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El Departamento de Montevideo L d e p a r t a m e n t o de Montevideo, enya capital es E x t e n s i ó n s u p e r f i c i a l . Poblam a n d o un b a n c o m á s o m e n o s espeso, c o n s t a en su m a y o r la ciudad del m i s m o n o m b r e , es el m e n o r de los ción - L í m i t e s . Condiparte de una arcilla a m a r i l l e n t a conteniendo c o n c r e c i o n e s c a l c a dieci nueve d e p a r t a m e n t o s en que política y admiciones geológicas y ríferas de un color canela oscuro. S o b r e la colina a base de gneiss, n i s t r a t i v a m e n t e se divide el territorio de la República geográficas - S u ya indicada, se alza la ciudad de M o n t e v i d e o b a ñ a d a por las a g u a s O. del U r u g u a y . S u superficie es de 664 kilómetros hidrografía del Plata, en la margen oriental de este gran Río, entre los 34 o ,54 , 20 , , cuadrados y su población la f i j a b a la estadística general, " latitud sud y 0 o , 3 ' 2 2 " este del M e r i d i a n o del Cerro. E l departamento de -1 31 de diciembre de 1924, en 500.000 habitantes. L i m i t a n este Montevideo, con excepción del R í o S a n t a L u c í a y R í o de la Plata que lo departamento, por el norte, el a r r o y o Colorado, en una e x t e n limitan por su parte oeste y sud, no cuenta con o t r a s corrientes de agua de sión de cinco kilómetros, desde la barra del arroyo L a s Piedras, alguna significación. L a m á s i m p o r t a n t e de sus v e r t i e n t e s interiores es el hasta su desagüe en el río S a n t a L u c í a ; todo el curso del a r r o y o Miguelete, con 21 k i l ó m e t r o s de curso, q u e n a c e en la bifurcación de a r r o y o L a s P i e d r a s y desde las puntas de este arroyo a las la Cuchilla Grande y desemboca en la B a h í a . S o n sus afluentes, los a r r o y o s del T o l e d o , una línea divisoria. P o r el este tiene por límite M e n d o z a , Casavalle, C e r r i t o y Q u i t a c a l z o n e s , q u e a menudo a r r a s t r a n un el curso del a r r o y o T o l e d o , los bañados de C a r r a s c o y el insignificante caudal de aguas. E l o t r o curso interior de a g u a que sigue en arroyo de este nombre. P o r el sud lo limita el R í o de la P l a t a importancia al Miguelete, es el arroyo P a n t a n o s o c u y a c u e n c a e s t á m a r c a d a y por el o e s t e el río S a n t a L u c í a hasta la confluencia del arropor las ondulaciones de la Cuchilla P e r e i r a y M i g u e l e t e y que después de yo Colorado. R o d e á n d o l o por su parte norte y este, se enr e c o r r e r 18 kilómetros, se e c h a en la B a h í a , p r ó x i m o al C e r r o . E l a r r o y o cuentra el d e p a r t a m e n t o de C a n e l o n e s y por su parte oeste, el Mclilla, cerca de la barra del a r r o y o Colorado, y el de C a r r a s c o al e s t e del d e p a r t a m e n t o de S a n J o s é . afluente del T o l e d o , y el C a r r a s c o , son cursos sin m a y o r significación. L o s E l t e r r e n o de Montevideo es g e n e r a l m e n t e ondulado. L a cuchilla Grande d e m á s a r r o y o s son los que forman sus limites. L o s pequeños a r r o y u e l o s deque desde el B r a s i l se prolonga en t e r r i t o r i o uruguayo en dirección sud y nominados S e c o , C h a c a r i t a , Malvín, P o c i t o s y E s t a n z u c l a , son apenas c a ñ a d a s o e s t e , desprende un ramal que al p e n e t r a r al d e p a r t a m e n t o de M o n t e v i d e o se que a r r a s t r a n aguas en é p o c a s de lluvia, sirviendo de vertederos a las onduladivide en dos, f o r m a n d o las vertientes de los a r r o y o s de L a s P i e d r a s y T o l e d o . ciones de la ciudad. P a r t e del curso de algunos de e s t o s a r r o y u e l o s ha sido L a s últimas estribaciones de uno de esos ramales, denominado Cuchilla Grande aprovechado para las obras de saneamiento. S o n importantes, por su relativa de Montevideo, mueren en la punta de orillas rocallosas que forman la peníne x t e n s i ó n comparados con la superficie del d e p a r t a m e n t o , los b a ñ a d o s de sula donde se asienta la ciudad vieja y c o n o c i d a por punta San J o s é , después Melilla, cerca de la barra del a r r o y o Colorado, y el de C a r r a s c o al e s t e del de m a r c a r la prominencia de la Avenida 8 de O c t u b r e y 18 de J u l i o . E l o t r o departamento y en vías de ser t o t a l m e n t e d e s e c a d o este último para t r a n s r a m a l , denominado Cuchilla de Pereyra, mucre en la punta de Espinillo y que f o r m a r l o en un gran Parque Público habiéndose realizado, en este sentido, una f o r m a cabo al sud-del R í o S a n t a Lucía a pocos k i l ó m e t r o s dd su d e s e m b o c a gran o b r a de arboricultura sobre las e x t e n s a s dunas que c a r a c t e r i z a n e s a dura en el R í o de la P l a t a , en el p a r a j e conocido por R i n c ó n del C e r r o . L a región del departamento. cuchilla de Miguelete es un desprendimiento de la de P e r e y r a y f o r m a las E s t a s son las características geográficas y g e o l ó g i c a s del d e p a r t a m e n t o de vertientes de los a r r o y o s P a n t a n o s o y Miguelete. L a cuchilla J u a n F e r n á n d e z Montevideo, cuyo n o m b r e se debe a la expresión de uno de los tripulantes de que t e r m i n a en la B a h í a es una desviación de la del Miguelete. H a y otras una de las naves de Magallanes, que al divisar el C e r r o que se levanta en un ondulaciones de m e n o r relieve que las m e n c i o n a d a s y que reciben los n o m b r e s e x t r e m o de su Babia, e x c l a m ó : M o n t - v i - e u , con que en los tiempos futuros de F i g u e r o l a , L i m a , T u d u r í , L e g r i s , etc. había de ser conocida la futura capital de la República O . del U r u g u a y y difunE l C e r r o de M o n t e v i d e o es la m a y o r altura del departamento, con sus dirse su nombre por el mundo entero. P o r ser este departamento donde t i e n e 139 m e t r o s sobre el nisu asiento la capital navel del m a r . L e sigue el cional, es el de m a y o r C e r r i t o de la V i c t o r i a , de PLANTA nCI.ACNJEHAO intensidad comercial c Dr. M O N T E V Í D E O , 45 m e t r o s de altura, que industrial del p a i s. N o se levanta a sólo tres kidispone de g r a n d e s e x l ó m e t r o s de la línea divitensiones para el desarrosoria de la ciudad de llo de una agricultura y Montevideo. ganadería extensiva c o m o E l f u n d a m e n t o criso c u r r e con los d e m á s detalino, con a f l o r a m i e n t o s p a r t a m e n t o s , aun los que i m p o r t a n t e s de pizarras le son limítrofes, razón cristalinas y de rocas por la cual esas induseruptivas, c a r a c t e r i z a las trias se desarrollan e n condiciones g e o l ó g i c a s del f o r m a intensiva y esped e p a r t a m e n t o de M o n t e cializada, no solo por la video. L a s p r i m e r a s son circunstancia q u e d e j a las m á s antiguas, obsermos establecida, s in ó vándose frecuentemente también por el alto valor filones pertenecientes al de la tierra y los arreng r a n i t o que penetran y d a m i e n t o s crecidos de la perforan l a s pizarras. E n m i s m a . L a c h a c r a y la las inmediaciones de L a huerta tienen su m á s eleT e j a , el g r a n i t o biotítico vada e x p r e s i ó n en e s t e es a t r a v e s a d o por un fid e p a r t a m e n t o , y a que tolón aplítico de m á s o da la producción tiene m e n o s 10 m e t r o s de esa m b i e n t e seguro de venta pesor, filón que incluye en la crecida población grandes cantidades d e Primitivo plano de la planta de la Ensenada de Montevideo, levantado en 1724 metropolitana. S u s estat r o z o s irregulares de a n blecimientos a g r a r i o s se fibolita. S e g ú n el p r o f e s o r W a l t h e r , el origen de las pizarras en cuestión, se dedican con preferencia al cultivo de hortalizas y legumbres, y a la explodebe a una roca plutónica diorítico - g á b b r i c a , dado su alto contenido en tación d e . l o s m o n t e s frutales y viñedos que han adquirido un rápido desarrollo. hornblenda verde, uralítica, la e x i s t e n c i a de un g a b b r o dialagífero en c o n e x o L a c r í a del c e r d o ; la cabaña donde se obtienen tipos de alta significación c o m o con r o c a s casi p u r a m e n t e hornbléndicas y la m a n e r a c o m o se une la roca de r e p r o d u c t o r e s para la evolución de nuestra ganadería y el m e j o r a m i e n t o de las la cima del C e r r o y las f o r m a c i o n e s de sus p a r t e s m á s b a j a s . S e encuentran en haciendas en g e n e r a l ; la lechería y la g r a n j a para e x p l o t a r todo aquello q u e el d e p a r t a m e n t o de M o n t e v i d e o a l g u n o s piinerales de importancia c o m o el r e c l a m a las necesidades de una población n u m e r o s a c o m o la de la capital, c e m e n t o calcáreo, feldespato de un blanco m a t e o alabastrino, r o s a d o o pardo están p l e n a m e n t e desarrolladas. T a m b i é n las industrias e x t r a c t i v a s ocupan un amarillo, gneiss c o m ú n , gneiss cuarzoso, g r e n a t í f e r o , m i c a c e a s , turmalina, gran n ú m e r o de brazos, pues existen en todo el d e p a r t a m e n t o g r a n d e s c a n t e r a s g r a n a t e , micaselaníta, diaritas, g r a n i t o s de diferentes clases, en gran abunde e x c e l e n t e piedra que se emplea para la c i m e n t a c i ó n de los edificios y en la dancia, asbesto, etc. pavimentación de las grandes arterias de t r á n s i t o que ponen en c o m u n i c a c i ó n a la capital nacional con las localidades del r e s t o del país. H o r n o s de ladrillos, E l asiento g e o l ó g i c o de la ciudad de M o n t e v i d e o e s t á constituido por un g r a n d e s establecimientos de m a t e r i a l e s de c o n s t r u c c i ó n , saladeros, f r i g o r í f i c o s , poderoso b a n c o de gneiss de e s t r a t o s enderezados casi verticalmente que se aserraderos, baraderos, astilleros, e m p r e s a s de transporte, e s t a b l e c i m i e n t o s de elevan a diez m e t r o s m a s o m e n o s de altura s o b r e el nivel de las aguas. U n a avicultura, c e n t r o s de activas o p e r a c i o n e s rurales, todo lo que c o n s t i t u y e el espesa capa de arcilla amarillenta, mezclada en algunos p a r a j e s con una p a t r i m o n i o industrial del país y e x p r e s a sus p r o g r e s o s , tiene su elocuente retierra arcillo - g r a f i t o s a y aquí y acullá d e p ó s i t o s de conchillas m a r i n a s , cubren p r e s e n t a c i ó n en este d e p a r t a m e n t o el de m á s densa población y el v e r d a d e r o este b a n c o casi u n i f o r m e m e n t e , n o d e j a n d o ver su b a s e pétrea sino en uno c e n t r o de actividad. que o t r o punto de la ciudad y en la costa* batida por las olas. E n los p a r a j e s E s t á cruzado en todas direcciones por g r a n d e s y m o d e r n a s c a r r e t e r a s q u e donde no ha sido removido el suelo, este m a n t o arcilloso e s t á cubierto por conducen a sus diversos c e n t r o s urbanos y a las poblaciones de los d e m á s o t r o de arena y l é g a m o , que los vientos y las corrientes acumularon con el d e p a r t a m e n t o s . E n t r e estas c a r r e t e r a s merecen m e n c i o n a r s e , la Avenida G e n e andar de los tiempos. E s t á pues edificada l a ciudad sobre un b a n c o de gneiss, ral F l o r e s que conduce al C e r r i t o de la V i c t o r i a , al H i p ó d r o m o de M a r o ñ a s , a que es la roca esencial de los terrenos primitivos de estratificación. P i e d r a s B l a n c a s etc. F.l C a m i n o Nacional que pasa por C o l ó n y se a d e n t r a en En medio de e s t o s poderosos e s t r a t o s de gneiss existen filones de pematitas el c o r a z ó n del país. E l C a m i n o a la B a r r a , a Melilla, el de L a s T r o p a s , el de y g r a n i t o no estratificado, con intercalaciones de dioritas y de anfibolitas. Mendoza, el Nacional a Maldouado, el de Minas, etc. E s t o s filones tienen una dirección t r a n s v e r s a l a los e s t r a t o s . E l g n e i s s se T o d o s los ferrocarriles q u e cruzan el país, c o n v e r g e n en Montevideo, por halla dispuesto de tal m a n e r a que forma una m e s e t a e s t r e c h a y prolongada con intermedio de la línea del C e n t r a l que e j e r c e un verdadero m o n o p o l i o en e s t e dos caídas acentuadas al n o r t e y al sud. L a s ondulaciones c irregularidades de sentido pues es la única empresa que tiene su e n t r a d a a la capital. E n t r e las las capas de tierra que la cubren comprenden en parte a las erosiones que las localidades dignas de m e n c i o n a r s e , con e x c l u s i ó n de M o n t e v i d e o , se e n c u e n aguas han verificado en el t r a n s c u r s o del tiempo. t r a n : C o l ó n , M a r o ñ a s , Villa del C e r r o , S a n t i a g o V á z q u e z , S a y a g o , P e ñ a r o l , U n i ó n , Nuevo París, C e r r i t o de la V i c t o r i a , M a n g a , T o l e d o , etc. L a capa sedimentaria, que se extiende sobre los gneiss de la ciudad for-


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La ciudad de Montevideo A Z O N E S puramente militares deF u n d a c i ó n d e M o n t e v i d e o - Cirdominio del litoral m a r í t i m o h a s t a m á s allá del R i o G r a n d e t e r m i n a r o n la fundación de M o n t e c u n s t a n c í a . q u e la motivaron - L a con su correspondiente apoyo en el interior del t e r r i t o r i o video F r e n t e a las islas de S a n C o l o n i a del S a c r a m e n t o y la cuya soberanía a m b i c i o n a b a n . Gabriel, sobre la costa uruguaya que c o n q u i s t a portuguesa - MonE l 22 de noviembre del a ñ o 1723. el M a e s t r e 4 c C a m p o don mira al Plata los portugueses, en su t e v i d e o b a l u a r t e militar de M a n u e l de F r e i t a s da F o n s e c a con la nave G u a r d a C o s t a de afán de e x t e n d e r el dominio de las la dominación e . p a ñ o l a . 50 c a ñ o n e s y con o t r o s 3 b a r c o s de m e n o r p o r t e c o m a n d a d o s por tierras conquistadas en A m é r i c a , levanel capitán M a n u e l E n r i q u e z de N o r o n h a y con una tripulación taron. coronada de artillados b a s t i o n e s y con bien de 150 soldados, c o m i s i o n a d o s por el G o b e r n a d o r y C a p i t a n G e n e r a l de K . o " • • J a n e i r o , fondeó en la bahía de Montevideo, d e s e m b a r c o la t r o p a q u e t r a í a a provistos arsenales, el L° de e n e r o de 1680, la ciudad bordo y, después de una exploración de seis días, inició, el 28 del m i s m o m e s , de la Colonia del S a c r a m e n t o . D e inmediato y c o n la c o n s t r u c c i ó n de las fortificaciones con un " r e d u c t o cuadrado en la p u n t a solidando su posesión, establecieron c o m u n i c a c i o n e s de L e s t e , — situado en la esquina que forman las calles 25 de M a y o y J u a n con las islas de S a n Gabriel y Martín G a r c í a , llave C. G ó m e z — p o r hallar aquel p a r a j e m á s conveniente, asi por q u e d a r el a g u a de la navegación de los ríos U r u g u a y y P a r a n á , d o t á n d e b a j o de la m o s q u e t e r í a , c o m o por s e r m e n o s dominado que cualquier o t r o dolas de b u e n a s f o r t i f i c a c i o n e s militares. E r a propósito de los portugueses y se a c a b ó de circunvalar en diez y siete d í a s " . a f i a n z a r su s o b e r a n í a en todas las tierras españolas del A t l á n t i c o que llegaban E l 1.° de diciembre de 1723, el p r á c t i c o del R í o de la P l a t a , capitán P e d r o por el n o r t e hasta C a n a n c a ( E s t a d o de S a n P a b l o ) comprendiendo las actuales G r o n a r d o dió cuenta a D o n B r u n o M a u r i c i o de Zabala, que habiendo llegado provincias b r a s i l e ñ a s del P a r a n á , S a n t a Catalina y R í o Grande del Sud, proa la e n s e n a d a de Montevideo, pudo c o m p r o b a r de que los p o r t u g u e s e s se halongando sus dominios desde aquel l e j a n o límite, por sobre la d e s e m b o c a d u r a bían establecido y fortificado en aquel p a r a j e . D e inmediato t o m ó Z a b a l a las del P l a t a , con 1.500 k i l ó m e t r o s de costa, hasta el T u c u m á n según se desprende providencias del c a s o para d e s a l o j a r a los que así violaban de un m a p a f r a g u a d o en L i s b o a en 1678, por J u a n T e j e i r a las claras estipulaciones del t r a t a d o de U t r c c h t y f o r t i f i c a r , A l b o r n o z . L a fundación del e s t a b l e c i m i e n t o comercial y mien n o m b r e de E s p a ñ a , la e n s e n a d a de M o n t e v i d e o , c o m o litar de la C o l o n i a del S a c r a m e n t o , con tropas, artillería y e s t a b a dispuesto desde 1716 por o f i c i o de F e l i p e V . dirigido m u n i c i o n e s abundantes, con o b r a s de defensa que la tornaa su teniente de la plaza de B u e n o s Aires, D o n B a l t a s a r ban en una t e m i b l e fortaleza, era el primer a c t o de hostilidad G a r c í a de R o s . realizado para la consecución de aquella t e m e r a r i a e m p r e s a de dominio. L o s portugueses, en c o n o c i m i e n t o de la expedición q u e o r g a n i z a b a Zabala para b a t i r l o s por m a r y por t i e r r a en D e s a l o j a d o s en a g o s t o del m i s m o a ñ o de la posesión su nueva posesión del R í o de la P l a t a , después de a l g u n a s que c r e y e r o n inexpugnable, volvieron a ella en 1683, p e r o protestas en las que pretendieron h a c e r valer sus d e r e c h o s e s t a vez a m p a r a d o s por el t r a t a d o de P a z del 7 de m a y o de dominio en e s t a s r e g i o n e s , a b a n d o n a r o n el día 19 de de 1681, para a b a n d o n a r l a por la f u e r z a de las a r m a s nuee n e r o de 1724 el p a r a j e en que se habían establecido, v a m e n t e en 1705, siéndoles restituida a ñ o s m á s tarde en haciéndose a la vela y llevándose toda la g e n t e . E n f e b r e r o dominio definitivo, por el t r a t a d o de U t r c c h t , el día 11 de de dicho a ñ o Z a b a l a d e s e m b a r c a b a sus fuerzas en M o n t e n o v i e m b r e de 1716, con la sola condición expresa, según vídeo, dando c o m i e n z o de inmediato, con la a p r o b a c i ó n instrucciones del R e y Felipe V al g o b e r n a d o r interino de técnica del i n g e n i e r o D o m i n g o P e t r a r c a , a la c o n s t r u c c i ó n la Ciudad de la T r i n i d a d y P u e r t o de B u e n o s Aires, D o n de una batería que se d e n o m i n ó de S a n F e l i p e en " l a B a l t a s a r G a r c í a de R o s , de que n o podían h a c e r fortificaciopunta que hace al este la e n s e n a d a , para d e f e n d e r l a " — m á s nes ni o t r o s a c t o s de posesión, c o m o a s i m i s m o c o m e r c i a r tarde F u e r t e de S a n J o s é — e m p l a z a n d o en ella c u a t r o cadentro del territorio, limitado por el tiro de una pieza ordiñones de a 24 y 6 de a 18 b a t e r í a . L l e n a d a s e s t a s p r i m e r a s n iria a bala de 24, disparado desde la fortaleza que habían providencias de dominio, Z a b a l a e m b a r c ó parte de sus construido. fuerzas con d e s t i n o a B u e n o s A i r e s quedando para la deD e s d e la nueva ciudad e s t r a t é g i c a m e n t e situada, los fensa de la plaza, 50 h o m b r e s de caballería, 6 0 i n f a n t e s con D. Bruno Mauricio de Z a b a l a , portugueses desarrollaron con intensidad el c o m e r c i o de los oficiales correspondientes, una c o m p a ñ í a de voluntafundador de la ciudad de c o n t r a b a n d o con las poblaciones del R í o de la P l a t a que rios p o c o n u m e r o s a y 30 indios para guardar el ganado. E l Montevideo por la mala política colonial de E s p a ñ a , n o podian e x p o r t a r 25 de m a r z o de ese a ñ o llegaron a la nueva población, sus productos ni e s t a b l e c e r el libre intercambio c o m e r c i a l 1.000 indios tapes quienes, b a j o el m a n d o de c a b o s españoles, dieron gran con el e x t r a n j e r o . Introducían subrepticiamente a B u e n o s Aires, n e g r o s esimpulso al r e s t o de las f o r t i f i c a c i o n e s diseñadas por el ingeniero P e t r a r c a , clavos, azúcar, vinos y licores en c a m b i o de los cuales recibían harina, pan, a c o p i a n d o m a t e r i a l e s y a g l o m e r á n d o l o en el orden exigido por las n e c e s i carne seca y salada, i n m e n s a cantidad de pieles de las c o r a m b r e s establecidas dades de la c o n s t r u c c i ó n . E l cuadrilátero fortificado dentro del cual se g u a en todo el territorio u r u g u a y o y, sobre todo, plata que se i m p o r t a b a d i r e c t a m e n t e recería la futura ciudad de del P e r ú . T a l fué el increMontevideo, abarcaba doce m e n t o de este c o m e r c i o cuadras de largo por seis ilegal, que las r e n t a s aduade a n c h o y los t r a b a j o s pan e r a s de la ciudad de B u e n o s ra t e r m i n a r l o se realizaron Aires mermaron sensiblesin ninguna interrupción a m e n t e y su C a b i l d o se vió fin de p r e c a v e r este p a r a j e obligado a t o m a r severas contra cualquier a t a q u e . medidas c o n t r a ese estado P o c o tiempo después, una de c o s a s que a m e n a z a b a su b a j a y m a l a muralla a mec o m e r c i o y permitía, frente dio concluir en tierra y un a su t e n d e n c i a m o n o p o l i z a fuertecillo de b a r r o y lad o s de t o d a s las actividadrillos con a r r a n q u e s para des del R í o de la Plata, el baluartes en p r o y e c t o que p r o g r e s o de una nueva enm i r a r í a n al c a m p o , decían tidad social que c r e c í a soc l a r a m e n t e de los p r o p ó s i t o s b e r a n a y fuerte a la o t r a h i s p a n o s de m a n t e n e r s e , vera del río. E n un o f i c i o c o n t r a las s o r p r e s a s e inelevado al R e y de E s p a ñ a cursiones portuguesas, en por el C a b i l d o de B u e n o s e s t a m a r g e n del P l a t a desAires, e n t r e o t r a s c o s a s se cubierta por S o l í s p a r a los decía del nuevo y p r ó s p e r o dominios de E s p a ñ a . c e n t r o de población portug u e s a : " C r e c e r á de suerte la C o l o n i a de S a n Gabriel, que s e r á " en breve una de las m a y o r e s p o b l a c i o n e s de la E u r o p a , y de p e q u e ñ a c e n tella n o a p a g a d a en los principios, p a s a r á a rayo que encienda y devore toda la América...".

E n t r e tanto Zabala dab a cuenta al R e y F e l i p e V . de t o d o lo a c t u a d o , s o l i c i tando la debida a p r o b a c i ó n que le fué o t o r g a d a por o f i c i o del 16 de abril de 1725. E n a t e n c i ó n a la imp o r t a n c i a militar de M o n t e video y a la necesidad de d e f e n d e r l o de toda a g r e s i ó n Y fué el estado de ánie x t r a n j e r a c o n t r a la s o b e r a m o r e f l e j a d o en esta c o m u P l a n o de la ciudad de Montevideo levantado entre 1734 y Í 7 3 7 . — i , Fortaleza con puente nía española e j e r c i d a en nicación, lo que m o t i v ó en levadizo sobre un foso seco. — 2, Antigua Iglesia Matriz. — 3, Batería v i e j a levantada por e s t a s tierras, disponía Fe1705 el d e s a l o j o de los porlos portugueses en 1 7 2 3 . — 4 , Baterías levantadas durante la guerra que terminó en Í 7 3 7 . — 5 , lipe V. en el o f i c i o citado el tugueses de su baluarte de Fuente de agua dulce que se llamó del Mascarenhas.—6, Muro que limitaba el recinto de e m b a r q u e en los n a v i o s de conquista, al que volvieron, la ciudad por el lado de tierra. — 7, P o z o del R e y . — 9, F o n d o del puerto de M o n t e v i d e o . — r e g i s t r o del c a r g o de F r a n c o m o lo d e c i m o s m á s arri10, Desembocadura principal. — M , Isla de las gaviotas, (hoy L i b e r t a d ) . cisco de A l z a i b a r , de 400 ba, dispuestos a acelerar deh o m b r e s , 2 0 0 de i n f a n t e r í a y f i n i t i v a m e n t e su dominación 2 0 0 de caballería, con a r m a s y vestidos, a fin de que con esa g e n t e y la d e m á s y e n s a n c h a r la esfera de su influencia en e s t a s regiones que reputaban suyas. que vivía en la nueva población, pudieran subsistir las disposiciones t o m a d a s por E r a m e n e s t e r para e s t o ir e s c a l o n a n d o puestos militares defendidos, en toda Zabala en defensa de la c o r o n a de Castilla. M a n i f e s t a b a a la vez que los la c o s t a del P l a t a , y ningún p a r a j e m á s a p a r e n t e que la ensenada de M o n t e referidos navios se embarcarían con destino al " p r e s i d i o " que así d e n o m i n a b a \ideo p r i m e r o y la de M a l d o n a d o después, para proseguir m á s tarde el


el R e y al naciente núcleo de esta margen del P l a t a , 50 familias, 25 de ellas provenientes del reino de Galicia y las o t r a s 25 de las islas Canarias. L a p r o m e s a del Rey tardó un tanto en cumplirse, razón por la cual el G o b e r nador de B u e n o s Aires a su regreso de la Asunción donde fué a s o f o c a r la revolución promovida por J o sé de Antequera, propuso al Cabildo de aquella ciudad, a los efectos de preparar una hospitalidad conveniente a 1 a s familias ultramarinas cuyo arribo se anunciaba, el envío de familias oriundas del país al naciente núcleo de Montevideo, para que al llegar aquellas tuvieran aquí con quien comunicarse y c a m b i a r impresiones. Los que deseaban f o r m a r en el núcleo de los primeros pobladores, por el sólo hecho de avecindarse d u r a n t e cinco a ñ o s en M o n t e v i d e o gozarían d e las siguientes p r e r r o g a t i v a s : 1." S e les declaraba a ellos, a sus h i j o s y descendientes legítimos, hij o s dalgos de solar conocido con t o d a s las h o n r a s y pree m i n e n c i a s que deben haber y g o z a r todos lo£ hijos dalgos de Iqs reinos de C a s tilla según fueros leyes y

, , « , , < ,.,„„ P l a n o de la ciudad de Montevideo, levantado en el ano 1789, en el que

c o s t u m b r e s de E s p a ñ a . 2." S e les c o n c e d í a gratuidad para el p a s a j e de sus personas, familias y bienes que pudieran s e r navegables. 3.° R e p a r t o dc presente, de s o l a r e s en la plaza de la nueva ciudad y lugares para c h a c r a s y e s t a n c i a s a cada uno dc los pobladores con la facultad de indicar ellos el sitio que m á s les conviniere. 4." S e formaría una vaquería o b s e q u i á n d o s e a cada vecino y nuevo poblador con doscientas vacas para principio dc sus c r í a s y cien o v e j a s . 5.° y 6.° S e costearía g r a t u i t a m e n t e el n ú m e r o de c a r r e t a s , bueyes y caballos necesarios para que en comunidad sirvieran en todos los m e n e s t e r e s dc a c a r r e o dc madera y materiales para los edificios que se construyeran, ayudándoseles con indios para el c o r t e y t r a n s p o r t e dc maderas, c o m o a s i m i s m o con todo género dc herramientas. 7." S e les daría cantidad dc g r a n o s suficientes para semilla, y durante el primer a ñ o se les asistiría regular y g r a t u i t a m e n t e t a m b i é n con la subsistencia de c a r n e , b i z c o c h o , y e r b a , tabaco, sal y ají. 8.° S e les suministraría jurisdicción de t e r r e n o en que pudieran tener sus g a n a d o s y demás faenas de campo y monte, para que con la creación dc o t r a s nuevas poblaciones tuvieran su distrito perfectamcnte conocido y amojonado. S o l a m e n t e 6 familias, con un número dc 33 personas, avecinadas en B u e n o s A i r e s y halagadas por tan buenas proposiciones, se resolvieron a m o v e r s e en dirección a Montevideo. F u e r o n ellas las que constituyeron el núcleo inicial dc la población civil de la que m á s tarde fué capital del U r u g u a y y sus n o m b r e s s o n : J o s é L ó p e z de Mello, natural dc B u e n o s Aires, su esposa F r a n c i s c a C a r r a s c o y dos de familia; B e r n a r d o G a y t a n , también dc B u e n o s A i r c s , a y u d a n t e dc caballería, su esposa M a r í a P . C a r r a s c o y siete dc familia;

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dc

la

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se puede ver, perfectamente delineada,

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Sebastián C a r r a s c o , de B u e n o s Aires, soldado de caballería, su esposa D o m i n g a Rodríguez y dos de familia; J o r g e B u r g u é s , natural de Genova, su esposa María C a r r a s c o y cuatro de familia; J u a n A n t o n i o Artigas, soldado dé B u e n o s Aires, abuelo del L i b e r t a d o r , natural de Z a r a g o z a , su esposa Ignacia C a r r a s c o y cuatro de familia; J u a n B a u t i s t a Callo, su esposa Isidora Dunda, y dos de familia. P e r o el primer poblador de Montevideo fué J o r g e B u r g u é s , quien desde el año 1724 se hallaba establecido en la Aguada, — paraje situado p r ó x i m o a la batería levantada por los portugueses, — donde tenía una c a s u c h a dc piedra rodeada dc huerta y árboles. E l 19 dc noviembre de 1726 fondeaba en la ensenada de Montevideo, el navio " N u e s t r a S e ñ o r a de la E n c i n a " del c a r g o de Don C r i s t ó b a l de U r q u i j o y b a j o el comando del Capitán y M a e s t r e D o n B e r n a r d o S u m a r a t e g u i , dese m b a r c a n d o de su bordo 20 familias procedentes de las Islas C a n a r i a s , que sumaban en total cien personas, comprendiendo hombres, m u j e r e s y niños, N o había viviendas para ellas y se establecieron al aire libre a la espera que se improvisara, con cueros, el refugio donde p r o v i s o r i a m e n t e debían guareccrsc. E l c a m p a m e n t o militar en donde imperaban " r e d o b l e s de t a m b o r e s , toques dc clarín, ruidos de a r m a s y dc arreos, voces de mando, actividades de m a e s t r a n z a " , iba a c a m b i a r de aspecto. " L a recia vida dc soldado, el rudo trab a j o dc fosear el recinto y levantar espaldones de t i e r r a " , sería endulzado por otro g é n e r o de actividades y c o s t u m b r e s de la población civil que se incorporaba a la ciudad naciente, p a r a levantar sus viviendas con los e l e m e n t o s naturales q u e se c o n t a b a n en aquel e n t o n c e s y consag r a r s e a las muy reducidas manifestaciones d c 1 trabajo f e c u n d o y r e m u n c r a d o r p e rmitidas por el régimen colonial y por los o b s t á c u l o s dc t o d o orden del Cabildo dc B u e n o s Aires. L a vida social, en e s a s condiciones en el núcleo i n c i p i e n t e , era c o m p a r t i d a con las e x i g e n c i a s militares dc la plaza, subordinadas a ellas y b a j o su a m p a r o , en forma precaria y primitiva, s e m b r a da dc c o n t i n u o por temores y sobresaltos. Pero Montevideo existía, e r a una realidad. El baluarte militar de

Interior de la Ciudadela, con la capilla en U que te enterraban los militare* que fallecían, — En ese lugar actualmente se ha tratado la P l a t a Independencia

la d o m i n a c i ó n española en esta m a r g e n del P l a t a


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se iría consolidando con el tiempo ante el t e m o r de que nuevas incursiones de t r o p a s portuguesas anularan el resultado territorial d e la conquista primitiva, aprovecharan la e n o r m e y libre riqueza ganadera que pacía en esta fértil z o n a y levantaran, p r ó x i m o a B u e n o s Aires, en a g u a s m á s profundas y concurridas, un nuevo y poderos o c e n t r o de cont r a b a n d o que desviara, de la que m a s tarde f u e r a capital del V i r r e i n a t o del R í o de la Plata, las c o r r i e n tes del i n t e r c a m b i o comercial y las actividades d e l a n a v e g a c i ó n . S e sobrepuso la r a z ó n militar de la c o n s e r v a c i ó n por E s p a ñ a de e s t o s d o minios, el t e m o r a la h e g e m o n í a territorial del reino de P o r t u g a l que n o o c u l t a b a sus propósitos de t o m a r posesión de todas las tierras que se extendían al sud limiL a puerta de la Ciudadela, actualmente en el tadas por el P l a t a y el edificio que ocupa la Escuela Industrial N.° U r u g u a y , a todas 1 a s en el frente que dá sobre la A v . Gonzalo demás consideraciones Ramírez p u r a m e n t e e g o í s t a s e influencias de orden econ ó m i c o que prevalecieron h a s t a ese e n t o n c e s en B u e n o s A i r e s y que se harían sentir, aún m a s adelante con todo rigor, para evitar que la g r a n vaquería de e s t a márgen c a m b i a r a su destino productivo y se c o n s t i t u y e r a , al a m p a r o del c o m e r c i o y de la industria, en una fuerza rival de sus p r o g r e s o s con su porvenir independiente. F u é m e n e s t e r que los portugueses se fortificaran enHTa C o l o n i a del S a c r a m e n t o e j e r c i e n d o a c t o s de s o b e r a n í a en tierras de C a s t i l l a ; que el a c t i v o desarrollo del c o n t r a b a n d o p e r j u d i c a r a los intereses fiscales del Cabildo de B u e n o s Aires y a m e n a z a r a de m u e r t e el c o m e r c i o español en el R í o de la P l a t a con sus derivaciones al interior del V i r r e i n a t o ; que d e s e m b a r caran y se establecieran con p r o p ó s i t o s de dominio en la e n s e n a d a de M o n t e video, para que se pensara, recién e n t o n c e s , en levantar en las tierras a b a n d o nadas, el núcleo poblado que p r o m o v i e r a el p r o g r e s o y a p r o v e c h a r a , racionalm e n t e , sus e n o r m e s riquezas, asegurando en f o r m a definitiva la soberanía española g r a v e m e n t e a m e nazada.

Interior de la Ciudadela, costado Este M o n t e v i d e o y desde él, siguiendo la c o s t a del m a r h a s t a topar con las t i e r r a s de M a l d o n a d o ha de tener de frente este t e r r i t o r i o ; y por m o j ó n de ella el C e r r o que llaman de P a n de A z ú c a r , y de fondo h a s t a las c a b e c e r a s de l o s ríos S a n J o s é y S a n t a L u c í a , que van a r e m a t a r a un albardón ( c u c h i l l a ) q u e sirve de c a m i n o a los faeneros de c o r a m b r e s y a t r a v e s a r á la tierra desde la m i s m a sierra y p a r a j e que llaman de Cebollatí y viene a r e m a t a r e s t e dicho a l b a r dón a los c e r r o s que llaman G u e j o n m i ( O j o m í u O j o s m í n ) y divide las v e r tientes de dichos rios S a n J o s é y S a n t a L u c í a a e s t a p a r t e del sur y las que c o r r e n hacia la p a r t e del n o r t e y c o m p o n e n el río Y í y c o r r e n a los c a m p o s del R í o N e g r o y con e s t a s e ñ a de dicho albardón que divide las v e r t i e n t e s N o r t e y S u r ha de servir de m o j ó n por la p a r t e del f o n d o " . A b a r c a b a este t r a z a d o , todos los actuales d e p a r t a m e n t o s de M o n t e v i d e o , C a n e l o n e s y S a n J o s é y p a r t e del de F l o r e s , F l o r i d a , M i n a s y M a l d o n a d o .

D e l i n e ó Millán t a m b i é n esc m i s m o día, 32 m a n z a n a s de " c i e n v a r a s de frente por igual e x t e n s i ó n de f o n d o " , siguiendo el t r a z a d o e f e c t u a d o con a n t e rioridad por el I n g e n i e r o P e t r a r c a s o b r e la R i b e r a del P u e r t o , d á n d o l e s a las calles que corrían de n o r o e s t e a sudeste una desviación de c i n c o g r a d o s en dirección al n o r t e . P o r m e d i o de cedulillas procedió al r e p a r t o de s o l a r e s e n t r e las familias a v e c i n a d a s en M o n t e v i d e o , r e s e r v a n d o d e t e r m i n a d o s predios, con f r e n t e a las cuadras que daban a la P l a z a M a y o r ( C o n s t i t u c i ó n ) , p a r a las C a sas, C a j a s y A l m a c e n e s R e a l e s , Cabildo, I g l e s i a M a y o r y C a s a de los P á r r o cos. S e e s t a b l e c í a a s i m i s m o en el padrón del 24 de d i c i e m b r e de 1726, que de acuerdo con el t e r r e n o y planta de la nueva población las a g u a s debían c o r r e r desde la P l a z a M a y o r , donde el t e r r e n o era m a s elevado, hacia a m b o s lados del m a r , f i j á n d o s e en "doce varas el a n c h o de las calles". Ningún a c t o realizado con a n E l C a p i t á n Don P e d r o Millán fija el terioridad a este para la f u n d a t é r m i n o y jurisdicción d e Monción de la ciudad de M o n t e v i d e o , t e v i d e o - A d j u d i c a c i ó n de s o l a r e s tuvo el significado y la i m p o r a los primeros p o b l a d o r e s - E l t a n c i a que el que se v e r i f i c ó por significado del 2 4 de D i c i e m b r e Millán en día 2 4 de d i c i e m b r e de d e 1 7 2 6 - E l E j i d o o Propios d e 1726, razón por la cual m u c h o s la ciudad - R e a l c é d u l a d e aprohistoriadores e s t a b l e c e n esa f e c h a bación. c o m o la de la v e r d a d e r a o r g a n i zación civil de la ciudad y por T r a z a d a s las p r i m e r a s o b r a s consiguiente la de su vida inicial. de defensa de la plaza, d e s e m b a r " E s e día Millán, — c o m o lo dice r a d a s las familias p r o c e d e n t e s de un brillante i n f o r m e del I n s t i t u t o E s p a ñ a , el Capitán de C a b a l l o s , H i s t ó r i c o y G e o g r á f i c o del U r u D o n P e d r o Millán, vecino de B u e g u a y — o b r a n d o en n o m b r e del n o s A i r e s a cuyo c a r g o e s t a b a n G o b e r n a d o r Z a b a l a , r e p a r t i ó los los g a s t o s de g u e r r a de la n u e v a solares e n t r e los p o b l a d o r e s de la población y su F o r t a l e z a , en c u m nueva ciudad y dió a é s t o s p o s e plimiento del a u t o de Z a b a l a f e sión de la tierra. E s en el m o chado el 28 de a g o s t o de 1726, en m e n t o de v i n c u l a r al h o m b r e con el que disponía el " e s t a b l e c i m i e n t o la t i e r r a m e d i a n t e la a t r i b u c i ó n de de la población de M o n t e v i d e o " , é s t a a a q u é l en propiedad q u e se procedió, el 24 de d i c i e m b r e del produce, t a n t o en la tierra c o m o referido a ñ o de 1726 a f i j a r el t é r en las personas, una t r a n s f o r m a m i n o y j u r i s d i c c i ó n de la n u e v a ción f u n d a m e n t a l que da o r i g e n a ciudad de S a n Felipe, medir, d e s una situación j u r í d i c a q u e e x t i n lindar y repartir la tierra e n t r e los gue el " r e s n u l l i u s " o la propiedad primeros pobladores, s e ñ a l a n d o a realenga, y c r e a en el n o m b r e cada cual su solar, dándoles así tínuevos d e r e c h o s y d e b e r e s , c o n tulos p e r f e c t o s de vecinos y proOtro interior de la Ciudadela, costado Oeste j u n t o de e s t o s d e r e c h o s y d e b e r e s pietarios con todas las p r e r r o g a t i en c u a n t o se t r a t a de a g r u p a v a s y distinciones acordadas a los nes, constituye el vínculo social que da f o r m a , fuerza y c a r á c t e r a los p u e b l o s p r i m e r o s habitantes de las ciudades fundadas en las nuevas tierras descubiertas. y ciudades". E l t é r m i n o y jurisdicción de la ciudad de S a n F e l i p e de Montevideo fué señalado por Millán, en la f o r m a s i g u i e n t e : " D e s d e la b o c a que llaman del arro" E l día pues, en que los pobladores de M o n t e v i d e o fueron f i j a d o s en los y o J o f r e ( C u f r é ) , siguiendo la c o s t a del R í o de la P l a t a h a s t a este P u e r t o de solares que les a d j u d i c ó Millán en propiedad, c o n j u n t a m e n t e con s e m i l l a s ,


/Qf f¿£>r>o def Cen/encrr-'/o O def¿ Vpucjaayo herramientas etc., se c r e ó un c o n j u n t o de vínculos, derelos libros de a c t a s dc sus reuniones c a p i t u l a r e s : J o s e p h chos y deberes que t r a n s f o r m ó el aduar o c a m p a m e n t o de V e r a P e r d o m o , n a t u r a l de Canarias, A l c a l d e d e de la víspera, en una agrupación o r g á n i c a y apta para la primer v o t o ; J o s e p h F e r n á n d e z Medina, natural de C a vida social c o l e c t i v a " . narias, A l c a l d e de según to v o t o ; Christobal C a y e t a n o de E l 15 de enero dc 1727, el capitán Millán estableció Herrera, natural dc las festividades que se c o n m e m o r a r í a n en la ciudad, figuCanarias, Aguacil rando en p r i m e r término, la fiesta de S a n Felipe y S a n mayor; Juan Camejo ^ ^ ' tiago, en cuyo día se S o t t o , natural dc C a s a c a r í a el estandarte narias, Alfcres real; w ' * ' Real. La segunda B e r n a r d o Gaitan, nag J fiesta correspondía a tural dc Buenos I j ''.' V' la dc la Concepción Aires, Alcalde provin/ ' J t \ de N u e s t r a S e ñ o r a , cial; J o s e p h G o n z á l e z / / ^rW f» \ c o m o titular de la d e Meló, vecino de I ' k < " \ I g l e s i a Matriz. L a terBuenos Aires; RegiIT^N M 1 c e r a a S a n Sebastián, dor, f i e l e j e c u t o r ; I r • ffiÉflj I f ^ / d M I en m é r i t o a que esc J o r g e B u r g u é s , vecino I I día ( 2 0 dc enero de de B u e n o s Aires, R e 1 •'¿"^¡fímSKL I 1724) llegaron a la gidor y Depositario ciudad las tropas del general; J u a n A n t o VjB ' f f l v ^ ' l * M a / R e y , ocupando las ponio Artigas, vecino dc vJl ^ ' t f ^ j n ? ' J sesiones abandonadas B u e n o s Aires y natuy K "'7*- j ^ f i ^ f B B w r por los portugueses. ral de Zaragoza, A l ^fflBHM^^^^^^^jR' E l 12 dc m a r z o del 4 calde dc la Santa ^ ^ '1 . / "yr referido a ñ o de 1727 Hermandad. ^SL^rjjwB^^ procedía Millán a esE l primer acto del t a b l e c e r el e g i d o o Don José He Bustamante y Guerra, Don Joaquín del Pino, que f l a m a n t e Cabildo fué Coronel José María Reyes, propios de la nueva gobernador de Montevideo, al finagobernó la ciudad de Monel dc activar la c o n s ciudad que comprenal que se debe el trazado de lizar el siglo X V I I I , cuando su potevideo en í 7 7 8 , cuando trucción de la iglesia 1 día la superficie abarla ciudad nueva de blación, según Azara, era de 15.245 su población era de 4,270 para lo cual el g o cada de m a r a m a r Montevideo habitantes habitantes bernador proporcionó con una línea que la algunos m a t e r i a l e s ; se limitaba por tierra pasando por las inmediaciones del B u c e o hasta M o n t e v i d e o impuso prestación personal a los vecinos que concurrieron también con limosChiquito ( a c t u a l m e n t e C e r r i t o de la V i c t o r i a ) y el a r r o y o Miguelete h a s t a su nas a la realización de e s t a o b r a ; se decretó una capitación de doce reales d e s e m b o c a d u r a en la E n s e n a d a . Zabala, con f e c h a 8 dc a g o s t o presta completa plata entre los pudientes para ayudar a la congrua del Cura, con la tolerancia a p r o b a c i ó n a todos los a c t o s realizados por su delegado en Montevideo y de que el que no pudiera pagarla en efectivo por c a r e c e r de dinero, lo hiciera a s e n t a d o s en el L i b r o P a d r ó n dc la ciudad, expresando en su comunicación en g é n e r o s de la cosecha, de labor o de campo. S e d e m a n d ó del G o b e r n a d o r que dentro de los t r e s meses, los a g r a c i a d o s con el reparto de tierras, estaban el ejercicio dc su influencia para que los F r a n c i s c a n o s fundaran é'n' la nueva obligados a levantar r a n c h o s o b a r r a c a s en los solares y cultivar las c h a c r a s población una hospedería, habilitándose, para el o b j e t o , la casa de piedra so pena de perderlas y volverse a repartir c o m o c o s a v a c í a y desierta. E l firme y t e j a que había servido de capilla a los d o c t r i n e r o s j e s u í t a s de los 15 de j u l i o de 1728, por R e a l Cédula fué aprobada la jurisdicción designada a indios que concurrieron a levantar la primera fortaleza, y destinóse para M o n t e v i d e o cuya población había aumentado ese a ñ o con m á s de 2 0 0 habiconvento dc esa orden religiosa una cuadra de terreno, situada en la calle de t a n t e s que constituían las últimas 50 familias conducidas por F r a n c i s c o dc la Ribera o Piedras, entre Zabala y Solís. E n este m i s m o predio y en un A l z a i b a r de las islas C a n a r i a s , c o n j u n t a m e n t e con 400 h o m b r e s de tropa regalpón dc madera forrado y cubierto de cueros, funcionó la primera iglesia g l a d a de Cádiz para la guarnición, transportadas en los navios S a n F r a n c i s c o , matriz. de 6 0 c a ñ o n e s ; S a n B r u n o , de 5 0 ; S a n M a r t í n , de 30 y S a n Ignacio, de 60 c a ñ o n e s . D e S a n t a F é , B u e n o s Aires y P a r a g u a y se habían incorporado a E n su reunión del 31 dc m a y o de 1730 el Cabildo dió la n o m e n c l a t u r a a M o n t e v i d e o algunos pobladores a t r a í d o s por las v e n t a j a s que se o f r e c í a n , las pocas calles que formaban la planta de la ciudad, expresando que " p a r a el h a s t a que este m o v i m i e n t o inmigratorio cesó en 1729. " buen orden, régimen y gobierno dc los i n s t r u m e n t o s públicos, de a h o r a y " en adelante, y que no resulten dudas equívocas, c o m o en o t r a s ciudades " suceden, dc donde se siguen litigios para buscar la verdad, t e n e r a bien en " que a las calles se les de n o m b r e , c o m o se les da ahora, para que en todo C r e a c i ó n del C a b i l d o - L o » primeZabala, entre tanto, no descuidaba " tiempo conste en su libro de acuerdos. Y la S e ñ o r í a ( C a b i l d o ) n o m b r ó y ro» c a b i l d a n t e s - Conflicto» e n t r e todo lo que se relacionaba con los intenombra: la» a u t o r i d a d e s civiles y militare». r e s e s de la nueva agrupación civil y miL a a c c i ó n del C a b i l d o d e s d e la " C a l l e de la R i v e r a " la calle de la frontera, y a la que, se le sigue dc la litar, t r a t a n d o dc infundirle vida propia c r e a c i ó n de la G o b e r n a c i ó n de segunda cuadra " C a l l e de la F u e n t e " desde uno a o t r o e x t r e m o , y la que se y estimular sus p r o g r e s o s . Al efecto, el Montevideo. le sigue a esta, " C a l l e de la C r u z " y a la que a esta se sigue y p a s a por la 20 dc diciembre de 1729, apenas transplaza, " C a l l e R e a l " y a la que se le sigue y que también pasa por dicha plaza, currido t r e s años desde el día que Millán " C a l l e de la C a r r e r a " , y la que se sigue a esta, " C a l l e del B o q u e t e " , y a la f i j a r a el término y jurisdicción de la que a esta sigue " C a l l e de A f u e r a " , y las calles que cruzan a estas, c o m e n z a n d o ciudad y procediera al reparto de los del lado de la fuente, la primera que es con quien linda el Alguacil M a y o r , se primeros solares entre sus pobladores, llama la " M e d i a C a l l e " y la que se sigue a esta, la " C a l l e E n t e r a " y la que se Z a b a l a labró el a c t a creando un Cabildo sigue " C a l l e del M e d i o " y pasa por la plaza; y la que se sigue " C a l l e de la para g o b e r n a r en lo civil y administratiI g l e s i a " y pasa por la plaza; y la que se sigue " C a l l e del P u e r t o C h i c o " y la vo, recomendando especialmente fueran que le sigue " C a l l e T r a v i e s a " , y la que se sigue y continuará, " C a l l e de C a l l o " . elegidos para el desempeño dc las nuevas

T i p o de uniforme usado por los Cabildantes de Montevideo

funciones " l a s personas m á s beneméritas, buenas costumbres, opinión y fama, dc manera que n o fueran inferiores ni tuvieran raza alguna dc m o r i s c o , judío, ni mulato, para que se mantuvieran en paz y en quietud en sus A y u n t a m i e n t o s y lugares dc a c t o s públicos". D i s p e n s ó a la ciudad de contribuciones y cargos dc cualquier especie, en atención a su pobreza y cortedad y ordenó que la residencia dc las autoridades capitulares se estableciera interinamente en la casa de adobe del capitán P e d r o Gronardo, fallecido, donde se realizarían las J u n t a s del A y u n t a m i e n t o y Acuerdos Capitulares, h a s t a tanto no se c o n s t r u y e r a el edificio para Cabildo y C á r c e l en el terreno reservado para ese o b j e t o por el capitán Millán. E l 1.° dc enero dc 1730, dc acuerdo con la resolución del m e s anterior, Z a b a l a n o m b r ó las p e r s o n a s destinadas a constituir el primer C a bildo dc la flamante ciudad a quienes reunió en su c a s a e x i g i é n doles j u r a m e n t o con las f o r m a l i dades del caso, poniéndolas en posesión de sus empleos enseguida. L l a m á b a n s e los p r i m e r o s c a bildantes, según e s t á escrito en

E l criterio que orientó la denominación de las calles se b a s ó pués en la

L a Ciudadela, en la época en que en su interior funcionaba el Mercado público


jgf fi£po def O c/e/V

Ce/rfencrp/o Vpuc^uciyz

E l antiguo desembarcadero y la "peña del bagre' , al fondo de la actual calle T r e i n t a y T r e s

Aspecto general del Puerto de Montevideo en

1860

no quedaran sin la c a r n e cuotidiana y los cueros n e c e s a r i o s , y para l o g r a r sebo y g r a s a para la luz, asi c o m o para impedir que fueran burladas las p r e s - ' situación de las m i s m a s , su m a y o r o m e n o r longitud, la e x i s t e n c i a de algún editaciones impuestas en f a v o r de las o b r a s públicas y los g a s t o s que e x i g í a el ficio o c i r c u n s t a n c i a cualquiera, e x c e p c i ó n de la calle Callo que llevó el m a n t e n i m i e n t o del Cabildo. L o s r e c u r s o s de la a d m i n i s t r a c i ó n c o m u n a l t u e r o n n o m b r e del vecino J u a n B a u t i s t a Callo que en ella vivía. E l total de las calles a u m e n t a d o s a ñ o s m á s tarde, con o t r o s pequeños arbitrios, e n t r e los que deben de la primitiva planta de la ciudad de M o n t e v i d e o eran siete de o e s t e a este mencionarse, el impuesto mensual, de repartición, que pagaban los v e c i n o s tay o t r o t a n t o de n o r t e a sud con su plaza central a la que no se le dió n o m b r e . f vorccidos con chacras y P o r iniciativa de Zabah o r n o s de m e r c e d ^ la, el C a b i l d o dictó otras disposiciones para atender L o » primeros c u a t r o lustro» necesidades primordiales de d e la vida d e la c i u d a d - E l a l z a m i e n t o de lo» indios la vida urbana, entre las c h a r r ú a » - L a incursión d e cuales la de una prestación lo» p o r t u g u e s e s L a s l u c h a » personal que se daría previo e n t r e la p r e p o t e n c i a militar empadronamiento o lista, y e l p o d e r civil - C r e a c i ó n sin e x c e p t u a r a nadie, de del g o b i e r n o político y midiez h o m b r e s c a d a quince litar d e M o n t e v i d e o - S u días, comprendiendo a los competencia y jurisdicción soldados a r r e g l a d o s que esS u e l d o del G o b e r n a d o r - L a s taban avecinados, para arrev e n t a j a s de e » t e n u e v o goglar y limpiar ios manantiab i e r n o p a r a el p r o g r e s o d e les de que se servía la poMontevideo. blación. C o m o para m a t a r el g a n a d o , cada v e c i n o lo hacia Montevideo p a s ó los en la puerta de su casa en p r i m e r o s veinte a ñ o s de su la que d e j a b a abandonados vida en medio de la lucha t o d o s los desperdicios que de las dos fuerzas que c o n n o utilizaba para su consumueven la m a r c h a r e g u l a r • -> ra m o , lo q u e e n t r a ñ a b a un pede los pueblos j ó v e n e s : el ligro evidente para la salud d e s p o t i s m o y la a n a r q u í a . de la población por la desR e p r e s e n t a d o el despoN t i s m o por la clase militar, c o m p o s i c i ó n de las materias PWP*' J o r g á n i c a s y el desaseo de b r e g a b a por i m p o n e r s e en las calles, los A l c a l d e s estatodo sentido; mientras que ban obligados a vigilar que r e p r e s e n t a d a la a n a r q u í a por Fuerte San José, que se levantaba en el extremo oeste de la ciudad, en el paraje donde cada o c h o días los vecinos las c o r p o r a c i o n e s civiles y actualmente se levanta el edificio de la Intendencia de. Guerra, próximo a la Dársena de cada calle j u n t a r a n los los ciudadanos, a cada insF l u v i a l en construcción desperdicios y d e m á s ¡munt a n t e hacían sentir los d e dicias a c u m u l a d a s en ellas, s e o s de r e c o n q u i s t a r e 1 los t r a n s p o r t a r a n al t é r m i n o de la m i s m a y los q u e m a r a n . E s t a p r e s t a c i ó n terreno que su rival le obligaba a p e r d e r . . . Ni los u n o s ni los o t r o s e j e r c í a n personal c o m o la que se relacionaba con el barrido de las calles por dentro de límites prudentes la autoridad que les e s t a b a confiada. A una polílos vecinos se m a n t u v o h a s t a 1888. L o s que n o cumplieran con este requisito tica llena de a g i t a c i o n e s y luchas se a g r e g a b a n los m a l o s resultados del r é eran o b j e t o de una multa, por cada o m i s i ó n , equivalente a cuatro días de tragimen e c o n ó m i c o por las trabas al c o m e r c i o con B u e n o s Aires y con el e x t e b a j o personal en las obras públicas. rior, por las r e s t r i c c i o n e s al c o m e r c i o interno para reprimir el b a n d a l a j e e i m pedir a los p o r t u g u e s e s la usurpación y t r á f i c o ilícito de haciendas u r u g u a y a s . N o disponiendo el Cabildo de rentas propias, a d e m á s de las c o n t r i b u c i o n e s N o estuvo o c i o s o el Cabildo en e s t o s p r i m e r o s y rudos t i e m p o s de aprendireferidas, a u t o r i z ó el diezmo, e s t a b l e c i ó las licencias y el impuesto de consuz a j e del g o b i e r n o civil. V i ó s e envuelto en disenciones surgidas entre sus m i e m m o y a b a s t o s a razón de un peso por cada b o t i j a que e n t r a r a el pulpero p a r a bros. M o n t e v i d e o fué a m e n a z a d o por un a l z a m i e n t o de c h a r r ú a s que quedó el a b a s t o vendible de su pulpería, de cualquier especie que fuera, c o m o a g u a r apaciguado con la prédica de los m i s i o n e r o s j e s u í t a s ; los p o r t u g u e s e s c o n t i diente o vino y, en cualquier o t r o envase, se pagaba a p r o r r a t a . S e r e g l a m e n t ó la nuaron sus depredaciones y el Cabildo debió o c u p a r s e de tan g r a v e s a s u n t o s , introducción de e s a s bebidas, según el m o d e l o de las leyes de Indias, para a la vez que atendía a las necesidades e c o n ó m i c a s de una población en a u m e n las alcabalas, implantando o t r a s c o m o : de la c a r n e viva y muerta, c o r a m b r e t o ; r e p r e s e n t a b a a la C o r t e la n e c e al pelo, curtida y a d o b a d a . . . sebo, lasidad de m a y o r amplitud en lo c o m e r na, etc., y en las que tienen su o r i g e n cial; pedía g o b e r n a d o r propietario y los a c t u a l e s impuestos de a b a s t o s y pintaba con e n t e r e z a a n t e el s o b e r a n o tablada. " E l o b l i g a d o de la c a r n i c e la v e r d a d e r a situación de la c i u d a d . ría ha de p a g a r la a l c a b a l a de la c a r L o s vecinos pobladores eran t r a t a d o s ne muerta, y n i n g u n a p e r s o n a podrá con m u c h o a j a m i e n t o y m e n o s p r e c i o m a t a r c a r n e p a r a vender, fuera del por el c o m a n d a n t e de la g u a r n i c i ó n , m a t a d e r o , sin pena de pérdida. Y oficiales y soldados, lo m i s m o q u e las m a n d a m o s q u e el veedor del m a t a autoridades civiles. E l poco c o m e r c i o dero t e n g a libro donde t o m e la razón de la ciudad lo a p r o v e c h a b a n los o f i de las r e s e s que se m a t a r o n , e t c . " ciales, m i l i t a r e s , s a r g e n t o s y soldados, R e a l i z á n d o s e las m a t a n z a s de g a pués todos e s t a b a n t r a n s f o r m a d o s en nado en f o r m a desordenada al punto m e r c a d e r e s . E n el r e c i n t o de la P l a de llamar la disminución de sus e x i s za los militares tenían los m e j o r e s sotencias la a t e n c i ó n del Cabildo, el lares o c u a d r a s e n t e r a s y m e d i a s cuaA l f é r e z R e a l y el Alcalde Provincial, dras, r e s e r v á n d o s e el G o b e r n a d o r de de que si n o se tomaban medidas B u e n o s A i r e s de m a n c o m ú n con el o p o r t u n a s de la jurisdicción de M o n c o m a n d a n t e de la P l a z a los m e j o r e s tevideo no quedaría en tres a ñ o s ni t e r r e n o s para sí y p a r a sus a l l e g a una v a c a ni un toro para el c o n s u m o , dos. E l C a b i l d o se p r e o c u p a b a de la se resolvió vigilar las faenas, autoric o n s t r u c c i ó n de una c á r c e l y o t r o s ediz a n d o las m a t a n z a s en lugares d e t e r f i c i o s ; pedía el d e r e c h o de a n c l a j e en minados, t o m á n d o s e o t r a s disposicioel puerto y la c o n t r i b u c i ó n de r o d a Vísta general de la ciudad de Montevideo, antes de 1806 nes pertinentes para que los vecinos

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fl'£po Ó f cfeff

E d i f í c i o aún existente en la c a l l e P i e d r a s entre J u a n C a r l o s G ó m e z v B a r t o l o m é M i t r e , en el que B u r g u é s l e v a n t a r a su casa de piedra, primer ? e d i f i c i o de M o n t e v i d e o

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Lavalleja,

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d o s s o b r e l o s v e h í c u l o s q u e e n t r a r e n al P u e b l o ; y se o p o n í a a la p r e t e n s i ó n del y p e r t r e c h o s , c a s t i g o de s o l d a d o s , la g o b e r n a c i ó n d c e s t a c i u d a d q u e d a b a suO b i s p o d e B u e n o s A i r e s d e c o b r a r d i e z m o s en M o n t e v i d e o s o b r e los p r i n c i p a b o r d i n a d a a la C a p i t a n í a G e n e r a l de B u e n o s A i r e s . E n las d e m á s c a u s a s y l e s m a t e r i a l e s d e c o n s t r u c c i ó n : cal, m a d e r a s y l a d r i l l o s . p l e i t o s p r o c e d e r í a c o m o los o t r o s g o b e r n a d o r e s . L a s c a u s a s d e p a t r o n a t o e r a n E r a u n a s i t u a c i ó n i n s o s t e n i b l e q u e h a b í a q u e d e f i n i r y a c l a r a r a la b r e v e d a d d e su j u r i s d i c c i ó n y la e x t e n s i ó n y p e r s e c u c i ó n del c o m e r c i o i l í c i t o le e s t a b a n p o s i b l e y e s el C a b i l d o el q u e se e n c a r g a , en d i v e r s a s r e p r e s e n t a c i o n e s , d c h a c e r p a r t i c u l a r m e n t e e n c o m e n d a d a s . E n el g o b i e r n o e c o n ó m i c o y p o l í t i c o de la l l e g a r h a s t a el R e y , la i n c o n v e Provincia, asistencia a Cabildos, niencia de que Montevideo depenelecciones anuales y demás fund i e r a en a b s o l u t o del G o b e r n a d o r ciones, v e n t a y r e m a t e dc o f i c i o s de B u e n o s Aires o dc estar s o m e de la R e p ú b l i c a , e j e c u c i o n e s de t i d o a la v o l u n t a d de oficiales hacienda y demás negocios de s u b a l t e r n o s y p e d í a , en c o n s e c u e n ella, o b r a r í a al igual de los d e c i a , q u e s e i n s t i t u y e r a un G o b e r m á s g o b e r n a d o r e s d e las P r o v i n n a d o r d i r e c t a m e n t e designado por c i a s del R í o d c la P l a t a , c o n c a r el Monarca Español. Requerido g o a q u e el de B u e n o s A i r e s p o . , . ^ • • • • • • • • • • Ü Ü I i n f o r m e del j e f e s u p e r i o r d c la d r í a i n t e r v e n i r en sus o p e r a c i o P l a z a , s o b r e las c o n d i c i o n e s d e la n e s s i e m p r e q u e las j u z g a r a n o m i s m a , é s t e e x p r e s ó lo s i g u i e n t e : ir a r r e g l a d a s a las l e y e s v i g e n t e s " l o s g r a n o s q u e se p r o d u c e n no en e s c p u n t o . S e le s e ñ a l a r o n 4 . 0 0 0 c o s t e a n el a l i m e n t o d e M o n t e v i d e o , pesos de sueldo anual y cinco iQ[ J H G U ü ^ U D D p p o r 110 t e n e r s a l i d a s , y e s i m p o s i a ñ o s d e t é r m i n o d e d u r a c i ó n en •IJ'ÜJJUUUUÜUUUQ b l e c o n t r a t a r p e o n e s p o r lo c r e c i d o el s e r v i c i o del e m p l e o d c G o b e r .... Í H J J J U U J U U D D C O de sus salarios. L o s g a n a d o s cinador. m a r r o n e s han sido m o n o p o l i z a d o s - ^ • • • • • • • • • • • L J L a c r e a c i ó n del G o b i e r n o d e p o r l o s p o r t u g u e s e s , a l a b r i g o dc ^ J U d j J G G o y a m a a n M o n t e v i d e o v i n o a r e n d i r un d o los n u e v o s fuertes c o n s t r u i d o s de ble s e r v i c i o a l o s h a b i t a n t e s del • F j S ü ü Ü Ü U D J ü D D t l R í o Grande para acá. E n cuanto p a í s : l o s l i b e r t a b a del d e s p o t i s m o a la f o r t a l e z a d e M o n t e v i d e o s ó l o e x a g e r a d a m e n t e m i n u c i o s o de los PIANO t i e n e el n o m b r e , r e s p e c t o de s e r su oficiales subalternos que hasta enMONTTVIDKO m u r a l l a de vara y media dc alto, tonces h a b í a n r e p r e s e n t a d o la p i e d r a s o b r e p i e d r a sin ningún Autoridad ReaJ y abolía de paso m i s t o , c o m o n o t e n e r f o s o ni e s los a b u s o s d e la A u d i e n c i a de t a c a a l g u n a a f u e r a ; d c e s t a r en C h a r c a s c u y o s m i n i s t r o s se h a b í a n p a r a j e que ni sirve para guardar ingeniado para encontrar una P l a n o de la ciudad de M o n t e v i d e o , t r a z a d o por el c o r o n e l de ingenieros la c i u d a d , ni m e n o s el c o n s i d e r a b l e f u e n t e d e r e n d i m i e n t o s en la e x J o s é M . R e y e s , en J 8 2 9 puerto que tiene, llave de este río y p l o t a c i ó n d e la j u s t i c i a . r e i n o " . E n 1737 el C a b i l d o r e s o l v i ó H a s t a f i n e s del s i g l o X V I I I , c o n s t r u i r u n a S a l a C a p i t u l a r un p o c o m á s d e c o r o s a q u e la q u e h a b í a o c u p a d o g o b e r n a r o n M o n t e v i d e o , V i a n a , la R o s a , del P i n o y O l a g u e r F e l i ú , p a s a n d o h a s t a e s e m o m e n t o . F u é ella m o d e s t a , tal c o m o lo p e r m i t í a n los r e d u c i d o s r e e s t o s d o s ú l t i m o s a e j e r c e r m á s t a r d e el V i r r e y n a t o d e B u e n o s A i r e s . c u r s o s q u e d i s p o n í a , p u e s m e d í a " n u e v e v a r a s de l a r g o p o r c i n c o d c a n c h o " , L o s p r o g r e s o s d c M o n t e v i d e o se h i c i e r o n v i s i b l e s y m a r c h a r o n a c e l e r a c o n d o s v e n t a n a s . S e a s i g n ó p a r a e s t a c o n s t r u c c i ó n l e v a n t a d a en el m i s m o d a m e n t e d e s d e q u e t u v o su g o b i e r n o p r o p i o r e g u l a r y p u d o d i c t a r las n o r m a s p r e d i o q u e o c u p a el a c t u a l e d i f i c i o del C a b i l d o , u n a s u m a c o n v e n i e n t e del f o n d o d e una p o l í t i c a e c o n ó m i c a y c o m e r c i a l sin i n g e r e n c i a s extrañas a su de P r o p i o s . D u r a n t e su depenjurisdicción. d e n c i a d c la g o b e r n a c i ó n dc D e s d e 1768 p o s e í a el p a l aB u e n o s A i r e s d e s e m p e ñ a r o n el c i o p a r a el G o b e r n a d o r , l e v a n cargo dc oficiales comandantes t a d o en el e s p a c i o ocupado de la P l a z a de M o n t e v i d e o : D n . a c t u a l m e n t e p o r la p l a z a Z a F r a n c i s c o A. de L e m o s , Dn. b a l a . E l P a l a c i o R e a l , C a s a del Francisco' Cárdenas, Dn. N. Gobernador o F u e r t e con que C a r b a j a l , D n . F r u c t u o s o de P a f u é sucesivamente designado, l a f o x , D n . A l o n s o de la V e g a , " t e n í a la f o r m a d e un c u a d r a d o Dn. J o s é dc Arce y Soria, Dn. perfecto, c u y o s cuatro lados coFrancisco Lobato, Dn. Dominrrespondían a los c u a t r o pung o S a n t o s de U ñ a r t e y D n . t o s c a r d i n a l e s , d e j a n d o en s u Francisco Gorriti. c e n t r o un p a t i o e s p a c i o s o y R e c i é n a los veinte a ñ o s l i b r e . F,1 f r e n t e m i r a b a al n o r t e d e i n s t a l a r s e el p r i m e r C a b i l d o y en él s e h a l l a b a la p u e r t a y gracias a sus repetidas insprincipal, que m á s que puerta t a n c i a s a n t e la C o r t e , el 2 2 d c era portón. d i c i e m b r e d c 1749 s e c r e a b a el E n t r a n d o p o r él, a la i z g o b i e r n o político y militar dc q u i e r d a , e s t a b a el c u e r p o de, Montevideo, siendo investido g u a r d i a , la C o n t a d u r í a y la T e c o n t a l c a r á c t e r , el c o r o n e l D n . s o r e r í a , o s e a la R e a l H a c i e n J o s é J o a q u í n de V i a n a . E n l o s d a . H a c i a la d e r e c h a e x i s t í a n asuntos militares sobre fortifidiferentes dependencias oficiacaciones, reglamento dc guarE n t r a d a de la C i u d a d e l a . L a puerta de M o n t e v i d e o , en 1 8 1 0 les, y a l sud el g r a n s a l ó n d e nición, c o n s u m o dc m u n i c i o n e s sobre la a c t u a l P l a z a Independencia recepciones que sirvió para to-

"JTSSQ


PC fifao G deff

def

Cenfencrr/o Uruguayo

M e r c a d o de Sostoa, que f u n c i o n ó en la c a l l e S a r a n d í , en la m a n z a n a c o m p r e n d i d a entre P é r e z C a s t e l l a n o s y M a c i e l , d u r a n t e la é p o c a c o l o n i a l , p a r a j e d o n d e se abre la c a l l e M e r c a d o C h i c o

He de S a n t o T o m á s , ( h o y M a c i e l ) , C a l l e d e S a n V i c e n t e ( h o y P é r e z C a s tellanos), Calle de S a n B e n i t o , ( h o y C o l o n ) Calle de S a n A g u s t í n hoy A l z a i b a r ) , Calle de S a n F r a n c i s c o ( h o y Z a b a l a ) Calle de S a n t i a g o , hoy S o l í s ) , Calle de S a n Felipe ( h o y M i s i o n e s ) , C a l l e de S a n J o a q u í n ( h o y T r e i n t a y T r e s ) , C a l l e de S a n J u a n ( h o y I t u z a m g o ) C a l l e d e S a n F e r n a n d o ( h o y J u a n C a r l o s G ó m e z y a n t e s C á m a r a s ) , C a l l e de S a n T e l m o (hoy Bartolomé Mitre y antes Cerro). L a s d e m á s c a l l e s , c o n e x c e p c i ó n de la d e 1.° d e m a y o , n o e x i s t í a n en la c i u d a d v i e j a , s i e n d o u n a s t r a z a d a s m á s t a r d e en t e r r e n o s s u b m a r i n o s , o t r a s c u a n d o se a m a n z a n a r o n l o s t e r r e n o s ' d e s c a m p a d o s q u e l i m i t a b a n l a s c a l l e s m e n c i o n a d a s y las d e m á s t r a z a d a s en el a m a n z a n a m i e n t o f u e r a d e l o s a n t i g u o s m u r o s e i n c o r p o r a d a s a la p l a n t a d e la c i u d a d v i e j a . S e d i s p o n í a d e u n a s o l a " P l a z a " n o m b r e c o n q u e se le c o n o c i o a l p r i n c i p i o , m a s t a r d e p o r " P l a z a de la I g l e s i a " y en é p o c a s s u c e s i v a m e n t e p o s t e r i o r e s p o r Plaza M a y o r " , " P l a z a del C o m e r c i o , P l a z a d e la V e r d u r a , P l a z a d e la M a t r i z y P l a z a d e la C o n s t i t u c i ó n " . .# A l g u n a s d e e s t a s c a l l e s , a d e m á s d e su d e n o m i n a c i ó n o f i c i a l , e r a n d e s i g n a d a s p o r el p u e b l o c o n o t r o s n o m b r e s . A s i , la c a l l e S a n F e r n a n d o s e c o n o c í a p o r la c a l l e d e l o s " J u d í o s " , en v i r t u d d e e n c o n t r a r s e e n el a m u c h o s e s t a b l e c i m i e n t o s c o m e r c i a l e s : la c a l l e S a n J o a q u í n se la l l a m a b a t a m b i é n de los " P e s c a d o r e s " por que los e l e m e n t o s de ese g r e m i o , en casil l a s de m a d e r a l e v a n t a d a s en ella, g u a r d a b a n l o s a v í o s del o f i c i o . O t r a s d e

d o s l o s g o b i e r n o s " , h a s t a su d e m o l i c i ó n . E n el c e n t r o d e e s t e F u e r t e se e n c o n t r a b a la c a p i l l a del G o b e r n a d o r y el r e s t o de l o s p a b e l l o n e s c o n s t i t u í a n la m o r a d a del r e p r e s e n t a n t e m i l i t a r del M o n a r c a . S o b r e la p o r t a d a de la c a p i l l a f i g u r a b a un r e l o j d e sol. U n a a m p l i a c a l z a d a d e p i e d r a se e x t e n d í a d e s d e la e n t r a d a h a s t a la c a p i l l a y e n t r a d a p r i n c i p a l . U n a p i e z a a l t a , s e r v í a d e m i r a d o r o a t a l a y a . E s t e p a l a c i o q u e en 1808 f u é c o n t i n u a d o d e a c u e r d o con los planos definitivos, n o llegó a t e r m i n a r s e t o t a l m e n t e . C o m o t e o r g a n i z a la p o l i c í a r u r a l El Hospital • Los derechos de Aduana - Las corridas de toros, E l e m p e d r a d o • El p r o b l e m a d e la luz p ú b l i c a - C o n t r i b u c i o n e s , E1 e n c a r e c i m i e n t o d e l a v i d a , Servicios municipales - C o m o progresa la ciudad de Montevid c o - S u situación al t e r m i n a r el año 1800.

"En 1770, Montevideo contaba a p e n a s c o n mil p e r s o n a s a d u l t a s y cien n i ñ o s v i v o s d e l o s n a c i d o s en el a ñ o , sin c o n t a r s e t e n t a que, m u r i e r o n : un p á r r o c o c o m p o n í a t o d o el p e r s o nal r e l i g i o s o . L a m a y o r p a r t e d e la p o b l a c i ó n , d i c e un c r o n i s t a , se c o m p o n e de m u c h o s d e s e r t o r e s d e m a r y t i e r r a , y a l g u n o s p o l i z o n t e s q u e a tít u I o d e a b u n d a n c i a de c o m e s t i b l e s ponen pulperías con m u y p oc o dinero p a r a e n c u b r i r su p o l t r o n e r í a y s u s c o n t r a b a n d o s . . . T a m b i é n se d e b e n r e b a j a r del r e f e r i d o n ú m e r o de v e c i n o s m u c h o s h o l g a z a n e s " c r i o l l o s " a q u i e n e s con grandísima propiedad llaman g a u d e r i o s " . P r e o c u p a d o el C a b i l d o p o r las a l a r m a n t e s p r o p o r c i o n e s q u e t o m a b a el v a n d a l a j e en los c a m p o s del Y í y c o m a r c a s i n m e d i a t a s a la j u r i s d i c c i ó n de M o n t e v i d e o , c o n v o c ó en 1778 a l o s v e c i n o s a r e u n i ó n p ú b l i c a r e s o l v i e n d o la o r g a n i z a c i ó n , a c o s t a de los h a c e n d a d o s , d e v a r i a s g u a r d i a s p o l i c i a l e s p a r a p r o t e g e r la vida d e l o s h a b i t a n t e s r u r a l e s y s a l v a g u a r d a r las h a c i e n d a s

P l a z a de F r u t o s de M o n t e v i d e o , en

1878

l a s c a l l e s d e la n o m e n c l a t u r a o f i c i a l se d e n o m i n a b a n a s u v e z , c a l l e d e las " B ó v e d a s " , del " M u e l l e " , d e las " T i e n d a s " e t c . D . M a t e ó V i d a l , e n su c a r á c t e r d e S í n d i c o d e la C i u d a d , a b o g ó p o r la f u n d a c i ó n de un h o s p i t a l , c u y o g r a n d e n e c e s i d a d — v e m o s y c r i s t i a n a m e n t e l l a m a m o s , p a r a q u e el c r e c i d o n ú m e r o de m i s e r a b l e g e n t e de este pueblo y su jurisdicción, c o m o todo f o r a s t e r o desvalido, g o c e n el a m p a r o y c o n s u e l o q u e p o r t o d a s l e y e s e s t a m o s o b l i g a d o s a p r o p o r c i o n a r l e s , c o m p r e n d i e n d o de d í a e n d í a n o s la e s t r e c h a c i n t i m a , n o m e n o s q u e el c r e c i d o n ú m e r o d e e n f e r m o s , el " e s t u p e n d o a u m e n t o " d e h a b i t a d o r e s y c o n c u r r e n t e s c o n q u e l o g r a m o s un s e r v i c i o y a b a s t o d e c u a n t o c o n d u c e a la v i d a h u m a n a , " a d e l a n t á n d o s e el l u s t r e y f o m e n t o de n u e s t r o s u e l o c o n a d m i r a b l e c u r s o , h a b i é n d o l o c o n o c i d o n o s o t r o s m i s m o s e n t r e s o m b r a s de t r i s t e a l d e a . . . . " C o n c l u í a p o r p e d i r se t o m a r a lo n e c e s a r i o p a r a e s t e fin de las h a c i e n d a s d e l o s j e s u í t a s expulsados, s e apelara a las l i m o s n a s y donativos de m a t e r i a l e s y se p r o p u s i e r a a l R e y a l g u n a c o n t r i b u c i ó n al c o m e r c i o .

A s p e c t o que o f r e c í a la c i u d a d de M o n t e v i d e o en 1 8 6 0 , desde la

Aguada

E l R e a l D e c r e t o d e 2 d e f e b r e r o d e 1 7 7 8 a m p l i a b a la c o n c e s i ó n d e c o m e r c i o l i b r e ; p e r o el m a y o r o b s t á c u l o p a r a su d e s a r r o l l o e s t r i b a b a en el a u m e n t o d e d e r e c h o s d e a d u a n a q u e " a n i q u i l a b a n a l v a s a l l o y le i m p o s i b i l i t a b a n su g i r o " . R e g í a n y a d e r e c h o s d e i m p o r t a c i ó n y e x p o r t a c i ó n y s e p r e t e n d í a e s t a b l e c e r el 4 % de a l c a b a l a sin q u e a n t e s s e h u b i e r a e f e c t u a d o la s e g u n d a v e n t a . S e d i r i g i ó , d a d o l a s q u e j a s d e l o s

d e las i n c u r s i o n e s d e l o s p o r t u g u e s e s y b a n d o l e r o s q u e i n f e c t a b a n la c a m p a ñ a . C o n a n t e r i o r i d a d a e s t a r e s o l u c i ó n , el a c a u d a l a d o h a c e n d a d o J u a n F r a n c i s c o G a r c í a de Zúñiga, había a r m a d o y sostenido d e su p e c u l i o p a r t i c u l a r u n a p a r t i d a d e c u a r e n t a h o m b r e s c o n d o s cientos caballos, para combatir a los malhechores. P o r e s t a é p o c a ( 1 7 7 8 ) el C a b i l d o r e s u e l v e m o d i f i c a r la p r i m i t i v a n o m e n c l a t u r a de las c a l l e s d e la c i u d a d q u e d a t a b a de 4 8 a ñ o s a t r á s , a d o p t a n d o n o m b r e s del s a n t o r a l , sin d u d a a l g u n a d e b i d o a la inf l u e n c i a q u e en e s a é p o c a e j e r c í a el s e n t i m i e n t o r e l i g i o s o en el e s p í r i t u de l o s c a b i l d a n t e s . L a nueva nomenclatura estaba así concebida: C A L L E S L A R G A S . — C a l l e de S a n Miguel ( h o y Piedras), Calle de S a n Luis ( h o y C e r r i t o ) , C a l l e de S a n P e d r o ( 1 ) ( h o y 25 de M a y o ) , Calle de S a n Gabriel ( h o y R i n c ó n ) , Calle de S a n D i e g o ( h o y W a s h i n g t o n ) , Calle de S a n C a r l o s ( h o y S a r a n d í ) , Calle de S a n Sebastián (hoy B u e n o s A i r e s ) , C a l l e de S a n R a m ó n ( h o y R e c o n q u i s t a ) , C a l l e del P o r t ó n N u e v o ( 2 ) , ( h o y R e c i n t o y a n t e r i o r mente Santa Teresa). C A L L E S C O R T A S . — C a l l e de S a n J o s é , ( h o y G u a r a n í ) , C a (1) Vulgarmente llamada dol I'ortón. (2) Asi dealcnada por «1 vecindario.

Aspecto

general

de

la c i u d a d

de M o n t e v i d e o

en

1860


O

/l£po def¿

def

Cbn/encrp/o upupuayo

c o m e r c i a n t e s por los a f o r o s excesivos de Aduana y las incomodidades de alije que se sepa o sean apresados que vivan a m a n c e b a d o s y en d e f e c t o dc multa de lanchas para las descargas en el muelle, muy e s t r e c h o y desigual, una súplica se les imponga cuatro meses de t r a b a j o p e r s o n a l ; a los que se hallen con cual V i r r e y para que solucionara todos e s o s o b s t á c u l o s que se oponían al chillo $ 25.00 dc multa o dos m e s e s de t r a b a j o ; a los faeneros de c a r b ó n un florecimiento comercial de la ciudad y sus dominios. E s t o s grandes asuntos peso m á s por cada licencia; que se expida título de examen a toda c l a s e dc tan vinculados a Jos p r o g r e s o s púoficiales m e c á n i c o s y por c a d a tíblicos y al florecimiento e c o n ó tulo se cobren dos pesos, y o t r a s mico de estas tierras, no entordisposiciones del m i s m o c a r á c t e r , pecía la gestión del Cabildo t e n d i e n t e s a o b t e n e r arbitrios para realizada en el orden del m e j o r a realizar m e j o r a urbana tan reclamiento edílício, disponiendo la mada". construcción de nuevos m o l d e s P r e o c u p ó s e a s i m i s m o el Capara la fabricación de ladrillos que bildo del E s t a b l e c i m i e n t o de la debían h a c e r s e sin discrepar una cárcel y r e c l a m ó dc la resolución línea del padrón oficial, b a j o pena superior que m a n d a b a considerar dc 50 p e s o s ; se prohibía la m a t a n g a n a d o s r e a l e n g o s los que se enza de vacas para evitar se careciecontraren entre Yaguarón, Tacuara en adelante de c a r n e para el rí, O l i m a r , la L a g u n a Merín y los abasto, sobre todo cuando se est e r r e n o s a la d e r e c h a dc S a n t a p e r a b a la incorporación a la T e c l a y desde las P u n t a s del R í o guarnición dc la plaza dc seis mil Negro. E l beneficio de e s o s g a n a h o m b r e s ; se insistía en la necesidos había de d e s t i n a r s e a f o r m a dad de fundar el hospital, desigción, a b a s t e c i m i e n t o y equipo de n á n d o s e el terreno donde debia milicias veteranas. levantarse y r e c a r g a n d o el impuesConsideraba el c o m e r c i o que t o sobre exportación dc c u e r o s ; se era oneroso el impuesto de 1 Y\ % licitaban las corridas de t o r o s y se sobre las especies de plata y l/j % a c e p t a b a una temporada dc doc< s o b r e las de oro que se enviaban corridas por 150 pesos dc contado a E s p a ñ a , y el Cabildo represenq u e dió D . J u a n Balvin B a l l e j o Vista de la ciudad de Montevideo, en 1860 taba ante el V i r r e y la inconvenien" p a r a a t e n d e r los empeños y urcia del tributo para un comercio g e n c i a s de las casas capitulares". . naciente. E l primer redondel para las P a r a c o r t a r de raíz los gracorridas de toros, fué construido ves daños que a c a r r e a b a la cosen 1776, en un terreno descampado tumbre de r o b a r y m a t a r ternera, al o e s t e de la ciudad, inmediato al ternero o vaca con el sólo o b j e t o cuartel de D r a g o n e s y a espaldas de sacarle el cuero para botas, dc donde a ñ o s después se levantó circunstancia esta que representael primitivo hospital de Caridad. ba el sacrificio de seis mil aniE n dicho redondel solo se realimales por año, propuso el Regidor zaron c u a t r o corridas. A ñ o s m á s y decretó el Cabildo en 1785, tarde, en 1792, se c o n s t r u y ó en el prohibir en absoluto el empleo dc m i s i n o p a r a j e la segunda plaza de la bota dc ternera o vaca, permitoros, pero m á s amplia, con palcos tiendo solamente la de cuero de para familias y uno a propósito yegua, con lo que se promovía la para el gobernador. T e n í a la fordestrucción de las yeguadas que m a o c t a g o n a l , el m a t e r i a l emtanto perjudicaban los intereses de pleado era la m a d e r a y en ella los ganaderos. D e s d e esa é p o c a es se dieron 122 corridas, desde que se e n t r o n i z ó la bota dc potro abril dc 1792 a 1796, destinándose entre la población m o d e s t a de la 2 0 pesos del producto dc cada jurisdicción de Montevideo. corrida, para las obras dc la D i c t a el Cabildo bandos imMatriz. poniendo el aislamiento y la funD u r a n t e la dominación lusidación de una ermita para los vit a n a se realizaron algunas corridas r u l e n t o s ; se ocupa de adelantar la dc toros e m b o l a d o s en la plaza fábrica de la iglesia reuniéndose M a t r i z y, b a j o el gobierno dc O r í los regidores en cabildo abierto be, la plaza de toros fué construida, para disponer los arbitrios neceen f o r m a adecuada, en las inmesarios a ese fin; t o m a resoluciodiaciones del antiguo C e m e n t e r i o nes para aliviar las penurias de I n g l é s , cuyo predio actualmente una gran sequía; para m a n t e n e r e s t á reservado para el P a l a c i o Muel ejido libre de c o n s t r u c c i o n e s ; nicipal en 18 dc J u l i o , S a n t i a g o dc para reglar el precio del p a n ; paChile, E j i d o y S o r i a n o . ra que no hubiere falta de m e n e s L a s corridas en e s t a plaza se traz durante las c u a r e s m a s , ahorealizaban con todas sus suertes. g á n d o s e por que se a u t o r i z a r a el L a plaza de toros de la U n i ó n c o n s u m o de carne ya que con un • desaparecida y a hace m u c h o s años, real de este artículo podía una faCasa del Virrey D. Bruno Mauricio de Zabala que se levantaba en la esquina fué construida después de la paz milia pobre sustentarse, en tanto de Rincón y Bartolomé Mitre, donde se ha construido el Palacio Gandós de o c t u b r e dc 1851. no le a l c a n z a b a cuatro o cinco reales para a l i m e n t a r s e dc pescado E n 1783 provocó el G o b e r n a por no existir en la ciudad y en dor del P i n o la m e j o r a del empetoda su jurisdicción bacalao, sardrado y para ponerla dc inmediato dina, corvina, ni o t r o pescado seco. en práctica, el Cabildo decretó que a todos los que anduvieran por E r a costumbre, en esa época, las calles de noche sin luz, pasado e n t e r r a r los cadáveres en las igleel toque de c a j a s , se les penare en sias y c o m o esto fuera reputado 4 pesos, lo que quiere decir que por el Cabildo peligroso para la aún las calles n o estaban favoresalud pública, previo c o n s e j o con cidas por ningún sistema de alumlos facultativos en medicina y cibrado, razón por la cual cada verugía que ejercían su profesión cino se veía obligado a transitar en ese e n t o n c e s y que eran D . de n o c h e con el farolito o candíJ o s é Giró, D. C r i s t ó b a l M a r t í n leja a c u e s t a s ; propuso el m i s m o M o n t ú f a r , D. J u a n G i m é n e z y D. Cabildo al V i r r e y el establecimienF r a n c i s c o J u r a d o , se resuelve la to dc un derecho de a n c l a j e ; se construcción de un cementerio votó un impuesto o derrama a toe x t r a - muros en la m a n z a n a ubidos los vecinos e s t a n t e s y moracada en las a c t u a l e s calles Andes dores dc la ciudad y su jurisdicy D u r a z n o , y la prohibición de ción a proporcionar del c a u d a l e n t e r r a r en lo sucesivo, ningún de cada u n o ; se propuso que los cadáver en las iglesias. vecinos costeasen a prorrata la A n t e s dc la habilitación de este extracción dc las piedras dc las Otro aspecto panorámico de • la ciudad de Montevideo, fotografía c e m e n t e r i o e x t r a - m u r o s y al que c a n t e r a s ; que los c a r r e r o s dieran tomada en 1860 se llegaba recorriendo la distancia un viaje dc piedra c o m o prestaq u e mediaba desde el r e c i n t o a c i ó n ; que siendo m u c h a la pobreza y c o m o algunos se verían obligados para pie, per entre grandes z a n j o n e s y desniveles, los f r a n c i s c a n o s y m á s tarde el c o s t e a r el empedrado a vender sus casas o sitios, o t r o s a empeñarse, otros tal C u r a P á r r o c o de la Matriz destinaron a c e m e n t e r i o parte, de los predios lindevez a mendigar, llorar y suspirar para aquella obra pública, debía ocuparse ros a sus respectivas iglesias. L o s e n f e r m o s que morian en el H o s p i t a l dc C a c o m o p e o n a j e los presidiarios; que se podría multar en 50 pesos a todos los ridad eran enterrados en un terreno lindero.


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L a c a l l e Sarandí, antes de

demolerse la Ciudadela

L a capilla de la Ciudadela estaba destinada para e n t e r r a r los cadáveres de

Casa que ocupó el C a f é de San Miguel, donde se reunían patriotas en Í 8 1 0 , esquina Piedras y Misiones

los

los m i l i t a r e s . el R í o de la P l a t a , le daban c i e r t a i m p o r t a n c i a y especial a n i m a c i ó n . E l h a b é r E l c e m e n t e r i o primitivo de e x t r a - muros, habilitado en 1808 abarcaba " u n a sela habilitado c o m o puerto de c o m e r c i o en c o n s i d e r a c i ó n a sus c o n d i c i o n e s cuadra de largo por m á s de media de a n c h o y estaba c e r r a d o por un c e r c o de v e n t a j o s a s por el m e j o r seno del gran E s t u a r i o ; el vuelo que e s t o dió a ía piedra y al cual daba a c c e s o un endeble rastrillo. L o s c a d á v e r e s eran colocados importación y e x p o r t a c i ó n , f o m e n t a n d o el r a m o de las s a l a z o n e s de c a r n e y en fosas abiertas en la tierra, de 7 c u a r t a s de l a r g o por 4 de a n c h o y e s c a s a o t r a s producciones; la libertad de c o m e r c i a r con b u q u e s de cualquiera b a n d e r a profundidad. L a fosa común n o era tal fosa, pues el o s a r i o e s t a b a al aire libre, q u e i n t r o d u j e s e n e s c l a v o s en las a m o n t o n á n d o s e los huesos en un c o l o n i a s p e r m i t i e n d o llevar prorincón o ángulo del cementerio, d u c t o s de r e t o r n o ; la p e r s e c u c i ó n c e m e n t e r i o que estuvo en uso hasa c t i v a de b a n d o l e r o s en la c a m p a ta 1835 en cuyo a ñ o se abrió al ña, c o n t r i b u y e n a m o v e r los n e servicio p ú b l i c o " el Central, en el gocios, a consolidar algunas fore x t r e m o sud de la calle V a g u a r ó n . tunas, a a u m e n t a r la riqueza y M u c h o s a ñ o s m á s tarde y en é p o p e r m i t i e r o n al erario concluir ca m á s m o d e r n a se habilitó el o b r a s públicas de g r a n c o s t o c o m o c e m e n t e r i o del B u c e o , j u n t o al la Ciudadela, la I g l e s i a principal, c e m e n t e r i o de la U n i ó n habilitado la A d u a n a v i e j a ; e m p e z a r la por el e j é r c i t o de O r i b e duc o n s t r u c c i ó n del C a b i l d o y a u x i rante el sitio de Montevideo, en liar la del n u e v o templo de S a n el límite del B o u l e v a r d de P r o Francisco. Aumentó asimismo expios. E n sus p r o x i m i d a d e s se let r a o r d i n a r i a m e n t e el c o m e r c i o de vanta t a m b i é n el C e m e n t e r i o I n importación y exportación. E l tráglés que existía a n t e s en la A v e fico de e s c l a v o s de 9 6 0 que se innida 18 de J u l i o entre S a n t i a g o de t r o d u j e r o n en 1795, se e l e v ó a Chile y E j i d o , con fondos a la 1350 en 1799, siendo el valor de calle S o r i a n o . cada n e g r o 2 5 0 p e s o s . S e a u m e n E l S í n d i c o procurador D . Aspecto que ofrecía la ciudad de Montevideo en el año 1860 taron diversos i m p u e s t o s m u n i c i F r a n c i s c o Zufriategui fué autor p a l e s : de dos reales por cuero inde un p r o y e c t o por el cual, y . . . , troducido por vía de r a m o de g u e r r a ; un real por cada c a b e z a de g a n a d o p a r a persiguiendo la depuración de las fuentes que suministraban a g u a a la poblael a b a s t o ; el i m p u e s t o de a l u m b r a d o a real y m e d i o por puerta, que era s ó l o ción, prohibía r i g u r o s a m e n t e la e x t r a c c i ó n de a r e n a de los m é d a n o s " p o r que de un real en 1795, y el r e m a t e de la c a r n e al precio f i j o de nueve r e a l e s la la arena adelgaza y purifica el a g u a " , y c e r c a n d o el área n e c e s a r i a para las res en corral, que n o se reputaba e x c e s i v o pués los 11 kilos de c a r n e venían a fuentes con e s t a c a s de sauces con lo que se conseguía resguardar del viento las valer medio real que era la m o n e d a m e n o r que en e s e e n t o n c e s c o r r í a en plaza. arenas, impedir el tragin de los c a m i n a n t e s , f o r m á n d o s e arboledas. E l c o n s u m o del a g u a r e p r e s e n t a b a para el vecindario una c a r g a de 30.000 p e s o s E l vecindario, por determinación propia, habia empezado por construir las anuales según el costo del a g u a que se c o n s u m í a de las fuentes de la A g u a d a , veredas frente a sus predios y un b a n d o de policía dispuso que ellas fueran e x p e n d i d a en las c a l l e s por construidas " d e piedra la1 o s a g u a d o r e s públicos a brada o de ladrillos con tres c a n e c a s o baldes por siete cuartas de a n c h o en medio real. todas las calles y tres v a r a s A principios del siglo en la plaza, con postes de XIX Montevideo contaba palo, que sirviendo de adorcon un h o s p i t a l p a r a los e n n o resguardasen las calzaf e r m o s p o b r e s ; una escuela das o veredas de los c a r r u a g r a t u i t a c o s t e a d a por 1 o s jes q u e trafican p o r el individuos del p u e b l o y e n p u e b l o " . Y c o m o los vecinos, s e ñ a n z a de p r i m e r a s letras q u e aún eran remisos, dedada por los c o n v e n t u a l e s de bían s e r m o v i d o s por el S a n F r a n c i s c o : una c a s a de e j e m p l o , se dispuso que de Comedias; había completado las r e n t a s propias se t o m a la n o m e n c l a t u r a de sus c a ra lo n e c e s a r i o para h a c e r lles, instalado el servicio de de piedra labrada toda la a l u m b r a d o en • las calles calzada del frente de las caprincipales y p r e o c u p á b a s e , sas capitulares. su Cabildo, por iniciativa del Gobernador Bustamante y Guerra, de la h i g i e n e pública, del e m p e d r a d o , de c e r P r o c e d e n t e s de B u e n o s cos y c a l z a d a s , del suminisAires. I s l a s C a n a r i a s y de t r o de a g u a s p o t a b l e s , del la Península, al c o m e n z a r lavadero público, de la limel siglo X I X nuevos elepieza y c o n s e r v a c i ó n d e 1 m e n t o s de población, se inP u e r t o , de l o s a u x i l i o s al corporan a la c i u d a d de H o s p i t a l , de c o n s t r u c c i ó n de Montevideo. alcantarillas, c a l z a d a s y L a s fortificaciones con p u e n t e s en a l g u n o s pasos sus n u m e r o s o s e l e m e n t o s de del M i g u e l e t e y en el P a s o defensa, la circunstancia de del M o l i n o , A r r o y o Seco, L a P l a z a Independencia antes de que se le incorporara el terreno que s e r e s t a ciudad el apostaetc., d e s t i n a n d o a limpieza abarcaba la Ciudadela y se procediera a la demolición de esta dero de la m a r i n a real en


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Cen/éncrp/o V/'a^aayo

P l a n o de la Ciudad de Montevideo levantado en 1847 por orden del general Manuel Correa, y en el cual, además de los progresos urbanos, puede observarse la primera y segunda línea de fortificaciones que para defender la plaza contra el ejército sitiador de Oribe, se mandaron levantar desde el 7 de Enero de 1843

tada en la m e m o r a b l e j o r n a d a del 17 de a g o s t o de 1806 por las tropas que se organizan en Montevideo al m a n d o dc L i n i e r s . L a población dc Montevideo se a l z ó c o m o un sólo h o m b r e para o r g a n i z a r la Reconquista, contribuyendo con r e c u r s o s entre los cuales los s i g u i e n t e s : el comercio con 100.000 pesos, el cuerpo de hacendados, saladeristas y abastecedores con 50.000; don M a t e o M a g a r i ñ o s con 8.000 y 40 barriles de a g u a r d i e n t e ; don F r a n c i s c o A n t o n i o Maciel, con 70 n e g r o s ; don J u a n J o s é S e c o con un cuerpo de caballería compuesto de 200 h o m b r e s ; el n e g r o F r a n c i s c o O r t e g a d i o , con 1.000 pesos y su propia persona para incorporarse a la expedición; los pulperos dc la ciudad con 3.379 pesos; los panaderos con 1.391 p e s o s ; una suscripción popular destinada a premios con 10.414 p e s o s ; o t r a suscripción, a c a r g o dc don Antonio Vilardebó, don F a u s t i n o García y don M a n u e l D i a g o , con 39.261 p e s o s : una suscripción abierta por los militares y destinada a premios a los soldados que m á s se distinguieran en la R e c o n q u i s t a , con 2.488 p e s o s ; la c o m p a ñ í a de Miñones, f o r m a d a en dos días para servir sin sueldo, costeando el c o m e r c i a n t e Miguel Monel el g a s t o de los soldados que por su pobreza no podían uniformarse. U n a nueva tentativa dc los ingleses en sus conquistas del P l a t a , dió por resultado la toma de Montevideo, después dc un encarnizado combate, el 3 de F e b r e r o dc 1807, permaneciendo en ella h a s t a el 3 de setiembre del m i s m o a ñ o en que fué evacuada. , P o r su intervención en la reconquista dc B u e n o s Aires,- mereció M o n t e video del M o n a r c a español, con fecha abril de 1807, el título dc " M u y fiel y Rcconquistadora". L a influencia dc la d o m i n a c i ó n - i n g l e s a se hizo sentir dc inmediato en M o n tevideo no solamente en el c o n c e p t o de sus propias fuerzas para la lucha, sino en el desarrollo dc su comercio. L a primera invasión le dió la oportunidad de salvar la capital del V i r r c y n a t o y la autoridad de declarar a su gobernador j e f e supremo de las provincias del R i o de la Plata. V i ó a s i m i s m o que c o m o entidad política podía g o b e r n a r desde su capital y era obedecido y triunfaba. Su C a bildo abierto celebrado el 21 de setiembre dc 1808, es el primer ejercicio de a u t o n o m í a que practica y prepara el gran movimiento emancipador que tuvo su alborada el 25 dc m a y o de 1810 en B u e n o s Aires y luego su concretación regional dentro de los límites dé la B a n d a Oriental en el m o v i m i e n t o iniciado

por Artigas en 1811 y culminado con la caída dc M o n t e v i d e o en j u n i o dc 1814. Ninguna ciudad dentro dc los límites del V i r r c y n a t o o s t e n t a b a a la s a z ó n más temibles e l e m e n t o s de resistencia y aún de agresión que la ciudad de Montevideo " c o n su a l m e n a d o castillo, con sus grandes fortificaciones y m u rallas, con sus t r e s c i e n t o s cañones, su soberbia y bizarra g u a r n i c i ó n ; su fuerte y temible apostadero naval, sus empecinados e i n t r a n s i g e n t e s marinos, y su población decidida y e n t u s i a s t a m e n t e española, vasalla fiel de los Reyes Católicos, a c o s t u m b r a d a a no r e c o n o c e r o t r o blasón que el del fiero L e ó n dc C a s t i l l a " . Con todos esos e l e m e n t o s de defensa y de g u e r r a ; con rentas disponibles que llegaron hasta 12.0A0 pesos, b a j a n d o luego a $ 5.000; con e m préstitos patrióticos dc 27.000 pesos uno y $ 37.000 o t r o ; con e n t r a d a s e x traordinarias que llegan hasta $ 2.000, no pudo a t e n d e r las necesidades de la guerra declarada por A r t i g a s ni las urgencias dc la Ciudad sitiada por las fuerzas patriotas desde el C e r r i t o y la miseria e m p e z ó a t o m a r proporciones a l a r m a n t e s dentro de sus muros. T r e s mil raciones de tropa e c o n ó m i c a se distribuyeron primero con ayuda del Cabildo; se elevaron luego a c u a t r o mil y fué necesario conceder permiso a las familias para salir de la P l a z a a fin dc no a g r a v a r la situación de miseria que se intensificaba por instantes. U n invierno crudo a u m e n t ó las angustias de la ciudad. A pesar dc algún c o n t i n g e n t e de h o m b r e s y dc dinero recibido por los sitiados, viéronse e s t o s privados del dominio del R í o con el triunfo de B r o w n que d e s t r o z ó la escuadra española. L a situación de la plaza sitiada se llenaba dc dificultades; se había llamado a las a r m a s a todos los v a r o n e s de 16 a 50 a ñ o s ; se había f o r m a d o con los esclavos un cuerpo dc " l i b e r t o s " ; pasóse recuento de v í v e r e s ; f o r m ó s e j u n t a de g u e r r a : los " e m p e c i n a d o s " e n c a r g á r o n s e de f o m e n t a r y fingir entusiasmo, llegando h a s t a apalear a los " t i b i o s " y en medio de resoluciones desesperadas, faltos ya dc recursos y dc esperanzas, e n c o n a d o s los unos c o n t r a los otros hasta acusarse de traidores y provocar un motín, n o hubo m á s remedio que a b a n d o n a r la resistencia y e n t r a r en n e g o c i a c i o n e s de paz con los sitiadores. Al pasar la plaza dc Montevideo a poder de los vencedores, e s t o s r e c o g i e ron un botín de guerra compuesto de 335 cañones, 8.200 fusiles, .la fortaleza del Cerro, la Isla ele R a t a s , las e m b a r c a c i o n e s diversas de A p o s t a d e r o avaluado todo en cinco millones de pesos, así c o m o 8 banderas, t o m a n d o prisioneros a


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Centenario Uruguay*

L a , plaza Constitución en el año

í865

L a puerta de la Ciudadela por la calle Sarandí 2 m a r í s c a l e s , 2 brigadieres, 7 coroneles, 11 t e n i e n t e s c o r o n e l e s , 5.300 individuos de tropa y a p o d e r á n d o s e de todo c u a n t o había sido del dominio de las ti opas v e n c i d a s . L a s llaves de la ciudad a r r e b a t a d a al dominio hispano, fueron recibidas por el m a y o r general del e j é r c i t o v e n c e d o r D. N i c o l á s de Vedía y las tropas v i c t o r i o s a s entraron por el P o r t ó n a la ciudad conquistada que fuera temible baluarte del poderío español en el R í o de la Plata. S e designó intendente a D. J u a n J o s é D u r a n . M á s tarde se c o n s t i t u y ó el Cabildo y a n t e él fué su delegado en n o m b r e del G o b i e r n o de las P r o v i n c i a s U n i d a s del R í o de la P l a t a , el coronel D. Nicolás R o d r í guez P e ñ a . A este lo sustituyó S o l e r en c a r á c t e r de g o b e r n a d o r intendente, r e e m p l a z á n d o l o poco después el coronel D. D o m i n g o F r e n c h . Al ser evacuada la P l a z a de M o n t e v i d e o por las tropas a r g e n t i n a s para que tomaran posesión de ella las fuerzas de A r t i g a s , explotaron tres de las c a s a m a t a s de las B ó v e d a s donde se había depositado una buena cantidad de pólvora, pereciendo en la c a t á s t r o f e m á s de cien personas.

sus puertas al general portugués que c o m a n d a b a las fuerzas m v a s o r a s . L a s nuevas autoridades declararon vigentes las leyes que h a s t a e n t o n c e s habían regido; se r e s p e t ó la religión de los h a b i t a n t e s ; continuaron los c a b i l d a n t e s d e s e m p e ñ a n d o sus funciones municipales y fueron i n c o r p o r a d o s al e j é r c i t o con sus grados respectivos los j e f e s y oficiales que se s o m e t i e r o n . S e p r o m o v i ó la creación de un T r i b u n a l de J u s t i c i a que se c o m p u s o de 5 m i e m b r o s ; se a m p l i ó la capacidad del hospital Maciel, o r d e n á n d o s e que se alquilaran p a r a el o b j e t o las c a s a s c o n t i g u a s ; se r e s t a b l e c i ó el cuerpo C í v i c o ; se instituyó una c a s a de h u é r f a n o s a n e x a al H o s p i t a l de C a r i d a d ; se o r g a n i z ó una policía e n c a r g a d a de m a n t e n e r el orden y vigilar la salud pública; se f o r m ó el plan de una lotería pública que había de t e n e r por o b j e t o a t e n d e r a Tos g a s t o s de la c a s a de los niños e x p ó s i t o s ; se t r a t ó de f o m e n t a r la instrucción pública som e t i é n d o l a a un nuevo plan de estudios y a f e c t á n d o l e , en participación con la c a s a de e x p ó s i t o s , el p r o d u c t o de la c a z a de lobos, y se instituyó un cuerpo de h a c e n d a d o s con el fin de f a v o r e c e r los intereses rurales.

F.l 2 4 de f e b r e r o de 1815 fué saE l m o v i m i e n t o e m a n c i p a d o r iniqueado por la m u c h e d u m b r e el Arciado el 19 de abril de 1825 t r a j o por chivo de G o b i e r n o y el 28 del m i s m o consecuencia la C o n v e n c i ó n prelimim e s entraban a M o n t e v i d e o las tron a r de P a z f i r m a d a en R í o J a n e i r o pas que f o r m a b a n la división de vanel 27 de a g o s t o de 1828 por el que guardia de A r t i g a s , b a j o el m a n d o de se r e c o n o c í a la I n d e p e n d e n c i a NaO t o r g u é s . L a b a n d e r a de la f r a n j a cional. E l G o b i e r n o provisorio funp u n z ó cruzada flameó s o b r e los m u cionó s u c e s i v a m e n t e h a s t a t a n t o n o ros de la ciudad y d u r a n t e tres n o Edificio que existió hasta hace pocos años en 18 de Julio y Andes, fuera evacuada la Ciudad de M o n t e c h e s hubo iluminación e x t r a o r d i n a r i a , actual emplazamiento del P a l a c i o S a l v o video por las tropas p o r t u g u e s a s , en se dió baile en la S a l a del Cabildo y F l o r i d a , San J o s é , Canelones, D u r a z n o , o t r a vez en C a n e l o n e s y por ú l t i m o se realizaron o t r a s m a n i f e s t a c i o n e s de júbilo patriótico. O t o r g u e s a s u m i ó el en la Aguada, hasta que el 1.° de m a y o de 1829, libre t o t a l m e n t e de fuerc a r g o de g o b e r n a d o r político y militar y m á s tarde fué r e e m p l a z a d o en el zas e x t r a n j e r a s la Capital de la República, funcionaron en ella d e f i n i t i v a m e n t e m a n d o de la P l a z a por el C o m a n d a n t e F r u c t u o s o R i v e r a , siendo designado los P o d e r e s P ú b l i c o s . Jurada- s o l e m n e m e n t e la C o n s t i t u c i ó n del E s t a d o el 18 delegado de A r t i g a s don Miguel B a r r e i r o . C o r r e s p o n d e a e s t a é p o c a la fundade julio de 1830 el país m a r c h ó a c e l e r a d a m e n t e en su senda de p r o g r e s o y ción de la primer B i b l i o t e c a pública inaugurada el 25 de m a y o de 1816 por el la Ciudad de M o n t e v i d e o extiende en la m i s m a f o r m a , su m a c i z o u r b a n o , presbítero D . D á m a s o A n t o n i o L a r r a ñ a g a . m e j o r a su edificación, amplia su c o m e r c i o y su actividad industrial, i n c o r p o P o c o tiempo p e r m a n e c i ó M o n t e v i d e o en posesión de los orientales. T r i u n rando nuevas instituciones n e c e s a r i a s reclamadas por el a u m e n t o i n c e s a n t e de fante la invasión portuguesa en 1817. el 19 de e n e r o de ese m i s m o a ñ o fueron su población y la creación de servicios públicos y a d m i n i s t r a t i v o s i m p r e s e n t r e g a d a s las llaves de la ciudad y el 12 de ese m i s m o m e s M o n t e v i d e o abría cindibles.

D o s aspectos de la actual A v e n i d a

18 de Julio, en

1868


-

T

-

O E n s a n c h e progresivo de la planta u r b a n a de M o n t e v i d e o h a s t a los días a c t u a l e s - L o q u e e r a l a ciudad dentro del recinto artillado L a demolición de las murallas. L a ciudad nueva - E l C o r d ó n y la A g u a d a - Ampliación de los límites u r b a n o s de M o n t e v i d e o . El Boulcvard A r t i g a s y el Boulevard do Propios - L a nomenclat u r a de la ciudad.

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vedas en las i n m e d i a c i o n e s del a c tual edificio de la A d m i n i s t r a c i ó n del P u e r t o . Al hacer el t r a z a d o y r e p a r t o de solares del r e c i n t o de la ciudad, D . P e d r o Millán d e j ó c o n s i g n a d o " q u e se habían dado doce v a r a s de a n c h o a las calles, y cien v a r a s a cada cuadra y no» ciento c u a r e n t a c o m o a las de B u e n o s Aires, por que las p r i m e r a s c o n s t r u c c i o n e s se habían alineado según esa medida A n t e s de fundarse la ciudad, de cien varas en cuadra, algunas se habian levantado, para defende las cuales halló pobladas en la derla, unas baterías de m u y poca ribera del P u e r t o ; y de darles al consistencia, practicado alguna resto de las cuadras m á s o m e n o s fortificación de fagina y construícantidad se e n c o n t r a r í a n con las do algunas c a s a s de piedra o de calles sin venir d e r e c h a s c o m o se adobe en las inmediaciones del requiere y se previene en la l e y " . e m b a r c a d e r o . S e consultó, al proS e dió por e j i d o a la Ciudad cederse al trazado definitivo de la " l o que h a y fuera de murallas, de ciudad, cuanto era dable e n t o n c e s m a r a mar, corriendo desde la coscon el c r e c i m i e n t o de la población ta de él hasta la ribera del puerto, en el futuro; y cuando se enviaron siguiendo la quebrada de los m a a la C o r t e los planos que para nantiales y desde dicha q u e b r a d a las nuevas fortificaciones había fia cíe c o r r e r su fondo la vuelta L a P l a z a Cagancha, al poco tiempo de inaugurarse la estatua de la Libertad , levantado el I n g e n i e r o D o m i n g o al E s t e con una legua de largo, P e t r a r c a , indicóse por el I n g e y lo que hubiere del fin de diniero G e n e r a l del Reino, m a r cha legua hasta el m a r y dereq u é s de V e r b o r n , ser más consera de Montevideo Chiquito, y veniente que se abandonase el corriendo su deresera hasta el fortín provisional, construido a r r o y o que llaman de los Mien lo que es h o y el centro de gueletes, se reserva y señala la ciudad vieja, c o m o lo reprepara dehesas y propias de esta s e n t a el plano de 1789, y que Ciudad". el fuerte nuevo " s e c o n s t r u y e r a E l e v a d a M o n t e v i d e o a la en la g a r g a n t a que dejan los C a t e g o r í a de P l a z a de a r m a s y b a r r a n c o s o a r r o y o s inmediatos G o b i e r n o político y militar en a la población — actual P l a z a 1750, prohibióse construir caI n d e p e n d e n c i a con las caídas sas de material dentro del tiro naturales que e n t o n c e s tenía al de c a ñ ó n ( 6 0 0 toesas, iguales N o r t e y al S u d — teniendo en a 1.169 mts. 4 0 ) fuera de porcuenta que é s t a iría en aumentones, permitiéndose únicament o y n o debía quedar el fuerte te hacerlo de fagina y o t r a s incluido en la población. s e m e j a n t e s , con el o b j e t o de L a planta urbana de M o n despejar, en cualquier e v e n t o tevideo quedaba, m á s o menos, de guerra, la superficie c o m deslindada a s í : por la parte de prendida en las 600 t o e s a s q u e tierra, hacia el E s t e , una línea determinaba el tiro de c a ñ ó n . de murallas que a r r a n c a b a de U n a línea tirada de c o s t a las inmediaciones de las B ó v e a costa ( N . a S . ) según la didas (esquina de Bartolomé rección que más o m e n o s tiene M i t r e y 25 de A g o s t o o P i e la calle M é d a n o s o la de E j i d o , d r a s ) C u b o del N o r t e , siguienm a r c ó el límite de la zona que Balneario que hasta hace 15 años se levantaba en la calle Maldonado do con sus cortinas y baluardebía quedar libre desde la líy Ciudadela, conocido por baños de Aurquía tes en zig - zags, entre las acnea de murallas, o desde la tuales calles de B a r t o l o m é M i Ciudadela que fué construida t r e y J u n c a l h a s t a la Ciudadela ( h o y P l a z a I n d e p e n d e n c i a ) . E n t r e las calles en la que es hoy Plaza Independencia. En esa zona que a b a r c a b a desde la cade J u n c a l y Ciudadela se extendía el foso que servía de defensa a la muralla. lle Ciudadela a M é d a n o s o E j i d o , era prohibido edificar. M á s al E s t e , fuera D e s d e la Ciudadela h a s t a el Sud, siguiendo la dirección de la calle B r e c h a de ese límite las construcciones fueron alineándose y extendiéndose t o m a n h a s t a su e x t r e m o sobre la costa ( h o y T e m p l o I n g l é s ) Cubo del Sud, contido el n o m b r e de C o r d ó n que conserva aún en nuestros dias desde la calle E j i nuaban las cortinas y baluartes. L a parte Sud, limitada por la calle ( h o y R e do hasta Eduardo Acevedo, en las proximidades donde existiera hace m u c h o s c o n q u i s t a ) , estaba amurallada, defendida por baterías, alineadas sobre la suaños el C r i s t o y en cuya m a n z a n a de terreno se levanta a c t u a l m e n t e el ediperficie que ocupa la calle R e c i n t o . L a parte del O e s t e , limitada por la calle ficio de la F a c u l t a d de D e r e c h o y Ciencias S o c i a l e s . Con este n o m b r e de Guaraní estaba cubierta por una línea de baterías que r e m a t a b a en el F u e r t e C o r d ó n se comprende la zona e n c e r r a d a por sus límites E s t e y O e s t e por las de S a n J o s é , sobre cuyos r e s t o s se apoya a c t u a l m e n t e el muro e x t e r i o r de la calles ya mencionadas, con prolongación de tres y cuatro cuadras al N o r t e y D á r s e n a F l u v i a l del P u e r t o . P o r el Norte, el límite era lo que es hoy calle S u d de la Avenida 18 de J u l i o que continúa siendo el e j e central de la ciudad Piedras, y eli lo demás, la que es ahora 25 de A g o s t o frente a las B ó nueva y novísima, trazada sobre lo más alto de la cuchilla que divide vertien-

L a actual plaza Cagancha hace 60 años


D. César Batlle Pacheco, Concejal

Ing. Juan

José de Concejal

Arteaga,

Ing. Enrique Ambrosoli Bonomi, Concejal

D. Ricardo Barrandegui, Concejal

gislativo, en c u j o terreno existía anteriormente la P l a z a General F l o r e s . L a planta primitiva de la ciudad desde la costa del R í o de la P l a t a por el E s t e , N o r t e y Sud hasta la calle Ciudadela es lo que todavía se denomina Ciudad V i e j a , con una n o m e n c l a t u r a distinta sus calles de la que individualizan las nuevas vías de tránsito trazadas fuera de los antiguos m u r o s de la ciudad. U n a ley del Gobierno nacional fechada en a g o s t o de 1829, disponía la demolición de las murallas, disposición que empezó a cumplirse en setiembre del mismo año, iniciándose los t r a b a j o s por el portón de San Pedro. C011 esta demolición se incorporaba a la ciudad, toda la zona de e x t r a m u r o s limitada al E s t e por la calle M é d a n o s , t r a z a n d o sobre ella, el ingeniero D . J o s é M. R e y e s , la cuadrícula de la ciudad nueva, a la que debía dar denominación, en 1843, c o n j u n t a mente con el c a m b i o de los nombres coloniales de las calles de la planta de la ciudad primitiva, el D r . don A n d r é s L a m a s " A l dar forma a su t r a b a j o , este ilustre ciudadano, se propuso rendir un tributo de j u s t i cia a los proh o m b r e s y hechos más salientes de la historia del Uruguay, del. R í o de la P l a t a y aún h a s t a de A m é r i c a , sin e x ceptuar a a q u e Ing. José Otamendi, líos que milita-, Sr. José P . Astiparraga Concejal ban en las filas Presidente del Concejo Departamental

tes. al sud y al norte. E l radio dentro del cual se prohibía toda edificación, no fué respetado c o m o lo demuestra un plano levantado en 1803 en el que se señalaron más de 130 edificios construidos dentro del tiro de cañón y que en parte fueron destruidos durante el ataque de las fuerzas inglesas a la plaza fuerte de Montevideo ( 1 8 0 7 ) y en la casi totalidad en 1808. Durante la insurrección contra la dominación española y con motivo de los dos asedios que sufrió Montevideo por las fuerzas patriotas, la obra de destrucción de los edificios levantados en extramuros, fué completada. Desde* el año 1760, cuando se abrieron los P o z o s del Rey " m a n a n t i a l e s de buena agua en la planicie que hacían los médanos cerca de la playa, donde hacían aguada las e m b a r c a c i o n e s y se surtía la ciudad" la edificación t mpezó exen

A ^ ^ ^ ^ ^ ^ H f t k

por las c a l l e s : Avenida ^F* \ \ Rondeau, / B L » J i 1 Cerro Largo, Agraciada, Li^H | nía o P a n a m á . 1 D e s d e la calle ^ ^ ^ ^ ^ i para l ^ ^ ^ ^ ^ B ^ p p ^ ^ ^ ^ ^ H É h I zona nombre cuy

planta esa calle rra y Agraciada basta más allá del Palacio L e -

A g . Rodolfo Muñoz Oribe, Concejal

A»F«cto parcial de Montevideo, en su extensión sudoeste. — En el centro el Palacio Legislativo y la Avenida Agrafciada y Calle Sierra

Usina de la L u t Eléctrica y Usina de la Transatlántica, (Arroyo S e c o ) vistas a vuelo de pájaro


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/?{ {¡{¡no di{ CenCencnrvo O cieC<í Vpvguayo

L a P l a z a Independencia desde un aeroplano

del partido político opuesto a sus ideas". " A ninguno — dice Isidoro D e María — a m i g o o enemigo, ni al m i s m o Oribe, despoja del m é r i t o de los hechos históricos en que figuraron cuando combatían unidos por la independencia de la patria. H u b o nobleza, altura, en ese proceder. Al lado" del recuerdo consagrado a los " T r e i n t a y T r e s P a t r i o t a s " , en que figuraron L a v a l l e j a y Oribe, a p a r e c e el de " R i n c ó n " , victoria alcanzada por Rivera. Al lado de la j o r n a d a del " C e r r o " , triunfo de Oribe, aparece el de " M i s i o n e s " , triunfo de Rivera. Ninguna exclusión mezquina, ninguna parcialidad, ningún signo de encono que deslustre ni empequeñezca la c o n c e p c i ó n " . Aqueflá n o m e n c l a t u r a pn'rnrYíVa, salvo algunas modificaciones que se trata a c t u a l m e n t e de corregir dándole la m i s m a denominación original, es la que individualiza muchas de las calles de la ciudad vieja, nueva y novísima de Montevideo, salvo aquellas nuevas calles, avenidas y r a m b l a s que el desenvolvimiento edilicio de la ciudad trazara sobre su e x t e n s a jurisdicción y que han mérecido una n o m e n c l a t u r a especial que se c o n s i g n a en el plano respectivo incluido en este capítulo. Aún en 1839, es decir, diez años después de haberse iniciado la demolición de las murallas coloniales, los límites de la ciudad edificada se extendían apenas m á s allá del " C u b o del S u d " ( h o y T e m p l o I n g l é s ) y de las inmediaciones del Cabildo. U n a s pocas casas aisladas m á s allá de la calle J u n c a l insinuaban apenas la ciudad futura. F,1 resto del terreno estaba formado por p e ñ a s c o s y z a n j o n e s intransitables. A lo que constituyera la planta primitiva de Montevideo delineada por Millán y e n c e r r a d a entre los recios muros de su Ciudadela, se ha ido incorporando sucesivamente, reclamado por el progreso de la ciudad y su desarrollo urbano, en 1829 toda la zona comprendida dentro del alcance del tiro de c a ñ ó n , es decir, desde Ciudadela a M é d a n o s ; en 1861 los arrabales de la " A g u a d a " y el " C o r d ó n " con lo que se limitaba e n t o n c e s la ciudad al N o r t e por Agraciada hasta la P l a z a General F l o r e s (antes de la A g u a d a ) y al Kste desde el e m p a l m e de Agraciada y Sierra, siguiendo este hacia el sud por Y a r o , sin que los a c t o s de jurisdicción urbana, administrativa y judicial fueran más allá íle la calle de E j i d o o M é d a n o s por el este y sud. F.s desde 1866 a 1868 que la planta urbana se extiende legalmente y de hecho por nuevos a m a n z a n a m i e n t o s aprobados por el Gobierno Provisional de la é p o c a ; por la edificación que se multiplica en toda la zona encerrada por la calle M é d a n o s hasta las calles S i e r r a y J u a n M . Blanes y por Agraciada se prolonga hasta el A r r o y o S e c o por a m a n z a n a m i e n t o s fraccionarios. E n esos m i s m o s años, hasta 1869 se delinea definitivamente el trazado de las calles del Cordón y de la Aguada y se procede al a m a n z a n a m i e n t o de los terrenos p r ó x i m o s a la B a h í a , formándose lo que se denominaron los cuadrados, por haberse conquistado estos terrenos al mar. P a r a contener el avance de las a g u a s del R í o se cons-

P l a y a y Balneario de los Pocitos y localidad del mismo nombre

Vista parcial de Montevideo, en las proximidades de la P l a y a R a m í r e z truyó el murallón que se extendía hasta no hace m u c h o s a ñ o s desde la calle Convención hasta las proximidades del A r r o y o S e c o y que hoy ha sido ahsorvido por las obras del nuevo puerto, y en esa zona se había delineado la R a m b l a Sud A m é r i c a , c o s t e r a con la B a h í a . Hacia el sud y partiendo del antiguo C e m e n t e r i o Inglés, en 18 de J u l i o y S a n t i a g o de Chile, se abrió la calle Constituyente en dirección a Punta de C a r r e t a . Diez años m á s tarde, en 1878, se fijaba el límite de la planta urbana de la ciudad por el Boulevard Artigas, incorporándosele toda la zona que se extiende desde S i e r r a , Y a r o , J u a n D. J a c k s o n , Eduardo Acevedo hacia P u n t a C a r r e t a al sud, siguiendo desde este panto por e) liste en hnea recta r/»e pasa pnr T r e s Cruces, frente a la Maternidad y Hospital Italiano y sigue en dirección al norte hasta las proximidades de la Avenida " L a r r a ñ a g a " donde forma ángulo r e c t o para inclinarse hacia el O e s t e en dirección a la B a h í a cruzando las Avenidas G e n e r a l F l o r e s . S a n Martín, Millán, S u á r e z y Agraciada. E s el Boulevard A r t i g a s una amplia vía de circunvalación, de cincuenta m e t r o s de ancho, abierta actualm e n t e desde las inmediaciones del faro de P u n t a C a r r e t a , donde forma un rond - point en su intersección con la R a m b l a W i l s o n , hasta la Avenida 8 de O c t u b r e , marginada por h e r m o s o s edificios que se levantan d e j a n d o un espacio libre de cuatro m e t r o s a su frente, para j a r d i n e s ; pavimentadas en parte con a s f a l t o y en parte con m a c a d a m alquitranado, con grandes j a r d i n e s en el centro de una de sus s e c c i o n e s y doble hilera de árboles en sus m a g n í f i c a s aceras embaldosadas, y en o t r a d e j a n d o su amplia calzada libre totalmente para la-circulación de vehículos. En 1881 se% a n e x a a la planta urbana el pueblo de " L o s P o c i t o s " que quedaba fuera del Boulevard, y en 1887 se declara planta urbana toda la zona comprendida entre la mencionada vía de tránsito hasta el C a m i n o de Propios por el Este, camino é s t e que a r r a n c a del C e m e n t e r i o del B u c e o , costado este y va en línea recta en dirección al Norte para d e t e n e r s e en las m á r g e n e s del arroyo Miguelete, pasando por los límites de la U n i ó n y por las faldas o c c i dentales del " C e r r i t o " . D e s d e el punto de c o n t a c t o del C a m i n o con el a r r o y o Miguelete sígnese este a r r o y o en toda su e x t e n s i ó n hasta su d e s e m b o c a d u r a en la Bahía. L o s límites actuales de la planta urbana de la ciudad llegan, a los dos siglos a p r o x i m a d o s de fundada, basta los t é r m i n o s amplísimos del E j i d o que le señalara Millán en el p r i m e r cuarto del siglo X V I I I . A c t u a l m e n t e los 528 kilómetros cuadrados y 72 hectáreas que c o m p r e n d e la superficie total del departamento de Montevideo, abarca la planta urbana de la capital nacional, 40 kilómetros cuadrados, no incluyendo en esta superficie localidades que, si bien están m á s allá del C a m i n o de Propios, pueden reputarse c o m o barriadas de la ciudad novísima que se extiende hacia el este y hacia el norte, rebasando con su edificación c o m p a c t a las antiguas tierras destinadas p a r a ' dehesas.

Zona de las barracas e Industrial y Estación del Ferro Carril Central


T-

al fundarse la ciudad, h a c í a y a t r e s a ñ o s que en ella h a b í a c o n s t r u i d o casa firme, de piedra, c u b i e r t a de t e j a . T e n í a huerta con p l a n t a s de a r boleda y a d e m á s e s t a n c i a con g a n a d o s mayores, vacunos y c a b a l l a r e s , c a r r e tas y aperos, siendo su edad de 25 años según lo c o n s i g n a el P a d r ó n de la ciudad. E l c a m i n o B u r g u é s , vía de tránsito i m p o r t a n t e del d e p a r t a m e n t o de M o n t e v i d e o , lleva ese n o m bre en h o m e n a j e al p r i m e r h a b i t a n t e que plantó sus reales en la que fuera m á s tarde capital del E s t a d o uruguayo.

Montevideo ente» de la a c t u a c i ó n de Z a b a l a - R e f e r e n c i a » hi»tórica» - L a » primera» c o n s t r u c c i o n e s • El c u e r o como

malcría

prima e » e n c i a l

a d o b e y la fagina - E l

• El

u»o de

la

piedra y ladrillo en las c o n i t r u c c i o nes - L a edificación e n 1 7 5 7 visibles p r o g r e s o s

- La

- Sus

numeración

de las c a s a s • L a p a v i m e n t a c i ó n de ias c a l l e » • El

alumbrado

~T*

público.

L o s servicios municipales - C a r a c t e rísticas d e los edificios h a s t a de 1 8 0 0 - C o m o p r o g r e s a c a c i ó n a partir del año Guerra

Grande

la

fines edifi-

1829 - La

y su influencia

en

el desenvolvimiento edilicio de Montevideo - I m p r e s i o n e s de u n a visita de

Sarmiento a

la

ciudad - E s t a -

dística edilicia d e s d e 1 8 5 9

a

nues-

t r o s día» • C o m p a r a c i o n e s e n t r e censo de 1 8 8 9

y el de

1908

el

• El

valor de la edificación e n los últimos 1 6 año»

- Aforo

de

la

P r i m e r edificio que sirvió de sede a la Junta Económico Administrativa, en la esquina de Washington y P l a z a Zabala

propiedad

inmueble de M o n t e v i d e o - L o s prin-

L o s m á s a n t i g u o s relatos que se conocen de M o n t e v i d e o se refieren c i p a l e s edificios en 1 8 8 9 . p r i n c i p a l m e n t e al " C e r r o " , la colina, n o la península o cabo de tierra firme c o m o le llamó el v i a j e r o p o r t u g u é s P e d r o L ó p e z , quien, en 1531, habiendo anclado en " e l puerto de M o n t e v i d e o que queda al o e s t e se e n t r ó por la tierra y fué con toda la g e n t e a lo m á s alto del m o n t e que él l l a m ó de " S a n P e d r o " , de donde v e í a m o s — dice — en t o d o lo que a l c a n z a b a la mirada, los c a m p o s llanos c o m o la palma de la m a n o y m u c h o s ríos, y a lo largo de ellos arboleda. N o se puede describir la h e r m o s u r a de e s t a t i e r r a ; los venados y g a c e l a s son tantos y a v e s t r u c e s y o t r o s animales c o m o potrillos o s e m e j a n t e s a ellos, que todo el c a m p o e s t á cubierto de esta caza. N u n c a vi en P o r t u g a l tantas o v e j a s ni c a b r a s c o m o en e.sta» tierras v e n a d o s " . F r a n c i s c o Coreal, en o t r o relato que data del a ñ o 1708, dice a s í : " E n 24 de o c t u b r e e c h a m o s el ancla en un lugar llamado M o n t e v i d e o . H a y una colina en la cual han plantado una cruz muy alta para que los c a z a doras que se alejan puedan e n c o n t r a r su c a m i n o para volver a los buques. T o d o el país es una llanura de m u c h o s c e n t e n a r e s de leguas, pero desierta e inhabitada, e n t r e c o r t a d a por o t r a parte de a r r o y o s . E l 25 la mitad del equipaje d e s c e n d i ó a tierra, donde se levantaron tiendas para el capitán y oficiales. S e hizo construir i n m e d i a t a m e n t e dos horn o s para hacer b i z c o c h o s a cuyo o b j e t o t r a í a m o s de B u e n o s Aires harina, habiendo m a n d a d o marineros en busca de leña, que hallaron en un lugar llamado S a n t a L u c í a . L o s árboles eran a l g a r r o bos, m á s g o m e r o s que los de F r a n c i a . T o d a la c a m p i ñ a e s t á llena de vacas y se les ve c o r r e r en r e b a ñ o s . N u e s t r o s c a z a d o r e s las m a t a b a n y los voluntarios iban a recogerlas". E n 1711 de paso para Chile p e r m a n e c i ó en la B a h í a de " M o n t e v i d e o " el j e s u í t a L a b b e quien en carta dirigida a un c o m p a ñ e r o de c o n g r e g a c i ó n , se e x p r e s a a s í : " e l país es muy delicioso, s u m a m e n t e abundante de g a n a d o s y por todas p a r t e s s e r v e n unos prados interminables, r e g a d o s con a r r o y o s y riachuelos q u e los c o n s e r v a n siempre verdes y a p r o p ó s i t o para e n g o r d a r g r a n d e s m a n a d a s de bueyes y vacas. L o s venados y a v e s t r u c e s n o tienen n ú m e r o : las perdices y f a i s a n e s se m a t a n a palos, c o r r i e n d o t r a s ellas. Las ánades, gallinitas c i e g a s y cisnes, son muy c o m u n e s . N o h a b r í a en el mundo p a r a j e s e m e j a n t e para t o m a r refresco, si no hubiera t a n t o r i e s g o para los b a j e l e s ; p e r o el río es peligroso en e x t r e m o " . U n o de los p r i m e r o s h a b i t a n tes que se a f i n c ó en la planta colonial de M o n t e v i d e o , fué, c o m o lo h e m o s dicho a n t e r i o r m e n t e , el genovés J o r g e B o r g h c s e o Borghesí que m á s tarde, por c o r r u p c i ó n del apellido, se llamó B u r g u é s c o m o se f i r m ó al d e s e m p e ñ a r el c a r g o de R e g i d o r d e p o s i t a r i o g e n e r a l de nuestro p r i m e r Cabildo. B u r g u é s ,

E n las m i s m a s c o n d i c i o n e s q u e B u r g u é s se e n c u e n t r a J u a n B a u t i s t a Callo " n a t u r a l de N a n t e en la F r a n cia y vecino «de B u e n o s A i r e s , soldado de la c o m p a ñ í a de i n f a n t e r í a del capitán J u a n C a r v a j a l , quien se halla con d e c r e t o de d i c h o g o b e r nador, avecindado y poblado en e s t a ciudad, ha tiempo de tres a ñ o s , con c a s a de adobe, (en la que es h o y planta de la ciudad v i e j a ) , y e s t a n cias de g a n a d o s m a y o r e s y tiene de edad 39 a ñ o s " .

U n g e n o v é s y un f r a n c é s son los p r i m e r o s e l e m e n t o s e x t r a n j e r o s que levantan su h o g a r p e r m a n e n t e en la península de M o n t e v i d e o . E n 1727, según lo refiere un v i a j e r o j e s u í t a , M o n t e v i d e o s ó l o c o n t a b a con dos c a s a s de materíai y c u a r e n t a de cuero, aunque las familias que las h a b i taban eran canarias. L o s p r i m e r o s vecinos oían su m i s a b a j o "un g a l p ó n h e c h o de m a d e r a s , c o m o al quitar, con brevedad a f o r r a d o y cubierto de c u e r o s " . E l propio C a bildo se preocupaba en 1730 de que los vecinos no c a r e c i e r a n , de g r a s a para la luz, c a r n e para la m a n u t e n c i ó n y cueros para r a n c h o s . E l p r i m e r edificio del Cabildo que p e r m a n e c i ó en pié h a s t a el a ñ o 1803, fué levantado a fuerza de b a r r o con m a t e r i a l e s de muy p o c a c o n s i s t e n c i a . D e adobe y fagina fueron h e c h a s las p r i m e r a s fortificaciones. C o m o se h a b í a prohibido a r r a n c a r piedra del r e c i n t o de la plaza, h a s t a el tiro de c a ñ ó n , el molde de edificación iniciado por B u r g u é s , no pudo ser a d o p t a d o por los d e m á s pobladores. S o l a m e n t e cuando en 1751 e s t a orden fué r e v o c a d a , disminuyeron las c o n s t r u c c i o n e s con paredes de adobe, y la m a y o r p a r t e de las casas se levantaron con piedra en bruto, t e c h á n d o s e con t e j a s . C a d a tirante de s a u c e c o l o r a do se vendia a $ 4.00 y era tan e s c a s a la e x i s t e n c i a de m a d e r a , que se r e p u t ó c o m o d o n a t i v o m a g n í f i c o el e f e c t u a d o por el A l c a l d e P r o v i n c i a l , en 1730, c o n s i s t e n t e en c u a r e n t a " t i j e r a s " , p a r a el g a l p ó n de la iglesia c u y o t e c h o lo cubrían cueros. P o c o a poco fueron m e j o r á n dose las c o n s t r u c c i o n e s en proporción al a u m e n t o de la p o b l a c i ó n y a medida que se o b t e n í a n los elementos indispensables para edificar, c o m o el ladrillo, la t e j a , la cal, las m a d e r a s , i m p o r t á n d o s e é s t a s del P a r a g u a y p a r a a l f a g í a s , tirantes, p u e r t a s y v e n t a n a s . P a r a caballetes, t i j e r a s y h o r c o n e s de rancho, se traían las m a d e r a s de los m o n t e s de S a n t a L u c í a y S a n José. T a n reducida e r a la edificación en 1730, que n o e x i s t í a n los cercos, e s t a n d o los v e c i n o s obligados a zanjear " s u pertenencia de cincuenta v a r a s por cada calle de las dos con quien linda p a r a que queden las calles m a n i f i e s t a s y señaladas para las p r o c e s i o n e s y casos públicos, debiendo e c h a r el a g u a de su sitio a la calle y n o al sitio a j e n o " . L a edificación se llevó a c a b o ' sin t r a b a j o s previos de n i v e l a c i ó n , de m a n e r a que las c a s a s seguían las accidencias del t e r r e n o b a s t a n t e quebrado.

P a l a c i o de la Asamblea Representativa Departamental, C a l l e 25 de M a y o esquina Juan Carlos Gómez

A los treinta a ñ o s de fundada y delineada la ciudad, en 1757, é s t a y a tenía 170 c a s a s y al e x p i r a r el siglo X V I I I e s e n ú m e r o se había elevado a 300, t o d a s ellas de a z o tea, de un solo piso, e n t r e g r a n d e s y chicas. H a b í a t a m b i é n 70 c a s a s • de alto y una de tres pisos. L a m a y o r parte de los edificios eran de t e c h o de t e j a y a l g u n o s de p a j a . T a l e s eran los p r o g r e s o s r e a l i z a dos por la edificación de M o n t e video a partir del a ñ o 1750, que los mismos Cabildantes estaban "con-


O f u s i s i m o s " de c o m o la " t r i s t e A l dea h a b í a p a s a d o a s e r C i u d a d Máxima". N o o b s t a n t e el crecimiento de la ciudad, la n u m e r a c i ó n de sus p u e r t a s s ó l o fué p r a c t i c a d a f o r m a l m e n t e en 1808 y en f o r m a r u d i m e n t a r i a , p i n t á n d o s e los n ú m e r o s en la p a r t e superior de una h o j a "de la p u e r t a de calle. A p r i n c i p i o s del siglo XIX " l a m i t a d o m á s de la m i t a d de la a n t i g u a ciudad de M o n t e v i d e o n o e s t a b a edificada. L a s c a l l e s n o t e n í a n e m p e d r a d o y se c a l c u l a b a su c o s t o en un m i l l ó n de p e s o s . E l a l u m b r a d o público con vela de s e b o en f a r o l s ó l o e x i s t i ó d e s d e 1795 p a r a d o s o t r e s calles principales. E l uso de la c a n d i l e j a e r a o b l i g a t o r i o — c o m o y a )o hemos d i c h o — pava l o s transeúntes, n o c turnos". " L a c a s a s tenían en el inter i o r de las p i e z a s de 3 l/i a 5 v a r a s de luz; se e d i f i c a b a n con g r u e s a s p a r e d e s de ladrillo, a s e n t a d a s en b a r r o o con piedra y m e z c l a superior, de s u m a solidez. E l p a v i m e n t o f u é de ladrillo c o l o r a d o h a s t a 1790 en que e m p e z ó a f a b r i c a r s e b a l d o s a s en el país y se e m p l e ó d e s d e e n t o n c e s en los e d i f i c i o s de m á s l u j o . L a s c a s a s b a j a s tenían a n c h o z a g u a n con p o r t a l y en é s t e el v e n t a n i l l o t r a d i c i o n a l c o n su cruz de f i e r r o . D o s p a t i o s h a b í a p a r a s o l a z de la vivienda, s i r v i e n d o de a d o r n o en el p r i m e r o l o s p a r r a l e s y p l a n t a s de j a r d í n , y en el c o r r a l las h i g u e ras y algunos otros frutales. P u e r t a s y v e n t a n a s eran de m a d e r a s d u r a s y de p e s a d o h e r r a j e . L a s r e j a s de las v e n t a n a s e x t e r i o res, s o b r e s a l í a n en a r c o , de la lín e a de la pared de la calle, y las

üSpo efef def

Q^/iíencrp/o V7*u£¡uayo

a g u a s llovedizas d e s c a r g a b a n de l a s a z o t e a s en la c a l z a d a y sóbrelas a c e r a s . L o s v i d r i o s de las v e n t a n a s eran de d i m e n s i o n e s p e q u e ñas. L a s p u e r t a s i n t e r i o r e s , sin vidriera, divididas h o r i z o n t a l m e n t c por m i t a d , o bien v e r t i c a l m e n t e en d o s h o j a s iguales. L a s e s c a l e r a s p a r a los a l t o s n o s e usaban c o n e n t r a d a independiente por los z a g u a n e s , de los p a t i o s o de la c a l l e , s i n o en el i n t e r i o r de los h a b i t a c i o n e s del piso b a j o . E r a n c o m u n e s los z ó t a u o s f a v o r e c i d o s p o r los f u e r t e s d e s n i v e l e s del ter r e n o , p e r o sin a m p l i t u d ni reboques. La edificación presentaba un a s p e c t o u n i f o r m e , t a n t o en las a z o t e a s c o m o en l o s e d i f i c i o s con t e c h o s de t e j a .

Pan7 conservar

en buen esta-

fo \v\s NcrcAas, "\os vccvrvoa VYACVAW c o l o c a r en ellas, del l a d o de las c a l l e s , g r u e s o s p o s t e s de m a d e r a l a b r a d a , unidos e n t r e sí p o r un listón f u e r t e c l a v a d o en los m i s m o s en s e n t i d o h o r i z o n t a l , o por una pesada cadena. Luego se a g r e g ó , en los e x t r e m o s y en la línea e j e de las a c e r a s así ernhar a n d a d a s , un m o l i n e t e de m a d e r a que girando horizontalmente sob r e el e x t r e m o de un p o s t e , imped i a el t r á n s i t o de los i r r a c i o n a l e s y lo e s t o r b a b a a los h o m b r e s . Y , c o m o si t a l e s m e d i o s no b a s t a r a n p a r a c o n s e r v a r los pisos, agregaron algunos un a r c o de h i e r r o , s u j e t o p o r un e x t r e m o a la pared y por el o t r o al p o s t e esq u i n e r o , a tal a l t u r a que n o pud i e r a p a s a r el j i n e t e sin d a r con la c a r a en el c a n t o de h i e r r o y estropeársela". P a l a c i o M u n i c i p a l , asiento del C o n c e j o Departamental y de las oficinas dependientes de la administración c o m u n a l

diversas

M a s t a r d e e s t o s p o s t e s fueron s u s t i t u i d o s por v i e j o s c a ñ o n e s de a r t i l l e r í a de plaza, a l g u n o s de


¿Qf fiSro def O defe—

Cenfencrp/o Vpupuoyo

Ios cuales, al e s t a l l a r la G u e r r a G r a n d e , fueron e x traídos de sus sitios y utilizados p a r a artillar la línea interior de la d e f e n s a y p o s t e r i o r m e n t e la F o r t a l e z a del C e r r o y la isla de R a t a s , ( h o y L i b e r t a d ) . L o s dos ú n i c o s edificios m o n u m e n t a l e s que ost e n t a b a la ciudad eran la M a t r i z y el Cabildo nuevo". L a edificación t o m ó vuelos inusitados durante el m o v i m i e n t o de e x p a n s i ó n e c o n ó m i c o ' y comercial que se p r o d u j o de 1829 a 1836 y de este año a 1842, é p o c a en la q u e los a c o n t e c i m i e n t o s guerreros que se d e s a r r o l l a r o n en el país, obstaculizaron los progresos g e n e r a l e s , p a r a l i z á n d o s e casi totalmente durante los nueve a ñ o s de la G u e r r a Grande en que Montevideo s o p o r t ó un riguroso sitio, período que se c o n o c e por el de la D e f e n s a de Montevideo. F a v o r e c i ó ese desenvolvimiento edilicio. la demolición de las murallas que encerraban el c a s c o

Monumento a Artigas, que se levanta en el centro de la P l a z a Independencia, obra del escultor italiano, Zanelli.

tuados. L a edificación sigue un d e s a r r o l l o paralelo al crecimiento de los índices d e m o g r á f i c o s de M o n tevideo que con una población de n u e v e mil habitantes en 1829, llegaba a 3 1 . 1 8 9 a l m a s en 1843, es decir, catorce a ñ o s después. D u r a n t e e s t o s t r e s lustros, la azotea de las c a s a s con su e s b e l t o m i r a d o r había reemplazado casi por c o m p l e t o a la c a s a con techo de teja. E l interior de las viviendas t a m b i é n habría cambiado f u n d a m e n t a l m e n t e . L a s casas ganan en altura, se a l i j e r a n del e x c e sivo espesor de sus m u r o s de la é p o c a c o l o n i a l ; superponen los pisos y cuidan la o r n a m e n t a c i ó n y las líneas de sus f a c h a d a s . L o s s e n t i m i e n t o s c o s m o p o litas de la población, i m p r i m e n una n u e v a f i s o n o m í a a la ciudad en lo que a t a ñ e a su e d i f i c a c i ó n , y la influencia de la a r q u i t e c t u r a f r a n c e s a , italiana, vasca, inglesa, etc., altera p r o f u n d a m e n t e los m o l d e s de

B a j o s relieves que rodean el basamento de granito del monumento a A r t i g a s . Diversas escenas del éxodo del P u e b l o Oriental

antiguo de la ciudad, h e c h o é s t e ocurrido de los a ñ o s 1829 a 1833; el t r a z a d o por el general R e y e s de la planta nueva de la ciudad y la c i r c u n s t a n c i a de que la organización política nacional c o n s a g r a b a a M o n t e video, una vez m á s c o m o a s i e n t o del G o bierno. F a v o r e c i d a , por o t r a parte, la capital de la nueva entidad soberana por los elem e n t o s de cultura que en ella se r a d i c a b a n ; por su posición a orillas del E s t u a r i o que la ponían en c o m u n i c a c i ó n directa y frecuente con todas las naciones e u r o p e a s ; por las v e n t a j a s de su P u e r t o reputado c o m o el m á s seguro en la ruta hacia e s t a s r e g i o n e s ; por la e x t e n s i ó n c r e c i e n t e de sus relaciones c o m e r c i a l e s y por el c r e c i m i e n t o de su riqueza pública y de las industrias rurales del país, sus p r o g r e s o s fueron rápidos y acen*

modestas construcciones coloniales. L a s licencias para edificar a u m e n t a n t o d o s los a ñ o s : de 1835 a 1838 se expiden p a r a " c o n s t r u i r y e d i f i c a r " ! 269 y de 1839 a 1842, unas 502 m á s , f o r m a n d o un total, en s ó l o o c h o a ñ o s de 771, es decir 125'5 por año. D e s d e 1838 c o m i e n z a a poblarse la nueva ciudad que delineara el g e n e r a l R e yes, dando a las calles 17 m e t r o s de a n c h o , con e x c e p c i ó n del B o u l e v a r d C e n t r a l , 18 de J u l i o , que tiene 26 m e t r o s . S e abren c a n t e ras en varios p a r a j e s de los suburbios del viejo c a s c o colonial para el a p r o v e c h a m i e n to de su piedra. L a población de la ciudad, que a u m e n t a en f o r m a r e a l m e n t e p r o m i s o r a por la afluencia de i n m i g r a n t e s cuyo nú-

P l a z a de Atabualpa

P l a z u e l a Joaquín Suárez

las


prnfao G m e r o es de 2 8 . 2 4 5 desde 1838 a 1841, después de haber construido dentro del recinto gran n ú m e r o de casas, se desplaza hacia las afueras, duplicando la extensión del c a s c o primitivo, crea una ciudad nueva de espaciosas calles que c o m o lo afirma A r s e n é Y s a b e l l e , en " E m i g r a t i ó n et colon isa tión", pocas ciudades las tenían a la sazón. L a Guerra Grande, c o m o lo h e m o s dicho, paralizó este movimiento de progreso y los adelantos m a t e r i a l e s de la ciudad quedaron interrumpidos, por ¡as exigencias y sacrificios de la lucha que fué m e n e s t e r mantener con el enemigo campado en sus inmediaciones. Domingo Faustino Sarmiento que en 1846 visitara la ciudad, la describe en e s t a f o r m a en carta dirigida al D r . V i c e n t e F . L ó p e z , en Chile, con fecha 25 de enero de dicho año. " L a Ciudad, en tanto, se p r e . sentaba a nuestro escrutinio con una coquetería que pocas pueden ostentar. R u e d a el buque en torno de ella buscando desde el lado del O c é a n o el ancladero que guarda la ciudad y el C e r r o y en aquellas viradas de bordo que la b a r c a describe c o m o los giros del ave a c u á tica que se dispone a posarse sobre las aguas, van p r e s e n t á n d o s e las calles que cruzan la población •y caen de punta b a j o el o j o , prim e r o de norte a sud, después de poniente a naciente y todavía de n o r t e a sud, con su variedad infinita de grupos y de t r a j e s , de c a r r u a j e s y de gentes, interrumpiendo la perspectiva, las ondulaciones del t e r r e n o que lo a s e m e j a n a espuma del río p e t r i f i c a d a . . . " " D a n realce a e s t a vista el m a terial de los edificios de cal y c a n to todos, sin aquellas pesadas techumbres de las colonias del P a cífico que matan las calles o infunden desaliento y t r i s t e z a perenne en los á n i m o s . E n Montevideo, las líneas r e c t a s puras, del estilo dom é s t i c o m o r i s c o viven en s a n t a paz y buena a r m o n í a con las c o n s t r u c ciones del m o d e r n o g u s t o i n g l é s ; la a z o t e a de v e r j a s de hierro, a m á s de dar transparencia y l i j e r e z a al r e m a t e , hace el e f e c t o de j a r dines, de cuyo seno se elevara el cuadrangular, esbelto y blanco m i r a d o r que a e s t a hora de la tarde e s t á engalanado, vivificado con grupos de g e n t e s que esparcen su vista y aspiran la brisa pura del río". " A l a s e m o c i o n e s del viaje se suceden las del puerto, el paisaje, el muelle, la multitud de velas latinas con que los italianos han a n i m a d o el m o v i m i e n t o de la r a d a ; el Cerro, c o r o n a d o de c a ñ o n e s ; los l e j a n o s puntos ocupados por el enemigo, que s o m b r e a n el p a i s a j e • a lo lejos y dan al espectáculo algo de serio y a m e n a z a n t e " .

R e a l i z a d a la paz de o c t u b r e de 1 8 5 1 ' c o m e n z ó para M o n t e v i d e o la era de la c o n s t r u c c i ó n de los edificios públicos reclamados por sus p r o g r e s o s incesantes. E n 1853 se habilitó el edificio de la A d u a na que h a s t a su destrucción por un voraz incendio, e m b e l l e c i ó la zona portuaria. E n 1856 se inauguró el teatro S o l í s que era, en esa época, uno de los m á s amplios y lujosos de A m é r i c a y sigúelo aun hoy en nuestros días. L a antigua C a s a de Comedias, construida por D o n M a n u e l Cipriano de Meló, había sufrido g r a n d e s t r a n s f o r m a ciones para adaptarla a los progresos de la ciudad y al refinamiento de los g u s t o s de su población cosmopolita. S u nuevo n o m bre era T e a t r o de S a n Felipe y S a n t i a g o y s e emplazaba en el m i s m o lugar donde en 1879 se levantó el moderno teatro del mism o nombre, también hoy demolido para dejar lugar al P a l a c i o T a ra neo. La

edificación

particular

fue

c/e/Y

C/GÍ

a s i m i s m o m e j o r a n d o a medida que se reparaban las ruinas de la g r a n Guerra y las que o c a s i o n a r o n los m o v i m i e n t o s revolucionarios del año 1857, favorecida en sus condiciones higiénicas, desde 1855 por la construcción de cloacas y las obras de salubríficación realizadas, en 1857, como una derivación de los e s t r a g o s causados e n t r e la población por la terrible epidemia de fiebre a m a rilla desarrollada dicho año. E l régimen interior de las viviendas y la capacidad y distribución de las m i s m a s s u f r i ó notable cambio desde e n t o n c e s - se le incorporaron las o b r a s de s a n e a m i e n t o indispensable, prohibiéndose la construcción de casillas de madera. D e s d e 1859 al año 188 ( ), époc a en que se levantó el censo de la ciudad, por la J u n t a E c o n ó m i c o A d m i n i s t r a t i v a de la época, el núm e r o de p e r m i s o s para construir, reedificar y c o n s t r u i r cercos, está e x p r e s a d o en el siguiente cuadro:

í — P l a z a Independenciá. — 2 — P l a z a Constitución. — 3 — P l a z a Cagancha. 4 — P l a z a de los Treinta y T r e s

Para

construir

Ano.

1859 y 1860 1865 y 1866 1867 1868 1869 1870 1871 1874 1875 1876 1882 1883 1884 1885 1886 1887 1888 1889

reedificar y cercar

183 445 369 687 694 594 462 561 295 219 210 309 425 692 543 667 593 833

93 253 263 361 253 71 89 588 417 442 291 389 486 850 650 432 487 646

Total

276 698 632 1 .048 947 665 551 1 .149 712 661 501 698 911 1 .542 1 .193 1 .099 1 .080 1 .479

E l t é r m i n o medio de casas edificadas, reedificadas y c e r c o s construidos por a ñ o seria el siguiente: De „ „ „

1835 1859 1865 1868

a „ „ „

1842 1860 1867 1871

— — — —

125 138 443 803

por „

año „

E l adelanto en la edificación en 1867 y 1868 a pesar de la crisis bancaria, e s t á revelado en el aumento de casas construidas: 3 6 9 en 1867; 687 en 1868. D e 1866 en adelante se operaron grandes progresos en las c o n s t r u c c i o n e s , del punto de vista de la comodidad y de la higiene. S e constituyeron varias e m p r e s a s de c o n s t r u c ciones y una sociedad a n ó n i m a de fuerte capital desarrolló su acción edilicia c o n s t r u y e n d o diversos b a rrios al sud de la ciudad, en las inmediaciones de la P l a y a R a m í r e z . L a capacidad, la altura, la ornam e n t a c i ó n interna y las fachadas de los edificios se transforman not a b l e m e n t e desde el referido año, sufriendo la influencia de la intervención de los profesionales e x t r a n j e r o s , del enriquecimiento de la población y de sus g u s t o s más refinados. En 1872 se calculaba dentro de la planta urbana de M o n tevideo, un c o n j u n t o de 7.164 edificios. L a honda crisis e c o n ó m i c a , fin a n c i e r a y política que caracteriza los años 1875 -1876, tiene su rcpercución en el m o v i m i e n t o ediliuvo oras a l t e r n a t i v a s de a u m e n con pocas to, h a s t a el a ñ o 1883, iniciándose vi repunte p r o g r e s i v o del 84 al 85 para c u l m i n a r en 1889, con 833 casas nuevas construidas. D e s d e el a ñ o 1887 y a favor de la abundancia de capitales, facilidades de c r é dito, expansión g e n e r a l de los n e gocios, afluencia de i n m i g r a c i ó n y fundación de sociedades que fom e n t a r o n las c o n s t r u c c i o n e s , se edifican b a r r i o s e n t e r o s , e n t r e los cuales debe m e n c i o n a r s e , al sud de la ciudad, el B a r r i o R e u s , y al n o r t e la a c t u a l V i l l a M u ñ o z q u e h a s t a n o h a c e m u c h o s a ñ o s se


>PO c/ef Ce7ífencrp/b frupuayz

« V -

c o n o c í a c o n el n o m b r e d c B a r r i o R e u s a l N o r t e . D e s d e el a ñ o 1874 y p r o s i g u i e n d o su a c c i ó n e n p r o p o r c i o n e s m a y o r e s en l o s a ñ o s s u c e s i v o s . D . F r a n c i s c o P i r i a inicia la v e n t a d e t e r r e n o s a p l a z o s , s u b d i v í d e g r a n d e s e x t e n s i o n e s d e t e r r e n o d e n t r o d e l o s l i m i t e s d e la c i u d a d y s u s a l r e d e d o r e s , l o s s u b a s t a y e s t i m u l a la e d i f i c a c i ó n e n t r e l a s c l a s e s m o d e s t a s , d c r e d u c i d o s r e c u r s o s , y dá n a c i m i e n t o a n u e v o s b a r r i o s q u e c o n el t i e m p o f o r m a n p a r t e i n t e g r a n t e d e la c i u d a d q u e n o d e j a un s o l o i n s t a n t e d e d e s e n v o l v e r s u s p r o g r e s o s d e t o d o i'irdcn. N u e v o s m a t e r i a l e s , m á s n o b l e s y s u n t u o s o s , se e m p l e a n en la c o n s t r u c c i ó n d c l a s v i v i e n d a s y el g r a n i t o , el m á r m o l , el p ó r f i d o , t o d a la e n o r m e r i q u e z a d e m a t e r i a l e s c o n s t r u c t i v o s q u e a t e s o r a el s u e l o u r u g u a y o , y q u e a t r a v é s d e l o s a ñ o s h a b i a d c c o b r a r tan s ó l i d o s p r e s t i g i o s , r e v i s t e n f a c h a d a s y e m b e l l e c e n l o s i n t e r i o r e s de los nuevos cdiíicios que m a r c a n una e t a p a m o d e r n a e n la v i d a d e la c i u d a d .

l o s a ñ o s m e n c i o n a d o s y 4.331 en 1908, lo q u e e q u i v a l e a un a u m e n t o

de

815

Cd'f'p°czas.

E ? n ú m e r o 2 de p i e z a s p a s ó de 1 3 6 . 7 6 9 en 1 8 8 9 a 1 8 7 . 2 5 2 en 1 9 0 8 . A u m e n t ó a f a v o r d e e s t e ú l t i m o a ñ o 5 0 . 4 8 3 , e q u i v a l e n t e a l 3 6 . 9 7o. E d i f i c i o s en a m b a s é p o c a s : c o n s ó t a n o 4 . 3 9 7 y 6 . 8 8 3 r e s p e c t i v a m e n t e ; c l o a c a s , 9.611 y 1 5 . 4 4 4 ; a l j i b e y m a n a n t i a l , 15.242 y 2 9 3 1 7 ; a g u a s c o r r i e n t e s , 7.451 y 1 4 . 2 6 5 ; n ú m e r o de llaves r e s p e c t i v a m e n t e , 1 3 . 8 5 0 y 2 9 . 8 7 3 ; e d i f i c i o s con a l u m b r a d o a gas, 2.478 y 4.127; ( n ú m e r o de picos, 21.837 y 4 5 . 8 2 9 ) ; con luz e l é c t r i c a , 154 y 4 . 0 2 4 ; ( n ú m e r o de l a m p a r i l l a s , 1 . 5 1 6 y 7 9 . 4 6 1 ) F a m i l i a s : 36.780 y 54.966 respectivamente. P e r s o n a s 188.788 y 2/5.976. A l q u i l e r a n u a l q u e d e v e n g a b a n o podían d e v e n g a r l o s e d i f i c i o s o c u p a d o s en a m b a s é p o c a s : $ 11.826.535 en 1889 y $ 1 5 . 9 0 8 . 0 2 9 en 1 9 0 8 . V a l o r a p r o x i m a d o de los e d i f i c i o s : $ 179.908.551 en 1 8 8 9 y $ 2 2 7 . 2 5 7 . 5 6 5 . 9 9 " ' p r o m e d i o d c f a m i l i a s p o r edificio, 1.9 en 1889 y 1.6 en 1 9 0 8 . P r o m e d i o de p e r s o n a s p o r e d i f i c i o , en 1889, 9 . 8 y en 1908, 8 . 0 . D e s d e 1 9 0 8 a la f e c h a , c o n m o t i v o d c la e l e c t r i f i c a c i ó n d c l o s t r a n v í a s , la e x t e n s i ó n de s u s l i n e a s y l o s p r o g r e s o s d e m o g r á f i c o s y g e n e r a l e s d e la c i u d a d , el d e s a r r o l l o d c la e d i f i c a c i ó n a c u s a c i f r a s v e r d a d e r a m e n t e s o r p r e n d e n t e s c o m o p u e d e v e r s e p o r el c u a d r o q u e e n s e g u i d a i n s e r t a m o s : E l n ú m e r o dc p e r m i s o s para edificar expedidos desde 1908 inclusive a 1923, ú l t i m o a ñ o del cual p u d i m o s o b t e n e r d a t o s c o m p l e t o s , e s d e c i r en un p e r í o d o de 16 a ñ o s , se e l e v a a 2 4 . 8 3 9 de l o s c u a l e s c o r r e s p o n d e n a c a s a s b a j a s 2 0 . 8 0 0 y a c a s a s a l t a s de u n o , d o s , t r e s , c u a t r o y m á s p i s o s 4 . 0 5 8 . E l v a l o r s e ñ a l a d o p a r a t o d o e s t e c o n j u n t o de n u e v a s c a s a s i n c o r p o r a d a s a la ciudad, e s d c $ 1 2 5 . 1 1 6 . 0 0 0 , s u m a e s t a q u e a g r e g a d a a la c i f r a a r r o j a d a p o r el c e n s o de 1 9 0 8 f i j a b a en $ 2 2 7 . 2 5 7 . 5 6 5 . 9 9 , e l e v a el v a l o r d e la e d i f i c a c i ó n p a r a el d e p a r t a m e n t o d e M o n t e v i d e o , a la s u m a d e $ 3 5 2 . 3 7 3 . 5 6 6 . l

E l c e n s o m u n i c i p a l p r a c t i c a d o en M o n t e v i d e o en 1 8 8 9 y a l q u e h e m o s h e c h o a l u s i ó n a n t e r i o r m e n t e , d a b a un c o n j u n t o d e 2 0 . 7 8 8 e d i f i c i o s p a r a t o d o el d e p a r t a m e n t o , c o r r e s p o n d i e n d o a la p l a n t a u r b a n a de la c i u d a d 1 8 . 1 7 4 , q u e a c u s a n u n a d i f e r e n c i a , s o b r e 1872, de 1 1 . 0 1 0 e d i f i c i o s . E n 1908 s e l e v a n t ó un n u e v o c e n s o , e s t a v e z de c a r á c t e r g e n e r a l p a r a t o d o el p a i s y el n ú m e r o d e e d i f i c i o s c e n s a d o s en t o d o el d e p a r t a m e n t o d c M o n t e v i d e o , se e l e v ó a 3 6 . 0 8 0 , l o q u e a r r o j a un a u m e n t o s o b r e las c i f r a s del c e n s o a n t e r i o r d e 1 5 . 2 9 2 e d i f i c i o s , o s e a el 73.5 % en un t é r m i n o de 18 a ñ o s . H e a q u í las c i f r a s q u e se r e f i e r e n a a m b o s c e n s o s , d e las q u e s u r g e n , en f e r m a c o n c l u y e m e , l o s p r o g r e s o s r e a l i z a d o s p o r el d e p a r t a m e n t o d e M o n t e video, en el p e r i o d o q u e e l l o s a b a r c a n ; p r o g r e s o s a l o s c u a l e s la c i u d a d , c o n EU e n o r m e d e s e n v o l v i m i e n t o , c o n t r i b u y ó en p r i m e r t é r m i n o . M a t e r i a l d c c o n s t r u c c i ó n : L o s c d i í i c i o s de l a d r i l l o y p i e d r a q u e en 1889 s u m a b a n 19 165, a u m e n t a r o n en 1908 a ' 3 1 . 7 7 4 , e s d e c i r 1 2 . 6 0 6 m á s , e q u i v a l e n t e a un 65.7 'Je. T e c h o . L o s c d i í i c i o s de a z o t e a , q u e e r a n en 1889, 1 4 . 8 4 0 , a s c e n d i e r o n en 1908, a 2 1 . 5 2 9 , lo q u e a c u s a un e x c e d e n t e de 6 . 6 8 9 , o s e a un 45.1 lo. P i s o s de l o s e d i f i c i o s . D c d o s p i s o s h a b í a 3 . 5 1 6 e d i f i c i o s en el p r i m e r o d e

E l v a l o r d e la p r o p i e d a d e m p a d r o n a d a en t o d o el d e p a r t a m e n t o d e M o n t e v i d e o , s e g ú n el a f o r o s e ñ a l a d o p a r a el p a g o del i m p u e s t o d c C o n t r i b u c i ó n I n m o b i l i a r i a en el E j e r c i c i o 1922 - 23, e r a de f 4 4 0 . 6 8 0 . 1 0 0 , e s d e c i r , u n a d i f e r e n c i a en m á s , de $ 8 1 . 5 3 0 . 5 3 4 , de l o q u e en sí r e p r e s e n t a el v a l o r e s p e c i ficado más arriba.

D e s e n v o l v i m i e n t o e d i l i c i o desde

>908 a 1 9 2 4

inclusive

A Ñ O S

Cata

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*

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baja

Casa alta

Total

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500

1B10 }:J® j"-* 1924

(2)

1.933 2.680

V E R E D A S

CERCOS

EDIFICACION Número de permisos

Número de Metros 18.295 19.8U5 29.011 43.246 57.714 31.803 21.465 19.091 111.594 16.351 28.763 22.268 30.830 22.867 26.837 27.239

Valor de los Edificios

5.000.000 6.930.000 8.533.000 9.880.000 10.320.000 8.535.000 4.154.000 2.604.000 2.500.000 2.550.000 3.700.000 4.960.000 9.720.000 8.200.000 13.970.000 10.360.000 12.300.000

Permisos

949 904 1.484 818 705 —

334 309 231 340 566 906 967 1.597

Metros

Permisos

Metros

34.915 18.579 12.360 16.898 30.523 12.171 11.377 5.681 4.907 10.516 7.054 6.169 11.837 14.868 9.544 18.034

1.531 386 366 1.444 3.144 974 605

48.405 15.842

328

1

~

t i l Pulimente l u edificaciones. En lo- año* anteriores do este cuadro se Induren las [certificaciones y refacciones. (21 No lian podido obtenerse estos datos.

£ 1 b a l n e a r i o y la p l a y a de los P o c i t o s , vistos

945

desde el m a r , i l u m i n a d o s

extraordinariamente.


O E n el m i s m o período de los 16 últimos a ñ o s citados, se han expedido 11.460 permisos para Cercar, con una e x t e n s i ó n de 225.433 metros lineales y 12.556 para construir veredas con 230.023 m e t r o s dc e x t e n s i ó n .

/t£po def def*

Centenario Opucjuayo

muros para el a t r a q u e de las m a g n í f i c a s unidades que atraviesan los m a r e s y una actividad febril y un m o v i m i e n t o inusitado puebla dc vastos r u m o r e s dc vida aquellos p a r a j e s por donde se exporta la riqueza nativa y se introduce al país todo lo que é s t e n e c e s i t a para satisfacer las exigencias dc su población y los r e f i n a m i e n t o s del p r o g r e s o . S o b r e la restinga del viejo fuerte S a n J o s é , en el e x t r e m o n o r t e de la calle Guaraní, se levantan las fundaciones dc la nueva D á r s e n a Fluvial que c o m p l e t a r á por e s c lado el nuevo Puerto. L a planta primitiva de la ciudad que trazaran P e t r a r c a y Millán y que c o n c r e t ó por casi un siglo, la vida del n ú c l e o colonial, b a j o la protección de las

D e poca o relativa importancia era el n ú m e r o de los edificios públicos o particulares que se destacaban en 1889. E n t r e ellos, la Catedral, el Palacio Municipal, hoy sede de la A s a m b l e a R e p r e s e n t a t i v a en J u a n Carlos G ó m e z y 25 de M a y o , el Cabildo, donde tiene su asiento el C o n s e j o Nacional de Administración y el Minismurallas y fuertes arterio d e I n s t r u c c i ó n tillados, conserva solo P ú b l i c a ; el Hospital c o m o recuerdo de su Maciel, él T e a t r o Sopasado la anchura y lis, la B o l s a dc C o o r i e n t a c i ó n de sus camercio, él Manicomio, lles y alguno que o t r o hoy Hospital V i l a r edificio colonial, entre debó, el P a l a c i o d e los q u e sobresalen Gobierno, la E s c u e l a por su valor arquide Aplicación, la de t e c t ó n i c o la C a t e d r a l Artes y Oficios (hoy y el Cabildo. S u s ediEscuela Industrial), ficios son m o d e r n o s y los t e a t r o s S a n F e l i de varios pisos. L a s pe y Cihils, el primero g r a n d e s entidades de demolido para que en crédito, las c o m p a ñ í a s ese t e r r e n o se levandc n a v e g a c i ó n , el c o t a r a el P a l a c i o T a m e r c i o fuerte de la r a n c o y el segundo plaza, los hoteles destruido por un inmagníficos, el H O M E c e n d i o ; la A d u a n a , c o n f o r t a b l e y suntuot a m b i é n destruida por so, se c o n g r e g a n en el fuego, el B a n c o de esa parte de la ciudad, L o n d r e s , el Nacional en un c o n j u n t o de (hoy demolido), el edificios de elevado B a n c o B r i t á n i c o , el mérito arquitectónico Banco F r a n c é s , el y si aún queda algún Club U r u g u a y , quince casuchón en r u i n a s, t e m p l o s católicos, el pobre de aspecto, m o Templo I n g l é s , la desto en su altura, no U s i n a del G a s y de la tardará en s e r d e m o L u z E l é c t r i c a , en la lido dado el alto vaactualidad enormelor a que ha llegado el m e n t e ampliados y terreno y las crecienm o d e r n i z a d o s ; el C o n tes e x i g e n c i a s c o m e r servatorio Musical ciales de Montevideo, " L a L i r a " , el e s t a b l e para s e r sustituido por c i m i e n t o de la C o m p a e 1 moderno edificio ñía Nacional de C r é comercial o de rentas. dito, el H o t e l B a l n e a D e las viejas B ó v e d a s rio, hoy. sede de la y de sus recios muros F a c u l t a d de I n g e n i e de piedra, nada o muy ría y A r q u i t e c t u r a , la poco queda. L a s g r a n C a s a dc B a ñ o s , en la des b a r r a c a s y depóArriba: Actual Hotel de los Pocitos. — Abajo: E l primitivo Hotel del mismo balneario, que a c t u a l m e n t e tiesitos de f r u t o s del con su terraza hoy destruida nen sus oficinas la I n país van alineando la t e n d e n c i a General del silueta sencilla de sus E j é r c i t o y la A r m a d a ; el H o t e l Oriental, t r a n s f o r m a d o en los m o m e n t o s líneas arquitectónicas c o m o expresión de las nuevas m a n i f e s t a c i o n e s del proactuales para servir dc sede al B a n c o de la República hasta tanto esta instig r e s o público. tución de crédito no levante su gran edificio propio en la media m a n z a n a de Y fuera de muros la ciudad se ha extendido prodigiosamente, m á s allá t e r r e n o comprendida en la calle C e r r i t o entre Zabala y S o l í s ; el edificio de la del ejido dc la Ciudadela, m a s allá del B o u l c v a r d Artigas que limitaba h a s t a L o t e r í a de C a r i d a d ; el Correo, la Dirección de I m p u e s t o s D i r e c t o s . no hace muchos lustros la parte urbana de M o n t e v i d e o ; hacia el C a m i n o de L a ciudad de M o n t e v i d e o en la actualidad - S u t r a n s f o r m a c i ó n edilicia - S u s g r a n d e s p a r q u e s y pas e o s públicos - S u s a v e n i d a s y b o u l e v a r e s - S u s playas, balnearios y r a m b l a s - S u s g r a n d e s hot e l e s municipales - S u s suburbios. S u s g r a n d e s p r o g r e s o s y su edificación suntuosa.

Montevideo es en la actualidad una ciudad esencialmente moderna y c o n fortable. D e su pasado colonial muy pocos recuerdos quedan. S u s recias defensas, sus fuertes artillados, su vieja Ciudadela en cuyos muros almenados abriera a n cha brecha el inglés invasor, sus bastiones, todo el c a r á c t e r de P l a z a F u e r t e que revistiera hasta los primeros días de la Independencia, ha desaparecido para dejar paso a la ciudad nueva, a la urbe populosa que vive en la paz fecunda de sus actividades, la acción incesante de sus p r o g r e s o s materiales y culturales, sin temores a agresiones armadas, fuerte en sus d e r e c h o s y segura de su glorioso porvenir como capital dc una n a c i ó n que ocupa r a n g o prominente entre los demás países de A m é r i c a , por la noble o r i e n t a c i ó n dc sus actividades ciudadanas y la política serena y respetuosa de sus g o b e r n a n t e s . E n el lugar en que se levantara el viejo F u e r t e colonial que sirvió de mansión a los representantes del R e y y m á s tarde fué Casa de G o b i e r n o de la nación constituida, demolida en 1879, h o y luce sus h e r m o s o s y cálidos j a r d i n e s la P l a z a Zabala. E l amplio predio central donde la Ciudadela vigiló el sueño dc los primeros habitantes de Montevideo contra las a c e c h a n z a s dc los portugueses y los malones dc la población indígena y que m á s tarde se destinara a M e r c a d o Público en sustitución al M e r cado Chico establecido én el interior de la m a n z a n a comprendida por las calles S a r a n d í , P é r e z Castellanos y Maciel, se a n e x ó a la P l a z a Independencia que o f r e c e a la población montevideana la nota alegre de sus j a r d i n e s ingleses, la amplitud dc sus veredones embaldosados y en el m o n u m e n t o a Artigas que se y e r g u e d o m i n a d o r y absoluto en su centro, en el g r a n i t o y bronce perdurable, el g e s t o de veneración dc todo un pueblo a la m e m o r i a de quien consagrara su vida a la lucha por sus libertades políticas y el r e c o n o c i m i e n t o de sus fronteras g e o g r á f i c a s . L a Ribera, el viejo d e s e m b a r c a d e r o y los muelles antiguos de madera donde solo atracaban las pequeñas embarcaciones dc tráfico en la B a h í a en desabrigo, o los buques dc c a b o t a j e de calado reducido, fueron absorbidos por la gran explanada del m a g n í f i c o P u e r t o actual y por las amplias avenidas que marginan los modernos h a n g a r e s construidos sobre el terreno arrebatado a las aguas. Grandes y profundas dársenas ofrecen la seguridad de sus recios

P r o p i o s que a r r a n c a del antiguo P u e r t o del B u c e o en linca recta hacia el C e r r i t o de la V i c t o r i a y dc aquí hacia la ribera de la B a h í a en su parte n o r t e . Ciudad nueva y novísima se unen con los núcleos edificados de los suburbios, formando una ciudad única de extendido perímetro, cruzada en todas direcciones por m a g n i f i c a s avenidas pavimentadas de a s f a l t o o de g r a n i t o labrado, por calles rectas tiradas a cordel dc 17 m e t r o s de a n c h o y s o m b r e a d a s por árboles de especies múltiples, a cuya vera se alinean los palacios suntuosos, de variados estilos arquitectónicos, con regios j a r d i n e s en su frente. L í n e a s tranviarias alimentadas por energía eléctrica, unen los más apartados barrius y las localidades más distantes entre s í : P i e d r a s B l a n c a s , M a r o ñ a s , la pintoresca Villa del C e r r o con sus g r a n d e s establecimientos industriales y su histórica F o r t a l e z a , Atahualpa, Unión, P a s o del Molino, P r a d o , P o c i t o s , P e ñ a r o l . S a y a g o y Colón están en comunicación rápida y c o n s t a n t e con el c e n t r o comercial de la ciudad y son como la prolongación de la m i s m a . U n a gran R a m b l a costera, la R a m b l a W i l s o n , une el P a r q u e R o d ó enclavado en el corazón de la ciudad, sobre la P l a y a R a m í r e z , con el a r i s t o c r á t i c o balneario de los P o c i t o s y se prolonga pasando por las playas del B u c e o y de Malvin h a s t a la lejana playa y balneario de C a r r a s c o , en el limite este con el depart a m e n t o de Canelones, desenvolviendo el estupendo p a i s a j e de la costa sud, con sus rompientes bulliciosas, sobre el m a r que se dilata hacia el l e j a n o horizonte donde (os crepúsculos trazan e x t r a ñ o s efectos de colores y todas las combinaciones del iris se diluyen en tonalidades sorprendentes. E n la actualidad esta m a g n i f i c a obra de embellecimiento urbano se prosigue ' a c t i v a m e n t e liara unir el P a r q u e Rodó, bordeando toda la costa sud, con la gran csplanada del P u e r t o con un a n c h o de m á s de 50 m e t r o s . No h a b r á en toda A m é r i c a y quizás en ninguna ciudad del inundo, una R a m b l a de esta naturaleza que abarque un recorritlo tan e x t e n s o y que o f r e z c a tan g r a n d e s e n c a n t o s y tan variadas perspectivas, una vez que se libre en su totalidad al t r á f i c o de la población montevideana cambiando el aspecto edilicio de una buena z o n a sud de la ciudad, dentro del c a s c o de la capital colonial, ampliando sus calles y brindando nuevos espacios abiertos para el d e s a h o g o de la urbe. P a r t e de esta obra está realizada en tina e x t e n s i ó n de seis cuadras d e t r á s del C e m e n t e r i o Central y el resto se proseguirá en breve para lo cual se ha a p r o b a d o el proyecto de trazado asi como su plan financiero. L a suma a invertirse en e s t a obra superará los o c h o millones dc pesos. L a Avenida 18 dc J u l i o ha perdido su a s p e c t o colonial. M a r g i n a n sus aceras m a g n í f i c o s palacios dc cinco, seis, siete y m á s pisos. G r a n d e s n e g o c i o s proyectan el resplandor de sus vidrieras en las que se exhiben los o b j e t o s de m á s refinado arte y los artículos m á s suntuosos. E n la m a n z a n a dc t e r r e n o


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Cen/encrr/o i/papuayo desliza s o b r e la albura de la arena, c o n v e r g e la población de la ciudad, sin distinción de c l a s e s , en autos, en t r a n v í a s , a pié, c o m o a una r o m e r í a , a b i g a r r á n d o s e , dando una n o t a de a n i m a d o y riente colorido a aquellos p a r a j e s prestig i o s o s donde las h o r a s t r a n s c u r r e n f u g a c e s , frente a la amplitud de las a g u a s que m u r m u r a n la c a n c i ó n de sus caricias, a c r e p ú s c u l o s m a g níficos, a m u j e r e s h e r m o s a s que lucen la e l e g a n c i a de su silueta, a la m ú s i c a que difunde sus a r m o nías, a la gloria de la brisa, f r e s c a y c o n f o r t a d o r a . Y j u n t o a las a r e ñ a s de R a m í r e z , el P a r q u e R o d ó , con sus g r a n d e s c a n t e r o s floridos, sus sendas s o m b r e a d a s por variados y c o r p u l e n t o s á r b o l e s , s u s j u e gos para niños, su vaquería, su G r a n H o t e l y C a s i n o en los que la g e n t e pudiente h a c e d e r r o c h e de dinero, en el j u e g o o f i c i a l i z a d o o en las f i e s t a s s u n t u o s a s que se desarrollan en su a m b i e n t e de e x quisito r e f i n a m i e n t o .

comprendida e n t r e la P l a z a I n d e pendencia y la C a l l e A n d e s se c o n s t r u y e el P a l a c i o S a l v o , de arquitectura e l e g a n t e , que s e r á el edificio m á s a l t o de t o d a s las capitales de A m é r i c a L a t i n a y cuya t e r m i n a c i ó n n o h a de d i l a t a r s e por muchos años más.

E n el p r e d i o q u e o c u p a r a hasta h a c e p o c o un v i e j o c a s e r ó n colonial, en la m i s m a Avenida 18 de J u l i o casi e s q u i n a A n d e s se lev a n t a , en el h e r m o s o l i n c a m i e n t o de su estilo a r q u i t e c t ó n i c o y su r e v e s t i m i e n t o de suntuoso m á r m o l n a c i o n a l , el nuevo P a l a c i o que servirá de sede al J o c k e y Club. Y en c a d a cuadra de e s t a Avenida t r a zada sobre lo alto de la cuchilla que cruza la península de M o n t e video para s u m e r j i r s e en el mar, en su e x t r e m o oeste, la piqueta dem o l e d o r a a b a t e la fábrica de los t-dificios impropios de la i m p o r t a n cia de e s t a vía c e n t r a l de tránsito, ¡•ara d a r lugar al palacio suntuoso, L a P l a y a de los Pocitos durante el concurso de trajes de baños a la casa de r e n t a de varios pisos, realizado en 1924 E n . Pocitos, marginando la al a n h e l o de t r a n s f o r m a c i ó n aramplitud de la R a m b l a , invadienq u i t e c t ó n i c a que d o m i n a a la podo las g r a n d e s arterias de t r á n s i t o que lo unen con el c e n t r o de la ciudad, A v e blación m o n t e v i d e a n a , al nuevo c o n c e p t o de c o n f o r t edilicio de la ciudad ponida E s p a ñ a , Avenida B r a s i l y calles circunvecinas, m a g n í f i c o s c h a l e t s de t o pulosa que vive el r e f i n a m i e n t o de una cultura social superior. Y c o m o en e s t a dos los estilos, con sus terrazas, sus j a r d i n e s aliñados, sus cúpulas d o m i n a d o avenida, en o t r a s calles de la ciudad nueva y n o v í s i m a la t r a n s f o r m a c i ó n se ras, su c o n f o r t y su r e f i n a m i e n t o de viviendas s u n t u o s a s y m o d e r n a s , su g r a n o p e r a visiblemente, estimulada por el alto valor del t e r r e n o y los pingües H o t e l donde se a l o j a n las m á s distinguidas familias que llegan desde l e j a n a s b e n e f i c i o s que obtienen los propietarios por el alquiler de sus fincas.

L a P l a z a R a m í r e z , durante la temporada balnearia, con sus carpas y casillas U n a ley previsora establece c o m o altura m í n i m a para los edificios que se construyan en las grandes a r t e r i a s c e n t r a l e s de tránsito, la de 17 m e t r o s , sin limitar la altura para aquellas c o n s t r u c c i o n e s que se levantan con frente a las plazas públicas. H a y una evolución m a r c a d a hacia f o r m a s o r g á n i c a s en la edificación. A interiores m e j o r compuestos, satisfaciendo deseos de m e j o r confort, corresponden e x t e r i o r e s m á s c a r a c t e r í s t i c o s y que acusan una preocupación de independiente criterio de adaptación para las f o r m a s a r q u i t e c t ó n i c a s de o t r o s t i e m p o s y de o t r o s lugares. M o n t e v i d e o es una ciudad balnearia por e x c e l e n c i a . S u s playas atraen, en la é p o c a propicia, las c o r r i e n t e s del t u r i s m o de una buena p a r t e de la zona sub-tropical de A m é r i c a . E n su c o s t a sud, en el r e m a n s o de sus a m p l i a s e n s e nadas cubiertas de fina arena, se levantan confortables establecim i e n t o s de h o s p e d a j e , m a g n í f i c o s hoteles m o n t a d o s con t o d a s las exigencias del c o n f o r t moderno, en cuyas regias salas se d e s a r r o llan fiestas sociales suntuosas a las que concurren los e l e m e n t o s representativos de la sociedad m o n tevideana. R a m í r e z , P o c i t o s , Malvín, C a r r a s c o , son elevados e x p o n e n t e s de la belleza de n u e s t r a s playas. H a c i a ellas, en las tardes p e r e z o s a s del verano, o en las noc h e s serenas, para aspirar el álit o del m a r impregnado de salitre, ^ 0 j u g a r con la ola a m a b l e que se

Aspscto panorámico del Parque R o d ó y P l a y a R a m í r e z , desde las canteras de Punta Carreta regiones de la A m é r i c a sub tropical a M o n t e v i d e o a p a s a r la e s t a c i ó n v e r a n i e ga para disfrutar de la benignidad de su clima y la a n i m a c i ó n de sus playas. C a r r a s c o , la dilatada playa o c e á n i c a , con su i n m e n s o parque en f o r m a c i ó n de millares de h e c t á r e a s , con su m a g n í f i c o y regio H o t e l C a s i n o , su E x p l a n a d a , su R a m b l a , su soberbia edificación, l u g a r a r i s t o c r á t i c o por e x c e l e n c i a , sin p a r a n g ó n con ninguna o t r a playa del continente, o f r e c e t o d o s los e n c a n t o s apetecibles y hacia ese b a l n e a r i o ideal por su ubicación a d m i r a b l e , se desplaza desde h a c e p o c o s a ñ o s el turismo pudiente de la A r g e n t i n a y el B r a s i l . Y en la m i s m a sinuosidad a r e n o s a de e s t a c o s t a , a n t e s de llegar a C a r r a s c o , la playa del B u c e o y de M a l v í n , con sus pint o r e s c o s chalets, sus locales de r e creo, sus plazas de e j e r c i c i o físico, c o m o n o t a s de intensa vida veraniega. E l B a l n e a r i o del C e r r o , rec i e n t e m e n t e inaugurado, con v i s t a s p a n o r á m i c a s m a g n í f i c a s , sirviendo las necesidades de una población n u m e r o s a , c o n s t i t u y e a la v e z un p a s c o a g r a d a b l e y m u y concurrido.

L a P l a y a Carrasco durante una fiesta automovilística

L a s p r e f e r e n c i a s edilicias n o se han determinado ú n i c a m e n t e por el e m b e l l e c i m i e n t o y c o n f o r t de las playas y b a l n e a r i o s . S u a c c i ó n se ha e x t e n d i d o h a c i a o t r a s m a n i festaciones del p r o g r e s o de la ciudad, de su m o d e r n a u r b a n i z a c i ó n . Parques públicos inmensos, se abren c o m o p u l m o n e s d e n t r o del m a c i z o edificado, se ensanchan


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Dos magníficas perspectivas del Balneario Carrasco con los chalets que lo pueblan c o n t i n u a m e n t e con la adquisición de nuevos predios linderos y se desarrollan o en la vía de tránsito concurrida, la colección de obras de arte adquiridas de acuerdo con trazados previsores para sus grandes caminos internos, sus para su embellecimiento, constituirá este P a r q u e el paseo m á s h e r m o s o de avenidas de circunvalación y de afluencia, sus canteros, sus Pelouscs, sus Montevideo, tanto por su ubicación excepcional c o m o por el criterio m o d e r lugares para deportes y j u e g o s diversos. E l P r a d o , prestigioso paseo público, no que ha precidido su trazado. con una riqueza inmensa en á r b o l e s y en plantas de las m á s codiciadas espeSeis parques públicos, además de las playas, forman los grandes espacios cies, con su estupenda rosaleda en abiertos de la ciudad. El Prado, con la que se catalogan millares de vasus 9 4 h e c t á r e a s de superficie y riedades de rosas, e j e m p l a r e s únisus 136.140 árboles de especies cos por su belleza, con su J a r d í n distintas; el P a r q u e R o d ó , en el B o t á n i c o , sus lagos y sus plazas e x t r e m o sud, con 128 h e c t á r e a s de deportes físicos, en pocos a ñ o s , a p r o x i m a d a s de e x t e n s i ó n , y un gran desarrollo sobre la c o s t a herpor la adquisición de grandes quinmoseado por 23.516 á r b o l e s ; el t a s linderas, ha casi duplicado su P a r q u e de los Aliados, el m á s moe x t e n s i ó n superficial. E l P a r q u e derno de todos con 60 h e c t á r e a s de de los Aliados, situado fuera del superficie, su m o n t e de especies B o u l e v a r d A r t i g a s , esa m a g n í f i c a indígenas y sus 8.3'>7 especies disvía de tránsito de 50 m e t r o s de tintas de á r b o l e s ; el P a r q u e Zooa n c h o que limitaba hasta n o hace lógico, sobre la calle Rivera, en m u c h o s a ñ o s la planta urbana de su e x t r e m o E s t e , con 7 h e c t á r e a s la ciudad, es una verdadera m a r a de superficie en la que se distrivilla por la naturaleza de su trabuyen modernas instalaciones de zado, la amplitud de sus avenidas material para a l b e r g u e de sus vainternas, sus r a m b l a s de circunvaliosas colecciones faunísticas, con lación y su soberbio boulevard de sus j a r d i n e s y avenidas para esentrada de 150 m e t r o s de ancho parcimiento del público; Parque m a r g i n a d o en su encuentro con el C é s a r Díaz, en la p r o g r e s i s t a vide Artigas, por el Hospital Italialla de la U n i ó n , con una e x t e n s i ó n no y la Maternidad y J-Iospital superficial de 4 h e c t á r e a s y m e d í a ; P e r e y r a Rosell, dos establecimienla quinta de C a s t r o , anexada al tos que por su belleza a r q u i t e c t ó Prado, con sus 4 h e c t á r e a s de e x nica y la sabia distribución de sus tensión a p r o x i m a d a y su valiosa dependencias, hacen honor a M o n colección de á r b o l e s y plantas de tevideo. E n este P a r q u e grandioso adorno. C u e n t a Montevideo, en toE l gran Hotel Carrasco, en el balneario del mismo nombre, cuyo t r a z a d o se desarrolla activada la e x t e n s i ó n de su p e r í m e t r o urcon la suntuosa edificación que lo rodea m e n t e , se c o n s t r u i r á el estadium bano con 25 plazas e n j a r d i n a d a s para las j o r n a d a s olímpicas, de y 21 plazuelas, abarcando un espacio de m á s de 11 h e c t á r e a s de superficie. L a extensión de todos sus lugares abiertos, parques y plazuelas, c o m p r e n d e acuerdo con el desarrollo que la cultura física ha cobrado en el país y con cauna superficie de cerca de 3 0 0 hectáreas. pacidad para a l g u n o s c e n t e n a r e s de miles de espectadores. Grandes avenidas unen este pasco público con el H i p ó d r o m o de M a r o ñ a s y con el Parque Rodó, Playa Ramírez y Pocitos. E l parque de C a r r a s c o , con m á s de 800 h e c t á r e a s de superficie, en el límite U n a vez definitivamente terminado, pavimentada toda su vasta red de del d e p a r t a m e n t o con el de Canelones, sobre la gran playa del m i s m o n o m b r e , avenidas interiores y e x t e r i o r e s , luciendo aquí y acullá, en el amplio cantero será en el futuro el m á s grande de los P a r q u e s públicos de A m é r i c a del S u d y en

Conjunto de chalets en la P l a y a Carrasco

R a m b l a Wilson entre M a l v í n y Carrasco


J&Cfifoo G clefí

defCenfencrr/o —Uruguayo

t r o , S u á r e z , o f r e c e n el e n c a n t o d c s u s grandes quintas, muchas dc ellas v e r d a d e r o s p a r q u e s p o r la variedad de s u s e s p e c i e s a r b ó r e a s , la m u l t i p l i cación dc sus p l a n t a s de a d o r n o , sus flores dc m a t i c e s distintos, sus bien cuidados senderos y los m a g n í f i c o s edificios que e x p r e s a n e l o c u e n t e m e n te el c a m b i o f u n d a m e n t a l q u e s e h a o p e r a d o e n M o n t e v i d e o en materia edilicia y en el c o n f o r t y s u n t u o s i d a d de la vivienda particular. Cuenta M o n t e v i d e o con n o m e n o s de 2.400 vías d e t r á n s i t o , c u y a n o m e n c l a t u r a En las calles de Montevideo, h a s i d o o b j e t o d e un e s t u d i o m i n u b r i n d a n su s o m b r a propicia, 2 3 2 . 0 0 0 cioso y especial. ( 1 ) . á r b o l e s , e n t r e los q u e s o b r e s a l e n l o s plátanos, paraísos, eucaliptus, o l m o s , S e c u n d a n d o la a c c i ó n p r i v a d a e n tipas, acacias, nogales, álamos, freslo q u e s e r e f i e r e a g r a n d e s e d i f i c i o s n o s , J a c a r a n d a s , e t c . E n las c a r r e t e q u e q u i t a n el a s p e c t o d e c h a t u r a q u e r a s d' l d e p a r t a m e n t o e x i s t e n n o m e o f r e c í a la c i u d a d h a s t a n o h a c e s e i s n o s de 15 0 0 0 á r b o l e s d e s o m b r a . L a l u s t r o s , el E s t a d o r e a l i z a u n a o b r a ro- tl' da del P r a d o , c o m p r e n d e 4 5 . 0 0 0 edilicia d c i m p o r t a n c i a d o t a n d o a s u s p l a n t a s de las c u a l e s 4 2 . 2 0 0 d e f r a n c o oficinas dc locales propios, muchos pié 2 -'JO .le a l t o pié, r e p r e s e n t a n d o de ellos dc m a g e s t u o s a s líneas ar1 oró variedades. L a producción de q u i t e c t ó n i c a s y de s u n t u o s o m a t e r i a l a c a s p o r a ñ o , se c a l c u l a e n 7 0 . 0 0 0 . decorativo. E s digno de m e n c i o n a r s e , p o r la m a g n i f i c e n c i a de s u s m á r m o l e s E n el J a r d í n B o t á n i c o del P r a d o , U n o de los c o m e d o r e s del H o t e l C a r r a s c o e m p l e a d o s , el P a l a c i o L e g i s l a t i v o , d e hay 4.750 especies de árboles y planc u y a i m p o r t a n c i a n o s o c u p a m o s en c a p í t u l o a p a r t e e n e s t a m i s m a o b r a . L o s l a s en p l e n o f l o r e c i m i e n t o y d e s a e d i f i c i o s de la F a c u l t a d d e M e d i c i n a , D e r e c h o y C i e n c i a s S o c i a l e s , S e c u n d a r i a r r o l l o a d e m á s d c 2 . 0 0 0 p l a n t a s en el C o n s e r v a t o r i o , 4 . 3 0 0 en l o s i n v e r n á c u l o s , y P r e p a r a t o r i a , A g r o n o m í a , E s c u e l a de V e t e r i n a r i a , E s c u e l a s P ú b l i c a s P r i 300 0 0 0 en la m u l t i p l i c a c i ó n y 2 6 3 . 0 0 0 p l a n t a s c o m o c o n j u n t o e x p r e s i v o de su marias, Cuarteles, Cárceles, C o r r e o s y T e l é g r a f o s , C a s a de G o b i e r n o , H o s r i q u e z a . S e c u l t i v a n a d e m á s 2 . 4 0 0 v a r i e d a d e s d c s e m i l l a s , e l e v á n d o s e su c o pitales Públicós, etc. l e c c i ó n e x i s t e n t e a 1.725. A d e m á s de e s t o s e s p a c i o s l i b r e s , la C o m i s i o n N a c i o n a l d c E d u c a c i ó n t í E l e s p í r i t u de a s o c i a c i ó n a l e v a n t a d o m a g n í f i c o s s a n a t o r i o s q u e p u e d e n s i c a h a i n s t a l a d o e n t o d a s las z o n a s de la c i u d a d p l a z a s de d e p o r t e s q u e c o n s f i g u r a n e n t r e l o s m e j o r o r g a n i z a d o s del m u n d o ; e d i f i c i o s c o m o el del C l u b t i t u y e n c e n t r o s de e s p a r c i m i e n t o y d e r e c r e o , c o n c u r r i d a s d i a r i a m e n t e p o r c e n Uruguay, Ateneo, Centro Gatenares de niños de a m b o s sel l e g o , C e n t r e C a t a l á en l o s q u e xos. E l H i p ó d r o m o de M a r o nada se ha omitido p a r a a c o m ñ a s . p o r sus i n s t a l a c i o n e s y su p a ñ a r e l p r o g r e s o e d i l i c í o d c la a m p l i t u d e s u n o d e los m e j o ciudad. L a s instituciones banr e s de A m é r i c a y en él se c e l e c a d a s , e n t r e las q u e d e s c u e l l a bran frecuentes reuniones hípiel B a n c o d c la R e p ú b l i c a , h a n c a s q u e dan m o t i v o s a a n i m a contribuido con m a g n í f i c o s edidas r t u n i o n e s sociales. ficios propios al e m b e l l e c i m i e n D e n t r o d e la j u r i s d i c c i ó n t o d e la v i e j a p l a n t a d e la ciud e la z o n a p o r t u a r i a se h a d e dad. E l e d i f i c i o d e n u e s t r a p r i n l i n e a d o la R a m b l a S u d a m é r i c a cipal i n s t i t u c i ó n de c r é d i t o o c u con una extensión proyectada p a r á m á s d e m e d i a m a n z a n a de hasta la desembocadura del t e r r e n o e n la c a l l e C e r r i t o e n a r r o y o P a n t a n o s o . E n la f a l d a t r e las d c Z a b a l a y S o l í s y s e del C e r r o , a b a r c a n d o u n a sur á t o d o él r e v e s t i d o d e m á r perficie de varias hectáreas, mol nacional. con h e r m o s a s perspectivas haL o s viejos depósitos aduacia los c u a t r o puntos c a r d i n a neros van siendo sustituidos les de la c i u d a d , e s t á p r o y e c por m o d e r n o s h a n g a r e s de a m t a d o un g r a n p a r q u e público plia c a p a c i d a d p a r a las n e c e s i que constituirá uno de los medades c r e c i e n t e s de nuestro dej o r e s p a s e o s de a q u e l l a p r o g r e senvolvimiento comercial. El s i s t a villa y p o r su p r o x i m i d a d v i e j o pabellón dc p a s a j e r o s h a c o n la c a p i t a l c o n la q u e e s t á sido s u s t i t u i d o p o r un gran unida p o r la l í n e a t r a n v i a r i a y cuerpo de edificio de e l e g a n t e s F a c h a d a principal del H o t e l C a r r a s c o p o r un b i e n a t e n d i d o s e r v i c i o líneas a r q u i t e c t ó n i c a s , m á s en d i a r i o d e v a p o r c i t o s , un l u g a r c o n s o n a n c i a c o n los p r o g r e s o s d c la c i u d a d y la i m p o r t a n c i a d e s u p u e r t o d e d e a g r a d a b l e e s p a r c i m i e n t o p a r a la p o b l a c i ó n m e t r o p o l i t a n a . A s i m i s m o , el e m b a r q u e . E n el m i s m o e m p l a z a m i e n t o del v i e j o e d i f i c i o a d u a n e r o d e s t r u i d o s e ñ o r F r a n c i s c o P i r i a p r o y e c t a la i n s t a l a c i ó n d c un c a r r i l á e r e o q u e s a l v e la n o h a c e m u c h o s a ñ o s p o r un v o r a z i n c e n d i o , se l e v a n t a r á d e n t r o d e p o c o un d i s t a n c i a d c la B a h í a e n t r e la e x p l a n a d a M a c i e l y la c u m b r e del C e r r o , p e r espacioso y soberbio edificio de c e m e n t o a r m a d o que t r a n s f o r m a r á por c o m m i t i e n d o v i s i t a r su F o r t a l e z a , r e l i q u i a del t i e m p o c o l o n i a l y g o z a r del e s p e c p l e t o el a s p e c t o q u e a c t u a l m e n t e o f r e c e a q u e l l a z o n a d c la r e g i ó n p o r t u a r i a . t á c u l o i m p o n d e r a b l e p a r a el t u r i s t a q u e p r o p o r c i o n a r í a un v i a j e d c e s a n a t u r a l e z a p o r s o b r e las a g u a s de la B a h í a d e M o n t e v i d e o c u a j a d a de n a v e s d e t o d a s las n a c i o n a l i d a d e s .

e l d e s a r r o l l a r á n v i d a l i b r e , en e s p a cios a p a r e n t e s , los r e p r e s e n t a n t e s de la f a u n a u n i v e r s a l , f o r m a n d o un p a r q u e z o o l ó g i c o i g u a l a l o s q u e se h a n e s t a b l e c i d o en a l g u n a s r e g i o n e s de N o r t e A m é r i c a . E n sus grandes avenidas y sus i n m e n s o s canteros existen p l a n t a d o s 0 4 . 4 2 2 árboles de especies distintas que contienen las dunas donde se asientan y forman un b o s q u e a r t i f i c i a l d e s i n g u l a r valor y riqueza.

L a s A v e n i d a s A g r a c i a d a , 8 de O c t u b r e ,

Millán, Larrañaga,

Burgués,

D o s aspectos del H o t e l

Cas-

( 1 ) V e r el plano de Montovideo

del P a r q u e R o d ó , sobre la P l a y a

Ramírez

troluldo

en

este

mismo

capitulo.


/¿f fifypo def O def <¿ E n la csplanada Maciel se emplazará el m o n u m e n t o que la gratitud de la ciudad levantará a la m e m o r i a de Zabala, su fundador. P o c o s m o n u m e n t o s públicos existen en la ciudad. E l más importante es el que se levanta en el c e n t r o de la P l a z a Independencia, consagrado a la memoria del general J o s é Gervasio Artigas, fundador de la nacionalidad uruguaya. E s un m o n u m e n t o ecuestre de subido m é r i t o artístico, reputado como uno de los m e j o r e s del mundo. E n la plaza J o s é P e d r o V a r e l a se levanta a la m e m o r i a del R e f o r m a dor de la E n s e ñ a n z a P r i m a r i a un m o n u m e n t o en m á r m o l y bronce, obra del reputado escultor español B l a y . E n la plazuela J o a q u í n S u á rez, en g r a n i t o y bronce, o t r o mon u m e n t o a la m e m o r i a del gran patricio que a f r o n t a r a la ruda prueba que sufriera la ciudad de Montevideo en el f a m o s o sitio que le valiera el título de Nueva T r o y a . S e procede en estos m o m e n t o s a levantar, en una de las plazoletas que marginan la Avenida Brasil, el m o n u m e n t o a la m e m o r i a del gran intemacionalista brasileño, B a r ó n de Río B r a n c o , obra del escultor nacional P a b l o M a ñ é , en m é r i t o a su destacada actuación c intervención en la rectificación de las fronteras del U r u g u a y con el B r a s i l y en el condominio de las aguas de la laguna ribereña de M c r í n . E n el P r a d o c o n s a g r a la figura artística del pintor C a r l o s M . H e r r e r a , un sencillo m o n u m e n t o en m á r m o l , o b r a del escultor nacional J o s é Belloni. E n el P a r q u e R o d ó , en medio de sus canteros, un sencillo m o n u m e n t o de g r a n i t o y bronce, recuerda el talento literario del escritor uruguayo S a m u e l B l i x c n . E n la c o n j u n c i ó n del Boulevard A r t i g a s y 8 de O c t u b r e , en el gran rond - point que se trazará en esa altura p r o m i n e n t e de la ciudad, será emplazado el m o n u m e n t o que consagre en g r a n i t o y bronce perdurable, la m e m o r i a del gaucho de nuestra epopeya libertadora, a cuyo e n t u s i a s m o y acción patriótica se debe la conquista de nuestra nacionalidad. E n 18 de J u l i o , S i e r r a y Brandzen, la figura caballeresca de Garibaldi, el cruzado de la libertad, tendrá su monum e n t o c o n s a g r a t o r i o por su destacada actuación en el Uruguay durante las tristes épocas de su definitiva consolidación política. Y este a c e r v o a r t í s t i c o público, se c o m p l e t a con m a g n í f i c a s reproducciones en m á r m o l y bronce de las m á s f a m o s a s o b r a s clásicas, distribuidas en los principales paseos públicos de la ciudad.

Montevideo c u e n t a actualm e n t e con cinco cementerios. E l Central, emplazado en la zona sud de la ciudad n u e v a ; el del B u c e o , en el linde con el Boulevard de P r o p i o s , limite urbano de \a ciudad por su e x t r e m o e s t e ; el cementerio I n g l é s p r ó x i m o al del B u c e o ; el cernen ferio de la Teja, en la progresista localidad de este n o m b r e ; y el c e m e n t e r i o del Cerro, en la Villa de igual denominación. S e proyecta actualmente, habiéndose llamado a licitación, para ese o b j e t o , la construcción de un nuevo y m á s grande c e m e n terio dentro de la zona comprendida por la Avenida General F l o r e s al Norte, Millán y C a s t r o , para servir las necesidades de aquel fuerte núcleo de población urbana. E l C e m e n t e r i o Central es el m á s antiguo de los c e m e n t e r i o s de la Ciudad. Sustituyó en 1835 al quise había construido sirviendo las exigencias expansivas de la ciudad colonial, en D u r a z n o y Andes.

Cen/enar-'/o upupciayo

de S u d E s t á reputado c o m o uno de los m e j or dispuestos y más l u j o s o s A m é r i c a y puede o s t e n t a r s e al lado de otros muy vistosos de la m i s m a E u r o p a , por su vestíbulo, su p ó r t i c o c u b i e r t o de cristales sostenidos por elevadas columnas que conduce a la r o t u n d a ; por la distribución interna y los adornos que le dan a s p e c t o de j a r d í n o parque; por las e s t á t u a s y m o n u m e n t o s de verdadero m é rito, debidos muchos de ellos a r e n o m b r a d o s artistas europeos. E l h e c h o de estar en el m i s m o c o r a z ó n de la ciudad, rodeado por una edificación moderna, ha inhabilitado a las autoridades municipales para p r o c e d e r a su ensanche y fué esta u n a de las circunstancias por las cuales, lindero con el a n t i g u o c e m e n t e r i o de la U n i ó n , se c o n s t r u y e r a el C e m e n t e r i o del B u ceo que s e r á por su t r a z a d o y el valor a r t í s t i c o de sus m o n u m e n t o s funerarios, el p r i m e r C e m e n t e r i o del C o n t i n e n t e . En el predio que ocupara h a c e m u c h o s a ñ o s el C e menterio I n g l é s cu las m a n z a n a s comprendidas e n t r e 18 de J u l i o y S o r i a n o y E j i d o y S a n t i a g o de Chile, se levantará, en un futuro no m u y lejano, el P a l a c i o Municipal. A c t u a l m e n t e las autoridades y algunas de las dependencias del C o n c e j o D e p a r t a m e n t a l funcionan en el P a l a c i o J a c k s o n , en la esquina de la plaza C a g a n c h a , y la C á mara R e p r e s e n t a t i v a y sus oficinas en el P a l a c i o propiedad municipal ubicado en la esquina de 25 de Mayo y Juan Carlos Gómez. Su interior fué o b j e t o últimamente de g r a n d e s r e f o r m a s para adaptarlo a las nuevas e x i g e n c i a s municipales y para que en él tuviera un lugar adecuado para celebrar sus sesiones, la A s a m b l e a Representativa.

A d e m á s de Villa Muñoz y el B a r r i o Reus al Sud, M o n t e v i d e o ha incorporado a su patrimonio cdilicio nuevos b a r r i o s para o b r e ros y personas de limitados recursos. S e destacan, por su c o n c e p ción a r q u i t e c t ó n i c a , por la sabia distribución de los predios, por los m i s m o s espacios abiertos que le proporcionan aire, el B a r r i o Casabó, en la falda del C e r r o que mira al oeste, p r ó x i m o a los F r i goríficos " L a Uruguaya" y " S w i f t " ; el c o n j u n t o de c a s a s e c o n ó m i c a s del B u c e o construido por el Municipio en las inmediaciones «leí C e m e n t e r i o del m i s m o n o m bre, sobre la calle R i v e r a ; el B a rrio de la T e j a , p r ó x i m o a las g r a n d e s c a n t e r a s de donde se e x t r a j o la piedra utilizada en el P u e r to de M o n t e v i d e o ; las casas econ ó m i c a s de P u n t a C a r r e t a , construidas por el B a n c o de S e g u r o s del E s t a d o y o t r a s muchas barriadas de casas m ó d i c a s en sus alquileres . I n m e d i a t o al P a r q u e R o d ó , en un amplio predio municipal limitado por el Boulevard España, Avenida 21 de S e t i e m b r e , B o u l e vard A r t i g a s y calle Victoria, se e n c u e n t r a el B a r r i o J a r d í n , cuyo

trazado municipal responde a las

m á s m o d e r n a s tendencias urbanizadoras. En dicho barrio se levantan verdaderos palacetes de hermosos estilos arquitectónicos que expresan e l o c u e n t e m e n t e los progresos realizados por la ciudad de veinte a ñ o s a e s t a parte, en m a t e r i a edilicia. P o b l a c i ó n d e M o n t e v i d e o - S u crecimiento a travos do los a ñ o s . U n p o c o do historia - L a población de la R e p ú b l i c a en su relación c o n l a d e M o n t e v i d e o . D a t o s de los diversos c e n s o s . Cuatro aspectos distintos del Balneario y P l a y a de los Pocitos, centro de reunión aristocrática de la sociedad montevideana y porteña

mil

110 h o m b r e s de guarnición y indios tapes, ocuparon la pe-


X}f fífiro def O clef¿

Cen/encrr/o V/^upuoyo

L a g o y Castillo del Parque R o d ó nínsula dc M o n t e v i d e o una vez que esta fue abandonada por los portugueses, en 1724. E l m i s m o a ñ o que se fundara la ciudad ( 1 7 2 4 ) se levantó su primer padrón, en el q u e se d e j ó c o n s t a n c i a de que su población civil la constituían seis familias llegadas con procedencia de B u e n o s Aires f o r m a n d o un total de 34 personas entre varones, m u j e r e s , adultos y niños. A fines dc ese m i s m o a ñ o dc 1726, la población dc M o n t e v i d e o se elevaba a 1.243 personas, pués se habían incorporado trece familias más, procedentes de las islas Canarias, form a n d o un c o n j u n t o de 96 personas dc a m b o s sexos, y una familia procedente dc B u e n o s Aires compuesta de 3 personas, a las ya existentes y quienes con la guarnición y los mil indios formaban el total a que nos r e f e r i m o s al principio de este párrafo. Al erigirse el Cabildo de M o n t e video, la población de la ciudad se estimaba en 500 vecinos, más la g u a r nición, los n e g r o s y a l g u n o s indios, sin c o n t a r la población flotante form a d a por los marinos del A p o s t a dero. " E l padrón de 1757 dá a la ciudad 1.667 a l m a s y 170 c a s a s . Ni la guarnición ni los n e g r o s e indios e s tán incluidos en el c o n j u n t o . S e g ú n el padrón de la población mandado levantar en 1803 por el Cabildo, e x i s tían e n t o n c e s en la ciudad y suburbios dc Montevideo 4.722 habitantes, de los cuales eran blancos 3 . 0 3 3 ; negros y pardos libres 141; e s c l a v o s 8 9 9 ; peones 603. Montevideo c o n t a b a e n t o n c e s con dos c o m p a ñ í a s del R e a l

Cuerpo dc Artillería con 115 plazas, dos dc naturales de 105 p l a z a s ; el c u e r p o dc milicias denominado " V o l u n t a r i o s " dc Montevideo, con 6 3 4 p l a z a s ; el r e g i m i e n t o de la misma denominación con 700 plazas; una c o m p a ñ í a de g r a n a d e r o s pardos con 100 plazas y otra de m o r e n o s con 60. R e s u l t a que h a b í a de g u a r nición unas 1.934 plazas, o sea más de la tercrea parte de la población civil, sin c o n t a r los individuos p e r t e n e c i e n t e s al A p o s t a d e r o de m a r i n a " . " D i e z a ñ o s después, en 1813 la población b l a n c a q u e existía d e n t r o de la ciudad ascendía a 13.937 person a s de a m b o s s e x o s , según el padrón mandado levantar por el C a b i l d o para la distribución del pan diario entre la gente blanca, con e x c l u s i ó n de la fuerza efectiva que f o r m a b a la g u a r nición y la m a r i n a real. S i a e s t a cifra se a g r e g a la población dc c o l o r y la tropa, resulta que había c o m o 21.000 a l m a s por lo m e n o s , dentro dc los m u r o s de Montevideo, en aquellas épocas". " P e r o e s t a población s u f r i ó un descenso. L a epidemia del e s c o r b u t o se había d e s a r r o l l a d o con tan indecible e s t r a g o e n t r e la población y el ejército, que se calculaban en algunos miles de p e r s o n a s de t o d a s edades las que sucumbieron d u r a n t e v e i n t e meses". " P o r e s t a c a u s a ; por el asedio de la ciudad durante la insurrección patriótica de 1811 a 1814; por la emigración que se p r o d u j o al a p r o x i m a r s e la invasión p o r t u g u e s a , por los t r a s t o r n o s que se siguieron después, se explica que se haya calculado que Balneario de la V i l l a del Cerro | a Ciudad tendría en 1818, dc 3 a

Parque Capurro, sobre la Bahía de Montevideo —

700


J^R O 4 . 0 0 0 a l m a s " . E l c e n s o de 1829 da a la c i u d a d 9 . 0 0 0 a l m a s y el de 1843, 3 1 . 1 8 9 . H e a q u í , en f e c h a s a l t e r n a d a s , la r e l a c i ó n e n t r e la p o b l a c i ó n del d e p a r t a m e n t o de M o n t e v i d e o , c o n el t o t a l de la R e p ú b l i c a .

/¿SPO c/e/V

def

Cen/encrp/o

V p u g u a y o

v i m i e n t o q u e h a t e n i d o | a p o b l a c i ó n del d e p a r t a m e n t o de M o n t e v i d e o , d e s d e 1737, h a s t a el 31 de d . c . e n i b r e de 1924, en un p e r í o d o de un s i g l o y t r e s c u a r tos a p r o x i m a d a m e n t e .

P o b l a c i ó n de la R e p ú b l i c a

Población de I» República . . . Población del Dpto. de .Montevideo . Proporción

74.000

11.000

. . . .

E n la é p o c a d e n u e s t r a I n d e p e n d e n c i a , la p o b l a c i ó n de M o n t e v i d e o e r a a p e n a s el 18.91 % d e la R e p ú b l i c a . E n l o s s e i s a ñ o s s i g u i e n t e s van en a u m e n t o casi p a r a l e l o M o n t e v i d e o y la R e p ú b l i c a , d i s m i n u y e n d o un p o c o la s u p r e m a c í a del d e p a r t a m e n t o n o m b r a d o , q u e v u e l v e a a c e n t u a r s e d e s p u é s de la G u e r r a b r a n d e . D e l 52 al 6 0 se a d v i e r t e una d i s m i n u c i ó n q u e podría e x p l i c a r s e p o r la n e c e s i d a d de r e p a r a r los d e s a s t r e s de la g u e r r a ; r e s t a u r a r las f u e r z a s de prod u c c i ó n en la c a m p a ñ a , r e p o b l a r las e s t a n c i a s , lo q u e c o n t r i b u y ó n o t a b l e m e n t e al m o v i m i e n t o a s c e n d e n t e de la r i q u e z a y f a c i l i t ó el a u m e n t o v e g e t a t i v o de la p o b l a c i ó n y el a u m e n t o p o r i n m i g r a c i ó n , l i a s t e r e c o r d a r q u e t e r m i n a d a la u u e r r a b r a n d e muchos j ó v e n e s montevideanos, m i e m b r o s de familias espect a b l e s se e n t r e g a r o n c o n e n e r g í a y con fé a las f a e n a s r u r a l e s , p r o p e n d i e n d o en p r i m e r a linea a i n t r o d u c i r a l g u n a s m e j o r a s en la g a n a d e r í a n a c i o n a l * i e r o las c o s a s c a m b i a n f u n d a m e n t a l m e n t e a p a r t i r d e 1865, p a r a a c e n t u a r la s u p r e m a c í a de M o n t e v i d e o , s o b r e el r e s t o del p a í s , en los ú l t i m o s a ñ o s , d o h a s t a a q u í al r,.1a,Y i d e p a r t a m e n t o de M o n t e v i d e o en su

Alumbrado p u b l i c o - P a v l l t l e n t ( l c i 6 n .

C o m o

c

(o(|o

C ° n Cl r ° ; S t 0 d d ' > a í s - V e a m o s a h o r * el c r e c i m i e n t o d e m o g r á f i c o del d e p a r t a m e n t o en sí, a t r a v é s de los a ñ o s .

Población dol Dpto de Mdeo

Aumento en el periodo Absoluto

9.000 23.919 100.115 104.383 04.590

Aumento Anual

Relativo

Absoluto"^

Relativo

04.28 % 17.80 " 70.30 " 183.23 "

100.00 " 44.72

"

L a p o b l a n o , 1 de M o n t e v i d e o , s e g ú n las c i f r a s c o n s i g n a d a s se duplica S e g ú n el a u m e n t o de 1829 a 3 5 en 11 a ñ o s 120 d í a s 1835 " 52 " 35 203 " 1852 " 60 " II " 133 » 186(1 " 84 " 13 " 35 1884 " 1910 " 2 6 " _ " 1910 " 1924 " s i g u i e n t e c u a d r o , c o m p l e m e n t o de l o s a n t e r i o r e s , e x p r e s a el " " "

El

desenvol-

O s c i l a c i o n e s e x p e r i m e n t a d a s por el d e s e n v o l v i m i e n t o de la población M o n t e v i d e o , de acuerdo con los diversos padrones, censos, crecimientos v e g e t a t i v o t i n m i g r a t o r i o .

de

PADRONES Y CENSOS

1813

. . .

1852 1800 1884

. . . . . . . . .

1880 . . .

Padrón dol uño 1757. — Reproiiontaclón al Cabildo Por el Sindico Procurador don Nicolás do Herrera ladrón de l„ ciudad de .Montevideo y BU Jurisdicción [orinado el nflo 1778 por el Alcalde Provl^ slonal don Dominico Hau/.á Censo oficial mandado efectuar por el Cabildo . Población cnlculada ?«nso mandado levantar por decreto 3 do Febrero do 1830, con motivo de la elección do Representantea Padrón levantado por el Jeíe Político y de Poileíá doctor don Andrés Lamas . . . . Censo General. — Administración filró . . ' ! ' " " " — " Ilerro . . ' . ' . Montovldeo. — Admltrac. Santos (1 (18 de Noviembre). — . ' Administración . . Tajea (A«reitado al censo el croclmlento voRetat. y nilicrat.j

Censo Nacional (12 do Octubro). — Admlst. Wllllman (Aut'citado al censo el crecimiento voKOtat. y mlirrut.)

1.007

23.020

-4-

9.020

31.180 33.004 57.013 104.028

48.100 4- 10.905 4- 23.019 -I- 100.115

215.001 222.049 234.018 234.088 238.080 244.135 255.225 258.001) 201.132 204.838 204.701 205.572 208.334 273.005 270.034 282.080 280.018 208.533 307.182 300.001 300.231 312.013 320.505 328.410 338.175 348.488 359.520 304.313 308.020 373.001 378.903 38-2.704 387.800 303.107 309.595 407.210 415.105 12 2.400

44444444— 444444444— 4--4----4-------

51.033 0.088 11.009 070 3.392 0.055 11.090 3.705 2.192 3.050 134 808 2.702 5.331 2.300 0.055 0.329 9.515 8.949 2.4 "22 073 3.785 8.44(2 7.905 9.705 10.313 11.038 4.817 4.277 5.344 5.029 3.711 5.1H0 5.277 6.428 7.045 7.025 7.334

p x M )

co

,on¡aI(

M o n

_

S a n e a m i e n t o - S e r v . c . o de a g u a . tevideo transcurrió m á s de medio siglo corriente» y consumo - Limpieza sin los b e n e f i c i o s del a l u m b r a d o p ú b l i p ü b h c a - I r á n a i t o - C o n , U m o púD e s d e 1783 el C a b i l d o c o n 4 p e s o s Co. b h e o - D i v e r s i o n e s . V a l o r d e la de m u l t a o 15 d í a s d e t r a b a j o , a t o d o propiedad . C . f r a . estadísticas. individuo b l a n c o o n e g r o q u e se a t r e v i c r a a t r a n s i t a r p o r las c a l l e s d e la c i u . . . , . , Á dad, d e s p u é s del t o q u e de c a j a s , sin su c o r r e s p o n d i e n t e f a r o l i t o . Q u i e r e d e c i r q u e ni un m i s e r a b l e c a n d i l p r o y e c t a b a su luz a m a r i l l e n t a s o b r e las v e r e d a s y c a l z a d a s de las c a l l e s A fines del s i g l o X V I I I g o z a r o n d e las v e n t a j a s del a l u m b r a d o los s i t i o s m a s c o n c u r r i d o s y los e d i f i c i o s p ú b l i c o s . L o s s u b u r b i o s p e r m a n e c i e r o n p o r a l g u n o s a ñ o s m á s , s u m i d o s en la m á s i m p e n e t r a b l e o b s c u ridad. L o s f a r o l e s u s a d o s en el a l u m b r a d o p ú b l i c o eran d e l a t a , c o n d e f e n s a s d e g r o s e r o y v e r d o s o vidrio, s u j e t o s a la p a r e d o e n a s t a d o s , n o f a l t a n d o u n o q u e

T r e s aspectos de la p l a y a

Malvín


(Jf fifpo G def*

def

'

Cenfencrr/o Uruguayo

r.tro c o l g a d o d e tina c u e r d a q u e s u b i a o b a j a b a m e d i a n t e u n a t o s c a y p e q u e ñ a r o l d a n a o g a r r u c h a . L a g r a s a m a s i n f e r i o r e r a la e m p l e a d a c o m o c o m b u s t i b l e . C o n ella se l l e n a b a un p e q u e ñ o r e c i p i e n t e , p o r l o c o m ú n el f o n d o d c u n a b o t i j u e l a de a c e i t e q u e a s i s e t r a n s f o r m a b a en u n a c a n d i l e j a c o n s u m e c h a d e t r a p o r e t o r c i d o . S o l í a n , en e s t a é p o c a , r e a l i z a r s e i l u m i n a c i o n e s e x t r a o r d i n a r i a s de la c i u d a d , c o n el c o n c u r s o d e l v e c i n d a r i o , c o n m e m o r á n d o s e el n a c i m i e n t o de a l g ú n p r i n c i p e de la f a m i l i a r e a l , o la c o r o n a c i ó n d e un n u e v o r e y . F.l m i s m o m o d e l o d c las c a n d i l e j a s del a l u m b r a d o p ú b l i c o , f u é el a d o p t a d o p a r a el a l u m b r a d o p a r t i c u l a r . S u c o m b u s t i b l e e r a el s e b o q u e se e x t r a í a d e l a s r e s e s c a r n e a d a s p a r a el c o n s u m o del v e c i n d a r i o . " L a vela de s e b o , d i c e un h i s t o r i a d o r , d e f a b r i c a c i ó n c a s e r a , y a f u e r a d e b a ñ o o de m o l d e , a p a r e c i ó d e s p u é s , s i e n d o un v e r d a d e r o p r o g r e s o c o m p a r a d o c o n la p r i m i t i v a c a n d i l e j a , y c u a n d o m á s t a r d e e m p e z ó a h a b e r g r a s e r i a s , la f a b r i c a c i ó n de l a s v e l a s fué p e r f e c c i o n á n d o s e y se a b a r a t ó e s t e a r t í c u l o q u e s e o b t e n í a en l o s a l m a c e n e s y p u l p e r í a s y h a s t a s e v e n d í a d e p u e r t a en p u e r t a , a r a z ó n d e m e d i o r e a l c a d a t r e s v e l a s de d o s t e r c i o s d e l a r g o " . " N o t u v i e r o n z a g u a n las p r i m i t i v a s c a s a s d e M o n t e v i d e o , p e r o s u s m o r a d o r e s s o l í a n s e ñ a l a r l a s c o n la l u z de a l g ú n f a r o l i l l o c o l o c a d o e n la p a r t e i n t e r i o r d c u n a de las h a b i t a c i o n e s , de m o d o q u e se v i e s e la i l u m i n a c i ó n d e s d e el e x t e r i o r , a t r a v é s de l o s v i d r i o s o d e l o s e n t r e a b i e r t o s p o s t i g o s " . " C o m o el t r á n s i t o p o r l a s c a l l e s y p l a z a s d e la c i u d a d e r a p e n o s o , y m u y . p a r t i c u l a r m e n t e d u r a n t e la n o c h e , a c a u s a d e la o b s c u r i d a d y del m a l e s t a d o d e l a s v í a s p ú b l i c a s , las f a m i l i a s q u e t e n í a n q u e s a l i r se h a c i a n a c o m p a ñ a r p o r a l g ú n s i r v i e n t e o peón q u e , c o n un f a r o l e n c e n d i d o , l e s a l u m b r a b a el c a m i n o , n o e x e n t o d e o b s t á c u l o s y p e l i g r o s . L o p r o p i o s e veían o b l i g a d o s a h a c e r las

a u t o r i d a d e s m i l i t a r e s e n c a r g a d a s de la v i g i l a n c i a d e la c i u d a d , d e m o d o q u e el f a r o l p o r t á t i l e r a un a d m i n í c u l o i m p r e s c i n d i b l e p a r a t o d o s " . " E l e n c e n d e d o r de f a r o l e s o f a r o l e r o h i z o su a p a r i c i ó n c o m o f u n c i o n a r i o m u n i c i p a l , c u a n d o la c i u d a d fué p r o v i s t a del o b j e t o a q u e c o n s a g r a b a s u s a f a n e s , e s d e c i r , en la é p o c a en q u e M o n t e v i d e o f u é a d q u i r i e n d o a s p e c t o d c v e r d a d e r a c i u d a d y s u s v e c i n o s , con m a y o r c u l t u r a , se f u e r o n a f i c i o n a n d o a l o s g o c e s y c o m o d i d a d e s d c una c i v i l i z a c i ó n m á s p e r f e c t a . D e s p u é s de la G u e r r a G r a n d e , en 1 8 5 3 , se i n a u g u r ó e n M o n t e v i d e o el a l u m b r a d o p ú b l i c o a g a s , s i e n d o la p r i m e r a c i u d a d a m e r i c a n a q u e i n c o r p o r a b a a s u s p r o g r e s o s e s t a m e j o r a en sus s e r v i c i o s p ú b l i c o s . M á s r e c i e n t e e s el e s t a b l e c i m i e n t o del a l u m b r a d o e l é c t r i c o ( 1 ) . A c t u a l m e n t e la c i u d a d , a ú n e n s u s b a r r i a d a s m á s e s c é n t r i c a s , g o z a de l o s b e n e f i c i o s d c la l u z e l é c t r i c a y d c su e n e r g í a motriz, distribuidas profusamente. H a y tres usinas g e n e r a d o r a s de e n e r g í a y s e g ú n la e s t a d í s t i c a m u n i c i p a l , e x i s t í a n , en 1924, d i s t r i b u i d a s en s u s c a l l e s , p l a z a s , p l a y a s y p a s e o s p ú b l i c o s 10.621 l á m p a r a s , d c 10 a 5 0 b u j í a s , d c 1 0 0 a 4 0 0 b u j í a s y de 6 0 0 a 1.000 b u j í a s . E n l o s c u a d r o s g r á f i c o s q u e i n s e r t a m o s a l f i n a l de e s t e c a p í t u l o se e x p r e s a el d e s e n v o l v i m i e n t o q u e h a t e n i d o e s t e s i s t e m a de a l u m b r a d o m o d e r n o , d e s d e 1905 a la f e c h a .

E l C a b i l d o d c M o n t e v i d e o , en s e s i ó n q u e l l e v a f e c h a 6 d e a g o s t o de 1 7 8 3 , r e s o l v i ó " q u e el m e j o r a r b i t r i o q u e se p u e d e t o m a r p a r a e m p e d r a r l a s c a l l e s d e e s t a ciudad, e s r e c o g e r t o d o s los h o m b r e s q u e se h a l l e n e n . e l l a f su j u r i s d i c c i ó n , sin o f i c i o ni b e n e f i c i o , e j e r c i t a d o s en o c i o s i d a d , c o n g r a v e p e r j u i c i o d e la R e p ú b l i c a y r e l a j a c i ó n d c las b u e n a s c o s t u m b r e s , y c o n a r r e g l o a la r e a l o r d e n a n z a *de 3 0 d e a b r i l d e 1745, o c u p a r a e s t o s c o n la s a c a d e p i e d r a , y p e o n e s p a r a su c o l o c a c i ó n en las c a l l e s " . S e a g r e g ó a e s t e a c u e r d o las s i g u i e n t e s d i s p o s i c i o n e s : " Q u e l o s v e c i n o s a p r o r r a t a c o s t e e n la s a c a d c la p i e d r a e n l a s c a n t e r a s la q u e c o r r e s p o n d a y se n e c e s i t e en s u s r e s p e c t i v a s c a l l e s ; q u e l o s c a r r e t e r o s de p i e d r a , l a d r i l l o , a g u a y c a r r e t i l l e r o s s e a n o b l i g a d o s a c o n d u c i r a las c a l l e s d o n d e se t r a b a j a la p i e d r a d e s i g n a d a del m o d o d i c h o . Q u e t o d o c a r r o q u e e n t r e en e s t a p l a z a y n o s e a del t r a g í n r e f e r i d o h a y a d e h a c e r un v i a j e d e p i e d r a a las c a n t e r a s c o n d u c i é n d o l a s a l l u g a r d e s i g n a d o ; q u e l o s m a e s t r o s p a r a e s t a o b r a , en c o n c e p t o a q u e e s t a c i u d a d a u n e s t á en l o s p r i m e r o s p r i n c i p i o s de su a u m e n t o d e v e c i n o s , d e m a s i a d a m e n t e p o b r e s , p u é s m u chos, por no tener facultades o proporciones no edifican varios sitios que tienen d e s p o b l a d o s y s o l o les e s p e r a n z a el a d e l a n t a m i e n t o q u e el p u e b l o va t o m a n d o y q u e s u s h e r e d e r o s t a l v c z p o d r á n a d q u i r i r p a r a ello, s e a n p u e s t o s p o r el R e y , p a r a de e s t e m o d o a y u d a r al p o b r e v e c i n d a r i o en u n a o b r a d e t a n t a u t i l i d a d y p r o v e c h o , y p a r a q u e n o s e t o q u e n l o s i n c o n v e n i e n t e s q u e d e l o c o n t r a r i o se s e g u i r í a n ; p o r q u e tal e s la p o b r e z a , q u e m u c h o s v e c i n o s s e v e r í a n o b l i g a d o s , p a r a c o s t e a r el e m p e d r a d o , a v e n d e r s u s c a s a s o s i t i o s , c o m o o t r o s a e m p e ñ a r s e , y o t r o s t a l v e z a m e n d i g a r , l l o r a r y /suspirar, p o r q u e p a r a c o s t e a r a q u e l l a o b r a p ú b l i c a , se d e s a p r o p i a r í a n d e su p r o p i a h a b i t a c i ó n y t e r r e n o , q u e e s lo m á s d u r o p a r a un v e c i n o q u e c o n su s u d o r a d q u i r i ó d c s u s a n t e p a s a d o s p a r a c o n s e r v a r l o , y n o p a r a p e r j u d i c a r s e c o n t a n t o g r a d o , y a u n q u e el b e n e f i c i o c o m ú n s e d e b e p r e f e r i r a l d e un p a r t i c u l a r m á s a q u í y a a l o p e r a r n o p o d r í a d u d a r s e c u a l s e r í a el m a y o r b e n e f i c i o , si u n o u o t r o , y asi r e f l e x i v a m e n t e s o b r e t o d o . Q u e el p e o n a j e s e a n l o s p r e s i d i a r i o s en el n ú m e r o q u e p a r e z c a n n e c e s a r i o y c o n v e n i e n t e , q u e p a r a el a r r e g l o de c a r r o s y c a r r e t i l l a s s e n o m b r e el s u j e t o q u e p a r e z c a c o n v e n i e n t e del c u e r p o d e e s t e i l u s t r e C a b i l d o , q u i e n t e n g a la i n s p e c c i ó n d e la o b r a , quien c o n n o t i c i a del m a e s t r o m a y o r d e s i g n e d e p a r t e d e n o c h e , y n o m b r e l o s c a r r o s q u e p o r su t u r n o t o q u e el c o n d u c i r la p i e d r a . Q u e s é p u b l i q u e p o r b a n d o g e n e r a l el p r o y e c t o q u e se a c e p t a r e , y al c a r r e t e r o q u e n o c u m p l i e r e c o n lo q u e e s t á o b l i g a d o , s e le o b l i g u e a b e n e f i c i o d e la o b r a , c o m o m e j o r p a r e z c a al G o b e r n a d o r , a q u i e n c o r r e s p o n d e c o m o P r e s i d e n t e d e e s t e c u e r p o d e s i g n a r la p e n a q u e d e b e s u f r i r y a l v e c i n o , s i e n d o d c d i s t i n c i ó n , s e le e s c a r m i e n t e del m o d o q u e p a r e z c a d e b e r s e h a c e r . Q u e p a r a la r e c o m p o s i c i ó n d c l a s c a l l e s , se s u p r i m a n l o s c a r r o s de a g u a y s o l o la c o n d u z c a n e n o t r o s q u e n o s e a n de t a n t a c o n s i s t e n c i a y s e d e t e r m i n e s o b r e el p a r t i c u l a r , d e m o d o q u e n o s e a n l o s c a r r o s c a p a c e s d e d e s t r u i r l o s e m p e d r a d o s , c o m o se v e r i f i c a r í a si n o s e p r o v i d e n c i a r a lo c o n v e n i e n t e " . S e t o m a r o n a s i m i s m o o t r a s m e d i d a s c o n d u c e n t e s al m i s m o fin, p e r o q u e n o d i e r o n el r e s u l t a d o q u e se e s p e r a b a . C o n el p r o d u c i d o d e a l g u n a s c o r r i d a s d c t o r o s , p u d i e r o n c o m p o n e r s e a l g u n a s c a l l e s , s e t a p a r o n z a n j a s , se n i v e l ó l a p l a z o l e t a del F u e r t e , se c e g a r o n a l g u n o s p a n t a n o s , e h i c i e r o n u n a q u e o t r a veredita. E n 1797, el g o b e r n a d o r d c la p l a z a d e M o n t e v i d e o , d o n J o s é d e B u s t a m a n t e y G u e r r a , p r o y e c t ó la p a v i m e n t a c i ó n de las 2 3 c a l l e s q u e en e s a é p o c a c o n t a b a la ciudad d e n t r o d c m u r o s , p e r o c o m o e s a o b r a d e m a n d a b a la i n v e r s i ó n d e un m i l l ó n d e p e s o s y e r a i m p o s i b l e o b t e n e r l o , l o s b u e n o s p r o p ó s i t o s d e l gobernador no pudieron cumplirse. " A s í p e r m a n e c i e r o n las c a l l e s , p l a z a s y p l a z u e l a s d c la c i u d a d d e S a n F e l i p e y S a n t i a g o d u r a n t e las d o m i n a c i o n e s i n g l e s a , a r g e n t i n a y a r t i g u i s t a , b a s t a q u e g o b e r n a n d o el g e n e r a l p o r t u g u é s d o n C a r l o s F e d e r i c o L e c o r , a p r o v e c h ó el C a b i l d o las b u e n a s d i s p o s i c i o n e s d c e s t e g o b e r n a n t e p a r a d e c i d i r al v e c i n d a r i o p u d i e n t e a q u e a c r e d i t a r a a s u f r a g a r el c o s t o del e m p e d r a d o , p a g á n d o l o a r a z ó n d c m e d i o real la v a r a c u a d r a d a , c o n s i g u i é n d o l o ; c o n l o c u a l s e c o m p u s i e r o n a l g u n a s c a l l e s y se d o t ó d c e s t a m e j o r a a las d e S a n J u a n y S a n F e r n a n d o , actuales calles de I t u z a i n g ó y J u a n C a r l o s G ó m e z , que fueron las p r i m e r a s en r e c i b i r e s t e b e n e f i c i o . L o s v e c i n o s p o b r e s q u e d a r o n e x c c n t o s d e l p a g o de e s t e g a s t o q u e c o r r i ó p o r c u e n t a del C a b i l d o . D u r a n t e e s a m i s m a d o m i n a c i ó n p o r t u g u e s a se e m p e d r a r o n o t r a s c a l l e s del l a d o del n o r t e , s e a b r i ó el p o r t ó n d c S a n J u a n , f a c i l i t a n d o d c e s t e m o d o el a c c e s o a l a c i u d a d p o r d o s p u n t o s o p u e s t o s , p u e s h a s t a e n t o n c e s s o l o e s t a b a h a b i l i t a d o el p o r t ó n d c S a n P e d r o y se l l e v a r o n a c a b o a l g u n a s r e f a c c i o n e s en o t r o s p u n t o s d c la c i u d a d " . " L o d e m á s , i n c l u s o la P l a z a M a y o r , b u e n a s n o c h e s . S e p i s a b a b a r r o c u a n d o se a b r í a n las c a t a r a t a s del cíelo, y p a r a m a y o r g o z o h a b í a q u e c h a p a l e a r l o p a r a ir a la c o m p r a d e la v e r d u r a y d e la c a r n e , a la p l a z a d c la M a t r i z y d c la R e c o b a , d o n d e las b e s t i a s de c a r g a c o n las á r g a n a s , y l a s c a r r e t a s t o l d a d a s , c o n d u c t o r a s de c a r n e , e idem l a s de c a r b ó n q u e v e n í a n a e s t a c i o n a r s e f r e n t e a l C a b i l d o p a r a m e d i r s e y n o d a r " r a b o n a d a " la f a n e g a , c o n t r i b u í a n a d e s t r u i r el p i s o d e la p l a z a M a y o r " . L a p a v i m e n t a c i ó n a b a s e d e e m p e d r a d o d c c u ñ a s e p r o s i g u i ó en l o s a ñ o s sucesivos después de conquistada nuestra independencia, tomando verdadero i m p u l s o d e s p u é s de 1853, E l a d o q u i n a d o d e la c i u d a d v i e j a y d e m u c h a s c a l l e s

Arriba: P l a z a J o s é P e d r o V a r e l a , en el B o u l e v a r d A r t i g a s y A v e n i d a B r a s i l . En el centro: P l a z a T r o u v i l l e , ( P o c i t o s ) . — Abajo: P l a z a T o m á s Gomensoro, (Pocitos)

(1) La historia de ambos sistemas de ulumbrndo los encontrará el posteriores.

lector

en

pAglnus


de caños s u b t e r r á n e o s que sirvieran para " l l e v a r a d i s t a n c i a de los dc la ciudad nueva h a s t a M a l d o lugares habitados las a g u a s sucias nado por el sud, fué obra de m u c h o s e infectas que hayan servido al uso años atrás, en 1890. A c t u a l m e n t e doméstico o a las n e c e s i d a d e s de Montevideo o f r e c e multitud de sus diferentes i n d u s t r i a s " . calles principales y avenidas dc fué t o m a d o en tránsito, asfaltadas o pavimentapor el g o b i e r n o de das con h o r m i g ó n . P o r el primer época c o n j u n t a m e n t e con contrato celebrado entre el Munia n á l o g o del s e ñ o r G c n á r o dc cipio y una E m p r e s a particular, Riva, y después de la t r a m i t a hace diez años, se construyeron ción de orden fué aceptado con 111.120 m e t r o s cuadrados dc pavipreferencia a la del S r . R i v a en m e n t o de a s f a l t o de roca o natural v i s t a de que o f r e c í a m i s v e n t a j a s , y 209.880 m e t r o s cuadrados de asprincipalmente por las mayores falto gilsonite o artificial, es decir, d i m e n s i o n e s de los c a ñ o s y los un total de m á s de 320.000 m e t r o s m e j o r e s m a t e r i a l e s que se e m p i c a cuadrados. S e beneficiaron con esa rían en su c o n s t r u c c i ó n . m e j o r a , la calle Sarandí en su E l 31 dc o c t u b r e de 1 8 : 4 se casi totalidad. Rincón,- 25 de M a y o firmaba, b a j o la presidencia del y algunas transversales, los congeneral F l o r e s , el c o n t r a t o que tornos de la plaza Independencia. autorizaba a la e m p r e s a del señor 18 dc Julio, S i e r r a y una b u e n a Arteaga la c o n s t r u c c i ó n dc c a n o s zona del Cordón, a d e m á s del B o u maestros, de a c u e r d o con c i e r t a s levard Artigas, 8 dc Octubre, condiciones y sobre la b a s e finanBrasil, R a m b l a W i l s o n y o t r a s vias ciera del pago voluntario por los dc importancia. L a guerra eurovecinos. . , pea, encareciendo ta m a t e r i a prima, E s t e fué el principio de la detuvo la t r a n s f o r m a c i ó n dc Ja obra de s a n e a m i e n t o de M o n t e v iciudad en esta parte esencial de deo y bueno es r e c o r d a r que en su urbanización. R e c i é n hace dos aquella é p o c a m u c h a s dc las granaños, las obras se han reiniciado, des ciudades de E u r o p a recicn inihabiéndose celebrado un n u e v o ciaban sus t r a b a j o s de salubrificac o n t r a t o entre las autoridades mución mediante la c o n s t r u c c i ó n dc nicipales y la misma empresa parcolectores en sustitución dc los ticular que tuviera a su c a r g o las simples canales descubiertos que obras primeras, por el cual se llevaban por las calles residuos dc asfaltará una superficie dc 500.000 la vida urbana, cuyas e m a n a c i o n e s m e t r o s cuadrados con a s f a l t o arinfectaban el aire rcspirable, y en tificial o gilsonite. D e n t r o de poSud A m é r i c a era Montevideo la cos a ñ o s tendrá Montevideo un millón seiscientos mil m e t r o s cuaprimera ci*ic, el* terna. vms, o • c i drados de asfaltado dentro dc su lios científica, abordaba la ejecuperímetro urbano. ción dc una obra qué hoy día se A d e m á s del a s f a l t o se ha emconsidera a b s o l u t a m e n t e imprescinpleado el hormigón para el pavidible en todo centro dc población m e n t o de gran número de calles m e d i a n a m e n t e civilizado. de la ciudad novísima, por conD o s años después de la firma trato celebrado en diciembre de del contrato, en 1X56, fué sancio1922. A c t u a l m e n t e una superficie niái lí ?««!l fey saltee in ma•Parque 4e tos M u i o s . — K s p t ó o s &t » i-jtvñte tónatow. m a y o r de 3 5 0 . 0 6 0 m e t r o s c u a i r a teria, estableciendo la obligatoriedos, ha sido beneficiada con esta dad para los propietarios de conm e j o r a , dentro u c u u u de uc la planta p o n , " urba tribuir al pago de las obras, pero con tales excepciones que en la p r á c t i c a na de la ciudad, sin c o n t a r las carreteras cercanas a la misma, como las que se dirigen a Colón, a la B a r r a dc S a n t a L u c í a , a la Villa .del Cerro, que han sido pavimentadas con h o r m i g ó n . En la Avenida Agraciada, notable y amplia vía de tránsito que permite la entrada a la ciudad de los vehículos dc una vasta zona norte de la ciudad, en buena parte de su trayecto, se han hecho felices ensayos con el sistema dc pavimentación " D u r a x " que será adoptado para o t r a s importantes vías de t r á n s i t o dentro de la planta urbana. Montevideo, en este sentido, ha realizado grandes progresos, y dentro dc pocos años o f r e c e r á una fuTron materia de un convenio celebrado entre la J . E . Administrativa y la superficie pavimentada con asfalto y hormigón, como ninguna otra ciudad de e m n r e s a en el a ñ o 1860. Aquellos eran construidos sobre una b a s e p a n a h la A m é r i c a latina.

r,rcr ?fdc s r & r - s %

E l 6 dc setiembre de 1852, se presentaba al Ministerio de Gobierno, hoy del Interior, el s e ñ o r J u a n J o s é dc A r t e a g a con un proyeto para la construcción

b ó v e d a circular-, las comunicaciones con los edificios se hacían con l o z a s dc piedra que formaban un conductor rectangular. L o s c a n o s p n n c i p a s corr an por las calles dc N o r t e a Sud y desaguaban d i r e c t a m e n t e en la costa. E n las

Obra escultórica que se encuentra emplazada en tos jardines que circundan el edificio del Hotel Carrasco

F a u n o Danzante - Zona Norte - Prado


¿Qf ftfjpo def O cZeff

Centenarvo Vrupuayo

•; mmmmmm L í m i t e Este del Jardín

Botánico

Restaurant Municipal. — Prado boca-calles se d e j a r o n unos pozos o "atab e s " para recibir las aguas de lluvia, que más tarde fueron suprimidos porque desprendían p e r f u m e s poco agradables y sustituidos por las bocas de t o r m e n t a con sifón que existen a c tualmente. F.n 1883 se cont r a t ó la prolongación

Botánico

Jardín Botánico Arriba: Avenida a Ja Dirección de Paseos. Centro: Conservatorio A r e c h a v a l e t a . — Abajo : Entrada por el Camino R e y e s

del gran Colector de la calle Miguelete, y o t r o s de la calles Ibicuí y Asunción, para suprimir las inundaciones de esos p a r a j e s . P o s t e r i o r m e n t e fueron c e l e b r a d o s diversos c o n t r a t o s para la ejecución de o b r a s de alcantarillado en algunos barrios excéntricos.

Monumento a Arecha valcta, erigido a la memoria de este naturalista, en los jardines del P r a d o

Jardín

proximidades de las calles C a r m e n y D e fensa, Cuartel L a v a lleja y Cervecería de Robillard. E n 1904 se llevó a cabo el convenio que dió o r i g e n a la construcción de, los c o l e c t o r e s de las calles Agraciada y S a n F r u c t u o s o y dem á s calles de la región al norte del

Arriba: Puente en el L a g o del Parque R o d ó . En el centro: Avenida del Jardín Botánico. Debajo: Avenida de Cocos Campestres. Jardín Botánico

E n 1885 se instaló el c o l e c t o r de la calle S a n t a F é , para dar d e s a g ü e al M a n i c o m i o e inmediaciones, c o l e c t o r que sirvió de base para el c o n t r a t o de 188V que tuvo por o b j e t o llevar el alcantarillado al B a r r i o Reus, al de la H u medad, L a val leja y o t r o s inmediatos al A r r o y o S e c o , llegándose en e s t a f o r m a hasta las

L o c a l de la Dirección de Paseos. —

Arriba: Monumento a José P . V a r e l a . P l a z a del m i s m o nombrd. — En el centro: Monumento " T r a b a j o " . - Parque de los Aliados. — Debajo: Fuente Cordier. - Motivo Central — P r a d o

Sección para la multiplicación de plantas, en el Prado

A r r o y o S e c o . E n 1905 se p r o l o n g ó por 8 de O c t u b r e el c o l e c t o r de la calle C a r m e n . E n 1907 se c o n t r a t ó el a l c a n t a r i l l a d o de los P o c i t o s , en 1908 el de la E s t a n z u e l a e inmediaciones del P a r q u e U r b a n o , y en 1910 la prolongación del de la A v e n i d a 8 de O c t u b r e basta la U n i ó n y las calles de e s t a villa. L a e x t e n s i ó n total c o n s t r u i d a por la E m presa a l c a n z ó a unos 1 8 0 . 0 0 0 m e t r o s . A d e m á s de los t r a b a j o s r e a l i z a d o s p o j la e m p r e s a que fundó el s e ñ o r A r t e a g a , fueron c o n s t r u i d o s , a l g u n o s c o l e c t o r e s por la J u n t a , especialmente en la calle M i g u e l e t e y o t r o s ,

Fuente

del Jardín Botánico en uno sus magníficos canteros

de


X?£ fi£po def CenfcnGrr/o O def* —0/¿upc¿c/yo L o s servicios prestados a la ciudad por la E m p r e s a de C a ñ o s M a e s t r o s , que es necesario apreciar en su j u s t o valor atenta la é p o c a en que e m p e z a r o n a desarrollarse, la hicieron acreedora a la consideración del pueblo y las a u toridades, pero con la expansión de la ciudad por zonas cada vez m á s l e j a n a s y de condiciones dc nivel y densidad de población m e n o s favorables a la actividad de una e m p r e s a privada, que debía c o n t e m p l a r con preferencia la faz c o m e r c i a l de su industria, surgieron necesidades que n o podían ser s a t i s f e c h a s por aquélla, lo que o r i g i n ó en algunas C o r p o r a c i o n e s Municipales el deseo de prescindir de sus servicios y realizar o b r a s dc car a c t e r e s distintos, m á s c o m p l e t a s y e f i c a c e s que las que la E m p r e s a podía e j e c u t a r . F u é en 1902 que la J u n t a presidida por el d o c t o r Heguy inició t r a b a j o s en el sentido indicado y se constituyó una comisión e n c a r g a d a de estudiar la situación legal de la E m p r e s a . J •: V -WÍ5" — . L a s conclusiones a que llegó esta comisión ase! sorada por nuestros p r i m e r o s j u r i s c o n s u l t o s , fueron • — ... favorables a la tesis de que la E m p r e s a no tenía derechos de monopolio o de c o n c e s i o n a r i a respecto de los c a ñ o s maestros, y sí simples p e r m i s o s para fabricarlos, salvo las o b l i g a c i o n e s q u e resultaran de c o n t r a t o s especiales. L a E m p r e s a defendió con e m p e ñ o los d e r e c h o s que consideraba suyos, lo que m a n t u v o indecisa la situación durante varios años, hasta que el g o b i e r n o del doctor Williman a c o r d ó c o n t r a t a r con la misma las redes de Pocitos, E s t a n z u e l a y U n i ó n , con lo cual se paralizaron las g e s t i o n e s iniciadas a ñ o s antes. L a liquidación de la E m p r e s a tuvo origen en la ley proyectada en 1911 por el d o c t o r Maníni y R í o s b a j o el último gobierno del señor Batlle, que sancionada dos años después, dió al Municipio de M o n tevideo los recursos legales y financieros que requería la expropiación de los derechos de aquella. D e acuerdo con dicha ley, el Municipio es el único que puede proyectar, construir y c o n s e r v a r el alcantarillado, de m a n e r a que la actividad de la E m Vista parcial de la V i l l a del Cerro, t o n u d a desde la Fortaleza Artigas. presa cesó casi c o m p l e t a m e n t e , limitándose desde A lo lejos la ciudad de Montevideo e n t o n c e s a dar las c o m u n i c a c i o n e s a sus c a ñ o s ya construidos. En la misma ley se autorizó al Muñícalle 18 de J u l i o , desaguaba en la B a h í a y esta situación poco favorable para cipio a adquirir de la E m p r e s a los derechos de acreedora que la misma tenía la higiene dc toda la región circundante, por la deficiente renovación de las sobre las propiedades ron frente a los caños no pagados todavía, y e s t a b l e c i ó a g u a s c o n t a m i n a d a s , resultó a b s o l u t a m e n t e intolerable al construirse el Puercondiciones para avaluar es< derechos y facultaba así m i s m o a la J u n t a para to, pues los diques que cierran las dársenas, disminuyen considerablemente la i b o n a r la indemnización. emitir una deuda destinada actividad de las corrientes y mareas. F u é necesario estudiar la m a n e r a de aleL a s negociaciones realizad; ÍS con o b j e t o de llegar a un acuerdo respecto j a r hacía el Sud las aguas que afluían a la B a h í a . al m o n t o de la indemnización terminaron en 1015, y en mayo de 1917 ¡ S u r g i e r o n diversas ideas: primero la de construir un gran colector de d o n a b a otra ley aprobando el c o n t r a t o ad referendum celebrado entre la J u n cintura que rodeara la parte dc la B a h í a que constituiría el P u e r t o , desde el ta y la E m p r e s a , por el cual se entregaban a esta última $ 8 5 5 . 0 0 0 en titulas A r r o y o S e c o hacia el Sud y hacia el O e s t e , hasta pasar la P u n t a S a n J o s é ; de deuda, c o m o única compensación por todos los derechos c o r r e s p o n d i e n t e s la falta de niveles hizo a b a n d o n a r esta idea, y el ingeniero Gucrard, que proa 5 4 . 0 0 0 metros dc frente y 4 8 . 0 0 0 m e t r o s de comunicaciones no c o b r a d o s por y e c t ó y dirigió las obras del Puerto, p r o y e c t ó un sistema por el cual todas las aquella a los propietarios, salvo las modificaciones que resultaran del control aguas servidas del Norte de la ciudad serían recogidas en un gran depósito definitivo. que se situaría a la altura de las calles Arapey y Miguelete, para ser elevaL a escrituración definitiva se celebró el 31 de diciembre del año 1018, 63 das mediante una instalación especial de b o m b a s hasta un c o l e c t o r que se años después de iniciar la E m p r e s a sus trabajos. Actualmente la Municipalidad construiría por la calle Paysandú y que las llevaría hacia el O e s t e rodeando está en condiciones de realizar la ampliación de las obras de alcantarillado gela península. E s t e proyecto fué desechado por considerarse innecesaria la instalación de b o m b a s que exigiría un enorme gasto de construcción y explotación, y el ingeniero don J u a n Monteverde propuso auque en corta extensión, por particulares, c o m o el que atraviesa las manzanas comprendidas entre las calles F l o r i d a y Cindadela, dc Mercedes al Norte y algunos en las proximidades dc la costa. U n a gran parte del alcantarillado dc la ciudad, toda la del Norte de la

un colector cínico que rccorrcría /as caites Cuitan{rú,

C o r r i e n t e s , Cuarcim, Agraciada, C e r r o L a r g o , , 25 de A g o s t o y P a t a g o n e s , proyecto que tampoco tuvo aceptación por las escasas pendientes que obligaba a dar a los colectores. L o s estudios fueron continuados por el C o n s e j o N a c i o n a l de I n g e n i e r o s y se aceptó al fin la idea emitida por el d o c t o r don Manuel B . O t e r o y estudiada por los I n g e n i e r o s Michaelson, Monteverde y L e r o y , dc evitar el largo recorrido por el Norte de la ciudad, mediante un túnel que cruzara la ciudad de N o r t e a Sud por una de las calles de Cuareim a R í o Negro, habiéndose encargado al ingeniero Guerard de formular el proyecto definitivo, que presentó poco tiempo después en el a ñ o 1900. E s t e proyecto fué o b j e t o dc largas discusiones; el ingeniero Monteverde, especialmente, lo encontraba deficiente en lo que se refería a su utilidad futura para servir a los barrios del N o r t e de la ciudad, A r r o y o Seco, P a s o Molino, etc. Sin e m b a r g o , fué realizado con pocas variantes y comprende un colector que viene dc Cuñapirú, C o rrientes y Hondean hasta Cerro L a r g o , en donde sus aguas reunidas con las de otro colector que arrancando de Piedras y J u n c a l sigue por Cerro L a r g o , son conducidas al Sud por el túnel de la calle R o n deau que pasa a 32 metros b a j o la estátua de la L i b e r t a d . El otro sistema complementario parte de J u n c a l y Piedras por 25 de A g o s t o y J u a n L . Cuestas hasta Guaraní y la costa Sud. E s t o s dos sistem a s con sus ramales complementarios tienen una extensión de cerca de 20.000 metros y su construcBarrio obrero Casabó en la falda oeste del Cerro de Montevideo ción, incluso las modificaciones necesarias cu las antiguas alcantarillas, exigieron más de un millón y medio de pesos al Estado, neral. L a ley citada contiene disposiciones que p e r m i t i r á n al M u n i c i p i o a b o r lo que no puede m e n o s de considerarse un dinero bien gastado, si se tiene en dar las o b r a s de s a n e a m i e n t o sin e x i g i r l e s a c r i f i c i o s e x a g e r a d o s . cuenta el peligro higiénico que habría significado el e s t a n c a m i e n t o de una L a o b l i g a c i ó n establecida para todas las p r o p i e d a d e s de la r e g i ó n b e n e f i gran masa dc aguas cloacales en las dársenas. ciada p o r el s a n e a m i e n t o , de contribuir por tgttaí af p a g o dc fus o b r a s estén o


/?/{ifipo G del'cT

dcTCcnfenario Uruguayo

Teatro Urquira. — Fachada no comunicadas a la red cloacal, h a c e desap a r e c e r el principal inconveniente de orden fin a n c i e r o que se o p o n í a a n t e s a la e j e c u c i ó n de o b r a s c o m p l e t a s y estudiadas científicamente. L a o f i c i n a de saneamiento municipal creada para intervenir en todo lo que se relacionaba con la e j e c u c i ó n de las nuevas o b r a s reT e a t r o Zabala c l a m a d a s por la e x t e n sión de la planta urbana de la ciudad, la incorporación de nuevos b a r r i o s d e n s a m e n t e edificados dentro y fuera del Boulevard A r t i g a s , inició de inmediato los e - t u d i o s imprescindibles a fin de planear las obra» c o r r e s p o n d i e n t e s a cada región, calcular el c o s t o de las que había que e j e c u t a r en toda una c u e n c a o zona unida por una red de c o l e c t o r e s para establecer así el coeficiente promedio de contribución que correspondiera a cada propiedad. V la primera zona beneficiada por esta m e j o r a , fué la de la E s t a n zuela, en una e x t e n s i ó n de 2o0 h c c t a r e a s de las que s o l a m e n t e 60 poseían caños c o n s t r u i d o s por la E m p r e s a de C a ñ o s M a e s t r o s . S e t r a t a «le una o b r a m a g n í f i c a , con g r a n d e s c o l e c t o r e s c o n s t r u i d o s para «lar desagüe fácil y rápido a una zona de diversos niveles y vertientes abundantes, c o m o así m i s m o a las aguas s e r v i d a s del uso «hjmiciliario. M á s tarde fueron p r o y e c t a d a s y resueltas, con un criterio r i g u r o s a m e n t e científico y de p r o y e c c i o n e s de futuro, las o b r a s de s a n e a m i e n t o en los P o c i t o s y sus a d y a c e n c i a s y a c t u a l m e n t e se e j e c u t a n las del P a s o del Molino, en la e x t e n s a cuenca «leí a r r o y o Miguelete, i n c o r p o r á n d o s e una vasta zona de densa población edilicia a la que ha sido ya beneficiada con esta m e j o r a de c a r á c t e r higiénico. O t r a s z o n a s fuera y dentro del B o u l e v a r d A r t i g a s y h a s t a m á s allá «!«•! C a m i n o de Propios, son estudiadas por las oficinas municipales para dol a r l a s de las «>bras de s a n a m i e n t o requeridas por su importancia edilicia y las e x i g e n c i a s de su higienización. L a e n o r m e e x t e n s i ó n urbana de la ciudad de Montevideo, acrecida en estos últimos a ñ o s por la fundación «le n u e v o s barrios en tierras destinadas hasta a y e r al cultivo; las m i s m a s c o n d i c i o n e s t o p o g r á f i c a s de la ciudad, con vertientes pronunciadas en direcciones distintas, ha h e c h o difícil la solución integral del p r o b l e m a de su s a n e a m i e n t o y ha demandado en cada caso, estudios p r o l o n g a d o s y detenidos por parte de las oficinas respectivas. N o t r a n s c u r r i r á n m u c h o s a ñ o s m á s dado el impulso impreso a estas o b r a s de urbanización e higiene públicas por las a u t o r i d a d e s mu-

Interior del Teatro Solís

nicipales, sin que M o n tevideo quede completam e n t e s a n e a d o por canalizaciones que aseguren la higiénica evacuación de sus a g u a s y la transformen en una de las ciudades mejor y m á s c i e n t í f i c a m e n t e san e a d a s del Mundo.

L o s servicios de limpieza pública y la apliArriba: Teatro 18 de Julio cación de m u l t a s a los Abajof Teatro A l b e n l í (antes " C a t a l u n y a " ) c o n t r a v e n t o r e s de las ord e n a n z a s respectivas, estuvo, d u r a n t e m u c h o s a ñ o s , en Montevideo, a c a r g o de las a u t o r i d a d e s policiales, una vez que el país se c o n s t i t u y ó en n a c i ó n libre. H a s t a 1842 el vaciadero de los residuos domiciliarios cuya r e c o g i d a se hacía por c a r r o , eran los t e r r e n o s situados al c o s t a d o de la a n t i g u a Ciudadela t r a n s f o r m a d a en M e r c a d o P ú b l i c o desde el 1." de m a y o de 1836, hoy plaza I n d e p e n d e n c i a . S e utilizaban esos residuos en el relleno de los p a n t a n o s de las calles m á s transitadas de la ciudad. A n t e s de que la policía utilizase e s t o s residuos en o b r a s de pavimentación, una piara de c e r d o s y un e n j a m b r e de pordioseros se e n c a r g a b a de e x t r a e r , diariamente, las m a t e r i a s o r g á n i c a s c o n tenidas en ellas. E n 1840 se habían destruido 700 c a r r a d a s de basura y t i e r r a para rellenar un gran z a n j ó n de la actual plaza C a g a n c h a . En 1843, don A l e j a n d r o B a r r e r é se p r e s e n t a b a al g o b i e r n o p r o p o n i e n d o e n c a r g a r s e de la recolección de las basuras domiciliarias y del riego de las calles, pidiendo en retribución de esos servicios la e x e n c i ó n de p a t e n t e s de rodados a sus 16 c a r r o s y las cuotas con que v o l u n t a r i a m e n t e c o n t r i b u y e r a el vecindario. D i c h a propuesta fué inmediatamente a c e p t a d a pero n o se iniciaron los servicios que ella emprendía, a causa de la guerra civil. C o m o las c a s a s no tenían letrinas, las condiciones h i g i é n i c a s de la ciudad eran, por esa fecha, detestables. P o r la n o c h e , las inmundicias de los p o z o s negros eran a r r o j a d a s a la calle por los q u e n o podían p a g a r su t r a n s p o r t e al m a r , o e n t r e g a d a s por los que gozaban de holgada posición e c o n ó m i c a a los c o n d u c t o r e s que iban con sus barriles de puerta en puerta, o f r e c i e n d o sus s e r v i c i o s . - C o m o esto levantara protestas, la policía r e g l a m e n t ó la limpieza de letrinas y la e x t r a c c i ó n de inmundicias que solo podía realizarse a d e t e r m i n a das h o r a s de la n o c h e y con un p e r m i s o especial de la policía. L o s barriles, deberían e s t a r provistos «le tapas, no e s t a r e n t e r a m e n t e c o l m a d o s y sus c o n ductores tenían que m a r c h a r por el c e n t r o de la calle en d i r e c c i ó n al m a r p a r a vaciarlos. D u r a n t e todo el t r a n s c u r s o de la Guerra G r a n d e y con m o t i v o de

Interior del Teatro Artigas


r O

Palacio del Gobierno

fi£r>o c/ef Ch/¿fcncrr'/o c/ef i. ~—(lpu±Ju.ai/v

Palacio del Conse|o Nacional de

Ateneo — P l a t a

P a l a c i o Plrla — P l a t a

Caeancha

Proyecto Articas

Administración

Vlst» pardal de la ciudad desde Constituyente y Médanos hacia el " "

Vis ta parcial de Montevideo, desde lo alto del Palacio Legislativo

Vista parcial del Boulevard

'

para

el

Catancha

edificio del Instituto contra I» Sífilis, en la esquina de B r a n d í e n y Sierra

que

se

levantará


Aspecto

que

o f r e c i ó la P l a z a Independencia el día de la del monumento a la memoria de A r t i g a s

inauguración

las e x i g e n c i a s i m p u e s t a s p o r la d e f e n s a de la c i u d a d s i t i a d a , l o s s e r v i c i o s d e l i m p i e z a p ú b l i c a n o p u d i e r o n s e r m e j o r a d a s . A u n en 1 8 5 8 . e s t e s e r v i c i o c o n t i n u a b a a c a r g o d e la P o l i c í a c u y o m a t e r i a l e r a t a n p o b r e y d e f i c i e n t e q u e p o r m e d i o d e u n a s u s c r i p c i ó n p o p u l a r q u e a l c a n z ó a 2 . 3 0 0 p a t a c o n e s , se m e j o r ó con 2 0 carros, 43 muías y a r r e o s correspondientes. E n 1861 se d i c t a b a un r e g l a m e n t o d e l i m p i e z a c u y a s p r i n c i p a l e s d i s p o s i c i o n e s e r a n las s i g u i e n t e s : " H a b r á 3 5 c a r r o s p a r a la e x t r a c c i ó n d e las b a s u r a s d o m i c i l i a r i a s . E s o s c a r r o s d e s c a r g a r á n s o b r e la p l a y a al c o s t a d o o e s t e del C e m e n t e r i o C e n t r a l y allí las b a s u r a s s e r á n q u e m a d a s d i a r i a m e n t e en un a p a r a t o q u e d e b e r á c o n s t r u i r d e i n m e d i a t o el e m p r e s a r i o . C a d a v e c i n o d e b e r á b a r r e r el f r e n t e d e su c a s a h a s t a la m i t a d d e la c a l l e y a m o n t o n a r el b a r r i d o a fin de q u e l o s b a s u r e r o s p u e d a n l u e g o a l z a r l o c o n la p a l a " . " E r a f r e c u e n t e , sin e m b a r g o — d i c e un h i s t o r i a d o r — q u e l o s c a r r e r o s e n v e z de d i r i g i r s e a l v a c i a d e r o d e s c a r g a r a n en a l g u n o s d e l o s p a n t a n o s q u e la J u n t a E c o n ó m i c o A d m i n i s t r a t i v a no podía c o m p o n e r por falta de fondos. E n c o n t r á b a s e a d e m á s o b s t a c u l i z a d o el s e r v i c i o d e l i m p i e z a d e las c a l l e s p o r c o s t u m b r e s c o l o n i a l e s q u e la P o l i c í a n o se a t r e v í a a d e r o g a r en h o l o c a u s t o a pequeños intereses industriales. E l casco urbano era visitado diariamente por

Carne consumida por la población del Departamento de M o n t e v i d e o

desde

Lechones

_

3.609 3.710 4.426 4.491 3.880 4.704 5 . 3 74 7.698 5.707 4.179 5.236 3.807 4.929 9.308 10.956 11.100 12.791 11.095 12.186

-Aspecto de la calle Sarandí desde la plaza Independencia a la calle B a r t o l o m é M i t r e m a n a d a s d e c h i v a s y y e g u a s p a r a el s u m i n i s t r o d e l e c h e y c e n t e n a r e s d e p a v o s conducidos p o r capataces que iban provistos de l a r g o s l á t i g o s que servían p a r a d e t e n e r a la c a r a v a n a y c a p t u r a r la p i e z a e l e g i d a c a d a v e z q u e a p a r e c í a un c o m p r a d o r . L o s v e h í c u l o s e r a n p o c o s y de m a r c h a p e s a d a y l a c i r c u l a c i ó n no resultaba grandemente perjudicada por esas ferias volantes". E n 1865 u n a o r d e n a n z a p o l i c i a l e s t a b l e c í a q u e l o s m a r t e s y s á b a d o s <JC c a d a s e m a n a p r o c e d e r í a n l o s v e c i n o s a l b a r r i d o d e la p a r t e d e v e r e d a y c a l z a d a c o r r e s p o n d i e n t e al f r e n t e d e s u s r e s p e c t i v a s c a s a s . M u c h o s a ñ o s d e s p u é s , se t r a s l a d ó el v a c i a d e r o d e b a s u r a s d o m i c i l i a r i a s a P u n t a C a r r e t a p r i m e r o y m á s t a r d e a l B u c e o , f u e r a del C a m i n o d e P r o p i o s , siendo explotado este servicio por una empresa particular. L a basura proven i e n t e del b a r r i d o d e l a s c a l l e s s i g u i ó a r r o j á n d o s e en l a s i n m e d i a c i o n e s del C e m e n t e r i o C e n t r a l , f r e n t e al m a r , q u e m á n d o s e al aire libre. L o s g r a n d e s t e r r a p l e n e s e x i s t e n t e s en e s a z o n a d e la c i u d a d se d e b e n a la b a s u r a allí d e p o sitada. C o m o se p a l p a r a n l o s i n c o n v e n i e n t e s d e la q u e m a d e la b a s u r a al a i r e l i b r e en la p l a y a del B u c e o , p o r la e x t e n s i ó n d e la c i u d a d h a c i a a q u e l l o s p a r a j e s y p o r la p r o x i Í905 a 1924 inclusive m i d a d d e los C e m e n t e r i o s del B u c e o e I n g l é s , el M u n i c i p i o r e s o l v i ó , e n é p o c a r e l a t i v a m e n t e r e c i e n t e , s u p r i m i r el s i s t e m a d e la c r e m a c i ó n d e las Peso total del Total ganado faenado b a s u r a s , d e s p u é s d e s u c l a s i f i c a c i ó n , al a i r e l i b r e , s u s t i t u y é n d o l a p o r la d e l o s h o r n o s c r e m a t o r i o s . S e c o n s t r u y e r o n tres g r a n d e s h o r n o s al c o s t a d o 190.804 55.840.772 215.233 d e l C e m e n t e r i o C e n t r a l en la m i s m a z o n a d e s t i 61.177.537 201.148 74.596.021 n a d a p a r a a r r o j a r la b a s u r a del b a r r i d o c a l l e j e r o , 257.370 40.244.043 c o n c a p a c i d a d p a r a q u e m a r t o d a la b a s u r a p r o v e 316.175 44.464.246 345.000 46.437.081 n i e n t e de los residuos domiciliarios. A e s o s t r e s 395.111 48.110.002 h o r n o s se le a g r e g a r o n , r e c i e n t e m e n t e , t r e s m á s , 348.503 48.956.801 276.759 44.963.542 c o n s t r u i d o s t o d o s e l l o s c o n el m á s r i g u r o s o c r i 243.329 39.485.000 t e r i o c i e n t í f i c o , d e n t r o d e las m á s m o d e r n a s e x i 223.015 32.304.943 253.424 34.145.706 g e n c i a s y detalles de e s t a s c o n s t r u c c i o n e s , c o n s t i 284.452 38.438.213 t u y e n d o e s t a s o b r a s , u n a d e l a s p r i m e r a s d e su 203.978 36.637.240 304). 330 35.756.000 n a t u r a l e z a i n c o r p o r a d a s a l o s s e r v i c i o s p ú b l i c o s en 352.092 40.245.092 l a s g r a n d e s c a p i t a l e s d e las n a c i o n e s del C o n t i 376.545 44.393.985 n e n t e a m e r i c a n o del sud. L o s p e q u e ñ o s c a r r o s 430.979 49.378.880 446.770 55.169.101 d e s c u b i e r t o s q u e c o n d u c í a n la b a s u r a a l o s s i t i o s 410.630 51.732.434 d e s t i n a d o s p a r a su q u e m a s e m b r a n d o el a m b i e n t e de emanaciones pestilentes, fueron

D e s e n v o l v i m i e n t o de la limpieza pública en M o n t e v i d e o desde 1904 a J923 inclusive

Extracción de basura Barrido • Máquina Metro»

Cuadrillas para el levantado en las calle* Carrada*

Extensión regada Metros

123.390.670 129.105.520 122.172.110 123.083.550 99.901.910 107.500.24C 84.554.795

110.090.000

V¿:».307 .923 115.C69 790 110.074.490 145.709.330 133.843.333 104.705.767 120.213.710 417.801.609

Peso que representan las mismas Kilos

CARROS CHICOS

Extensión Recorrida Metros

110.685.675 127.566.590 123.142.440 127.209.240 142.211.434 143.875.530 138.513.405 145.541.996 147.434.698 145.077.880 144.864.055 108.351.546 162.729.948 149.483.676 156.879.226 223.456.000

Carradas Levantadas

U.WI

10.188 15.010 15.810 17.793 18.518

18.212

27.230 19.738 19.071 19.575 22.311 20.398 18.405 18.501

sustituidos por g r a n d e s carros cub i e r t o s , c o n un r a d i o m a y o r d e r e corrida para sus servicios. S e municipal i z ó t o t a l m e n t e este importante servicio público que hoy puede a f i r m a r s e e s t á o r g a n i z a d o en f o r m a t a l q u e p u e d e s u f r i r sin d e s m e d r o la c o m p a r a c i ó n con los m e j o r e s servic i o s de e s t a í n d o l e e s t a b l e c i d o s en l a s p r i n c i p a l e s c i u d a d e s del M u n d o . Con locales amplios y apropiados, con g r a n d e s talleres p a r a construcción y reparación de rodados, con n ú m e r o suficiente de vehículos y p e r s o n a l , se a t i e n d e n l o s s e r v i c i o s d e l i m p i e z a e h i g i e n e p ú b l i c a en f o r m a eficaz y plenamente de acuerdo con las necesidades de una ciudad c o m o Montevideo de extenso perímetro urbano. E l servicio de r i e g o público está también perfectamente atendido, contándose con abundantes elementos para practicarlo durante todas las est a c i o n e s del a ñ o y p r i n c i p a l m e n t e en


LíDPO

cüefi Alumbrado Público Usinas Luz Eléctrica

1908 190» 1910 1911 1912 1913 1914

1918 1919 1920 1921 1922 1923 1924

Usinas Gas

Lamparillas Luz E l é c t r i c a Calles y plazas 4.450 4.270 4.374 4.450 4.498 4.884 4.069 5.843 6.402 0.433 0.335 0.335 0.870 7.879 8.550 9.807 9.989 10.089 10.289 10.021

A g u a s Corrientes Consumo mensual Mts.3

311.490 347.839 300.170 390.577 443.163 494.781 529.740 504.848 012.472 078.700 719.033 714.475 700.950 830.000 18.242

Consumo anual Mts.3

3.497.793 3.870.594 4.112.330 4.450.439 5.033.720 5.649.235 5.538.028 5.584.774 0.358.968 0.778.178 7.349.670 8.144.400 8.035.600 8.000.700 9.203.400 9.967.1116 10.778.909

def

^entenen^/b S p u p u a y v

Entrada de verduras, fruta, huevos, pescado, aves, leche etc., en los Mercados de Montevideo 1905 - 1 9 2 4 Promedio Consumo diario

9.550 10.021 11.272 12.221 13.758 15.490 15.188 15.307 17.374 18.579 21.139 22.330 23.005 23.008 25.233 27.330 29.941

AÑOS 1908 . 1909 . 1910 . 1911 . 1912 . 1913 . 1914 . 1915 . 1916 . 1917 . 1918 . 1019 . 1920 . 1921 . 1922 . 1923 . 1924 .

. . . . . . . . . . . . . . . . .

1 . 1 . . . . . . . . . . . ! . .

Verdura Kilos 24 25 30 28 27 33 33 30 41 37 33 30 40 53 48

912 194 815 209 980 308 453 9 53 509 400 190 512 818 502 117 899 704

818 233 828 099 598 121 IT!. 908 122 852 748 775 8C8 078 015 809 096

4 0 8 4 0 8 8 10 10 10 9 11 18 29 29 26 13

Fruta Kilo

Huevos Cientos

738 408 653 081 993 911 027 312 303 050 700 621 868 158 189 557 731 918 791 817 318 173 052 568 328 760 775 2(18 2 0 5 220 155

« 2 9 0 .Vil 241 534 4 7 3 118 839 274 243 278 959 307 007 284 430 202 296 224 093 323 733 594 9 7 3 443 092 582 4 0 1 565 925 0H0 742 091 r.Ts

Aves Pares 314 323 337 294 303 436 499 271 276 231 231 395 347 309 208 200 400

Pescado Kilos 433

Mlfi 199 540 363 010 498 341 440 039004 474 611 032 709 000

Leche Litros

491

£

1 . 1 0 2 HHÍ 108 1.317 2 . 0 8 7 531 1.378 1.339 ; n i!Tsó 1.185 1.209 500 510 082 644

350 611 259

282.283

•755 133

897.030

el estío. E l lavado y barrido dc las calles se practica asi m i s m o en f o r m a racional, habiéndose incorporado a los e l e m e n t o s destinados para estos servicios todos aquellos en uso en las m á s avanzadas organizaciones municipales del Mundo. L o s cuadros que i n s e r t a m o s en este capítulo expresan, con elocuencia, el desenvolvimiento adquirido por este servicio público municipal a través de los años.

Montevideo, como podrá observarse en el capítulo respectivo consagrado a los tranvías, es una dc las ciudades del Mundo m e j o r servidas, en las exigencias dc su tráfico urbano y sub - urbano. M e j o r a d a las condiciones de su pavimentación urbana y dc los caminos y c a r r e t e r a s dc acceso a la ciudad con la adopción del a s f a l t o o el hormigón, los vehículos a tracción a sangre que servían sus necesidades comerciales, industriales y las del movimiento de su población, van siendo sustituidos rápida y en f o r m a sorprendente por m o d e r nos vehículos de tracción m e c á n i c a de todas las m a r c a s m á s acreditadas del M u n d o . E n este sentido, Montevideo ha realizado progresos sin precedentes en ninguna otra nación del continente. , A u t o s y camiones, de todas las capacidades, desde los de m á s reducido a los de m á s alto costo, animan e x t r a o r d i n a r i a m e n t e su tráfico al e x t r e m o de que fué necesario r e g l a m e n t a r l o en f o r m a especial para evitar el c o n g c s t i o n a m i c n t o de vehículos en determinadas h o r a s del día y sus peligros. E n 1905, hace solamente veinte años, Montevideo tenía empadronados en las oficinas municipales respectivas, 59 vehículos dc tracción mecánica, en su m a y o r í a a u t o m ó v i l e s particulares. E l 30 dc setiembre dc 1925, esc n ú m e r o se había elevado, segúii los d a t o s que pueden verse en el cuadro inserto en la página 710 de este capítulo, a 16.562. S i se tiene en cuenta que la población de Montevideo no llega a 425.000 habitantes, correspondería un vehículo dc tracción m e c á n i c a por cada 25 habitantes. E s t a proporción varía fundamentalm e n t e si se c o m p u t a el total de vehículos empadronados, sin tener en cuenta la naturaleza dc su t f a c c í ó n . S e g ú n la estadística, existían empadronados el 30 de setiembre dc 1925, 42.805 vehículos, que distribuidos entre los habitantes del d e p a r t a m e n t o , correspondería uno para cada 10 personas de su población perm a n e n t e . En 1905 esta proporción era, en lo que se refiere a los vehículos de tracción m e c á n i c a , de uno por cada 5.084 habitantes y en cuanto a la totalidad dc vehículos de toda tracción, de uno para cada 20 habitantes. L a proporción expresada es bastante significativa y revela, elocuentemente, que, no o b s t a n t e el c r e c i m i e n t o progresivo de la población montevideana, los progresos de la l o c o m o c i ó n han sido verdaderamente sorprendentes.

M o n t e v i d e o es una ciudad extraordinariamente animada, con numerosos lugares públicos y locales para el esparcimiento dc su población. A d e m á s de sus parques, plazas, plazuelas, plazas de ejercicios físicos, fields de football, balnearios etc., cuenta con un gran H i p ó d r o m o , el de M a r o ñ a s , reputado por la e x t e n s i ó n y disposición dc su pista, por los grandes j a r d i n e s que lo circundan, por sus c o n s t r u c c i o n e s suntuosas, uno dc los hipódromos m e j o r e s del M u n d o y de gran capacidad. E n él se realizan frecuentes reuniones hípicas que a d e m á s dc poner de manifiesto el alto valor dc nuestros haras, constituyen m a g n í f i c a s reuniones sociales en las que se congregan los e l e m e n t o s m á s representativos de la sociedad montevideana. E x i s t e n en la ciudad siete grandes teatros, el Solís, el Urquiza, el A r t i g a s , el 18 de J u l i o , el Albeniz, el Zabala y el R o y a l que funcionan regularmente todo el año, desfilando por sus escenarios las c o m p a ñ í a s más acreditadas del Mundo. T o d o s ellos tienen amplios escenarios, magnificas salas para a l b e r g a r millares dc espectadores y por su decorado y su suntuosidad nada tienen que ceder a los teatros dc otras ciudades populosas. T a m b i é n cuenta con no m e n o s dc 70 locales de b i ó g r a f o s muchos de los cuales verdaderos teatros por su disposición interna, por el lujo de sus decoraciones y la capacidad dc sus salas. S o b r e el c o n s u m o de la población de Montevideo, tanto en lo que se refiere al agua potable, como a lo que constituye la base de su alimentación, dan idea e x a c t a los cuadros que en esta página insertamos. Goza el Municipio, como todos los del país, de amplia autonomía y tiene sus recursos propíos provenientes de diversos impuestos, que los aplica a la realización de una vasta obra de c a r a c t e r cdilicio.

E l gobierno municipal dc Montevideo es compartido por un C o n c e j o de Administración local compuesto por siete m i e m b r o s elegidos por el pueblo, en elección directa, proporcional y por voto secreto, y por una C á m a r a Representativa, compuesta de 91 miembros, elegida en las m i s m a s condiciones que el C o n c e j o . E s t e tiene a su c a r g o todo lo que se refiere a la parte administrativa del Municipio, correspondiendo a la C á m a r a R e p r e s e n t a t i v a D e p a r t a m e n t a l todo lo que se refiere a legislación comunal con las limitaciones e x p r e s a m e n t e consignadas en la Constitución.

Arriba: Avenida J8 de Julio, vista tomada de la calle Andes hacia el Este. — En el centro: Avenida General Rondeau, de Uruguay hacia el norte: Abajo: calle Uruguay de Rondean hacia Andes


Vehículo»

191o 191|

. . . . . . . .

1914

. • • •

1916 191;

. . . . . .

223

888 «MIO 912

1912 . . . . 191X . . . .

1915 . . . •

928

1»1H . • . 1»1» . . .

932 934

1921 1922 1923 I8t4

1 004 1 . OH» I 100 1 120 1.130 1.149 1.175

Mt 930

. . •

. . . . . . . . . •• •

1»25 ( I )

981 1.103 1.094 1.155 I 223 1.278 1.320 1.347 1.303

1.1 TO 1.177 : i».; 1. 1*8 . 198

y

Carros fúnebres

Ambulancias

59 109

3 3

39 39

159 198 351 70 4 1.213 1.598 1.783 1.994 2.307 3.233 5.071 5.349 7.140 8.0*7 9.190 11.481 14.21" 10.502

0 7 9 10 10 10 10 10 11 12 12 13 14 10 10 17 17 17

47 50 51 52 54 59 1» 03 05 08 82 78 95 95 95 90 97 99

1.410

. . . .

1907 . . . . 1908 . . . . ltMHj . . . .

1920

Automóviles camiones

CMrrettes

Breacks

I90«

existentes e l 31 d e D i c i e m b r e — 1 9 0 5 - \925 i n c l u s i v o Vuhlculoi do enrga jardineras

0.384 0.683 0.763 0.927 7.207 7.011 7.937 8.131 8.318 8,537 8.901 8.908 9.140 9.819 10.044 10.154

con elásticos

Carros Carretillas

4.819 5.109 5.354 5.549

3.001 3.140 3.240 3.300 3.438 3.521 3.580 3.002 3.802 3.848 3.898 3.913 3.929 4.044 1.079 4.098

0.800 0.055 0.174 0.275 0.302 0.452 0.092 (1.701 7.095 7.257 7.411

.001

7.080

(|) Un «tu el 3o dc «etlctnljre.

1908 1911» 1910 1911 1912 1913 1911 1815 19|fl 1917 191 M 191» 1920 1921 1923 1923 1924

. . | . . . . . . I . . . . . . . . .

5.4»» 41.881 11.804 1.732 5.856 35 300 2 1 . 1*30 8.467 37.898 31.188 19.1*7 14 990 30.974 31.503 25.559 30.798

11.208 31.018 7.297 3.265 23.282 27.263 13.815 15.522 5.592 30.345 35.011 34.729 7.985 15.495 12.881 38.511 30.093

!

5

¿

29.134 17 151 9.513 2.912

79 122 45.700 28.915 29.70»

3.778 17.098 15.011 5.945 4. 558 5.8W1 28.081 9.402 9 011 0.502 1.270 2.040

239.118 70.221 46.405 35.340 39.500 75.587 132.637 152.625 114.004 112.929 81.351 45.245

*l ¿* 24.137 37.740 1)10. loo 150.775 100.013 157.837 108.012 270.887 210.911 57.671 03.852 174.931 41.005 20.400 17.820 151.407 147.900

O

l s

t

i

X 02.240 09.700 85.005 037 53.070 72.720 08.953 54.420 40.042 53.558 89.934 177.402 173.374 70.518 08.893 03.953 72.940

00.099 45.429 75.190 577 52.200 08.028 71.409 59.025 47.343 51.011 7.499 100.888 178.710 75.883 77.277 131.419 12.014.950

0.152 2.471 2.507 108 1.084 1.703 7.253 10.189 5.419 7.794 4.329 5.040 9.770 13.270 11.851 5.199 7.524

372.928 17.884 21.030 29.197 24.740 41.334 40.921 17.430 12.938 15.597 18.792 8.514 12.388 19.025 14.009

í £

¡I

-O < z

50.583 208.901 402.915 00.320 227.0)1 545.195 873.9IM 172.804 1.505.331 1.041.430 003.432 242.787 209.005 110.120 75.790 990.302 784.007

2.950 3.387 5.130 4.070 5.895 12. 109 7.708 3.040 1.970

0.011 3.414 8.330 7.703 5.199 4.503

Hormigón

1 l

E ^

Asfalto cuadrados

i1

Mts.

j

a

Acarreo arena, pedregullo y otros viajes

£

11

1908-1924. Tosca empleada Carradas

1 ! I|

Pavimentación

Pedregullo empl. Metros cúbicos

O <z <

dc

Piedra empleada Carradas

Adoquinado Mts. cuadrados

Trabajos

1 0

84.519 00.890 119.949

52.725 94.277 93.538 178.050 120.133 134.043 172.820 107.023 29.493 121.403 02.315

13.119

145.500 09.718

3.420

EL TEATRO SOLIS versario patrio tan señalado, c o n s t i t u y ó todo un aconM u c h o habría que escribir si tuviéramos que relatar tecimiento. la historia del T e a t r o Solis, nuestro prestigioso " P r i m e r L a función inaugural realizóse con la ópera " H e r n a n i " , cuya inColiseo", como se le denomina con toda propiedad. Ella sería tamterpretación estuvo a cargo de los siguientes a r t i s t a s : S o f í a V e r a L o bién la historia de toda nuestra vida teatral, por lo menos en sus asrína, Dama absoluta; Juan Comoli, i e r . T e n o r a b s o l u t o ; J o s é Cima, pectos más interesantes, ya que por su escenario lian desfilado los i e r . B a r í t o n o ; J o s e f i n a Fati, 2. a D a m a ; Felipe F a t i , B a j o profundo; m á s destacados y aplaudidos elencos universales, especialmente los del Sr. Sardou, B a j o profundo; J . Chioni, 2. 0 T e n o r ; D i r e c t o r de O r a r t e lirico, cuya tradición simboliza gloriosamente, el Solis, en nuestra questa, S r . Pretti. capital. E s necesario agregar que los más grandes c a n t a n t e s del mundo Seria también la historia de buena parte dc nuestra cultura y de han pisado las tablas del proscenio de nuestro primer Coliseo. nuestro desenvolvimiento social. Respecto a su funcionamiento corresponde establecer qué es adH a r t o conocidas son, por lo demás, las características de este ministrado por una Comisión Directiva, la primera de las cuales estuvo esplendido Coliseo, amplio y severo, que tiene la fortuna de poseer formada por las siguientes personas, de vastas vinculaciones en el una acústica incomparable, que le ha dado fama entre los mejores a m b i e n t e : señores Luis Lamas, Juan Miguel M a r t í n e z , J u a n B e n i t o t e a t r o s del mundo. Blanco, Francisco S. Antuña, J u a n F r a n c i s c o Giró, R a m ó n A r t a g a La extremada escasez del espacio de que disponemos, nos impide veytia y Vicente Vázquez. efectuar una reseña detallada y digna del asunto que nos ocupa. Nos Hace algunos años el T e a t r o Solis fué o b j e t o de algunas r e f o r concretamos, pués a lo m á s esencial. mas internas, especialmente de carácter decorativo, a fin de ponerlo Kl T e a t r o Solis fué construido de acuerdo con los planos ideados en consonancia con las exigencias del gusto moderno. por el arquitecto Don Francisco J a v i e r Garmendia, aprobados el 19 L a Comisión que lo rige actualmente está así c o n s t i t u i d a : P r e s i de A g o s t o de 1S41. Kl edificio originario no es, sin embargo, el que dente, Pedro Ktcliegaray; Vice Presidente, Hipólito G a r c í a ; Contador, conocemos en la actualidad, puesto que estaba constituido solamente Gustavo Kd. H o f i por lo que es hoy ní a n n ; T e s o r e r o , el cuerpo central. A Reinaldo Sosa este le fueron adoD í a z ; Secretario, sados, m á s tarde, J o s é Duránj y V i los dos laterales. dal ; Vocales, AlfreL a construcdo Etchegaray y ción del T e a t r o Alberto Vitelli. S o l i s vióse interrumpida durante la P o r sus lincaGuerra Grande, mientos arquitectósiendo inaugurado, nicos es considerap o r esa causa, redo además, el T e a cién el 25 de agost r o Solis, c o m o uno t o de 1K56. de los monumentos Obvio resulta dignos de especial consignar que esa mención, de nuestra inauguración, eleCapital. gula en un a n

T e a t r o S o l í s , en l a a c t u a l i d a d


Pf fifiro def O c/efe

Cenfonar/o Uruguayo

E n t r e los t e a t r o s de M o n t e v i d e o , es el T E A T R O 18 TEATRO 18 DE JULIO llegó a ser, a l c a n z a n d o los m á s encumbrados p u e s t o s del D E J U L I O , uno de los m e j o r e s , lo mismo por su ubicat e a t r o lirico i t a l i a n o . T a m b i é n formaba parte del e l e n c o mencionado, el e x c e l e n t e b a r í t o n o B a l e n t o n i . ción, que por sus apreciables c a r a c t e r í s t i c a s , especialmente a partir desde las i m p o r t a n t e s r e f o r m a s que se le han hecho por iniciativa A la Compañía L i r i c a de T o r n e s s i , siguieron o t r a s m u c h a s de de su propietario el S r . Aníimportancia, y son i n n u m e rables las que han a c t u a d o bal V . B a r b a g e l a t a . eti ese escenario desde aqueT a n conocido es de lla fecha h a s t a h o y . E n t r e n u e s t r o público el T E A T R O o t r a s , cuya nómina se h a r í a 18 D E J U L I O , que 110 será interminable, mencionarenecesario, s e g u r a m e n t e , e x m o s las Compañías italiatenderse en g r a n d e s desnas de d r a m a s , de G r a s s o y cripciones detallistas. P e r o de Salvini ¡ la de opereta, sí, m e r e c e e x p r e s a r s e que t a m b i é n italiana, de W a l t e r las innovaciones en él inG r a n t ; las de t r a n s f o r m i s troducidas, tales c o m o el mo, de F r c g o l i y de F á t i m a r e v e s t i m i e n t o del hall con M i r i s ; las de ópera italiana, m á r m o l e s de colores, y el de F r a n c i o n e , c o n los tedecorado del 111 i s m o, la nores Navia y Novi, y el c o n s t r u c c i ó n de a n t e - p a l c o s , barítono De Franceschi, tan y otros importantes deta• aplaudidos p o r n u e s t r o j u t lles, todos ellos de buen b l i c o ; y la de S a l v a d o r Alig u s t o , le han proporcionado t t a ; las de o p e r e t a s y revisun a s p e c t o m a r c a d a m e n t e tas españolas de S a g i B a r b a , distinguido. de Aída A r c e , de C a r r a s c o O t r a c a r a c t e r í s t i c a que (que m a r c a r a un verdadero n o e s t á al alcance del ess u c e s o con " L a T i e r r a del pectador, pero que c o r r e s S o l " ) , de los U n o s . V e l a z ponde mencionar por la co, a c u y o f r e n t e venía el real i m p o r t a n c i a que reviste, f a tu o s o m a e s t r o Q u i n i t o la c o n s t i t u y e los nuevos Valvcrde, y que nos hizo c a m a r i n e s que se han c o n s c o n o c e r la espléndida y nuntruido. P a r a el e f e c t o , la ca superada revista "El Sucesión Barbagelata ha Príncipe C a r n a v a l " ; la de utilizado una finca, t a m b i é n M é n d e z ; la de R a m ó n P e Teatro 18 de Julio. — Frente de su propiedad, c u y o s fonña ; las de zarzuela e s p a ñ o l a dos lindaban con los del de Casals y López S i l v a ; la T e a t r o , y con f r e n t e a la de Manuel P e n e l l a ; la de calle S a n J o s é . L o s c a m a Montero, Ligero y Fernanrines, de una comodidad, d e z ; de Salvador F e r r e r ; de solidez e higiene únicas en Perdiguero y F e r n a n d e z ; de n u e s t r o s locales de especR e y L o z a d a ; la de c o m e d i a s t á c u l o s públicos, suman 36, españolas de Lola M e m b r i e s t á n c o n s t r u i d o s en cev e s ; la de Bailes R u s o s ; la m e n t o armado, ocupan dos de comedias españolas de S e plantas, y c u e n t a n , todos rrador M a r i ; las de g é n e r o ellos, c o n s e r v i c i o s de nacional de A r e l l a n o - ' l e s a d a , aguas corriente y calefacl'odestá - V i t t o n e , Felisa ción c e n t r a l . Mari, Muiño-Alippi, R i v e r a T a m b i é n el escenario, - D e R o s a s , Pepe l ' o d e s t á ; c o m o resultancia del adiy las tonadilleras L a C o y a t a m e n t o de la nueva finca, y T e r e s i t a Z a z á , que realiha sido ampliado, y el t e c h o zaron varias t e m p o r a d a s . del edificio, que era m e t á Puede decirse que el lico, h a sido revestido de TEATRO iS D E JULIO material, con lo cual han se c a r a c t e r i z a , en la a c t u a quedado eliminados los inlidad, por lo s e l e c t o de sus c o n v e n i e n t e s que ofrecen espectáculos y la p r e f e r e n e s a clase de c o n s t r u c c i o n e s , cia que le dispensa n u e s t r o sobre todo la frialdad que público de familias. proporcionan a la sala en S u capacidad t o t a l e s invierno, y que siempre es de 1631 espectadores, esdifícil c o m b a t i r , pese a la tando divididas las localicalefacción. dades, de la siguiente m a Todas estas importann e r a : 34 palcos, 100 e n t r a Interior de la Sala tes y valiosas m e j o r a s , c o das a palco, 522 plateas, y6 rresponden a la administertulias, 8 0 delanteras de ti ación del S r . Aníbal V. Cazuela, 8 3 d e l a n t e r a s de B a r b a g e l a t a , espíritu amParaíso, 3 5 0 e n t r a d a s de plio e innovador, q u e ha Cazuela, y 4 0 0 de P a r a í s o . sabido e n c a u z a r los n e g o cios confiados a su intelig e n c i a y cuidado p o r una senda de verdadero florecimiento. E l origen del T E A T R O 18 D E J U L I O d a t a del 3 0 de

abril

del

año

KJIO,

en

que fué inaugurado por la Compañía de O p e r a Italiana encabezada por el t e n o r Miguel T o r n e s s i , de g r a t a recordación p a r a nuestro público, y por la S r a . B o ninsegna, que perfilóse, desde e s a temporada, la diva de f a m a universal que por sus relevantes condiciones de intérprete y de c a n t a n t e

Hall de entrada

Camarines

E l c o n f o r t y visualidad que o f r e c e esta sala de e s pectáculos públicos, hacen justificada la predilección (pie le d e m u e s t r a el público, al cual, por lo d e m á s , la acción a c e r t a d a e intelig e n t e de la E m p r e s a , le o f r e c e e s p e c t á c u l o s siempre a t r a y e n t e s y r e n o v a d a s en todas las t e m p o r a d a s . E s a j u s t o título, pués, que c o l o c a m o s el 18 D E J U L I O e n t r e los m e j o r e s t e a t r o s de M o n t e v i d e o por sus p r e s t i g i o s bien s a n e a d o s , por su c o n f o r t y comodidades y ubicación e x c e p c i o n a l .


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d e f < T ASOCIACIÓN PATRIÓTICA d 3 u R U G U A Y Antes d e ^ r o n t t n c l a . e clausura, ^aue T i e n e por noble finalidad esta Asociación difundir, ia palabra el congresal doctor Joaquín de Salterain, quien " a l t ó la a . e n a o n por todos los medios posibles, los conceptos y sentí, ..„„;,„,v,„ del Congreso sobre el cúmulo de importantes asuntos que se h a b u n tratado m i e m o s de solidaridad, e n c a r n a d o s en la palabra Patria. J a m a s la Asociación que vov la índole práctica y por la indiscutible utilidad de los m i s m o s se y P a t r i ó t i c a del U r u g u a y ha excluido a nadie por su credo político O r e í . p o s o , hacía necesario que los señores congresales se const.tuyeran en f a c t o r e s de sino que, por el c o n l r a r i o , ha fundido en todo instante los mas apuesto» caracpropaganda a los efectos de dar favorable terminación a la., obras proyectadas teres ideológicos para llegar a ser, únicamente, una representación genuma de E l o g i ó la labor llevada a cabo, que evidenciaba el P » * " 0 » 8 ™ " ^ ' ? » ~ j e sentimiento nacional. 1.a Asociación Patriótica del Uruguay (ue fundada en ponentes del Congreso, extendiéndose luego en oportunas con iderac.ones de el año 1915 por un gruño de ciudadanos a raíz de algunas conmemoraciones pacarácter nacional, para terminar proponiendo la sanción de «» trióticas, en que la indiferencia pública no había podido ser Quebrantada „ no c l sentido de que se rindiera un aún por el esfuerzo de diversas instituciones de orden cultural. Obtenida su m e n a j e al m á s anciano de los congrepersonería jurídica en 1915, fué constituida su primera Comisión Directiva sales presentes, doctor M a r i a n o F e con los elementos m á s representatirreira y Artigas, y al m á s joven de los vos del país sin distinción de tendenmismos, señor Joaquín Villegas S u a cias partidarias ni credos filosóficos, rez a quien le cupo el honor de ser cumpliendo así su programa de el iniciador del P r i m e r C o n g r e s o P a acción. triótico del Uruguay. E n su primer año de vida la AsoE l doctor J u a n Zorrilla de San ciación convocó, con extraordinario Martín, inmediatamente de aprobada éxito, el P r i m e r C o n g r e s o P a t r i ó t i c o aquella moción entre grandes a c l a m a del Uruguay, cuya labor ha sido de ciones, pronunció un m a g n i f i c o disfecundas proyecciones hasta los mocurso de clausura, dignísimo b r o c h e m e n t o s actuales. de oro de aquel entusiasta Congreso. Apenas enunciado ese pensamienPosteriormente la actuación de to, fué acogido por la prensa e instila Asociación Patriótica no ha estado tuciones públicas y privadas con sinorientada solamente en las c o n m e gular simpatía, y a que con este primoraciones del pasado, sino que tamm e r C o n g r e s o se fortificaría el senbién, haciendo obra de futuro, ha timiento de nacionalidad y el amor a afrontado todos los problemas nala patria, en los precisos instantes en cionales que estaban dentro de su esque acababa de producirse un acto fera de acción. Aún mismo ha llegacomicial preparado por intensas y do a intervenir en las relaciones de agitadas campañas partidarias. F u é confraternidad americana, vinculándoasi que el 25 de Agosto de 1916 se se con sus similares argentinas y reinstaló en Montevideo el referido cibiendo en su seno a los ministros Congreso, deliberando durante cuatro americanos o bien h o m e n a j e a n d o a dias sobre temas de alto interés nalos grandes personajes de las Repúcional. Delegados de toda la República blicas hermanas. llegaron a la capital para participar Primer Congreso Patriótico. Celebró sus sesiones los días de las deliberaciones del Congreso y numerosas familias arribaron también desde los distintos puntos del país para participar de los festejos proyectados. S e obtuvo de parte del Gobierno de la nación la más amplia y franca adhesión al Congreso, y un resonante é x i t o coronó los nobles esfuerzos de sus organizadores, poniendo en evidencia, una vez más, que se mantiene vivo el sentimiento nacionalófilo y que el pueblo sabe conservar y aún enriquecer, la heredad gloriosa de que es depositario.

L a mayoría de las conclusiones a que arribó el P r i m e r Congreso Patriótico del Uruguay han tenido ya su realización práctica, gracias a la fecunda y noble acción de la Asociación Patriótica. E l Presidente del Congreso, doctor L u i s Piera, al declarar inauguradas sus sesiones, tuvo en su discurso expresiones muy elocuentes, que merecieron la tácita aprobación de los delegados presentes en aquel solemne acto. L o s principales temas discutidos y sancionados por e\ Primer Congreso Patriótico del Uruguay versaban sobre cuestiones de trascendental importancia de distintos puntos de vista, como, por e j e m p l o : " S o b r e vagancia y delincuencia infantiles"; " S o b r e mendicidad y delincuencia infantiles"; " F u n d a c i ó n de la Academia de L e t r a s del U r u g u a y " ; " E l Comercio en sus relaciones con el progreso nacional"; "Conservación de los sitios y monum e n t o s históricos"; "Conservación de las tradiciones nacionales"; " I n s t r u c ción de la n i ñ e z " ; " L a prensa y la propaganda patriótica"; " F o m e n t o del arte nacional"; "Adopción de la Bandera de Artigas como bandera de guer r a " ; " D e s a r r o l l o de la Marina nacional de Guerra y M e r c a n t e " ; " I n t e n sificar el amor patrio en la m a r i n a " ; " P a r a los h i j o s de e x t r a n j e r o s " ; " H i m no e s c o l a r " ; "Glórificación de los próceres uruguayos y erección .'del Panteón N a c i o n a l " ; " E l Día del Pat r i o t a " ; " L a Defensa Nacional y el Servicio Militar Obligatorio", y muchas otras conclusiones de verdadero interés para el país. T o d o s esos interesantes temas dieron lugar a largas e importantes discusiones, tomando parte en ellas prestigiosas personalidades nacionales.

24, 25 y 26 de Agosto de 1916 en la sala del Instituto Verdi. Fué una magnífica exteriorización del sentimiento nacional y un rotundo triunfo de la Asociación Patriótica del Uruguay

A R T I G A S . — T o d o s los 19 de junio la Asociación Patriótica, entre otros actos, solemniza el nacimiento del fundador de la nacionalidad, con una gran peregrinación al Sauce

L A S P I E D R A S . — Acto que anualmente y con creciente ilimitado éxito realiza la Asociación Patriótica del Uruguay el 18 de Mayo

L a Asociación Patriótica, pues, llega al pueblo 11o solamente para despertarle el recuerdo noble de • nuestros héroes, sino también para hacerle sentir las alegrías del presente y encauzar su movimiento hacia las rutas que mayor porvenir deparen a la patria. T o d a s sus presidencias se han caracterizado por la intensa labor desarrollada. E11 el período provisorio actuó el coronel Antonio K l i n g e r , con un tesón decidido, que aseguró el éxito de la iniciativa. F u e primer presidente de la Asociación el doctor Luis Piera, que puso al servicio de la novel institución todo su entusiasmo y toda su buena voluntad. L e siguió, con el desinterés patriótico que le caracterizaba, la patricia figura del doctor Mariano P e reira Núñez. A esta le sucedió, con gran entusiasmo patriótico, el doctor Andrés César Pacheco, cuya obra fué complementada por el señor H é c t o r Alberto Gerona. Vino luego a la presidencia de la Asociación el doctor T e ó f i l o T . Piñeíro, que dejó profunda obra para la institución. M á s tarde fué electo el doctor O s c a r F e r r a n d o y . Olaondo y actualmente e j e r c e la presidencia de la Asociación P a t r i ó tica del Uruguay, compartiéndola con la de la Sociedad " L a Criolla", el rector de la Universidad, doctor E l i a s Regules.

E s necesario también tener una palabra de recuerdo para algunos fundadores de la Asociación que hoy ya 11o existen y que colaboraron en form a eficasísima en los éxitos obtenidos. S e a esa palabra en primer lugar para su cx-presidente doctor Mariano Percira Nuñez, para cl doctor Julián Quintana y para los señores Arturo Carboncll y Vives y Juan Carlos R . Mullins. R e s p e c t o a la vida actual de la Asociación puede decirse que de un núcleo pequeño, reducido, ha llegado a tener millares de afiliados, comités delegados en todos los departamentos y brigadas seccionales en la capital de la República. Su esfuerzo por la aviación nacional es n o t o r i o : constituye uno de sus m e j o r e s é x i t o s ; y, frente al Centenario, encabezará el movimiento popular, que no sabe de investigaciones históricas, pero que • siente la verdadera fecha de la patria.


¡Qf íifpo» def O ACOSTA

y L A R A, G U E R R A

y

CenfenaT'/o

V p u c ^ u a y o

TRANSFORMACIÓN

C A R C A VALLO, EN L A

Edificio construido en la calle 25 de M a y o entre Ituzaingó y Treinta y T r e s , propiedad del señor José Pedro Rodríguez

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DE

Edificio que se levanta en la calle Rincón entre Ciudadela y J u n c a l , ocupado por la casa de los Sres. Medeiros Hnos.

EDILICIA

MONTEVIDEO

Chalet construido en la Avenida Agraciada esq. Entre Ríos, Propietario: Sr. Enrique Muñoz

Chalet que se levanta también en la Avenida Brasil esq. Berro Chalet que se levanta en la Avenida Brasil esq. Berro

Edificio levantado en Avenida Brasil esq. 26 de Marzo

Edificio construido en la calle Agraciada y Buschental para la familia Bonomi


def A¡SPO /ZffiBr e f * G dde¿

Cenfenarvo — U r u g u a y o para r e n t a c o n s t r u i d a p a r a el s e ñ o r R o b e r t o P i e t r a c a p r i n a en la c a l l e ->5 de M a y o esquina J u n c a l . F.l bello c h a l e t de s e g u r a s y eleg a n t e s lineas v a s c a s l e v a n t a d o en C a r r a s co. Kl del s e ñ o r C l e m e n t e E s c a n d e en la Avenida E s p a ñ a . L a r e s i d e n c i a del señor Isidoro F v n n en la e s q u i n a de las calles U r u g u a y y Vi, m o d e r n a c o n s t r u c c i ó n en I que se han cuidado h a s t a los m e n o r e s detalles exigidos por el c o n f o r t . F,I s o b e r b i o cha let estilo alemán p r o y e c t a d o y c o n s t r u i d " para el s e ñ o r G u i l l e r m o S t r a u c h . Y el m a g nifico palacio de un delicado v s o b r i o estilo r e n a c i m i e n t o f r a n c é s c o n s t r u i d o en la calh A g r a c i a d a j u n t o al edificio de la L e g a c i ó n A r g e n t i n a v en u n o de los p a r a j e s m á s a l t o -

LA OBRA 1>E L O S A R Q U I T E C T O S VAZQUEZ B A R R I F R E Y RUANO A f i n e s del a ñ o i y i ó q u e d ó c o n s t i t u i d a e n M o n t e v i d e o la sociedad q u e e m p e z ó a gir a r en n u e s t r a plaza b a j o la firma del epíg r a f e , c o m p u e s t a ¡>or dos a r q u i t e c t o s j ó v e nes. lino de e l l o s el s e ñ o r G o n z a l o V á z q u e z l i a r r i e r e . e g r e s a d o dc n u e s t r a F a c u l t a d de A r q u i t e c t u r a en el m e s de f e b r e r o de 1 9 1 6 y o t r o el s e ñ o r R a f a e l R u a n o que c u r s ó sus e s t u d i o s e n F r a n c i a y o b t u v o la revalidación de su t i t u l o en M o n t e v i d e o . D u r a n t e un c o r t o lapso de t i e m p o f o r m ó p a r t e de la sociedad t a m b i é n el a r q u i t e c t o A r m a n d o A c o s t a y L a r a y d u r a n t e nueve a ñ o s el s e ñ o r C a r l o s D e l t o r c h i o . 11 -d,- sus c o m i e n z o s , los s e ñ o r e s \ a z -

Hermoso chalet construido en la Avenida España y Luis de la Torre

(juez B a r r i e r e y R u a n o e m pezaron a t r a b a j a r intensam e n t e o b t e n i e n d o en diversas o c a s i o n e s s i g n i f i c a t i v o s triunfos y conceptuosos e l o g i o s de la c r i t i c a , contribuyendo con o b r a s dc verdadero buen g u s t o , a h e r m o s e a r n u e s t r a ciudad. L o s edificios por ellos proyectados y construidos en diversos p a r a j e s de M o n t e v i d e o han sido un Casa del Dr. Daniel Castellanos en la callc Washington de un severo y armonioso f a c t o r decisivo en el sentiestilo español do de a c r e c e n t a r la c l i e n t e l a de los distinguidos a r q u i t e c t o s cada vez m á s solicit a d o s de n u e s t r o público. E n t r e las importantes obras por ellos realizadas, algunas de las cuales reproducimos e n e s t a página, se hallan la residencia del Sr. Daniel Castellanos c u y o f r e n t e es de un severo v a r m o n i o s o estilo español, y con u n o s interioChalet estilo alemán, propiedad del Sr. Guillermo res en la proStrauch. en el Boulevard Artigas yección de los cuales los arquitectos Vázquez Barriere y Ruano han puesto a c o n t r i b u c i ó n los m á s variados conocimientos en m a t e r i a de a r q u i t e c t u r a y dec o r a c i ó n . L a residencia del señor Horacio HUis en el Camino Cibils, casi esquina K de O c tubre. E l chalet de Manuel A c o s ta y L a r a c o n s truido en Cai rasco. L a exChalet vasco, propiedad del Dr. Alfredo Arocena, pléndida casa ubicado en Carrasco

y

h e r m o s o s de la ciudad. M o n t e v i d e o debe a estos dos distinguidos arquit e c t o s m u c h a p a r t e de su e m b e l l e c i m i e n t o edilicio de pocos a ñ o s a la fecha. Con 1111 c o n c e p t o e c l é c t i c o sobre el a r t e a r q u i t e c t ó n i c o lo aplican en sus p r o y e c t o s infundiendo en t o d o s ellos el sello p e r s o n a l í s i m o de sus condiciones superiores de t a l e n t o , sin repetirse, realizando o b r a a l t a m e n t e m e r i t o r i a que se impone por su belleza, p o r la sabia disposición de sus plantas, por la j u s t é z a del a t r i b u t o decorativo que j a m á s d e s e n t o n a , y por la a r m o n í a de las líneas que responden siempre a un d e t e r m i n a do estilo arquitectónico. P o r esta forma de realizar belleza edilicia, es que los arquitectos Vázquez Barriere y Ruano. tienen elevad o s exponentes de su inteligente labor p r o f e s i o n a 1 en las principales a v e nidas, calles, ramplas, paseospúblicos y baln e a r i o s de nuestra urbe, e n las q u e $e destacan inconfundiblemente, en el c o n j u n t o de los demás edificios que los rodean y constituyen altos valores arquitectónicos de singulares relieves c o nsagratorios para sus a u t o r e s .

Palacio Pietracaprina, ubicado en la . 25 de Mayo y Juncal

Chalet del Sr. Clemente Escande en la Avenida España

Vestíbulo de entrada de la magnífica residenc del Sr. Isidro Fynn


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Detalle del hall de la casa construida en la calle B o l í v a r 1260

Detalle del hall de la casa del Sr. Ugartamendia

Frente de la casa construida en la calle Obligado 1284, perteneciente al Sr. F é l i x Ugartamendía

Frente del hermoso chalet construído en la calle Reyes 19, perteneciente al Sr. Nicolás Duran y Veiga

Living room del chalet de la calle Ellauri 885


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Ccnfencrr/o - U r u g u a y o

D Y C K E R H O F F & W1DMANN S. A. . E M P R E S A

CONSTRUCTORA

P a l a c i o Díaz, al lado del teatro Zabala, construido por la Empresa

P a l a c i o Salvo, la construcción de cemento armado más elevada del mundo

Kn estos últimos años en que la edificación particular y las obras públicas tomaron un gran desarrollo, se ha incorporado a las actividades del país la poderosa firma D Y C K E R H O F F & W I D M A X X S. A. especialista en obras de cemento armado. E s t a Empresa se inició a mediados del año 1923 con el edificio del S e ñ o r Díaz, que linda con el T e a t r o Zabala. Luego proyecta y ejecuta la estructura del gigantesco edificio de los señores Salvo Unos. — que es la construcción de cemento armado más elevada del mundo. Además construyó las estructuras de una fábrica de tejidos del .señor J u a n Púrpura, de unos apartamentos del señor Lapido, de una barraca del señor Segade, y del Montevideo Rowing Club; — pavimentos de hormigón armado en Pocitos, en la Av. 19 de Abril en otra* calles del Prado etc. E j e c u t ó la carretera de hormigón al P a s o de la Arena y está construyendo un gran Puente en la deseml»ocadura del río Arapey. y muchas o t r a s obras de importancia. E s t a Empresa es una • le las m á s conocidas en Alemania Ha hecho allí inr*\ tinidad de obras, tiene establecidas varias fábricas de artículos de cemento y la firma incorporada DlCKERHOFF & SOIIXE. tiene establecida una gran fábrica que produce el reputado cemento p o r t 1 a 11 <1 •DYCKERHOFF". C o n s t r u y ó el Dique de carena de Amberes, varaderos y puertos en Fiume y Hamburgo, regularizando ríos, canales y túneles y un sin número de puentes de gran importancia. H a extendido además sus actividades a diversos países europeo» a s a b e r : Bélgica, 1 lolanda. Suecia. Polonia, Turquía, Austria, S u i z a . España, etc. E n la República Argentina ha construido el gran puerto y el gran dique de carena de Babia Blanca,

que es una

de

las

Una calle de hormigón,

obras más importantes del mundo en su género. Refiriéndose a esta Empresa, decía un conocido a r q u i t e c t o : " a pesar de tratarse de una firma e x t r a n j e r a liará bien al país pues contribuirá con su gran importancia al rápido desarrollo de las obras de cemento armado que utilizan casi solo materias primas del país". Además su nombre está vinculado a una de las obras hidráulicas más importantes que se acaban de realizar en Alemania. Se trata del aprovechamiento de las aguas del L a g o Walchen en Baviera. Para realizar esta obra se llamó previamente a 1111 concurso internacional de proyectos, en donde la Empresa consiguió el primer premio. Con ese proyecto, que luego fué perfeccionado, se llamó a licitación y se construyó esa interesantísima obra. Aprovechando un desnivel sobre dos lagos, y la construcción de largos túneles alimentadores que llegan hasta unos ríos cercanos, se estableció una poderosa usina hidroeléctrica de 150.000 caballos de fuerza. Esta Empresa acaba dc construir y patentar un nuevo tipo de grandes cúpulas destinadas a proyectar, con un ingenioso aparato de la c a s a Cari Zeiss, de J e n a , los planetas y estrellas principales los que describen en la cúpula. en p o c o s minutos, movimientos semejantes a los descritos por los a s t r o s en el cielo. La primera cúpula de este tipo llamado Planetario, fué construida para el Museo alemán de Munich. Además ha construido hace algunos años durmientes para f e r r o - carriles de un tipo especial para asegurar los rieles. No hay duda que en e s t o s momentos que se habla de tender muchos k i l ó m e t r o s de rieles para nuestra campaña, convendría averiguar que resultados han dado estos ensayos, ya que los durmientes de madera dura hay que importarlos del exconstruída por la Empresa

tranjero.


O LA O B R A DE L O S

ARQUITECTOS

CHIAR1NO y T R I A Y

E n el a ñ o 1921 en q u e se r e cibió de a r q u i t e c t o en n u e s t r a F a c u l t a d S u p e r i o r el s e ñ o r A n tonio Chiarino Ravenna quedó c o n s t i t u i d a en M o n t e v i d e o la s o ciedad que g i r a b a j o la f i r m a del e p í g r a f e , i n t e g r a d a por el m e n cionado joven profesional y por el s e ñ o r B a r t o l o m é R . T r i a y que h a b í a o b t e n i d o su t í t u l o en el a ñ o i«)o8. 1 nmediatamente emprendieron su l a b o r c a d a vez m á s i n t e n sa d o t a n d o a n u e s t r a ciudad de a l g u n o s edificios v e r d a d e r a m e n te h e r m o s o s que d e s t a c a n sus lín e a s a r m ó n i c a s y e l e g a n t e s en n u e s t r a s principales calles. L o s g r a b a d o s que a n u e s t r o s l e c t o r e s o f r e c e m o s en e s t a s p á g i n a s , bastan para dar una idea del buen g u s t o y seriedad que c a r a c t e r i z a la o b r a de los d i s t i n g u i d o s profesionales.

Í í S p o

c/a/V

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Ce/i/enarva Vpucjuciyo

obras exclusivamente materiales nacionales, a p e s a r de s e r su c o s t o superior al de o t r o s i g u a l e s que podrian importar de A l e m a n i a , con !<> <[ue c o n t r i b u y e n al f o m e n t o de las industrias e x t r a c t i vas del p a i s y p r o p o r c i o n a n m e r c a d o de c o n s u m o d e n t r o de las f r o n t e r a s patrias a la valiosa r i q u e z a de las c a n t e r a s de m á r m o les, p ó r f i d o s y g r a n i t o s del país, impuestas ya definitivamente y c o n s a g r a d a s p o r sus bellezas en v a r i o s edificios m o d e r n o s de la ciudad, e n t r e los c u a l e s , por no c i t a r o t r o s , el P a l a c i o L e g i s l a t i vo, el P a l a c i o del J o c k e y Club, el P a l a c i o Colón y el del s e ñ o r F r a n c i s c o P i r i a , y en B u e 11 o s A i r e s y N o r t e A m é r i c a en var i a s magnificas construcciones recientes.

E s p o r o t r a p a r t e a los arquitectos nacionales a quienes corresponde, para realizar obra perdurable y difinitiva, hacer tiso del noble m a t e r i a l c o n s t r u c R e p r e s e n t a n ellos las d o s fativo que en a b u n d a n c i a o f r e c e c h a d a s de u n a c a s a p a r a r e n t a , el pais para el p r e s t i g i o de su F a c h a d a a la A v e n i d a 18 de J u l i o del edificio que sobre la plaza Cagancha propiedad de la s e ñ o r a María evolución a r q u i t e c t ó n i c a . construyen los arqts. Chiarino y T r i a y , para la Sra. M a r í a R a v e n n a de Chiarino R a v e n n a de C h i a r i n o , c u y a c o n s Muchas otras construcciot r u c c i ó n se a c t i v a en la Avenida 18 de J u l i o y P l a z a C a g a n c h a , f r e n t e nes t a m b i é n e f e c t u a d a s por los a r q u i t e c t o s C h i a r i n o y T r i a y en el al edificio ocupado p o r el C o n c e j o de A d m i n i s t r a c i ó n D e p a r t a m e n t a l . c o r t o t i e m p o que llevan de labor c o m ú n , hablan muy en a l t o de L o s dos f r e n t e s , de una sobriedad y e l e g a n c i a d i g n a del m a y o r sus s i n g u l a r e s aptitudes a r t í s t i c a s y de la e x t r a o r d i n a r i a capacidad e l o g i o , c o n t r i b u y e n a e m b e l l e c e r n u e s t r a principal avenida, tan falta de t r a b a j o de que se hallan d o t a d o s de edificios de e s a n a t u r a l e z a e imCon e s t o s reputados a r q u i t e c p o r t a n c i a y c o m p l e t a n la edificación tos nacionales, cuya a c t u a c i ó n es b a s t a n t e m o d e r n a y a l t a (pie cirdestacada, m u c h o e s p e r a la t r a n s c u n d a a la p e q u e ñ a plaza donde formación edilicia de Montevideo luce la c o l u m n a de la L i b e r t a d . en el sentido de m e j o r a r sus v i e j o s v reducidos v a l o r e s e s t é c t i c o s . Los arquitectos Chiarino y T r i a y , llevan h e c h a s , en los c u a t r o E g r e s a d o s de n u e s t r a F a c u l t a d de a ñ o s de l a b o r que c o r r e n , a l g u n a s A r q u i t e c t u r a , después de u n a caconstrucciones valiosas y sobresar r e r a brillante, o r i e n t a d o s en las l i e n t e s en n u e s t r a ciudad, c o m o ser bellezas i n t e g r a l e s del a r t e , si es el edificio que ocupa cl B a z a r C o l ó n , m e r i t o r i o lo que ya han h e c h o y en las calles S a r a n d í y J u a n C. reputado por la crítica c o m o b u e n o , G ó m e z , la c a s a p a r a r e n t a en C o n m u c h o m á s es lo que se e s p e r a de v e n c i ó n esq. U r u g u a y donde tienen MI acción i n t e l i g e n t e , de su e n t u s i a s i n s t a l a d o su e s t u d i o ; el p e t i t - h o t e l m o a r t í s t i c o y de su g r a n c u l t u r a propiedad del s e ñ o r A n t o n i o J . V i v o profesional. en el B o u l e v a r d A r t i g a s N.° 1 4 7 4 ; Si algún día se e s c r i b e la hisla c a s a h a b i t a c i ó n de la s e ñ o r a toria del m o d e r n o desenvolvimienC a r m e n T . de Clerici, en la calle t o edilicio de la ciudad de M o n t e A g r a c i a d a N.° 2 3 1 0 ; el chalet del video y su t r a n s f o r m a c i ó n , los diss e ñ o r C a r l o s R a u s c h e r , en la c a l l e tinguidos p r o f e s i o n a l e s que nos o c u J a c k s o n 8 7 4 ; las d e c o r a c i o n e s de la pan m e r e c e r á n 1111 l u g a r d e s t a c a d o r , - . c a s a del s e ñ o r J o s é M . a D u r á n , en e n t r e los a r t i s t a s que han vinculala calle Ibicuí 1 2 2 9 ; d e c o r a c i o n e s y F a c h a d a del mismo edificio sobre la plaza Cagancha do su n o m b r e a 1111 n ú c l e o imporr e f o r m a s del G r a n d H o t e l ; r e f o r m a s tante de o b r a s a r q u i t e c t ó n i c a s perdurables y h e r m o s a s que realzan la i m p o r t a n c i a m o d e r n a de n u e s t r a y a m p l i a c i o n e s en cl edificio de la C o m p a ñ í a de F ó s f o r o s , en las ciudad, 110 s o l a m e n t e por lo que e x p r e s a n c o m o pureza de líneas y calles S a n M a r t í n y C o l o r a d o , y la c a s a para r e n t a de la calle P a y s a n d ú a r m o n í a de c o n j u n t o , sino t a m b i é n por el valor de sus n o b l e s m a t e 1927. U n a de las c i r c u n s t a n c i a s q u e h a h e c h o m á s s i m p á t i c a la l a b o r riales empleados. de los a r q u i t e c t o s C h i a r i n o y T r i a y es la de que ellos utilizan en sus

Planta del 1er. piso del mismo edificio

Planta de los pisos altos


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Ccw/cs7(77'/b U p u ^ U U ^ nos Aires, P a l a c i o e s t e que p o r sus lineas de severa a r q u i t e c t u r a , su elevada t o r r e que c o r o n a su e n - ' trada principal, c o n s t i t u y e un h e r m o s o e x p o n e n t e de las n u e v a s tendencias que imperan en las e s feras públicas en lo que se r e f i e r e a la c o n s t r u c c i ó n de los edificios para a s i e n t o de sus p r i n c i p a l e s oficinas.

LA E M P f E S A C O N S T R U C T O R A « E. CH1ANCONE y Cía " E n el v a s t o d e s e n v o l v i m i e n t o que se viene o p e r a n d o desde h a c e a l g u n o s a ñ o s a e s t a p a r t e en la ciudad de M o n t e v i d e o , es f r e c u e n te o b s e r v a r , en los m á s g r a n d e s y m o n u m e n t a l e s e d i f i c i o s que se c o n s t r u y e n , el c a r t e l a n u n c i a d o r de e s t a E m p r e s a , c u y a especialidad e s la del empleo del c e m e n t o a r m a d o , m a t e r i a l al cual se e s t á n s u b o r d i n a n d o , en las nuevas t e n d e n c i a s c o n s t r u c t i v a s , t o d o s los d e m á s m a t e r i a l e s que c o n a n t e rioridad se empleatian en la fábrica de los edificios. E s t a E m p r e s a de definitivo y amplio a r r a i g o en el a m b i e n t e , es de r e c i e n t e o r g a nización y se debe a la iniciativa del I n g e n i e r o E n r i q u e C h i a n c o n e , e g r e s a d o con a l t a s y h o n r o s a s clas i f i c a c i o n e s , de n u e s t r a U n i v e r s i dad, a fines del a ñ o 1921. F o r m a n p a r t e «le la E m p r e s a un núcleo distinguido y c o m p e t e n t e de A r q u i t e c t o s e g r e s a d o s de n u e s t r a F a c u l t a d , q u i e n e s , en unión de o t r o s e l e m e n t o s p r o g r e s i s t a s , vienen d e s a r r o l l a n d o con é x i t o una acción edilicia i n t e l i g e n t e , imponiendo n o r m a s y principios m o d e r n o s en la t r a n s f o r m a c i ó n de la ciudad y en la e j e c u c i ó n de sus o b r a s púl licas y privadas principales, e imponiéndose por la seAspccto general de la torre de 63 metros de altura del nuevo P a l a c i o Fara el Correo

Detalle

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de la construcción del vestíbulo en el P a l a c i o del Correo

riedad de sus p r o c e d i m i e n t o s y la capacidad de t r a b a j o a las e x i g e n c i a s del medio. 1.a firma " E . C h i a n c o n e y C i a . " está c o n s t i t u i d a por el I n g e n i e r o E n r i que C h i a n c o n e . los a r q u i t e c t o s A n t o nio C a m p y J o s é Y i l l a v e d r a y los señores F e r n a n d o T o r t e j a , M a r i o Chiancoiie, L a u r o B r u m . J a i m e C a m p . J o s é Brum, E r n e s t o Chiancone y Plinio B. Brum. A n t e s de que la E m p r e s a e s t u v i e r a c o n s t i t u i d a en la f o r m a actual, i n t e g r a d a por las p e r s o n a s m e n c i o n a d a s , y e s t a n d o solamente b a j o la dirección del s e ñ o r E n r i q u e Chiancone. o b t u v o la lic i t a c i ó n para la c o n s t r u c c i ó n del g r a n edificio del C o r r e o Central que se t e r mina en la esquina de M i s i o n e s y B u e -

E n la c o n s t r u c c i ó n de e s t e edificio, c u y a a m p l i a c i ó n se p r o yecta para no l e j a n o t i e m p o a fin de que abarque los t e r r e n o s linderos que lo u n i r á n p o r S a r a n d í con el viejo edificio del C o r r e o y l>ara lo cual la E m p r e s a de E . Chiancone y Cía., ha c o n f e c c i o n a do los planos definitivos, n o se h a omitido sacrificio a l g u n o y en ella se ha puesto de m a n i f i e s t o la capacidad técnica de los c o n s t r u c t o r e s y la o r g a n i z a c i ó n e j e m p l a r para la e j e c u c i ó n de e s t a s g r a n des obras.

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E s t e edificio, c u y a s f o t o g r a fías publicamos, e x c e d e en su c o s to a la suma de medio millón de pesos y c o n s t a de c u a t r o pisos de c e m e n t o a r m a d o s o b r e el f r e n t e de la calle M i s i o n e s y c i n c o pisos sobre el de la calle B u e n o s A i r e s , con una altura de 2 5 m e t r o s . E n la esquina de M i s i o n e s y B u e n o s Aires, sobre la m i s m a p u e r t a de e n t r a d a y realzando el c o n j u n t o a r q u i t e c t ó n i c o se eleva una esbelt a t o r r e de 6 3 m e t r o s de a l t u r a que e m e r g e sobre el m a c i z o g e neral de la edificación de la ciudad vieja. L o s planos de este edifi-

Estructura de la cúpula de cemento armada del P a l a c i o

ció han sido e j e c u t a d o s t e n i e n d o en c u e n t a el destino que se le daba y la n e cesidad de los g r a n d e s espacios p a r a el movimiento del e n o r m e público que recurre diariamente a los servicios de la institución portal. E l v a s t o hall que ocupa el c e n t r o del edificio h a sido c o n cebido con un c r i t e r i o de f u t u r o y e s t á todo él c u b i e r t o por una c l a r a b o y a de g r a n d e s dimensiones, h e r m o s a o b r a de a r q u i t e c t u r a , y cuya a r m a z ó n está construida de c e m e n t o a r m a d o , t r a b a j o éste que ha sido j u s t a m e n t e e l o g i a do por los t é c n i c o s , por c o n s t i t u i r una feliz solución en m a t e r i a c o n s t r u c t i v a . Perspectiva general del edificio para la Aduana de Montevideo, cuya construcción la realizará la Empresa E. Chiancone y Cía.


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C o r o n a r á esta torre un faro poderoso, de intenso poder lumístico, a fin de señalar la ruta de las naves que buscan nuestro P u e r t o para realizar, j u n t o a sus dársenas, sus operaciones de carg a y de descarga. Ocupará este m a g n í f i c o edificio 1111 área 110 menor de 10.000 met r o s cuadrados y será construído en c e m e n t o armado, tal como cuadra a la finalidad que se le destina. La Empresa E. CHIANCON E y Cía., e s t á en condiciones de realizar, por su organización, por su capacidad técnica, por los elementos que posee y por su personal experto y competente, las más grandes obras requeridas por el p r o g r e s o público, 110 tan solo en lo que se refiere a edificación de viviendas y locales para fábricas y oficinas públicas, sino también puentes de cemento armado, c a r r e t e r a s modernas, obras hidráulicas, dársenas, en una palabra todo lo que esté dentro del rol profesional del ingeniero y del arquitecto. Constituye por esa sola circunstancia, 1111 elevado exponente

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del grado di- evolución a que lia llegado la industria c o n s t r u c t i v a nacional, sostenida v desarrollada por capitah s propios y por inteligencias nativas. Iiien puede soportar esta Empresa < ! parangón con otras entidades análogas que realizan o b r a concordante de p r o g r e s o y (pie se han incorporado al país, muchas de ellas procedentes del exterior, reclamadas por la intensa transformación que se opera en todos los ordenes de las actividades nacionales.

La labor edilicia desarrollada en Montevideo por esta E m p r e s a es extensa y se reparte por todas las zonas de la ciudad, muchos de cuyos hermosos edificios se deben a su intervención. M e r e c e mención especial el magnífico edificio que en estos momentos construyen en Villa Colón para sede del Colegio Pió, establecido en esa villa pintoresca y floreciente próxima a la ciudad y que una vez terminado será un elevado exponente del p r o g r e s o que ha realizado nuestra ciudad en lo que se relaciona con la construcción de locales para la enseñanza. Han obtenido, asi mismo, los señores E . C H I A N C O N E y Cía. la licitación para la construcción del nuevo edificio para la Aduana (pie se levantará sobre el predio del edificio anterior, en la gran Esplanada Maciel. S e r á este edificio, cuyos planos fueron o b j e t o de un concurso especial en el que intervinieron los más distinguidos técnicos egresados de la F a cultad de Arquitectura, uno de los m á s grandes y suntuosos de la capital nacional y el m á s importante de los edificios públicos, después del Palacio L e g i s lativo, construido en estos últimos años. Su c o s t o se elevará a la suma de dos millones y medio de pesos, oro, aproximadamente y c o n s t a r á de ocho pisos, con amplios locales para que puedan desarrollarse cómodamente todas las operaciones aduaneras. U n a g r a n t o r r e de 76 m e t r o s de altura e m e r g e r á de lo alto del edificio y desde ella se dominará toda la ciudad y una buena extensión de la superficie del Río.

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Perspectiva general del nuevo edificio para Correos, T e l é f o n o s y T e l é g r a f o s que se levanta en la esquina de las calles Misiones y Buenos Aires y cuya construcción, en cemento armado, estuvo a cargo de la Empresa E, Chiancone y Cía.

Cúpula de cemento armado del Patio Central del mismo edificio que constituye toda una m a g n í f i c a solución arquitectónica que prestigia a la Empresa constructora

P o r o t r a parte, esta acreditada Kmprcsa ha puesto de manifiesto, con las obras y a realizadas y las que constituyen su amplio programa de futuro, la capacidad del país, en materia constructiva general, para abordar, por cl espíritu emprendedor de muchos de sus profesionales y la capacidad técnica de los mismos. todas aquellas obras que se vinculan fundamentalmente a sus progresos, tanto en la capital como en cl resto del país. E s sabido, asimismo, que de un tiempo a esta parle se provectan grandes obras públicas en nuestro territorio, ya en su ambiente rural para cl incremento v movilización de la enorme riqueza de los campos, ganadera, agrícola y minera, ya en sus principales poblaciones para dotarlas de todos los servicios reclamados por la higiene y salubridad y cl moderno confort edilicio. Puertos en todo cl litoral uruguayo, puentes sobre la mayoría de los principales cursos de agua que riegan el territorio, c a r r e t e r a s lisas que faciliten el tránsito de los elementos de locomoción que cada día se incorporan a las actividades nacionales, silos, bañaderos. grandes obras hidráulicas cpie transformen la energía muerta de las corrientes impetuosas de nuestra red fluvial, en energía útil para la industria y para cl riego que espera para rendir todos sus beneficios, la solución del problema del combustible b a r a t o y su distribución fácil en toda la extensión superficial del país. V la E m p r e s a C H I A N C O N E y Cía., que ha dado vivo ejemplo de su capacidad técnica y de su buena organización cu las diversas obras que ha realizado hasta la fecha, destacándose como una fuerza propulsora del progreso nacional, está en condiciones excepcionalmente ventajosas para intervenir, con verdadera eficiencia, demostrando una vez m á s la capacidad técnica integral del país en la ejecución de sus g r a n des obras de progreso, en la realización de todo esc vasto prog r a m a de obras públicas que estimularán. a la vez, la iniciativa industrial en la ejecución de o t r a s obras de igual importancia.


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Edificio de la calle Juncal y P l a z a Independencia, costado norte, proyectado y construido por los señores T o s i Hnos.

Edificio de la Avenida 18 de J u l i o y Minas, proyectado y construido por los señores T o s i Hnos.

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Kl Sr. Leopoldo T o s í , terminó sus estudios, con notas de sobresaliente. hace alrededor de 20 años, en nuestra Facultad de Arquitectura. Inmediatamente después de terminar sus estudios, se une a su hermano Domingo, y fundan la empresa constructora, que gira «baj o la razón social de Leopoldo J . T o s i y hermanos. Cimentada esta empresa constructora, en la honradez, competencia y laboriosidad, desenvolvió sus actividades profesionales, por toda la República, en las más variadas construcciones. Como planeadores y constructores de edificios, son los autores del que se yergue en la calle Sarandí, número 675. que es de propiedad del S r . Pablo Ferrando, y en el cual está instalada su importante casa de comercio. O t r o edificio construido por la empresa Tosi Unos., en los últimos tiempos, es el del Sr. Brunet, situado en la Calle Uruguay, en el cual están instalados los señores M a t e o Brunet y Cía. E n San J o s é , fué proyectado y construido por los Sres. Tosi, el hermoso T e a t r o Macció, el cual, quizá sea el más hermoso teatro del interior, j u n t a m e n t e con el del Salto. E n época un poco alejada de la de nuestros días, construyeron el edificio que es sede de la Liga Uruguaya contra la Tuberculosis, cuya airosa y expléndida fábrica, ostenta la calle Magallanes, entre las de Lavalleja y Guayabos. Saliendo de ía actividad de construcción de edificios, entraron en

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los dominios de construcción de puentes, y ejecutaron el del Candil, en Florida, cuya importante obra fué costeada por los vecinos de este Departamento. U n o de los puentes más importantes, construido por la empresa T o s i hermanos, es el del arroyo de Pando, el cual tiene m á s de 100 metros de largo, cuya obra realizada hace años, se mantiene en inmejorables condiciones de conservación. Otro puente construido por esta empresa, es el de Margat. Actualmente edifican, el local que en Paysandú está destinado por el B a n c o República, a sede de su sucursal en dicha progresista ciudad. De todas estas obras se encontrará la reproducción g r á f i c a en la sección correspondiente a cada una de ellas en este libro. No hace muchos meses terminaron un edificio en el Salto, el cual ocupan sus propietarios, los Srs. B. y N. Solari. Actualmente, la firma Tosi Hermanos, forma parte de la empresa constructora de la dársena fluvial. B a j o la dirección de estos emprendedores compatriotas trabajan más de 300 operarios. Terminamos esta breve reseña, señalando el hecho s i g u i e n t e : actualmente construyen las obras de pavimentación ele la calle A g r a ciada, y en otras calles están dirigiendo su pavimentación de hormigón armado. E s t a empresa, gira por año, cerca dc 1111 millón y medio dc pesos.


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imraTT™ E d i f i c i o del B a n c o de Boston en Buenos Aires. F a c h a d a sobre la diagonal Norte COMPAÑÍA

GENERAL

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Interesante perspectiva del m a g n í f i c o edificio del B a n c o de Boston, en Buenos Aires

L a Compañía -»General de Obras Públicas ( S . A . ) fué fundada en el año 1913, con un capital inicial de cuatro millones de pesos m|n. mediante la fusión de las Sucursales que existen en B u e n o s Aires de las empresas c o n s t r u c t o r a s Philipp Holzmann & Cía., de F r a n k f u r t a Main, y Goedhart Hnos., de D u s s e l d o r f ; participaron además en la nueva Sociedad la casa bancaria E r n e s t o T o r n q u i s t y Cía., Ltda. 9 ' dc B u e n o s Aires y la A k tiengesellscharft fiir uberseeische B a u u n t e r n e h m u n gen, de Berlín.

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P r o s e g u í a así la nueva Compañía General de Obras Públicas los negocios iniciados en la Argentina, por dos de las m á s poderosas empresas c o n s t r u c t o r a s ch Europa, y en virtud de la capacidad técnica y financiera con que contaba la nueva entidad, fácil le fué abrirse camino y alcanzar el primer puesto de su ramo en Sud A m é r i c a , como lo prueba c l a r a m e n t e el hecho de haber construido las obras m á s importantes que en los últimos años se han llevado a cabo en la República A r g e n t i n a , alcanzando el m o n t o de ellas, hasta el año actual, a más de ochenta millones de pesos papel. E n t r e las grandes obras ejecutadas por la Compañía General de Obras Públicas en la República A r g e n t i n a m e r e c e n mención especial las s i g u i e n t e s : L í n e a del tranvía subterráneo de P l a z a M a y o a P l a z a Once de Setiembre. H a n g a r e s y Depósitos en el P u e r t o de B u e n o s Aires. Obras de dragado en el Delta del P a r a n á . Grupo de 700 casas baratas para obreros y empleados. Gran Usina eléctrica en el D o c k Sud. Galería General Güemes, en la calle Florida.

Gran conducto de cemento armado para la Cloaca M á x i m a de las Obras sanitarias de la Nación. U s i n a h i d i o - eléctrica, con uti túnel de 2 y 2 kilómetros, en Cacheuta (Provincia de Mendoza). Edificio para la Compañía de Segur JS " L a Sud A m é r i c a " . Levante de vías y enripiado de la línea P e r i c o - O r á n -1 de los F e r r o c a r r i l e s del Estado. j Edificio del Banco B o s t o n , etc., etc. ...[1 r < • < < < 1 5 Cumpliendo el propósito ele extender su radio de acción a o t r o s países, ya en el año 1918 la Compañía General de Obras Públicas c o n t r a t ó con el Gobierno de la República Oriental del Uruguay la construcción del gran puente de c e m e n to armado sobre el río Daymán. E n el año pasado la misma Compañía obtuvo la adjudicación de las importantes obras de Saneamiento para las ciudades de San José, Treinta y Tres y Rocha por un valor de pesos 9 0 0 . 0 0 0 . A raíz de c o n t r a tar estas obras, la CompaGran puente de cemento armado sobre el R í o D a y m á n , construido por la Compañía ñía resuelve abrir una SuGeneral de Obras Públicas cursal en Montevideo, consiguiendo, hace p o c o , las obras de saneamiento de Florida y luego de Rivera. T a m b i é n ha contratado recientemente las obras de pavimentación con hormigón armado en la Avenida 8 de Octubre y el Camino a Carrasco.

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Buque de cemento armado " L a Prensa", de 800 toneladas de desplazamiento

Al año, pués, de abierta la Sucursal en nuestro país, la Compañía General de Obras Públicas ha contratado obras por valor de dos millones de pesos, oro, lo que da una idea de la potencialidad y del crédito adquirido por esta importante empresa constructora que cuenta con todos los elementos indispensables. un personal técnico superior y competente y obreros especializados para todos los t r a b a j o s que ejecuta.


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La Compañía Urugua\a de C e m e n t o Portland " A r t i g a . , " . que t i e n e e s t a b l e cidas sus o f i c i n a s e n la calle Z a b a l a 1568, e s un g r a n e x ponente de la industria u r u g u a y a , q u e lia sabido conquistar sólidos prestig i o s . J u s t i f i c a e s t o s prestig i o s . sin duda alguna, la a l t a calidad del artículo, alt a calidad atestiguada por los m á s reputados t é c n i c o s ,

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"Edificio d e l Jockey Club, de M o n t e v i d e o " . " C h a l e t " del S r . V á z quez B a r r i e r e , en el B o u l e vard E s p a ñ a . " C h a l e t " de don J o s é D u r a n y Vidal. " S a n a t o r i o " de la calle Médanos entre Mercedes y Uruguay. " F á b r i c a de P o r t l a n d " , en S a y a g o . S e t r a t a , pues, de una industria de incalculable c a pacidad productiva y de 1111 vastísiim) radio de a c c i ó n , que irá e x t e n d i é n d o s e m á s , todavía por la a l t a r e p u t a ción y bondad del a r t í c u l o y por la a c e r t a d a acción de sus d i r i g e n t e s .

1 n g e n i e r os, a r q u i t e c t o s , constructores y cuantos han tenido o tienen o c a s i ó n de e m p l e a r el C e m e n t o Portland " A r t i g a s " , que, puede decirse, se ha h e c h o imprescindible en todas las o b r a s «le edificación, c o n s trucción de pavimentos. ViMa «le I» F á b r i c a do O r n e n l o

puentes, etc., e s p e c i a l m e n t e en aquellas a l>ase de h o r m i g ó n . Como dato ilustrativo respecto a la difusión alcanzada por e s t a industria nacional, d e b e m o s c o n s i g n a r que en la actualidad se emplean " 1 2 5 . 0 0 0 b o l s a s m e n s u a l e s " de e s t e portland en e s t e pais. habiendo a l c a n z a d o su c o n sumo, d u r a n t e el a ñ o 1924. a la respetable cantidad t o t a l de " 1 . 2 5 0 . 0 0 0 bolsas. MI e n v a s e de e s t e portland en boleas de 50 kilos cada una ( p e s o n e t o ) facilita el manipuleo y c o n t r i b u y e t a m bién a su a b a r a t a m i e n t o , p u e s t o que se han suprimido, asi, las b a r r i c a s , envase de precio m u c h o m a y o r que, c l a r o e s t á , tenía que g r a v i t a r sobre el a r t í c u l o .

Armado (K»>ac<> a

" K d i f i c i o " de don M a l e o Hrunct. " E d i f i c i o " de la A v . 18 de J u l i o y E d u a r d o A c e v e d o .

E l empleo de la bolsa posee, adem á s . o t r a s v e n t a j a s , tales c o m o la de que puedan a b r i r s e sin necesidad de recurrir a herramientas y que pueden ser a l m a c e n a d a s en l u g a r e s muy l i m i t a d o s . S o n n u m e r o s a s e importantísimas en nuestro país las o b r a s en que se h a empleado el C e m e n t o P o r t land " A r t i g a s " . C i t a r e m o s , e n t r e muchísimas o t r a s , las siguienColón) t e s : " P a l a c i o de Salvo", g r a n d i o s a o b r a en la que empléase e x c l u s i v a m e n t e el portland A R T I G A S , y que insumirá m á s de 40.000 bolsas. " N u e v o edificio para el C o r r e o " , con t o r r e s de hormigón.

Portland

"Artiga»"

" N u e v o palco del Hipódromo X . Maroñas". " C a r r e t e r a de h o r m i g ó n " , entre S a y a g o y Colón. " P u e n t e sobre el río D a y m á n " , Paso «le las Piedras, ( D e p . de S a l t o ) . " C a l l e s de h o r m i g ó n a r m a d o " , en P o c i t o s . " C a l l e s de h o r m i g ó n " , en el D e p a r t a m e n t o de S a l t o . " P u e n t e sobre el U í o N e g r o " , ( P a s o de M a z a n g a n o ) . " T e a t r o Z a b a l a " , de Montevideo. " M u e l l e de la D á r s e n a Fluvial". " E d i f i c i o del S r . D i a z " en la Av. 18 de J u l i o . " S i l o s " de c e m e n t o armado, en la e s t a n c i a " S a n t a Adelaida", del Dr. Alejandro Gallinal. ( D e p . de S o r i a n o ) . " T a n q u e " de la estancia " V i l l a T e r e s a " , de don Pedro J . E t c h e m e n d y . ' de

"Fábrica Alpargatas".

Uruguaya

de

" B e b e d e r o " con capacidad para 200.000 litros, en la e s t a n c i a de don Pedro F e r r é s y Cía. E s t . C o r r a les, ( D e p . de T r e i n t a v Tres). " N u e v a s chimeneas la U s i n a I n c i n e r a d o r a basuras".

Tnmiuc ilc la Kstanda "Villa Teresa", del sortor Pedro .1. Etelionicndy

Calle du Hormigón (Podios)

de de

" E d i f i c i o de la Sucursal del B a n c o de la R e p ú b l i c a " en la U n i ó n .

lit l>nli'r<i ron c a p a d d a d para 200 ooo lltroa. R a í a n - l a «Ir l V d r n Krrré» y í " n

Muelle de la D i r a c n i

fluvial

Kálirlca

Uruguaya

do

Alpargatas

Callo do Hormigón on B a l t o ,

(U. 0 )


X?ffi£po O c/of c

deTGynfenar/o Uruguayo

Dos interesantes fotografías de las grandes canteras que posee en el Cerrito de la Victoria " l a A d a l t a d o r a U r u g u a y a " y de las que extrae la Fiedra necesaria para la base de hormigón, sobre la que se extiende el " G i l s o n i t e "

LA EMPRESA NACIONAL DE PAVIMENTACIÓN U n a de las o b r a s públicas m á s imporla que se e x t i e n d e el " G i l s o n i t e " . L a U s i n a t a n t e s que se lian realizado en la ciudad de " LA A S F A L T A D O R A URUGUAYA " para la elaboración del a s f a l t o , cuya f o t o g r a M o n t e v i d e o en e s t o s ú l t i m o s a ñ o s es, sin fía o f r e c e m o s a n u e s t r o s l e c t o r e s e s t á ubiduda a l g u n a , la p a v i m e n t a c i ó n c o n a s f a l t o de sus calles. E s t e t r a b a j o cada en el C e r r i t o de la V i c t o r i a , y las o f i c i n a s y e s c r i t o r i o s de la que h a c a m b i a d o c o m p l e t a m e n t e el a s p e c t o de n u e s t r a s calles e m b e e m p r e s a en la calle R í o N e g r o N'.v 131») donde t r a b a j a n 4 0 e m p l e a d o s . lleciéndolas y haciendo el t r á f i c o m e n o s m o l e s t o y ruidoso, fué E l p e r s o n a l empleado por " L a A s f a l t a d o r a U r u g u a y a " para d a r e n c o m e n d a d o a la E m p r e s a a s f a l t a d o r a de que n o s o c u p a m o s , por c u m p l i m i e n t o a los c o m p r o m i s o s c o n t r a í d o s con n u e s t r o municipio, r e s o l u c i o n e s del P o d e r E j e c u t i v o de f e c h a 3 de n o v i e m b r e de 1914 y es de 500 o b r e r o s , al f r e n t e de los cuales hay 2 i n g e n i e r o s . 1 g e r e n t e , 23 de f e b r e r o de 1915. ¡ a y u d a n t e s de ingeniería, 8 e m L a iniciación de las o b r a s de p a v i m e n t a c i ó n t u v o l u g a r en el m e s de abril del a ñ o 1916 en div e r s a s z o n a s de la ciudad. D e s p u é s de q u i n c e m e s e s de a r d u a y c o n c i e n z u d a labor, en j u l i o de 1917, m o t i v o s que son de pública n o t o r i e d a d , o b l i g a r o n a " L a Asfaltadora Uruguaya" a s u s p e n d e r sus t r a b a j o s d e s p u é s de h a b e r h e c h o c i e n t o n o v e n t a y dos mil m e t r o s c u a d r a d o s .

pleados, 8 a p u n t a d o r e s y 15 c a p a taces. Con e s t e n u m e r o s o p e r s o n a l la f u e r t e e m p r e s a piensa t e r m i n a r la cantidad de m e t r o s cont r a t a d o s de p a v i m e n t o " G i l s o n i t e " de n u e s t r a s calles, para d e n t r o de t r e s a ñ o s . D i s p o n e de todos los e l e m e n t o s m e c á n i c o s m o d e r n o s y de t r a n s p o r t e para r e a l i z a r la g r a n obra de e m b e l l e c i m i e n t o que se D u r a n t e s i e t e a ñ o s estuviele h a c o n f i a d o y su o r g a n i z a c i ó n ron p a r a l i z a d o s los t r a b a j o s de y su capacidad de realización es a s f a l t a d o h a s t a que, c o n una m o tan amplia que d i f í c i l m e n t e puedificación en el c o n t r a t o c e l e b r a de ser superada p o r n i n g u n a E m do e n t r e la e m p r e s a y la c o m u n a , presa a n á l o g a i n c o r p o r a d a s a 1 p o r la q u e se reducía a medio país y r e c l a m a d a s por sus g r a n millón de m e t r o s c u a d r a d o s solades p r o g r e s o s edilicios de t o d o m e n t e la cantidad de a s f a l t o que orden. h a b r í a de e m p l e a r s e en n u e s t r a s S u s U s i n a s son un m o d e l o calles, se reiniciaron las o b r a s de instalación en la q u e t o d o ha P a v i m e n t a n d o con asfalto una de las calles de Montevideo el día 4 de m a y o del a ñ o 1924 en sido p r e v i s t o con 1111 a l t o c r i t e r i o la calle B r a n d z e n y 18 de j u l i o y t é c n i c o , pudiéndose a f i r m a r 1 o el 16 del m i s m o m e s en la calle S a n J o s é y F l o r i d a . Desde e n t o n c e s m i s m o de sus amplios talleres en los que se p r e p a r a n t o d o s los eleh a s t a h o y " L a A s f a l t a d o r a U r u g u a y a " e n t r e g a al C o n c e j o D e p a r t a m e n t o s y se e f e c t ú a n las r e p a r a c i o n e s de los m i s m o s , empleados en m e n t a l de M o n t e v i d e o , para s e r librado al t r á n s i t o público, un promedio las o b r a s de v a s t a escala que realiza la E m p r e s a . E l solo h e c h o de m e n s u a l de d o c e mil m e t r o s c u a d r a d o s de p a v i m e n t o liso. que ésta, por los c o n t r a t o s realizados con el Municipio de M o n t e v i d e o se h a y a c o m p r o m e t i d o a e n t r e g a r , lista para el t r á n s i t o público, u n a " L a A s f a l t a d o r a U r u g u a y a " es p r o p i e t a r i a en " L a s P i e d r a s " y superficie no m e n o r de doce mil m e t r o s c u a d r a d o s , dice con e l o c u e n c i a , en el " C e r r i t o de la V i c t o r i a " , de dos v a s t a s c a n t e r a s de piedra de las m á s que cualquier o t r a a f i r m a c i ó n , de su capacidad de p r o d u c c i ó n . que se e x t r a e la producción n e c e s a r i a p a r a la base de h o r m i g ó n s o b r e

Usina y talleres de la "Asfaltadora Uruguaya" donde se prepara el asfalto que se emplea en la pavimentación de las calles de Montevideo


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Uruguayo

Loa Empresario» TV«t/elc» la del aplaudido a c t o r E r n e s t o Y i l e h e s , que n u e s t r o púE n t r e los empresarios teatrales que cuenta Mónteblico no c o n o c í a : y diversas o t r a s , a l c a n z a n d o un t o t a l JUAN A. CADEROSSO te video, m e r e c e d e s t a c a r s e a Don J u a n A. C a d e r o s s o , c o de 4 8 6 espectáculos durante el a ñ o . P o r ese e n t o n c e s p r o p i e t a r i o del " T e a t r o A r t i g a s " c o n v e r t i d o hoy en uno ees adquirió el S r . Caderosso el T e a t r o A r t i g a s , iniciando las activide n u e s t r o s m e j o r e s l o c a l e s de e s p e c t á c u l o s públicos. L a vida de e s t e dades del m i s m o con la " C o m p a ñ í a A r g e n t i n a L u s i t a n a M o r g a n t i " , la h o m b r e de n e g o c i o s , que es u r u g u a y o , c o n s t i t u y e todo un e j e m p l o cual hizo allí una e x c e l e n t e temporada. M á s tarde y c u a n d o la adde l a b o r i o s i d a d , y a que a l t e r n a su ocupación f a v o r i t a con o t r o s diquisición de una finca contigua al e s c e n a r i o c o n s i n t i ó l e d a r a é s t e una v e r s o s g é n e r o s de actividad, tales c o m o t r a n s a c c i o n e s sobre c o m p r a ampliación superior a t o d o s los d e m á s v e n t a de c a m p o s , f i n c a s , solares, prot e a t r o s m o n t e v i d e a n o s , s o m e t i ó la sala p a g a n d a c o m e r c i a l , e t c ; es m i e m b r o de del " A r t i g a s " a r e f o r m a s f u n d a m e n t a la D i r e c t i v a de la " S o c i e d a d y Circulo les. que le p r o p o r c i o n a r o n 1111 c a r á c t e r U r u g u a y o de A u t o r e s " , en la que ocudc suntuosidad muy d i s c r e t a y s u m a pa el c a r g o de s e g u n d o V i c e - p r e s i mente agradable. dente. L a reinauguración de e s t e T e a t r o , N'o o b s t a n t e , y pese al c ú m u l o de reformado, c o r r e s p o n d i ó a la " C o m p a t a r e a s que le a b r u m a n , e n c u e n t r a , toñía A r g e n t i n a de M u i ñ o - Alippi". L u e davía, el medio iL« s a t i s f a c e r e x i g e n go r e g i s t r ó una " r e n t r é e " de la " C o m cias espirituales traducidas en pie/as pañía R a m b a l " , con c u y o c o n c u r s o el de t e a t r o , que revelan en quien las hizo " C í r c u l o U r u g u a y o de A u t o r e s " o r g a tina m a n o avezada y una mentalidad nizó un expresivo h o m e n a j e al i n s i g n e despierta. a u t o r de " L o s I n t e r e s e s C r e a d o s " don P e r o j u z g u e m o s al S r . C a d e r o s s o J a c i n t o B e n a v e n t e , que a la s a z ó n hab a j o su a s p e c t o de e m p r e s a r i o t e a t r a l , llábase en M o n t e v i d e o . que es el que c u a d r a a n u e s t r o c o m e A la " C o m p a ñ í a R a m b a l " , siguietido. ron las de A n g e l a T e s a d a , que r e a l i z ó e x i t o s a m e n t e 1111 ciclo de r e p r e s e n t a ciones con el r e p e r t o r i o e x c l u s i v o del g r a n u r u g u a y o F l o r e n c i o S á n c h e z ; una " r e n t r é e " felicísima de E r n e s t o V i l c h e s , que dió m o t i v o a la c o l o c a c i ó n en el vestíbulo del " A r t i g a s " de u n a placa r e c o r d a t o r i a ; el " d e b u t " de la " G r a n Compañía Española de D r a m a s y C o medias, G u e r r e r o - D í a z de M e n d o z a " ; el de la C o m p a ñ í a de Z a r z u e l a s e n c a b e zada por F e r r e r ; el de la f a m o s a " C o m pañía de R e v i s t a s de los U n o s . V e l a z c o ; y la p r e s e n t a c i ó n de los c é l e b r e s " C o r o s U k r a n i a n o s " , e s p e c t á c u l o emin e n t e m e n t e a r t í s t i c o con el cual se m a r c ó el " r e c o r d " de e n t r a d a s que en doce f u n c i o n e s dió una inedia de p e s o s 1. Noo. 00.

S u iniciación n o es de muy larga data, que d i g a m o s , ya que c o r r e s p o n d e al 3 0 de s e t i e m b r e de njl<;, en que se hizo c a r g o de la a d m i n i s t r a c i ó n y responsabilidad g e n e r a l del " T e a t r o L'rq u i z a " , s e ñ a l a n d o un período de intensas actividades para el T e a t r o de la calle M e r c e d e s .

T r a j o enseguida, en e f e c t o , para a c t u a r allí, a la " C o m p a ñ í a de O p e r e t a Italiana del M a e s t r o V í t a l e " ; luego a la " C o m p a ñ í a Nacional de V i t t o n e - P o m a r " , que e s t a b a en el a p o g e o de su g l o r i a ; p o c o después a la " C o m p a ñ í a de Lola M e m b r i v e s " ; a la del " P e q u e ñ o X a r c i s i n " ; al c é l e b r e pianista Kisler, que por primera vez oía n u e s t r o público y la " C o m p a ñ í a de M a r g a r i t a X i r g u " . a p a r t e de o t r o s diversos esT a m b i é n o f r e c i ó la novedad de la pectáculos. actuación en la sala del A r t i g a s , t r a n s formada en c ó m o d a pista, del f a m o s o D u r a n t e e s c m i s m o a ñ o realizó " C i r c o M e x i c a n o " c o n el que se hicieuna " e n t e n t e " con el r e n o m b r a d o e m ron c o n o c e r de n u e s t r o público " L o s p r e s a r i o " W a l t e r M o c c h i " , para el a ñ o Sr. Juan A . Caderosso C o d o n a s " , a r t i s t a s de f a m a mundial delo-io. sobre la base de h a c e r a c t u a r en nominados " L o s r e y e s del a i r e " . E n el " T e a t r o L ' r q u i z a " a todas las c o m p a ese mismo a ñ o tuvo a su c a r g o , el s e ñ o r C a d e r o s s o la t e m p o r a d a o f i ñías q u e vinieran a A m é r i c a por c u e n t a de aquel e m p r e s a r i o y a tocial de la "«irán Lírica I t a l i a n a " , pero esta vez en el " T e a t r o S o l i s " , das las que. aún sin ese c a r á c t e r t r a b a j a r a n en el " C o l i s e o " de Buehabiendo alcanzado un verdadero é x i t o a r t í s t i c o y de público con la nos A i r e s . ópera rusa " B o r i s G o d o u n o f í " , y o t r o no m e n o s g r a n d e con la versión C o m o r e s u l t a d o de esa " e n t e n t e " g o z ó M o n t e v i d e o , durante el de aquel célebre " R i g o l c t t o " en la que i n t e r v i e r o n la s o p r a n o T o t i a ñ o h j j i , la presencia de " L a ( i r á n lírica i t a l i a n a " con Gigli, L a RaiDal M o n t i , el t e n o r F l e t a y el b a r í t o n o u r u g u a y o V í c t o r Damiani a za y el m a e s t r o M a r i i n t z z i ; la de la " C o m p a ñ í a de E s p e r a n z a I r i s " ; quien hizo c o n o c e r «le n u e s t r o público, iniciándole en una b r i l l a n t e la " C o m p a ñ í a A l e m a n a de O p e r e t a B h m " ; la del g r a n m a c h i e t i s t a c a r r e r a a r t í s t i c a que había de c u l m i n a r en el " C o l ó n " , de B u e n o s A i r e s . P e t r o l i n i ; y el g r a n c o n j u n t o de bailes rusos en que a c t u a b a la P a w lowa. l i s t o sin c o n t a r o t r o s elencos, c o m o ser el e n c a b e z a d o por A n T a m b i é n a las iniciativas del S r . C a d e r o s s o se debe la r e a l i z a c i ó n gela I esada, el de " K a i n b a l " de g é n e r o policial, que por p r i m e r a vez en el mismo t e a t r o Solis, de los c é l e b r e s c o n c i e r t o s s i n f ó n i c o s de la se cultivaba en M o n t e v i d e o , el del g r a n bufo a r g e n t i n o F l o r e n c i o P a " F i l a r m ó n i c a de V i e n a " dirigidos por el f a m o s o m a e s t r o F é l i x W e i n rravicini, el de P a g a n o - D u c a s s c g a r t n e r y los que o f r e c i e r a la y el dc R i c a r d o Calvo. misma con el 110 m e n o s f a m o s o m aestro Strauch. T a m b i é n a la a c c i ó n «leí S r . C a d e r o s s o , e n t e n d e d o r c o m o poPuede decirse, pués, que el cos, de n e g o c i o s t e a t r a l e s , se dee m p r e s a r i o C a d e r o s s o ha i n t e r bió el i n t e r e s a n t e e s p e c t á c u l o de venido en los m e j o r e s y m á s dis"La Cenicienta" interpretado tinguidos e s p e c t á c u l o s t e a t r a l e s por las h u e s t e s del a c t o r S a l de que ha d i s f r u t a d o n u e s t r a vat, y que en los a n a l e s t e a t r a l e s culta capital durante los ú l t i m o s se recuerda c o n el m o t o de " L a años. C e n i c i e n t a de O r o " , pués se lleActualmente, habiendo arreng ó a m a r c a r c o n ella el " r e c o r d " dado el T e a t r o A r t i g a s donde de e n t r a d a s en una función " m a t r a b a j a b a , sin e m b a r g o , p o r su tinéc" y otra nocturna, arrojanc u e n t a , la " C o m p a ñ í a V i t t o n e " , do los " b o r d e r e a u x " la bonita sua la que piensa t r a s p o r t a r a E s ma de $ 5 . 6 0 0 . 0 0 . paña, c o n t i n ú a el S r . C a d e r o s s o E s e a ñ o el " T e a t r o U r q u i z a ' r e g i s t r ó t a m b i é n en sus a n a l e s o t r o a c o n t e c i m i e n t o de importancia. pués b a t i ó el " r e c o r d " de espectáculos públicos de t o d o s los t e a t r o s de n u e s t r a ciudad, con un total de 4';4 f u n c i o n e s . I*.I a ñ o i ( j ¿ 2 , l u e g o dc inaug u r a r la t e m p o r a d a oficial con la "Compañía Rioplatcnse", trajo la «le revistas españolas de L o zada, " L a G r a n L í r i c a I t a l i a n a " ,

Teatro Artigas

a c o m e t i e n d o los m á s i m p o r t a n tes n e g o c i o s t e a t r a l e s , h a b i e n d o suscripto una nueva " e n t e n t e " con el S r . W a l t e r M o c c h i y el f a m o s o e m p r e s a r i o don José Laureiro, de R í o J a n e i r o , para que se c o n o z c a n en M o n t e v i d e o todos los m e j o r e s e s p e c t á c u l o s líricos y de o t r o orden e n la e s c e n a t e a t r a l que g o z a r á n el B r a s i l y la A r g e n t i n a d u r a n t e el año en c u r s o .


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Q i f i / e n c r r ' / o t ' p u g u c j y o

E M P R E S A " L A MIU&NICA" l i s t a K m p r c s a , por su o r g a n i z a c i ó n y la n a t u r a leza de los e l e m e n t o s (pie posee, es la que ocupa, cut r e las de sus a n á l o g a s actividades, un lugar de a b s o luta p r o m i n e n c i a en M o n tevideo. h'ué en sus o r í g e n e s una pequeña Kmprcsa cuya a c c i ó n se c o n c r e t a b a a la limpieza de chapas de b r o n ce y de c a s a s , t a r c a e s t a e f e c t u a d a por unos c u a n t o s peones, sin o t r o s medios que los indispensables para e s t a clase de t r a b a j o s , hasta transformarse, después que la adquirió el señ o r A n t o n i o G o y e n a en el a ñ o lSijó en cl actual m a g nífico o r g a n i s m o . U n a de 1 a s primeras ampliaciones que i n t r o d u j o el s e ñ o r Ant o n i o G o y e n a , h o m b r e tan inteligente como trabajador,

Sr. Antonio Goyena,

en el g i r o de la m o d e s t a e m p r e s a que adquirió, fué la ([tic se r e f i e r e a la i n c o r p o r a c i ó n del r e n g l ó n de las m u d a n z a s , t a n i m p e r f e c t a m e n t e atendido en n u e s t r a ciudad h a s t a ese e n t o n c e s . P e q u e ñ a s j a r d i n e r a s , limpias y c ó m o d a s , iniciaron la l a b o r que h a b r í a de c o n d u c i r al c a b o de j i ¡ a ñ o s a lo que b o y es " L a H i g i é n i c a " : Fundjdor

" SiHti fiUiAtíÜS

T i p o de carro liviano

D o s g r a n d e s b a r r a c a s de propiedad de la e m p r e s a , una de ellas ubicada en la calle S i e r r a 13S4 v la o t r a en J a c k s o n 1072, son en e s t o s m o m e n t o s r e f o r m a d a s para d e s t i n a r la primera, que c u e n t a c o n mil m e t r o s c u a d r a d o s de capacidad, e x c l u s i v a m e n t e a d e p ó s i t o de c a r r o s , g a r a g e y taller para la c o n s t r u c c i ó n y reparación de sus vehículos c o m o para la pintura de los m i s m o s y c o n f e c c i ó n de c a r r o -

Carro para mudanzas

Camión para transportes rápidos

una e m p r e s a que g i r a 9 0 . 0 0 0 p e s o s m o n e d a nacional y que c u e n t a , e n t r e el personal de esc r i t o r i o s y el de cuadrillas con m á s de s e t e n t a empleados. A medida que las n e c e s i dades de n u e s t r a plaza fueron a c r e c e n t á n d o s e , el s e ñ o r A n t o nio G o y e n a , q u e t a n a c e r t a d o e s t u v o en la t r a n s f o r m a c i ó n de su e m p r e s a , n o vaciló en mod e r n i z a r l a , adquiriendo nuevos v e h í c u l o s y a u t o m ó v i l e s , resp o n d i e n d o de e s t a m a n e r a a las n u e v a s e x i g e n c i a s del a m b i e n t e y al v o l u m e n c r e c i e n t e del n e g o c i o . L a evolución operada en la K m p r e s a n o se d e t u v o en la adquisición de nuevos y m o d e r n o s e l e m e n t o s de t r a n s p o r te. P r o n t o r e q u i r i ó a m p l i a c i o nes c o n c o r d a n t e s con el m á s i m p o r t a n t e de sus r e n g l o n e s , instalándose depósitos guardamuebles y c r e á n d o s e una sección especial destinada a e m bala j e s .

cerias. En la s e g u n d a b a r r a c a . " L a H i g i é n i c a " c o n s t r u i r á un edificio de c u a t r o pisos, exclusivamente destinado a guardamuebles, r e n g l ó n que ha t o mado e x t r a o r d i n a r i o i n c r e m e n t o en e s t a c a s a y p a r a llenar c u y a s e x i g e n c i a s la E m p r e s a a r r i e n d a v a r i o s locales, en e s - , tos m o m e n t o s , que a b a r c a n una capacidad de m á s de t r e s mil m e t r o s cuadrados.

Tractor y zorra para grandes pesos

Kn el a ñ o 1919, el s e ñ o r A n t o n i o G o y e n a i n t e r e s ó a sus dos h i j o s en el n e g o c i o , haciéndose c a r g o desde e n t o n c e s , el s e ñ o r J u a n G u a l b c r t o G o y e n a de la D i r e c c i ó n de la E m p r e s a y el s e ñ o r R o m e o G o y e n a , de l o s escritorios, quedando el g i r o <le la e m presa, b a j o la f i r m a de A. G o y e n a e h i j o s . D e s e m p e ñ a el c a r g o de c o n t a d o r de la E m presa, el s e ñ o r J u l i á n G o n z á lez. I.a H i g i é n i c a e f e c t ú a n o r malmente 20 mudanzas diarias, o sea a l r e d e d o r de 6 . 0 0 0 al a ñ o .


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Qmfencnrvo Vpu^uayo

EL EXPRESO VILLALONGA filial a la de Buenos Aires, tiene sus oficinas estableciL o s que habitualmente viajan entre Montevideo das en las principales ciudades para completar la áteny Buenos Aires, y, aún aquellos que sin ser viajeros ción de los pasajeros y sus equipajes hasta su destino en una u o t r a frecuentes, residen en cualquiera de las dos ciudades del Plata, están nación. j>or lo general familiarizados c o n los servicios que el " E x p r e s o VillaTambién emite boletos de ferro-carril para cualquier ciudad del l o n g a " realiza, y recurren a ellos para el transporte de su equipaje, interior de la República Argentina, reserva pasajes para vapores y de un paquete ó de todo un moblaje, con la confianza que siempre las comodidades que para los mismos le soliciten los pasajeros, absoinspira una empresa seria y responsable de la que se espera un serlutamente sin ningún recaigo de precios; se ocupa de la atención de vicio eficiente con todo género de garantías. turistas y organización de excursiones, proveyendo de cupones de Nada m á s cierto, ya que la Compañía mencionada (fundada en 1 Iotel y pasajes para todo el recorrido, cuyos itinerarios son fijados 1886) lleva 39 años de existencia durante los cuales ha podido ir anode antemano o convenidos a pedido especial de los interesados. tando un creciente progreso en el favor del público y en el desenvolSu departamento de Turismo Sud Americano presta una decidida vimiento de sus negocios, al punto de que hoy dispone de oficinas atención a todo aquello que con los viajes entre las Naciones de este en las principales ciudades de Sud América, y, en particular en la continente se relaciona y trata de ofrecer al público toda clase de inRepública Argentina. Allí reside el fuerte de sus operaciones puesto formaciones y las mayores comodidades en sus viajes, a fin de foque es una Compañía constituida por capitales argentinos. mentar 1111 turismo necesario para el mejor conocimiento entre sí de E n Buenos Aires, posee magníficos edificios, destinados exclusilas Naciones de Sud vamente a oficinas o América. dependencias d e la P e r o no se detiecompañía, c o m o ser, ne en cuanto hemos el de las calles B a l c a r reseñado, la actividad ce y Moreno que ilusde la Compañía Naciotra esta página, y donnal de Transportes de se halla instalada "Expreso Villalonga". la Administración CenE11 efecto, si bien la tral del Expreso. Luecasa matriz de B u e go. en la misma calle nos Aires ha alcanzay la de Venezuela, se do un grado de adelevanta otro soberbio lanto y un radio de acedificio que, totalmención difícilmente supete. está destinado a ofirables, la filial de M o n cinas de expedición y tevideo, d a d o el aumovimiento; en él se mento incesante de la encuentra todo el trápoblación de esta cafico de equipaje y pepital, que se ha dupliqueños b u l t o s que, cado sin duda alguna procedentes de todas desde la época de la las localidades del infundación del estableterior del país o de cimiento, y la crecienlos p a í s e s vecinos. te vinculación con la Uruguay. Chile. Paracampaña y con los paíguay y Bolivia. llegan ses límitrofes, en mépara !a capital argenrito al progresivo y tina o en tránsito por c o n s t a n t e aumento y ella con destino a alm e j o r a m i e n t o de los guna ciudad del intemedios de locomoción rior. Allí se recibe y y al incremento que clasifica todo el cúmuhan tomado los negolo de equipajes y encocios de t o d a índole miendas que diariamultiplicando el mom M e t a l e n de Buenos vimiento de nuestra Aires u ti. izando los población flotante en servicios del E x p r e s o , una forma considerapara las distintas ciuble, y acrecentando en dades de la Argentina forma notable el núo del E x t r a n j e r o . mero de los viajeros P e r o lo más notade tránsito por la meble. lo que demuestra trópoli, se ha v i s t o la importancia y la precisada a proyectar enorme responsabili1111a ampliación de t o dad de la compañía en dos sus servicios e insBuenos Aires, lo constalaciones. tituyen los grandiosos depósitos guardamueA ese efecto, y bles—todos ellos constomando ejemplo de la truidos enteramente obra realizada con tan con materiales incompositivo é x i t o en la bustibles—que se legran capital vecina, ha vantan sobre una sude llevar en breve a la perficie de 15.000 mepráctica una serie de Excreso V i l l a l o n g a . — Edificio propio, de la casa central, ubicado en la esquina tros cuadrados en las reformas fundamentade las calles B a l c a r c e y Moreno. — E u j n o s Aires calles Canning y Aveles en la referida sunida Centenario, a dos cursal de Montevideo, que la pondrán en condiciones, 110 solamente en lo que se refiere al cuadras de la lujosa Avenida Alvear. U n a visita al interior de esos momento presente, sino también en previsión 1 de las necesidades fudepósitos, da la impresión de hallarse en un enorme establecimiento turas de la capital, de atender ampliamente a todos los servicios rede muebles o en una casa destinada a la venta de alfombras o dc lacionados con sus actividades. automóviles, pués que t a n t o los muebles c o m o las alfombras y los automóviles, disponen fie edificios distintos para su almacenamiento, El proyecto citado está ya en vías de franca realización. Y coinen los cuales reina un perfecto orden y esmerada limpieza. cidiendo con la fecha del Centenario del Uruguay, la Compañía N a E s incalculable el valor representado por los muebles diversos, cional de Transportes " E x p r e s o Villalonga'", tomará, en esta ciudad, pianos de todas clases, alfombras y tapices valiosos, automóviles un nuevo y fundamental incremento. Y 110 será solamente el a c r e lujosos, etc.. allí depositados, pero, de seguro que 110 bajan de varios cimiento y mejoramiento de todos los servicios de transportes, lo que millones lo que está confiado a la custodia del " E x p r e s o Villalonga". acreditará el progreso del establecimiento, y a que, a m á s de esa mira mediante una módica tarifa, por ausencia de sus propietarios o por primordial, se tendrán en cuenta muchas otras, como las de estableasí convenir a ellos. cer en la capital grandes depósitos guarda-muebles, depósitos de alL a s actividades del " E x p r e s o V i l l a l o n g a " no se limitan sin emfombras e instalaciones completísimas y modernas para la limpieza bargo al transporte de equipaje y c a r g a o al almacenamiento de muey desinfección dc las mismas, de acuerdo con los sistemas que con bles y limpieza de alfombras, sino que como Agente de los ferrocarriindiscutible éxito ha puesto en práctica en la casa matriz de B u e n o s les argentinos atiende al t r á f i c o internacional de pasajeros entre Aires. Buenos Aires y Chile, donde otra Compañía " E x p r e s o Villalonga",


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Cenfenarvo Vrucjaayo

LL ALUMBRADO PUBLICO C u a n d o aún en m u c h a s c a p i t a l e s y ciudaI n a u g u r a d a la usina. ]<<•- primeros m e s e s subdes de i m p o r t a n c i a , y a en el V i e j o o el N u e v o s i g u i e n t e s a su f u n c i o n a m i e n t o f u e r o n de c o n LAS USINAS ELÉCTRICAS DEL E S T A D O C o n t i n e n t e , se e x p l o t a b a y m a n t e n í a c o m o u n a t i n u a z o z o b r a y sobresalto, para m a n t e n e r su de las m á s bellas c o n q u i s t a s del siglo N 1 X el alumbrado a g a s ; c u a n r e g u l a r m a r c h a y c u m p l i r en f o r m a c o n el e s c a s o n ú m e r o de a b o n a do en capitales s u d - a m e r i c a n a s de m a y o r desenvolvimiento demodos y las p o c a s luces e s p a r c i d a s e n una limitada zona sur de la ciug r á f i c o , c o m e r c i a l e industrial que M o n t e v i d e o , tales c o m o B u e n o s dad, pues la i n s t a l a c i ó n e r a reducida y cualquier " p a n n e " tenía n e c e s a A i r e s y R í o J a n e i r o , n o a l b o r a b a siquiera la idea de cambiar los venr i a m e n t e que o r i g i n a r u n a t o t a l i n t e r r u p c i ó n en los servicios, con las t r u d o s g a s ó m e t r o s por d í n a m o s y g e n e r a d o r e s de electricidad; cuac o n s i g u i e n t e s responsabilidades y p e n a s i m p u e s t a s al c o n c e s i o n a r i o r e n t a a ñ o s a t r á s , en fin, un h o m b r e de r a r a s iniciapor la J u n t a . S e h a c í a n e c e s a r i o dar m á s amplia y tivas y s i n g u l a r e s p í r i t u de e m p r e s a , que 110 e r a un m á s sóiida b a s e a la e m p r e s a y a tal fin, el señor t é c n i c o , ni siquiera un diplomado en c i e n c i a , a r t e 11 Díaz y G a r c í a , t r a n s f o r m ó su e m p r e s a particular en o f i c i o r e l a c i o n a d o c o n las a p l i c a c i o n e s e l é c t r i c a s , tuSociedad A n ó n i m a , — c o n m a y o r capital y m a y o r vo la visión -— a p a r e n t e m e n t e u t ó p i c a en ese e n vuelo, — y e n m a y o de 1889, s u r g e la " C o m p a ñ í a de t o n c e s — de d o t a r a n u e s t r a ciudad de un s i s t e m a A l u m b r a d o a G a s y L u z E l é c t r i c a " , c o n 1111 capital de a l u m b r a d o m á s m o d e r n o , m á s e f i c a z , y m e n o s de $ 1.300.000, dividido en 13.000 a c c i o n e s de $ 100 r i e s g o s o que el ya de a n t i g u o ideado y p u e s t o en vju. E s a c o m p a ñ í a c o n s t i t u y ó su p r i m e r d i r e c t o r i o p r á c t i c a p o r L e b o n . F u é don M a r c e l i n o D í a z y G a r con las s i g u i e n t e s p e r s o n a s : cía, español r e s i d e n t e , q u e e j e r c í a la p r o f e s i ó n de P r e s i d e n t e : I). M . D í a z y G a r c í a . V i c e - p r e s i e s c r i b a n o público, y d i s f r u t a b a en n u e s t r o medio sod e n t e : 1). J o s é M . F u r e s t . V o c a l e s : D r . D . A b e l J . cial y f i n a n c í e l o de e x c e l e n t e r e p u t a c i ó n , quien desP é r e z . I). L . M a n u e l Castilla, I). A n t o n i o P a u l l i e r , de la tranquilidad de su b u f e t e n o t a r i a l , concibió, 1). J o s é M a r í a G u e r r a y D. J u a n Dillon. p l a n e ó y e x p u s o p e r f e c t a m e n t e c o n f o r m a d o , 1111 proC o n s t i t u i d a l e g a l m e n t e la C o m p a ñ í a , se l a n z ó y e c t o de a l u m b r a d o público y particular, utilizando a la plaza la primera emisión de sus a c c i o n e s , y el el s u t i l í s i m o fluido de T a l e s de M i l e t o , en vez del resultado de dicho f i n a n c i a m i e n t o fué n e g a t i v o en pestoso y toxicante hidrógeno bicarbonado. a b s o l u t o . E l m e r c a d o 110 m o s t r ó n i n g ú n i n t e r é s e n E r a e s t a e m p r e s a , la s e g u n d a de c a r á c t e r m o su adquisición y los d i r i g e n t e s de aquella t u v i e r o n d c r n i z a d o r que en bien o m e j o r a de los servicios pú(pie e v o l u c i o n a r h a c i a u n a nueva s o l u c i ó n : la e n a g e blicos, p r e s e n t a b a a la c o n s i d e r a c i ó n de n u e s t r a c o n a c i ó n i n - t o t u m a una institución r e c i e n c r e a d a y m u n a el s e ñ o r D í a z y G a r c í a , pues a su c a r á c t e r que o p e r a b a con inusitados a r r e s t o s en t o d o s los e m p r e n d e d o r y a su perspicacia de v e r d a d e r o h o m b r e s e c t o r e s de ta vida e c o n ó m i c a n a c i o n a l : la C o m p a ñ í a d e n e g o c i o s , se debe la f o r m a c i ó n de la p r i m e r a e m N . de C r é d i t o y O b r a s Públicas. E l presidente de Don Marcelino Díaz y G a r c í a , fonp r e s a t e l e f ó n i c a habida en n u e s t r o país, y (pie aún é s t a , s e ñ o r C a s c y . a c e p t ó una n e g o c i a c i ó n c o n el dador de la primer empresa de L u z s u b s i s t e en m a n o s de 1111 sindicato i n g l é s . d i r e c t o r i o presidid - por don M a r c e l i n o D i a z y G a r Eléctrica, en el Uruguay • cía, y t r a s una gt .ión 110 e x e n t a de incidencias, se P r e s e n t a d o en 18185 su p r o y e c t o a la J u n t a E c o c o n c r e t ó la c o m p r a de la " C o m p a ñ í a de A l u m b r a d o " , con t o d a s sus n ó m i c o A d m i n i s t r a t i v a de M o n t e v i d e o , la idea, que p a r e c i ó audaz a a c c i o n e s , bienes y d e r e c h o s en la cantidad de $ 863.165.23. a l g u n o s , t e m e r a r i a a o t r o s , t u v o sin e m b a r g o , l u e g o de 1111 detenido e s t u d i o , sus e n t u s i a s t a s p a r t i d a r i o s en el s e n o de la c o r p o r a c i ó n muL o s bienes inventariados al realizarse la operación, e r a n los nicipal, y a p e s a r de lo q u e e n su c o n t r a a b o g a r a la e m p r e s a t o d a v í a siguientes : c o n c e s i o n a r i a del a l u m b r a d o público a g a s , la g e s t i ó n e l e c t r i f i c a d o r a U n t e r r e n o y edificio situado en la calle Y e r b a l 12-14. O t r o t e del s e ñ o r D í a z y G a r c í a , a r r i b ó a buen fin. L a J u n t a f o r m a l i z ó — en r r e n o y edificio en el A r r o y o S e c o , con f r e n t e s a las calles S a n t a F é , 1 8 8 6 — un c o n t r a t o con aquel, r e c o n o c i é n d o l e la c o n c e s i ó n y e x c l u E n t r e R í o s , J u j u y y S a n J u a n , 1 m o t o r 3 0 0 H . P., 7 c a l d e r a s de 3 0 0 sividad p a r a la iluminación e l é c t r i c a de n u e s t r a urbe, y la instala11. 1\, 8 m o t o r e s de 150 11. P., 2 d í n a m o s de 150 I I . P., 2 d í n a m o s c i ó n cíe s e r v i c i o s a p a r t i c u l a r e s . E s de h a c e r s e n o t a r que la c o n c e s i ó n de óo I I . I'., 5 d í n a m o s de e x c i t a c i ó n . A m á s : las i n s t a l a c i o n e s de o t o r g a d a a la C o m p a ñ í a del G a s , veiicía en 1887. m a q u i n a r i a s , t o r n o s , m o t o r y c a l d e r a de los t a l l e r e s de r e p a r a c i o n e s . F i r m a d o el c o n t r a t o , que s i g n i f i c a b a la c o n c e s i ó n referida, se p r o c e d i ó a la adquisición de un predio donde f i n c a r la usina g e n e r a d o r a . y el 4 de a g o s t o de 1886. se e s c r i t u r a b a para tal o b j e t o , una f r a c c i ó n de t e r r e n o ubicada en la calle Y e r b a l , c o s t a d o n o r t e , s o b r e la e s q u i n a de i t u z a i n g ó , y que h a s t a p o c o a n t e s o c u p a r a n los taller e s de fundición y b r o n c e r í a de los s e ñ o r e s W e s t , O r o m í y D e l g e r . Y e s de s e ñ a l a r de paso, 1111 detalle s i g n i f i c a t i v o , p a r a la s i n g u l a r hist o r i a de ese s o l a r : Allí fué fundida la e s t a t u a de la L i b e r t a d , que c u l m i n a la c o l u m n a m a r m ó r e a l e v a n t a d a en la plaza C a g a n c h a . L a L i b e r t a d y el P r o g r e s o — en n u e s t r a capital — habían de e n c o n t r a r u n m i s m o sitio p a r a r e s p l a n d e c e r en 1111 r i n c ó n de la calle Y e r b a l .

A p r o b a d a la v e n t a p o r A s a m b l e a G e n e r a l de A c c i o n i s t a s , y esc r i t u r a d o el todo, la C o m p a ñ í a N. de C r é d i t o y O b r a s P ú b l i c a s , v e n de s i m u l t á n e a m e n t e el bien adquirido en $ 1.300.000 r e p r e s e n t a d o s por 13.000 a c c i o n e s de $ 100 a una nueva entidad que se c o n s t i t u y ó b a j o el n o m b r e de " C o m p a ñ í a de G a s y L u z E l é c t r i c a " y c u y o primer d i r e c t o r i o lo f o r m a r o n los s e ñ o r e s :

D . J o s é M . G u e r r a , P r e s i d e n t e ; I). F e d e r i c o Yidiella. V i c e - p r e s i d e n t e ; V o c a l e s : D . M a n u e l Castilla, D. Abel J . P é r e z , 1). A n t o n i o Paullier, D. J u a n Dillon y Asabel P. Bell. E n el t r a n s c u r s o de e s t a s g e s t i o n e s , v e n t a s y c a m b i o s de o r g a nización, las actividades de la e m p r e s a de a l u m b r a d o 110 h a b í a n I n s t a l a d a la usina, m o d e s t a sido i n t e r r u m p i d a s . E11 el t e r r e en sus i m p l e m e n t o s .y m a q u i n a no del A r r o y o S e c o m á s a r r i b a rias, p e r o u s i n a al fin, 1111 a ñ o mencionado, se l e v a n t a b a una m á s t a r d e — y e n t r e j u s t o s renueva usina g e n e r a d o r a , y se hag o c i j o s de e m p r e s a r i o s , munícibían p r o s e g u i d o los t r a b a j o s pap e s y e l e m e n t o s del pueblo, brir a t e n d e r líneas en o t r a s calles llaba la p r i m e r l á m p a r a de filaa fin de h a c e r prácticamente m e n t o v e g e t a l , que i r r a d i ó su c i e r t a la g e n e r a l i z a c i ó n de la a m a r i l l o s a p r o i n i s o r a luz a n t e el iluminación e l é c t r i c a en los prina p l a u s o y la e m o c i ó n de t o d o s . cipales b a r r i o s de la urbe. Así fué c o m o , a principios de 1889 — No chico esfuerzo represenel i.° de m a r z o — se pudieron taba aquella lamparilla, punto librar al s e r v i c i o público 155 inicial de u n a irradiación que m á s lámparillas m á s , de 12 b u j í a s c|u., a d e l a n t e h a b í a de d a r a la poblad e n t r o del radio de 35 m a n z a n as, c i ó n m o n t e v i d e a n a al imperio de en la z o n a Sud. L u e g o , con la un l ó g i c o y p o d e r o s o desenvolvii n a u g u r a c i ó n de la s e g u n d a usina m i e n t o , el " d í a s o l a r " de veinti— A r r o y o S e c o — se a m p l i ó el c u a t r o h o r a s que h o y m a n t i e n e n a l u m b r a d o a 35 m a n z a n a s m á s . los g e n e r a d o r e s de la usina m a E n el m i s m o a ñ o — 1889 — fué dre del A r r o y o S e c o . D e b e t e r e f o r z a d o el equipo de la u s i n a n e r s e en c u e n t a que en aquella de Y e r b a l , d e s t i n á n d o s e su p r o f e c h a , en M o n t e v i d e o , la indusducción p a r a los p a r t i c u l a r e s y t r i a de la electricidad, e r a una c o m e r c i o , m a n t e n i é n d o s e el a l u m industria exótica, completamente Solar de la calle Y e r b a l 14, esquina Ituzaingó, donde fué brado público c o n el g e n e r a d o r n u e v a , p a r a c u y a e x p l o t a c i ó n 110 instalada la primera Usina Eléctrica de Sud A m é r i c a del A r r o y o S e c o . E l s e r v i c i o p a r s ó l o e r a n e c e s a r i o t r a e r del e x en el citado a ñ o — e s t a b a r e p r e s e n t a d o p o r 148 ( c i e n t o t e r i o r , de N o r t e A m é r i c a o de E u r o p a , el m a t e r i a l de m á q u i n a s y acticular — • o c h o ) s u s c r i p t o r e s , con 1111 t o t a l de 2 . 5 5 0 l á m p a r a s de c e s o r i o s , sino t a m b i é n el p e r s o n a l desde el t é c n i c o j e f e , h a s t a el úlcuarenta t i m o o b r e r o idóneo. 12 b u j í a s . T o d o lo a f r o n t ó y t o d o lo obvió en plazo 110 m u y dilatado el seDe la Propiedad Privada a la del Estado. — C o n la e t a p a cumpliñ o r D í a z y G a r c í a , c o n sus propios r e c u r s o s , que n o e r a n i n g e n t e s , da en 18S9 puede decirse que la i m p l a n t a c i ó n del a l u m b r a d o e l é c t r i c o y c o n su propia v o l u n t a r i o s a tenacidad, que e r a e n o r m e . en n u e s t r o país h a b í a t o m a d o c a r t a de ciudadanía, y que sus v e n t a j a s


fi/ypo of/ def*

Chnfencrr/b ~Uruguayo

quedaban definitivamente consagradas asi en público c o m o en privado. P e r o a ese indiscutible é x i t o de demostración y sistema 110 a c o m pañó por c i e r t o el esperado é x i t o de empresa desde el punto de vista económicofinanciero. A la promisora iniciativa del 89, siguió un período de t r a s t o r n o s administrativos que tuvieron al borde del desastre a la entonces flamante "Compañía de Cías y Luz E l é c t r i c a " . La bancarrota económica que debió soportar el pais todo y que tuvo su iniciación en i&jo, a raíz del doble " e c b e c " del B a n c o Nacional y Compañía N. de Crédito y Obras Públicas, produjo serios t r a s t o r n o s en la marcha de la C. de Luz Eléctrica, habiendo pasado los valores de ésta en un breve lapso de tiempo de la cartera de aquella institución financiera a la del Banc o Inglés, quien a su vez y por consecuencia directa de la debacle mencionada, hul>o dc transportarlos — en saldo de cuenta — a la J u n ta E . Administrativa de Montevideo. Durante ese período «le incertidumbres—que duró cuatro a ñ o s — los avances del alumbrado eléctrico fueron casi nulos, o muy lentos, como podrá verse por el cuadro estadístico que más adelante damos. E n junio de 1893, un nuevo directorio — elegido en Asamblea Extraordinaria — y compuesto por los señores B e r nabé Quiñones, Enrique Stewart, Carlos Casaravilla. Abel J . Pérez, Camilo Yila y Enrique Gianelli, tomó sobre sí la 110 leve tarea de abordar todos los problemas creados y acertar con una solución satisfactoria. si cabía, pues la situación financiera de la Compañía más que precaria, era desesperante. El nuevo Directorio encaminó en ese sentido sus mejores esfuerzos, logrando en un par de años efectuar importantes arreglos con los principales acreed o r e s ; redujo el capital inicial de 2.000.000 de pesos a 1.500.000; organizó diversos resortes i n t e r n o s ; solucionó la onerosa situación creada con la Compañía del Gas a la que le seguían pagando diferencias por concepto de servicio de alumbrado; y pudieron. a más. los dirigentes, aumentar la capacidad generadora de la usina extendiendo nuevas líneas de alimentación hasta diversos barrios sith-urhanos, lo que significó un aumento considerable en las entradas. E n los comienzos del año 1N96, se produce un cambio importante. E11 vista de la promulgación de la l e y de "Liquidación del B a n c o Nacional" — la J u n ta E. Administrativa, gran acreedora de aquella institución, acepta los bienes y derechos de la Compañía de L . Eléctrica, propiedad del B a n c o . E s t e cancelaba su deuda en la siguiente forma :

Directorio actual de las Usinas E l é c t r i c a s del E s t a d o

Ingeniero B e r n a r d o K a y e l , Gerente de las Usinas E l é c t r i c a s del E s t a d o

cada en la E s t a n z u e l a : 7 hectáreas 2.347 metros. Quinta Cunha, también en la E s t a n z u e l a : K hectáreas 326 metros. A más veinte hectáreas en la Playa R a m í r e z . A c a r g o de la J u n t a la explotación de la " C o m pañía de L . E l é c t r i c a " , se resolvió dar su manejo a una empresa particular y al efecto se hizo un largo llamado a licitación para el arrendamiento. Habiéndose declarado desierta aquella, — y de acuerdo con el Art. 3 " de la ley de Liquidación del B a n c o Nacional, el Gobierno resolvió adquirir 405 acciones que aún permanecían en manos de particulares. Adquiridas éstas, la Compañía vino a quedar propiedad exclusiva del Estado, dándosele entonces al nuevo organismo el simple título de " L u z E l é c t r i c a " . Salida totalmente de la propiedad particular la " L u z E l é c t r i c a " , el gobierno designó para su manejo 1111 Consejo de Administración, compuesto pollos señores Bernabé Quiñones, J u a n Campisteguy y Pedro E c h e g a r a y , siendo este último después reemplazado por el Dr. Blas Vidal ( h i j o ) . Desde los primeros meses la gestión de este c o n s e j o fué fructífera habiéndose descargado buena parte del pasivo del instituto, dándose a la vez vigorosos impulsos a sus implantaciones, y se efectuó la primer rebaja en las tarifas de consumo. Dicha rebaja fué de un 17 °/o sobre los precios que regían, exonerándose a la vez a los consumidores del pago dc alquiler dc los contadores.

l ' n r e r t l f l r u l o por 11.2 JO iri'liinin lir la r . N. «Ir l.us Kl¿ctrlra . . . . Importt- <1,-1 mIü» deudor di- «-«ta Importe «le lo que la eompafíia drlda al KaUdu . . . .

A más e n t r e g ó en propiedad a la J u n t a los siguientes predios que debían ser destinados a la formación de 1111 Parque Urbano. Ouinta de Matta, ubi-

E d i f i c i o de la Usina Generadora, en A r r o y o Seco

A I a Administración Campisteguy sucedieron las de los ciudadanos Alcides Montero y Felipe Villegas Zúñiga, hasta que en 1905 — se resolvió dar nuevamente al o r g a n i s m o un Directorio, planeando a la vez una importantísima serie dc reformas, m e j o r a s y transformaciones, que señalarían una nueva era para la usina eléctrica y sus anexos. E s c directorio fué c o m puesto por 1 o s s e ñ o r e s : Carlos Búrmester (presidente) Mario Gil, L a u r o Rodríguez, S a n t i a g o A. Calcagno y Manuel H e r r e r a y Reissig, y tenía por norte, como decimos " f o r m u l a r en


P f í i f o o c/cf

O el término de dos meses el plan de organización y reformas (pie debe adoptarse para hacer efectivas las transformaciones que impone el deficiente servicio de alumbrado, el aumento de su potencialidad productiva v de sus aplicaciones; practicar un balance estimativo de todo lo existente fijando sus valores con a r r e g l o a su estado y precios corrientes; h a c e r 1 a s supresiones y cambios de personal que c r e y e r a conveniente". ( D e creto Gubernativo, marzo 2 de 1905). Realizadas diversas gestiones tendientes a zanjar las dificultades opuestas para dejar fuera del dominio de la J . K. Administrativa Ia propiedad y usufructo de la " L u z E l é c t r i c a " , ésta pasó a ser de hecho y derecho e 111 e directo del P o d e r Ejecutivo, con cl nombre de " U s i n a de Luz Eléctrica de M o n t e v i d e o " (decreto ley del 27 de setiembre de 1906), operándose una nueva t r a n s f o r m a ción de gran trascendencia p a r a la institución. Más tarde—en marzo de i y i 1 — se a p r o b ó una ley complementaria sobre la transformación de la U. E. de Montevideo, autorizándose al E j e cutivo : " P a r a invertir hasta la suma de un m i l i ó n de pesos en la ampliación y ensanche de 1 a transformación ya realizada, y en la extensión de las instalaciones para servir convenientemente al Cerro, S a y a g o , Peñarol, Colón, M a r o ñ a s, Ituzaingó y demás centros importantes de población del departamento de M o n t e video". P o r la misma ley se fijaba para la J . E. A. de Montevideo una anualidad fija de $ 350.000 que debería tomarse de las entradas ordinarias. Nacionalización da las Usinas. — Y a en un plano de progreso y desenvolvimiento superiores, se proyectó y se hizo la idea de nacionalización de las usinas eléctricas, sancionándose la ley respectiva, cu octubre iK de Gran galpón de lalirrcs Arroyo Seco. — T a l l e r de carpintería. Taller electricistas en actividad.

de la Usina Eléctrica de de reparaciones. — T a l l e r de aprendices mecánicos y — Un detalle de la sección

"Almacenes"

"9'2. Kn defecto c.1.'a'. responde, s u b s i d i a r i a m e n t e , el Estado.

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La nacionaliza-

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Ce/iíenar/o

Vrupuczyo

ción de las usinas — dió origen a la formación de un formidable organismo del Estado, cuyos beneficios distribuyéndose por sobre todo el territorio dc la República, constituyen hoy, uno de los más evidentes y apreciadles f a c t o r e s de civilización v enaltecimiento del p a i s. El modesto generador implantado en 1X87 por don Marcelino Díaz y García, en una vieja f i n c a de la calle Yerbal, se ha transformado, e 11 p o c o s lustros, en una ramazón imponente, (| u e irradia su acción bienhechora, desde la rumorosa b a h í a dc Montevideo, hasta las quietas márgenes del Cuareim!... Los cuadros estadísticos que acompañan esta cronografía, hablan c o n sobrada elocuencia dc lo que ha llegado a ser h o y, 1 a modesta presentación de ayer. ha gran usina generadora. — L a pequeña usina instalada en la calle Yerbal no podía en forma alguna ser e I organismo alimentador definitivo, para una ciudad desarrollada ya como lo estaba Montevideo cu 1KX7 y que seguia, puede decirse " a s a l t o s " su crecimiento en todas I a s plantas edilícias. L o q 11 c como ensayo podía s e r suficiente, co111 o instalación apropiada y eficaz resultaba más propio de una aldea que de una capital importante. No poseyendo elementos p a r a una generación en vasta escala, la difusión d e 1 a s instalaciones eléctricas tenía que caer necesariamente en el campo de lo utópico. A los dos años de instalada. en i88y, fecha en que se inaug u r ó oficialmente cl alumbrado eléctrico público, cl número de los suscriptores particulares se reducía a 148 (ciento cuarenta y ocho) y cl total de lamparillas—en casas, calles y plazas — sólo alcanzaba a 2.250. Aún cuando se hicieron algunas ampliaciones — cu maquinarias especialmente — q 11 e permitieron alimentar tul mayor número de lamparillas para el alumbrado público, la

El gran tablero de la generadora del A r r o y o S e c o . — Vista parcial de la s a l e r i a de calderas a fueloil. — Vista parcial de la sección bombas. — Un detalle de la sala de máquinas T u r b i n a s Inactivas por considerarse hoy anticuadas L o c a l de Exposición de instalaciones eléctricas, Uruguay «82


sa área de terreno <|ue abarca varias manzanas, desde la calle S a n t a F é , E n tre R Í O S , J u j u v y San J u a n hasta la bahía. Rara su alimentación de combustible. está equipada en forma de poder usar carbón o "fuel-oil". I'ara cl aprovisionamiento de carbón, la Usina está provista de 1111 muelle de descarga, en el que una g r ú a giratoria de tres toneladas con balde automático, trasporta el carbón desde los barcos a vagonetas, las que mediante un cable carril lo conduce bien a un depósito de h o r migón con capacidad para 5.000 toneladas y provisto de una grúa " G o l i a t h " de carga y descarga, o sino directamente a las tolvas que se encuentran en la sala de calderas.

insuficiencia de la generación era siempre manifiesta. El problema pues, no estaba a resolver en la calle Yerbal. La solución dependía dc la construcción de una gran usina, no sólo m a y o r sino mejor planeada y m e j o r ubicada, y ello fué lo que condujo a la construcción de la que es hoy una m a g n í f i c a f á b r i c a : la instalada en el A r r o y o Seco, sobre la misma bahía, y en punto más estratégico, para la distribución. D i c h a usina, obra también del meritorio ciudadano 1). Marcelino Díaz y García. fué terminada, — de acuerdo con los planes iniciales, — en 1H95, pero sufrió luego fundamentales transformaciones y ampliaciones, cuando la " E m p r e s a de Luz E l é c t r i c a " particular, pasó a ser organismo nacional, b a j o el nombre de Usina Eléctrica de Montevideo. Autorizada por decreto gubernativo su modificación y ampliación en 11/36, t r e s años después, en octubre 22 de 1909, eran inauguradas oficialmente las nuevas obras, y puede recién decirse que tuvo entonces Montevideo implantada la gran base de una futura gran usina, pues las mejoras se han ido sucediendo aún después de esa fecha, así c o m o las ampliaciones, sin que pueda asegurarse que está definitivamente cerrado el ciclo de unas y otras. La usina, que en 1909 — después ríe las reformas citadas — estaba en condiciones de generar y distribuir una potencialidad de 17.000 K. V. A. (diecisiete mil) ha ido, en efecto, ensanchando sus instalaciones de acuerdo con las exigencias v necesidades de los complejos servicios públicos, no sólo para atender el alumbrado dc la ciudad y barrios sub-urbanos, sino también para cumplir con las crecientes solicitudes de particulares, t a n t o en servicios domésticos — llevados hoy casi al infinito —- como de instalaciones reclamadas por el comercio y la industria departamental. Y es asi como los 17.000 Kv. de 1909 se han llevado en 1925 a 49.500, valor que supera en 191 fe a la cifra anterior. l i a r e m o s enseguida una somera reseña de la gran generadora del A r r o y o Seco, que tan alta significación tiene en el progreso civil, comercial e industrial de nuestra ciudad, que tan intimamente ligada está hoy a la vida diaria dc toda la población, a la que abasteciéndola del misterioso fluido, le proporciona dos elementos imprescindibles para la vida moderna : energía y luz. ha Usina y su Abastecimiento. — La Usina Central, está implantada en el baj o del A r r o y o Seco ocupando una exten-

El "fuel-oil" se bombea directamente desde el barco a un tanque de 8.000 toneladas de capacidad, pasando luego a tanques medidores de 1.000 y 55 toneladas. La alimentación de los h o g a r e s se hace impulsando el "fuel- oil" previamente calentado en un serpetín hasta 40° para facilitar su movimiento por los conductores y filtrando en dos filtros de presión, medíante un grupo de tres bombas " W o r t i n g t o n " instaladas en una sala especial. A n t i s de pasar a los quemadores el "fuelo i l " es nuevamente calentado en serpentines instalados en la sala de calderas para llegar a una temperatura de 90".

Sub-Usina Eléctrica del Puerto de Montevideo.— Instalación aérea para la descarga de carbón. — Un detalle de los talleres de reparaciones: el martinete eléctrico. — Una de las modernas turbinas, recientemente instalada en la Usina Generadora

T i p o de usinas del Interior. — L a de M a l d o n a d o

E l consumo medio de combustible en el año 1925 fué de 0.590 K g s . por K . W . H. habiéndose hecho en el mismo año 1111 consumo de 47.547.855 kilogramos de "fuel-oil". Sala de Calderas. — L a sala de calderas tiene una longitud de 74 metros ocupando una superficie de 1.600 metros cuadrados ; está flanqueada en sus e x t r e m o s por dos altas chimeneas. E n la parte central de la sala se encuentran distribuidas 18 tolvas de 100 toneladas de capacidad, para aprovisionamiento de carbón, correspondiendo una a cada caldera. L a s calderas en número de 18 están agrupadas en dos hileras a lo largo de la sala. S o n " B a b c o c k & W i l c o x " tipo marino, con una superficie de caldeo de 400 mts 2 . produciendo normalmente 9.000 kilogramos de vapor por hora. Cada caldera está provista de 1111 recalentador de aire. L a sala de calderas contiene también cuatro economizadores, constituidos por tubos de acero de doble recorrido. L o s gaces de la combustión son evacuados por dos grandes chimeneas de manipostería de 60 metros de altura, cuyo diámetro interior mide 4 metros en la extremidad superior. El agua empleada para la alimenta-

T i p o de sub - usinas del Interior. — L a de Punta del Este


/?f /¡'SPO O def¿ c i ó n de los g e n e r a d o r e s de vapor circulan en c i r c u i t o cerrado, de las c a l d e r a s a la t u r b i n a s , a los c o n d e n s a d o r e s y al tanque de a l i m e n t a ción, donde las pérdidas inevitables son c o m p e n s a d a s con a g u a cor r i e n t e . L a a l i m e n t a c i ó n de las c a l d e r a s se h a c e mediante dos g r u p o s de b o m b a s dispuestas a a m b o s e x t r e m o s de la sala de calderas, c o n t a n d o en t o t a l c o n c u a t r o t u r b o b o m b a s " W e i r " que s u m i n i s t r a n 6 o m t s J . por h o r a , t r e s b o m b a s rec i p r o c a n t e s " W e i r " de 4 5 mts 1 '., por h o r a y dos b o m b a s del m i s m o tipo de 3 0 Hits-', p o r h o r a . E n julio de 1925 se e s t a b a n i n s t a l a n d o dos c h i m e n e a s de c h a pa de a c e r o s i s t e m a " P r a t " siendo la a l t u r a de cada u n a de ellas de 25 m e t r o s y el d i á m e t r o e n la p a r t e s u p e r i o r de 4 m e t r o s . E11 las b a s e s de las c h i m e n e a s se i n s t a l a r á n dos v e n t i l a d o r e s que s e r á n a c c i o n a d o s cada uno por un m o t o r de 115 H . P . Con ese equipo de t i r o inducido la e v a p o r a c i ó n por caldera será elevada a 14.000 k i l o g r a m o s de v a por por h o r a .

def

Cenfencrr/O Uruguayo

d i f e r e n t e s s e r v i c i o s de utilización. L a red secundaria e s t á c o m p u e s t a p o r c a b l e s de a l i m e n t a c i ó n s u b t e r r á n e a dc secciones 3 x 32, 3 x 6 4 y 3 x 12o mm-'. y c o n una l o n g i t u d t o t a l de 578.406 m e t r o s . L a red de a l i m e n t a c i ó n a é r e a e s t á f o r m a d a por cables de cobre de 3 x 5 0 y 3 x 75 mm 3 . de sección, s o p o r t a d o s por c o l u m n a s y t i e n e una e x t e n s i ó n «le 68.301 m e t r o s . L a red de distribución o red terciaria, está constituida por a l a m b r e s b a j o plomo con s e c c i o n e s h a s t a de 2 x 10 m m 2 . o 3 x 25 m m - . en la p l a n t a c é n t r i c a de la ciudad, e s t a n d o c o m p u e s t a en la p a r t e r e s t a n t e p o r a l a m b r e " H a c k e t h a l " de 6 a 3 2 m m 2 . de s e c c i ó n . E s t a red t i e n e u n a l o n g i t u d t o t a l de m e t r o s 1.102.329. ( 1 ) . Desarrollo de la Usina. — Representación Gráfica. — L a modest a usina que t r e i n t a y o c h o a ñ o s h a c e f u n d a r a don M a r c e l i n o D í a z y G a r c í a , ha t o m a d o c o m o se ve un d e s a r r o l l o en v o l u m e n y p o t e n cia, tal vez n o s o ñ a d o p o r su p r o pio fundador. L o s c u a d r o s g r á f i c o s que d a m o s en o t r o lugar, dicen o b j e t i v a m e n t e el a v a n c e e s c a l o n a d o obtenido en los ú l t i m o s v e i n t e a ñ o s , el v i g o r o s o impulso dado a la g r a n entidad g e n e r a d o r a , t r a n s f o r m a d o r a y distribuidora.

Sala de Máquinas. — Ocupa u n a superficie de 1.800 m t s 8 . y en ella e s t á n dispuestos los g e n e r a d o res de c o r r i e n t e . E l equipo e l é c t r i c o e s t á c o n s tituido p o r dos t u r b o - a l t e r n a d o r e s T i p o de usina del Interior. — L a de T a c u a r e m b ó A . E . G. de una p o t e n c i a u n i t a r i a Instalaciones efectuadas. — La de 5 0 0 0 K . V . A . a 1.500 r. p. 111., difusión de los servicios e l é c t r i c o s dos t u r b o - a l t e r n a d o r e s G. E . & C". de 12.500 K . V . A . a 1.500 r. p. 111. en la capital y a s e a para a l u m b r a d o o f u e r z a m o t r i z , son palpables y 1111 t u r b o g e n e r a d o r A . K . G. de 12.500 1<. V . A. a 3 . 0 0 0 r. p. 111. día a día. L a luz e l é c t r i c a 110 es y a instalación de lujo en n i n g ú n h o C o n t a n d o c o n una m á q u i n a r e c i p r o c a n t e F r a n c o T o s i de 2 . 0 0 0 K . V . g a r , aún en los m á s humildes y el a p r o v e c h a m i e n t o del p o d e r o s o fluíA . de p o t e n c i a que puede f u n c i o n a r a escape libre. E l v a p o r p e n e t r a do c o m o f u e r z a m o t r i z y en aplicaciones industriales t i e n e u n a a c e p a los g e n e r a d o r e s con u n a t e m p e r a t u r a media dc 300" y u n a presión tación y solicitud cada vez m á s a c e n t u a d a s . de 12 a t m ó s f e r a s . L a sala c u e n t a con dos g r ú a s c o r r e d i z a s de 3 0 t o D a n idea de lo e x p u e s t o las s i g u i e n t e s c i f r a s , t o m a d a s h a s t a el neladas p a r a el m o n t a j e de las m á q u i n a s . 3 0 de j u n i o de 1924. T o m a de agua de Refrigeración. — E l a g u a empleada en la reI n s t a l a c i o n e s hechas en M o n t e v i d e o f r i g e r a c i ó n del v a p o r en los c o n d e n s a d o r e s es t o m a d a dc la B a h í a de M o n t e v i d e o m e d i a n t e una instalación especial, c o n s i s t e n t e en un t ú Do alumbrado 57. OTO Do fuerza motriz ] 0.119 nel de h o r m i g ó n a r m a d o de 2 . 5 6 m t s . dc s e c c i ó n que conduce el a g u a Do tarifa económica ! ." ! 11.422 a t r e s p o z o s de d e c a n t a c i ó n y distribución, desde los cuales, medianDo tarifa especial 207 Do Servicio Oficial 7|8 t e 1111 j u e g o de c o m p u e r t a s , pasa el a g u a a t r e s c á m a r a s de a b s o r c i ó n en la sala de b o m b a s ; é s t a e s t á equipada c o n seis b o m b a s c e n t r í f u g a s , c o r r e s p o n d i e n d o dos a cada c á m a r a , y d e s a g o t a n d o cada u n a 500 lit r o s p o r s e g u n d o , pudiendo en 1111 c a s o dado, t r a b a j a r j u n t a s o aisA c c i ó n del e n t e a u t ó n o m o en el interior ladamente. A d q u i s i c i ó n d e usinas y c r e a c i ó n d c nuevos servicios L a e v a c u a c i ó n del a g u a de r e f r i g e r a c i ó n se e f e c t ú a por medio de u n a s e r i e de c o n d u c t o s de d e s c a r g a , que la llevan a 1111 c o l e c t o r de h o r m i g ó n a r m a d o , el que a su vez la d e s c a r g a en la b a h í a . Distribución d e la Energía Eléctrica. — L a energía g e n e r a d a p o r las m á q u i n a s , es t r a s p o r t a d a a u n a t e n s i ó n de 6 . 3 0 0 V o l t s h a s t a las stib-estaciones de transformación, mediante cables subterráneos c o n s e c c i o n e s de 3 x 32 m m ' , 3 x 4 8 mm 2 ., 3 x 6 4 mm 2 ., 3 x 8 0 mm 2 ., y c o n u n a l o n g i tud t o t a l de 2 4 6 . 0 3 6 m e t r o s los que c o n s t i t u y e n la red p r i m a ria.

Si g r a n d e ha sido el d e s e n v o l v i m i e n t o dado a los s e r v i c i o s e l é c t r i c o s en la capital desde que la U s i na E l é c t r i c a fué c o n v e r t i d a en i n s t i t u t o del E s t a d o , n o m e n o s sensible — en el m i s m o s e n t i do — h a sido su a c c i ó n en el i n t e r i o r de la R e p ú b l i c a . P r o m u l g a d a la ley de n a c i o n a l i z a c i ó n de u s i n a s ( 1 9 1 2 ) el nuevo e n t e a u t ó n o m o , a la m a n e r a de un i n m e n s o pulpo — pero de finalidad invertida, vale decir: distribuyendo energías, en vez de s u c c i o n a r l a s — fué e x t e n d i e n d o sus t e n t á c u l o s p o r t o d o s los departamentos,- a b s o r b i e n d o u s i n a s y a en f u n I . a s sub - e s t a c i o n e s dc c i o n e s y c r e a n d o o t r a s donde t r a n s f o r m a c i ó n e s t á n equipa110 las h a b í a . E n el t é r m i n o de das c o n t r a s f o r m a d o r e s t r i f á t r e c e a ñ o s se e s c r i t u r a r o n y s i c o s en b a ñ o de a c e i t e y de se f u n d a r o n veintidós u s i n a s p o t e n c i a s v a r i a b l e s e n t r e 15 y 8 8 0 K . V . A. los q u e reducen y s u b - u s i n a s , c u y a n ó m i n a dael v o l t a j e de la c o r r i e n t e h a s r e m o s m á s adelante, t e n i é n d o t a 22o v o l t s . se e n el a ñ o 1925, e m p e z a d a s o p r o y e c t a d a s , la c o n s t r u c c i ó n L a capacidad m á x i m a déde c i n c o m á s . cada s u b - e s t a c i ó n , variable seComo decimos más arrig ú n su i m p o r t a n c i a , oscila c u ba fué en virtud de la p r o m u l t r e 1.200 y 3 0 K . V . A . exisg a c i ó n de la ley de 1912, e s t a t i e n d o una, la s u b - e s t a c i ó n N." bleciendo la n a c i o n a l i z a c i ó n de 146, que t i e n e 3 . 5 2 0 K . V . A. G r a n tanque depósito de f u e l - oil, en B e l l a V i s t a , m o n t a d o por los las u s i n a s del i n t e r i o r , q u e la instalados. E l n ú m e r o de subt a l l e r e s n a c i o n a l e s de J u a n G a g g i o n i . — C a p a c i d a d 8 . 6 0 0 . 0 0 0 litros e s t a c i o n e s i n s t a l a d a s es de 130 I n s t i t u c i ó n pudo d a r c u e r p o a con 280 trasformadores en diversos proyectos generales f u n c i o n a m i e n t o y con una p o t e n c i a t o t a l de 3 9 . 0 0 0 K . V . A. L a e n e r p a r a la c r e a c i ó n de diversos servicios r e c l a m a d o s l a r g a m e n t e en v a g í a a una t e n s i ó n de 2 2 0 volts, es t r a s p o r t a d a m e d i a n t e c a b l e s que c o n s t i t u y e n la red secundaria, h a s t a las c a j a s de distribución, de don(1) Los datos numérico! do este párrafo corresponden si ejercicio 1023-1024, habiendo de es llevada m e d i a n t e las lincas que f o r m a n la red t e r c i a r i a , a los la actualidad aumentado considerablemente.


rio- pueblos V ciudades, tales c o m o : J o s é Hatllc y Ordonez. Dolores. Gua< alune. L a P a z . L a s Piedras. Maldonado. Nueva Palm.ra, Pando. Punta del F.ste. R o s a r i o . San Carlos Artigas, San Fructuoso. Santa I ucia. Sarandí del Vi v Treinta y Tres. Sobre la base de dichos provectos, se verificaron los llamamientos a licitación para la maquinaría v demás materiales necesarios para llevar a cabo dichas instalaciones, recibiéndose en su tiempo las propuestas respectivas sobre las q u e sin embargo, no se pudo tomar resolución definitiva alguna, debido a la honda depresión económica imperante en esa época, como consecuencia de la guerra. N ú m e r o total de suscritores de luz y fuerra

motril

hiciera cargo, provisoramente. de la explotación de esta Usina, habiendo pasado a poder de la Administración y escriturando su compra, el i r dc enero de 1923. 1922 — 9 de febrero — Usina de Treinta y Tres. — Se inauguro en esta fecha. _ 1923 — 17 de enero — Usina de Minas. — l'.n esta lecha la Institución tomó posesión de la Usina, y la administra. 11o habiéndose escriturado aún. 1924 12 de(julio enerode— 1925). Usina de Rosario y Sub-Usmas de Nueva• Helvecia. La Paz. Colonia Valdense y Juan Lacaze. — Se inauguraron en la fecha. Energía generada en k w h.

nlf( Te o « »

(I ••• u a

Entretanto, v dc acuerdo con la ley dc 5 de febrero de 1 9 1 3 , fue adquirida la Usina K. de Colonia: después se iniciaron los trabajos de instalación en los pueblos de La Paz y L a s Piedras (Canelones) y se formuló el proyecto definitivo de la Usina de I acuarcmbo. prosiguiéndose paulatinamente la ejecución del plan primitivo. El desarrollo experimentado desde 1 9 1 3 basta 1925, en cuyo ano funcionaba únicamente la Usina de Colonia, nos da el sígnente cuadro: 1 9 1 3 — 23 de ¡ulio — Usina E. dc Colonia. — Librase al servicio público la Usina del Real de San Carlos, después de haberse modificado en parte v completado la red de distribución en la ciudad de Colonia. J914' marzo — Sub-Usina de la Paz (Canelones). — E l i este mes la Usina F.. de Montevideo dió tensión a las instalaciones dc alumbrado particular y a fines de mayo del mismo año se inicio el servicio de alumbrado público, con 54 lámparas de 32 bujías. 1915 — noviembre — Sub-U sina de Las Piedras (Canelones). — E s t a Sub-Usina. inaugiiarada en la mencionada fecha, tiene las mismas características que la de L a Paz. siendo también alimentada por la Usina E. de Montevideo. _ 1916 — 16 de enero — Usina de Punta del Este. — E s t a Usina provisoria fué inaugurada con un grupo locomóvil de 75 K\v. Desde el 23 de diciembre de 1017. la Usina de Maldonado suministra energía a la hoy Sub-Usina de Punta del Este, habiéndose suprimido oportunamente la Usina provisoria. 19n 13 de enero — Usina de Tacuarembó. — Esta es la primera Usina construida en el interior de la República, por la Administración de las U U . E E . del Estado. 1917 8 de setiembre — Usina de Canelones. — Se libra ell servicio en esta fecha. 1917 23 de diciembre — Usina de Maldonado y Sub-Usma de San Carlos y Punta del Este. 1918 — 1." de marzo — Usina de Mercedes. — Filé adquirida por la Administración de las U U . E E . del listado en dicha fecha, pero empezó a funcionar cl 1." de enero de iijoS.

1924 10 de febrero — Usina de Santa Lucla. — E n la fecha se iniciaron los servicios. 1924 — 25 de agosto — Usina de Dolores. — Se inauguraron los servicios. 1924 — 30 de setiembre — Usina de Artigas. — Se inaguró. Situación económica

- Capital fijo y recurao»

La potencialidad económica de las Usinas Eléctricas del Estado, desde los primeros años de su institución se traduce en cifras por demás halagadoras, y ponen de manifiesto a la vez una sólida organización en todos sus sectores, al punto de considerársele hoy uno de los entes autónomos nacionales de más positivos rendimientos. E n dieciocho años — marzo 1.° de 1905 a junio 30 de 1923 — las utilidades líquidas — a pesar de los trastornos originados por la gran guerra europea en un período de cinco años — llegan casi a los doce millones de pesos oro, de cuya crecida suma, una vez cumplidos los diversos servicios de deudas y obligaciones hipotecarias, aún se han podido retener más de cuatro millones para fondos de reserva de la institución. Servicio de fuerza motriz

Kílowatts

instalados

Servicio de alumbrado Lámparas instaladas reducidas a locos de 60 Watts.

En cuadro de números, la situación económica de las Usinas Eléctricas del Estado, al 30 dc junio dc 1923, era la siguiente: RECURSOS liccunto* liura la roIuLllwldn del capital fijo: i:i saldo de las nulidades llijuldus 11 furor di' lu Administración tuó. desdi- el 1.° du Marzo do loor, ni :!0 de Junio dc 192:1 S Í.S27.079.83 Lu* utilidades por liquidación ni 1 " de Mnrzn di- 1905, nlimau " ¡113.1(10.09 Kl Huido dol producto ol,tenido en el canje dc Titulo» dc lu Dunda l.'alnns Eléctrica» del Bullido por Títulos dc la Ueuda Consolidada }• Empréstito tic Conversión dc loor,. 5 '/, oro " 3.9:17.230.00 Tolnl

1919 — 5 de febrero — Usina de Paysandú. — Escrituróse en dicha fecha la compra de esta Usina para cl E s t a d o . 1920 — 10 de enero — Usina de Pando. — Con esta fecha se iniciaron los servicios. 1921 — 19 de febrero — Usina de San José. — F.1 Concejo Departamental solicitó de la Administración G. de la U. E. del Estado se

*

8..-,83.318.92

Cohulilufdo por: I.us nulidades liuslu cl 1." dc Mnrzu dc loo:, * I lindad, s lliiuldndus n favor de la Institución desde csu fuclin hasta cl 30 de Junio dc 1023 " l'or el Fondo dc Reserva "

1.327.079.83 491.303.18

CAPITAL PROPIO 318.109.09


/ Q f / / £ r o c/ef O

Cenfencrp/o

d e f *

U r u g u a y o

K. W. H. producidos y consumidos y porcentaje de pérdida

CAPITAL F I J O Correspondo a este rubro lo Invertido en terrenos edificios, Instalaciones, etc., basta el :tli de Junio d " 192:!, y se clasifica nsí: Terrenos . . . . DIVISION ADMINISTRATIVA Oficinas de la Administración

Edificio Muebles . . . . " '

Imprenta . . . . . Oficina de Exposición

. .

.

* ' .

.

.'

'

.

?

° '

.

11:1.130.21 ".".982.01 8.584.76 15.766.56

"

.

"

Medios de locomoción y transporte

Kdlflcio

Vehículos, etc.

.

.

.

.

'

.

'

*

'

"

143.637.12 79.743.44

í

643 . 137.12 2.219..738,,69

NOTA. — \ o se podía determinar con precisión los K. \V. II. consumido*, en virtud del servicio i|iio existía a precio f i j o Xo hay datos dc 1889¡95.

$

DIVISION TECNICA Oficinas Centrales Instrumentos,

utensilios

y

Central

Edificio Maquinarla

.

.

.

.

herramientas de

.

2.778.47

.

.

.

*

. . .

Itedes

Instrumentos, utensilios y

. '.'.'.'.

'.

herramientas

.'

Instalaciones Interiores Conexiones Entradas . . . . . . . . . Contadores colocados . . . . . . . Laboratorio . . . . . . . Instrumentos, utensilios y herramientas .' Tallores Genéralos Edificio Maquinaria Instrumentos, utensilios y herramientas

2.803.375.81

$

276 .492 .84 530. 139 l'i 2.781 .182. 13 16. 175. 11 $

3.003.289.18

6. 904 1 1 133.. 523,,80 325. SOI 8.1 23. 229 .08 8. 201. 21 ?

997.783.81

$

? .'

52 ,038, 20 17. o:is 28 8. 188. 42

Usinas del Interior

Edificios

?

Instalaciones Exteriores

Edificio Maquinarla

Terrenos Oficinas

190.", - 190(1 1900 - 1907 1907 - 1908 1908 - 1909 1909 - 1910 1910-1911 1911 - 1912 1912-1913 1913 - 1914 1914 - 1915 1910 - 1917 1917 - 1918 1918 - 1919 1919 - 1920 1920 - 1921 1921 - 1922 1922 - 1923 1923 - 1924

Goneraclón

. . .

. . . . ; ; ; ; ; ;

Maquinaria de las Centrales de Generación Instalaciones Exteriores . . . . Instalaciones Interiores . . . . . . Rescato de concesiones . . . . . . (Justos do Instalación Estudios, provectos e Instalaciones provisorias . . . . Intereses

78.104.9)

*

49.889.05 20.441.53 413.004.45 519.699.91 415.762.44 102.310.42 10.789.91

11 .983 .4'! 8. 80. ,,79

$

$

20.791.19

Dc t»r e \um,i'i e dcrs

lu

d d°„ l, ' M !'".'" s

r1:"' : " • . * " : " ' / v ? 3 ™

Total

de

luz

a

$

1.552.758.50

$

Incand.

Arcos

Producción

Intendencia Municipal

Varios

y

fuerza

Incand.

Motores

Arcos

H

P

893.747.03

1905-1900 L900-19117 1907-1908 1908-1900 1909-191(1 1910-1911 1911-19L2 1912-1313 1913-1914 1911-1915 1915-1910 1910-1917 19L7-1918 1918-1919 1919-1920 1920-1921 1921-1922 1922-1923

1.986.485.28

. . . . . . . . . . . . . . . . . .

. . . . . . . . . . . . . . , . . .

3.029 4.(i::t 4.752 0.459 9.112 12.001 10.437 20.920 24.303 20.502 29.203 32.18:1 37.263 IL.9:t2 47.700 52.9:¡9 59.407 07.453

51 351 63 997 78 99. loo 8.VI 145 7:<9 199 558 257 451 325 223 370 927 Iil7 542 435 711 456 6 l!l 190.038 511 711 541 109 581 952 018 071 665 544

153 212 328 388 432 537 OS 8 7(11 7 "O 185 011 019 (.17 0(18 603 570 .•<7

40 i:i7 370 995 1 577 2 719 3 955 2(1(1 978 0 334 s 20(1 11 4 S!( 14 822 21 084 •'8 ITS 35 542 12 593

032 4 9 l'í 0 1 líi 0 421 117 0 057 7 II51 s i;;n 9 0:11 9 9; 1 10 070 10 351

motriz

de

las

Usinas

y

Sub

Usinas

del

Interior. —

Datos

al

31

de

Mayo

623 . 278 602

305 4113 455 824 1.088 1.355 1.572 1 522 1.514 1.0(14 1 . OS 1 1.519 0(13

—. —

151 092 1.177 1.888 2.758 3.421 3.741 1. (198

—. — —. —

821 2 990 4 987 7 98(1 12 508 15 689 10 S(MI 18 110 19 504 20 732 22 114 23 134 24 412 25 208 20 027

de

1925

629 018 250

118 1.181 1.371

1914 1.26385

Generada

en K .

W.

H.

1915

1916

1917

1918

143707 4745

152623 88258

148036 134513 68712

150716 118095 172564 81512 56474 56808 54294

San Carlos Punta del Este . . . . Mercedes Paysandú Pando Treinta y T r e i . . . San Josó

26103'

Datos al 30 1919 156973 175940 212303 120857 112672 108694 68499 492475 190820

de J u n i o de

1924

1920

1921

1922

1923

1924

173104 202155 220731 138059 99366 112626 79507 519469 538640 28022

189285 231948 234558 137(11.0 96801 124347 82911 499122 508253 7110(14

211234 217911 227156 160892 91240 133703 81749 410029 521430

217323 200417 235436 159856 91904 137098 83039 413340 501310 85787 147435 146580

233190 294469 246857 157006 95812 144801 80085 405198 491727 89728 164882 300410

57397

50236 37496 6483 11629 53038

La Paz y Col. Vnldonse

Totales

1923

$ 11.977.908.91

Energía

Las Piedras y Lu Paz Tacuarembó

1905

INSTALADA

Patlculares. P. E. y Servicios Internos

ES 2 "

Colonia Las Piedras . . La Paz Tacuarembó . . . Canelones . . . . Maldonado . . . San Carlos . . . Punta del Esto . . Mercedes . . . . Paysandú . . . Pando Treinta y Tres . San Josó . . . Minas Rosario Nueva Helvecia . La Paz y Col. Vuldense Juan Lacoze . . Santa Lucía . . Dolores . . . . Artigas

Localidad

por la U s i n a desde

ALUMBRADO

Ejercicios

$ 1.4207655~l

suscriptores

29.028.405 35.283.700 40.708.131 45.040.131 52.488.703 61.090.059 04.229.808 00.528.132

POTENCIA

$ II, 977.968.91

1 agei de diferencia en la amortización de las Obligaciones Hipotecarlas y en la venta de Títulos de Deuda Consolidada y del Empréstito de Conversión 1905, 5 % oro 550.829.82 Contribución a los recursos del Municipio de Montevideo ( ontrlbuclón a las Rentas Generales de la Nación A Fondo do Resorva de la Institución. Saldo destinado' a ' Ampliaciones 1 Aumentos del Capital Fijo de la Institución

de

10.281.II»

23.200.228 27.354.901

Servicios y potencia instalada

Distribución de utilidades La rubro utilidades .... distribución u.„.ii»uvivii del uui iuiin, uiiiiuaues $ 5 11.977.908.91 11.9T7.908.! lia destinado a s i : Pago do Intereses do las obligaciones Hipotecarlas $ 516.241.} Pago de Intereses de la Deuda Usinas Eléctricas del Estado 548.314.: Pago do Intereses por créditos suplementarios 365.099. (

Número

3.015.341 3.144.146 3.938.281 0.984.991 10.005.111 13.744.199 19.871.283 23.250.817 22.917.603 21.553.438 30.320.063 34.170.710 37.339.927 45.003.152 51.404.642 54.286.354 55.919.697

8.340.988.53

* 9

Utilidades

.

3.: 3.850.820 3.890.390 5.2(15.370 8.385.501 12.200. lili

(1) Descontados los consumos para "Servicio esencial existente". ?

" í

. . . . . . . . '. . . . . . . . . . . . . . . . . . (1) . . . . . . . .

126385

148452

240878

377304

720523

1045233

2118279

2234895

2280093

2509565

3255357


Compañía del G a . y Dique Seco de Montevideo, Ltda.

L a E m p r e s a del G a s es tal vez la m á s a n t i g u a de t o d a s las e m p r e s a s que han prestado y p r e s t a n t o d a v í a s u s s e r v i c i o s en Montevideo. E l g a s f u é p r i m e r a m e n t e introducido en M o n t e v i d e o en el a ñ o i * S 3 v la U s i n a de aquella época e s t a b a establecida en la c a l l e C e r r i t o e n t r e las de J u n c a l y Ciudadela. pero fue c o n s t r u i d a por p e r s o n a s c o n p o c a p r á c t i c a y la m a q u i n a r i a y apaH H H r a t o s e r a n m u y ordinarios. P o r o t r a p a r t e el capita! disponible e r a c o m p l e t a m e n t e i n a d e c u a d o para equipar u n a usina, aún en aquella é p o c a , y la b o m b a principal e r a funcionada por una " m u l a " , ayudada por labor m a nual, y el Único gasómetro tenía capacidad de 435 m e t r o s cúbicos. L o s m a t e r i a l e s utilizados para f a b r i c a r el g a s eran residuos de a n i m a l e s , h u e sos, g r a s a s , etc., p e r o n o h a b í a c o n t a d o r en la U s i n a , n o se podía saber la c a n t i dad de g a s que h a c í a . E n 1857 había solament e 150 f a r o l e s e n las calles y 6 0 0 picos en c a s a s particulares. E n el a ñ o 1861 fué hec h o un nuevo c o n v e n i o con el G o b i e r n o para el a l u m b r a do público y fabricación de g a s , y en 1862 se inició la c o n s t r u c c i ó n de la nueva U s i n a de G a s . en la calle F l o r i d a , (donde t o d a vía e x i s t e ) que c o m e n z ó a s u m i n i s t r a r g a s en j u l i o del a ñ o siguiente.

con la importancia que, a ñ o a año, iba adquiriendo la ciudad de M o n tevideo c o n t r a t ó en I n g l a t e r r a con Gibbons B r o s L t d . y o t r o s , en l o me se refiere al suministro de los materiales y m a q u i n a r i a s n e c e s a r i o s . F u el a ñ o 1916 fué inaugurada una primera sección, seguida de o t r a en .9->o, correspondiente a una Nueva C a s a dc R e t o r t a s . H a s t a , , 6 las operaciones de c a r g a r y d e s c a r g a r las r e t o r t a s e r a n h e c h a s a m a n o y los h o r n o s y r e t o r tas eran chicos y de 1111 tipo viejo y poco eficaz. L a s e c ción nueva es de un s i s t e m a m á s m o d e r n o con h o r n o s g r a n d e s y las r e t o r t a s son cargadas y descargadas por máquinas especiales. E l c a r bón para las r e t o r t a s t a m bién es llevado desde las c a r b o n e r a s h a s t a la c a s a de r e t o r t a s p o r m á q u i n a s transportadoras construidas en duplicado c a d a s e c c i ó n con capacidad s u f i c i e n t e para s u m i n i s t r a r t o d o el c a r bón n e c e s a r i o . L a t e r c e r a sección se c o n s t r u y e en los precisos i n s t a n t e s en que se prepara la impresión de e s t e libro, y c u a n d o e s t a sección esté t e r m i n a d a , el c o n j u n t o formará una instalación c o m p l e t a que podrá c o m p a rarse con c u a l q u i e r a de su g é n e r o en I n g l a t e r r a .

E n 1867 fué c e l e b r a d o un nuevo c o n t r a t o por 2 0 a ñ o s con la Municipalidad para el a l u m b r a d o público y particular, e inmediatam e n t e después fueron e f e c tuadas grandes extensiones en las c a ñ e r í a s .

L a E m p r e s a que h a s t a e n t o n c e s v e n i a desenvolviendo sus actividades, — con la limitación l ó g i c a m e n te impuesta por el medio de la época, inaccesible t o d a vía a e s a clase de innovacion e s r e s p e c t o del a l u m b r a d o , c o m o de la utilización del g a s en t o d o s sus a s p e c t o s industriales, — fué t r a n s f e rida a la E m p r e s a I n g l e s a "The

Montevideo Gas

üiificii

>1,1110 Seco ,le Montevideo, ubicado en la uul y 25 dc Mayo

Company

L t d . " , y b a j o la nueva a d m i n i s t r a ción el s e r v i c i o fué m e j o r a d o muc h o y — p a r a l e l a m e n t e con una m a y o r a c e p t a c i ó n del g a s de parte del público en g e n e r a l — c r e c i ó t a n t o en i m p o r t a n c i a , que fué necesario construir nuevas secciones, c o m p l e t a d a s en 1892. H a s t a 1902 cl g a s e r a usado principalmente para a l u m b r a d o , p e r o en ese a ñ o f u e r o n i n a u g u r a rlas las p r i m e r a s cocinas a gas, y h o y el c o n s u m o principal es p a r a c o c i n a s , c a l e n t a d o r e s de a g u a y servicios industriales, siendo de ese punto de vista 1111 s i s t e m a recomendable por su limpieza, c o modidad, simplicidad y e c o n o m í a Con el a u m e n t o c o n t i n u o del c o n s u m o de gas, la U s i n a en 1914 había l l e g a d o casi a su límite y el D i r e c t o r i o de L o n d r e s de e s t a C o m p a ñ í a , deseando siempre sum i n i s t r a r un servicio en diapasón

El

sedor

Juan

N.

IVhytc, A<l mlnl.irtulor r;,.rural o Ingeniero tío lu n »u despacho Empreaa

E l a l i m e n t o dc p r o d u c ción n e c e s i t ó m á q u i n a s adicionales p a r a c o n d e n s a r , lav a r y p u r i f i c a r el g a s y durante los ú l t i m o s dos a ñ o s la C o m p a ñ í a instaló u n a sección c o m p l e t a de condensadores. l a v a d o r e s y purific a d o r e s con capacidad para 5 0 . 0 0 0 m e t r o s c ú b i c o s por dia. Al m i s m o t i e m p o h a m o n t a d o 1111 l a b o r a t o r i o completo para examinar y c o n t r o l a r la producción de g a s d u r a n t e los diversos p r o c e s o s y a v e r i g u a r que cl producto finál f u e r a de buena calidad a n t e s que sea distribuido al público. H a y una sección c o m pleta p a r a destilar alquit r á n , en alambiques e s p e ciales para la producción de a c e i t e s finos ( b a s e de la creolina e t c . ) y a s f a l t o . L a falta principal a h o r a es de un G a s ó m e t r o g r a n d e y ú l t i m a m e n t e la C o m p a ñ í a lia c o n t r a t a d o la c o n s t r u c ción inmediata de uno n u e v o de una capacidad de 2 8 . 0 0 0 m e t r o s cúbicos o sea c i n c o v e c e s m a y o r que el m á s g r a n d e de l o s que existen h a s t a a h o r a . E l t a n q u e será de a c e r o de unos 5 0 m e t r o s dc d i á m e t r o y 10 m e t r o s de a l t u ra y llevará 10.000 l i t r o s de a g u a . E l Bailón s e r á s i s t e m a t e l e s c ó p i c o con tres secciones y c u a n d o s e a llenado en su capacidad t o t a l la a l t u r a desde la base h a s t a la p a r t e superior será de 4 0 m e t r o s . P a r a a g u a n t a r el peso t o t a l es n e c e s a r i o preparar una base b a s t a n t e f u e r t e y ésta y a e s t á empezada y s e r á dc h o r m i g ó n p u e s t o s o b r e la r o c a . L a s c a ñ e r í a s de E n t r a d a y S a l i d a serán de 6 0 c e n t í m e t r o s de d i á m e t r o y j u n t o al G a s ó m e t r o se c o n s t r u i r á una c a s a especial c o n válvulas y g o b e r n a d o r e s p a r a g r a duar la presión del g a s en las c a ñ e r í a s distribuidoras en la Ciudad. E s t a s o b r a s han p r o p o r c i o n a -


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fi/ypo cfcí Ce/¿fenaT'/o

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Uruguaya

Salón dc Ventas

Sr. T o m á s F . L a ñ e , ex-miembro del Directorio de la Compañía del Gas y Dique Seco de Montevideo L i m i t a d a , ex-gerente de la misma compañía, puesto que desempeñó durante muchos años, y a quien reemplazó, por haberse jubilado, el actual A d m i n i s trador General e Ingeniero J e f e de la Empresa, Sr. J u a n N . Whyte

largo, 14 metros de ancho y 4 metros de calado. Dos bombas centrífugas movidas a vapor, construidas por los señores Grvynne y Cía. y W . II. Alien y Cía. efectúan en sólo tres horas el desagote total del dique. Como detalle interesante de su equipo, pueden citarse las grúas y cabrestantes capaces dc levantar treinta toneladas de peso. L o s talleres mecánicos contiguos al Dique, están equipados con maquinarias de los tipos más modernos y pueden efectuar reparaciones dc todas clases. L a s ventajas de un dique seco sobre otros sistemas para reparaciones de buques, son innegables y, debido a eso y al personal competente y a los precios módicos, el Dique " M a u á " ha sido siempre cl primer establecimiento de su género y desde que existe lia reparado

do empico a muchos obreros y hoy la Empresa, en ese sentido, — en cl de la utilización de brazos — es una de las más importantes por los servicios que presta y cl número de personal empleado. E n las calles de Montevideo lia sido necesario aumentar considerablemente las cañerías y para m e j o r a r el servicio fué colocado 1111 sistema especial de alta presión, que pasa por los distritos dc Pocitos y Unión, habiendo construido sub-estaciones, con instalaciones de " g o b e r n a d o r e s " especiales para graduar la presión y ayudar el sistema de la cañería existente. El caño de alta presión será continuado por otros distritos cuando sea necesario. E n 1910 la E m p r e s a construyó un edificio en la calle 25 de M a y o , esquina Juncal, dónde tiene su salón de aparatos y Oficinas de Administración. E n el Salón de Aparatos hay un stock permanente de aparatos de varias clases, c o m o cocinas de alta calidad y tipos modernos, así como calentadores dc Agua para B a ñ o s , etc. que pueden ser adquiridos por cuotas mensuales. El producto principal de la Empresa es el Gas, pero la Usina produce también Coke, Alquitrán, Asfalto, Bencina y otros aceites de Alquitrán y estos productos de primera calidad son vendidos para todas partes. J u n t o a la U s i n a del Gas, — en la calle Florida — está cl Dique S c c o " M a u á " , perteneciente a la misma empresa. I.a construcción del Dique " M a u á " fué empezada en 1S69 y terminada en 1873, y puede admitir buques hasta de 84 metros de

Dique Seco

"Mauá"

Vista de la Casa de Retortas de la

Usina

buques de guerra ingleses, españoles, brasileros, etc., además de muchos buques dc pasajeros y carga Todos los años entran al Dique " M a u á " gran cantidad de balleneros noruegos, ingleses y a r g e n t i n o s ; allí se les efectúa importantes reparaciones al casco y a las maquinarias, se les limpia los fondos, (tejándolos en condiciones de realizar nuevamente su crucero por los mares del sur. Durante la g u e r r a hizo reparaciones importantes a los buques ex-alemanes y todavía es cl preferido por el Gobierno para las reparaciones necesarias a sus transportes.

L a Compañía del Gas y Dique Seco de Montevideo Limitada, por cl perfeccionamiento de sus servicios, por su admirable organización industrial, por las necesidades que llena en una población tan importante como la de la capital nacional, figura cutre los grandes servicios de utilidad pública perfectos que honran al U r u g u a y . T o d o lo que se diga de esta Compañía es reducido en relación a la importancia que reviste al rol que desempeña, a la influencia (pie e j e r c e en el confort del medio ambiente que ha contribuido a c r e a r y m e j o rar, ofreciendo toda clase de facilidades para cl suministro de materiales y combustible. El Administrador General e I n g e n i e r o - J e f e de la E m p r e s a es el señor J u a n N. VVhyte, cl Ingeniero de la Usina es cl señor David C. Clark y el Ingeniero del Dique, el señor J o s é S. R y a n .


pffiSro c/éf G c/e/V

Ceníencrp/o Uruguay*

OBRAS DE UTILIDAD PUBLICA El servicio de Agua. Corriente»

Consolidada ámpliamente nuest r a nacionalidad, l a r g o s l u s t r o s pasaron sin q u e — n o y a los pueblos del i n t e r i o r — s i n o la c a p i t a l m i s m a , d i s f r u t a r a de los diversos s e r v i c i o s públicos i n h e r e n t e s y a en ese e n t o n c e s a las u r b e s i m p o r t a n t e s del continente europeo. D e e s o s s e r v i c i o s n o e r a e! m e n o s sensible p o r su falta, el de a g u a s c o r r i e n t e s , v a que los buenos p o b l a d o r e s de la ciudad de Z a b a la. s e g u í a n en 1865 v i é n d o s e c o n s t r e ñ i d o s a! u s o o b l i g a t o r i o del " a g u a del c i e l o " , r e c o g i d a en a l j i b e s y c i s t e r n a s y siendo por las condicion e s de r e c o l e c c i ó n y c o n s e r v a c i ó n , de dudosa potabilidad. F u e r a de

se, v sin e m b a r g o , durante todo ese lapso de t i e m p o 110 h u b o en M o n tevideo epidemia alguna atribuible al servicio de a g u a s c o r r i e n t e s . Desaparece la Empresa Fynn

A pesar de las concesiones o t o r g a d a s p o r el g o b i e n i o a la E m p r e s a F y n n ; a pesar de una subvención del Estado, de 4.600 pesos mensuales concedida p o r veinte años y a pesar de sus é x i t o s c o m o servicio público, la E m p r e s a F v n n no r e s u l t ó n e g o c i o para sus i n t e g r a n t e s , y m e n o s aun cuando, en 1888, las necesidades de la ciudad reclamaban y a u n a a m p l i a c i ó n de o b r a s y los dirigentes de la higiene comunal imponían p r o c e d i m i e n t o s — s e g u r a m e n t e c o s t o s o s — p a r a dar al agua u n a m a y o r p u r e z a ,

Lugar de captación

e s t o por lo que c o m o p e l i g r o para la salud pública a t a ñ í a , se c e r n í a muy a menudo el r i e s g o de la e x t i n c i ó n de las r e s e r v a s del líquido impiescindible, d u r a n t e los l a r g o s períodos de intensa seca, tan com u n e s en n u e s t r o t e r r i t o r i o . T e n i e n d o en c u e n t a a m b o s i m p o r t a n t e s f a c t o r e s , el g o b i e r n o de 1X67, para remediarlos, resolvió d o t a r a la ciudad de a g u a p e r m a n e n te y de buenas condiciones de potabilidad, y al e f e c t o se hizo 1111 llamado a licitación p a r a instalar un servicio público de a g u a s c o r r i e n tes. V a r i o s fueron l o s p r o p o n e n t e s que respondieron al llamado g u bernativo, d e s t a c á n d o s e , por sus m e j o r e s condiciones, la p r e s e n t a d a por un u r u g u a y o , 1). E n r i q u e F y n n , e l e m e n t o de a r r a i g o y relieve propio, en n u e s t r o medio social y financiero. L a p r o p u e s t a F y n n fué aceptada, c o n f i r m á n d o s e la aceptación del E j e c u t i v o por el P o d e r L e g i s l a t i v o . el 2<) de abril de 1868. Dicha p r o p u e s t a daba c o m o fuente tle captación del a g u a , un r e c o d o del r í o S a n t a L u c í a , en las p r o ximidades del a r r o y o Mataojo ( D e p t o . de C a n e l o n e s ) situado a unos diez k i l ó m e t r o s del pueblo de S a n t a L u c í a y a s e s e n t a , por t i e r r a , de la ciudad de Montevideo. L a elección se hizo previos detenidos y concienzudos estudios y el punto elegido es el que se utiliza aún hoy. P a r a e s t a b l e c e r el servicio de a g u a s perm a n e n t e , que r e c l a m a ba los desembolsos p r o p i o s de una g r a n e m p r e s a , el S r . F y n n , c o n s t i t u y ó 1111 sindicat o en el que f o r m a r o n los s e ñ o r e s A n a c a r s i s Lanus y Ambrosio P. L e z i c a , iniciándose l a s o b r a s con toda diligencia el 3 dc octubre del 68, y a n t e s de t r e s a ñ o s , el 18 de julio de 1871. la población

y una m a y o r g a r a n t í a de absoluta inocuidad. F r e n t e a e s a s perspectivas, cl sindicato F y n n - L e z i c a - L a n u s a c e p t ó p r o p u e s t a s venidas de L o n d r e s , y en 1879 t r a s p a s ó la E m p r e s a con t o d a s sus i n s t a l a c i o n e s , privilegios y c o n c e s i o n e s a la " T h e M o n t e v i d e o W a t e r w o r k s C . ° " c o m p a ñ í a inglesa, que es la que desde esa f e c h a t i e n e a su c a r g o la e x p l o t a c i ó n de la usina y sus servicios. L a a d m i n i s t r a c i ó n b r i t á n i c a dió g r a n impulso en diversos sentidos, a la m e r i t o r i a o b r a iniciada en 1868 y a los servicios i n a u g u r a d o s en 1871. E11 el a ñ o 1889, b a j o la g e r e n c i a del S r . G . G a h v e y , se procedió a la instalación de una planta c o m p l e t a de filtración y purificación quv c o m p r e n d í a filtros de a r e n a , p u r i f i c a d o r e s " A n d e r s o n " , depósitos de a g u a filtrada, etc. D e s d e la instalación de e s t a s o b r a s la condición del a g u a para M o n t e v i d e o c a m b i ó radicalmente. Quedó a s e g u r a d a en definitiva la provisión de a g u a potable a M o n t e v i d e o en i g u a l e s c o n diciones que las adoptadas por las i n s t a l a ciones más adelantadas del Mundo. B a s t e decir que habiendo la Municipalidad fijado un límite de m a t e r i a c o m o t o l e r a n c i a en el a g u a de s u m i n i s t r o a Montevideo, hace más de veinte a ñ o s que los análisis q u e diariamente s e practican t a n t o por los L a b o r a t o r i o s M u n i c i p a l e s com o s e p a r a d a m e n t e por la C o m p a ñ í a , ni U N S O L O día se ha enc o n t r a d o que el a g u a f u e r a siquiera s o s p e chosa. Y es de m e n c i o n a r s e cpie la m o r talidad, que al i n s t a larse el servicio primitivo e r a en M o n tevideo de 27 por mil, es hoy día de 2 0 por mil, c i f r a e s t a ú l t i m a que se equipara a la cíe las m á s i m p o r t a n tes ciudades e u r o p e a s .

Usina de las Aguas Corrientes instalada *n Canelones

de M o n t e v i d e o , tenía con el natural r e g o c i j o , inaugurado el servicio de agua p e r m a n e n t e a domicilio. E n la realización de las o b r a s se ocuparon los servicios de los i n g e n i e r o s E d . VVods y F e d . N e w m a n . S e había dado 1111 g r a n p a s o ; se h a b í a r e s u e l t o un problema, y la obra, sensible de m e j o r a s sin duda a l g u n a , en diversas faces, repres e n t a b a desde l u e g o una aprcciable c o n q u i s t a para la vida urbana. L a e m p r e s a F y n n había instalado la usina de b o m b e o sobre el m i s m o punto de c a t e o , y enviaba el a g u a por c a ñ e r í a s s u b t e r r á n e a s a L a s P i e d r a s , donde tenía establecidos los d e p ó s i t o s , desde donde, por g r a vitación se derivaban a M o n t e v i d e o . E l a g u a pués, se sirvió durante 18 a ñ o s tal c o m o era captada en cl río, vale decir, sin d e c a n t a r s e ni filtrar-

S i o t r o bien 110 m e r e c i e r a de la g r a t i tud de los montevideanos la iniciativa de 1867, e s a sola seguridad que h a dado a n u e s t r a población — que se ha visto y se ve librada de las p l a g a s c o m u n e s a las localidades mal servidas p o r lo que a calidad dc a g u a alimenticia se refiere, b a s t a r í a para c o n s a g r a r el s e r v i c i o de a g u a s c o r r i e n t e s , c o m o b e n e m é r i t o servicio público, c o m o g r a n d e obra nacional, en n o m b r e de la salud y la higiene. T r a t á n d o s e de 1111 servicio de e s t a naturaleza, es l ó g i c o que su desarrollo vaya paralelo a las necesidades de la población, o m e j o r dicho que las necesidades de la población sean c o n t e m p l a d a s con suficiente anticipación c o m o para que nunca se e n c u e n t r e e s c a s e z de a g u a potable para el c o n s u m o . L a C o m p a ñ í a ha t e n i d o que a m p l i a r sus


X?f fápp O o b r a s día a día p a r a r e s p o n d e r a las c r e c i e n t e s necesidades del público, n o sólo empleando g r a n d e s c a p i t a l e s sino t a m b i é n r e c u r r i e n d o en c i e r t o s c a s o s a ingenieros de e x p e r i e n c i a y especialm e n t e preparados para la e j e c u c i ó n de las o b r a s que se han llevado a e f e c t o en los últimos tiempos.

def

c/e/V

Cen/enarvo C J p a g u a y a

4 . 6 0 0 . 0 0 0 litros. C u a t r o f i l t r o s m e c á nicos. Capacidad en 24 h o r a s , 2o.ooo.ooo dc litros. D o s depósitos de a g u a f i l t r a da, c u b i e r t o s . Capacidad total 17.000.000 de litros. D o s c a ñ e r í a s principales ele b o m b e o a L a s Piedras. L a r g o c|u. 3 5 . 0 0 0 m e t r o s . Capacidad dc las dos c a ñ e r í a s en 24 h o r a s 45.ooo.ooo de m|cúbicos. E11 L a s P i e d r a s , sobre una e x t e n sión de 31 h e c t á r e a s las instalaciones a b a r c a n un á r e a de doce h e c t á r e a s y c o m p r e n d e n c i n c o depósitos de a g u a filtrada fiara s u m i n i s t r o a M o n t e v i d e o , con c a p a c i d a d p a r a 118.ooo.ooo de lit r o s , y u n a c a s a de b o m b a s con c u a t r o f 4 ) j u e g o s de b o m b a s c e n t r í f u g a s m o vidas a e l e c t r i c i d a d , d e s t i n a d a s a a y u d a r a m a n t e n e r las p r e s i o n e s en las c a ñ e rías principales de s u m i n i s t r o a la ciudad, en las h o r a s de m a y o r c o n s u m o .

Obtención, purificación y transporte del agua L a captación del a g u a se hace al aire libre y para ella se emplean varios equipos de poderosas b o m b a s , c u y o detalle d a m o s m á s adelante. C a p t a d a el a g u a pasa a los purificadores " A n d e r s o n " y de é s t o s a los depósitos de dec a n t a c i ó n , donde r e p o s a v a r i o s días, y de aquí a los filtros de a r e n a o a los f i l t r o s m e c á n i c o s , y e n d o por último a los depósitos c u b i e r t o s p a r a l u e g o ser impulsada h a s t a los d e p ó s i t o s de distribución de L a s P i e d r a s , h a c i e n d o un r e c o r r i d o por doble t u b e r í a , de 35 kilóm e t r o s . D e s d e los depósitos de L a s P i e d r a s , situados a 8 5 m e t r o s s o b r e el nivel del m a r , c o r r e por g r a v i t a c i ó n a M o n t e v i d e o , por c u a t r o líneas de deriv a c i ó n . L o s c a ñ o s de e s t a s líneas son de h i e r r o fundido y tienen de d i á m e t r o , u n o om. 6 i o , y t r e s de 0111. 4 5 7 . Cubren u n a e x t e n s i ó n de 2 0 k l m . cada línea.

Calidad, consumo y precio del agua

R e s a l t a m o s m á s a r r i b a la e x c e l e n cia de la calidad del a g u a que n u e s t r a población c o n s u m e s u m i n i s t r a d a por la C. de A. C o r r i e n t e s . S i e n d o — c o m o se p r o b ó d u r a n t e 18 a ñ o s sin f i l t r o s — buena el a g u a en su condición n a t u r a l , purificada y filtrada c o m o se h a c e pollos procedimientos m á s adelantados (pie se conocen, resulta un agua p o t a b l e de innegable pureza. Muestra M u n i c i p a L a r e s e r v a de a g u a en M o n t e v i d e o lidad ha fijado un límite para la p r o la c o n s t i t u y e n los depósitos del C e r r i t o porción de m a t e r i a o r g á n i c a q u e pode la V i c t o r i a con u n a capacidad de dría c o n t e n e r el a g u a para s e r c o n s i io.ooo.ooo de litros. D e e s t o s depósitos P r i m e r a y segunda máquina de triple expansión derada en condiciones r e g l a m e n t a r i a s a r r a n c a u n a q u i n t a línea de derivación, y ese límite que fué p r i m e r o c i n c o de 0111.457 y 4 . 5 0 o m t s . de e x t e n s i ó n . D e la c u a r t a línea que viene de reducido a tres m i l i g r a m o s , por litro, m i l i g r a m o s , m á s tarde ftu L a s P i e d r a s a r r a n c a 1111 r a m a l destinado a r e f o r z a r la z o n a de P o c i t o s . P u e s bien, el a g u a 11o ha legado a s o b r e p a s a r las t r e s m i l é s i m a s L a s r a m i f i c a c i o n e s de c a ñ e r í a s a b a r c a n casi toda la ciudad y enunciadas, c o s a c o m p r o b a d a d i a r i a m e n t e en los l a b o r a t o r i o s M u n i p l a n t a s u b - u r b a n a ; el t o t a l de c a ñ e r í a s de distribución secundarias cipales y por la E m p r e s a , que también a diario analiza el a g u a en su a s c i e n d e a 5 0 7 . 0 0 0 m e t r o s , y la e x t e n s i ó n t o t a l de c a ñ e r í a s incluyendo laboratorio. las líneas de b o m b e o y g r a v i t a c i ó n excede a 6 7 0 k i l ó m e t r o s . E l promedio de los análisis en los l a b o r a t o r i o s M u n i c i p a l e s en los últimos doce a ñ o s f u é : » e instalaciones

L a C o m p a ñ í a tiene implantada su usina en la m a r g e n izquierda del S a n t a L u c í a , a 17 k i l ó m e t r o s de la ciudad de C a n e l o n e s , y en 1111 predio de loo h e c t á r e a s c u j a m i t a d ocupan la usina, galpones, oficinas, depósitos, tanques de d e c a n t a c i ó n , f i l t r o s de a r e n a , c a s a s de la G e r e n c i a , empleados, o b r e r o s , c o m e r c i o s , a l m a c e n e s , depósitos, talleres, etc. E n su c o n t o r n o se ha f o r m a d o un p e q u e ñ o pueblo que vive de las actividades de la usina, i n c l u s o el muelle, donde v a r i a s d e c e n a s de pailebots descargan todos los m e s e s c e n t e n a r e s de t o n e l a d a s dc c a r b ó n , piedra de aluminio f é r r i c o ( s u s t a n c i a p u r i f i c a d o r a ) m a q u i n a r i a s , c a ñ e r í a s y m e r c a d e r í a s diversas. u,in

E l edificio de la usina lo c o m p o n e n varios cuerpos y varios pisos y en ella f u n c i o n a n , dos m á q u i n a s " W o r t l i i n g t o n " destinadas a b o m b e a r el a g u a , c o n u n a capacidad t o t a l de 37.ooo.ooo de litros cada 2 4 h o r a s y c u a t r o m á q u i n a s de triple e x p a n s i ó n modernas, también d e s t i n a d a s a b o m b e a r a g u a del río a los purificadores, v a enviar a g u a f i l t r a d a a los d e p ó s i t o s de L a s P i e d r a s . E s t a s m á q u i n a s pueden enviar cada 2 4 h. a los purificadores 72.585.000 l i t r o s y a los depósit o s 1 0 4 . 0 0 0 . ooo. A c túan a d e m á s 5 b a t e r í a s de 2 c a l d e r a s c a d a una con un t o t a l de 1.240 H. P. F u e r a de la usina, hay instalados: T r e s purificadores rotativos sistema "Anderson" p a r a t r a t a r el a g u a del río a n t e s de p a s a r l a a los d e p ó s i t o s de dec a n t a c i ó n , con c a p a c i dad t o t a l de 3 6 . 0 0 0 ooo de l i t r o s c a d a 2 4 horas. S e i s d e p ó s i t o s de decantación con capacidad total de 1o5.ooo.ooo de litros. O n c e f i l t r o s de a r e n a . Capacidad t o t a l en 24 h o r a s , cada u n o :

AÑOS

orflán expreia 0>lg<

Bacterias por centímetro cubico

AÑOS

Materia orgánica expresada en oxlpeno

minoramos

Bactoriaa por centímetro cúbloo

L a s m u e s t r a s de a g u a son t o m a d a s por los L a b o r a t o r i o s M u n i cipales en los m i s m o s servicios domiciliarios. N o siendo el servicio de a g u a s c o r r i e n t e s o b l i g a t o r i o , e s t á c a l c u lado que los c o n s u m i d o r e s en M o n t e v i d e o r e p r e s e n t a n a p r o x i m a d a m e n t e dos t e r c i o s dc la población total y es sobre e s t a base que se calcula el c o n s u m o diario por h a b i t a n t e . E l t o t a l de c o n s u m o en los días del v e r a n o de 1924. fué de 2 9 a 38 millones de li tros por cada 24 h o r a s . E l 4 de diciembre de 1924 se l l e g ó al c o n s u m o m á x i m o : 39.680 metros cúbicos. El promedio diario en 1924 fué de 2 9 . 4 6 1 . 0 0 0 lit r o s . E l r e c o r d de c o n s u m o diario desde que la E m p r e s a e x i s t e lo d e t e n t a el 6 de m a r z o de i<)25. A l c a n z ó a 46.4ci6.000 l i t r o s . E s t e consumo extraordinario denuncia a la vez un p e r í o d o de v a r i o s días de c a l o r e s sofocantes como pocas v e c e s s u f r i ó la ciudad. Construcción de las tuberías a L a s Piedras. — Transporte de caños


E s t a d o demostrativo del a u m e n t o de c o n s u m o los

últimos

doce

aftos

Promedio de

Coaiumo máximo en

coaiumo diario

un dia del año

Litro*

13.496.000 ir, . m . c o o 15.307.000 1 7 . 37 4 .0''0 18.676.000 20.139.0'0 22.330.000 23.605.000 23.608 0"0 ti.M3.000 2T.lt!.000 29.461.000

y s e r v i d o s durante

1913-1924 Promedio mensual de coasumo

Número de Mrvicios abiertos

Litros

23.623.OC'O 21.005.000 22.554.000 .i 761 2s.6So.000

::: :.:,0.fi0" 32 36.550.000 :T 31».«80.000

470.770.000 461.502.0-0 •i--,"..*;s 529.747.000 564.S4K.O' O 612.472.000 t;7s . 7nii fjmi 719.633.000 717.475.(00 766.950.0"0 830.600.000 898 .242. OO'J

30.408 .ti .257 32.310 34.340 35.781 36.743 87.998 40.036 41.580 48.881 46.252 47.815

E v i d e n c i a la importancia del capital invertido en las ampliaciones p r o g r e s i v a s realizadas desde 1880 a 1 9 2 5 , el s i g u i e n t e c u a d r o : E n e s t a s c i f r a s no está incluído el a u m e n t o en propiedades, A Ros IMPORTA t o c k s de c o n t a d o r e s , materiales, £ 46.697 132.20.1 etc. etc. que por si solo representa 26.929 1111 valor m a y o r dc £ 400.000.^ 7.907 6.978 L a administración de la C o m 298.265 227.515 pañía tiene su sede propia en 196.914 M o n t e v i d e o — calle Zabala y 177.582 Rincón — v posee además un £ 1.121.020 amplio depósito de materiales y A dcduc/r: servicio de instalaciones y reContribución <lo IOH conc l a m o s en la calle Colonia esq. sumidores ni costo «lo l.i iprolonRnclrtn <lo caYaro. ñerías secundarían . . Desde la época de la fundación de la Compañía han ocupado t 1.050.300 el c a r g o de A d m i n i s t r a d o r General, en M o n t e v i d e o , los señores L J . I s a a c , desde su iniciación h a s t a el ano 1 8 8 1 , f e c h a en que l o sucedió el s e ñ o r Guillermo G a l w e y . retirándose e s t e en 1908. E n reemplazo del s e ñ o r G a l w e y f u e n o m b r a d o el e n t o n c e s c o n t a d o r de la E m p r e s a s e ñ o r J a m e s E r a ser quien e s t u v o en el p u e s t o h a s t a su f a l l e c i m i e n t o , a c a e c i d o en el a ñ o 1 9 2 1 . D e s d e e n t o n c e s lo ocupa el a c t u a l A d m i n i s t r a d o r General S r . A. H i s l o p R o b e r t s o n . Actualmente el Directorio radicado en L o n d r e s , 5 2 M o o r g a t e S t r e e t E . C . lo f o r m a n : Presidente: J a m e s Anderson esq. V o c a l e s : Tohn Adanis E s q . , J . P e r e y C l a r k e , C. B . E . , M . Inst. C.' E., A. L . Isaac, Esq., Gcorge Proctor, Esq. S e c r e t a r i o : W i l l i a m A. W a i tc, E s q .

F u e r a de los servicios domiciliarios, la C o m p a ñ í a — p o r convenio COTI el G o b i e r n o — s u m i n i s t r a g r a t u i t a m e n t e diversos servicios públicos. E n t r e el P r a d o , parques, plazas y plazuelas, h a y unos i o o destinados a f u e n t e s y r i e g o con un t o t a l de 7 5 0 salidas dc a g u a . A d e m á s , funcionan 55 p o s t e s para la g e n t e m e n e s t e r o s a : 3 5 p e r m a n e n t e s y 2 0 en c a r á c t e r provisorio. El r i e g o de calles y c a m i n o s t a m bién va c o m p r e n d i d o en los servicios g r a t u i t o s concedidos a la Municipalidad. E l precio de las tarifa> primitivas ( c o n v e n i o 1 8 6 8 ) para la población fué de " c u a r e n t a c e n t e s i m o s " el m e t r o cúbico, con una r e b a j a para los servicios nacionales. A pesar de lo elevado de la tarifa, y de la subvención de S 4.600 mensuales, la E m p r e s a F y n n nunca o b t u v o dividendos, y f i n a n c i e r a m e n t e fué un mal neg o c i o para sus iniciadores. F u é xa en m a n o s de la administración O b r a s de futuro n g l e s a — q u e el c o n t i n u o aumento de los servicios, y por ende de A b r i e n d o z a n j a a m á q u i n a para instalar la tubería maestra A p e s a r de las múltiples a m las e n t r a d a s , lo q u e p e r m i t i ó a la pliaciones realizadas en los últimos 45 a ñ o s , el c r e c i m i e n t o de la' poC o m p a ñ í a actual h a c e r r e b a j a s i m p o r t a n t e s . E n 1907 por c o n v e n i o c e l e b r a d o con el G o b i e r n o quedó estipulado que c u a n d o el p r o m e d i o blación de M o n t e v i d e o , y el a u m e n t o de servicios públicos — r i e g o s , mensual dc servicios p a r t i c u l a r e s a l c a n z a r a a 1 5 0 0 0 , 20.000 y 25.000 incendios y lavado de calles, — vienen e x i g i e n d o con p r e m u r a el a u . d u r a n t e los 1 2 m e s e s c o n s e c u t i v o s , la r e b a j a p r o g r e s i v a e n t r a b a en m e n t o e q u i t a t i v o en el servicio diario del líquido e l e m e n t o . E s a urv i g o r y la t a r i f a m á x i m a se r e b a j a b a a 28, 24 y 20 c e n t é s i m o s r e s p e c g e n t e necesidad la ha palpado la C o m p a ñ í a y de a c u e r d o con sus t i v a m e n t e . D e a c u e r d o con esto, la t a r i f a se r e d u j o a 2 8 c e n t é s i m o s n o r m a s g e n e r a l e s de proceder, después de varias g e s t i o n e s s e g u i d a s en diciembre de 1 9 0 8 ; a 0.24 en f e b r e r o de 1 9 1 1 y a 0.20 en s e t i e m b r e desde el año 1920, con fecha abril de 1 9 2 3 se p r e s e n t ó a n t e el de 1 9 1 2 . E l a ñ o 1 9 1 8 , »Gobierno solicitando la C o m p a ñ í a e s p o n t á la a u t o r i z a c i ó n para neamente r e b a j ó un la i n s t a l a c i ó n de u n a 1 0 % , quedando r e d u n u e v a línea de b o m cida a $ 0 . 1 8 el m e t r o beo, desde S a n t a L u cúbico, que e s la t a r i cía a L a s Piedras, pafa m á x i m a a c t u a l . ralela a las e x i s t e n E l precio fijado tes, c o n un r e c o r r i d o para los servicios dc de 3 5 k i l ó m e t r o s , en Gobierno — no gratuicuya o b r a se i n v e r t i t o s — es de $ o. 10. rían de 250.000 a 300.000 libras e s t e r l i Capital y Administración nas, sin c o n t a r el c o s t o de las o b r a s c o m L a C o m p a ñ í a de plementarias. A g u a s C o r r i e n t e s adEsta autorización quirió de la e m p r e s a a p e s a r del t i e m p o F y n n , la usina, i n s t a transcurrido, aún no laciones, c a ñ e r í a s , priha sido concedida, lo vilegios, e t c . en 7 0 0 0 0 0 que puede originar libras e s t e r l i n a s , sienque en un f u t u r o c e r do en la f e c h a de .adcano traiga aparejado quisición la capacidad grandes transtornos a dc s u m i n i s t r o de a g u a la población c o n s u m i de 14.fKjo.iXX) de l i t r o s dora. |>or día. S u c e s i v a s ampliaBeneficios obtenidos c i o n e s llevaron — en 4 5 a ñ o s — e s a capaciC o m o lo c o n f i r dad a 45 millones de man sus b a l a n c e s , los litros. E l n ú m e r o dc resultados financieros servicios que en 1 8 8 0 de la C o m p a ñ í a n u n c a e r a m e n o r de 5.000 ha C a s a de b o m b a s dc L a s P i e d r a s , destinada a m a n t e n e r la presión en M o n t e v i d e o han dado un p o r c e n ido a u m e n t a n d o prot a j e m a y o r que el del g r e s i v a m e n t e a razón de mil servicios por a ñ o , s a t i s f a c i e n d o las c r e tipo de í n t e r e s c o r r i e n t e en el país. E l promedio de los b e n e f i c i o s c i e n t e s necesidades de la población. n e t o s incluyendo las sumas pasadas a r e s e r v a s g e n e r a l e s y c u e n t a A principios de 1925 se alcanzaba y a los 48.000, m á s unos 800 de de renovación en los últimos c u a r e n t a y dos a ñ o s , h a sido de 6 V4 % g o b i e r n o y de incendio. sobre el capital empleado. A c t u a l m e n t e es de 7 L a C o m p a ñ í a ha


p f O procedido siempre con un criterio conservador en la distribución de sus beneficios y en el transcurso dc cuarenta y dos años ha podido acumular reservas importantes, que ha invertido totalmente en las obras. Como no se ha cargado en la cuenta de ganancias, interés alguno por esas reservas, y como los bonos hipotecarios sólo devengan un interés de 5 % , la Compañía ha podido otorgar durante los últimos quince años 1111 dividendo de 8 % sobre sus acciones ordinarias. El promedio de dividendos pagados sobre acciones ordinarias desde la formación de la Compañía es todavía menor de 7 Consideraciones

goncralcs

Con lo expuesto, queda en término principal, que Montevideo — desde hace más de medio siglo — posee un buen servicio dc aguas a domicilio y que desde 1889, puede calificarse de excelente por la calidad del elemento que se le suministra. Queda aún algo que hacer y se hará seguramente — ; en el sentido de mejorar — 11o ya al aguaque es inmejorable — si 11o en el t e r r e n o de la amplitud del suministro, y de salvar algunos inconvenientes palpados, especialmente desde que, la edificación ha tomado vuelo llevando la altura de las casas a un grado no previsto por los iniciadores de las empresas. L a situación especial en que se encuentra la Compañía en cl 1925, — frente a la posible cesión al gobierno, o a la firma de 1111 nuevo contrato, mantiene una cierta inercia en el campo dc las grandes obras, que 11o pueden iniciarse sin solventar previamente esa situación. P e r o aún en medio de este " s t a t u q u o " — se ha hecho obra en cl sentido de que el agua no falte en los grandes edificios realizándose en 1922 innovaciones, de las que informa así la misma Compañía : " E l sistema ideal de suministro de agua a una ciudad es cl bien conocido de gravitación, tal como existe en Montevideo. Los depósitos dc suministro están situados en la mayor altura próxima a Montevideo, Cuchilla Pereira ( L a s P i e d r a s ) , altura de unos 85 metros aproximadamente sobre cl nivel del mar. S e mantienen tales depósitos permanentes llenos por medio dc las líneas de bombeo ya descritas.

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C e n f e n c r r / a U r u g u a y o

mentación se hubiese adoptado en Montevideo, nunca habría ocurrido la más mínima queja por falta dc agua. P a r a finalizar este capítulo, diremos que aunque la Compañía de Aguas Corrientes nunca se obligó a suministrar agua a determinada presión ni a determinada altura, mayormente 11o ha habido dificultad en el suministro de agua por sistema directo debido al exceso considerable de agua en las cañerías con relación al consumo de la población. Sin embargo, en los últimos años se vienen notando dificultades, que consisten en que a ciertas horas (7 a 11), se produce. principalmente en verano, una extracción de agua tan extraordinaria (pie algunas casas situadas cu la parte más alta de la ciudad, les escasea cl agua, naturalmente si sus instalaciones 11o están provistas de tanques. ¿ Porqué 11o falta agua en Buenos A i r e s ? F,1 servicio en Buenos Aires, si bien 11o es e x a c t a mente como en Montevideo, por gravitación, es muy semejante, pues se eleva cl agua a puntos elevados de la ciudad que hacen el oficio de acumuladores y desde esos puntos se suministra cl agua por presión a la ciudad. P e r o la diferencia fundamental como se ha mencionado en el párrafo anterior y a la que se debe sin duda alguna el suministro constante, es la de estar reglamentado el suministro obligando a cada casa a tener sus tanques elevados con capacidad mínima de un día de consumo. Desde hace tiempo la Compañía ha venido estudiando, tanto por sus Ingenieros locales como por los Ingenieros consultores en Inglaterra, la manera de poder dar más presión en determinadas horas, es decir, en las horas de mayor consumo, cutre las 7 y las 11 por ejemplo. Y sin omitir esfuerzos ni gastos en cl asunto, se ha llegado a una solución favorable del mismo. lili e f e c t o : están instaladas en los Depósitos de a g u a en Las Piedras, tres juegos completos de bombas centrífugas, movidas por la electricidad, dc la reconocida casa Electricista de Inglaterra " T h e Brasil Eléctrica! Engincering Company", destinados a aumentar la presión en las cañerías alimentadoras. Para el funcionamiento de estos tres juegos de bombas, en vez de utilizar el vapor como se hace en la otra usina de la Compañía se optó después de estudios detenidos, por contratar con la Usina Eléctrica de Montevideo la extensión de 1111 cable expresamente tendido para esc objeto desde la Estación Independencia. P o r medio de ese cable, que ya cuesta a la Compañía de Aguas Corrícn-

Desde la altura (85 m e t r o s ) el agua corre por simple gravitación a la ciudad, a través de las cuatro lincas principales de gran diámetro, las que al entrar en la ciudad distribuyen el agua en la extensa ramificación de cañerías secundarias. Ahora bien, la capacidad de suministro de tales líneas princilucio que llev pales y secundarias satisfacen amcentro: Vista parcial de un pliamente las necesidades de la capital. T a n t o es así, que Jos grandes establecimientos industriales como Frigoríficos, Sanatorios, etc., y aún muchos edificios particulares, situados en la parte más alia de la ciudad, nunca tienen falta de agua, debido a que los Ingenieros Constructores teniendo en cuenta como cosa elemental cl régimen de suministro, han provisto a las instalaciones de tanques de reserva con rapacidad suficiente para 1111 día de consumo, de manera que si en las horas de gran consumo 11o reciben de la cañería directa de la calle toda el agua que necesitan, la reciben siempre dc sus tanques. E n Buenos Aires, la Dirección de Obras Sanitarias entrega el agua en el sótano o piso bajo de cada edificio y cl propietario, por Reglamento Oficial, está obligado a proveer a la casa de tanques en la parte más lilla del edificio con capacidad para un dia de consumo. A estos tanques se eleva el agua por medio de una bomba eléctrica automática t u v o uso es también obligatorio. Si esa misma rcgla-

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actualidad, hasta una fuerza de 500 caballos. El resultado obtenido con la instalación dc estas bombas ha sido ampliamente satisfactorio, habiéndose invertido en esas obras $ 2 so. ooo. ' Lilla vez arreglada la instalación de la nueva cañería de t aneloncs a Las Piedras, en cuvas obras la Compañía deberá invertir unos cuatro millones de pesos, el abastecimiento de agua de Montevideo estará a la altura de las futuras necesidades, y podrá suministrarse este servicio de innegable utilidad pública, a los nuevos barrios incorporados en estos últimos años al macizo urbano de la ciudad, como una consecuencia de sus grandes progresos edilicios. Y Montevideo estará en materia de suministro de aguas corrientes, a la altura de las ciudades mejor abastecidas del Mundo, pudiendo darlo en todas las estaciones del año, fuere cual fuere la actividad de la demanda y los nuevos servicios extraordinarios que se incorporen reclamados por el desenvolvimiento de los nuevos factores de progreso para la ciudad y sus suburbios,


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Los Tranvías de Montevideo Mirada retrospectiva dieron a ésto los que se titulaban perjudicados, que llegaron a elevar U E . c o m o los ferrocarriles, y el servicio de las aguas una solicitud a las autoridades municipales pidiendo se trasladara el corrientes, durante el periodo subsiguiente a la exalrecorrido tranviario. La solicitud, naturalmente, 110 prosperó, y los tación al gobierno del General Venancio Flores, que rieles fueron colocados. Fué inaugurada el i.° de junio de 1868, y su surgieron las primeras iniciativas para dotar a Monsola iniciación produjo un sensible movimiento de valorización en la tevideo de un servicio de transportes dentro de la propiedad sub-urbana dentro del radio de acción que servía. L a s T r e s planta urbana, proporcionando a los pobladores de la Cruces. Figurita. Blanqueada y la Unión vieron multiplicarse los pociudad de Zabala una comodidad que no bastaban a bladores, avanzando la edificación en forma inusitada. remediar los espaciados servicios de las diligencias, Con el lento y boy anacrónico "tranvía de caballitos" a la puerta, único medio de transporte popular conocido basta enparecía a los buenos vecinos de medio siglo atrás "que no había distonces. inapropiado y caro para los trayectos breves t a n c i a " y un viaje de cuarenta y cinco minutos sobre rieles y a que comprendían desde el centro de la ciudad a las locatoques desafinados de corneta, 110 asustaba a nadie. lidades de los alrededores. FuncionaFué todo un éxito de público, y de buenos resultados ban las diligencias en nuestra .apita financieros para los accionistas, la implantación de la a la manera de los ómnibus en las empresa. K11 la primer memoria y balance presentaciudades europeas, pero con m a y o r e j dos a aquéllos, comprendiendo un período de dos dificultades por falta de buenas paaños — desde junio i.° de 1868 a mayo 31 de 1870 — vimentaciones y con menos frecuencia por carencia se acusaron los siguientes resultados: de material y de espíritu de expansión en las empresas. Ingresos A suplir las $ 87.447.02 deficiencias de Kgresos esos servicios vi$ 14.947.02 no 1 a primera Suma a reempresa de tranp a r t i r s e por vías — de tracconcepto de dición a s a n g r e , videndos : 72.500, naturalmente — entre 250 acciola que fué denes de $ 100 c|u. nominada de la lo que daba un "Unión" y q u e 21) c/o en los dos comenzó la imaños, o sea el plantación de sus lineas por con14 y 'o por ano. Sr. Germán Colladon, fundador de la cesión otorgada Kl a ñ o si"Sociedad Comercial de M o n t e v i d e o " en noviembre 14 y a quien se debe la electrificación guiente — p eriodo 1870-71, el de 1866. de esa línea

Don Juan Cat, que es Director Gerente d i la "Sociedad Comercial de Montevideo", desde su fundación

Sir. George A . T o u c h e , Presidente del Dir:ctorio Central en Londres de la Sociedad Comercial de Montevideo

Dicha empresa eligió como recorrido el eje de nuestro perímetro urbano, vale decir, el lomo de la Cuchilla (fraude sobre la cual se extienden las hoy Avenidas iS de Julio y 8 de Octubre. Estableció su estación principal en la Unión, sobre 8 de Octubre, a la vera de la plaza " 2 0 de F e b r e r o " , con una subestación en e l . Cordón, en 18 de Julio entre Defensa y Municipio. El punto terminal de su linea, en el Centro, era la Plaza Independencia, cruzando al medio la de Cagancha. La elección de este recorrido, motivó quejas y protestas del comercio instalado a lo largo «le nuestra principal vía de tránsito, en virtud de que. argumentaban los quejosos, el pasaje continuo de los tranvías, atentaba contra la comodidad de las operaciones «le carga y descarga de mercaderías. E11 efecto, en a q u e 11 a época, se acostumbraba y era permitido el atraque "de c u l a t a " a las aceras, y la doble vía que se instalaba venía a ocasionar una revolución, más el derrumbe de los proprocedimientos. T a I importancia

balance aún fué mejorado. Se pagó un dividendo de 15 % sobre el capital suscripto. Al año y medio de funcionar la empresa de la Unión, e n t r ó en servicio la línea de una nueva compañ í a : la del " P a s o del Molino y C e r r o " inaugurada para el público el i. u de enero de 1870. E s t a c o m pañía formada también por acciones, ( $ 240.000 de capital, dividido en 480 acciones) no tenía ninguna garantía gubernativa, y por el contrato de concesión se le acordó la exención de derechos aduaneros para los materiales que debía emplear en vías y obras, acordando en c a m bio al E s t a d o la facultad de intervenir y contralorear oficialmente los trabajos.

E d i f i c i o propiedad de la "Sociedad Comercial de Montevideo", en la esquina de Rincón y T r e i n t a y T r e s , donde están instaladas la Dirección y Oficinas

Fué la del Paso del Molino o t r a empresa de éxito inmediato, y gran impulsora del desarrollo edilicio de la zona nord-noroeste de la capital. E s t e tranvía vino a suplantar el servicio regular de la diligencia ómnibus " R o s i t a del M i g u e l e t e " que hacía "la c a r r e r a " entre la ciudad y el Miguelete, con solo dos viajes


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redondos por dia, asi c o m o el (pie mas cercano al puerto. K1 de la Unión hizo inútiles los tranvía del Centro se iniciaba de la empresa Menendez y en la calle Colón, rodeaba la Leiva, cpie servía con sus caplaza /abala, tomaba Rincón rromatos "la l í n e a " entre Play <lc ésta a Mercedes para lueza Independencia, U n i ó n y go por Carmen (hoy D a n t e ) Maroñas. alcanzar «X de Octubre por donL a s obras del tranvía al de corría paralelamente al de Paso Molino fueron de más la Unión. K11 esta localidad ardua y más costosa realizahacía el recorrido por la cación ¡pie la de su similar a la lle J u a n i c ó . para salir a la pla.Unión. Aquella tuvo (pie venza 20 de F e b r e r o , e ir a recer la hostilidad arenosa del m a t a r en el pueblo Ituzaingó, b a j o de la Aguada y las del sobre el Hipódromo. E s t a emA r r o y o Seco, tomando a su presa de tranvías tuvo una vez a su c a r g o el servicio de existencia breve. Durante la una zona de población menos administración S a n t o s , fué todensa y menos comercial que talmente adquirida por la emla que se extendía sobre nuespresa decana, la de la Unión, tra principal arteria de tránsique a c o n t a r de esc e n t o n c e s t o : la calle 18 de Julio. P e r o funcionó bajo la denominación el tranvía al Paso Molino condc " U n i ó n y M a r o ñ a s " , nomtribuyó dc tal modo al desenbre que mantuvo hasta 190(1 volvimiento de esa localidad, Estación Central de la " S o c i e d a d Comercial de Montevideo' en que fué absorbida por la que a los pocos años de inauSociedad Comercial de M o n t e gurarse la había convertido en el barrio aristocrático de la Capital, video, en los momentos de la electrificación. T r a s la empresa del punto obligado de veraneo de nuestras más distinguidas familias. Centro, vinieron luego las concesiones a la del " N o r t e " , del " R e d u c t o " , Desde el primer año de actividad puso la empresa del Paso Molino " P o c i t o s , Ruceo y U n i ó n " , del " E s t e " , " O r i e n t a l " , " M o n t e v i d e o " y en evidencia su florecimiento y buen resultado financiero. K1 balance " U r u g u a y o " , siendo todas ellas, aún con su sistema de tracción a sande 1X70 acusó las cifras siguientes: gre, factores importantísimos para la sub-división y valorización de los terrenos, y el desarrollo edilicio de todo el departamento, en los rrntlncldo por entrndnH del tritrico . t , ... . . J'roNUPIlcHlo

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E s t a suma representaba un interés de 16.90 % sobre el capital, y fué repartida a s í : A fondos de reserva A Directorio A dividendos

E l dividendo, pagado a los accionistas fué ese año de 13.426 por ciento sobre el capital suscrito. El é x i t o de t r á f i c o de pasaj e r o s fué e n o r m e para la época y elocuente demostración de la importancia que como servicio público significó la empresa. S e hicieron en el año 49.254 viajes con 1111 recorrido total de 370.000 kilómetros, emEstación Reducto de la "Sociedad pleando 240 c a b a II o s. Se t r a n s p o r t a r o n 1.098.136 pasajeros haciéndose término medio por día 134 viajes con 1111 recorrido de 1.010 kilómetros por día y 3.009 pasaj e r o s t é r m i n o medio diario.Esta última cifra da un promedio de 22 y¿ p a s a j e r o s por viaje y por coche. El producto de cada viaje fué de $ 2.37 para los 134. pero el rendimiento medio por día fué de $ 320.60. L o s g a s t o s del año se dividieron a s í : Presupuesto empleados $ is.ltss 7*> Ciibn llerl/as, material rodante, nrreos y correajes . . . . " 14 244.98 Forrajes (2 «00 faiiec maíz, 0.443 Id. arrecho, 043 carretas pasto) . . . . " 27.057.0(5 Explotación . . . . " 5.0(15.08 Conservación vías . " 3.320.32 trastos generales . . " 5.H57.12 CratlfliMiclones . . " 1.041.12

último! cinco lustros del siglo X I X . tranvía del Reducto, llamado en sus comienzos " B r a s i l e r o " , dió vida a la Aguada, Reducto, Atahualpa, Paso de las Duranas, Vilardebó, B r a z o Oriental, etc., tendiendo sus lineas por las calles Cerrito, P a y s a n dú,. Miguelete, Sierra, Reducto (hoy Avenida San Martín), Suárez, L a r r a ñ a g a , C a s t r o y Millán, cubriendo así una zona de gran movimiento social, comercial e industrial. E n 1897 fué incorporada a la Sociedad Comercial de Montevideo, que fundara el señor Germán Collación con la base de las empresas del Kste, Pocitos, Buceo y Unión. La empresa del tranvía del E s t e , planeó su trazado con miras a la explotación de los barrios del Sur, y se inauguró con 1111 recorrido desde Sarandí, Mercado Central y Soriano hasta Constituyente, donde tenía su estación principal, a la altura de T a cuarembó. De dicha estación irradió dos ramales principales, u n o por Lavalleja hasta Defensa y 18 de Julio, que luego extendió por Coronel Brandzen hasta el Boulevard Artigas. O t r o iba por Constituyente hasta P u n t a Carreta. O t r o ramal, tomando desvío en T a c u a r e m b ó bajaba a San Salvador, luego por Y a r o seguía hasta la costa sirviendo los antiguos baños de Patricio y Playa S a n t a Ana, alcanzando finalmente la de Ramírez, s o b r e la que volcaba todos los años millares y millares de bañistas. L a empresa era propietaria de las instalaciones de casillas — dos secciones — y de 1111 larg o puente que las unía. Comercial de Montevideo"

L o s é x i t o s iniciales de las empresas de la Unión y del P a s o Molino, estimularon fuertemente la formación de La empresa " P o c i t o s o t r a s compañías a las B u c e o y U n i ó n " se inició que a su vez animaban con un recorrido que el desenvolvimiento visiarrancando de la antigua ble de la población y las plazoleta Saroldi (hoy exigencias de o t r o s baSilvestre B l a n c o ) cu 18 rrios y s e c t o r e s carentes de J u l i o y Sierra, tomaba de tan e c o n ó m i c o medio Rivera, bifurcábase al llede movilidad. Vista exterior de la Usina de la " S o c i e d a d Comercial de Montevideo" g a r a la estación Central, Kn 1871 se dió al para seguir 1111 ramal por doctor Alejo Langlois la concesión para el establecimiento de una Pereyra hasta Pocitos, y otro por Rivera hasta pasar frente al ceempresa que con el titulo de " T r a n v í a del C e n t r o " tendió una línea menterio del Buceo, y siguiendo por Comercio terminaba en la Unión, paralela a la de la Unión, por Mercedes, pero con un punto de arransobre 18 de Julio. A los pocos años dc inaugurar sus líneas la empre-


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Efectuada la pavimentación de la calle Rivera hasta el Cementerio, >a extendió aquellas, «le la plazoleta Sar«jl«li al Centro, entrando por cesó el trasbordo, pudiendo los carros colectores llegar e n t o n c e s hasta Sierra a Colonia y por é s t a hasta Ciudadela y Cerrito. el lugar de la quema. Como antítesis al ramal funerario del Buceo, La empresa de " P o c i t o s . B u c e o y U n i ó n " mantuvo durante muel de Pocitos tuvo como princhos años sobre sus similares, cipal finalidad dar desarrollo una s i n g u l a r i d a d . . . de caráca uno de los lugares de m a y o r ter fúnebre. Dedicábase 110 soesparcimiento social; el ballo al t r a n s p o r t e de p a s a j e r o s neario, surgido a la acción tevivos, sinó que también imnaz y entusiasta del primer plantó un servicio para 1«JS gerente de la empresa, señor m u e r t o s . L a lejanía del CeRafael Pastoriza, y ampliado, m e n t e r i o del Buceo, lo malo embellecido y llevado a la pride las calles y caminos de acvilegiada altura en que hoy se ceso, y la circunstancia de ser halla, por todos su sucesores, aquella necrópolis la última entre los que deben recordarmorada de las clases pobres o se al señor Diógenes L a t o r r e , poco acomodadas de la capital, Germán Colladón y J u a n Cat, determinaron la necesülad de estos últimos como g e r e n t e s un servicio de entierro popudirectores de la Sociedad Colar, menos oneroso que el hamercial de Montevideo, probitual de cocherías, y a la. vez pietaria desde 1897 de la emmás seguro para los c o r t e j o s , presa de que venimos hablando. ya que el t r a y e c t o no estaba P o r iniciativa p a r t i c u l a r e x e n t o de peligros para los que la de los señores J o s é M a r t i lo recorrían en carruajes danelli, J . Preve, Antonio Piada la gran cantidad de zanjas, ggio y Felipe M o n t e r o — se pozos y baches que habia que fundó la empresa de tranvías orillar. F u é así que se admitió "Oriental", que instaló su los enterramientos en tranvía, estación general en la calle permitiéndose el uso de un Goes (hoy Av. General F l o r e s ) L a s turbinas que suministran energía eléctrica a las líneas coche fúnebre-especial, y conexplotando una extensión hasde la "Sociedad Comercial de Montevideo" voyado por el número de " t r e ta Goes y L a r r a ñ a g a y o t r a s n e s " que cada familia creyera hacia el c e n t r o y sur dc la conveniente contratar. Esos ciudad, recorriendo una secservicios fueron impuestos y c i ó n : Goes, Marcelino S o s a , reglamentados por la MuniciY a g u a r ó n , Orillas del P l a t a y palidad. que con fecha 10 de Andes hasta Maldonado, donmarzo de dictó las s i de existía una combinación guientes disposiciones de caque repartía el tráfico hacia el rácter impositivo: E s t e , hasta la P l a y a Ramírez, i.°. — F í j a s e el plazo de y hacia el Oeste hasta el puercuatro meses improrrogables to. Otra sección, la llamada para el establecimiento del " L í n e a S u r " , recorría Justicia, servicio fúnebre que el contraMiguelete, Sierra. Uruguay, t o determina. Yí* y siguiendo por Durazno 2. 0 . — El servicio de cabuscaba también su punto t e r rnes fúnebres para los pobres minal en la Playa Ramírez. A empezará a hacerse por cuenta más de su estación Central en de la empresa desde el 10 de Goes, la empresa Oriental pojunio entrante. seía una estación dc relevos 0 en Salto y Encina, actual lo3. . — L a falta de cumcal del Batallón 5 ° de Infanplimiento de cualquiera de los tería. dos artículos precedentes dará motivo para hacer efectiva una E l tranvía " O r i e n t a l " , el multa de $ 5.000 sin perjuicio año 1905 refundió sus líneas de gestionar la anulación del con el del P a s o Molino y Cec o n t r a t o de concesión". rro, al pasar éste a ser propiePara los entierros de "ludad de " L a T r a n s a t l á n t i c a " , j o " la empresa alquilaba el vacompañía de tranvías eléctriT i p o de coche motor con acoplado, de la "Sociedad Comercial de Montevideo" gón fúnebre "dc gala", un vacos. gón negro, con cuatro caballos L a última de las empresas negros, postilI«>n posiblemente de tranvía fundada, fué tamnegro también, correctamente bién de c a r á c t e r nacional. S e vestido del misino color. denominó tranvía "UruguaEl precio del alquiler era y o " en uno de sus ramales y veinte pesos, desde cualquier en otro de "Montevideo". punto de la línea al CementeRespondía a 1111 bien pensado rio del Buceo. plan de circunvalación con taL a obligatoriedad de harifa única de cuatro centésicer el servicio de entierro pamos, y pudo haber sido una ra los pobres, subsiste aún paempresa exitosa, pero iniciada ra la empresa, y la cláusula se en 1890, su inauguración coincumple, solo que en vez de cocidió con uno de los períodos che tranviario, se utiliza un de crisis económica más intenc a r r o fúnebre. sos de los que ha tenido que También la empresa del sop'ortar el país, y a una g e B u c e o realizó durante varios neral paralización en todos los años, o t r o servicio e x t r a : el órdenes dc la vida activa natransporte de basuras al vacional siguió el natural decaiciadero de aquella l<ícali«la«l. miento de los espíritus de emL o s carros que hacían la «bapresa, amén de la sensible baria colecta «le desperdicios, ja en todos los valores inmuev«»lcaban sus contenidos en, bles urbanos y sub-urbanos. A z«jrras, en la estación de la 1111 período preinicial que se calle Pereyra. «le «lon«le eran mostraba muy favorable a la Grupo de « l e d r o generadores de la Usina de.la " S . Comercial de Montevideo" arrastra«las sobre rieles hasta nueva empresa, sucedió el el vaciadero. E s t e trasbordo lo contraste desalentador, acentuado finalmente con el incendio de la obligaba la imposibilidad «le llegar hasta el Buceo, los carros cargaestación principal, siniestro en que se perdió casi la totalidad del dos. en determinadas épocas del año, cuando las lluvias hacían impomaterial rodante y accesorios, determinando esta c a t á s t r o f e la liquisible el tránsito por las desempedradas vías de acceso al quema«lero.

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O dación de la compañía, cuya concesión y vías fueron adquiridas por el señor G. Colladón, siendo más tarde incorporada a las extensiones dc " L a Comercial". T o d o este c o n j u n t o de empresas (de las (pie hemos excluido exprofeso la del tranvía del Norte, para dedicarle párrafo especial por separado) siguieron la evolución experimentada por los servicios de tranvías dc las principales ciudades del mundo, a fines del pasado siglo. E s decir: abandonaron su primitiva tracción animal por la mecánica, aprovechando los adelantos que el empleo de la electricidad como fuerza motriz ponía al alcance de la industria. Las compañías " E s t e " , " P o c i t o s . linceo y U n i ó n " , y " R e d u c t o " primero, y " U n i ó n y M a r o ñ a s " luego, fusionadas b a j o cl título de "Sociedad Comercial de M o n t e v i d e o " ; y las de " P a s o Molino y C e r r o " y " O r i e n t a l " , reunidas l^ajo la denominación de " L a T r a n s a t l á n t i c a " , al cambiar su sistema de tracción modificaron también en parte sus viejos recorridos y aumentaron notablemente la extensión de sus respectivos rieles.

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(donde ubicó su estación Central) a los mataderos municipales de la Barra de S a n t a Lucía ( h o y pueblo Santiago V á z q u e z ) , destinada principalmente al t r a n s p o r t e de la carne del Abasto a los mercados. La linea tranviaria comprendía — y comprende - un amplio recorrido circunvalatorio en la época en que fué construida, que, saliendo del A r r o y o S e c o — calles Q u c g u a y y Corrientes (hoy Paraguay y General

S o l o la empresa de " T r a n v í a y F e r r o - C a r r i l del N o r t e " , («by propiedad del E s t a d o ) sefha mantenido al m á r g e n de t a l e j r c formas y t r a n s f o r m a c i o n e s ! y. como cincuenta años a t r á s , ] sigue arrastrando sus c o c h e ! al paso más o menos tardo de suV tríos caballares, e hiriendo los tímpanos de los pobladores de la " m u y noble y reconquistadora", con las estridencias de sus arcaicas c o r n e t a s de latón. Circunstancias de diverso V i s t a g e n e r a l de los origen han mantenido a través dc nuestro innegable desenvolvimiento comercial, industrial, comunall edilicio, la rémora cristalizada del tranvía del Norte. E m p r e s a particular p r i m e r o ; ente autónomo propiedad del Estado después, — habiendo sido durante un largo período, parte de sus acciones privadas, y parte gubernativas — el tránsito de una condición a otra — de la vida particular a la gubernativa — le fué adverso para la implantación de r e f o r m a s o t r a n s f o r m a c i o n e s casi fundamentales. No tuvo andamiento en las esferas oficiales una gestión de electrificación, presentada por el Directorio que la regía cuando aún intervenía el capital privado, y, cuando en 1915 pasó a ser propiedad del Estado, la conflagración europea descalabró todos los planes y regímenes económicos y obligó la aceptación de 1111 compás de espera, que perdura aún, en 1925, en cuyo año se ha resuelto por su Directorio, ante la diversidad de inconvenientes de todo orden, abandonar la idea dc la

grandes talleres de la " S o c i e d a d C o m e r c i a l de M o n t e v i d e o '

Agilitar) se remonta hacia de cuchilla (18 dc J u l i o ) por Paraguay, desviándose en Miguelete hasta Rio N e g r o y por aquí a Cerro L a r g o y luego Piedras en dirección al Oeste, hacia cl Puerto. Dc aquí toma hacia el sur por Maciel hasta tomar Buenos Aires, B a r t o l o m é Mitre y Canelones. P o r Canelones llega a Gaboto donde tuerce nuevamente rumbo al norte para buscar Cerro L a r g o y por esta hasta c e r r a r el circuito en Río Negro. D e n t r o de su recorrido tiene un escape en Y a g u a r ó n y Cerro L a r g o para alcanzar el Mercado dc la Abundancia. De la Estación Central se desprende otro ramal hacia las afueras, y recorre cu toda su extensión la calle Uruguayana, haciendo punto terminal en el Paso Molino, en la calle Iglesia ( h o y P . Zufriategui). Un desvío a la altura de Vilardebó da salida a 1111 corto ramal hacia el R e d u c t o por Tapes, hasta Av. San Martín. A más del transporte de pasajeros la empresa del N o r t e el n ú m e r o de pasajeros transportados desde efectúa en vagones de su ferrocarril, la distribución de las reses en sus líneas por la S o c i e d a d C o m e r c i a l de carne basta los tres m e r c a d o s : Puerto, Central y Abundancia

D i a g r a m a m o s t r a n d o el a u m e n t o en la i n a u g u r a c i ó n a t r a c c i ó n e l é c t r i c a de M o n t e v i d e o

M o v i m i e n t o de las l í n e a s de la A d m i n i s t r a c i ó n N a c i o n a l de T r a n v í a s ( t r a c c i ó n a s a n g r e ) del año 1 9 0 8 a l 1 9 2 4 i n c l u s i v e AÑOS

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1008 1000 1010 ion 1012 1013 1011 1015 1010 1017

1021 1923 1021

l.ii linca «ulterior exitrenn lu Lrucclón eléctrica: lu Inferior lu tracción n Mililitro

electrificación de esta línea e ir directamente a su sustitución por un sistema de antobús con recorridos fijos y alternados de acuerdo con las exigencias del movimiento general de pasajeros. La empresa de tranvías del Norte fué fundada en 1874 bajo el nombre de "Sociedad de Corrales de Abasto y F e r r o Carril y Tranvía del N o r t e " . T e n í a como base una linea férrea desde Arrovo Seco

Pasajoros conducidos

2 2 2 3 3 3 3 2 3 3 3 3 3 3 3

753 773 III1 055 027 354 800 542 022 303 350 344 12S 325 000 885 027 755 051 507 30 • 781 001 720 701.500 ,">S2 003 300 877 405 380 304 408

Viajes efectuadas 40 40 40 40 47 45 40 40 40 48 44 43 41 42 42 42 38

005 742 701 700 009 700 225 303 770 010 527 070 905 97» 705 705 802

Vnoones empleados 25

as 25

21 21

22 21 21 21 M 21 21

Kilómetros recorridos 1.201.055 1.257.234 1.259.028 1.250.804 1.271.041 1.203.792 1.231.410 1.280.358 1.2*1.473 1.277.972 1.127.80» 878.215 1.050.511 1.078.210 1. .,78.210 1.078.210 070.049

Como se dice más arriba, la empresa fué iniciada en 1874 b a j o la denominación de "Sociedad Corrales de A b a s t o y F . C. y T . del N o r t e " . Diez años después se convertía en sociedad a n ó nima, por acciones, con el solo título de " F e r r o c a r r i l y T r a n v í a del N o r t e " . P o r ley de 4 de enero de 1915, y de acuerdo con cláusulas especiales de su c o n t r a t o tic concesión, fué adquirida in totum por el gobierno nacional, que lo incorporó al ya e x i s t e n t e o r g a n i s m o de Ferrocarriles del E s t a d o . Lhia segunda Ley — junio de 1919 — r e s c a t ó los derechos aún existentes de los accionistas particulares, quedando desde esa fecha


de h e c h o y d e r e c h o , propiedad a b s o l u t a del E s t a d o , desapareciendo e n t o n c e s la v i e j a d e n o m i n a c i ó n de " F e r r o b a r r i l v T r a n v í a del N o r t e " p a r a .lar l u g a r a la de " T . y F . C. del E s t a d o . F.l m o v i m i e n t o de las l í n e a s del T r a n v í a del N o r t e y nías t a r d e T r a n v í a s del E s t a l l o , h a sido desde i'ioX al i'i-M inclusive el que s e ñ a l a el e s t a d o d e la p á g i n a a n t e r i o r . Al f i n a l i z a r el s i g l o N I N n u e s t r a capital c o n t a b a con una e x t e n s a red t r a n v i a r i a , y un buen servicio d e n t r o del t a r d o sist e m a de t r a c c i ó n animal. P e r o . M o n t e v i d e o , r e c l a m a b a ya una m e j o r a i m p u e s t a con é x i t o en o t r a s capitales e u r o p e a s y americ a n a s • e x i g í a por su natural d e s e n v o l v i m i e n t o y e x p a n s i ó n , m e d i o s m á s m o d e r n o s , m á s rápidos para el t r a s l a d o de uno a o í r . , p u n t o d e n t r o del amplio t r í m e t r o u r b a n o , y el c a m b i o «le la t r a c c i ó n a s a n g r e por la t r a c c i ó n m e c á n i c a , se hacia sentir cada a ñ o con m a v o r intensidad. C o n s t i t u i d a ya la " S o c i e d a d Com e r c i a l " , con la b a s e de t r e s e m p r e s a s t r a n v i a r i a s — " l ' . s t c . " R . - d u c t o " V " l ' o c i t o s . B u c e o y U n i ó n " — su d i r e c t o r - g e r e n t e , don H e r m á n Colladón, c r e y ó "ron lógica evidencia y singular espíritu de h o m b r e de p r o g r e s o y de g r a n d e s iniciativas c o n u . ,-ra que había l l e g a d o el m o m e n t o de c a m b i a r los m é t o d o s en u s o - h a r t o l e n t o s v a n t i c u a d o s — y en i S . ^ , — d u r a n t e la administración C u e s t a s — p l a n t e ó al g o b i e r n o de e s t e el t e m a de la electrificación U petición del s e ñ o r Colladón estal a a m p l i a m e n t e fundada, v en ella se traducían todas las v e n t a j a s que para la población v las a u t o r i d a d e s municipales, s i g n i f i c a r í a el a b a n d o n o del sist e m a ' d e t r a c c i ó n t r a n v i a r i a e x i s t e n t e , por el sistema a m o t o r e l é c t r i c o , y a e x p e r i m e n t a d o y a c e p t a d o de l a r g o t i e m p o a t r á s en las principales capitales y iirln-s a m e r i c a n a s v europeas. F.n el a n i m o de toda la población e s t a b a h o n d a m e n t e a r r a i g a d o el d e s e o del c a m b i o radical

E s t a c i ó n Goes de " L a

Transatlántica"

hacia lo» m o d e r n o s p r o c e d i m i e n t o s , y en g r a n p a r t e de los h o m b r e s d i r i g e n t e s dc la a d m i n i s t r a c i ó n nacional había el c o n v e n c i m i e n t o de que y a para los t i e m p o s que c o r r í a n , la t r a c c i ó n animal e r a una r é m o r a impropia de los a d e l a n t o s cdiíicios y sociales de n u e s t r a capital. Sin e m b a r g o , la g e s t i ó n iniciada por el señor Colladón 11o t u v o el rápido a n d a m i e n t o que era de e s p e r a r s e , e n c o n t r a n d o en las a l t a s e s f e r a s g u b e r n a t i v a s serias r e s i s t e n c i a s que d e m o r a r o n varios m e s e s la finíquitación del n e g o c i a d o . R e c i é n un a ñ o después — en diciembre .le IX.J<J — de p r e s e n t a d a la solicitud de " L a C o m e r c i a l " , el 1'. IC. c u y o j e f e e r a el s e ñ o r C u e s t a s , pasó a consideración de la A s a m b l e a L e g i s l a t i v a el m e n s a j e c o r r e s p o n d i e n t e con la proposición de aquella entidad t r a n v i a r i a . L a t r a m i t a c i ó n fué l a r g a y la discusión l a b o r i o s a , y c u a n d o el p r o v e c t o fué finalmente votado, una incidencia p o s t e r i o r impuso el e s t a n c a m i e n t o de la t r a n s f o r m a c i ó n . L a lev fué vetada por el señor C u e s t a s . R e cién c u a t r o a ñ o s d e s p u é s del e n v í o del m e n s a j e , y c i n c o de la p r e s e n t a c i ó n dc la solicitud, quedó r e s u e l t o el problema, c u y o punto m á s r e s i s t i d o e r a el r e f e r e n t e al plazo de la concesión que se r e c l a m a b a p o r s e t e n t a y c i n c o a ñ o s . D u r a n t e la primer a d m i n i s t r a c i ó n del s e ñ o r J o s é Batlle y Ordóñez — apenas iniciada aquélla — en abril J 4 de H 1 0 3 — f u é p u e s t o el cúmplase a la lev de e l e c t r i f i c a c i ó n , r e a l i z á n d o s e el p r i m e r c o n t r a t o con " L a Comercial". F.n dicho c o n t r a t o p a c t a d o e n t r e el M u n i c p i o y la E m p r e s a y aprobado por el l ' o d e r L e g i s l a t i v o , fueron bien puntualizadas por una y o t r a p a r t e u n a l a r g a serie de t ó p i c o s c a p a c e s de g a rantir los servicios en las m e j o r e s c o n d i c i o n e s , r e m a r c á n d o s e p u n t o s de previsión superior para la m e j o r e n t e n t e de f u t u r o . L a E m p r e s a " L a C o m e r c i a l " s o b r e la firma del c o n t r a t o inició las o b r a s del trazado, usina, vías, i n s t a l a c i ó n a e r e a , etc. y a los t r e s a ñ o s y medio de o t o r g a d a la c o n c e s i ó n e s t a b a en condiciones de i n a u g u r a r el p r i m e r r e c o r r i d o , la línea 31, — d c la e m p r e s a " U n i ó n y M a r o ñ a s " , v con la adquisición dc esa

Estación Agraciada

de " L a

Transatlántica"

S a r a n d í , S o r i a n o . C o n s t i t u y e n t e y Avenida C a n e l o n e s ( h o y B r a s i l ) h a s t a el balneario de ios l ' o c i t o s . líl 19 n o v i e m b r e de i.joO a n t e la general espectación, v con la a s i s t e n c i a de las a u t o r i d a d e s g u b e r nativas. legislativas v municipales se realizó la i n a u g u r a c i ó n oficial de aquel recorrido, que se libró al servicio publico el 8 de diciembre del m i s m o año, dia de a p e r t u r a de la t e m p o r a d a b a l n e a r i a . E n el año 1905 " L a C o m e r c i a l " adquirió el capital de a c c i o n e s ele la e m p r e s a " U n i ó n y M a . o ñ a s " . y con la adquisición de esa unidad c o n s t i t u y ó una r t . : t r a n v i a r i a de m a g n i t u d única en el d e p a r t a m e n t o , ; -'•• - : p a l n . o i t e d e n t r o del p e r í m e t r o u r b a n o d i v a s principales a r t e r i a , t r a n s v e r s a l e s vino a d o m i n a r . I'.n el año 1906. la S o c . Comerci.d obtuvo del g o b i e r n o , p a r a la sección U n i ó n y M a r o ñ a s . la < .nccsión de e l e c t r i f i c a c i ó n . P o r esc entonces, y a refundida la e m p r e s a " P a s o M o l i n o y C e r r o " y " O r i e n t a l " b a j o la d e n o m i n a c i ó n de " L a T r a n s a t l á n t i c a " t a m b i é n se a p r e s t a b a n a dar a sus v i e j a s líneas las v e n t a j a s de ia e l e c t r i f i c a c i ó n , .07 fué el a ñ o en .pie la t r a n s f o r m a c i ó n t r a n v i a r i a quedó p l a s m . v i d e f i n i t i v a m e n t e , r e p a r t i é n d o s e la red g e n e r a l — con cxclusi.n, del N o r t e , — L a C o m e r c i a l y L a I r a n s a t l á n t i c a , con treinta lineas cada u n a : — d e l 3 1 al 5') la p r i m e r a ; v del 1 al 30 la segunda. L a t r a n s f o r m a c i ó n de los s i s t e m a s de t r a c c i ó n en los t r a n vías t r a j o c o m o c o n s e c u e n c i a inmediata la t r a n s f o r m a c i ó n ele todos los a r r a b a l e s de la ciudad, y b a r r i o s s u b u r b a n o s . L a t r a c ción a s a n g r e servía, c o m o p u n t o s m á s l e j a n o s , la Villa del C e r r o y el I'ueblo de I t u z a i n g ó . L a e l e c t r i f i c a c i ó n e x t e n d i ó los los servicios a Piedras B l a n c a s , S a y a g o y Colón y desenvolviendo nuevas vías c e n t r a l e s dió a un s i n n ú m e r o de b a r r i o s de la ciudad novísima el m á s preciado de los e l e m e n t o s para su m e j o r y m á s rápido desenvolvimiento. P o c o s a c o n t e c i m i e n t o s de orden político, social o c o m e r c i a l , o p e r a r o n en n u e s t r a capital una t r a n s f o r m a c i ó n tan a c e n t u a d a y en m e n o s tiempo, que la debida al imperio de las e x t e n s i o n e s t r a n v i a r i a s e l e c t r i f i c a d a s . L a s playas R a m í r e z , P o c i t o s , Capurro, que ya m a r c a b a n una t e n d e n c i a del a i n a t e u r i s m o en n u e s t r a población, recibieron el impulso poderosísimo que se ha evidenciado, y v a s t o s predios de sus c o n t o r n o s , h a s t a e n t o n c e s baldíos, e x e n t o s d c ' v e c i n d a r i o s y sin i n t e r é s en las t r a n s a c ciones inmobiliarias, centuplicaron su valor, a n t e la p e r s i s t e n t e de-

Interior dc la E s t a c i ó n

Goes


p

O manda, y fueron surgiendo barrios y más barrios, de edificación lujosa la mayoría de ellos, como a un c o n j u r o mágico, como ante la realidad de una evocación aladincsca. L o s crecimientos del tablero edilicio impusieron la ampliación de todos los servicios públicos y obligó la delincación de ramblas y avenidas, que son hoy el principal atractivo de nuestra hermosa ciudad balnearia, la gran atracción del turismo rioplatense. L a iniciativa Collación, e jemplarmente comprendida, ejecutada y continuada por los señores J u a n Cat y Ksteban E l e n a , sucesor de Collación en " L a C o m e r c i a l " el primero y gerente-administrador de " L a T r a n s a t l á n t i c a " , el segundo, representa la nueva maravillosa era del expandimiento urbano y suburbano en todas las manifestaciones de la vida, en todos los órdenes de las actividades y aficiones humanas. A la acción decisiva de aquélla, sinnúmero de fuerzas, hasta entonces inertes se incorporaron a nuestra vida ciudadana, y n u e s t r a capital — c o m o fruta oreada — pasó, con rapidísimo tránsito, de u n a prolongada vejetativa adolescencia, a la madurez floreciente y vigorosa •¡ que hoy tiene. Parque Rodó, P o c i t o s , j • Camino Comercio, Malvín, Unión, • Maroñas, Paso Molino, L a r r a ñ a g a , S u á r e z , Atahualpa, Avenida Lezicti',

C

f t S p o d e í

c/a/V

O m f e n a r v o

Uruguayo

parecer al exagerada, es de fácil comprobación con cl solo estudio, o cl mero conocimiento dc los servicios, y la forma en que se hacen, o son mantenidos en capitales y ciudades de mayor importancia comercial, industrial o demográfica, que la nuestra. L a primera de las empresas citadas " L a Comercial" quedó constituida en 1897 con la agrupación de las empresas " K s t e " , " R e d u c t o " , " P o citos, l i n c e o y U n i ó n " , a las que se a g r e g ó nueve años después la de " U n i ó n y M a r o ñ a s " . F u é , — c o m o lo hemos referido — la primera que hizo circular coches a electricidad en nuestra capital, y hoy tiene desenvuelta en ésta una red tranviaria de (148 k. 181 mts., 38 cet. cif. e x a c t a ) que cruzan la ciudad vieja y nueva en todas direcciones y esparce el t r á f i c o de extramuros, principalmente hacia Pocitos, Buceo, Unión, Maroñas, L a r r a ñ a g a , Puente de las Duranas, S a y a g o y Colón. K1 kilometraje total recorrido por sus coches en 1924, fué de dieciocho millones treinta y cinco mil cuatro cientos cincuenta y nueve kilómetros (18.035.459) empleando para ello el siguiente material rodante: Cofín* inotoro* noinlfotivt<rtll»l<* . . . 281 couvortlriim . . . . 2» "

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El transporte total de pasajeros en 1924, fué de 80.074.936. El siguiente cuadro expresa el movimiento que han tenido las líneas de esta empresa, desde el año 1908 al año 1924 inclusive. Movimiento de las líneas de la Comercial del año 1908 al 1921 inclusive

T i p o de coche motor, con acoplado, de " L a

Transatlántica"

S a y a g o , Colón y todos los pintorescos sectores que esa circunvalación comprende, señalan la gigantesca marcha realizada a la que el tranvía eléctrico dió impulso y que hoy complementa con igual éxito, su casi c o n g é n e r e : el automóvil.

Las do3 grandes fuerzas generadoras y motoras E n la nueva era (pie a grandes rasgos hemos clescripto, hemos citado también las dos grandes fuerzas que la generaron y la mantienen. Son ellas las dos poderosas empresas tranviarias, de origen netamente inglés, una, " L a Sociedad Comercial de M o n t e v i d e o " (filial de la " U n i t e d Electric T r a n w a y s of Montevideo") con Directorio Central en Londres, y de origen primitivamente alemán — aunque hoy netamente española — o t r a : " L a T r a n s a t l á n t i c a " . Encauzados los esfuerzos dc ambas hacia una misma finalidad, la obra realizada respectivamente, en las derivaciones más arriba comentadas, ha sido superior a todo optimismo. D e n t r o de una ciudad por demás extendida c o m o la nuestra, en que la tendencia excéntrica se viene manifestando con intensidad creciente, la instalación perfecta de servicios tranviarios 110 es empresa fácil ni de inmediata realización. Y sinembargo una y otra han llevado su cometido al punto de dar a Montevideo, un servicio general de transporte económico y rápido, que nos coloca a la altura de las cuatro o cinco capitales m e j o r servidas en la materia. Esta afirmación, que pudiera

Para atender sus múltiples y complejos servicios y seccion e s : oficinas, usinas, talleres, transportes, etc., ocupa dos mil ^eis cicutas personas (2.600) con un presupuesto anual voluminoso.


PffárfiSro Cz def* del

def

Cenfenarvo ~Vru(Ju.ayo

1 , .1; t r i b u i d o » C e n t r a l L a C o m e r c i a l p o s e e usina g e n e r a R a m í r e z . Ccbollatt. S a l t o y propia, ubicada e n la A v e n i d a G o n z a l o Vázquez, emplazada sobre un á r e a de t e r r e n o de 4 . 4 8 5 m e t r o s c u a d r a d o s . A m á s de la C e n t r a l , p a r a a l i m e n t a r l i n e a s de e x t r a m u r o s . p o s e e s u b - u s i u a s en L a r r a ñaga. Unión, S a y a g o y Xlaroñas.

íl dc la e m p r e s a en L a administración v dirección genera nte, e s t á ei M o n t e v i d e o , en su calidad de D i r e c t o r G e r e n t e , e s t a en ma-

Su gran "Estación Central", o c u p a u n a v a s t a e x t e n s i ó n de t e r r e n o c o m p r e n d i d a e n t r e las c a l l e s l i a n t e . C e r r o L a r g o , Municipio y J o a q u í n R e q u e n a . I'.n ella e s t á n instalados los talleres dc r e p a r a c i o n e s y c o n s t r u c c i o n e s , d e p ó s i t o de coches, a l m a c e n e s , o f i c i n a s dc t r á f i c o , g a r a g e s , e t c . C o m o e s t a c i o n e s a c c e s o r i a s posee las a n t i g u a s del E s t e , l ' o citos, R e d u c t o y U n i ó n , donde se hallan instalados los d e p ó s i t o s de vías p e r m a n e n t e s . S u D i r e c t o r i o local, y su A d m i n i s t r a c i ó n G e n e r a l , actual, a s i m i s m o ocupan el m o d e r n o edificio propio, l e v a n t a d o en la esquina de R i n c ó n v T r e i n t a y Tres. E s también propietaria La C o m e r c i a l , del P a r q u e C e n t r a l y del P a r q u e P o c i t o s , dos espaciosos fields de football. ocupado el p r i m e r o p o r el " C l u b A. Nacional de F o o t b a l l " y por el " C l u b A. P e ñ a r o l " . el segundo. A m b o s parques c o n g r e g a n d u r a n t e p a r t e «leí año, millares y millares de aficionados pues allí se dirimen las m á s a p a s i o n a n t e s j u s t a s del p o pularísimo d e p o r t e , c u y o e s t u pendo d e s e n v o l v i m i e n t o e n t r e n o s o t r o s , débese en g r a n parte a la a t e n c i ó n especial y a las facilidades que para su des a r r o l l o supieron p r e s t a r l e las empresas tranviarias.

Talleres de " L a

Dirección y Administración C o m o h e m o s dicho m á s arriba, la Sociedad C o m e r c i a l de M o n t e v i d e o , t i e n e en L o n dres su D i r e c t o r i o C e n t r a l , el que rige la m a r c h a de la " U n i ted E l e c t r i c T r a m v a y s " , de la que es filial. D i c h o d i r e c t o r i o lo preside una de las m á s dest a c a d a s figuras del mundo de los n e g o c i o s londinenses, S i r G c o r g e T u c h e , b a r o n e t , act u a n d o de G e r e n t e S e c r e t a r i o , el s e ñ o r A l b e r t J . S i d c .

Transatlántica"

nos de un u r u g u a y o , don J u a n Cat, personalidad que h a sabido d e s t a c a r s e c o n relieve y c a r a c t e r í s t i c a s p r o p i a s en el medio en que a c t ú a . F o r m a d o a la vera del s e ñ o r Colladón, supo r e c o g e r de t a n e x p e r t o pioner, e j e m p l o s y e n s e ñ a n z a s que a t e s o r a d a s c o n i n t e l i g e n cia propia, y evidenciadas en m o m e n t o s difíciles y de v e r dadera prueba p a r a la c o m p a ñía, supieron d e s t a c a r l o a los o j o s dc los d i r i g e n t e s de é s t a , c o m o el h o m b r e p a r a el puesto, c o m o la capacidad m á s completa y m e j o r preparada para llevar la m a r c h a e x i t o s a de los valiosos i n t e r e s e s que "La Comercial" significa y r e p r e s e n t a en n u e s t r o país.

L a acción del s e ñ o r Cat. en su l a r g a a c t u a c i ó n al f r e n t e de la c o m p a ñ í a , m a r c a una etapa de r e l e v a n t e s e s f u e r z o s , de bien o r i e n t a d a lucha, c o n Interior de los Talleres de carpintería de " L a Transatlántica" s a g r a t o r í a de la i n t e g r i d a d del f u n c i o n a r i o y de la idoneidad sin r e s e r v a s del administrador. T r e i n t a y c i n c o a ñ o s dc s e r v i c i o s ininterrumpidos acusan una brillante f o j a a d m i n i s t r a t i v a , c u y a s principales e t a p a s se descomponen a s í : D e m a r z o de iNyi a abril de 1902, g e r e n t e de la e m p r e s a del F.steJ D e 1902 a 1905, inspector g e n e r a l de la S o c i e d a d Comercial. D e 1905 a 190S, g e r e n t e general de la m i s m a y a c o n t a r de 1908, director g e r e n t e .

Compañía de Tranvías Eléctricos "La Transatlántica'"

T a l l e r de reparación de motores de " L a

Transatlántica"

E s t a empresa, que divide con " L a C o m e r c i a l " la red t r a n viaria del d e p a r t a m e n t o de M o n t e v i d e o , inició sus actividades en n u e s t r o país h a c e veinte años, época en que adquirió en p r o p i e dad la e m p r e s a de t r a n v í a s " P a s o del M o l i n o y C e r r o " , a la que siguió, en i<k>5. la adquisición (le las a c c i o n e s y d e r e c h o s de la empresa similar " T r a n v í a O r i e n t a l " , que f u n d a r o n m á s de t r e i n t a antes, los s e ñ o r e s J o s é A. Martinelli, A n t o n i o P i a g g i o , A n g e l P a s t o r i y Felipe M o n t e r o . T u v o c o m o primer d i r e c t o r - g e r e n t e al s e ñ o r E s t e b a n E l e n a que de muchos a ñ o s a t r á s venía desempeñando igual c a r g o e n la empresa P. del M o l i n o y C e r r o . E l señor E l e n a d o t a d o dc singulares dotes de e n e r g í a e inteligencia, supo m o s t r a r s e e s p e cialmente capacitado para el d e s e m p e ñ o de su delicado c a r g o , e imprimió desde los primeros tiempos n o t a b l e impulso a la n u e v a


^Of c o m p a ñ í a . P u e s t a é s t a en las m i s m a s c o n d i c i o n e s ([ue " L a C o m e r c i a l " r e s p e c t o al c a m b i o de t r a c c i ó n , las o b r a s n e c e s a r i a s para elect r i f i c a r las líneas se llevaron a c a b o c o n r a r a p r e s t e z a pudiéndose i n a u g u r a r la p r i m e r a s e c c i ó n — el r e c o r r i d o N.° i — por A g r a c i a d a

def

jOSpo^

G^n/cncrryb

j e r o s t r a n s p o r t a d o s a s c e n d i ó a 6 2 . 2 5 0 . 0 0 0 con un r e c o r r i d o t o t a l de 14.650.000 de k i l ó m e t r o s . Desde el a ñ o 1908 al 1924 inclusive, las distintas líneas de e s t a E m p r e s a han t e n i d o el s i g u i e n t e m o v i m i e n t o : M o v i m i e n t o de las l í n e a s de " L a T r a n s a t l á n t i c a " del a ñ o J 9 0 8 a l J 9 2 4 i n c l u s i v e

V i s t a interior de la U s i n a , de " L a T r a n s a t l á n t i c a " , c o n las m á q u i n a s g e n e r a d o r a s

el 2 de j u n i o de 1907 y l i b r á n d o s e al servicio publico, al siguiente día. Kn el c o r r e r de e s c a ñ o t o d o s los r a m a l e s m a d r e do las dos v i e j a s e m p r e s a s , y m u c h o s de nueva c r e a c i ó n , q u e d a r o n e l e c t r i f i c a d o s , distendiendo " L a T r a n s a t l á n t i c a " u n a red v a s t a y c o m p l e j a , d e n t r o de t o d o el d e p a r t a m e n t o . L a e m p r e s a ha llevado sus servicios e l e c t r i f i c a d o s p o r t o d o s los b a r r i o s de la ciudad V i e j a , N u e v a y N o v í s i m a ; ha dado vida e impulso a t o d o s los b a r r i o s c o s t a n e r o s c o n t r i b u y e n d o e n o r m e m e n t e al m e j o r y m á s rápido desenvolvin.j v i t o de n u e s t r o s b a l n e a r i o s , c o n sus l í n e a s a R a m í r e z , P o c i t o s , M a l v í ñ y C a p u r r o , y c o o p e r a d o a la prosperidad de las z o n a s s u b u r b a n a s con sus r a m a l e s a M a r o ñ a s , T r e s C r u c e s , Aldea, Hueco, P i e d r a s B l a n c a s , P a s o M o l i n o , B c l v e d e r ; P a n t a n o s o , la T e j a y o t r a s localidades. Al igual que " L a C o m e r c i a l " ha sido f a c t o r i m p o r t a n t í s i m o en el d e s a r r o l l o i n m e d i a t o que la vida deportiva tiene h o y en n u e s t r a capital, 110 s ó l o e s t a b l e c i e n d o fields de j u e g o , sino poniendo al a l c a n c e de la p o b l a c i ó n el medio fácil, rápido y e c o n ó m i c o para las e s p a n s i o n e s al a i r e libre, h a c i a t o d o s los á m b i t o s del d e p a r t a m e n t o . U n a de las o b r a s de m á s a m b i e n t e — ideada y realizada por el s e ñ o r E s t e b a n E l e n a — que hizo p r á c t i c a " L a T r a n s a t l á n t i c a " , fué la t r a n s f o r m a c i ó n y e m b e l l e c i m i e n t o del B a l n e a r i o C a p u r r o , que c o n v i r t i ó — en 1910 — en 1111 m a g n í f i c o parque de r e c r e o , invirtiendo en o b r a s , en 1111 radio r e l a t i v a m e n t e reducido, m á s de d o s c i e n t o s mil sos, o r o .

1008 1000 1010 11)11 11'12 1913 1014

. . . . . . .

. . . . . . .

. . . . . . .

. . . . . . .

1010 1917 ||i IX 1010 1020 1021 1922 192;j 1924

. . . . . . . . .

. . . . . . . . .

. . . . . . . . .

. . . . . . . . .

18 23 27 30 35 41 38 31 32 34 37 44 51 54 53 59 02

240 38(1 lll 533 994 074 234 000 507 417 378 800 092 132 540 929 250

Vagones Empleados

Viajes Efectuados

Pasajeros Conducidos

AÑOS

070 034 029 030 070 727 009 050 047 071 050 720 778 835 773 850 784

570 770 905 300 321 012 982 053 871 030 701 103 580 919 578 402 000

035 100 675 851 709 792 422 185 470 015 915 300 094 781 lll 361 242

.

111 119 126 130 141 163 151 143 141 149 15ii 170 183 206 184 219 229

Kilómetros Recorridos 11 •J'.I.'I :.04

9 507 230 9 707 082 507 710

10 620 11 788 11 079 10 859 l.i 871 11 320 11 153 12 371 13 418 14 509 13 751 14. 054 1 4 . 150

592 518 348 183 868 10.1 655 700 533 768 000

F.l poder f i n a n c i e r o de la c o m p a ñ í a , lo r e p r e s e n t a 1111 capital de $ 9 . 5 0 0 . 0 0 0 m¡n. o r o , que c o m p r e n d e n sus v a s t a s i n s t a l a ciones de vías, i n s t a l a c i o n e s a é r e a s , m a t e r i a l r o d a n t e , usina g e n e r a d o r a , e s t a c i o n e s , subusinas, talleres, p a r q u e s y d e p ó s i t o s de m a t e r i a l e s . 1.a usina g e n e r a d o r a — c o n s t r u i d a en 1907 — e s t á situada en B e l l a V i s t a y tiene a n e x a d o s los talleres c e n t r a l e s de r e p a r a c i o n e s . E n la calle L a r r o b l a e n t r e U r u g u a y a y Gil, tiene instalado 1111 g r a n taller de c o n s t r u c c i ó n y r e c o n s t r u c c i ó n de c o c h e s , y la sección r e p a r a c i o n e s de vias e instalaciones a é r e a s . P o s e e a m á s " L a T r a n s a t l á n t i c a " , t r e s e s t a c i o n e s p r i n c i p a l e s : una situada en A g r a c i a d a e n t r e G e n e r a l L u n a y Coronel A g u i l a r ( A r r o y o S e c o ) ; o t r a en la calle M a l d o n a d o , e n t r e E d u a r d o Acevedo y T i m b ó , y o t r a en la A v e n i d a G e n e r a l F l o r e s e n t r e D o m i n g o A r a m b u r u y S a n Fructuoso. C o m p l e m e n t a n los servicios de la g r a n usina de B e l l a V i s t a , t r e s sub - usinas, ubicadas, una en el P a n t a n o s o , o t r a en M a r o ñ a s y o t r a en el C a m i n o Aldea. L a c o m p a ñ í a emplea, e n t r e personal t é c n i c o , o f i c i n a s y servicios t r a n v i a r i o s dos mil t r e s c i e n t o s ( 2 . 3 0 0 ) h o m b r e s , y t i e n e su sede a d m i n i s t r a t i v a en la calle 25 de M a y o 696, e s q u i n a J u n c a l . A l e j a d o en 1913 de la g e r e n c i a — que c o n g e n e r a l b e n e p l á c i t o o c u p a r a durante t a n t o s a ñ o s , el s e ñ o r E s t e b a n E l e n a , fué sustituido por el i n g e n i e r o D. E d w i n S c h e l l e r , que d e s e m p e ñ ó las m i s m a s func i o n e s h a s t a 1924, en que fué r e e m p l a z a d o por el s e ñ o r R a f a e l V e h i l s , c u y a b u e n a g e s t i ó n a d m i n i s t r a t i v a c o n t i n ú a en el c o r r i e n t e a ñ o de g r a n d e s actividades para la c o m p a ñ í a . L a T r a n s a t l á n t i c a t i e n e su sede legal en M o n t e v i d e o , c o m o sociedad a n ó n i m a nacional, y sus d e s t i n o s s u p e r i o r e s los rige un D i r e c t o r i o c o m p u e s t o por los s e ñ o r e s : Dr. D. J a c i n t o C a s a r a v i l l a , Presidente; D. Rafael Vehils: Vice Presidente; Ing. D. Pablo W'igny: S e c r e t a r i o ; Ing. D. Carlos R o s s i : Vocal.

E l n ú m e r o de p a s a j e r o s t r a n s p o r t a d o s que en 1904 e r a s o l a m e n t e de 22.733.5-16, se elevó, en 1924, a la s i g n i f i c a t i v a c i f r a de 145.620.344. lo que equivale a 1111 a u m e n t o , en el solo t é r m i n o de veinte a ñ o s , de m á s de 120.000.000, es decir de 6 . 0 0 0 . 0 0 0 de p a s a j e r o s p o r a ñ o . E s t e resultado s o r p r e n d e n t e en el n ú m e r o de p a s a j e r o s t r a n s p o r t a d o s por las líneas tranviarias, se debe al c a m b i o de t r a c c i ó n de las m i s m a s , a la e x t e n s i ó n de las vías h a s t a p a r a j e s que h a b í a n quedado al m a r g e n de t o d o e l e m e n t o de l o c o m o c i ó n rápida y al desplazamiento p r o g r e s i v o de la población hacia las localidades m á s a l e j a d a s de la planta u r b a n a de la ciudad, favorecido por el G/WKO h.Ayrt»/nu /ttif/vito desenvolvimiento t r a n v i a r i o y la rapidez de los s e r v i c i o s . /?*>, I90S4IW

L a c o m p a ñ í a " L a T r a n s a t l á n t i c a " tiene e x t e n d i d a s p o r n u e s t r a s calles, a v e n i d a s y c a m i n o s , c i e n t o t r e i n t a y t r e s k i l ó m e t r o s ( 1 3 3 k l n i s ) de vía que son servidas c o n t r e s c i e n t o s s e t e n t a y c i n c o unidades de t r a n s p o r t e ; 2 S 0 c o c h e s m o t o r e s y 9 5 acoplados. Su e n o r m e movim i e n t o en las líneas lo evidencian las s i g u i e n t e s c i f r a s : en el e j e r c i c i o c o r r e s p o n d i e n t e de e n e r o J.° a diciembre 31 de 192^. el n ú m e r o de pasa-

/

M o v i m i e n t o g e n e r a l de c o n j u n t o de todas las l i n e a s de t r a n v í a s , desde el a ñ o 19(1-1 a l > 9 2 1 i n c l u s i v e AÑOS 1904

A

i

K - ^ f

1008 1911 1912 1914 1916 1917 1 i» 1!» 1920

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I M i H l l U I U l H I

Pasajeros conducidos

27 30 39 •17 55 62 68 80 89 81 77 81 85 92 105 118 120 120 140 145

733 438 899 (107 445 755 751 030 1189 105 317 742 019 2 IN 101 074 801 083 521 028 029

540 219 218 308 082 402 837 552 094 709 037 544 279 804 000 1.37 320 271 L53 389 341

Viajes efectuados 989 1.071 1.120 1. 456 1.372 1.307 1. 280 1.298 1.400 1.177 1.432 1.421 1.431 1.401 1.381 1.A35 1.052 1.701 1.0SI 1.854 1.014

391 80. 005 000 817 543 341 (.58 537 330 298 210 521 201 555 SOI 101 073 373 850 lll

Vagones empleados 211 280 280 272 288 298 311 321 353 382 374 372 371 385 402 lio 454 489 456 523 050

Kilómetros recorridos 10 908 000 11 020 525 i l 23 í 223 10 128 040 19 185 830 20 013 lili 20 730 077 21 344 428 23 501 895 14 909 912 24 190 089 24 l i o 053 24 702 993 25 281 oii:i 23 828 540 25 034 SOS 28 7 80 577 3(1 SOO 020 21 007 1,56 32 03N SS". 33 .70(1 108


Pf/lúr 'ibpo def G def<f del

Centenario Vrugaayz

Correos, Telégrafos X I S T E diferencia e n o r m e <le la actual organización de n u e s t r o C o r r e o a aquel p r e c a r i o o r g a n i s m o que se c r e a r a el a ñ o 27. Al desarrollo y p r o g r e s o alcanzado por n u e s t r o país en una centuria, le sigue en un bien r e m a r c a d o paralelismo, cl d e s a r r o l l o y p c r f e c c . o n a , n i e l o de nuestra institución postal, denominada hoy

de hecho, b a j o las órdenes de los J e f e s militares, y el servicio sil acia según las necesidades exigidas por los m o v i m i e n t o s del e j e r cito No existia regularidad cu la m a r c h a de los c o n d u c t o r e s , n. control que determinara la clase y cantidad de correspondencia que conducían, l i e ahí por qué no se ha podido e x t r a e r el d a t o p r e c i s o de entre la confusión y variabilidad producida por la ausencia del

T)T]<1'C-CK)N G E N E R A L 1>K C O R R E O S , T l - . L E C.KAFOS Y T E L E F O N O S . I a fundación o c r e a c i ó n , m a s bien dicho, «el C o r r e o Nacional, data del 21 de diciembre de 1S.7, fecha en que se dictó el primer decreto nombrando un Administrador G e n e r a l de C o r r e o s de la Provincia M u c h o a n t e s de expedirse ese n o m b r a m i e n t o , os cabildantes v. j e f e s militares de los puntos ocupados por las fuerzas nacionales, estaban facultados para n o m b r a r m a e s t r o s dc postas, e n c a r g a d o s de la coiiduc-

" ^ " x o ' i i a b í a llegado hasta n o s o t r o s la severidad e n t o n c e s usada en el C o r r e o de B u e n o s Aires, en cl que regia un decreto dictado el 18 de noviembre de 1810 prohibiendo absolutamente conducir c a r t a s f u e r a de valija, y condenando a los i n f r a c t o r e s a la "privación de empleo y diez años de presidio". __ . , . E s t a rigurosidad ha determinado la precisión del (lato l u s t o r i c o en el C o r r e o A r g e n t i n o , cu cuyos archivos c o n s t a n n o t i c i a s i m p o r t a n t e s relacionadas con cl C o r r e o Oriental, en sus p r i m e r o s tiempos dc desarrollo. ,, P o r dicha valiosa fuente de información sabemos que a fines del rii'iii í l r l a c o r r e > P " t u l c n c i a . . , a ñ o 1765. cl R e y (le España, Carlos I I I , resolvió e s t a b l e c e r c o r r e o s E n t r e las varias c o m p r o b a c i o n e s de e s t e hecho, c i t a r e m o s a c o t r i m e s t r a l e s dc la Coruña a Buenos A i r e s y Montevideo. L o s p a q u e t e s municación de fecha .'ó de m a y o de 1825, dirigida a General L a v a vciiiau c a r g a d o s con m e r c a n c í a s que debían ser vendidas en e s t o s l e a ,-or el T e n i e n t e Coronel don J u a n F e r r e i r a de Q u e r o s . , e f e dc puertos por las administraciones de c o r r e o s , e n c a r g a d a s de la direcas f u e r z a s sitiadoras de la Colonia, avisándole haber nombrado a ción de este comercio, y cuyo producido se invertía en c u e r o s y sebos don S e b a s t i á n Q u i ñ o n e s m a e s t r o de p o s t a s , y expresándole que (pie se enviaban a E u r o p a . pondrá t o d o sil empeño en la organización El primer paquete, " P R I N C I P E " , salió • le e s t e servicio en aquella zona. de L a C o r u ñ a con rumbo al P l a t a el 2 de l i s indudable que existiendo el cambio m a r z o de 17(17. K1 segundo paquete " P R I N de c o m u n i c a c i o n e s en la Provincia, é s t a s deC E S A " . vino recién al a ñ o siguiente. Asi, bían e s t a r sujetas a una disposición, y esa con interrupciones más o m e n o s p r o l o n g a disposición provenir de un e n c a r g a d o de didas. empezó a delinearse v a g a m e n t e el s e r c h o servicio. vicio postal en la Provincia, e s t a c i o n á n d o s e hasta cl a ñ o 1788, en que se i n a u g u r ó 1111 L o s a n t e c e d e n t e s más c o n c r e t o s que sec o r r e o semanal de M o n t e v i d e o a B u e n o s llan podido d e t e r m i n a r con los d o c u m e n t o s Aires. E s t a sola innovación c o n s t i t u y ó t o d o consultados, c o n s i g n a n las siguientes inforel p r o g r e s o postal hasta cl a ñ o 1821 en que m a c i o n e s : A mediarlos de setiembre de 1825. el presidente a r g e n t i n o Rivadavia, establecía don Carlos A n a y a , que desempeñaba las el primer paquete c o r r e o e n t r e los dos puerfunciones dc C o m i s a r i o de G u e r r a , fué nomtos, y las primordiales e x i g e n c i a s del servicio brado A d m i n i s t r a d o r y T e s o r e r o Principal se regularizaron c o n v e n i e n t e m e n t e . Todo de R e n t a s Públicas, c a r g o que comprendía e s t o e r a precario e inseguro, y recién cinco en SUS a t r i b u c i o n e s la j e f a t u r a del servicio años más tarde se e m p e z a r o n a perfilar, de postal. A h o r a bien, en varios d o c u m e n t o s (let a primera casa de Correos, en 1 8 2 9 , durante la A d m i 1111 modo preciso, los rumbos iniciales del la época, figura el nombre de don R a m ó n nistración L a r r o b l a , u b i c a d a en 2 5 de M a y o y M a c i e l naciente c o r r e o uruguayo. Castriz c o m o Administrador General de Correos, pero 11o e x i s t e ningún dato que c o n L o s primeros m a e s t r o s de p o s t a s que firme el n o m b r a m i e n t o oficial de este señor. se mencionan en d o c u m e n t o s del a ñ o 1825, E s t o s a n t e c e d e n t e s incompletos señalan a eran el ya citado don S e b a s t i á n Quiñones, don R a m ó n C a s t r i z en uso de esas funciones, don M a r i a n o V e r a , y don J u a n F r a n c i s c o 3 con la c i r c u n s t a n c i a de 110 t e n e r domicilio V e l a z c o . E l 12 de febrero de 1826, la H o n o fijo, pues estaba obligado a seguir los movirable Imita de R e p r e s e n t a n t e s que a c t u a b a | DOMICILIO! ISPCEN!"!'! m i e n t o s del e j é r c i t o nacional. E s a c i r c u n s en la Florida, dictó una ley de e n r o l a m i e n t o , tancia explica en c i e r t o modo la falta de un estableciendo en las prevenciones g e n e r a l e s d o c u m e n t o preciso, y por o t r a parte no es la e x o n e r a c i ó n del servicio militar a los e x t r a ñ a esa deficiencia de j u s t i f i c a c i ó n ofim a e s t r o s de postas y postillones a sus ó r cial, por que las a g i t a c i o n e s de la época no denes. Al (lia siguiente, sancionó el m i s m o permitian muchos detenimientos cu las o r g a cuerpo un d e c r e t o tendiente a o r g a n i z a r la nizaciones administrativas. m a r c h a administrativa de la P r o v i n c i a . PótE n la primera etapa dc nuestra indepenese d e c r e t o se establecían tres oficinas g e dencia. ( é p o c a del General A r t i g a s ) , con nerales para la administración, recaudación fecha 1." de m a r z o de 1X15, el g o b e r n a d o r y conservación de las rentas, públicas, e n t r e intendente del Cabildo de Montevideo, don las cuales se encontraba una " R e c e p t o r í a T o m á s G a r c i a de Z ú ñ i g a . nombró, verbalGeneral". m e n t e y sin g o c e de sueldo, E n c a r g a d o dc la Algunas o t r a s disposiciones relacionaA d m i n i s t r a c i ó n de C o r r e o s a don A n t o n i o das con el incipiente servicio postal f u e r o n G u e s a l a g a , y en calidad de oficial i n t e r v e n t o r adoptadas por cl Gobierno, en abril del a ñ o a don R a m ó n C a s t r i z . quien desde aquella 1826. y en abril de 1827, pero la o r g a n i z a c i ó n fecha hasta e n e r o de 1817, desempeñó varias de dicho servicio no fué r e a l m e n t e e n c a r a d a veces las f u n c i o n e s de A d m i n i s t r a d o r por hasta diciembre de 1827, en que, con f e c h a ausencia dc G u e s a l a g a . 21, el Gobierno Delegado, comprendiendo Don R a m ó n C a s t r i z , que fué l u e g o Caque era imprescindible o r g a n i z a d o s e r i a bildante en el a ñ o 1823, J u e z de policía, y m e n t e . dictó 1111 decreto n o m b r a n d o adminisuna de las figuras salientes de la época, por trador General de Correos de la Provincia a su práctica en el r a m o de c o r r e o s , pudo hadon Luis de la Robla. ber sido designado por don C a r l o s A n a y a E11 posesión del cargo, cl S r , de la para el c a r g o de Administrador, en los a ñ o s Robla, c o n c e n t r ó todos sus e s f u e r z o s h a c i a 1 8 2 5 - 2 6 , y consolida esa opinión, e x t r a í d a 1. — 1M.VI, Primer «ello fechador del Correo del Uruguay. 2 — 1111 objetivo inmediato, o sea a i n s t a l a r la 1M28. Franqueo. Administración de Maldonado. :i, - IH27. Frande los a n t e c e d e n t e s apuntados, cl h e c h o dequeo, Administración tic ('andonea I. — 1873 Primer sello dc Administración lo más rápidamente posible, que las múltiples a t e n c i o n e s de don Carlos tasa lo cargo). .V — 1K7I. Hervido n domicilio, il — 1H20. Servirlo do certificado*. Administración Cunero!. 7 — 1850, a fin dc s u j e t a r a la dirección de su o f i c i n a A n a y a , c o m o diputado y a d m i n i s t r a d o r t e s o Fechador, Administración Sallo. K. — 1875, Fechador, AdmlnUtrarlún (¡enera! ti, ÍM'.T. Hervido oficial (franqueo), todos ios i n t e r e s e s del C o r r e o , dispersos y r e r o de fondos públicos, 11o le concedían el in - 1855 Hervido de franqueo. 11. 187:1. InuUllíador. sin rumbo en la Provincia, y dictar l u e g o , tiempo necesario para dedicarse a las obliAdministración (¡cnoral. 12 IKHN, Papel moneda postal, emitido por el Correo. l:i. - 18«)0, Inutlllxador, Administra'lón como lo hizo, las disposiciones c o n d u c e n t e s g a c i o n e s del servicio postal, a p a r t e de las (leñeraI II. — 1852 AdmlnlatrarlnnoB del Interior I". - 18'HI. Hervido de Certificado*. Administraciones del Interior. 10 dificultades propias del ambiente en que vivía. al m e j o r desenvolvimiento y d e s a r r o l l o (liIHII8. Fechador. Administración (¡eneraI. 17 - - 1870. Inutlllxador. Huctirsulc* de Montevideo. 18 — 1870, luutlll/ador la instalación que se le confiaba. El C o r r e o de aquella época n o puede servicio vecinal (buzones). 10 — 1870, Do tana. 20 — 1850 c o n s i d e r a r s e c o m o institución pública. L o s I no de Ion primero». Inullíliadore», Administración (leneral, 21. El primer propósito viósc realizado a m a e s t r o s de postas y postillones, e s t a b a n , principios dc m a r z o de 1828, e s t a b l e c i e n d o la — INi)5, Hervido oficial (comunicaciones).

FRNCA

FRANCA


fifipp O Admiuislración General de Correos, provisoriamente, en un rancho de la Villa del Durazno, residencia del Gobierno, con toda la pobreza inherente a aquellos tiempos de tradicional escasez. T o d o el mobiliario de la flamante oficina lo constituía una pequeña mesa rústica y dos bancos. lista instalación provisoria, produjo en cierta parte los efectos previstos, determinando 1111 punto de partida entre la confusión de los procedimientos hasta entonces existentes. líl Gobierno, a su vez, tiró un decreto de Reglamento Provisional, para las postas de la Provincia, en cuyo articulo primero se establecía que ningún individuo, fuera cual fuere el objeto de su comisión, podía salir a correr la posta por cuenta del listado, sin el pasaporte respectivo de autoridad competente. Del 5 de julio de 1828. data el primer Itinerario General de Postas, sometidos a la aprobación del Gobierno por el Sr. la Robla, Itinerario que comprendía las siguientes carreras y distancias:

liste Itinerario rigió con carácter de provisorio hasta el 15 de enero de 1829, en (pie fué sustituido por otro más en armonía con las necesidades del servicio. Los primeros formularios impresos empezaron a usarse durante el año 1828, y fueron, ellos, 500 " C a r t a s de A v i s o " y 400 "partes o pasaportes", que se autorizaron a imprimir con fecha 12 de marzo. Iil año 1829 establece la verdadera base de la institución postal. E l i." de enero de 1829, en efecto, se abrieron por primera vez las puertas de la Administración General de Correos en la Capital del E s t a d o Oriental. L a casa en (pie se instaló la Oficina, propiedad de don F r a n cisco Llambí, estaba situada en las calles entonces denominadas de San Pedro, esquina Santo T o m á s , hoy 25 dc M a y o y Maciel, haciendo cruz con el Hospital de Caridad, y se pagaba por ella 1111 alquiler mensual de 30 pesos. Diversos y sucesivos decretos y reglamentos fueron mejorando y ampliando los servicios postales. "lis así que en 1830, habiéndose producido 1111 relativo aumento en el servicio, fué necesario dar mavor amplitud a la oficina y ésta se trasladó a su nueva casa, propiedad de don Manuel Fernández Luna, situada en la Plaza dc la Matriz, calle San Gabriel esquina San F e r nando o "de los J u d í o s " , hoy Rincón y J u a n Carlos Gómez, por la cual se abonaba la suma de 40 pesos mensuales. M á s tarde, el Gobierno, que seguía imponiendo economías en todos los ramos de la administración pública, designó para el Correo 1111 nuevo local por el (pie 11o pagaba alquiler, y se le suprimieron los conductores de correspondencia, quedando el servicio a cargo de un contratista. Iil 2 de enero de 1832, fué instalada la Administración General de Correos, en el Fuerte de Gobierno, hoy Plaza Zabala, ocupando una de las dependencias del lado E s t e . E l servicio de postas era por aquellos tiempos uno de los más grandes recargos que tenía la renta del Estado. L a totalidad del producido del Correo 11o alcanzaba a cubrir la quinta parte de los gastos que el sostenimiento de las postas demandaba. E s t o impedía la aplicación (le la renta a otros beneficios, y condenaba al Correo a una paralización absoluta, desde que 11o podía prestar un servicio práctico al público que debía pagarlo. E l Gobierno reflexionó sobre el medio de disminuir ese serio recargo, y con fecha 15 de diciembre de 1835, dictó un decreto ordenando se" llamare a propuestas para la conducción dc la correspondencia pública. , A mediados de 1839, empezó el Correo a entrar en 1111 periodo de decadencia, producido por los graves acontecimientos políticos que se iniciaban. E l Correo del U r u g u a v , en efecto, tiende a desaparecer obligado por las exigencias de aquellos momentos, destinados a la defensa de ' otros más altos intereses. . L a invasión del ejército de Rosas, producida en los últimos meses del año 1K39, determinó 1111 retroceso rápido, que 11o pudo ser detenido hasta después de librada la batalla de Cagancha, la que coloco al Gobierno en condiciones dc rehacer otra vez el servicio postal. Volvieron entonces a funcionar la mayor parte de las postas

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abandonadas, se nombraron administradores en I,, pi tutos acéfalos y se proveyó a las oficinas de los útiles (pie les eran necesarios. Al mismo tiempo se reabrió el servicio fluvial entre lo; pueblos del l¡~ toral V Montevideo. Otro período desastroso atravesó el Correo, luego, y en 184Ó es enagenada su renta al Directorio de la Sociedad Compradora, por la suma de 800 pesos mensuales, cesando eti sus cargos, en consecuencia, el Administrador y el Oficial Interventor, únicos empleados en aquella época. Llegamos así al año 1852, en que el Correo, tras mil vicisitudes, entra por fin en una época de progreso estable, retrotrayéndolo a la administración pública. Corresponde a este año el establecimiento de las primeras diligencias. E s t o s vehículos, de construcción rústica, pero fuerte y adecuada al trabajo que debían desempeñar, eran de diversos tamaños, conservando algunas una semejanza muy aproximada a las primeras galeras. Una de las primeras diligencias fué inaugurada el 1.0 de Marzo de 1852 entre Montevideo y Santa Lucia, tocando en L a s Piedras y Canelones. P o r lo que se refiere al servicio fluvial, un vapor norteamericano llamado " M a n u e l i t a Rosas", hacia la carrera entre Montevideo y B u e n o s Aires, tocando (sin itinerario fijo), en la Colonia. Otros vapores y limpies a vela conducían también correspondencia para Buenos Aires y puertos del U r u g u a y , y el vapor inglés " C o r r e o " , de R í o J a n e i r o a Montevideo. E11 el año 1853 quedó agregado al servicio postal el cambio de correspondencia vecinal entre Montevideo y la Villa de la Unión, el que se hacía por medio de ómnibus, y data de entonces la instalación de agencias para recoger la correspondencia, lo cual constituía un valiosísimo beneficio para el vecindario. Por esa época fué trasladada la Administración General de CoCerrito esqtl rreos ; la Tres Treiut; A principios de 1855 se insliütvó ei I" primer servicio de A b o nados al Apartado, servicio que hoy es uno de los m i s importantes con que cuenta el Correo Nacional. Hasta 1856 no se estableció el servicio de carteros de abonados, y poco después creóse el "timbre de Diligencia", destinado a franquear la correspondencia conducida por carruajes particulares. Iil franqueo de las cartas por medio de sellos postales, establecióse el año 1851). lin esa época también se instalaron las primeras sucursales en varias seccionales de la Capital, como ser en la calle 18 de Julio, cu la Aguada, en el Cordón v en la Villa de la Unión. Nuevas y sucesivas iniciativas van dando paulatinamente mayor significación'a los servicios postales. E11 1865 se realiza el primer Convenio Postal, con la Argentina, se establecen agencias o sucursales CI1 campaña, se hace obligatorio el franqueo para toda correspondencia, con arreglo a tarifa. . Y a por el 1866, se habían señalado progresos evidentes, efectuándose el servicio de correos terrestres con toda regularidad. l'l 25 de m a y o de 1867 marca uno de los acontecimientos lilas notables en la hi'storia del Correo Nacional, pues se inaugura el primer edificio del Correo, construido por el Arq. 1 bomas Havers, estando ubicado en la calle Sarandí 163. , , . . . . Un gran impulso dió a los servicios postales la inauguración de la primera línea del F e r r o Carril Central del U r u g u a y , efectuada el I o de linero de IS6.J, que iba de Bella Vista hasta L a s I ledras. A raíz de la revolución de 1870 se reiniciaron las mejoras en los servicios del correo. . ., crvilin 1872, merced a la energía del Gobierno, suprimióse la ingerencia que los consulados inglés y francés se tomaban e la estación cios de correspondencia para el extranjero. Iil 12 (le octubre de 1873. se inauguró en el Durazno del T e l é g r a f o Platino Brasilero, acontecimiento que fue recibido por los habitantes del centro de la República, con gran regocijo. Otros acontecimientos memorables en la historia de nuestras comunicaciones, fueron la inauguración de la línea del F e r r o Carril Nordeste del U r u g u a y , efectuada el 22 de junio de 1874. y cuyos primeros trenes partieron del Salto hasta la Estación Itapebi, y la solemne inauguración del telégrafo cutre Montevideo y R i o Grande, efectuada el 5 de agosto del mismo año. Del 22 de" junio de 1875 data el servicio de buzones vecinales, que en número de 23, se habían colocado empotrados en la pared exterior de los edificios donde funcionaban las respectivas agencias y sucurUn decreto del Gobierno de 1877 organiza la institución postal que pasa a ser denominada "Dirección y Administración General de Correos", creándose el cargo de Director General del mismo. Ya- en franco tren de mejoramiento y perfección del servicio de


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ÍISPO cTaT c f e f f

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Cenfencrrvo V r a g n a y o nental convocado por nuestra Administración de Correos, y celebrado. con el concurso de todos los paises sudamericanos en nuestra Capital en enero de 19:1. liste Congreso dejo formulados importantes convenios sobre intercambio de Encomiendas y Giros, supresión de pago dc tránsito terrestre y marítimo, franquicias para el canje de periódicos v libros, rebaja de tarifas, franquicia postal para el Cuerpo Diplomático y Consular, formación de un mapa postal, y otras mejoras semejantes. Se creó, además, una Oficina Internacional con sede en Montevideo. Por esa época debe mencionarse el establecimiento de los servicios ele radiotelegrafía, y la extensión de diversos ramales telegráficos y telefónicos. Cabe, aquí, una breve mención comparativa respecto del aumento de las rentas de Correos y T e l é grafos. durante los años comprendidos de 1907 a 1923 inclusive y que están representadas por el ilustrativo cuadro de la página siguiente. En Montevideo funcionan dos Compañías telefónicas. E l número ile suscriptores de ambas sobrepasa los 15.000. Ningún privilegio les ha sido otorgado a esas dos compañías circunstancia ésta, que 11o impide al Estado el p o d e r explotar el servicio telefónico en todo el país. La extensión de las líneas telefónicas de Montevideo, su desarrollo y el número de abonados, se expresa en un cuadro de la siguiente página. E11 cl interior también existen redes telefónicas particulares. Todas ellas, al igual que las de Montevideo, funcionan con permisos precarios, que pueden cesar en cualquier momento. Las únicas redes telefónicas oficiales que funcionan en el país son las policiales, en todos los departamentos. El número total de Empresas telefónicas existentes en todo el.país a fines de 1924, era de 2f), con una extensión de 78-103 kilómetros. 23.662 abonados y una actividad promedial en lo que se refiere a comunicaciones de 166.895 diarias. E l Gobierno, se ha ocupado ya del establecimiento del servicio telefónico nacional, para uso del público, habiendo sometido a consideración del Cuerpo Legislativo 1111 provecto de Ley por el cual se establecería en el Departamento de Montevideo una red telefónica subterránea para 20 a 25 mil abonados.

correos, la República tiene, en 1878, ajustadas convenciones postales con diversos paises. y otras en provecto. En este año registróse un acontecimiento importante: el ensavo del telefono Bell, seguido de otras experiencias que tuvieron como a q u e l , feliz resultado, laminen en este año fue creada la Oficina de Estadística. L a inauguración de los buzones-postes vecinales, que en numero de 25 se llevó a efecto el 18 de julio de 1879, constituyo toda una festejada novedad, pues fueron los primeros usados en la America del Sud V .leí mismo tipo dc los usados en Inglaterra y en Francia. A mediados de Abril de 1H80, el Correo Uruguayo quedo incorporado a La Unión Postal Universal. U n a iniciativa de mérito, que hasta entonces no había sido abordada. fué la que se realizó en 1884. consistente en el servicio de reparto a domicilio de cartas recomendadas, perfectamente reglamentado. Asimismo, cl primer vehículo postal destinado al reparto dc impresos a domicilio comenzó su misión en octubre de 1885.

Un decreto del Gobierno, de fecha 29 dc enero de 1887, acuerda el permiso solicitado por don León Strauss. a nombre de una Sociedad de capitalistas, para establecer una linea telegráfica entre Montevideo y Buenos Aires. Un servicio que más tarde habla de adquirir grandes proyecciones, fué el de Bultos Postales, que comenzó a ensayarse cl 10 de octubre de 1890. Nuevas iniciativas encauzan por una senda firme de progreso la marcha de nuestro Correo, que en 1891 concurre al Congreso Postal Universal, de Viena. E11 1892 le son incorporados los telégrafos nacionales. En 1894 se le confió al Correo cl servicio meteorológico y atención de las estaciones pluviométricas establecidas en campaña. En 1897 se registra un acontecimiento digno dc mencionarse. siendo él. la concurrencia del Uruguay al Congreso Postal Universal .íe Washington, donde nuestro representante defendió los intereses de los correos del Río de la Plata y contribuyó a la sanción de mejoras importantes. E l desarrollo de la institución postal ha ido desde entonces acentuándose en forma promisora e ininterrumpida. ampliando extensamente todos sus servicios y adaptando a su vasto organismo los procedimientos y medios más modernos. El La institución postal uruguaya, cuadro de esta página demuestra el experimentó una modificación susmovimiento que ha tenido la Repartancial en su ¡jarte constitutiva, duEl mismo edificio de la página anterior, con su nuevo piso, que tición Postal, desde el año 1880 al rante el año 1915. Con fecha 16 de ocupan actualmente algunas dependencias del Correo año 1923 inclusive. diciembre de 1915, en efecto, se dicTambién los progresos realizató una ley que, aparte de expresar que los servicios de Correos. T e dos por el T e l é g r a f o Nacional, pueden reputarse de sorprendentes, légrafos y Teléfonos, serán explotados exclusivamente por el E s t a siendo la extensión actual de sus lincas de 4.306 kilómetros, de la do, y sin perjuicio de los derechos concedidos a Empresas particulaque 4 . 2 9 0 kilómetros corresponden a líneas aereas y 16 a submares por leyes especiales, establece que los servicios aludidos estarán 1 inas. bajo la dirección de un Consejo Directivo, que lo compondrán dos Una de las iniciativas más importantes que debemos señalar es miembros natos y cinco miembros electivos y revocables cada cuatro la que se refiere a la realización del Primer Congreso Postal ContiMovimiento de correspondencia en la República, año 1 8 8 0 - 1923 Número de piezas expedidas y recibidas Carta» franqueada»

AÑOS

IKMH 1HH5 JHi.O

. . . . . . . . . . . .

1900

. . . .

m o ion 1912 1913 1914 191% 1916 1917 191H 1919 1920 1921 1922 1923

. . . . . . . . . . . . .

.

. . . . . . . . . . . . .

. . . . . . . . . . . . . .

. . . . . . . . . . . . . .

•as KM 2.86n.n'n B.09I.462 7 . 9 6 2 . 393 9.9HX.541 14.698.919 21.802.942 23.761.996 i'.. 434.834 27.529.420 3».938.«01 23.415.867 24.061.917 23.392.907 2* . 8 5 4 . 7 1 9 26.730.318 40.050.073 3 6 . 2 1 6 599 ' 36.218.424 36.381.543

C a r t a » con f a l t a da franqueo

51.899 105.197 56.800 82.521 345.3X5 192.956 216.321 232.777 278.911 213.370 160.505 171.014 146.419 166.798 164.107 230.282 242. 5*8 322.838 263.802

Corretpondencla Oficial 63.110 131.656 322.156 590.833 743.109 955.069 847.078 877.159 1.015.629 1.098.199 1.066.176 1.030.809 1.103.431 1.211.441 1.681.870 1.470.462 1.819.490 1.873.408 1.883.214 1.831.124

Tarjeta» póstale»

11.767 28.811 68.025 59.142 310.324 3.363.704 3.211.809 3.470.136 3.552.636 3.404.19? 2.728.626 2.085.164 2.113.918 2.050.944 1.837.147 1.928.243 2.702.880 3.181.781 3.310.401 3.298.393

Impreso»

Muestra»

1.216.398 8.876.805 14.349.708 21.041.258 32.190.525 58.616.482 67.184.908 72.822.480 76.761.968 83.870.422 70.699.844 72.092.990 73.057.807 71.968.315 73.745.559 75.873.704 87.382.523 83.585.631 82.781.414 83.213.350

2.180 0.313 32.217 53.070 106.060 133.547 148.541 146.400 189.188 184.163 149.737 85.576 88.865 99.474 103.880 1 1 1 . 7 J6 119.050 134.723 151.194 175.081

.

Papeles de negocio

1 11.018 306.333 «13.622 045.324 2.168.091 212.992 234.827 433.362 107.592 119.883 50.202 56.303 40.0M 44.542 57.443 70.883 83.007 01.799 04.180

Carta» y oficio» recomendados 15.020 103.740 258.992 302.647 365.913 464.816 801.028 908.862 067.924 810.780 718.705 727.308 736.818 757.703 612.253 758.130 867.00i2 1.020.023 998.511 000.024

Bultos postales

4.475 19.593 31.248 50.809 57.719 00.673 70.231 51.040 30.169 •54.84.5 53.814 59.250 71.094 89.198 07.083 00.992 . 77.020

Otro» objetos

__ _

185.409 300.978 247.214 210.183 213.268 211.003 161.378 171.491 153.083 188.105 208.842 232.340

Total

2.247.180 12.203.381 21.534.20» 30.9X4.222 44.751.914 80.777.891 04.953.153 102.055.915 108.500.430 117.600.838 110.004.296 00.897.838 101.058.268 00.032.795 103.802.414 107.330.751 133.491.908 120.<594.110 123.095.151 120.548.329


fi£po O Movimiento de ingresos y egresos de la Institución Postal de 1907 a V a l o r en pesos 1 N G R E S O AÑOS

Cuenta Internacional

Renta» eventuales

11H17 MIOS 11109 1910 1911 1912 191a 1911 1915 1910 1917 191S 1919 1920 1921 1922 192Ü

. . . . . . . . . . . . . . . . .

. . . . . . . . . . . . . . . . .

. . . . . . . . . . . . . . .

30 17 3 7 4 r, 11

183 538 905 701 870 710 1.007 058 1-10 25.099 01.111 05.803 179.042 350.011 291.429 340.341 355.153

11 9 13 3 9 3 7 1

302 083 001 253 IS2 822 451 118 052 009 014 518 950 005 505 090 007

Giros

19 21 23 21 25 28 30 31 32 28 28 32 33 31 29 32

394 051 899 501 075 100 733 585 202 4 <>8 89 3 542 005 059 413 219 314

99 100 115 120 134 143 154 100 185 338 287 305 311 321

E G R E

721 420 078 950 909 010 391 118 373 172 549 407 057 400 242 253 777

Correos

428.393 450.117 181.290 502.978 544.450 583.794 592.057 529.439 494.035 483.051 108.898 542.072 037.100 087.493 702.838 700.140 799.357

Total

578.007 595.800 025.133 053.380 709.855 701.442 789.039 729.818 720.711 750.299 840.171 885.402 1.140.303 1.380.927 1.357.437 1.448.049 1.512.608

Extensión de las líneas y número de abonados de las Compañías T e l e f ó n i c a s de Montevideo. — A ñ o 1889 al 1923 inclusive COMPAÑIA T E L E F O N I C A DE MONTEVIDEO Extensión do la l i n e a

AÑOS

Kilómetros

1889 1890 1S91

1898 1899 1900 1901 1902 1903 1904 1905 1906 1907 1908 1909 1910 1911 1912 1913 1914 1915 1916 1917 1918 1919 1920 1922 1923

.

i i

5.154 4.295 5.154 5.154 5.154 5.154 5.154 0.233 6.420 6.515 0.620 0.020 0.995 7.346 7.735 8.830 10.055 12.302 14.458 10.056 17.136 18.462 13.227 11.151 21.350 31.732 22.031 22.973 25.112 28.474 30.844 ,12.234 33.908 34.215 34.870

Abonados Número

1.800 1.850 1.750 1.541 1.541 1.598 1.070 1.759 1.834 1.937 3.178 2.137 2.493 2.596 2.788 3.007 3.473 3.881 4.337 4.078 5.100 5.568 6.580 0.391 6.737 0.644 7.909 8.051 9.325 10.265 10.776 10.544 10.705

1 COOPERATIVA TELEFONICA NACIONAL Extensión de la l i n e a Kilómetros

Abonados Números

773 3.430 4.982 4 . 9 32 4.972 5.690 0.450 6.830 7 .020 8.1!MI 8.410 9. ¿00 9.500 9.850 10,000 —

900 1.352

—•

— — 2.394 2.544 2.850 3.230 :k650 3.780 3.750 3.880 3.800 3.820 3.88.1 4.200 4.400 4.010 4.750 4.770

6.650 8.750 9.800 13.000 15.800 17.650 16.900 17.050 18.000 18.200 18.500 18.8 « 18.000 19.850 19.885 30.045

900 1.215 1.355 1.420 1.510 1.015 1.72M 1.790 1.841 1.945 1.990 2.035 —

años, pudiendo ser reelectos. De los miembros electivos, dice la ley, t r e s serán nombrados por el Poder E j e c u t i v o con acuerdo del Senado o de la Comisión P e r m a n e n t e en el receso de aquel, y dos serán elcüdos, por mayoría de votos, por el personal de la Administración de Correos. T e l é g r a f o s y T e l é f o n o s . Son miembros natos del Consejo Directivo, el Director y el Sub D i r e c t o r de Correos, T e l é g r a f o s y T e l é f o n o s . L o s dos miembros elegidos por el personal, lo son de una lista de diez empleados con más de diez años de servicios en la institución, lista que forma el Consejo Directivo. Desde la época de la creación de dicho Consejo, han ocupado la presidencia del mismo, en su c a r á c t e r de Directores de la Institución, las siguientes p e r s o n a s : Don F r a n c i s c o García Santos, doctor R a món G. Saldaría, escribano don Eduardo Pittaluga y doctor César Miranda. E n la actualidad (año 1925), el Consejo Directivo de la Administración de Correos, T e l é g r a f o s y T e l é f o n o s , está constituido a s í : Presidente, doctor César M i r a n d a ; vice presidente, don J u a n Ramp ó n ; vocales, don Adolfo Agorio, don Emilio Militas, don Alfonso B a z e t , don F r a n c i s c o Requena y García, don Francisco Costanzo. Obvio será decir que los servicios de nuestro Correo se han extendido de una manera considerable. E11 la actualidad cuenta con 900 Agencias, distribuidas de la siguiente m a n e r a : Montevideo, 102; Salto. 5 2 ; Paysandú, 5 6 ; Soriano, 5 3 ; Colonia, 6 7 ; Canelones, 4 6 ; San J o s é , 3 0 ; R í o Negro, 3 8 ; Florida, 3 2 ; Durazno, 3 9 ; Flores, 2 0 ; Tacuarembó. 4 2 ; Rivera, 3 9 ; Artigas 2 8 ; Cerro L a r g o , 4 9 ; T r e i n t a y T r e s , 6 1 ; R o c h a , 4 9 ; Minas, 6 7 ; Maldonado, 30.T o t a l : 900. F.1 número de sucursales establecidas en la Capital alcanza a 55. E l Presupuesto que rige para la Administración dc Correos, T e légrafos v T e l é f o n o s , data del año 1920, y fué fijado en la suma total de $ ¡ . 3 7 3 . 7 1 9 . , „ . Durante el año 1921, de acuerdo con el dictamen de una Comisión Especial encargada del estudio de la licitación de la red telefónica subterránea, se firmó entre el Gobierno y la W e s t e r n Electric

Sueldo y

gastos

2"6 375 336 359 355 390 481 509 540 523 539 531 174 174 933 932 910

506 761 812 775 SOI 319 623 061 i:;o 483 133 022 922 810 300 820

Comisiones

14 15 15 10 13 13 12 11 10 10 11 11 11 11

663 032 352 000 764 025 218 »'.'» 088 S77 800 556 987 987

Eventuales

18 44 9 7 10 3 3 7 8 20

083 53 1 426 724 044 489 057 828 012 303 — -

Cen/enar-vo u r u g u a y o

1923

S

Telégrafo

def

c / e f *

Cuenta Internacional

13.629 11.010 3.412 7.498 4.374 3.848 3.890 2.302 4.913 2.200 3.730 5.500 3.208 3.208 4.085 0.028 9.212

S O

S Ley 17 de Octubre de 1919

_

— — — — — — — — — —

— 9 .021

Otro» rubros

117 133 111 191 181 197 218 210 218 280 344 370 376 505 407 443

054 129 118 709 599 158 107 720 021 076 321 935 882 882 175 685 011

Total

140.725 479.466 512.450 582.715 578.542 013.839 719.41'0 711.101 813.289 785.301 834.9:10 893.12 l 1.007.059 1.067.059 1.442.870 1.406.681 1.453.603

Conipany Inc. el c o n t r a t o de construcción respectivo, asunto, éste, que se halla paralizado a la espera de la resolución, por el P a r l a m e n t o , (le la faz financiera de aquélla. E n el año a que aludimos fué iniciada la ampliación y reconstrucción del edificio de la Casa Central de Correos. Expropiados los predios designados por el Poder E j e c u t i v o , y desocupada la parte del edificio viejo, sobre la calle Buenos Aires, se comenzaron los trabajos de demolición para el futuro palacio del Correo, obra importante por el monto de su costo y por sus características monumentales. También se efectuaron diversos ensayos de transporte a é r e o de correspondencia, realizándose viajes a Rocha, Mercedes, Colonia, B u e n o s Aires, etc. El viejo sistema de inutilización a mano fué sustituido, asimismo, en las oficinas de gran movimiento, por el empleo de máquinas eléctricas de obliteración, lo que significa 1111 verdadero progreso, obteniéndose numerosas ventajas. Otra importante mejora incorporada el año 1922, a los servicios del Correo, la señala la sustitución en los servicios de transporte, del antiguo sistema de tracción a sangre por el de tracción mecánica, cuyas ventajas está dc más señalar. L a Administración gestionó, además, ante el Poder E j e c u t i v o , los recursos para emprender la obra, fundamentalmente necesaria, de la reconstrucción de las líneas telegráficas del país, solicitando para ese fin, en ocasión de contratarse uno de los últimos empréstitos en Norte América, la suma de 1111 millón de pesos. Puede decirse que el año 1923 fué 1111 buen año para la Administración General de Correos, T e l é g r a f o s y T e l é f o n o s . M e r e c e citarse en primer término la feliz solución del viejo pleito, casi de medio siglo, existente entre las Administraciones postales de F r a n c i a y nuestro país, relativo a la liquidación dc los gastos de. tránsito marilimo, asunto de importancia fundamental para las relaciones postales entre ambos países, que ha sido resuelto de acuerdo con el criterio de nuestra Administración. F.l primer efecto de la solución de ese litigio, fué la reanudación del envío de correspondencia por vapores franceses, que comenzó con fecha 20 de julio de 1923, es decir, a los pocos días de firmado el convenio administrativo (pie puso fin al entredicho existente. Se (lió comienzo también, a las obras de construcción del gran edificio destinado a sede de las oficinas del Correo, que al habilitarse permitirá descongestionar la vieja casa de la calle Sarandí. E s t a , a su vez. será paulatinamente restaurada y puesta en condiciones de dar cabida confortable a las oficinas administrativas, inspecciones, secciones T e l é g r a f o s y Giros. F.n materia de servicios postales se pueden señalar positivos progresos, como ser el reparto de correspondencia recomendada a domicilio, que beneficia en forma notable al público, obligado antes, a recorrer largas distancias para recibir en la Oficina Central esa correspondencia. Respecto a la parte económica, merece destacarse que en ese año el Correo, no obstante la crisis que se dejó sentir, ha hecho frente con casi sus solos recursos, (pués la contribución del E s t a d o es sólo de $ 9 6 . 0 0 0 ) a 1111 presupuesto de $ 1 . 3 7 5 . 0 0 0 . Una mención particular merece en esta reseña histórica que hacemos de nuestra institución postal, el palacio que se levanta, y que está a punto de ser terminado, para sede de sus oficinas principales, en la calle Buenos Aires y Misiones, palacio de cuya magnificencia arquitectónica da clara idea el grabado que reproducimos en o t r o lugar. I.a construcción de la nueva y magnífica sede del Correo, que formaría un curioso contraste con aquel paupérrimo rancho de la Villa del Durazno donde se instalara por primera vez la incipiente institución postal, el año 1827, está a c a r g o de la Dirección de Arquitectura, ejecutándose la obra sobre planos del Arquitecto Aubriot. L o s trabajos los dirigen los Srs. Ingeniero E . Chiancone & Cía. F.I expléndido edificio, tiene una altura de 70 m e t r o s . L a construcción de la esbelta torre que lo corona, no estaba incluida en el proyecto original, pero se decidió ponerla no solo para proporcionar monumentalidad al edificio, sino para ubicar en ella el servicio de


X?f ÍÍSPO G def¿

def

Centenar/o Vrupuaya sin Hilos adscripta al M i n i s t e r i o de Guerra y M a r i n a y a c u y o c a r g o está, en f o r m a exclusiva, cl servicio r a d i o t e l e g r á f i c o de t o d o el país, c u y o desarrollo, en estos últimos años, es s o r p r e n d e n t e . L a s e m p r e s a s de los F e r r o c a r r i l e s aunque con l i m i t a c i o n e s , a p o r tan también su c o n c u r s o en cl desarrollo de las c o m u n i c a c i o n e s t e l e g r á f i c a s , en el orden siguiente de i m p o r t a n c i a : F e r r o c a r r i l del E s t a d o , Central, Midland, N o r o e s t e y N o r t e . Completan la n ó m i n a de las instituciones a f i n e s radicadas en el país las que e x p l o t a n e x c l u s i v a m e n t e el servicio c a b l e g r á f i c o con el e x t e r i o r : T h e W e s t e r n T e l e g r a p h ; R í o de la P l a t a ; All America Cables y T e l e g r á f i c o - T e l e f ó n i c a del P l a t a . E s t a s E m p r e s a s , en su j u s t i f i c a d o a f á n de a u m e n t a r la celeridad en la comunicación y a m p a r a r la e x a c t i t u d en la t r a s m i s i ó n v recepción, han introducido todas las m e j o r a s p r o y e c t a d a s en el orden técnico, pudiendo a f i r m a r s e que g r a c i a s a e s a d e s t a c a d a c i r cunstancia. n u e s t r o pais puede c o n t a r con los e l e m e n t o s m á s m o d e r r o s y m e j o r p e r f e c c i o n a d o s que se h a y a n ideado h a s t a el p r e s e n t e . E n c u a n t o a la red de cables es tan múltiple y bien c o l o c a d a , q u e sitúa a la Capital de la República en e x c e l e n t e s c o n d i c i o n e s p a r a darle e n t r a d a o salida a cualquier volúmen de t r á f i c o .

l i g i a s , los t a n q u e s y la e s t a c i ó n <le r a d i o t e l e g r a f í a . E s t a mole altísima. supera a un p e s o de un millón de kilogramos, y su a i r o s a a r q u i t e c t u r a se halla en c o n s o n a n c i a con el r e s t o del edificio. E n la p a r t e s u p e r i o r de la t o r r e v sobre sus c u a t r o lados, se dispondrán c u a t r o h o r a r i o s de 2.6o de d i á m e t r o . E l cupulin llevara un " W e s t m i n s t e r " , q u e e s p a r c i r á al a i r e sus v o c e s s o n o r a s . L a e s c a l i n a t a del m o d e r n o palacio, el m á s a l t o de todos los edificios p ú b l i c o s de M o n t e v i d e o , es de m á r m o l de C a r r a r a , y en el r e p l a n o q u e c o r t a la e s c a l i n a t a , se levantan c u a t r o c o l u m n a s e x e n t a s m o n o l í t i c a s , v c u a t r o pilastras sobre las que d e s c a n s a el a r c o que f o r m a la e n t r a d a del segundo t r a m o dc la e s c a l e r a . E s t e a r c o luce a s i g u i e n t e l e y e n d a "Ex orbis ,t in orben" ( D e aquí para t o d o el inundo v dc t o d o el m u n d o para a q u í ) . , . L o s e n t r e p a ñ o s del vestíbulo llevarán f r e s c o s a l e g ó r i c o s y vit r a u v v en los nichos y replanos se e m p l a z a r á n g r u p o s e s c u l t ó r i c o s . E l Hall e s t á f o r m a d o por t r e s a r c a d a s superpuestas, c o n 6 o a b e r t u r a s . D o s amplios p a s a j e s que p a r t e n del Hall c o m u n i c a n con las e s c a l e r a s de a c c e s o a los o t r o s pisos, y e s t á n realizadas de m a n e r a q n e m á s a d e l a n t e sirvan de c o m u n i c a c i ó n t a m b i é n con las o b r a s proi cetarias para la p a r t e del edificio actual que tiene f r e n t e s a las calles Sarandí y M i s i o n e s , o b r a s que, por lo demás, e s t a r á n en c o n sonancia con las del palacio y servirán de a s i e n t o a las dependencias destinadas a la S e c c i ó n T e l é g r a f o s y o t r a s . M o n t e v i d e o c u e n t a pués, puede decirse desde ya, con un e l e g a n t e y h e r m o s o p a l a c i o que e s una evidenciación s o b e r b i a del g r a d o de p r o g r e s o a l c a n z a d o p o r la institución postal en una c e n t u r i a , y que c o n s t i t u y e , a s i m i s m o , una n o t a d e s t a c a d a en el c o n j u n t o de n u e s t r a s g r a n d e s m e j o r a s edilicias. ( i ) .

L a s c o m b i n a c i o n e s e x i s t e n t e s e n t r e instituciones del E s t a d o y e m p r e s a s f e r r o c a r r i l e r a s con las c o m p a ñ í a s de Cables p e r m i t e n la adopción del sistema de " l a s a ú n i c a " desde cualquier o f i c i n a de la República para el e x t e r i o r . H a y abiertas al servicio público 2yo oficinas t e l e g r á f i c a s , c o r r e s pondiendo 8 4 al T e l é g r a f o Nacional, 33 a la N a v e g a c i ó n de l o s R í o s y el r e s t o a las empresas F e r r o v i a r i a s y C a b l e g r á f i c a s .

A d e m á s ríe la oficina r a d i o t e l e g r á f i c a principal ubicada en cl C e r r i t o , por cuyo intermedio se e f e c t ú a n las c o m u n i c a c i o n e s i n a l á m bricas. existen d e n t r o riel t e r r i t o r i o de la R e p ú b l i c a varias e s t a c i o n e s dc ese sistema, de c a r á c t e r p e r m a n e n t e unas y " v o l a n t e s " o t r a s , las cuales aceptan t e l e g r a m a s particulares d e n t r o de las m i s m a s c a t e g o r í a s que rigen en cl servicio i n t e r n o del T e l é g r a f o N a c i o n a l . D i chas e s t a c i o n e s son las s i g u i e n t e s :

El servicio telegráfico E l servicio t e l e g r á f i c o en el U r u g u a y ha a l c a n z a d o tal g r a d o de p e r f e c c i o n a m i e n t o y d e s a r r o l l o que puede a f i r m a r s e r e s i s t e t o d o p a r a n g ó n con cl m i s m o servicio de las n a c i o n e s que en m a t e r i a de c o m u n i c a c i o n e s han realizado m a y o r e s p r o g r e s o s , e s t a n d o a m p a rar!', p o r las estipulaciones de la C o n v e n c i ó n T e l e g r á f i c a I n t e r n a c i o nal a la cual e s t á adherido el U r u g u a y . L a a t e n c i ó n y e x p l o t a c i ó n del sr rvicio t e l e g r á f i c o lo e f e c t ú a n i n s t i t u c i o n e s del E s t a d o y c o m p a ñ í a s privadas, debiendo c i t a r s e e n t r e las p r i m e r a s el T e l é g r a f o Nacional p e r t e n e c i e n t e a la A d m i n i s t r a c i ó n G e n e r a l de C o r r e o s . T e l é g r a f o s y T e l é f o n o s , c o n lineas t e r r e s t r e s para t o d o cl t e r r i t o r i o de la R e p ú blica, que van a c o n e c t a r en v a r i o s p u n t o s de la f r o n t e r a fluvial y t e i r e s t r c , con la red t e l e g r á f i c a nacional ríe los e s t a d o s l i m í t r o f e s A r g e n t i n a y B r a s i l ; la N a v e g a c i ó n de los R í o s del I n t e r i o r adscripta a la D i r e c c i ó n ríe H i d r o g r a f í a ( M i n i s t e r i o de O b r a s P ú b l i c a s ) con su red en la ribera de los ríos N e g r o , T a c u a r e m b ó y Cebollati y que n o o b s t a n t e e f e c t u a r el servicio por t e l é f o n o se han i m p u e s t o en él todas las disposiciones que regulan la m a t e r i a t e l e g r á f i c a : y la T e l e g r a f í a Ill

El r r s l a j i , del

nuera 1'alarU, tl.l Co

IIIMTIBIIU CU páitluaa

C e r r i t o . ( M o n t e v i d e o ) , p e r m a n e n t e , P a s o de los T o r o s , R i v e r a , Isla dc L o b o s , Isla de F l o r e s , B a n c o I n g l é s , S a l t o , M e r c e d e s , M e l ó , Treinta y Tres, Artigas, San Gregorio, Santa Clara. E l servicio r a d i o t e l e g r á f i c o con los vapores se i n t e r c a m b i a desde la estación Cerrito, con todos los que e s t á n dotados de ese s i s t e m a ; y la t a r i f a varia s e g ú n la nacionalidad del buque. S e han difundido t a n t o en el U r u g u a y las c o m u n i c a c i o n e s radiotelefónicas, que además de p o d e r o s a s e s t a c i o n e s t r a s m i s o r a s , c o n l a r g o alcance, distribuidas por todo el país, e x i s t e n millares de p e q u e ñas e s t a c i o n e s r e c e p t o r a s que r e c o g e n las ondas h e r t z i a n a s , de c a r á c t e r particular. V a r í a s E m p r e s a s e x p l o t a n el s e r v i c i o de t r a s m i s i ó n de noticias de i n t e r é s general, realizando a la vez audiciones g e n e r a l e s con p r o g r a m a s variados y at r a y e n t e s . E l movimiento general de las líneas t e l e g r á f i c a s t a n t o de c a r á c t e r oficial c o m o particular, e s t á compendiado en el s i g u i e n t e cuadro:

anteriores.

Movimiento telegráfico operado en los años 1922 y 1923 Telégrafo

Nacional

DETALLES 1922 Linea a i r e a '* suMerránt-a . submarina Oficinas Telegramas Particulares Palabras trasmitida* Tele, Teleg. ci>tirar en dratlno " oficíale» " semafórico* " neníelo Total Telegrama* Conferencia! telegráficas

. . . . particulares

.

.

.

.

1923

Compañía Telegráfica del Rio de la Plata 1922

1923

Compañía Telegráfica Telefónica del Plata 1923

1922

4.290

4.2»0

262

262

325

IH 89 9H7.581 1 . v r . . 1:1:1 26.540 02.52*» 1.434

16 86 1.028.795 15.012.612 28.854 •.'S.os.i 1. INO

100 1 62.171 1.942.180 1.611 80 3 . 600

loo 1 61.617 1 777,117(1 3.797 07

45 3 121.98(1 4.383.024

1,108.0X0 109

1.151.009 122

Central de

Uruguay

65.771

Oí!317

1922 Linea a i r e a " subterránea " submarina . . . . . . Oficinas Telegramas Particulares . . . . I'ulubras trasmitidas Tclg. particulares Tcleg. cobrar en destino oficiales semafóricos *' servirlo Tula 1 Telegramas Conferencias telegráficas . . . .

1923

1.571

1.571

121 76.947 1.072.570

121 88.066 1.175.322

Del

Estado

305

123.395 30.200

33.522 222.958 76.050

161

3.021 41.054

L O S

Midland del

1923

1922

222.958 2.368.34o

415

D E DETALLES

45

1922

The Western Tclegraph C.° Limitada 1922

1923

1 318 319 1 105.918 1.148.280 1. I7«i 1.485

1 318 310 l 104.78(1 1.142.403 1.770 1.582

1. 2on 110. II.S

3.800 lOiS.fiXC

Compañía Telegráfica "All América Cables I n " 1922

1923

1923

4.702 319 434 01 1.538.948 21.780.599 33.930 100.111 1.080 30.022 1.547.770 70.772

180

2.54.5

2.515

10

157 112.134 1.037.134

157 120.4H0 1.700.000

-

Norte

de

1922

Uruguay 1923

1923

4.778 318 390 04 1.277.050 21.850.930 29.021 91.505 5.034 4.200 1.400.364 30.309

14 1 444 1 125.792 1.722.031

F E R R O C A R R | L E

Uruguay

Total 1922

S

Noroosto 1922

161

616

616

117

117

180

2.388 32.202

21 19.054 292.118

22 20.174 293.1 14

3.824 71.552

4.338 83.084

10 9.208 160.134

dol Uruguay 1923

10.872 182.878

2.718

2.824

98

136

201

281

230

282

302

3.010

3.833

2.716.578 2.700.213

3.498.562 3.589.366

6.063 9.173

6.036 8.550

126.514 136.362

95.077 100.345

0.224 11.136 -

0.907 11.402 -

35.004 •10.580

32.970 38.714

2.894.073 2.993.491

3.040.575 3.752.437


/~/f ítf)PO c/cf O

c/e/V

Cen/enarvo

Uruguayo

l'.n el año 1866 la Compañía Telegráfica Río de COMPAÑIAS TELEGRÁFICAS año 1910. E s t e es el segundo en longitud, de los la Plata Limitada tendió el primer cable en América cables del mundo, y constituye un medio adicional W E S T E R N y RlO DE LA P L A T A del Sud, uniendo con él, nuestro país a la Argentina. de comunicación entre Montevideo y Europa, vía l'.n aquella época del Gobierno de Flores, las comunicaciones con Buenos Aires, y mide 5.834 kilómetros. Europa, se hacían a través de derroteros tradicionales; el barco de Sir John Pender, fallecido el año i8<)6, fué también uno de los vel íi todavía predominaba en el mundo, y las nopaladines más esforzados de la causa del telégrafo ticias que llegaban de Europa eran traídas por submarino, siendo el principal sostenedor del caaquellos primitivos vapores de las Compañías de ble original Norte Americano; a él se debe la Navegación; y ya fueran traídas por veleros bu"Asociación" de las empresas de cables submariques o por vapores, no llegaban a nuestras playas nos; asociación necesaria para establecer la comulos comunicados europeos, en menos de un mes. nicación entre Europa, América del Sud, y las E n el año 1X74, tendió el cable submarino ciudades más lejanas del mundo. El actual Presientre Europa y Brasil, la "Brazilian Submarine dente del Directorio de las Compañías Asociadas Cable Company" y en agosto de 1875, establecienes Sir John Denison Pender G. B. E . K. C. M. («., do la " W e s t e r n y Brazilian Telegraph", una estacuyo retrato insertamos; alta figura, es el tercer ción en Montevideo, unió el Uruguay con Europa, hijo de Sir John Pender. E n el transcurso de la por medio del nexo telégrafo, distando ambas, Presidencia de Sir John Denison Pender, debido a minutos, en lo referente al intercambio de noticias. su previsión y carácter emprendedor esta empresa, la más grande en su clase en el universo, adquirió L a s Compañías "Brazilian Submarine" y 1111 grandioso desenvolvimiento, duplicando, tripli" W e s t e r n y Brazilian" se unieron en el año 1899, cando, y hasta sextuplicando algunas de sus líneas. bajo la denominación de " T h e Western Telegraph Company Limited". T r a b a j ó asiduamente esta Mr. J . C. Denison Pender, hijo del actual PresiCompañía desde la fusión de las primitivas, para dente de las Compañías, miembro del Directorio, extender sus líneas y realizó su o b j e t o ; tanto es y ex miembro de la Cámara de los Comunes, quien así que en el año 1875, la extensión de sus cables heredó la clara inteligencia de sus mayores, hizo entre Europa y América del Sud, era de 13.875 en el año 1921, un gira de inspección por las sucurkilómetros y en la actualidad, hay 60.050 kilómesales de América del Sud, y entre ellas, visitó Sír )ohn Denison Pender tros, y los cables pertenecientes a la Western y la del Uruguay. La constante preocupación de quieCompañías Asociadas miden en total 252.000 ki- Pte. de "Western Associated Telesraph C nes dirigen los destinos de la Compañía, es mejorar lómetros. y acelerar los medios de comunicación. Debido al gran número y buen uso de aparatos modernísimos E n sus principios, la Empresa Western Brazilian, 110 recibió el con que la Compañía cuenta, las velocidades en la trasmisión que se apoyo esperado y en consecuencia, por muchos años 110 pagó diviconsideraban "rápidas" antes de l:i guerra, han sidn ahora aumendendos a sus accionistas y tuvo que suscribir parte de su capital. Pero tadas a tal punto que, telegramas cambiados entre estaciones gracias a la sabia dirección del entonces director, Sir John Pender, lejanas de las Compañías son aluna recibidas en poros minutos. la Compañía salvó aquellos primeros obstáculos y tomaron sus posU11 rasgo interesante de la organización, consiste en la flota especial teriores desenvolvimientos franco vuelo, caudal que influyó directamente en el desdc vapores cableros arrollo d e 1 Uru1 que las Compañías guay. Nuestro país Asociadas mantiet u v o las ventajas I nen en puntos de del telégrafo subv i t a l importancia marino gracias a la para su sistema de Compañía W e s t e r n comunicaciones, los v si progresó rápicuales están siemdamente en el pasapre prontos p a r a do, una buena parhacerse a la mar, te de ese progreso en pocas horas de se debe al factor aviso, para reparar telégrafo submaricualquier falta deno. La f e c h a de clarada en los cala Independencia bles. La flota actual del Uruguay y la i de 1 a s Compañías del establecimiento Asociadas c o 111de la primera estaprende 14 barcos, S a I a d e a a r a t o s ción por la W e s P Tanques en el Cerro c o n lin t o t a l de tern en n u e s t r o 21.00 toneladas. país, van unidas; los dos hechos acaecieron en el mismo m e s ; el Uruguay celebra su centenario de Independencia, y la " W e s t e r n " , el cincuentenario del establecimiento de una estación en Montevideo. Como en los tiempos en que se estableció en Montevideo la Compañía W e s t e r n , no había en él empleados competentes y capaces para trabajar en telegrafía submarina, fué necesario traerlos de Inglaterra, pero corrió el tiempo, fueron aprendiendo y haciéndose idóneos en este trabajo los hijos del Uruguay, y en la actualidad hay en la oficina de Montevideo más de un 9 0 % de empleados uruguayos, siendo 170 el total del personal en servicio, excluido el del vapor cable " E n t e r p r i s e " que está de estación en Montevideo para la reparación de los cables.

Muchos dc estos barcos son de tipo modernísimo y utilizan el petróleo como combustible. La "Western Telegraph C.° Ltd." posee 2 de estos barcos estacionados en las costas del Este de Sud América. Insertamos una fotografía del vapor del cable "Cable Enterprise", construido en 1924, y que está expresamente al servicio de los cables en aguas uruguayas. Depósito

de

cables

E n el Cerro, la " W e s t e r n " tiene un gran depósito donde una cantidad de cable telegráfico submarino está depositado, tomando parte de éste cuando se necesita para reparar los cables o renovar algunas secciones de los mismos. Es esencial que el cable en depósito L o s cables de la " W e s t e r n " con los esté cubierto de agua para su buena conde sus compañías asociadas son los úniservación. Con este fin grandes tanques cos en Sud América en comunicación con circulares, de cemento, están embutidos todo el mundo bajo una sola y única dien tierra. Los de la fotografía pueden rección. dar aproximadamente cabida cada uno de E l Uruguay se une telegráficamente ellos a 50 millas de cables submarino del con Chile y Perú por intermedio dc dos que se sumerge a grandes profundidades. de sus Compañías Asociadas " L a Pacific Puede verse el extremo de un pedazo y E u r o p e a n " cuyos cables, cruzando los de cable levantado del tanque cercano. Andes conectan Buenos Aires con Valpa'C. S. Cable Enterprise" Cuando se almacena el cable, es saraíso y Santiago de Chile, y la " W e s t cado del vapor cablero por medio de una Coast of América" poniendo en comugran rondana y cuidadosamente distribuido en los tanques, inmedianicación de Valparaíso a Lima con Montevideo. Don Juan Oldhan tamente después de esta operación se bombea agua de mar al tanque personalidad de relieve y uno de los primeros pionera de los servicios hasta que el cable queda completamente sumergido; esta agua se recablegráficos, a cuyos merecimientos se debe el primer cable tendido, nueva periódicamente. Boyas de madera y de hierro para asir el cable el del año 1866, uniendo Montevideo con Buenos Aires, gestionó y cuando es levantado del fondo del mar, pueden también verse a la obtuvo permiso del Gobierno Argentino, para tender un cable entre derecha en la fotografía. la isla Ascensión y Buenos Aires, que fué librado al servicio en el


Xf G OTIS

fífao def dof<T ELEVATOR

Cer/fcncrrvb Uruguay* ^mmmmm

COMJ'ANY

1.a F á b r i c a O T I S que t a n universal r e n o m b r e lia adquirido, fué fundada en l o s K s t a d o s U n i d o s de N o r t e A m é r i c a , e n el a ñ o 1850. T a r a a t e n d e r la repres e n t a c i ó n de sus p r o d u c t o s en b »> p a í s e s del R í o «le la P l a t a design ó , al p r i n c i p i o , a g e n t e s , quienes d e s e m p e ñ a r o n e s t e c o m e t i d o desde b a s t a el a ñ o 1914. I t i r a n t e e s t e a ñ o fué tal la import a n c i a que adquirieron en esto*, m e r c a d o s las maquinarias c o n s truidas por la O T I S KLKVAT O K C O M P A N Y que e s t a F á brica se vió precisada a i n s t a l a r , con sede en B u e n o s A i r e s , una S u c u r s a l General para el R i o de la P l a t a . D o s a ñ o s m á s t a r d e , en I<>i6. obligada por iguales c i r c u n s t a n c i a s , e s t a b l e c í a su sucursal en M o n t e v i d e o , en la calle S a n J o s é 8 6 7 . T a n fácil fué a S u c u r s a l de e s t e país imponer de i n m e d i a t o el a s c e n s o r O T I S a los m o d e r n o s edificios que se c o n s t r u í a n , dada su bondad c o m p r o b a d a y las seguridades de su p e r f e c t o f u n c i o n a m i e n t o , que al p r e s e n t e e x i s t e n m á s de 75 a s c e n s o r e s de esa fábrica en la ciudad de M o n t e video.

I'alarlo Le|íl«latlTO, donde la Olí» Eleratur Co. liu Instalado 11 awtMlioroi

W

I

La O T I S KLKVATOR C O M P A N Y tiene m o n t a d o s en tal forma MIS talleres, que tocias las m á q u i n a s , sin e x c e p ción, que f o r m a n p a r t e integ r a n t e ele 1111 a s c e n s o r se c o n s t r u y e n en ellos, incluyendo las piezas de m a y o r importancia. c o m o s e r : motores, c o n t r o l e s , c o r o n a s , e j e s sin fin, aparatos ele seguridad,* llaves. r e g u l a d o r e s , p a r a g o l p e s y g u i a s , para lo cual c u e n t a con 1111 personal t é c n i c o c o m p e t e n t e y n u m e r o s o personal o b r e r o especializado. S e debe a la O T I S K L K V A T O R C O M P A N Y el invent o y la c o n s t r u c c i ó n , por c o n Edificio siguiente, de un tipo de asc e n s o r con nivelación a u t o m á tica de a b s o l u t a precisión, independiente del m a n e j o del a s c e n s o r i s t a y ele la c a r g a del c o c h e . T a l es la i m p o r t a n c i a dc este nuevo tipo que el conocido inventor Norte Americano Mr. Tilom a s Kdison l<> lia reputado c o m o el m á s imp o r t a n t e dc los i n v e n t o s realizados e s t e siglo, en lo que dice relación c o n la industria de ascensores. La O T I S KLKVATOR COMPANY se dedica e x c l u s i v a m e n t e a la fabricación de los s i g u i e n t e s e l e m e n t o s de t r a n s p o r t e . A s c e n s o r e s juira p a s a j e r o s o para c a r g a , va sean p a r a ser impulsados a electricidad, hidráulicos, a vapor o s o l a m e n t e a m a n o . M o n t a c a r g a s e l é c t r i c o s , hidráulicos, a vapor y a mano. Montaplatos. montapaquetes y moutamateriales, impulsados por la electricidad, hidráulicos, movidos a vapor o a m a n o . T r a n s p o r t a d o r e s espirales de gravedad. K s c a l e r a s movedizas. F e r r o c a r r i l e s inclinados. T r a n s p o r t a d o r e s especiales para minas. Ku todas las ciudades del M u n d o , e s t a poderosa entidad industrial norteamericana, h a establecido, según su i m p o r t a n c i a , S u c u r sales o A g e n c i a s atendidas por elementos c o m p e t e n t e s . Prueba la difusión de t o d a s sus máquina», el h e c h o de e x i s t i r en el Mundo, m á s de 158.000 a s c e n s o r e s O T I S c o l o c a d o s . F'ii tjida la zona del R í o de la P l a t a , en las principales capitales de los países que partici-

pan de ese rio, el n ú m e r o de a s c e n s o r e s O T I S c o l o c a d o s supera la s i g n i f i c a t i v a cantidad de 2.300 lo que prueba la a c e p t a c i ó n que e s t e a s c e n s o r h a t e n i d o . l i é aquí a l g u n o s de los edificios que en M o n t e v i d e o han colocado los a s c e n s o r e s O T I S . P a l a c i o L e g i s l a t i v o : 11 a s c e n s o r e s ; J o c k e y Club, 4 a s c e n sores, dos de los cuales con m á quina " M i c r o " de nivelación a u t o m á t i c a y de una velocidad de 9 0 m e t r o s por m i n u t o ; C a j a N a c i o nal de A h o r r o s y D e s c u e n t o s , dos ascensores; Asistencia Pública Nacional, 1111 a s c e n s o r ; F a c u l t a d de D e r e c h o y C i e n c i a s S o c i a l e s , un a s c e n s o r ; F á b r i c a U r u g u a y a de A l p a r g a t a s , dos a s c e n s o r e s ; Archivo General Administrativo, un a s c e n s o r ; Motel del P a r q u e Rodó, t r e s a s c e n s o r e s ; F r i g o r í f i c o A r t i g a s , seis a s c e n s o r e s ; palacio del s e ñ o r F r a n c i s c o Piria, dos ascensores; Frigorífico A r m o u r , dos a s c e n s o r e s ; F r i g o r í f i c o S w i f t , dos a s c e n s o r e s ; I n t r o z z i y Cía., un a s c e n s o r ; Kdificio J a c k s o n , sede de la Municipalidad, c u a t r o a s c e n s o r e s ; Kdificio D í a z , en la A v e nida iK de J u l i o , dos a s c e n ¡1 sores. L a n ó m i n a que a c a b a m o s de h a c e r , da una idea a c a b a d a de la i m p o r t a n c i a adquirida por el a s c e n s o r O T I S en el U r u g u a y y la p r e f e r e n c i a que se le dispensa por los arquit e c t o s en los n u e v o s edificios que se c o n s t r u y e n .

La O T I S KLKVATOR C O M P A N Y fabrica ascensores de todos los t a m a ñ o s , de a c u e r do con las e x i g e n c i a s de su clientela y h a s t a de una capacidad para e l e v a r una c a r g a de 40.000 kilogramos. "(MI»",

L a velocidad m á x i m a de 1111 a s c e n s o r O T I S es de 2 1 0 m e t r o s p o r segundo. P o c a s e m p r e s a s han llegado a adquirir, en un breve t é r m i n o de a ñ o s , la i m p o r t a n c i a indiscutible que tiene la S u c u r s a l de O T I S K L K V A T O R C O M P A N Y en n u e s t r o país, y a vincularse a su d e s a r r o l l o edilicio en f o r m a t a n íntima y decisiva. S e debe esto, en m u c h a parte. a la gestión realizada por su r e p r e s e n t a n t e e n t r e n o s o t r o s que ha sabido evidenciar las v e n t a j a s y la bondad de la producción O T I S de tanta difusión y aceptación en el M u n d o e n t e r o , c o m o asi mismo al h e c h o de r e s u l t a r v i c t o r i o sos e s t o s a s c e n s o r e s , en todas las pruebas a que fueron sometidos, de los p r o c e d e n t e s de o t r a s fábricas europeas i g u a l m e n t e r e p r e s e n t a d o s en el U r u g u a y . Dado el desarrollo edilicio que se viene operando en la ciudad dc M o n t e v i d e o c o n la c o n s t r u c c i ó n , impuesta por el m á s a l t o valor del t e r r e n o , de verdaderos palacios de cinco, seis, siete y más pisos, es a m p l í s i m o el c a m p o de acción que se o f r e c e a la O T I S K L K V A T O R C O M P A N Y para su producción d i v e r s i f i c a d a , ya que ella es imprescindible para la comodidad y c o n f o r t de las nuevas viviendas s u n t u a r i a s que se i n c o r p o r a n al p a t r i m o n i o edilicio nacional no solc» aquellas r e c l a m a d a s por la t e n dencia a la percepción de un m a y o r i n t e r é s locatario, sino t a m b i é n por el espíritu c o m e r c i a l que t r a n s f o r m a sus locales en f o r m a de satisfacer su c r e c i e n t e d e s e n v o l v i m i e n t o y sus progresos.

IIIII'IIOH Airen, Ca«a Central d»*l II In du la Piala

Kdlflrlo dol Jockey Club dolido " O t U " Instalado 4 asconiurei


O IMI el a s o m b r o s o d e s a r r o l l o CJIIU s»• lia operado cu FORD M O T O R n u e s t r o pais en m a t e r i a de a u t o m o v i l i s m o , t a n t o para el t r a n s p o r t e de personas, e o m o en sus d i s t i n t a s aplicaciones industria y el c o m e r c i o , es j u s t o r e c o n o c e r la alta participación que lia tenido la p o d e r o s a o r g a n i z a c i ó n a u t o m o v i l í s t i c a , iniuidiahnentc c o n o c i d a bajt el n o m b r e de F o r d M o t o r C o m p a n y " . Ks interesante r e c o r d a r que apcs a r del c o r t o tiempo (|tie ha t r a n s c u rrid» > desde que se f o r m ó e s t a poderosa o r g a n i z a c i ó n industrial ( j u l i o de 1 9 0 3 ) , h a y a podido e v o l u c i o n a r en tal f o r m a que ha llegado a s e r h o y el m á s grande exponente de la industria aut o m o v i l í s t i c a en el M mido.

fifino c/cf

c/c/V

Cl:n/enarvb

Uruguay*

C O M P A N Y do Sul ( B r a s i l ) . Con el material que se recibe de la f á b r i c a en los E s t a d o s Unidos, se arman en los t a l l e r e s que la C o m p a ñ í a posee en M o n t e v i d e o , los coches, c a m i o n e s y t r a c t o r e s que sus n u m e r o s o s a g e n t e s desparramados en todo el t e r r i t o rio, se e n c a r g a n l u e g o de e n t r e g a r al público. Además de las a g e n c i a s , cada una de las cuales tiene un t a l l e r a n e x o con maquinaria adecuada

personal coinpetente, hay una e n o r me cantidad de estaciones de servicio, diseminadas hasta en los ni.'is lejanos p u n t o s del interior, a fin de poder atender a los p r o d u c i o s F o r d vendidos, en cualquier emergen eia. Y j u s t o es rec o n o c e r q u e en e s t e sentido la "Ford M o t o r Company"

(fosee Ja mejor orLa Organizag;v\\\z«vcum de s e r ción l'\m\ r e p r e s e n vicio en el mundo. t a un c o n j u n t o variado de industrias S ó l o asi ha sido Vista general dc la fábrica Ford de Hlghland Park, a vuelo de pajaro de t o d o orden, tenposible vender tan d i e n t e s a producir e n o r m e cantidad «le t o d o lo n e c e s a r i o coches y a personas p a r a la fabricación que nunca habían de sus c o c h e s , cam a n e j a d o vehículos miones y tractores, de esta clase, sin de tal m a n e r a que que tuvieran el m e las f l u c t u a c i o n e s de nor t r o p i e z o ; y es los p r e c i o s de la m a asi también c o m o teria prima, como lia podido a b r i r s e el c a r b ó n , hierro, paso este m o d e r n o 111 a d e r a y todo f a c t o r de p r o g r e s o aquello que s e a nefacilitando e n o r m e c e s a r i o , desde que m e n t e las c o m u n i se s a c a c| h i e r r o (lecaciones y estimulas m i n a s h a s t a que lando el d e s a r r o l l o queda t e r m i n a d o el de las industrias y p r o d u c t o , no puede coinercu >. D i » n d e a f e c t a r l o en nada, quiera que se vaya toda vez que e s t á se e n c o n t r a r á al poc o n t r o l a d o por la pular c o c h e " F o r d " , misma Compañía. cumpliendo su miA ñ á d a s e a las vensión de a c e r c a r a los t a j a s que proporp u e b l o s ; t a m b i é n se Conjunto dc la» fábrica» Ford en River ROURC ciona esta centraliencontrarán camiozación de las industrias a f i n e s , los e n o r nes llevando pesadas c a r g a s , p e r m i t i e n m e s r e c u r s o s con que se c u e n t a para desdo así a los p r o d u c t o r e s de los l e j a n o s e n v o l v e r l a s , utilizando los s i s t e m a s m á s puntos de la c a m p a ñ a llevar en f o r m a m o d e r n o s y e f i c i e n t e s , t o d o lo cual permie c o n ó m i c a sus m e r c a n c í a s a las e s t a c i o te la producción en g r a n escala, dando la nes de embarque para volver l u e g o de m á s a l t a calidad por el m á s b a j o precio. r e g r e s o c a r g a d o s de provisiones para sus H a s t a d e c i r en e s t e sentido que se ha llen e g o c i o s y f a m i l i a s ; en las t a r e a s a g r í c o g a d o a producir en la f á b r i c a c e n t r a l , en las e s t a r á el t r a c t o r F o r d s o n , siempre lisE s t a d o s U n i d o s , h a s t a 10.000 unidades to para facilitar el t r a b a j o , p e r m i t i e n d o diarias, calculándose actualmente en a n u e s t r o c h a c a r e r o o b t e n e r el m a y o r 165.000 e| n ú m e r o de o b r e r o s que se e m provecho «le sus t i e r r a s con m e n o s esplean. fuerzo y menos g a s t o , y en fin, podemos decir sin e x a g e r a c i ó n alguna, que 110 hay La primera fábrica dc la Ford Motor Company actividad en que d i r e c t a o i n d i r e c t a m e n t e E l a s i e n t o principal de la " F o r d M o 110 t e n g a una intervención s o b r e s a l i e n t e t o r C o m p a n y " e s t á en D e t r o i t , l i s t a d o s a l g u n o s de e s t o s t r e s e l e m e n t o s de proU n i d o s , disponiendo de t r e i n t a y c i n c o g r e s o , «| 11 e p r á c t i c a m e n t e s u c u r s a l e s en ese país, de las c u a l e s treinpodemos c o n s i d e r a r l o s pleta y una son t a m b i é n sucurn a m e n t e identificados con sales de m o n t a j e . E n t r e las el d e s a r r o l l o de n u e s t r o c o s u c u r s a l e s en el e x t r a n j e r o m e r c i o y de n u e s t r a s inm e r e c e n m e n c i o n a r s e J a s de dustrias. Aiubercs, B é l g i c a ; Buenos A i r e s , A r g e n t i n a ; Murcíeos, P o r o t r a p a r t e , j u s t o es F r a n c i a ; C o p e n h a g u e , Dir e c o n o c e r el c o n s t a n t e esn a m a r c a ; Habana, Cuba; fuerzo que en t o d o t i e m p o Maiichcstcr, Inglaterra; hace la " F o r d M o t o r C o m Montevideo, U r u g u a y ; Rotpany" para corresponder terdam, Holanda; Santiago, debidamente a la c o n f i a n z a C h i l e ; S a o Paulo, B r a s i l ; que el público ha m o s t r a d o Estocolmo, Suecia; Triesa sus p r o d u c t o s , o f r e c i é n te, I t a l i a ; C o r k , Irlanda; dolos al m e n o r precio posiPernambuco, Brasil, E s t a s ble y a s e g u r a n d o cl s e r v i El primer coche Ford y cl 10 millonésimo sucursales reciben el m a t e cio m á s s a t i s f a c t o r i o ; b u s rial ya p r e p a r a d o para a r cando el personal para sus talleres y o f i c i n a s e n t r e el e l e m e n t o nam a r "los c o c h e s , c a m i o n e s y t r a c t o r e s los que una vez listos son e n tivo, mediante c o m p e n s a c i o n e s elevadas y al i n v e r t i r s u m a s c o n s i d e t r e g a d o s a los a g e n t e s en sus r e s p e c t i v o s t e r r i t o r i o s , para que é s t o s rables en la c o n s t r u c c i ó n de talleres propios, a f i a n z a m á s y m á s su se e n c a r g u e n de su v e n t a al público. a r r a i g o y p r e s t i g i o en n u e s t r o país, en tal f o r m a que p o d r e m o s inE s en e s t a f o r m a , que o p e r a la S u c u r s a l en M o n t e v i d e o , c u y a cluir d e n t r o de n u e s t r o s propios i n t e r e s e s n a c i o n a l e s a e s t e a l t o G e r e n c i a está a c a r g o del S r . G u i l l e r m o C. B o x e r y que tiene b a j o su expolíente de la industria a u t o m o v i l í s t i c a . jurisdicción t o d o el t e r r i t o r i o del U r u g u a y y el E s t a d o de R í o Grande


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C e n f e n c r r / o V p a c j u a y o

rée, adquirió los derechos de la firma I'. González, NUESTRO COMERCIO IMPORTADOR I.a casa que lioy gira b a j o la razón social y conservando la misma denominación " E n e r g í a DANRÉE y Cl.. " D A N R K E y C í a . " fué fundada en njo8. incorpoy L u z " constituyó una nueva sociedad bajo la rándose de hecho a la actividad nacional, el i." de razón social "Danrée v Cía.". Con el'propósito de dar mayor impulso marzo de UJOJ, b a j o el titulo " E n e r g í a y L u z " instalándose en la calle aún a los ramos que aquella explotaba, y desenvolver con mayor am25 de M a y o 667. Componían entonces !a firma los señores 1 . Gon plitud determinados renglones, se trasladó a un nuevo y mas c é n t r i c o zález, Alfredo D a n r é e y Bautista Lasgoitv, ingenieros 1« dos últij u c a | _ el tpie actualmente ocupa — en la mos, especializados en electricidad, mecácalle .'5 de Mayo-N." 576. nica y química. L a casa sindicó de inmediato En el curso de tres años, el desarrollo sus actividades, en nuestro campo indusadquirido por aquéllos fué tan considerable, trial, por su especialización en instalacioque hubo la necesidad de ampliar el local, nes eléctricas de todo orden y puede decirse adquiriéndose para ese fin. la finca adyaella fué la primera que en nuestra capital cente, señalada con cl número 568, que, toprocuró difundir inteligentemente ¡a aplitalmente reconstruida, se convirtió en un cación y uso de la fuerza motriz eléctrica lujoso salón de exposición y ventas. entre los diversos establecimientos indusLa firma Danrée y Cía. asumió en 1916, triales con que contaba en ese entonces la representación de los afamados automónuestro país. Desarrollando un plan de poviles "Dodge B r o t h e r s " , cuya fábrica se pularización para la fuerza motriz eléctrica, halla establecida en Detroit, E s t a d o s Unillegó a instalar en su propio local, variadas dos de N. América. La instalación dc esta exposiciones de motores eléctricos y mateagencia fué uno de los factores más eficienrial ad - hoc, creando asimismo, cursos destes en el rápido desarrollo del automovilistinados a la demostración científica y senmo en el Uruguay. L a casa Danrée. supo cilla a la vez, de la practicabilidad y de las imponer en lal forma las cualidades del singulares ventajas que entrañaba la elec" D o d g e " por su insuperable fabricación y tricidad c o m o factor de fuerza motriz de su moderado precio, que en los primeros las industrias. Del mismo modo, con sus doce meses de explotación de la marca, imcursos y sus exposiciones, demostraba puportó más de ciento cincuenta (150) coches, blicamente las diversas aplicaciones que. cantidad que ha sitio sensiblemente aumenfuera del alumbrado, podía tener en la vida tada en los años siguientes. doméstica, la electricidad, con preferencia En 1917, la casa Danrée y Cía., obtuvo en lo relativo a calefacción, exhibiendo y la representación y agencia de la " P a c k a r d practicando coram - populi, estufas, cocinas, Motors Export Corporation", y de inmediahornos, planchas, etc., llevando así al ánimo to explotó la venta de los famosos tipos de de gran parte ríe la población el convenci12 cilindros de esa fábrica cuya presentamiento de las ventajas que aquellas ofreción en cl mere ado demostró desde el pricían tanto por la limpieza como por la mer momento, la excelencia y perfección economía y rapidez de funcionamiento. de la construcción " P a c k a r d " . En el transAcreditada singularmente en ese terrecurso tic los años subsiguientes fueron preno, la entonces firma P. González — " E n e r sentados los nuevos modelos de 6 cilindros gía y L u z " — cultivó a la vez otro importle la misma marca, y más recientemente tante ratno directamente relacionado con la el nuevo chassis " P a c k a r d " , montado con electricidad: la broncería y cristalería de motor tle 8 cilindros en linea, el que por sus arte para artefactos eléctricos, caracteriFrente de U Casa Danrée y Cía. en la calle principios técnicos lia llegado a ser hoy la zándose por su valioso surtido de piezas 25 de M a y o Nos. 576 y 578 última palabra en materia de construcción finas, realizando exposiciones que hasta automovilística. entonces 110 había tenido nuestro país. La L a misma firma representa hoy a la fábrica "Republic", especiacircunstancia de tener la firma, casa de compras, instalada en París, lista en tractores y camiones automóviles y cuya fama se halla bien le permitió v facilitó la obtención de representaciones exclusivas de cimentada en los países de la América del Norte. E s t a fábrica ofrece los nías destacados centros productores, entre los que se contaban la una serie de modelos diversos desde el tipo de una tonelada hasta el "Cristalleríe B a c c a r a t " creadora y fabricadora de los elegantes y de siete, siendo estos últimos especialmente destinados a transportes untuosos modelos de arañas de caireles de cristal, cuyo exquisito tle materiales de construcción y tle canteras. gusto se impuso en Montevideo, pudiéndose admirar algunos soberAnexos al rubro de tracción mecánica, la firma Danrée y Cía., bios ejemplares en los salones y comedor del Parque Hotel — en Rarepresenta varias fábricas norteamericanas de accesorios v repuesm í r e z — y en varias aristocráticas salas de espectáculos públicos, sin tos de autos en general, tales como la importante manufactura tle contar los que adornan diversas mansiones particulares. A más de los neumáticos Kelly Springficld Tire C"„ que se dedica únicamente Baccarat, la firma tenía la representación de varias otras grandes a la confección tle neumáticos tle casas de París, como Símonet, I baja y alia presión para coches Huber, Thierry Wicrre, Boerman automóviles, y varios tipos de y otras. gomas macizas destinadas a caA más de las aplicaciones miones de toda índole. Del miseléctricas y sus derivados, la firmo modo son exclusivos reprema P. González, creó otra secsentantes de las fábricas de acución importante: la de automómuladores " Y a l e " cuyas baterías, viles y accesorios. Fué esta firma perfeccionadas han merecido la la primera que se instaló en el confianza y la preferencia de topaís, con casa propia y agencia dos los automovilistas entendidos. directa exclusiva, representando Entre los muchos accesorios la gran marca francesa "Dclauque la casa vende, se destacan la nay - Bcllcville", la excelencia bujía A. C., los productos tle la «le cuya fabricación, universalfábrica North F.ast especialista mente reconocida, fué debidaen arranques y bocinas eléctricas, mente apreciada por l«»s amay una serie de otros artículos teurs uruguayos, que experimendestinados al automóvil en genetaron los muchos y elegantes moral provenientes todos de fábricas delos importados por la " E n e r g í a dc primer orden. y Luz". E s t a fué asimismo la Agregada a la sección elecprimera en introducir — como tricidad se abrió al público desprimer y único agente — los ponde hace poco tiempo, una sección derados neumáticos Michelin (de nueva de radiotelefonía que con Un aspecto de las grande, vidrieras de Exposición de la Casa Clermont-Ferrand, F r a n c i a ) , cupersonal especialista en la m a t e ya difusión en nuestro territorio ria, ofrece al público una serie fué. y es, tan considerable, habiéndose impuesto desde los primeros tle accesorios aptos para la construcción de aparatos, al mismo tiemensayos por sus especiales características dc fabricación y calidad. po que una colección de aparatos de recepción que constituyen la úlTambién f u é la " E n e r g í a y L u z " , la primera c a s a entre nosotros, que tima palabra en el ramo, para la recepción de trasmisiones a larga se ocupó de la carga de equipos de acumuladores, y de la generalizadistancia y de ondas tle diferentes longitudes. En este ramo represención de herramientas y accesorios para cl automovilismo. ta a la fábrica Atwater Kent, cuyos aparatos son de gran fama en los E n setiembre de 1 9 1 4 , cl socio fundador, Ingeniero A l f r e d o DanEstados América. Estados Unidos Unidos tic tic América.


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Salón de Exposición de automóviles

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C e n t e n a r i o

Uruguayo

Salón de ventas de artefactos eléctricos, etc.

D e b e señalarse el hecho de que la casa Danrée y Cía. ha sido la instalado el taller de pintura de carrocerías con el fin de que los clienprimera que ha construido en el país, un trasmisor de potencia bastes puedan hallar dentro de tina misma casa toda la linea de reparatante aprecial.le, el que a la vez se ha destinado para las trasmisioción y refacción de sus coches, reclamadas por l a r g o s años de servicio satisfactorio. nes radio-telefónicas que hace esa casa casi todos los días, a los e f e c t o s de difundir la radio-telefonía en nuestro país. A p a r t e de la T o d o el conjunto de talleres así como los depósitos, la casa Danrée y Cía., ha logrado instalarlos c a s a central de exposición y vendebidamente y en f o r m a m u y tas, la f i r m a mencionada posee moderna en el nuevo local que a d e m á s sus propios talleres diacaba de adquirir situado en la rigidos por personal técnico idócalle Cerro L a r g o N.° 967 al neo, en c u y o s establecimientos N.° 973 ( \ UQ < lá a la vez a la calle se montan los coches automc 'iGalicia N.° 972. )ada la posición les y camiones que vienen de f á céntrica no m u y lejana de la brica y se les pone a punto de A d u a n a y a p r o x i m a d a de la E s c x t r i c t o y buen funcionamiento tación del F e r r o c a r r i l , se brinda antes de hacer e n t r e g a de los a la clientela de la casa la accemismos a los compradores. E n sibilidad de sus talleres para aseestos mismos talleres se atiende g u r a r el mejor servicio de vigip r e f e r e n t e m e n t e todo lo que tenlancia y reparación de los coches g a atingencia con el ajuste y la que la misma clientela adquiere reparación de los autos de las de esa firma. m a r c a s que la misma casa vende. R e c o r r i e n d o cada una de sus secciones se destacan el taller g r a n Ampliando el p r o g r a m a de de de ajuste montado debidaacción y trabajo iniciado en M o n mente con sus respectivas matevideo, la f i r m a Danrée y Cía. quinarias, el taller de reparación ha instalado casa sucursal en la mediana provisto dc sus bancos ciudad de P o r t o A l e g r e , en el de t r a b a j o y herramientas resvecino E s t a d o de R i o G r a n d e pectivas. L u e g o la parte reserva( B r a s i l ) la cual atiende casi toT a l l e r e s de la Casa en la calle Cerro Largo del N." 967 al 9 7 3 da a la reparación volante atendos los renglones de la casa madido por personal muy experto. triz, y preferentemente la sección autos, con la base del " D o d g e " . A g r e g a d o s a ellos la sección electricidad que comporta la reparación marca cuya representación tiene la casa en R í o Grande, c u y o merde m a g n e t o s , de dínamos y arrancadores eléctricos y la parte cocado ha sabido conquistar en mérito a la buena orientación dada a rrespondiente a la reparación de baterías de acumuladores. la sucursal por sus dirigentes y al moderno y completo servicio de T a m b i é n existe el pequeño taller de hojalatería para confección >araciones que desde el primer momento y para atender a su clieny reparación de g u a r d a b a r r o s , remodelado de carrocerías de chapa, ha numerosa ha instalado allá. e t c . ; complementando la sección dc reparaciones mecánicas,

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Frente e Interior del Depósito de Danrée &

Cía.


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Cvnfencrrvb Uruguayo "AM A L I K " . que han impuesto en forma definitiva en la campaña. En el año l')2l la firma se hizo cargo de la A G E N C I A F O R D cu M o n tevideo, ocupando el magnífico local del Palacio Blengio R o c c a . d e que ilustra el grabado que acompaña esta p á g i 11 a. Desde luego, gracias a esc espíritu emprendedor poco común que caracteriza a los señores S e r r a t o s a y Castells, esta A G E N C I A bien pronto llegó a ser la primera entre todas las establecidas en el país, habiendo vendido, desde el momento de su instalación hasta 1924, en tres años más de D O S M I L c o c h e s ! Por otra parte la Agencia F O R D , proporciona a los compradores de esos coches la adquisición, en ventajosísimas condiciones, de un inmenso surtido. de piezas de repuesto y accesorios siempre disponibles. Su espléndido taller mecánico, además, sito en la calle Soriano 1374- 137S, donde se presta esmerado y eficiente servicio a todo comprador de un F O R D , se caracteriza por lo moderno de su instalación y es realmente 1111 modelo entre sus similares.

CASTELLS

Desde hace ocho años, los señores J o a q u í n S e r r a t o s a y Alberto CasUlls Carafl, que unieron sus <lestinos comerciales para constituir una de las empresas que m a y o r é x i t o han alcanzado en tan c o r t o lapso de tiempo, vienen ofrecicnd , un a l t o y aleccionador ejemplo de laboriosidad c inteligencia. 1.a firma S e r r a t o s a y Castells, cuyo capital actual asciende a $ ¿oo.ooo. ha l o g r a d o un envidiable prestigio, significando sus transacciones un claro exponente dc la actividad y del sano criterio comercial de la casa que nos ocupa. la que se dedica al ramo dc accesorios de automóviles, principalmente, — neumáticos, aceites, etc. etc. Con respecto a los neumáticos, principal renglón entre los accesorios para automóviles, la firma S E R R A T O S A & C A S T E L L S tiene la representación de los afamados neumáticos G O O I ) Y KA R casi desde el comienzo misino de su fundación; representación exclusiva de la poderosa fábrica G. V. T I R E K R U B B E R E X P O R T . C". D E A l ' K O N U. S. A., donde se elalwran a q u e l l o s extraordinarios neumáticos para automóviles, goma maciza para camiones, correas para maquinarias agrícolas y de uso industrial, asi c o m o infinidad de artículos de goma de gran utilidad práctica actual. Para destacar la importancia y el prestigio del neumático C.OOD V E A R , cuya representación exclusiva detentan, tan merecidamente, los señores S E R R A T O S A & C A S T E L L S , hasta repetir lo que ya es una expresión generalizada e indiscutible en todo centro manufacturero de esta naturaleza : que con los neumáticos G O O D V E A R ruedan mas coches que todos los que utilizan las demás marcas.

L o c a l ocupado por la Casa Serratosa & 18 de Julio y O l i m a r .

O t r o renglón que se destaca en la s e c c i ó n " A C C E S O R I O S " es el de A C E I T E S v G R A S A S LUB R I F I C A N T E S , que l o s señores S E R R A T O S A \ C A S T E L L S reciben de una importantísima firma americana. L. SONNEUORN S O N S I X C . d e Nueva Y o r k , casa que se dedica especialmente a la refinación de todos los productos derivados del petróleo, propios de Pensilvania. E s por intermedio de esa renombrada fábrica que los señores S E R R A T O S A .V C A S T I i L L S venden su afamado aceite marca

CasUlls,

Avda.

La S E C C I O N F O R D cuenta ademas con 1111 poderoso aliado: la venta de camiones, cuyo vehículo ha determinado, ilc idéntica manera que los autos, una nueva era de actividades en el país. Y , formando una trilogía ideal en el campo dc las actividades de todo orden, la Agencia de S E R R A T O S A & C A S T E L L S , ofrece una nueva manifestación de evidente progreso para impulsar la labor a g r í c o l a : nos referimos el gran t r a c t o r F O R D S O N . También tiene la firma SF.RR'VTOSA & CAST E L L S la representación de importantísimas maquinarias agrícolas, como ser los A R A D O S y R A S T R A S " O L I V E R " , y las T R I L L A DORAS " P O R T HURON", que tienen tilia gran aceptación entre nuestros pequeños agricultores. Recientemente, los seño res SERRATOSA & C A S T E L L S , han sido nombrados exclusivos distribuidores para el U r u g u a y de la poderosa firma Americana, W e s t i n g h o u s e Electric Internacional. E s t a representación, abarca los r a mos de Electricidad, desde los más poderosos dínamos V turbinas a la lamparilla, equipos de luz para campaña y los aparatos de radiotelefonía de la Radio Corporación of América, lo más perfecto conocido.

Olldnas de contaduría.

Los señores Joaquín Serratosa y Alberto Castells Carafl en su despacho,


sQf /¡SPO cfcF Cfc//fcncrrvo O def ¿ Vpa^íuayo LA CASA

LOHIGORRY

lino».

y e\ito los señores Lohigorry es el de la importación de lodos los artículos de la mundialmente a c r e ditada perfumería Atkinson. y que en el consumo interno del pais tienen tanta por su alta e inC C pítación tíl ariahble calidad acreditada por sus muchos años de vida y por la naturaleza de las sustancias primas empleadas en su elaboración.

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manos Alfredo t o L o h i g o r r y es, sin duda

I 'arecerian suficiente para absorber todo el trabajo de que se creen posibles dos espíritus emprendedores y laboriosos, la atención que requieren los negocios a que acabamos de referirnos, sin embargo, con casa matriz en Montevideo, tentados por la magnitud de la plaza bonaerense abrieron en la vecina urbe hace cinco años una sucursal, actualmente ubicada en la calle Callao esq. Viamonte, con un gran salón de exposiciones

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no han

un servir clientela, cada vez más numerosa y cada vez m á s asidua solicitante S r ' Alfredo Lohigorry de los artículos que allí se venden, de la manera más c o r r e c t a y honesta. La finca ocupada por los señores L o h i g o r r y para atender a las entonces pequeñas exigencias de su comercio, estaba situada en la calle R í o Negro N." 1430. D e allí, la necesidad de ampliar la sección venta de la casa y de tener escritorios centrales los obligó a trasladarla a la calle Rincón 5 1 3 , local del que han pasado con definitivo c a r á c t e r al espacioso, confortablemente amueblado v empapelado, que actualmente ocupan en la calle Sarandí esquina Misiones. L a casa Lohigorry Mérmanos tiene la representación exclusiva para Montevideo de las reputadas marcas de automóviles Chandler, Cleveland y Cray, como asimismo de los neumáticos Firestone reputados uno de los más prácticos y duraderos del mundo. O t r o de los renglones a que se han dedicado con igual actividad

Edificio

que

ocupa

la

firma

en

Sarandí

y

Misiones

S r . R o b e r t o LohÍRorry

y

en

S o l í s del

1 9 1 9 al

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los talleres y administración montados con todo el confort y las comodidades requeridas por una plaza del volumen comercial como la de la capital vecina, donde los negocios de esta naturaleza cuentan con casas vastísimas, de gran desarrollo y de capacidad financiera ilimitada. E s t a sucursal que está bajo la competente dirección técnica del señor Ilernanno Blanchiardi, administrador-gerente de la misma, goza del privilegio exclusivo de la representación de las marcas Chandler y Cleveland para toda la República Argentina, logrando imponer en aquel ambiente, como lo lograron en el nuestro, contra toda competencia de otras fábricas igualmente reputadas, los coches entregados a su pericia y actividad comercial. Espíritus laboriosos c inteligentes como el de los fundadores de la casa importadora que motiva esta crónica, son factores dignos de tenerse en cuenta en el engrandecimiento material de la República al que han contribuido con su honestidad y actividad perfectamente bien reconocidas y su espíritu de empresa.

E l frente de la casa C h a n d l e r y C l e v e l a n d , en B u e n o s

Aires


HERMÁN R. F E R B E I t

E s t e importante establecimiento com e r c i a l g i r a en n u e s t r a plaza desde hace m á s de medio siglo, habiendo aum e n t a d o su i m p o r t a n c i a dc a c u e r d o c o n el c r e c i m i e n t o y el p r o g r e s o de n u e s t r o p a i s . .. I',,,- f u n d a d o en el a ñ o |H;.X con un capital a b u l t a d o para aquella C u * ImporUdoiB

época, de 250.000 v t e dedicó p r e f e r e n t e m e n t e a l a i m jM.rtación de p r o d u c t o s industriales e x t r a n j e r o s y a la e x p o r t a c i ó n de f r u t o s ile n u e s t r o país. A l o s o c h o a ñ o s de establecida, es decir en el a n o iKírf, la firma p r i m e r a que e r a la de A I . T C . E L T IT.lv I t R R ft Cía. se m o d i f i c o por la ile F F K l i F U I I C I I N Cía., t r a y e n d o e s t e canil le firma, c o m o es c o r r i e n t e , a l g u n a s a l t e r a c i o n e s en los p r o c e d i m i e n t o s c o m e r c i a l e s F u t r e e s t a s es digna de m e n c i o n a r s e la duplicación del capital, porque en aquellos tiempos la inversión de 500.000 f r a n c o s en c a s a s de e s t a naturaleza era c o s a p o c o c o m ú n , si c o n s i d e r a m o s el nicipienc s t a . l o de n u e s t r o c o m e r c i o y la reducida c i f r a que a r r o j a b a el r op epaís F.n.le ella apoblación ñ o 1X7.1 ladec ansuae set m z ó a g i r a r b a j o la firma exclusiva

Empezaron entonces n <Mrn,r b a j o la firma d c " ; ! . F c r b e r y Thode. R e t i r a d o al poco t i e m p o el s e ñ o r T h o ile de la sociedad, se hizo c a r g o del e s t a b l e c i m i e n t o el señor 1 Icrnián F e r b c r . b a j o cuya honrada y p r o g r e s i s t a dirección la casa alcanzó éxitos destacados c o l o c á n d o s e e n t r e las 111 á s i m p o r t a n t e s c a s a s similares fundadas en n u e s t r o pais. Al fallecimiento del señor Hermán Fcrber,

Don Roberto A. Ferbcr Fundador de la Urina pérdida que fué s u m a m e n t e l a m e n t a d a en n u e s t r o inundo de los n e g o c i o s , la d e n o m i n a c i ó n de la casa c a m b i ó por la de H i j o s de H e r m á n Fcrber. I l o v , habiendo pasado a n o m b r e de H e r mán K. F e r b c r , ha sufrido tilia t r a n s f o r m a c i ó n total no solo en m a t e r i a dc locales (la amplitud y ubicación di' los locales es a c t u a l m e n t e inmej o r a b l e ) sino t a m b i é n cu lo r e f e r e n t e a r e n g l o nes de importación a que se dedica. La a t e n c i ó n p r e f e r e n t e del e s t a b l e c i m i e n t o desde que el señor H e r m á n R . F c r b e r se lia hec h o c a r g o de su dirección, e s t á dedicada al r a m o de a u t o m ó v i l e s y a c c e s o r i o s para los m i s m o s . P r u e b a s c o i i c h i y e n t c s del é x i t o de la c a s a F c r b e r , en la m a t e r i a , es el c r e c i e n t e n ú m e r o Edilicio ocupado por loi tallrrei en la calle Suriano «quina Elido dc clientela que a ella acude y la exclusividad para la importación en n u e s t r o país de los a f a m a d o s y u m v e r s a l m e n del s e ñ o r R . A. F c r b e r . hasta que pocos a ñ o s después c a m b i ó nuevate c o n o c i d o s a u t o m ó v i l e s " I I U D S O N " y " K S S E X " , fabricados polm e n t e su designación por la di- S c h l a o p e r , F c r b e r y Cia. la l l u d s o n M o t o r C o m p a n y , dc D e t r o i t (¡\.E. U . U . de N o r t e A m é r i c a ) N o habría de t r a n s c u r r i r m u c h o tiempo después de e s t a última y una de las m á s i m p o r t a n t e s tic aquel c o n o c i d o c e n t r o industrial. t r a n s f o r m a c i ó n de la firma social c o n el fundador de la casa al frenL a casa H e r m á n R . F e r b c r posee además de su c o n f o r t a b l e y cente de ella. tral casa de v e n t a s y e s c r i t o r i o s instalados en la calle -'5 de M a y o Retirarlo, después de c o n s a g r a r t e s o n e r a e i n t e l i g e n t e m e n t e una esquina T r e i n t a y T r e s , un taller en la calle S o r i a n o y E j i d o que es larga vida de h o n e s t a actividad a esa clase de n e g o c i o s el s e ñ o r R o sin duda a l g u n a , uno de los m á s c o m p l e t o s del país, atendido por un b e r t o A u g u s t o Fcrlter, se hieeron c a r g o del floreciente e s t a b l e c i m i e n personal t é c n i c o s u m a m e n t e idóneo y responsable, dc rara preparación t o los s e ñ o r e s H e r m á n F c r b e r y E n r i q u e T l i n d c reduciendo las a c en el r a m o y que presta servicios invalorables al n u m e r o s o público, tividades di l misino a los n e g o c i o s de i m p o r t a c i ó n c u y a escala auque lo f r e c u e n t a para realizar sus c o m p r a s . mentaron singularmente.


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Uruguayo

ÍLas iediuisiiias mamifactureiras A evolución de nuestro país en materia de industrias manufactureras puede decirse que en proviene de lince alrededor de q cincuenta años. El progreso , positivo de esas mismas industrias data, principalmente, de las dos últimas décadas, habiendo influido considerablemente ••., aquella evolución y cu este p r o g r e s o la acción protectora y estimulante del Estado por medio de lu implantación de sabias y oportunas leves de fomento industrial. En la incursión que nos proponenu hacer aquí, til través del desarrollo de nuestras industrias manufactureras, podríamos .. referirnos, circunstanciada y cronológicamente, a todos y n ''J 1 l l i l ™ los establecimientos grandes y pequeños de aquella " índole que han existido y existen en el país. I'ero consideramos mellos útil, para los fines patrióticos que nos liemos propuesto al realizar este trabajo, una enumeración prolija ele tal naturaleza que las referencias sintéticas y el estudio razonado y melódico que liaremos respecto al desenvolvimiento dc todas y cada una dc nuestras actividades fabriles y de las causas y hechos que mayormente han contribuido a esa noble manifestación de civilización y dc prog r e s o en el pais. Debemos, forzosamente, dejar de lado la industria del tasajo, la denominada industria del frío, la de curtiembre y la de elaboración de sub-productos de la ganadería, — que son las industrias manufactureras primitivas del país, — por que ellas dan motivo a un capítulo especial en esta obra. Pasaremos por alto, así misino, algunas industrias rudimentarias, como la de la pesca, que fué emprendida, por primera vez, en Maldonado, en 17110, por una compañía inglesa; el funcionamiento de las primeras caleras, que tuvo lugar en el departamento de Minas en los comienzos del siglo X I X , y la elaboración de ladrillos, realizada antaño en el clásico horno instalado en las proximidades de las poblaciones y ejecutada en la actualidad, en su mayor parle, en los grandes establecimientos a vapor y a fuerza motriz, (pie fabrican también ticholos y otros artículos cerámicos. A muchas de esas industrias c o n s a g r a m o s páginas especiales. Nos referiremos, pues, dc un modo general, 11 las más importantes y a las más modestas actividades fabriles del país, que constituyen una conquista ya realizada, y a las que se hallan cu situación dc alcanzar un desarrollo sensible en la economía nacional, empezando por consag r a r un detenido estudio, del punto de vista económico, del punto de vista histórico y hasta del punto de vista político, a las causas que más han influido en los progresos industriales alcanzados y en las proinisoras situaciones a tal respecto creadas. Se ha pretendido restar importancia al desarrollo de las industrias inantifaelureras del país, afirmando que más del yo % de niics• trti riqueza exportable corresponde a la industria ganadera. E11 primer termino merece ser aclarado este concepto, que expresado así. en forma escueta, como suele expresarse, puede ser interpretado en el sentido de que el U r u g u a y apenas ha podido rebasar el estado de los países que Lilz ha calificado de " s a l v a j e " , para entrar en el segundo período que, según el propio economista, lo constituye el estado " p a s t o r i l " de las naciones. El U r u g u a y es, indudablemente, un pais ganadero por excelencia, porque la ganadería es ahora, y será todavía por mucho tiempo, la fuente principal de su producción y de su riqueza. Se puede afirmar. así mismo, (pie nosotros 110 nos hemos preocupado lo suficiente del incremento de la agricultura, la cual constituye, fuera de toda duda, un expolíente avanzado de la capacidad dc las naciones pura el trabajo. Pero lodo ello no quiere decir, empero, que permanezcamos en situación estática en lo referente a la calidad y 11 la cantidad de nuestra producción económica, puesto que liemos entrado, con auspicioso éxito, en el estado llamado " m a n u f a c t u r e r o " , habiendo hecho, así misino, algunas felices incursiones en el período " c o mercial", que es la situación caracterislicn de los pueblos que marchan 11 la cabeza del progreso humano. E s a misma industria ganadera, que es nuestra industria nativa preponderante, lia evolucionado — y continúa evolucionando cada vez más cutre nosotros hácia la 'transformación diversificada de sus productos, género dc transformación ésta que constituye, por cierto, uno dc los más elevados exponentes de la moderna industria manufacturera, líl progreso de la industria del frío en nuestro país, la preparación de carnes conservadas, la explotación amplia dc los subproductos de la ganadería, y hasta la propia elaboración de tasajo por los más modernos sistemas conocidos, constituyen, en efecto, otras tantas manifestaciones elocuentes de la capacidad del Uru-

guay para el cultivo de las industrias fabriles, que son las industrias más progresistas y pobladoras. Por otra parte se incurre en confusión lamentable cuando se pretende decidir sobre la cotidiim ción y las aptitudes fabriles de los países, teniendo ,» sólo en cuenta la calidad de sus exportaciones. Este procedimiento puede ser empleado para juzgar del estado " c o m e r c i a l " de esos mismos paises que, -La como ya hemos insinuado, representa una situación más avanzada, un grado más elevado, en el proceso c„ evolutivo de las naciones dinámicas. Nosotros poseemos muchas fábricas productivas de rio™» gran diversidad y de gran cantidad de artículos, que son destinados al consumo nacional. E n este sentido es indudable que liemos venido realizando una obra lenta, pero real y segura, dc progreso fabril, durante los últimos lustros de nuestra historia económica. La producción manufacturera que ' " " " ' se consume en el país no figura, ni puede figurar, naturalmente, en el índice de nuestra exportación; pero del punto de vista de la economía del país, esa producción tiene el mismo importante significado v la misma positiva trascendencia que la producción exportable, puesto que ella representa una riqueza propia, una riqueza trabajada, que sustituye ventajosamente a la que otrora nos veíamos obligados a adquirir en el exterior con nuestro dinero, esto es. por un medio que implica positivo desmedro para la riqueza nacional, por su repercusión maleante en el trabajo, en la economía y cu las finanzas del país. Nuestra producción manufacturera para la pt'nvi i,ni de las necesidades internas, ha evitado, en una palabra, l.i emigración de ingentes capitales y ha disminuido, por ende, nuestra tributación nio netnrin a los países extranjeros, lo cual equivale, en el balance dc nuestro comercio internacional, a la mayor colocación de nuestros productos en el mercado externo, implicando además una ventaja inapreciable para nuestra independencia económica y para el correlativo acrecimiento del trabajo nacional. Además pueden sobrevenir sitilaciones excepcionales, como las que se produjeron durante la gran guerra, en que obstáculos materiales insalvables nos impidan el comercio del intercambio internacional, y es conveniente que en los tiempos normales se asegure, en la mayor escala posible, la independencia industrial, para estar en condiciones de satisfacer después, a todo evento, las necesidades del consumo interno.

Son diversos los factores que han influido en el apreciable desarrollo que han experimentado en los últimos tiempos nuestras industrias manufactureras. Debemos hacer mención, en primer termino, a nuestros progresos institucionales y políticos y al afianzamiento dc la paz. pública, que desde hace alrededor dc cuatro lustros es considerada por todos los habitantes del país como una definitiva conquista nacional. Los males morales y materiales derivados de nuestras contiendas civiles y las ¡iicertiduinbrcs superviniciites con respecto a la cstabilidad (le la publica y de los gobiernos, dificultaron en efecto considerablemente, cu otros tiempos, el desarrollo de nuestras actividades industriales. La certidumbre de la tranquilidad pública asegurada, por una parte, y el advenimiento dc gobiernos honestos y progresistas, por la otra, han contribuido eficazmente al desarrollo del espíritu dc empresa y al incremento de la producción y del trabajo en sus manifestaciones más perfeccionadas y más modernas. L a protección dispensada por los Poderes Públicos al fomento de las industrias incipientes por medio de leyes de liberaciones, franquicias y privilegios de distinto orden, ha cooperado, asi mismo, poderosamente, al incremento (le esas mismas industrias. Más a ú n ; podría afirmarse que éste a que acabamos de referirnos ha sido el factor principal y el que más eficazmente ha influido en el considerable desarrollo de la mayor parle de nuestras industrias manufactureras, lili efecto, aparte de determinadas empresas fabriles de gran importancia, como, por ejemplo, la fabricación dc sombreros, la de saniifttgos, las arles gráficas, etc., — que deben su creciente prosperidad a la existencia de leyes arancelarias especiales de c a r á c t e r prohibitivo, hay, entre nosotros, otros muchos ramos de explotación manufacturera, que si lian podido desarrollarse ampliamente y se mantienen en alio nivel dc producción, es debido, en gran parte, a las sabias leyes aduaneras de naturaleza protectora que, con c a rácter general, fueron dictadas en diversas épocas y muchas de las cuales lian sido o b j e t o de compleiuenlnción y de atinadas rectificaciones en estos últimos años, Demás está decir que en este comentario va implícita nuestra opinión decididamente favorable al ejercicio por el Estado de un proteccionismo arancelario racional, e s t o es, que sin ser extremadamente riguroso, resulte lo suficientemente intenso y pertinaz como para permitir el amplio desarrollo de las industrias nacionales. Es luirlo conocido, por otra parte, el ejemplo dc los países que han obtenido el descnvolviinienti le sus industrias y


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todas sus licnéficas derivaciones económicas, por medio de la politica de los aranceles, sabia y oportunamente practicada. E m p e z a r e m o s por declarar que en la disertación que nos proponemos hacer al m a r g e n de nuestras leyes arancelarias para dem o s t r a r la m a y o r o m e n o r influencia que esas leyes han podido ejercer en el desarrollo de las manufacturas nacionales, hemos de referirnos amenudo a datos y opiniones que a tal respecto se han expuesto ya en publicaciones anteriores.

El Ministro de Hacienda Don T o m á s Villalba. al defender en el P a r l a m e n t o la lev de Aduana de 1861. inspirada en su mayor parte en principios liberales, llegó a establecer como verdad inconcusa "que la Aduana no es uu medio apropiado para proteger industrias y solo debe considerarse como un medio fácil para proporcionar recursos al erario p ú b l i c o " . . . E s t e criterio, equivocado y pernicioso, y más pernicioso y equivocado por lo que tiene de generalizador y absoluto, fué sin embargo el que predominó durante muchos años en cl concepto de nuestros hombres de Estado. P e r o la reacción se operó más tarde, aunque dc modo paulatino, al impulso de las sanas ideas de o t r o s hombres de más acertado pensamiento y de m a y o r clarividencia económica que los que pretendían tal vez sin desearlo, que el país permaneciera eternamente inmovilizado en sus industrias primitivas, rindiendo tributo al e x t r a n j e r o para la adquisición de todos o la mayor parte de los productos necesarios para su consumo. Don Andrés Lamas, en 1875. Don Domingo L a m a s , en 1888, y Don J o s é Hatlle y Ordóñez y Don Pedro Cosio. en los tiempos que corren, son. a nuestro juicio, los compatriotas que más han luchado por el triunfo de la buena doctrina en materia de política económica. El primero fué el creador de la famosa ley de aduana de 1875. que marca uno de los principales, sino el más importante de los progresos alcanzados por la protección arancelaria. El segundo fué el autor del erudito y brillante informe de la Comisión dc Hacienda de la Cámara de Representantes con relación a la ley de 5 de enero tle 1888, en el cual se expone y se defiende, ampliamente. la doctrina proteccionista. Y en cuanto al ex-Presidente Batlle v al que fué su Ministro de Hacienda, señor Cosio, puede decirse, del primero, que tal vez baya escrito poco, pero que ha hecho mucho, en cambio, en lo referente a la política económica de que tratamos, puesto que durante sus tíos administraciones, y por inspiración suya, se han sancionado más leyes protectoras tle las industrias que en todo el resto tle la vida nacional; y del segundo puede afirmarse que si bastante ha hecho como legislador, c o m o Consejero y como Ministro en beneficio de las industrias nativas, más es. sin duda, lo que ha enseñado sobre este fecundo tema en sus divulgadas obras de c a r á c t e r económico, que son otros tantos tratarlos dc economía política aplicarla a la "economía nacional". Como queda dicho. la ley de Aduana dc 1861 vino a reaccionar en parte del moderado proteccionismo consagrado por leyes anteriores. Y ello fué debido a que por aquella época habían triunfado en el viejo mundo las doctrinas librecambistas, haciendo posible la celebración de diversos tratarlos que respondían al espíritu del conocido lema "laisser faire. laisser passer", que servía de bandera a h,s partidarios tle la escuela económica llamada liberal. L a defensa ríe esta doctrina en nuestro Parlamento estuvo a cargo, como queda referido, riel Ministro Yillalha. con motivo tle la discusión de la citarla ley tle Aduana. Hubo vehementes y prolongadas polémicas sobre tema tan trascendental, lográndose, al fin. el triunfo de un proyecto sustitutivo de la Comisión de Hacienda de la Cámara de Representantes que. — al decir de un legislador dc entonces — respondía a un sistema mixto, esto es. a la vez liberal y proteccionista. En realidad lo único que se había obtenido en el sentirlo de favorecer las industrias nativas por medio de medidas arancelarias, era la liberación de derechos a las máquinas y aparatos destinados a fomentar v m e j o r a r la agricultura, al papel para escribir y a otras materias primas destinarlas a las industrias existentes, como ser las cenizas para jabón, los flejes, el pelo ríe conejo, la potasa, la seda, el bejuco, el oblón, etc. X o se hallaba, empero, muy arraigada en la mente de la''mayoría de Iris legisladores de aquella época, la idea de protección por el otorgamiento ríe franquicias, por cuanto al dictarse la ley de 14 dc noviembre ríe 1863, por la que se creaba un derecho adicional con destino a determinado servicio público, no se mantuvo en toda su integridad aquel criterio de liberación ríe derechos a las materias primas haciendo que alcanzara también a éstas el nuevo gravamen instituido para todos los artículos que se importaran para el consumo del país"

Cupo en suerte a la ley de impuestos de 6 tle agosto tle 187^. modificarla en parte y reglamentada por el decreto-ley tic 22 de octubre del mismo año, cl dar. después de ccrca dc tres lustros en los cuales el país había sitio esclavo dc una enorme tributación económica, el primer paso firme en el sentido de la implantación de un régimen arancelario más cu armonía con una política de protección al desarrollo tle las industrias y el t r a b a j o . No encontramos natía más conciso y elocuente, para definir la naturaleza y el alcance tic esa memorable ley tle Aduana, — inspiratla. ctuno ya hemos tenido ocasión tle decirlo, por el éspíritti superior del economista Don Andrés

Lamas, — que el juicio que emitiera respecto a tal innovación el ilustrado jefe de la Estadística en ese entonces, señor A d o l f o V a i l l a n t : " L o s nuevos derechos — dijo — no son proteccionistas en absoluto porque 11o son prohibitivos, como en los E s t a d o s U n i d o s ; sólo tienen por o b j e t o favorecer en cl país el cultivo, la agricultura, la industria y el trabajo". Tal debería ser. en efecto, el resultado del restablecimiento del abolido régimen de franquicias a las maquinarias y m a t e r i a s primas para uso tle las industrias y el aumento prudencial de derechos a multitud de artículos similares a los de fabricación nacional y cuya fácil introducción al pais. en razón de los ínfimos derechos que les estaban asignados, venía contribuyendo, si no determinando por sí sola, el languidecimiento de las pocas industrias existentes. El mismo señor Vaillant, en corroboración ríe sus anteriores asertos, pudo decir, tres años más tarde, en 1111 informe que le fué solicitado p o r cl Gobierno Provisorio de L a t o r r e : "que el t r a b a j o había sido mucho más abundante en 1877 que en 1875, habiéndose confeccionado en el país en aquel año gran cantidad tle ropa, bolsas vacías, calzado, etc., todo lo cual en 1875 había sido introducido confeccionado". E n c u a n t o a cereales y productos alimenticios, a g r e g a b a : " t e n e m o s en la importación tle 1877 una disminución en la galleta común, las legumbres secas, la cebada, afrecho, ajos, cebollas y alpiste; una gran disminución tle fitleos y, sobre todo, la cesación tle la importación de harina extranjera, porgue todo se produce ya en el ¿ais, en mayor cantidad que lo necesario para el consumo". Terminaba su informe el ilustrado e s t a dígrafo con dos cuadros numéricos demostrativos de las disminuciones y aumentos operados en la renta aduanera por los motivos enunciados, después de lo cual formulaba las siguientes expresivas consideraciones sobre las consecuencias benéficas que la reacción proteccionista había traído aparejada para la economía n a c i o n a l : " T o d a esa producción ayudó a los pobres a ganarse la vida y a los pequeños propietarios a mejorar sus c a m p o s ; y tuvo por resultado principal el economizar las fuertes sumas necesarias antes para pagar esa harina, esas legumbres, esos cueros curtidos, esas hechuras de artículos confeccionados. E s a economía, realizada en beneficio del país, puede calcularse en algunos millones de {tesos, que en lugar de salir del país o dc cargarse a su pasivo, han quedado en manos del productor y del trabajador, para convertirse en elemento de vida y tle trabajo y para conservar en el país los brazos que por falta de ocupación habían tenido que seguir emigrando". A partir de aquí, salvo algunas breves oscilaciones, en todas nuestras reformas arancelarias ha venido acentuándose gradualmente la tendencia proteccionista que tuvo su principal punto de arranque en la citada ley de 1875. L a ley de 26 de marzo de 1881 aumentó, aunque en pequeña parte, los gravámenes existentes a la introducción de artículos similares a los de producción nacional, y acreció el número de las materias primas a las cuales se o t o r g a b a franquicias aduaneras. Vino después a dar impulso mas serio a la protección industrial, por medio de la política económica de los aranceles, la ley de 15 tle julio de 1886, por la cual se gravó la importanción de las manufacturas e x t r a n j e r a s en las proporciones siguientes: de 37 a 43 Jo el derecho a las velas de cera e imitación y a las de estearina y sebo, el de los fósforos, galletitas, chocolate, almidón, fideos, confituras y suelas curtidas; tle 37 a 47 % el derecho al calzado de todas clases, a la ropa hecha y confecciones en general, a los sombreros, a los muebles, los carruajes, e t c . ; de 37 a 51 % cl derecho a la cerveza, a las sidras, al queso, a la manteca, a los jamones, a las carnes conservadas y conservas en general y a los cohetes. E s t a ley marcó, sin embargo, 1111 pequeño retroceso en lo referente al régimen aduanero establecido para las materias primas, ¡ n s ; trunientos y máquinas para establecimientos industriales, cuyos derechos fueron elevados en una proporción tle 3 °/o, retroceso que quedó salvado, felizmente, con la vigencia dc la ley de 5 de enero de 1888. que al liberar de todo impuesto a los citados artículos, vino a restablecer lo que al respecto había sido estatuido en las leyes aduaneras de 1861 y de 1875.

Veamos ahora lo que representa la ley básica dc 188S. en relación a las de 1886, a la cual vino a sustituir. Dejando tle lado las franquicias otorgadas a las máquinas para buques y establecimientos industriales y a las materias primas destinadas a las industrias del país que, como hemos visto, habían existido ya en épocas anteriores, determinando el nacimiento de nuestras primitivas industrias manufactureras, puede tlecirse que la citada ley de 1888 representó una ascensión de pocos grados con respecto al estado de cosas que vino a subrogar. Aumentó, en efecto, de 43 a 44 % el derecho a las galletitas, a los chocolates, a las velas dc sebo, de estearina y de cera imitación, a los fideos, a las confituras, a las suelas y a las pieles para c u r t i d o s ; tle 47 a 48 % al calzado de todas clases, a la ropa blanca hecha y. en general, al abundante renglón tle artículos confeccionados; dejó subsistente el derecho de 51 % para el queso, la manteca, los j a m o nes, las carnes conservadas, las conservas en general y los c o h e t e s ; estableció, por vez primera entre nosotros, algunos derechos específicos tendientes al fomento de industrias de arraigo en el país, como la dc cigarros y tabacos, la de fósforos, cerveza, la industria harinera, la de refinamiento de kerosene, la dc descascaramiento de arroz, la tle extracción de piedra y la del cultivo del t r i g o y tlel maíz, asignando, así mismo. 1111 derecho de 48 % a los cepillos al


/?/* O café molido, al jabón, a Jos pinceles, y aumentando, por último, los derechos a los vinos tintos inferiores. Se trata, como hemos visto, de una ley de aduana que tiene mucho de proteccionista, pero en manera alguna es admisible la tesis que le asigna un carácter francamente prohibitivo ¿Cuáles son los productos similares que dejaron de ser introducidos totalmente al país por la sola virtud de la aplicación de esa ley? Fuera de aquellos que ya estaban excluidos del consumo interno en su casi totalidad, por el desarrollo ya existente de sus respectivas industrias, puede decirse que nuestros puertos no quedaron cerrados en absoluto, por efecto de aquella ley, para ningún producto extranjero manufacturado, ni aún mismo para los que soportaron mayor proporción de gravámenes, como ser los jamones, las conservas, el queso, los vinos, etc. Prueba de ello es que han cabido, después, otras leyes de mayor alcance proteccionista, como la de sombreros, y que muchas industrias de gran explotación, como la dc los muebles y la de curtiduría, reclaman aún un mayor margen de protección para poder vencer la competencia del artículo similar extranjero. P o r otra parte, es sabido que, ya sea por defectos de redacción, ya sea por deficiencias de interpretación, la ley de Aduana de 1888 no fué aplicada en toda su extensión y alcance, durante largos años, en lo referente a la aplicación del gravamen proteccionista a los artículos confeccionados. Felizmente tal error o deficiencia fueron subsanados, en gran parte, en la ley arancelaria de Octubre de 1922, que estableció concretamente el derecho dc 48 % a todos los artículos confeccionados de la Sección Tienda y Mercería de la Tarifa, que es una de las más importantes por la amplia repercusión que tiene en el fomento de gran número de industrias nacionales.

Una de las leyes proteccionistas que mayormente ha contribuido al incremento de las industrias manufactureras del país es la denominada ley de " M a t e r i a s Primas", de fecha 12 de octubre de 1912. Como se ha visto, en diversas épocas habíanse dictado disposiciones acordando franquicias a muchos productos primarios de las industrias, así como también a las maquinarias y repuestos para las mismas. Se habían concedido, así mismo, los beneficios del Jrawback y de la admisión temporaria a determinadas empresas manufactureras. P e r o no se había realizado un estudio de las necesidades de las industrias del pais, por lo que respecta al empleo de los productos primarios, con el fin de establecer un régimen aduanero de carácter general y permanente, que permitiera desarrollar con amplitud las actividades fabriles, estableciendo al mismo tiempo una base cierta MATERIAS

Disposiciones

pertinentes

Decreto Febrero 16 do 1913 Id. til. Res. Octubre 25 de 1916 Decreto Febrero 16 de 1913 id. Id. Id. Id. Id. id. Id. id. id. id. Id. Id. Id. Id. íd. Id. Id. íd. Res. Julio 24 de 1923 Res. Abril 23 de 1923 Res. Mayo 7 de 1920 Decreto Febrero 16 do 1913 id. Id. íd. id. íd. íd. íd. Id. Loy 5 de Enero de 1888 Decreto Febrero 16 de 1913 íd. Id. id. Id. Id. Id. íd. íd. Id. id. Res. Octubre 2 do 1923 Id. íd. Id. Id. Id. Id. íd. íd. íd. Id. Loy 5 de Enero de 1888 Decreto Febrero 16 de 1913 Res. Abril 9 de 1923 Decreto Febrero 16 de 1923 Res. Agosto 22 de 1919 Decreto Febrero 16 de 1913 Decreto Febrero 16 de 1923 Id. Id. íd. íd. íd. íd. Decreto Febrero 16 de 1923 íd. íd. Res. Mayo 3/918, Junio 3/919 íd. id. Decreto Febrero 16 do 1913 Res. Enero 15 do 19 lf» Decreto Febrero 16 de 1913 íd. Id.

PRIMAS,

MAQUINARIAS,

ÍISPO

créí

Ce/¿fe/icTP/o

c/e/V

y estable para el desenvolvimiento armónico de esas mismas actividades. E s t e vacío de nuestra legislación protectora vino a ser llenado por la referenciada ley de 12 de octubre de 1912, que encierra un conjunto de disposiciones establecidas sobre la base de un estudio práctico y científico de las industrias nacionales, llevado a cabo teniendo en cuenta las leyes concordantes dictadas anteriormente, dc modo de reunir en un solo estatuto todas o casi todas las disposiciones tendientes a favorecer la iniciación y el primer desarrollo de las referidas industrias. Se trata de una ley cuyos beneficios se pueden extender administrativamente a las industrias nuevas que se instalan en el país, en virtud de que concede al Poder Ejecutivo la facultad de otorgar franquicias a artículos 110 especificados, a título de variedades dc una misma materia. E s t a prerrogativa, aún cuando no se halla muy bien definida en cl texto de la ley, ha sido, en cambio, sabia y ampliamente interpretada en las varias reglamentaciones y decretos, que han sido dictados por el Poder Ejecutivo sobre la materia, tales como, por ejemplo, la resolución de 16 de enero de 1913, estableciendo "que se consideran materias primas para usos industriales a todas aquellas que en general se apliquen a tal destino"; y la de fecha de junio 26 dc 1917. que define ampliamente el alcance de aquella prerrogativa en cuanto a las franquicias que pueden otorgarse, con arreglo al espíritu de la ley, a los materiales e instrumentos útiles al fomento de las industrias. Sin embargo, debe repetirse que la ley referida se resiente de falta de amplitud en lo referente a la determinación de los productos primarios a los cuales se puede otorgar franquicias administrativamente; como también que dicha ley ha quedado derogada — por haberse establecido en esa parte un plazo de vigencia demasiado perentorio — en uno de sus más importantes capítulos, cual es el que acuerda exención de contribuciones y patentes a las nuevas fábricas que se instalen en el país y liberación de derechos de Aduana a las máquinas, aparatos, piezas de repuesto y materiales de primera instalación para esas mismas fábricas. Con respecto a todo esto existen yarios proyectos en el Cuerpo Legislativo, el último de los cuales, que fué presentado por el Ministro de Industrias, Dr. Arias, se halla pendiente de consideraciones en la Cámara de Senadores. Véase ahora una relación detallada de las industrias cuyas materias primas, maquinarias, útiles, etc., han sido favorecidos con franquicias por virtud de leyes arancelarias dictadas en diversas épocas. E n este cuadro queda demostrado nuestro aserto con respecto a que la ley de 12 de octubre de 1912 — reglamentada por el decreto del Poder Ejecutivo de fecha 16 de febrero de 1913, — es la que más extensamente y en mayor grado ha otorgado las referidas franquicias. ETC.

CLASIFICACIONES

Acero on barras, especial para minas . . . . Acido sulfúrico A g u j a s para máquinas de coser Algodón virgen en rama sin ninguna manuracturn Alquitrán o brea de bulla Aluminio en lingotes Antimonio en lingotes Almendras del cocotero del Paraguay . . . . Arsénico blanco comercial y suifoursenlto de soda Aireña y piedra do buques en lastre Azadas Azafrán A z u f r e en polvo A z u f r e en barras desnaturalizado Aparatos destinados a ensilaje de forrajes Aparutos destinados al descorne de ovinos Bejuco pnra hacer esterilla» Rorato de cal Botellas de barro, vacías Bronce en lingotes Buques en piezas, para armarse en el país Barricas desarmadas Campeche (extracto para curtir) Cápsulas de plomo para botellas Carbonato de potasa paru la agricultura Cúrteles impresos de casas extranjeras con modelos de máquinas o demostraciones gráficas de las mismas Cáscnrus para curtir Chafalonía de hierro Id. «lo cobre o cobro viejo Cloruro do potasio para la agricultura Id. de cal para las artes Cobre en lingotes Corteza do ulcornoque Cuarzo Cártamo y pita en rama sin ninguna confección . Cabos con o sin virolas para guudartas Cubos de azadas, picos, hoces, guadañas o cualquier otro objeto de metal que sea destinado a la agricultura, siempre que vengan con las re^iectlvns herramientas Diviré Desnatadoras y repuestos Duelas en bruto para cascos Escardillos para carpir Escorlas de fosforacífln Estaño en lingotos Extractos vegetales sólidos, no especificados para curtir Extractos vegotulos líquidos, simples o conupuestos . Extractos no especificados para curtir Esquiladoras automáticas Repuestos para las mismas Feldespato Fosfatos mlherales, siempre que so destinen al fomento do la agricultura Grasa Degrás para curtiembre Guadañas Bln cabo, hoces en genoral

PARA

USOS

Unidades

INDUSTRIALES

Aforos

10O0

K B® 100 K B° K B° 100 1C B° ad. 100 Iv B» K ° p n. 100 K B° ad. K n° lv B° 100 IC B" Doc. 100 K B® ad.

0.U5

11.20 Valor 28.—

Valor

0.S0

0.30 1.40 0.40 40.— Valor 0.28 18.— 65.— 9.60

10.-

48.30.— 0.S4

0.11 2.80

Vía e Secc. Farr 100 K B®

ud.

K n® 100 K B®

K B® 100 K B® 100 K B®

4.20 Valor 0.06 35.— 10.— 70.— 11.20 7— 9.-0.65 0.90 0.84 10.— 14.

60.—

Derechos

Industrias

Minería Alcoholes y Ht-bldas Labores domésticos Industrias diversas Diversas industrias Metalúrgica Artes gráficas Industrias diversas Sarnlfugos Industrias del transporte Agricultura Fábrica de fideos Azúcar y Viticultura Industrias diversas Id. Id. Ganadería Fábrica de muebles Fáb. de Prod. Químicos Fábrica de cerveza Metalúrgica Astilleros Diversas industrias Curtiduría Varlus Industrias Agricultura Diversas industrias Curtiduría Metalúrgica íd. Agricultura D I V E R S A S artes Metalúrgica Fábrica tle tapones Fábrica do vidrio Hilandería Agricultura Agricultura Curtiembre Industrias derivadas Diversas industrias Agricultura Floricultura Agricultura Metalúrgica Cuiitlduriu id. íd. Ganadería Id. Fábrica de vidrio Agricultura Curtiduría Agricultura


SPO c/cf cfef<T Disposiciones

Centenario —Uruguayo C L A S I F I C A C I O N E S

pertinentes

Roa Enero 15 do 1915

Guano del Pacífico (siempre que »e destine al uso de la

Decreto Febrero 1G «lo 1913

Hierro en lingotes . Hilo de algodón l»nm cerina» Idem I>aru seguiloru» Horquilla» de hierro para pasto Houblón o lúpulo . • • Incubadoras y madre* urtlílcinies

Id.

I<1.

M.

Id. Id. Id. Rea. Marzo 21 de 1911 I u-<T«'to Febrero 16 de 1913 Id. Id.

U.

Id.

Ley Junio 5 dc- 190* Jsoy Muyo 23.905 y

Mío»

I r r i t o Murr» 9 dc 1912 L e y Julio 15 de 1913

L e y Mayo t dc 1911

agricultura)

Máquina» para coser.' bor«lar u o¿ra» labora. domésticas mn »u» corraspomllcntes ac«>esork»» Máquluu» para buque» Meche» para azufrar , Metal blnnco en lingotes • Metalen no e»pe«lflcadi>* en lingotes . . • • • • ; M&iulm «»« repuesto y n i « r a t o « i m r a e x t r a e r ln | fll.ru del lino e hilar y fabricar tejido* de lino . I Máquina» motores y piezas de repuesto para la Inrta,laclan I y funcionamiento do lo» artillero» varadero» y dique» Máquina» y' producto» destinado» a ln extinción de las platean de la agricultura . • • • • • • • • MAoulnu» útllea y materiales pura edificación de Ins f i b r u n » de cem.oto portlnnd ( P o r 15 aflos a partir del 15 de Julio de 1913) MAQUINAS V REPUESTOS P A R A LA A SABER:

J«4-y 5 do Kn«ro 1888 l s y Julio 21 dc 1874 I U « . Agosto 1.a de 1903 I>ey Julio 23 dc 1914 lien. Setiembre 10 «le 192» U. K. Julio 20 do 1923 D. «reto F« brero 16 de 1913 Id. fd. Re s. Eneri 15 d< 1915 Id. Id. Ite «reto F •brero 16 de 1913 Id. Id. Id. Id. Id. Id. fd. Id. íd. Id. Id. íd. Id. fd. fd. fd. Id. fd. íd. íd. fd. fd. Me». Junio 12 .lo 1915 U. R. Muyo 13 de 1916 Res. M i " / " 3 «lu 1917

I k-rrotu Febrero 16 «lo 1913 Id. Id. Res. 23 «le Agosto «le 1919 J>..reto Fi»brero 16 de 1913

10.

íd. Id. Feb. 16/913. Re». Ene. 15/915 lKHT«*to Febrero 16 dc 1913 lien. Kncro 15 d«- 1915 Id. Id. Decreto Febrero 16 de 1913

Id. Id.

td. Id. IU-». 27 il« .Setiembre de 1915 l>o«T«*to Febrero 16 do 1913 Id. Id. Dw-relo Febrero 16 «le 1913 Id.

Id. Id.

1-1. Id.

Id. Id, Id. Id. Dec. Feb. 16/913. Ite». Oct. 7/921 y Julio 27 de 1923. Id. Id. Id. Id. Id. 1 leureto Febrero 16 dc 1913 Id.

1d.

Aforos

2.10

c/u. 100 K B* H,I. 100 K B* c/u. ad. 100 K R °

70 — 32.— 0.60 4 I.SU

Valor

1.50

25.—

Valor

14.— 42.--

Industrias

Derechos I Adicionales

Agricultura Metalúrgica Fáliirlrti do fósforos Agricultura fd. Fábrica do cerveza Avicultura Cerámica , Labores domésticos Indust. del transporto Agricultura y Vltlcultun Metalúrgica til. Industrias textiles

Valor ud.

Valor

Astilleros y varaderoi Agricultura Cemento portlnnd

ad.

AGRICULTURA.

Arado» de acero, con motor Id. «ln motor a sabor: I * , mancera» Hulky de una reja Idem de 2 reja» Idem de 3 Idem líe más d e 3 Idem P e discos . Cultivadores de azada» » ._«'. K.ml.rodora» de malí, sobre ruedas de 2 y 3 hilera» . Sembradora» al vuelo Id. A disco Id. aplicable» a los arado» Rastra» de diente», tipo z l g - zag 1,1 fd. Id. de palanca Id. Id. disco con o »ln sembradoras Guadañadoras «-n general Segadora» en general • • Cosechadoras en general Trilladora»

Id. Id.

Unidades

Enfardadoras a mano . . • • • • • Idem. movida» a malacate» o a fuerza motriz. (excluyendo el motor) • Tritura-loras y limpiadoras de «ranos, a fuerza motriz . Picadoras do pasto Esquiladoras mecánicas Piezas de repuesto» para las mismas I{«.puestos lionas confeccionada» pnra segadora») . • Repuestos pnra máqulnns agrícola», no especialmente especificada» . • • . ' • ' Motores aplicable» a ln» máqulnns anteriormente enu-

m-ra-lns

Mesas para máquinas de coser • Materiales ty artículos exclusivamente destinados a la construcción de usinas y fábrica» de « a s . . . . Materiales de consumo Industrlnl destinados « la producción y elaboración do la energía eléctrica . • • Materiales destinadlo» a las Industrias areneras y pedrera» Molinos do vK-nto y sus accesorio» y repuesto» . M-M has de nlgodón destina-las a la fabricación de cerilla» «se Umita la Importación anual) Nafta para máquina» agrícola» Níquel en lingote» Nitrato do itota»a Impuro Nitrato do Oro en pasta o en polvo Palo amarillo ( e x t r a c t o ) Idem campeo)»* Pasta de fibras vegetales para fabricar papel . . pelo «le conejo, liebre y nutria para fabricar sombreros Picos de acero para labranza Idem, de hierro para labranza Plantas vivas Plata en lingotes Platino en lingote» Plomo en lingotes Podadoras con cabo P a l a » con dientes para agricultura Palas .planas para agricultores Palas de dientes para remover estiércol Quebracho colorado en trozo» «le menos de un metro, para curtir Rastrillo» «lo uno o más caballo» Ib-pucstos para máquinas «lesnatadora» Sarmiento» o plantas de vlde» on genernl Semillas de alfaLfa Semilla» do pasto de toda c!a»o Sulfato de hierro Sulfocarbonato do potasa para viticultura Sulfuro de carbono Sulfato de amonlnco, para la agricultura Sulfato «lo cal, para la agricultura Sulfato de potasa, para la agricultura SuperfoHfatos minerales para la agricultura . . . . Sulfo urscnlto de soda pura la agricultura Tabaco fuerte desnaturalizado para sarnl/ugo . . . . Yute en rama »ln ninguna manufactura Zinc en llngot«>» Zumaque Aceite do nlgo«tón desnaturalizado Idem, de hulla Idem, do coco desnaturalizado I-lcm, de palma desnaturalizado Idem, de ricino desnaturalizado Idem, rojo turro Acetato do cobro Acido nítrico oxálico . " plroloAoso láctico . murlátlco o clorhídrico " butírico " fórmico creslllco de meno» de 97 % de cresoles " «TCSIII- O do más de 97 % de crosolos . Alambre negro para coreos y vlAa», con o sin tinas hasta e| N.» 14 Alambre galvanizado paru curco» y vlftas, con o sin púa» hasta el N." 14 Albivvalde y minio Algodón hilado crudo, para el telar l«lom. do color, para el telar .

90.-En proporción 90.—

95.—

5.— 12.— 15.— 50.—

70.—

c/u. od. c/u. ad. c/u.

145.— X00.—

Valor Valor

80.—

Id. Id. Id.

Id. Id. Id. Id. td Id. Id. Id. Id. Id. Id.

0.65 0.90 0.60

0.40

c/u.

15.—

.. ..

K B°

1(10 It». 100 K B° K n100 K R* K n° 100 K R° » •• ad. K n« .. n 100 lv H« c/u. Doc.

1000 K B* c/u.

Valor Valor (1.20 0.70 10.— 84.— 5.— 64 o!— 25.20 7.00 4.00 2 -30.— 16.— Valor 18.— 1.0O0.— 8.— 0.35 10.— 10.-10.— 7.— 40.— Valor Valor 1.50 4 —

in.— 28.— 5.— 1.— 5.— 5.—

K R* 100 K R°

12.—

0.40 10.— 11.20 4.20 0.1G8 2.80

14.—

14.— 20.—

15.—

S4.— 16.80

25.— 14.— 21 —

100 K n° 100 K B*

Industria domésticas Fábricas de gas

ad.

r».6ü 110.— 2S.— 10.—

60.00

Luz y fuerza motriz Ind. arenera y pedrera ¡ Industrias derivadas Fábrica do fósforos Agricultura Metalúrgica Agricultura Id. Fábrica de alhajas Curtiembre Id. Fabricación de papel Fábrica do sombreros Agricultura Id. Arborlcultura y florlcult. Fábrica do alhajas 1(1. Id. Agricultura y V i t i c u l t u r a Id. Kl. Id. td. Curtiduría Agricultura Industrias derivadas VItloultura Ganadería y Agricultura Id. íd. Agricultura Viticultura Agricultura íd. Id. íd. íd. Diversas industrias Sarnífugos Fábrica do Alpargatas Metalúrgica Curtiembre Fábrica do Jabón Idem, do surnlfugo Fábrica de Jabón Fábn-lca do Jabón Diversas Industria» Curtiduría Pinturería Metalúrgica Industrias textiles íd. Id. Curtiduría Industrias diversas íd. íd. 1(1. íd. Fábrica «1o sarnífugos Id. Id. Id. Ganadería Viticultura, etc.

10.— 14.—

30.—

fd. Pinturería T e lldos íd.

fd.

íd.


j Q f f i f p o

O Disposiciones

pertinentes

Decreto Pebre 10 (lo íd. fil. til. Id. íd. Id. R e s . 2ti de Junio de 1 0 1 7 Bes. 2-1 do M a r z o d e 1 0 2 2 D e c r e t o F e b r e r o 10 d e 10111 Id. Id. L o y 11 d o E n e r o d e 1890 KCM. M a r z o 2 d e 1011 KCH. J u l i o 3 d e 1910 1 teH. N o v i e m b r e 14 do KCH. J u l i o 13 do 1 9 2 3 íd. Id.

191«

D e c r e t o F e b r e r o 10 d e 1013 Id. íd. íd. íd. HCM. D i c i e m b r e 23 d e 1903 D e c r e t o F e b r e r o 1 ti do 1913 íd. íd. íd. íd. íd. íd. íd. íd. 1 ten. E n e r o 10 d e 1018 D e c r e t o F e b r e r o 10 do D e c r e t o F e b r e r o 10 de Id. Id. lies. A b r i l 3 d e 1017 D e c r e t o F e b r e r o 10 de 1013 R e s . ' D i c i e m b r e 17 do 1 918 D e c r e t o F e b r e r o 10 do 1913 Id. íd. R o s . E n e r o 20 d e 1922 R e s . E n e r o 29 d e 1018 D e c r e t o F e b r e r o 10 «le 1913 R o s . M a y o 2 de 1011 D e c r e t o F e b r e r o 10 d e 1013 Id. Id. Ros. M a y o 21 d o 1923 D e c r e t o F e b r e r o 10 do Id. Id. R o s . 2u d o E n e r o do 1021 D e c r e t o F e b r e r o 10 d e 1013 íd. 1(1. R e s . E n e r o 2 (lo 1022 D e c r e t o F e b r e r o 10 d e 1913 Id. td. R o s . 11 do E n e r o do 1800 R e s . J u l i o 1.1 do 1010 R e s . O c t u b r e 7 d o 1921 D e c r e t o F e b r e r o 10 d e 1013 Id. íd. R e s . 18 d o N o v i e m b r e d e 1921 R o s . 9 S e t i e m b r e d e 1918 D e c r e t o F e b r e r o 10 d o 1913

til. Irl. Id. •k. 11 Un® Irl. Irl.

Irl. Id. Irl. Ir' 1 Irl. Irl.

Irl.

Irl.

I<1. Irl. Irl.

Irl. Irl. Irl.

lt!. Irl.

Irl, 1(1.

Loy

M a y o G de

1011

íd. 1(1. Id. íd. 1(1.

íd. Id. Decreto Febrero R e s . J u l i o 13 de Decreto Febrero íd.

1.1.

íd. íd. 10 d e 1013 1923 *** 10 d e 1913 íd.

1(1.

Id. íd. R e s . E n e r o 20 de 1922 Id. Id. íd. Id. 1(1. R o s . 30 N o v i e m b r e d e 1923 D e c r e t o F e b r e r o 10 d e 1013 íd. Id. í(l. íd. Id. íd. íd. Id. Id. 1d. L o y 11 do E n e r o d e 1800 D e c r e t o F e b r e r o 10 (1o 1013 Id. Id. íd. íd. íd. Id. Id. Id. Id. \A>y 11 d e E n e r o do 18U0 D e c r e t o F e b r e r o 10 d e 1913 Id. 1(1. RO». A g o s t o 6 d e 1921 D e c r e t o F e b r e r o 10 d o 1913 L o y U de E n e r o de 1890 D e c r e t o F e b r e r o 10 d e 1913 Id. íd. íd. Id. Id. íd. R o s . 18 iSotlembre do 1017 D e c r e t o F e b r e r o 16 d e 1013 íd. íd. R e s . E n o r o 24 d e 1911 Ron, Mtuyo 2 d o

1911

CLASIFICACIONES

A l u m b r e de cromo Alumbro común A m a r i l l o do cromo A n i l i n a s en g e n e r a l A r e n a do a c e r o Azufro granulado A z u l do P r u s l a Idem, y v e r d o d e U l t r a m a r y Motls A l a m b r o en c a r r e t e l e s p a r a sonadoras . . . . A r a d o s c o m u n e s do h i e r r o Acido acético, previa desnaturalización A c e i t e s p a r a usos Industriales. p r o v l a d e s n a t u r a l i z a c i ó n ( V é n s e a c e i t e s Industriales en sus c l a s e s r e s p e c t i v a s Algarrobln Aluminio metálico A r r o c í n ( F r a n q u i c i a por el tArmlno de un arto resolución d o J u l i o 24 do 1923) Borato do magnesia B i c r o m a t o do p o t a s a o dc soda B i ó x i d o do l i a r l o Bu A n d e r o s p a r a g a n a d o s C a l de V l e n a Carbonato do amoniaco I d e m , ( s u b ) d e soda I d e m , d o potasa p a r a la Industria Catocú Caouohou sin ninguna e l a b o r a c i ó n C i a n u r o do pinta puro Cloruro do oro C l o r u r o do c a l c i o Cofia on g e n e r a l , e x c e p t o la do p e s c a d o . . . . C o l o r e s p a r a p i n t u r a , no e s p o c l f h a d o s . . . . Compensadores eléctricos C o r r e a s do a l g o d ó n p a r a m á q u i n a s O r l o U t o en p o l v o Celomlon, previa desnaturalización C a o u o h o u o resina d e m a n g a b e l r a D e s p o j o s o p o l v o d o c a r b ó n de h u l l a . . . . Doxtrlna E m a t l n a p a r a curtldurín E s t e r i l l a s en f l b r n s E q u i p o s e l é c t r i c o s p a r a luz y e n e r g í a . . . . Fécula de papas desnaturalizada F e n o l e s crudos, á c i d o c a r b ó l i c o o f e n o l o r d i n a r i o . ( V é n s o Acidos (-resílleos) Forro manganeso y f e r r o «lllco F l u o r u r o do c a l c i o F o s f a t o d e soda, p r e v i a d e s n a t u r a l i z a c i ó n . Flus Fort, previa desnaturalización H o j a l a t a sin t r a b a j a r H o j a s do h l o r r o e m p l o m a d a s sin t r a b a j a r . H o r m a s do eolrro p a r a f i d e l e r o s H u e s o s do sepia, p r e v i a d e s n a t u r a l i z a c i ó n . J a b ó n e s p e c i a l p a r a l a v a d o d o lanns . . . . L a c a s en g e n e r n l L i n o y C á f l a m o h i l a d o p a r a el t e l a r . • • M a g n e s i t a ( c a r b o n a t o (lo m a g n e s i a ) p. d e s n a t u r a l i z a c i ó n ) M a x t e r (aparatos para camiones) M á s t i c y « n m u laca M e t a l p a r a linotipos M o r d i e n t e d e M a t a e r o m o y c r o m a t o d e |H>tuso . Motores eléctricos y electro motores M a n ó m e t r o s p a r a mAquInas, hasta 8 ctms. d o d I A m e t r o Id. Id. mayores MAquInas para establecimientos industriales y piezas de r e p u e s t o s p a r a l a s mismas, a s a b o r : F r e s a d o r a s y t o r n o s mecAnlcos. hnstn ROO k i l o g r a m o s do peso 1 xis m i s m a s , d e mAs do 500 k i l o g r a m o s . . . . Repuestos para tornos (platos o mandriles) MAquInns I n d u s t r i a l e s en g e n e r a l , no e s p e c i a l m e n t e especificadas a saber: H a s t a 100 k i l o g r a m o s (le peso c a d a mAquIna . L a s m i s m a s , do mAs de 10o k l l o g . d e peso .hasta 600 klloK. L a s m i s m a s do mAa d e 500 klloíí. hasta 1000 kllog. . L a s m i s m a s d e mAs de 1000 k i l o g r a m o s . . . . Transmisiones S o p o r t e s , a n i l l o s d o presión &' m a n c h o n e s p. t r a n s m i s i ó n ! C o j i n e t e s on g e n e r a l , a m u n i c i ó n . • • • • , C o j i n e t e s en g e n e r a l , con c a s q u l l l o de bronce, metal blanco, ote Culas de hierro o acero nara cojinetes . . . . MAquInas (1o capsular, l a v a r , t a i m r ,y l l e n a r botellas, las d o l l e n a r s i f o n e s , y l a « do e t i q u e t a r b o t e l l a s . P r e n s a s e s t r u j a d o r a s y dosgrnnndorus p a r a uvas. . E l i t r o s on g e n e r n l I P i e z a s d e r e p u e s t o s p a r a mAquInns I n d u s t r i a l e s a sabe L a s d e cobro, tironee o latón a m a r i l l o , estén o nó oom b i n a d a s con o t r a s m a t e r i a s . . . . . . . L a s do h i e r r o o a c e r o , estén o nó c o m b i n a d a s con o t r a s m a t e r i a s , c u y o peso no e x c e d a de 25 k l l o g . cada una I,HH m l s n n s (1o m A s do 25 k l l o g . c a d a una. hasta 100 L a s m i s m a s d e mAs d e 100 k i l o g r a m o s c a d a una . . N i t r a t o s (lo p o t a s a y do soda, p r e v i a d e s n a t u r a l i z a c i ó n N i t r a t o do B a r i o , p r e v i a d e s n a t u r a l i z a c i ó n . . . . O c r e s a m a r i l l o , r o j o y v e r d e p. la f a b r i c a c i ó n d o m o s a i c o s O r o en h o j a s Oxido do plomo I d e m , (lo m a n g a n o s o I d e m , (lo c o b r o I d e m , d o níquel Idem, do cobalto . I d e m , do U r A n o o Oxloloruro do cobre Past.n p a r a p u l i r m e t a l e s P e r ó x i d o do B a r i o P i e d r a s p a r a molinos y tahonas P o t a s a cAustlca Pruslato do potasa amarillo Pruslato de potasa r o j o P o t a s a c l o r a t o p a r a la Industria . . . . . . . P a j a rustlc p a r a s o m b r e r o s do h o m b r e y nlno . P a j a t r e n z a d a sin teftlr j v i r a h o m b r e y nlAo . P a j a t r e n z a d a tefllda para h o m b r o y nlfto R e s i n a s p a r a barnices, s a n d a n i c a copal y D o m a r . I d e m , p a r a b a r n i c e s , m á s t i c iy g o m a laca . . . . Idem. >para o t r a s rilases Roca n s f A l t l c a n a t u r a l R e j a s do h i e r r o p a r a a r a d o s d e h i e r r o S a l Inglesa, p r e v i a d e s n a t u r a l i z a c i ó n Sal e x c i t a d o r a p a r a m e t a l e s • Soda a r t i f i c i a l en hilados o d e s f l o c a d o s p a r a el t e l a r Soda CAIIHIICU e x c e p t o la de f a r m a c i a sínda común S u l f a t o d e cal c r i s t a l i z a d o S u l f a t o do sodn. p r e v i a d e s n a t u r a l i z a c i ó n . . . . S u l f a t o do .Morro pnrn la Industria S u l f a t o de mlquel Sulfato de barita SulPoolanuro d e a m o n i o Idem, de potasio • S u l f a t o d e nlquol ninonlaoal y t o d o c o m p u e s t o bAsloo d e la misma m a t e r i a Soda H o l w a y

Unidades

Aforos

14.— &.— 42.—

200.— 20.— 3.60

100.— 16.— 14.— 7.— 0.40

deff

d e l

Cen/énar-'/o

-Uruguayo

Derechos

Industrias

id. Id. D i v e r s a s Industrias Metalúrgica Industrias d i v e r s a s Pinturería Id. Agricultura íd. Industrias textiles D i v e r s a s industrino Curtiembre Industria Metalúrgica

0.15 14.— 24.—

K

1< n» i o n K B®

24.— 16.80 0.50 1.50

14.—

Valor 0.80 0.21 0.18 36.— 70.— <1.50

od. K n® ion K B® K n® 10u K B®

Farináceos Pinturería Industrias textiles Agua oxigenada Ganadería Metalúrgica F A b r l c a do g a l l e t i t a s Ieiivado d e L a n a s F A b r l c a de v i d r i o Curtiduría» Industrias diversas Arte fotográfico Arte fotográfico D i v e r s a s Industrias íd. Id. Pinturas Electricidad D i v e r s a s Industrias F á b r i c a do v i d r i o Cristalería Industrias diversas Id. Id. Cartonería Curtiduría F á b r i c a do M u e b l e s Luz y fuerza motriz Industria d e t e j i d o s

Kurnífugos 66.—

42.— Valor 8.— 8.— 1.60 0.70 0.14 200.—

63.—

6.00 Valor 90.— 16.80 0.12 42 —

K N« 1 0 0 K B® c'u.

3.—

8.—

Industrias

Vltlcultuj a

diversas

Id. Vidriería Diversas industrias id. Id. F á b r i c a do f i d e o s Joyería Lavado de lana» Pinturería Industrias t e x t i l e s Pavimentación I n d u s t r i a s del t r a n s p o r t e Pinturería A r t e s KrAfleos Industrias textiles Fuerza motriz Industrias diversas íd. íd.

0.70 0.50 0.40 0.25

0 15

íd.

0.20 0.70

Id.

Id. Id. íd. Id.

0.80

0.50

0.26 10.— 0.20

3.50 14 — 14.— 14.— 0.50 0.50 0.00 10.—

1000 h j s

10(1 K 11°

11.60 11.20 10.—

40.— 11. 60.— 06.—

0.36 0.80 0.60 1.20

42.—

06.— 80.— 1.12 6.60 K

8.— 22.40 2.40 8.— 4.— 1.—

100 K B™

10.—

4.- 28.— K

»•

K

10» K lt' ion IC B"

I

0.10

52.— 70.— 0.25 4-

P r e p a r a c i ó n do c a r n e s Pirotecnia Industria d e m o s a i c o I >ocoración Pinturería F á b r i c a de v i d r i o íd. íd. Id. Id. D i v e r s a s Industrias Metalúrgica Agua oxigenada Molinos Pinturería Industrias textiles Metalúrgica Fábrica do fósforos F á b r i c a de sonubron Id. Id. Id. Id. Pinturería íd. íd. Pavimentación Agricultura I n d u s t r i a s textil.-s Metalúrgica Industrias textiles F á b r i c a d e Jalwir.».' DI versa H I n d u s t r i a s I n d u s t r i a del y e s o industrias textiles Agricultura Niquelado Pinturería Industrias textiles íd. Id. Niquelado Industrias

textiles


D¡sposic ; ones

I le«-reto Febrero 16 de 191-5. Id. fd. Id. td. 7* es. f> led Enero de 1909 Re». S de Enero de 1909 s. Enero 11 de 1S96 Decreto Febrero 16 de 1913 Id. Id. L e y 27 Octubre de 1919 Res. 29 de Setiembre 1916 Decreto Febrero 16 de 1913 Id. íd. Id. fd. fd. fd. fd. fd. fd. fd. fd. fd. fd Id. fd. fd. fd. Id. fd.

Decreto

fd. !d. fd. fd. fd. fd. fd. fd. fd. fd. fd. Febrero 16 de 1913

Id. fd Res. 10 de Diciembre 1920 Decreto Febrero 16 de 1913 fd. fd. Id.

Decreto id. fd. fd. fd. fd. fd. fd. fd. fd. fd. fd. id.

fd. fd. fd. Febrero 16 de 1913 fd. fd. fd. fd. fd. fd. fd. fd. íd. fd. fd. fd.

fd. fd. Res. 2H <1- Octubre de 1917 Iiecroto Febrero 16 de 1913 Id. fd. fd. Id. Res. 7 de Octubre de 1921 Decreto Febrero 16 de- 1913 fd. Id. fd. Id. L e y 11 de Enero de 1896 Derroto Febrero 16 de 1913 fd. Id. td. id. Res. fie tiembre 15 de 1922 Decreto Febrero 16 de 1913 Id. Id. Id. Id. Decreto Febrero 16 de 1913 I)e<-reto Febrero 16 de 1913 fd. Id. fd. Id. fd. Id. fd. Id. Res. 2 O •le Agosto de 1913 D Febrero 16 de 1913 fd. Id. Re». Octubre 11 de 19 23 Decreto fd. fd. fd. Id. L e y 12 Id. fd. Id. Decreto Id. fd. Ley 12 fd. íd. Id. fd. fd. fd. fd. fd. Decreto fd. fd. fd. Id. Decreto R e a 18 Decreto Id. Id.

Febrero 16 de Id. Id. Id. id. • de Octubre de íd. Id. Id. Febrero 16 do fd. íd. de Octubre de fd. Id. Id. Id. Id. fd. Id. Id. Febrero 16 de Id. fd. Id. íd. Febrero 16 de Noviembre de Febrero 16 de Id. fd.

1913

1912

1913 191*

1913

1913 1921 1913

Unidades

C L A S I F I C A C I O N E S

pertinentes

íc.so

• T i e r r a » para imitación y otros colore» no especificados ! Tiza en polvo Triclorlatileno . • • • • • I T o r n i q u e t e s de hierro para alambrados ; Idem, galvanizados para viñas . . . Tubos para niveles de calderas de máquinas . . . . Vermellón (Sulfuro de mercurio) Trlem. Imitación . • • Vidrio soluble al estado sólido

Fuel

1.50 20.— 15.40 15.40 5.60

200.— 100.— 14.— 9.— 0.60

Olí

Malta Sal marina Idem, de Roca Fósforo a m o r f o • • : • ' • Fosforo blanco en cilindros . . >er: hasta 250 Máquinas o prensas tipolltográflcas. kilogramos de peso De más de 250 hasta 650 kilogramos De más de 650 kilogramos 1 inotirdas en general, (completas o no) . • M&,"ulnas de Escribir y las multinUeadoras rotativas, a siber: . . . • • • Máquinas comunes de escribir Idem, comunes portátiles Idem, para imprimir direcciones Idem, para imprimir circularos Idem, para sacar copias en general Idem, de cak-ular b í a n c T g r a n formato" para diarios y ' litografías y el mismo sin plegar en hojas abiertas de más de 87 x 54 • Idem. Idem., para imprentas, en bobinas Sequisu'.furo de fósforo • • • • Tinta negra para imprenta en envases que no bajen de 1 0 kilos Idem, de color para Imprenta . Tipos para imprenta . . • • • ' , ; , ' ' Semillas de flores y hortalizas y bulbos de flores . . Aceites lubrificante» para motores Idem, soldlflcado Idem, para máquinas de coser • • • • • • • • Idem, mineral negro Impuro para rieles y ejes . . • Acetato de plomo, previa desnaturalización . . . . Acetato de soda comercial . • • • • " Amoniaco liquido. previa desnaturalización . . • • Arpillera común Asta laminada • • Betanaftol, previa desnaturalización Cacao en grano . Celuloide en planchas . . • • • • • • Cilindros de acero para gases comprimidos, pagaran aun cuando vengan como envase aparte del contenido . Cloruro de magnesio sólido y liquido Chasis Hiposulfito de soda para las artes Nitrito de Soda Resina o pez Idem. 8eml liquida Sulfato de alúmina Sulfuro de sodio en general Tártaro emético, previa desnaturalización Pabilo en general Trementina de Venecla Esencia de aguarrás Yema de huevos Aloes desnaturalizado Goma del país (Goma de amldaláceas, cesarías y goma de bassora) Hierro y acero en planchas Idem, en planchas, galvanizado sin labrar . H o j i l a t a sin trabajar, pintada Hilo de algodón en carreteles o en otras condiciones para coser Hilo en ovillos o madejas para puntear, bordar o marcar Idem desflocado para envellonar Hilo de color para atar o empaquetar Hilo de algodón Naneo para coser velas Hrio de papel para envellonar Idem, de seda o seda desflocada para coser o bordar en madeja» u otras formas, excepto el cordonet . Idem, de otras clases no especificada» ( 1 ) Idem, de seda artificial en ovillos o madejas para puntear o bordar Hilo crudo en ovillos para zapateros o talabarteros . Idem en ovillos de color Yute con hilado especial para suela de alpargatas . Yute hilado para el telar Acido carbónico Barriles desarmados para cerveza basta 20 litros ld<-m de más de 20 litros hasta 50 litros Idem de más de 50 hasta 100 litros Id'-m de más de 100 litros en proporción Bisulfito de soda sólido o liquido Calcifugo Carbón animal Casco» desarmados hasta 200 litros bb-m. de más de 200 hasta 5n0 litros Idem, de más de 500 hasta 1.000 litros Idem, de irás de l.Oi'O hasta 1.500 litros de más de 1.500 basta 3.0O0 litros Idem, de más de 3.(100 hasta 5.000 litros Idem, de más df» 5.000 basta 10.000 litros ídem, de más de 10.000 hasta 15.000 litros . . . . Idem, de más do 15.000 litros Formol. previa desnaturalización CIkerina en general, previa Idem Hilo de celuloide Hu'e para encuademación que no exceda de 325 grs. el m/c Oropon Papel de estaño Idem de Aluminio Idem de filtro en hoja o pasta Sale» de antimonio (cloruro y sulfuro) Tierra Cádiz clarificante

Aforos

10.— i.'r.o K B° c/u.

0.70 0.50 0.40

>.000 —

K n® 2.80 3.20 8.—

Derechos

Adicionales

Industrias

Pinturas Id. Diversas industrias Ganadería y Agricultura Viticultura Industrias diversas Pinturería Id. Fábrloa de jabón Diversas industrias Fábrica de cerveza Saladeros y Curtiembres Id. íd. Fábrica de fósforos Id. íd.

Artes gráficas, etc. íd. Id. íd. íd. fd. fd. Id.

Id. íd. íd. íd. íd. íd. fd.

í S i

(1)

K B° K n® K B°

0.14 0.06 1.80 0.20 0.80 0.84 1.40 16.— 25.— 0.50 24.

14.—

0.80 70.—

?0.— 84.—

K B°

1000 mts. K n" K B°

Artes gráficas íd. u. Id. Id. Agricultura y Floricultura Diversas Industrias íd íd. Labores domésticos Maqulnería y transpt. Industrias textiles Arte g r á f i c o Preparación de carnes Diversas Industrias Industria de peines Colorantes Chocolates Diversas industrias

50.— 0.40 50.— 16.80 28.— 0.20

Gases comprimidos Pavimentación Industria del transporte Arte g r á f i c o Industrias textiles Fábrica de jabón Sarnífugos Curtiembre íd. Industrlns textiles Fábrica de velas Pinturería íd. Curtiembre Sarnífugos

15.— 7.— 11.20 14.—

Diversas industrias Metalúrgica íd. Baiulerla

20.— Valor 11.20 35.—

100 K B*

Artes gráficos íd. íd. Fábrica de fósforos

0.168 1.56 0.21 0.70 0.70 0.14

Labores domésticas íd. íd. Ganadería Diversas industrias Industrias del transporte Ganadería Labores domésticas Diversas industrias

2.40 0.70 1.12 0.21 0.28 0.48 4.20 8.40 11.20 0.14 1.20 0.07 2.S0 5.60

21.— 49.—

98.—

182.— 315.-378.— 700.— 0.30 0.42 0.98 0.28 0.20 0.70 0.70 0.28 0.36 2.10

Labores domésticas Zapatería y Talabartería íd. íd. Fábrica de Alpargatas íd. íd. Alcoholes y Bebidas Fábrica de cerveza íd. íd. íd. íd. íd. íd. Viticultura Curtiembre Alcoholes y Bebidas Bebidas y Alcoholes Id. íd. fd. fd. íd. íd. íd. íd. íd. íd. Id. íd. id! íd. íd. Id. Industrias t e x t i l e s Diversas industrias Industrias diversas Encuademación Curtiembre Diversas industrias íd. Id. íd. íd. Pirotecnia Vinicultura, etc.

Este renglón se refiere al hilo carreta y sus similares

N O T A S : — Serán considerada* máquinas a l o » efectos de la» franquicias otorgada», todo» aquellos aparatos mecánicos compuee-tos de varias ph*zas combinadas entre sí y que, movidas i>or cualquier fuerza, produzcan movimientos con regularidad periódica. Se i-ntVnde por i i l e ^ i » de repuesto toda» aquellas portes de las máquinas que. viniendo tftiefea*. no puedan tener, por MU condición y forma, otra aplicación que la de Integrar el nmtinlsmo de una máquina debiendo ser declarada en el respectivo permiso <le <b«fi»u-iio ki «fase de máquina a que cad i rupuetsto corresponda. Cuando lo» accesorios o repuestos sueltos tengan distintas aplicaciones como Mjcede por ej-mplo con las llaves, ganchos, tu líos, bolones, caños, acaltera», tuerca». cand.iib«, lámina*, telas metálicas, tornillos. remaches, gramiias. pomos. canilla»! válvulas grifo», llaves de paso, correa» roulement, fieltro», cardas piolines cordones. « I I k w en generen, mechas, aguja». dltKKw para pulir. piedras para afilar, hojas <V sierro, molde*, etc. — quedan MUJ"UJ* al pago de los derechos correspon-

dientes a los respectivos rengtoneti del Arancel si ae trata de efectos expresamente tari rachas, y a los derechos y adicionales general!»», tratándose de artículos no comprendidos en la T a r i f a . Quedan exceptuados de esta1 regla líos repuestos sueltos que gocen de franquicias coi virtud de disposiciones especiados. L i s abreviaturas K. B. y K. N. significan respectivamente, peso bruto y JH«O neto. Lew aceites vegetales comjirendldbs en esta Sección, serán desnaturalUzados con las susUimetan siguientes: — los destinados a la fabricación do sarnífugos. con feno.«s; los destosidos la la fabricación d e jabones, con esencia de mirbana. A los artículos que mc despachen al "peso bruto" y que se 'introduzcan sin enrase h* los aumentará el 1 5 % . El acoro en barras para minas, será libre de derechos cuando se Justifique »u Inversión. Los cascos y bnrriles vacío», se aforarán Igual nuevos o usados, con o sin flejes.


PC fifoo O defá Aparte de las leyes proteccionistas de c a r á c t e r general a que ya hemos hecho referencia, han sido dictados en el Uruguay varios preceptos legales de protección directa a determinadas industrias manufactureras, habiéndose obtenido en todos los casos resultados muy favorables al desarrollo de esas mismas industrias. Debemos destacar, en primer término, la ley de sarnífugos, de fecha 22 de noviembre de 1911, que gravó la introducción del articulo similar extranjero, antes libre de derechos, con un impuesto de $ o . i o el kilo, aparte de la exoneración concurrente de gravámenes aduaneros a los tabacos fuertes destinados a la fabricación de artículo nacional. E s t a ley protectora dc c a r á c t e r cuasi prohibitivo t r a j o como consecuencia el incremento inmediato de la industria local de sarnífugos, cuya importancia está en relación directa con el enorme desarrollo que en los últimos tiempos adquirieron las epizootias en los productos ganaderos dc nuestro país v de los países limítrofes L a L e y cíe fecha 17 de julio de iy 15, que asignó derechos específicos a la importación de sombreros de hombre y niño, es una de las (pie en forma más rápida y eficaz ha respondido a los fines tendenciosos de nuestra legislación arancelaria proteccionista Basta, para j u s t i f i c a r este aserto, con referir que la importación de sombreros descendió en el primer año de vigencia de la ley referida, de $ 116.557 a $ 6 1 . 6 9 9 , habiendo, en cambio, ascendido la exportación del mismo artículo, en el año siguiente, de $ 1 . 4 7 1 a .$ 6 . 4 8 2 . A partir de ahí la estadística nos presenta una notable escala de progreso en los renglones apuntados, como puede verse por el siguiente cuadro demostrativo del movimiento de importación de sombreros en los períodos de 4 años anterior y posterior a la vigencia de la referida l e y :

En lo* 4 último* año* de vigenoia del régimen anterior

VALOR

VALOR

AÑO 1011 1012 1013 1014

En lo» 4 primeros año* d* vigencia de la ley proteccionista

$ " " "

163.572.00 179.377.00 176.500.00 116.557.00

$ " '* "

01.000.00 40.802.00 33.087.00 17.007.00

Dlsmimclón en el ler. periodo de 4 anos de la nueva ley oon respecto al último de) régimen anterior V A L O lt

A SO 1915 1910 1917 1018

$ " " "

101.873.011 132.515.00 142.519.00 08.890.00

No puede darse una prueba m á s concluyente de la virtualidad p r o t e c t o r a de la mencionada ley que la considerable diferencia que resulta entre esos dos períodos de cuatro años que corresponden al último del régimen general aduanero, y al primero de la vigencia de una ley verdaderamente defensiva de la industria sombreril. E s a diferencia de cerca de medio millón de pesos ha quedado en el país y ha servido para pagar el t r a b a j o de nuestros obreros y para premiar la inteligencia y la dedicación de los industriales consagrados al cultivo de aquel importante ramo de la explotación fabril. Se trata, es verdad de una industria que t r a b a j a a base de materias primas importadas. P e r o este, que constituye uno de los más decantados argumentos de los que proclaman la sola explotación de los monopolios naturales, en nada menoscaba la importancia y la trascendencia benéfica (le un g é n e r o dc manufactura que ofrece, a cambio de una escasa tributación por concepto de productos primarios, el considerable remanente de provecho que se deriva de la elaboración en el país de esos mismos productos. E l valor de la materia prima ha sido, efectivamente, pagado al e x t r a n j e r o ; pero el valor trabajo ha quedado en el país y, con él. todos los innumerables beneficios económicos y sociales que le son inherentes. Dijimos que a raíz de la sanción de la L e y de julio de 1915. se había operado 1111 considerable repunte en la exportación de sombreros uruguayos. P o s t e r i o r m e n t e se notó 1111 aumento progresivo en dicha exportación, pero este aumento alcanzó sólo a los años de la guerra y algún tiempo después, empezando luego a descender hasta llegar en la actualidad a cifras poco considerables. E s indudable, pues, que cl principal motivo de que este g é n e r o de exportación se produjera, consistió en la paralización de los grandes centros productores de! mundo, debida a la guerra europea, (pie obligó a algunos países de América a acudir a nuestro mercado de sombreros que, coincidcntemente, había intensificado su producción en aquellas circunstancias. L a prueba de ello es que nuestros índices de exportación por aquel concepto han descendido considerablemente después de la normalización industrial europea. P e r o , con todo, el hecho constituye un antecedente honroso para nuestra historia económica y demuestra, por o t r a parte, nuestra capacidad para las actividades manufactureras en gran escala.

Merecen citarse, a más de las leyes proteccionistas enunciadas: la ley de 23 de enero de 1893, que establece fuertes derechos específicos al papel impreso y a otros diversos artículos de tipografía y l i t o g r a f í a ; la ley de fecha 4 dc junio de 1913, que fija un derecho específico de c a r á c t e r prohibitivo a la manteca y productos s u s t a n tivos, y 1111 derecho máximo y otro mínimo a las cremas de leche, aplicándose cl primero cuando las cremerías del país puedan contar con materia prima nacional, y rigiendo el segundo en los casos en que haya notoria falta de dicha materia, a juicio del Poder E j e c u t i v o ; v la ley de 15 de julio de 1913, que concede, por el término de 15 años, la liberación de contribución inmobiliaria y patente de giro a las

def

CenfencTp/o Uruguay

fábricas de portland que se instalen en el país, estableciendo, asi mismo, que dichas fábricas podrán introducir, libre dc derechos, sus maquinarias, útiles y materiales de edificación. El régimen existente en el U r u g u a y con respecto a la importante industria de fabricación y refinación dc azúcar, no reviste 1111 c a r á c t e r verdaderamente proteccionista. S e tiene, por lo general, una idea equivocada con respecto al g é n e r o y la medida de la protección oficial que se dispensa a esta industria. P a r a aclarar bien esta situación, haremos una breve historia de la política económica que se ha observado y se observa actualmente en cl país con respecto a la referida manufactura. La siembra dc remolacha y la fabricación y refinación de azúcar en el Uruguay, vinieron como consecuencia dc la ley de "encouragement", de fecha 10 de abril de 1906. P o r esta ley se acordaban primas anuales al referido cultivo por espacio de cinco años, estableciéndose la obligación de producir una cantidad determinada de azúcar, (pie debería ser acrecida cada año en proporción con el aumento de primas otorgadas. Además se garantizaba, por el mismo espacio de tiempo, la aplicación dc un margen de 67 milésimos por kilog de azúcar no refinado y dc 78 milésimos por kilog. de azúcar refinado con respecto a la totalidad de los impuestos del artículo importado, estableciéndose también una merma de 6 % sobre el precio de los azúcares brutos importados para el pago de los derechos dc Aduana. L a exoneración de derechos a la introducción dc semillas de plantas sacarinas carbón, maquinarias nuevas y juegos de repuesto destinados a la fabricación de azúcar, completaba la protección transitoria que a tal industria dispensaba la referida ley dc 1906. Se trató, como es fácil apreciar, de estimular la iniciativa privada hacia una producción de verdadera utilidad para el país, como que ella comprendía una intensa explotación agrícola y el utilizamiento dc la materia prima resultante para la fabricación de 1111 artículo de primera necesidad. - - todo lo cual constituye una industria rica y eminentemente pobladora. Expirado el plazo de cinco años establecido en la ley para la vigencia de la m a y o r parte de la protección acordada, la fabricación de azúcar quedó b a j o 1111 régimen aduanero que, como dijimos anteriormente, no reviste 1111 carácter francamente proteccionista. L o s derechos que han venido rigiendo para el artículo similar importado, fueron establecidos con fines exclusivamente fiscales en el año 1891, o sea quince años antes de haberse cristalizado las ideas de proteger expresamente, con medidas transitorias, la producción de azúcar en el país. E l margen de derechos que existe entre el azúcar bruto y el refinado es de solo un centesimo por kilo. 11o habiendo sido implantado tampoco con carácter protector, pues tuvo razón de ser debido a la diferencia de valor y de calidad del azúcar según su presentación en uno u otro estado de manufactura. E s e margen, con muy insignificante variación, es el mismo que regía en 1884, hace ya 41 años, cuando ni remotamente se pensaba en proteger la refinación de azúcar en el U r u g u a y E n fecha mayo 5 de 1923 se dictó un decreto estableciendo que, a los efectos de los derechos aduaneros, los azúcares importados se considerarán refinados cuando su riqueza sacarina, determinada por cl método polarimétrico, sea superior a 9 8 . 5 , y como 11o refinados, los que contengan hasta 98 o . E n realidad la ventaja oficial más apreciable de que disfruta la refinería de azúcar entre nosotros, es la deducción dc 6 % (pie se efectúa sobre los azúcares brutos importados en virtud de las mermas resultantes de la pérdida de las impurezas y de la imposibilidad de extraer todo el azúcar de las melazas. E s t e descuento — que se hace efectivo al pagar los derechos aduaneros — es la única excepción que aún subsiste dc las contenidas en la ley de 19 <le abril de 1906. E11 cuanto a la fabricación de alcohol, que hasta hace alrededor de 10 años tuvo amplio desarrollo en el Uruguay, al amparo de leyes protectoras de la industria nacional, — vino a quedar anulada por las disposiciones legislativas de a g o s t o 20 de 1913 y octubre 20 de 1914. y los decretos reglamentarios respectivos, que modificaron el régimen arancelario existente, substituyendo los derechos de entrada por 1111 impuesto interno aplicable tanto a los alcoholes importados c o m o a los de fabricación nacional. E s l a modificación —• que aún subsiste — t r a j o como lógica consecuencia la paralización o poco menos, de las fábricas de alcohol que funcionaban en el país, Según se ha expresado públicamente, esa medida obedeció al proposito de evitar el favorecimiento oficial del trust y de facilitar cl estanco del alcohol, el cual 11o pudo ser realizado, ello no obstante, debido a dificultades de orden práctico surgidas al ser discutido en el Cuerpo Legislativo el proyecto que a tal respecto presentara el Gobierno de la época. La industria del portland fué favorecida, como queda mencionado, por la ley de julio dc 1913, que otorga liberación de derechos a los materiales y maquinarias de instalación de las fábricas y exonera de contribución inmobiliaria a estas últimas, todo por el término de 15 años. P e r o ni en e s t a ley, ni en ninguna otra posterior, se estableció régimen arancelario protector con relación al producto similar extranjero, cuya entrada al país se halla gravada con el ínfimo derecho de 20 %". F u é debido a esto que la fabricación de cemento portland atravesó por una situación difícil en los años 1920-1923. cuando a causa de la desvalorización del marco y o t r o s motivos de orden económico, Alemania llegó a triunfar en nuestro mercado con cl menor precio de su producto similar. E s este un caso típico del resulta-


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Centenario Uruguayo

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do d e s a s t r o s o a que se e x p o n e una industria nacional cuando el E s tado no se p r e o c u p a de p r o c u r a r l e la protección debida, o sea los medios necesarios de d e f e n s a contra una competencia ruinosa del exterior. I ' a r a situaciones c o m o la que acabamos de r e f e r i r es que tendría o p o r t u n a cabida una ley de " a n t i d u m p i n g " , — como la que rige en E s t a d o s U n i d o s de N o r t e A m é r i c a y en muchos países de E u r o p a , — c u y a aplicación o b r a r a a manera de compensación dc la diferencia dc p r e c i o del artículo e x t r a n j e r o que viniera a competir deslealmente con el producto nacional. E n el U r u g u a y hasta a h o r a no se ha l o g r a d o p o n e r en vigencia una ley d e f e n s i v a de aquella naturaleza, n o obstante existir un p r o y e c t o sobre la materia que se halla desde hace mucho tiempo pendiente de consideración en el P o der l e g i s l a t i v o .

L a industria de lavado de lanas ha p r o g r e s a d o sensiblemente en e s t o s últimos tiempos entre n o s o t r o s . E x i s t e n en efecto, en el U r u g u a y , varios importantes establecimientos de aquella índole, entre ios cuales hay a l g u n o s que pueden ser considerados como los mejores de su g é n e r o en la A m é r i c a del S u r . E n uno de ellos — que tiene capacidad productiva para óo.ooo kilos de lana diaria, — se ha reunido lo m á s p e r f e c c i o n a d o y moderno. L a s máquinas han sido seleccionadas entre las m e j o r e s t»or un técnico comisionado especialmente al e f e c t o en E s t a d o s U n i d o s de N o r t e A m é r i c a ; la tarea esencial y difícil de la clasificación dc lanas está a c a r g o de capataces y obreros e x t r a n j e r o s especialistas, sin perjuicio de irse preparando elementos nacionales destinados a sustituir algún día a los oue f u e r a imprescindible t r a e r de los establecimientos modelos belgas de la misma índole. Con respecto a esta industria, aparte de los múltiples beneficios directos e indirectos que traen consieo para el país, debe señalarse, como una muy importante ventaia. la eliminación de las mermas en las lanas que se envían al exterior. E l comprador, al estimar el valor de la lana, tiene en cuenta en primer término, como f a c t o r de depreciación, las impurezas que el producto contiene. E l porcentaie de estas impurezas no puede ser hecho con exactitud a simple vista. De ahí que. por eiemplo. en un lote de lanas sucias c u v o rendimiento medio puede calcularse en un -<> se tiene como s e g u r o un resultado de un s o un l o °fo menos de f i b r a s de lana libre de impurezas, con el fin de evitar errores fáciles de apreciación en perjuicio del comprador, siempre prevenido en sentido f a v o r a b l e a sus negocios. Pties bien: ese m a r g e n de pérdidas que puede no producirse. — y que no se produce en la m a v o r parte de los casos en la medida prevista — lo pierde el vendedor en beneficio g r a t u i t o del adquirente. L a única defensa de aquel consiste en vender sus lanas lavadas, porque sólo así puede precisar v hacer valer en el mercado consumidor el verdadero porcentaie utilizablc de su producto. U l t i mamente f u é sancionada una ley protectora de esta industria nacional. que exonera de derechos a una determinada cantidad de kilos de lana lavada por cada año. E s t a protección resulta justa v necesaria, sobre todo en virtud de que, dadas las condiciones características de n u e s t r o medio económico y social, la industria del lavado de lanas es m á s costosa entre nosotros que en el e x t r a n j e r o , lo cual obliga al E s t a d o a no contribuir con sus galielas a r e c a r g a r más aún el precio del producto nacional, que debe concurrir al comercio exterior en franca competencia con el similar de o t r o s mercados de producción análoga. L a implantación de la industria textil no es dc muy vicia data entre nosotros. L a primera fábrica de teiidos que tuvo el U r u g u a y f u é fundada en ISÍI". en f o r m a un tanto deficiente, por los señores L o renzo y J o s é S a l v o , en el paraje denominado P a s o del Molino. E s t a fabrica tuvo al principio a l g u n a s alternativas adversas hasta tSciq, en que pudo ser montada con máquinas modernas v dirigida por técnicos especialistas traídos expresamente de las principales fábricas europeas y americanas. I.a " F á b r i c a Nacional de T e j i d o s " giró, desde entonces, b a j o la razón social de Salvo, C a m p o m a r (i Cía., por haberse asociado a la primera firma la de los señores C a m p o m a r & ( t a . , que tenían un establecimiento similar en la Argentina. E n el ano i c o s la nueva E m p r e s a instaló una g r a n fábrica en el P u e r t o del Sauce, ( h o y J u a n I . a c a z e ) en un inmenso y estéril arenal dc 45 mil metros cuadrados. H o y este establecimiento hace honor al pais por la calidad y el alto nivel dc su producción, por el adelanto de los métodos y de los instrumentos de fabricación que utiliza, v por el numero crecido de trabajadores que emplea. L a fábrica referida, conjuntamente con los paños y casimires, elabora frazadas, tricotas, camisetas. lana para tejer, etc. A d e m á s del citado establecimiento existen actualmente en el país v a r i a s o t r a s fábricas importantes de tejidos y confecciones diversos, c o m o s e r : casimires de lana, brines zephires, camisetas dc lana y de algodón, toallas, medias de lana, de algodón y de seda artificial, calzoncillos, lonas, lienzos, etc. L a industria textil en general, al igual de otras a que y a nos hemos referido, adquirió g r a n desarrollo en el pais, especialmente con motivo dc la g u e r r a europea. L a paralización de los g r a n d e s centros m a n u f a c t u r e r o s de E u r o p a f u é lo que vino a f a v o r e c e r el incremento dc nuestras fábricas, que empezaron entonces a e x p o r t a r productos con destino a las naciones de A m é r i c a v aún para algunos países europeos. Y la verdad sea dicha, que esta industria, en lo que respecta a los ramos de casimires y telas de lana y algodón, se ha desarrollado ampliamente en el país sin c o n t a r con una protección oficial que implique una defensa e f i c a z contra la competencia de los

productos similares extranjeros. E s t a s adeudan, en e f e c t o , por nuestra t a r i f a de Aduana, los mismos derechos generales que adeudaban hace alrededor de cincuenta años, cuando ni siquiera se pensaba en instalar fábricas de tejidos en el pais. E s t a es la razón por la cual nuestras industrias textiles 11o han podido todavía imponer su producción en el mercado interno, como lo demuestra la enorme tributación que el U r u g u a y paga todavía al e x t r a n j e r o por concepto de importación de paños, casimires, géneros para vestidos y o t r o s productos análogos.

L a elaboración de maderas en general como ser a s e r r a j e de v i g a s y rollizos destinados a distintos trabajos, preparación de maderas duras para la construcción de muelles, puentes, e t c . ; fabricación de mazos, r a y o s y camas para ruedas de c a r r o s ; preparación de m a deras para mueblerías y tornerías, etc.; todos estos t r a b a j o s , que comprenden los ramos de aserradero y carpintería g r u e s a , tienen desde hace mucho tiempo un amplio desarrollo en el país. E x i s t e n en Montevideo establecimientos modelos de este género, dc g r a n potencialidad fabril y que dan trabajo a una gran cantidad de o b r e r o s . L a industria de .fabricación dc muebles hállase también b a s t a n t e adelantada y cuenta, así mismo, con largos años de f u n c i o n a m i e n t o en el país. P a r a no remontarnos a épocas muy lejanas, r e c o r d a r e m o s que en el año 1S62 f u é fundada en Montevideo la f á b r i c a a v a p o r de m u e bles del señor Francisco Lanza, que todavía existe. E n 1866 el señor A n g e l Ciorello inició otra empresa análoga en g r a n escala, que ha llegado hasta nuestros días convertida en uno de los establecimientos m á s completos y más fuertes de su g é n e r o que da t r a b a j o a m á s de ochocientos obreros y que cultiva los r a m o s a n e x o s de a s e r r a d e r o , escultura, mecánica, colchonería, estampado, barnices, esmaltado, marmolería. etc. H a y además otros muchos establecimientos industriales de obra blanca, de silletería, de muebles finos, de escultura artística, que están al nivel de -los mejores de su índole de la A m é r i c a del S u r . E n t r e ellos merece citarse la casa Caviglia. de la cual nos ocupamos en o t r o l u g a r y que es una de las que están a m a y o r altura en su g é n e r o entre todas las del país. L a industria de muebles se halla protegida oficialmente por medio de un régimen arancelario que f i j a 1111 f u e r t e derecho a los productos similares e x t r a n j e r o s . L a fabricación de papel en el país f u é iniciada en el a ñ o 1898. L a F á b r i c a Nacional de Papel, situada en el P u e r t o del S a u c e , Dep a r t a m e n t o de Colonia, dispone de las maquinarias m á s modernas y perfeccionadas que le permiten producir desde los papeles de embalaje hasta los finos y satinados de impresión y de escribir. F a b r i c a también papel en bovinas para diarios, papeles pintados, cheviot, leonín, secantes y otras variedades. Su producción diaria puede alcanzar a m á s de 22 mil kilogramos y , normalmente, entre empleados y obreros. da trabajo a m á s de cuatrocientas personas. L a s importantes m a n u f a c t u r a s de fundición de hierro y bronce, talleres mecánicos, calderería, reparaciones de maquinarias industriales y navales, — las industrias metalúrgicas en pequeña y g r a n escala en una palabra, •— cuentan entre nosotros con varios exponentes dignos del adelanto que se ha operado en el país en estos últimos tiempos en otros órdenes de la producción y del trabajo. R e c o r d a remos como antecedente honroso del alto g r a d o a que ha alcanzado aquel g é n e r o de industrias en el U r u g u a y , las reparaciones realizadas hace algún tiempo en los enormes cilindros, calderas, v á l v u l a s , trrifos, tanques, cables, pistones, aparatos radio-telegráficos y o t r a s piezas deterioradas y destruidas de los buques ex-alemanes. T o d o s esos trabajos fueron llevados a cabo por los establecimientos mecánicos de R e g u s c i & Voulminot, talvez los mejores de los de su índole en el país, los de la Compañía del G a s de Montevideo, los del V a r a d e r o del Cerro, el de J u a n G a g g i o n e y los talleres del M i n i s t e r i o de Obras Públicas. Si bien es verdad que antes y después de esos trabajos han sido hechos en el país otros del mismo g é n e r o , de g r a n importancia, corno las reparaciones efectuadas en nuestros diques de multitud de barcos de todas las banderas, las instalaciones de hierro de fábricas diversas, las obras mecánicas del saneamiento de las ciudades del Litoral, las obras del Palacio L e g i s l a t i v o , etc., no es m e n o s cierto, también, que la reparación de los citados b a r c o s e x - a l e m a n e s constituyó lo más avanzado, lo de más delicadeza e importancia de cuanto ha sido llevado a cabo entre nosotros en materia de m e c á n i c a naval, como que fué la primera vez que se fabricaron en el país cilindros de la clase y dc la magnitud de los que demandaron las mencionadas reparaciones.

L a industria del calzado entre nosotros puede decirse que si no ha alcanzado todavía, le ha de f a l t a r m u y poco para alcanzar el ideal económico dc proveer por entero a las necesidades del país. H u b o un tiempo en que, y a en razón de las diferencias de cambio de a l g u n o s países extranjeros, y a en virtud de que las t a r i f a s de A d u a n a no eran lo suficientemente elevadas como para evitar la concurrencia triunfante del exterior, la fabricación nacional de calzado se vió seriamente


PC fiSro G a m e n a z a d a por el producto similar de los grandes centros productores de a m b a s A m é r i c a s . P e r o ese peligro pasó cuando la depreciación de n u e s t r a moneda en relación con cl dóllar obró a manera de derecho prohibitivo con respecto a la introducción al pais dc ciertas mercaderías norteamericanas, que y a soportaban un considerable derecho de entrada en n u e s t r o país. A p a r t e de esto, la elevación de. los a f o r o s al calzado e x t r a n j e r o en general, establecida en la última r e f o r m a arancelaria, ha venido a a f i r m a r la defensa de aquella industria en f o r m a casi imposible de vencer. De ahí nuestra afirmación anterior de que el U r u g u a y , en lo que a tal fabricación respecta, se encuentra actualmente en una h a l a g a d o r a situación de independencia económica. Son muchas las f á b r i c a s de calzado que funcionan en el país, habiendo varias de g r a n potencialidad fabril, como la de M a r c x i a n o , c u y a fundación data del año 1860.

L a industria tabacalera nacional se desarrolla, en su m a y o r parte, a base de elaboración dc m a t e r i a s primas extranjeras. E l hecho de que el cultivo del t a b a c o no ocupe en el país cl Ingar que le corresponde, dada su adaptación a nuestro suelo, especialmente a las tier r a s de las g r a n d e s zonas a g r í c o l a s del norte de la República, se debe, principalmente, a que no ha podido ser combatido eficazmente el contrabando de tabaco del B r a s i l , que se efectúa, precisamente, por la f r o n t e r a norte de la República. E x i s t e n en el país muchos establecimientos importantes que se dedican a la elaboración de tabacos de tipos diversos, como ser habano, bahía, Virginia, p a r a g u a y o y de R i o Grande, presentando la mercadería en f o r m a que resiste todo parang ó n con la que llega del exterior, dadas la importancia y modernidad de las maquinarias empleadas.

L a di versificación de las industrias en grande y pequeña escala ha llegado y a en nuestro país a proporciones verdademente halagadoras. Puede decirse que son m u y pocas las m a n u f a c t u r a s conocidas q u e no cuentan en el U r u g u a y con algún exponente m á s o menos adelantado de producción. E s así como, además de las y a enumeradas, el índice de n u e s t r a s industrias fabriles nos presenta las que pasamos a r e f e r i r : f a b r i c a c i ó n de j a b o n e s de todas c l a s e s ; de jabones comunes existen diversas g r a n d e s f á b r i c a s y de jabones finos hay dos importantes f á b r i c a s , que elaboran también p e r f u m e s varios, cremas y o t r o s artículos de tocador. F á b r i c a s de artículos de cemento, pavimentos, f r i s o s , baldosas, etc. T a l l e r e s de impresiones, litografía, fot o g r a b a d o s , fabricación de libros comerciales, etc., entre los cuales se destaca la " I m p r e n t a L a t i n a " , fundada en 1889. Fabricación de bebidas alcohólicas y sin alcohol, bebidas g a s e o s a s , a g u a s minerales, v i n a g r e s , etc. Fabricación de vidrios, e n v a s e s y a r t e f a c t o s diversos de este material. L a s industrias restantes dignas de mención corresponden a los r a m o s s i g u i e n t e s : cerveza, aceites comestibles y no comestibles, a p a r a t o s de cirugía, arroz, almidón, fideos, a r t e f a c t o s de luz eléctrica, artículos de papel, paja, mimbre, cerda y corcho, productos químicos y opotcrápicos, carteras, baúles y balijas, balanzas, betunes, bolsas de arpillera, broncería y artículos nikelados, cabujería, c a j a s de hierro, cartonería, camas metálicas, caleras, c a r r u a j e s y rodados, clavos, cocinas de hierro, colchonerías, corbaterías, dulces y v a r i e d a d e s de c o n s e r v a s de f r u t a s , confites y pastelería, espej o s , estuches, f ó s f o r o s , velas de cera, estearina y sebo, flores artificiales, g o r r a s , hielo hilanderías, j o y e r í a s , ladrillos cílico calcáreos y prensados, lonerías, marmolerías, cajas de cartón, modisterías, orf e b r e r í a , artículos ortopédicos, peletería, productos lácteos, talabartería, tintorerías, j u g u e t e s , tornerías, yeso, zuecos, alpargatas, etc. M e r e c e s e r destacada especialmente, la industria de confecciones de telas en g e n e r a l , p o r la g r a n difusión que ha adquirido en estos últimos tiempos en la capital de la República. E s t e g é n e r o de trabajo m a n u f a c t u r e r o no tiene muchos exponentes ostensibles, porque se desarrolla, en su m a y o r parte, en los h o g a r e s de las familias que trabajan p a r a las c a s a s comerciales del r a m o ; pero se trasluce, en cambio, en f o r m a positivamente beneficiosa para el país en la sensible disminución que se viene operando en la importación de los artículos similares. E s tan relativamente reducido el número de confecciones de tela que se introduce del exterior, que puede a f i r m a r s e que sólo nos vienen de los mercados e x t r a n j e r o s los tipos modelos de confecciones p a r a poder ceñirse a las exigencias de la moda europea.

H e m o s a f i r m a d o que en el país existe g r a n cantidad y g r a n diversidad de industrias. H e m o s puesto de relieve, con abundancia de detalles, aquellas industrias que tienen m a y o r capacidad e importancia, apuntando los motivos determinantes de su desarrollo en el país. L a s industrias pequeñas e incipientes han sido, también, motivo de mención en este estudio de nuestro p r o g r e s o manufacturero. L o que nos f a l t a decir a h o r a es por qué estas últimas no han podido alcanzar hasta la fecha una m á s amplia difusión y cual es la causa porque, no obstante las aptitudes reveladas por nuestros hombres de producción para todas las realizaciones industriales, continuamos todavía p a g a n d o ingentes tributos a muchos ramos de la producción y del t r a b a j o ágenos, por medio de fuertes importaciones de artículos man u f a c t u r a d o s similares a los que se fabrican o pueden fabricarse en el país.

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S o m o s , en e f e c t o , tributarios dc Europa, de E s t a d o s Unidos de Norte A m é r i c a , dc la A r g e n t i n a y del Brasil, por g r a n cantidad de productos c u y a s fabricación similar entre nosotros, en la medida del consumo interno, proporcionaría trabajo a todos los habitantes del país y podría llegar hasta a t r a e r las corrientes inmigratorias de hombres de labor f r u c t í f e r a , que habrían de convertirse luego en otros tantos f a c t o r e s c o a d y u v a n t e s del p r o g r e s o económico nacional. N o haremos un análisis p r o f u n d o de las causas de esta tributación, porque ello 110 cabe dentro de la índole dc este escrito; pero sí, al par que dejamos constancia dc la situación existente, hemos de referirnos, siquiera sea s o m e r a m e n t e , a los hechos fundamentales que en la existencia de ese c - t a d o dc cosas influyen. E n el U r u g u a y existen, es cierto, como ha podido verse, leyes protectoras de las industrias, que han contribuido poderosamente a su amplificación y p r o g r e s o ; pero falta todavía la implantación de un plan metódico v a r m o n i o y , al mismo tiempo, p r á c t i c o y científico, de fomento industrial, que contemple de todos puntos de vista las verdaderas necesidades del incremento fabril del país. E s e plan debe ir precedido, necesariamente, de la realización de un censo g e n e r a l de las industrias nacionales, que permita al E s t a d o conocer con e x a c t i tud el número de establecimientos existentes, los capitales globales invertidos, las materias primas empleadas, la capacidad y el valor anual de la producción, el personal en acción, con clasificaciones por sexo, edad, etc.; los motores empleados y su poder motriz y otros datos dc análoga importancia para la apreciación de la trascendencia y de las exigencias de las industrias nacionales. L o s resultados de este censo deben ser después estudiados detenidamente del triple punto de vista económico, financiero y comercial, a c u y o e f e c t o es necesario que ellos sean relacionados con los índices del comercio exterior del país que, también, deben ser materia d<* especial preocupación por parte del E s t a d o en cuanto a su exactitud y a la oportunidad de su publicación. S ó l o después de haber puesto en práctica los mencionados m é todos es que podrá decirse que se ha llegado a conclusiones ciertas y bien definidas en lo que a la verdadera situación y a las verdaderas exigencias de las industrias nacionales se r e f i e r e ; v. por ende, sólo después de todo eso es que se puede estar en condiciones de poner en práctica un programa de política industrial que resulte verdaderamente conveniente para los bien entendidos intereses económicos del país. U n o de los medios puestos en práctica por los Poderes Públicos del U r u g u a y para consultar las necesidades industriales del país, consiste en solicitar, en cada caso, el asesoramicnto de la C á m a r a de Industrias, que es una institución particular constituida por numeroso núcleo de caracterizados industriales. E s t a intervención directa de una entidad competente y prestigiosa, como lo es. sin duda, la referida corporación — en el estudio de los problemas industriales que al E s t a d o se le plantean, habrá de resultar, seguramente, dc positiva utilidad para la mejor y m á s conveniente solución de los referidos problemas. P e r o es indudable, también, que el E s t a d o está en el caso de procurarse elementos propios de información práctica y científica, — basados en <*l conocimiento directo de la verdadera situación y capacidad de las industrias, grandes y pequeñas, y en los fenómenos del comercio exterior del país - que le permitan apreciar, por sí mismo, de un punto de vista amplio y ecuánime, cuáles son las actividades fabriles que necesitan ser estimuladas y protegidas, y en qué casos este estímulo y esta protección pueden resultar indebidos o sencillamente opuertos al progreso de la economía nacional. Nuestro Ministerio de Industrias, que es a quien incumbe cl estudio de los problemas apuntados, debería estar organizado en condiciones dc poder ejercer una fiscalización eficiente y continua en el desarrollo de las industrias del múltiple punto de vista estadístico, técnico y social. E l conocimiento exacto y oportuno de todos los pormenores relacionados con las industrias, que tuviera por base los resultados de un amplio censo industrial, habilitarían al Gobierno para ejercer su acción reguladora en las circunstancias precisas en que la intervención oficial pudiera resultar verdaderamente beneficiosa y fecunda para la economía del país. E l aumento o la disminución de las protecciones y privilegios otorgados, la fijación de t a r i f a s diferenciales, la aplicación de impuestos internos a los artículos nacionales, la expropiación de las fábricas, el estanco de los productos, la concesión de créditos, y otros arbitrios más o menos extraordinarios podrían ser, así, aplicados por los Poderes Públicos en la medida y en la oportunidad convenientes, con a r r e g l o a los resultados de la constante y metódica intervención ejercida. Siendo realizada la política económica del E s t a d o sobre tan sólidos, fundamentos, se podría llegar, así mismo, al desiderátum de intensificar las. indu. trias propias hasta el punto de poder eliminar, total o parcialmente, las importaciones referentes a artículos que se producen o que pivden producirse en el país. Son muchos los renglones de la industria m a n u f a c t u r e r a c u y a tributación al e x t e r i o r podría ser considerablemente decrecida o totalmente paralizada p o r e f e c t o del desarrollo más perfeccionado y más amplio de nuestra similar producción fabril. De estos renglones merecen c i t a r s e : el azúcar, el alcohol, el papel, el tabaco, los vinos, los aceites, las telas y los hilados de lana. lino, algodón, y cáñamo, diversas clases de artefactos de hierro, acero v bronce, todo g é n e r o de pieles curtidas y pre-


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Ceníenarvb — U r u g u a y o

o a r a d a s ; las baldosa., v los p r e p a r a d o s químicos y opoterápitos, — productos todos e s t o , que. a p e s a r de ser fabricados s a t i s f a c t o r i a m e n te en el país, c o n s t i t u y e n los renglones m á s elevados de nuestro coniercio dc importación. . A s í m i s m o podría alcanzarse, por medio de una política económica basada en los r e f e r i d o s métodos, el aprovechamiento mtens vo y diversificado de t o d a s nuestras materias primas. E s t e a p r o v e c h a miento se halla especialmente vinculado, como es sabido, al desarrolio de las industrias rurales, que es de donde se derivan los productos p r i m a r i o s dc g r a n cantidad de m a n u f a c t u r a s , tales como la del alcohol. las de tejidos, la del azúcar. la de los aceites, y o t r a s que s e n a e x t e n s o r e f e r i r . De modo que la elaboración en g r a n escala de todos aquellos p r o d u c t o s traería consigo, lógicamente, el a c r e c e n t a m i e n t o de o t r o s g é n e r o s de industrias de indiscutible importancia,—de todo lo cual habría de surgir, en un porvenir no lejano, el d e s a r r o l l o a r m ó nico de una producción múltiple y d i v e r s i f i c a d a , con b e n é f i c a y f e c u n da repercusión en la economía y en el t r a b a j o del país. N o s hemos referido, en g e n e r a l , a la importancia y extensión de nuestras industrias m a n u f a c t u r e r a s , con excepción dc las que se derivan dc la g a n a d e r í a v la a g r i c u l t u r a , que tienen capitulo aparte en esta obra. N o s r e s t a hablar a h o r a de o t r o s g é n e r o s de industrias que revisten también capital importancia en el desenvolvimiento económico de las naciones modernas. . F i g u r a n en primer término, en estas c a t e g o r í a s no refercnciadas. la- industrias llamadas e x t r a c t i v a s , que deberían constituir, sin ninoTjn g é n e r o de duda, el f u n d a m e n t o principal dc la actividad de nuestros hombres dc empresa, así c o m o también objeto p r e f e r e n t e de preocupación de parte de los P o d e r e s Públicos. I l a y que c o n f e s a r sin e m b a r g o que las tales industrias e x t r a c t i v a s no han tenido entre nosotros el desarrollo que deberían haber alcanzado, dadas las abundantes riquezas minerales que poseemos y que hasta ahora no hemos sabido a p r o v e c h a r de manera verdaderamente practica y fecunda. E x i s t e n , en efecto, en nuestro país, minas dc hierro, de manganeso, de carbón, de turba, de petróleo, de esquistos, de g r a f i t o , etc., que han sido denunciadas por entidades oficiales o por particulares y c u y a existencia ha sido comprobada por las correspondientes oficinas técnicas del E s t a d o . E l l o , no obstante, esas riquezas permanecen m e x plotadas, y aún sin haber sido experimentadas debidamente en muchos casos. I'or lo demás, f u e r a de la caza y dc la pesca, las únicas industrias e s t r a c t i v a s que han adquirido considerable desarrollo en el país son las r e f e r e n t e s a la explotación de canteras de m á r m o l y dc g r a n i t o la >le extracción de arena v piedras calcáreas, y la del aprovechamiento de a g u a s minerales. E l ' m á r m o l , el p ó r f i d o y el g r a n i t o se encuentran especialmente en la zona E s t e de la República, existiendo ejemplares m u y variados, sobre todo del primero, que se presenta desde los tipos m á s comunes, hasta los m á s r a r o s y preciosos. E s t o s minerales vienen siendo explotados con gran éxito en estos últimos tiempos, habiendo llegado a constituir importantes renglones de nuestra riqueza exportable. E n la parte N o r t e , en los D e p a r t a m e n t o s de Salto y A r t i g a s , abundan riquísimos cuarzos, piedras abrillantadas de distinto aspecto y á g a t a s de las m á s notables variaciones y matices que sufren también, en nuestro medio, una com|>leta transformación industrial. L a de los transportes es otra de nuestras industrias importantes de la que es también necesario hacer referencia en este capítulo. E n el U r u g u a y se hallan m a y o r m e n t e desarrollados los transportes terrestres, entre los cuales deben ser objeto de especial mención los f e r r o c a r r i l e s y t r a n v í a s . E n cuanto a los primeros, algunos pertenecen al E s t a d o . — como el U r u g u a y o del E s t e , el del E m p a l m e Olmos a Maldonado y San Carlos, el de Durazno a F l o r e s , el de Montevideo a S a n t a L u c í a y el de S a v a g o a la Tablada, — habiéndose seguido para las restantes líneas f e r r o v i a r i a s el sistema dc concesiones a empresas particulares. E n esta última situación se hallan: el F e r r o c a r r i l Central, — c u y o recorrido principal es de Montevideo a R i v e r a ; el Midlan, que empalma en la E s t a c i ó n de R í o N e g r o con el Central y recorre P a y s a n d ú y S a l t o ; el N o r o e s t e del U r u g u a y , que a t r a v i e s a A r t i g a s hasta S a n t a R o s a del Cuareim, concurriendo frente al P u e r t o en que terminan las líneas ferroviarias brasileras y argentinas. E n A r t i g a s está también el f e r r o c a r r i l norte del U r u g u a y , que atraviesa aquel D e p a r t a m e n t o de oeste a este. Funciona por último, en la República, el ferrocarril N o r d e s t e del U r u g u a y , que v a a Minas, T r e i n t a y T r e s y Meló, y el f e r r o c a r r i l del Oeste, que que se dirige a San J o s é , Colonia y S o r i a n o . R e s p e c t o a las líneas tranviarias, existen en Montevideo, dos grandes empresas de tranvías eléctricos, " L a C o m e r c i a l " y " L a T r a n s a t l á n t i c a " , que son de propiedad de compañías extranjeras. E l único tranvía de tracción a sangre que funciona en la Capital pertenece al E s t a d o y subsiste a título de transición para llegar a la electrificación de toda la línea, que ha sido y a proyectada y que está a punto de ser llevada a cabo. Kl automovilismo ha llegado a constituir un medio de transporte de extraordinaria difusión entre nosotros. E n la ciudad de Montevideo hay m á s de quince mil automóviles en funcionamiento. E n las ciudades y pueblos del interior de la República, así como en los

establecimientos de la campaña, es también muy crecido el n u m e r o de aquella clase de vehículos. En estos últimos tiempos se ha g e n e ralizado también en todo el país el uso de auto-camiones, para t r a n s portar f r u t o s y mercaderías de toda clase. L o s t r a n s p o r t e s fluviales se hallan servidos en nuestro país por buques de bandera u r u g u a y a y de bandera argentina que hacen la travesía entre el P u e r t o de Montevideo y el P u e r t o de B u e n o s A i r e s . E s t a s mismas embarcaciones efectúan el servicio del cabotaje éntrelos diversos puertos que existen en el R í o de la P l a t a y el R i o U r u g u a y . Además está el servicio de navegación interior de los ríos y a r r o y o s , que se halla a c a r g o del Estado, bajo la superintendencia inmediata de la Oficina de H i d r o g r a f í a . E s t a navegación corresponde a los n o s N c r o T a c u a r í , Cebollatí, Y a g u a r ó n , a los a r r o y o s S a n L u i s y San Miguel y a la L a g u n a Merin. Posee el E s t a d o , por ultimo, ocho buques de c a r g a , algunos de los cuales se vienen utilizando para conducir ganado en pie y frutos del país con destino especialmente a H a m b u r g o , t r a y e n d o después carbón, sal y otra c a r g a de r e t o r n o para el R í o de la Plata. L o s referidos transportes se denominan R i v e r a . "Artigas", "Salto". "Maldonado". "Treinta y Tres", "Paysandú, "Colonia" y " R í o Negro". N o s r e f e r i m o s , j)or último, a las empresas que constituyen el dominio industrial del E s t a d o . Puede a f i r m a r s e que el U r u g u a y es uno de los países de S u d - A m é r i c a que ha dado m a y o r extensión a este g é n e r o de industria, con excelente resultado. H e aquí los principales organismos de esta índole que existen en el p a í s : E l Banco de la República, que funciona hace m a s de un c u a r t o de siglo con el privilegio de la emisión, pero en medio a un régimen lega! de pluralidad de bancos, tiene un capital realizado de 2 2 millones. Su emisión circulante es de 66 millones y medio. S u encaje de o r o propio es de 55 millones, siendo el monto de sus depósitos de alrededor de 58 millones. D u r a n t e los veintiocho años que lleva de f u n c i o namiento nuestro principal establecimiento de crédito, ha producido m á s de 3 2 millones de pesos de utilidades líquidas. E l B a n c o Hipotecario, que en su primera época f u é una empresa particular privilegiada, es desde hace alrededor de doce años un Banco del E s t a d o que disfruta del monopolio de la emisión de títulos, bonos y obligaciones hipotecarias. E s t a institución se halla en plena prosperidad y proporciona considerables beneficios al desarrollo del crédito territorial del pais, llenando al mismo tiempo diversos fines de utilidad económica y social. E l B a n c o de S e g u r o s es tal vez el ente autónomo, del E s t a d o que ha alcanzado m á s rápidos p r o g r e s o s en el país. Monopoliza sólo algunas operaciones de seguros, realizando otras en concurrencia con empresas privadas de su índole. F u é creado en el a ñ o 1 9 1 1 y h a s t a la fecha 11o ha tenido necesidad de realizar su capital inicial de tres millones habiendo podido desarrollar sus operaciones con el p r o d u c t o de las utilidades y contando en la actualidad con considerables reservas acumuladas. L a Administración P o r t u a r i a ejerce el monojjolio en cuanto a los servicios terrestres, — almacenamiento y remoción de bultos en los depósitos, — trabajando en concurrencia con empresas particulares en lo r e f e r e n t e a los servicios marítimos, tales como lanchajes, remolques, salvamentos, etc. Se t r a t a de una empresa nacional que atiende regularmente, con sus utilidades, los servicios de amortización e intereses de la deuda con que f u é creada, aportando a l g u n o s rendimientos anuales, que si no son m a y o r e s es debido al régimen de concurrencia de sus operaciones marítimas. L a s U s i n a s E l é c t r i c a s del E s t a d o g o z a n , desde el año 1 9 1 2 . del monopolio de la provisión de energía eléctrica para alumbrado, f u e r za motriz, etc., con excepción de los servicios que se realizan de a c u e r do con las concesiones o t o r g a d a s a las empresas de t r a n v í a s . E s t a institución oficial llena satisfactoriamente los servicios públicos que la ley le ha asignado de manera exclusiva, presentando considerables utilidades, una buena parte tic las cuales es destinada al tesoro público. E x i s t e n , además, en el U r u g u a y , otras diversas empresas o f i c i a les de explotación industrial. T a l e s s o n : la de F e r r o c a r r i l e s y T r a n v í a s del E s t a d o , a que y a nos hemos r e f e r i d o ; la L o t e r í a Nacional, que ejerce el monopolio de la venta y c u y o producto es destinado al s o s t e nimiento de la Asistencia P ú b l i c a ; la Administración de C o r r e o s y T e l é g r a f o s , que lleva a cabo estos servicios públicos con c a r á c t e r de exclusividad; el Instituto de Pesca, que concurre e f i c a z m e n t e a la venta de pescado en el país, contribuyendo al a b a r a t a m i e n t o de los precios, y la Imprenta Nacional, que funciona a título de e n s a y o con el fin de llegar a la implantación de una amplia industria oficial de artes g r á f i c o s en el país. ( I )

E l U r u g u a y es. en suma, un país que se halla actualmente en pleno dinamismo m a n u f a c t u r e r o y que está llamado a g r a n d e s y positivos progresos cu este orden de actividades fecundas y civilizadoras. L a acción del Estado ha sido, como se ha visto, la que m a y o r m e n t e

( 1 ) L o r e l a t i v o u l a s i n d u s t r a s e x p l o t a d a s por el E s t a d o , B a n c o s , pftblhcos que KP m e n c i o n a n al p a s a r en e s t e c a p i t u l o , es e s t u d i a d o con m á s en otra p a r t e de este volúmen.

Hervidos amplitud


d ha contribuido a dar orientación e impulso al esfuerzo particular, el cual merece ser calificado, sin embargo, de altamente meritorio y progresista. Con una más intensa y más perfeccionada consagración de nuestros hombres de capital y de trabajo, a aquellas larcas fructíf e r a s y ennoblecedoras y con la ejecución de un plan cada vez más metódico y científico de intervención del Estado en cl fomento de las industrias, — todo lo .que habrá de producirse, lógicamente, en m a y o r o menor plazo, dentro del proceso evolutivo e;i que hemos entrada — nuestro pais está destinado, sin ningún género de duda, a ocupar un puesto de primera fila entre las naciones industrialmente más adelantadas del continente americano. S e g ú n el censo general practicado el año 1908. que es el. único a que podemos referirnos, en este artículo, por ser el más reciente, había en esa época, en todo el país, 16.017 establecimientos, de los cuales 11.750 eran mercantiles; 2.408 industriales, que elaboraban materia prima y 1.859, mixtos, es decir que comerciaban y elaboraban materia prima. De los clasificados como establecimientos industriales, y que son los que nos interesan para este capítulo, 459 se dedicaban a la elaboración de artículos alimenticios; 393 a construcciones ; 373 a vestidos y tocados; 293 a muebles, y artículos de madera, e t c ; 474 al trabajo sobre metales, etc.; 01 a artículos de adorno y de recreo; 84 a artes g r á f i c a s : 88 a tejidos; 53 a productos químicos y 99 a artículos diversos. De los establecimientos mixtos. 364 se dedicaban a artículos alimenticios; 129 a construcciones; 604 a vestido y tocados; 162 a madera, muebles, etc.; 103 a transporte ; 196 a metales, etc.; 69 a artículos de adorno y de recreo; 69 a las artes g r á f i c a s ; 62 a tejidos; 21 a productos químicos y 80 a diversos renglones industriales. E l cuadro que publicamos en esta página, suministrado por la Oficina Nacional de T r a b a j o y relacionado con el número dc obreros que trabajan en todo el país, con exclusión de los agricultores V peones de establecimientos rurales, contiene también una nómina de las fábricas y talleres industriales existentes a fines del año 1923 en la República que aunque no preciso puede dar una idea del desarrollo industrial alcanzado por el U r u g u a y .

Oficina de marcas de fábricas y comercio y patentes de invención Ningún comerciante o industrial cuidadoso de sus intereses desconoce la existencia de la Oficina dc M a r c a s de Fábrica y Comercio y de Patentes de Invención, dependiente del Ministrio de Industrias, A medida que se intensifica en nuestro medio el progreso técnicoeconómico, y las industrias por consiguiente adquieren mayor incremento, se crean nuevas necesidades que el E s t a d o se ve forzado a llenar y satisfacer. U n a de esas necesidades—quizá de las más vitales— es tutelar ampliamente a aquellos que lanzan al mercado productos que se caracterizan por determinada marca. L a ley de la materia ofrece en ese sentido una doble y eficaz g a r a n t í a : en primer término porque impide que otros comerciantes usen dolosamente la misma o parecida marca, utilizando en provecho el crédito o prestigios ajenos, y además, porque asegura al consumidor la procedencia y pureza dc los productos de su predilección, orientándose a estos efectos por la marca o signo que los caracteriza. P a r a garantir ese esfuerzo es que se ha creado la Oficina de M a r c a s de Fábricas y Comercio y Patentes de Invención, la que presta enormes servicios a las industrias y al comercio. E n los años correspondientes a la Gran Guerra se produjo 1111 descenso en el R e g i s t r o , en relación a los anteriores, pero una vez que las hostilidades cesaron, el registro de marcas repuntó sensiblemente, y desde entonces se depositan anualmente más de mil marcas. ,1o que habla muy en f a v o r de nuestro progreso comercial y de la labor afirmativa que realiza la Oficinas de Marcas. L a Oficina también diligencia los pedidos de patentes de invención que ante ella se formulan. L a ley del 13 de noviembre de 1885 o t o r g a amplia protección a los frutos del ingenio humano industrialmente considerados, por la razón sencilla de que debe ser tutelado quien, después de extensos trabajos logra inventar un nuevo producto, y aplicando medios conocidos, obtiene buen resultado industrial y su éxito comercial respectivo. L a protección que acuerda la referida ley es por el término de nueve años mediante 1111 impuesto anual de veinticinco pesos, gozando los concesionarios de 1111 plazo de un año. que puede ser prorrogado por otro, para plantear la industria en el país, vale decir, para que se instale una fábrica destinada a la elaboración y venta del producto patentado. L a ley de Privilegios Industriales dictada el 2 de diciembre dc 1921 amplía la del 1 3 de noviembre de 1885. P o r ella el Poder Ejecutivo queda facultado para otorgar •privilegios a las industrias inexistentes en el país, siempre que en ellas se empleen con preferencia materias primas nacionales. Sancionada con la finalidad plausible de ensanchar los horizontes de la industria nacional, su aplicación es también del resorte de la Oficina de Marcas y Patentes de Invención. A su amparo, se han establecido en cl país numerosas fábricas que utilizan en la elaboración de sus productos elementos naturales que antes no tenían ninguna aplicación industrial.

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U p a g u a y o

Las industrias que se d e s a r r o l l a n en el Uruguay 7 obreros que en ellas trabajan

INDUSTRIA

Aguas gaseosas y licores Alfarerías A l p a r g a t a s y zapatillas . Alcoholes Almidón Armerías Armizones . . . . Arpillera Aserraderos . . . . Aceites vegetales y pintura Afiladores Balanzas Baúles Blseladores Bodegas Boquillas para calentadores Broncerías Calei Cnnteras C a f é s y achicoria ( E l a b o r a c i ó n ) . C a r p i n t e r í a s y Mueblerías . Camas Fábricas C a j a s de hierro Cadenas de oro. hierro etc. . C a n a s t e r í a s y objetos de m i m b r e s C a m i s a s y pecheras ( T . t l l e r ) . Cartonerías ( F á b r i c a s ) Carne líquida Calentadores para bafios ( F á b r i c a s ) Caños de plomo Caionerlas Fúnebres . . . . Carrocerías Cemento a r m a d o Cervecerías Cigarrerías ( F á b r i c a s ) . . . . Cochecitos, juguetes, etc. . Conservas Confiterías Colchonerías Coronis (Fábricas) Curtiembres Decoraciones Dorados y Niquelados . . . . Electricidad ( C a s a s d e ) . . . Encuademación E n v a s e s ( F á b r i c a s de) . E s c o b a s y Cepillos ( F á b r i c a s d e ) E s p e j o s ( F á b r i c a s de) . E s t u c h e s ( F á b r i c a s de> E s c u l t u r a en general . . . . Ferrocarril Fósforos Fotógrafos Fotograbados Florer'as (Flores artificiales) . Fidelería y Molinos Fundición Fuegos artificiales Frigoríficos Galvanizados ( Artículos) G a l l e t i t a s y similares . . . . Gomerlas Grabados ( T a l l e r ) Granito Herrerías Hormas Hornos de Ladrillos Hojalaterías Huesos ( m o l i e n d a ) Hilados v tejidos . . . . Industrias V a r i a s J a b ó n y velas l a v a d e r o s de lana Lnbora torio Libros en blanco Maniquíes Marmolerías Mantequerías Metalúrgicas Mecánicos tnlleres Mosaicos y baldosas Moillster'as y similares Optica y Cirujía Paprdería y F á b r i c a de P.ipel . Panaderías Peinados casa de Puntos do París Pinturas Planchados t i l l a r e s Platerías, Relojerías y J o y e r í a s . Plumas Productos porcinos Productos químicos Podados y F á b r i c a de c a r r u a j e s . R e f i n e r í a s de av.ú-ar S i laderos Sastrerías Sellos do goma Sombrererías S i l l a s fábricas Tapones de corcho Tapicerías, manoquinerlas y a l f o m b r a s Talabarterías Tejidos de a l a m b r e Tonel ' Toldos Tornerías Tintas T i p o g r a f í a s o Imprentas T r a n v í a s Eléctricos . Varaderos Vidrios Vulcanizaciones Yeserías Zapaterías Zlnguerias .

126 4.071

939 24 374 516 .195 422

500 1 .013

638

1

118

109 236 359 143 1.325 706 279

16 16 7 30ñ

1.578 4.443 237 3S6 30 257

168 12 219

Obreros que t r a b a j a n en el domicilio ( c á l c u l o a p r o x i m a d o ) . Obreros empleados en los establecimientos de las industrias r u r a l e s m a n u f a c t u r e r a s del inlerlor de la R e p ú b l l o i ( c á l c u l o a p r o x i m a d o ) .

20.000 30.50J) 100.388


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Cenfenarvo U r u g u a y o

L A C O M P A Ñ Í A DE M A T E R I A L E S (lentes en ninguna parte, pués, m i e n t r a s da vida en E s t a i m p o r t a n t e E m p r e s a , fundada en 1906, pael pais a la industria m a r m o l í f e r a , a b o r d a e s a o b r a DE C O N S T R U C C I Ó N ra la e x p l o t a c i ó n en v a s t a e s c a l a de piedra de cal, v la realiza en f o r m a que ponen de m a n i f i e s t o a la a r e n a , ladrillos s i l i c o s - c a l c á r e o s , g r a n i t o s , p ó r f i d o s vez, la g r a n capacidad productora de sus C a n t e r a s y T a l l e r e s ; su a r t e v m á r m o l e s , h a b i é n d o s e dedicado con p r e f e r e n c i a a la industria del i m p e c a b l e en el t r a b a j o y la gran riqueza del noble m a t e r i a l u r u g u a m á r m o l , o b t u v o en propiedad los g r a n d e s y a c i m i e n t o s y c a n t e r a s de y o , al q u e solo pueden c o m p a r a r s e los a n t i g u o s m á r m o l e s de O r i e n t e . B u r g u e ñ o , u b i c a d o s en e! O p t o , d e M a l d o n a d o que o f r e c e n 1111 caudal casi t o d o s a g o t a d o s . i n a g o t a b l e de m á r Otros trabajos mol dc f i n í s i m a c a lia realizado la C o m ndad y diversidad pañía dentro y fuede c o l o r a c i o n e s v e r ra del p a í s : aquí el daderamente asomJ o c k e y Club. P a l a brosa. La Compacio C h i a r i n o y en ñ í a d e n o m i n ó con v a r i o s edificios p a r j u s t i c i a esa región t i c u l a r e s ; en B u e con el n o m b r e sunos A i r e s , en el g e s t i v o d c Nueva R a n e o de B o s t o n , Carrara. C o n f i t e r í a del M o Adquirió t a m lino y o t r o s . bién o t r a s C a n t e r a s T a m b i é n ha inide m a r m o 1 en el ciado la e x p o r t a c i ó n D p t o . de M i n a s que de mármoles en o f r e c e n una v a r i e b r u t o , para N o r t e d a d d e Cifiollinos y A m é r i c a y E u r o p a, Portoros que sobrecorrespondiendo a salen en la r i q u e z a pedidos que o f r e c e n de t o n o s a los simiperspectivas promilares conocidos. s o r a s , por el a l t o Levantó por a p r e c i o que m e r e c e n otra parte grandes sus m á r m o l e s . t a l l e r e s en H e l i a Frente principal de les talleres de la Comp. de M . de Construcción Puede repetirV i s t a para t r a b a j a r se lo que han dicho sus mármoles y topersonalidades bien a u t o r i z a d a s en la m a t e r i a , que n i n g u n a o b r a m o da c l a s e de piedras d e c o r a t i v a s empleadas en la c o n s t r u c c i ó n , insnumental m o d e r n a alcanza en suntuosidad a n u e s t r o P a l a c i o L e g i s t a l a n d o en ellos los m á s nuevos y e f i c a c e s e l e m e n t o s de t r a b a j o y lativo, por la riqueza, h e r m o s u r a y variedad de sus m á r m o l e s . poniendo a su f r e n t e personal t é c n i c o , e s p e c i a l m e n t e p r e p a r a d o en Opiniones valiosas: E n t r e las m u c h a s opiniones de t é c n i c o s nac t a r a m a de la c o n s t r u c c i ó n , haciendo q u e p r o n t o la industria del cionales y e x t r a n j e r o s , vertidas sobre e s t o s m á r m o l e s , t o m a m o s para m á r m o l Nacional. a l c a n z a r a las p r o p o r c i o n e s que le a s i g n a n el pri-

Dos aspectos internos de la Compañía de M . de Construcción I I U T p u e s t o en toda S u d - A m é r i c a y que n o d e s m e r e z c a en c o m p a r a c i o n e s con las m á s g r a n d e s entidades industriales similares de E u ropa. aun con las de donde e s a industria tiene tradición m i l e n a r i a . I.a m a g n a o b r a de los r e v e s t i m i e n t o s dc n u e s t r o P a l a c i o L e g i s lativo, r e p r e s e n t a un e s f u e r z o de la C. M . de C. que n o tiene p r e c e -

T a l l e r de escultura de la Compañía. — Cariátide

e s t o s a p u n t e s dos de las m á s r e c i e n t e s y a u t o r i z a d a s : la de M s . M a u rice L u g e o n , eminente g e ó l o g o , p r o f e s o r y e x - R e c t o r de la U n i v e r sidad de L a u s a n n e , S u i z a , y la del I n g . P r o f e s o r O r e s t e Z a c c a g n a , perito en la m a t e r i a , D e l e g a d o de los M i n i s t e r i o s de T r a b a j o v O b r a s P ú b l i c a s de Italia y J e f e de la S e c c i ó n M á r m o l e s traída a b o r d o de

y capitel en mármol para el Palacio Legislativo

— 772 —


£¡f fi¡yr>o c/ef O c/e/V

V i s t a parcial del taller de la Compañía de Materiales de Construcción

la nave-exposición " I t a l i a " que visitó nuestro puerto el año pasado. Arriba el primero, después de un extenso estudio geológico y constructivo sobre las Canteras y mármoles de la Compañía de Materiales de Construcción a las siguientes conclusiones: " En resumen, los mármoles que hemos estudiado con mucha " atención y mucho detenimiento todas las numerosas variedades ex" traídas hasta ahora, trabajadas por el instrumento del picapedre-

Cc/i/enarvo -Uruguayo

Diversas piezas de ornato construidas por la Compañía para el P a l a c i o Legislativo

desconocido, cuya suavidad de colorido, por su superposición atrevida de verde sobre verde y cuyo oriente de terciopelo se ve salpicado de manchas que parecen constelaciones de estrellas verdeoro i d o c r a s i c o . . . todo ese material espléndido del que la vista 110 se aparta sino a duras penas, está hecho para llenar de contento a " quien posea, siquiera en mínima- proporciones, el sentimiento dc la poesía inmensa que mana de • piedras donde ha estado oculta

••BiffiBÉÉtBBlílii Dos aspectos de

las canteras

de mármol

"Nueva

ro, del escultor o del pulimentador, se presentan del punto de vista técnico lo m i s m o que a la luz de las investigaciones micropetrográficas, como materiales de primer orden. " L a s características de estos mármoles permiten clasificarlos en la primera categoría ( S e r i e de la Sociedad Central de los Arquit e c t o s F r a n c e s e s ) de productos de esta naturaleza. Siendo poseedor el que suscribe de una colección de 400 a 500 muestras de mármoles Pulimentados se cree autorizado a hablar con conocimiento de causa. Nos concretamos pues, a decir que los m á r m o l e s extraídos de las Canteras de Nueva C a r r a r a ( B u r g u e ñ o ) y de Minas (VerdÚn) presentan numerosas y soberbias variedades desconocidas hasta hoy. " E l l a s proporcionan al Arquitecto decorador una selección nueva, inesperada y casi imprevista. E s a s piedras con sus vetas coloreadas sobre fondo blanco y sus manchas violáceas, esos CiPollinos que superan a los Ciftollinos antiguos por su dibujo más robusto, más nervioso, esos Arabescatos cuya marquetería esta cubierta de venas carminadas en las que parece correr la sangre, como si la roca estuviera viva, y ese mármol Verde, completamente

Gran macUo dc mármol

Carrara"

de Burgueño, f r ° F ' e d a d de la Compañía

" durante la noche de millares de siglos, para que el genio del hom" bre las sacara a la luz. " Nos sentimos particularmente felices por haber tenido la oca" sión de redactar estas líneas sobre esas hermosas piedras dccorati" vas de las que puede estar orgitllosa la República Oriental del Uru" guay. Poseyendo ya rocas graníticas, célebres por su belleza, este " país agrega a esa riqueza una colección selecta de mármoles cuyas " /Soco comunes y bellísimas cua" lidades físicas y artísticas, los " Arquitectos del mundo entero " empiezan a apreciar". Refiriéndose el P r o f e s o r Lugoon, en el mismo informe, a la importante cuestión de la resistencia al tiempo de estos mármoles, se expresa en la siguiente forma: " Se desprende de todos estos " hechos que los mármoles de " Nueva Carrera o Burgueño de" ben ser especialmente aconseja' " dos como piedra de ornato ex" terior bajo todas formas, silla• " íes en bruto o modelados, ar" quitraves empotrados, entabla' " mentos, frisos, capiteles escul" Pidos, columnas, etc. Su resis• " tencia al tiemPo Puede ser " considerada como humanamenrosado oriental (Burgueño) " te indefinida. Así, sill el menor


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ganización de los trababajos y las instalaciones de maquinarias para las diferentes gradas y tipos de trabajo de los mármoles representan cuanto de más moderno se puede exi• gir en la técnica de esta industria y difícilmente se encontrarán mejores entre nosotros, en que los tra" bajos en mármol es cosa " corriente, y de tradición " secular.

temor, puede decirse que este mármol de Burgueño puede afrontar la acción fiel tiempo sin sufrir más ultraje que el de esa pátina que tanto encanto presta a las construcciones antiguas, al hacer que el esfumino de los tintes provoquen la desaparición del falso brillo de las fachadas recientes. " Los edificios construídos con este material tan notable, Pueden durar lo que han vivido, sin haber muerto todavía, los monumentos del vetusto Egipto, de la Grecia Antigua y • déla A ntigua Roma".

" La afortunada coin" cidencia de tener concluí" dos unos, y en ejecución " otros, grandes bloques de " material decorativo con " destino al Palacio L e g i s " lativo, grandiosa obra ar" quitectónica d e b i d a al " Aqto. italiano G. Moretti, " para el edificio del Correo Con el mismo y bien " y para el Banco de B o s fundado entusiasmo se ex" ton, de Buenos Aires, me presa en la importante re" proporcionó la oportunivista "11 M a r m o " — que se " dad de admirar todavía edita en la ciudad de Carra" yacentes en los talleres, Salón de los Pasos Perdidos del P a l a c i o Legislativo y cuya ornamentación ra — el Ing. Profesor Ores" trabajos de ornato y de en mármol fué hecha por la Compañía te Zaccagna. Dice este ilus" escultura, realizados estrado técnico, en un articu" j)ecialmente con las variedades "blanco perla" y "Rosado Oriental", lo titulado " I Marmi colorati dell U r u g u a y " publicado en diciembre " que tienen granulación firmemente sacaroide, así como trozos ardc 1924: _ " i " quitectónicos de gran dimensión (tres metros por dos) pulimenta" La República Oriental del Uruguay contiene en su propio suelo " dos. en los cuales la perfecta elaboración unida a la variedad de tin" materiales de construcción y de ornamento, verdaderamente no". tes vagantes distribuidos, concurren al mejor resultado de una " tables. Algunos de ellos — como los granitos y labradoritas, y los " decoración de las más artísticas". " pórfidos, son conocidos desde hace tiempo y han sido usados en Refiriéndose luego a una visita hecha a las Canteras de Nueva " Europa, a la vez que se importaban y distribuían en el mercado baCarrara. el Profesor Zac" jo el nombre de una firma alemana. Sus bellísimos mármoles en cagna, comprueba y confir" cambio, si bien se empleaban localmente en forma aislada, quedama en un todo las opiniones " ron por mucho tiempo casi olvidados a causa de la falta de medios expuestas, por el Prof. Lu" de comunicación con los yacimientos, y dc la necesidad de grandes geon. Y dice, respecto a las capitales para su debida valorización. pruebas de resistencias y " Fué recién en 1915. por obra de la "Compañía de Materiales de análisis efectuados: "Resttl" Construcción" de Monte\ideo, que la industria marmolífera adqui" ta de esto que el contemrió el impulso y la importancia que hoy día tiene". " do en magnesia, que es Rifiriéndose a las implantaciones de la Compañía para la explo" amenudo causa de la distación e industrialización ríe los mármoles, a g r e g a : " L a perfecta or" gregación del mármol, se " halla en cantidad menor " que en los mismos mármo" les Apuanos, (o sea de Ca" rrara), que la contienen en 11 cantidad mínima. Resu" miendo: que los mármoles uruguayos — que comprenden numerosas variedades " de veteados, arabescatos, rosados, azulados, verdes, " y Portoros, constituyen " también Por sus tintes, " suavemente variadas y " eminentemente decorativas, bien desde el Punto de vista de su Jaborabili" dad y resistencia, materia"

1e s primer

Confitería del M o l i n o , Bueno» Aire». P r i m e r trabajo

verdaderamente arden

.

d e

Caríatlde construida en los talleres dz la Compañía, para el P a l a c i o L e g i s l a t i v o

Acrotera de mármol, c o n s t r u y a por la Compañía

— 774 —


P f O Exportación de Mármol. Nuestros mármoles ya consagrados pues en el Uruguay, reconocidos y solicitados en la Argentina, han llamado también justamente la atención en los mercados de Europa y Norte América de donde se han recibido ya demandas importantes que prometen para un futuro no lejano el establecimiento de un comercio de exportación en vasta escala. Explotación Arenera y Fabricación de Ladrillo Sílico - Calcáreo". — Otro rengtón que la Compañía de .Materiales de Construcción explota en grande escala y desde hace años — es la arena d u 1 c e, destinada a la construcción en general, y a la fabricación de ladridos sílico - calcáreo. En los extensos arenales de Supervielle, sobre la margen derecha del Río Santa Lucía, frente a Santiago Vázquez ( B a r r a ) ha instalado, para la explotación de aquellos, un carril áereo, que facilita el transporte de la arena de una orilla a otra, y que representa a más, una magnífica obra de ingeniería. Disponiendo, como disponía y dispone, la Compañía de Materiales de Construcción, de dos elementos tan preciados, como ser la piedra cal de Burgueño y la arena dulce del Santa Lucía, era lógica la implantación de una fábrica de ladrillos sílico - calcáreos, fabricación que solo reclama como materia prima, los dos elementos citados. Y la Compañía abordó la instalación de la fábrica, veinte años hace, previo unos excitosos ensayos hechos en una pequeña usina en la calle Rioja. Efectuóse un llamado a licitación, para las obras de una gran usina capaz de producir sesenta mil (60.000) ladrillos diarios, y consecuencia de ese llamado fué, a los pocos años, el funcionamiento re la magnífica Usina Komig. levantada sobre 1111 vasto predio de la calle Uruguayana. en Bella Vista.

d e í

G ^ n f e n a r / 0

-Uruguay*

Arquitecto 1). Augusto Üuidmi, en un artículo aparecido en uno de nuestros principales diarios, en 1912. decía entre otras cosas refiriéndose a la Usina de la Compañía de Materiales de Construcción y su producc i ó n , lo siguiente: " L a resistencia a la compre" sión del silico - calcáreo. " varía de acuerdo con la proporción de la mezcla " de cal y arena, y de las " condiciones en que es dc" terminada su fabricación. " En general su resistencia ". oscila en 180 y 200 kilos " por centímetro cuadrado.

Fábrica de Ladrillos Silico - Calcáreos

B a n c o tallado en mármol rosa perla oriental por la Compañía y enviado a Nueva Y o r k , Norte A m é r i c a

L a fabricación de sílico - calcáreo, v i n o a poner en esta plaza un elemento nuevo en ella con destino a la edificación, y cuyas excelencias, desde los puntos de vista técnicos y prácticos, tenían u 11 a consagración secular. Reconocidos sus altos valores de resistencia e impermeabilidad, dentro de una m a y o r manuabilidad y menor volumen, su aceptación en arquitectura local fué simultánea a su aparición en el mercado, y los grandes edificios — entre otros el monumental Palacio Legislativo, la Universidad y más de 200 edificios particulares, en que han sido empleados. — son elocuente testimonio de ello. Un gran técnico italiano, que residió entre nosotros varios años, el

fifiro c f e / V

E l alambre carril sobre el río Santa L u c í a , para la explotación arenera

" E l ladrillo sílico - cal" cáreo presenta muy esti" mables ventajas por su menor capilaridad, lo que significa una menor ab" sorción de agua, una mí" nima imbibición en com" paración con el ladrillo de arcilla común. Y esta es tt n a característica de " grande importancia para la construcción edilicia, principalmente en una ciudad como Montevideo en que 110 todas las casas se hacen con un sitb-piso dc aislamiento (sótano) y en que, por lo tanto, la capilaridad absorbente de los muros en contacto con la tierra se manifiesta en perjuicio de la salubridad del piso bajo, cuya habitabilidad es por fuerza viciosa. Lo mismo ocurre con las azoteas, que, construidas cotí materiales de menor calidad, resultan elementos orgánicos de imbibición. "Presenta asi mismo el sílicocalcáreo, un notable carácter de material refractario al f l u e g o , característica esta cuya excelencia es inútil hacer resaltar, tanto por lo ventajoso para casos de incendio, como por el uso que en estufas, cocinas, etc. puede dársele. Y tan notable como es su resistencia a la acción nociva del fuego, es la que presenta a las bajas temperaturas, al hielo mis" mo, por la sencilla ra" zón de su capacidad y " su estructura. Por todas estas cualidades importantísimas, el ladrillo s í l i c o calcáreo es considerado en todas partes como 1111 material edilicio de primer orden.

De todo lo expuesto, queda evidenciado, que la Compañía de Materiales de Construcción, constituye, 110 solo por su fuerza económica, sino también por la expansión que ha sabido dar a diversas industrias netamente nuestras, uno de los más eficaces y ponderables organismos, al servicio del p r o g r e s o nacional y del engrandecimiento económico del país.


Jgf fi/yro deT Cenfencmb G def<T——Uruguayo LAVIERE

VITACCA e HIJOS

Talleres de Escultura y Marmolería mecAnica Gozan de m e r e cido renombre 1 o s talleres " E L V O L C A N " , especialista en t r a b a j o s de e s c u l t u r a y marmolería mecánica, (pie g i r a n en n u e s t r a plaza b a j o la razón social de L A M E R E VITACCA E H I J O S , estando instalados en la calle D a n t e N o s . 2 - 7 6 al 22S0. Esta casa fué fundada el a ñ o iS«t5 por la f i r m a V I T A C C A Y D I M A U R O , la cual a c t u ó h a s t a el a ñ o HJ02. P o r esta f e c h a e x p e r i m e n t ó s u primera transformación c o n v i r t i é n d o s e en L A VIERE V IT ACA, f i r m a (pie d u r ó h a s t a el a ñ o 1911 en que se c o n s t i t u y ó la que la rige actualmente o sea L A V I E R E V I T A C C A E M I J O S , estando f o r m a d a por las siguientes personas: La viere, Cayetano, Frente del edificio qu; en la calle Dante del 2276 E m i l i o y A n t onio Vial 2280, ocupan los talleres El Volcán tacca y Laviere Vit a c c a ( h i j o ) y E n r i q u e V i t a c c a ( h i j o ) . S e t r a t a , c o m o se ve, de m i e m b r o s de una m i s m a familia los que c o n s t i t u y e n e s t a razón social, y j u s t o es decir que en m a n o s de ellos, e x c l u s i v a m e n t e , se e n c u e n t r a la dirección del e s t a b l e c i m i e n t o , t a n t o b a j o la faz t é c n i c a c o m o b a j o la faz a d m i n i s t r a t i v a . L a acción de los T a l l e r e s que nos ocupa, a b a r c a los m á s i m p o r t a n t e s a s p e c t o s del ramo, c o m o ser t r a b a j o s para c e m e n t e r i o s : m o n u m e n t o s , nichos, panteones, o r n a m e n t o s , e t c . ; t r a b a j o s de o b r a s , o b j e t o s dc a r t e y m á r m o l e s para muebles. S u especialidad p r e f e r e n t e la c o n s t i t u y e los t r a b a j o s dc o b r a s , d e c o r a t i v o s , para c u y o e f e c t o poseen la exclusividad de diversos m a t e r i a l e s . E s t a acreditada c a s a recibe los m á r m o l e s que emplea en sus t r a b a j o s , de las m á s f a m o s a s f u e n t e s ríe producción, tales c o m o las dc I t a l i a : C a r r a r a , V e r o n a y V i c e n z a , en todas sus múltiples y m á s ricas variedades. T a m b i é n importa m á r m o l e s de F r a n c i a y dc B é l g i c a ; y ó n i x dc la República A r g e n t i n a provenientes de las c a n t e r a s de las provincias de M e n d o z a y San L u i s , que son las que producen los de m e j o r calidad del M u n d o . F.I establecimiento mecánico de la firma LAVIERE V I T A C C A E H I J O S , e s t á m o n t a d o con los e l e m e n t o s m á s m o d e r n o s , lo cual lo capacita para una producción i n t e n s a , d e n t r o del m a y o r g r a d o

Depóiito de mármoles

de

perfeccionamiento. No o b s t a n t e e s t o , en la actualidad e s t á realizando g r a n d e s ampliaciones y m e j o r a s a fin de a u m e n t a r m á s , todavia, con la incorporación de nuevas maquinarias, únicas en el país, su excepcional importancia. S o n tan n u m e r o s a s las o b r a s de verdadero m é r i t o y valor realizadas por la firma que m e n c i o n a m o s , que a b a r c a r í a un gran espacio la simple enum e r a c i ó n de todas e l l a s . Destacaremos, sin e m b a r g o , las que se r e f i e r e n a las siguientes construccion e s : palco para socios del H i p ó d r o m o N a c i o nal de M a r o ñ a s ; m a n sión dc la S r a . Z u m a r á n de S h a w , en las calles R i n c ó n y Z a b a la ; P a l a c i o Arrarte V i c t o r i a ; edificio propiedad de la E m p r e s a " L a Comercial"; casa del S r . M a t e o B r u n c t ;

Hermoso zaguán de entrada de la residencia del Sr. Don J. Carlos Rodríguez, construido en los talleres

los m á r m o l e s de la C a s a P a b l o F e r r a n d o ; y el h e r m o s o zaguau de e n t r a d a c u y a f o t o g r a f í a r e p r o d u c i m o s , p e r t e n e c i e n t e a la c a s a del S r J u a n C a r l o s R o d r í g u e z , sita en la calle M i n a s e n t r e las de M i guelete y Nueva Y o r k , a m é n de infinidad de c h a l e t s y palacetes (pie son un elevado e x p o n e n t e de n u e s t r a evolución a r q u i t e c t ó n i c a . A c t u a l m e n t e se e s t á n p r e p a r a n d o , en e s t e imp o r t a n t e e s t a b l e c i m i e n t o , los m á r m o l e s d e s t i n a d o s al edificio del B a n c o de la R e p ú b l i c a en la ciudad de Paysandú, ' S e t r a t a , indudablemente, de unos talleres m o delos en su g é n e r o , y en los que se realizan los m á s i m p o r t a n t e s y delicados t r a b a j o s . T o d o ello habla muy alto de la capacidad t é c n i c a de sus d i r i g e n t e s , los S r e s . L a v i e r e V i t a c c a c h i j o s , e l e m e n t o s de e j e m plar laboriosidad y muy a c r e e d o r e s , por c i e r t o , a los prestigios de que g o z a n , por que han sabido c o n q u i s t a r l o s por sus propios m e r e c i m i e n t o s . L a p e r f e c t a c o n c l u s i ó n de t o d o s los t r a b a j o s que salen de e s t o s bien a c r e d i t a d o s talleres, la bondad del m a t e r i a l que se emplea en los m i s m o s , el perf e c c i o n a m i e n t o y modernidad de sus i n s t a l a c i o n e s m e c á n i c a s que la permiten responder a una d e m a n da intensa, j u s t i f i c a n las p r e f e r e n c i a s que p a r a e s t e e s t a b l e c i m i e n t o tienen n u e s t r o s m á s d e s t a c a d o s a r Sr. Laviere Vitacca quitectos y constructores. fundador del establecimiento

Taller


JQ'F ÍÍSPO O

l'arto posterior dol edificio

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Pronto de lu Curtiembres "MarnAa* S. A

C U R T I E M B R E S " M A R O Ñ A S , S . A.'

blecimiento, forman ya 1111 verdadero pueblo.

I l a c e 3 5 años, casi, donde a c t u a l m e n t e se l e v a n t a n las g r a n d e s fábric a s de las " C U R T I E M B R E S M A R O Ñ A S S . A . " a un lado del c a m i n o de la Cuchilla G r a n d e , h a b í a un pequeño g a l p ó n que s e r v í a , aunque en f o r m a m u y rudimentaria, para c u r t i r c u e r o s . E r a n e n t o n c e s p r o p i e t a r i o s de e s a incipiente f á b r i c a , los s e ñ o r e s A n d r é s , Francisco y Antonio Ramponi, bast á n d o s e por sí sola para s a t i s f a c e r las e x i g e n c i a s de n u e s t r a plaza. E l e s t a b l e c i m i e n t o , a f u e r z a de t e s ó n e inteligencia de p a r t e de los h e r m a n o s R a m p o n i , fué p r o g r e s a n d o , lenta p e r o s e g u r a m e n t e . A u m e n t a b a la producción y m e j o r á b a s e , indudab l e m e n t e , la m e r c a d e r í a , que tenía una a m p l í s i m a a c e p t a c i ó n en toda la R e pública. L a e m p r e s a adquiría s t o c k s c a d a vez m á s abultados de c u e r o s en pelo, — el f r u t o f r e s c o — p a r a de inmediato t r a b a j a r l o de a c u e r d o con procedim i e n t o s industriales, c o m o d e c i m o s m á s a r i i b a , muy r u d i m e n t a r i o s , m a n u a l m e n t e . N o h a b í a m á q u i n a s , en e f e c t o . E l d e s a r r o l l o v e r d a d e r o de la i n d u s t r i a de c u r t i d u r í a se puede decir que r e c i é n d a t a de u n o s 15 a ñ o s a t r á s , é p o c a en que los a m e r i c a n o s y alemanes e m p e z a r o n a l a n z a r sus m á q u i n a s por t o d o el m e r c a d o mundial. E s desde e n t o n c e s , p r e c i s a m e n t e coincidiendo con la g u e r r a europea, que la S O C I E D A D R A M P O N I H n o s . e m p e z ó a adquirir una g r a n i m p o r t a n cia. L o s países b e l i g e r a n t e s , c a r e n t e s de c u e r o s , hacían demandas e x t r a o r dinarias. L a f á b r i c a e n t o n c e s r e s pondió a m p l i a m e n t e a los pedidos que se le f o r m u l a b a n desde los p a í s e s del N o r t e , m e j o r a n d o s i m u l t á n e a m e n t e la calidad dc los c u e r o s , c u y o p r e s t i g i o en aquellos m e r c a d o s c o t i z á b a s e c a d a día en m á s a l t o grado. E n el a ñ o 1919 se t r a n s f o r m ó la SOCIEDAD RAMPONI linos, t.i SOCIEDAD ANONIMA, i n t e g r a d a por don A n d r é s R a m p o n i , que desde ent o n c e s h a s t a la f e c h a ocupa su presidencia con el unánime b e n e p l á c i t o de los que le rodean. D o t a d a de modernísim a s maquinarias, la F á b r i c a se ha i m p u e s t o definitivamente. L a c u r t i e m bre se realiza en f o r m a impecable, empleándose en su manipulación a c e n t e n a r e s de o b r e r o s , c u y a s viviendas, en derredor del e s t a -

c / e / V

F a l t a ahora, para p e r f e c c i o n a r l a t o t a l m e n t e , poniéndose a la par de cualquier e s t a b l e c i m i e n t o similar e x t r a n j e r o , realizar las o b r a s de saneamiento. — problema esto i m p o r t a n t í simo y que ya lia sido resuelto por la Municipalidad de Montevideo, en inteligencia con esta Sm iedad. E11 e f e c to, esas ol í a s de saneamiento ya han sido iniciadas, puniendo la S o c i e d a d a disposición del Municipio los fondos necesarios para llevarlas a feliz t é r m i no. Con esto 110 lia hecho más que poner de m a n i f i e s t o su e x c e l e n t e voluntad y su espíritu verdaderamente prog r e s i s t a ya evidenciados, por cierto, con mucha anterioridad, en la o r g a n i zación y m o n t a j e de 1111 establecimiento que, por su producción e s m e r a d a , por su capacidad y r e n o m b r e , dentro y fuera de las f r o n t e r a s del país, c o n s tituye un elevado e x p o n e n t e de la industria nacional y de su p e r f e c c i o namiento p r o g r e s i v o .

Tros

aspectos

Interiores dol Importante establecimiento.

La " C U R T I E M B R E S M A R O Ñ A S S. A . " e s t á instalada dc tal m a n e r a , (pie se pueden curtir 10.000 c u e r o s v a c u n o s grandes m e n s u a l m e n t e . E s t a producción deja ancho m a r g e n p a r a e x p o r t a r mercadería, lo que la S o c i e d a d realiza en grande e s c a l a h a c i a los países de A m é r i c a y m u c h o s de E u r o p a que hasta no hace m u c h o s a ñ o s enviaban al país a l g u n o s tipos de c u e r o s c u r t i dos que aquí no se fabricaban. Kl capital realizado de la " C U R T I E M B R E S M A R O Ñ A S S. A . " es de $ 600.000. S u D i r e c t o r i o está constituido por las personas que de inmediat o n o m b r a m o s , eficaz g a r a n t í a de p r o s p e r i d a d : P r e s i d e n t e : I). A n d r é s R a m p o n i . S e c r e t a r i o : D. M a r t í n A g u e rre. V o c a l : D. R o b e r t o R a m p o n i . L o s e s c r i t o r i o s de e s t e establecim i e n t o e s t á n instalados en la calle ¿5 de M a y o N.° 4 8 8 .

VI.Hta Roneral del establecimiento "Curtiembres Maroñas S

A."


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líos accionados por e n e r g í a s u m i n i s t r a d a p o r la U s i n a E l é c t r i c a de M o n t e v i d e o . L a capacidad p r o d u c t o r a d e la f á b r i c a alcanza a una cifra de 165.000 c u e r o s a n u a l e s de todos t a m a ñ o s los que pueden c l a s i f i c a r s e dc la siguiente m a n e r a : 6 0 . 0 0 0 para c h a r o l e s , c u e ros para valijas y para tapicería, suela c h a r o lada para c a r r u a j e s y v a q u e t a s al c r o m o n e g r a s y de color para calzados e t c . ; 5.000 d o c e n a s de c u e r o s de c a r n e r o t r a b a j a d o s de d i f e r e n t e s m o dos, y el r e s t o para suelas, c o r r e a s y o t r o s u s o s .

La C U R T I E M B R E LANZA y Cía. I l u s t r a m o s e s t a s Un establecimiento modelo p á g i n a s COI1 algunas fotograf í a s de varias secciones de la C u r t i e m b r e de los s e ñ o r e s L a n z a y Cía., verdadero e s t a b l e c i m i e n t o e j e m p l a r en su g é n e r o y, al m i s m o tiempo, d e m o s t r a c i ó n viva de lo que pueden la actividad y la p e r s e v e r a n c i a para v e n c e r las n u m e r o s a s dificultades que se p r e s e n t a n c a d a vez que en e s t e país joven se t r a t a de i m p l a n t a r una n u e v a industria, dificultades que emanan de la indiferencia, cuando no hostilidad del a m b i e n t e f r e n te a p e r s o n a s renovadoras y videntes c o m o en el p r e s e n t e c a s o del s e ñ o r J u a n D o m i n g o L a n z a . L a i m p o r t a n t e C u r t i e m b r e y C h a r o l e r í a del s e ñ o r L a n z a fué fundada en el a ñ o 1870 c u a n do todavía no e x i s t í a en la R e p ú b l i c a o t r o est a b l e c i m i e n t o similar. E s t á ubicado en uno de los b a r r i o s suburb a n o s de la capital, en el p a r a j e denominado N u e v o P a r í s , s o b r e la línea del F e r r o c a r r i l que va al pueblo S a n t i a g o V á z q u e z en la B a r r a del R í o Santa Lucía. L o s edificios, dependencias de las d i v e r s a s secciones de la C u r t i e m b r e no tienen las m i s m a s p r o p o r c i o n e s y amplitud que tenían hace cincuenta y cinco años. A medida que los productos allí elaborados fueron a b r i é n d o s e m e r c a d o s nuevos, la industria fué f l o r e c i e n d o y en relación a la c r e c i e n t e demanda fué a u m e n t a n d o la producción. L a intensidad de é s t a obligó al señor J u a n D o m i n g o L a n z a a ampliar el edificio primitivo que h o y ocupa una e x t e n s i ó n de 6 0 . 0 0 0 m e t r o s c u a d r a d o s , e x c l u s i v a m e n t e destinados a las necesidades del e s t a b l e c i m i e n t o . P a r a d a r m o v i m i e n t o a las n u m e r o s a s m á quinas empleadas en las d i f e r e n t e s s e c c i o n e s dc la C u r t i e m b r e hay instalados 20 m o t o r e s e l é c t r i c o s que d e s a r r o l l a n una fuerza dc 6 0 0 c a b a -

E s t a producción e x t r a o r d i n a r i a se debe a la c o n s t a n t e preocupación del p r o p i e t a r i o S r . L a n z a para m a n t e n e r su e s t a b l e c i m i e n t o a la a l t u r a de las m á s m o d e r n a s c u r t i e m b r e s e u r o peas. sustituyendo m á q u i n a s a medida q u e la m e c á n i c a aplicada a e s t a industria las c r e a b a y aplicando p r o c e d i m i e n t o s de t r a b a j o de a c u e r d o con las m á s m o d e r n a s y p e r f e c t a s ideas en m a teria de a p r o v e c h a m i e n t o del t i e m p o . Y a todo e s t o d e b e m o s unir la c o n t i n u a selección operada e n t r e su personal t é c n i c o con el o b j e t o de que los t r a b a j o s delicados queden al cuidado de personal especialista e idóneo. Así es c o m o los s e ñ o r e s L a n z a y Cía. han l o g r a d o producir a r t í c u l o s de p r i m e r a calidad que son solicitados n o s o l a m e n t e por los c o n s u midores, cada vez m á s n u m e r o s o s de n u e s t r o país, sino t a m b i é n por los m e r c a d o s e x t r a n j e r o s en el B r a s i l , I n g l a t e r r a , H o l a n d a , D i n a m a r ca, E s p a ñ a y F r a n c i a , donde g o z a n dc m e r e c i do r e n o m b r e y g e n e r a l a c e p t a c i ó n .

1 Sección

curtidos Vegetal — 2. Curtidos 3. Otra xccclóu de curtidos

ni

Cromo

L a producción de v a q u e t a s y suelas, e s p e cialmente de v a q u e t a c h a r o l a d a s o b r e la cual e n tendidos c o m e r c i a n t e s en c u e r o s han d e c l a r a d o que puede c o m p e t i r v e n t a j o s a m e n t e con los m e j o r e s productos f r a n c e s e s y n o r t e a m e r i c a n o s , es cada vez m a y o r . E n la inmensa m a y o r í a de las E x p o s i c i o n e s realizadas en el e x t r a n j e r o , la C U R T I E M B R E


sQf fifipp c/ef Ce7i/encrp/o O

_ _ _ _ _ Máqulnus de medir

L A N Z A & Cía. ha obtenido honoríficas distinciones. E n t r e ellas podemos enumerar las siguientes: ocho medallas de oro, tres de plata, una de bronce, un primer premio, un diploma de honor y tres "Grand prix". Además de la curtiembre, la firma L A N Z A & Cía. e s propietaria de un bien montado taller de talabartería y bastería en el que trabajan 120 hábiles operarios y que abastece a la inmensa mayoría de casas de comercio de nuestra campaña. L a casa central, donde la C U R T I E M B R E L A N Z A & Cía. tiene instalados sus escritorios y oficinas de ventas, se halla establecida en la calle Galicia 903 al 907 ocupando un amplio edificio propio en el que funcionan todas sus secciones. El número de clientes que actualmente tiene la casa excede a la significativa suma de tres mil quinientos y el de operarios ocupados en las diversas dependencias de las mismas es normalmente de seiscientos, cifra que en cierta época del año en la que abundan los pedidos, es fácilmente sobrepasada. L a Curtiembre, con el objeto de atender al creciente intercambio comercial que mantiene con el Brasil, ha abierto en la ciudad de R í o J a n e i r o una sucursal que se ocupa preferentemente de la venta de los productos elaborados en la gran Curtiembre de Nuevo París. El destacado rol que la casa fundada por don J u a n Domingo Lanza, desempeña en la historia industrial de nuestro país la hacen acreedora de los más encomiásticos elogios, siendo de desearse que el ejemplo de la propulsión que a este ramo de industria ha sabido dar, sea tomado c o m o ejemplo digno de imitación.

Siendo c o m o es en el Uruguay, la riqueza mayor, la ganadería, su abundante materia prima en cueros permite el desarrollo floreciente de las manufacturas que con ella tienen atingencia. L a acción industrial desarrollada pués en el sentido de su aprovechamiento, por la gran Curtiembre L A N Z A & Cía., permite disminuir la exportación del producto virgen, llamémosle así al cuero enviado sin trabajar al exterior, sustituyéndola por el cuero trabajado, acreditando la bondad de nuestra producción industrial en los mercados europeos y norteamericanos de los cuales, hasta 110 hace muchos años, éramos tribu-

Sección expediciones

d e f f

„.

U r u g u a y *

• ir«W Sección

Talabartería

tarios en este renglón importante del consumo público. Por otra parte, el desarrollo floreciente de esta industria de cuya perfección y adelanto es ejemplo elocuente esta Curtiembre, 110 solo dá un destino aprovechable a una de las grandes fuentes de producción del país, pués que con la carne y la lana forman el 90 °/o de nuestro comercio de exportación, sino que proporciona trabajo a millares de brazos, contribuyendo así al bienestar de muchos hogares. Y no es este el único aspecto beneficioso del inmejorable desarrollo de esta industria para la economía nacional, sino también el de que ella evita que se envíen al exterior gruesas sumas de dinero para la obtención de productos que aquí han llegado a elaborarse, en todos los tipos, aún los más delicados, con tanta perfección que superan en infinito número de casos, a los de los más afamados centros manufactureros del Mundo. L l e g a r á un día, gracias al esfuerzo y a la actividad inteligente desarrollada por los establecimientos que como los de L A N Z A & Cía. son 1111 elocuente ejemplo de nuestra admirable evolución industrial, que 110 se exportará del pais ningún cuero que no sea previamente trabajado en las grandes curtiembres nacionales. P o r lo pronto, los señores L A N Z A & Cía. con su enorme y acreditada producción llenan buena parte del consumo interno y desplazan su actividad comercial a los países del Continente y a muchas naciones europeas donde gozan dc merecida acogida y de gran prestigio. Una visita a sus depósitos y almacenes de venta en los que se acondiciona la gran producción del importante establecimiento de Nuevo París, basta para convencer que el Uruguay, en esta materia industrial, se ha librado de toda tutela e x t r a n j e r a y elabora todo lo que necesitan las diversas fábricas y talleres, cuyo elemento principal es el cuero curtido en las diversas formas de su presentación. Hablan, con elevada elocuencia, a este respecto, las cifras consignadas en la estadística de nuestro comercio de importación, en el que el renglón de cueros curtidos figura, año tras año con cantidades que 110 gravitan mayormente sobre los recursos nacionales. Y esto, que debe consignarse por que refleja honor sobre la capacidad manufacturera del Uruguay, se debe, en mucha parte, al perfeccionamiento de la gran Curtiembre de los Sres. Lanza & Cía. y a la bondad de todos los artículos que en ella se elaboran.

Depósito y Oficina de Ventas


en el año 1905 resuelven i n s t a l a r , en el P u e r t o FÁBRICAS DE T E J I D O S I n d i s c u t i b l e m e n t e q u e el g r a n d e s a r r o l l o v « LA INDUSTRIAL " y '* LA NACIONAL '» del S a u c e , en la localidad c o n o c i d a p o r J u a n p e r f e c c i o n a m i e n t o a l c a n z a d o p o r la industria L a c a z e , d e p a r t a m e n t o de C o l o n i a , u n a n u e v a de SALVO, CAMPOMAR y Cía. t e x t i l e n el U r u g u a y e s t á vinculado al e s f u e r fábrica, m a g n í f i c a p o r su c o n s t r u c c i ó n y c a zo. p e r s e v e r a n c i a y a c c i ó n i n t e l i g e n t e desplegapacidad productiva y en la que se e l a b o r a r í a n a r t í c u l o s finos. E s t a da p o r los s e ñ o r e s S a l v o . C a m p o m a r y Cía., p r o p i e t a r i o s de las fa fábrica se denominó' " L a I n d u s t r i a l " y cu p o c o s a ñ o s c o n s t i t u y ó la líricas de t e j i d o s d e n o m i n a d a s " L a I n d u s t r i a l " y " L a Nacional . Ani m á s poderosa dc las m a n i f e s t a c i o n e s m a n u f a c t u r e r a s del país. E l e x h a s . p o r su o r g a n i z a c i ó n , por la n a t u r a l e z a de sus m a q u i n a r i a s motenso y estéril arenal d e r n a s , p o r la ampli de J u a n L a c a z e vió t u d d e su p r o d u c c i ó n surgir, p o r el espíriy p o r la b o n d a d de tu e m p r e n d e d o r de l o s a r t í c u l o s que elalos s e ñ o r e s S a l v o y boran. reflejan honor Campomar, sobre una s o b r e el pais y son superficie de 4 5 . 0 0 0 un elevado e x p o n e n m e t r o s c u a d r a d o s , el t e de su capacidad y m a c i z o de m a n i p o s t e progresos manufacría de 1111 g r a n d i o s o tureros. edificio q u e h a b í a de La primera fát r a n s f o r m a r la l o c a brica de t e j i d o s que lidad en 1111 e m p o r i o se e s t a b l e c i ó en nuesde t r a b a j o y e c h a r t r o país, c o n la delos c i m i e n t o s de un n o m i n a c i ó n de " L a pueblo próspero y V i c t o r i a " , fué en el progresista. E n esta a ñ o 1897, e s decir, fábrica trabajan achace ahora 28 años. tualmente más de L a i n s t a l a r o n , en m o ochocientos obreros destas condiciones, de a m b o s s e x o s . en las proximidades Las modernas y del P a s o del Molino, complicadas máquilos s e ñ o r e s L o r e n z o nas que p o s e e " L a y J o s é Salvo, giranI n d u s t r i a l " , son m o do la razón social vidas p o r dos podecon la firma dc Salrosos motores "Dievo H n o s . D o s a ñ o s sen", recientemente m á s tarde, en 1899, instalados, de 4 0 0 c a con m o t i v o de h a b e r ballos de f u e r z a cada se asociado los S r e s . uno. S a l v o H n o s . a los L a excelente proSres. Campomar y ducción de e s t e e s t a Cía., que t e n í a n una b l e c i m i e n t o c o m o asif á b r i c a de t e j i d o s en m i s m o la a l t a calidad de sus Aspecto general de las Fábricas de T e j i d o s " L a Industrial" y " L a N a c i o n a l " !a A r g e n t i n a , se c a m b i ó la detejidos, e s t á evidenciada en el en Juan L . L a c a z e nominación de la primitiva fáh e c h o de h a b e r d e s a l o j a d o , c a brica por la de " L a N a c i o n a l " , si t o t a l m e n t e , de n u e s t r o m e r que s i g u i ó o c u p a n d o el m i s m o cado de c o n s u m o la p r o d u c c i ó n local, p e r o ampliada en su casimilar e x t r a n j e r a con la q u e pacidad productiva por la incompite ventajosamente al c o r p o r a c i ó n de un c o n j u n t o de punto de s u p e r a r l a en m u c h o s m á q u i n a s m o d e r n a s , dirigida c a s o s por la bondad de su m a por t é c n i c o s especialistas, con t e r i a prima y la f i r m e z a y buen un p e r s o n a l o b r e r o e x p e r t o , g u s t o de sus t i n t a s . L o s g o b u e n a p a r t e del cual t r a í d o de biernos e u r o p e o s , d u r a n t e la las m á s a c r e d i t a d a s fábricas Oran G u e r r a , dieron p r e f e r e n similares e u r o p e a s y a m e r i c a cia a los p a ñ o s de e s t e p r e s t i nas. Y a en e s a é p o c a e n c o n gioso establecimiento indust r a b a n ocupación en e s t e e s trial para c o n f e c c i o n a r el unit a b l e c i m i e n t o e j e m p l a r , no mef o r m e de sus e j é r c i t o s . nos de c u a t r o c i e n t o s c i n c u e n t a o p e r a r i o s . P e r o la producción de " L a Nacional" no colmaba las e x i g e n c i a s del c o n s u m o i n t e r n o ni la d e m a n da cada día c r e c i e n t e de los h e r m o s o s t e j i d o s que se fabrican en sus t e l a r e s . Kra nec e s a r i o a m p l i a r su capacidad de p r o d u c c i ó n , e x t e n d e r el g i r o de los n e g o c i o s y, con san o o p t i m i s m o s o b r e el porvenir de e s t a industria, los señ o r e s S a l v o , C a m p o m a r y Cía.,

Sección

Hilados

E n el Brasil, Chile, A r gentina, Paraguay, Ecuador, Bolivia y P e r ú , los t e j i d o s e l a borados en " L a Industrial", tienen una envidiable a c e p t a ción y cada día se a m p l í a su m e r c a d o de c o n s u m o .

Un aspecto interior de las Fábricas

Sección Telares

E n c u a n t o al pueblo J u a n L a c a r e , donde se l e v a n t a e s t e i 111 p o r t a n t e establecimento m a n u f a c t u r e r o , h a sufrido en breves a ñ o s una t r a n s f o r m a ción c o m p l e t a . L o s c i e n t o s de o p e r a r i o s que allí e n c u e n t r a n rem u n e r a d o r a ocupación, disponen de higiénicas h a b i t a c i o n e s p a r a ellos y sus familias p o r reducido alquiler mensual, habitaciones que han sido c o n s t r u i d a s p o r los señores S a l v o , C a m p o m a r & Cía., sin m á s i n t e r é s que el de p r o p o r c i o n a r a sus o b r e r o s el m á x i m o de b i e n e s t a r y c o n f o r t . L a casa de v e n t a s y e s c r i t o rios de " L a I n d u s t r i a l " y " L a N a c i o n a l " , ocupan 1111 a m p l i o y h e r m o s o local en la calle U r u g u a y N.° 9 9 5 en el que puede a d m i r a r s e la variedad i n f i n i t a de producción de e s t a s f á b r i c a s .


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E n la Avenida Oral. S a n M a r t í n N." 3 0 9 1 . próE l S r . J U A N P U R P U R A , hombre dc i n t e l i g e n c i a dc J U A N I ' U R P U R A y C i » . x i m o al Houlevar A r t i g a s , se l e v a n t a el nuevo edificio, d e s p i e r t a y con un c o n c e p t o acertado dc las necesidarecién construido, que o c u p a la F A B R I C A H E T E J I des sociales, n o se ha limitado a organizar ú n i c a m e n t e D O S D E A L G O D O N D E J U A N P U R P U R A Y Cía. Digamos algo un e s t a b l e c i m i e n t o de e f i c i e n c i a industrial, sino (pie. dentro de la de la F á b r i c a , aunque sea s o m e r a m e n t e , y a l g o también dc su iniciador, relatividad de sus medios, h a p u e s t o un empeño plausible en m e j o r a r el S r . P ú r p u r a . las condiciones de vida de todos sus c o l a b o r a d o r e s . I'ara el e f e c t o ha instituido una C A J A D E P R E V I S I O N Y S O C O R R O , c u y a reglaL a F á b r i c a que n o s ocupa, se d e n o m i n ó , antes, A L G O D O N E R A m e n t a c i ó n , en lo suhtancial, e s t a b l e c e el siguiente humanitario U R U G U A Y A ( S O C I E D A D A N O N I M A ) , en c u y o D i r e c t o r i o figuprincipio: raban los n o m b r e s m á s p r e s t i g i o s o s dc la industria v del comercio del país. " T o d o operario de la F á b r i c a dc J U A N P U R P U R A y Cía., por L o s r e n g l o n e s que a b a r c a son n u m e r o s o s , comprendiendo todos el solo h e c h o de s o m e t e r s e a las o b l i g a c i o n e s que impone el t r a b a j o , los a r t í c u l o s de algodón en g e n e r a l , (pie resultan de excelente calidad y sin e r o g a c i ó n alguna de su parte, a d q u i e r e los s i g u i e n t e s d e r e c h o s ; y m a n u f a c t u r a d o s a la p e r f e c c i ó n . 1." — A s i s t e n c i a médica y medicinas. E l v a s t o y m o d e r n o edificio, del que se ha ocupado detenidamente 2." — Subsidio diario m i e n t r a s dure la e n f e r m e d a d . la p r e n s a m e t r o p o l i t a n a , por que e n t r e o t r a s muchas c a r a c t e r í s t i c a s , 3 " — Subsidio a los deudos en c a s o de m u e r t e . o f r e c e la de t e n e r la a z o t e a m á s g r a n d e de todo Montevideo, hecha 4." — Subsidio para g a s t o s de duelo, de h o r m i g ó n a r m a d o toda ella, c o n s u l t a sabiamente los m á s altos 5." — Subsidios e indemnizaciones por a c c i d e n t e s del t r a b a j o . p r e c e p t o s de la higiene y de la comodidad. 6." — Subsidio a los padres de m u c h o s h i j o s c u y o s o s t e n i m i e n t o S u s distintos pisos, cu e f e c t o , son amplios, sumamente ventilados dependa ú n i c a m e n t e del tral a j o paterno. y plenos de luz, lo que hace (pie el operario se e n c u e n t r e en 1111 7.° — S u b s i d i o por alumbramiento. a m b i e n t e , a más de sano, a g r a d a b l e . H.° — A y u d a general para c o n c u r r i r a los colegios con decencia E l e s t a b l e c i m i e n t o da o c u p a c i ó n a unas t r e s c i e n t a s p e r s o n a s , la y provecho". m a y o r í a m u j e r e s , y es dirigido p e r s o n a l m e n t e por el s e ñ o r J u a n P ú r M e r c e d a esta j u s t i c i e r a concepción de los deberes sociales, el pura, quien une a su capacidad industrial, un espíritu amplio y personal o b r e r o del e s t a b l e c i m i e n t o está a c u b i e r t o de las m á s t r i s t e s g e n e r o s o , nutrido en las e n s e ñ a n z a s de la vida, en el estudio, y en la y dolorosas c o n t i n g e n c i a s de la vida, pues cuenta, cu c a s o de necesie x a c t a c o m p r e n s i ó n de los p r o b l e m a s p r o l e t a r i o s . dad, con el auxilio eficaz y oportuno. B a j o e s t o s dos a s p e c t o s o f r e c e a r i s t a s bien salientes y dignas de devtii EMitre n t r e los puntos que merecen destacarse de este R K G L A M K N T O mencionarse. o t o rgan un 75 °/c de D E I ' R E V I S I O N Y S O C O R R O , cst.-i, ibrcro padre de f a m i l i a ; el U n a e x t e n s a conversación m a n t e n i d a con este h o m b r e e m p r e n su salario, en los c a s o s de enfermedad al.soluto de e l l a : 50 % y dedor y activo, nos dió apreciada o p o r t u n i d a d de r e c o g e r de sus labios 50 % al que 11o es j e f e de familia o -< 25 '/<, r e s p e c t i v a m e n t e , i n t e r e s a n t e s impresiones, cuando se Ira! 1 de caque t r a t a r e m o s de r e p r o sos de inhabilitación paducir con la m a y o r fidera e! t r a b a j o : p a g o de los lidad. g a s t o - de entierro, a sus — ¿ E s p r ó s p e r o el deudos, en caso de falled e s a r r o l l o de e s a induscimiento de 1111 o b r e r o tria de t e j i d o s ? — i n t e más una cantidad cu m e rrogárnosle. tálico equivalente a dos — L e s diré a V d s . —1 meses de sueldo o de j o r nos respondió. — L a fa-1 nales, si el e x t i n t o era b r i c a c i ó n de tejidos de j e f e de f a m i l i a ; y de 1111 a l g o d ó n lucha, en nuesmes sinó lo e r a ; un aut r o país, con dificultades m e n t o dil 1 0 % en el evidentes, que radican en jornal de cada o p e r a r i o la c o m p e t e n c i a con la por cada hijo m e n o r dc i m p o r t a c i ó n y en lo des[4 años, a partir del t e r a r r e g l a d o de 1111 e s t r a cer h i j o ; el derecho, a actual t a r i f a aduanera. cada obrera, que e s t é 1 lay muchos artículos, por ser madre, a r e t i r a r en e f e c t o , (pie podrían se un liles antes de la m a n u f a c t u r a r s e con ven1 presunta f e c h a del a l u m t a j a s para todos, pero se bramiento, con g o c e de pierde esta resultancia medio s a l a r i o ; utilización f a v o r a b l e por (pie las t a de los servicios de P a r t e r i f a s a d u a n e r a s 11o son ra, o en su d e f e c t o un lo s u f i c i e n t e equilibradas subsidio de V E I N T E c o m o para poderlos amPESOS; retención del p a r a r en elias. puesto que desempeñaba, hasta seis semanas después del p a r t o y con — ¿"Y usted c r e e que serían i m p o r t a n t e s los resultados que se un subsidio equivalente al 6 o % de su s a l a r i o ; y si es madre de h i j o s obtendrían con una p r o t e c c i ó n m á s franca, y que valdría la pena de los cuales fuere el único sosten, tul a u m e n t o del lo % e n dicho intentarla? subsidio; el derecho a dos días de licencia con g o c e de sueldo, para — Sin duda n i n g u n a ! E11 p r i m e r t é r m i n o ello c o n s e n t i r í a emplear el o b r e r o cuya c o m p a ñ e r a h a y a dado a luz. o doble j o r n a l si o p t a r a en n u e s t r a F á b r i c a , por e j e m p l o , por lo m e n o s M I L O B R E R O S , en por t r a b a j a r esos d i a s ; p r o t e c c i ó n , c o n s i s t e n t e en el s u m i n i s t r o de l u g a r de los T R E S C I E N T O S que a h o r a t e n e m o s , con el c o n s i g u i e n t e libros, útiles, y, en caso necesario, prendas de vestir, para el o b r e r o b e n e f i c i o social. P e r o el p r o b l e m a es m u c h o más trascendental, y que concurra a las escuelas n o c t u r i . a s ; y también para los h i j o s dc o f r e c e a s p e c t o s de m a y o r i n t e r é s , s e g u r a m e n t e ; por lo que al propio los o b r e r o s que lo necesiten, etc., etc. S e provee, asimismo, a t o d o el t i e m p o que se ampliaría en g r a d o superlativo la acción industrial, personal que lo desee, de a r t í c u l o s de c o n s u m o y de vestuario, a prenos llevaría al desiderattim de independizarnos de la tutela e x t r a n j e r a cios de costo. S e t r a t a , c o m o se ve por lo (pie d e j a m o s reseñado, de para la o b t e n c i ó n de la m a t e r i a prima, pués que cultivaríamos una industria y de un industrial a c r e e d o r e s a todos los h a l a g o s de a l g o d ó n en n u e s t r o país. é x i t o que 11o c o n c r e t a su acción al desenvolvimiento de una m a n i f e s interrogamos: E n t e n d i m o s e s t a r a n t e una novedad, tación activa de n u e s t r o s g r a n d e s p r o g r e s o s m a n u f a c t u r e r o s en lo — ¿ C o n s i d e r a Vd.. factible e s o ? que se refiere a tejidos en general, sinó también a h a c e r p r á c t i c o s los — A b s o l u t a m e n t e ! Y 11o c r e a n que se t r a t a de f a n t a s í a s o e x c e s o principios más avanzados y g e n e r o s o s en m a t e r i a social, c o n t e m p l a n d o de o p t i m i s m o . Y o m i s m o lo he e x p e r i m e n t a d o , p r á c t i c a m e n t e , y con la situación de los que en el t r a b a j o diario y con su e s f u e r z o , c o n t r i buenos resultados, aunque, c l a r o e s t á , en pequeña escala, con ensayos buyen al é x i t o de toda iniciativa fabril, son causa principal ele su desque llevo realizados en t e r r e n o s de 1111 propiedad; y puedo g a r a n arrollo floreciente y por ende de su seguridad de vida. tizarles que el algodón c o s e c h a d o era e x c e l e n t e . T o d o c o n s i s t i r í a en P o r o t r a p a r t e ! la v a s t a producción textil de e s t e i m p o r t a n t e esbuscar en el i n t e r i o r de la República, t i e r r a s apropiadas, que las hay, tablecimiento, capacitado por la naturaleza de sus m a q u i n a r i a s m o •para el cultivo intensivo, t r a t a n d o de que, por su ubicación, hicieran dernas, la amplitud de su nuevo local c o n s t r u i d o de acuerdo con los fácil el t r a n s p o r t e . Calculen ustedes c u a n t a s v e n t a j a s r e p o r t a r í a , m á s avanzados preceptos de higiene y c o n f o r t edilicio en e s t a b l e c i ésto, para la e c o n o m í a n a c i o n a l ; el a u m e n t o de población en miles y m i e n t o s de esta índole, para s a t i s f a c e r las e x i g e n c i a s del c o n s u m o miles de individuos, (pie el cultivo de tan preciado textil a p a r e j a r í a ; i n t e r i o r del país y llevar el p r e s t i g i o de n u e s t r a actividad industrial el f l o r e c i m i e n t o de una industria tan i m p o r t a n t e ; el a b a r a t a m i e n t o de al e x t e r i o r , g o z a de un merecido c r é d i t o por la perfección c o n (pie a r t í c u l o s tan indispensables; y la supresión del c o n t i n u o y vivo d r e n a j e se elaboran y la selección de la m a t e r i a prima empleada. de dinero que r e p r e s e n t a la introducción de esa m a t e r i a prima. L a clientela de este e s t a b l e c i m i e n t o es n u m e r o s a y ella se distribuye por todos los á m b i t o s del país, llegando en m u c h a s p l a z a s comerciales del c o n t i n e n t e a m e r i c a n o a imponerse sobre los a r t í c u l o s similares dc o t r a s procedencias.

E l problema es, en verdad, i n t e r e s a n t e , p e n s a m o s ; y ello nos hizo r e f l e x i o n a r , una vez m á s , en c u a n t o queda aún por h a c e r en nuest r o país en una m a t e r i a tan i m p o r t a n t e c o m o lo es la incorporación de nuevos cultivos -

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Centenar/o U r u g u a y o

FÁBRICA DE T E J I D O S tadas a modo de ensayo, en 1909. U b i c a d a e n t r e AlaE l U r u g u a y , p a í s c l a s i f i c a d o y a c r e d i t a d o e n t r e los roñas y C a r r a s c o , sobre la v e r t i e n t e sur de la c u c h i l l a de A L V A R E Z L I S T A y Cln. g r a n d e s p r o d u c t o r e s y p r o v e e d o r e s de m a t e r i a prima — G r a n d e , en el barrio sub-urbano c o n o c i d o p o r " F l o r de del r i c o t e x t i l del q u e a ñ o t r a s a ñ o realiza zafras, por M a r o ñ a s " ocupa un área de m u c h o s miles de m e t r o s c u a d r a d o s , y d e c e n a s de m i l l o n e s de kilos, f r u t o periódico v bien e s t i m a d o de MIS destaca, en 1111 p a n o r a m a de a l e g r e verdura, sus a m p l i a s y m a c i z a s i n n u m e r a b l e s m a j a d a s , t a n valiosas por MI valor c u a n t i t a t i v o c o m o c o n s t r u c c i o n e s que de c u a l i t a t i v o , n o se m o s l e j o s y a dicen al vit r ó p r e c o z en el t e r r e sitante extraño, algo n o de la i n d u s t r a l i z a de la f u e r z a y la vida c i ó n a c a b a d a de tan de t r a b a j o y de p r o n o b l e pn>ducto. H a c e g r e s o q u e ellas e n m e d i o siglo se descocierran. n o c í a n e n s a y o s , y haL a i n d u s t r i a imce e s c a s a m e n t e t r e i n t a plantada en 1909, en a ñ o s que se i n s t a l a r o n reducida e s c a l a , p e r o los p r i m e r o s telares, demandando desde su con la timidez propia iniciación un capital «le quien e n s a y a en r e s p e t a b l e por la p r o a m b i e n t e 110 p r e p a r a pia índole de la f a b r i do, y aún podría decación y cl valor c r e c i r l e . mal p r e p a r a d o , ciente dc la m a t e r i a p a r a a c e p t a r y difunp r i m a, a d q u i r i ó en dir el p r o d u c t o de la pocos a ñ o s un d e s e n industria n a c i o n a l . Sin volvimiento superior e m b a r g o los e n s a y o s al calculado, — aún n o fueron en ningún c u a n d o el c á l c u l o fuemomento desalentadora h e c h o con c r i t e r i o res, y el t e s ó n , el m e o p t i m i s t a . P r o n t o se j o r a m i e n t o en la favió la necesidad y c o n bricación y c i r c u n s t a n veniencia de a r r i e s g a r cias especiales y de nuevos capitales en poderoso i n f l u j o en la s a t i s f a c c i ó n 110 sólo a Fábrica de tejidos de Alvarez Lista y Cía. — Entrada principal sobre el camino Veracierto v i d a e c o n ó m i c a de! la a u m e n t a d a d e m a n d a m e r c a d o con.Mimidor, de la producción, sino dieron c o m o resultaen p r o de la idea inidos c o m p e n s a d o r e s los cial de c u b r i r t o d o s que hoy vienen pallos r e n g l o n e s de la pando quienes sieme l a b o r a c i ó n dol rico pre tuvieron fé en la t e x t i l que se industrianueva industria, y lizaba, y c o l o c a r a la c o n f i a n z a en su propia vez la f á b r i c a sobre c o n c i e n c i a y capacidad un plano q u e le perdc p r o d u c t o r e s intelim i t i e r a c o m p e t i r en gentes y prácticos. calidad y h a s t a en c a n N o s o n todavía tidad, c o n las unidan u m e r o s a s en n u e s t r o das s i m i l a r e s m á s impaís las entidades dep o r t a n t e s del R í o de dicadas a la industriala P l a t a . lización de la m a t e r i a a r r i b a c i t a <1 a, p e r o Habiéndose opepuede a s e g u r a r s e que rado en 1913 un c a m t«*las y cada una de bio de f i r m a por el ellas han l o g r a d o con cual q u e d ó el e s t a b l e a c c i ó n meritoria y c i m i e n t o b a j o la r a | »erse verán te, conquiszón social que a c t u a l t a r lo que p a r e c í a inm e n t e la d i r i g e y adconquistable: la dem i n i s t r a , la nueva firmanda p r e f e r e n t e en ma a c o r d ó c o m o pric a s a propia, y se ha mer procedimiento baVista parcial ds los telares sabido llevar m á s allá sar un amplio p r o g r a de n u e s t r a s f r o n t e r a s , m a de r e f o r m a s , a m la e t i q u e t a u r u g u a y a , pliaciones y hasta con honra para el país, t ransformaciones, de y p r o v e c h o p a r a los a c u e r d o con las e x i industriales producgencias más arriba tores. e x p r e s a d a s , dando un sensible impulso a las E n t r e las entidadiversas s e c c i o n e s y a des r e f e r e n c í a d a s , y instaladas, i m p l a n t a n que d e s t a c a n h o y su do o t r a s , y m o d i f i c a n rica p r o d u c c i ó n , solido p r o c e d i m i e n t o s de citada y a p r e c i a d a en t r a b a j o y de p r o d u c todos los p u n t o s c o n ción. sumidores de n u e s t r o

t e r r i t o r i o , y aún en algunos extranjeros, puede ser citada y colocada eti línea de preferencia la f á b r i c a de t e j i d o s que h a a r r a i g a d o en n u e s t r a plaza b a j o la f i r m a A l v a r e z L i s t a y Cía., f á b r i c a q 11 e c o n s t i t u y e h o y uno de los m á s p r e c i a dos f a c t o r e s del p r o greso industrial del Uruguay.

Sección hilandería

L a fábrica de t e j u os de los s e ñ o r e s A l v a r e z L i s t a y Cía., iniciada dieciseis a ñ o s hace — se ha ido desenvolviendo ,en . ondas e x ,c é n t r i c a s , c u y o punto c e n t r a l f u e r o n las m o d e s t a s i n s t a l a c i o n e s implan-

A tal fin se adquirieron nuevos y c o s t o sos equipos de m a q u i n a r i a s , obteniéndose e n t r e las m á s r e n o m bradas f á b r i c a s d e I n glaterra, Bélgica, Francia, Alemania y E . U . de N o r t e A m é rica, los m á s m o d e r n o s y eficaces elementos de f a b r i c a c i ó n .

Se aumentaron c o n s i d e r a b l e m e n t e las secciones de telares, cardas y urdimbres, se hizo una i n s t a l a c i ó n períccta hilandería, se amplió y m e j o r ó la t i n t o r e r í a , y se r e f o r m a r o n y perfeccionaron diversas s u b - s e c c i o n e s a n e x a s que debían a c o m p a -


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Vista fragmentarla de la seoción "urdidoras"

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Cen fencrp/O —Uruguayo

Vista parcial de la sección " c a r d a s "

hoy no menos de doscientos obreros, en su gran mayoria formados fiar dignamente la producción y perfeccionamiento dc las secciones allí desde el más rudimentario aprendizaje, y esc número significa básicas. El desenvolvimiento dc este programa de mejoras y ampliamucho para cl bienestar local dentro del radio de acción de aquella. ciones, que se fué cumpliendo como ya hemos dicho en ondas excénSin dejar de cumplir estrictamente con las imposiciones dc nuestricas, hasta dar al cuerpo inicial el volumen respetable que hoy ostenta, exigió nuevas y aparentes construcciones, asi c o m o la transtras modernas leyes obreras, la fábrica trabaja las veinticuatro horas formación ele la fuerza motriz de la fábrica generada primitivamente del día, con la función rotativa de tres turnos de operarios, siendo a vapor, sustituyendo dc estos, 1111 buen poréste por la energía centaje mujeres. eléctrica, proporcioSu mayor producnada directamente por ción - n trrespondienlas Usinas del Estado. do a las exigencias de Esta transformación— los mercados que sire significaba sin duve pm's aquélla se r ran paso pí ha hecho buena plaza la m e j o r acción de < en Chile, Brasil y Pada sector de la fábriraguay —• la constituca — representó a la yen : paños militares, vez un serio esfuerzo casimires, franelas, de instalación ya <|ue tartanes, paños dc daobligó la implantación ma. bayetas, ponchos, de una sub-usina en rebozos, hilados para la zona dc la fábrica, tejer, fabricándose derivándose una gran gran variedad de todos extensión de cable palos tipos, de acuerdo ra proveerla. O t r a mecon las necesidades y j o r a , que representó aún las veleidades del un esfuerzo de la miscomercio y del consuma índole, lo constimidor—cuyos eventuatuyó la instalación de les gustos y preferenaguas corrientes que cias es necesario predemandó la colocación ver, y estar en condide varios cientos de ciones de satisfacer m e t r o s de cañería cumplidamente. matriz. Ambos serviAspecto de la fábrica por su lado Interno E1 sistema <1 e cios, el de energía eléctrica y cl dc aguas venta — regido por corrientes, repercutieun criterio amplio y ron intensa y benefitolerante — se h a c e ciosamente entre el poniendo directamente vecindario que circunen contacto la fábrica da el establecimiento, con cl detallista, que que pudo aprovechar a la vez provee al puede inmediato dc amblo consumidor, y este bas iniciativas impulprocedimiento — gesadas y costeadas por neralizado en nuestro los señores Alvarez ambiente industrial — L i s t a y Cia. es otro de los factores Realizando así, que obliga la fabricaesfuerzo tras esfuerzo, ción dc una serie de dentro de una idea inrenglones, mayor de teligente y prácticalo que es usual en mente orientada — la otros países, en rela•fábrica fué alcanzando ción con la producción el nivel dc amplia e normal de cada fábrica. inmejorable producción que hoy la caracL o s señores Alvateriza y acredita, y rez Lista y Cía., tieque la d e s t a c a en nen sus oficinas cennuestro medio de tratrales, y s u s vastos bajo e industria c o m o salones de exposición, un modelo de organiventa, embalaje y exzación y regular funpedición, en la calle cionamiento. ventas, en la calle Mercedes 815 Mercedes N." S15. L a fábrica ocupa


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FABRICA DE TEJIDOS " L A URUGUAYA" dc GARCIA, S C A R S I y Cía.

ñ a s q u e los s e ñ o r e s (í a r c í a, S c a r s i y Cía., t i e n e n el c u i dado de s e l e c c i o n a r entre 1 a s mejores que se producen en Europa.

P o c o s son los e s t a b l e c i m i e n t o s industriales existentes en n u e s t r o p a í s q u e se dedican a 1 a manipulación i n t e n s i v a de u n o de los productos q u e c o n s t i t u y e 1 a may o r riqueza nacional ; la lana.

La producción de " L a U r u g u a y a " , que l l e g a a c i f r a s abultadas, e s t á e x clusivamente desti11 a d a a s a t i s f a c e r las necesidades del país. U n a de 1 a s p r u e b a s de la e x celencia de los p r o d u c t o s que f a b r i c a n los s e ñ o r e s G a r c í a , S c a r s i y Cía., la t e ñ e m o s en los éxitos alcanzados cada vez que fuer o n e x p u e s t o s en a l g u n a de las g r a n el e s exposiciones industriales, n a c i o nales o e x t r a n j e r a s .

Y e n t r e esto.* p o c o s , digna es de m e n c i o n a r s e la F á brica de Tejidos " L a U r u g u a y a " que gira en n u e s t r a plaza con la f i r m a Garcia, Scarsi y Cia., y que t i e n e i n s t a l a d a s sus m a q u i n a r i a s en 1111 local adecuado s i t o en el C a m i n o M i llán N.° 2313. Esta fábrica Interior del depósito, fué fundada en el Misiones N.° J3éfc a ñ o 1907 e n t r e varios socioS, y r e f o r m a d a en 1911. e s t a n d o i n t e g r a d a a c t u a l m e n t e por los s e ñ o r e s R i cardo García Monjardin c hijos, J u a n B. S c a r s i y C a r i o Odino, que al m i s m o t i e m p o que a p o r t a r o n los c a p i t a l e s indispensables para las i n s t a l a c i o n e s de m a q u i n a r i a s y la iniciación de las o p e r a c i o n e s c o m e r c i a l e s , se e n c a r g a r o n p e r s o n a l m e n t e dc la dirección del e s t a b l e c i m i e n t o cuya prosperidad, cada a ñ o se señala de una m a n e r a m á s significativa. E l señor R i c a r d o G a r c í a t i e n e a su c a r g o la dirección g e n e r a l de los e s c r i t o r i o s y depósitos instalados en el v a s t o local de la calle M i s i o n e s N.° 1366 y el s e ñ o r C a r l o s Odino dirige la fábrica. E n é s t a se manipula, lava y tifie anualm e n t e g r a n cantidad de lanas e s c o g i d a s e n t r e las m e j o r e s de la producción nacional " se fabrican hilados y t e j i d o s de lana de * iva c o m p a r a c i ó n con los i m p o r t a d o s de las 111 e j o r e s f á b r i c a s europeas, puede el o j o del entendido, deducir que el establecimiento "La U r u g u a y a " e s t á en m a t e r i a de maquinaria y de c o m p e tencia técnica de sus o p e r a r i o s , a la a l t u r a de los m á s renombrados y afam a d o s del mundo. Hemos tenido oportunidad de v e r en el depósito de la calle M i s i o n e s a l t a s pilas de frazadas de i n m e j o r a b l e calidad, cantidad de c a s i m i r e s q u e sin exageración, p odrían pasar por ing 1 e s e s ; tartanes, franelas, r e b o z o s , p o n c h o s , etc., q u e al verlos u n o se queda admirado dique se h a g a n en el p a i s con productos absolutamente n u e s t r o s , excepción h e c h a de las anili-

E n la de California, c e l e b r a d a en la ciudad de S a n F r a n c i s c o a raíz de la inauguración d i l canal de P a n a m á , que t u v o lugar en 1 9 1 5 ; en la A g r í c o l a I n d u s t r i a l o r g a n i z a d a por la C o m i s i ó n N a c i o n a l de F o m e n t o R u r a l celebrada en 1 9 1 9 ; en la que en m a y o de 1919 t u v o l u g a r b a j o el p a t r o cinio de la Asociación R u r a l de S a n J o s é ; en la que se realizó c o n m e m o r a n d o el C e n t e nario de la fundación de D u r a z n o , en el a ñ o 1921 y en t o d a s aquellas a las cuales " L a U r u g u a y a " c o n c u r r i ó c o n sus p r o d u c t o s , y que sería f a t i g o s o e n u m e r a r , los s e ñ o r e s García, S c a r s i y Cía., o b t u v i e r o n a l t a s y m e r i t o r i a s distinciones, s i g n i f i c a t i v o s t r i u n fos que se reflejan i n d i s c u t i b l e m e n t e s o b r e n u e s t r o país, en el que las industrias son tan e s c a s a s y sin e m b a r g o tan d i g n a s de s e r p a r a n g o n a d a s sin m e n o s c a b o , en la m a y o r í a de los c a s o s , p o r la calidad de la producción ya que 110 por la cantidad, a la de los países m á s industriales del v i e j o c o n t i n e n t e y las m á s reputadas de la r e g i ó n del R í o de la Frente de los escritorios y depósito. Misiones 1366 P l a t a y el B r a s i l .

Aspecto parcial de la fábrica en el Camino Millán 23J3

E s crecido el n ú m e r o de o b r e r o s especializados q u e t r a b a j a n en e s t e e s tablecimiento, cuyo m o n t a j e con inaquir a r i a s m o d e r n a s le permiten realizar una producción superior a la r e c l a m a da por las e x i g e n cias del c o n s u m o int e r n o , en 1111 p a í s c o m o el U r u g u a y c u y a población a p e nas sobrepasa el 1.600.000 h a b i t a n t e s . S11 clientela se difunde por t o d o el país donde la p r o ducción de la fábrica " L a U r u g u a y a " , g o z a de bien conquistada fama p o r la selección de su m a t e r i a p r i m a y por el g r a d o de perfeccionamiento industrial que h a alcanzado, como lo p r 11 e b a e v i d e n t e m e n t e su g r a n aceptación.


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L a r a z ó n social F o r n o , B o z z o l o y P i a ñ a , tiene "LA POPULAR" t a l m e n t e , p o r supuesto, de aquellas con que se iniciae s t a b l e c i d o en la calle J o s é B e j a r N." so" ( M a r o ñ a s ) un Fábrica Nacional ron sus actividades primeras, ya que se trata de e l e m e n e s t a b l e c i m i e n t o que, b a j o el r ó t u l o de L A P O P U L A R , dc Hilados y Tejidos de Lana t o s m e c á n i c o s m o d e r n o s y de gran eficacia. K n t r c e n c a r n a un ponderable e x p o n e n t e de n u e s t r a industria e s t o s e l e m e n t o s de que dispone " L A P O P U L A R " , m e t e x t i l . L a f i r m a d e . r e f e r e n c i a , (pie e s t á c o n s t i t u i d a por los S r e s . A l recen c i t a r s e los s i g u i e n t e s : t r e s j u e g o s de cardas, completos, t r e s f r e d o F o r n o , E m e r e g i l d o F o r n o , H é c t o r P i a ñ a y J u a n Bozzolo, fué sulfantinos, una máquina t o r c e d o r a , dos chapones, 20 telares, y diverfundada en s e t i e m b r e de 1 9 2 1 , dedicándose a la industria de hilados sas o t r a s m á q u i n a s a c c e s o r i a s , indispensables en la preparación y t e r y t e j i d o s de lana, e x c l u s i v a m e n t e . minación de los tejidos. Da o c u p a c i ó n a 200 personas de ambos sexos. L o s c o m i e n z o s f u e r o n difíciles, y los medios de que disponían L o s r e n g l o n e s a cuya m a n u f a c t u r a se dedica " L A P O P U L A R " muy m o d e s t o s , j u s t o es c o n s i g n a r l o , reduciéndose todo a un pequeño son diversos, debiéndose d e s t a c a r , de e n t r e ellos, los s i g u i e n t e s : T a r local de c o n s t r u c c i ó n p o c o valiosa y a u n a s máquinas a n t i g u a s ; pero tanes, casimires, rebozos, p o n c h o s ( q u e se fabrican de varios tipos),

Arriba: Frente de la Fábrica en la calle José B e j a r N." 50, ( M a r o ñ a s ) En cl centro: Máquina cardadora. — Abajo: Máquina hiladora

el t e s ó n y la inteligencia, puestas al servicio de una actividad sin lim i t e s y de u n a f é r r e a voluntad, dieron p r o n t o auspiciosos resultados. Y es así que el o t r o r a pequeño y rudimentario e s t a b l e c i m i e n t o , adquiriendo gradual d e s a r r o l l o y f o r t a l e z a c o n v i r t i ó s e en un o r g a n i s m o industrial de apreciable capacidad p r o d u c t o r a v e c o n ó m i c a . A c t u a l m e n t e , en e f e c t o , la F A B R I C A N A C I O N A L D E H I L A D O S Y T E J I D O S D E L A N A , " L A P O P U L A R " , se a s i e n t a en un m o d e r n o y c ó m o d o local c o n s t r u i d o de e x p r o f e s o , poseyendo, a d e m á s , un l>sc r i t o r i o para las v e n t a s , situado en la calle J u n c a l N." 1382, c o m o resultado lógico y m e r e c i d o del r e n o m b r e c o n q u i s t a d o por la calidad de los p r o d u c t o s que m a n u f a c t u r a y por la seriedad de sus procederes c o m e r c i a l e s . L a s m á q u i n a s que posee hoy, se diferencian fundamen-

En

Arriba: Máquina para retorcer el hilo y hacer la madeja. el centro: Sección telares. — Abajo: Sección apresto y planchado

frazadas, m o u f l o n e s , ( e s c o c e s e s y de f a n t a s í a ) , y lanas en m a d e j a s , para t e j e r . E s t e r e n g l ó n , p r e c i s a m e n t e , es o b j e t o de especial a t e n c i ó n , c o n s t i t u y e n d o uno de sus m á s i m p o r t a n t e s y difundidos p r o d u c t o s . E s t a s l a n a s en madeja, para t e j e r , lucen las m a r c a s de " F a v o r i t a " , " V e n u s " , y " E s m e r a l d a " , a b a r c a n d o un surtido de 6 6 c o l o r e s . " L A P O P U L A R " , prepara, asimismo, lanas para la c o n f e c c i ó n de a l f o m b r a s , de distintos c o l o r e s , v todos aquellos p r o d u c t o s que caen b a j o la denominación de a r t í c u l o s de lana en g e n e r a l . P o r o t r a p a r t e , y en razón del tecnicismo v c o m p e t e n c i a de sus d i r e c t o r e s , se e n c u e n tra e s t a fábrica, en condiciones de producir ó p t i m a m e n t e , c u a l q u i e r renglón de la industria de hilados y tejidos.


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F í b r c» del J»bón •• BAO " U b i c a d a s en l o a l t o de la cuchilla J u a n F e r n á n d e z , b a r r i o L a T e j a , v e c i n o del P a n t a n o s o , y p o r ende v e c i n o de varios g r a n d e s p r o d u c t o r e s de m a t e r i a p r i m a , las u s i n a s de " L a U n i d a d " - — - f á b r i c a del j a b ó n B A O , a b a r c a n d o un á r e a amplia, y e x h i b i e n d o a la distancia sus v a s t a s i n s t a l a c i o n e s y sus elevadas c h i m e n e a s , dan desde lej o s la impresión de su verdadera importancia, de su p u e s t o de primera fila e n t r e las m e j o r e s entidades fabriles dedicadas en n u e s t r a capital a la industria del jabón. R e p r e s e n t a d i g n a m e n t e la amplia f á b r i c a c-1 e s f u e r z o intel i g e n t e m e n t e c o m b i n a d o de varios industriales e x p e r t o s y dedicados, que sin h a b e r c o n c u r r i do a ningún t r u s t , ni acción m o n o p o l i z a d o r a . han aunado el m a y o r n ú m e r o de fuerzas orientándolas hacia un común o b j e tivo, hacia una m i s m a finalidad; la m e j o r calidad del producto, y la m a y o r difusión del m i s m o , en b e n e f i c i o propio y del m e r c a d o consumidor. . I os r e s u l t a d o s o b t e n i d o s — la a c e p t a c i ó n c r e c i e n t e de 1111 tipo de j a b ó n indispensable e n la vida d o m é s t i c a y la lavandería, la a l t a calidad a c e p t a d a v c o n s a g r a d a sin o b j e c i o n e s 111 r e s e r v a s , prueban que la finalidad Se ha conseguid., v que el plan c o n c e r t a d o , desde el doble punto de vista — c o m e r c i a l e industrial — h a ido al m a s f r a n c o y s a t i s f a c t o r i o de los é x i t o s . M o n t a d a la f á b r i c a " L a U n i d a d " en f o r m a a c o r d e con lo q u e t e p r e s e n t a y significa d e n t r o de la industria j a b o n e r a nacional a v a s t a escala", su producción actual e x c e d e a s e i s millones ( 6 . 0 0 0 . 0 0 0 ) de kilos p o r a ñ o (pie se reparten e n t r e los c u a t r o d e p ó s i t o s de v e n t a y expedición de los r e s p e c t i v o s a s o c i a d o s . L a firma p r o d u c t o r a del J a b ó n B A O , gira b a j o la razón " J a u m e , D c a m b r o - i s . B a r b é v P e u m o " , y la f o r m a n los s e ñ o r e s J a u m e l i t i s . Deambrosis linos, (antes Deatnbrosis hijo y P a r m a ) J u a n P. Barbe v Rodolfo IVnino y lino. L a unificación de las c u a t r o f i r m a s se e f e c t u ó en 11)13 — f e c h a

T a c h o s de emulsión y

cocimiento

en que fué lanzado a la plaza el producto B A O . p e r o " L A U N I D A D " — p r i m i t i v a m e n t e " L A U N I D A D C O L E C T I V A " , tiene un o r i g e n muy a n t e r i o r . D a t a de i f y - — seis l u s t r o s l a r g o s — y se realizó con la sola e n t e n t e de dos fuertes f i r m a s de n u e s t r a i n d u s t r i a j a b o n e r a ; la de J a u m e H n o s . v D e a m b r o s i s h i j o y P a r m a . Dieciseis a ñ o s m á s tarde __ e n i ( j o 8 _ s e ' i n c o r p o r ó la de J u a n P . B a r b é , y en 1913 f o r m ó el c u a d r i l á t e r o la de los s e ñ o r e s R o d o l f o P e n i n o y H n o s . E l r e n o m b r e de las firmas c o n c u r r e n t e s — todas de p r i m e r a a g u a en n u e s t r o mundo c o m e r c i a l — y la c r i t e r i o s a o r i e n t a c i ó n d a d a a la industria explotada, llevaron sin o b s t á c u l o s a la m a y o r a l t u r a d e s e a b l e a la primitiva " U N I D A D C O L E C T I V A " y el buen m a n e j o de la f á b r i c a , sus excelentes m é t o d o s de producción, sus valiosos e l e m e n t o s de elaboración y la eficiencia de su personal t é c n i c o , a c r e d i t a r o n al m á x i m o , el producto fundamental de " L A U N I D A D " : el j a b ó n B A O . Q u e e r a todo c u a n t o deseaban y desean s u s e s f o r z a d o s y p e r s e v e r a n t e s iniciadores.

V i s t a general exterior de la gran fábrica de productos " B a o " en L a

Teja


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Fábrica de jabón " B a o " . — Vista parcial

de los grandes depósitos

Fábrica de jabón " B a o " . — Sección " E m b a l a j e y E x p e d i c i ó n "

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C e / z f e / t a r / ' o U r u g u a y o


JAUME

J a u m e y B a r c e l ó desde 1902. N o a j e n o s a n u e s t r a g r a n industria madre, la g a n a d e r í a , los s e ñ o r e s J a u m e dedican a ella u n a b u e n a liarte de sus especiales actividades. S o n p r o pietarios del e s t a b l e c i m i e n t o g a n a d e r o " L o s I l a r c o n e s " ubicado en la s e x t a s e c c i ó n del d e p a r t a m e n t o de C e r r o L a r g o h a l l á n d o s e a su f r e n t e desde 1913 o t r o de los m i e m b r o s de la f i r m a : don J u a n C. J a u m e y B a r c e l ó .

Hnos.

U n h o m b r e dc f u e r t e temperamento y férrea v o l u n t a d — la voluntad y el t e m p e r a m e n t o t í p i c o s de los verdaderos h i j o s de las B a l e a r e s — don M i g u e l J a u m e y l ' a y e r a s , l l e g a d o de L a s P a l m a s a n u e s t r a s play a s h a c e c i n c u e n t a y s i e t e a ñ o s — en 1868 — con el c o r a z ó n bien t e m p l a d o para la lucha por la vida y el á n i m o bien d i s p u e s t o para las bat a l l a s del t r a b a j o ; un h o m b r e de viejo c u ñ o c o n s c i e n t e de sus f u e r z a s y del poder de su v o l u n t a d . f u é t r o n c o y c a b e z a de una de n u e s t r a s f i r m a s de m á s v i e j o a r r a i g o , de m á s de medio s i g l o de e x i s t e n c i a : J a u m e H n o s . de v a s t a y f e c u n d a acción en n u e s t r a vida industrial y c o mercial. i 1 Kn 1.S68 — c o m o d e c i m o s m á s a r r i b a , lleg ó a n u e s t r o país don M i g u e l J a t u n e y P a y e ras, y en IN&J — m e s e s d e s p u é s — ya m a n e j a ba en c o m p a ñ í a de sus h i j o s A n t o n i o . Miguel y J u a n una i m p o r t a n t e f á b r i c a de jabón " L a B a l e a r I n d u s t r i a l " d e c a n a h o y de sus simi ares. H a s t a 1875 a c o m p a ñ ó a sus h i j o s y en 1X76. é p o c a en que se i n c o r p o r ó don A n d r é s J a u m e y Nadal e s t o s g i r a b a n con su sola c u e n t a b a j o la razón social J a u m e H n o s . . que n o se a l t e r ó y a m á s proseguida p o r las d e s c e n d i e n t e s de sus fundadores. L o s c u a t r o h e r m a n o s J a u m e — desenvolvieron e x i t o s a m e n t e sus a c t i vidades industriales y c o m e r c i a l e s imponiendo también — fuera de " L a B a l e a r " en o t r o s campos de r i e s g o y t r a b a j o , sus privilegiadas condiciones de luchadores. F u é la firma que nos ocupa la p r i m e r a que lanzó a las Antillas un b a r c o m e r c a n t e en uno de c u y o s m á s t i l e s flameaba al tope el pabellón del so] y las nueve listas a l b o - c e l e s t e s : el p a t r ó n u r u g u a y o , lo c o n d u j o h a s t a Cuba d u r a n t e m u c h o s a ñ o s en servicio r e g u l a r la " F r a n c i s c a Nadal", que m á s tardv t u v o c o m o c o m pañera. a u n a d a p o r la m i s m a firma a la "India". Ambas barcas contribuyeron g r a n d e m e n t e a f o m e n t a r el i n t e r c a m b i o e n t r e n u e s t r o país y las Antillas. C a r g a das iban del preciado t a s a j o a Cuba y e n r i a d a s volvían de ricos p r o d u c t o s A n tillanos. H a s t a 1009 realizaron la p e l i g r o s a t r a v e s í a la " N a d a l " y la " I n d i a " , siendo en esa fecha d e s a r m a d a s . Kn 1802 fundó la firma J a u m e H n o s . el e s t a b l e c i m i e n t o saladeril " S a n M i g u e l " que a c t u ó h a s t a 1912. en que fué clausurado adquiriendo el g o b i e r n o sus c a m p o s para destinarlos a servicios de r e m o n t a militar. D e s a p a r e c i d o s — por r e t i r o o fal l e c i m i e n t o — los primeros componentes de la firma J a u m e H n o s . , e s t a ha c o n t i nuado administrada con s i n g u l a r capacidad e inteligencia p o r r e t o ñ o s del v i e j o t r o n c o , los s e ñ o r e s M i g u e 1. A g u s t í n y J u a n C. J a u m e y B a r celó, h i j o s de d o n Miguel J a u m e y N a dal y n i e t o s p o r c o n secuencia de «Ion M i guel J a u m e P a v e r a s . L a f i r m a actual m a n e j a la vieja " B a l e a r I n d u s t r i a l " aumentada. corregida y mejorada; convertida en un gran c e n t r o de producción de elementos nobles: jabón. velas, glicerina, o 1 e i n a, e s t e a r i n a y aceite. D e s e m p e ñ a el c a r g o de g e r e n t e - a d m i n i s t r a d o r de la fábrica d o n Agustín

A c a r g o de las oficinas c e n t r a l e s t r a s l a dadas en 1882 de su a n t i g u a sede en Y a g u a r ó n y S a n J o s é , a P a r a g u a y 1334, se halla el c o n socio don Miguel J a u m e y B a r c e l ó . quien p o r su actividad infatigable, el pleno d o m i n i o de los n e g o c i o s y sus g r a n d e s v i n c u l a c i o n e s en la plaza comercial del país, ha sabido i m p r i m i r l e el e n o r m e desenvolvimiento que a c t u a l m e n t e tiene e s t a casa, una de las m á s a n t i g u a s , a c r e ditadas y p r e s t i g i o s a s del U r u g u a y . Don Miguel Jaume y Payeras fundador

L a producción del e s t a b l e c i m i e n t o industrial de J a u m e H n o s . que ha seguido en su evolución, m e j o r á n d o l a continuamente con la incorporación de nuevos y m o d e r nos e l e m e n t o s de industrialización — la m a r c h a p r o g r e s i v a del país, a d a p t á n d o l a a las nuevas e x i g e n c i a s del r e f i n a m i e n t o público y a la c o m p e t e n c i a de los product o s similares, c u e n t a amplio m e r c a d o propicio de c o n s u m o en t o d o el t e r r i t o r i o nacional, donde b a s t a m e n c i o n a r su procedencia para que ella m e r e z c a u n a a c e p t a c i ó n inmediata. B u e n a p a r t e de la producción e x t r a n j e r a que invadía h a s t a n o h a c e m u c h o s lustros n u e s t r a plaza de c o n s u m o , ha sido desplazada por la c o n c u r r e n c i a de los variados p r o d u c t o s de e s t e e s t a blecimiento que por la calidad de la m a t e r i a p r i m a empleada y la p e r f e c c i ó n con que se e l a b o r a , puede s o p o r t a r el m á s r i g u r o s o p a r a n g ó n c o n los a r t í c u los similares que proceden de los m á s a f a m a d o s c e n t r o s industriales del M u n d o entero.

Grupo de Antonio, Juan, Miguel y Andrés Jaume y Nadal

Barca "Francisca N a d a l " , de bandera uruguaya

A d e m á s de los m é r i t o s que h e m o s referido en e s t a c r ó n i c a que c o n s t i t u y e n una valiosa c r e d e n c i a l para el e s t a b l e c i m i e n t o de los s e ñ o r e s J a u m e H n o s . tiene, indiscutiblemente, el de su a n t i g ü e dad. el de su vinculación al d e s a r r o l l o auspicioso de las i n d u s t r i a s del U r u g u a y desde l e j a n a s é p o c a s en que t o d o e r a e m b r i o n a r i o , primitivo, d e f i c i e n t e y de reducido volumen, dado la e s c a s e z de la población de n u e s t r o t e r r i t o r i o lo reducido del c o n s u m o i n t e r n o , las d e f i c i e n c i a s en la p r e p a r a c i ó n del producto n a c i o n a l que p e r m i t í a q u e lleg a r a del e x t e r i o r y aún m i s m o de los más próximos mercados v e c i n o s , lo que a q u í , por diversas causas, n o se f a b r i caba. Actualmente los señores J a u m e Hnos. que r e p r e s e n t a n u n a tradición industrial de 57 a ñ o s de a c c i ó n perseverante y eficaz, e s t á n en ó p t i m a s c o n d i c i o n e s de p r o ducir, en calidad y cantidad, b u e n a p a r t e de lo que r e c l a m a el c o n s u m o público nacional, p a r a lo cual h a n c o l o c a d o a su e s t a b l e c i m i e n t o en 1111 pié de o r g a n i z a c i ó n moderna difícilmente de s e r s u p e r a d a p o r establecimientos de análoga producción.


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O FABRICA NACIONAL DE JABONES FINOS y PERFUMERIA de RICARDO

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Centenaria

- U r u g u a y o

] < a F á b r i c a Nacional dc • J a b o n e s Finos y Perfilm e r í a . del S r . R i c a r d o

ALGORTA

A l g o r t a , establecida en la Calle S a n t a F é N . " i i 55. c u e n t a y a m á s de 25 a ñ o s de e x i s t e n c i a activa, y en ese lapso de t i e m p o h a sabido conquist a r un puesto de verdad d e s t a c a d í s i m o en n u e s t r o a m b i e n t e industrial, g r a c i a s a la actividad, persever a n c i a y capacidad de su p r o p i e t a r i o , que h a realiz a d o una labor a c e r t a d a y p r o f i c u a . L a bondad de los p r o d u c t o s m a n u f a c t u r a d o s en e s t e difundido e s t a b l e c i m i e n t o , e n t r e los cuales sobresalen los j a b o n e s y las c r e m a s para u s o dc t o c a dor, ha sido c o n s a g r a d a por el público en f o r m a tal, que a c t u a l m e n t e c o m p i t e n en b u e n a lid con sus similares e x t r a n j e r o s . L a a c e p t a c i ó n de los misExterior de la Fábrica N. de Jabones finos y Perfumería en la calle Santa Fé N." Í J 5 5

c o n s e c u e n c i a de la situación creada por el pasado c o n flicto europeo, a u m e n t ó considerablemente la demanda de e s t o s artículos, tan indispensables c o m o f a c t o r e s de higiene personal, y en virtud del desplazamiento de los productos e x t r a n j e r o s de su índole, la producción de la F á b r i c a la atiende con toda holgura, y todavía podría triplicar su producido las necesidades del c o n s u m o lo e x i g i e r a n . De más está decir que les artículos de e s t a importante industria nacional que tan a c e r t a d a m e n t e dirige el S r . R I C A R D O A L G O R T A , son elaborados c o n m a t e r i a s primas seleccionadas, de la m e j o r calidad. E l personal que ocupa la F A B R I C A N A C I O N A L D E J A B O N E S F I N O S Y P E R F U M E R I A , alcanza a un c e n t e n a r , e n t r e h o m b r e s y m u j e r e s , siendo t o d o s d e c o r o s a m e n t e remunerados, y o b j e t o de 1111 t r a t a miento liberal y dignificante. Interior de la Fábrica de Jabones y Perfumería, en plena producción

m o s , c a d a vez m á s c r e c i e n t e y decidida, lia dado n o t o r i e d a d , en t o d o el pais, a las m a r c a s "Iris", " C o n d o r " , " P o p u l a r " , y o t r a s , que el S r . A L G O R T A t i e n e r e g i s t r a d a s y ha sabido imponer definitivamente. E l e s t a b l e c i m i e n t o industrial que m e n c i o n a m o s o c u p a un á r e a de 2.300 m t s . cuadrados, y comprende, a d e m á s de la F á b r i c a de j a b o n e s y perfumes, una F á b r i c a de c a r t ó n , que tiene por o b j e t o p r o p o r c i o n a r los e n v a s e s d e s t i n a d o s a las m e r c a d e r í a s de la casa. E s t a " F A B R I C A N A C I O N A L D E C A R T O N " , ocupa una amplia d e p e n d e n c i a del v a s t o edificio. R e s p e c t o a la capacidad productiva de la F A B R I C A N A C I O N A L D E J A B O N E S Y P E R F U M E R I A , debem o s c o n s i g n a r que ella sola s a t i s f a c e a m p l i a m e n t e las necesidades del m e r c a d o , y que, aún cuando, c o m o Fabricación de cartón para los envases J e los productos de la Casa

L a o r g a n i z a c i ó n i n t e r n a del e s t a b l e c i m i e n t o e s bien adecuada y discreta, lo que hace que se cumpla e f i c a z m e n t e y sin violencias de ninguna especie. E l local reúne, por lo demás, envidiables condiciones de higiene, pués por la f o r m a en que e s t á c o n s truido y la distribución de todas sus dependencias, la luz y la aireación en el i n t e r i o r de las m i s m a s , es perf e c t a , c a r a c t e r í s t i c a s é s t a s , que deben ser f u n d a m e n t a les. siempre, en fábricas y talleres. S e t r a t a , pués, c o m o f á c i l m e n t e t r a v é s de e s t o s apuntes l i g e r a m e n t e industria nacional muy floreciente, p r o t e c c i ó n que el público' c o n s u m i d o r

Aspecto del depósito de productos elaborados

puede c o l e g i r s e a e s b o z a d o s , de u n a y a c r e e d o r a a la le dispensa.

E l l a viene a d e m o s t r a r , por lo d e m á s , d e s t r u y e n d o v i e j o s prejuicios, que en e s t e r a m o c o m o en t a n t o s o t r o s , e s t a m o s muy l e j o s de t e n e r que c o n s i d e r a r n o s f a t a l m e n t e t r i b u t a r i o s de la producción e x t r a n j e r a .


pero e n t o n c e s en sociedad con la viuda del fundador de la fábrica, la s e ñ o r a E l i s a liruel de Villemur.

JUAN V. SHEPPARD & Cl«. Sucetor«t de EUCENIO VILLEMUR

La fábrica entonces cobra nuevos impulsos. L a actividad, c u l t u r a e inteligencia del S r . S h c p p a r d logran multiplicar el p r e s t i g i o que e s a g r a n f á b r i ca tiene a r r a i g a d o en n u e s t r o país, imponiéndose en p r i m e ra línea. Cinco a ñ o s después, vale decir, en ]<)22, el señor S h c p p a r d c o m p r a la p a r t e de la sociedad a la s e ñ o r a de V i llemur, y desde e n t o n c e s la F á b r i c a responde al n o m b r e de IUAN V. SHEPPARD & CIA., S U C E S O R E S D E E U G E N I O VI L I . K . M U K . q u e r i e n do con e s t o r e s p e t a r siempre el recuerdo prestigioso del fundador.

C u a n d o la luz e l é c t r i c a n o brillaba t o d a v í a en n u e s t r a ciudad ; c u a n d o a p e n a s se h a c í a n uno» e n s a y o s i n d e c i s o s d e I a l u m b r a d o a g a s , «pie n u e s t r o s a n t i g u o s m i r a b a n e n t o n c e s muy r e c e l o s a m e n t e , c r e y é n d o l o veh í c u l o ile n o r e c o r d a m o s que enfermedades infecciosas; c u a n d o ni siquiera era usado, p a r a la luz, el a c e i t e de p o t r o , — don E u g e n i o Villeniur instaló en el U r u g u a y , en el a ñ o 1853, la p r i m e r a f á b r i c a de velas e s t e a r i n a s y de j a b ó n , m o nopolizándose asi, con la v e n t a de a m b o s a r t í c u l o s , el consum o dc toda su población. Su primer local, desde lueg o muy m o d e s t o , lo i n s t a l ó en la h o y calle P a r a g u a y , e n t r e las dc U r u g u a y y M e r c e d e s . P o c o después, c o n s t r u i d o el Palacio Golorons, trasladaba sus o f i c i n a s a uno dc sus dep a r t a m e n t o s , viéndose obligado m i s tarde, en la época aquella en que una terrible epidemia de fiebre amarilla diezmaba n u e s t r a población, a t r a s l a d a r se al C a m i n o ( l o e s .

D o s h i j o s del s e ñ o r S h c p pard, — J u a n l i n g o y R a ú l , — son sus e f i c a c e s c o l a b o r a d o res, c o n t r i b u y e n d o a la evolución p r o g r e s i s t a de la F á b r i c a con el c o n c u r s o de su espíritu dinámico y de su e x q u i s i t a c u l t u r a . Don R a ú l S h c p p a r d es el J e f e de los E s c r i t o r i o s y don J u a n l i n g o Shcppard e s t á al f r e n t e de la F á b r i c a . S u s e x c e l e n t e s condiciones p e r sonales han c o n q u i s t a d o las V a en el P a l a c i o G o l o r o n s , simpatías de empleados y o b r e don E u g e n i o Villemur se a s o r o s , que e n c u e n t r a n en ellos c i ó al señor M a r c n g o , y a m b o s al j e f e que sabe s a n c i o n a r r e socios, en el año " o , hicieron presiones f r e n t e al incumplij u n t o s un viaje a E u r o p a . S ó l o m i e n t o del deber, así c o m o sar e g r e s ó al p o c o t i e m p o el sebe recompensar dignamente ñor M a r c n g o , que, dc nuevo en los e s f u e r z o s destinados a ine s t e pais, f o r m ó sociedad con t e n s i f i c a r la prosperidad de la el señor V e r o , padre dc uno dc fábrica. n u e s t r o s m á s distinguidos faFrente de la c a n de Juan V . Slieppard en la calle Uruguay N . ' 962 líl s e ñ o r J u a n V . S h c p cultativos. E n t r e t a n t o , con el pard, — hijo de aquella p o t e n e j e m p l o auspicioso dc la m a r cia de t r a b a j o , — uno de los verdaderos p r o p u l s o r e s del p r o g r e s o del c h a de e s t a fábrica, empezaban a s u r g i r o t r a s , sin llegar a a v e n t a j a r l e país cuando aún daba los pasos i n s e g u r o s de sus p r i m e r o s días de vida en p r e s t i g i o y actividad. . independiente, el s e ñ o r J u a n Shcppard,' socio, a la sazón, de a q u e Vuelve el s e ñ o r Villemur del viejo mundo y pasa a o c u p a r , en .1 lla o t r a potencia dinámica que se llamó J u a n D. J a c k s o n , —• desociedad, el l u g a r del señor V e r o , que se r e t i r a de ella, quedando dc dicó sus p r i m e r a s energías a la vida rural, a d m i n i s t r a n d o i n t e l i g e n t e nuevo c o m o únicos propietarios de la f a b r i c a los s e ñ o r e s Villemur m e n t e 7 mil h e c t a r e a s en el d e p a r t a m e n t o de F l o r i d a , que aún hoy y M a r c n g o . P e r o en el a ñ o Ko resuelve también s e p a r a r s e del n e g o c i o c o n s e r v a , en co - participación con las i m p o r t a n t e s m e j o r a s c o n s i el señor M a r c n g o . . , .. . guientes. . ,1, i + | U n i c o dueño dc la F á b r i c a el señor E n g e n t o V i l l e m u r , se dedico A n t e s de adquirir del s e ñ o r V i l l e m u r la actual fábrica, y a el s e ñ o r por e n t e r o a vigilar la m a r c h a siempre p r o g r e s i s t a de su c s t a b l c J u a n V. S h c p p a r d hizo sus p rimeras c i m i e n t o . P a r a esto,• ya en los a ñ o s a r m a s industriales en c o m p a ñ í a de i W n y 1X7X, la F á birni cc aa dc de JJaabl ó n y c o n o c i d a s personalidades, e n t r e ellas V e l a s dc E u g e n i o V i l l e m u r triundon M a n u e l L c s s a , don Alberto faba en c u a n t a E x p o s i c i ó n N a c i o Rotix y don A n t o n i o H a r r c i r o y R a nal o I n t e r n a c i o n a l se p r e s e n t a b a . m o s , quienes i n s t a l a r o n una g r a n fáC o n q u i s t a , en e f e c t o , en P a r í s , en brica de ladrillos. el a ñ o 1H7X, los p r i m e r o s premios, M á s tarde el s e ñ o r ,Shcppard, c o n s i s t e n t e s en medallas <lc o r o y en sociedad con el padre del a c t u a l plata, así c o m o m e n c i o n e s h o n o r í G e r e n t e del U a n e o F r a n c é s , s e ñ o r ficas r e s p e c t o a la calidad superior G o r l e r o , dió impulso a lo que de sus m a n u f a c t u r a s . En la impordespués fueron las g r a n d e s flotas de t a n t e E x p o s i c i ó n Nacional realizaPascual y Lttssich, da en la ciudad dc P a y s a n d ú en

P

líl R e g i s t r o dc C a r l o s F . A l v a riza y A r c o s fué fundado, así m i s m o , en compañía, por el señor S h c p p a r d , Imsta que, de t r i u n f o en t r i u n f o , g r a c i a s a su i n a g o t a b l e actividad, adquirió, r o m o h e m o s dicho, cu 1917, la F á b r i c a de J a b ó n y V e l a s del señor E u g e n i o V i l l e m u r , e n t o n c e s en sociedad con la viuda de d i c h o industrial y luego, en uj22, como único dueño, rodeado de sus dos hij o s , Raúl y J u a n l i t i g o .

iKóo, también obtiene la C a s a V i lleniur los m e j o r e s premios, y m á s tarde, en 1K95, c o n q u i s t a el primero, el segundo y el t e r c e r p r e m i o , c o n s i s t e n t e s en medallas dc o r o , plata y c o b r e , con m o t i v o de la T e r r e r a E x p o s i c i ó n Nacional dc G a n a dería y A g r i c u l t u r a realizado b a j o el p a t r o c i n i o de la A s o c i a c i ó n R u ral del U r u g u a y y c u y o é x i t o t u v o t a n t a resonancia d e n t r o y fuera del pais. E s en el a ñ o K)t7 y en el día 15 dc F e b r e r o , cuando el i m p o r t a n te e s t a b l e c i m i e n t o de don E u g e n i o V i l l e m u r pasa a m a n o s de sus a c t u a les dueños, los s e ñ o r e s . S h c p p a r d ,

El icñor Juan V , Shcppard

L a producción de e s t a F á b r i c a es e x t r a o r d i n a r i a . P a r a c o r r o b o r a r e s t e a s e r t o b a s t a r á a f i r m a r que en


O cl quinquenio 1920-24 l.i c a s a ha vendido veinte millones y m e dio de velas. Cabe hac e r notar, c o m o d a t o curioso, que la m a y o r producción tuvo l u g a r p r e c i s a m e n t e en el inst a n t e en que a n u e s t r o g o b i e r n o se le o c u r r i ó modificar el uso horario. S o n dos las fábricas, dotadas de las mejores máquinas y a p a r a t o s para la elab o r a c i ó n de sus prod u c t o s . El establecim i e n t o tiene siempre grandes existencias, para poder así a t e n der cualquier pedido, por mas importante que sea. El depósito exclusivo para la venta e s t á instalado en la calle U r u g u a y 962, casi esquina K í o Hraneo. "LA URUGUAY A " , — «pie así han titulado a su e s t a b l e c i m i e n t o los s e ñ o r e s Sheppard & Cía., — elabora los siguientes productos: J A lt O N E S . Amarillo, blanco, n e g r o , veteado, de vapor, de oleína, dc a c e i t e de c o c o y m a r sellcs. V E L A S . — E s t e a r i n a para familia, de c a r r u a j e , para buques, p a r a iluminaciones y de composición. E l a b o r a a d e m á s la g r a s a de vaca superior y g r a s a de c a r a c ú especial, así c o m o a c e i t e s para máquinas, de p o t r o refinado y de p a t a s especial. P r o d u ce e s t e a r i n a de saponificación doble presión, especial para f ó s f o r o s ; así c o 111 o glicerina y oleína y h a s t a hace algún tiempo, f ó s f o ros, de ruido, y sordos,

fi£ro c/ct c/c/V

Escritorio de la Caga Shrppard

(Xvifcnarvo Uj>u<Jü.ai/v recientemente se ha instalado, de M . U r r e a y Cía., proveyéndola a q u í y en Buenos Aires de la materia prima que necesita. E s justo señalar, anti s de terminar esta reseña, el importante rol que en el estableci111 i e 111 o desempeñan sus viejos e inteligentes empleados, señor Pedro Nardet. que c u e n t a con 4 6 años en la c a s a ; el señor F r a n c i s c o Cassy, con 32 años, en quienes naturalmente los dueños depositan ilimitada confianza. E s o en lo que respecta a los escritorios. Kn la F á brica también tienen los señores Sheppard un colaborador eficacísimo, el señor Miguel Barlaro, capataz \ mecánico de la misma. F u é empleado también don J ti a 11 I larambure, fuerte fabricante hoy en el misino ramo y que e n t o n tes, cuando ingresó a la casa Villemur, afio 6X, • no soñaba por cierto, llegar a la culminante posición 1 (pie hoy, justicieramente, detenta. Establecimientos fabriles «le esta naturaleza hacen honor, en realidad, al pais en que desenvuelven sus actividades y contribuyen a la formación de su p r o g r e s o y desarrollo económico.

Sección "Velería", — Máquinas francesa», alcn1.1n.iB, argentinas y norteamericana, esta última con una capacidad para fabricar 518 velas por vex

Cuando en plena g u e r r a europea la soda c á u s t i c a c o s t a b a de 9 0 a 100 pesos los cien kilos, los s e ñ o r e s S h e ppard & Cía. la fabricaban, así c o m o el cilic a t o de sodio, t r a y e n do la materia prima, la a r e n a p r i m e r o de Francia y encontrándola luego, en buenas condiciones en una de n u e s t r a s playas, en Carrasco. De modo que los señores, |U A N V. S I I E P P A K D iK- C I A . fabrican hoy velas, j a bón, ercolina y aceites g r a s o s , elaborando toda esa serie de importantes artículos (pie hemos enumerado. E s t a gran fábrica provee a la Compañía Fábrica de velas y jabón de Slvrppard y Cía. (sección empaquetamiento de velas) Nacional dc F ó s f o r o s , vendiéndole alrededor dc diez mil kilos mensuales de estearina doble presión, graduación progresos generales de 54" Así mismo vende 11 la F á b r i c a Nacional de F Ó . H f o r o s y a la q u e económica y comercial,

La fábrica de los señorea [UAN V. SI I K P P A K I ) , sucesores de E U G E N I O V I L L E M U K es conocida en todo el t e r r i t o r i o de la República por sus productos que se consumen desde hace t a n t o s años, prefiriéndolos a los de cualquier otra procedencia, y donde la calidad de sus velas y j a b o n e s desafia v e n t a j o s a m e n te cualquier competencia e x t r a n j e r a . E11 el e x t e r i o r se conocen desde hace mucho tiempo las excelencias de MIS productos, existiendo plazas, c o m o la de Buenos Aires, en donde importantes fábricas requieren, c o m o lo decimos m á s arriba, las m a t e r i a s elaboradas por c| importante establecimiento J U A N V . S H E P P A R D y Cía. c o n s a g r a n d o asi, una vez más, la bondad de la producción de la industria nacional q u e sigue en su desarrollo, •MI f o r m a paralela, los actividades de su vida,


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Cenfencrr/o Uruguayo

W I L U A M COOPEK & N E 1 I I E W S Lid». L a popularidad de q u e g o z a e n t r e n o s o t r o s la f i r m a " W i l l i a m C o o p e r y X e p h e w s L t d a . " , debido a la g r a n d i f u s i ó n de MIS p r o d u c t o s , sarnifugos, garrapaticidas, y o t r o , d e s t i n a d o s a la g a n a d e r í a en g e n e ral. e s de tal m a g n i t u d que bien puede a s e v e r a r s e q u e 110 e x i s t e rincón del p a í s d o n d e 11o se le c o n o z c a y de la m a n e r a m á s favorable. 1 : .. t a m b i é n , hoy dia. una dc las m á s i m p o r t a n t e s de su raino en M o n t e v i d e o . L a historia «le e s t a firm a . h o y poderosa, es en sumo g r a do i n t e r e s a n t e y bien m e r e c e conocerse. E m p e c e m o s por decir que la ca•a fué fundada en K c r k h a i n s t e d ( I n g l a t e r r a ) en el a ñ o 1S43. p o r el S r . William C o o p e r . j o v e n v e t e r i n a r i o ile la época, que dedicó <• pecial a t e n ción a t o d o lo r e l a c i o n a d o con la s a r r a en el g a n a d o ovino, y «|ue a raiz de sus o b s e r v a c i o n e s , estudios y e x p e r i e n c i a s , c o n c i b i ó la fórmula y r e a l i z ó la preparación del s a r n i f u g o que m á s tarde habría de ocupar lugar tan p r e e m i n e n t e e n t r e los m u c h o s remedios que m á s tarde fueron apareciendo. L o s medios de que e n t o n c e s podía d i - p o n e r el e s t u d i o s o y e m p r e n dedor p r o f e - i o n a l e r a n s u m a m e n t e

Sr. AKam M. Me. Donald, gerent: general en el Uruguay

Frenle del [ocal que ocupan las oficinas, calle Uruguay 820

limitados, t a n t o , que se reducía t o d o a tiii m o l i n o de piedra, cuy o m a l a c a t e era a c c i o n a d o por un caballo, animal que el j o v e n C o o p e r utilizaba, a d e m á s , en las r e c o r r i d a s q u e hacía en el d e s e m p e ñ o «le su p r o f e s i ó n . Con t a n r u d i m e n t a r i o s e l e m e n t o s se inició la industria que nos ocupa, la que, evolucionando y progresando c o n s t a n t e m e n t e , fué adquiriendo el m a g n i f i c o d e s a r r o l l o actual, haciendo p e n s a r en el formidable c o n t r a s t e que o f r e c e n las poderosas m a q u i n a r i a s q u e a h o r a posee, con los m e n g u a d o s e l e m e n t o s que la m o v i e r o n en su origen.

PER V NEP1IEWS (sobrinos), uno de los cuales, M r . R I C H A R D l ' O W E L L C O O P E R , p e r m a n e c i ó al f r e n t e de ella p o r m u c h o s a ñ o s , y p r e s t ó d u r a n t e su vida, i m p o r t a n t e s servicios a la G r a n B r e t a ñ a , en lo que se r e l a c i o n a con la g a n a d e r í a y la a g r i c u l t u r a , siendo él m i s m o un e n t u s i a s t a c r i a d o r de las r a z a s v a c u nas " S h o r t h o r n " y " R e d P o l l e d " , y de los l a n a r e s " S h o r s p h i r e D o w n " . T o d o e s t o sucedía a n t e s y d u r a n t e el reinado de E d u a r d o V I I , con q u i e n lo ligaba una e s t r e c h a a m i s t a d . E n r e c o m p e n s a a los s e r v i c i o s m e n c i o nados, le fué c o n f e r i d o el t í t u l o h e reditario de " B a r o n e t " , que le dió el d e r e c h o de a n t e p o n e r cl p r e f i j o " S i r " a su n o m b r e . Al f a l l e c i m i e n t o de S i r R i c h a r d Powcll Cooper, la a d m i n i s t r a c i ó n y c o n t r o l de la firma — que h a b í a c r e cido e x t r a o r d i n a r i a m e n t e — p a s ó al hijo primogénito. Sir Richard Ashmole Cooper, quien y a h a b í a sido 1111 eficaz c o l a b o r a d o r de su padre y, en m é r i t o a su popularidad, fué elegido m i e m b r o del P a r l a m e n t o c o m o r e p r e s e n t a n t e del d i s t r i c t o de W a l s a l l . H a c e y a t r e s a ñ o s que e s t a casa se ha c o n s t i t u i d o en sociedad a n ó n i m a , e s t a n d o d e b i d a m e n t e reg i s t r a d o s sus E s t a t u t o s en t o d o s los países donde t i e n e s u c u r s a l e s , y gira b a j o la r a z ó n social de "YVi-

Interior del escritorio y despacho para el público

lopei P a r a la v e n t a g e n e r a l de s u s productos, tiene c a s a s i n s t a l a d a s en las principales ciudades de los países a m e r i c a n o s que se dedican a la g a n a d e r í a , c o m o t a m bién en E u r o p a , A u s t r a l i a , N u e va Zcelandia y Sud A f r i c a ; y tiene fábricas establecidas en B e r k h a m s t e d ( I n g l a t e r r a ) la C a sa M a t r i z , en G l a s g o w ( E s c o c i a ) , en C h i c a g o , ( E s t a d o s U n i d o s de Norte América), en Sydney (Australia), y en Montevideo ( U r u g u a y ) . P o s e e a s i m i s m o , en P o r t u g a l , i m p o r t a n t e s m i n a s de a r s é n i c o , una dc las m a t e r i a s primas, de calidad, que e m p l e a en sus p r o d u c t o s y t a m b i é n una g r a n f á b r i c a de m á q u i n a s e s q u i ladoras en C h i c a g o , de d o n d e provee a t o d o s los países c r i a d o res de l a n a r e s .

1.a firma, en e f e c t o , c u e n t a a c t u a l m e n t e c o n varias f á b r i c a s , siendo la m á s i m p o r t a n t e la radicada en B E K K H A M S T K I 3 ( c a sa m a t r i z ) , pueblo donde, c o m o dijimos, inició sus p r i m e r o s esExhibición de Pasta y Creolina Cooper L o s n e g o c i o s de e s t a c a s a f u e r z o s el S r . W I L U A M C O O en el R í o de la P l a t a d a t a n d e s P E R p a r a lanzar a la v e n t a su s a r n i í u g o . P o c o s a ñ o s m á s t a r d e de de hace ci rea de cu 1 renta años, siendo e x p l o t a d o s al principio p o r iniciada e s t a e m p r e s a , quedó constituida la firma W I L L I A M C O O a g e n t e s establecidos en a m b a s o r i l l a s ; p e r o desde h a c e t r e c e a ñ o s


,Cf íií)PO </( f ( (v//i ríe//vi) O c/c/V ~Uragua t/¿

Fábrica cíe les productos Cccper ubicada sobre la bahía entrr Bella Vista y Capurro

Interior del patio de la fábrica

Envasamiento de los productos Cooper

son atendidos por sucursales debidamente constituidas por la Casa Matriz, l í s t a firma, además, considerando que era indispensable la ayuda científica en un negocio cuya llave consiste en la producción uniforme y económica,hace unos veinte años resolvió instalar una Sección T é c n i c a y, al efecto, se establecieron laboratorios para controlar la referida producción. Cada año. sin embargo, se iba notando la necesidad de ensanchar el radio de actividad de la referida Sección, cuya oficina central está en Rusell Square Núm, 47 ( L o n dres), y se fueron creando estaciones experimentales en una c a b a ñ a en Billington (Inglat e r r a ) y en Roodekop, cerca de J o h a n n e s b u rg (Sud Africa), siendo esta última especialmente establecida para el estudio de enfermedades de

animales de países tropicales y subtropicales. La fábrica en Montevideo fué establecida en el año 1912. a raiz de la ley que gravaba con derechos aduaneros a los sarnífugos y otra que concedía franquicias a las nuevas fábricas que pudieran ser instaladas, lvsta fábrica que pronto adquirió gran incremento, se encuentra ubicada sobre la bahía, entre el barrio "Helia V i s t a " y la playa "Capurro", donde se destaca entre los numerosos establecimientos industriales de esa zona de la ciudad, ocupando un área de 10.000 metros cuadrados sobre las calles San Ramón y San C a r l o s ; y tiene casas — habitaciones para el administrador y capataces que colaboran en la producción de sus

Un aspecto de las máquinas

Depósito de pasta y polvos Cooper


/Y ÜSPO def O c/e/V

Cenfenarvo -Uruguayo

específicos. La Sucursal de esta firma en el Uruguay, tiene instalado su Escritorio en la calle Uruguay N.° 82o (Montevideo), que es la oficina donde se atienden los pedidos y asuntos relacionados con la índole de su comercio. F.l desarrollo de los negocios de esta firma en el Uruguay ha ido

F.l señor Me. Donald es aún un hombre joven. Nació en Richmond, Condado de Surrey, el 18 de marzo de 1883, habiendo ingresado a la firma en mayo de lyoó, como ayudante de Mr. J a m e s B e n n e t t , que en aquella época tenía a su cargo los intereses de Cooper, en el T e rritorio de la Patagonia. Dos años después, el Sr. Me. Donald queda-

McnfiBicjj

Frente y Escritorios de la Sección

tomando mayor incremento en estos últimos años, al amparo de una acción inteligente y eficaz de sus dirigentes, que permite hacer llegar a las zonas más apartadas del país sus afamados productos, merced al sistema de agencias, que pone a la mano del consumidor todo lo que necesite para el tratamiento de sus haciendas. Actualmente la firma "William Cooper .V Nephews Ltda." tiene instaladas en el país alrededor fie 300 agencias, las cuales trabajan con actividad y celo. Futre los productos de esta firma, que más difusión y merecida lama han alcanzado, corresponde mencionar los "Polvos Cooper". " P a s t a Cooper" y "Garrapaticida Cooper". que son bien conocidos y usados en todos los países que se especializan en la cria de lanares . vacunos. Como complemento obligado dc estos datos, debemos consignar que al frente de los negocios de "William Cooper & Nephews Ltda." en el Uruguay, se encuentra el señor Allam M . Me. Donald, quien ocupa la Gerencia de esta Sucursal desde el I." de enero de 1924.

Máqu'nas

ba a cargo del -control de los intereses de la firma en Patagonia, abriendo la Sucursal en Punta Arenas en el año l<j 13, cuya gerencia ocupó hasta el año 1921. Durante la última guerra europea el Sr. Me. Donald estuvo asociado con el extinto explorador Sir Krnest Shackleton, como .Secretario en la misión de propaganda aliada en la América Latina, siendo condecorado por sus servicios, en 1921. El Sr. Me. Donald es también miembro de la Sociedad Real de Geografía e Instituto Real Colonial. ambas instituciones de Londres. El Sr. Me. Donald, posee también un gran caudal de conocimientos en lo que se refiere a la crianza de lanares, pues sus primeros pasos en este sentido datan de 1901 en las Islas Malvinas. M á s tarde, en 1 < K>3 se trasladó a Tierra del F u e g o con el propósito de ampliar sus conocimientos, habiendo completado su experiencia en la Sociedad Explotadora de Tierra de Fuego, que es la sociedad ganadera más importante del mundo.

E1 Sr. Gerente Don A . M . M e . Donald rodeado de su personal superior


dc/ Cí v¿/e fiemo ugJuayz FÁBRICA

DE

CKEOL1NA Y

LA

BUENA

prepara, la firma S T R A U C H & Cía., otros de índole distinta, entre ellos hormiguicidas, veneno para cueros, jabón de coco, jabón marsellés, y grasas lubrificantes, lo que hace 111*1 total de 30 productos. Ultimamente, y aún cuando cuenta con la "Pasta Strauch" de gran difusión entre los ganaderos, ha lanzado al increado los "Polvos Strauch", en mérito a que existen hacendados (pie, por rutina o lo que fuere, prefieren el empleo de los sarnífugos en polvo. Para l;i preparación de este específico, \ aún cuando el monto de su venta es secundario. para los intereses de la firma, han hecho instalaciones especiales, de acuerdo con 1111 propósito que es norma invariable en los Sres. S T R A U C H & Cía., de emplear en la elaboración de sus productos la mayor minuciosidad y el mayor esmero.

SARNÍFUGOS

ESTRELLA "

de S T R A U C H

y

C(«.

U n a visita a la F A B R I C A D E C R E O L I N A Y S A R N I F U G O S délos Sres. S T R A U C H He Cía., denominada " L A B U E N A E S T R E L L A " , deja una impresión de agradable sorpresa, evidenciando la existencia de una importante industria nacional, cuyo florecimiento se debe indudablemente a la inteligencia y laboriosidad de sus iniciadores. E l origen del establecimiento, (pie bajo el rótulo de " L A B U E N A E S T R E L L A " , tuvo al principio por exclusividad la elaboración de creolina, data de hace casi 36 años, y debemos apresurarnos a consignar que pronto adquirió gran fama en virtud de la excelencia del artículo puesto a la venta. Su fundador fué cl señor Escritorios y entrada principal

GUILLERMO S T R A U C H , padre de los actuales componentes de la firma, señores A R T U R O y GUILLERMO, el primero dc los cuales es cabeza administradora de1 establecimiento y el segundo, reputado químico, a u t o r ele todas las fórmulas de los proSección

rior no dice de toda su importancia real, está m ontado de acuerdo con los m á s modernos adelantos de la ciencia en la materia. Cuenta, asimismo, con un cómodo y completo Laboratorio Químico, dirigido por el Sr. GUILLERMO Laboratorio

moledoras

ductos que «illí se elaboran. Los principios cíe esta industria fueron modestos, como ocurre casi siempre; pero, según llevamos dicho, pronto fué desarrollándose en franco tren de progresos, hasta alcanzar el grado de importancia y perfección que hoy tiene a cuyo acrecentamiento contribuyeron en gran parte sus dignos sucesores. E s así que la Fábrica, destinada primeramente a la elaboración exclusiva de Creolina, fué ampliando sus renglones con la fabricación del " J a b ó n de Creolina" y la " P a s t a Strauch". para la sarna de los animales, a lo que fueron agregándose, sucesivamente, otros muchos productos. como ser diversos tipos de sarnífugos, garrapaticidas, tinturas para las ovejas, ungüento para manquera de los animales, lombriciclas, y todos los específicos, en fin, (excluidas las vacunas, que pertenecen a otra rama), necesarios para la lucha contra las enfermedades del ganado ovino y bovino. Aparte de los renglones ya

mencionados.

Sección elaboración de fluidos

El establecimiento, cuyo exte-

S T R A U C H . donde se efectúan los estudios, análisis, y preparación de las fórmulas correspondientes a los productos, los cuales no son nunca puestos a la venta sin haberse realizado antes un largo proceso de experimentación, proceso que se amplía con pruebas directas en los establecimientos ganaderos y en las chacras que la firma posee también.

Elaboración de específicos en polvo

Digamos ahora, por cine bien merece consignarse el dato, que los Sres. A R T U R O Y G U I L L E R M O S T R A U C H son uruguayos, y la industria que tan acertadamente explotan, debe considerarse netamente uruguaya, pues se desenvuelve con capitales propios. Dc más estará agregar que la Fábrica de Creolina y Sarnífugos Strauch y Cía., situada en la calle Isla de Flores N." 1328, tiene no sólo una gran venta en la capital, sino (pie cuenta con una numerosísima clientela en la campaña, donde sus productos por su índole han adquirido grandísima difusión.

Sección despacho de mercaderías


Jgf íi/ypo G c/efe.

c/cf

Cc/i/cnarfo Uruguayo por la f u e r z a m o t r i z eléctrica suministrada por la Usina E l é c t r i ca del E s t a d o , y actualmente generada p o r sus propias máquinas. Ultimamente, y en previsión de la producción de t r i g o c a d a vez mayor en el Uruguay, se adelantó a construir grandes depósitos, llenando dc este modo una bien sentida necesidad en la plaza. Cuenta a c tualmente c o n ti n importante depósito con capacidad para más de 200.000 bolsas de trigo, brindando a su ya numerosa clientela del interior, amplias comodidades. E n un país c o m o el U r u guay, cuya producción de trigo, generalmente. excede a las necesidades de la población, la industria harinera constituye uno de los f a c t o r e s escenciales de la riqueza nacional, siempre que sea atendida dc acuerdo con los métodos más modernos que le permitan, en los mercados e x t r a n j e r o s , resistir a la competencia y a la bondad de los productos de las demás naciones que se disputan el mercado.

Sociedad A n ó n i m a Molinos Harineros del Uruguay, P a r a g u a y esquina Francisco T a j e s SOCIEDAD MOLINOS

ANÓNIMA

HARINEROS

DEL

URUGUAY

L a industria harinera nacional tiene, sin duda, un alto exponente en la firma que gira en nuestra plaza b a j o el rótulo de "Sociedad Anónima Molinos Marineros del U r u g u a y " , con sede social en Bruselas. Kl establecimiento perteneciente a la Sociedad mencionada se encuentra ubicado en el " A r r o yo S e c o " , calle Paraguay esquina Francisco T a jes. Ocupa un área de dos manzanas, y puede considerarse financieramente c industrialmente como el más importante de su índole en el país. Se dedica exclusivamente a la elaboración de harina de trigo y sus derivados, produciendo diariamente más de 1.000 bolsas de harina de 70 kilos cada una. De acuerdo con las exigencias de la industria harinera, sus máquinas c o n s t a n t e m e n t e renovadas, se adaptan a las características más modernas en la materia. F u é también el primer establecimiento que reemplazó sus maquinarias a vapor

Máquinas generadoras de fuerza

Depósito con capacidad para 200.000 bolsas

motriz

b*i "Sociedad Anónima Molinos H a r i n e r o s del Uruguay',' no ha perdido de vista en ningún momento esta circunstancia y sus amplios locales, sus depósitos de capacidad superior a todas las previsiones, y la excelencia indiscutibles de su preparación, le ponen en condiciones, una vez atendidas las exigencias de las plazas nacionales, de colocarse, sin desventaja, en los demás mercados, frente a la producción de los grandes establecimientos industriales que se disputan la supremacía. Y es con ese mismo criterio, de renovación y de perfeccionamiento constantes, que, al propio tiempo que atiende su acción del momento, va preparando sus planes de futuro, a fin de m a n t e n e r s e siempre en el nivel de privilegio en que ahora se encuentra, sobre muchos establecimientos similares.

Parte posterior del depósito con acceso directo al Ferro Carril


X?f

O

fi£ro

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c/c'f

Cenfencrr-YO

Upucjuut/ü

EL M O L I N O DEL COMERCIO

A la edad de 14 años llegaba de I t a l i a a n u e s t r a capital un muchacho l l e n o de nobles deseos de t r a b a j a r y de p r o g r e s i s t a s ideas.

C o m e r c i o " , además de c o n s a g r a r su vida e n t e r a al p r o g r e s o de sti importante casa, tuvo t i e m p o para atender con eficacia los puestos de h o n o r p a r a que en las distintas instituciones e x t r a n j e r a s y n a c i o n a Dándose inmediata c u e n t a del i n m e n s o porvenir les. fué designado. c o m e r c i a l de M o n t e v i d e o , por su privilegiada situaF u n d ó y presidió el B a n c o Italiano del U r u g u a y , ción en el R í o de la P l a t a y p o r ser c o m o es hoy fué el primer presidente de la Usina E l é c t r i c a de el p u e r t o de e n t r a d a y salida de todos los productos Montevideo, varias veces presidió cl Casino I t a l i a n o , para la población del i n t e r i o r de la República, se la C á m a r a de C o m e r c i o Italiana y el Hospital I t a e n t r e g ó de lleno al c o m e r c i o , desde el año 1854 al liano y fué socio fundador de la Asociación Rural, 1872 en el (jue su avizora m i r a d a y el deseo de exde la B o l s a de C o m e r c i o y del J o c k e y Club de M o n tender la i m p o r t a n c i a de sus actividades le llevaron tevideo. a i n s t a l a r un molino de u n a producción diaria de I odos e s t o s c a r g o s prueban la general simpatía 350 b o l s a s de 70 k i l o g r a m o s . que le rodeaba y su g e n e r o s o deseo de vincularse a E s t e e s t a b l e c i m i e n t o industrial m o d e s t o si lo todo lo que r e p r e s e n t a r e 1111 f a c t o r de p r o g r e s o cu c o m p a r a m o s con el que a c t u a l m e n t e poseen sus hiel país que había adoptado y adonde habían nacido j o s , fué el p r i m e r o en su g é n e r o instalado en A m é sus hijos. rica. pués h a s t a e n t o n c e s 110 se usaba en el c o n t i n e n t e E s a admirable tradición familiar, tradición de o t r o p r o c e d i m i e n t o para la molienda que cl de la laboriosidad, de honradez, de orden y de espíritu de a n t i g u a piedra. p r o g r e s o , se r e f l e j a en los h i j o s de don Luis PodesLuis Podestá, fundador del E s a cantidad de 2.450 k i l o g r a m o s de harina, 110 tá quienes en el ejemplo de la iniciativa paterna, establecimiento sólo b a s t a b a para el a p r o v i s i o n a m i e n t o diario de puesta a prueba en m á s de medio siglo de labor ininn u e s t r a ciudad, sino que t a m b i é n terrumpida y tenaz, que le hafacilitó a D o n Luis P o d e s t á , con bía señalado el c a m i n o del triunsingular é x i t o , la e x p o r t a c i ó n a fo, c o m o j u s t o premio a los que Buenos Aires. c o n s a g r a n a una causa, las meE n el año 1883. y a en v í a s j o r e s cualidades de su espíritu de f r a n c a prosperidad, inició la e s c u e n t r a n los m e j o r e s a n t e c e c o n s t r u c c i ó n del edificio que a c dentes para proseguir una o b r a t u a l m e n t e ocupa en la A v e n i d a que t a n t o se vincula a los proG e n e r a l R o n d e a u y calles N u e g r e s o s nacionales y al desarrollo va Y o r k , A s u n c i ó n y P a r a g u a y , de una de las m á s nobles de sus en u n o s t e r r e n o s que 110 h a c í a riquezas productoras : la agriculm u c h o t i e m p o habían sido c o n tura cerealista. q u i s t a d o s al m a r y que e n t o n c e s .Un tal f o r m a . l o s h e r m a n o s eran considerados como lugar Podestá, sin a p a r t a r s e de la ruta donde la edificación 110 podía t e ya emprendida con un tan c l a r o n e r sólida b a s e . c o n c e p t o del porvenir, fueron N o f a l t a r o n p e s i m i s t a s que a u m e n t a n d o c o n s t a n t e m e n t e la p r o n o s t i c a r o n el f r a c a s o de la e s f e r a de acción de su c o m e r edificación de ese e n o r m e edificio. poniéndose siempre al día cio de seis pisos en tal p a r a j e . con todos los a d e l a n t o s de la inP e r o don L u i s P o d e s t á 110 dustria harinera, que es f a c t o r los o y ó y t e r m i n a n d o la c o n s tan importante y sindicado de •p-j primitivo edificio del Molino del Comercio en 1884 en la Avenida t r u c c i ó n de su edificio se e n c a r Rondeau,, Nueva Y o r k , Asunción y Paraguay n u e s t r a riqueza nacional, perg ó de d e m o s t r a r con h e c h o s la feccionando día a dia los procefalsedad de tales p r o n ó s t i c o s y dimientos de t r a b a j o y l o g t a n d o lo c i e r t o es que g r a c i a s a su iniasí, para su producción, el m á ciativa, en aquellos l u g a r e s se x i m o de rendimiento y de b o n e m p e z a r o n a l e v a n t a r en las indad que c o n s t i t u y e n , a c t u a l m e n mediaciones grandes edificios te, la razón de MI importancia c o m o los de M a r e x i a n o , A n s e l indiscutible en las actividades mi. e t c . etc., llegando a ser h o y del medio a m b i e n t e . a q u e l l a d e s i e r t a zona de " l o s Con ese sistema, el viejo m o c u a d r a d o s " , c o m o se le l l a m a b a lino " D e l C o m e r c i o " no se vio, en en el pueblo, un e m p o r i o del c o m o m e n t o alguno, obligado a cem e r c i o , la industria y los F e r r o der el paso a ios e s t a b l e c i m i e n C a r r i l e s del país. tos similares que. con el andar C u a n d o se c o n s t r u y ó el m o de los a ñ o s y de acuerdo con las lino que h o y dirigen los h i j o s necesidades siempre c r e c i e n t e s del s e ñ o r L u i s P o d e s t á , don A n de la población, fueron insta• drés, don C a r l o s y don H é c t o r , lándose en el país. KI prestigio su producción e r a de 550 b o l s a s conquistado cuando eua el duede h a r i n a p o r día, h o y produce ño absoluto de la plaza, no sólo 1.200 y d e n t r o de breve plazo de se m a n t u v o i n t a c t o , sino que tiempo alcanzará a producir a c r e c i é n t a s e en lodo m o m e n t o , 1.800 b o l s a s de 70 kilos c a d a mereciendo c i t a r s e ese o r g a n i s una. L a f i r m a P o d e s t á y Cía., mo industrial e n t r e los que hacen es h o y la m á s f u e r t e e x p o r t a h o n o r al pais y prestigian dend o r a de h a r i n a s del U r u g u a y y t r o y fuera de f r o n t e r a s el g r a sus p r o d u c t o s g o z a n de e x t r a do de p e r f e c c i o n a m i e n t o a que ordinaria a c e p t a c i ó n en los p r i n ¿ctual edificio del " M o l i n o del Comercio" con las ampliaciones de cipales c e n t r o s c o m e r c i a l e s b r a h a llegado en esta m a n i f e s t a c i ó n que fué objeto sileños y e u r o p e o s . de su actividad m a n u f a c t u r e r a . El fundador del " M o l i n o del

Estivas de bolsas de harina Vehículos cargados, en el interior

Otro aspecto del interior


fi£po def prf¡£> / e / V O cdei

Cenfenarvo

U r u g u a y o

acción industrial y comercial, hasta que. en 11J05, FIDELERÍA y MOLINO MONTEVIDEANO Cuarenta y siete años de existencia, ya que la razón social transformóse en P. M ASI*. & Cía., de P. M A Ñ É y Cia. fué fundada en el 1N7X, cuenta cl conocidísimo siendo sus componentes don P A B L O M A Ñ E y MOLINO Y F I D E L E R I A MONTEVIDEANO, su hijo Don J o s é M " Mañé. éste en carácter de administrador, siendo de P. M A S E & Cia.. sito en la Avenida Agraciada esquina Nueva quien dirige el establecimiento que es, actualmente, uno de los mas Y o r k ; cuarenta y siete años de actividad constante, que hablan del fuertes del ramo, dedicándose a la elaboración de artículos de molino y camino recorrido y de las energías derrochadas; que dan derecho a fidelería, tales como las más íntimas satisharinas, pastas alifacciones, y que jusmenticias, aceites de tifican sobradamente lino y de maní, lleel éxito alcanzado. gando su producción Digamos, histode fideos a más de riando siquiera sus10.500 kilogramos cintamente la vida de diarios. este conocido estaL o s Señores P . blecimiento, que desM A S E & Cía., son de su fundación esrepresentantes, en el tuvo instalado en esa Uruguav, de la INmisma esquina de la T E R NATIONAL Avda. Agraciada y M A R V E S T E R Nueva York, y lució C O M P A N Y , dcel mismo rótulo que CI-l ICAGO. YLL. en la actualidad : Mofabricantes de fama lino y Fidelería Monuniversal que se han tevideano. especializado en máLa firma origiquinas de labranza. naria fué la de CasT a 111 b i é 11 son tellanos y Delucchi, agentes representanquienes tenían por tes, los Sres. P. .MaGerente principal a ñé y Cía., ele los moDon P a b 1 o Mañé. linos a viento A E R persona sumamente E d i f i c i o del M o l i n o M o n t e v i d e a n o en la A v e n i d a A g r a c i a d a esq. N u e v a Y o r k M O T O R & Cía., tan conocedora «leí ramo, difundidos y apreciay de condiciones exdos en todas las zonas de la República por su gran rendimiento, precepcionales para el desempeño dc su importante cargo. Allá por el cisión y durabilidad. año 181,5, sufrió la razón social aludida, una importante transformaEl" establecimiento cpie nos ocupa expende los productos que mación. pués >e retiró el Sr. Delucchi, entrando a reemplazarlo Don Pablo Mañé. La firma quedó entonces convertida en C A S T E L L A N O S nufactura. bajo la marca genérica " C O R O N O " , que tiene registrada, X- M A S E . Asi giró por espacio de diez años, durante los cuales la la cual constituye de por si una garantía dc alta calidad y una crecasa fué robusteciendo aún más su vitalidad y ampliando su radio de dencial de éxito seguro.

C o n j u n t o d e l personal de obreras

Sección

Empaquetadoras

Expedición

de h a r i n a y

lección Máquinas

fideos

agrícolas


/ ? j f ÍÍSPO O c / c f c LA F Á B R I C A

DE

C/cf

Cef/fcfí(77YO V r a g u a y o

A Z U C A R , D E D 1 A 7 , A 7 N A R E / . y C¡„.

Vista general del importante establecimiento que los señores Díaz Aznarez y Cía. poseen en Est. L a Sierra, Dpto. de Maldonado, destinado a la fabricación de azúcar de remolacha

Aspecto interior del establecimiento

donde puede apreciarse

la

gran

importancia de las instalaciones

\

Después de un largo proceso la remolacha convertida en azúcar y ya embolsada y pronta para la venta

r


,Cf íl'Sro G c/e/V

efef

Cb/ifcnarvo V/>u<Juayo quillas e s p e c i a l e s p a r a el t r a t a m i e n t o del a r r o z q u e b r a d o , que n e c e s a r i a m e n t e tiene q u e p r o d u c i r s e en la e l a b o r a c i ó n de un cereal tan delicado y q u e b r a d i z o , asi c o m o t a m b i é n p a r a el t r a t a m i e n t o de las s é m o l a s y d e m á s sub - productos.

LA

ARROCERA ORIENTAL dé AZNAREZ Hnos. y R I S S O

E n g e n e r a l las p e r s o n a s q u e i g n o r a n el m e c a n i s m o de una a r r o c e r a y los c o m p 1icados procedimientos q u e se h a c e n n e c e s a r i o s p a r a «pie el a r r o z p u e d a s e r o f r e c i d o en c o n d i c i o n e s p e r f e c t a s p a r a el c o n s u m o , c r e e n q u e la f u n c i ó n de u n a a r r o c e r a o m o l i n o de a r r o z , c o m o se le l l a m a c o m u n m e n t e , c o n s i s t e en d e s c a s c a r a r el a r r o z , e s d e c i r , en d e s p o j a r al g r a n o de la g r u e s a c o r t e z a (pie lo c u b r e .

A ú n c u a n d o en n u e s t r o pais el c u l t i v o del a r r o z , es r e d u c i d o p o r r a z ó n de q u e se c a r e c e de los t e r r e n o s n e c e s a r i o s p a r a el buen é x i t o de las s e m e n t e r a s , la industria m a n u f a c t u r e r a de ese cereal ha alcanzado un g r a d o de p o s i t i v o a d e l a n t o , que m e r e c e se la d e s t a q u e e n t r e las q u e h a n adcpiirido real i m p o r t a n c i a .

Nada mas equivocado, sin e m b a r g o , y a (pie el d e s c a s c a r a r el a r r o z es la f u n ción m á s sencilla en el l a r g o y c o m p l i c a d o p r o c e s o d e la elaboración de ese import a n t e c e r e a l , al (pie n o i g u a la, ni c o n m u c h o , el r e q u e rido p o r u n m o l i n o de t r i g o , por importante que sea, c o m o t a m p o c o 1111 m o l i n o de t r i g o e x i j e la c a n t i d a d de m á q u i n a s q u e se r e q u i e r e n en un e s t a b l e c i m i e n t o , bien m o n t a d o , p a i a la elab o r a c i ó n del a r r o z .

E n t r e los e s t a b l e c i m i e n t o s que h a n e n c a u z a d o en ese sentido sus actividades, es a c r e e d o r a a u n a e s p e c i a l mención " L A A R R O C E R A O R I E N T A L " , p r o p i e d a d de los S r e s . " A z n a r e z U n o s , y Kisso". Este "molino de a r r o z " , dotado de completís i m a s i n s t a l a c i o n e s , de a m plios d e p ó s i t o s p a r a la m a teria p r i m a y d e las m a q u i narias m á s modernas y perf e c c i o n a d a s — d e lo q u e dan u n a s i n t é t i c a idea los g r a b a d o s p u b l i c a d o s en e s t a p á gina — nada tiene que envidiar a los establecimientos de e s a índole q u e g o z a n del m e j o r c r é d i t o en o t r o s p a í ses. L a e l a b o r a c i ó n , en g r a n e s c a l a , a l c a n z a a d o s mil q u i n i e n t o s s a c o s de c i n c u e n ta k i l o g r a m o s , c a d a v e i n t i c u a t r o h o r a s , lo q u e e q u i v a l e a m á s de c i e n t o v i e n t i c i n c o mil k i l o g r a m o s d i a r i o s de cereal trabajado, para pon e r l o en c o n d i c i o n e s de s e r b r i n d a d o al público c o n s u midor.

D e s p o j a d o el a r r o z de su c o r t e z a , el g r a n o c o n s e r va, fuertemente adheridas, v a r i a s películas que, en el c u r s o de su e l a b o r a c i ó n , se convierten e 11 afrechillo, alimento excelente no sólo p a r a toda c l a s e de a n i m a les. sino t a m b i é n p a r a las p e r s o n a s , c o m o se c o m p r o b ó en I t a l i a d u r a n t e la g u e r r a . en la q u e , p o r real dec r e t o . se a u t o r i z ó p a r a la e l a b o r a c i ó n del pan un a l t o p o r c e n t a j e de a f r e c h i . l o de arroz. D i c h o a f r e c h i l l o se ex-

trae

cl e 1

arroz

mediante

Cuenta

máquinas especiales llamadas " b l a n q u e a d o r a s " , q u e s u e l t a n el g r a n o con u n a blancuia perfecta. T e r m i n a d o e\ b l a n q u e o , p a s a el a r r o z p o r l a s pulid o r a s , m á q u i n a s c u y a misión, c o m o su n o m b r e lo indica,

es

alisar

y

pulir

el

grano, requisito absolutam e n t e indispensable para q u e el a r r o z t o m e en el ú l t i m o g r u p o de m á q u i n a s , d e s t i n a d a s a e s e i\\\, e\ b r i llo y belleza q u e d e b e p r e sentar todo a r r o z cuando es de b u e n a calidad y ha sido e l a b o r a d o con e s m e r o y con las m á q u i n a s adecuadas. T o d o establecimiento para la e l a b o r a c i ó n del a r r o z q u e e s t é bien m o n t a d o , debe t e n e r t a m b i é n m á -

además,

la a r r o -

c e r a . de los S r e s . " A z n a r e z y R i s s o " , con i n s t a l a c i o n e s de e n e r g í a e l é c t r i c a , p u e s t a s en a c c i ó n p o r un m o t o r e s pecial de 2 5 0 H . l \ , que le p e r m i t e n o b t e n e r de sus m a q u i n a r i a s el m a y o r r e n d i m i e n t o posible y la m e j o r calidad en el p r o d u c t o e l a borado.

Atriba: Vista general del establecimiento con sus depósitos. — Al medio: Aspecto del 2." piso; máquina para clasificar y brillar el arroz. — Abajo: Vista parcial del ter piso; máquinas para blanquear el arroz y para separar el con cascara del ya descortezado.

P o r o t r a p a r t e , el numeroso personal que interviene en la l a b o r , t a n t o en la a c c i ó n d i r e c t a c o m o en la dirección s u p e r i o r , ha sido seleccionado con todo cuidado, a fin de q u e r e s p o n da a la p r e o c u p a c i ó n p e r m a n e n t e de la f i r m a p r o p i e t a r i a , de irse superando s i e m p r e , a fin de c o n s e r v a r s e en el p u e s t o de p r i v i legio que actualmente ocupa en la i n d u s t r i a n a c i o n a l .


X.T f i ' f i p o def O c/c/y

Cen/enarvo Crqgaayo

F A B R I C A N A C I O N A L DE I ' A P E L (Sociedad Anónimc) E s c o n o c i d o de t o d o s el i n c r e m e n t o g r a n d í s i m o (pie ha t o m a d o en n u e s t r o país la F A B R I C A N A C I O N A L O l í I ' A I ' U L , que tiene una e n o r m e capacidad p r o d u c t o r a . l i s t e g r a n e s t a b l e c i m i e n t o , que es un bello e x p o n e n t e de la industria nacional, se halla e s t a b l e c i d o en el P U E R T O D K L SAUCE, ( D e p a r t a m e n t o de C o l o n i a ) , y t i e n e la C a s a Central en M o n t e v i d e o , Calle P a r a g u a v Nos. 1616 y 1622, siendo su dirección t e l e g r á f i c a , " C A I ' U B ACO"'. E s t a f á b r i c a , h o y en pleno d e s a r r o l l o p r o g r e s i s t a , m o n t a d a con los e l e m e n t o s m á s m o d e r n o s , y desenvolviéndose d e n t r o de una o r g a nización p e r f e c t a , fué fundada en el a ñ o t8<j8, b a j o la f o r m a de sociedad colectiva. Así c o n t i n u ó rigiéndose h a s t a mediados del a ñ o i'M.V en que se t r a n s f o r m ó en la actual S o c i c d a d A n ó n i m a , con un capital, e n t e r a m e n t e suscripto de S K.(o.ooo. S u finalidad funcional a b a r c a la fabricación y v e n t a de papeles de t o d a s clases, para lo cual cuenta, además de la F á b r i c a , sita, c o m o queda dicho, en P U E R T O D E L S A U C E , con los D e p ó s i t o s y E s c r i t o r i o s en la calle P a r a g u a y . C o m o puede suponerse fácilmente, se t r a t a de una e m p r e s a de

la capital nacional c o m o en las niá- i m p o r t a n t e s localidades del int e r i o r del país. P o r o t r a parte, todos los a r t í c u l o s f a b r i c a d o s en e s t e e s t a b l e c i m i e n t o pueden c o m p e t i r v e n t a j o s a m e n t e c o n los similares que nos llegan del e x t e r i o r , por el e s m e r o con que se p r e p a r a n , p o r su acabado p e r f e c c i o n a m i e n t o , al punto que d e t e r m i n a d o s tipos g o z a n de la primacía sobre los que se o f r e c e n a la c o m p e t e n c i a c o m e r c i a l por las innumerables c a s a s (pie en n u e s t r o país tienen la r e p r e s e n t a c i ó n de las más g r a n d e s fábricas del M u n d o . l'.n el P u e r t o del S a u c e , localidad llamada J u a n L . I.acazc, e s t a fábrica ha contribuido en f o r m a e f i c i e n t e a su t r a n s f o r m a c i ó n y prog r e s o , dando ocupación, c o m o lo d e c i m o s a n t e r i o r m e n t e , a un n u m e r o so c o n j u n t o de o b r e r o s que e n c u e n t r a n , d u r a n t e todo el año, en las actividades crecientes de la fábrica, un s e g u r o b i e n e s t a r e c o n ó m i c o y una fuente permanente de recursos. Unida la f á b r i c a a la capital por linca férrea, con grandes muelles de e m b a r q u e en el R í o de la P l a t a , e s t á en condiciones de distribuir, sin g r a n d e s r e c a r g o s , su vasta producción, a todos los c e n t r o s de c o n s u m o del país en la medida que se le reclama, para la cual dispone de un prudente s t o c k en su c a s a c e n t r a l dc v e n t a s en Montevideo.

Vista de los edificios de la Fábrica Nacional de Papel en Puerto Sauce

v a s t a s p r o p o r c i o n e s , que c o n t r i b u y e de una manera apreciable a la i m p o r t a n c i a c o m e r c i a l de la plaza y proporciona medios de vida a una cantidad n u m e r o s a de personas, y a que cuenta con unos 4 0 0 o b r e r o s y o b r e r a s , m u c h o s de los cuales son j e f e s de familia. T a r e a e x t e n s a y excesiva, para el espacio de que disponemos en e s t a reseña, r e s u l t a r í a la de detallar m i n u c i o s a m e n t e las c a r a c t e r í s t i c a s dc e s t e i m p o r t a n t í s i m o e s t a b l e c i m i e n t o . E l valor de sus v a s t a s i n s t a l a c i o n e s , el de sus m o d e r n a s maquinarias, el s i s t e m a de t r a b a j o , los mil y un detalles de su f u n c i o n a m i e n t o , nos demandaría un espacio de q u e n o disponemos. D i r e m o s , si, que' llama la a t e n c i ó n el orden y la meticulosidad que rige todos los m o v i m i e n t o s de su c o m p l e j o o r g a n i s m o y la eficiencia p o n d e r a b l c de la dirección de esta industria ejemplar. L a m a g n i t u d de sus i n s t a l a c i o n e s en las que se ha previsto la producción actual y las requeridas por las futuras e x i g e n c i a s del consumo público y el m a y o r desenvolvimiento de las actividades industriales de e s t e i m p o r t a n t e e s t a b l e c i m i e n t o (pie e x p r e s a el grado de evolución m a n u f a c t u r e r a a que h a llegado el país, le p e r m i t e n intens i f i c a r la producción en cualquier m o m e n t o y s a t i s f a c e r así las necesidades de su n u m e r o s a clientela que se d i s t r i b u y e igualmente en

L a F á b r i c a Nacional de Papel se e n c u e n t r a en condiciones de producir las más variadas calidades de'papeles, desde los m á s c o m u n e s y usuales, c o m o ser de a s t r a s a , y de embalaje, h a s t a los m á s finos destinados a impresión en general, v los de escribir. Abarca, por o t r a parte, 1111 buen n ú m e r o de especialidades, tales c o m o el papel para diarios, en bobinas de todo t a m a ñ o , papeles pintados para decoración, ¡tápeles cheviots, papeles leonin, papeles secantes, etc. T a m b i é n produce serpentinas, papel de t e l e g r a f í a , cintas de papel para m á q u i n a s r e g i s t r a d o r a s , y o t r o s de diversas índoles. L a producción diaria, variable, c l a r o está, según la n a t u r a l e z a y la clase del papel, oscila alrededor de 22.000 k i l o g r a m o s , cantidad (pie g e n e r a l m e n t e es superada. L a f o t o g r a f í a (pie reproducimos da una idea a p r o x i m a d a dc las c a r a c t e r í s t i c a s e importancia de la F A H R I C A N A C I O N A L D E P A P E L , que 11o o b s t a n t e la c o m p e t e n c i a que deben s o s t e n e r sus p r o d u c t o s con los similares e x t r a n j e r o s , se e n c u e n t r a en envidiable f l o r e c i m i e n t o y e s t á llamada a ser. en su futuro 11o muy l e j a n o , c u a n do el país le o f r e z c a en abundancia toda la m a t e r i a prima que requiere la variada producción de sus m á q u i n a s p e r f e c c i o n a d a s , la e x p r e sión más completa del desarrollo m a n u f a c t u r e r o del U r u g u a y .


prnsrXJPO

G

cteff efe/

cfcF

Ce/ifenarvo Uruguayo

Edificio recientemente construido para el anexo dedicado a la fabricación de jabones

Interior de la fábrica, con los tachos que contienen los grandes blocks de jabón enfriándose

S e c c i ó n C a l d e r a s de la fábrica de jabones, grasas, aceites y glicerinas

EST ABLECIMIENTOS y repetidos ensayos, logróse el "desjderatum" Dignos de mención especial son. seguramente, perseguido, concretado en el jabón " P r i m u s " , prolos- establecimientos denominados " L A 1NUUS" LA INDUSTRIAL" y " LA UNIÓN 1NDUSducto netamente superior, que había de conquisT R I A L " . sito en Nuevo París y " L A U N I O N " , tar de inmediato las preferencias de los consumidores, haciéndose t -tablecido frente a la calle Uruguayana y junto a la costa del Miindispensable su uso en la higiene del hogar. guelete. Claro está que el nuevo impulso dado por sus dirigentes a " L A El primero de estos dos importantes establecimientos se dedica a I N D U S T R I A L " hizo que esta fábrica adquiriera 1111 incremento notorio y sumamente promisor, que la ha llevado a ampliar más todavía, su ya dilatado radio de acción comercial y aumentar, como resultancia lógica y natural, todas sus instalaciones. T a n t o es verdad, esto, que en la actualidad se están terminando las instalaciones correspondientes a 1111 anexo destinado a la elaboración de jabones de tocador, instalaciones importantes, modernas y bien estudiadas, que representan la última palabra en la materia, y que permitirán la obtención de productos perfectos, capaces de competir ventajosamente con las mejores calidades de jabones importados de las más renombradas fábricas del mundo.

Establecimiento " L a

Industrial"

empaquetamiento

de jabón

"Primus'

la fabricación de jabones, grasas, aceites, glicerina, y otros derivados de la industria de la grasa. Fué fundado en el año 1880. por los señores Pelegrino Nicolini y Julio Lena, actuando bajo la dirección de los nombrados durante mucho tiempo. l\n el año 1922, efectuóse una combinación industrial mediante la cual se fusionaron las fábricas de jabones " L a Montevidea11a". "Independencia" y " L a Industrial", las dos primeras que fueron fundadas, a MI vez por los señores Bixio v Deambrosis, en el año 1879 y Benito Aívarez. en el año 1877. respectivamente. La Fábrica " L a Montevideana" y la "Independencia", fueron entonces. desmontadas y refundidas en " L a Industrial" que permaneció funcionando activamente y es la que elabora el renombrado jabón "PRIMUS". Esta nueva corporación industrial está formada por los sucesores de aquellos señores, y son los (pie llevaron a efecto la fusión de los tres establecimientos, hallándose constituida por las firmas Gaggero. Deal Sniith y Cía., Levrero, Spallarosa y Cía., y Alvarez y Hourquebie, que tienen instalados sus locales de venta y oficinas, en los siguientes puntos: calle Paysandú N.o 1120, calle Río Negro N.o 1463 y Avenida General Rondeau N.o 1730. Reseñemos ahora, por separado, aunque sea ligeramente, la índole de estos dos difundidos establecimientos que de manera tan eficiente intervienen en el desarrollo de nuestra industria. L a Fábrica " L a Industrial" se dedica, como ya dijéramos, a la elaboración de jabones especiales para usos domésticos. Podemos y debemos decir de ella, puesto que es un título que la enaltece, y que tiene efectiva importancia, que fué iniciadora, en nuestra plaza, de la elaboración de jabones de alta calidad, eliminando en absoluto las adulteraciones de los productos, que eran cosa corriente en esta industria. La iniciativa, verdaderamente plausible, ya que tendía a contrarrestar prácticas comerciales tan perniciosas, proporcionando al consumidor un artículo integral y perfecto, no dejó de exigir, antes de verse cristalizada en la tangibilidad de los hechos, verdaderos esfuerzos de índole técnica y económica: pero tras dc sucesivas fórmulas

E l Anexo a que hacemos referencia está constituido por todo un cuerpo de edificio, independiente, que se ha levantado en el predio de " L A I N D U S T R I A L " , que abarca una extensa superficie. Debemos consignar, asimismo.-que este reputado establecimiento elabora: además del difundido jabón " P R I M U S " , que representa indudablemente, su principal renglón, una excelente Creolina y un Fluido Fenolado Antisárnico, que llevan la marca " P R I M U S " y que, al igual de todos los productos elaborados por " L A I N D U S T R I A L " , se caracterizan por su alta calidad. Por otra parte, y en el orden de los subproductos, prepara una glicerina a 30 grados Biné, glicerina que por su excepcional pureza, es aceptada en mercados europeos tales como los de Inglaterra y de Francia, a donde se le exporta. V.n breve, además, este consorcio industrial presentará al mercado de nuestra plaza, una clase de glicerina químicamente pura, para el uso oficinal, nuevo artículo que sin duda merecerá la misma franca acogida que se dispensa a todos los productos que llevan el sello genérico de la marca " P R I M U S " . Cometeríamos 1111 olvido indisculpable, si 110 mencionáramos antes de terminar esta reseña relativa a " L A I N D U S T R I A L " , un detalle que la caracteriza, también, bajo otro aspecto sugerente. Nos referimos al excelente trato que recibe el numeroso personal obrero que en esta fábrica trabaja. Algunos de estos obreros cuentan ya con

L a escuela pública de N u e v o Parts visitando la fábrica de jabón

"Primus"

(


sQf fifipo def O def<f

L a maquinaria continua de la Fábrica

de papel " L a

Unión"

3 0 y m á s a ñ o s ele actuación ininterrumpida en " L A I N D U S T R I A L " , y los hay que son propietarios de la finca donde habitan o de t e r r e n o s de c i e r t a i m p o r t a n c i a y valor. E l b i e n e s t a r de que disfrutan se enc u e n t r a evidenciado, a s i m i s m o , p o r el hecho, muy poco c o m ú n por c i e r t o , de que n u n c a se hayan producido huelgas en e s t e e s t a b l e c i m i e n t o , lo cual v i e n e a d e m o s t r a r que ng son tan i n c o m p a t i b l e s e i n a r m o n i zables c o m o se p r e t e n d e , los inter e s e s del capital y el t r a b a j o . S u g i e ilj re e s t o , p o r l ó g i c a a s o c i a c i ó n de ideas, la r e f l e c c i ó n de c u a n t o s t r a s t o r n o s de índole social y d o m é s t i c a , v p e r j u i c i o s p a r a la e c o n o m í a nacional, n o se a h o r r a r í a n si en t o d o s los o r g a n i s m o s c o m e r c i a l e s e industriales r i g i e r a un c r i t e r i o t a n a c e r t a d o y racional...

Cer¿.feriaryo Uruguayo

Detalle de la Fábrica donde se vé el carro áereo eléctrico para levantamiento de grandes pesos 110 sólo eti n u e s t r a República, sino también en el P a r a g u a y y en el sud del Brasil, países adonde se e x p o r t a buena parte de la producción. L a F á b r i c a " L A U N I O N " '. está regida por un D i r e c t o r i o c o m puesto por t r e s miembros, los S r e s . E r n e s t o D i a l S m i t h , de la f i r m a i . ; ; :cro, Dc:d S m i t h y Cía., Luis ' . c w e r o , de la firma L e v r e r o , S p a 11;o-. ,a y Cía., y Enrique Alvarez, <; la firma Alvarez y Hourquebie, ei 11:. utos todos ellos, de r e c o n o c i da . vi ividad y gran competencia ei la industria a la que dedican sus al N ' IH>S, la cual dominan amplíame i le, y a cuyas dotes de inteligencia debe el desarrollo y la prosperidad del establecimiento c o m o a>i iniqiiu la aceptación de todos los productos que en ellos se elaboran.

P a s a n d o a h o r a a o c u p a r n o s del e s t a b l e c i m i e n t o " L A U N I O N " , dir e m o s que se dedica a la f a b r i c a c i ó n de papeles en g e n e r a l , c o m o ser los d e n o m i n a d o s de " a s t r a s a " y " a s t r a s i l l a " para e m b a l a j e , de distintos ti- p o s , p a r a la fabricación de sobres, p a r a la f a b r i c a c i ó n de b o l s a s de papel y m u c h o s o t r o s .

Digamos para t e r m i n a r , que la F á b r i c a " L A U N I O N " emplea g r a n des cantidades de m a t e r i a s primas, lo mi.-mo para la elaboración de los distintos tipos de papeles que produce, que para las velas de estearina y parafina. L a s referidas m a t e r i a s primas para las velas, las recibe de N o r t e A m é r i c a y las destinadas a la elaboración de papel, las importa de Escandinavia. N u e s t r o pais t a m bién le proporciona crecidos elem e n t o s primarios para la fabricación de m u c h o s de sus productos, c o n s t i t u y e n d o e s t o s establecimientos, f a c t o r e s dc importancia en las actividades nacionales, ya que t r a n s forma p a r t e de sus riquezas y proporcionan t r a b a j o a 1111 crecido número de o b r e r o s .

U l t i m a m e n t e , y a fin dc c o r r e s p o n d e r al d e s a r r o l l o cada vez m á s en a u m e n t o de sus n e g o c i o s , fueron m o d i f i c a d a s y ampliadas las instalac i o n e s y m a q u i n a r i a s de e s t a fábrica, p o n i é n d o s e l a en un pié m o d e r n o de g r a n e f i c i e n c i a productiva, lo cual les h a permitido o f r e c e r a los c o n s u m i d o r e s , en i n m e j o r a b l e s condiciones, los p r o d u c t o s m a r c a " L A U N I O N " , c o n s i d e r a d o s en el país c o m o los p r i m e r o s de su índole. E n t r e las d i s t i n t a s m á q u i n a s m o d e r n a s que posee e s t e i m p o r t a n te e s t a b l e c i m i e n t o de la m a r g e n del M i g u e l e t e , m e r e c e d e s t a c a r s e una m á q u i n a d e s t i n a d a a la fabricación de b o l s a s de papel, que da un e n o r m e r e n d i m i e n t o y c o n s t i t u y e la m á s a l t a e x p r e s i ó n de la m e c á n i c a en su g é n e r o . I m p o r t a n t í s i m a es, asimism o . la " M á q u i n a C o n t i n u a " que se emplea en la fabricación de papel.

S e t r a t a , c o m o fácilmente puede deducirse por todo lo c o n s i g n a do, de dos establecimientos que c o n s t i t u y e n una alta expresión de la industria nacional, y que por la organización perfecta en que se desenvuelven y el espíritu i n t e l i g e n t e y p r o g r e s i s t a que las rige, se tienen bien merecido el puesto destacado que ocupan y los g r a n d e s prestigios que han conquistado.

E l e s t a b l e c i m i e n t o a que nos r e f e r i m o s se ocupa t a m b i é n , según y a e x p r e s á r a m o s , en la fabricación de velas de e s t e a r i n a y de parafina, a r t í c u l o s que llevan la m a r c a " L A U N T O N " y son reputádos desde muchos a ñ o s a t r á s , c o m o de los m e j o r e s del país. E s t a n indiscutible la e x c e l e n c i a de las velas f a b r i c a d a s por " L A U N I O N " , que su superioridad sobre t o d a s sus similares, es reconocida

T a m b i é n debemos h a c e r resalt a r que las innovaciones introducidas en las instalaciones lo m i s m o que la f o r m a de fabricación actual del e s t a b l e c i m i e n t o descripto, se deben casi por completo al incansable luchador S r . E r n e s t o D e a l S m i t h , de c u y o t e s o n e r o empeño, en acción con los d e m á s c o m p o n e n t e s de la sociedad, se desprende hoy uno de los m á s i m p o r t a n t e s e s t a b l e c i m i e n t o s industriales del país en su g é n e r o ,

Arriba: Máquinas para el moldeado de velas en la fábrica " L a Ind u s t r i a l " . — En medio: Sección cortadoras y calandras de la fábrica de papel, — Debajo: Expedición de la Fábrica de Papel " L a Unión'


J?f fi£po cfef Cenfenarvo G de/ '<T~ ~~ V/'ucJuayo FÁBRICA

DE

CIGARRILLOS

" MONTEVIDEO"

Frente de la fábrica, calle Soriano H 2 5

DE

JOSK

BORRO

Una parte de los grandes depósitos de tabaco

Don J o s é Horro, cl dueño dc la F A B R I C A D E C I G A R R I L L O S la quimérica c o n q u i s t a . Y los C I G A R R I L L O S " M O N T E V I D E O " s a " M O N T E Y I D E O " , establecida en la calle S o r i a n o N o s . 1 1 2 5 - 1 1 2 9 , es lieron a la liza c o m e r c i a l a librar su c o m b a t e . tino de los industriales, u r u g u a y o de n a c i m i e n t o , que puede servir de L a acogida fué lo s u f i c i e n t e discreta p a r a r e a f i r m a r en el espíriejeinplo, e n t r e n o s o t r o s , ya que aquí p a r e c e e s t a r a r r a i g a d o | el c o n c e p t o de que s ó l o a la iniciativa e x t r a n j e r a , por incapacidad de la propia, le e s t á n r e s e r v a d o s los h a l a g o s del triunfo. E s t e h o m b r e , en e f e c t o , sencillo, l a b o r i o s o y h o n e s t o , de t o d a honestidad, es una c o m p r o b a c i ó n t a n g i b l e de lo que puede el espíritu e m p r e n d e d o r , y del a m b i e n t e propicio que puede hallar en n u e s t r o m e d i o el e s f u e r z o i n t e l i g e n t e y tesonero. P a s e m o s a la t a r e a d e m o s t r a t i v a . H a c e u n o s iX a ñ o s , el S r . B O R R O e r a un m o d e s t o e m picado b a n c a r i o que, i n s a t i s f e c h o c o n el limitado c a m p o de acción a que n e c e s a r i a m e n t e debía e s t a r c i r c u n s c r i t o , y a n h e l o s o de c r e a r s e una situación independiente y un p o r v e n i r m á s risueño, resolvió l a n z a r s e a tan preciada c o n q u i s t a por sus p r o p i o s m e d i o s . L a m a n u f a c t u r a del c i g a r r i l l o le a t r a í a p r o m i s o r a m e n t e . N t r a s de m a d u r a r el plan que c o n c i b i e r a , un buen día decidióse a i n t e n t a r la e m p r e s a . E r a . pues, el a ñ o i«x>7. c u a n d o dió principio de e j e c u c i ó n a MI obsesronadora idea V c r e a b a la m a r c a de c i g a r r i l l o s MONTEVIDEO. T o d o el capital e c o n ó m i c o del s e ñ o r B O R R O , e r a n " Q u i nientos pesos". Con tan p r e c a r i a base 110 podían a b a r c a r s e p e r s p e c t i v a s Los camiones de distribución de los Cigarrillos Montevideo cargando frente a la fábrica muy amplias, que d i g a m o s ; p e r o , ¿ q u e son la dificultades m a t e r i a l e s , para los e s p í r i t u s a n i m o s o s , sinó a c i c a t e s de la v o l u n t a d ? 1.1 f l a m a n t e industrial a c i c a t e a d o por ellas, y m a n t e n i d o tu del S r . M O R R O , sus e s p e r a n z a s de é x i t o , su fe en el t r i u n f o depor su fe en Ja propia capacidad y en el propio e s f u e r z o , se l a n z ó a finitivo. C l a r o e s t á que la lucha hacíase ardua, c o n t i n u a , á s p e r a ; p e r o se luchó con a h i n c o , con decisión, denodadamente. Un a ñ o después, el S r . B O R R O adquiría u n a p e q u e ñ a m á q u i n a para picar t a b a c o y un t o r r e f a c t o r . E r a el capital a u m e n t a d o , y a . a u n que es c i e r t o a c o s t a de e n e r g í a s p r ó d i g a m e n t e d e r r o c h a d a s y de sacrificios estoicamente soportados. E r a el p r i m e r p a s o a d e l a n t e e m prendido, t a m b i é n . Al cumplirse los d o s a ñ o s de fundada la casa, las i n s t a l a c i o n e s se e n r i q u e c í a n c o n una m á q u i n a de hacer cigarrillos. S e trabajaba, ya. c o m o es de c o n j e t u r a r , c o n n i á s h o l g u r a , y el radio de a c c i ó n se ensanchaba.

Vista dc uno de los salones de obreras despalilladoras

F.l cigarrillo, en v i r t u d de su alta calidad siempre invariable, iba c o n q u i s t a n d o adeptos. L a e r a del p r o g r e s o i n s i n u á b a s e c a d a vez m á s * promisora. V así fué.


¿?jf ¿ÍPPO cfcf Ulí'<T~

Máquina

Qv/FENA/YB V p a g u a / / o

M á q u i n a s modernísimas de hacer cigarrillos

picadora de t a t a c o

Las posiciones se fueron consolidando y extendiendo día a día. Y el éxito definitivo coronó la obra. Hoy la Fábrica, que funciona en local propio, cuenta con cinco modernas máquinas, que producen 500 cigarrillos por minuto cada una. o sean "Dos mil quinientos cigarrillos" en c o n j u n t o ; un Torrefactor importado de Norte América, de grandes proporciones; máquinas de picar, de secar, de extraer el polvo del tabaco, de estampillar. Kn fin, es la FABRICA DE CIGARRILLOS "MONTEVIDEO", un establecimiento moderno, montado con maquinarias que constituyen la última palabra dc su género. Una demostración concreta de lo que es hoy aquella modestísima manufacturería que se iniciara, hace i<S años, con "Quinientos pesos" por todo capital, la proporcionarán, sin duda, más elocuentemente que todo lo que podamos decir nosotros, los siguientes datos estadísticos: La venta mensual de los C I G A R R I L L O S MONT E V I D E O , oscila alrededor de "Setecientas mil cajillas", o sea "Ocho millones anuales", (la mitad del consumo total del país), lo cual significa la elaboración anual de "Doscientos mil kilos" de tabaco, de superior calidad, habano y bahía. E l personal de ambos sexos que trabaja en este importantísimo establecimiento uruguayo de la industria tabacalera, el primero como fábrica de cigarrillos, asciende, entre maquinistas, empaquetadoras, despalilladoras, y empleados de escritorio, a doscientos cuarenta. Por concepto del impuesto de estampillas, abona de "Trescientos cincuenta mil pesos a Cuatrocientos mil pesos" anuales, y por introducción de tabacos, paga alrededor de "Ochenta mil pesos". De manera, pues, que los CIGARRILLOS M O N T E V I D E O proporcionan a las rentas fiscales, la

bonita suma, aproximndamcr de "Cuatrocientos ochenta mil pesos anuales", o sea casi "medio 1 Tal la iniciativa tic un uruguayo que. \e ira la general apatía, entró al campo de 1 actividades com fia»lo sólo en su esfuerzo personal, y sup > cristalizar a base va voluntad y de ejemplar honestidad, en un establecimiento que hace honor a la industria nacional. Actualmente 1 o s C l GARRILLí)S "MONTEVID E O " , m lian impuesto al gusto públuo y su crédito se afianza año tras año. porque su propietario sabe mantener el alto tipo de excelente calidad del tabaco que desde el primer momento constituyó la base primordial de su éxito. Tal desenvolvimiento del negocio, el vuelo insospechado alcanzado por la fábrica en tan corto periodo de tiempo, las nuevas exigencias dc las actividades comerciales <1 e 1 país, han obligado aimistuo al señor Borro a poner al establecimiento en concordancia con el progreso mejorando 1 a s instalaciones, perfeccionándolas, incorporando al acervo comercial Empaquetadoras elementos d e locomoción modernos para con e l l o s realizar la enorme tarca que representa la atención diaria de una vasta clientela distribuida por todos los ámbitos del país. La procedencia de la materia prima que se elabora en este establecimiento modelo, es de las más acreditadas regiones productoras de tabaco recibiéndola directamente, en grandes cantidades, para dar cumplimiento a las crecientes necesidades del consumo.

Estampillados

Las fotografías diversas que ilustran esta crónica, en las que aparecen algunsa de las secciones más importantes del establecimiento, dicen con elocuencia, de la importancia indiscutible ([tic en nuestro ambiente industrial ocupa este acreditado establecimiento.


Jgf fi£po O deff

def Cen/encnrvo Uruguayo

F Á B R I C A DE T A B A C O S Y CIGARRILLOS "LA REPUBLICANA" Hiatoria de su importancia en la Industria Uruguaya E s s a b i d o que los t a b a c o s elalxirados en el U r u g u a y g o z a n de m e r e c i d o r e n o m b r e en t o d o cl c o n t i n e n t e por su s u p e r i o r calidad. D e e s t a v e n t a j a h a n s a c a d o g r a n p r o v e c h o los ind u s t r i a l e s dc e s t e r a m o que t r a t a n a f a n o s a m e n t e de s a c a r el m e j o r partido posible de la m a t e r i a p r i m a m e d i a n t e el u s o de los procedimientos m á s modernos y mejores. De esta man e r a h a n c o n s e g u i d o dar un g r a n impulso a la i n d u s t r i a t a b a c a l e r a nacional, o b t e n i e n d o en un plazo r e l a t i v a m e n t e breve, 1111 i n t e n s o desarrollo. E x i s t e n en M o n t e v i d e o , e s t a b l e c i m i e n t o s t a b a c a l e r o s dc g r a n i m p o r t a n c i a , d o t a d o s de t o d o s los p e r f e c c i o n a m i e n t o s m o d e r n o s en c u a n t o a las m á q u i n a s que e s t a industria r e quiere, v c u y o p r o g r e s o se debe e n g r a n parte a la iniciativa dc un d e s t a c a d o industrial, don J u l i o M a i l h o s , f r a n c é s de o r i g e n y r e s i d e n t e en el U r u g u a y , que en el a ñ o 1 8 8 0 fundó en M o n t e v i d e o la f á b r i c a d e t a bacos y cigarrillos " L a Republic a n a " , de la cual n o s o c u p a m o s en e s t a c r ó n i c a .

Sr. Julio Mailhos, fundador del Establecimiento

E n la é p o c a de la fundación I dc " L a R e p u b l i c a n a " la industria tabacalera estaba muy lejos del g r a d o de a d e l a n t o en que a h o r a se e n c u e n t r a , g r a c i a s al p r o d i g i o s o p e r f e c c i o n a m i e n t o dc las m a q u i n a r i a s c o n s t r u i d a s al e f e c t o . I ' o d r i a d e c i r s e que en esos t i e m p o s , n o e x i s t i a tal ind u s t r i a . desde que casi toda la elaboración era efectuada a mano, c o m o a m a n o t a m b i é n se h a cían los p a q u e t e s y la f a b r i c a ción de c i g a r r i l l o s . S o l o se c o n o c í a n e n aquel e n t o n c e s , m á q u i - _ ñas r u d i m e n t a r i a s y primitivas d e s t i n a d a s al c o r t e y t o r r e f a c ción de l o s t a b a c o s . Con esos exiguos elementos e m p e z ó a t r a b a j a r la casa Mailhos. En cort o lapso de t i e m p o la actividad de su fundador l o g r ó llevar " L a R e p u b l i c a n a " al p r i m e r puesto e n t r e los e s t a blecimientos análogos e x i s t e n t e s en el U r u g u a y , y a los pocos a ñ o s de t r a b a j o , la fábrica adquiría j u s t o renombre, conquistando el m e r c a d o y a c r e d i t á n d o s e e n t r e el público c o n s u m i d o r , p o r la bondad de sus p r o d u c t o s y p o r la superioridad «le los p r o c e d i m i e n t o s u s a d o s en su e l a b o r a c i ó n , lo que hacía que a ñ o t r a s a ñ o . sus n e g o c i o s se superasen.

S e imponía e n t o n c e s un local dc m a y o r amplitud para a t e n d e r debidamente la i n f i n i dad de c o m p r o m i s o s c o n t r a i d o s por la c a s a con los c o n s u m i d o r e s . A r a í z de ello v i ó s e obligado su fundador a c o n s t r u i r un n u e v o local destinado e x p r e s a m e n t e a la f á b r i c a y que sirviera p e r f e c t a m e n t e p a r a cl fin que inspiró su c o n s t r u c c i ó n . Al c o n s t r u i r e s a nueva c a s a , cl s e ñ o r M a i l h o s cuidó que n a d a f a l t a s e en sus i n s t a laciones a fin de que l l e g a s e a s e r 1111 e s t a b l e c i m i e n t o modelo e n t r e sus similares e x i s t e n t e s en cl R í o de la P l a t a . A s í pues, cl nuevo local que o c u p a el e s t a b l e c i m i e n t o o f r e c e al v i s i t a n t e una a g r a d a ble impresión que se r a t i f i c a y r o b u s t e c e , a medida que se p e n e t r a en él, y h a s t a en los m á s a p a r t a d o s d e p a r t a m e n t o s , la e l e g a n c i a y utilidad han sabido a u n a r s e al c o n f o r t del personal. a s u n t o j a m á s descuidado p o r su p r o pietario. L o s productos de e s t e e s t a b l e c i m i e n t o h a n recibido ruidosa consagración en t o d a s las e x p o s i c i o n e s en q u e fueron p r e s e n t a d o s . D e tal m o do se ha s i n g u l a r i z a d o " L a R e p u b l i c a n a " p o r la especialidad de sus t a b a c o s , que en la E x posición de B r u s e l a s de 1910 fué la única f á b r i c a de t a b a c o s que o b t u v o " M e d a l l a de O r o " ; en 1 9 1 1 , en la g r a n E x p o s i c i ó n de T u r i n , se vió laureada con el " G r a n d P r i x " , la m á s a l t a e x presión de las recompensas a c o r d a d a s al m é r i t o de los p r o - • d u c t o s e x p u e s t o s , y en la f a m o sa E x p o s i c i ó n dc S a n F r a n c i s c o de C a l i f o r n i a , le fué c o n f e r i d o el " P r e m i o de H o n o r " . F e l i z m e n t e , g r a c i a s al cuidado p u e s t o al e f e c t u a r las con tinuas instalaciones y modific a c i o n e s en el e s c a s o m e d i o siglo de f u n c i o n a m i e n t o de e s t a f á brica, 11o se lia producido aún un solo c a s o dc a c c i d e n t e g r a v e , tan c o m u n e s en los g r a n d e s t á lleles. D e b i d o a e s t a feliz c i r c u n s t a n c i a , la s u m a destinada al seg u r o del p e r s o n a l h a sido siempre r e p a r t i d a e n t r e los o b r e r o s y e m p l e a d o s en p r o p o r ción a su a n t i g ü e d a d en la c a s a , y a los m é r i t o s de cada uno, y lia representado, siempre, e s t e r e p a r t o , h a s t a en los a ñ o s de m á s e x i g u a utilidad y p a r a la categoiía más modest a de o p e r a r i o s , un s o bresueldo anual de uno y medio a dos meses.

P r i m i t i v o edificio de la Fábrica

E n t r e t a n t o , el señor Mailhos enriquec í a su e s t a b l e c i m i e n t o con t o d o s e s o s adelant o s y las o p e r a c i o n e s dc " L a R e p u b l i c a n a " * seguían en 1111 rápido t r e n de p r o g r e s o , e x t e n d i e n d o cada día el c a m p o de su acción industrial y el m e r c a do de sus a c r e d i t a d o s p r o d u c t o s . L l o v í a n los A c t u a l edificio propio de " L a R e p u b l i c a n a " , pedidos dc todas p a r t e s y cl p r i m i t i v o local en que e s t a b a instalado cl e s t a b l e c i m i e n t c 1 e s t i l l a b a d e m a s i a d o reducido y pequeño para el vuelo que habían l o inado sus n e g o c i o s . —

ubicado en la Avenida Rondeau N."

sou

(575.

Desgraciadamente, el s e ñ o r J u l i o M a i l h o s fundador de e s t a i m portante casa, falleció el 3 de S e t i e m b r e de 1915. d e j a n d o 1111 v a c í o difícil de llenar d e n t r o de la I n d u s t r i a U r u g u a y a en g e n e r a l y particulamentc en la t a b a c a l e r a , y desde e n t o n c e s t o m a r o n sus s u c e s o r e s la d i r e c c i ó n de e s t a f á b r i c a c o n t i nuando las t r a d i c i o n e s de e n e r g í a y h o n r a d e z que les l e g a r a , ampliando s i e m p r e el g i ro y la importancia de " L a R e p u b l i c a n a "

y c o n s e r v a n d o para la casa, la f i r m a primitiva de " J u l i o M a i l h o s " c o m o un h o m e n a j e a la m e m o r i a de sil fundador, c u y o r e t r a t o public a m o s en e s t a p á g i n a . —


X'f flfpo def O def <f

Cvnfenarv'o Uruguayo

Un hombre bueno, de larga y honorable historia CASA IMPORTADORA picia. por la bondad de sus tal-acos rl< -uperior calidad en el comercio uruguayo, abrió por primera ve/ las dc y la difusión (pie habían alcanzado en el consumo puertas de la antigua casa importadora que gira bajo FERNANDO GARCIA público. el nombre dc Fernando García. Fué ese hombre clon De esa manera, el Sr. García consiguió darle a su Hipólito García — padre del actual titular — español di viejo cuño, establecimiento, tan prestigioso y acreditado va, una nueva razón de llegado a nuestras playas el año 1865 — doce lustros ha — con la popularidad, pudiendo atender así al enorme público que. en nuestra fé empeñosa con que sabían salir de la vieja España h que hasta tierra, rinde tributo a la hierba de Juan Nicot aquí llegaban puesta la visual en el porvenir, y y di di pm _ .. porvenir, ¡ni 1 ' a couquisDemás está decir que esta ampliación dc : actividadc- comcrlarlo sin miedos ni arredros, llenos de confianza c¡ inisinos y en cíales e industriales, obligó al Sr. Fernando García a dilatar la orgala rectitud de sus procederes. nización de su establecimiento, que hov ha adquirido a .-i i, dada su caA los pocos años de radicado en Montevidc 0, cu iS'fiX, don Hipóparidad de producción, necesaria para atender el constante pedido del lito García inauguraba como propietario, con mucho entusiasmo y público y de los intermediarios, una importancia indicadísima poco capital, un almacén de comestibles en nuestro comercio mayorista. y " o t r o s teneres" el "clásico almacén de Así, pues, al cabo de sesenta años ultramarinos", dedicándose por conside la primera iniciativa comercial de guiente a la importación de artículos don Hipólito García, el viejo almacén propios de la rica producción de España de ultramarinos que abrió sus puertas y Cuba. Ocupaba 1111 local en la calle en la calle Cerrito, ha alcanzado una Cerrito iyi — num. antigua — vecino al modificación completa, cii el progreso edificio que hoy tiene el Banco Italiano creciente y sistemático de todas sus acdel Uruguay. Diecisiete años permanetividades. Por eso. su hijo don Fernanció en su primitivo local y lo cpie surdo. que recogió en la tradición paterna, gió pequeño y modesto, fué cobrando el ejemplo y la enseñanza del triunfo terreno con paso firme y seguro hasta del trabajo bou- - to y de la capacidad convertirse en uno de los más fuertes comercial de la acción perseverante y almacenes "al por mayor", significánfecunda, movida por un constante afán dose — hasta adquirir la primacía — en de superarse, no ha abandonarlo la rula importación de tabaco de Cuba, dc ta ya trazada.'"procurando no apartarse cuyas más renombradas marcas era único representante en el país. Las aurirojas vitolas de "Monterrey", "Ramón ¡leías de nuestro anAliones", "Romeo y J u l i e t a " así lo tiguo i t unercH 1. le han impedido, sin acreditan. sugestionar por la embargo dejar En 1885 se traspasa el comercio a atraceiór de las modci ¡as modalidades, más amplio local, en el número 417-19, impuesta , en los graiu - centros eurocostado norte de Cerrito. Allí se asentó peos y n •rteatnerieani i . que buscan, al la casa Hipólito García y allí se mantiepropio tiempo que la 1 >ndad de los arne a través de cuarenta largos años. ticuloí que expenden. I apropiado amDueño de una sólida y bien ganada biente que los ha fortuna; jefe de 1111 hogar dignamente se quiere, má sugestivos. formado; colmadas pués sus mejores Obedeciendo ;i esa inspiración, el aspiraciones de hombre de trabajo, desseñor Fernando García resolvió instapués de más de cincuenta años de lucha, lar. para el expendio directo de cigarros don I lipólito García se retira de la vida \ cigarrillos al público, asi como, para ele negocios y busca el descanso largaexposición de sus productos, un local en mente ganado. Su hijo don Fernando, el paraje más céntrico y concurrido de joven compatriota con toda la envergaMontevideo — - en la calle Sarandí N.o dura de un verdadero hombre de nego633, entre la de Bartolomé Mitre y cios, adquiere el comercio paterno, y la Juan Carlos Gómez — establecido con firma del hijo sucede sin desmedro a la el mayor gusto y distinción, que al proque dignificara el padre. Desde el 1." de pio tiempo que pone de relieve la bondiciembre de 1917 el señor Fernando dad de los productos, realza el buen García asume las cargas y responsabiFrente del edificio que ocupa la casa de Fergusto del propietario, sus nuevas orienlidades de la firma manteniendo la honnando García en la calle Cerrito N.os 417 al 419 taciones comerciales y sus incansables rosa tradición de actividades, en esta la casa, y atendiennueva rama de nedo a la vez sus imgocio de su acrediportante fábricas de tado giro comercial. cigarrillos " F l o r de F.n esta sucurL y s " y " E l "Guerrisal y salón de venllero", adquirida estas directas al púta el i." de mayo blico, situada en el de 192!, ele don Sanverdadero p u n t o tiago Zerbino que obligado de desfile la fundara treinta de nuestra ciudad, años antes, a raíz todo ha sido disdel sonado acontepuesto con 1111 concimiento turfístico fort y esmero espeque fué el " G r a n . cial, tal como cuaPremio Internaciodra a una casa que n a l " de 1891. tiene a su cargo la fabricación de dos Con estas admarcas de cigarriquisiciones el Sr. 11 o s impuestas al Fernando García da consumo p ú b 1 imás amplio desaco. por su invariarrollo a sus negoble calidad de tabacios, reafirma con co y su ejemplar ellos el concepto elaboración. F.n esque merece de homte pequeño salón se bre emprendedor y realizan así mismo de iniciativas y da hermosas exposicioun nuevo impulso nes de arte en las a ambas marcas de que junto a valiocigarrillos, acredisas antigüedades se tadas t a 111 o en presenta el esfuernuestro país como zo meritorio de alen el vecino, por gunos de nuestros más de treinta años Frente de la sucursal y local directo de ventas al público Frente del edificio de la fábrica de Cigarrillos artistas. de existencia proEl Guerrillero, en la calle Buenos Aires 525

en la calle Sarandí 632


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su i n d u s t r i a : las m a d e r a s finas, pues nuestro territorio, desgraciadamente. 110 puede proporcionarlas. E n sus amplios depósitos, la f á b r i c a e s t a c i o n a verdaderos e m p or i o s de su m a t e r i a p r i m a , previa u n a selección t a n delicada c o m o e n g o r r o sa, p u e s en e l l o e s t r i b a el é x i t o de f a b r i c a c i ó n y a ello debe su prestigio de m á s de m e d i o siglo.

MUEBLERIA CAV1GLI * CAVIGLIA Hnos. Cincue n ta y tres años h a c e — en 1872 — 1111 l a b o rioso y meritorio industrial, D . B u e naventura Caviglia, de n a c i o n a l i d a d ital i a n o , a b r í a en un m o d e s t o local de la calle B u e n o s Aires X . ° 6 2 7 , un e s t a b l e c i m i e n t o de muebler í a . L l e n o de á n i m o y fundado optimism o , la hu-'ha en el t e r r e n o de los n e g o c i o s . le fué propicia : sus t a l l e r e s inteligentemente orientados, ofrecieron año tras año u n a producción m a y o r y el c r é d i t o de ésta, en progresión creciente fué hac i e n d o de la c a s a s i n ó n i m o de c o r r e c ción y t í t u l o debiten g u s t o . A los diez a ñ o s de i n s t a lada. la m u e b l e r í a Caviglia e s t a b a a la c a b e z a de sus simil a r e s y en 1884, el local de la calle B s . Aires no correspondía ya a la c a t e g o Frente de los salones de exposición y venta ría c o n q u i s t a d a , y Calle 25 de M a y o 5 6 9 se impuso su t r a s lado m á s en c o n s o n a n c i a c o n la vastedad y riqueza de la producción y el r a n g o de la c l i e n t e l a . Kn la f e c h a citada — 1884 — fué i n a u g u r a d o su nuevo local, q u e ha seguido o c u p a n d o h a s t a e s t o s días, en la calle 25 de M a y o e n t r e I t u r a i n g ó y J u a n C. G ó m e z , local que, así m i s m o , f u é s u f r i e n d o s u c e s i v a s m e j o r a s y a m p l i a c i o n e s , a medida que la ó r b i t a de los n e g o c i o s lo fué e x i g i e n d o . E n la actualidad — s o b r e 1111 á r e a e x t e n s í s i m a — se han c o n c e n t r a d o en él. los g r a n d e s salones de e x p o s i c i ó n y v e n t a , las o f i c i n a s , s e c c i o n e s de c l a s i f i c a c i ó n y expedic i ó n . y los t a l l e r e s de t a p i c e r í a , d e c o r a d o s , c o s t u r a s , e t c . E n la A g u a da, t a m b i é n en un predio de e x t e n s a á r e a — s o b r e la calle F i g u e r o a X . " 2 1 ^ 6 — se halla instalada la f á b r i c a , m o n t a d a de a c u e r d o con cl c r i t e r i o v t e c n i c i s m o m á s m o d e r n o s , r e p r e s e n t a n d o su c o n j u n t o 1111 s e r i o v privilegiado e x p o n e n t e del i n g e n i o h u m a n o , al servicio e f i c a z de la industria. C o m o o r g a n i s m o industrial y c o m e r c i a l , la c a s a C A V I G L I A — h o y m a n e j a d a por los h i j o s de su fundador, D. B u e n a v e n t u r a — c o n s t i t u ye uno de los m á s g r a n d e s y m e j o r s o s t e nido e s f u e r z o s e n el c a m p o de la actividad nacional. Sus d i v e r s a s s e c c i o n e s ocupan m á s de c u a t r o c i e n t o s o b r e r o s , y a n i m a d o s sus dir i g e n t e s por el p r o p ó s i t o de f o r m a r elem e n t o s de la m a y o r idoneidad y c o m p e t e n cia, han fundado, b a j o la dirección de un m a e s t r o especialista, 1111 t a l l e r de aprendiz a j e s , al que c o n c u r r e n j ó v e n e s de 15 a 18 a ñ o s , quienes, a la vez (pie una e n s e ñ a n z a m o d e r n a y a c a b a d a , p e r c i b e n j o r n a l desde el m o m e n t o de su i n g r e s o . E s t o r e p r e s e n t a u n a sensible v e n t a j a s o b r e las e s c u e l a s industriales del E s t a d o , y a que desde la iniciación del a l u m n o , se e s t i m u l a n c o n u n a r a z o n a b l e paga, sus a p t i t u d e s p a r a el t r a b a j o . L a i m p l a n t a c i ó n de dicho i n s t i t u t o — que funciona desde h a c e varios a ñ o s — ha dado r e s u l t a d o s r e c i p r o c a m e n t e s a t i s f a c t o rios. pues y a h a n e g r e s a d o de él m u c h o s oficiales ebanistas» c u y a capacidad y c o m petencia son d e b i d a m e n t e r e c o n o c i d a s en los e s t a b e c i m i e n t o s e n que a c t ú a n . L a casa C A V I G L I A — d e d i c a n d o c o m o e s lógico — una a t e n c i ó n p r e f e r e n t e a la industria, b a s e de su fundación, vale decir a la fabricación e s m e r a d a de muebles de e s t i l o , i m p o r t a d i r e c t a m e n t e de E u r o p a , N'orte A m é r i c a y países de la región t r o pical s u d - a m e r i c a n a , la m a t e r i a esencial de

L a s maderas, recibidas e n su m a y o r p a r t e tal c o m o las v o l t e a en la selva el h a c h a del m o n t e a d o r , p a s a 11 en los t a l l e r e s p o r el p r o c e s o de 1111 cuid a d o s o l a b o r e o , para c o n v e r t i r l a s e n piezas de o b r a s , y s u f r e l u e g o el larg o y prudencial e s tacionamiento que la t é c n i c a y la p r á c t i c a a c o n s e j a n , para o b t e n e r l u e g o de ella el m u e b l e p e r f e c t o y durable q u e se d e s e a . Frente de los escritorios y expedición, en la calle Ituzaingó 1474

No imagina, g e n e r a l m e n t e , el c o n sumidor q u e e x i g e la m e j o r calidad y la m á s p e r f e c t a c o n c l u s i ó n , aún en los m u e b l e s m á s sencillos, la serie de p e q u e ñ o s y g r a n d e s e s f u e r z o s que la p i e z a l l e g a da a sus m a n o s s i g n i f i c a . E s f u e r z o rudo en el b o s q u e h o s t i l ; e s f u e r z o 110 m e n o s í m p r o b o en el t r a s l a d o de la r e g i ó n s e l v á t i c a h a s t a el l u g a r de e m b a r q u e y e x p o r t a c i ó n : y e s f u e r z o s y d e s v e l o s i n c e s a n t e s , en cl taller de l a b o r e o e industrialización, y cuidado e s c r u p u l o s o c u a n do de é s t e pasa al tallado y d e c o r a d o , donde el a r t e y la t é c n i c a deben m a n c o m u n a r s e para c u l m i n a r la o b r a en f o r m a i r r e p r o c h a b l e . . . L o s e s t a b l e c i m i e n t o s C A V I G L I A , que en ese t e r r e n o r e p r e s e n t a n una suma m u y apreciable de e l e m e n t o s de o b s e r v a c i ó n , h a n c i f r a d o y c i f r a n en e s o s múltiples detalles la c e r t e z a de la f a b r i c a c i ó n impecable, y de la calidad superior de su p r o d u c c i ó n . C o m o c o r o l a r i o lógico de g r a n f á b r i c a de m u e b l e s , la c a s a C A V I G L I A , — atiende — con la dedicación y e x q u i s i t e z de g u s t o que le son c a r a c t e r í s t i c a s , v a r i a s s e c c i o n e s de o r namentación y decorados, hoy colocados a la a l t u r a de las m á s r e p u t a d a s de E u r o pa y N o r t e A m é r i c a . C o n t a n d o con un cuerpo de a r t i s t a s , d i b u j a n t e s e s p e c i a l i z a dos. puede ella m i s m a c o n f e c c i o n a r sus planos y modelos, y el g r a n n ú m e r o de ricas mansiones montevideanas alhajadas y d e c o r a d a s b a j o su i n m e d i a t a d i r e c c i ó n son e l o c u e n t e s c e r t i f i c a d o s en f a v o r de su t a lleres. O t r a de las s e c c i o n e s i n t e r e s a n t e s de la c a s a , la c o n s t i t u y e el t a l l e r de t a p i c e r í a , donde se c o n f e c c i o n a n los m á s a r t í s t i c o s c o r t i n a d o s y donde se e x h i b e cl r i q u í s i m o s t o c k de la variada y t e n t a d o r a p r o d u c c i ó n u l t r a m a r i n a . L a b u e n a sociedad m o n t e v i d c a n a , que sabe dc f i n u r a s y g u s t a de las bellas c o n c e p c i o n e s del a r t e a n t i g u o y m o d e r n o . t i e n e en el salón de e x p o s i c i o n e s de la c a s a C A V I G L I A u n o de s u s p u n t o s de "rendez-vous", y c o n s a g r a con sus favorables c o m e n t a r i o s , las o b r a s p r e s e n t a d a s a su o b s e r v a c i ó n y j u s t a c r í t i c a .

Almacenes ocupados en la calle Buenos Aires 627, por la Mueblería C a v i g l i a , al fundarse la casa en 1872

C o m p l e m e n t a n las s e c c i o n e s r e f e r i d a s , las de b a z a r , a l f o m b r a s , a r t e f a c t o s de luz e l é c t r i c a , b r o n c e r í a y c e r á m i c a , en las q u e se e x h i b e n i n m e n s o s s u r t i d o s de c a d a r a m o y en donde, a la p a r del a r t í c u l o de g r a n l u j o y a l t o precio, se u b i c a el de p r e c i o s m o d e r a d o s , al a l c a n c e de los m e n o s pudientes. Porque

la

casa

CAVIGLIA,

110

sólo


atiende y orienta su especialización, hacia la producción dc gran costo, si no que es motivo de una preocupación constante el mejoramiento del "artículo medio", que aunando el precio moderado, "a la confección delicada y artística, puede ser lanzada a plaza en provecho (le los que no pueden dejar de contemplar la tiranía del problema económico, al hacer sus adquisiciones. Y así. la casa C A V I G L I A demuestra diariamente que lo que comunmente se llama "Muebles baratos" no deben ser necesariamente los adefesios tradicionales a cuyo uso debe condenarse la gente de medios modestos. En MIS SÍ años dc existencia la casa ha visto desfilar por sus locales una variedad in-

Sala de exposición y venta de la Sección mueblería

mensa de muebles. La moda en los mobiliarios cambia continuamente, aunque no con tanta frecuencia y rapidez como la del vestir femenino y no hay duda alguna que en el ramo de decoraciones y amueblados se ha operado entre nosotros un progreso enorme, acentuado particularmente en los últimos años. El Uruguay es un país de cultura y riqueza crecientes. Hoy día se exige un confort y una elcgau-

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Ce/denarvo V / a g u a y o

confort inherente al mayor grado de la cultura \ del refinamiento social de nuestro medio ambiente. Para satisfacer esas exigencias y mantener el rango de nuestro gusto artístico domestico, trabajan v cumplen su programa los establecimientos C A V I G L I A . Sus exposiciones periódicas abiertas a todos los que anhelan orientar su gusto estético y satisfacer las exigencias ineludibles del amueblamiento del hogar, revelan el empeño de la Casa CAYM'.l.lA en mantenerse en primer término entre los establecimientos similares fundados como una consecuencia dc los progresos generales del pai-.

Salón de exposición y venta dr la S.-'-iéu Tapicería

C, :.ir

r e s p o n d i e n d o a t o d a s las ICIKICIHTPS , , u , . , . . , , , |„ „ , .ida evoluc i ó n de la c u l t u r a e s t é t i c a d c n u e s t r o puehl .. E n e s a s ,. p o s i c i o n e s , v a r i a d a s al i n f i n i t o , p u e d e a d m i r a r s e , c o n j u n t a m e n t e c o n las m á s e s -

tupendas creaciones del extranjero en lo que dice relación con aque-

llos r e n g l o n e s que en n u e s t r o medio no pueden producirse

por

cir-

cunstancias diversas, los modelos exclusivos de la ca a, en muebles.

Fábrica Caviglia Hermanos. Sección costura y pasamanería

Fábrica Caviglia Hermanos. Sección ebanistería

cia en las viviendas que anteriormente eran desconocidos. Los viajes cada vez más frecuentes a Europa y Norte América, la difusión de lujosas revistas y, no en menor grado, las cintas cinematográficas, con sus vistas de interiores soberbios, han contribuido a hacer cada vez más exigentes y refinados a los habitantes de nuestro país que reclaman, para sus viviendas, las últimas creaciones industriales, buscando con ellas, a la par que la belleza y suntuosidad del "borne" el

tu decorados, cu artículos varios para el hogar, de los de más reducido costo, hasta los de elevado precio, pues en el desenvolvimiento integral de este establecimiento que honra al país y expresa sus progresos manufactureros, preside el criterio inteligente de que no debe subordinarse al lujo todos los demás factores que deben intervenir en el mejoramiento de las condiciones sociales de la gran masa del pueblo.


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Cenfenarr/o Vpugam/o

C A S A . MAPLE

D e s t a c a r e m o s , en e s t a s dos p á g i n a s , la i m p o r t a n c i a de u n a de las m á s p r e s t i g i o s a s m u e b l e r í a s del U r u g u a v . c u y a c a s a c e n t r a l t i e n e a L o n d r e s p o r sede, g o z a n d o de g r a n f a m a en a q u e l l a g r a n capital e u r o p e a . A n t e s d i r e m o s — haciendo una brevísima h i s t o r i a — q u e la c a s a " M A P L E " se f u n d ó en el año 1841, en L o n d r e s , — en T o t t e n h a m C o u r t R o a d . — con un p e q u e ñ o n e g o c i o . q u e c r e c í a c a d a a ñ o de una m a n e r a a s o m b r o s a . L a h i s t o r i a del m o b i l i a r i o m o d e r n o se puede decir que h a sido o r i e n t a d a por la c a s a

Puede a f i r m a r s e , en e f e c t o , que 110 hay ninguna m u e b l e r í a en p a r t e alguna del M u n d o cuyos salones de venta, así c o m o sus t a l l e r e s y depósitos, ocupen idénticas dimensiones. F u é en la ciudad de B u e n o s A i r e s donde se i n s t a l ó la p r i m e r a sucursal a m e r i c a n a de la casa M A P L E . Habían t o m a d o tal vuelo l o s n e g o c i o s hechos por la casa central, en L o n d r e s , c o n las f a m i l i a s m á s distinguidas y poderosas dc la capital vecina, que se hizo evidente la necesidad de fundar en ella una g r a n sucursal, c o s a que se r e a l i z ó

Ca;a Matriz y Sección de Ventas de los establecimientos Maple y Cía. Ltda. en Londres

" M A P L E " , recibiendo sus p r i m e r o s impulsos b a j o la égida de aquella potencia dinámica, el e x t i n t o industrial J o h n Maple. Con tan h a l a g a d o r a s p e r s p e c t i v a s , que cl a p o y o decidido del público d e t e r m i n a b a , la c a s a " M A P L E " . c o n s t i t u i d a en verdadero a r b i t r o en lo que a e s t r u c t u r a e s t é t i c a de los muebles se r e f e r í a , fué a p r o x i m á n d o s e a un ideal c l á s i c o , h a s t a c o n s e g u i r l o en la actualidad no s ó l o en los d o m i n i o s londinenses, sino en el m u n d o e n t e r o . M A D E B Y M A P L E , — o sea " d e c o r a c i ó n de M a p l e " , — significa. en t o d o s los c o n t i n e n t e s , en p r i m e r t é r m i n o que es una g a r a n t í a de la m á s alta e x p r e s i ó n a r t í s t i c a y, en s e g u n d o t é r m i n o , que c o n s e r v a su v i e j o e invariable v a l o r . S u f a m a d e s c a n s a a d e m á s en la posesión de s t o c k s incalculables en t o d a s las s e c c i o n e s de mobiliario, por su e x t e n s i ó n , p u r e z a de dibujos, elección y variedad de las c o l e c c i o n e s , etc., lo q u e hace que la C a s a M A P L E pueda h a c e r una exhibición sin igual en el Mundo. N o es por una súbita revolución que el r e n a c i m i e n t o del v e r d a d e r o g u s t o en muebles y d e c o r a c i o n e s ha llegado a la a l t u r a e x t r a o r d i n a r i a que h o y d e t e n t a del p u n t o de vist a a r t í s t i c o . H a sido m e n e s ter, para l o g r a r l o , la lucha de 5 0 a 6 0 a ñ o s , en f o r m a graduada, sí que p r o g r e s i v a , tal c o m o h a sucedido c o n esta poderosa f á b r i c a .

N o sin e x a g e r a c i ó n , p u é s . se ha dicho que la casa MAPLE es la "mueblería m á s g r a n d e del M u n d o " . Si n o f u e r a s u f i c i e n t e su n o t o r i o p r e s t i g i o , su f a m a universalizada, b a s t a r í a p a r a convencer respecto de su e x t r a o r d i n a r i o poderío el g r a bado que a c o m p a ñ a al t e x t o de e s t a s páginas, en el que a p a r e c e el e n o r m e edificio o c u p a d o p o r la sección " V e n t a s " de la g r a n c a s a M A P L E .

hace p r e c i s a m e n t e veinte a ñ o s , en igoó, i n s t a l á n d o s e en la calle C a r l o s P e l l e g r i n i . F u é tal la a c e p t a c i ó n que los m u e b l e s de M A P L E tuvieron de inmediato en la ciudad b o n a e r e n s e , que p o c o s a ñ o s d e s pués, en 1 9 1 3 . hubo necesidad de adquirir un t e r r e n o de i m p o r t a n t e s d i m e n s i o n e s para la c o n s t r u c c i ó n del g r a n edificio de la calle S u i p a c h a 658. L o que a L o n d r e s le p a s ó con B u e n o s A i r e s , e m p e z ó a o c u r r i r l e a é s t a con r e s p e c t o a M o n t e v i d e o . L o s pedidos f o r m u l a d o s por las familias m o n t e v i d e a n a s adquirían cada vez m á s i m p o r t a n c i a y , c o m o una prueba m á s del espíritu e m p r e n d e d o r de los d i r e c t o r e s del v a s t o e s t a b l e c i m i e n t o londinense, se decidió la a p e r t u r a de u n a i m p o r t a n t e s u c u r s a l en cl U r u g u a y , con sede en M o n t e v i d e o , ocupando el local de la calle San J o s é «882. T a n t o en una c o m o en o t r a sucursal, 1111

Magnífico Salón Imperio del Jockey Club Argentino. Decoración y amueblado de Maple y Cía. Ltda.

personal de d i b u j a n t e s y dec o r a d o r e s se ocupan p e r m a n e n t e m e n t e en preparar dibujos y p r e s u p u e s t o s p a r a embellecer casas particulares, hoteles, e s c r i t o r i o s , e t c . e t c . Estos dibujantes y decoradores e s t á n a las ó r d e n e s de la e x t r a o r d i n a r i a c l i e n t e l a de la c a s a M A P L E , que s u m i n i s t r a en f o r m a g r a t u i t a los dibuj o s , en c u a l q u i e r e s t i l o q u e se desee. E s i n n e c e s a r i o a g r e g a r que la c a s a M A P L E , en Montevideo, tiene grandes e x i s t e n c i a s de m u e b l e s , alfombras, cortinas, papeles, a r t e f a c t o s de luz e l é c t r i c a y a r t í c u l o s de sanidad, en u n a palabra, t o d o lo necesario p a r a el a m u e b l a m i e n t o c o m pleto y c o n f o r t de una c a s a . Asi m i s m o la c a s a M A P L E o f r e c e m o d e l o s , de u n a e l e g a n t e sencillez, modicidad y clase, p a r a e s t a n c i a s o casas de los a l r e d e d o r e s de la ciudad, h a b i e n d o sido s e l e c c i o n a d o s con t o d o cuidado para s a t i s f a c e r las n e c e s i d a des e s p e c i a l e s del c l i m a . Con r e s p e c t o

al

renglón

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X?f CÍBPO CFCF

O de las alfombras, puede afirmarse, sin riesgo a ser desmentido, que es la casa M A P L E la que en Londres compra en mayor cantidad ese articulo. Ha llegado a adquirir tal importancia el desenvolvimiento comercial de ese renglón, que la casa ha establecido, desde hace algún tiempo, una sucursal en Esmirna. L a s grandes embajadas, hoteles y clubs europeos han dirigido sus miradas preferentes para esa gran casa. En efecto, MAP L E ha tenido el honor de cumplir órdenes provenientes de todos los miembros de la familia real de Inglaterra, del ex-Czar de todas las R u s i a s ; del exEmperador de Alemania, de la f a m i l i a real de Austria, Italia, Dinamarca, Grecia, Bélgica, España. Portugal, Holanda, Succia. Bulgaria; del Rey de Siam, del Sultán de Zanzibar,— así como de las Embajadas de Francia en Londres y Viena, dc la Embajada de Rusia en Roma y en Pekín ; de los colosales hoteles Russel, Granel Hotel, Hotel Great Central, Metropole, Victoria, Cecil, Coburg, Buckingham Palace, Savoy, Burlington, Norfolk-, etc., etc., cu Londres; de los Clubs Cavalry, New Travcllcrs. Júnior Conslitutional, Saint Stephen's. T u r f , etc.. dc Londres; Ministerio de Marina, cu L o n d r e s ; T h e a t r e HaymarR i n c ó n de un jardín de ket, T h e a t r e A d e i p h i', Theatre Shaftesburv, en Londres; Salle du Conseil Municipal de Londres; Chambre de Comnierce, en B u c a r e s t ; J o c k e y Club de Buenos Aires; Elysee Palace Hotel, de P a r í s ; Hotel Bristol, de Beaulíeu; Hotel Metropole, de Monte Cario; Hotel Metropole, de Caniles; Hotel Ilermitagc, de Monte Cario. E n tina palabra, los Directores dc la Poderosa Casa M A P L E han sabido llevar, por ' más de 8o años, a la cabeza de todos los adelantos, todo lo que es de buen gusto para el amueblamiento de una casa y su pericia en la construcción de muebles, íabñcaclón <le alfombras y materiales en general, así como decoraciones artísticas, todo en forma absolutamente impecable e inmejorable.

B o u d o i r , estilo

Cenícjiarvo

de['<f

Vpugactyo

El Gerente de la casa M A I ' L E en Montevideo es cl señor J . T . Fillerin, persona de una vastísima cultura y que ha conquistado la confianza y simpatía dc la sociedad de Montevideo. En nuestro ambiente, como en todos los medios civilizados, la casa " M A P L E " , conquistó de inmediato, formándose con ellos una vastísima clientela, a la gente chic, a Inda persona de verdadera cultura v gusto artístico refinado. Los interiores de casi lodos

los

palacetes

y

cha-

Id-. aristocráticos, los decorados de la i n m e n s a

invierno, estilo Luis

XIII

ma-

>111;. dc los modernísimos > <,< t:ii;'r.s de nuestros balp Mil . tienen el sello inciifundihlc dc " M A P L E " . Los Salones severos, de decoración austera e ítc, los graciosos > "Renaissance In>: finlls estilo fnii escritorios directorio, lo-, "Jardines dc /nvienio, Luis XIII". los "bouduir", . estilo Adans, etc. q.ir dan tanto carác\ v v. los "komes" VitOcltVnos, lian sido en su casi totalidad decorados por ' MAPLE". I.os objetos exóticos para complemento de los mobiliarios, según su estilo, exi ten en una tan enorme ,';n ¡edad en la casa " M A P L E " , y en una tan c-dimahle selección que las exigencias del más exquisito artista se verían allí, necesariamente satisfechas,

en lo que al gusto del detalle se refiriera. La sucursal de " M A I ' L E " en Montevideo, goza de un prestigio entre la aristocracia que es un fiel reflejo de la reputación universal conquistada por estos establecimientos en todo el Mundo, donde nombrar a " M A P L E " es aludir al refinamiento, al buen gusto, al confort, a la austeridad y a lo valioso en cl doble aspecto material y artístico, en lo que se relaciona con decoración y moblaje. En ella puede encontrarse todo lo necesario para cl decorado dc las más regias mansiones señoriales, para su amueblamleuUj suntuoso, dentro de todos los estilos y del mas severo buen gusto que es lo primordial en el hogar.

Comedor Renaissance

Inglés


X?f fi£po def G def¿

Cenfenario Uruguayo MUEBLERÍA DE PASCUAL BARRIOS

O c u p a l u g a r dc p r e f e r e n c i a e n t r e las industrias del país que dedican sus a c t i v i d a d e s a la f a b r i c a c i ó n de muebles y o b r a de carpinl e r í a en g e n e r a l la c a s a de P a s c u a l B a r r i o s , instalada b a s t a n o hace m u c h o t i e m p o , e n la e s q u i n a de M i n a s y U r u g u a y . F u é fundado e s t e e s t a b l e c i m i e n t o , e n el a ñ o 1X97. p o r los s e ñ o r e s M i g u e l y 1 ascual B a r r i o s , b a s t a q u e p a s ó a s e r de exclusiva propiedad de u n o de los socios g i r a n d o desde e n t o n c e s la firma con el n o m b r e de 1 ascual B a r r i o s q u e e s c o m o se la c o n o c e en la actualidad. F.n su a n t i g u o

en los n e g o c i o s que a c o m p a ñ ó siempre la m a r c h a f l o r e c i e n t e de e s t a acreditada m a n i f e s t a c i ó n industrial de n u e s t r o medio a m b i e n t e m a n u f a c t u r e r o . S ó l o así. con el ejemplo a l e c c i o n a d o r del pasado, con fe f i r m í s i m a en la voluntad realizadora y en el g r a n dominio i n d u s t r i a l del n e g o c i o , se puede desplegar el m a g n í f i c o e s f u e r z o que d e n o t a en su a u t o r , el s e ñ o r P a s c u a l B a r r i o s , d o t e s e x c e p c i o n a l e s de h o m b r e e m p r e n d e d o r , c o n f i a n z a absoluta en la producción de su c a s a que p o r calidad v e l e g a n c i a puede c o m p e t i r v e n t a j o s a m e n t e con la de los

Perspectiva de la Fábrica de Muebles, salones de venta y exposición del Sr. Pascual Barrios, en construcción y que ocupará parte de la cuadra calle Minas desde Uruguay a Paysandú

local citado m a s a r r i b a y destruido t o t a l m e n t e por 1111 v o r a z incendio, sus t a l l e r e s e s t a b a n m o n t a d o s con las m á q u i n a s m á s m o d e r n a s y p e r f e c c i o n a d a s a fin de producir todos los t r a b a j o s que se le e n c o m e n d a r a n , t a n t o en muebles de t o d o s los estilos y de todos los precios, c o m o los que se relacionan c o n o b r a de m a d e r a para el a m u e blado v c o n s t r u c c i ó n dc edificios. L o s muebles y d e m á s t r a b a j o s realizados en e s t e i m p o r t a n t e e s t a b l e c i m i e n t o industrial llevan el sello inconfundible de la c a s a c u y o p e r s o n a l e x p e r t o y c o m p e t e n t e , b a j o la dirección t é c n i c a del s e ñ o r B a r r i o s , realiza una l a b o r m e r i t o r i a y p r e s t i g i o s a , c o m o lo prueba el h e c h o de la e x t e n s i ó n c o m e r c i a l de e s t a C a s a , c o n una g r a n clientela distribuida t a n t o en la capital c o m o en las principales localidades del país. A c t u a l m e n t e el s e ñ o r P a s c u a l B a r r i o s procede a l e v a n t a r un m a g n í f i c o edificio, c u y o plano publicamos, y ubicado en un amplio s o l a r de la calle M i n a s desde U r u g u a y a P a y s a n d ú , f r e n t e al t e r r e n o que o c u p a r a el edificio incendiado. D c l í n e a s sobrias, respondiendo en su a r q u i t e c t u r a a la finalidad que se le destina, en él se han p r e v i s t o t o d a s las e x i g e n c i a s de h i g i e n e , de a e r e a c i ó n y de c o n f o r t para que sus t a l l e r e s funcionen c ó m o d a m e n t e y su personal o b r e r o d i s f r u t e de las comodidades que un n u e v o c o n c e p t o social ha i m p u e s t o a los ind u s t r i a l e s p r o g r e s i s t a s . F.n e s t e n u e v o edificio que podrá r e s i s t i r , p o r su distribución y p o r su capacidad, la c o m p a r a c i ó n con los m á s amplios de o t r o s e s t a b l e c i m i e n t o s dc la m i s m a índole industrial, se e s t a b l e c e r á n las d i v e r s a s s e c c i o n e s de m u e b l e r í a y o b r a en m a d e r a en g e n e r a l con m á q u i n a s m o d e r n a s , p e r f e c c i o n a d a s , de g r a n rendim i e n t o y p r e c i s i ó n a fin de p r o s e g u i r realizando la o b r a que t a n t o s p r e s t i g i o s le ha valido e n el a m b i e n t e . C o n s t i t u y e 1111 h e c h o r e v e l a d o r de la i m p o r t a n c i a de la M u e b l e r í a de P a s c u a l B a r r i o s el que, d e s p u é s dc un incendio que reduce a c e n i z a s t o d a s sus e x i s t e n c i a s , se dedica su p r o p i e t a r i o a p l a n e a r nuev a m e n t e la industria, p e r o e s t a vez c o n m a y o r amplitud, s e g u r o de que en su nueva e t a p a l o g r a r á , p o r la bondad dc sus a r t í c u l o s y la vinculación c o n su e n o r m e c l i e n t e l a , el m i s m o é x i t o v el g r a n volumen

d e m á s e s t a b l e c i m i e n t o s de i m p o r t a n c i a que a c t ú a n en M o n t e v i d e o y supera en m u c h o a la que nos viene r o t u l a d a de i m p o r t a n t e s y m u n d i a l m c n t e c o n o c i d a s c a s a s m a n u f a c t u r e r a s del e x t r a n j e r o . P o r o t r a parte, la C a s a B a r r i o s que a b a r c a t o d a s las m a n i f e s t a c i o n e s de la industria de la madera, ha realizado i m p o r t a n t e s o b r a s de r e v e s t i m i e n t o y amueblado en edificios públicos y privados de M o n tevideo, c a r a c t e r i z á n d o s e todas ellas por el buen g u s t o , p o r la p e r f e c c i ó n con que se t e r m i n a n , por la calidad de la m a t e r i a p r i m a e m pleada, p r o c e d e n t e de los m e j o r e s m e r c a d o s p r o d u c t o r e s , de donde la recibe en g r a n cantidad y d i r e c t a m e n t e , a fin de e s t a c i o n a r l a a los e f e c t o s de la m a y o r duración de los t r a b a j o s c*|ue salen del e s t a b l e c i m i e n t o . E n e s t a m a n i f e s t a c i ó n de sus actividades m a n u f a c t u r e r a s , puede a f i r m a r s e sin t e m o r a .ser r e t i f i c a d o s , que la g r a n " M u e b l e r í a de P a s c u a l B a r r i o s " , ha seguido p a r a l e l a m e n t e los p r o g r e s o s edilicios de la ciudad de M o n t e v i d e o y de las principales localidades del i n t e r i o r del país, p r o g r e s o s i m p u e s t o s p o r un c o n c e p t o superior del c o n f o r t en el h o g a r al que no h a sido a g e n a la i n t e r v e n c i ó n de los e l e m e n t o s e g r e s a d o s de la F. de A r q u i t e c t u r a . E s por e s a c i r c u n s t a n c i a que la " C a s a B a r r i o s " o b t u v o sus g r a n d e s é x i t o s que sin duda a l g u n a se lian de repetir en su nueva etapa de vida, y a que su p r o p i e t a r i o , en las m o d e r n a s y amplias c o n s t r u c c i o n e s que p r e p a r a para su e s t a b l e c i m i e n to, t o d o lo lia previsto para producir m á s y m e j o r , de a c u e r d o c o n las n u e v a s o r i e n t a c i o n e s edilicias, las e x i g e n c i a s del g u s t o público, el m a y o r d e s a r r o l l o dc las actividades n a c i o n a l e s y el p r o g r e s o del p a í s que' lio) r e c l a m a de sus e s t a b l e c i m i e n t o s industriales, f r e n t e a la c o m p e t e n c i a similar nacional y e x t r a n j e r a , una o r g a n i z a c i ó n y un p e r f e c c i o n a m i e n t o en sus t r a b a j o s , casi a b s o l u t o . C a s a s c o m o las que n o s ocupan hacen h o n o r al d e s a r r o l l o industrial de n u e s t r o país y c o n t r i b u y e n , c o n sus actividades y su a m b i e n t e de t r a b a j o , a p r o p o r c i o n a r o c u p a c i ó n útil a m u c h o s o b r e r o s que e n c u e n t r a n en ellas, con el p e r f e c c i o n a m i e n t o de sus m a q u i n a r i a s , los e l e m e n t o s imprescindibles para su m a y o r c a p a c i t a c i ó n .


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CLvifenarvo Vpucjuayo

Vista exterior de la Sección Ventas y Exposición Calle Agraciada N. ü 2 3 4 2 GIORELLO

y

CORDANO

Frente de los talleres y parte del personal en- ohrrro' . Calle Y.ilay 1 ilf Al 1430

FÁBRICA DE MUEBLES Una

fábrica

en

rr.i . ;i filada-*. dr las cepilla«'. i. automáticas, dc las ¡iKmisaMes pulidoras, etc. Tal, la impresión que produce la fábrica de muefifes de Giorcllo y Cordano, situada en \a caY\e k g r a á a da X." 234'. <-n un terreno de ó. 000 mis.'-. í..i casa "Giorcllo & Cordano" cuenta ya con casi veinte a Tío- de vida próspera Fué fundada en el año 1 «)(/>. Giró en aquel entonces bajo la razón social de "A. Giorcllo, Vallarino & Cía.". Tres años después, en tolo, aún cuando no hubo modificación respecto de las personas que integraban la íirma, ésta se transformó en "Giorcllo. Vallarino y Cordano". F.n 1922, el socio señor Vallarino se retiró de la Sociedad, operando ésta baio la denominación de "Giorcllo & Cordano".

activi-

dad, ofrece siempre a los ojos inexpertos de quien no es industria/ ni comerciante, la impresión sorprendente de las cosas nuevas y complejas. Cuando la fábrica en funciones es de cierta importancia, por su fuerte capital, por la diversidad de los artículos manufacturados, por la complicación "prima f a c i e " del maqumismo que trepida en su interior y por el considerable número de obreros que en ella trabajan, la sorpresa sube de punto, y en los primeros i n s t a n t e s cuesta" orientar y clasificar ideas, a efecto de hacer más nítida la visión, más penetrante el sentido de la percepción. E s (pie la vorágine del trabajo en g r a n escala lo turba y descentra: son doscientos hombres en plena labor que activamente cortan, serruchan, cepillan, lustran, tapizan, que cruzan diligentes, los seis mil metros cuadrados del taller, sin hablar, contraidos en el trabajo consciente de todos los días, — que supone por una parte el cumplimiento <le la obligación, y por otro, las fuentes de recursos del hogar, — armados con sus armas productoras de riqueza, cumpliendo, en una palabra, el fin social del t r a b a j o ; son los mil ruidos distintos y disonantes de las máquinas modernas que coadyuvan —- rítmicas e inanimadas —• en la labor, sustituyendo hombres, multiplicando esfuerzos, haciendo más intensa la producción de riqueza, abaratando y perfeccionando. en suma, la mercadería manufacturada; son las enormes pilas de madera. simétricas, alineadas, prontas para prestarse a la acción creadora de las sie-

Sección Carprnteria

El ramo (pie explota la casa "CiioreWo CorcVano" es, e\ \m\e\Ac-v\a y carpintería. E n el ramo, la industria reviste la mayor amplitud; se fabrican toda clase de muebles, desde los más económicos a los más costosos. L a producción de muebles económicos se hace en gran escala. Kn ella, el renglón más importante, es la fabricación de sillas, cuya producción media por mes asciende a la cantidad de cinco mil, cifra que pone de relieve la importancia de la fábrica. El salón de ventas da a la calle Agraciada, y los fondos, a la calle Y a t a y , en donde están ubicados los escritorios

y

los

distintos

talleres: lustre, aserradero, carpintería, mueblería, tapicería y depósitos.

Sección Lustradores

Kl capital inicial del giro de este negocio fué de cincuenta mil pesos; hoy el capital incluido el costo del edificio, es de doscientos cincuenta mil pesos.


def pC J.,SPO fiS¡ deff del

O

Ce/rfenario

Uruguayo

l-ÁBRJCA NACIONAL DE S O M B R j t K O S "FENIX"

U n a ley, sabiamente dictada, sobre d e r e c h o s e s p e c í f i c o s de los s o m b r e r o s de h o m b r e s v n i ñ o s , — iniciativa del legislador dirigida h a c í a un noble p r o p ó s i t o de p r o t e c c i o n i s m o industrial, — h a c o n t r i b u i d o , con indiscutible e f i c a c i a , del p u n t o de vista de la política e c o n ó m i c a de los a r a n c e l e s , al a c r e c e n t a m i e n t o de la- industrias i n t e r n a s y. e n t r e ellas.

diéndola l u e g o en finísimo t e j i d o que, al salir, va e n r o s c á n d o s e en una especie de molde ovalado y cuya f o r m a — e n t o n c e s m a s e s p e s o el tejido, o sea lo que en la f á b r i c a llaman el " c l o c h e " , t o m a la lana S i e m p r e e n r o s c a d a en aquel molde ovalado, c u a n d o el espesóles c o n v e n i e n t e se c o r t a aquella pieza de lana, en f o r m a t a m b i é n de óvalo v en dos p a r t e s e x a c t a m e n t e iguales, quedando asi c o m o dos b o n e t e s , que p r o n t o , c o m o por a r t e m á g i c o , quedarán c o n v e r t i d o s en

Gerente de la Fábrica, Sr. E d m u n d o N a r d o

S e ñ c r Esteban A . Elena, Presidente del Directorio

quizá en p r i m e r t é r m i n o , la que se m e n c i o n a en e s t a p á g i n a del L I B R O D E L C E N T E N A R I O : la F á b r i c a Nacional de S o m b r e r o s " F E NIX". E s r e a l m e n t e s o r p r e n d e n t e la evolución p r o g r e s i s t a o p e r a d a p o r e s t a f á b r i c a en los últ i m o s a ñ o s . P u e d e decirse que, p a r a l e l a m e n t e a la disminución operada en la i m p o r t a c i ó n del p r o d u c t o similar e x t r a n j e r o , la producción de e s t e a r t í c u l o en el país se lia triplicado en el ú l t i m o quinquenio. L a F á b r i c a N a c i o n a l dc S o m b r e r o s " F E N I X " , — c u y o D i r e c t o r i o preside 1111 h o m b r e que es toda una p o t e n c i a dinámica y un e j e m plo dc g r a n d e s virtudes c i u d a d a n a s : don E s teban A. E l e n a , — g i r a un capital de c e r c a de d o s millones de p e s o s ; c u e n t a con 1111 m a g n í f i c o edificio p r o p i o ; con m a q u i n a r i a s e i n s t a laciones generales modernísimas, cuyo costo t o t a l suma m á s de 2 0 0 mil p e s o s . L a capacidad p r o d u c t i v a de e s t a import a n t e f á b r i c a nacional ha alcanzado, en e s t o s ú l t i m o s c i n c o a ñ o s , c i f r a s e x t r a o r d i n a r i a s , habiendo d e t e r m i n a d o s m e s e s que acusan la fabulosa producción de 3 0 . 0 0 0 s o m b r e r o s ! E s a c a n t i d a d se d e s t a c a , s o b r e todo, p o r su e x c e p c i o n a l i m p o r t a n c i a , si se t i e n e en c u e n t a que el p r o m e d i o m e n s u a l de lo que producen t o d a s las f á b r i c a s de s o m b r e r o s del país j u n t a s es de 7 0 mil. E s c l a r o que e s t a e n o r m e producción sobrepasa las e x i g e n c i a s i n t e r n a s , e x p o r t á n d o se p o r c o n s i g u i e n t e e s o s soml r e r o s de fabric a c i ó n u r u g u a y a a la A r g e n t i na, B r a s i l . Chile, Bolivia y P a raguay.

Frente del local de ventas, calle R i n c ó n

.

L a G e r e n c i a de la F á b r i c a N a c i o n a l de S o m b r e r o s " F E N I X " es d e s e m p e ñ a d a , desde h a c e varios a ñ o s , p o r el s e ñ o r E d m u n d o N a r d o ; el C a j e r o es el s e ñ o r A d o l f o P o r r o y D i r e c t o r T é c n i c o el s e ñ o r F r a n c i s c o F e r n á n d e z , •— p e r s o n a s de g r a n c o m p e t e n c i a y e n las c u a les el D i r e c t o r i o deposita ilimitada c o n f i a n z a .

Frente ds fa Fábrica, Gral. Farras 2 3 2 6

Es realmente interesante v i s i t a r e s t a f á b r i c a con espíritu o b s e r v a d o r y a p r e c i a r así, de c e r c a , los d i s t i n t o s a s p e c t o s que en el p r o c e s o de su industrialización o f r e c e a n u e s t r a s m i r a das el a r t i c u l o de (pie n o s o c u pamos. G r a c i a s a la modernidad de sus m a q u i n a r i a s , c o m o a la int e l i g e n c i a dc los d i r e c t o r e s y c o m p e t e n c i a de los o b r e r o s , — que son m u c h o s , — la m e t a m o r f o s i s del s o m b r e r o , desde el simple vellón ríe lana h a s t a el m o m e n t o en q u e se e n v a s a , r u m b o a las s o m b r e r e r í a s , es extraordinariamente vertiginosa. U n m o n t ó n de lana lavada e s volcarla a u n a m á q u i n a , que v e l o z m e n t e la c a r d a , despi-.

52í

hermosos sombreros. L a manipulación comp l e m e n t a r i a c o n t i n ú a , en f o r m a v e r t i g i n o s a siempre, y a medida que se a v a n z a p o r las d i s t i n t a s s e c c i o n e s de la f á b r i c a , el s o m b r e r o va adquiriendo sus v e r d a d e r o s c o n t o r n o s , h a s ta p r e s e n t a i s e en su e s t r u c t u r a definitiva. Con igual p e r f e c c i ó n se f a b r i c a n en g r a n des c a n t i d a d e s los s o m b r e r o s de f i e l t r o , que los de p a j a , d e f i n i t i v a m e n t e i m p u e s t o s p o r su bondad al c o n s u m o de la p o b l a c i ó n del país. H e m o s c o n v e r s a d o con el s e ñ o r E l e n a r e s p e c t o a la m a r c h a p r ó s p e r a de e s t a industria. S u s p a l a b r a s s i n t e t i z a n la h o n d a s a t i s f a c c i ó n con que es m i r a d a la linea a s c e d e n t e de e s a i m p o r t a n t e m a n i f e s t a c i ó n de n u e s t r o p r o g r e s o industrial. S e lucha a f a n o s a y n o b l e m e n t e por lograr, e s t a p a t r i ó t i c a f i n a l i d a d : s u p e r a r , p o r la calidad y la modicidad, al s o m b r e r o e x t r a n j e r o , c u y a e t i q u e t a es t i e m p o y a de que s e a sustituida c o n é x i t o — y a c e p t a d a , n a t u r a l m e n t e , en f o r m a decidida p o r n u e s t r o público, por la e t i q u e t a de la i n d u s t r i a s o m b r e r e ra nacional.

Aspecto del Salón de ventas y exposición —

ti 1 4

E l local de la F á b r i c a e s t á s i t u a d o en la calle G e n e r a l F a r í a s 2 8 2 6 y el local de las v e n t a s v donde se e n c u e n t r a n i n s t a l a d o s el D i r e c t o r i o y las d i s t i n t a s o f i cinas, en R i n c ó n 5 2 1 . D e lo a n t e d i c h o se desprende que la F A B R I C A N A CIONAL D E SOMBREROS " F E N I X " , es u n o de los a l t o s exponentes de nuestra industria. P o r la o r g a n i z a c i ó n de los t a l l e r e s , por l a i n s u p e r a b l e c a lidad de sus p r o d u c t o s y por la activa y acertada gestión de sus d i r i g e n t e s , l o s s o m b r e r o s " F E N I X " han l o g r a d o el p r e s tigio, que c o m o 1111 h e r m o s o e j e m p l o y a d e l a n t o de lo que s e r á la i n d u s t r i a u r u g u a y a del porvenir, p e r m i t i ó a b a t i r las predilecciones del público p o r lo e x t r a n j e r o a la cual, sin u n a r a z ó n que la j u s t i f i q u e , s u b o r dina aún sus c o m p r a s , p a g a n d o precios exorbitantes por artículos de calidad y c o n f e c c i ó n i n f e r i o r e s a los del" país.


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Un aspecto de los talleres de calzado y parte del personal

Fabrica y Talleres do Calzado

,s¡ n a c a r i c i a r m a y o r e s ambiciones, c o n fiado sólo en su espíritu laborioso y en JUAN RESTELLI HIJOS su acrisolada honestidad, don J u a n R e s t e l l i decidió e s t a b l e c e r s e , en el año 1872, con una m o d e s t a c a s a de c o m e r c i o , dedicándola a la venta dc calzado. Nadie f a b r i c a b a e n t o n c e s ese a r t í c u l o . T a n i m p o r t a n t e industria no había sido ni siquiera e n s a y a d a . F.1 calzado e r a t o t a l m e n t e introducido, pués, del e x t e r i o r , al r e v é s de lo que pasa en la actualidad, en que esa industria muest r a un estado tan floreciente. El señor Restelli, pués, se c o n c r e t ó por -esc e n t o n c e s a la v e n t a del calzado i m p o r t a d o y bien p r o n t o , g r a c i a s a su e x t r a o r d i n a r i a actividad y a la seriedad que desde el primer m o m e n t o i m p r i m i ó a todas sus t r a n s a c c i o n e s , aquel p e q u e ñ o comercio fué p r o g r e s a n d o lenta pero s e g u r a m e n t e , con la c o n q u i s t a dc una distinguida y n u m e r o s a c l i e n t e l a . d o

c / e / V

Cen/énarvo U ' p u g u a y o

Sección "Cortadores", en la fábrica de calzado dt Restelli hilos

r e s p e c t i v o s talleres, salen d i a r i a m e n t e de i.cxx) a 1.200 p a r e s de calzado, ocupándose a 300 o b r e r o s . L a firma posée a d e m á s un m a g n í f i c o e s t a b l e c i m i e n t o , m o n t a d o con m á q u i n a s de m o d e r n í s i m o sistema, para el lavado a fondo de las lanas, a r t í c u l o que e x p o r t a a los diversos m e r c a d o s e u r o p e o s . E s t e r e n g l ó n de actividades de la firma J U A N R E S T E L L I H I J O S va adquiriendo, m o t r a s ano, una g r a n i m p o r t a n c i a . E n la ú l t i m a z a f r a ha e x p o r t a d o 2.200 fardos. T a m b i é n esta c a s a se ocupa de la e x p o r tación de c u e r o s v a c u n o s secos y salados, h a b i e n d o llegado a e x p o r t a r en el ú l t i m o a ñ o c e r c a de 100.000 c u e r o s de a m b a s c l a s e s .

Cuino se ve. pués, por lo que d e j a m o s c o n s i g n a d o y por las propias f o t o g r a fías que en e s t a p á g i n a van i n s e r t a s , lo que h a c e c i n c u e n t a a ñ o s o f r e c í a 1111 modestísimo aspecto, conc r e t a d o a un simple d e s pacho de v e n t a s , h o y es considerado c o m o u n o de los e x p o n e n t e s m á s d i g n o s de d e s t a c a r s e del índice de Cuando su n e g o c i o se n u e s t r o poderío industrial. había arraigado prestigioV e s o sólo se o b t i e n e c o n s a m e n t e , el f u n d a d o r fallela c o n t r i b u c i ó n del e s f u e r ció, sucediéndole dignazo o b s t i n a d o e i n t e l i g e n t e m e n t e sus h i j o s . L a f i r m a ; de Juan Restelli hijos, en Capurro Cuerpo del edificio que ocupa el lavadero de I que en aquel e n t o n c e s s u p o está constituida hoy por imprimir a su m o d e s t o neel s e ñ o r J u a n Restelli. cog o c i o el e x t i n t o don J u a n Restelli y que tan b r i l l a n t e m e n t e han sabido m o s o c i o a c t i v o / y las s e ñ o r a s E n r i q u e t a . B l a n c a y A n g e l a Restelli, c u l m i n a r sus s u c e s o r e s . c o m o s o c i o s c o m a n d i t a r i o s , quienes se e s f u e r z a n por m a n t e n e r )>ien alto el nivel de prosperidad alcanzado por su e s t a b l e c i m i e n t o . l">e la v i s i t a que h e m o s h e c h o a e s t o s i m p o r t a n t e s e s t a b l e c i m i e n t o s . t e n e m o s \a impresión de que \a f i r m a J U A N R E S T E L L I H l J O S , c o n s t i t u y e 1111 a l t o e x p o n e n t e del g r a n i n c r e m e n t o a l c a n z a d o por n u e s t r a s industrias m a n u f a c t u r e r a s , c u a n d o ellas se b a s a n en el A c t u a l m e n t e la casa se dedica a la venta de calzado al por m a y o r . a p r o v e c h a m i e n t o de la m a t e r i a prima que le o f r e c e con a b u n d a n c i a , y D o s i m p o r t a n t e s fábricas producen ese a r t í c u l o en e x c e l e n t e s condien noble calidad, el país con la variada producción de su principal c i o n e s . hallando en la plaza una inmediata c o l o c a c i ó n . P a r a c o r r o b o r a r r i q u e z a : la g a n a d e r í a . el é x i t o de la producción, b a s t e decir que de aquellas fábricas y de los

En plena labor. Haciendo pasar la lana por su proceso de depuración

Recibiendo la lana destinada al lavadero


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-Uruguayo

FÁBRICA DE CALZADO de

"Pl-BON"

CAUDENCIO DEL TOZZO E s t a g r a n F á b r i c a dc C a l z a d o , e x p o l í e n t e m a g n i f i c o del g r a d o de e v o l u c i ó n a que lia l l e g a d o el U r u g u a y e n e s t a m a n i f e s t a c i ó n de su i n d u s t r i a m a n u f a c t u r e r a , ocupa 1111 a m p l i o edificio, expresamente construido p a r a e s t e o b j e t o , en la calle Colonia X . ° 1964. M o n t a d a la f á b r i c a c o n las m a q u i n a r í a s m á s m o d e r n a s y p e r f e c c i o n a d a s , bien ventilada, c o n m u c h a luz, t r a b a j a n en ella, n o r m a l mente, en excelentes condiciones sanitarias, n o m e n o s de 200 o b r e r o s c o m p e t e n t e s y e x p e r t o s , b a j o la inmediata d i r e c c i ó n t é c n i c a del s e ñ o r G a u d e n c i o Del P o z z o , su p r o p i e t a rio. F.l o r i g e n de e s t e e s t a b l e c i m i e n t o industrial. fué bien m o d e s t o j>or c i e r t o , y d a t a del a ñ o 1801, época en la que, el s e ñ o r Del P o z z o que recién liaría dos a ñ o s se había i n c o r p o r a d o al paí> al que l l e g a r a en 1889, e s t a bleció un p e q u e ñ o t a l l e r d e s t i n a d o a c o m p o s t u r a de calzados y en el que p r o n t o , su inteligencia, el d o m i n i o del o f i c i o y la o b servación p r a c t i c a d a de las c o n v e n i e n c i a s y necesidades del a m b i e n t e , lo llevaron a c o n q u i s t a r la envidiable y p r e s t i g i o s a posición que h o y ocupa e n t r e los i n d u s t r i a l e s del pais. F.n su m o d e s t o taller, se e s p e c i a l i z ó en la c o n f e c c i ó n del c a l z a d o d e n o m i n a d o " p o l o n e s a " c u y o u s o era el que p r e d o m i n a b a en aquel e n t o n c e s . G o z a n d o del f a v o r del público. con el c r e c i m i e n t o de su clientela, el primitivo taller fué i n s u f i c i e n t e para s a t i s f a c e r la i n c e s a n t e demanda y el s e ñ o r Del P o z z o pasó a e s t a b l e c e r s e , con m á s c o n f o r t y m a y o r amplitud, en un local de la calle 18 de J u l i o y D e f e n s a . C o n j u n t a m e n t e con las " p o l o n e s a s " s o b r e c u y o tipo se había especializarlo. desarrolla su acción c o n o t r o s m o delos que c o m o aquel, p o r su e s m e r a d a c o n fección. tienen s e g u r a d e m a n d a y obligan n u e v a m e n t e , en 1914. a ampliar su taller con la c o n s t r u c c i ó n del m a g n í f i c o edificio de la c a l l e Colonia en el que a c t u a l m e n t e funciona la F á b r i c a . El s e ñ o r Del P o z z o c o m p a r t e sus t a r e a s industriales y c o m e r c i a l e s , con las de la inv e s t i g a c i ó n . l'.n su e s t a b l e c i m i e n t o de la calle Colonia posee un l a b o r a t o r i o c o m p l e t o en el que s o m e t e a prueba y c o n t r o l a la resistencia y la bondad de los m a t e r i a l e s que ha de emplear en la f a b r i c a c i ó n del calzado y e n s a y a a s i m i s m o p r o c e d i m i e n t o s para c o n f e c c i o n a r p«uñadas, t i n t u r a s , etc., en los que ha l o g r a d o muy b u e n o s é x i t o s . T o d o s los tipos de calzado, desde los m á s e l e g a n t e s a los m á s c o m u n e s modelos, salen de e s t e bien m o n t a d o e s t a b l e c i m i e n t o industrial. S u s e n s a y o s para la c o n f e c c i ó n de b o t i n e s c o n suela de g o m a blanca obtuvieron un rápido é x i t o i n m e d i a t a m e n t e que se pusieron a la v e n t a . Da idea del p e r f e c c i o n a m i e n t o de t o d o s los m o d e l o s q u e se f a b r i c a n en la F á b r i c a " P i - B o n " , el h e c h o de h a b e r obtenido, en las d i v e r s a s E x p o s i c i o n e s a que c o n c u r r i e r a el s e ñ o r Del P o z z o , las m á s a l t a s distinciones, frente a los artículos manufacturados del M u n d o e n t e r o . E n Milán, o b t u v o " G r a n P r e m i o " , íguaí distinción en las E x p o s í c o n e s de P a r í s y L o n d r e s ; " M e d a l l a de O r o " en M i T r e s aspectos interiores lán ; e n D u r a z n o " G r a n P r e m i o " y en S a n F r a n c i s c o de C a l i f o r n i a , en c o m p e t e n c i a c o n la m a r c a W e l e o m e , o b t u v o " M e d a l l a ríe O r o " , distinción q u e n o sólo a c r e d i t a al e s t a b l e c i m i e n t o del s e ñ o r Del P o z z o . sino que r e f l e j a h o n o r sobre el país que s u p o v e n c e r , en un r e n g l ó n de su industria m a n u f a c t u r e r a , a la muy a c r e d i t a d a y difundida m a r c a " W E L C O M E " . L a d e n o m i n a c i ó n de P I - B O X para los a r t í c u l o s que se c o n f e c c i o n a n en e s t a F á b r i c a y que c o n s t i t u y e n un distintivo de bondad, se la h a dado el s e ñ o r Del P o z z o . adoptando las dos sílabas del d i a l e c t o

de la importante Fábrica de Calzado P i - B o n , del Señor G a u d e n c i o D e l

de su t i e r r a de o r i g e n , el P i e m o n t e , c u y o s i g n i f i c a d o en e s : m á s b u e n o , o el m e j o r .

Porz0

castellano

L a F á b r i c a del s e ñ o r G a u d e n c i o Del P o z z o , p o s e e varias c a s a s !>ara e f e c t u a r la v e n t a al detalle, i n s t a l a d a s en los s i g u i e n t e s p a r a j e s : U r u g u a y 9 0 9 a 9 1 1 ; S o r i a n o 8 3 5 ; 18 de J u l i o 2 0 0 9 a 2011 ; A g r a c i a da 2 1 1 9 ; 18 de J u l i o e s q u i n a Y í ; B u e n o s A i r e s e s q u i n a A l z a i b a r . E l c o m e r c i o del r a m o en las m á s i m p o r t a n t e s localidades del i n t e r i o r del país, se surte en e s t e bien c o n c e p t u a d o e s t a b l e c i m i e n t o industrial.


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FÁBRICA DE FÓSFOROS y TALLERES GRÁFICOS La "Compañía General ele F ó s f o r o s " , numeroso personal, competente, que a l c a n z a uno de lus establecimientos industriales de de IR C O M P A Ñ I A G E N E R A L DE F Ó S F O R O S en la actualidad a más de quinientas personas, indiscutible importancia que existen en el ocupadas tanto en la fabricación de los prol T rugua\, que desarrolla una industria que ha adquirido singular preductos, como en los menesteres a n e x o s a los mismos. Conviene t e n e r ponderancia, cuenta en su haber con veintitrés años de vida próspera presente que, además del servicio que prestan en lo r e f e r e n t e a la y activa. impresión de los envases, los grandes talleres litográficos de la ConiFundada en el año 1803. fué adquiriendo, con el crecimiento de nañía, que están a la altura de los más importantes en su g é n e r o (pie r '' las necesidades de ' existen en la A m é I a población, u 11 rica del Sur, e s t á n extraordinario imdestinados a 1a pulso y acrecienrealización de toda do paulatinamenclase de t r a b a j o s te su radio de actipo - litográficos, c i ó 11. instalando impresión de a f f i a m p 1 i o s talleres ches, bicromías y propios, 110 solatricornias artístimente para el dccas, fabricación de sairoDo de su i 11naipes, etc. dustria fundamenLas actividades tal. sino también de la Compañía G e para una serie de neral de F ó s f o r o s industrias anexas, no se circunscriben que la han colocasolamente al U r u do en condiciones guay, sino (pie e s de bastarse a sí tán ex tendidi simas misma, .110 sólo en también en la vela fabricación d¿ cina República A r fósforos, (pie consgentina. d o 11 d e tituye su modalicuenta con una sedad primordial, sirie de establecino también en la mientos similares, elaboración de enubicados en disvases y demás netintas localidades Vista general del establecimiento cesidades sucedádel país. neas de la indus. K11 la Repútrias fundamental. A ese efecto dispone de amplios locales, (pie ocupan blica Argentina, la Compañía cuenta actualmente con cuatro g r a n un área de 13.000 metros cuadrados y en los cuales están establecidos des fábricas de fósforos, una fábrica de naipes y de libros en los diversos cuerpos de fábrica, las usinas generadoras de energía, blanco, una importante fábrica de papel, que solamente atiende las los grandes depósitos de materia prima, los talleres de litografía, de necesidades requeridas por los millones de envases de las c a j a s de empaquetamiento y de almacenamiento de los productos que elabora fósforos, sino que tiene plaza para su excedente en los mercados riola Compañía. platenses, una fábrica de estearina, una desmontadora con acopio de La amplitud de la labor desarrollada exige la cooperación de 1111 algodón, una fábrica de aceite de algodón y una fábrica de hilados.

S a l a de máquinas

T a l l e r e s gráficos: Litografía

Sección

Cerillería

Sección llenado de C a j i t a s


, ,,JPO c/CÍ CenlencrTv'o JCffá' Vpaguayo G cJe/'<T c/el Este importante establecimiento industrial, úuiLA CRISTALERÍA URUGUAYA A los dos años, o sea en 1920, el personal llegó a s r r • de 70 personas y la firma C.ercar, C a r r e ñ o & Cía., cu enn su su género, ubicado en la calle Comercio N.° 299, en el paraje conocido con el nombre de Buceo, por e s t a r a c o r t a distuvo que construir nuevos galpones para satisfacer las crecientes en e lancia de la plava del mismo nombre, ha venido a llenar sin duda aldemandas de su e x t e n s a clientela. E11 1923, habían ya loo operarios ''una una de las necesidades m á s sentidas de nuestra población. en la fábrica, todos ellos hábilmente escogidos por los S r e s . C e r c a r Fué fundado en e n e r o del año 1914. época en la cual su funday Carreño, entre los m á s idóneos que se formaban en su casa y o t r o s

Dos aspectos interiores de la lábrica de vidrios de L a Cristalería

dor el señor J o s é Gcrcar, J o r g e C e r c a r y E r n e s t o C e r c a r , 11o sospechal an la importancia que más tarde halda de adquirir, en parte, a raíz de la conflagración europea estallada en agosto, y en parte como consecuencia de la pobreza industrial dc nuestra República en aquella época. Si a g r e g a m o s a esto la pericia artista del señor C e r c a r , certificada con importantes primeros premios merecidos en diversas oportunidades en exposiciones realizadas en Europa y a las que asistió exponiendo grabados en vidrio cuando aún se hacían a mano. Desde cl año de 1914 hasta el 1916. las actividades de la modesta fábrica que g i r ó b a j o la firma J o s é C e r c a r e hijos, iniciadas con 1111 capital de (>oo pesos, oro, se redujeron a la fabricación de frascos de farmacia y perfumería para lo cual contaban con el horno cuya fotografía reproducimos y con 1111 personal compuesto de 2 foguistas, 1 oficial vidriero y 4 aprendices, ubicados en un galpón dc reducidas proporciones y produciendo la cantidad de cuatro mil envases por día. E11 el año 11,10 compraron el local que b a s t a entonces habían alquilado v además dos solares contiguos, instalando en ellos hornos ilc m a y o r capacidad que rindiesen una producción diaria dc doce mil frascos. E n esta época integraron la sociedad los Sres. Manuel Carreño y Juan Uamcchcgaray. Para sostener esa producción diaria que triplicaba la cifra de la

Uruguaya

expresamente traídos del e x t r a n j e r o . Y a la producción de la fábrica había aumentado de una manera a s o m b r o s a y se empezaban a construir accesorios para alumbrado eléctrico y material en abundancia para decoraciones. U n a vez retirado de los negocios cl señor J o s é Gercar, en el a ñ o 1920. la fábrica empezó a g i r a r b a j o la firma G e r c a r y Carreño, la que construyó en 1923 el horno de m a y o r capacidad hasta entonces v que requería el aumento del personal a 130. E n abril de 1925, los señores G e r c a r y Carreño, resolvieron la creación dc una sociedad anónima con un capital autorizado dc 300.000 pesos oro, con el cpie producirán para llenar las necesidades del país. El Poder E j e c u t i v o ha aprobado y a los e s t a t u t o s elaborados para cl establecimiento de la nueva Sociedad Anónima y los señores G e r car y Carreño, lian comprado frente al actual local de la fábrica un terreno con un área de doce mil m e t r o s cuadrados, rodeado por las calles Rivera, Comercio y Solsona. La importancia cpie tiene para el comercio del país el establecimiento G e r c a r y C a r r e ñ o se r e f l e j a en la disminución tic los artículos (le vidrios importados que sumando en 1913, 6 0 0 . 0 0 0 pesos, oro, en la actualidad 11o alcanza a ser de 100.000 pesos, a pesar del aumento de la población y del c o n s u m o de artículos de vidrios y medio cristal, en cl país. Casi todo cl material empleado en esta industria, con excepción dc

Exposición de la Cristalería

Et nuevo horno

producción primitiva, la nueva firma Gercar, Carreño & Cía., tomó 12 oficiales vidrieros, 3 foguistas, 20 aprendices que, con los empleados de las oficinas alcanzaron a cincuenta personas. E n el a ñ o 1918, la próspera fábrica aumentó la capacidad y los r e n g l o n e s de su producción, entre los que desde entonces empezaron a f i g u r a r n u m e r o s o s artículos de bazar.

Uruguaya

algunas arenas indispensables para fabricación de medios cristales y algunos vidrios dc color que los señores G e r c a r y Carreño reciben directamente de Bélgica, de F r a n c i a y de Alemania, son del país, conio ser arenas que se extraen del Malvín, manganeso, salitre y c a r b o n a t o <le cal, lo que reduce la importación de material e x t r a n j e r o , favoreciendo cl desarrollo dc otras industrias nacionales.

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L a contracción al t r a b a j o y la economía bien aplicada fueron salvando poco a poco, los riesgos v dificultades de la empresa, y hoy, treinta años después de su fundación, la fábrica dc los señores " R a m ó n B a r r i e r a e h i j o s " , tiene acreditados en plaza sus productos, organizado su sistema de producción con arreglo a los más científicos métodos modernos, incorporada una excelente maquinaria de cuya potencialidad da cuenta cabal, el hecho en verdad significativo, <le estar actualmente en condiciones de abastecer el consumo total de aceites y pinturas de la República, v lo que es más aún.

Cez/fc/íarvo Uruguayo

A e HIJOS

con plazas para la colocación de MIS productos en el e x t r a n j e r o , al que envió en los últimos años, m á s de tres mil toneladas de artículos de su elaboración L a fábrica produce en primer t é r mino aceites de linaza, crudo y cocido, y aceite de c o l z a ; pinturas de todas clases, en pasta y preparadas, barnices en general, varias clases de masilla de vidriero, tintes de lustre, tintas de imprenta, tortas de lino y de c o l z a ; y, en estudio, otros varios productos. Sus marcas principales: "Kl C o m e t a " . " B . B . B . " y " E l T r o m po", son bien conocidas en nuestra plaza y han obtenido los más altos premios en las varias exposiciones nacionales y e x t r a n j e r a s en las que se presentaron.

L o s señores Ramón Barreira y sus hijos Carlos, Julio y Roberto, desarrollan sus operaciones comerciales e industriales en esta plaza, en dos ramos que no guardan reíación entre ellos. Poseen, por una parte, una barraca de frutos del país, situada cu la calle Cuareim 18951 y P u r otra, explotan una fuerte y progresista industria nacional — la fabricación de aceites, pinturas y barnices — con asiento en la calle Tacuarembó 1234. Si iniciamos esta nota haciendo notar la duplicidad de ramos a que se dedican los señores Kainón Barreira e hijos, es con el o b j e t o de destacar su configuración de hombres de e m p r e s a. Fluye sin esfuerzo este último aserto, del origen y ulterior desarrollo de las actividades comerciales de los señores Barreira. E n e f e c t o ; la casa matriz fué fundada en el año 1878 b a j o el nombre de " R a m ó n B a r r e i r a " . Operaba entonces exclusivamente en el ramo de consignaciones de frutos. M á s tarde, continuando la explotación del mismo renglón mercantil, camPalio bió la firma por la de " B a r r e i r a M é r m a n o s " . El éxito de los negocios — fruto legítimo de toda acción t e s o n e r a e inteligente — y ese espíritu de empresa que indicábamos, los llevaron a ampliar su campo de acción, y sin abandonar el comercio propiamente dicho en el ramo de su competencia, orientaron sus actividades hacia la industria, fundando en 1895, bajo la razón social de " R . y A. B a r r e i r a " , la actual fábrica de aceites, pinturas y barnices. Luego, en 1911, ambas casas, la barraca de frutos y la fábrica de aceites giraron b a j o la misma designación de " R a m ó n B a r r e i r a e hiios", que es la actual razón social de la casa. U n a fábrica nacional de aceites, pinturas y barnices, en el año 1895 constituía casi una aventura industrial, con todos los riesgos inherentes a una empresa de esa naturaleza en un país de escasa población y con todas las demás dificultades a vencer, que imponen, por 1111 lado, la competencia e x t r a n j e r a con sus productos acreditados por largos años de vida fabril, y por otro, la plaza siempre reacia a lo nuevo y colmada de prejuicios para todo lo nacional.

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Depósito

Motores

Lama la atención la amplitud del local ocupado por la fábrica. Da éste por su frente a la calle Tacuarembó, por sus fondos a la calle Minas y, en martillo, sobre la calle Canelones. L a s secciones están clara y sencillamente dispuestas. Aquí la sección aceites y su anexo, la fabricación de masilla. Kl aspecto que o f r e c e es altamente s u g e s t i v o ; una maquinaria enorme, de lineas severas, muévese sordamente manejada por e x p e r t o s obreros, recibiendo su actividad creadora—a lo largo de p o l e a s — del m o t o r central que funciona en la sala de máquinas. Las semillas del lino descienden del piso alto por 1111 plano inclinado. Sucesivamente se seleccionan, se tamizan, se muelen. E n su última etapa, comprimidas en las potentes prensas, sale el aceite a las cisternas de depósito, en tanto las t o r t a s de lino son retiradas y apiladas rápidamente. Allá, la sección pinturas y barnices: análoga maquinaria apropiada e idéntica rapidez en la preparación y en la clasificación de productos. A fas allá, en el fondo del taller, el depósito de pinturas y barnices. Pilas de t a r r o s de distintos colores y tamaños dan su n o t a pintoresca. L o s obreros, en tanto, alinean, separan, preparan las distintas partidas que oportunamente saldrán de la fábrica para la venta. K11 o t r o departamento, el depósito y refinería de aceites cuidadosamente clasificados: a la izquierda. los aceites cocidos, a la derecha, los aceites c r u d o s ; todos en grandes y ventrudos tanques de hierro. P o r último, próximo a los escritorios, dos laboratorios para la preparación química de aceites, pinturas y barnices. Llama la atención por su cuidado la sala de máquinas.

Refinación de aceites si!)

E s t a fábrica o f r e c e el aspecto de una empresa en funciones en la que se atiende, preferentemente el aspecto t é c n i c o de la producción, no faltando en consecuencia, nada tendiente a o b t e n e r una m a y o r rapidez en la elaboración de los productos, un perfeccionamiento siempre creciente en la manufactura, manteniendo asi, v e n t a j o s a m e n te la competencia con las o t r a s fábricas similares del pais.


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de dor, animado de ese virD rERCONTINO e HIJOS tuoso propósito de asegurar para su hogar la futura felicidad confiando sólo en su brazo fuerte en <11 honestidad, fué don Domingo Percontino. ") su vida de comercio con ambiciones limitada-, pero con la firme resolución de abrirse camino" y conquistar, paulatina, pero seguramente, la posición económica, a que, por su laboriosidad y su honradez, tenia perfecto derecho a llegar. Una modesta fábrica de camas de hierro, en el año 1870, fué imponiéndose a la aceptación pública por los procedimientos impecables que sil dueño y sus obreros empleaban en la confección lie esa mercadería. La fábrica ocupaba entonces un reducido local, a muy poca distancia del lugar que hoy tomando casi 1111 cuarto de manzana, ocupa la gran fábrica de la firma I). P E R C O N TIN'O I" H I J O S , — esto es. en la calle Uruguay casi esquina R i o Negro. — H o y la Sección ventas v la fábrica están situadas cu la misma Calle i "i .iguay. entre las dc Paraguay y Rio Negro, cu cl local comprendido entre los Nros. 1065 y 1075. Fué en el año 1908, vale decir, cuando ya don Domingo Percontino había afirmado, durante 38 . - , 1 s dc labor consecutiva v tenaz, el prestigio de la fábrica, que cambió la firma D O M I N G O P E R C< I X T I X O por la dc D. P E R C O N T I N O E H I J O S ; y. desde entonces, la aureola prestigiosa del establecimiento. lejos de estacionarse, fué ensanchándose dia a dia. gracias al impulso que las nuevas energías de elementos jóvenes, poseedores del mismo dinamismo característico dc su señor padre, imprimieron a la marcha progresista de la casa. Hemos visitado detenidamente esta importante fábrica, y hemos visto tiMlas sus distintas secciones. El frente del local, destinado a las ventas y oficinas, es amplísimo, con grandes vidrieras al través de las cuales el público puede observar todos los artículos (pie se exhiben y (pie dan una itnpresu sión completa de la forma cómo son elaborados. Allí son exhibidas magnificas camas de bronce, — principal rubro de actividad de esta casa. — de bronce puro, recibido directamente de Inglaterra, que no necesitan de parte del adquirente que se les limpie, \ que ni siquiera pierden su brillo, porque en los talleres de -sta Fábrica el bronce es electro dorado, consiguiendo así 1111 color perfectamente inalterable. Luego están también 111 exhibición las camas

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la calle Uruguay N." 1065 al 1075

tic hierro, material este (pie los señores P E R C O N T I N O E 1 I I J O S importan también directamente de Rélgica y que es toda una garantía de solidez. Con cl hierro realizan los señores P E R C O N T I N O E H I J O S otros trabajos igualmente impecables, 11o sólo del punto de vista de la calidad superior de la materia prima empleada, sino también del punto de vista artístico. En cl salón de exposiciones existen, en efecto, magníficas cajas de hierro, cocinas económicas, esmaltadas y pintadas, baños, etc., etc. Para sugerir la impresión acerca de la importancia de esta Fábrica en lo que a la elaboración de camas se refiere. basta enunciar el .siguiente d a t o : el promedio mensual de camas de bronce e hierro (pie se venden alcanza a la extraordinaria suma de mil doscientas. En los talleres, que están anexados, al fondo, de la Sección Ventas, trabajan constantemente más de cien hombres. El golpeteo sobre los yunques es incesante. L o s obreros apenas si levantan 1111 segundo los ojos para observar al visitante. T r a b a j a n sin tregua, con una admirable buena voluntad. Dan como la impresión de vivir entregados como a un concierto sinfónico de ruidos metálicos. Y , lo que es más Salón de exhibición y venta de camas de todos los modelos extraño, el que va allí por pri. —

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ventas (pie realiza la L firma I). PERCONTINO E H I J O S son al por m a y o r y, también, directamente al público. Su aceptación en todo el país 110 puede c o n t a r con un m a y o r beneplácito colectivo. Asi se e x plica la salida mensual a que antes hemos hecho referencia y que, lógicamente, debe considerarse como insuperada.

I I 1 W B K M —

L o s Sres. Percontino, al asociarse a su Sr. padre clon Doming o Percontino. no han hecho pués más (pie a g r e g a r nuevos laureles a la marcha victoriosa del establecimiento. E n posesión del mismo espíritu de labor (pie siempre pcculiarizó al fundador de la F á b r i c a y al autor de sus dias, tienen sobre él, naturalmente, la ventaja aprcciable de su juventud, y de ahí que este establecimiento sea hoy, dentro de los de su índole, el que marcha a la cabeza sin ningún g é n e r o de dudas de cuantos se encuentran en actividad en el pais.

Talleres

mecánicos

mera vez, lejos ele experimentar ninguna t o r t u r a en medio del ruido que producen los martillos al caer pesadamente sobre el yunque, siente en sus tímpanos más bien como una caricia. E s el ruido sano del trabajo. Y recorremos los talleres de fundición del bronce, de herrería, de pinturas, de las máquinas cortadoras del hierro, de las que t e j e n . . . Y junto a esas máquinas y en medio de esos talleres, aquel enjambre humano, moviendo sus brazos sin cesar.

Observamos cómo son vertebradas las distintas piezas que forman una cama de hierro. Allí no se remacha absolutamente nada. T o d o pasa por la soldadura autógena, de tal manera que las moldeaduras pasan casi desapercibidas, ganando el artículo enormemente en solidez. Y continúa el desfile de máquinas y hombres. Vemos asi a los obreros que pulen el bronce cuidadosamente; vemos el torno y la máquina de piedra esmeril. Lueg o de pulidas. las camas van a una estufa eléctrica a 120o, donde el dorado del bronce y el esmalte del hierro, adquieren su grado de conservación. P o r último visitamos el depósito de materiales, donde observamos 1111 abarrotamiento extraordinario. E s e gran stock se renueva incesantemente, en razón directa de la demanda siempre creciente del establecimiento.

Más de cincuenta modelos de camas de bronce tienen catalogados los señores D. P E R C O X TI\ T O E H I J O S , sin perjuicio de construir cualquier modelo (pie el cliente indique, aún cuando no figure en el catálogo impreso. L o s precios están, puede decirse incurriendo en 1111 pequeño lugar común, "al alcance de todos los bolsillos". En e f e c t o las camas de bronce, fabricadas con el empleo del bronce puro inglés, son vendidas desde treinta y dos pesos oro a doscientos cincuenta pesos oro. E n cuanto a las camas dc fierro, también sus precios recorren la escala desde cuatro a ochenta pesos oro.

L o s procedimientos modernos, el empleo de los grandes adelantos de la mecánica y de la electricidad, permiten a este establecimiento; fabricar los más artísticamente herniosos modelos de camas en bronce y hierro, con la más absoluta garantía de solidez. Desde los ya lejanos tiempos de su fundación, en que se empleaban medios rudimentarios en la fabricación de las primeras camas, hasta hoy. en que salen de los talleres de D. P E R C O X T 1 N O E H I J O S , lujosísimas camas de bronce destinadas a las alcobas más principescas que puedan existir en los palacios modernos, la fábrica de que venimos hablando ha seguido un proceso de perfeccionamiento en sus proced i m i e n t o s . largo, sin duda, de narrar, pero ha marchado con tanta seguridad en la adquisición de técnica, en la práctica fabril y en el ansia de superar, que su estado actual de desarrollo industrial y de prosperidad comercial tienen una base sólida e inconmovible. El público montevideano está pués. perfectamente acertado al prestar su apoyo decidido a la fábrica de I). P E R C O X T I X O E H I J O S . E s el suyo un establecimiento ejemplar y sus productos hacen honor a nuestra industria a cuyo incremento tanto ha contribuido, prestigiando al país en una de sus tantas manifestaciones de progreso cu el l)rcve término óe una centuria.

Sección "Fundición y soldadura

autógena"


JOf ü/opo c/cf O

d e / ' ¿ FABRICA DE de I S I D R O

CLv/fcnap/o U r u g u a y o

BOLSAS FYNN

En el año 1897 los señores Ruperto E . Butler y D. Isidro Fynn se constituyeron en sociedad comercial, fundando la fábrica dc bolsas que a tan alto grado de prosperidad ha llegado hoy. E s a firma fué integrada más tarde, en 1913, con el señor Adolfo I'utler. A medida que la producción de frutos del país se intensificaba, era paralelamente más reclamada la fabricación de bolsas, sobre todo en lo que tenia relación con lanas y cereales. Para dar una idea del incremento que esa fabricación iba adquiriendo, bastará consignar el dato f r e D l t d< u siguiente: mientras en el „ F 4 b , l c * ,

. . .

Paraguay 1621

ano de fundación los señores B U T L E R & F Y N N importaban sólo 250 fardos de arpillera para la confección de las bolsas, en la actualidad esa importación alcanza cifras muchísimo más considerables, como que en el último año fueron importados cerca de D O S MIL fardos. L o s señores Ruperto y Adolfo Butler se retiraron de la vida de los negocios en los años 1920 y i«)22, respectivamente, quedando asi solamente el señor Fynn al frenU de tan importante establecimiento. Una nueva sección fué agregada al desenvolvimiento industrial \ comercial de esta c a s a : la relativa a r e p r e s e n t a c i o n e s de fábricas, que el señor Fynn atiende con la inteligente dedicación que le es característica. Además de la fabricación de b o l s a s, también se ocupa la firma I S I D R O F Y N N de o t r o importante renglón: encerados y lonas. La arpillera para las bolsas es importada de la India y los « nccrados y lonas de Inglaterra c Italia, así como los hilos que se utilizan en su fabricación. El mercado de Calcuta es el que cultiva y elal>ora la materia prima, o sea el " y u t e " , que se traduce más tarde en el tejido q u e comunmente se denomina arpillera. Las plantaciones del " y u t e " , en Calcuta, se efectúan en terrenos anegadizos, fangosos, empleándose en esa tarea millares y millares d e hombres y mujeres. Luego de hecha la recolección de las plantas y, previa una fermentación, es Uoo da los enfardada y d»pó»ito» enviada a todos los países del Mundo. E l Uruguay consume alrededor de 8 millones dc bolsas por año, durante la época en que se cosecha el trigo, y se calcula la utilización de 400 mil bolsas durante la época de la zafra de la-

ñas. No se incluye en esas cantidades la que se refiere a las bolsas para harina, papas y otros artículos, y que bien puede estimarse en 2 millones anualmente. Desde luego no hacemos referencia al empleo de bolsas usadas. En lo que respecta a las bolsas destinadas al envase de la harina, siempre existe el buen cuidado de que ellas sean perfectamente nuevas, por requerirlo así una elemental razón de higiene. La fábrica del señor I S I D R O F Y N N hace también apreciables cantidades de bolsas de lienzo para la exportación de harinas al Brasil. E11 lo que se refiere a la manera cómo viene acondicionada la arpillera del extranjero, podemos agregar que ese artículo viene en fardos de 2.000 yardas; y, una vez en la fábrica, numerosas mujeres se entregan a la labor de cortarla y coserla, empleándose al efecto fuertes máquinas, de una contextura casi idéntica a la máquina de costura general, pero naturalmente más fuerte.

Nuestra visita nos ha permitido apreciar la capacidad de producción de esta fábrica que puede atender perfectamente las exigencias del medio en la época de mayor consumo, por sus métodos de trabajo y la idoneidad de sus colaboradores. U11 personal competente coadyuva en la obra de prosperidad dc la fábrica del señor I S I D R O F Y N N . E s empleado superior, y habilitado por el señor Fynn, un elemento joven, dinamico e inteligente: el señor Emilio López que acompaña a su j e fe desde hace 15 años quien conEn p l e n a fabricación

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«u preparacion y s u entusiasmo a los tos alcanzados por el establecimiento.

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L a fábrica de bolsas dc I S I D R O F Y N N nos ha dejado la grata impresión que si experimenta frente a toda organización inteligente y a todo sistema de trabajo eficaz y digno de la época que vivimos, como del estado de creciente prosperidad de nuestro país. La fábrica ocupa un magnífico local en la calle Paraguay N.° i 6 ? l entre las de Cerro L a r g o y Galicia, a pocos metros de la Estación Central del F e r r o Carril, y su producción, por el esmero con que se concluye, tiene amplia aceptación en todos los centros agrarios e industriales del país, a los que está vinculado por continuas c importantes transacciones relacionadas con el renglón que explota.


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refieren las p r e s e n t e s l i n c a s m a r c a una etapa de verdadera importancia en el desenvolvimiento industrial de la República. Y es que b a s t a el p r e s e n t e , fuera de las dos la g a n a d e r a grandes especializacioues de las actividades del paí y la a g r í c o l a - sólo hablan llegadí a d e s t a c a r s e m a n i f e s t a c i o n e s industriales de índole primaria que m a n t e n í a n el m e r c a d o nacional e x c l u s i v a m e n t e supeditado a las imposicic m e s de la c o n c u r r e n c i a e x t r a n j e r a . E l s u r g i m i e n t o de la fundición de a c e r o que nos ocupa vino, en cambio, a r e s o l v e r un verdadero problema, a c e n t u a n d o , a la vez, la situación de independencia con r e s p e c t o a preponderancias e x t e r n a s a que, d e n t r o de lo posible, debe e n c a m i n a r s e el país, c o m o a un " d e s i d e r á t u m " , supremo.

P o r ello es que, a n t e s que nada, la instalación y m a n t e n i m i e n t o de e s t o s talleres destinados especialmente a la fundición dc a c e r o , r e p r e s e n t a n un e s f u e r zo v e r d a d e r a m e n t e m e r i t o r i o . Si en t o d o industrial hay siempre en un a m b i e n t e c o m o el n u e s t r o , en qtie las iniciativas individuales t r o p i e z a n con i n c o n v e n i e n t e s , un ciudadano b c n e m c r i t o , m u c h o m á s deben m e r e c e r e s t e c o n c e p t o quienes, c o m o los s e ñ o r e s G u t i é r r e z , V a r e l a & Cia., a b a n d o n a n d o los trillados s e n d e r o s en que se esterilizan la m a y o r cantidad de las e n e r g í a s , se a b r e n p a s o en una m a n i f e s t a c n m de actividades, e x ó t i c a s cu M o n t e video, y que, en los p r i m e r o s t i e m p o s por lo menos, p r e s e n t a m e n o r e s v e n t a j a s q u e i n c o n v e n i e n t e s y e x i g e , para t r i u n f a r , los m á s t e s o n e ros sacrificios. C o m o d e j a m o s dicho, e s t a casa tía contribuido, cu g r a n p a r t e , a l i b e r t a r dc la e x p o r t a c i ó n a un i m p o r t a n t e r e n g l ó n vinculado a las m á s c o n s i d e r a b l e s e x p l o t a c i o n e s de c a r á c t e r industrial. L o s s e ñ o r e s G u t i é r r e z , V a r e l a y Cia., f a b r i c a n , en e f e c t o , infinidad de a r t í c u l o s de a c e r o que a n t e s , f o r z o s a m e n t e , debían adquirirse en cl e x t e r i o r . D e la i m p o r t a n c i a de la producción de e s t a f á b r i c a d a r á una idea el h e c h o dc que sus principales c l i e n t e s e s t á n r e p r e s e n t a d o s por las E m p r e s a s de F e r r o c a r r i l e s , T r a n v í a s , p o r los F r i g o r í f i c o s , por los D i q u e s part i c u l a r e s y del E s t a d o , p o r t odas las r e p a r t i c i o n e s públicas de índole c o n s t r u c t iva e industrial, por las e m p r e s a s a s f a l t a d o r a s y de adoquinado. c o m p a ñ í a s navieras y, en g e n e r a l , por toda clase de o r g a n i s m o s r e l a c i o n a d o s c o n la c o n s t r u c c i ó n . P o r lo d e m á s a l g o que requiere, sin duda, p a r t i c u l a r puntualización es lo que se r e l a c i o n a con la índole del material que la c a s a produce. \To s e r í a e x t r a ñ o , dado el a b s u r d o pesimismo que dan en a l e n t a r alg u n o s con r e s p e c t o a la calidad de las e l a b o r a c i o n e s del país, que b a y a quien p o n g a en duda la bondad del a c e r o que se e x t r a e de los h o r n o s de e s t a fundición y. por c o n s i g u i e n t e , la bondad y r e s i s t e n c i a de las piezas que c o n él se c o n s t r u y e n . A n t e esa posibilidad, es que resulta c o n v e n i e n t e p o n e r dc relieve que, en todos los c a s o s cl m a t e r i a l salido .le los T a l l e r e s M e t a l ú r g i c o s " E l A c e r o " , ha sido dc calidad indudab l e m e n t e s u p e r i o r y las piezas en ella c o n s t r u i d a s m á s r e s i s t e n t e s , m á s e f i c a c e s y m á s p e r f e c t a s que m u c h a s de las f a b r i c a d a s en cl extranjero "pour l'exportatión", con la v e n t a j a , a d e m á s , de result a r su precio, c o n s i d e r a b l e m e n t e m á s reducido. N o es esta, c o m o pudiera c r e e r s e , una a f i r m a c i ó n a n t o j a d i z a , s i n o q u e r e p r e s e n t a la lógica y d e s i n t e r e s a d a dedución realizada, d u r a n t e l a r g o tiempo, por la m a y o r p a r t e de las g r a n des e m p r e s a s y e s t a b l e c i m i e n t o s industriales radicados en cl U r u gttay.

l e r r e r í a s . etc., etc., lo que j u s t i f i c a la d e m a n d a pie hay dc e s o s a p a r a t o s , por p a r t e dc n u e s t r o s ndustriales y c o m e r c i a n t e s , habiéndose y a i n s t a lado una cantidad considerable. L o m i s m o puede c o n s i g n a r s e r e s p e c t o de los t o r n o s m e c á n i c o s bien fabricados en la c a s a , m a g n í f i c a s piezas de precisión, que r e v e S i l l o la capacidad c o n s t r u c t i v a , sitió t a m b i é n las a l t a s c o n d i c i o n e s t é c n i c a s dc quienes la dir i g e n . B a s t e decir que los t o r n o s n a c i o n a l e s " E l A c e r o " , por su resultado, p o r su calidad y por su p r e c i o c o m p i t e n con los e x t ranjeros.

D e m á s e s t á a f i r m a r que cl e s t a b l e c i m i e n t o que n o s ocupa c u e n t a c o n un amplio y c o m p l e t o taller de modelado de las piezas que después h a b r á n dc f a b r i c a r s e . Iludiendo a f i r m a r s e que es de lu m á s p e r f e c t o . C o m o es de i m a g i narse, t a n t o para e s t o c o m o p a r a realizar las difíciles y c o m p l i c a das o p e r a c i o n e s i n h e r e n t e s a la fundición del a c e r o , a p a r t e de costosas y especialisimas instalaciones, la c a s a e x i g e el e m p l e o de personal a p t o y avezado, q u e Cia. ha debido f o r m a r s e cu s u s p r o pios talleres, ya que en el p a í s 110 hay, c o m o queda dicho, otri e s t a b l e c i m i e n t o de la m i s m a índole. Y bien, puede a f i r m a r s e que lo s e ñ o r e s G u t i é r r e z , V a r e l a y Cía., h a n h e c h o e s c u e l a de verdad e n t r e la g e n t e , de su dependencia. H e m o s p r e s e n c i a d o el l a r g o y f a n t á s t i c o p r o c e s o le la fundición del a c e r o , en que el m e t a l , a 1.600 g r a d o s de t e m p e r a t u r a arde, en increíble llamarada a z u f r o s a y llega a licuarse c o m o una blanca a g u a t r a n s p a r e n t e , que a r r o j a un resplandor ardiente y deslumbrador, t e n i e n d o e n t o n c e s oportunidad de a d m i r a r la facilidad con que aquellos h o m b r e s , en u n a c i n e m a t o g r á f i c a y v e r t i g i n o s a sucesión dc e s c e n a s , manipulan a q u e l l a terrible lava incandescente, la e x t r a e n del h o r n o en q u e se a g i t a , e n volcánicas a l e a c i o n e s y la vierten en los moldes e n que h a b r á n de p l a s m a r s e las r e s i s t e n t e s piezas. V en toda aquella a g i t a c i ó n d a n t e s c a de h o m b r e s rápidos y silenciosos, ni una s o l a c o n f u s i ó n , ni u n s ó l o tropiezo, c o m o si ellos fuesen también b r a z o s de tina de las m á q u i n a s que l u e g o irá a f o r m a r aquella a g u a que a l u m b r a y c a l i e n t a , c o m o 1111 sol d e r r e t i d o . . . * D e b e m o s a g r e g a r que e s t e e s t a b l e c i m i e n t o dispone t a m b i é n de 1111 a n e x o destinado a fundir h i e r r o y b r o n c e , lo que 11o sólo c o n s t i tuye 1111 c o m p l e m e n t o directo de la actividad c e n t r a l , sino que le» p e r m i t e a t e n d e r toda clase de s o l i c i t a c i o n e s r e l a c i o n a d a s con a q u e l l a s o t r a s especializacioues industriales. D e lo d i c h o s u r g e bien c l a r a m e n t e que los T a l l e r e s M e t a l ú r g i c o s " E l A c e r o " m a r c a n , c o m o lo e x p r e s a m o s al c o m e n z a r e s t a s r e f e r e n cias, en el orden industrial, un periodo de iniciación de s i n g u l a r imp o r t a n c i a . E l l o s ponen de relieve que p a r a la e n e r g í a , el t e s ó n y la inteligencia aplicados de c o n s u n o a la c o n s e c u c i ó n de una noble y fecunda e m p r e s a , 11o hay posibilidades inaccesibles y (pie, por cl c o n trario, los c a m p o s m á s difíciles de la actividad, aún los que n o s p a r e cieron privilegio exclusivo de o t r o s países y de o t r o s h o m b r e s , e s t á n is ;a la b u e n a voluntad y al e m p e ñ o r e a l i z a d o r de los c i u d a d a n o s ,abiertos de c a r á c t e r . Y 11o puede m e n o s de r e c o n o c e r s e (pie e s f u e r z o s c o m o el r e a l i z a d o p o r los s e ñ o r e s G u t i é r r e z , V a r e l a y Cia., h o n r a n de verdad a la n a c i ó n en (pie se desenvuelven y p r o s p e r a n y c o n tribuyen p o r ende al p r o g r e s o g e n e r a l , b r i n d a n d o a la e c o n o m í a i n t e r n a cl b e n e f i c i o e d u c a d o r de una industria propia, f l o r e c i e n t e , r e c l a m a d a p o r múltiples f a c t o r e s inherentes al desenvolvimiento i n t e g r a l del pais, y a m p l i a n d o su a m b i e n t e de t r a b a j o en o t r a s e s f e r a s de a c t i v i d a d e s a g e n a s p o r c o m p l e t o a las c o r r i e n t e s de n u e s t r a s i n d u s t r i a s m a d r e s : la g a n a dería y la a g r i c u l t u r a .

E s t o m i s m o ha tenido o p o r tunidad de c o n s t a t a r l o cl c o n s u midor típico de n u e s t r a c a m p a ñ a — cl a g r i c u l t o r — al utilizar las r e j a s p a r a a r a d o s , que fabriI ' o r o t r a p a r t e , e s f u e r z o s incan los s e ñ o r e s G u t i é r r e z , V a r e d u s t r i a l e s c o m o los que c o n s i g Un asprcto de la sección destinada a la fundición de la y Cía., c o n s t r u i d o s en a c e r o de namos, con legítima satisfacción una sola pieza — que los distinen e s t a c r ó n i c a , c u a n d o son r e a gue n e t a m e n t e de los i m p o r t a d o s — lo que a p a r e j a la v e n t a j a de que lizadas por e s p í r i t u s s u p e r i o r e s que d o m i n a n la m a t e r i a en s u s m í su t a l ó n n u n c a se pierde, c o n t r a r i a m e n t e a lo que o c u r r e con los de n i m o s detalles, e x p r e s a n c l a r a m e n t e que en el U r u g u a y h a y c a m p o otras fabricaciones. propicio para el f l o r e c i m i e n t o m a n u f a c t u r e r o i n t e g r a l a ú n e n a q u e l l a s de sus m a n i f e s t a c i o n e s en que es p r e c i s o r e c u r r i r a la m a t e r i a p r i m a E n t r e las m a q u i n a r i a s que i n t e g r a m e n t e se f a b r i c a n en e s t e e s t a e x t r a n j e r a para darle p r ó s p e r a y fecunda vida. B a s t a p a r a e l l o p l e n o b l e c i m i e n t o , son p a r t i c u l a r m e n t e d i g n a s de m e n c i o n a r s e , los g u i n c h e s dominio del n e g o c i o que se e x p l o t a y la c o m p e t e n c i a q u e en e s t e c a s o g i r a t o r i o s a f r i c c i ó n , con una p o t e n c i a clevativa de 500 a 2.000 kilod e m o s t r a r o n p o s e e r los s e ñ o r e s G u t i é r r e z , V a r e l a y C í a . g r a m o s , de aplicación p r á c t i c a cu B a r r a c a s . F á b r i c a s , C a r p i n t e r í a s ,


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L a i m p o r t a n t e I-'ábrica dc e n v a s e s de h o j a l a - 1 A B R 1 C A U E E N V A S E S D E H O J A L A T A ración de e s t a fábrica, los s e ñ o r e s J o s é y A n t o n u . t a e s t a m p a d a de l o s s e ñ o r e s E v a r i s t o V i g n o l i e da E V A R I S T O V I G N O U - H I J O S V i g n o l i q u i e n e s al f r e n t e del e s t a b l e c i m i e n t o h i j o s , e s t a b l e c i d a c u la c a l l e D a n t e 1K55 al 1861, siguen la misma ruta de actividad q u e t r a z a r a su l o n s t i t u v e un e l e v a d o e x p o n e n t e del g r a d o de p e r f e c c i ó n a que ha i n t e l i g e n t e fundador. I . o s e n v a s e s fabricados en e s t o s t a leres lian l l e g a d o en el U n i g u a v e s t a m a n i f e s t a c i ó n de la industria m a n u f a c t u sido o b j e t o de los p r i m e r o s p r e m i o s en c u a n t a E x p o s i c i ó n del .Mundo r e r a . E l o r i g e n de e s t e e s t a b l e c i m i e n t o data de c u a r e n t a a ñ o s a la han c o n c u r r i d o y ú l t i m a m e n t e o b t u v i e r o n el g r a n I retino C a m p e ó n f e c h a , é p o c a c-11 la q u e , el s e ñ o r E v a r i s t o V i g n o l i , de nacionalidad de la A m é r i c a del Sud. a r g e n t i n o , iniciaba su actividad industrial en M o n t e video c o n la fundación de un p e q u e ñ o taller de e n v a s e s de h o j a l a t a , a b a s e de u n a s p o c a s h e r r a m i e n t a s de m a n o y una g r a n fé depositada en sus p r o p i a s e n e r g í a s y en su p e r s e v e r a n c i a . L l e n ó , de i n m e d i a t o , las p o c a s e x i g e n c i a s que la industria uruguaya reclamaba

®

de e s t e m o d e s t o taller, -in d e s e s p e r a r 1111 s ó l o i n s t a n t e por la e x i g i i e d a d ' de la producción y del c o n s u m o q u e hubiera h e c h o d e sistir de la e m p r e s a a

0 t r o temperamento tpte n o fuera el s u y o . 1 l o m b r e t e n á z y lab o r i o s o . el s e ñ o r E v a risto Vignoli. firme en su p u e s t o de t r a bajo, previendo u 11 porvenir lejano p e r o s e g u r o a las a c t i v i d a des de sil pequeño t a l l e r , con una dosis e n o r m e de c a r i ñ o paDon Evaristo Vignoli, ra la industria q u e fundador dc la casa i m p l a n t a b a en nuest r o medio ambiente, fué a b r i é n d o s e c a m i n o , v e n c i e n d o tesoneramente todas las dificultades que j a l o n a b a n la m a r c h a del n e g o c i o , h a s t a q u e su noble c o n s t a n c i a t r i u n f ó y se i m p u s o d e f i n i t i v a m e n t e su e s f u e r z o de industrial c o n la a m p l i a c i ó n de su m o d e s t o t a l l e r que t r a n s f o r m ó c o n la i n c o r p o r a c i ó n de n u e v a s m á q u i n a s a v a p o r que le p e r m i t i e r o n e n s a n c h a r su c a m p o de acción y (lar c i m a a una producción m á s en c o n s o n a n c i a con la d e m a n d a q u e dia a dia se i n t e n s i f i c a b a en el país, que e n t r ó , así, a r e c o n o c e r la bondad de los a r t í c u l o s de e s t a e x p r e s i ó n industrial i n c o r p o r a d a a sus actividades p o r 1111 e l e m e n t o de c o m p e t e n c i a r e c o n o c i d a . E l e s f u e r z o del s e ñ o r V i g n o l i n o se detiene en aquel p r i m e r p a s o dado en el s e n t i d o de la m a y o r c a p a c i t a c i ó n de su taller. C o n f i a n d o siempre en el e n g r a n d e c i m i e n t o industrial del U r u g u a y y en la multiplicación de sus actividades m a n u f a c t u r e r a s y dado -11 espíritu e m p r e n d e d o r , resuelve p o c o t i e m p o después a n e x a r a sus ya i m p o r t a n t e s t a l l e r e s la prim e r a l i t o g r a f í a sobré m e t a l e s que se implanta eil la República, a-í c o m o nuevas y poderosas máquinas c o n las que l o g r a r e a l i z a r u n a serie de t r a b a j o s que. p o r la p e r f e c c i ó n c o n que se c o n c l u y e n y sus p r e c i o s , pueden c o m p e t i r v e n t a j o s a m e n t e con t o d o s los a r t í c u l o s s i m i l a r e s de producción e x t r a n j e r a que luntai n e n t e van siendo d e s a l o j a d o s de n u e s t r o m e r c a d o dc c o n s u m o p o r la feliz i n t e r v e n c i ó n de e s t e e s t a b l e c i m i e n t o p r e s t i g i o s o que e s . a c t u a l m e n t e , por el volumen de su producción y la p e r f e c c i ó n de sus m á q u i n a s c o m o p o r su dirección t é c n i c a , el m a s impor t a n t e de la República. L a capacidad de producción dc e s t o s t a l l e r e s , así c o m o su o r g a n i z a c i ó n , q u e d ó bien evidenciada en la última ( l u c i r á E u r o p e a , pués 11o s ó l o dió a b a s t o la d e m a n d a i n t e r n a de e n v a s e s en t o d o el país, r e q u e r i d a por d i v e r s a s industrias, s i n ó que t a m b i é n pudo s a t i s f a c e r la demanda e x t r a o r d i n a r i a del F r i g o r í f i c o A r t i g a s , c o n s i s t e n t e en v a r i o s m i l l a r e s de t a r r o s d i a r i o s para el e n v a s e dc la c a r n e d e s t i n a d a a los e j é r c i t o s c o m b a t i e n t e s . E n e s a época, los t a l l e r e s de los s e ñ o r e s E v a r i s t o V i g n o l i e hijos, dieron t r a I ajo a M I L C U A T R O C I E N T O S O B R E R O S que r c a l i z a l an su l a b o r en v e i n t i c u a t r o lloras c o n s e c u t i vas, distribuidos en t r e s t u r n o s . Hasta m e n c i o n a r e s t a c i r c u n s t a n c i a para q u e el l e c t o r se f o r m e u n a idea a p r o x i m a d a del e s f u e r z o y p e r s e v e r a n c i a del s e ñ o r E v a r i s t o V i g n o l i para llevar a c a b o e s t a o b r a que habla c o n elocuencia dc u n a m a n i f e s t a c i ó n industrial en p l e n o f l o r e c i m i e n t o que h o n r a al país p o r la p e r f e c c i ó n dc su m o n t a j e y el

T r e s aspectos interiore! del importante establecimiento para la fabricación de envases y litografía sobre metales, de los Sres. Evaristo Vignoli e hijos

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/ O f Í/SPO O HOJALATERÍA MECÁNICA Y DE de

FÁBRICA

RUOCCO

El Sr. Pantaleón Ruocco tiene establecida en la calle Domingo Petrarca Xos. 912. <)¡4 y 918, entre las de Gonzalo Ramírez y Cehollatí. una importante Hojalatería y Fábrica de Envases Metálicos. Exteriormente el establecimiento a que aludimos no da la impresión de su verdadera importancia, pero una vez en su interior y ante la índole de los trabajos que allí se ven realizar, queda gratamente impresionado el visitante; y sube más de punto la óptima impresión, cuanto más detenido es el examen. Se observa, en efecto, cpic allí se confeccionan. dc manera perfecta, toda clase de envases de lata, de las más variadas formas, impresos litograficamente, con dibujos y letras indelebles y en colores múltiples. Son esos envases de uso comercial que

U p u c ^ a c i y ü

y perseverante, de carácter afable, supo, el S r . Pantaleón Ruocco. captarse generales simpatías y obtener, además, por su competencia en el trabajo, una clientela cada vez mayor.

ENVASES

PANTALEÓN

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Sr. Pantaleón

Ruocco

Aumentado gradualmente el radio de sus actividades industriales, vióse en el caso de tener que trasladarse a un local más amplio v así lo hizo, instalándose en la Avenida Gral. Rondeau. entre las calles Colonia v Mercedes. En 1891 pasó de Rondeau a la calle Colonia entre las de Vázquez y Tacuarembó, y luego en njo.} trasladóse a" su local propio ubicado en la calle Domingo Petrarca Nos. 912 al 918, montando con máquinas modernas, en 1909. la sección Litografía. L a fortuna empezó a sonreirle, desde el primer momento, como justo premio al perseverante esfuerzo de largos años. T.a modesta casa de los primeros tiempos se transformó en una Fabrica importante que abarca en la - actualidad gran esfera de acción. , La Fábrica, que cuenta con numeroso y competente personal, trabaja en forma intensa, lo mismo para el comercio de la capital que para el dc la campaña. Colaboran eficazmente en la dirección técnica y administrativa del establecimiento, con el Sr. P a n t a león Ruocco, sus hijos Pantaleón. Luis y Vicente, quienes poseen cualidades sobresalientes para el negocio, epte los sindican como dignos sucesores de su señor padre en la obra realizada. Como demostración palmaria de la perfección que ha alcanzado, ya. esta Fábrica, diremos cpie en el año 1910 concurrió con una serie de trabajos a la Exposición de Bruselas, obteniendo Diploma de Honor, y en 1911 triunfó espléndidamente en la Exposición de Turin, obteniendo Medalla de Oro. Tal es, sintetizada en estas ligeras líneas, la obra llevada a feliz término por el esfuerzo tesonero e inteligente del señor Pantaleón Ruocco, que supo vincular y hacerla florecer, una industria que constituye para el país 1111 legítimo motivo de orgullo.

U n a vista de los talleres de l i t o g r a f í a en h o j a l a t a

estamos habituados a ver por todas p a r t e s ; latas para dulces de membrillo, para yerbas, tés, cafés, etc., y también carteles destinados a reclame. • Para la ejecución de estas impresiones en lata, que se realizan por procedimientos que difieren un tanto de los que se emplean con el papel, la casa tiene montado 1111 excelente taller dc litografía, con los elementos más modernos en la materia. E s así que las impresiones resultan nítidas y perfectas. El rango que tiene la Fábrica que nos ocupa, es envidiable; pero corresponde consignar que 110 fué alcanzado sin esfuerzos obstinados y meritorios. L o s comienzos del Sr. R u o c c o fueron en efecto, modestos, y hubo de luchar empeñosamente para encauzar su industria por la senda del progreso. Digamos (pie dos años después de arribado al país, o sea en el 1882, instalóse con Hojalatería en la calle Mercedes entre las de Queguay e Ibicuy, (hoy Paraguay y Rondeau, respectivamente). Activo

A s p e c t o del t a l l e r de f a b r i c a c i ó n

de e n v a s e s de h o j a l a t a

litografiada


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Clv/ fcnarvo V / ^ q g u a y o

Un d i g n o e s f u e r z o en la vida de t r a b a j o , r e p r e - TALLERES METALURt ilCOS P e r ú . E s t r u c t u r a de los t a l l e r e s en Helia V i s t a de la Cia. " T r a n s a t l á n t i c a dc T r a n v í a s E l é c t r i c o s " . E s t r u c sentan los t a l l e r e s m e t a l ú r g i c o s , que g i r a n en n u e s t r a de J U A N GAGGIONI t u r a dc la E s t a c i ó n " A g r a c i a d a " ( C í a . de T r a n v í a s " L a plaza, b a j o la a c r e d i t a d a f i r m a J u a n G a g g i o n i . E m p l a f r a n s a t l á n t i c a " ) . C o n s t r u c c i ó n de 2 l a n c h a s a u t o m ó v i l e s "URUzados, hoy, en un a m p l i o y m o d e r n o local de n u e s t r o b a r r i o p o r t u a r i o , calle J u a n C a r l o s G ó m e z y 2 5 de A g o s t o , t u v o su local inicial en G U A Y " y " U R U G U A Y I " . M o n t a j e dc 2 c h a t a s a e l a p e t a p a r a el la c a l l e M i g u e l e t e 1672, h a c e c u a r e n t a a ñ o s , c o n P u e r t o de la P a l o m a . M o n t a j e de e m b a r c a c i ó n 1..S c o m i e n z o s m o d e s t o s de un taller de h e r r e para conducción de G a s P i n c h p a r a las b o y a s del P u e r t o . C o n s t r u c c i ó n de 2 0 b o y a s de a c e r o r í a . q u e l e n t a p e r o f i r m e m e n t e fué adquiriendo para señales de n a v e g a c i ó n M . O . P. M o n t a j e vuelo y p r o p o r c i o n e s , en m é r i t o al t e s ó n y sindel puente c a r r e t e r o s o b r e el R í o S a n J o s é . g u l a r c o m p e t e n c i a de su j e f e d i r e c t o , m e r i t o C o n s t r u c c i ó n de 10 B a l s a s p a r a ríos del i n t e rio h i j o del d e p a r t a m e n t o de M a l d o n a d o , s e ñ o r rior. R e p a r a c i o n e s barca italiana "TARAG a g g i o n i , a quien h o y a c o m p a ñ a n d i g n a m e n t e , N A K Y " . R e p a r a c i ó n v r e f o r m a s del v a p o r nasus h i j o s L u i s , J u l i o G . y R o b e r t o . cional " V A N G U A R D I A " . Idem, b a r c a " O L L O E n o c h o l u s t r o s de e x i s t e n c i a , los t a l l e r e s X A " . R e p a r a c i o n e s g e n e r a l e s a los v a p o r e s naG a g g i o n i , han acoplado su r ú b r i c a a casi t o d a s c ionales "CHAPICUY" y "VIGILANTE". las o b r a s de p r o g r e s o i m p l a n t a d a s en n u e s t r o C o n s t r u c c i ó n de una l a n c h a a vapor c o n m á q u i país en t a n dilatado lapso de t i e m p o . E s p e c i a l i nas de Me. K i e & B a x t e r , de G l a s g o w , p a r a z á n d o s e en t r a b a j o s de c o n s t r u c c i ó n y r e p a r a los s e ñ o r e s B a r b a r á n & F i l h o s de U r u g u a c i o n e s m a r i n a s ; p u e s t o a prueba en i m p o r t a n t e s vana. T r a b a j o s de h i e r r o p a r a los p a l c o s obras terrestres (puentes, frigoríficos, usinas, del H i p ó d r o m o de M a r o ñ a s del J o c k e y Club. t e a t r o s ) los c o n t r a t o s r e a l i z a d o s y cumplidos M o n t a j e de los p u e n t e s c a r r e t e r o s s o b r e los c o n e j e m p l a r c o r r e c c i ó n ; la capacidad y c o m ríos " I l l e s c a s " , " A g u a S u c i a " y " Y í " . C o n s t r u c p e t e n c i a dc su p e r s o n a l t é c n i c o , y las implanción de la e s t r u c t u r a m e t á l i c a y f r e n t e del b a t a c i o n e s m o d e r n í s i m a s de sus talleres, le han z a r del s e ñ o r V i c e n t e C o s t a . U n d e p ó s i t o f l o dado un a l t o p r e s t i g i o , que es toda una c o n s a t a n t e para la n a v e g a c i ó n del R í o N e g r o . g r a c i ó n m e r i t í s i m a , en a m b a s m á r g e n e s del P l a t a y en t o d o el t e r r i t o r i o de la República.

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Don

Juan

S u s a c t u a l e s t a l l e r e s a u n a n los m á s perf e c t o s equipos dc t o r n e r í a , f a b r i c a c i ó n , m o n t a j e y a j u s