A telemedicina ampliada no Brasil. Os próximos passos do poder digital na transformação da assistência primária à saúde.
White paper preparado pela consultoria Unimark/Longo especialmente para Health Advanced International
Em 1996, o Instituto de Medicina dos EUA
atendimento remoto ou virtual com maior
de informação eletrônica e tecnologias
serão aquelas que abordarem as seis
(IOM) definiu telemedicina como “o uso
de comunicação para fornecer e apoiar
os cuidados de saúde quando a distância separa os participantes”.
Desde essa época, a telemedicina evoluiu
muito e se transformou em uma opção cada vez mais utilizada de atendimento médico, independente da distância ou do tipo de urbanização da zona de habitação dos pacientes.
Aliando praticidade, redução de tempo perdido, custos mais permissivos e
acompanhamento mais periódico de sua
saúde, cada usuário, paulatinamente, acaba entendendo e valorizando o atendimento a distância.
Embora mobilidade e equidade sejam os
conceitos fundamentais, quando se trata de acesso à saúde, as intervenções de
probabilidade de atingir esses objetivos dimensões da qualidade descritas pelo
IOM em seu relatório histórico de 2001,
Crossing the Quality Chasm (Ultrapassando o Abismo de Qualidade) — ou seja,
opções de cuidados de saúde que sejam, simultaneamente, seguros, eficazes, centrados no paciente, acessíveis, baratos e inclusivos.
É, exatamente, lastreada nessas seis dimensões que se desenvolveu a
telemedicina e, mais recentemente, a
chamada “telemedicina ampliada”. Este white paper foi preparado com
o objetivo de explicitar a exata noção
dessa evolução, os próximos passos e,
principalmente, como o projeto H.AI de
Saúde Acessível pretende contribuir para o desenvolvimento dessa modalidade de
atendimento de assistência primária à saúde.
A pandemia acelerou tendências Hoje, todos nós temos uma noção mais clara da tragédia que
significou a pandemia de Covid-19 que se abateu sobre todo o planeta. Foi um flagelo sanitário e econômico de grandes
proporções e que terá repercussões em várias facetas de nossa vida por muitos anos a seguir.
Por outro lado, essa pandemia também acelerou tendências,
alterou paradigmas, lançou novas modalidades de consumo, e fez com que todos repensassem suas vidas e seu futuro. Foi o maior test drive global de novas tecnologias que já
estavam entre nós e que se expandiram velozmente. Muita
gente acredita que o pós-pandemia nos trará um novo normal, mas na verdade isso não deve ocorrer. O velho normal já era
suficientemente anormal, e as pessoas e os profissionais que
não percebiam isso estavam com sua visão voltada para trás, e não para o futuro, que, como ficou provado, estava muito mais próximo do que a maioria podia imaginar.
Antes da pandemia, nós já consumíamos entretenimento de maneira diferente, já comprávamos tudo sem sair de casa,
tínhamos uma verdadeira Biblioteca de Alexandria no nosso
bolso, já estudávamos a distância e já utilizávamos a internet para uma infinidade de serviços distintos.
O que a pandemia trouxe foi a consolidação de tendências, a
crença em novas tecnologias e a certeza de que mudança é o único estado permanente. E, dentre essas tendências, a
telemedicina ganhou destaque e importância, acelerando
inclusive as tradicionalmente morosas evoluções legislativas.
Seguros, eficazes, centrados no paciente, acessíveis, baratos e inclusivos: como os serviços de assistência à saúde devem ser.
Brasil — dimensão e miopia das soluções O Brasil é um país de dimensões continentais. Mas, as decisões de gestão continuam sendo tomadas como se nossa área geográfica fosse uma fração de seu tamanho.
Isso se percebe, por exemplo, na gestão da educação. Não há um plano revolucionário e digital que através do ensino a
distância se proponha a educar uma população tão carente e espalhada por uma imensa extensão territorial. Continuamos
investindo — e de forma sempre insuficiente — no trinômio GLP (Giz, Lousa e Professor) para tentar resolver esse desafio tão urgente e relevante.
O mundo digital, a inteligência artificial, os algoritmos e o
potencial do streaming transformaram completamente as
opções a nosso dispor para promovermos uma revolução sem
precedentes no ensino formal. Mas seguimos com os mesmos paradigmas de outrora, acreditando que é possível utilizarmos
ferramentas do passado para resolvermos desafios do presente e futuro.
Na medicina, tampouco, isso não é diferente. Postos de saúde
volantes, médicos “importados de Cuba”, incentivo pecuniário
ao deslocamento de especialistas para regiões mais distantes,
falta de integração dos processos e das redes, com carimbos e papeletas preenchidas nas diversas instâncias…
continuamos procurando resolver o déficit de atendimento em
saúde com a mesma visão de antigamente, sem levar em conta
o arsenal de opções que o universo digital nos oferece, a custos otimizados e maior velocidade de implementação.
Para resolver o déficit de atendimento em saúde, é preciso levar em conta o arsenal de opções que o universo digital nos oferece.
É dentro dessa visão que surge o projeto H.AI de Saúde
Acessível: um ecossistema de soluções que permite mais e melhor
acesso a regiões populosas, assim como rápida penetração em áreas
menos densamente povoadas, colaborando ainda para evitar o colapso no atendimento médico em momentos de pandemia como vivemos hoje e que, provavelmente, voltaremos a viver no futuro.
O projeto H.AI de Saúde Acessível chega para propor uma
nova visão para o atendimento médico e o acompanhamento da saúde dos brasileiros, sejam eles colaboradores de empresas e corporações, público em geral das grandes metrópoles ou até populações ribeirinhas dos mais distantes rincões deste país. Por utilizar as mais modernas técnicas de comunicação e
instrumentação da saúde, a H.AI elimina distâncias, reduz
custos e se transforma num instrumento efetivo de inclusão
social. Tecnologia e proximidade, facilidade e acesso, velocidade e resultado imediato, esses são alguns dos componentes estratégicos que fazem da H.AI um divisor de águas no tratamento médico e na prevenção da saúde no Brasil.
Mais do que apenas uma solução “high tech”, a H.AI tem em seu “core” o conceito “high touch”, baseando-se no Triple Aim, que coloca o
paciente no centro da experiência, garantindo segurança ao indivíduo, ao mesmo tempo em que se preocupa com sua reverberação na
sociedade. O projeto H.AI de Saúde Acessível se utiliza dos mais
avançados instrumentos de telemedicina e ciência do feedback para oferecer um conjunto dinâmico e versátil de soluções, visando o
atendimento rápido e acessível a pessoas em qualquer lugar do país.
Tecnologia e proximidade, facilidade e acesso, velocidade e resultado imediato. Respeito à individualidade e ao coletivo.
O que é o projeto H.AI de Saúde Acessível? Conhecido no mundo como “telemedicina ampliada”, o
ecossistema desenvolvido pela H.AI promove a saúde e o bem-estar da população através de múltiplas opções na inter-relação médico-paciente, que vão desde cabines digitalizadas
estrategicamente colocadas em pontos de alto fluxo de pessoas, atendimento domiciliar até equipamentos online que podem ser adquiridos por famílias ou entidades, a serem utilizados no controle preventivo e preditivo de saúde.
Para oferecer essa variedade de opções, a H.AI conta com
tecnologia mundial de ponta e com a aliança com os grandes provedores de telemedicina do país.
Todas as autoridades de saúde, médicos e instituições de
atendimento concordam sobre a necessidade de dados para um melhor diagnóstico e potencial prognóstico. E esses dados
precisam ser disponibilizados no momento da consulta, o que não ocorre nos processos da telemedicina 1.0 hoje oferecida pela maioria dos planos de saúde suplementar.
Graças a tool box da H.AI, um kit de múltiplos devices e aplicativos conectados de fácil utilização, os dados e indicadores do paciente são transmitidos de forma precisa com acurácia, assegurando ao médico que o atende a distância um importante suporte para o diagnóstico.
Tudo num só local, de maneira rápida e a custos permissíveis.
Além disso, uma vertente do projeto H.AI conta com um exército de profissionais treinados e tecnicamente embasados para apoiar
na coleta dos dados e devida transmissão online dos resultados.
Na telemedicina ampliada, estamos indo muito além da
conversa ou consulta virtual entre médico e paciente. Podemos medir os sinais vitais, transmitir imagens em alta definição,
realizar ausculta cardíaca e pulmonar, realizar eletrocardiogramas a distância, exames de glicemia e ainda examinar e
diagnosticar, com aparelhos não invasivos de alta precisão, uma enorme quantidade de eventuais problemas de saúde.
O projeto H.AI de Saúde Acessível representa uma relevante
solução, tanto para o mundo corporativo quanto para o setor
público. E além disso possibilita uma gama variada de alianças
estratégicas com grandes players dos múltiplos segmentos de
saúde, a fim de disponibilizar descontos e gratuidades na coleta de exames, aquisição de medicamentos, uso de academias
e clínicas de reabilitação, dentre outros, complementando os
Telemedicina ampliada: muito além da conversa ou consulta virtual entre médico e paciente.
serviços e oferecendo vantagens adicionais a seus usuários.
Um novo paciente, mais mimado e conectado Estamos no centro de uma grande alteração geracional, que
traz impactos relevantes na relação das empresas e marcas com o mercado. A ascensão dos millennials alterou profundamente a forma como produtos são consumidos, serviços são oferecidos e informações são transmitidas.
Mais preocupada em ser do que ter, essa geração busca maior
autonomia e independência, priorizando a praticidade e proximidade dos serviços que consome.
Acostumada ao universo digital, sempre opta por relações virtuais e imediatas, com profunda aversão a esperar ou postergar atividades.
Volumes de solicitações de telemedicina, em comparação com os níveis anteriores à Covid-19.
Inclui cardiologia, dental/oral, dermatologia, endocrinologia, otorrinolaringologia, gastroenterologia, clínica geral, cirurgia geral, ginecologia, hematologia, doenças infecciosas, neonatais, nefrologia, medicina neurológica, neurocirurgia, oncologia, oftalmologia, cirurgia ortopédica, envenenamento/drogas tox./comp. de TX, departamento de emergência, paciente internado em hospital e reclamações de internação em fisiatria; exclui certas especialidades de baixo volume. Fonte: Compile database: McKinsey analysis.
Com amplo domínio das tecnologias, prefere uma comunicação a distância, encontros virtuais e relações efêmeras. É dentro
desse contexto geracional que se identifica o enorme potencial do conceito de telemedicina ampliada. Para os millennials, esse serviço é a resposta mais adequada ao novo
comportamento de consumo dessa geração e, certamente, das demais, que a seguirão.
O que surpreende ainda mais, no entanto, é que mesmo nas
camadas mais idosas da população, tanto a geração X quanto os baby boomers, houve imediata adoção da telemedicina durante 2020, que apresentou um incremento de 5.500%. Isso
representa uma inegável quebra de paradigma em relação à natural resistência dos mais velhos quanto ao uso da tecnologia.
O crescimento no uso de telemedicina atingiu o pico em abril de 2020, mas desde então se estabilizou.
E se considerarmos o envelhecimento da população, quando as gerações X, Y e Z atingirem a terceira idade, teremos uma
população idosa com habilidade tecnológica, como nunca se viu.
O mercado de telemedicina Segundo a empresa de consultoria McKinsey, o mercado de
telemedicina se estabilizou em 38 vezes o volume do período pré-pandemia, após um pico ainda maior em abril de 2020.
Hoje, o volume de consultas virtuais em relação às consultas
pessoais é da ordem de 17%, após ter chegado a 32% no mesmo período de 2020.
Total de financiamentos de risco para empresas de saúde digital, por ano.
O financiamento de risco em 2020 foi significativamente maior do que nos últimos anos, tanto em capital investido quanto em negócios. Fonte: Adriana Krasniansky et al., “H1 2021 Digital Health Funding: Another Blockbuster Year ... In Six months”, Rock Health, July 2021, rockhealth.com. Base de dados de fornecedor de saúde virtual McKinsey.
Algumas barreiras em relação à telemedicina ainda persistem, como a confidencialidade de dados, por exemplo. Por outro
lado, sistemas híbridos, que misturam os dois tipos de consulta, podem se transformar numa nova e irreversível tendência.
No âmbito de investimentos, o setor de saúde virtual vive uma
aceleração até então jamais observada. O crescimento em 2021
chega a 300% quando comparado a 2018, numa clara tendência à maturidade do setor. Há também o surgimento de inúmeros outros modelos de negócio, que vão do simples serviço de
telemedicina, passando por telemedicina ampliada, sistemas
híbridos de atendimento, comercialização de aparelhos e aplicativos de monitoramento, novos planos de seguro-saúde virtual e muito mais. Segundo a consultoria e empresa de investimentos Rock
Health, no primeiro semestre de 2021, o setor de venture capital acelerou seus investimentos em saúde digital, ou telehealth,
alcançando o total de US$14,7 bilhões, quase o dobro do investido em todo o ano de 2019.
Estudos recentes da Forrester Analytics indicam que 36% dos que usaram telemedicina indicaram não haver diferença de
resultado em relação ao atendimento pessoal. E 30% dizem que se tornaram adeptos dessa nova forma de relação para os cuidados futuros de sua saúde.
Já a empresa Amwell de telemedicina, em recente estudo nos
EUA, observou que de 60 a 75% dos pacientes se transformaram em usuários frequentes, mesmo após o fim da pandemia.
Os investimentos em saúde digital e as receitas dos players de telemedicina quase dobraram em comparação com 2019.
Além disso, a teleinterconsulta, já regulamentada pelo
Conselho Federal de Medicina (CFM), permite ainda que um médico de família ou clínico geral escute a opinião de um
especialista sobre determinado problema do paciente. Além
disso, pesquisas de satisfação apontam índices bem superiores de NPS (Net Promoter Score), quando comparados aos dos atendimentos realizados presencialmente em unidades de pronto-atendimento.
Outra forma de analisar a eficiência do atendimento virtual sob a ótica do paciente é a redução de tempo despendido nessa
experiência. Numa consulta tradicional, o tempo total em média é de 121 minutos, incluindo aí os 37 minutos de deslocamento e os 64 minutos em sala de espera ou preenchendo formulários, versus o total de 10 a 15 minutos da consulta via telemedicina.
Além disso, pesquisas de satisfação apontam índices bem
superiores de NPS (Net Promoter Score), quando comparados
aos dos atendimentos realizados presencialmente em unidades de pronto-atendimento.
Segundo, ainda, o estudo da McKinsey, a inicial resistência dos profissionais médicos por essa prática de atendimento vem
perdendo sua força, e em abril de 2021, cerca de 57% deles declarou que irão continuar atendendo a distância mesmo
após a pandemia. Os planos de saúde, por seu lado, passaram a adotar o reembolso de despesas médicas também na opção
virtual, o que consolida essa prática cada vez mais presente em nossas vidas.
Em resumo, o atendimento virtual em saúde chegou para ficar, os consumidores estão prontos para adotar essa opção de forma crescente e o conceito de telemedicina ampliada do
projeto H.AI de Saúde Acessível é a resposta definitiva para a consolidação desse mercado.
De operadoras de seguro-saúde a prestadores de serviços médicos, passando por empresas e marcas, a telemedicina vem se multiplicando em aplicações por todo o Brasil.
Vantagens da telemedicina Segundo especialistas do mercado de saúde e tecnologia, a
grande aceitação da telemedicina, principalmente no Brasil, se deve a 10 diferentes fatores:
1
Percepção de inovação
A telemedicina trouxe à prática de assistência primária à
saúde conceitos de “uberização” do serviço, conectando pacientes e médicos por meio de sistemas digitais de
agendamento e comunicação. O mesmo conceito tem
obtido enorme aceitação e agregado imagem de inovação a vários outros serviços, como locação de imóveis, hospedagem, venda de automóveis etc. 2
Ampliação da base de clientes
A telemedicina permitiu maior acesso aos serviços de
assistência primária à saúde, a partir de um device de ampla penetração junto à população brasileira. Recentes estudos mostram que os smartphones estão presentes na vida de 60% dos brasileiros. 3
Facilidade de acesso
A qualquer momento, de qualquer lugar, a telemedicina
conecta pacientes e médicos, sem deslocamentos, sem esperas, nem riscos de contaminação.
10 diferenciais e vantagens garantem o crescimento da telemedicina.
4
Flexibilidade de oferta
Proporcionando atendimento 24 horas por dia, 365 dias por ano, com profissionais atuando remotamente de qualquer ponto do Brasil, a telemedicina rompeu com conceitos de
agendamento, horário de pico e plantão, garantindo a oferta
de serviços de saúde de acordo com a demanda. Além disso, ela permite que as novas gerações de profissionais
médicos possam acelerar sua experiência prática em
consultas, sem a necessidade de investir na montagem de consultórios próprios ou se filiar a clínicas. 5
Integração multidisciplinar
A partir da realização de consultas com clínicos gerais, a telemedicina permite o encaminhamento consentido de
dados e indicadores de saúde dos pacientes para médicos de diversas especialidades, de forma muito mais ágil e efetiva do que pelo método de consultas presenciais. 6
Maior atenção do médico e maior aderência do paciente aos tratamentos
Além de garantir maior atenção do médico no atendimento ao paciente, obrigando a manutenção de seu olhar para a tela, com a maior facilidade na realização de consultas e
emissão digital de receitas, a tendência é a de que pacientes apresentem maior adesão aos tratamentos prescritos.
7
Acompanhamento de doenças crônicas
A telemedicina facilita o retorno de consultas médicas e o acompanhamento de doenças crônicas ganha maior
assiduidade por parte dos pacientes, graças à facilidade de uso da telemedicina. 8
Maior segurança e distanciamento
Principal motivo da legalização da telemedicina no Brasil, o risco de contágio viral fica minimizado com esse tipo de atendimento primário à saúde, afastando pacientes dos
prontos-socorros. Além disso, a jornada do paciente em
busca de atendimento primário à saúde foi sensivelmente reduzida, com expressivos ganhos de tempo e custo. 9
Redução de custos
A telemedicina tem proporcionado enorme economia à
sociedade brasileira, devido à redução de custos com bloqueios de agendas de médicos, deslocamento de pacientes, perda de tempo com agendamento, faltas e ausência do trabalho. 10
Environment friendly
Com a telemedicina evitando deslocamentos desnecessários, o meio ambiente também é favorecido com a redução das emissões de carbono.
Projeto H.AI de Saúde Acessível: telemedicina ampliada para todos, conectando todos, a qualquer hora e em qualquer lugar.
Elevando a telemedicina a um outro nível O projeto H.AI de Saúde Acessível, portanto, vai muito além
do conhecido modelo tradicional de telemedicina, abrindo uma nova fronteira no atendimento de saúde.
Primeiro, por não ter exclusividade com nenhum operador de atendimento a distância. Os usuários da H.AI têm acesso
simultâneo e individual a qualquer provedor desses serviços, incluindo o Einstein, a Conexa, DocWay, ou ao seu próprio plano de saúde.
Segundo, porque faz parte do atendimento H.AI a
disponibilização de múltiplos devices e aplicativos que possibilitam avaliar sinais vitais, medição cardíaca,
avaliações oftálmicas, análises dermatológicas e muito mais. Tudo ali, imediato e acessível a todos.
Terceiro, por viabilizar uma consulta tão ou mais segura e resolutiva
do que as praticadas pelos modelos de atendimento convencionais, que ainda exigem presença física e deslocamento. E, por último, esses serviços serão disponibilizados em múltiplos pontos,
com cabines exclusivas instaladas em ambulatórios de grandes corporações, shopping centers, terminais de ônibus, edifícios
comerciais, universidades, farmácias, aeronaves e até mesmo na
casa do próprio paciente, através dos serviços H.AI de atendimento
domiciliar. Por tudo isso, a telemedicina ampliada oferecida pela H.AI tem tudo para se transformar na nova forma de se praticar
telemedicina em nosso país. Uma opção barata, próxima, inclusiva, acessível e completa de se atuar em atendimento de saúde.
Os novos desafios da semiologia médica Semiologia médica é a área do conhecimento que dedica sua atenção aos sinais e sintomas apresentados pelos pacientes,
estabelecendo o que se pode chamar de “a arte de examinar”. Além dos sintomas expressados verbalmente, os profissionais de medicina precisam observar os sinais não verbais. Isso é
fundamental para compor o diagnóstico do paciente da melhor
forma durante o exame físico. Afinal, a observação clínica segue
como uma peça-chave do diagnóstico e consequente tratamento. A telemedicina trouxe uma nova área de conhecimento que precisa ser avaliada nas suas múltiplas dimensões: a
telessemiologia, ou a prática de identificar sintomas de um
paciente a distância e que está fazendo seu próprio autoexame através dos kits de avaliação e feedback.
Na verdade, somente trazendo a especialização da
telessemiologia para o centro dos debates é que poderemos alcançar a esperada expansão da telemedicina no Brasil.
Para isso, a H.AI tem programada uma vasta gama de ações de treinamento e especialização, provendo os especialistas de uma expertise até hoje ainda ignorada.
A satisfação e a acurácia dos exames online só aumentarão
quando os clínicos gerais e especialistas estiverem treinados em técnicas de telessemiologia, um novo campo de
conhecimento que se abre com a telemedicina ampliada.
Disponibilidade de dados e capacidade de observação de sinais não verbais fazem a diferença para o profissional médico na era da telemedicina ampliada.
Ecossistema H.AI de telemedicina ampliada Acessibilidade é a palavra de ordem do projeto H.AI, seja do ponto de vista econômico, geográfico, cronológico e, principalmente, tecnológico.
Os serviços da H.AI têm por objetivo, implantar uma rede de atendimento virtual, através da união da tecnologia de
equipamentos médicos que enviam informações pela nuvem
(IOmT — Internet of medical things), interligados ao serviço de
telemedicina nas diversas especialidades médicas e conectados a uma plataforma única de gestão do corpo clínico, gestão dos pacientes e avaliação de resultados assistenciais e gerenciais.
Para atingir esse objetivo, a H.AI conta com 5 diferentes recursos: 1. Plataforma de Integração: uma plataforma digital proprietária de gestão e integração de
processos ponta a ponta, envio de imagens e dados captados, preparada para conexão com o prestador de serviços médicos e/ou equipes médicas escolhidas pelo cliente.
• Hospedagem em nuvem, garantindo segurança e
disponibilidade.
• Vídeos e imagens em alta definição.
• Prontuário eletrônico, com capacidade para envio de dados
no protocolo HL7 Fire e seguindo as exigências do Conselho Federal de Medicina.
• Conexão síncrona de câmeras de exames e suas imagens
com os médicos cadastrados e definidos para uma teleconsulta.
O ecossistema H.AI de telemedicina ampliada se estrutura a partir de 5 diferentes recursos tecnológicos e humanos.
2. Monitoramento Remoto de Sinais Vitais: via aplicativo e devices proprietários com sensores
infravermelhos e sensores de pressão, que coletam os
requisitos de teste da temperatura corporal, pressão arterial e informações de pulsação e, através do Bluetooth Low
Energy (BLE), transferem as informações para exibição no aplicativo do smartphone.
• Mensuração de temperatura, pressão arterial, registro de
histórico e outras funções de acordo com a demanda.
• Mede, exibe e armazena dados de saturação do oxigênio
no sangue (SpO2); ECG (eletrocardiograma) 1 canal;
frequência cardíaca; pressão arterial; frequência respiratória; temperatura e glicemia.
A H.AI conta também com um Sistema de Captura de Sinais
Vitais por Câmera, usando apenas uma câmera de smartphone, laptop ou tablet. Basta olhar para a câmera que o aplicativo extrai sinais de diversas regiões do rosto (ROI) e os analisa usando algoritmos de inteligência artificial.
A imagem fotopletismográfica remota (rPPG) é uma solução
baseada em câmera para monitoramento cardiovascular sem
contato, comprovadamente tão precisa quanto os dispositivos PPG tradicionais, como os oxímetros.
Assim, em menos de um minuto, os usuários têm acesso à frequência cardíaca, variação da frequência cardíaca,
saturação de oxigênio, frequência respiratória, estresse mental e pressão arterial.
Acessibilidade do ponto de vista econômico, geográfico, cronológico e, principalmente, tecnológico.
3. Equipamentos para Diagnósticos Específicos: conjunto de dispositivos médicos unindo portabilidade a acurácia de resultados.
• Estetoscópio Digital: inovador dispositivo com diagnóstico
visual, armazenamento em nuvem e serviço comunitário.
Detecta sons cardíacos e pulmonares, fornecendo suporte
de diagnóstico de IA para doenças cardiopulmonares, como pneumonia pediátrica, asma etc.
• Câmeras e Lentes de Inspeção Visual: conjunto de
diagnóstico portátil digital — dispositivo médico Classe II (oftalmoscópio) / Classe I (otoscópio e dermoscópio).
Capturam fotografia digital ou vídeo do fundo do olho, canal auditivo, membrana timpânica, epiderme e derme.
4. Operadoras de Saúde por Telemedicina: conhecidas como “Helô” (Health Licensed Operators) são
profissionais em saúde, especialmente recrutadas e treinadas para auxiliarpacientes no processo de consultas remotas.
5. Plataforma de Gestão dos Prestadores Médicos: uma plataforma de gestão de processos (BPMs) integrando de ponta a ponta todas as etapas do processo de cadastro, contratação, gestão e repasses para equipes médicas,
gerenciando e unificando o cadastro dos médicos entre todas unidades de atendimento de saúde.
A telemedicina ampliada provida pelo projeto H.AI compreende um amplo ecossistema de serviços e produtos para pessoas físicas, jurídicas e órgãos de governo.
• Hospedagem em nuvem, garantindo segurança e
disponibilidade.
• Verificação 24X7 de validade do CFM.
• Gerenciamento de contratos, pré-requisitos e informações
relevantes, para mapeamento de conformidade.
• Padronização da contratação com aceite e confirmação
digital do médico, de acordo com os principais modelos vigentes de contratação: PF, PJ, SCP.
• Conferência de notas fiscais.
• Inteligência artificial para formação de equipes.
• Gestão de plantões, possibilitando ao administrador de
equipes definir qual profissional estará disponível para
teleconsultas e em que período, incluindo planilhas de turnos e alterações.
• Gerenciamento de equipe médica: cadastro, candidatos,
aprovações, trocas e pagamentos.
• Visão sistêmica da operação, com acompanhamento e
gestão dedicada de cada cliente/operação.
A partir desses 5 recursos, a H.AI deriva uma série de
diferentes soluções, compondo um amplo Ecossistema de
Telemedicina Ampliada, a começar pelas cabines H.box, que operam como pontos avançados de saúde, em diversas situações.
H.box
Desenvolvida e equipada para a realização de exame clínico via telemedicina, H.box é a primeira cabine de telemedicina
ampliada a permitir integração com a prestação de serviço de
qualquer parceiro, seja hospital, clínica, operadora de plano de saúde e mesmo instalações comerciais, corporativas ou comunitárias.
As cabines H.box são patenteadas (BR 10.2021.019161.9) e projetadas para garantir máximo conforto, segurança e privacidade a quem está sendo atendido.
Trata-se de ambientes seguros, livres de patógenos, sanitizados a cada consulta por tecnologia UV-C, que elimina 99,97% dos vírus e bactérias.
As cabines dispõem de ar-condicionado, piso antiderrapante, acessibilidade para cadeirantes e assento de espuma
confortável, revestido com material impermeável que facilita a desinfecção pós-consulta, realizada por uma “Helô”.
O fluxo de atendimento da H.box é simples e eficiente.
São apenas 5 passos, num tempo total de atendimento entre 15 e 20 minutos:
Agendamento via aplicativo ou especialista: para consultas com clínico geral ou especialistas através do H.app, o aplicativo da H.AI.
Captura de sinais vitais: coletando dados e indicadores da saúde atual do paciente e
os enviando ao médico para que sejam analisados, tais como: frequência cardíaca, frequência respiratória, pressão arterial,
H.box: a primeira cabine de telemedicina ampliada que garante máximo conforto, segurança e privacidade.
saturação de oxigênio (SpO2), nível de estresse e índice de
massa corporal (IMC), temperatura e dextro (diabetes), caso necessário.
Atendimento médico via telemedicina: conexão via internet com diversos sistemas de telemedicina
em operação no país, seja de planos de saúde complementar, hospitais e clínicas independentes ou serviços oferecidos por empresas e marcas como benefício a seus colaboradores e consumidores.
Realização de exames clínicos específicos: a H.box dispõe de um nicho com alguns dispositivos médicos que poderão ser usados antes ou durante a consulta, caso o médico solicite.
Para fazer uso desses equipamentos, basta acionar a campainha e solicitar o auxílio da “Helô”, que se mantém à disposição do lado de fora da cabine.
Diagnóstico e prescrição médica: sempre que o médico prescrever uma receita ou pedido de exames, o paciente o receberá imediatamente por SMS no número de celular cadastrado.
A receita digital emitida é válida para compra de medicamentos em todo o território nacional. Se solicitado, um atestado médico também poderá ser fornecido digitalmente.
Todos os dados são confidenciais, seguindo rigorosamente a LGPD vigente.
H.box: os mais elevados índices de satisfação, tanto por parte dos usuários como dos médicos.
H.box é a única em operação no mercado brasileiro que já vem sendo testada nas várias dimensões do atendimento médico, trabalhando em 4 vertentes distintas:
1) Corporativo
• Redução de sinistralidade.
• Redução de absenteísmo e presenceísmo. • Redução de custos de saúde ocupacional.
• Melhora na aderência a tratamentos e na gestão de grupo de riscos. 2) Seguradoras
• Triagem pré-contratação.
• Redução de procedimentos, idas ao PA e acompanhamento pós-consulta. • Agilidade no atendimento.
• Administração dos grupos de risco/base de clientes. 3) Setor público • Pré-triagem.
• Diminuição de filas e atendimentos represados por especialidade. • Monitoramento de crônicos e pós-sequelados. 4) Varejo
• Aumento de fluxo de pessoas.
• Oferta de serviço diferenciado.
• Ponto de acesso à saúde acessível.
Já são mais de 500 consultas realizadas em 15 operações-piloto em 4 diferentes
modalidades: operadoras de planos de saúde verticalizadas, walk-in, in company e serviço público.
H.box: testada e aprovada nas várias dimensões do atendimento médico.
Para operadoras verticalizadas de saúde suplementar,
as cabines H.box permitem a realização de triagem précontratação, melhor administração dos grupos de risco,
melhor gestão de planos/ofertas aos clientes e redução de procedimentos com melhor experiência do segurado.
As pesquisas de satisfação junto a médicos e pacientes
usuários dessas cabines indicam números muito animadores do sucesso da operação.
Do ponto de vista de tamanho, design e conforto, as H.box obtiveram aprovação de cerca de 93% dos usuários.
Em relação à confiabilidade que as H.box trazem para a consulta remota, os índices apontam os mesmos 93%.
E de forma geral, a experiência do usuário diante da forma
inovadora de atendimento foi vista de maneira unânime como positiva, considerando pacientes de todos os perfis etários. Esses bons resultados somados levam a um NPS (Net
Promoter Store) de 10, o que indica alta probabilidade de recomendação espontânea do serviço.
Junto aos médicos, os números mostram-se também muito favoráveis, com índices de diminuição de tempo de atendimento médico e média de resolutividade das consultas sempre superiores a 90%.
Para os provedores de serviços médicos, como clínicas e
hospitais, as cabines H.box podem ser um poderoso aliado
na redução do atendimento no PA, na triagem de pacientes e no suporte para enfermagem, com ganhos de agilidade, no acompanhamento pós-alta, no aumento da adesão ao
tratamentos e, evidentemente, no suporte aos serviços de teleconsulta, com melhoria na experiência do cliente.
Nesse sentido, a H.box se encontra em processo de testes no Hospital Israelita Albert Einstein, com uma cabine instalada para uso de colaboradores.
No setor do varejo, as cabines H.box também têm excelente aplicabilidade em outros estabelecimentos, como hotéis,
resorts, universidades, supermercados e shopping centers; em condomínios residenciais e empresariais de grande porte; em demais modais de transporte, como aeroportos, rodoviárias e
estradas privatizadas e até mesmo, pontualmente, em grandes eventos.
Nas operações in-company (corporativo), as H.box serão
utilizadas como extensão do ambulatório médico de empresas,
com o objetivo de redução de absenteísmo e atrasos, utilização mais racional dos planos de saúde oferecidos pela empresa, impactando os custos de renovação, a administração dos
grupos de risco e a aderência aos tratamentos prescritos, além de reduzir custos de realização de exames ocupacionais. Atualmente, uma unidade H.box encontra-se em uso na
cervejaria modelo da Ambev, em Guarulhos (SP), com roll-out já programado para as plantas de Lages, Rio de Janeiro e
Jacareí, e sucessiva expansão para as demais plantas da empresa.
A utilização da H.box na medicina ocupacional é ainda mais
relevante em operações offsite ou offshore, como no caso de
plataformas de exploração de petróleo, mineradoras ou mesmo na agropecuária.
No segmento de saúde pública, as H.box podem representar uma importante ferramenta de controle epidemiológico e
assistência populacional, seja em unidades de saúde, como em escolas públicas ou comunidades carentes, permitindo não só consultas remotas, mas também a realização de exames de
H.box: os mais elevados índices de satisfação, tanto por parte dos usuários como dos médicos.
audição e visão com detecção de miopia precoce, programas
preventivos e de educação em saúde, puericultura, entre outros. As cabines H.box já estão em operação na OS de Barueri (SP) para atendimento da população pelo SUS, funcionando como
UPAs Digitais, além de fazerem parte de uma iniciativa pioneira em parceria com a CUFA — Central Única das Favelas.
Nessas comunidades, as consultas iniciais serão gratuitas, bancadas pelo patrocinador, e as demais estão em fase de negociação com uma operadora de cartão de créditos em saúde que deverá comercializar esse benefício a preços populares aos usuários.
Além dessas, estão previstas outras aplicações das cabines H.box junto ao poder público, por exemplo no sistema
prisional e em instituições de longa permanência para idosos. Com todas essas frentes de expansão na implantação das H.box, o projeto H.AI acaba por gerar outra importante
atividade econômica em seu ecossistema: a formação de
profissionais especializados para suporte operacional das
cabines, os Health Licensed Operators, ou como preferimos chamar: as “Helôs”.
H.box: uma grande rede de pontos avançados de saúde, criada a partir do apoio e parceria de grandes organizações.
Helô Cada cabine H.box instalada deverá exigir a presença de uma operadora credenciada e treinada para dar todo o suporte
necessário aos usuários, seja do ponto de vista de acesso à
cabine, cadastro de dados do cliente, orientação ou auxílio para conexão com o médico e transferência de dados, higienização da cabine, manuseio de alguns dos dispositivos médicos de
aferição disponíveis e até mesmo cobrança digital de tarifas de serviços, quando for o caso.
As “Helô” — Health Licensed Operators — compõem a
dimensão “high touch” do ecossistema H.AI, diminuindo qualquer tipo de atrito com a adoção das tecnologias e
mensuração e garantindo o acolhimento tão fundamental nos processos de cuidado com a saúde.
Essas profissionais deverão ser recrutadas e treinadas pela H.AI, dentre as colaboradoras das próprias empresas ou
moradoras das comunidades onde estarão instaladas as H.box.
Helô: Health Licensed Operators prestando todo apoio técnico para uma teleconsulta efetiva, confortável e segura.
Com isso, deverá nascer uma nova categoria profissional na área da saúde.
Atualmente no Brasil a CBO — Classificação Brasileira de
Ocupações — inclui 38 profissões de saúde. Entre as atividades laborais em vias de regulamentação como profissão da área da saúde, tanto no Brasil como em outros países, se incluem os profissionais de equipamentos de saúde, profissionais da
atenção primária e de saúde coletiva, ou profissionais que
atendam às novas demandas que colaborem no surgimento de um novo campo profissional, considerando o avanço do conhecimento científico; o progresso tecnológico; a
identificação de problemas que interferem no desenvolvimento da sociedade; os mercados de bens e serviços; as políticas
públicas e a estrutura do complexo de organizações prestadoras de serviços.
A telemedicina ampliada se encaixa em vários desses casos. E, com sua expansão, a atividade de operador de telemedicina ampliada deverá se tornar uma ocupação que merecerá o reconhecimento oficial.
Abre-se aí uma grande oportunidade de emprego,
principalmente para o público feminino, nativos digitais
(geração Z), com educação média e pertencentes a famílias de baixa renda.
Pode ser também uma atividade paralela a ACSs (agentes
comunitários de saúde) ou enfermeiras que atuem em regime de part-time.
Ou ainda a primeira experiência profissional para jovens que
desejem ingressar no mercado da saúde, enquanto evoluem em seus estudos técnicos, como o de auxiliar de enfermagem.
O processo de recrutamento das “Helô” deverá levar em conta o conjunto de habilidades técnicas e comportamentais das candidatas.
Helô: uma nova ocupação profissional, gerando renda e empoderando mulheres de todo o Brasil.
As habilidades técnicas, ou hard skills, desejadas são
basicamente a aptidão para operação de dispositivos digitais e o conhecimento de processos de transferência de dados, conexão, uso e etiqueta de chamadas por vídeo.
Quanto às habilidades comportamentais exigidas (soft skills), considera-se a empatia, a capacidade de comunicação
presencial e remota, o respeito a protocolos estabelecidos e o cumprimento de rotinas como as mais relevantes.
O processo de treinamento das “Helô” será ministrado por técnicos da H.AI, com o apoio de renomada entidade de
ensino de ciências da saúde no Brasil, através de sessões
presenciais e remotas, envolvendo conteúdos teóricos sobre
telemedicina e atenção primária à saúde; familiarização com os recursos técnicos e construtivos das H.box; protocolos de recepção, atendimento e cadastramento de usuários;
procedimentos de higienização das cabines; procedimentos para resolução de problemas técnicos e contingências, conhecimento sobre questões de privacidade e LGPD;
dresscode (figurino, maquiagem e postura), além da operação dos equipamentos de aferição (Bioface, Biomonitor, Câmera, Estetoscópio Digital, Otoscópio, Dermatoscópio, Lentes Oftalmológicas e de Uso Geral, entre outros).
Além da atuação junto às cabines H.box, as “Helô” poderão
atuar também de forma independente, prestando atendimento domiciliar a pacientes, abrindo assim uma nova vertente no Ecossistema H.AI de Saúde Acessível.
H.2go O serviço de telemedicina ampliada poderá ser prestado pelas
“Helô”, mesmo quando afastadas de uma cabine H.box, desde que estejam munidas de um kit portátil de suporte à telemedicina.
Composto de versões portáteis dos principais dispositivos de
aferição de indicadores de saúde, além de um tablet com chip de conexão 5G à internet, tudo acondicionado numa maleta especialmente desenhada , o kit “H.2go” da H.AI estará
disponível para compra financiada ou comodato para clientes privados e poder público. As maletas também poderão ser
adquiridas pelas “Helô” para que possam trabalhar em suas
comunidades, em regime on-demand, sendo remuneradas por
visita. Esta atividade poderá gerar importante renda adicional às profissionais, que poderão prestar serviço a pacientes
acamados, PcDs, de terceira idade ou com qualquer tipo de dificuldade de deslocamento.
O serviço “H.2go” poderá ser acionado/solicitado por aplicativo gratuito de celular, assim como os comumente utilizados para transporte (como Uber ou 99), localizando a “Helô” mais próxima e disponível para atendimento ao usuário.
A solicitação do serviço “H.2go” poderá ainda incluir consulta
avulsa via telemedicina ao profissional médico, caso o usuário não disponha da modalidade em seu plano de saúde suplementar.
As modalidades de pagamento pelo serviço oferecidas pelo
aplicativo compreendem opções avulsas (pix, cartão de crédito ou débito) ou em pacotes (créditos pré-pagos, inclusos nos planos de saúde ou PBMs — Programas de Benefício em
Medicamentos —, patrocinados por indústrias farmacêuticas).
H.2go: atendimento domiciliar para acamados, pessoas com deficiência, de terceira idade ou com qualquer tipo de dificuldade de deslocamento.
H.ome As maletas com o kit completo de dispositivos de aferição de saúde deverão ser também comercializado no formato de
assinatura, para uso self-service, a usuários que já tenham
acesso a serviços de telemedicina e que desejem aprimorar a
experiência, com maior acurácia e confiabilidade diagnóstica. Assim como o termômetro, a balança e, mais recentemente, o oxímetro, instrumentos de aferição de indicadores de saúde
para suporte à telemedicina deverão se tornar populares nas residências.
H.ome: o autosserviço que aprimora a experiência da telemedicina, com maior acurácia e confiabilidade diagnóstica.
Futuramente, novos dispositivo poderão ser adicionados, a fim de criar diferentes planos de assinatura, por exemplo,
para grávidas, infantil (para creches e escolas), entre outros.
A assinatura do serviço H.ome se dará preferencialmente pelo varejo digital, pelo site da própria H.AI e nos mais conhecidos marketplaces da internet no Brasil.
H.data Com a expansão multimodal da telemedicina ampliada,
envolvendo centenas de cabines instaladas em diferentes pontos públicos e privados, um exército de profissionais
atendendo em domicílio e com a popularização dos kits de
autosserviço em empresas, edifícios e residências por todo o país, a H.AI passará a deter uma caudalosa fonte de dados sensíveis, extremamente relevante para a gestão de saúde populacional.
O data lake acumulado e continuamente atualizado permitirá uma precisa visão e projeção de cenários em atendimento
primário à saúde e de pacientes crônicos, contribuindo para
que empresas reduzam a sinistralidade e os custos do benefício saúde de seus colaboradores; para que instituições de saúde
invistam com mais assertividade no atendimento de seu público potencial; governos gerenciem com mais competência os
recursos aplicados na saúde da população; e a sociedade passe a contar com indicadores de saúde ainda mais confiáveis.
O serviço H.data de evidências, dados e insights em saúde
populacional seguirá fielmente as normas estabelecidas pela
LGPD brasileira, trabalhando os dados de forma anonimizada e segmentada, e estará disponível assim que for possível a
formação de massa crítica para processamento de big data.
H.data: evidências, dados e insights em saúde populacional.
Estabelecimento de parcerias O ecossistema H.AI prevê ainda o estabelecimento de
parcerias com terceiros, no sentido de prover vantagens adicionais aos usuários de seus serviços.
Inicialmente, vislumbram-se parcerias em duas frentes: meios de pagamento e cuponagem.
Na primeira modalidade, devem-se fechar acordos com
parceiros preferenciais que ofereçam aos usuários dos serviços H.AI o acúmulo de pontos, que, por sua vez, possam valer
descontos na contratação de serviços de promoção de saúde nas dimensões nutricional, de atividade física e sono, em
tratamentos odontológicos, psicológicos e de fisioterapia, e na contratação de seguro de internação hospitalar.
Nesta categoria de parceiros poderão se incluir marcas como Livelo, Dotz, Smiles e Wibx.
Na categoria Cuponagem, a busca é por parceiros que
concedam vouchers, que chegarão até o usuário juntamente
com a prescrição digital do médico, oferecendo descontos na compra de medicamentos, em produtos de óptica e na contratação de exames laboratoriais.
Nesta categoria, poderão se incluir todas as grandes redes de varejo farmacêutico, de ópticas, além de diversos laboratórios de análises clínicas.
Resolutividade, tecnologia, expansão ecossistêmica e impacto socioeconômico fazem do projeto H.AI uma excelente oportunidade de investimento.
Oportunidade de investimento Por todas as oportunidades, estratégias de negócio e potencial de mercado aqui apresentados, o projeto H.AI de Saúde
Acessível mostra-se como um case promissor, reunindo em si aspectos fundamentais dos negócios de sucesso: Resolução de um problema real: o atendimento primário da saúde no Brasil. Uso intensivo de tecnologia digital: garantindo a escalabilidade do negócio. Conceito de ecossistema de negócios: conjunto de oferta de serviços proprietários ou de terceiros,
através de uma unidade integradora líder em seu segmento, que disponibiliza dezenas ou centenas de interações e
atividades possíveis ao público, facilitando o acesso e
permitindo sinergia exponencial de suas múltiplas frentes, entregas e parcerias.
Forte impacto socioeconômico e responsabilidade ambiental: geração de emprego e renda, empoderamento
feminino, universalização do acesso à saúde e redução de
trânsito e de emissão de carbono são causas conectadas à essência do negócio que garantem o pleno apoio da sociedade ao seu desenvolvimento.
Os empreendedores do projeto H.AI CLAUDIO LOTTENBERG
LORAINE BURGARD
Com mais de 30 anos no mercado de saúde,
Por conta de seu espírito aventureiro e visão
maiores lideranças no setor de saúde no Brasil
para mudanças disruptivas no mercado
o Dr. Claudio é reconhecido como uma das
e um de seus representantes mais destacados. Dr. Claudio é um médico ativo, presidente
do Conselho de Administração do Hospital
Israelita Albert Einstein — um dos melhores
hospitais das Américas — e ex-presidente do UnitedHealth Group Brasil, onde gerenciou
mais de 44.000 funcionários, 35 hospitais e a maior seguradora do país. Ele também foi dono da LottenEyes — um conglomerado de 20 clínicas, criado do zero e vendido
recentemente. Sua experiência, know-how e
visão do negócio de saúde são incomparáveis. DENIS SCHAPIRA WAJMAN Um médico que se preocupa acima de tudo
de futuro, Loraine contribuiu ativamente
de comunicação, como a implementação do primeiro serviço de TV por assinatura no Brasil, de novos modelos de agência e para o desenvolvimento do mercado
de clubes de assinatura. Foi diretora de
planejamento e atendimento para marcas globais como Pantene, Danone, Colgate,
entre outras, acumulando conhecimento em
comportamento do consumidor. Sua incursão na saúde começou no UnitedHealth Group,
maior empresa americana na área da saúde.
Na H.ai traz a voz do paciente e consumidor à estratégia de negócio. JACK MAGID
com as necessidades de seus pacientes.
Graduado em Negócios e Economia pela John
de mudança e melhoria no setor da saúde.
mais de 30 anos de experiência no Brasil.
Um empresário que vê oportunidades imensas Formado em Obstetrícia com especialização
em Reprodução Humana, lançou sua empresa nos Estados Unidos, E-bio, já trabalhou na
Santa Casa de São Paulo, ministrou aulas na
NYU e USP e publica constantemente vários artigos em seu campo de atuação.
Hopkins University, Jack é um empresário com Responsável por liderar uma série de parcerias internacionais de grande sucesso, como a
manufatura de relógios Citizen fora do Japão, além de inúmeras parcerias com empresas
israelenses nos setores de agritech, segurança e saúde.
Fontes e referências 1. Telehealth: A quarter-trillion-dollar post-COVID-19 reality?
https://www.mckinsey.com/industries/healthcaresystems-and-services/ourinsights/telehealth-aquartertrillion-dollar-post-covid-19-reality
2. 8 Benefits of Telehealth and Why You Should Be Paying Attention siemens-healthineers.com/telehealth
3. Toutenkamion Group
https://www.toutenkamion-group.com/en/mobile-units/telemedicine.html
4. The Use of Telemedicine in the Corporate World www.h-4-d.com
5. Healthcare Is Making The Shift To Virtual-First Delivery Across Routine And Specialty Care https://www.forrester.com/blogs/healthcare-is-makingthe-shift-to-virtual-first-delivery-across-routineandspecialty-care/
6. Virtual Care Is A Requirement — Not A “Nice-To-Have”
https://www.forrester.com/blogs/virtual-care-is-arequirement-not-a-nice-to-have/
7. Will Virtual Care Stand The Test Of Time? If You’re Asking The Question, It’s Time To Catch Up
https://www.forrester.com/blogs/will-virtual-care-standthe-test-of-time-if-youre-asking-the-question-its-timeto-catch-up/
8. The future of Telemedicine Cabin? The case of the French students’ acceptability* https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC7293447/
9. New tech taking telemedicine to the next level
https://www.france24.com/en/20190227-new-tech-takingtelemedicine-next-level
10. The Acceptability of Telemedicine Cabins by the Students
https://www.cairn.info/revue-journal-of-innovationeconomics-2021-2-page-33.htm
11. H4D, the University of Angers and the Angers University Hospital revolutionises telemedicine and invents “telesemiology” https://www.digitalhealthglobal.com/h4d-the-universityof-angers-and-the-angers-university-hospitalrevolutionisestelemedicine-and-invents-telesemiology/
12. Cabin Creek Health Systems http://cabincreekhealth.com/
13. Google Patents
https://patents.google.com/patent/USD746472S1/en
14. American Well
https://business.amwell.com/
15. Tessan
https://www.tessan.io/
16. Diagnostica
https://www.diagnostica.io/estacion-diagnostica/
17. Ping An Healthcare and Teechnology Company http://www.pagd.net/
HEALTH INTERNATIONAL REPRESENTAÇÃO COMERCIAL LTDA.
Av. Magalhães de Castro, 4.800 Torre 1 - São Paulo, SP - contato@hai.com.vc - (+55) 11 99988-715