Venda proibida
CREATOR Nº58 | 2026 - Outubro
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CATÁLOGO DE ARTES
EDIÇÃO ESPECIAL
ARTE E TRANSFORMAÇÃO Como a formação em Arteterapia e Neuropsicopedagogia estrutura o fazer social
TRADIÇÃO DO SERTÃO A PARIS Por que a criação de pontes comunitárias viabilizou a exposição de 17 artistas na França
ENTREVISTA COM
Patrícia Muniz Poética Humana, Trama Orgânica e Espontaneidade
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CREATOR Direção Editorial LUZBELA SOUZA
Conteúdo BRUNA CAMILLE M. SILVA JIULIANA FERREIRA CARLA DE MENDONÇA DIEGO MATHIAS JR.
Site WWW.REVISTACREATOR.COM
Instagram @REVISTA_CREATOR
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Indice 6 - PATRÍCIA MUNIZ 12 - NILCÉIA ESPOSITO 13 - NAIRA SPLITTER 14 - KARLA LAVÍNIA 15 - MARY CUZIN 18 - VICTOR MELO 19 - CAMILA MÜLLER 20 - NEIDE MARINHO 21 - RICARDO TANUS 24 - SILVA 25 - LUCAS STOFFEL 26 - DIEGO CARNEIRO 27 - CAROL PARRÔ 30 - ANDRE SÔUZA 31 - MICHELLE FERNANDA 32 - NAYHUM ARTISTA PLÁSTICA 33 - GABRIEL PRAGAS 36 - PAULA SAYAKA ARAI 37 - ISABELA UEMURA 38 - STUDIO.ALFA 39 - QUINHO CASTRO 40 - VITÓRIA ARAÚJO 41 - ANA TILD 44 - ADRIANA ELISA MOREIRA 45 - CAROLINA LACERDA 46 - CERÂMICA ROSA 47 - GABI CARAMELO 48 - CLEDIANE ALVES 49 - MARISE BARROS 50 - JANI LEAL
CREATOR
Patrícia Muniz A trajetória de Patrícia Muniz nas artes visuais consolida-se como um percurso onde a produção estética e o compromisso social caminham de forma indissociável. Nascida no Paraná e com vivências construídas em Santa Catarina e no Espírito Santo, a artista teve seu primeiro contato com a pintura aos 13 anos, quando foi incentivada por sua mãe a ingressar em um ateliê. Esse encontro inicial com os pincéis expandiu-se ao longo das décadas, moldando uma personalidade pautada pelo acolhimento, pela escuta do outro e pelo desejo constante de utilizar a criação artística como um vetor de inclusão e fortalecimento da autoestima.
Mãe de quatro filhos, Patrícia equilibrou as demandas da vida familiar com a busca contínua por qualificação técnica e acadêmica. Graduou-se em Artes Visuais e aprofundou seus estudos por meio de pós-graduações em Arte-Educação, Arteterapia e Neuropsicopedagogia. Essa sólida bagagem teórica e humana permitiu que sua atuação extrapolasse o ambiente tradicional de ateliê, dedicando-se, desde antes de sua formação universitária, a projetos sociais e culturais focados no atendimento e desenvolvimento de crianças com deficiência e comunidades vulneráveis.
Sua essência criativa é alimentada pelas histórias de vida que cruzam seu caminho e pela diversidade cultural das regiões onde viveu. Patrícia não delimita sua arte ao registro individual em tela; para ela, a prática artística realiza-se plenamente quando gera encontros, descobre novos talentos e abre oportunidades para que outras pessoas se expressem. Essa postura integrou sua faceta de educadora à sua identidade visual, transformando sua jornada em um exercício diário de generosidade e impacto comunitário.
Entrevista CREATOR
POÉTICA HUMANA O trabalho de Patrícia Muniz fundamenta-se na representação de emoções, formas orgânicas e na celebração da natureza, com especial destaque para a temática floral. Suas obras não visam atender a uma rigidez estética puramente formal, mas sim transpor para a superfície pictórica as vivências humanas, a sensibilidade e as transformações sociais que a artista acompanha através do ensino. A natureza surge em suas composições como uma metáfora de renovação e esperança, convidando o público a estabelecer uma conexão afetiva com cada tela.
TRANSFORMAÇÃO O propósito central de sua pesquisa reside na crença de que a arte é um instrumento de inclusão e redescoberta. Patrícia busca construir exposições que narrem histórias reais, combinando a memória de suas viagens às experiências partilhadas em projetos comunitários. Cada obra carrega o objetivo de oferecer ao espectador um momento de reflexão e acolhimento, demonstrando que a expressão artística é capaz de modificar a percepção que o indivíduo possui de si mesmo e do meio em que está inserido.
Entrevista CREATOR
Trama Orgânica A metodologia de trabalho de Patrícia foca na sobreposição de técnicas, utilizando a tinta a óleo e a acrílica sobre tela como suportes primários de expressão. A tinta a óleo é empregada para conferir profundidade, suavidade e nuances às formas florais, enquanto a acrílica proporciona agilidade e dinamismo na construção de texturas e camadas. A artista utiliza recursos digitais de forma complementar para estudar composições, pesquisar referências e simular paletas de cores, preservando a intervenção manual como o elemento condutor da emoção.
ESPONTANEIDADE Seu processo criativo é intuitivo e orgânico, pautado pela liberdade e pelo respeito ao tempo interno. Diante de entraves criativos ou sobrecargas emocionais, a artista adota como estratégia a prática de atividades físicas e a meditação, aliviando a mente antes de retornar ao ateliê. Essa postura flexível permite que cada tela evolua em um diálogo direto entre o conceito inicial e as descobertas feitas durante o ato de pintar, garantindo a autenticidade e a leveza de sua linguagem visual.
Entrevista CREATOR
Pontes Culturais A contribuição cultural e social de Patrícia Muniz reflete-se na interiorização e democratização do acesso à arte. Sua primeira exposição individual ocorreu em Ibiporã, no interior do Paraná, e circulou por diversas cidades do estado em parceria com o SESC. Ao longo de sua carreira, suas telas foram exibidas na instituição Casa de Portinari e chanceladas por reconhecimentos internacionais ligados a entidades acadêmicas e culturais. Seu compromisso com a inclusão manifesta-se no desenvolvimento de metodologias artísticas voltadas ao desenvolvimento neuropsicopedagógico.
Entrevista CREATOR
Do Sertão a Paris O horizonte profissional de Patrícia para o ano de 2026 é sintetizado pelo projeto "Do Sertão a Paris", uma iniciativa que conecta a vivência comunitária no interior do Brasil à projeção internacional. Em outubro de 2026, a artista liderará um grupo de 17 criadores e suas famílias para uma exibição coletiva na França, cumprindo a meta de criar pontes de visibilidade para novos talentos. Para os próximos anos, ela projeta expandir sua atuação em projetos sociais e exposições ao redor do mundo, consolidando um legado pautado pela transformação social por meio da arte.
Entrevista
CREATOR
MARIAH FOLHASMARÉ
Esperança A Revista Creator convida você a contemplar a sensibilidade e a força humana contidas nas pinceladas florais de Patrícia Muniz. Permita-se envolver pelas cores e texturas que traduzem histórias de inclusão, afeto e superação. Acesse nosso portal digital para explorar a galeria virtual da artista, conhecer em detalhes os bastidores do projeto "Do Sertão a Paris" e descobrir como a arte-educação e a pintura podem a Revista Creatorrealidades. agradece a Alessandra Verdi por compartilhar sua transformar inspiradora jornada artística conosco e com nossos leitores. Fiquem atentos às próximas exposições e projetos dessa talentosa artista, pois @PATRICIAMUNIZART sua arte continua a iluminar e inspirar. @ALEVERDIATELIER
CREATOR
AQUARELA
A artista e designer Nilcéia Espósito une a técnica da aquarela à força da figura feminina, expandindo suas criações para o mercado editorial e de estamparia. responsável pela marca Aqua by Nil – Arte e Design @aqua_by_nil
R E V I S T A
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E EXPANSÃO CRIATIVA
Gerida pela artista Nilcéia Espósito, a marca Aqua by Nil anuncia sua entrada no setor de moda e decoração. O ateliê iniciou um projeto de transição de suporte que leva a estética fluida de suas obras para o design têxtil, desenvolvendo estamparia direta em fibras específicas, como seda e viscose. O movimento comercial busca preservar a leveza e a imprevisibilidade da aquarela — características que marcam as obras originais da artista no papel 100% algodão —, aplicando essas texturas ao cotidiano. O eixo central das composições, focado na força da figura feminija e na
experimentação de materiais, agora serve de base para as novas coleções de tecidos. Em paralelo, a marca investe no mercado educativo com os livros interativos da "Coleção Aqua by Nil", criados para desmistificar a pintura e introduzir novos públicos à técnica. Os registros desse processo produtivo e os novos lançamentos estão centralizados no canal @aqua_by_nil. Essa estrutura prioriza o formato de "nota de mercado" e elimina o tom de perfil pessoal, focando estritamente nos desdobramentos comerciais e artísticos da marca.
Materialização de Memórias
A Plot Twist Decora reformulou seu modelo de negócios e anunciou a integração de telas acrílicas personalizadas como eixo central de seus serviços. A empresa, que atua no mercado de eventos desde 2020, passa a operar com três frentes unificadas: quadros com narrativas exclusivas, experiências criativas e decoração afetiva. A reestruturação antecipou o lançamento da linha de arte após a pintura se consolidar como ferramenta de ressignificação e conexão emocional. O novo serviço materializa histórias reais em obras de arte,
a exemplo de telas que unem referências afetivas, culturais e familiares, além de integrar essas criações exclusivas como peças centrais na cenografia dos eventos decorados pela marca. Além da expansão de portfólio, a empresa mantém um braço de impacto social subsidiado por suas operações desde 2023. A iniciativa reverte parte da receita para mentorias voltadas a jovens de baixa renda e, a partir de 2025, passou a financiar oficinas de artes visuais e experimentação criativa para crianças em situação de vulnerabilidade.
arte e decoração afetiva
O portfólio e bastidores dessas iniciativas socioculturais podem ser acompanhados no Instagram @plottwistdecora
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CLUBES
DE ASSINATURA
A artista visual Karla Lavínia anunciou a expansão de seu portfólio comercial com o desenvolvimento de duas novas coleções e o lançamento de um modelo de assinatura mensal, o Clube de Artes. Aos 20 anos, a pintora profissionalizou sua atuação no mercado, aliando conhecimentos de sua formação em Publicidade e Propaganda à produção artística em tinta acrílica e óleo. Com estética influenciada pelo impressionismo e foco na interpretação emocional em vez do realismo botânico, as novas frentes de criação dividem-se em um estudo floral sensorial e
na série conceitual "O abandono da delicadeza". Esta última investiga a pressão estrutural sobre o amadurecimento feminino e a falsa dicotomia entre feminilidade e força. Para diversificar a distribuição e o acesso às obras, o recém-criado Clube de Artes entrega mensalmente aos assinantes um kit físico contendo reproduções em formato A5, itens de papelaria e uma documentação textual do processo criativo da obra do mês. O catálogo de originais e os detalhes das assinaturas estão centralizados no canal @lavsart._.
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PSICODRAMA
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MARY CUZIN (@MARYCUZIN) Com produção focada em acrílico sobre tela, assemblage e técnica mista, a artista utiliza colagens de diferentes texturas, costura e objetos tridimensionais para construir narrativas figurativas abstratas. A abordagem estética funciona como uma extensão prática do psicodrama — área de sua formação acadêmica —, priorizando a interpretação emocional livre e a conexão psicológica com o espectador.
Além do avanço nas artes plásticas, o campo de pesquisa do estúdio desdobra-se atualmente em projetos paralelos voltados para as artes cênicas e para a moda, conectando o fazer artístico à valorização do vestuário. O cronograma de expansão visa a inserção em novos espaços culturais até 2027, com todo o desenvolvimento do portfólio documentado em seu canal oficial.
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RESISTÊNCIA CRIATIVA O artista visual Victor Melo confirmou a expansão de seu portfólio para o cinema independente, assumindo a direção e o roteiro do curta-metragem "A caixa". O movimento em direção ao audiovisual ocorre em paralelo aos preparativos estruturais para a sua segunda mostra individual de artes plásticas. Com produção baseada em aquarela e tinta acrílica, o trabalho do artista caracteriza-se por uma técnica de pinceladas rápidas e instintivas. O acervo atual explora narrativas autobiográficas, a vivência da neurodivergência e conceitos filosóficos sob uma estética onírica e surrealista, materializados em obras como "O salto", "Amor" e "Homem elefante tenta recordar". A transição para o formato de vídeo consolida uma trajetória pautada pela consciência social e pela quebra de preconceitos. O novo projeto cinematográfico, centrado no mistério do objeto-título e restrito a um único protagonista, integra o atual cronograma de lançamentos do artista, com os bastidores de produção concentrados no canal @victor.melo17.
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Eternização
Uma fusão entre comunicação, estética e afeto transforma referências fotográficas em retratos artísticos de animais de estimação e coleções autorais inéditas. Com atuação comercial estruturada desde 2025, a artista visual Cams Muller confirmou a exibição de suas obras na Galeria de Arte do Pato Branco Shopping, no Paraná. A mostra presencial, agendada entre 21 de janeiro e 22 de fevereiro de 2027, integra o projeto de expansão institucional do ateliê e apresenta sua produção focada na pintura a óleo e em giz pastel.
Com atuação comercial estruturada desde 2025, o estúdio tem como carro-chefe a confecção de retratos artísticos de animais de estimação. Utilizando conhecimentos de sua formação em Publicidade e Design, a artista transforma registros fotográficos em telas exclusivas, priorizando a interpretação estética de luz, cores e texturas em vez da cópia literal.
Em paralelo ao mercado de encomendas personalizadas, a pintora desenvolve coleções autorais fundamentadas na arte clássica e impressionista, a exemplo da recente série "Lago dos Cisnes", composta por quatro obras em pastel a óleo. O acervo completo e os registros de produção do estúdio estão centralizados no canal @camsmuller.
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INVESTIGAÇÃO TERRITORIAL
A artista visual e pesquisadora Neide Marinho confirmou a expansão de seu circuito de imersões territoriais com participações agendadas nas próximas edições da Residência Artística Volante. O cronograma prevê expedições de pesquisa no Parque Nacional da Serra da Capivara (PI) no início de 2027 e na Patagônia argentina em 2028, em paralelo à integração de seu acervo às mostras institucionais "HO — Caixas: do museu ao mundo" e "A Invenção do Outro em Mim".
Com atuação como professora da Universidade Federal Fluminense (UFF) e doutora pela PUC-SP, a artista estrutura uma prática multidisciplinar focada na memória, no arquivo e nas "materialidades do cuidado". O ateliê articula suportes convencionais e saberes manuais — como pintura, escultura e crochê — com experimentações tecnológicas em inteligência artificial e impressão 3D.
@com_neide
O novo ciclo de deslocamentos geográficos dá continuidade às investigações mapeadas ao longo de 2026, quando a artista desenvolveu instalações e obras híbridas a partir de residências no Cerrado goiano e em Belém do Pará (via telepresença). O desdobramento das exposições e os bastidores das próximas pesquisas territoriais estão centralizados no perfil social da artista.
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Arte naïf contemporânea Radicado em Belo Horizonte, Tanus profissionalizou sua atuação no mercado de arte após mais de 35 anos dedicados à odontologia e à docência. Sua produção, estruturada em acrílico sobre tela, explora a linguagem naïf contemporânea através de cores chapadas, linhas definidas e o contraste direto entre fundos vibrantes e elementos gráficos em preto e branco.
Tanus confirmou o desenvolvimento de uma nova série de pinturas em grandes dimensões, estruturando o acervo para a sua próxima exposição individual. A futura mostra será integralmente dedicada ao "Nexo", personagem minimalista criado pelo pintor que se consolidou como o principal símbolo de sua identidade visual.
Com versatilidade temática que transita por cenários urbanos, cultura popular e composições lúdicas, o portfólio tem forte apelo comercial junto a galeristas, colecionadores e arquitetos focados em projetos residenciais, hoteleiros e corporativos. O desenvolvimento das novas obras e o cronograma do ateliê estão centralizados no canal @ricardotanusartista.
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23 06
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DESENHO CONTEMPORÂNEO Com produção focada no uso de nanquim, aquarelas e canetas de espessura microscópica, o artista visual e ilustrador João Victor da Silva consolida uma pesquisa gráfica fundamentada na improvisação espacial e na subversão do realismo figurativo. O portfólio rompe com a mímese fotográfica para dar lugar a um imaginário autoral complexo, com registros de processo centralizados em seu canal @jao_0s. A materialidade das obras baseia-se na irreversibilidade da tinta. Utilizando ferramentas que impossibilitam o uso da borracha — como esferográficas, brush pens e fine liners de 0,05 milímetros —, o método de criação absorve o erro como parte estrutural da anatomia do desenho. A alta densidade de hachuras e texturas milimétricas exige a contemplação física da obra, criando um contraponto direto à compressão de dados dos algoritmos digitais contemporâneos.
A construção espacial e anatômica das figuras dialoga abertamente com a história da ilustração e com o virtuosismo gráfico
No aspecto técnico, a estruturação espacial e anatômica das figuras resgata o rigor volumétrico da Era de Ouro da ilustração norte-americana, fundindo-o à urgência e fluidez do sketch contemporâneo europeu e asiático. A execução direta sobre o suporte de papel, com escassez ou total ausência de rascunhos prévios, converte a prática em uma performance cognitiva, onde a composição arquitetônica e o design de personagens se materializam em tempo real.
A tensão entre a mímese absoluta e a liberdade do erro constrói uma poética fundamentada na irreversibilidade da tinta sobre o suporte.
@jao_0s
CREATOR R E V I S T A
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Sonhos & Arte Com foco na expansão para o mercado de ilustração, o artista visual LC Stoffel (@lcstoffel) prepara uma colaboração com uma agência japonesa e busca representação em galerias do eixo Rio-São Paulo. Simultaneamente, o ateliê estrutura projetos para a Política Nacional Aldir Blanc (PNAB) sob a gestão do produtor Vitor Campanário.
Com formação em arquitetura e aprofundamento técnico na escola Quanta, a produção de Stoffel abandonou o rigor retilíneo em prol de um traço orgânico, fundamentado no fauvismo e no uso do preto cromático. Suas composições têm como metodologias centrais a transcrição visual de narrativas oníricas e o debate sobre saúde mental. Portador do transtorno esquizoafetivo, o artista utiliza a prática criativa para abordar temas como sanidade, resiliência e aceitação.
Devido a uma crise aguda recente, a produção em tela entrou em hiato, redirecionando o processo criativo temporariamente para desenhos a lápis de cor em cadernos. Com apenas uma pintura finalizada neste ano (a tela "Ser alguém"), a retomada das obras em grande escala aguarda a reestruturação física e o esvaziamento de seu atual apartamento-ateliê. Em paralelo ao circuito de artes plásticas, o artista mantém a produção de projetos musicais independentes. @lcstoffel
CREATOR R E V I S T A
Após mais de duas décadas de atuação premiada na publicidade, o artista visual Diego Carneiro consolida sua transição para as artes plásticas com a participação na exposição coletiva "Imprudentemente poéticos", em cartaz no Centro de Arte Popular, em Belo Horizonte, até 22 de novembro. Radicado no Sul de Minas Gerais, o pintor mantém seu acervo e espaço de criação abertos à visitação permanente na cidade de Gonçalves.
D I G I T A L
MATÉRIA TÁTIL A pesquisa visual do ateliê afasta-se da objetividade comercial para investigar a memória e o inconsciente. Utilizando pintura a óleo, carvão vegetal e encáustica crua — mistura de cera de abelha e resina damar —, Carneiro funde a tradição figurativa ao surrealismo na criação de anatomias oníricas. O eixo técnico de sua produção reside na materialidade da sombra, que deixa de ser ausência de luz para se tornar uma substância física e palpável, conceito que norteou sua mostra anterior, "Trabalho de Sombra", estruturada em escala de cinza.
A densidade psicológica da obra posiciona o trabalho do artista diretamente no circuito de colecionadores de arte contemporânea, curadores e galeristas.
O portfólio completo e os bastidores das composições estão centralizados no instagram do artista.
@diegocarneiro.art
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A artista visual Carol Parrô consolida sua pesquisa sobre memória afetiva através de uma produção multidisciplinar que une artes plásticas e a percepção do espaço habitado. Após um hiato nos setores publicitário e administrativo, a atuação artística foi retomada em 2019, estruturando um ateliê que hoje transita entre escultura, pintura, muralismo, ilustração digital e colagem.
VESTÍGIOS DO COTIDIANO Com formação em Design de Interiores e especializações em andamento nas áreas de Arteterapia e História da Arte e Design, a artista utiliza seu repertório teórico para investigar o afeto como matéria invisível. O eixo conceitual de suas obras questiona os vestígios deixados pelas relações humanas nos objetos e ambientes, materializando o universo íntimo através de temáticas como feminilidade, corpo e espiritualidade. O acervo completo das obras e o desenvolvimento prático do estúdio, com registros fotográficos assinados por Alice Romero, podem ser vistas no canal @parro.feitocomamor.
www.carolparro.com.br
D I G I T A L
28 06
29 06
Folclore regional
CREATOR R E V I S T A
D I G I T A L
Design gráfico redefinem a identidade cultural nordestina O designer gráfico e ilustrador Andre Sôuza direciona sua produção visual para o resgate e a reinterpretação da cultura popular de Sergipe. Rompendo com a comunicação visual estritamente comercial, o artista transforma manifestações folclóricas — como os grupos de Bacamarteiros, Parafusos, Lambe-sujo e Bumba Meu Boi — em ilustrações que conectam o patrimônio imaterial a editoras, instituições e marcas.
A pesquisa estética do ilustrador baseia-se na geometria estrutural, em paletas de cores intensas e na sobreposição de planos, incorporando texturas granuladas para conferir um aspecto tátil e artesanal à arte digital. O processo criativo é fundamentado em estudos antropológicos prévios, abordando a fauna endêmica, a flora e os contextos históricos de cada tradição. Com um forte apelo educativo e de resistência identitária, o portfólio atende a produtores culturais e projetos educacionais ligados à preservação do patrimônio nordestino. O acervo completo de ilustrações e o desenvolvimento das pesquisas visuais estão centralizados no canal @andresouza.ilus.
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D I G I T A L
Cerâmica criação de obras utilitárias A
ceramista
Michelle
Fernanda
consolidou
sua
transição do setor de química e engenharia para as artes manuais, estabelecendo seu ateliê de produção e ensino em Catalão, Goiás. Sob uma marca homônima, a artista atua no desenvolvimento de cerâmica utilitária e decorativa submetida a queimas de alta temperatura. A pesquisa técnica do estúdio baseia-se em métodos clássicos de construção manual — como placas, acordelado e pinch pot — e na incorporação da imprevisibilidade da argila e da ação do fogo como elementos
estéticos.
O
acervo
materializa
essa
experimentação em obras como a série "Fluxo Selvagem", a peça "Onde Mora a Esperança" e o conjunto "O que o fogo deixou", esculpido a partir da deformação orgânica da argila preta Vesúvio. No eixo educacional e comercial, o ateliê promove oficinas de modelagem e aulas presenciais para iniciantes, priorizando o contato humano e as conexões diretas na comercialização de suas peças. O portfólio completo, os registros das coleções e os bastidores da produção estão documentados nos canais oficiais da marca no Instagram (@michelle_fernanda_ceramicas) e no TikTok (@michelle.nanda.ceramica).
CREATOR R E V I S T A
Surrealismo simbólico A artista visual Khéttssa Nayhum Santos Nascimento, sob a assinatura Nayhum Artista Plástica, confirmou sua próxima exposição presencial no Museu do Caju, em Caucaia (CE), agendada para 1º de outubro de 2026. Em paralelo ao evento físico, o acervo da pintora autodidata passou a integrar o catálogo online da Galeria DesignArt A produção do ateliê transita entre o realismo e o surrealismo simbólico, com foco em arquétipos e narrativas de forte carga psicológica. A versatilidade técnica do portfólio materializa-se em obras como "Luxúria", que explora as ambiguidades visuais do pecado, e "Malika", pintura realista focada na expressividade magnética do olhar e em traços árabes. Além da atuação comercial, o estúdio mantém um engajamento ativo no financiamento independente da proteção animal e na democratização cultural. Como parte dessa iniciativa, a artista formalizou a doação de uma tela inédita inspirada no clássico literário "Iracema" para o projeto homônimo, também sediado no Museu do Caju. O desenvolvimento de novas obras e os bastidores das exposições estão centralizados no canal @Nayhum_artes.
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CREATOR
PSIQUE
HUMANA O artista visual Gabriel Pragas consolidou sua transição do setor corporativo administrativo para a atuação integral nas artes visuais. Radicado na região metropolitana de São Paulo, o criador estruturou sua produção unindo a agilidade da pintura digital ao rigor técnico do tradicionalismo acadêmico, aplicando fundamentos de anatomia e cromatismo nos softwares contemporâneos. A pesquisa estética do ateliê é marcada por uma abordagem pictórica de pinceladas expressivas e explora temáticas densas ligadas à psique humana, espiritualidade, arquétipos e alquimia. O portfólio apresenta versatilidade de mercado ao dividir esse eixo conceitual com projetos direcionados para game art e design de personagens.
Conceitualmente, o artista estrutura seu acervo completo como um diário visual contínuo — um documento cru de suas investigações psicológicas projetado para provocar novas percepções no público. O desenvolvimento de suas ilustrações digitais e os bastidores dos estudos anatômicos estão centralizados no canal @gabrielpragas.
R E V I S T A
D I G I T A L
CREATOR R E V I S T A
D I G I T A L
Estética do desconforto A artista visual Paula Sayaka Arai consolida sua pesquisa sobre identidade nipo-brasileira e ancestralidade através de uma estética propositalmente visceral e focada no desconforto. Formada pela Unesp de Bauru, a criadora afasta-se do belo convencional para explorar emoções sombrias e sentimentos de deslocamento por meio da distorção agressiva da figura humana, com ênfase na deformação de corpos femininos e rostos derretidos.
@SAYAKA.ARTES
O portfólio transita de forma fluida
Desde
entre
acrílica,
materialidade
oleoso,
movimento que culminou na série "As
conceitos
cicatrizes dos tecidos", desenvolvida ao
filosóficos nipônicos como o Ma
longo de 2023. Nas composições, a
(potência do silêncio), o Wabi-sabi
costura e as tramas funcionam como
(imperfeição e tempo) e o Kintsugi
arquivos de memória, estabelecendo
(ressignificação
cicatrizes).
uma metáfora ambígua entre o tecido
Essas narrativas visuais debatem
que oferece proteção e aquele que
questões de gênero, xenofobia e
sufoca.
relações interpessoais, estruturando
investigações plásticas e os detalhes
a arte como um ato contínuo de
sobre encomendas estão centralizados
resistência política.
no canal oficial @sayaka.artes.
pintura
aquarela
e
digital,
giz
pastel
fundamentando-se
em
das
2022,
O
o
ateliê
têxtil
à
incorporou sua
a
poética,
desenvolvimento
das
CREATOR
RAIZES
R E V I S T A
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NIPO-BRASILEIRAS A artista visual Isabela Uemura expandiu sua atuação no circuito cultural ao integrar a Festa Literária Internacional de Paraty (FLIP) em julho de 2026. Durante o evento, a criadora assinou a ilustração de um conto do autor Gabriel Giaccumo, consolidando a interlocução entre a narrativa literária e as artes plásticas.
Com produção profissional estruturada desde 2024, o ateliê foca no hibridismo estético entre a cultura brasileira e a herança familiar japonesa da artista. Para preencher a lacuna de referências nipo-brasileiras, a pintora utiliza cores quentes, texturas orgânicas e cordões em espiral, elaborando paisagens abertas de influência litorânea que convidam o espectador à imersão e construção espacial.
A pesquisa visual de Uemura atua em simbiose direta com sua formação acadêmica em Psicologia. Essa base teórica fundamenta sua participação ativa no Projeto Quixote — voltado à psicologia clínica e social — e seu aprofundamento através do Instituto Sedes Sapientiae. A união dessas disciplinas transforma suas obras em plataformas de reflexão sobre saúde mental e tradução da subjetividade humana, com acervo e processos documentados no canal @uemura.art.
CREATOR R E V I S T A
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ALQUIMIA DO FOGO A ceramista Adriana Schaefer Bellini, idealizadora da marca Studio.Alfa Cerâmicas e Criações, consolidou sua presença no circuito de artes manuais ao integrar uma recente exposição coletiva de temática botânica. Na ocasião, a artista apresentou uma escultura autoral focada na simbiose dos ecossistemas, validando uma pesquisa plástica iniciada em 2022 e lapidada através de imersões internacionais na Espanha e no Chile.
A produção do ateliê é voltada para a volumetria e a tridimensionalidade, englobando desde vasos de grande porte até mobiliário cerâmico. A exploração técnica combina o rigor estrutural da modelagem com o uso de massas delicadas, como paper clay e paper porcelana, resultando em utilitários e esculturas de forte apelo tátil.
No aspecto visual, a identidade da marca fundamenta-se em processos de queima alternativa e atmosferas de redução. O domínio de métodos de finalização, como o copper matte, permite à criadora utilizar a ação imprevisível do fogo como coautora das obras, gerando tons metálicos, iridescências e texturas irrepetíveis. O acervo completo e os bastidores das produções estão documentados no canal @alfabyadri.
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Desconstrução
Visual
O artista visual baiano Quinho Castro confirmou a realização da exposição inédita "DANTES", com curadoria de Eliana Oubiña, prevista para integrar o circuito institucional de Salvador em 2027. O projeto expográfico investiga os ciclos e a permanência humana, marcando a expansão das recentes coleções do ateliê, como as séries Parabrisa, Azulejos e Hieróglifos e Afins.
Com produção ancorada no hibridismo técnico, o portfólio do artista transita entre pintura, desenho e escultura. O processo criativo recusa o rigor acadêmico e a reprodução figurativa em favor da intuição abstrata, combinando materiais clássicos — como óleo, acrílica, spray e carvão — à incorporação de objetos de descarte e fragmentos de ferro-velho para estruturar suas obras tridimensionais.
Tendo consolidado sua identidade visual através de séries emblemáticas como Caroço de Abacate e Kuadrados, o criador utiliza o acaso, a imperfeição dos resíduos e a fluidez de compassos musicais como elementos poéticos de composição. O desenvolvimento do novo acervo expositivo e os registros de bastidores, assinados Marcela
pela fotógrafa Berger, estão
centralizados @quinho.art.
no
canal
CREATOR R E V I S T A
Herança Familiar A artista visual Vitória Araújo consolidou sua atuação no mercado de eventos com o serviço de pintura em aquarela ao vivo. Após transição definitiva de carreira em 2024, a criadora estruturou seu portfólio em duas frentes comerciais principais: os registros em tempo real durante celebrações e a confecção de encomendas personalizadas em estúdio. Com estética influenciada pelo impressionismo e utilização de materiais de alta durabilidade, como papel 100% algodão, a produção busca materializar memórias afetivas. Enquanto a pintura ao vivo transforma a execução da tela em atração para os convidados, o trabalho de estúdio foca na recriação de narrativas familiares, possibilitando a união visual de pessoas separadas pelo tempo, como encontros póstumos.
A circulação do acervo já rompeu fronteiras regionais, atendendo a cerimônias em diversos estados brasileiros e alcançando colecionadores internacionais. O desenvolvimento das composições e os bastidores das pinturas ao vivo estão centralizados no canal @artepvitoria.
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CREATOR R E V I S T A
D I G I T A L
Cianotipia e bordado
A artista visual piauiense Ana Tild consolidou sua pesquisa em processos fotográficos alternativos ao unir a técnica histórica da cianotipia a intervenções têxteis. Utilizando seu próprio salão de beleza como galeria permanente de exposição, a criadora transforma o espaço comercial em um canal de democratização do acesso à arte e difusão cultural. Após transitar pela pintura a óleo e aquarela, a fascinação pelo azul da Prússia a direcionou para a cianotipia, técnica lapidada sob mentoria do Lab Clube. Na configuração atual do ateliê, os registros fotográficos de elementos botânicos sobre papel e tecido recebem o acréscimo do bordado manual. A linha e a agulha atuam diretamente como desenho, conferindo cor, textura e volume anatômico às composições marcadas pela luz e pelo acaso.
O acervo explora a biologia humana, a espiritualidade e a natureza, materializando-se em peças como "Ventre", "Neuroplasticidade" e a coleção "Pulsar" — destaque na mostra "Artistas em Processo" em 2023 —, além de séries botânicas como "Bougainville" e "Cacto". Em paralelo à produção física, a artista ministra oficinas de cianotipia para crianças e integra o circuito global do World Cyanotype Day, mantendo o registro de seus processos centralizado no perfil @Ana Tild.
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Retorno à aquarela A médica e artista visual Adriana Elisa Moreira consolidou sua produção plástica através do "quarto-atelier", espaço de criação que marca a integração de sua trajetória clínica de 21 anos com as artes visuais. Retomando a prática no cenário póspandemia, a criadora estruturou seu portfólio atual em torno do hibridismo técnico, unindo a transparência da aquarela a intervenções táteis de bordado sobre papel. A pesquisa estética do estúdio baseia-se na imprevisibilidade da água e do pigmento, contrastada com a materialidade da linha e da agulha. O acervo, que transita entre o abstrato e o retrato figurativo, incorpora referências do trabalho de Arthur Bispo do Rosário e utiliza a vivência clínica — focada na observação atenta e na escuta de histórias humanas — como base conceitual para as obras. O desenvolvimento contínuo de suas composições mistas e os bastidores da produção, documentados com registros fotográficos de Rebeca Penna Firme e Pedro Luiz Moreira, estão centralizados no canal @quartoatelier.
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Técnica mista & pintura contemporânea Radicada na Suíça, a artista visual brasileira Carolina Lacerda consolida sua atuação no mercado internacional e projeta a expansão de seu portfólio para o circuito de galerias no Brasil. Com obras já adquiridas por colecionadores em países como Estados Unidos, Austrália, Portugal e Holanda, além de passagem pela feira institucional SWISS ARTEXPO em Zurique, a criadora estruturou sua produção profissional em 2019, após transição da carreira executiva. A pesquisa estética do ateliê fundamenta-se na técnica mista e na colagem. Utilizando suportes de madeira, tela e papel, a artista mescla acrílica, aquarela e pastéis à sobreposição orgânica de fragmentos de papéis pintados artesanalmente. O eixo conceitual investiga o pertencimento, o movimento e o deslocamento geográfico, materializando essas vivências através de elementos da botânica e de arquiteturas imaginárias.
Em paralelo à criação plástica, a gestão do estúdio adota diretrizes rigorosas de sustentabilidade, implementando o descarte especializado de aglutinantes, vernizes e da água residual da lavagem de materiais. O acervo de obras e os bastidores dos processos de colagem estão centralizados no canal @carol.lacerda.art.
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CERÂMICA
DE ALTA TEMPERATURA A ceramista Rosa Maria de Carvalho consolidou a expansão comercial da marca Cerâmica Rosa, integrando o circuito de lojas colaborativas nos polos turísticos de Tiradentes e Conceição de Ibitipoca (MG), além de registrar demanda internacional com envios para a Europa e América do Norte. Radicada em Juiz de Fora, a artista estruturou o ateliê de forma profissional em 2018, após uma trajetória de quatro décadas na fisioterapia.
A produção do estúdio é focada em peças utilitárias e decorativas submetidas a queimas de alta temperatura (1.240°C). Com recusa à produção em massa, o método de modelagem manual em placas incorpora a estamparia de texturas botânicas, resíduos de rendas têxteis e a gravação de versos da música e literatura mineira sob o esmalte. Essa fusão entre a palavra escrita e a argila viabiliza a personalização do acervo para eventos, homenagens corporativas e projetos sob encomenda. O catálogo completo das coleções, os detalhes sobre a personalização das peças e os registros do processo térmico do ateliê estão centralizados no canal @ceramica_rosa.
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Esculturas singulares A artista visual Gabi Caramelo, idealizadora da marca Bompaca Cerâmicas, apresenta seu acervo de alta temperatura neste sábado, 10 de outubro, no Espaço Cultural Elza Soares, em São Paulo, durante evento promovido pela El Cabriton. O movimento integra o atual cronograma de expansão do estúdio, que também projeta o lançamento de oficinas de modelagem para 2027. Radicada em Atibaia (SP), a ceramista foca sua produção na modelagem manual livre e escultórica, estruturando seu trabalho como um manifesto contra a padronização e as paletas monocromáticas do design contemporâneo. O portfólio transita entre peças utilitárias ergonômicas e esculturas lúdicas — englobando desde capivaras até criaturas fantásticas exclusivas —, priorizando a preservação das marcas digitais e texturas orgânicas no barro. Com histórico recente de atuação em exposições regionais e projetos socioculturais no interior paulista voltados à democratização artística, o ateliê mantém sua agenda de encomendas e o registro dos bastidores de criação centralizados no canal @gabicaramelo.
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NARRATIVAS TÊXTEIS A artista visual Gabi Caramelo, idealizadora da marca Bompaca Cerâmicas, apresenta seu acervo de alta temperatura neste sábado, 10 de outubro, no Espaço Cultural Elza Soares, em São Paulo, durante evento promovido pela El Cabriton. O movimento integra o atual cronograma de expansão do estúdio, que também projeta o lançamento de oficinas de modelagem para 2027.
Radicada em Atibaia (SP), a ceramista foca sua produção na modelagem manual livre e escultórica, estruturando seu trabalho como um manifesto contra a padronização e as paletas monocromáticas do design contemporâneo. O portfólio transita entre peças utilitárias ergonômicas e esculturas lúdicas — englobando desde capivaras até criaturas fantásticas exclusivas —, priorizando a preservação das marcas digitais e texturas orgânicas no barro. Com histórico recente de atuação em exposições regionais e projetos socioculturais no interior paulista voltados à democratização artística, o ateliê mantém sua agenda de encomendas e o registro dos bastidores de criação centralizados no canal @gabicaramelo.
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INSTALAÇÃO "PRAÇA XV" A artista visual Marise Barros integra a exposição coletiva "Vir a Existir", em cartaz no Museu Histórico da Cidade do Rio de Janeiro (MHC) até o dia 8 de novembro de 2026. Com curadoria de Julie Brasil, a mostra apresenta a instalação inédita "Praça XV", projeto que marca a estreia da criadora no uso de técnica mista ao combinar
pintura
acrílica,
desenho
e
colagem. Afastando-se temporariamente de sua produção habitual focada estritamente na tela, a instalação incorpora materiais de descarte,
como
livros
e
revistas
garimpados, para propor um diálogo direto e bem-humorado entre obras clássicas e elementos contemporâneos. A série utiliza a cor como eixo estrutural e reflete a atmosfera plural e caótica das feiras livres urbanas, convidando o público a montar novas narrativas e interpretações a partir de paisagens e objetos inusitados. Com um portfólio que transita de forma fluida entre o abstrato e o figurativo, a artista consolida sua presença no circuito institucional
após
participações
em
exibições no Centro Cultural Correios RJ e no Complexo Cultural Funarte SP. O
Exposição COLETIVA "VIR A EXISTIR"
Museu Histórico da Cidade do Rio de Janeiro (MHC)
encerramento da mostra no MHC contará
Período: Até 8 de novembro de 2026
com uma visita guiada no dia 8 de
Terça-feira a domingo, das 9h às 16h
novembro,
às
10h,
enquanto
o
desenvolvimento das pesquisas estéticas e
o
acervo
documentados @marisebarros.art.
do
ateliê no
seguem canal
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Linguagem
do corpo
A artista visual potiguar Jani Leal integra o circuito institucional da Paraíba com sua recente inserção acadêmica na Escola Estadual de Arte da Paraíba e a participação na mostra coletiva "O Corpo Presente", sediada na Caravela Cultural, em João Pessoa. A exposição reflete o atual aprofundamento de sua pesquisa em anatomia humana e estudos com modelo vivo organizados pelo Coletivo Vértebra. A produção do ateliê funde pintura a óleo, acrílica, arte digital e técnicas têxteis, utilizando o protagonismo cromático do azul turquesa para explorar a subjetividade e a natureza. O domínio da composição espacial e do movimento das figuras deriva diretamente de sua vivência de nove anos como modelo profissional, resultando em séries de alto impacto emocional, a exemplo do marco estético "Solitude" (2024) e da tela em andamento "O Pescador".
Além da prática em estúdio, a criadora atua no eixo educacional retomando o Ateliê Azul Turquesa, através do qual ministra oficinas de iniciação artística entre o Rio Grande do Norte e a capital paraibana. Em fase de expansão de portfólio, os próximos projetos englobam a publicação de um livro de poesias ilustrado e o produto audiovisual "A Metamorfose Azul". O acervo em desenvolvimento e os registros visuais, com fotografias assinadas por Mateus Barros, estão documentados no canal @jani.lealart.
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Neste marcante mês de outubro de 2026, o clima das eleições nos convida a refletir sobre o futuro e a identidade do nosso país. Esse momento cívico de decisão transborda naturalmente para o cenário cultural, onde a arte atua como um espelho das nossas transformações e esperanças enquanto sociedade. Buscamos mostrar aqui como a força criativa documenta e questiona de forma profunda esse período tão vital. Ao fecharmos estas páginas, espero que as reflexões propostas tenham expandido a sua visão. Que a presente leitura tenha te inspirado.
Luzbela S. DIREÇÃO EDITORIAL
CREATOR
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