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AMKF

EDIÇÃO EDIÇÃO 01 01 MAIO2012 MAIO2012 DIST.GRATUITA DIST.GRATUITA

EDIÇÃO DE LANÇAMENTO:

FAMÍLIA CHUNG GENERAL KWAN DAN DAO AU LOU TCHOY COMIDA CHINESA E MUITO MAIS ...

N E W S

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Como comecei no Kung Fu...

Família Chung um legado de tradição e história

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05 Dan Doe Facão ou Sabre

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General Kwan exemplo de honra e dedicação

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Comida Chinesa Macarrão com carne e ervilha

Conexão aluno: Esse é o espaço que colocamos para quem quiser perguntar, elogiar e criticar. email: amkfmantis@gmail.com

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O cumprimento do Kung Fu

O Kung Fu na contemporaneidade


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Nota editorial: Olá para todos os amantes de milenar arte marcial, o Kung Fu. Gostaríamos antes de mais nada, agradecer pelo interesse desse incrível universo marcial. A A.M.K.F. NEWS veio para informar e completar o conhecimento sobre a cultura e sobre o mundo da arte marcial, culinária e cultura de um povo que já vive na Terra à mais de 5.000.

Como comecei no Kung Fu ... Neste setor da revista, vamos colocar depoimentos dos nossos queridos alunos para que possamos aprender cada vez mais com as suas experiências.

Quando me mudei de apartamento tinha um lugar que sempre atraía minha atenção: uma academia de kung fu. Eu não sei por que mas a cada dia que passava eu ia desenvolvendo uma verdadeira necessidade de entrar nesse lugar. Eu sempre amei esportes, já pratiquei quase todas as modalidades mas nunca tinha praticado nenhuma arte marcial. Quando finalmente tomei coragem e iniciativa fui para uma aula. Encontrei um ambiente muito diferente do meu comum, com muita disciplina, respeito e formalidades. Fiquei impressionada com a quantidade de rituais e gestos e logo pensei, isso não é para mim. Eu nem consigo chegar na hora marcada imagina lembrar de todas os critérios de vestimenta. Dito e feito, na segunda aula apareci de meias preta, e no vestiário uma menina me falou: “ah só pode vir de meia branca, mas eu tenho uma sobrando, pode usar.” Ela nem me conhecia, nunca tinha me visto antes e, mesmo assim, foi muito receptiva ao meu chulé. Com o passar do tempo fui quebrando diversas barreiras e preconceitos. A hierarquia é mais um valor de respeito do que uma imposição. O cansaço muitas vezes é mais mental do que físico. A preguiça não manda em mim. E o kung fu é uma arte.

Aprendi tantas coisas nesses 7 meses de prática… inclusive nunca esqueci mais nada e nem cheguei atrasada. Mas com certeza a descoberta mais valiosa foram as pessoas que conheci, desde o primeiro momento elas estiveram abertas a minha timidez. São humanos diferentes, mas unidos por valores em comum, como a dedicação, a amizade, o cuidado pelo outro, o respeito… valores que dificilmente se vê por aí. Sei que sou nova nesta família do kung fu, mas encontrei um lugar que buscava incessantemente… um lugar para te acolher, um lugar para se pertencer.

Tissyana Carrião,26 anos, 2a fase aluna da AMKF-matriz.


Uma breve história da Família Chung A Cerca de 130 anos atrás, um membro da família Chung deu inicio as atividades no meio marcial. Esse membro da família era o bisavo do Mestre Henry Chung. Seu bisavo era guarda imperial da Dinastia Chin e ensinava técnicas de defesa pessoal para os soldados. Seu Bisavo se casou e teve Chung Yik Yu nascido em cantão, se mudou para Hong Kong e após alguns anos começou a treinar e incentivou o filho Chung Ho Yin a treinar com 17 anos de idade o estilo louva a deus com Won hon fun depois da 2ª guerra mundial “1942”. Chung Ho Yin era muito dedicado e logo conquistou a confiança de Mestre Wong Hon Fun que era conhecido como o Rei do Louva-adeus. A amizade era tão grande que Chung Ho Yin foi convidado para ser padrinho de casamento de Mestre Wong. Após 10 anos de treinos intensos Chung Ho Yin foi o segundo a se formar como professor reconhecido pelo próprio Mestre Wong. Com o incentivo de Mestre Wong, Chung Ho Yin abriu um academia para ensinar Louva-a-deus e depois de alguns anos já era uma academia muito conhecida em Hong Kong. Chung Ho Yin se casou e teve 2 meninos. Henry Chung é o filho mais novo e nos relata como foi a sua iniciação no Kung fu e como eram os treinos: “Foi automático, vivi numa família que respira Kung fu, meu pai é um famoso mestre de Kung fu e por isso eu e meu irmão começamos a treinar bem cedo, sem ter um grande motivo, apenas seguindo a tradição da família, meu irmão mais velho começou com 7 anos e eu comecei com 4 anos de idade. Minha primeira forma foi gong li kune e com 5 anos, comecei com treinos de Dança do Leão. Os treinos eram muito sérios, fortíssimos, trabalhosos, meu pai esperava muitas expectativas de mim nas demonstrações, porque meu irmão já era muito bom em kung fu, então meu pai pegava realmente forte nos meus treinos, por ter um irmão que já era muito bom e tinha uma família com o nome conhecido no meio. Sem contar que os treinos de antes, não é nada

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comparado com os de hoje, era um treino muito intenso chegava a me bater com o bastão nas pernas para treinar postura, e naquela época as armas eram todas pesadas, não existiam armas como as de hoje, leves e flexíveis. Eu tinha muito treino de luta também, e todos os treinos eram sem proteção, naquela época não existiam luvas, os treinos eram 100% sem proteção, eu tive minha primeira luva no começo dos anos 80. Os treinos eram 3 horas por dia e 6 vezes por semana (das 19Hrs as 22Hrs). “Os lugares de treinos eram muito pequenos e eu tinha que aprender as grandes formas em lugares minúsculos.” Henry Chung na sua adolescência foi para o Canadá, Nova Escócia, cursando Faculdade de Psicologia, ao se formar partiu para Michigan e começou a trabalhar como psicólogo e professor do sistema Louva-a-deus. Após a estruturação da Chung's School nos EUA, em 1993 Sifu Henry Chung convenceu seu pai a mudar-se para os EUA para propagar ainda mais o sistema Louva-a-deus.

Grão Mestre Ho Yin Chung sentado ladeado por sua esposa o Mestre Henry Chung sentado do lado de sua prima logo abaixo.


Bao - a saudação

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A imagem da palma da mão e do punho no símbolo Yin-Yang é chamado de "Baoquan Li" em chinês (literalmente: o ritual do punho fechado). "Baoquan Li" é um ritual antigo de saudação educado comum entre os artistas marciais que expressa o respeito para com a pessoa. O punho direito representa a força. Ele é colocado no "coração" da palma da mão esquerda. Os olhos olham direto para a pessoa, expressão de um coração verdadeiro. Ambas as mãos são mantidas em 20-30 cm de distância para o corpo. Cada um dos dedos tem um significado diferente: o dedo mindinho representa a estética, o dedo anular para a saúde, o dedo do meio para o conhecimento, o dedo indicador para a justiça e o polegar curvado para a humildade.

O Kung Fu na contemporaneidade Kung Fu, o trabalho árduo que tantos optam por aprender e praticar hoje como esporte e lazer, tem sua origem num passado longínquo, no qual possuía uma função prática muito bem definida: a guerra. Não cabe aqui entrar no mérito da história do Kung Fu em si, mas pontuar e refletir brevemente sobre como essa arte chegou ao nosso tempo. A sociedade contemporânea é profundamente diferente daquela onde surgiu o Kung Fu. Hoje vivemos num ambiente de 'tempo acelerado', um cotidiano dinâmico que comumente pede agilidade. Ora, se acabamos sendo impulsionados a fazer cada vez mais num mesmo espaço de tempo, é possível dizer que o tempo é um dos 'bens' mais valiosos que possuímos. O Kung Fu é uma arte marcial e, particularmente, considero que arte alguma pode ser desenvolvida com pressa. O Kung Fu, desde sua origem, mostra isso: ele era praticado a exaustão, pois um domínio melhor ou pior da técnica, não raro, determinaria a vida ou a morte de quem o praticava. Hoje não temos tempo para um treino tão dedicado. O que antes era importante como sobrevivência, hoje se tornou lazer para a maioria daqueles que o praticam.

É algo que as pessoas buscam (muitos não só, mas também) por prazer. Prazer de aprender, de treinar, de se exercitar etc. A função do Kung Fu mudou, mas sua natureza, não. O Kung Fu não possui mais função marcial, mas não se pode nem se consegue tirar essa característica de sua natureza. Ele surgiu para o combate e possui uma filosofia fascinante de fortalecimento mental e espiritual do indivíduo, que pode ser vista como a formação completa do bom guerreiro.

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Dan doe

Destaco a palavra completa, pois é este ponto sobre o qual quero refletir um pouco mais. Uma infeliz característica da contemporaneidade é a fragmentação das áreas de atuação das pessoas. Por exemplo, o trabalho. Podemos dizer em linhas gerais que ele está fragmentado. O operário/empregado hoje não conhece mais o todo do trabalho no qual está inserido. Ele não consegue, sozinho, fazer o produto inteiro, como o antigo artesão era capaz. Outro exemplo é a medicina, onde os médicos estão cada vez mais especializados, mas parecem esquecer que seus pacientes não são apenas as partes que estudaram. Numa sociedade fragmentada onde o tempo é precioso, o Kung Fu às vezes pode parecer destoar, pois mesmo sendo um lazer, demanda dedicação. E acaba passando pelo mesmo processo de fragmentação que aflige tantas outras áreas do cotidiano contemporâneo. Hoje os treinos trabalham, no geral, cada um com uma parte do Kung Fu. No treino do estilo desenvolvemos fundamentalmente as formas, enquanto as lutas foram direcionadas, grosso modo, para o

Sanda. Não desaprovo a separação, entendo que hoje isso acaba sendo 'necessário'. Tornando-se um esporte, o Kung Fu precisou se adaptar a sua nova demanda. Nem todos são muito dispostos a lutar, enquanto outros não possuem muito interesse na prática das formas. Entretanto, considero importante exercitar ambos os aspectos de forma combinada, mesmo que ocasionalmente, pois ambos fazem parte do Kung Fu “completo” (entre aspas, pois para ser efetivamente completo, ainda faltam outros aspectos). Longe de pretender 'resolver' a questão da prática do Kung Fu hoje e encerrar o debate, acredito que a reflexão sobre o que a arte marcial representa para cada um que a treina é fundamental. Ser um lazer não significa que não será praticada com rigor. Como o tempo é escasso, a proposta é aproveitá-lo bem, fazendo valer a pena os momentos de treino. E o resultado do trabalho árduo é gratificante.

Ana Carolina de Almeida Duarte Historiadora e aluna de Kung Fu , 4a fase na AMKF Matriz.

Dan Doe - Facão Chinês

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O Facão têm variado muito ao longo dos séculos, o facão do período Ming e as espadas se baseiam (às vezes vagamente) naquela compartilhando uma série de características. A lâminas do facão são moderadamente arqueadas e com um único fio de corte, embora muitas vezes com poucos centímetros da borda afiada de cima da lâmina, bem como, a curva moderada permite que sejam razoavelmente eficazes no impulso. O cabo são por vezes inclinados, curvando-se na direcção oposta, melhorando a movimentação em algumas formas de corte . Cabo é normalmente de madeira e enroladocom uma corda para melhorar a pegada. A proteção da empunhadura - guarda são tipicamente em forma de disco, muitas vezes com uma forma côncava para evitar a água da chuva de ficar no interior da bainha, e para impedir que o sangue escorrendo para o cabo, tornando mais difícil a aderência. Às vezes os guardas são peças finas de metal com um s-curvo, o membro inferior da curva de proteger dedos do usuário, muito raramente eles podem ter guardas como os da jian. O mais antigo facão data da dinastia Shang

na Idade do Bronze da China, e são conhecidos como zhibei dao (直 背 刀) - facas retas apoiadas. Como o nome indica, estes eram retas de lâmina ligeiramente curvada ou armas com uma única aresta. Originalmente bronze, essas armas eram feitas de ferro ou aço, no final do período dos Estados Guerreiros o conhecimento da metalúrgia era suficientemente avançada para controlar o teor de carbono. Também é especular que espadas de ferro existiam antes deste tempo, mas simplesmente não foram preservadas. Menos comuns originalmente como uma arma militar o facão tornou-se popular com a cavalaria durante a dinastia Han, devido à sua robustez, como uma arma de cortar, e relativamente de fácil utilização. Durante a Dinastia Tang, o facão foi exportado para a Coreia e Japão, influenciando o forge de espadas de ambas as nações. As lâminas do facão do periodo Tang era uma reminiscência do chokuto japonês ou a imagem popular do Ninjato.


Quem foi o General Kwan?

O nome do General Kwan é Kwan Yu, mas no ambiente de artes marciais, ele é chamado freqüentemente Kwan Gong (Gong significa avô) ou Kwan Di (di significa ancião). Ele também é conhecido como Yunchang " passageiro como uma nuvem ". Kwan nasceu em Xiexian, província de Shanxi em 160. Aos 19 anos, ele matou um oficial opressivo e livrou suas vítimas. Apesar de sua causa ser justa, ele se tornou um fugitivo até a metade da década seguinte. Durante a fuga, ele se refugiou em um templo taoísta. Lá, uma feiticeira taoísta lhe disse que lavasse seu rosto em uma fonte. A água tornou seu rosto vermelho e o disfarçou dos seus perseguidores. General Kwan era um homem enorme. Ele foi descrito como tendo nove palmos de altura, o que faz o General Kwan ter aproximadamente 1,90m em altura. Além da sua estatura física volumosa, a sua presença era de um guerreiro imponente, com os olhos de uma fênix. Mas a sua maior característica era a longa barba negra. Durante o inverno, ele embrulhou sua barba em seda preta para impedir que o cabelos se quebrassem. Em uma tentativa de mostrar sua lealdade, Cao Cao fez um saco de seda deslumbrante para o General, logo antes dele conhecer o imperador. Quando o imperador perguntou-o qual era a finalidade do saco, General Kwan mostrou sua maravilhosa barba que caiu abaixo do seu estômago. Impressionado, o imperador o chamou de "O Homem Com a Barba Magnífica". O centro dos "Três Reinos" no conto, gira ao redor dos três irmãos : Liu Bei, um aristocrata órfão, Chang Fei, fazendeiro, vendedor de vinho e açougueiro de porco, e General Kwan. Enquanto uma gangue de

bandidos chamado "Os Lenços Amarelos" estavam aterrorizando a zona rural, os três se encontraram e descobriram as suas aspirações mútuas para justiça. Como o jardim de pêssego de Chang, atrás de sua fazenda estava em plena floração, os três irmãos executaram um ritual de prostração para os ligar como irmãos jurados. Eles empenharam-se em combinar os seus poderes para proteger o povo comum, ser fiel ao imperador e morrer no mesmo dia. Para o povo chinês, este juramento no jardim de pêssego simboliza a essência da honra e lealdade, e é cada vez mais reconhecido com grande reverência. Hoje, praticantes de kung fu se lembram dos irmãos jurados durante a dança do leão. Os três leões tradicionais fazem homenagens aos irmãos. Um amarelo ou leão de ouro com uma barba branca representa o irmão primogênito Liu Bei. Um leão vermelho com uma barba preta simboliza o General Kwan e um leão preto ou verde representa Chang Fei. No dia após o juramento do jardim de pêssego, Liu Bei teve a idéia de forjar armas para ele e seus dois irmãos mais novos. Liu Bei obteve um par de espadas retas gêmeas, Chang Fei adquiriu uma lança de serpente longa de 15 pés, e o General Kwan recebeu o seu homônimo dele, um Kwan Dao. Claro que, a arma não foi chamada como Kwan Dao no momento, contudo, General Kwan teve muitas aventuras com esta arma, o que provaria ser merecedor de ter a arma nomeada como seu homônimo. O Kwan Dao original foi chamado "Glória Congelada", um "a Lâmina do Dragão Verde da Lua Crescente", pesando 82 jin (um pouco mais de cinqüenta quilos). Uma vez armados e blindados, o três irmãos juntaram um pequeno exército derrotaram os "Lenços Amarelos" em 201.

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Culinária Chinesa Macarrão frito com carne e ervilha torta Ingredientes: - 350g de Carne, picanha ou alcatra, se preferir lombo suino; - 100g Ervilha torta; - 200g de Macarrão com ovo(tipo lamen); - 1 dente de alho fatiado; - 1 ½ colher de chá de óleo de Gergelim; - 1 colher de sopa de Shoyo(molho de soja); - 3 colheres de sopa de óleo; - 2 colheres de chá de vinho de arroz; - ½ colher de chá de açucar; - 1 colher de chá de maisena. molho: - 1 colher de sopa de gengibre fatiado; - cebolinha picada; - 330ml de caldo de galinha; - 3 colheres de sopa de molho de ostras; - 1 colher de chá de vinho de arroz; - 1 colher de chá de açucar; - ½ colher de sopa de Shoyo(molho de soja); - ½ colher de chá de óleo de Gergelim; - 1 ½ colher de sopa de maisena.

Serve 4 pessoas!

Cozinhe o macarrão em uma panela de água fervente com sal por 2-3 minutos se for macarrão fresco e 10 minutos se for massa seca, depois escorra e misture com 1 colher de chá de óleo de gergelim. Coloque o macarrão em quatro latas pequenas e deixe esfriar. Corte a carne em fatias cerca de 2mm de espessura. Combine a carne, o molho de soja, vinho de arroz, açúcar, alho, farinha de milho e o óleo de gergelim restante e misture levemente. Marinar na geladeira por pelo menos 1 hora. Escalde as ervilhas em uma panela de água fervente por 15 segundos. Escorra e passe imediatamente em água fria. Seque bem. Aqueça uma wok em fogo alto, acrescente 2 colheres de sopa de óleo e aqueça até quase subir fumaça. Coloque o bolo de macarrão, um de cada vez, na wok e frite os dois lados até dourar, agitando a panela de vez em quando para passar o macarrão para que frite por igual. Coloque o macarrão no prato e mantenha quente e crocante no forno na potencia baixo. Reaquecer a wok em fogo alto, acrescente o oleo restante e aqueça até ficar muito quente. Escorra a carne e frite em lotes de 1 minuto, ou até a carne mudar de cor. Retire com uma peneira de arame ou escumadeira e escorra. Despeje o óleo do wok, deixando 2 colheres de sopa. Para fazer o molho, aqueça o óleo reservado em fogo alto até ficar bem quente e frite o gengibre e cebolinha por 10 segundos, ou até perfumado. Adicione os ingredientes do molho restantes, exceto a maizena e deixe ferver. Misture a Maizena com água suficiente para fazer uma pasta, adicione ao molho e cozinhe até engrossar.

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Acrescente a carne e as ervilhas, misture bem com o molho e despeje a mistura sobre o macarrão.


Au Lou Tchoy - o bote do Louva-a-Deus. A aplicação "AU LOU TCHOY", ou "OU LOU TSAI", ou ainda "NGAO LAU CHOY» Para entender essa aplicação básica do sistema louva a Deus temos de rever alguns princípios do sistema. O sistema Louva a Deus se baseia em 12 princípios. "OU" (gancho), "LOU" (garra), "TSAI" (colher), "KWA" (bloqueio para cima) ", TIAO "(interceptar)," PENG-TA "(corte)," CHIEN "(contato)," Nien "(agarrar c/ controle)," TIEH "(aproximar)," Kao "(desequilibrar)," ChienSHAN "(esquivar/preparar)," Teng-NUO "(trabalho de pernas). A aplicação que tratamos aqui se trata especificamente dos três primeiros princípios. O primeiro princípio; "OU" (gancho) se trata da primeira ação, a interceptação de um golpe, no caso um soco. A mão, em forma de um gancho, desvia o ataque, conduzindo para fora do alcance. Porém essa mão não segura o adversário, essa mão não deve travar . É quando o segundo princípio é aplicado; "LOU" (agarrar/manter). "LOU" (garra); Quando o praticante concluí o "gancho", conduzindo o punho do adversário a outra mão agarra o antebraço do oponente (do pulso ao cotovelo)* e o segura com firmeza. Neste momento braço inteiro do adversário está sob controle. *Optar por segurar o cotovelo, ou o pulso

nesse momento é uma questão importante. Ao segurar o adversário pelo cotovelo o controle sobre adversário será maior, porem a área também. Ou seja a firmeza dessa ação será menor. Ao optar por segurar o pulso a firmeza dessa ação é maior, porem a o controle do adversário será menor. E dependendo da área do antebraço que você escolher certos pontos de pressão podem ser atacados. "TSAI / CHOY" (colher/arrancar): Quando o controle do braço do oponente é garantido com os movimentos "OU" e "LOU" o praticante imediatamente faz um rápida puxão para baixo (como arrancar uma fruta, puxando-o de uma ramo, como a palavra original significa) fazendo o oponente perder o equilíbrio e cair para a frente. Isto é o que se entende por "colher/arrancar". Mas isto não é o fim do movimento do praticante. Enquanto o adversário está caindo para a frente, ele muda o primeiro movimento, o "gancho" em um soco reto para lançar um duro golpe no rosto do oponente. Esta seqüência deverá ser no ritmo de luta do adversário, mudando o tempo de ataque possibilitando maiores chances de acerto do golpe "final". Final esse que não deve terminar, mas sim dar início a uma nova seqüências...

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