muito jovem e tiveram dois filhos. O marido foi expulso da Manada sob suspeita de roubo. A mulher ficou atrás, já que os avós tinham os meninos. Estava deitado a meu lado e se eu não o olhava, quase podia imaginar que estava escutando. Fechei os olhos. Doía-me o corpo. Doolittle queria que guardasse repouso em cama, mas os boudas me queria fora de casa, o que demonstraria que estava em bom estado físico e lista para lutar com todos e cada um dos que me desafiassem. -Ao parecer, o marido se aberto caminho até aqui isso foi uns oito anos atrás. Tive ao Derek revisando os registros, estão limpos, por isso se está roubando, é brilhante em ocultá-lo. Reuni-me com ele. Parece ser um tipo decente. Em setembro passado, A Manada dos ligeiros lhe pediu que se unisse a eles. Agora estão apanhados. O marido tem a outra pessoa, a mulher também tem outra pessoa, mas pela lei do lobo estão acoplados de por vida e os avós de ambos os lados estão horrorizados. Não ajuda que todos eles sejam japoneses. Ponho-os na mesma habitação e ninguém fala. Todo mundo se sente envergonhado e seguem me pedindo desculpas sem parar. Não sei o que fazer -provaste a Lei de Segunda Oportunidade?-, Disse Curran. Fechei os olhos com mais força. Estava-me voltando louca. Agora me imaginava falando em minha cabeça. Inclusive uma conversação imaginária era melhor que nada. -Não, o que é isso? -É a lei que diz que os cambiaformas que se unem à Manada tem o direito de uma só vez a uma nova identidade. Se o marido não fez uso dela quando se uniu, pode declarar-se o oficialmente morto e lhe permitirão unir-se com um n uevo nomeie. Seu ex algema será oficialmente viúva. Um braço quente me abraçou. Meus olhos se abriram de repente. Ele me estava olhando. Estava pálido, seus olhos estavam afundados, mas ele me estava olhando. -Ficou comigo-, disse Curran. -Sempre. Ele sorriu e ficou dormido. Curran se agitou de novo, uma hora mais tarde. Corri à cozinha, e no momento em que retornei com um prato fumegante, estava sentado e atirando da IV de seu braço. -O que é esta mierda?


-Manteve-te com vida durante onze dias. -Bom, pois eu não gosto. Dava-lhe um prato de sopa. A pôs a um lado, aproximou-se mim, e me apertou contra ele. Enterrei minha cara em seu pescoço. Os olhos me arderam e chorei. Sua mão me acariciava o cabelo. -Ficou comigo. -É obvio que fiquei contigo. Creíste que te abandonaria? -Ouvi que me lia. E falava. Beijei-o. Sabia a minhas lágrimas. -Enquanto dormia? -Sim.-Tratava de despertar, mas não podia. Só aferrei a ele. -Não vamos fazer isto outra vez. Nunca. -Isso sonha bem-. Deu-me um beijo. -Tem que comer. -Em um minuto-. Ele me sujeitava com mais força. Sentamo-nos juntos durante uns poucos minutos felizes. Dois agudos golpes ressonaram na porta. Derek. Sempre chamava duas vezes. Kate? -Adiante-, disse-lhe. Derek caminhou ao interior -Tenho um lobo aqui que quer verte. Ele diz que é uma emergência. Provavelmente, outro desafio. O que quer que eu…? Tinha a boca aberta. Curran o olhou. -Traz-o dentro. Não lhe diga que estou acordado. Derek fechou a boca com um clique e se foi. -Ajuda-me? Agarrei-lhe a mão e atirei dele na cama. Parpadeóel relógio de corda na parede. -Hoje é quarta-feira? -Sim. Agarrou o prato de sopa e bebeu dele.


A porta se abriu. Um homem hispano passo dentro. Viu Curran e se congelou. Curran termine de drenar o recipiente e o olhou. -Sim? O lobo se deixou cair em cuclillas e ficou allí,con a cabeça encurvada, olhando no chão. -Não tem nada que dizer? O lobo moveu a cabeça. -O Conselho tem uma reunião prevista em três minutos. Vê ali e lhes diga que me esperem, e poderia esquecer que alguma vez esteve aqui. O lobo se voltou, levantou-se, e se foi dizer uma palavra. A porta se fechou detrás dele. Curran se balançava. Eu lhe sustentei. Minha perna cedeu e nos nos desabe no sofá. -Ai. Curran negou com a cabeça. -Está seguro de que está preparado para uma reunião d o Conselho? voltou-se para mim. Ouro laminado sobre os olhos, o frio e letal. -Estou seguro. Mais os vale estar preparados para mim. levantou-se e se dirigiu ao quarto de banho. O seguíen caso de que cambaleasse. Fez-o, no caminho de volta, e se sujeitou contra a parede. Deslizei meu braço ao redor de sua cintura. -A sopa funcionará em um minuto-, disse. -É obvio. te apóie em mim-. Fez-o e lentamente nos dirigimos à porta. –Somos um par de duros. -O suficientemente duros-, grunhiu. Cinco minutos mais tarde entrou na sala de Conselho por seu próprio pé. Os cambiaformas o viram e se fizeram a um lado, em silêncio. Chegamos à habitação. Eu ouvia às pessoas murmurando em seu interior. Curran respirou fundo, impulso a porta aberta, e rugiu. O som da fúria leonina estalou como um trovão, sacudindo as janelas. A gente no corredor se encolheu. Quando morreu, podia-se ouvir caerun alfinete. Curran manteve a porta aberta para mim. dirigiu-se a seu assento na cabeceira da mesa, agarrou outra cadeira, pô-la junto a ele, e me olhou. Cheguei e me sentei. Ele se sentou em seu assento.


O olhar dos alfas ficou na mesa. Nem um solo par de olhos olhou para cima. Curran se inclinou para frente, com os olhos empapados de ouro furioso. –lhes explique. EPÍLOGO O edifício era de tijolo maciço, construído de acordo com a nova moda, em lugar do velho de só dois pisos de altura, de metal em cuclillas, grosas grades nas janelas e uma porta muito resistente ao tempo. sentou-se na rua tranqüila, além da zona industrial noroeste, que agora era uma antiga ruína. além de ser robusto e em boa forma, não podia ver nada especial nele. -O que é isto? Curran sorriu a meu lado. -Um presente de Natal. Olhei a casa. depois das últimas três semanas, um presente de Natal era a última coisa que esperava. Curran se sentiu traído pela Manada. Desde seu ponto de vista, tinha trabalhado anos para o benefício de seu povo, e sua lealdade tinha durado menos de quarenta e oito horas. Em troca de seu serviço, tinham tratado de expulsar a sua companheira, e como ela não ia deixar o, tinha tentado matá-la. Curran tomou a maratona de luchacon a morte como um pouco muito pessoal. Cada ano, a Manada celebrava a tradicional festa de Ação de Obrigado, que consistiu em um jantar de proporções épicas. Curran estava acostumado a passar horas ali, falando com todo mundo. Esta vez entrou, grunhiu: -Têm minha permissão para comer-, e sefue. Tivemos um jantar privado em nossas habitações e nos fartamos de bolo. Além disso, negou-se a deixar a nossas habitações. Para tomar ar fresco, íamos ao terraço, onde havia um pátio enorme, com um poço de fogo e uma churrasqueira. Tínhamos construído um boneco de neve, e Julie praticou tiro com uma mola de suspensão. Visitamos seu ginásio privado. Isso foi tudo. Assim quando ele me pediu que viesse à cidade com ele, decidi que era um bom sinal. Levou-nos menos de uma hora chegar até aqui e eu gostei de conduzir. Inclinei a cabeça e olhei a casa de um ângulo diferente. Nem idéias nem revelações especiais se apresentaram. Talvez me tinha comprado um novo lugar para viver. -É esta uma forma arrevesada de me convidar a sair? -Nunca deixa a casa, embora goste. Curran se dirigiu para a porta caminhando sobre a neve e a abriu. Entrei. Do interior da casa se via igual de resistente. As janelas eram pequenas e restritivas, mas o suficientemente numerosas como para que entrasse muita luz. A habitação do frente ocupava a maior parte da planta. Duas mesas esperavam nas esquinas opostas. Havia fichários aproximados às paredes. Caminhei até a porta da esquerda. Uma habitação estreita, repleta de


estanterías, a metade médio vazia, cheia de frascos e caixas de diferentes ervas. Parecia como se alguém tivesse feito um trabalho decente ao abastecer-se de fornecimentos alquímico. -Há mais acima. Uma inspeção superficial do segundo andar mostrou um arsenal básico e uma habitação com um pouco de equipe para diagnosticar se algo era mágico ou não. Não era o melhor do mundo, mas se o suficiente para sair adiante. Baixei e me sentei na escada. -O que é isto? Deu-me seu olhar Senhor das Bestas. -É teu. -Desculpa? -A casa e o conteúdo. É teu se o quiser. A Manada respalda o negócio: comprou os fornecimentos e pagará seu salário e um modesto presup uesto de funcionamento por um ano, depois do qual obterá vinte por cento em seus gan ancias. Que se reduzirá dentro de dez anos quando o empréstimo seja pago. Rafael tem toda a documentação-. Aproximou-se da mesa e levantou uma pasta manila. -Tudo o que precisa é completar o nome, será admitido pela secretaria do estado. Eu o olhava. -Sua própria Ordem. Ou seu próprio Grêmio. Seja qual seja a forma que escolha lhe dar. -por que? cruzou-se os braços sobre o peito. –A Manada te custo seu trabalho. -Eu mesma me custei meu trabalho que já estava podre de todos os modos. Ele negou com a cabeça. -Deveste ajudou. É a forma que tem a Manada de te recompensar. Todo mundo tem algo, alguma coisa que te faz te sentir feliz. Acredito que isto é o teu, e eu quero que seja feliz. Você não tem que fazê-lo, per ou está aqui se decide retornar. -Há um truque? -Há um par. Cláusulas padrão da Manada: As s olicitudes da Manada têm prioridade, sempre. A segurança dos membros da Manada anula todo o resto, e os interesses da Manada deve ser protegido a toda costa. Em caso de que pode ser um membro da Manada suspeitas de atividades delitivas fora da Manada, deve informar aos advogados da Manada, por isso o suspeito pode ser interpelado pelo conselho. Sorri-lhe. -Tem alguma petição assim? Fechou a mandíbula.


Pus-se a rir. -Fora com isso. Sei que se fosse a sua maneira, estaria encerrada em suas habitações, Segura, descalça e grávida. -Não estou tão louco. Levantei a mão, com meu dedo indicador e o polegar com um pequeno espaço de separação. -um pouco. Sei o que fazer isto te está matando, assim q ué lhe ajudaria a respirar melhor? Soprou o ar como uma baleia. -Volta para casa. Todas as noites. Jantar comigo. Se sair do escritório por mais de umas poucas horas, agradeceria-te uma chamada, assim sei que está a salvo. Se estiver em problemas, diz-me isso. Sem mentiras, sem evasões, sem secretos. E se necessitar músculo, por qualquer motivo, utiliza à Manada. Não quero que corra por aí só e morra. Meu psicopata pessoal em toda sua glória, fazendo todo o possível para ser razoável. -Algo mais? -Nenhum negocio na tarde das quartas-feiras, se pode evitá-lo. As quartas-feiras escutam as petições e as disputas. Fiz uma careta. -Ódio as petições. -Eu, também, assim não devemos as sofrer sozinhos. Além disso, eu gostaria que fizesse tempo para assistir às funções normais se não ter programado nada durante a semana, assim não morrerei de aborrecimento. Isso é tudo. Olhamo-nos o um ao outro. -Então, você gosta?-, perguntou. -eu adoro-. Levantei-me e agarrei a pasta da mesa. –Obrigado-. Beijamo-nos e saímos. À medida que me afastava de meu novo escritório, perguntou-me: -E como a vais chamar? Sorri-lhe. -vou ter que pensar em algo engenhoso. Algo que faça referência a minha capacidade para resolver os casos em um resplendor de glória intelectual. -Sua capacidade para cortar a todo os que se interpõem em seu caminho com a espada, eu gosto mais. -O que seja, Seu Pilosidad.

New Atlanta Journal-Constitution: dá-se aviso de que os artigos constitutivos, de investigações Cutting Edge, Inc., foram entregues à Secretaria do Estado com arrumo ao Código de Negócios da Georgia…

Kate daniels 04 magic bleeds (trad mec esp)  

Tradução mecânica do espanhol para o português, sem revisão ou formatação.

Kate daniels 04 magic bleeds (trad mec esp)  

Tradução mecânica do espanhol para o português, sem revisão ou formatação.