l e x p o em M m o C
ANO I - EDIÇÃO Nº 09 SAMAMBAIA, DF
ovimento
Apoio: CONSELHO CULTURA SAMAMBAIA
Informes
Conselho de Cultura Samambaia
A
reunião mais recente, ocorreu no dia 14 de julho de 2015, onde se fizeram presentes: Demontiez Marques, Domício Chaves, Jadiel Teles,
Claudeci Martins, Paulo Lima, Danne Straus, Markão Aborígene e Elton Skartazini (conselheiros); Tiago Francisco e Ronilton Nunes (Mamulengo Fuzuê); Roberto Freire (músico); Edinaldo Alves e Valdivino Silva (forrozeiros); Johnnyfer Herbert e Otávio Souza (projeto Arte Tropical); Andressa Lustoza, Thanisia Cruz e Murilo Mangabeira (Secretaria Igualdade Racial/GDF).
Resumo da reunião
Processo de implantação e gestão do Complexo Cultural Samambaia: - a conclusão da obra está prevista para ainda este ano (2015). O Diretor do Museu Nacional de Brasília, Wagner Barja, foi convidado pelo Conselho Cultura Samambaia, para falar sobre gestão de espaços culturais, na próxima reunião do Conselho. Markão Aborígene propôs um Seminário de Cultura com enfoque na GESTÃO do Complexo nosso Cultural. - Programa ARTE TROPICAL: Johnnyfer Herbert, idealiza esse programa com ferramentas midiáticas de áudio visual, visando criar “um polo itinerante de arte e cultura focado em moda, culinária e arte em geral”. Pretende fazer quatro programas piloto em Samambaia e para isso busca apoio de artistas e membros do movimento cultural da região. - INFORMES: A quadrilha junina “Si Bobiá a Gente Pimba”, campeã do DF e Entorno 2015, participou de documentário sobre o movimento junino, que vai ao ar pela Rede Globo.
M
amulengo Fuzuê é brincadeira aprendida com as tradições, é palhaço na rua, é teatro popular que busca celebrar a arte e despertar a transformação pessoal e coletiva. Magia do teatro de mamulengo, das músicas, das brincadeiras e dos brincantes populares. Iniciou-se no Ponto de Cultura Invenção Brasileira, em Taguatinga, no ano de 2007. Desde lá, o cortejo segue Brasil a dentro, mundo à fora, com a missão de incentivar a transformação social por meio da arte. Em 2012, a brincança do Mamulengo Fuzuê recebeu dois prêmios: Mais Cultura: Microprojetos Rio São Francisco e Prêmio Funarte de Teatro na Rua. As premiações, reconhecem o trabalho realizado em comunidades, escolas e importantes eventos, como o Encontro de Cultura da Chapada dos Veadeiros (2010/2011), Festival Internacional de Bonecos de Brasília (2010), Quartas Cênicas SESI (2010), Festa dos Mamulengos do Brasil (2010), entre outros. Em 2013, o grupo participou da Caravana da Rabeca Piauí, do XII Encontro da Rede Brasileira de Teatro de Rua e do Festival Invenção Brasileira. Contatos:
http://www.mamulengofuzue.com.br
Thiago de Francisco
– mamulengofuzue@gmail.com 61 8141-5898
Suene Karin
suenedoian@gmail.com 61 9293-6547 ou 8257-1709
Deise Lourenço junto a um aluno da instituição (Foto: Divulgação)
A
Casa Azul é uma instituição que funciona na QN 315 de Samambaia há mais de 20 anos. Nela, há uma creche com aproximadamente, 250 crianças de quatro meses a seis anos de idade. “São crianças de baixa renda. A maior parte das famílias recebe apenas meio salário mínimo. Muitas estão em situação de risco social, expostas à violência e a outros problemas familiares e sociais”, diz Daise, presidente da instituição. Ao completar a idade máxima para per-
manecer na creche, 6 anos, quem recebe o auxílio não é abandonado. “Se há necessidade de continuar esse acompanhamento, nós continuamos. Oferecemos cursos, aulas de telemarketing e noções de turismo e (do trabalho de) auxiliar administrativo. O investimento que fazemos é para formar cidadãos no futuro”, avalia Daise. Nesse programa, há 400 assistidos de 6 a 14 anos, além de 150, com idade entre 15 a 18 anos, e 130 aprendizes que trabalham em empresas parceiras do projeto. A fundadora da creche começou o trabalho social depois de perder o filho Felipe Augusto, que tinha, à época, 16 anos. “Quando a gente cuida da dor dos outros, esquece um pouco a nossa. Quando vemos os problemas que existem, aceitamos um pouco melhor os nossos”, afirma. Desde então, Daise dedica sua vida a melhorar a educação e a promover o acesso ao lazer e à cultura em uma área carente da comunidade. A ideia de chamar o local de Casa Azul veio de um sonho. “Tinha uma amiga, parceira nessa vontade de ajudar, que sonhou com duas mãos que apontavam uma casa azul.” Baseado em: http://redeglobo.globo.com/acao/noticia/2012/07/casa-azul-felipe-augusto-no-df-formando-uma-sociedade-igualitaria.html
CONTATOS: QN 315, conjunto F, Lotes 1/4, Samambaia Sul 3359-2098 ou 3359-2095
M
Máximo Mansur
úsico negro baiano, forjado nas Folias de Reis e festas de São João, desde sua infância, já participava das manifestações culturais e artísticas que aconteciam no baixo sul da Bahia. Afoxé, maculelê,ijexá entre outros ritmos oriundos dos terreiros e carnavais, fizeram parte da sua adolescência, na década de setenta e oitenta. Músicas lançadas pelos baianos Caetano e Gil e outros extraordinários músicos
e entorno. A partir de 2012, começou a apresentar as músicas do espetáculo “Concréticas,” 3º álbum do artista, onde trás em sua concepção o desassossego do trabalhador que vivia num habitat do interior, onde os valores eram focados na vivência e história e, com a migração para os grandes centros, passam a ser consideradas só pela sua força de trabalho. As músicas desse novo álbum além de fazer o público refletir, trás em
brasileiros que os acompanhavam nos mais diversos festivais e manifestações culturais tão comuns naquela época. Veio para Brasília em 1999 para acidade de são Sebastião DF, onde começou a trabalhar profissionalmente com música e produção cultural. Em 2002 lançou seu primeiro CD, acompanhado pelo grupo de samba Ato de Provar, 2006 passou a compor músicas que traziam no ritmo, melodia e letras as referencia da ancestralidade negra. Com o espetáculo Banana com farinha, o compositor passou a participar da noite alternativa de Brasília, fazendo cada vez mais parte da programação cultural do DF
suas melodias e rítmica, o gingado que faz a identidade musical de Máximo Mansur se tornar inconfundível. Os vocalizes usados pelos nossos ancestrais, aqui usamos para nos conectarmos uns aos outros, “nessa selva Concrética em que me vejo, mais parece de longe um paliteiro com palitos patéticos subindo, e subindo e expandindo o mundo inteiro… e há de vir o momento em que preciso escavar do concreto um pouco a terra e fincar os meus pés e o meu umbigo e fazer fotossíntese.” Essa é parte de uma das letras do CD Concréticas de Máximo Mansur, que traz a reflexão de como estamos tratando nosso planeta.
A
banda Válvula Dz6 nasceu em Samambaia DF, em 2006, com seu DNA já pronto, a partir de um convite para produzir a trilha sonora do 1° Filme de Samambaia, “ Periférico 304 “, que esteve representando a cidade no 44° Festival de Brasília do Cinema Brasileiro em 2010. A Banda, desde seu inicio, mantem o foco no propósito de trabalhar profissionalmente, dando destaque para composições autorais. Essa característica tem grande aceitação nos Festivais e Eventos Culturais que acontecem periodicamente em Brasília/DF. As transformações ao longo desses anos são visíveis, tanto ao público que curte o som produzido pela banda nesses eventos, quanto nos Portfólios de Shows realizados por todo
o Distrito Federal.
Contagiante e empolgante!
Duas palavras que definem muito bem a banda. A vontade de espalhar alegria e transformar qualquer ambiente num universo de diversão e prazer é sempre o clima que se estabelece onde a banda se apresenta. A Válvula Dz6 desperta a curiosidade pela energia, suingue, e carisma. Repertório para dançar, pular, cantar, se divertir e, claro, se apaixonar. No início, a banda dedicava-se ao ritmo Pop, hoje além de ser uma banda Pop, agregou o Ska e Axé, - uma mistura de ritmos dançantes, tendo como referência musical grandes artistas nacionais como, Jota Quest, Skank, Ivete Sangalo, Gilberto Gil, Chico Cezar, Jorge Ben Jor, entre outros artistas brasileiros.
A Válvula Dz6 desperta a curiosidade pela energia, suingue, e carisma.
Sábado - 01 de Agosto às 18:00hs FEST NEGRA CEILÂNDIA CENTRO Sábado - 08 de Agosto às 19:00 hs FEST NEGRA SÃO SEBASTIÃO ESTACIONAMENTO DA ADMINISTRAÇÃO Sábado - 15 de Agosto às 18:00hs FEST NEGRA ÁGUAS LINDAS TERREIRO MESTRE ZEZITO Sábado - 22 de Agosto às 18:00hs FEST NEGRA PLANALTINA PRAÇA DO MUSEU Sábado - 29 de Agosto às 18:00hs FEST NEGRA ESTRUTURAL PRAÇA DA JUVENTUDE Sábado - 05 de Setembro às 18:00hs FEST NEGRA ITAPOÃ Estacionamento da Horta Comunitária Sábado - 12 de Setembro às 18:00hs FEST NEGRA PARTANOÁ Praça Central Sexta-feira - 18 de Setembro às 18:00hs FEST NEGRA GAMA - CEM 02 Sábado - 26 de Setembro às 18:00hs FEST NEGRA BRASLÃNDIA PRAÇA DA BÍBLIA OU DA ADMINISTRAÇÃO Domingo - 11 de Outubro às 18:00hs FEST NEGRA RECANTO DAS EMAS POEIRÃO Sexta-feira - 16 de Outubro às 18:00hs FEST NEGRA SAMAMBAIA PRAÇA DO PASTEL Sexta-feira - 23 de Outubro às 18:00hs FEST NEGRA TAGUATINGA PRAÇA DO RELÓGIO Quarta-feira - 25 de Novembro às 18:00hs FEST NEGRA CONIC - Brasília CONIC - PRAÇA ZUMBI
Tirinhas Walter Ego
Expediente Idealizador: Demontiez Marques (61 8586-4869) Editoração: Ilton Barbosa (61 8474-2193) Todas as edições disponíveis em: https://issuu.com/zinecomplexoemmovimento