abolsamia 127 (jul/set 21)

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EM FOCO

PRODUTO

A OPÇÃO PELOS HMB 18.000

DETALHES QUE FAZEM A DIFERENÇA disser que é para ir, é para ir’. Uns iam para a Bélgica, outros para a Roménia. Chegámos ao mercado da Nova Zelândia, Austrália e, mais recentemente, ao Canadá. E vamos ouvindo e eles vão-nos dando dicas. Estamos sempre a tirar notas e não é por capricho. Temos que analisar e ver se há coisas para mudar. E estamos a ser mais céleres, que no passado. As coisas não aconteciam com a mesma velocidade. Agora, cada vez há mais profissionais e vamos ouvindo e estando atentos, para melhorar pequenos detalhes”.

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RODAS E PNEUS Os dois reboques vieram com rodas 560/60 -R22,5”, no entanto, as dimensões podem ser adaptadas às necessidades de cada cliente. Os pneus são o chamado “2 em 1”, radial e flotation.

“Era para estarmos a debulhar, mas o dia não permite, porque depois teríamos humidade no cereal e isso não pode acontecer”, justificava João Banza, enquanto nos apresentava o reboque. Aproveitámos para saber como é que surgiu a necessidade de adquirir estes equipamentos. “Nós precisávamos de reboques para a azeitona. Costumamos preferir camiões – e já tivemos vários – mas, no caso da azeitona, estes não conseguem ir ao campo na altura da chuva, em outubro, novembro, dezembro. Então, temos que ter um reboque, com rodas largas, de preferência de dois eixos, e tem que ter determinada altura, para que a colhedora consiga descarregar. Aqueles taipais suplementares que temos agora, são para o cereal, mas vão ter que sair, porque as máquinas colhedoras de azeitona não têm altura para despejar dentro do reboque se os taipais estiveram montados. Outra característica importante é que é um pouco mais baixo do que os restantes monocoques. O baixo centro de gravidade – 10 ou 12 cm contam para a colhedora de azeitona e para a segurança no transporte. Outro ponto é a polivalência destes equipamentos, que faz com que vão trabalhar de junho a dezembro. Vamos tentar fazer a colheita da colza, trigo, cevada, milho e da azeitona com estes equipamentos. ” E como tem sido a experiência nas escassas horas de trabalho que já levam? “Fizemos, até agora, muito poucas - dois ou três fretes. Mas isto é para trabalhar das 9h às 22h todos os dias. Depois de carregados vão até Aljustrel. Agora estamos a fazer o percurso mais curto, que é do campo até aos nossos armazéns. Quando for a cevada de malte, já teremos que levar para os silos”, contou João Banza.

julho/setembro 2021

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