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Especial • abril • 2008

Revista

ABCFARMA

Publicação Dirigida aos Médicos, Farmacêuticos, Odontólogos, Profissionais de Saúde e Proprietários de Farmácias e Drogarias

SEMPRE A MELHOR INFORMAÇÃO


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PHYSIOLOGIQUE SOLUÇÃO MICELAR

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Editorial

VEZES Ao atingirmos a marca histórica da edição de número 200 da Revista ABCFARMA, gostaríamos de dividir este momento de alegria com nossos parceiros, colaboradores, amigos e nossos familiares. Sabemos que a credibilidade de um veículo é construída a cada edição e com a certeza de que as informações, claras e seguras, chegam ao leitor da maneira que ele deseja e necessita. Nesta edição histórica, por exemplo, reafirmamos nosso compromisso ao publicar a lista de preços com os aumentos autorizados pela CMED e matérias sensacionais que vão ao encontro do interesse daqueles que se dedicam ao ramo farmacêutico.

uma vez que esta é a única publicação que mercado, com suas evoluções, transformações representa as empresas que dispensam e e dificuldades. comercializam medicamentos para melhor É com orgulho que temos atendido atender seus clientes. grande número de estudantes de farmácia, As manifestações de autoridades, economia e administração que solicitam médicos, professores, farmacêuticos e a Revista ABCFARMA para usá-la como representantes de empresas do varejo, da suporte e consulta em suas dissertações de indústria, distribuição, parabenizando- Mestrado, MBA e Pós-Graduação. É nossa nos pela ducentésima edição da revista preocupação constante trazer novidades para ABCFARMA, nos dão a convicção de que os próximos números, nos modernizarmos e nos adaptarmos às necessidades de um estamos no caminho certo. Ao longo destas duzentas edições novo tempo.

da revista ABCFAR MA sempre nos preocupamos em transmitir aos leitores novidades de mercado, orientações para a melhor gestão de negócios e informações Neste sentido, a Revista ABCFARMA atuais, além de todas as conquistas da pode falar com propriedade sobre todos os entidade em benefício da categoria. Um temas que envolvem o setor farmacêutico, verdadeiro espelho de tudo o que se passa no

Muito obrigado a todos os que nos auxiliaram a construir o sucesso e a liderança ao longo destas duzentas edições e aqui assumimos o compromisso de continuar com o mesmo padrão de qualidade nas informações, para juntos comemorarmos outras 200 edições da nossa querida

Revista ABCFARMA sempre a melhor informação

03 Revista ABCFARMA • Abril/08

Essa é e continuará sendo nossa missão e filosofia de trabalho

Pedro Zidoi


íNDICE

03 EDITORIAL

O presidente Pedro Zidoi fala sobre a histórica marca das 200 edições da revista ABCFARMA

AZUIS 06 OPÁGINAS desafio da tuberculose O Dr. Olavo Leite fala sobre a nova face de uma velha doença que ainda mata 5 mil brasileiros por ano

14 BEM-ESTAR

Quando os músculos pedem socorro

O fisiologista Renato Lotufo e as novas teorias que explicam por que cansamos

18 ECONOMIA O Real é forte

O economista Antonio Carlos Borges explica por que a moeda brasileira adquiriu uma invejável estabilidade

71

Salada de frutas A nutricionista Denise Carreiro fala sobre o poder das frutas como terapia natural

28 ORTOPEDIA

O sábio carpinteiro

Com mais uma de suas fabulosas fábulas, o consultor Américo José fala sobre sabedoria e harmonia

46 CONHEÇA O BRASIL O paraíso do Espírito Santo

O Dr. Henrique Cabrita fala de uma cirurgia fascinante e cada vez mais frequente: a troca do quadril por implantes sintécos

Este mês, é a vez de mostrar as belezas de um dos estados mais simpácos e atraentes do Brasil

34 COSMÉTICA Os cabelos, fio a fio

Um especialista na produção de produtos capilares dá dicas sobre xampus e cremes que não podem faltar nas prateleiras

Leia também Indústria ................ 40 Tecnologia .................... 52

Evento Sescon ............. 54 Evento Araraquara ........... 58

Cartas ..................... 62

Uma retrospecva de 15 anos de boa informação da mais completa revista do comércio farmacêuco

DIRETOR FINANCEIRO Sétimo Gonnelli

GESTÃO DE 42 NEGÓCIOS

O quadril biônico

ESPECIAL: ABCFARMA DIRETOR PRESIDENTE Pedro Zidoi

EXPEDIENTE

22 VIDA SAUDÁVEL

JORNALISTA RESPONSÁVEL Celso Arnaldo Araujo Mtb 13.064 REPÓRTER

Evento Prêmio Qualidade... 63 Portal ABCFARMA ... 64 O que há de novo ...... 86 IMPRESSÃO Gráfica Prol PERIODICIDADE Mensal

DIRETOR SECRETÁRIO Armênio Rodrigues Alves

Francisco Colombo Mtb 18.640

DIRETORA ADMINISTRATIVA Abigail J. C. Maglio

COLABORADORES Américo José da Silva Filho Nelson Grecov Dr. Osmar de Oliveira Dr. Roberto Macedo

Rua Santa Isabel, 160 5º andar cj 51 Vila Buarque São Paulo/SP - CEP 01221-010

DISTRIBUIÇÃO E PUBLICIDADE ABCFARMA

Fax: (11) 3331-2088 Site: www.abcfarma.org.br

GERENTE DE DISTRIBUIÇÃO Mirna Lúcia de Oliveira

Serviço de Atendimento ABCFARMA sa@abcfarma.org.br

ANALISTA E PROGRAMADOR Eduardo Novelli EDITORAÇÃO ELETRÔNICA E PRODUÇÃO GRÁFICA Vanusa Assis Sergio Bichara Thiago Miqueias Marcelo Quiñónez

NOTA

TIRAGEM 35.000 exemplares

Fone: (11) 3223-8677

• Os anúncios divulgando produtos ou serviços publicados nesta revista são de total responsabilidade do anunciante. • A ABCFARMA não se responsabiliza pelo preço determinado, nem pela qualidade do produto ou serviço anunciado.


DIRETORIA: TRIÊNIO 2007 A 2010 DIRETOR PRESIDENTE

PEDRO ZIDOI SDOIA DIRETORES VICES-PRESIDENTES 1º ADELMIR ARAÚJO SANTANA (DF) 2º LÁZARO LUIZ GONZAGA (MG) 3º PAULO SÉRGIO NAVARRO DE SOUZA (PB) 4º JOSÉ RAIMUNDO DOS SANTOS (SE) 5º PEDRO DE ARAÚJO BRAZ (Niterói-RJ) 6º EDENIR ZANDONÁ JÚNIOR (PR) 7º PAULO ROBERTO KOPSCHINA (RS) 8º JOÃO ARTHUR RÊGO (BA) 9º JOAQUIM TADEU PEREIRA (PA) 10º VOLLRAD LAEMMEL (Vale do Itajaí-SC) 11º MODESTO CARVALHO DE ARAÚJO NETO (MG) 12º EDIMAR PEREIRA LIMA (RR) 13º VAGNER ALONSO GUTIERREZ (SP) 14º MAURÍCIO CAVALCANTE FILIZOLA (CE) 15º DIOCESMAR FELIPE DE FARIA (DF) 16º NELCIR ANTÔNIO FERRO (Cascavel – PR) 17º WAGNER JACOME PATRIOTA (RN) 18º ALVARO SILVEIRA JUNIOR (DF)

DIRETORES SECRETÁRIOS 1º ARMÊNIO RODRIGUES ALVES (SP) 2º WAGNER FERREIRA GIFFONI (DF) 3º LUIS CARLOS CASPARY MARINS (RJ) 4º DAVID GUNTOWSKI (PR) 5º JORGE FERNANDO DE A. TRINDADE (Campos– RJ) 6º JOSÉ CLÁUDIO ALMEIDA (AL)

DIRETORES TESOUREIROS 1º SÉTIMO GONNELLI (SP) 2º PHILADELPHO LOPES (SP) 3º NERY WANDERLEY DE OLIVEIRA (RS) 4º CLAUDISNEI MACHADO CONSTANTE (SC) 5º CARLOS DE SOUZA ANDRADE (BA) 6º JUAN CARLOS BECERRA LIGOS (SP)

DIRETORES CONSELHO FISCAL 1º JAIME NUNES MOREIRA (Pelotas – RS) 2º NATANAEL AGUIAR COSTA (SP) 3º EVERTON LUIZ ILHA MAHFUZ (RS) 4º ROMILDO MARCOS LETZNER (Joinville – SC) 5º JOÃO GILBERTO SERRATT (RS) 6º JEFFERSON PROENÇA TESTA (Londrina – PR)

SUPLENTES 1º HENRIQUE ANGELO DENICOLLI (ES) 2º SEBASTIÃO PAULINO BORGES (MS) 3º RICARDO RAMÃO CRISTALDO (MT) 4º BENILTON GONÇALVES DINIZ (MA) 5º DOMINGOS TAVARES DE SOUZA (TO) 6º RAIMUNDO NONATO DE ARAÚJO (AM)

DIRETORES CONSELHEIROS ADEMAR FERREIRA PINTO (RS) ÂNGELO TRENTO (PR) ADEMIR TOMAZONI (Itajaí – SC) ANTÔNIO WALMIR NOLA (Criciúma – SC) ÁLVARO JOSÉ DA SILVEIRA (DF) ANTONIO JOSÉ BELTRAME (SC) ALEX CAVALCANTE GARCEZ (SE) BENONES VIEIRA DE ARAÚJO (MA)

BEN HUR JESUS DE OLIVEIRA (Vale do Rio dos Sinos – RS) CADRI SALEH (GO) CARLOS GONÇALVES PEREIRA (GO) CELSO FLÁVIO DA SILVA (GO) DANILO CASER (GO) EDSON SILVEIRA (Uberaba – MG) EDEM A BORGES (Uberaba - MG) EDIVALDO FRANCISCO DA CUNHA (SE) ELIAS GOMES DE SOUZA (SUL-MA) ERNANDO PEREIRA (Araxá – MG) EVANDRO TOKARSKI (Goiânia – GO) FELIPE ANTÔNIO TERREZO (RJ) FERNANDO JOSÉ LUCAS (Uberaba – MG) FRANCISCO BRÍGIDO DA COSTA (AC) FRANCISCO MARINHO DE MOURA FILHO (CE) FREDERICO ABRANCHES QUINTÃO (MG) GILSON G. FIGUEIREDO TERRA (Governador Valadares–MG) GLADSTONE NOGUEIRA FROTA (RO) HELDER MAGALHÃES MARINHO (AP) IRENE PRIEVE DO NASCIMENTO (MT) JOÃO ANDRADE (PR) JOÃO FÉLIX DE MAJELA FILHO (CE) JOÃO GARCIA GALVÃO (Guarulhos – SP) JOÃO LEVY NAVARRO JR (Adamantina – SP) JOÃO LUCIANO (Florianópolis – SC) JOÃO MARTINS DA SILVA (BA) JOAREZ DA SILVA MACEDO (Osasco – SP) JOSÉ ALVES DO NASCIMENTO (PI) JOSÉ EUSTÁQUIO DE FREITAS (ES) JOSÉ RICARDO NOGARED CARDOSO (Tubarão – SC) JUAREZ BARROS DOS SANTOS (TO) JULIO CESAR PEDRONI (JUNDIAÍ-SP) JÚLIO CESAR RESENDE DE FREITAS (TRÊS RIOS) JURACI RIBEIRO DA SILVA (RO) KLEBER SAMPAIO SANTIAGO (PB) LUIS GUSTAVO TRIERWEILER (RS) MANOEL VIGUINI (ES) MARCELO FERNANDES DE QUEIROZ (RN) MARCOS ANTONIO CARNEIRO LAMEIRA (AC) MARIA DE LOURDES PEREIRA (PA) MAURO LIMA RODRIGUES (ES) MAURO M. MARINHO (MG) NALMA LUCIA R. DA ROCHA (Caruaru – PE) NARA LUIZA DE OLIVEIRA (Goiânia-GO) NOÉSIO EMÍDIO DA CUNHA (BA) OSVALDO PRAXEDES DA SILVA (Santo André-SP) PAULO LUIZ ZIDOI (SP) PAULO ROBERTO RAMOS DA SILVA (RJ) ROBERTO DE SOUZA LEÃO (PE) ROGÉRIO TOKARSKI (DF) ROMUALDO CONSTANTINO MAGRO (Santo André-SP) RUBENS FERNANDO S. ANDRADE (Florianópolis – SC) SAMUEL BRASIL BUENO (Araraquara – SP) SÉRGIO AMARAL CORRÊA (Tubarão – SC) SÉRGIO DE GIACOMETTI (Herval D’oeste – SC) SERGIO PEREIRA (DF) VIDELINA ELOY GERALDO (SP) WALTER LUIZ MACHADO (MG) WISMAR ROMES DE FREITAS (Uberaba – MG)

CONSELHEIROS NATOS DIRETORES VITALÍCIOS RUY DE CAMPOS MARINS (RJ) WALTER PARES (RS) ARTHUR HENRIQUE DA FONSECA LISBOA (AL) IVANILDO MARINHO GUEDES (AL) NELSON FRAIDE NUNES (MS) FRANCISCO MIGUEL DA SILVA (RN) GONÇALO AGUIAR FERREIRA (SP) ALFREDO ROBERTO BASTOS DE SOUZA (PE) HORST SCHOENFELDER (SC) HUMBERTO VALENÇA - in memorian (PE) GILBERTO DAVID CUNHA DA SILVA (RS) JARBAS DE SOUZA CUNHA (AL) JAIR BORGES TAQUARY (GO) JOSÉ APARECIDO JUNQUEIRA GUIMARÃES (DF) JOÃO AZEVEDO DANTAS (PB) JOSÉ DE ASSIS LIMA (PB) ISAAC ELIAS ISRAEL (PA) JOSÉ ABELARDO TORRES VERAS (CE) ARMANDO ZONTA (SC) ALGACIR PORTES (Cascavel – PR) JOSÉ MARIA DE FREITAS MOREIRA (AC) WALDOMIR ARENO CARDOSO (Criciúma – SC) MAURO ANTONIO MURARA (SC) MILTON ANTONIO ARAÚJO DOS SANTOS (RS) RONCALI COELHO SOARES (MG) CARLOS EDUARDO WRONSKI (RR) ANDERSON CARLOS AMORIM (AC) JULIO AUGUSTO DE MORAES RÊGO (BA) FRIDOLINO DE MORAES RÊGO (BA) JOSÉ CLÁUDIO SOARES (PE) HERMES MARTINS DA CUNHA (MT) JANILSON AZEVEDO DANTAS (PE) PAULO SÉRGIO FERREIRA LOPES (MS) NELSON FRANKLIN BRANSON CLEMENT - in memorian (BA) WANDERLEY MARGARIA (SP)

CONSELHEIROS ADJUNTOS ANDERSON NAVES RESENDE (Uberlândia – MG) ANTÔNIO BARROS LEITE JÚNIOR (Jundiaí – SP) ANTONIO THOMÁZ MONDINI (Rio Claro – SP) ARDSON LELLIS DA COSTA E SILVA (PR) BENJAMIN RODRIGUES (DF) CRISTYNE M. ALBUQUERQUE DALL’AGNOS (Foz do Iguaçu – PR) ELZA DE GODOY FARIAS (SC) ERONIDES STORCH (PA) FERNANDO DE ABREU (SP) JOSÉ AIRTON MELO AGUIAR (CE) JOSÉ PEDRO FERNANDES (Araras – SP) IVAN PEDRO MARTINS VERONEZI (Fernandópolis – SP) LUIZ ANTONIO PAIVA (Frutal – MG) ROBERTO MASSATOSHI BABA (Birigui – SP) RONALDO FERNANDES PEREIRA (Uberlândia – MG) RONALDO DE OLIVEIRA CARVALHO (Lins – SP) VITOR FERNANDES (Americana – SP) WILSON ROSSI (Tupâ-SP) LUIS CARLOS GARDINI (Lins-SP)


Páginas azuis Por Celso Arnaldo Araujo Foto: Celso Arnaldo e arquivo

TUBERCULOSE Cada vez mais forte

É correto dizer que a tuberculose voltou? Algum dia ela deixou de estar entre nós? Esse conceito é errado. Existem doenças emergentes, que não existiam e começaram a aparecer – como infecções pelo HIV e alguns outros vírus. E há as doenças reemergentes, que já existiam, em menor escala, e reemergiram. A tuberculose não se enquadra aí. Porque em países em desenvolvimento, como o Brasil, ou muito pobres, como em regiões da África e da Ásia, a tuberculose sempre foi um grande problema de saúde pública – e isso não mudou. Ela sempre existiu e ganha mais ou menos importância dependendo do momento.

A tuberculose, a milenar doença causada pelo bacilo de Koch que teve seu auge na Revolução Industrial, quando as pessoas passaram a se concentrar nas cidades, ainda é uma tragédia de saúde pública nos países em desenvolvimento e sobretudo nas regiões mais pobres do planeta. No Brasil, os números não parecem muito alarmantes – cerca de 80 mil casos novos e seis mil mortes por ano. Mas o aspecto mais trágico dessas mortes é que 95% delas poderiam ser evitadas com o tratamento correto. Pior: o abandono do tratamento pode causar uma forma ainda mais destrutiva da doença – resistente aos medicamentos normalmente empregados. Daí a necessidade de que os doentes sejam rigorosamente acompanhados até o fim do tratamento. Para isso, é preciso fazer-se o diagnóstico precoce e iniciar o tratamento o quanto antes. Nesta entrevista, o Dr. Olavo Henrique Munhoz Leite, médico-assistente do Departamento de Moléstias Infecciosas do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, fala sobre a nova face de uma velha doença

06 Revista ABCFARMA • Abril/08


rão para fazer com e v o e t i seu lucro ov e r p m o c nossa linha A emos z fi e : dar uma esticadinha. o qu cretin Mulhe Novos Lu r Verã

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Cultive sua feminilidade todos os dias deste verão. xxx/mvdsfujo/dpn/cs


Páginas azuis

No Brasil, o número de casos novos – cerca de 80 mil por ano, com seis mil mortes – parece estável. Mas não é trágico que uma doença totalmente curável ainda mate 6 mil pessoas por ano?

o risco de adoecimento, diferentemente dos Aqueles ataques de países com baixa prevalência da doença, hemoptise, golfadas de onde o número de infectados é menor. Cerca sangue, que caracterizavam de 10% das pessoas infectadas com o bacilo a tuberculose no passado desenvolverão tuberculose ao longo de toda ainda ocorrem? a sua vida. Porém, se você acrescentar ao Sim. É um dos sintomas da doença, quadro algum outro problema, como uma um dos mais graves, e indica que a doença infecção pelo HIV, diabetes, alcoolismo ou está progredindo e, nessa progressão, pode Com o diagnóstico precoce, podeoutro tipo de queda de resistência, o risco atingir um vaso sanguíneo maior, rompê-lo ríamos curar cerca 95% dos casos. Além do aumenta significativamente. e provocar a expectoração do sangue. Se diagnóstico tardio, colaboram para essa mora hemoptise for de mais de meio copo de talidade o retardo para o início do tratamento num tempo adequado e as doenças associadas Como uma pessoa descobre sangue, o paciente corre risco de vida. Aí é emergência médica. ou co-morbidades. Um paciente infectado se é infectada? pelo HIV que desenvolve uma tuberculose Na prática, só existe um teste disdisseminada e grave tem menos chance de ponível para se saber se uma pessoa já teve Ao se falar em prevenção da cura. Um diabético também pode ter menos contato com o bacilo da tuberculose – o teste tuberculose, a melhor forma chance. Alcoolismo e desnutrição grave são do PPD, feito pela técnica de Mantoux. Se é mesmo não ter contato outras co-morbidades. o teste for positivo, eu já tive contato com o com pessoas doentes? bacilo. Mas o teste pode não ter sensibilidade Sim, mas o problema é que uma pessoa com tuberculose muitas vezes já têm uma Algumas estimativas da OMS para detectar todos os infectados. doença avançada e pouquíssimos sintomas ou sugerem que um terço da não dá importância a uma tosse prolongada, população do globo, cerca A forma pulmonar da atribuindo-a a um resfriado. Por isso é que de 1,8 bilhão de pessoas, tuberculose é a única que definimos como “sintomático respiratório” está infectado pelo bacilo de contamina? todo individuo que tosse há mais de três Koch e que todos os anos Sim. Nesse caso, para contaminar, semanas. Essa pessoa deve ser investigada ocorrem de 8 a 9 milhões o bacilo sai do pulmão e é aerossolizado no para tuberculose. Tem que fazer exame de de casos de tuberculose. escarro, tem que fazer raio-x de tórax. O ambiente, ou seja, fica em suspensão. Quanto O risco de desenvolver a escarro positivo fecha o diagnóstico, já que doença, mesmo estando-se mais tempo você se expõe a uma carga de uma alteração no raio-x pode ser apenas bacilos no meio ambiente, maior o risco de sugestiva de tuberculose. Na verdade, se faz infectado, é pequeno? infecção. Para chegar ao pulmão é preciso a prevenção da tuberculose, primariamente, Para desenvolver a tuberculose é que a carga de bacilos seja grande – e essa carao nascer – com a vacina BCG, que protege a necessário que a pessoa tenha adquirido a ga é tanto maior quanto mais tempo a pessoa criança até os cinco anos de idade da tuberinfecção em algum período da vida e, após estiver exposta a alguém que a está expelindo, culose grave da infância. A partir daí, a única anos, desenvolver a doença. Ou ter se infectado como, por exemplo, a pessoas que moram na forma de prevenir é mesmo identificando os recentemente e evoluir para a doença. Eu sou mesma casa. Ao chegar ao pulmão, o bacilo sintomáticos respiratórios com tuberculose e infectado e grande parte de nossa população desencadeia uma reação do organismo – e iniciando rapidamente o tratamento. Quanto também é, devido às condições de nosso essa reação vai levar o organismo a conter o mais se reduz os bacilíferos – pessoas com país, sobretudo nos centros urbanos. O fato bacilo, estabelecendo-se a infecção latente. tuberculose e exame de escarro positivo – de estar infectado evidentemente aumenta menos pessoas são contaminadas.

A forma pulmonar da doença é a única que contamina. Nesse caso, o bacilo sai do pulmão e é aerossolizado no ambiente, ficando em suspensão. Quanto mais tempo uma pessoa se expõe a esse ambiente, maior o risco de infecção 08 Revista ABCFARMA • Abril/08


Páginas azuis

Um sintomático respiratório Quando se dá a alta do já com diagnóstico de paciente? tuberculose deve ser isolado O ideal é realizar exames de escarro da comunidade? e aguardar a negativação. Isso é esperado por De maneira alguma, porque, mesmo antes do diagnóstico, ele já podia estar contaminando sem saber. Então não há mais sentido em afastá-lo do convívio. O que se faz, nesse caso, é iniciar rapidamente o tratamento da pessoa com tuberculose e investigar as pessoas de sua casa, que estão sob risco muito maior que o restante da população, identificar outros sintomáticos respiratórios e colher exame de escarro precocemente. Uma vez iniciado o tratamento, ela deixa de contaminar em 15 dias.

volta do quarto mês de tratamento, quando já terão sido curados mais de 80% dos pacientes – mas só se dá alta após o sexto mês, se houver melhora completa do quadro clínico . Depois de seis meses, 95% estarão curados. Os 5% restantes provavelmente têm resistência primária, isto é, adquirem tuberculose por uma cepa de bacilo que não é sensível ao esquema convencional de tratamento.

No Brasil, a tuberculose multidroga resistente é um problema hoje?

de saúde da família, ou, se isso não ocorre, se oferecem incentivos para que ele venha periodicamente ao serviço de saúde – como cestas básicas. Esses indivíduos têm que ser tratados de maneira totalmente especial. Pelo levantamento que temos, o índice de cura, quando ocorre a adesão nesses 18 meses, está na casa dos 60% - o que é relativamente bom. Mas não é fácil, porque esse doente, mesmo que faça o tratamento em casa, tem que comparecer ao serviço de saúde com maior periodicidade, para controle clínico da doença.

Mas se fala num outro tipo de tuberculose, ainda mais ameaçadora: a X Droga Resistente. Como é isso?

O tratamento da tuberculose Sempre foi – tanto que existe um A MDR, Tuberculose Multidroga deve ser acompanhado de programa específico para esses pacientes perto pelo serviço de saúde? que desenvolveram resistência aos remédios. Resistente, tem resistência à isoniazida e a Há dois tipos de tratamento medicamentoso de doenças: o auto-administrado, em que você recebe uma prescrição e vai à farmácia comprar; e o Diretamente Observado, ou DOT. A tuberculose preconiza este último, onde o paciente é observado pelo serviço de saúde de maneira freqüente e organizada para evitar erros na tomada de medicamentos ou o abandono do tratamento. Como o tratamento é prolongado e não deve ser interrompido, esse acompanhamento é essencial para se evitar o abandono do tratamento – uma das causas do surgimento das tuberculoses resistentes às drogas.

No meio brasileiro, qual é hoje o índice de abandono? Depende da região. Em São Paulo, estima-se que o índice de adesão ao tratamento esteja na casa dos 80%. Melhorou bastante nos últimos anos, mas um programa de tuberculose que não tenha um índice de adesão acima de 80% provavelmente não está funcionando – porque dá margem à forma mais grave da doença, a tuberculose multidroga resistente. É o que se procura evitar de qualquer forma.

O protocolo, nesse caso, é totalmente mudado. O esquema original de seis meses passa para 18 meses e é preciso agregar drogas injetáveis, muito mais caras e mais tóxicas. A tuberculose multidroga resistente é um grande problema, principalmente em populações especiais: alcoólatras, diabéticos, HIV positivos. Mas tudo está relacionado à não-adesão ao tratamento.

rifampicina, que são as drogas fundamentais no esquema primário de tratamento. Já na XDR, a doença é resistente não só a essas duas, mas às demais drogas incorporadas ao esquema de tratamento da MDR, como às fluoroquinolonas e a uma droga injetável, que no Brasil é a amicacina. Não sobram alternativas, praticamente. Grande parte desses casos de XDR foram diagnosticados em pacientes HIV positivos que nunca tinham sido identificados ou tratados como tuberculosos.

Uma pessoa que desenvolveu esse tipo de tuberculose continua sendo transmissora da doença? Sim e pior: ela está eliminando no ar bacilos resistentes.

Mas se ela não aderiu a um tratamento de seis meses, o que a motiva a fazer um que dura 18 meses? Num tratamento normal, você ainda pode, em casos bem selecionados, optar pelo esquema de auto-administração. No da tuberculose resistente, o acompanhamento permanente é absolutamente obrigatório. Ou se vai à casa da pessoa, quando o paciente mora numa região incluída nos programas

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O bacilo de Koch foi identificado em 1884 - auge da tuberculose durante a Revolução Industrial. O advento dos antibióticos no século 20 mudou a história da doença. Agora, a multirresistência revela a nova face da tuberculose


Páginas azuis Ou seja, esses pacientes adquiriram o bacilo já multirresistente – e a mortalidade é praticamente 100%. No Brasil, já há descrição de tuberculoses XDR e os primeiros casos foram registrados na África do Sul.

Fala-se muito numa vacina para a tuberculose no adulto – já que a BCG só protege até os cinco anos. Estamos perto? Ainda não. As vacinas denominadas genéticas estão sendo pesquisadas inclusive no Brasil e têm ainda vários problemas. A grande dificuldade é encontrar exatamente o ponto do bacilo para que o organismo humano, frente àquela substância, desenvolva imunidade duradoura e sem efeitos colaterais. Esse é o x da questão. Hoje se tenta conjugar várias partes do microorganismo para se chegar a essa vacina ideal. Outro grande problema é como testar e observar a vacina em humanos. Como 10% de toda a população sã vá um dia desenvolver tuberculose, o período de observação teria que ser muito longo – porque uma pessoa poderia receber a vacina com 10 anos e ter a doença aos 60.

Os remédios usados hoje, embora eficientes, são bastante antigos. Estão sendo pesquisados novos produtos? Sim, o que se busca hoje são drogas que possam abreviar o tempo de tratamento para promover a cura mais rápida. Existem pelo menos três grandes grupos de novas drogas sendo testadas – os derivados da rifampicina, as fluoroquinoleínas e as quinolinas

Depois de séculos de existência e milhões de mortes, o bacilo de Koch ainda é uma grande ameaça para o homem? Ela já não tem o aspecto mais ameaçador que teve durante a Revolução Industrial, quando a tuberculose passou a ser um problema de saúde pública. A Revolução trouxe milhões de pessoas do campo para agrupá-las nas cidades. Naquela ocasião, uma grande multidão de suscetíveis migrou para esses ajuntamentos urbanos e a tuberculose explodiu, com um grande índice de mortalidade. A era dos antibióticos mudou esse cenário e a tuberculose adquiriu o caráter endêmico que tem ainda hoje. Mas, ao contrário de outros agentes infecciosos, a chance de o bacilo de Koch vir a perder a sua capacidade de causar doença é praticamente nenhuma.

A TUBERCULOSE EM PÍLULAS Com diagnóstico mais ou menos precoce, 95% dos casos de tuberculose poderiam ser curados Apenas 10% das pessoas infectadas pelo bacilo desenvolverão tuberculose ao longo de sua vida Ataques de hemoptise (golfadas abruptas de sangue) são um dos sintomas mais graves da doença e indicam que a doença está progredindo Quinze dias depois de iniciar o tratamento, o paciente deixa de transmitir a doença O abandono do tratamento é a grande causa da tuberculose multidroga resistente O tratamento convencional da tuberculose dura seis meses. Mas o da forma resistente a drogas se estende por 18 meses - com uma taxa de cura não superior a 60% A vacina da tuberculose hoje administrada - BCG - só protege até os cinco anos de idade Três semanas de tosse ininterrupta recomendam uma investigação de tuberculose

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Bem-estar Por Celso Arnaldo Araujo Foto: Celso Arnaldo e divulgação

Dr. Renato Lotufo

Um remédio contra o cansaço Uma das grandes questões ainda sem resposta no complexo mundo da fisiologia humana é: por que os músculos se cansam? A chamada fadiga muscular afeta todos os seres dotados de músculos, mas até agora a resposta vinha escapando aos pesquisadores. Agora chega dos Estados Unidos a notícia de que cientistas da Universidade Columbia desenvolveram um remédio que reanima animais de laboratório e permite que eles continuem correndo muito depois do momento de exaustão. O estudo ainda está em fase experimental. Mas é animador, já que a fadiga muscular afeta literalmente todas as pessoas – de atletas a sedentários. Nesta matéria, o Dr. Renato Lotufo, médico especializado em medicina do esporte e fisiologia do exercício e diretor clínico do Instituto de Avaliação Física do Esporte (IAFE), explica tudo o que é preciso saber sobre fadiga – sem cansar

No estudo dos médicos americanos, a velha teoria de que a produção de ácido lático produz a sensação de cansaço muscular é contestada por outra: segundo os cientistas da Columbia, a causa da fadiga é o fluxo de cálcio no interior das células musculares. Comumente, uma espécie de “maré de cálcio” controla a contração dos músculos. Mas quando os músculos se cansam, constataram os pesquisadores, pequenos canais existentes neles começam a permitir um vazamento de cálcio, e isso enfraquece as contrações. Ao mesmo tempo, o cálcio que vaza estimula a ação de uma enzima que ataca as fibras musculares, contribuindo para a exaustão muscular. Como esse mecanismo é similar nos casos de insuficiência cardíaca, em que o músculo do coração deixa de produzir as necessárias contrações para os corretos batimentos, os cientistas americanos supõem que o medicamento que eles desenvolveram para combater o vazamento de cálcio, ao qual deram o nome rycal, pode ajudar também os pacientes cardíacos. No caso da fadiga muscular, os camundongos que receberam o remédio se mostraram capazes de correr por 10% a 20% mais tempo. "A idéia deles é realmente brilhante", disse o médico Steve Liggett, que

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BEM-ESTAR

Segundo o fisiologista Renato Lotufo, os músculos podem ser reforçados em qualquer fase da vida, o que previne a fadiga nas situações do cotidiano

pesquisa a falência cardíaca na Universidade de Maryland. Mas ele questiona se, no caso de atletas, seria "prudente contornar os mecanismos da fadiga", que exercem uma função de segurança. O Dr. Renato Lotufo também faz ressalvas à pesquisa – porque não descarta a ação do ácido lático sobre os músculos e, melhor do que ninguém, conhece os limites fisiológicos do homem em busca de recordes e mais resistência física. “Há três formas de o corpo obter energia: a aeróbica, em que você consegue correr até esgotar sua energia; a anaeróbica, que é uma energia de potência, própria para as provas curtas e de explosão, em que a energia está estocada no músculo. E, finalmente, a energia que produz o ácido lático – você corre, a molécula de glicose se quebra em duas e as metades são ácido láticos. Se a pessoa correr acima do seu limiar anaeróbio, o ácido lático vai ser despejado no músculo e ela vai parar por cansaço. A fadiga, nesse caso, não é por vazamento de cálcio”. Na verdade, para se contraírem, as células musculares precisam de cálcio. E quem tem carência de cálcio – como pessoas que têm problemas de tireóide – pode fazer a suplementação com o chamado cálcio quelado, vendido normalmente em farmácias.

OS LIMITES DE CADA UM A fadiga muscular, de modo resumido, pode ser definida como declínio da tensão muscular com a estimulação repetitiva e prolongada durante uma atividade. A tensão muscular é o que mantém a musculatura do corpo rígida e ativa e esta tensão é mantida por duas substâncias importantíssimas para o sistema muscular humano, o glicogênio

muscular e a glicose sanguínea. O glicogênio muscular pode ser definido como uma reserva de carboidratos que fica guardada na musculatura e nos órgãos (como o fígado) em caso de uma “emergência”. É o glicogênio que fornece combustível e energia para a construção e manutenção do sistema muscular. Já a glicose sanguínea é composta de todos os açúcares que estão livres na corrente sanguínea, sem estar armazenada - é o açúcar “momentâneo”, que é esgotado primeiro quando uma atividade física de explosão é iniciada.

Com a idade, as fibras musculares vão sendo desnervadas. E as primeiras a serem desconectadas são as de força A falta destas duas substâncias (principalmente do glicogênio) leva à falta de oxigênio e ao aumento do ácido lático na musculatura, prejuízo no sistema de transferência de energia, distúrbio no sistema para a transmissão do impulso nervoso e desequilíbrio salino, causando assim a fadiga da musculatura em atividade. O Dr. Lotufo amplia o exemplo já dado: “Um atleta especializado nas provas de cem metros chega fatigado ao final dessa corrida de menos de 10 segundos, porque a energia dele para esta prova vem da reserva

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de carboidratos, que se esgota primeiro. Já nas corridas de longa distância, como a maratona, o corpo prioriza os triglicérides acumulados. Se esse estoque chegar a zero durante a prova, o sujeito deixa de correr e passa a andar”. Por isso, maratonistas costumam ter várias táticas alimentares antes das provas para prevenir a fadiga. Sete dias antes da corrida, iniciam uma dieta rica em gorduras de boa qualidade. Dois dias antes, 75% do valor calórico da alimentação do atleta passa a ser de carboidratos. Mas como explicar a fadiga de um não-atleta, isto é, de uma pessoa que não faz esforço físico de competição? O Dr. Renato explica que cada neurônio do cérebro enerva uma quantidade x de fibras musculares – em media, quatro. Mas há neurônios que ativam até cem células musculares – são os que comandam, por exemplo, as reações de fuga. Até um idoso, ao atravessar a rua, é capaz de dar um pique de cinco ou seis metros diante da buzina de um carro. “Mas com a idade, as fibras musculares vão sendo desnervadas. E as primeiras a serem desconectadas são as de força. Por isso, costumo dizer que a parte aeróbica do exercício é muito importante – uma caminhada é sempre benéfica. Mas trabalhar a força é importantíssimo para a qualidade de vida”. Sem força muscular adequada, as pessoas têm dificuldade para sair do carro, levantar-se da cadeira ou pegar uma criança no colo. Daí a necessidade de se manter uma rotina de exercícios musculares funcionais. Como seria esse trabalho de musculação? Apenas levantar peso? O Dr. Renato Lotufo, com sua experiência em medicina de esporte, defende os chamados exercícios com base instável. Ou seja: em vez de levantar uma barra de peso a partir de uma base fixa, usar como base o que os especialistas chamam de “bola suíça”, que pode ser comprada em qualquer loja de artigos esportivos. “Não precisa de aparelhos ou grandes tecnologias. Dá para fazer esses exercícios em casa. Nesse sistema, você trabalha a musculatura do chamado complexo toraco-lombarpelvico, que apóia todas as forças do corpo. Com isso, você ganha força nas células que estão paradas”. Segundo o dr. Lotufo, os benefícios da musculação podem ser obtidos em qualquer época da vida. “Até um idoso de 90 anos pode reforçar sua musculatura – claro que respeitando-se as características da idade”


DUPLO PODER

PODER rápido e prolongado 1 Indicado para: • osteoartritea • artrite reumatóideb • espondilite anquilosantec • gota agudad • dismenorréia primáriae • e para o alívio da dor agudaf e da dor crônicag +

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Programa MEDAL: o primeiro estudo sobre artrite a avaliar a segurança cardiovascular como desfecho primário.2 a

A dose máxima recomendada é de 60 mg uma vez ao dia. A dose máxima recomendada é de 90 mg uma vez ao dia. c A dose máxima recomendada é de 90 mg uma vez ao dia. d A dose máxima recomendada é de 120 mg uma vez ao dia. e A dose máxima recomendada é de 120 mg uma vez ao dia. f A dose máxima recomendada é de 120 mg uma vez ao dia. g A dose máxima recomendada é de 60 mg uma vez ao dia. b

+ ARCOXIA

120 mg só deve ser utilizado durante o período sintomático agudo por no máximo 8 dias.

Antes de prescrever ARCOXIA, recomendamos a leitura da Circular aos Médicos (bula) completa, para informações detalhadas sobre o produto. Referências bibliográficas: 1. Malmstrom K, Sapre A, Coughlin H et al. Etoricoxib in acute pain associated with dental surgery: A randomized, double-blind, placebo and active comparator–controlled dose-ranging study. Clin Ther 2004;26:677–679. 2. Cannon CP, Curtis SP et al, for the MEDAL Steering Committee. Cardiovascular outcomes with etoricoxib and diclofenac in patients with osteoarthritis and rheumatoid arthritis in the Multinational Etoricoxib and Diclofenac Arthritis Long-term (MEDAL) programme: a randomised comparison. Lancet 2006; 368:1771-81. ARCOXIA (etoricoxibe), MSD. INDICAÇÕES: tratamento agudo e crônico dos sinais e sintomas da osteoartrite e da artrite reumatóide, da espondilite anquilosante, da gota aguda e da dismenorréia primária; alívio da dor aguda e crônica. CONTRA-INDICAÇÃO: hipersensibilidade a qualquer componente do produto, insuficiência cardíaca congestiva (NYHA II-IV), doença cardíaca isquêmica e/ou doença vascular cerebral estabelecida (incluindo pacientes recentemente submetidos à cirurgia de revascularização do miocárdio ou angioplastia). PRECAUÇÕES: Como os riscos cardiovasculares dos inibidores seletivos da cicloxigenase-2 podem aumentar com a dose e a duração da exposição, deve-se usar a menor dose efetiva diária pelo período de tempo mais curto possível. Pacientes com fatores de risco significativos para eventos cardiovasculares (p. ex., hipertensão, hiperlipidemia, diabetes mellitus, tabagismo) ou doença arterial periférica devem ser tratados apenas com o ARCOXIA após criteriosa consideração. Os inibidores seletivos da cicloxigenase-2 não são substitutos do ácido acetilsalicílico para a profilaxia cardiovascular porque não exercem efeito nas plaquetas. ARCOXIA não é recomendado para pacientes com doença renal avançada; se o tratamento for necessário, recomenda-se monitorização rigorosa da função renal desses pacientes. Deve-se ter cautela ao iniciar o tratamento com ARCOXIA em pacientes com desidratação considerável e considerar a possibilidade de retenção hídrica, edema ou hipertensão quando ARCOXIA for utilizado em pacientes com edema, hipertensão ou insuficiência cardíaca preexistentes. Os médicos devem estar cientes de que determinados pacientes, especialmente aqueles com histórico de perfurações, úlceras e sangramentos gastrintestinais (PUSs) e aqueles com mais de 65 anos de idade, apresentam risco mais alto de ocorrência de PUSs, independentemente do tratamento. Em caso de disfunção hepática persistente, ARCOXIA deve ser descontinuado. Ao utilizar ARCOXIA em idosos e em pacientes com disfunção renal, hepática, ou cardíaca, deve ser mantida supervisão médica apropriada. Se estes pacientes piorarem durante o tratamento, devem ser adotadas medidas apropriadas, incluindo a descontinuação da terapia. ARCOXIA deve ser utilizado com cautela por pacientes que já tenham apresentado crises agudas de asma, urticária ou rinite causadas pelo uso de salicilatos ou inibidores não específicos da cicloxigenase. ARCOXIA deve ser interrompido ao primeiro sinal de erupção cutânea, lesões na mucosa ou qualquer outro sinal de hipersensibilidade. ARCOXIA pode mascarar a febre que constitui um sinal de infecção. Gravidez: categoria de risco C. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Não se sabe se o etoricoxibe é excretado no leite humano; por isso, quando ARCOXIA for administrado a nutrizes deve-se considerar a importância do medicamento para a mãe ao se decidir entre descontinuar a amamentação ou a medicação. A segurança e a eficácia em pacientes pediátricos não foram estabelecidas e, em geral, não foram observadas diferenças no perfil de segurança e na eficácia do medicamento entre pacientes idosos (65 anos de idade ou mais) e pacientes mais jovens. INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS: Varfarina: a administração de 120 mg de ARCOXIA uma vez ao dia foi associada com aumento no tempo de protrombina de aproximadamente 13% (International Normalized Ratio - INR). Rifampicina: ocorreu redução de cerca de 65% das concentrações plasmáticas do etoricoxibe quando este foi administrado com a rifampicina. Metotrexato: doses de 60 mg e 90 mg ao dia de ARCOXIA durante 7 dias não exerceram efeito na concentração plasmática ou na depuração renal de 7,5 mg a 20 mg de metotrexato em doses únicas semanais para o tratamento da artrite reumatóide. Em um estudo, a dose de 120 mg de ARCOXIA aumentou a concentração plasmática do metotrexato em 28% e reduziu a depuração renal do metotrexato em 13%; por isso, deve-se monitorar a toxicidade relacionada ao metotrexato quando forem administradas doses maiores que 90 mg de ARCOXIA ao dia. Inibidores da Enzima Conversora da Angiotensina (ECA) e Antagonistas da Angiotensina II (AAII): pode haver diminuição dos efeitos anti-hipertensivos dos inibidores da ECA e dos AAIIs quando ARCOXIA for administrado com essas medicações. Em alguns pacientes com função renal comprometida que estejam sendo tratados com AINEs, incluindo inibidores da cicloxigenase-2, a administração concomitante com essas medicações pode resultar em deterioração adicional da função renal. Lítio: pode haver aumento dos níveis plasmáticos de lítio quando ARCOXIA for administrado com lítio. Ácido acetilsalicílico em baixas doses: ARCOXIA pode ser administrado concomitantemente com ácido acetilsalicílico em baixas doses para profilaxia cardiovascular. Entretanto, a administração concomitante de ARCOXIA e baixas doses de ácido acetilsalicílico resulta em aumento da taxa de ulceração ou de outras complicações do trato gastrintestinal quando comparada com o uso de ARCOXIA isoladamente. Anticoncepcionais orais: a administração concomitante de ARCOXIA e um anticoncepcional oral contendo etinilestradiol e norentindrona aumentou a concentração plasmática do etinilestradiol em 37% a até 60%. Um aumento na exposição ao etinilestradiol pode aumentar a incidência de eventos adversos associados aos anticoncepcional orais. Terapia de reposição hormonal: a administração concomitante de ARCOXIA 120 mg com estrogênios conjugados aumentou a média da concentração plasmática da estrona não conjugada (41%), da equilina (76%) e do 17-ß-estradiol (22%). Os efeitos da dose de ARCOXIA 120 mg na exposição a estes componentes estrogênicos do conjugado de estrógenos foram inferiores à metade daqueles observados quando o conjugado de estrógenos foi administrado isoladamente e a dose foi aumentada de 0,625 mg para 1,25 mg. A importância clínica desses aumentos deve ser levada em consideração ao selecionar uma terapia de reposição hormonal para ser utilizada com ARCOXIA. O efeito das doses de 60 mg e 90 mg não foi estudado. REAÇÕES ADVERSAS: as seguintes experiências adversas relacionadas à medicação foram relatadas (incidência >1%) em estudos clínicos de 12 semanas sobre osteoartrite, artrite reumatóide ou lombalgia crônica: astenia/fadiga, tontura, edema de membros inferiores, hipertensão, dispepsia, pirose, náuseas, cefaléia e aumento de ALT e AST. O perfil de experiências adversas relatadas nos estudos sobre gota aguda, analgesia aguda e espondilite anquilosante foi similar ao relatado nos estudos combinados de osteoartrite, artrite reumatóide e dor lombar crônica. POSOLOGIA: Osteoartrite: 60 mg uma vez ao dia. Artrite reumatóide: 90 mg uma vez ao dia. Espondilite anquilosante: 90 mg uma vez ao dia. Gota aguda: 120 mg uma vez ao dia (somente durante o período sintomático agudo, limitado a no máximo 8 dias). Dor aguda e dismenorréia primária: 120 mg uma vez ao dia (somente durante o período sintomático agudo, limitado a no máximo 8 dias). Dor crônica: 60 mg uma vez ao dia. (Doses maiores que as recomendadas para cada indicação ou não apresentaram eficácia adicional ou não foram estudadas; portanto, as doses acima são as doses máximas recomendadas). Insuficiência hepática: em pacientes com insuficiência hepática leve (escore de Child-Pugh 5-6), a dose de 60 mg uma vez ao dia não deve ser excedida. Em pacientes com insuficiência hepática moderada (escore de Child-Pugh 7-9), não deve-se exceder a dose de 60 mg em dias alternados. Não há dados clínicos ou farmacocinéticos em pacientes com insuficiência hepática grave (escore de Child-Pugh >9). Insuficiência renal: o tratamento com ARCOXIA não é recomendado para pacientes com doença renal avançada (clearance de creatinina <30 ml/min). Não há necessidade de ajuste posológico para pacientes com insuficiência renal leve/moderada (clearance de creatinina >30 ml/min). REGISTRO MS: 1.0029.0035. VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.

A PERSISTIREM OS SINTOMAS, O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO.

www.msdonline.com.br MC 114/07

12-07-ACX 2006-W-116617-J 12-07-ACX-06-LAMT-1403-J 02-2009-ACX-07-BR-114-J

* Marca registrada de Merck & Co., Inc., Whitehouse Station, NJ, EUA.


Economia Por Celso Arnaldo Araujo

miqueias (sxc.hu)

Foto: Celso Arnaldo & Divulgação

A revista ABCFARMA nasceu na época em que o Plano Real estava sendo gerado, há 15 anos. E ambos se tornaram um sucesso ao longo do tempo. A revista é hoje a publicação de preços e informações de maior prestígio no segmento do comércio farmacêutico. E o Real continua mantendo uma invejável estabilidade – cada vez mais forte em relação ao dólar. Nesta entrevista, o economista Antonio Carlos Borges, diretor-executivo da Federação do Comércio do Estado de São Paulo, fala sobre a força do Real e o futuro da moeda

Com a experiência de ter atravessado diversas moedas, ao longo dos últimos 30 anos, o sr. diria que o Real é a moeda mais estável da história do País? Ainda não. A história da inflação no Brasil cobre um conjunto de décadas. A economia brasileira teve outros longos períodos sem inflação ou baixa inflação. Mas pelos padrões que a gente conhece, é possível dizer que a sociedade já se acostumou a viver sem inflação. O grande problema do combate à inflação é que, qualquer que seja a política de estabilização, só se pode dizer que ela deu certo depois de um longo período de convivência com taxas baixas. Na época da inflação altíssima, havia também a chamada inflação expectacional – que existia na cabeça das pessoas e fazia os preços subirem por antecipação. Hoje podemos dizer que isso acabou – embora ainda haja uma insegurança do tipo “se começa a subir agora, pode ser que o negócio volte”. Mas a época mais grave da inflação brasileira teve origem no papel que o Estado assumiu como estimulador da ativida-

de econômica. Isso começou com o governo Juscelino Kubitschek, cujo lema era “crescer 50 anos em 5”. Esse foi um divisor de águas. A partir daí, houve um período de inflação continuada provocada pelo governo gastando mais do que o crescimento da economia. Aí a inflação começa a viver um período de autoalimentação – até o Plano Real.

Mas o governo de hoje, com o PAC e programas como Bolsa-Família, também não é um forte agente econômico?

rofessor ntonio arlos orges,

diretor e ecutivo da ecom rcio S o aulo, fala so re a esta ilidade do Real nesses anos

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O que é que se fez na política de estabilização do Plano Real? Num primeiro momento, tentou-se tirar da nova moeda o peso da inflação passada – e para isso se utilizou a URV. O Real chegou como uma moeda realmente nova – daí, num primeiro momento, a convivência de duas moedas: uma inflacionada, a URV, e o Real. A partir daí, a política monetária foi muito consistente com isso. O governo manteve juros adequados, uma demanda controlada e - pouco se fala disso.


Economia Dizia-se que o dólar “não levava desaforo para casa” e hoje ele está “apanhando” do Real. O que houve? O Real não tem muito a ver com isso. A queda do dólar é um fato que inevitavelmente se deflagraria com a crise da economia americana. Nos últimos anos, o dólar vinha sendo defendido pelos países que tinham reservas em dólar. Mas a partir do momento em que a economia se globalizou, com o crescimento da China e dos países emergentes, e o euro conseguiu ganhar peso em reação ao dólar, surgiu uma alternativa. O dólar veio se fragilizando – e acho que terminou o ciclo do dólar no mundo. As moedas nacionais tendem a se firmar.

Essa história de que o Brasil deixou de ser devedor externo para ser credor tem sentido? O que o Brasil realmente fez foi transformar dívida externa em dívida interna. Nossas reservas internacionais são superiores ao tamanho da dívida – mas uma parte importante dessa dívida não era do governo, mas das empresas. Não há como dizer “pagou a dívida”. Temos duas contas separadas – a da dívida externa, que continua do mesmo jeito; e a conta das reservas internacionais, altamente favorecida pelo ingresso maciço de recursos estrangeiros graças a essa política de juros altos que o Brasil pratica. Isso gerou uma situação esdrúxula: um Real supervalorizado e, simultaneamente, aumento de exportações. Esse desenho serviu até agora. Daqui para frente, é preciso ver como o Brasil vai administrar a dobradinha juro-câmbio. Há uma tendência de o dólar cair um pouco

Com a estabilidade do Real nos últimos 15 anos, o Brasil perdeu uma ótima oportunidade de crescer a taxas mais consistentes mais, mas o limite está próximo. O governo vai ter que administrar isso através da taxa de juros – baixando-a um pouco mais. Mas isso só não tem sido feito porque a economia desta trégua da estabilização, o Brasil poderia ainda não está totalmente estabilizada. ter crescido muito mais e aí, sim, iríamos Por que essa crise americana ainda não sentir o peso sobre os rendimentos reais de dois fatores simultâneos: o aumento da “contaminou” o mundo? renda real por força do aumento do emprego Porque a economia chinesa está e por força da estabilização. O que o Brasil compensando o que a economia americana perdeu ao longo dos últimos 10 anos? Uma está perdendo. Por outro lado, a crise ameótima oportunidade de vir crescendo a taxas ricana vai seguindo seu caminho natural. A mais consistentes – se isso tivesse acontecido, quebra da Bolsa americana em 1929 começou agora estaríamos com a economia totalmente em 1914, com a desvalorização das terras ajustada e estabilizada. Isso terá que ser feito nos Estados Unidos. A questão imobiliária agora – com a reforma tributária e a redução sempre foi o coração das crises americanas, de gastos do setor público como estimulantes porque está ligada a fundos de pensão, à do investimento. A grave questão da Prepoupança das pessoas, etc. O contorno dessa vidência está aí, ainda sem providências. crise americana ainda está se desenhando, Alguém terá que ter a coragem de desarmar por enquanto confinada aos bancos. essa bomba de efeito retardado.

De que maneira o Real estável favorece Mas em termos de vendas, como o coméro comércio? cio se beneficiou da força do Real?

Eu diria que, por um lado, a partir do momento em que se estabilizam os preços, o rendimento real das pessoas cresce. A inflação tem o poder extraordinário de corroer salários. Mas, durante todo esse tempo, o Brasil cresceu muito pouco. Se a lição de casa tivesse sido feita no período

O dólar começou a perder força como “moeda-padrão” das economias nacionais com a globalização. O Real beneficiouse desse contexto 20 Revista ABCFARMA • Abril/08

A expansão foi muito boa. O comércio brasileiro tem vivido nesse período uma expansão muito forte – como se assistiu no próprio setor de farmácias. É óbvio que, numa situação em que o crescimento se faz pela alta competitividade do mercado e pela expansão do crédito e prazos de pagamento – e eu não sei como alguém pode comprar um carro em 80 meses! – incorporam-se alguns contingentes de consumidores ao mercado, apesar do risco do endividamento. Ainda não é um padrão de desenvolvimento como o europeu. Mas essa foi a grande virtude do Real: melhorar o perfil de renda por força da estabilização da moeda.


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Helleva® comprimidos 80mg carbonato de lodenafila INDICAÇÕES: é indicado para homens com dificuldade para obter ou manter ereções adequadas ao bom desempenho sexual. Este medicamento não aumenta o desejo sexual nem provoca ereções, apenas facilita o aparecimento da ereção após o estímulo sexual. CONTRA-INDICAÇÕES: É contra-indicado sua administração concomitante com nitratos; em pacientes com conhecida hipersensibilidade ao carbonato de lodenafila ou aos outros inibidores de PDE-5 ou a quaisquer componentes da fórmula; e pacientes portadores de retinite pigmentosa. Não deve ser utilizado por pacientes para os quais a atividade sexual esteja contra-indicada. CUIDADOS E ADVERTÊNCIAS: A atividade sexual aumenta o trabalho cardíaco e pode trazer riscos para pacientes cardiopatas e vasculopatas. O carbonato de lodenafila pode provocar uma diminuição discreta e transitória da pressão arterial. Por isso, é importante avaliar o risco cardiovascular antes de iniciar o tratamento. Pacientes com predisposição ao priapismo como portadores de anemia falciforme, mieloma múltiplo ou leucemia devem buscar aconselhamento médico antes de fazer uso de Helleva®. INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS: Inibidores do citocromo P450 nas isoformas 3A4 (tais como o cetoconazol, eritromicina ou cimetidina) e 2C9 (tais como tolbutamida e varfarina) podem retardar o metabolismo do carbonato de lodenafila. Helleva® também não deve ser associado a nitratos orgânicos pelo risco de potenciação farmacodinâmica e hipotensão severa. SEGURANÇA CARDIOVASCULAR: A associação de nitratos orgânicos e inibidores de PDE 5 é absolutamente contra-indicada. Se um paciente apresentar quadro de angina durante relação sexual, após ter feito uso de inibidor de PDE 5, as orientações são de cessar imediatamente o ato sexual e aguardar alguns minutos. Se a dor persistir, o mesmo deve ser encaminhado a um serviço de emergência. É extremamente importante que o paciente comunique o uso de inibidor de PDE 5 para que a equipe médica não faça uso de nitroglicerina ou outros nitratos. O uso de alfa-bloqueadores e Helleva® deverá ser supervisionado pelo médico. Os inibidores de PDE 5 devem ser administrados inicialmente em doses baixas e em pacientes que estejam em uso de dose estável do alfa-bloqueador. Os estudos dos inibidores de PDE 5, até o lançamento do carbonato de lodenafila, demonstraram alterações do espaçamento do intervalo QT abaixo dos valores de 10msec que são considerados seguros. A vardenafila, dentre os medicamentos desta classe, foi o que apresentou maior aumento no intervalo QT corrigido (QTc) de 6 a 9 msec. Por este motivo a vardenafila não é recomendada para pacientes que façam uso de antiarritmicos tipo 1A (p.e. quinidina) ou antiarritmicos tipo 3 (p.e. amiodarona, cloridrato de sotalol) ou com alargamento congênito do espaço QT. NÃO DEVE SER USADO POR MULHERES E CRIANÇAS. REAÇÕES ADVERSAS: O estudo clínico fase III (pré-comercialização) avaliou comparativamente reações adversas entre o carbonato de lodenafila (80mg) e placebo, em estudo duplo cego. As reações adversas que apresentaram incidência significativas e consideradas muito comuns (r 10%) foram cefaléia, rinite e rubor; e comuns (r1% eb10%) a tontura, sendo que em nenhum paciente foi caracterizado quadro de síncope. Outras reações adversas relatadas e que não foram estatisticamente significativas foram: dispepsia, distúrbio visual, dor lombar, boca seca, cãimbra, fadiga, náusea, sensação de calor, agitação, hiperemia de conjuntiva, dispnéia, dor articular, dor no peito, dor ocular, gastrenterite, lacrimejamento, outros sintomas urinários. Todas as reações adversas descritas apresentaram resolução satisfatória, não incorrendo em risco de morte para qualquer dos pacientes deste estudo. POSOLOGIA: administração de 80mg por via oral, uma hora antes da relação sexual, com intervalo mínimo, entre as tomadas, de 24 horas. Pode ser tomado em jejum ou com alimento. O fato de o comprimido ser sulcado permite administração de metade do comprimido, caso haja indicação médica. CRISTÁLIA Produtos Químicos Farmacêuticos LTDA. Farm. Resp.: Dr. Joaquim A. dos Reis – CRF-SP Nº 5061. Rodovia Itapira-Lindóia, km 14 – Itapira – SP. CNPJ Nº 44.734.671/0001-51. SAC (Serviço de Atendimento ao Cliente): 0800 701 19 18. CLASSIFICAÇÃO: VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA. Reg. MS 1.0298.0366 - “ATENÇÃO: ESTE PRODUTO É UM NOVO MEDICAMENTO E, EMBORA AS PESQUISAS REALIZADAS TENHAM INDICADO EFICÁCIA E SEGURANÇA QUANDO CORRETAMENTE INDICADO, PODEM OCORRER REAÇÕES ADVERSAS IMPREVISÍVEIS AINDA NÃO DESCRITAS OU CONHECIDAS. EM CASO DE SUSPEITA DE REAÇÃO ADVERSA, O MÉDICO RESPONSÁVEL DEVE SER NOTIFICADO”.

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Frutas

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Ao falar do poder das frutas e legumes, a Dra. Denise Madi Carreiro, membro do Centro Brasileiro de Nutrição Funcional e Coordenadora do Serviço de Nutrição da Clínica Gastromed, costuma usar uma expressão utilizada por nossas avós: o remédio está na natureza. Hoje, com toda a evolução da ciência da nutrição, essa afirmação não só se confirma como já sabemos por que esses alimentos são fundamentais para nossa melhor qualidade de vida. Vitaminas e minerais – a essência desses alimentos - são nutrientes fundamentais para que todos os outros sejam utilizados adequadamente. O Brasil, com uma flora frutífera esplendorosa, poderia dar exemplo ao mundo dessa “farmácia natural” – mas os especialistas lamentam que boa parte das pessoas ainda não tenha descoberto as frutas como fonte indispensável de saúde e bem-estar. Aqui, a Dra. Denise explica os benefícios das frutas na dieta alimentar

Entre as inúmeras propriedades das frutas, a Dra. Denise destaca um de seus componentes: fibras solúveis e insolúveis. “São fundamentais para a fermentação das boas bactérias, responsáveis por manter a integridade da parede intestinal, equilibrar o sistema imunológico, matar as cândidas, fungos e más bactérias e prevenir câncer, entre outros fatores. Controlam a glicose no sangue, evitando hiperglicemia e hipoglicemia, promovendo uma energia regular para o sistema nervoso central. Elas também fazem parte do bolo fecal, e absorvendo água,

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evitam a prisão de ventre”. Outro elemento essencial das frutas, bem como das verduras, são os chamados fitoquímicos - substâncias químicas que exercem funções de proteção ao nosso organismo. “Um exemplo são as substâncias que dão as cores aos alimentos, como o betacaroteno (alaranjado) e o licopeno (vermelho). Eles são potentes antioxidantes e comprovadamente previnem câncer. Várias substâncias presentes nesses alimentos previnem a doença por aumentar a eliminação de substâncias pró-carcinogênicas”. As frutas também são ricas em enzimas digestivas, fundamentais para ajudar a “quebrar” os alimentos, melhorando o seu aproveitamento


VIDA SAUDÁVEL e evitando a formação de gases, estufamento e sensação de “alimento parado”. Ela completa: “Além de serem excelentes remédios, frutas e verduras também são a chave para que tudo no nosso organismo funcione melhor e sua ingestão adequada pode determinar a prevenção da maior parte das doenças crônicas não-transmissíveis”.

ALIMENTOS FUNCIONAIS

Aqui, a Dra. Denise Carreiro resume o poder das frutas – São baratas – Não engordam – Ajudam no crescimento e desenvolvimento – Favorecem o fortalecimento muscular

Não é novidade que a natureza traz uma série de alimentos com poderes terapêuticos. Pesquisas mundiais já comprovaram que o ômega 3 presente nos peixes reduz o nível de colesterol no sangue, que a soja atenua os sintomas da menopausa, que o tomate ajuda na prevenção do câncer de próstata e que o abacate protege o corpo dos radicais livres. Agora, essas bem conhecidas propriedades de frutas e legumes pertencem a um segmento todo especial da ciência da nutrição: são os alimentos "funcionais".

– Podem e devem ser consumidos várias vezes ao dia

"Deu-se nome aos bois", diz a Dra. Denise Madi Carreiro. Carotenóides (presentes no pimentão ou na laranja), limonóides (encontráveis nas cascas das frutas cítricas), fenóis (que estão nos vegetais de cores roxa, azul ou violeta) ou flavonóides (na soja, por exemplo) são alguns dos componentes ativos capazes de prevenir ou reduzir males que vão da constipação intestinal à osteoporose, arteriosclerose e até mesmo certos tipos de câncer.O geriatra Michael Roizen, professor da Universidade de Chicago, sustenta que o poder das frutas é tão grande que a ingestão de cinco porções por dia pode atrasar o relógio biológico em até quatro anos.

– As crianças que consomem regularmente legumes, verduras e frutas são mais saudáveis, inteligentes, comunicativas, afetivas, calmas e, com certeza, se destacarão na idade adulta.

Mas é certo que a adoção de uma dieta específica, combinada a bons hábitos, ajuda a desacelerar o processo de envelhecimento. Diz o professor M. Almeida, da Universidade Federal de Uberlândia: “Neste alimento perfumado encontramos a vida e a alegria, pois, quando os frutos são bem digeridos, eles desintoxicam, atuam como uma fonte alcalina, lavam os rins e depuram o sangue. Segundo ele, o sumo dos frutos representa reservas abundantes de hidrocarbonatos e de sais minerais. “As frutas

– Não estragam os dentes – São saborosas – Ajudam a desintoxicar o organismo. – Auxiliam na prevenção de câncer – Promovem a manutenção de energia regular para o sistema nervoso central – São fáceis de preparar e transportar. – São as melhores fontes de cálcio e dos outros nutrientes (vitaminas e minerais) responsáveis, em conjunto, pela formação da massa óssea.

sumarentas têm um reconhecido poder desintoxicante e contribuem notavelmente para eliminar as impurezas orgânicas ao exterior. Ajudam, portanto, a manter uma vida sã e ao mesmo tempo em que depuram, aumentam as defesas orgânicas”. Já a celulose das frutas desempenham um papel biológico importante, pois facilita mecanicamente o percurso nos intestinos, aumenta o volume do bolo fecal e facilita a sua marcha ao longo das vias que ele tem que percorrer. Ele completa: “Portanto, os frutos devem fazer parte integrante da nossa alimentação e ser servidos antes de qualquer outro prato, em vez de se ingerirem na sobremesa, quando já satisfeitas as necessidades da alimentação”.

Frutas são a chave para que tudo em nosso organismo funcione melhor e sua ingestão adequada pode determinar a prevenção da maior parte das doenças não-transmissíveis”

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BRASILEIRAS ABACATE – fruta de sabor neutro, é rico em vitamina E, gorduras monoinsaturadas (a mesma do azeite de Oliva), vitaminas, sais minerais e glutationa, um poderoso antioxidante. Seu acentuado valor energético é relacionado ao seu conteúdo em gorduras, responsável pelo aumento do colesterol HDL (considerado o bom colesterol, pois protege as artérias ao invés de destruí-las). Cada 100 gramas de abacate fornecem 162 calorias. Do abacate se extrai um azeite que combate a dor reumática e a dor da gota. O chá da folha do abacateiro tem fama de ser diurético e carminativo. É usado para eliminar cálculos renais e gases intestinais. ABACAXI – Universalmente conhecida, é uma fruta sucosa, saborosa, ligeiramente ácida e muito refrescante. Rico em vitamina C, betacaroteno (provitamina A), vitaminas do complexo B e minerais como potássio, manganês e cálcio. Além disso, também contém uma poderosa enzima, a bromelina, que, segundo recentes pesquisas, pode ajudar na redução de inflamações de muitas causas e ajudar na digestão. Cada 100 gramas de abacaxi fornecem 52 calorias. BANANA – Um dos principais produtos da fruticultura brasileira, a banana, além do ótimo aroma e sabor que possui, é um alimento altamente energético, cujos hidratos de carbono são facilmente assimiláveis, é ótima fonte de potássio. Cada 100 gramas de banana prata fornecem 89 calorias. Segundo a tradição da “farmácia popular” das frutas, bananas maduras são eficientes para controlar a diarréia, ajudam no sono e melhoram o humor.

GOIABA – Rica em vitamina A e vitaminas do complexo B (principalmente niacina). Sua casca é rica em fibras e sua polpa, em pectina (fibra solúvel). Portanto, o ideal é consumi-la com casca. LARANJA – Além da clássica vitamina C e ácido fólico, a laranja possui minerais como cálcio, fósforo e potássio, que fazem dela uma boa fruta para o consumo nos dias quentes pois, além de refrescante, repõe energias. Contém ainda fibras (pectina, encontrada na pele que envolve os gomos), flavonóides e óleo, que aumentam seu valor nutritivo. 100 gramas de laranja fornecem, em média, 45 calorias. MAÇA – A maçã se destaca pelo seu alto valor em vitaminas do complexo B, C e E, potássio e fibras. A maçã tem ação benéfica e protetora em toda a mucosa digestiva. A maçã pode, ainda, diminuir a taxa de colesterol no sangue e ajudar no tratamento de reumatismo, gota e artrite. MARACUJÁ – Rica em vitamina C e niacina (vitamina do complexo B), contém também boas quantidades de ferro, cálcio, fósforo e fibras. Também contém uma substância sedativa, chamada passiflorina, indicada como calmante. Já suas folhas são usadas para combater febres e inflamações da pele sem infecções. MELANCIA - Além de muito refrescante, a melancia é muito nutritiva, possuindo hidratos de carbono (açúcar), betacaroteno (provitamina A) e vitaminas do complexo B e C. Também apresenta cálcio, fósforo, ferro e muita água. Hoje sabe-se que o licopeno e glutationa, compostos que a melancia possui em abundância, são responsáveis por proteger o organismo contra a oxidação celular. É uma das frutas mais “magras”: cada 100 gramas fornecem apenas 31 calorias. O suco de melancia provoca eliminação de ácido úrico e também é eficaz no tratamento da acidez estomacal.

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ORTOPEDIA Celso Arnaldo Araujo Foto: Celso Arnaldo e divulgação

Um dos grandes avanços da medicina no século 20 foi a possibilidade de se substituir toda a articulação do quadril – a cabeça do fêmur e a estrutura na qual ela se encaixa à bacia – por uma prótese de metal ou outro material, como plástico e cerâmica. Desde o advento dessa cirurgia, idosos com artrose avançada ou com fraturas naquela região podem recuperarse para uma vida normal – sem dor e com completa recuperação dos movimentos. Mas a prótese de quadril é sempre o último recurso, pois a artrose pode ser detida com uma série de medidas de prevenção ou tratada com técnicas menos radicais, se o diagnóstico for feito bem cedo. E mesmo as fraturas por queda no idoso – principal indicação das próteses de quadril - podem ser evitadas com alguns cuidados básicos no ambiente doméstico. É o que explica o

Dr. Henrique Berwanger Cabrita, especialista do Instituto Vita e do Instituto de Ortopedia do Hospital das Clínicas da USP

r enrique er anger a rita, ortopedista do nstituto

ita e do ospital das l nicas de S o aulo, e as pr teses de quadril, que su stituem perfeitamente a articulaç o umana

Q

uando se fala em quadril, está se falando de uma fundamental articulação do corpo humano. Ela é composta pelo pescoço (o chamado colo) e pela cabeça do fêmur, a extremidade superior do fêmur, em forma de bola de tênis. Esta se encaixa perfeitamente ao acetábulo, uma estrutura em forma de soquete de lâmpada que “aceita” (daí o nome acetábulo) e acomoda aquela parte do fêmur. Esses componentes ósseos, por sua vez, são revestidos por cartilagens. Essa articulação pode funcionar à perfeição por décadas, sem pro-

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ORTOPEDIA blemas. Mas a artrose – doença progressiva que desgasta as cartilagens, deixando o osso descoberto – pode arruinar esse sistema a tal ponto que a única solução passa a ser sua troca por um componente artificial, a prótese. A artrose degenerativa, como explica o Dr. Cabrita, é típica de idade mais avançada – como as demais moléstias degenerativas provocadas pelo envelhecimento. Há casos, porém, em que ela se inicia ainda na juventude. O médico diz já ter atendido rapazes de 15 anos de idade com uma forte predisposição para o desgaste e até sinais avançados de artrose. Nesses casos, a artrose não é conseqüência do desgaste natural das articulações, mas uma doença secundária, relacionada a algum outro fator, como deformidades anatômicas do quadril (uma cabeça de fêmur menos esférica ou uma bacia proeminente, por exemplo), problemas vasculares ou traumas na região. Com exceção desses casos, em que o desgaste da articulação é apenas um sintoma, é possível retardar o aparecimento ou o agravamento da artrose com medidas simples, mas saudáveis,

uedas dom sticas s o a principal causa de fraturas de quadril no idoso an eiro o local mais perigoso da casa e e ige pisos antiderrapantes o caso de fratura depois dos anos, o implante de pr tese uma cirurgia de emerg ncia, que deve ser feita em no m imo oras

implante ilateral de pr teses relativamente freq ente quando a artrose atinge os dois lados do quadril ou a fratura dupla , com o avanço das t cnicas cirúrgicas, o paciente se recupera em dessa comple a intervenç o

e com efeitos benéficos para a saúde como crônica, incomodativa, como aguda. E aqui um todo. Entre essas medidas, o Dr. Cabrita o Dr. Cabrita faz uma distinção importante. cita a prática de exercícios físicos regulares A dor da artrose do quadril não é sentida e moderados – sem os exageros que pode- diretamente no osso e pode ocorrer até em rão provocar, eles mesmos, o desgaste no outra região. Ela é difusa, com repercussões quadril. “Exercícios moderados previnem na coxa ou no joelho. “Três nervos passam a artrose a longo prazo”, pelo quadril: o ciático, “Exercícios resume o ortopedista. o obturatório e o femuOutro fator, segundo ele, moderados previnem ral. Qualquer um deles é a alimentação – que deve pode ficar irritado com a artrose a ser a mais saudável possío desgaste da articulongo prazo” vel. “Manter o índice de lação do quadril. Não massa corpórea dentro da é incomum o paciente normalidade é o objetivo. O sobrepeso sobre- com artrose no quadril ter dor na região carrega as articulações. O envelhecimento glútea ou que simula uma hérnia inguinal”. das articulações é diretamente proporcional No início do processo, não há dificuldade à sobrecarga à qual elas são submetidas”. para andar, mas para levantar da cadeira, Não por coincidência, pessoas obesas têm sair do carro ou abrir as pernas. E é nesse risco maior de desgaste nos quadris e nos começo da artrose que a medicina ainda pode joelhos – sobretudo mulheres. oferecer recursos que evitem a indicação de OS SINAIS uma prótese. “Diagnosticada a artrose do O primeiro sintoma de uma artrose quadril, a primeira medida é modificar o é a dor. O que dói não é o desgaste em si da padrão de atividade do paciente. Se ele sente cartilagem, pois esta não é enervada – mas os dor fazendo determinado movimento, tem ossos que ela “encapa”. A dor tanto pode ser que mudar. Se sentir fraqueza muscular, é

30 Revista ABCFARMA • Abril/08


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CPR REV 250 mg c/ 7 CPR REV 500 mg c/ 3 CPR REV 500 mg c/ 7 CPR REV 500 mg c/ 10

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ORTOPEDIA preciso fortalecer a musculatura”. Mas ele adverte para o que não se deve fazer diante do primeiro sintoma de artrose no quadril: alongamento. “O alongamento excessivo

da região machuca ainda mais a articulação e está cont r a - i n d i c a d o ”. P r o c e d i me nto s fisioterápicos também produzem benefícios nessa fase. Medicamentos, como a glucosamina, também podem deter o processo de artrose nas fases iniciais. E se nada disso funcionar, a medicina de hoje tem outro recurso antes da prótese: a artroscopia.

OS LÁBIOS DO QUADRIL A articulação do quadril, ao contrário da dos joelhos ou dos cotovelos, que estão quase à flor da pele, é a mais profunda do corpo humano. Por isso, foi a última a ser explorada pela artroscopia – a cirurgia em circuito fechado das articulações. Com apenas três pequenos orifícios, os especialistas conseguem visualizar e ter acesso direto à cabeça do fêmur ou ao acetábulo e, com isso, conseguem corrigir lesões que antecedem o desgaste completo do quadril. É o caso das lesões nos chamados “lábios” do acetábulo, isto é, na borda dessa estrutura que acomoda a cabeça do fêmur. Com a artroscopia, é possível reconstituir essa estrutura, recompondo a articulação. O tenista Guga apresentou uma lesão desse tipo – e retornou ao esporte depois da artroscopia. “Uma de minhas ambições como especialista é divulgar essas alterações precoces que, se tratadas, poderiam evitar muitos casos de prótese no futuro”, diz o Dr. Henrique Cabrita. Enquanto isso não ocorre, as próteses continuam sendo a terapia mais freqüente para a artrose – nesse caso, já em estágio avançado. o om es c as õ ç s bi am gar es e as s l h u n e v u , s di mi de ista é oces q muito a r c a e Um ecial pr evit uturo esp ações riam f r no e e alt pod ótese , s r ada ep trat sos d a c

DEPOIS DA QUEDA Mas a artrose não é a única indicação para as próteses de quadril. Fraturas em idosos, sobretudo na área da articulação coxofemural, são cada vez mais freqüentes, porque as pessoas estão vivendo mais. E, acima dos 65 anos, não há o que discutir: a prótese é a única solução. Quando ocorre a quebra da cabeça do fêmur, a circulação no local, que é de baixo para cima, deixa de existir – por isso, a cabeça se necrosa e precisa ser trocada. “Não adianta colocar pinos ou parafusos”. Mas o Dr. Cabrita observa que, no caso de idosos, a cirurgia para implante da prótese é sempre de emergência. Deve ser feita em menos de 24 horas depois da fratura, porque além desse prazo, como mostram todos os estudos, o risco de mortalidade sobe 20 vezes – um idoso imobilizado ao leito por fratura de fêmur pode sofrer graves alterações metabólicas, como uma embolia pulmonar, por exemplo. “Se o paciente tiver estabilidade clínica, opera-se já”. Claro que, por causa da idade, pode haver restrições. Mas hoje, com os avanços da técnica cirúrgica e dos cuidados hospitalares, até pacientes bem idosos podem se beneficiar, com segurança, do implante da prótese. O Dr. Cabrita implantou uma prótese, recentemente, numa senhora de 103 anos – aliás, a primeira dentista de São Paulo. “Ela já fez 104 e está ótima”, conta ele. Embora a prótese de quadril seja um grande avanço da ortopedia, o ideal, evidentemente, é evitá-la. Além das medidas preventivas da artrose, evitar quedas é o caminho. Como a maioria dos acidentes ocorre dentro de casa, hoje há uma verdadeira cartilha com recomendações de medidas domésticas antiqueda. A maior parte dos tropeços acontece no banheiro. Por isso, pisos antiderrapantes são recomendados, bem como a eliminação de desníveis entre o box do chuveiro e o piso do banheiro. Muito cuidado com tapetes que se enrolam ou lençóis jogados ao chão. Esses obstáculos podem fazer o idoso, já fragilizado, torcer o quadril – e quebrá-lo antes de cair.

PRÓTESE: QUANDO FAZER?

Depois da prótese, voltou ao normal – inclusive dando aulas de ginástica.

Chega o ponto em que não é possível mais adiar, em que o problema foge ao controle clínico ou já saiu do âmbito da artroscopia. Nesse caso, toda a articulação do quadril precisa ser substituída. Segundo o Dr. Cabrita, o que define esse momento é o limiar da dor. “Quando o quadril se torna o centro da vida de uma pessoa, quando dói de dia e de noite, impede o trabalho ou uma simples caminhada, é hora de indicar uma prótese”. Existe também um critério objetivo, que é uma tabela de pontos que se atribuem a uma série de perguntas, como “consegue amarrar os sapatos?”, “consegue se agachar?”. Ele relata o caso de uma paciente de 42 anos, aliás professora de ginástica, que suportava a dor da artrose no quadril, mas caminhava tão mal que parecia ser deficiente física.

DEPOIS DO IMPLANTE

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Dois ou três dias após o implante, o paciente já pode caminhar pelo quarto. Em três meses, terá recuperado sua independência física. As próteses são cada vez melhores e mais seguras. Mas, como observa o Dr. Cabrita, não duram a vida toda – a exemplo da articulação humana. “Para um jovem, deve durar de 15 a 20 anos”, ele informa. Para um idoso, que tem menos movimentos, pode resistir até mais do que isso. Mas o acompanhamento médico deve ser permanente, para se observar sinais de desgaste. Reoperações, para troca da prótese, são cada vez mais comuns, à medida que os idosos vivem cada vez mais. Desde 2001, todos os planos de saúde têm cobertura para prótese de quadril.


Cosméticos Jornalista Celso Arnaldo Araujo Foto: Divulgação

A VERDADE DOS

CABELOS FFio a fio

O setor de produtos para cabelos é um dos mais procurados no setor de cosméticos das farmácias. Mas são tantos os produtos disponíveis no mercado que um dilema se apresenta ao empreendedor: o que não pode faltar? Como satisfazer à maioria das clientes? Para ajudar na busca dessas respostas, a Revista ABCFARMA entrevistou o químico e especialista em desenvolvimento de produtos capilares Everton de Freitas para montar uma linha de produtos completa e indispensável

verton de reitas, qu mico especiali ado no desenvolvimento de produtos para ca elos o que n o pode faltar nas prateleiras de uma farm cia

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Cosméticos Everton conhece bem a “psicologia” de uma grande parcela das consumidoras: “Muitas trocam de xampu periodicamente para ´não viciar´ e misturam linhas de tratamento, hidratação e finalizadores, fazendo do próprio cabelo um tubo de ensaio que pode trazer conseqüências irreversíveis. Sem conhecer a estrutura e comportamento dos fios, muita gente aplica indistintamente colorações, escovas progressivas e máscaras que podem até trazer resultados trágicos”. Portanto, o primeiro passo para escolher os produtos certos – e que também deve nortear quem for montar uma prateleira “capilar” na farmácia – é conhecer um pouco do cabelo humano. Everton explica que o cabelo é composto, em grande parte, por uma proteína rígida chamada queratina, que, por sua vez, contém uma grande quantidade de cistina, o seu principal componente. O cabelo possui, basicamente, duas estruturas: o bulbo ou raiz (parte interna) e a haste (parte visível que sai do couro cabeludo). “É nessa região, na epiderme, que os fios adquirem as suas características básicas e naturais de cor, espessura, resistência e formato. Cada fio de cabelo, por sua vez, é coberto por uma camada de escamas bem fechadas conhecidas como cutículas, que protege o interior do cabelo e é responsável pelo brilho, maciez e proteção dos fios. Já o córtex é responsável pela elasticidade, resistência e cor dos fios. O córtex é formado por um conjunto de macro e microfibrilas compostas por uma alta concentração de queratina rica em enxofre e grãos de melanina”.

O que determina um

cabelo bonito

Segundo o químico, há vários fatores que podem influenciar na beleza dos cabelos, entre eles: Fatores genéticos Qualidade de vida: os cabelos são sensíveis à má alimentação, estresse e medicamentos Mudanças radicais freqüentes, como alisar, escovar, enrolar e colorir. Essas mudanças atuam na estrutura e na saúde dos fios Agressões ambientais: sol, vento, poluição, piscina e mar A combinação de produtos inadequados pode aumentar a oleosidade ou ressecar os fios, deixando-os quebradiços ou pesados. Quando o cabelo é exposto a fatores externos e/ou agentes agressivos, ocorre um rompimento da ligação entre o enxofre e as moléculas de cistina. Um tratamento cosmético baseado em agentes que possuem identidade com esta estrutura ajuda a restaurar a flexibilidade e resistência dos fios de cabelos. A seguir, Everton de Freitas fala sobre xampus e produtos que não podem faltar numa farmácia.

Em busca do

xampu ideal

Segundo Everton, o xampu ideal deve: Ter Ph ligeiramente acido Limpar em poucos minutos, sem desengordurar demais Não irritar os olhos Ser solúvel em água, sem deixar resíduo pegajoso Produzir maleabilidade: os cabelos não podem ficar elétricos, devem ser fáceis de pentear Fornecer ou desenvolver brilho aos fios Ter odor agradável

Segundo Everton, o xampu ideal deve: Queratina, aminoácidos da seda e do trigo, colágeno (restruturadores para fortalecer os fios) Vitaminas: pantenol, vitamina E, nicotinamida (nutrientes) Ativadores: capsicum, jaborandi Controladores de oleosidade: jojoba, hamamelis Hidratantes: Aloe Vera, algas marinhas.

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Cosméticos

Dicas

Para se ter cabelos brilhantes, soltos e com volume é necessário seguir algumas regras, relacionadas pelo químico capilar Everton Ribeiro: Dieta equilibrada: o fio de cabelo composto de queratina necessita diariamente de doses suficientes de proteína vitaminas (A, C, E) e sais minerais(zinco, silênio, silício, ferro). A ingestão equilibrada de frutas, legumes preferencialmente orgânicos e proteína de origem animal (leite e carnes) e vegetal (soja) ajuda os cabelos. Às vezes pode ser necessária uma complementação com medicações que contenham estes nutrientes.

Escolha do xampu: A É preciso primeiro conhecer o tipo de cabelo - secos, mistos ou oleosos. A Xampu só se aplica uma vez. A “segunda mão” pode retirar, em excesso, a oleosidade natural que ajuda na manutenção de integridade do fio. A O ideal é usar água morna ou fria, aproveitando bem a espuma e massageando o couro cabeludo delicadamente para que o xampu possa atuar de forma eficaz. A O enxágüe deve ser feito em água abundante, evitando-se resíduos. Logo após, pode-se optar por um condicionador leve ou rico em ceramidas, queratina, aminoácidos seda, aminoácidos trigo. Na seqüência, outro enxágüe abundante e, para finalizar, um leave-in com uma formula “sem enxágüe” rica em silicone que tem a função de ‘selar’ as cutículas dando um aspecto mais brilhante ao fio.

O que não pode

faltar na farmácia

Qual seria a oferta básica do setor de produtos capilares de uma farmácia, de acordo com o tipo de cabelo? - Cabelos secos e ressecados Produtos mais hidratantes e nutritivos com pró-vitamina B5 (pantenol), proteínas hidrolisadas (queratina, trigo, seda, aveia), silicones, silícios orgânicos, algas marinhas, aminoácidos. - Cabelos danificados por química, quebradiços, sem brilho Produtos reestruturantes ou com poder restaurador (como queratina e proteínas hidrolisadas), polímeros catiônico (poliquaternium-10, poliquaternium-67), ceramidas, aminoácidos, carbo-cisteína. - Cabelos com raiz oleosa Produtos específicos principalmente com silício orgânico, extratos vegetais e silicone. Produtos desenvolvidos para manutenção da cor com vitamina E, filtros solares, e antioxidantes.

importante que o profissional de farm cia con eça detal es so re a lin a de produtos capilares do esta elecimento para poder dar orientações a ali adas e tirar dúvidas

- Cabelos crespos cabelos com muito volume Produtos com aloe vera, silicone, óleos (de castanha-do-pará, triglicerídeos de murumuru, amêndoas, óleo manga etc), redutores de volume e hidratantes - Cabelos com caspa Xampus anticaspa com octopirox, piritionato de zinco, ácido salicílico.

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INDÚSTRIA Celso Arnaldo Araujo Foto: Dr. Reddy´s

Uma empresa farmacêutica fundada em 1984 por um cientista empreendedor indiano, o Dr. Anji Reddy, com o objetivo de melhorar a vida das pessoas, desenvolvendo medicamentos de qualidade, inovadores e acessíveis à população, começa a ganhar mercado no Brasil – com a mesma proposta de seu fundador e inspirador A Dr. Reddy´s do Brasil – como explica o gerente geral da empresa, Fabio Rosito – está apostando e investindo firme em duas unidades de negócios. A primeira é a de Oncologia que já tem um portfólio de seis produtos – entre eles, o Granomax (filgrastim), fator estimulante de glóbulos brancos usado na quimioterapia induzida e no transplante de medula óssea e primeiro medicamento biogenérico desenvolvido integralmente na Índia; e o Docetere (docetaxel), utilizado no tratamento de formas avançadas de câncer de mama, pulmão, cabeça e pescoço, entre outros. A segunda unidade é voltada para medicamentos cardiovasculares e para o Sistema Nervoso Central e já conta com dois produtos de ponta – o Clopivix (clopidogrel) e o Sered (sertralina). Como observa Fabio Rosito, todos os produtos Dr. Reddy´s co-

mercializados no Brasil chegam ao mercado novo antidiabético oral desenvolvido em parceria com a dinamarquesa NovoNordisk com três chancelas importantes: *Certificação da ANVISA – que e que já se encontra na fase 3 de pesquisa inspecionou e certificou quatro de suas seis clínica. unidades internacionais de produção *Inspeção pelo laboratório de Controle de Qualidade das plantas de fabricação * Re-certificação pelo laboratório de Controle Qualidade da subsidiária brasileira localizada em São Paulo Com esse perfil de inovação, confiabilidade e permanente qualificação, a Dr. Reddy´s Brasil pretende conquistar uma fatia cada vez maior do mercado brasileiro – em princípio, concentrando seus esforços nessas duas unidades, com a criação de novos produtos ou extensões de linha dos atualmente comercializados. Mas a empresa tem planos mais ambiciosos. Depois de quebrar paradigmas ao criar dois centros de pesquisa em Hyderabad (Índia) e Atlanta (EUA), onde trabalham mais de 350 PhDs, e ganhar a confiança dos médicos e dos consumidores finais, não só em seu país como em escala global, a empresa lançou na Índia o primeiro anticorpo monoclonal biossimilar (Reditux/ retuximab) e se prepara para dar um grande salto em pesquisa e inovação – o lançamento da primeira molécula totalmente pesquisada e desenvolvida na Índia, a balaglitazona, um

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o centro de pesquisa de dera ad, na ndia, a r Redd s produ medicamentos que conquistaram a confiança de m dicos e consumidores em todo o mundo, como o clopidrogrel lopivi , no rasil , de sua unidade de produtos cardiovasculares e para o Sistema ervoso entral


GESTÃO DE NEGÓCIOS Por Américo Jose da Silva Filho Foto: arquivo

Construindo pontes C

erta vez, dois irmãos que moravam em fazendas vizinhas, separadas apenas por um riacho, entraram em conflito. Foi a primeira grande desavença em toda uma vida trabalhando lado a lado, repartindo as ferramentas e cuidando um do outro. Durante anos percorreram uma estreita, porém comprida, estrada que corria ao longo do rio para, ao final de cada dia, poderem atravessá-lo e desfrutarem um da companhia do outro. Apesar do cansaço, faziam-no com prazer, pois se amavam. Mas agora tudo havia mudado. O que começara com um pequeno mal entendido finalmente explodiu numa troca de palavras ríspidas, seguidas por semanas de total silêncio. Numa manhã, o irmão mais velho ouviu baterem à sua porta. Ao abri-la, um homem com uma caixa de ferramentas de carpinteiro em sua mão lhe disse: - Estou procurando trabalho, talvez você tenha um pequeno serviço aqui e ali. Posso ajudá-lo? - Sim! - disse o fazendeiro. Claro que tenho trabalho para você. Veja aquela fazenda além do riacho. É de meu vizinho, na realidade meu irmão mais novo. Brigamos muito e não o suporto mais. Vê aquela pilha de madeira perto do celeiro? Quero que você me construa uma cerca bem alta ao longo do rio para que eu não mais precise vê-lo. - Acho que entendo a situação, disse o carpinteiro. Mostreme onde estão o martelo e os pregos que certamente farei um trabalho que o deixará satisfeito. Como precisava ir à cidade, o irmão mais velho ajudou o carpinteiro a encontrar o material e partiu. O homem trabalhou arduamente durante todo aquele dia, medindo, cortando e pregando. Já anoitecia quando terminou sua obra, ao mesmo tempo em que o fazendeiro retornava. Porém, seus olhos não podiam acreditar no que viam. Não havia nenhuma cerca! Em seu lugar estava uma ponte que ligava um lado do riacho ao outro. Era realmente um belo trabalho, mas ele, enfurecido, exclamou: - Você é muito insolente em construir esta ponte após tudo que lhe contei! No entanto, as surpresas não haviam terminado. Ao erguer seus olhos para a ponte mais uma vez, viu seu irmão aproximandose da outra margem, correndo com seus braços abertos. Cada um dos irmãos permaneceu imóvel de seu lado do rio, quando, num só

impulso, correram um na direção do outro, abraçando-se e chorando no meio da ponte. Emocionados, viram o carpinteiro arrumando suas ferramentas e partindo. - Não, espere! - disse o mais velho. Fique conosco mais alguns dias, tenho muitos outros projetos para você. O carpinteiro então lhe respondeu: - Adoraria ficar. Mas, tenho muitas outras pontes para construir.

Neste mês gostaria de falar de um profissional que não está atrás do balcão, mas trabalha intensamente para o sucesso de sua farmácia. 42 Revista ABCFARMA • Abril/08


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GESTÃO DE NEGÓCIOS

“São profissionais qualificados, que conhecem o varejo e acompanham tendências. Como visitam muitas farmácias, são excelentes fontes de informação sobre experiências bem-sucedidas” e durante quatro dias acompanhei o dia-a-dia do profissional vendedor.

Observei a luta, as discussões e o esforço de cada um deles para levar o melhor de sua empresa para as farmácias e drogarias. Muitas vezes, em nossa farmácia, fazemos como o irmão mais velho da fábula e não enxergamos o representante como alguém que briga por nós e que está interessado em nosso sucesso. Devido ao movimento da farmácia, é natural que muitas vezes sejamos obrigados a atendê-los rapidamente, em pé mesmo, e em algumas ocasiões nem isso é possível. No entanto, precisamos lembrar que os representantes são profissionais qualificados, que conhecem o varejo farmacêutico e acompanham as tendências. Como eles visitam inúmeras farmácias, são excelentes fontes de informações sobre experiências bem-sucedidas.

Produtos que estão sendo mais e necessidades e, quando receberem os repreprocurados e vendidos em outras farmá- sentantes, passem as questões a eles. cias Pode ser que, naquele momento, Outra maneira de aproveitar algumas delas não possam ser respondidas, melhor a presença dos representantes é mas tenham certeza de que você tem um propor campanhas em parcerias. Muitas profissional que lutará por suas causas em das indústrias têm ações que proporcionam suas empresas. benefícios para ambos. Às vezes pensamos nos fornecedores Palestras educativas para seus como adversários e, como na fábula, fazemos clientes e para a comunidade também um longo caminho para chegar até eles ou podem ser realizadas. A indústria pode brigamos e preferimos construir uma cerca fornecer estrutura, materiais e palestran- para afastá-los definitivamente. tes para isso. Ainda podem ser muito Mas do outro lado pode estar alúteis para o treinamento técnico de seus guém como o outro irmão, esperando uma funcionários. oportunidade para se reaproximar e dar um E tudo isto também é válido abraço. para os representantes das distribuidoras. Hoje, a sobrevivência e o sucesso nos Estas, assim como as indústrias, têm total negócios também dependem de juntarmos interesse no desenvolvimento e no sucesso conhecimentos e recursos com todos (sócios, do varejo, pois compreendem que a única funcionários, fornecedores, parceiros em maneira de seus produtos chegarem aos associações, etc.). consumidores é através das farmácias e É o que chamamos de sinergia: ação drogarias espalhadas pelo país. conjunta de empresas, visando obter um

Se dedicarmos um pouco mais de atenção a eles, poderemos descobrir o quanto podem auxiliar em nossos negócios.

Construa pontes com as indús- desempenho melhor do que aquele demonstrias e as distribuidoras. trado isoladamente. Para fazer isto, valorizem ainda mais a presença dos representantes. Relacionem suas dúvidas, propostas, sugestões

Além de tendências e experiências, eles podem ajudar com outras informações e orientações, como por exemplo:

“O sorriso enriquece os recebedores sem empobrecer os doadores”

Gestão de estoques Exposição e arrumação de produtos Como vender com lucratividade Vendas e atendimento Lançamentos da indústria

Boas vendas!

(Mário Quintana) Américo José da Silva Filho www.atcotc.com.br • E-mail: américo@atcotc.com.br

44 Revista ABCFARMA • Abril/08


INFORME APSEN

“NÃO ESTAR BEM INFORMADO, É UMA FORMA MODERNA DE INCOMPETÊNCIA”

A afirmativa acima já foi dita por alguém com muita propriedade nestes tempos de concorrência acirrada. Estamos passando por um momento de mudanças significativas e quem permanecer insistindo na mesmice, estará fadado ao insucesso. A comunicação é sem dúvida a palavra chave para o sucesso de qualquer negócio onde existam compradores e vendedores. A Apsen a cada dia está inovando e buscando novas alternativas que possibilitem uma melhor qualificação e capacitação profissional. Desse modo, disponibiliza para seus parceiros, um calendário de palestras interativas ministradas por consultores de vendas com larga experiência na área comercial e temas atuais, como: “Qualidade no Atendimento”, “Motivação para o Sucesso”, “Escalada para o Sucesso”, “Vendas Consultivas”, “Planejamento e Controle”, dentre outros, já tendo realizado de Janeiro/2006 a Dezembro/2007 mais de 360 palestras onde se beneficiaram cerca de 35.000 profissionais (Farmacêuticos, Balconistas, Estoquistas, Caixas, Televendas, Atendentes, etc). “A COMUNICAÇÃO

É SEM DÚVIDA A PALAVRA-CHAVE PARA O SUCESSO”

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Conheça o Brasil Jornalista: Celso Arnaldo Araujo Foto: SETUR-ES

ESPÍRITO SANTO Um estado de

espírito

Mergulhe em uma praia ou cachoeira e no mesmo dia conheça a cultura dos descendentes europeus na região de montanha do Espírito Santo. Almoce uma moqueca à beira do mar e, depois, pratique seu esporte radical favorito ou caminhe por uma trilha na Mata Atlântica ou ainda visite patrimônios históricos. No Espírito Santo, você pode conhecer alguns desses atrativos, por meio de cinco rotas turísticas. Banho de mar, trilhas ecológicas, centros de estudos e pesquisas, como o Projeto Tamar, moqueca feita na panela de barro – herança indígena na qual é feita de modo artesanal pelas paneleiras de Goiabeiras - ajudam a compor o mosaico que é o Estado.

sp rito Santo um estado mosaico, com atrações e ele as naturais em todos os tipos de turismo Suas praias s o paradis acas, sua ist ria est em conservada e a culin ria local d gua na oca

46 Revista ABCFARMA • Abril/08


Conheça o Brasil

Rota da costa

e da imigração

No sul do Estado, o turista é agraciado com um roteiro composto por sete municípios, cujo nome é uma referência ao trajeto dos imigrantes que construíram a história do Espírito Santo. No litoral sul, italianos e alemães encontraram praias, a cultura indígena e marcas do Brasil-Colônia. No interior, criaram raízes trazendo a cultura do grande continente. É esse caminho que o turista é convidado a percorrer, começando pelo município de Anchieta, cujo roteiro é um mar de história e cultura. Fundado em 1565 pelo padre José de Anchieta, o município tem 23 praias paradisíacas. Os monumentos históricos ratificam a importância da obra jesuítica no Estado. Para rememorar o trajeto percorrido pelo beato, milhares de andarilhos refazem o caminho de 105 km feito pelo padre no século XVI, entre a capital Vitória e Anchieta, conhecida como Passos de Anchieta. Mais adiante, Alfredo Chaves, é conhecida pela prática de esportes radicais. É possível aproveitar a adrenalina principalmente do vôo livre de parapente em uma rampa natural com vistas para o litoral. Os visitantes e aventureiros têm a possibilidade de se encantar com cachoeiras que incrementam as riquezas naturais.

Rota do mar

e das montanhas

Viana faz parte da região metropolitana da Grande Vitória, apesar de manter características de uma pacata cidade do interior. Essa marca se vê em todo o município, onde o agroturismo e o turismo rural são destaques. Aqui, você pode fazer um gostoso passeio pelos sítios que preparam, artesanalmente, vários tipos de produtos caseiros. Tudo isso vem da tradição deixada pelos imigrantes que chegaram ao município no Século XIX: portugueses, negros, indígenas, italianos e alemães. Conhecida como cidade das Orquídeas, Marechal Floriano possui uma vasta quantidade de espécies de orquídeas nas matas ao redor da cidade. Da imigração italiana a alemã, pode-se apreciar deliciosos pratos típicos, nos restaurantes tradicionais da região, acompanhados por um agradável clima de montanha. Já Guarapari é conhecida como Cidade Saúde pelas propriedades medicinais de suas areias monazíticas, um dos balneários mais badalados do litoral capixaba.

O município de Anchieta, fundado em 1565 pelo padre José de Anchieta, é um mar de história e cultura. Muitos devotos costumam fazer a pé a rota entre a cidade e a capital Vitória 47 Revista ABCFARMA • Abril/08


Conheça o Brasil

Rota da costa

e da imigração

A Rota do Verde e das Águas constitui outro roteiro de riquezas naturais e história. A 50 km da capital, encontra-se Aracruz que, cercada de atrativos naturais, abriga reservas das tribos Tupiniquins e Guarani, que comercializam seu artesanato. Linhares, município conhecido como Paraíso das Águas, abriga 25% das reservas de Mata Atlântica do Estado e 64 lagoas que formam o maior complexo lacustre da região Sudeste, tendo como principal a Lagoa Juparanã, com 38 km de extensão. O mar, com ondas fortes, é apropriado à prática de esporte aquático. Na localidade de Regência, é desenvolvido o Projeto Tamar que cuida da preservação das espécies de tartarugas-marinhas. Quatro das cinco espécies encontradas no Brasil desovam no Espírito Santo. Conceição da Barra com um jeitinho de Nordeste transforma o distrito de Itaúnas no mais importante conjunto turístico do município. A principal característica de Itaúnas são suas dunas de até 30 metros de altura.

Reservas ambientais, projetos ecológicos, festas populares e o maior complexo de lagoas da região Sudeste. O Espírito Santo, com suas cinco rotas de turismo, oferece opções para todos os visitantes

50 Revista ABCFARMA • Abril/08


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Tecnologia Assessoria de imprensa da Visionchannel

A sociedade mundial está envolvida num universo de grandes avanços tecnológicos - e nas transformações do cotidiano trazidas por eles. Entre esses avanços, estão a rapidez e a quantidade de conteúdo informativo que chegam às pessoas todos os dias. A publicidade e propaganda acompanharam estes avanços. A nova mídia tem por característica uma maior troca de contatos entre o consumidor e o emissor da informação. A chegada da internet facilitou este processo. Atualmente, um novo meio de comunicação com o consumidor vem se difundido, principalmente nos EUA e Europa. É a sinalização digital – modalidade de mídia indoor onde as informações são passadas através de telas de LCD ou plasma, com conteúdo personalizado. Os conteúdos das telas, além de divulgar os produtos do anunciante, podem prestar serviços como divulgação de vídeos institucionais e entreter o consumidor com dicas de saúde, lazer, culinária e curiosidades. Pode também apresentar cotações da Bolsa, previsões da meteorologia ou qualquer outra informação de interesse. A programação ocorre em tempo real via internet. As telas são colocadas em lugares estratégicos com um grande fluxo de pessoas,

como shoppings, terminais de metrô ou ônibus, supermercados. Podem também ser instaladas no próprio ponto de venda ou até mesmo em pontos com espera forçada. Uma de suas vantagens é que ela pode ser segmentada. Cada departamento ou franquia da empresa pode contar com uma programação diferenciada. Foi pensando nesta nova era que a

Visionchannel, empresa pertencente ao Grupo RPA, que está há mais de 27 anos no mercado de mídia indoor, trouxe essa tecnologia ao Brasil. A empresa disponibiliza no mercado telas de plasma ou LCD entre 7 a 50 polegadas, que são uma boa opção para colocar no caixa, gôndolas, suportes ou na parede dos estabelecimentos comerciais. A empresa também tem produtora e estúdio próprios, o que facilita a criação e a produção de conteúdos, caso haja interesse do cliente. A imaginação e a tecnologia empregadas na sinalização digital facilitam sua implantação - e isto a Visionchannel já demonstrou que sabe fazer. É o caso das telas de plasma instaladas em mais de 100 táxis na cidade de São Paulo. A mídia digital indoor apresenta-se como uma moderna alternativa para atingir o consumidor no PDV. Suas vantagens são

52 Revista ABCFARMA • Abril/08

muitas. Ao contrário dos banners, panfletos ou cartazes instalados no local de compra, as TVs no ponto de venda trazem menos poluição visual, e, portanto, tornam mais agradável a comunicação com o consumidor. Além disso, a mídia digital pode ser adequada de acordo com os interesses na região ou do local, padrões demográficos ou de compra. Outra vantagem está no custo: por ser dirigida, não há desperdício de verba com consumidores que o anunciante não quer atingir. Não há concorrência com outros anunciantes, já que dificilmente dividirão o mesmo espaço. É também uma mídia bastante flexível, quanto à sua utilização, e de muito rápida atualização. Essas telas nos pontos de venda apresentam-se como a última oportunidade de o anunciante fazer contato com o consumidor. Este último contato é de extrema importância, já que, de acordo com o POPAI – Point of Purchase Advertising Institute, mais de 80% das decisões de compra são tomadas após o cliente entrar no ponto de venda. O resultado da aplicação da mídia digital no ponto de venda se traduz através do aumento das vendas, da fidelização e satisfação do cliente.


EVENTO Por Francisco Colombo Fotos: Francisco Colombo

SESCON Comemora

prefeito de S o aulo, il erto assa , prestigiou a festa de comemoraç o dos anos do S S S , oe presidido por os aria apina lca ar, que se sentou a seu lado durante o antar no lu e onte L ano

Uma grande festa, no Clube Monte Líbano, em São Paulo, no dia 22 de fevereiro, marcou as comemorações dos 59 anos do SESCON – Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas no Estado de São Paulo

54 Revista ABCFARMA • Abril/08

No jantar temático, com um bufê árabe e um cenário também oriental de muito bom gosto, o presidente do SESCON-SP, José Maria Chapina Alcazar, recepcionou políticos, lideranças empresariais, empreendedores contábeis e de assessoramento e amigos, entre eles o prefeito Gilberto Kassab, o presidente da Associação Comercial, Alencar Burti, e o presidente da ABCFARMA, Pedro Zidoi, entre outros políticos, dirigentes de entidades e autoridades. Na ocasião, também tomaram posse, numa breve cerimônia que antecedeu o jantar, o diretor da regional de Presidente Prudente, Sérgio Itio Turuta, e os diretores das sub-regionais de Jaú, Jundiaí e Registro, Antonio Carlos Morelli, Leonardo Michel Rodrigues Mazzola e Ildo Damiani, respectivamente.

Entre outras autoridades do poder legislativo que participaram do evento,

presidente da R , edro idoi, foi levar seu a raço ao presidente do S S S , os aria apina lca ar


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EVENTO

presidente da idoi, com o casal

R , edro lencar urti casal os aria apina lca ar com lencar urti, presidente da ssociaç o omercial de S o aulo, e esposa

destacam-se o deputado federal Arnaldo Faria de Sá, o vereador Toninho Paiva e a deputada estadual Célia Leão. Os momentos de luta da entidade foram relembrados pelas autoridades presentes, que tiveram a oportunidade de discursar na abertura do evento, como a deputada Célia Leão. Na ocasião, o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, agradeceu publicamente as ações encampadas pelo Sindicato. “O SESCON-SP tem lutado pela sociedade e nesta oportunidade quero agradecer a incansável luta do Chapina em nome dos paulistanos”, disse. vereador onin o aiva tam m presente festa de anivers rio do S S S

“Não é a luta de apenas uma andorinha. Foi a luta vencida pela união das entidades”, completou o prefeito.

Chapina Alcazar agradeceu aos parceiros, aos colaboradores do Sindicato e à sua diretoria pelo trabalho realizado em equipe. Nos últimos anos, o SESCON-SP consolidou-se como uma fonte de credibilidade, esclarecendo a população a respeito de grandes temas econômicos, contábeis e tributários que afetam diretamente o desenvolvimento da nação, sempre tendo como bandeira a diminuição da carga de impostos e da burocracia. A ABCFARMA, através de seu presidente, Pedro Zidoi, parabeniza o SESCONSP pelos 59 anos de trajetória vitoriosa, e deseja sucesso à atual diretoria, presidida por José Maria Chapina Alcazar.

esa que comandou a cerim nia dos anos do S S e que deu posse a v rios diretores regionais da entidade, no lu e onte L ano

56 Revista ABCFARMA • Abril/08


EVENTO Francisco Colombo Foto: Arquivo

EM ARARAQUARA-SP

A mesa dos trabalhos foi composta pelo deputado estadual de São Paulo, José Massafera, o vereador da Câmara Municipal de Araraquara, José Carlos Porsani, o presidente da Associação Comercial de Araraquara, Valter Merlos, o presidente da Associação das Drogarias e Farmácias de Araraquara, Marcelo Frigo, o presidente da ABCFARMA, Pedro Zidoi, o assessor econômico da ABCFARMA, Geraldo Monteiro, e o assessor jurídico da ABCFARMA, Dr. André Bedran, e todos fizeram uso da palavra.

vereador

os arlos orsani e põe aspectos so re a Sus stituiç o ri ut ria durante a reuni o em raraquara S

A pa lav r a foi conced id a , inicialmente, aos participantes da mesa e, em seguida, ao presidente da ABCFARMA, Ped ro Zidoi, que , após saud a r os presentes, e manifestar sua alegria e honra por retornar à cidade de Araraquara, conhecida como Morada do Sol, e pela oportunidade de rever amigos da região, iniciou sua palestra justificando ainda a ausência do presidente do Sindicato do Comércio Varejista da cidade, Ivo Dell’Acqua Junior, que se encontrava em viagem ao exterior.

Ainda inconformados com o decreto do governo Em sua palestra, o estadual que criou a substituição tributária, medida presidente da ABCFARMA que acabou envolvendo o setor de medicamentos, abordou temas como: produtos de perfumaria e de higiene pessoal, a) Performance do Comércio a Associação das Drogarias e Farmácias de Farmacêutico no ano de 2007 b) Farmácia Popular Estadual e Araraquara e proprietários destes estabelecimentos, de capital privado estiveram reunidos no dia 7 de março, na Associação c) Medicamentos sujeitos ao Comercial e Industrial de Araraquara, em encontro controle especial e ao SNGPC d) Concorrência predatória coordenado pelo vereador José Carlos Porsani, e) Consulta Pública nº 69 que também contou com a presença da ABCFARMA e de representantes de onze cidades vizinhas 58 Revista ABCFARMA • Abril/08


EVENTO Pedro Zidoi disse também que poderia enumerar muitos trabalhos que a ABCFARMA desenvolve a favor do setor que representa, como os projetos de lei que tramitam no Congresso Nacional - mas que o principal assunto da noite era o regime de Substituição Tributária, que a Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo está impondo. Sendo assim, passou a palavra ao assessor econômico da ABCFARMA, Geraldo Monteiro, que dissecou o problema em minúcias e, ao final, respondeu muitas perguntas. Como resultado da reunião, seus participantes reiteraram a posição, anteriormente assumida, de que o decreto se constitui em bitributação sobre as pequenas, microempresas e empresas de pequeno porte, enquadradas no Super Simples Nacional, que já se vêem obrigadas a pagar o percentual de 12% referentes ao Imposto sobre Circulação de Mercadoria

ma atenta plat ia de empreendedores e profissionais de farm cia acompan ou as palestras e os de ates na sede da ssociaç o omercial e ndustrial de raraquara

e Serviço (ICMS). Para o vereador Porsani, preocupado com a situação, há a necessidade urgente de o decreto ser revertido, e para tanto, a mobilização da categoria é importantíssima.

m sua palestra, o presidente da R , edro idoi, a ordou v rios temas de interesse do com rcio farmac utico, como a performance do setor em e a concorr ncia predat ria falou tam m so re a imposiç o da su stitutiç o tri ut ria um regime fiscal lesivo ao setor que a R representa

social, o governo arrecada cada vez mais e não promove os necessários repasses para os municípios”, completou o deputado, ao reiterar que permanece à disposição da cateO vereador araraquarense goria, na Assembléia Legistativa, e atento ao José Carlos Porsani salientou que, para problema criado com a bitributação. atingir a aliquota, o governo considera o Ao final do encontro, o vereador PMC fora da realidade no caso de farmácias e Porsani agradeceu a presença dos represendrogarias, uma vez que a margem deste setor tantes das cidades e entidades presentes e está sensivalmente reduzida pelos descontos reforçou a opinião de que a reunião havia que o cliente exige no ato da compra. sido fundamental para dar continuidade ao “As dificuldades que já são assistidas movimento de mobilização da classe, pois a e enfrentadas pela categoria são por demais união de forças é decisiva para a obtenção onerosas, e a criação do decreto que estabe- dos resultados desejados. lece a substituição tributária para medicaO presidente da ABCFARMA, mentos, produtos de perfumaria e higiene Pedro Zidoi, encerrou o encontro colopessoal, além da consequente bitributação, cando a Associação Brasileira do Comércio será um fator gerador de desemprego, além Farmacêutico, inclusive seu departamento de contribuir, de maneira consistente, para jurídico, à disposição de todos para o esclao fechamento de estabelecimentos, uma vez recimento de dúvidas quanto à legislação que a concorrência com as grandes redes di- em vigor. E finalizou: “O vereador José ficulta ainda mais a vida do pequeno e médio Carlos Porsani e o presidente da Ascomércio”, assegurou o vereador Porsani. sociação das Drogarias e Farmácias

Já para o deputado estadual de Araraquara, Marcelo Frigo, estão Roberto Massafera (PSDB), também de parabéns por terem proporcionado este impor-

presente no encontro, a carga tributária é tante encontro que reuniu um grande número de inaceitável. “Com o aumento da contribuição interessados” .

60 Revista ABCFARMA • Abril/08


CARTAS

Prezado Pedro Zidoi Foi com grande satisfação que recebi a Revista ABCFARMA, quando uma vez mais celebra conosco a colação de grau de outra turma de formandos da FCF-USP. Agradeço a forma carinhosa com que tem valorizado os nossos momentos importantes, divulgando-os na Revista ABCFARMA. Aproveito também a oportunidade para parabenizá-lo pelo crescimento qualitativo desta publicação, que tem, a cada edição, evidenciado maior qualidade, imputada pelo seu espírito epreendedor e dedicado. Atenciosamente, Profa. Dra. Terezinha de Jesus Andreoli Pinto Diretora da Universidade de São Paulo - Faculdade de Ciências Farmacêuticas

Prezado Pedro Gostaria de parabenizá-lo pelo editorial Cartão Medicamento: Assistência Farmacêutica, publicado na edição 198 da Revista ABCFARMA. O convênio que está prestes a ser celebrado tem um caráter social muito importante ao propiciar aos aposentados e pensionistas do INSS maior facilidade na aquisição de medicamentos. Gostaria também de ressaltar a qualidade da matéria de autoria do repórter Francisco Colombo, que aborda meu trabalho no Senado Federal, além de retratar, com grande precisão, discurso que proferi da tribuna desta casa, mostrando a importância do Sistema S para a sociedade brasileira. Um forte abraço

Senador Adelmir Santana

Páscoa Recebemos muitas mensagens nos desejando Feliz Páscoa. Queremos agradecer a todos através destas duas mensagens recebidas – a de João Azevêdo Dantas e família e a de Carlos de Souza Andrade e família.

Caro Amigo Pedro

Pedro Zidoi

A matéria sobre a Páscoa, que acabo de ler, é simplesmente sensacional. É muito bom saber que você não se preocupa apenas com o dia-a-dia da farmácia brasileira, mas também com nossos sentimentos de Páscoa, de família, de bem ao próximo e do servir desinteressadamente – que sempre nortearam nossa amizade e de nossos filhos desde os anos 80, quando tive a felicidade de conhecer esse casal maravilhoso, Pedro e Maria Helena Zidoi. Um forte abraço

Quero dizer que sua amizade é preciosa para mim e que você estará sempre num lugar especial dentro de meu coração. A Páscoa é amor, é fraternidade, é união. Meu desejo é que sua Páscoa seja muito feliz e que eu possa continuar tendo uma amizade tão especial como é a sua. Fraternalmente

Carlos Andrade, esposa, filhos e netos

João Azevêdo Dantas e Família

Aos divulgadores e empreendedores da “Farmácia Popular do Brasil Informamos que a logomarca “Farmácia Popular” é Advocacia Geral da União despachou comunicado de nº 17761/07 sobre o uso indevido do “Farmácia Popular” como nome privativa das farmácias do governo e não pode ser usada de forma aleatória, como tem sido feito pelos que pensam que estão levando do estabelecimento. vantagem, e isso tem dificultado a inclusão de outras categorias Isso já foi acertado por esta entidade. Como o fato ainda de medicamentos, bem como de novas farmácias ou drogarias no perdura, algumas pendências e outras falhas que estão acontecendo sistema. Espero a colaboração e o bom senso de todos para o bem têm atrasado o registro de novas empresas no sistema “Aqui Tem do setor comercial varejista. Farmácia Popular”. Pedro Zidoi Presidente

62 Revista ABCFARMA • Abril/08


EVENTO Texto e fotos: FEBRAFARMA

Prêmio Qualidade

Fornecedores e representantes da indústria farmacêutica participaram do coquetel de lançamento do Prêmio Qualidade Febrafarma 2008. Os vencedores serão conhecidos no dia 27 de maio, durante a festa de premiação, que acontece na casa de espetáculos HSBC Brasil (antigo Tom Brasil) Durante o coquetel de lançamento, foram apresentados pela coordenadora Simone Lendoiro os objetivos do prêmio, os pré-requisitos para a participação, as categorias em disputa e os critérios utilizados para a avaliação. Os presentes à cerimônia também receberam instruções de como votar. Os fornecedores têm até o dia 21 de abril para se cadastrar através do site www.premioqualidadefebrafarma.org. br. E as indústrias poderão votar através do mesmo site. No dia 5 de maio serão conhecidos os três finalistas em cada categoria do prêmio.

Febrafarma 2008

L gia morim, diretora geral da ielsen usiness edia rasil, r Lauro oretto, vice presidente e ecutivo do Sindusfarma, e elson dos Santos únior, gerente de ualidade da S armacopeia do rasil Ltda

Estado de São Paulo) avaliou a importância do evento. “Esse é um prêmio da indústria farmacêutica para os fornecedores. É nosso dever reconhecer as contribuições que eles nos prestam”, disse.

Além de promover a avaliação de fornecedores, o prêmio contempla também uma categoria especial: Indústria Farmacêutica. Nela, os fornecedores elegem os fabricantes de medicamentos que apresentaram a melhor interação e se destacaram no processo de qualificação e orientação dessas empresas.

O Dr. Lauro Moretto, vice-presidente executivo do Sindusfarma (Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos no

Simone Lendoiro, do Sindusfarma S , apresenta detal es do r mio ualidade e rafarma

O Prêmio Qualidade Febrafarma é destinado a reconhecer os esforços realizados pelas indústrias farmacêuticas e seus fornecedores para alcançar os padrões de qualidade exigidos pelo setor, bem como para assegurar a tomada das providências necessárias para que produtos e serviços cumpram seu papel, garantindo que os medicamentos atendam às recomendações sanitárias.

a plat ia que acompan ou o lançamento do r mio ualidade e rafarma , a ra Lucia ecot idoi Sdoia, diretora da isp arma ac aging, empresa vencedora por duas ve es do pr mio, ao lado de l vis olicastri

A entrega do Prêmio Qualidade Febrafarma faz parte da programação de abertura da FCE Pharma, importante feira para o setor farmacêutico na América Latina. Promovida pela Nielsen Business Media. A feira acontece de 27 a 29 de maio no Transamérica Expo Center.

Informações completas sobre o Prêmio Qualidade Febrafarma: www.premioqualidadefebrafarma.org.br

63 Revista ABCFARMA • Abril/08


Revista

ABCFARMA

Celebrando

Ao longo de 200 edições, a Revista ABCFARMA tem correspondido a seu conhecido slogan: “Sempre a melhor informação”. Além da lista de preços rigorosamente apurada, a revista traz informações fundamentais às melhores prácas no varejo. E uma pequena retrospecva desse trabalho está nas próximas páginas

www.abcfarma.org.br


Especial

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a i m o n o c E

O comÊrcio farmacêutico Ê um dos mais complexos segmentos do varejo, daí a preocupação da revista em buscar esclarecimentos e novos conceitos junto às maiores autoridades do mercado e atravÊs de experiências bem-sucedidas de gestão de farmåcias modelares.Tudo para que o empreendedor de farmåcia encontre um porto seguro para seu negócio.

o ã ç a r t s i n i Adm

HISTĂ&#x201C;RIAS DE SUCESSO Texto: Beth Oliveira Fotos: Martha Bosi

Sua excelĂŞncia,

O CLIENTE

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18 - Revista ABCFARMA NÂş 141 - 05/2003

FCIA GALANTI.p65

72 Revista ABCFARMA â&#x20AC;˘ Abril/08

2

23/04/03, 15:04

FarmacĂŞutico italiano instala na Baixada Fluminense UM ESTILO EUROPEU DE ATENDIMENTO, com rigoroso treinamento dos balconistas


Especial

Prevenção Saúde

Matérias de saúde constuem uma das seções de maior repercussão na Revista ABCFARMA - sempre a melhor informação para o agente de saúde que é o profissional de farmácia

o t n e m a t r o Comp Assuntos relacionados a

bem-estar e comportamento também têm destaque na linha editorial da Revista ABCFARMA

ENntrevista a seção Páginas Azuis, a Revista ABCFARMA abre espaço para entrevistas com alguns dos maiores nomes da medicina brasileira

73 Revista ABCFARMA • Abril/08


Especial

a m r a f n e v Con

O maior evento do comércio farmacêuco brasileiro - a CONVENFARMA/FEIRAFARMA - tem o decisivo patrocínio e, frequentemente, a organização da ABCFARMA, sempre com enorme sucesso e grande parcipação de profissionais da farmácia. A Revista ABCFARMA faz, todos os anos, a cobertura completa do evento para quem não pôde comparecer à convenção

s e õ ç a p i c i t Par Além da CONVENFARMA, a ABCFARMA parcipa avamente - sempre com cobertura ampla da revista - dos principais eventos do setor, como as feiras de cosméca e as tradicionais feiras de saúde promovidas no Páteo do Colégio

74 Revista ABCFARMA • Abril/08


Especial

m e g a n e m o H

Grandes nomes do universo da farmĂĄcia e da vida nacional tĂŞm

sido homenageados nas pĂĄginas da ABCFARMA como exemplos de trabalho, dignidade e desprendimento. GENTE

Um dos valores mais destacados da atualidade Ê a preocupação de empresas e endades com a chamada responsabilidade social. Diversos projetos de voluntariado e ação comunitåria têm sido destacados pela revista ao longo destas 200 ediçþes

Texto: Celso Arnaldo Araujo Fotos: Arquivo pessoal

 os ogos de tlanta, em , Lars frente do proeiro i o ellicano , gan a seu segundo ron e ol mpico

Cinco anos depois do acidente que sacrificou sua carreira olĂ­mpica, um dos maiores velejadores da histĂłria agora empresta seu idealismo Ă Secretaria da Juventude, Esporte e Lazer de SĂŁo Paulo. Em entrevista exclusiva Ă  Revista ABCFARMA, ele fala de seus planos â&#x20AC;&#x201C; nos quais se inclui a luta pela realização das OlimpĂ­adas de 2012 em SĂŁo Paulo â&#x20AC;&#x201C; e de seus sonhos. Falou tambĂŠm com muito carinho da origem de sua famĂ­lia â&#x20AC;&#x201C; que, vinda da Europa, se instalou em Dois CĂłrregos, cidade natal do presidente da ABCFARMA, Pedro Zidoi. Lars ĂŠ neto de farmacĂŞutico. E por uma dessas felizes coincidĂŞncias, o avĂ´ de Lars, RomĂŁo Grael, farmacĂŞutico pioneiro e mais tarde prefeito daquela cidade, foi o mentor e um mestre inesquecĂ­vel para o entĂŁo menino Pedro, em seus primeiros passos dentro da farmĂĄcia.

UMA VID A VIDA PEL O PELO ESPORTE (()"'$ *"$ "#$' "*'!)$'!$ (%5 ')$#)$$*"&*!((*#$( )5$( &* +"  + " *( '( #)(%$()'3'$# $!##+#$''(%$#(+! "#)*"!$!"'$%'$+($ $&*$"$'$+! $%$'! (*%'"$ #'($"')#)$+' "!$)()$"*("!($!5" %( %#)"%1$ (*!"'#$  "%1$'(!' !(($' #$#$*(*'''$( #$('(")'!(*((( )7%$ #) ("  %'# ')

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12 - Revista ABCFARMA NÂş 143 - 07/2003

Fazendo jus à velha måxima, mais atual do que nunca, de que a prevenção Ê o melhor remÊdio, a Revista ABCFARMA bate na tecla da medicina prevenva na busca do bem-estar e de uma saúde mais equilibrada

e d a d e i r a d i Sol

75 Revista ABCFARMA â&#x20AC;˘ Abril/08

Prevenção


Especial

e t n e i b m A o Mei Nos dias de hoje, a chamada responsabilidade

ambiental é uma das obrigações sociais de todo indivíduo e de toda empresa que opte por métodos de gestão modernos e com repercussão posiva em sua comunidade. Por isso, a Revista ABCFARMA tem destacado, a cada edição, iniciavas e projetos que visam proteger a ecologia do planeta – dos gestos mais simples às mais complexas operações de proteção ambiental

Turismo

Revista de circulação nacional, alcançando um universo de 35 mil farmácias e drogarias de todo o país, a ABCFARMA procura valorizar cada região do país, através de sua série de reportagens Conheça o Brasil. Boa viagem!

76 Revista ABCFARMA • Abril/08


Especial

s o d a i c o s s A ntes a n i s s A Depoimento carinhoso de três fiéis assinantes Por sua confiabilidade, conquistada ao longo de 15 anos de muito trabalho e seriedade, a Revista ABCFARMA conquistou a fidelidade de milhares de empreendedores de farmácia que se tornaram assinantes associados da revista.

Carlos Alberto Schineider Farmácia Santa Catarina, Santos/SP “A Revista ABCFARMA, para nós da Faramácia Santa Catarina, tem duas missões fundamentais. Além de conter a mais completa e atualizada lista de preços dos medicamentos, o volume 2 é uma fonte de informações preciosa, para mim e para os meus funcionários. Por isso, estimulo sua leitura, todos os meses. Parabéns pela marca das 200 edições”

Claudio Marrichi Drogacentro, Poços de Caldas/MG “Além de farmacêutico, presto consultoria a cerca de 30 farmácias da região. E posso garantir, na qualidade de empreendedor e professor, que a Revista ABCFARMA é a melhor publicação do segmento farma. Não estou fazendo nenhum favor quando digo isso. Eu já a comprava, todos os meses, mesmo antes de me tornar assinante. Além do rigoroso cuidado com a tabela de preços, a revista está sempre à frente em matéria de informação atualizada. Meus parabéns pela edição número 200”

Romildo Del Santo Drogaria do Povo, Lambari D´Oeste/MT “Estou no ramo farmacêutico desde 1981 e me tornei consumidor e mais tarde assinante da revista desde os primeiros tempos. Para nossa equipe, a revista é de enorme utilidade. Faço questão que todos leiam atentamente o volume 2, com suas reportagens muito interessantes sobre saúde e outros assuntos relevantes para nossa atividade. Todos nós nos congratulamos com a ABCFARMA por ter atingido essa marca tão significativa das 200 edições”.

77 Revista ABCFARMA • Abril/08


Especial

Depoimentos

Dirigentes das principais entidades ligadas ao comércio farmacêutico e executivos ligados ao setor trazem aqui seus afetuosos comentários sobre a edição 200 da Revista ABCFARMA e o papel da publicação no desenvolvimento do mercado orge roes de guilar, diretor e ecutivo da ssociaç o rasileira do tacado armac utico

Ru

de ampos arins, um dos fundadores e atual diretor vital cio da R

ABCFARMA

“A minha visão sobre a Revista ABCFARMA, ao alcançar o número 200, é de profunda alegria por ter participado da fundação da entidade. Ao analisar seu conteúdo, vejo-a como leitura obrigatória que todos os meses traz conhecimentos científicos para a nobre missão que abraçamos, que é o zelo pela saúde de nossos semelhantes. Devemos sua criação ao dinamismo do nosso presidente Pedro Zidoi” .

rof

ra

ere in a de esus

diretora da aculdade de

ndreoli

i ncias armac uticas da

USP

into, S

“A revista ABCFARMA tem se constituído em um veículo de divulgação da maior importância no âmbito da política de medicamentos, da saúde, e de assuntos técnico-científicos inerentes à área da Farmácia. Também é um instrumento de incentivo aos alunos de ciências farmacêuticas, aos professores e aos demais profissionais da área da saúde. Sendo a revista inovadora, reflete o perfil empreendedor do seu presidente Pedro Zidoi e equipe. Eu os parabenizo pela edição especial de nº 200 da ABCFARMA, assim como pelo avanço no nível de qualidade que se observa a cada edição”.

“Parabenizamos a Revista ABCFARMA, que alcança a marca histórica da edição n° 200. Isso se deve ao profissionalismo de sua equipe e à sua utilidade para todos que atuam no segmento farma. Além de ter se tornado referência na informação dos preços de medicamentos, traz em seu suplemento matérias importantes sobre saúde e inovações tecnológicas úteis, tanto para os negócios do setor como para as pessoas, em relação a cuidados com a saúde e bemestar. Enfim, é de consulta obrigatória em qualquer balcão de farmácias do Brasil.”.

elisindo

ABAFARMA

omingues,

presidente da sociaci n de de arm cia el ercosur

mpres rios

“La revista ABCFARMA, desde su primera publicación, ha brindado a nuestros colegas farmacéuticos, industria y hasta a las autoridades de gobierno, toda la información necesaria para llevar adelante esa tarea de asesoramiento a través de artículos que analizan temas de indudable importancia para el diario desempeño de la actividad farmacéutica. Ha sido un constante medio de información de la realidad no sólo de Brasil sino también de los países miembros del Mercosur (Argentina, Paraguay, Uruguay y Chile) de suma utilidad para las asociaciones de farmacias de cada país miembro En oportunidad de arribar a la edición 200, queremos hacer llegar a todo el equipo de trabajo de la revista y en especial al presidente de ABC FARMA, Pedro Zidoi , su principal propulsor, en nombre de la Asociación de Empresarios de Farmacias del Mercosur, nuestras sinceras felicitaciones.”

AEF Mercosur

78 Revista ABCFARMA • Abril/08


Especial

dmondo

ndrei,

lfredo

fundador e presidente da

EDITORA ANDREI “Parabéns aos amigos da ABCFARMA pela edição número 200 e pelo perfeito trabalho de informação que a vocês realizam desde o número 1, em condições técnicas admiráveis. Nós, da Editora Andrei, enviamos a toda equipe, em particular a meu amigo Pedro Zidoi, nossas sinceras congratulações por esse feito”.

Lui

arlos

aspar

“Al cumplirse las 200 ediciones de la publicación de la prestigiosa revista ABCFARMA saludamos y felicitamos por el éxito alcanzado a través de su presidente Pedro Zidoi. Deseándoles un futuro venturoso dada la importancia que ha adquirido ABCFARMA para las farmacias de Brasil.”

ASOFAR iro

arins,

FEBRAFARMA “Ao disseminar informações úteis e esclarecedoras sobre os produtos e a atuação dos diversos players do segmento farmacêutico, a Revista ABCFARMA cumpre uma missão importante para a articulação setorial”.

ASCOFERJ ugo uedes de Sou a,

presidente da ssociaç o acional de armac uticos agistrais

ANFARMAG

ortella,

presidente e ecutivo da ederaç o rasileira da ndústria armac utica

presidente da ssociaç o do om rcio armac utico do Rio de aneiro

“O comércio farmacêutico é carente de informação especializada, para gerir com mais eficácia o pontode-venda e provocar o crescimento do setor. Por isso, destaco a importância de publicações como a Revista ABCFARMA, que faz chegar às mãos dos profissionais de todo o Brasil matérias referentes ao segmento e um caderno de preços atualizado. O conteúdo da Revista ABCFARMA é uma ferramenta complementar à gestão do negócio. Parabéns pelo trabalho e pela 200ª edição.”

“Desde os seus primeiro números, a Revista ABCFARMA tor nou-se obrigatória pa ra os tomadores de decisão no setor farmacêutico brasileiro. Como empreendedor, dirigente de entidade e farmacêutico, desejo muitos anos de sucesso à iniciativa que tem abordado de forma profissional os temas de interesse da nossa atividade. Parabéns e sucesso!”

i Salvo

presidente da ssociaç o de ropriet rios de arm cias rgentinas

r

aldo de Sou a Santos,

presidente do de arm cia

onsel o

ederal

“Uma revista não chega à sua edição de número 200 se não for sustentada por princípios maiores e por objetivos claros, como os de informar e formar os seus leitores; de buscar a transformação do seu meio para melhor. A Revista ABCFARMA reúne esses requisitos. Ela é, ainda, a tradução de que a longevidade editorial tem explicação na qualidade de suas matérias e em sua inquietação, no sentido de trazer a nós, leitores, o novo, sempre. Parabéns a toda a equipe da revista”.

79 Revista ABCFARMA • Abril/08

CFF


Especial

s o t n e m i o p e D milton

isconde

r,

presidente em e erc cio do S

SINDUSFARMA

S

S lvio i ir lamo, secret rio geral da ssociaç o rasileira dos rodutores de edicamentos sentos de rescriç o

R

“A Revista ABCFARMA pr e st a u m g r a nde s e r v iç o informando de forma sólida e correta as movimentações do setor e seus impactos no varejo. Congratulo-me com a ABCFARMA e com Pedro Zidoi pelo tão importante e valioso trabalho desenvolvido. Faço votos que a publicação prolongue sua história de sucesso”.

S rgio

ena

arreto,

presidente e ecutivo da ssociaç o rasileira das Redes de arm cias e rogarias

ABRAFARMA “Parabenizamos a Revista ABCFARMA por sua 200ª edição. A cada mês a revista se renova, trazendo sempre importantes temas de interesse do setor farmacêutico brasileiro”.

dnir

ABIMIP

“A edição de nº 200 concretiza e reafirma o trabalho da ABCFARMA em levar aos gestores de farmácias e drogarias o que há de mais importante e relevante no setor. É um canal de comunicação necessário para a reflexão sobre as ações do segmento de farmácias e drogarias de todo país, assim como uma referência para a geração de novos empreendedores e profissionais”.

arlos le andre e er, diretor presidente da ssociaç o dos La orat rios armac uticos acionais “Comunicar-se bem e de forma adequada com seu público leitor não é tarefa das mais simples, especialmente em uma área complexa como a farmacêutica. Acredito que a Revista ABCFARMA, que agora chega à sua edição 200, cumpre com excelência este papel, trazendo informações e artigos de conteúdo relevante e atualizado, sendo também um importante veículo para a indústria divulgar os seus produtos ao comércio varejista. Enfim, a Revista A BCFA R M A é uma publicação que expressa a tradição e seriedade de uma entidade com quase meio século de atuação em prol do comércio famacêutico, como é a ABCFARMA”.

ALANAC

inotti,

vice presidente da ssociaç o rasileira das ndústrias de edicamentos en ricos

PRÓ GENÉRICOS

“A ABCFARMA chega à sua 200ª edição deixando um legado de extrema importância para todo o setor farmacêutico. O diálogo entre indústria e varejo é cada vez mais fundamental para a condução dos nossos negócios e orientação dos consumidores deste segmento. A evolução deste processo passa pela história da ABCFARMA, uma publicação que desde o seu surgimento esteve dedicada a construir esta ponte. Parabéns e vida longa à revista.”

80 Revista ABCFARMA • Abril/08


Especial

arco uint o, diretor corporativo do Racine

Regina elia de Siqueira,

rupo

superintendente e ecutiva

RACINE

“200 edições cumprindo a nobre missão de bem informar e unir uma classe! Parabéns para a equipe pela ducentésima edição da Revista ABCFARMA, a maior e mais importante revista do varejo farmacêutico no Brasil. Esta marca só se consegue com muito trabalho, dedicação, espírito de equipe e, sobretudo, com uma liderança lúcida e empreendedora como a do incansável Pedro Zidoi”. diretora geral do ecutivos do

Sonia

restes

rupo de rofissionais ercado armac utico

“A r e v i st a A B C FA R M A tem foco centrado em reconhecer os esforços dos profissionais do comércio farmacêutico. Aplaudo as informações contidas na revista, de inestimável interesse para estes profissionais, e os inestimáveis serviços que dignificam o trabalho prestado à cultura e à inteligência dos leitores. Quero parabenizar a diretoria geral pela edição 200 da revista ABCFARMA e destacar uma frase que o nosso querido Pedro Zidoi coloca em seus artigos: “O profissional que atende no balcão precisa atender o cliente demonstrando interesse e conhecimento profissional...”

Lauro

steves

ALFABETIZAÇÃO SOLIDÁRIA

“A Alfabetização Solidária agradece todo o apoio e destaques recebidos da Revista e comemora a edição de número 200.

Esperamos que essa parceria continue gerando frutos e que reforce que o compromisso da ABCFARMA com a Saúde e a Educação do povo brasileiro!" .

Ro erta

ardoso,

coordenadora t cnica do rograma de Responsa ilidade Social e Sustenta ilidade no are o da

GRUPEMEF FGV - FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS

“Além de atuar na defesa do comércio farmacêutico brasileiro, a ABCFARMA tem sido um importante agente multiplicador do conceito de responsabilidade social, estimulando seus associados a incorporar questões sociais e ambientais na gestão dos seus negócios. A ABCFARMA faz parte de um grupo de entidades pioneiras que apoiam o Programa de Responsabilidade Social e Sustentabilidade no Varejo da Fundação Getúlio Vagas, desde sua criação, em 2003. Seu apoio tem contribuído para mobilizar, capacitar, reconhecer e disseminar as práticas de responsabilidade social e sustentabilidade do setor varejista brasileiro”.

oretto

professor doutor, respons vel pela disciplina supervis o da produç o, pelo epartamento de ecnologia ioqu mico armac utica da S e vice presidente e ecutivo do S S R

FCF/USP e SINDUSFARMA

“O Sindusfarma congratula-se com os dirigentes da ABCFARMA pelo 200º número de sua revista mensal. Citar que a Revista ABCFARMA é o veículo oficial de comunicação da entidade com seus associados, parece desnecessário. Todavia, é imprescindível afirmar que ela é a grande responsável por manter unida toda esta laboriosa categoria empresarial. A Revista ABCFARMA, ao divulgar os preços e acolher publicidade de medicamentos, serve diretamente à indústria farmacêutica, sendo um instrumento de grande relevância para todo o segmento farmacêutico do Brasil. Além de tudo isso, o Sindusfarma sente-se no dever de agradecer os editores da Revista ABCFARMA por também divulgar realizações de nossa entidade”.

81 Revista ABCFARMA • Abril/08


Especial

Depoimentos

Nesta e nas páginas seguintes, alguns dos mais fiéis parceiros comerciais da ABCFARMA saúdam a edição 200 da Revista ABCFARMA e analisam a importância do veículo para a divulgação de suas mensagens publicitárias

o o

lfredo, diretor de vendas

“O movimento de reaproximação entre os laboratórios farmacêuticos e as farmácias, que tomou grande corpo nos últimos anos, teve a Revista ABCFARMA como um dos principais parceiros, no caso especifico da Apsen. A ABCFARMA, sem dúvida, foi um importante aliado, um dos fatores que colaboraram decisivamente para nosso apreciável crescimento nos últimos anos. Através dela, num momento em que não dispúnhamos ainda de uma força de vendas direcionada ao ponto de vendas, conseguimos marcar fortemente nossa imagem institucional e a de nossos produtos junto aos profissionais de farmácia. No entanto, não foi por acaso que contamos com a ABCFARMA como nossa parceira durante estes últimos anos. Desde os seus primeiros tempos, a revista foi gerando uma credibilidade incontestável entre os laboratórios farmacêuticos, sobretudo em razão da gestão firme e transparente de Pedro Zidoi e da confiança dos anunciantes em Marcel Di Tomazzo, profissional que é uma verdadeira lenda das revistas voltadas ao segmento de saúde. Esperamos continuar mantendo este importante vinculo com a ABCFARMA, parceiro no qual depositamos toda confiança”.

o o

lemente el rago, diretor de relações institucionais e assuntos corporativos “A consolidação e o fortalecimento de todos os segmentos da economia, como o farmacêutico, encontram nos veículos de comunicação especializados um importante instrumento de apoio. A revista ABCFARMA desempenha com responsabilidade e profissionalismo esse papel, firmando-se como referência informativa e contribuindo para uma adequada compreensão do setor, de suas tendências e desafios. Ao alcançar a edição de número 200, a ABCFARMA consolida-se como um exemplo da capacidade de conciliar os benefícios proporcionados pelo profundo conhecimento do setor com a disposição de se atualizar permanentemente, acompanhando as características e as necessidades de informação do segmento farmacêutico”.

Ricardo

outin o, diretor presidente

“A Revista ABCFARMA, ao chegar à edição 200, prova que é um veículo importante para o setor farmacêutico como um canal mensal de comunicação. Além de trazer informações necessárias para os profissionais farmacêuticos, é sempre bom ver as opiniões e orientações dos dirigentes da entidade, principalmente as do senhor Pedro Zidoi, que respeitamos muito. Com o Portal da ABCFARMA no ar, oferecendo informações diárias e interação on-line para os profissionais da área, creio que o setor farmacêutico estará bem servido de canais de comunicação”.

di e, diretor comercial

“Nestes 15 anos de vida da ABCFARMA pude acompanhar um pouco do caminho trilhado pelo seu presidente Pedro Zidoi e sua competente equipe para chegar a esta edição 200. Quero deixar registrada a admiração do Grupo Cimed pelo trabalho desenvolvido e pela fundamental ferramenta de divulgação que se tornou este periódico. Assim como cada exemplar chega sem curvas ao nosso cliente, quero desejar com a mesma precisão uma vida longa a esta referência de informação do nosso mercado”.

Luciano

ascimento, diretor presidente

“Nós da Lunamed – a mais completa distribuidora de produtos de saúde (Correlatos, Home Care, Hospitalar e Varejinho) – felicitamos a Revista ABCFARMA – o mais completo veículo de informações do setor farma - pela edição número 200. A Revista ABCFARMA, pela sua autoridade moral, prestígio, abrangência de mercado e total credibilidade, é fundamental no processo do nosso crescimento corporativo e nos garante a velocidade e eficiência necessárias em ações de marketing”.

82 Revista ABCFARMA • Abril/08


Especial

Ricardo

gerente de produtos gen ricos tar ados

Roc a, gerente nacional “No momento em que atinge a marca de 200 edições, a revista ABCFARMA se firma como um dos mais respeitados meios de comunicação no ramo farmacêutico. Para nós, da Merck Sharp & Dohme, a revista é uma ferramenta fundamental para ajudar a Associação Brasileira do Comércio Farmacêutico a cumprir com seus principais objetivos: o aprimoramento e o aperfeiçoamento do comércio farmacêutico em todo o Brasil, levando em consideração como principais pilares a ética e a qualidade dos serviços oferecidos pelo setor, e buscando sempre colocar a saúde da população em primeiro lugar. Ao longo desses 15 anos de existência, nós reconhecemos o excelente serviço que a Revista ABCFARMA oferece a todo o setor farmacêutico, trazendo em cada edição matérias atualizadas e de interesse para o setor, além de ser fonte confiável e segura de consultas da legislação para todo o segmento e uma completa fonte de informação sobre o preço dos medicamentos. Assim, gostaríamos de cumprimentar Pedro Zidoi e todos os membros da diretoria da ABCFARMA pela seriedade do trabalho que vêm desempenhando à frente dessa entidade. A Revista ABCFARMA e o que ela representa para o setor são somente um reflexo desse trabalho e dedicação.”

ordana

errari,

attos, gerente de produtos

“Curiosamente, duas trajetórias de sucesso, dentro do segmento farmacêutico, se iniciaram em 1959, no Rio de Janeiro. Foi nessa mesma época e local que se iniciaram as atividades comerciais da ABCFARMA e da Nikkho do Brasil, empresas cuja parceria se estende desde aqueles tempos até os dias de hoje, com muitas alegrias para ambas. Como gerente de produtos, julgo o papel da Revista ABCFARMA, e dos demais serviços que a instituição oferece, como estratégico para o dia-a-dia da minha profissão. Não só leio e consulto a publicação regularmente, me mantendo atualizada sobre os últimos acontecimentos do mercado farmacêutico, como tenho sempre em mão o seu caderno de preços, que utilizo, rotineiramente, nas minhas análises competitivas. Além disso, a credibilidade da ABCFARMA se soma à sua imagem e marca fortes e à sua grande penetração de mercado, a nível nacional, tornando a sua publicação um instrumento editorial de consulta para milhares de profissionais das diferentes distribuidoras, indústrias farmacêuticas e farmácias de todo o país. Isso tudo faz com que a Revista ABCFARMA seja um instrumento de mídia fundamental, no planejamento de comunicação de qualquer produto destinado ao mercado farmacêutico. Vai aqui nossa homenagem à Célia e à Arlete e a todo o time ABCFARMA, composto de profissionais exemplares!”

“Trabalhar em parceria com a ABCFARMA possibilita para a Medley não só a exposição da sua marca e comunicação da linha de produtos, mas também a certeza de cumprir um objetivo importante para a empresa, que é estar próxima do varejo farmacêutico. Especialmente no último ano, quando iniciamos a veiculação na capa da revista, pude acompanhar o bom retorno das campanhas sazonais e institucionais da l i n h a g e né r ic o s , pois exploramos a oportunidade de ter uma capa no editorial para o farmacista e outra falando direto com o consumidor. O ótimo resultado foi possível graças à credibilidade da ABCFARMA e da presença da revista em milhares de farmácias em todo o Brasil”.

arco ur lio iguel, gerente de mar eting de gen ricos “Em nome da Medley Indústria Farmacêutica, gostaria de parabenizar a revista ABC FARMA por essa edição tão especial. O trabalho realizado pela revista ao longo desses 15 anos sempre nos auxiliou na correta promoção das ações desenvolvidas pela Medley, principalmente no esclarecimento do nosso portfólio de medicamentos. A Medley trabalha com o objetivo maior de proporcionar saúde e bem-estar para toda a população. Por isso, a informação com qualidade também é importante para que as mensagens corporativas atinjam de maneira mais efetiva todos os seus públicos. Contar com publicações como a revista ABCFARMA é uma maneira de garantir que os medicamentos da companhia sejam corretamente informados, auxiliando, conseqüentemente, na própria manutenção da qualidade de vida das pessoas. Parabéns e obrigado por nos ajudar a promover saúde e bem-estar.”

83 Revista ABCFARMA • Abril/08


Especial

s o t n e m i o p De rancisco Rodrigues de

gerente de suporte t cnico

liveira,

“A revista ABCFARMA é um grande veículo de comunicação nacional no setor farmacêutico. O atrativo de suas informações abrange desde o consumidor até o setor industrial, nos proporcionando um grande leque de leitores, provando que sua informação é de grande utilidade para todos os interesses. Temos o grande privilégio de sermos parceiros e essa parceria gerou e ainda gera frutos, fazendo com que a Sysfar seja cada vez mais conhecida e procurada em todo o território nacional. Parabéns a essa grande estrutura e nossos votos de muito sucesso para o futuro.”

int ia

oni, diretora e ecutiva

Ao lançar sua edição de número 200, a Revista ABCFARMA reafirma mais uma vez sua liderança no segmento e seu papel como consulta obrigatória para profissionais da saúde, bem como para empresas e donos de farmácias e drogarias. Observo que num intervalo tão pequeno de tempo é possível, por meio de competência editorial, ética e seriedade, consolidar-se como um grande veículo de comunicação, enche-nos de esperança e orgulho, uma vez que nos sentimos parte de sua história. Nosso segmento é parte integrante do universo retratado nas páginas da Revista ABCFARMA. Atendendo clientes que são seus leitores, contribuindo para a criação de espaços diferenciados, através de tecnologias inovadoras em áudio e vídeo, as empresas do Grupo RPA participam há muito tempo de cada capítulo escrito pela Revista ABCFARMA. Somos anunciantes, parceiros e, sobretudo, apoiadores desta iniciativa vitoriosa que hoje chega ao seu número 200. Parabenizo toda a equipe por esse sucesso editorial!”

Ricardo ei eira, gerente de vendas

“Há 15 anos, o mercado farmacêutico se ressentia da falta de um veículo como a Revista ABCFARMA, que agregasse tanto os interesses dos proprietários de farmácia qua nto os d a indúst r ia farmacêutica. A ABCFARMA veio preencher esta lacuna com um trabalho que reúne qualidade e credibilidade. Quinze anos depois, não só a indústria farmacêutica foi beneficiada, mas outros nichos de mercado também. Com a criação de Listas Positivas e Negativas de impostos e a vinda com sucesso dos medicamentos genéricos, os empresários procuraram compor suas perdas com a comercialização dos chamados “Não-Medicamentos”. Neste caso, a Revista ABCFARMA foi a responsável pela expressiva divulgação de empresas como a nossa Glicomed/GTECH, que possibilitou uma história de sucesso para nós, opções de compra e informações para seus clientes e com certeza para outras empresas. Nossos cumprimentos à ABCFARMA, desejamos a continuidade de seu sucesso e vida longa para esta excelente publicação.”

R gis Rodero, propriet rio

“A revista ABCFARMA é uma importante ferramenta para o setor farmacêutico e se consolidou como um veículo de grande credibilidade, fornecendo informações sobre novos produtos, legislação, preços de mercado, dicas de administração, atendimento ao consumidor, layout de lojas, guia de fornecedores, entre outros assuntos indispensáveis para o varejo”

84 Revista ABCFARMA • Abril/08


OS ARTISTAS DO MÊS

Iniciamos este mês a seção Você é um arsta? – em que vamos destacar os dons arscos de profissionais de farmácia de todo o país. Nesta edição, destacamos dois desses profissionais-arstas. ROGER CAMARGO, BALCONISTA DA DROGARIA CENTRAL, Araçoiaba da Serra/ São Paulo

“Rei Momo de minha cidade por dois anos, estou lançando um CD com músicas de minha autoria. O trabalho leva o nome de Depois da Chuva e é um sonho acalentado desde 1997, ano em que a música título foi composta. O CD tem 12 faixas para atender a todos os gostos de público – baladas, boleros, bailão e country music. O CD encontra-se à venda somente pelo

MARCO DE SOUZA BARBOSA, BALCONISTA DA FARMÁCIA TRADIÇÃO, Recife/ Pernambuco

“Sempre gostei de fotografia. Essa que estou mandando a vocês é especial para mim. Seria um prazer que ela fosse selecionada para publicação na revista ABCFARMA”

site www.rogercamargo.com.br” Parabéns aos proprietários da Drogaria Central Sr. Ivan de Sousa Carvalho e Sra. Maria José Salas Martins Carvalho


O QUE HÁ DE NOVO NA PRAÇA

Cepacol Extreme: nova opção em enxaguatório Acaba de chegar às farmácias e supermercados de todo o País o novíssimo Cepacol Extreme, enxaguatório bucal anti-séptico, da sanofi-aventis, com sabor menta apimentada, especialmente desenvolvido para o público jovem que busca um hálito agradável e diferenciado. Cepacol Extreme é o terceiro lançamento da marca em 12 meses. Essa segmentação permitiu criar alternativas originais para o consumidor, como o Cepacol Cool Ice - que não tem corante, e pode ser usado por quem está fazendo branqueamento de dentes, ou o Cepacol Canela Power, para o consumidor que já não se satisfaz com os sabores tradicionais de menta e suas variações. Registro M.S.: 2.2436.0961 Contra-indicação: não deve ser usado por crianças com idade inferior a 6 anos SAC: 0800.703.0014

Relançamento do Gastrium O Aché Laboratórios traz de volta este mês ao mercado o antiácido e anti-ulceroso Gastrium (omeprazol) com preço mais acessível que os genéricos. Indicado para o tratamento de gastrite, úlcera e doenças ácido-peptídicas, Gastrium está disponível em embalagens com 7 e 14 cápsulas gelatinosas de 20 mg. Registro M.S.: 1.0573.0216 Contra-Indicações: contra-indicado na gravidez, em caso de aparecimento de sinais de hipersensibilidade ao fármaco, o tratamento deve ser suspenso. CAC Aché: 0800-701-6900

Genéricos para o sistema nervoso central Os pacientes que necessitam de tratamento ligado ao sistema nervoso central passam a contar com quatro medicamentos genéricos da Medley Indústria Farmacêutica, entre eles o ansiolíticos Clonazepam, em comprimidos, e o antidepressivo Sertralina. Com a introdução do Clonazepan em comprimidos, a empresa, que já dispõe da apresentação em gotas, torna-se mais competitiva no mercado, uma vez que a versão em sólidos responde por 87% do volume de vendas da substância. Em relação aos antidepressivos, são duas novas apresentações da Sertralina, com reduação de preços, além da resentação 50mg com 30 comprimidos. Clonazepan Medley (referência Rivotril, da Roche) Registro M.S.: 1.0181.0526 Contra-indicações: não deve ser usado por pacientes com sensibilidade aos benzodiazepínicos e em pacientes com evidência de doenças hepáticas. É contra-indicado em glaucoma agudo de ângulo fechado. Sertralina Medley (referência Zoloft, da Pfizer) Registro M.S.: 1.0181.0537 Contra-indicações: hipersensibilidade aos componentes da fórmula; uso concomitante com inibidores da MAO. SAC: 0800-7298000

Pyloritrat IBP, contra a úlcera Pyloritrat IBP é mais uma novidade do Laboratório Teuto Brasileiro.Trata-se de uma potente associação de três medicamentos para o tratamento da úlcera péptica (gástrica ou intestinal) causada pela bactéria Helicobacter pylori. A eficaz associação de amoxicilina+ claritromicina promove a erradicação do H. pylori e redução dos riscos de recorrência de úlcera. Além disso, Pyloritrat possui cápsulas de Lanzoprazol, que aliviam os sintomas relacionados com a úlcera e facilitam o tratamento. Registro M.S.: 1.0370.0365.003-5 Contra-indicações: Contra-indicado a pacientes com hipersensibilidade conhecida ao Lanzopraziol, Claritromicina, Eritromicina e outros antibióticos macrolídeos, penicilinas, ou a qualquer outro componente da fórmula. Devido à presença de claritromicina, Pyloritrat IBP também é contra-indicado a pacientes com problemas cardíacos, distúrbios eletrolíticos ou em tratamento com terfenadina. SAC: 0800621800

A PERSISTIREM OS SINTOMAS, O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO 86 Revista ABCFARMA • Abril/08


  

         

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O QUE HÁ DE NOVO NA PRAÇA

Relançamento do antimicótico ItraHexal A Sandoz relança este mês no mercado brasileiro o antimicótico ItraHexal (itraconazol), indicado para o tratamento de infecções fúngicas (micoses) dos olhos, boca, unhas, pele, vagina e órgãos internos. O medicamento volta aos pontos de venda de todo o país com uma linha mais completa, ampliando as opções de tratamento para o consumidor. Ao todo, são quatro apresentações: uma nova (caixa com 10 cápsulas de 100 mg) e três relançamentos (caixas com 4, 15 e 28 cápsulas de 100 mg). Registro MS: 1.0047.0286 Contra-indicações: ItraHEXAL é contra-indicado a pacientes que apresentam hipersensibilidade conhecida ao produto. Só deve ser empregado na gravidez nos casos de micoses sistêmicas com risco de morte para a paciente e quando os benefícios esperados forem superiores ao potencial dano ao feto. SAC: 0800 400 9192

Dimeticona, antiflatulento O Laboratório Teuto Brasileiro chega ao mercado com mais um lançamento na linha de genéricos: Dimeticona, antiflatulento, que possui como referência o Luftal e atua no estômago e no intestino, diminuindo a tensão superficial dos líquidos digestivos, rompendo as bolhas que retêm os gases e que provocam flatulências e dores. Assim, os gases são eliminados mais facilmente, diminuindo o desconforto causado por eles. Registro M.S.: 1.0370.0508.002-3 Contra-Indicação: Contra-indicado para pacientes com hipersensibilidade a qualquer um dos componentes da fórmula.Não deve ser utilizado durante a gravidez e lactação, exceto sob orientação médica. SAC: 0800621800

Slenfig, contra a obesidade Ingressando no segmento de medicamentos para o tratamento da obesidade, a Torrent do Brasil está lançando Slenfig, que tem como princípio ativo o cloridrato monoidratado de sibutramina, considerado atualmente o medicamento de primeira escolha no tratamento da obesidade, indicado pelas sociedades médicas nacionais e internacionais em razão de sua segurança, creditada através de estudos científicos. O princípio ativo age no sistema nervoso central, inibindo a captação de serotonina e noradrenalina nos neurotransmissores ligados à fome, propiciando uma sensação de saciedade. Tem ainda o benefício do efeito termogênico, isto é, inibe o processo de estocagem de calorias, o que normalmente ocorre no organismo de quem faz regime de emagrecimento. O Slenfig será comercializado em quatro apresentações: caixas com 30 cápsulas de 10 mg e de 15 mg e caixas com 10 cápsulas de 10 mg e 15 mg. Registro M.S.: 1.0525.0026.004-2 (15mg) e 1.0525.0026.001-8 (10mg) Contra-indicações: pacientes com história ou presença de transtornos alimentares; com hipersensibilidade conhecida à sibutramina ou a qualquer outro componente da fórmula; em caso de conhecimento ou suspeita de gravidez e durante a lactação; pacientes recebendo IMAOs; pacientes recebendo outros medicamentos supressores do apetite de ação central. SAC: 0800-7708818

Errata: Viticromin, medicamento fitoterápico Na nota publicada na edição anterior sobre o Viticromin, produto com ação contra o vitiligo que está retornando ao mercado, foi omitida a informação de que se trata de um medicamento fitoterápico, sendo aprovado pela ANVISA nessa condição.

A PERSISTIREM OS SINTOMAS, O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO 88 Revista ABCFARMA • Abril/08


INFORMAĂ&#x2021;Ă&#x2022;ES PARA PRESCRIĂ&#x2021;Ă&#x192;O: PRELONEÂŽ. fosfato sĂłdico de prednisolona. MS - 1.0573.0330. Indicaçþes: 1. DistĂşrbios EndĂłcrinos: InsuďŹ ciĂŞncia adrenocortical; hiperplasia adrenal congĂŞnita; tireoidite nĂŁo-supurativa; hipercalcemia associada ao câncer. 2- DistĂşrbios ReumĂĄticos: Artrite psoriĂĄtica, artrite reumatĂłide, incluindo artrite reumatĂłide juvenil (em casos particulares serĂŁo utilizadas terapias de manutenção de baixas doses); espondilite anquilosante; bursite aguda e subaguda; tenossinovite aguda inespecĂ­ďŹ ca; artrite gotosa aguda; osteoartrite pĂłs-traumĂĄtica; sinovites osteoartrĂ­ticas; epicondilites. 3- Colagenoses: Em casos particulares de lĂşpus eritematoso sistĂŞmico, cardite reumĂĄtica aguda. 4- Doenças DermatolĂłgicas: PĂŞnďŹ go; dermatite herpetiforme bolhosa; eritema multiforme grave; dermatite esfoliativa; micoses fungĂłides; psorĂ­ase grave; dermatite seborrĂŠica grave. 5- Estados AlĂŠrgicos: Condiçþes alĂŠrgicas graves ou incapacitantes refratĂĄrias aos meios adequados de tratamentos convencionais; rinite alĂŠrgica perene ou sazonal; asma brĂ´nquica; dermatite de contato; dermatite atĂłpica; doenças do soro; hipersensibilidade a drogas. 6- Doenças OftĂĄlmicas: Processos inďŹ&#x201A;amatĂłrios e alĂŠrgicos graves: envolvendo oolho e seus anexos como Ăşlceras marginais alĂŠrgicas da cĂłrnea; herpes zoster oftĂĄlmico; inďŹ&#x201A;amação do segmento anterior; coroidite e uveĂ­te posterior difusa; oftalmia simpĂĄtica; conjuntivite alĂŠrgica; ceratite; coriorretinite; neurite Ăłptica; irites e iridociclites. 7- Doenças RespiratĂłrias: Sarcoidose sintomĂĄtica; SĂ­ndrome de LĂśeďŹ&#x201A;er nĂŁo-tratĂĄvel por outros meios; beriliose; tuberculose pulmonar fulminante ou disseminada; pneumonite por aspiração. 8- DistĂşrbios HematolĂłgicos: PĂşrpura trombocitopĂŞnica idiopĂĄtica em adultos; trombocitopenia secundĂĄria em adultos; anemia hemolĂ­tica adquirida (auto-imune); eritroblastopenia; anemia hipoplĂĄsica congĂŞnita (eritrĂłide). 9- Doenças NeoplĂĄsicas: Leucemia e linfomas em adultos; leucemia aguda infantil. 10- Estados Edematosos: Para indução de diurese ou remissĂŁo da proteinĂşria na sĂ­ndrome nefrĂłtica idiopĂĄtica ou por lĂşpus eritematoso, sem uremia. 11- Doenças Gastrintestinais: Colite ulcerativa e enterite regional. 12- Doenças NeurolĂłgicas: Exacerbaçþes agudas da esclerose mĂşltipla. 13- Outros: Meningite tuberculosa com bloqueio subaracnĂłide ou bloqueio iminente, quando utilizado concomitantemente a quimioterĂĄpicos antituberculosos apropriados. Triquinose com envolvimento neurolĂłgico ou do miocĂĄrdio. TambĂŠm para dermatomiosite sistĂŞmica (polimiosite). Contra-indicaçþes: INFECĂ&#x2021;Ă&#x2022;ES FĂ&#x161;NGICAS SISTĂ&#x160;MICAS; HIPERSENSIBLIDADE Ă&#x20AC; PREDNISOLONA E A QUALQUER OUTRO COMPONENTE DA FĂ&#x201C;RMULA. Precauçþes e AdvertĂŞncias: EM CASOS DE INSUFICIĂ&#x160;NCIA ADRENOCORTICAL INDUZIDA POR PREDNISOLONA, PODE-SE MINIMIZAR O QUADRO POR REDUĂ&#x2021;Ă&#x192;O GRADUAL DA DOSAGEM. DEVIDO Ă&#x20AC; POSSIBILIDADE DE PERSISTĂ&#x160;NCIA DESSE QUADRO APĂ&#x201C;S A INTERRUPĂ&#x2021;Ă&#x192;O DO TRATAMENTO POR ALGUM TEMPO, PODE SER NECESSĂ RIO REINICIAR A CORTICOTERAPIA EM SITUAĂ&#x2021;Ă&#x2022;ES DE ESTRESSE. EM PACIENTES PORTADORES DE HIPOTIREOIDISMO OU COM CIRROSE, EXISTE AUMENTO DO EFEITO DO CORTICOSTERĂ&#x201C;IDE. PACIENTES PORTADORES DE HERPES SIMPLES OCULAR DEVEM UTILIZAR CORTICOSTERĂ&#x201C;IDES COM CAUTELA POIS PODE HAVER POSSĂ?VEL PERFURAĂ&#x2021;Ă&#x192;O DE CĂ&#x201C;RNEA. A MENOR DOSE POSSĂ?VEL DE CORTICOSTERĂ&#x201C;IDE DEVE SER UTILIZADA A FIM DE SE CONTROLAR AS CONDIĂ&#x2021;Ă&#x2022;ES SOB TRATAMENTO. QUANDO A REDUĂ&#x2021;Ă&#x192;O DA DOSAGEM FOR POSSĂ?VEL, ESTA DEVE SER FEITA GRADUALMENTE. PODEM APARECER DISTĂ&#x161;RBIOS PSĂ?QUICOS QUANDO DO USO DE CORTICOSTERĂ&#x201C;IDES, VARIANDO DESDE EUFORIA, INSĂ&#x201D;NIA, ALTERAĂ&#x2021;Ă&#x192;O DO HUMOR, ALTERAĂ&#x2021;Ă&#x192;O DE PERSONALIDADE, DEPRESSĂ&#x192;O GRAVE ATĂ&#x2030; MANIFESTAĂ&#x2021;Ă&#x2022;ES DE PSICOSE OU INSTABILIDADE EMOCIONAL. TENDĂ&#x160;NCIAS PSICĂ&#x201C;TICAS PREEXISTENTES PODEM SER AGRAVADAS PELOS CORTICOSTERĂ&#x201C;IDES. DEVE HAVER CUIDADO NA UTILIZAĂ&#x2021;Ă&#x192;O DE ESTERĂ&#x201C;IDES EM CASOS DE COLITE ULCERATIVA NĂ&#x192;O-ESPECĂ?FICA CASO HAJA POSSIBILIDADE DE PERFURAĂ&#x2021;Ă&#x192;O IMINENTE, ABSCESSO OU OUTRAS INFECĂ&#x2021;Ă&#x2022;ES PIOGĂ&#x160;NICAS; DIVERTICULITE; ANASTOMOSES DE INTESTINO; Ă&#x161;LCERA PĂ&#x2030;PTICA ATIVA OU LATENTE; INSUFICIĂ&#x160;NCIA RENAL; HIPERTENSĂ&#x192;O; OSTEOPOROSE E MIASTENIA GRAVIS. O CRESCIMENTO E DESENVOLVIMENTO DE CRIANĂ&#x2021;AS SOB CORTICOTERAPIA PROLONGADA DEVEM SER OBSERVADOS CUIDADOSAMENTE. EMBORA ESTUDOS CLĂ?NICOS CONTROLADOS TENHAM DEMONSTRADO A EFETIVIDADE DOS CORTICOSTERĂ&#x201C;IDES EM AUMENTAR A RAPIDEZ DA RESOLUĂ&#x2021;Ă&#x192;O DO PROBLEMA DAS EXACERBAĂ&#x2021;Ă&#x2022;ES AGUDAS DA ESCLEROSE MĂ&#x161;LTIPLA, ELES NĂ&#x192;O DEMONSTRARAM QUE OS CORTICOSTERĂ&#x201C;IDES AFETAM O RESULTADO FINAL DO HISTĂ&#x201C;RICO NATURAL DA DOENĂ&#x2021;A. OS ESTUDOS MOSTRAM QUE DOSES RELATIVAMENTE MAIORES DE CORTICOSTERĂ&#x201C;IDES SĂ&#x192;O NECESSĂ RIAS PARA ALCANĂ&#x2021;AR UM EFEITO SIGNIFICATIVO. PRESSĂ&#x192;O ARTERIAL, PESO CORPORAL, DADOS ROTINEIROS DE LABORATĂ&#x201C;RIO, INCLUINDO GLICOSE PĂ&#x201C;S-PRANDIAL DE 2 HORAS E POTĂ SSIO SĂ&#x2030;RICO, RAIO X DE TĂ&#x201C;RAX E PARTES SUPERIORES DEVEM SER OBTIDOS A INTERVALOS REGULARES. EM PACIENTES SOB TERAPIA COM CORTICOSTERĂ&#x201C;IDES SUBMETIDOS A SITUAĂ&#x2021;Ă&#x2022;ES INCOMUNS DE ESTRESSE, RECOMENDASE QUE A DOSAGEM DE CORTICOSTERĂ&#x201C;IDES SEJA AUMENTADA RAPIDAMENTE, ANTES, DURANTE E APĂ&#x201C;S A SITUAĂ&#x2021;Ă&#x192;O ESTRESSANTE. OS CORTICOSTERĂ&#x201C;IDES PODEM MASCARAR ALGUNS SINAIS DE INFECĂ&#x2021;Ă&#x192;O E NOVAS INFECĂ&#x2021;Ă&#x2022;ES PODEM APARECER DURANTE O TRATAMENTO. O USO PROLONGADO DE CORTICOSTERĂ&#x201C;IDES PODE PRODUZIR CATARATA SUBCAPSULAR POSTERIOR, GLAUCOMA COM POSSĂ?VEL LESĂ&#x192;O DOS NERVOS Ă&#x201C;PTICOS E PODE AUMENTAR A OCORRĂ&#x160;NCIA DE INFECĂ&#x2021;Ă&#x2022;ES SECUNDĂ RIAS OCULARES DEVIDO A FUNGOS E VIROSES. DOSES MĂ&#x2030;DIAS E ELEVADAS DE HIDROCORTISONA E CORTISONA PODEM CAUSAR ELEVAĂ&#x2021;Ă&#x192;O DA PRESSĂ&#x192;O ARTERIAL, RETENĂ&#x2021;Ă&#x192;O DE SĂ&#x201C;DIO E Ă GUA E AUMENTO DA EXCREĂ&#x2021;Ă&#x192;O DE POTĂ SSIO. ESSES EFEITOS OCORREM MENOS FREQĂ&#x153;ENTEMENTE COM OS DERIVADOS SINTĂ&#x2030;TICOS, A NĂ&#x192;O SER QUANDO UTILIZADOS EM ALTAS DOSES. TODOS OS CORTICOSTERĂ&#x201C;IDES AUMENTAM A EXCREĂ&#x2021;Ă&#x192;O DE CĂ LCIO. QUANDO EM TERAPIA COM CORTICOSTERĂ&#x201C;IDES OS PACIENTES NĂ&#x192;O DEVEM SER VACINADOS CONTRA VARĂ?OLA. OUTRAS IMUNIZAĂ&#x2021;Ă&#x2022;ES NĂ&#x192;O DEVEM SER FEITAS EM PACIENTES SOB CORTICOTERAPIA, ESPECIALMENTE EM ALTAS DOSES, DEVIDO AOS POSSĂ?VEIS RISCOS DE COMPLICAĂ&#x2021;Ă&#x2022;ES NEUROLĂ&#x201C;GICAS E A AUSĂ&#x160;NCIA DE RESPOSTA IMUNE. CRIANĂ&#x2021;AS E ADULTOS SOB TERAPIA IMUNOSSUPRESSORA SĂ&#x192;O MAIS SENSĂ?VEIS A INFECĂ&#x2021;Ă&#x2022;ES DO QUE INDIVĂ?DUOS SAUDĂ VEIS. VARICELA E SARAMPO, POR EXEMPLO, PODEM TER UM CURSO MAIS GRAVE E ATĂ&#x2030; FATAL EM CRIANĂ&#x2021;AS E ADULTOS NĂ&#x192;O-IMUNES SOB CORTICOTERAPIA. EM CRIANĂ&#x2021;AS E ADULTOS QUE NĂ&#x192;O TIVERAM INFECĂ&#x2021;Ă&#x2022;ES CAUSADAS POR ESSES AGENTES, DEVE-SE TER O CUIDADO ESPECIAL DE EVITAR A EXPOSIĂ&#x2021;Ă&#x192;O AOS MESMOS. DESCONHECE-SE COMO A DOSE, VIA E DURAĂ&#x2021;Ă&#x192;O DE ADMINISTRAĂ&#x2021;Ă&#x192;O DE CORTICOSTERĂ&#x201C;IDES PODEM AFETAR O RISCO DE DESENVOLVIMENTO DE INFECĂ&#x2021;Ă&#x192;O DISSEMINADA. A CONTRIBUIĂ&#x2021;Ă&#x192;O DA CAUSA DA DOENĂ&#x2021;A E/OU TRATAMENTO PRĂ&#x2030;VIO COM CORTICOSTERĂ&#x201C;IDES A ESTE RISCO TAMBĂ&#x2030;M Ă&#x2030; DESCONHECIDA. MEDICAMENTOS IMUNOSSUPRESSORES PODEM ATIVAR FOCOS PRIMĂ RIOS DE TUBERCULOSE. OS MĂ&#x2030;DICOS QUE ACOMPANHAM PACIENTES SOB IMUNOSSUPRESSĂ&#x192;O DEVEM ESTAR ALERTAS QUANTO Ă&#x20AC; POSSIBILIDADE DE SURGIMENTO DE DOENĂ&#x2021;A ATIVA, TOMANDO, ASSIM TODOS OS CUIDADOS PARA O DIAGNĂ&#x201C;STICO PRECOCE E TRATAMENTO. O USO DE PREDNISOLONA EM TUBERCULOSE ATIVA DEVE SER RESTRITO A CASOS DE TUBERCULOSE FULMINANTE OU DISSEMINADA, NAS QUAIS O CORTICOSTERĂ&#x201C;IDE Ă&#x2030; USADO PARA O CONTROLE DA DOENĂ&#x2021;A ASSOCIADO A UM REGIME ANTITUBERCULOSO APROPRIADO. QUANDO OS CORTICOSTERĂ&#x201C;IDES FOREM INDICADOS A PACIENTES COM TUBERCULOSE LATENTE OU COM REATIVIDADE Ă&#x20AC; TUBERCULINA Ă&#x2030; NECESSĂ RIA RIGOROSA OBSERVAĂ&#x2021;Ă&#x192;O, POIS PODE HAVER REATIVAĂ&#x2021;Ă&#x192;O DA DOENĂ&#x2021;A. DURANTE CORTICOTERAPIA PROLONGADA, ESTES PACIENTES DEVEM RECEBER QUIMIOPROFILAXIA. USO NA GRAVIDEZ E LACTAĂ&#x2021;Ă&#x192;O: COMO ESTUDOS ADEQUADOS DE REPRODUĂ&#x2021;Ă&#x192;O HUMANA NĂ&#x192;O FORAM FEITOS COM CORTICOSTERĂ&#x201C;IDES, O USO DE PREDNISOLONA NA GRAVIDEZ, LACTAĂ&#x2021;Ă&#x192;O OU EM MULHERES COM POTENCIAL DE ENGRAVIDAR, REQUER QUE OS POSSĂ?VEIS BENEFĂ?CIOS DA DROGA JUSTIFIQUEM O RISCO POTENCIAL PARA A MĂ&#x192;E, EMBRIĂ&#x192;O OU FETO. LACTAĂ&#x2021;Ă&#x192;O: A PREDNISOLONA Ă&#x2030; EXCRETADA NO LEITE MATERNO EM BAIXOS NĂ?VEIS. MEDIDAS DE CAUTELA DEVEM SER TOMADAS QUANDO A PREDNISOLONA Ă&#x2030; ADMINISTRADA A LACTANTES. CRIANĂ&#x2021;AS NASCIDAS DE MĂ&#x192;ES QUE RECEBERAM CORTICOSTERĂ&#x201C;IDES DURANTE A GRAVIDEZ, DEVEM SER CUIDADOSAMENTE OBSERVADAS QUANTO AO SURGIMENTO DE HIPOADRENALISMO. Interaçþes medicamentosas: Drogas como os barbituratos, que induzem a atividade das enzimas metabĂłlicas hepĂĄticas da fração microssomal, podem aumentar o metabolismo da prednisolona, requerendo, em terapias concomitantes, o aumento da dosagem de prednisolona. Reaçþes adversas:Ă&#x160;UĂ&#x160; 1,"$ -\Ă&#x160; " 61-) -]Ă&#x160;1 /"Ă&#x160; Ă&#x160;*, --"Ă&#x160; /, ,  Ă&#x160; "Ă&#x160;** Ă&#x160;­*- 1 "/1",Ă&#x160; , ,Ă&#x2020;Ă&#x160; Ă&#x2020;Ă&#x160;6 ,/ °Ă&#x160;UĂ&#x160;1- 1" -+1 / -\Ă&#x160;,+1 <Ă&#x160;1- 1,]Ă&#x160;"*/Ă&#x160; -/ ,$ ]Ă&#x160; * , Ă&#x160; Ă&#x160;--Ă&#x160;1- 1,]Ă&#x160;"-/ "*","- ]Ă&#x160;,/1,Ă&#x160;6 ,/ ,Ă&#x160;*",Ă&#x160; "*, --"]Ă&#x160; ,"- Ă&#x160;--*/ Ă&#x160; Ă&#x160;  Ă&#x160;1 ,Ă&#x160; Ă&#x160; ",]Ă&#x160;,/1,Ă&#x160;*/"$ Ă&#x160; Ă&#x160;"--"-Ă&#x160;" "-°Ă&#x160;UĂ&#x160;-/, / -/ -\Ă&#x160;2 ,Ă&#x160;**/ Ă&#x160; "Ă&#x160;*"--6 Ă&#x160;* ,1, "Ă&#x160; Ă&#x160;  ",,Ă&#x2020;Ă&#x160;* , // Ă&#x2020;Ă&#x160; -/ -"Ă&#x160; " Ă&#x2020;Ă&#x160; -"/ Ă&#x160;1 ,/6°Ă&#x160;UĂ&#x160; ,/"$ -\Ă&#x160;, /, "Ă&#x160; Ă&#x160;  /,< "Ă&#x2020;Ă&#x160;/,"Ă&#x160; 1/ Ă&#x2020;Ă&#x160;* /+1-Ă&#x160; Ă&#x160; +1"- -Ă&#x2020;Ă&#x160; ,/ Ă&#x160; Ă&#x2020;Ă&#x160;-1 ", - Ă&#x160;1 / Ă&#x2020;Ă&#x160;*" Ă&#x160;" ",, ,Ă&#x160;-1*, --"Ă&#x160;Ă&#x160;,  ) -Ă&#x160;

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ESTA PIPETA ESTĂ GRADUADA DE ML EM ML. EM CASO DE DĂ&#x161;VIDA CONSULTE SEU MĂ&#x2030;DICO (1 ML DE SOLUĂ&#x2021;Ă&#x192;O EQUIVALE A 3 MG PREDNISOLONA. CADA MG DE PREDNISOLONA EQUIVALE A 1,34 MG DE FOSFATO SĂ&#x201C;DICO DE PREDNISOLONA). A dosagem inicial de PRELONEÂŽ pode variar de 5 a 60 mg por dia, dependendo da doença especĂ­ďŹ ca que estĂĄ sendo tratada. As doses de PRELONEÂŽ requeridas sĂŁo variĂĄveis e devem ser individualizadas de acordo com a doença em tratamento e a resposta do paciente. Para bebĂŞs e crianças, a dosagem recomendada deve ser controlada pela resposta clĂ­nica e nĂŁo pela adesĂŁo estrita ao valor indicado pelos fatores idade e peso corporal. Iniciar a terapia com a menor dose da posologia em idosos. A dosagem deve ser reduzida ou descontinuada gradualmente quando a droga for administrada por mais do que alguns dias. Crianças: A dose pediĂĄtrica inicial pode variar de 0,14 a 2 mg/kg de peso por dia, ou de 4 a 60 mg por metro quadrado de superfĂ­cie corporal por dia, administrados de 3 a 4 vezes por dia. Posologias para recĂŠm-nascidos e crianças devem ser orientadas segundo as mesmas consideraçþes feitas para adultos, ao invĂŠs de se adotar rigidez estrita aos Ă­ndices para idade ou peso corporal. Na SĂ­ndrome NefrĂłtica utiliza-se 60mg/m2/dia em 3 vezes ao dia por 4 semanas, seguidas de 40mg/m2 em dias alternados, por 4 semanas. Em situaçþes de menor gravidade, doses mais baixas, geralmente, sĂŁo suďŹ cientes, enquanto que para alguns pacientes, altas doses iniciais podem ser necessĂĄrias. A dose inicial deve ser mantida ou ajustada atĂŠ que a resposta satisfatĂłria seja notada. Depois disso deve-se determinar a dose de manutenção por pequenos decrĂŠscimos da dose inicial a intervalos de tempo determinados, atĂŠ que se alcance a dose mais baixa para se obter uma resposta clĂ­nica adequada. Deve-se ter em mente que ĂŠ necessĂĄria uma constante observação em relação Ă dosagem de PRELONEÂŽ. Se por um perĂ­odo razoĂĄvel de tempo nĂŁo ocorrer resposta clĂ­nica satisfatĂłria, o tratamento com PRELONEÂŽ deve ser interrompido e o paciente transferido para outra terapia apropriada. Incluem-se as situaçþes nas quais pode ser necessĂĄrio ajuste na dose: mudança no estado clĂ­nico secundĂĄrio por remissĂŁo ou exacerbação no processo da doença, a suscetibilidade individual do paciente Ă  droga e o efeito da exposição do paciente a situaçþes estressantes nĂŁo-diretamente relacionadas Ă  doença em tratamento; se for necessĂĄrio que o tratamento seja interrompido, ĂŠ recomendado que a retirada seja gradual e nunca abrupta. SUPERDOSAGEM: NĂŁo hĂĄ relatos da ingestĂŁo acidental de grandes quantidades de prednisolona em perĂ­odo de tempo curto. O tratamento da superdosagem aguda ĂŠ por lavagem gĂĄstrica imediata ou indução de vĂ´mito. O uso prolongado de corticosterĂłides pode produzir sintomas psĂ­quicos; face de lua cheia; depĂłsitos anormais de gordura; retenção de lĂ­quido; aumento do apetite; ganho de peso; hipertricose; acne; estrias; equimoses; sudorese aumentada; pigmentação; pele seca e descamativa; perda de cabelo; aumento da pressĂŁo arterial; taquicardia; tromboďŹ&#x201A;ebite; resistĂŞncia diminuĂ­da Ă s infecçþes; balanço negativo de nitrogĂŞnio com retardo da cicatrização; cefalĂŠia; fraqueza; distĂşrbios menstruais; sintomas acentuados da menopausa; neuropatias; distĂşrbios psĂ­quicos; fraturas; osteoporose; Ăşlcera pĂŠptica; tolerância diminuĂ­da Ă  glicose; hipocalemia e insuďŹ ciĂŞncia adrenal. Em crianças observou-se hepatomegalia e distensĂŁo abdominal. Nos casos de superdosagem crĂ´nica em pacientes portadores de doença grave que necessitem de corticoterapia contĂ­nua, deve-se reduzir a dose de prednisolona, por um perĂ­odo de tempo, ou deve-se introduzir o tratamento em dias alternados. VENDA SOB PRESCRIĂ&#x2021;Ă&#x192;O MĂ&#x2030;DICA. A PERSISTIREM OS SINTOMAS, O MĂ&#x2030;DICO DEVERĂ SER CONSULTADO. Prelone sol or_MB_02 CPD 2561703 08/07 BU 03

CLOPIVIX (bissulfato de clopidogrel) - USO ADULTO - Via oral - Na forma de comprimidos revestidos contendo 97,875 mg de clopidogrel, correspondendo a 75 mg de clopidogrel base. CONTRA-INDICAĂ&#x2021;Ă&#x2022;ES: Clopidogrel ĂŠ contra-indicado em pacientes com hipersensibilidade conhecida ao clopidogrel ou a qualquer dos componentes do produto; Pacientes com sangramento patolĂłgico ativo, com Ăşlcera pĂŠptica ou hemorragia intracraniana. NĂŁo hĂĄ experiĂŞncia suďŹ ciente de uso de clopidogrel em grĂĄvidas ou lactantes e o medicamento deve ser evitado nessas condiçþes. A segurança e a eďŹ cĂĄcia em crianças ainda nĂŁo foram estabelecidas. ATENĂ&#x2021;Ă&#x192;O: ESTE MEDICAMENTO Ă&#x2030; UM SIMILAR QUE PASSOU POR TESTES E ESTUDOS QUE COMPROVAM A SUA EFICĂ CIA, QUALIDADE E SEGURANĂ&#x2021;A, CONFORME LEGISLAĂ&#x2021;Ă&#x192;O VIGENTE. ADVERTĂ&#x160;NCIAS: Este medicamento ĂŠ de uso exclusivo via oral. NĂŁo deve ser administrado por outra via. Usar com cautela em pacientes com risco de sangramento por trauma, cirurgia ou outras condiçþes, tais como uso de substâncias que possam provocar lesĂľes gastrintestinais. Ainda hĂĄ pouca experiĂŞncia com CLOPIVIX em pacientes com distĂşrbios hepĂĄticos e possibilidade de diĂĄteses hemorrĂĄgicas. ESTE MEDICAMENTO NĂ&#x192;O DEVE SER UTILIZADO POR MULHERES GRĂ VIDAS SEM ORIENTAĂ&#x2021;Ă&#x192;O MĂ&#x2030;DICA OU DO CIRURGIĂ&#x192;ODENTISTA. USO EM IDOSOS, CRIANĂ&#x2021;AS E OUTROS GRUPOS DE RISCO. Pacientes idosos: NĂŁo hĂĄ necessidade de ajuste de dose em idosos com insuďŹ ciĂŞncia renal ou com insuďŹ ciĂŞncia hepĂĄtica leve a moderada. Gravidez e lactação: NĂŁo hĂĄ experiĂŞncia suďŹ ciente de uso de CLOPIVIX em grĂĄvidas ou lactantes e o medicamento deve ser evitado nessas condiçþes. A segurança e a eďŹ cĂĄcia em crianças ainda nĂŁo foram estabelecidas. INTERAĂ&#x2021;Ă&#x2022;ES MEDICAMENTOSAS: Administração concomitante com ĂĄcido acetilsalicĂ­lico, antiinďŹ&#x201A;amatĂłrios nĂŁohormonais, heparina ou varfarina deve ser feita com cautela. NĂŁo hĂĄ interação clinicamente importante entre clopidogrel e atenolol, nifedipino, fenobarbital, cimetidina, estrogĂŞnios, digoxina e teoďŹ lina. Interaçþes FarmacocinĂŠticas e Farmacodinâmicas: Interaçþes com agentes antitrombĂłticos: Em estudo controlado com placebo, a administração concomitante de ĂĄcido acetilsalicĂ­lico 500 mg duas vezes ao dia por 1 dia durante a administração repetida de clopidogrel uma vez ao dia, levou a um aumento nĂŁo signiďŹ cativo do tempo de sangramento no estado de equilĂ­brio de 2,3 para 3,6 vezes, comparado com a administração de placebo e clopidogrel. A agregação plaquetĂĄria induzida pelo ADP nĂŁo foi afetada pela administração concomitante do ĂĄcido acetilsalicĂ­lico. Estes resultados indicam que o uso ocasional de ĂĄcido acetilsalicĂ­lico ĂŠ permissĂ­vel, com cautela, durante o uso de clopidogrel. A segurança da administração concomitante crĂ´nica de ĂĄcido acetilsalicĂ­lico e clopidogrel ainda nĂŁo foi estabelecida. NĂŁo foi demonstrada interação farmacolĂłgica entre clopidogrel e heparina quando as duas drogas foram administradas concomitantemente em indivĂ­duos sadios. A segurança desta associação nĂŁo estĂĄ ainda estabelecida e, portanto, deverĂĄ ser realizada com precaução. Agentes TrombolĂ­ticos: A segurança da administração concomitante de clopidogrel e do agente trombolĂ­tico Ativador Recombinante do PlasminogĂŞnio Tecidual (rTPA) foi avaliada em pacientes com infarto do miocĂĄrdio recente nĂŁo complicado. A incidĂŞncia de sangramento foi similar Ă quela observada quando o rt-PA e a heparina sĂŁo co-administrados com ĂĄcido acetilsalicĂ­lico. A segurança da administração concomitante do clopidogrel com o outro agente trombolĂ­tico nĂŁo foi formalmente estabelecida e deve ser realizada com cuidado. AntiinďŹ&#x201A;amatĂłrios NĂŁo-Hormonais: Em um estudo clinico conduzido em voluntĂĄrios saudĂĄveis, a administração concomitante de clopidogrel e naproxeno aumentou a perda de sangue gastrintestinal oculto. Entretanto, devido Ă  falta de estudos da interação com outros antiinďŹ&#x201A;amatĂłrios nĂŁo-hormonais nĂŁo estĂĄ claro se hĂĄ aumento de risco do sangramento gastrintestinal com todos antiinďŹ&#x201A;amatĂłrios nĂŁo-hormonais. ConseqĂźentemente, antiinďŹ&#x201A;amatĂłrios nĂŁo-hormonais e clopidogrel devem ser co-administrados com cautela. Heparina: Em um estudo clĂ­nico conduzido com sujeitos saudĂĄveis, o clopidogrel nĂŁo necessitou de modiďŹ cação da dose de heparina nem alterou o efeito da heparina na coagulação. A co-administração da heparina nĂŁo teve nenhum efeito na inibição da agregação plaquetĂĄria induzida pelo clopidogrel. A interação farmacodinâmica entre o clopidogrel e a heparina ĂŠ possĂ­vel, conduzindo ao risco aumentado do sangramento, conseqĂźentemente, o uso concomitante deve ser realizado com cuidado. Outra terapia concomitante: Um nĂşmero de outros estudos clĂ­nicos foram conduzidos com o clopidogrel e outros medicamentos concomitantes para investigar o potencial de interaçþes farmacodinâmicas e farmacocinĂŠticas. Nenhuma interação clinica signiďŹ cativa foi observada quando o clopidogrel foi co-administrado com atenolol, nifedipino, ou atenolol e nifedipino. AlĂŠm disso, a atividade farmacodinâmica do clopidogrel nĂŁo foi inďŹ&#x201A;uenciada signiďŹ cativamente pela co-administração de fenobarbital, cimetidina, ou estrĂłgeno. A farmacocinĂŠtica da digoxina ou teoďŹ lina nĂŁo foi modiďŹ cada pela co-administração de clopidogrel. AntiĂĄcidos nĂŁo modiďŹ cam a extensĂŁo de absorção de clopidogrel. Os dados dos estudos com os microssomos hepĂĄticos humanos indicaram que o ĂĄcido carboxĂ­lico, metabĂłlito do clopidogrel pode inibir a atividade do Citocromo P4502C9. Isto poderia potencialmente levar a nĂ­veis aumentados no plasma de drogas como a fenitoĂ­na e a tolbutamida e os antiinďŹ&#x201A;amatĂłrios nĂŁo-hormonais, que sĂŁo metabolizados pelo Citocromo P4502C9. Dados do estudo de CAPRIE indicam que a fenitoĂ­na e a tolbutamida podem ser co-administradas com segurança com clopidogrel. Estudos da interação com clopidogrel e algumas drogas administradas geralmente nos pacientes com doença aterotrombĂłtica nĂŁo foram realizados. Entretanto, os pacientes que participaram de estudos clĂ­nicos com clopidogrel receberam uma variedade de medicaçþes concomitantes incluindo diurĂŠticos, beta bloqueadores, IECA, antagonistas de calcio, agentes redutores de colesterol, vasodilatadores coronarianos, antidiabĂŠticos (incluindo insulina), antiepilĂŠticos, terapia de reposição hormonal e antagonistas de GPIIb/IIIa sem evidĂŞncia de interaçþes signiďŹ cativas. NĂŁo foram demonstradas interaçþes clinicamente signiďŹ cativas com medicaçþes concomitantes como: diurĂŠticos, IECA, antagonistas do cĂĄlcio, agentes redutores do colesterol, vasodilatadores coronĂĄrios, antidiabĂŠticos, antiepilĂŠpticos e terapia de reposição hormonal. REAĂ&#x2021;Ă&#x2022;ES ADVERSAS: Estudos mostram que a tolerabilidade do clopidogrel foi similar Ă  do ĂĄcido acetilsalicĂ­lico. Os efeitos mais comumente observados sĂŁo: cefalĂŠias, tonturas e parestesias, vertigens (raros), diarrĂŠia, dor abdominal, dispepsia, Ăşlcera gĂĄstrica e duodenal, gastrite, vĂ´mitos, nĂĄusea, constipação, ďŹ&#x201A;atulĂŞncia, aumento do tempo de hemorragia e plaquetopenia, erupção cutânea, prurido, neutropenia, leucopenia e eosinoďŹ lia. Outros efeitos raros encontrados: SĂ­ndromes hemorrĂĄgicas (hemorragia intracraniana, gastrintestinal e retroperitonea); foram reportados casos graves de sĂ­ndrome hemorrĂĄgica cutânea (pĂşrpura), mĂşsculo-esquelĂŠtica (hemartrose, hematoma), hemorragia ocular (conjuntival, intra-ocular, retiniana), epĂ­staxis, sĂ­ndrome hemorrĂĄgica do trato respiratĂłrio (hemoptise, hemorragia pulmonar), hematĂşria e hemorragia de feridas cirĂşrgicas; Doenças do sangue e do sistema linfĂĄtico: - Muito raros: PĂşrpura TrombocitopĂŠnica TrombĂłtica (PTT), Trombocitopenia grave, Agranulocitose, Granulocitopenia, Anemia aplĂĄstica/Pancitopenia, Anemia. Doenças do sistema imunitĂĄrio: - Muito raros: Reaçþes anaďŹ lĂĄticas; Perturbaçþes do foro psiquiĂĄtrico: Muito raros: Estados confusionais e Alucinaçþes; Doenças do sistema nervoso: - Muito raros: Alteraçþes gustativas; Vasculopatias: - Muito raros: Vasculite, HipotensĂŁo; Doenças respiratĂłrias, torĂĄcicas e do mediastino: - Muito raros: Broncoespasmo, Pneumonia intersticial. Doenças grastrointestinais: - Muito raros: Pancreatite, colite (incluindo colite ulcerosa ou linfocĂ­tica), Estomatite; Afecçþes hepatobiliares: - Muito raros: InsuďŹ ciĂŞncia hepĂĄtica aguda, Hepatite; Afecçþes dos tecidos cutâneos e subcutâneas: - Muito raros: Angioedema, Dermatite bolhosa (eritema multiforme, SĂ­ndrome de Stevens-Johnson, NecrĂłlise epidĂŠrmica tĂłxica), Rash eritematoso, UrticĂĄria, Eczema e LĂ­quen plano; Afecçþes musculo-esquelĂŠticas, dos tecidos conjuntivos e dos ossos: - Muito raros: Artralgia, Artrite, Mialgia; Doenças renais e urinĂĄrias: - Muito raros: Glomerulonefrite Perturbaçþes gerais e alteraçþes no local de administração: - Muito raros: Febre. Exames complementares de diagnĂłstico: - Muito raros: Alteraçþes dos parâmetros laboratoriais da função hepĂĄtica, Aumento da creatinina sanguĂ­nea. SUPERDOSAGEM: A superdosagem apĂłs a administração de clopidogrel pode conduzir ao prolongamento do tempo de hemorragia e a complicaçþes hemorrĂĄgicas subseqĂźentes. Se ocorrer hemorragia deve ser considerada a terapĂŞutica apropriada. NĂŁo foi encontrado nenhum antĂ­doto da atividade farmacolĂłgica do clopidogrel. Se for necessĂĄria uma correção imediata do tempo de hemorragia (que se encontra prolongado), deverĂĄ ser feita uma transfusĂŁo de plaquetas, que poderĂĄ reverter os efeitos do clopidogrel. ARMAZENAGEM: Conservar em temperatura ambiente. Proteger da luz e umidade. M.S.: 1.5143.0013.004-7 (28 cpr rev). M.S.: 1.5143.0013.006-3 (14 cpr rev). FarmacĂŞutico ResponsĂĄvel: Erisson Renato Jara Jerola - CRF/SP-16.445. VENDA SOB PRESCRIĂ&#x2021;Ă&#x192;O MĂ&#x2030;DICA.

CLISTIN: USO ORAL, USO ADULTO E PEDIĂ TRICO (acima de 2 anos).Comprimidos: caixas com 12 comprimidos de 10 mg. Xarope: frascos com 100 ml. INDICAĂ&#x2021;Ă&#x2022;ES: Clistin estĂĄ indicado para o alĂ­vio dos sintomas associados com rinite alĂŠrgica como: coriza, espirros e prurido nasal, ardor e prurido ocular. Os sinais e sintomas oculares e nasais sĂŁo rapidamente aliviados apĂłs a administração oral do produto. Clistin estĂĄ tambĂŠm indicado para o alĂ­vio dos sinais e sintomas de urticĂĄria e outras afecçþes dermatolĂłgicas alĂŠrgicas. CONTRA-INDICAĂ&#x2021;Ă&#x2022;ES: Clistin estĂĄ contra-indicado em pacientes que tenham demonstrado hipersensibilidade ou idiossincrasia a seus componentes. PRECAUĂ&#x2021;Ă&#x2022;ES E ADVERTĂ&#x160;NCIAS: Pacientes com doença no fĂ­gado ou insuďŹ ciĂŞncia renal, a dose inicial deverĂĄ ser diminuĂ­da para um comprimido ou 10 ml (10mg) em dias alternados. Neste caso, procure seu mĂŠdico. Este medicamento nĂŁo deve ser utilizado por crianças menores de 2 anos de idade. Informe ao mĂŠdico ou cirurgiĂŁo dentista o aparecimento de reaçþes indesejĂĄveis. Uso durante a gravidez e lactação NĂŁo estĂĄ estabelecido se o uso de Clistin pode acarretar riscos durante a gravidez ou lactação. Portanto, o medicamento sĂł deverĂĄ ser utilizado se os benefĂ­cios potenciais para a mĂŁe justiďŹ carem o risco potencial para o feto. Considerando que a loratadina ĂŠ excretada no leite materno e devido ao aumento de risco do uso de anti-histamĂ­nicos por crianças, particularmente por recĂŠm- nascidos e prematuros, deve-se optar ou pela descontinuação da lactação ou pela interrupção do uso do produto. INTERAĂ&#x2021;Ă&#x2022;ES MEDICAMENTOSAS: Clistin nĂŁo tem mostrado efeito aditivo com bebidas alcoĂłlicas. Alteraçþes em exames laboratoriais: Comunique seu mĂŠdico se vocĂŞ for fazer algum teste de pele para detectar alergia. O tratamento com Clistin deverĂĄ ser suspenso dois dias antes da execução do teste, pois este medicamento poderĂĄ afetar os resultados. REAĂ&#x2021;Ă&#x2022;ES ADVERSAS: Junto com efeitos necessĂĄrios para o seu tratamento, os medicamentos podem causar efeitos nĂŁo desejados. Apesar de nem todos os efeitos colaterais ocorrerem, vocĂŞ deve procurar atendimento mĂŠdico caso algum deles ocorra. Clistin geralmente nĂŁo causa secura na boca ou sonolĂŞncia. Os efeitos mais comuns sĂŁo: dor de cabeça, cansaço, perturbação estomacal, nervosismo e erupçþes da pele. Em casos raros, perda de cabelo, reaçþes alĂŠrgicas severas e problemas de fĂ­gado foram relatados. POSOLOGIA: Adultos e crianças acima de 12 anos Um comprimido ou 10 ml de Clistin (10 mg), uma vez por dia. Crianças de 2 a 12 anos Peso corporal abaixo de 30 kg: 5 ml (5 mg) de Clistin Xarope, uma vez por dia. Peso corporal acima de 30 kg: 10 ml (10 mg) ou 1 comprimido de Clistin (10 mg), uma vez por dia. SUPERDOSAGEM: Se vocĂŞ utilizar grande quantidade deste medicamento, procure imediatamente socorro mĂŠdico levando a bula do produto. Deve-se evitar a provocação de vĂ´mitos e a ingestĂŁo de alimentos ou bebidas. O mais indicado ĂŠ procurar um serviço mĂŠdico, portando a embalagem do produto e, de preferĂŞncia, sabendo-se a quantidade exata de medicamento ingerida pelo paciente. PACIENTES IDOSOS: Devem-se seguir as mesmas orientaçþes dadas aos adultos. SIGA CORRETAMENTE O MODO DE USAR. NĂ&#x192;O DESAPARECENDO OS SINTOMAS, PROCURE ORIENTAĂ&#x2021;Ă&#x192;O MĂ&#x2030;DICA OU DE SEU CIRURGIĂ&#x192;O-DENTISTA. NÂş do lote, data de fabricação e prazo de validade: vide cartucho. FarmacĂŞutica ResponsĂĄvel Luciana Righetto - CRF/SP 32.968 MS 1.1013.0032.001-9 - Clistin Comprimidos MS 1.1013.0032.002-7 - Clistin Xarope.


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