Gestão de resíduos sem riscos: como uma empresa especializada pode ajudar nesse desafio
Introdução
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Saiba quais são os principais riscos do descarte incorreto de resíduos
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Veja por que as empresas devem se preocupar com essa questão
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Aprenda a realizar uma gestão de resíduos eficiente
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Veja quais serviços não podem faltar na sua empresa
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Oferecemos as melhores práticas e ferramentas para a gestão segura de resíduos
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Conclusão
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Introdução A gestão de resíduos em uma empresa deve zelar principalmente pelo descarte correto do lixo que produz. Os resíduos de natureza industrial e hospitalar podem gerar graves riscos para o meio ambiente e para a saúde pública. É fundamental elaborar um plano de gestão de resíduos para identificar os tipos existentes, classificando-os como perigosos ou não perigosos, se podem ser reciclados, qual o destino mais apropriado etc.
Isso pode ser um grande desafio, já que todos os processos devem ser efetivados dentro da legalidade e com total segurança. Neste e-book, mostraremos como podemos ajudar o seu negócio a realizar a gestão global de resíduos, oferecendo o tratamento e o descarte adequados para o lixo gerado, conforme determina a legislação ambiental. Tudo isso, sem riscos para sua empresa.
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Saiba quais são os principais riscos do descarte incorreto de resíduos Durante muito tempo, a sociedade em geral, incluindo indústrias e empresas, realizavam incorretamente o descarte de resíduos. Contudo, os efeitos negativos dessas ações fizeram com que todos reavaliassem suas atitudes e buscassem alguma forma de amenizar tais impactos. Os resíduos industriais são formados pelas sobras da produção, apresentando algumas vezes uma composição mista. Eles podem provocar um grave impacto negativo no meio ambiente, exigindo um controle específico e rigoroso. Os descartes inadequados tendem a poluir as águas, o solo, o ar, aumentando as possibilidades de contaminação química por meio de bactérias, fungos e microrganismos nocivos em geral.
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Segundo dados da ABRELPE, o nosso país produz 79 milhões de toneladas de lixo por ano, sendo que 40% são destinados a lixões.
Mais de 3 mil municípios brasileiros (quase 60% dos municípios do país) utilizam locais inadequados para descartar materiais, fazendo com que o setor de resíduos respondesse por 4% do total de emissões de GEE no Brasil, correspondendo ao equivalente a 96 milhões de toneladas de CO2 emitidas.
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Veja por que as empresas devem se preocupar com essa questão
A Lei nº 12.305/2010 (Política Nacional de Resíduos Sólidos, PNRS) determina que a empresa geradora de resíduos deve garantir o reaproveitamento e a reciclagem dos materiais, bem como a diminuição dos rejeitos, ou seja, os materiais não viáveis para a reciclagem do ponto de vista técnico. Cada brasileiro descarta diariamente 1 quilo de material. Ao final de 12 meses, o volume total de resíduos sólidos chega a cerca de 78,6 milhões de toneladas.
O gerenciamento dos resíduos sólidos é uma responsabilidade que o poder público divide com as empresas e a população. A PNRS, em seu artigo 27, determina a corresponsabilidade e, no artigo 6, constitui como um dos seus princípios a figura do poluidor-pagador e do protetor-recebedor. O texto de lei do parágrafo primeiro do artigo 27 assim determina: “A contratação de serviços de coleta, armazenamento, transporte, transbordo, tratamento ou destinação final de resíduos sólidos, ou de disposição final de rejeitos, não isenta as pessoas físicas ou jurídicas referidas no art. 20 da responsabilidade por danos que vierem a ser provocados pelo gerenciamento inadequado dos respectivos resíduos ou rejeitos.”
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Empresas que não efetuam a gestão adequada do lixo estão muito mais propensas a cometer crime ambiental, já que podem provocar danos à saúde das pessoas e à vida animal e vegetal na medida em que agridem o meio ambiente. Quem comete crime ambiental está sujeito à detenção entre um a cinco anos se houver descarte indevido de resíduos sólidos, líquidos ou gasosos, de detritos, óleos ou substâncias oleosas. Essa punição está definida na PNRS, artigo 57, V. Além das penas de natureza criminal, podem ser aplicadas penas de natureza administrativa e civil. Com o surgimento da Lei de Crimes Ambientais, Lei nº 9.605/1998, que dispõe sobre as sanções penais e administrativas derivadas de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente, as penas e infrações ficaram mais uniformizadas e definidas, eliminando algumas incoerências.
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Hoje, além das legislações ambientais, as práticas ESG são fundamentais para o engajamento das empresas relacionado às questões ambientais, sociais e de governança, representando um item essencial para atração e retenção de negócios.
Cumprir o que ordena a legislação ambiental é a única maneira de evitar punições com multas e detenções. Também ajuda a manter uma boa imagem perante o mercado, o público consumidor.
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Aprenda a realizar uma gestão de resíduos eficiente Neste capítulo, vamos dar dicas para efetivar uma gestão eficiente de resíduos em seu negócio. Você pode considerar o passo a passo que segue:
Caso seja possível, envolver a área de engenharia de produtos para implementar a economia circular, planejando produtos e processos menos poluentes, questões de reciclabilidade, durabilidade, etc.
A análise da operação Para implementar um plano de gestão de resíduos, convém analisar previamente a operação, realizando um diagnóstico da situação atual e verificando o que diz a legislação ambiental sobre o assunto.
A identificação dos desperdícios A eficiência de uma gestão de resíduos está diretamente relacionada ao controle sobre os desperdícios. Se a empresa produz menos rejeitos, isso confirma sua capacidade de manter-se sustentável, evitando causar grandes impactos ao meio ambiente. O controle dos desperdícios está associado a uma produção lean.
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O planejamento das ações e a aplicação de boas práticas A etapa seguinte é planejar as ações que devem ser tomadas no sentido de reduzir desperdícios, focando uma produção mais enxuta e sustentável, com a compra de materiais sob demanda, conforme os conceitos de estoque mínimo e ponto de pedido do Just In Time e outras ações que se fizerem necessárias. Mesmo após o planejamento de todo o processo, ainda pode-se gerar resíduos, porém em menor quantidade. Os resíduos gerados devem ser devidamente tratados, de forma que elimine os riscos envolvidos, seja químico ou biológico, para que os rejeitos possam ser posteriormente dispostos em aterros industriais licenciados pelos órgãos ambientais. Não se deve destinar resíduos sólidos aos lixões, pois essa ação é caracterizada como crime ambiental.
De acordo com a natureza do resíduo, ele pode ser submetido a um dos três processos: • A reutilização: um mesmo produto pode ter diferentes funcionalidades sem causar danos ao meio ambiente (uma garrafa PET pode ser transformada em um vaso, a água do banho pode ser reutilizada no vaso sanitário). • A reciclagem: a transformação de um material usado em um novo produto para ser consumido (metais, papelão, papéis, vidros, plásticos), mas depende da separação para a coleta seletiva. • A reintegração: uma ação relacionada a produtos orgânicos, como alimentos, que podem retornar à natureza (é o caso da compostagem, método que produz adubo).
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Veja quais serviços não podem faltar na sua empresa O planejamento das ações será definido conforme o diagnóstico do próprio negócio e as exigências da legislação pertinente. Assim, será realizado um processo seguro, envolvendo o tratamento de resíduos envolvendo: A recuperação fiscal A recuperação fiscal é uma forma de recuperar impostos como CSLL e IR sobre produtos e matérias-primas, através da conversão de uma operação onerosa em uma positiva, conhecida como saving fiscal. Com a recuperação fiscal, a empresa obtém vantagens como a redução de custos operacionais e a proteção à marca.
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A incineração Trata-se de um processo de destruição térmica que é efetuada em elevada temperatura (entre 800 a 1.200 graus centígrados), com rigoroso controle nas emissões de gases, evitando assim a geração de gases poluentes à atmosfera. A incineração é aplicada em tratamentos de alta periculosidade ou que exigem uma destruição mais completa e segura.
A manufatura reversa de eletroeletrônicos e bem em geral Trata-se da gestão adequada para a desmontagem, a descaracterização e a destinação dos eletroeletrônicos de forma ambientalmente correta. Podem ser submetidos a este processo: eletroeletrônicos, equipamentos eletromédicos, carros, guindastes, celulares, pilhas e baterias, lâmpadas, cartuchos de tinta e toner.
O gerenciamento global de resíduos
O desenvase de aerossóis
É um conjunto de ações desenvolvidas de forma estratégica para atender às necessidades de empresas que geram resíduos, envolvendo todas as etapas, desde a geração dos resíduos até a destinação final, assegurando a efetivação de todos os processos técnico-operacionais, ambientais e legais e agregando soluções inovadoras.
Trata-se da tecnologia para o desenvase de aerossóis usados ou não, com total segurança, em circuito fechado ou não, com coleta dos gases e resíduos líquidos, que podem ser reintroduzidos ao processo de produção do cliente, revalorizados ou tratados conforme os critérios da PNRS. Podem ser recebidos aerossóis relativos a cosméticos, farmacêuticos da indústria animal e humana, óleo e tinta, inseticidas e assim por diante.
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O tratamento dos resíduos de serviços de saúde
O coprocessamento
O tratamento dos Resíduos de Serviços de Saúde (RSS) é efetuado por equipamentos de autoclavagem, que são aplicados para garantir a total inativação dos microrganismos existentes nos resíduos, elevando, de forma homogênea e rápida, a temperatura na câmara de tratamento.
Trata-se de um processo feito por tecnologia totalmente limpa que reaproveita uma grande quantidade de resíduos industriais, comerciais e urbanos pós-triagem, como fonte de matéria-prima ou energia, sem gerar passivos ambientais em aterros sanitários.
O laboratório
A revalorização e a reciclagem
O laboratório permite analisar diversas amostras mensalmente, tanto para controle de processos internos quanto para outras finalidades. Entre os parâmetros que podem ser analisados estão sulfato, cloreto, fenol, pH, viscosidade, cinzas, sólidos totais, condutibilidade, cinzas e outros.
Nos vários processos do meio industrial, são gerados diversos resíduos e itens que não podem ser colocados diretamente no mercado, mas que, se tratados e reciclados, podem retornar à cadeia produtiva. Por isso, vale a pena reprocessar e/ou recuperar substâncias, partes reutilizáveis e certos materiais, de modo a reintroduzi-los no ciclo de produção de onde derivam.
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Oferecemos as melhores práticas e ferramentas para a gestão segura de resíduos Na hora de escolher uma empresa para a gestão de resíduos, é importante analisar certos critérios que sejam diferenciais relevantes, assegurando-se: • De visitar o fornecedor para avaliar a estrutura operacional e as formas de tratamento e disposição final dos resíduos. • Da segurança legal para o descarte de resíduos, exibindo autorização para suas atividades e certificação adequada. • Da proteção à marca. • Da alta rastreabilidade dos resíduos sem o envolvimento de terceiros na operação. • Do acesso a soluções globais que facilitam a gestão da empresa contratante. • Do uso de laudos de laboratório para controle de processo. • Da reputação no mercado. • Do espaço disponível para efetivação das operações.
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Conclusão De acordo com tudo que foi explicado neste e-book, percebe-se que os principais motivos para realizar uma boa gestão de resíduos são o cumprimento da legislação ambiental (que aplica severas sanções aos infratores), a própria preocupação com o meio ambiente (que deve ser o ponto de partida para as ações da empresa), a responsabilidade social, a manutenção de uma boa imagem perante o mercado e, mais especificamente, perante o público consumidor. Para tornar a gestão mais eficaz, o importante é contratar empresas especializadas na gestão de resíduos, que ofereçam suporte adequado, os necessários conhecimentos, a tecnologia adequada e as garantias legais para desempenhar suas atividades conforme determina a legislação ambiental.
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A Silcon Sustech Ecosystem é uma empresa 100% brasileira, fundada em 1994 para o tratamento de resíduos hospitalares, sendo sua primeira unidade operacional localizada em Paulínia. Com espírito empreendedor e crença no crescimento do país, ampliou sua operação com a inauguração da Planta de Tratamento de Resíduos de Mauá, para recebimento de resíduos industriais, além dos hospitalares. Buscando aprimorar continuamente o atendimento aos clientes e o relacionamento com parceiros e fornecedores, a empresa investe continuamente em tecnologia, na qualidade de vida de seus colaboradores e em processos de desenvolvimento da Qualidade, além de ter certificações ISO 9001 e ISO 14001.
Ao completar 25 anos, em 2019, a Silcon deu mais um novo passo em sua trajetória de pioneirismo em tecnologias de tratamento de resíduos com a inauguração da nova planta de Pirapora do Bom Jesus, dotada da mais nova alternativa no país para tratamento de uma grande variedade de resíduos perigosos e não perigosos, a pirólise, e da mais segura e moderna planta de blendagem para coprocessamento.
Agora que você já sabe como uma empresa especializada ajuda o seu negócio a ter uma gestão de resíduos eficaz e sem riscos, que tal conhecer todos os serviços que a Silcon Sustech Ecosystem oferece a seus clientes?